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3 Philosophy Behind Active Learning

Gastemos alguns minutos para discutir por que atividades e aprendizagem empírica 
são componentes importantes de uma educação rica para os alunos. 
Primeiro, queremos esboçar um pouco da filosofia por trás do porquê e 
e de como os alunos se beneficiam da aprendizagem por meio do fazer. 
As filosofias que mencionaremos são aquelas em que muitos educadores museológicos
baseiam 
suas práticas de ensino há décadas.
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John Dewey foi um dos primeiros pensadores a começar a escrever sobre a importância 
da aprendizagem empírica na educação. 
Ele afirmava que, para que a educação seja mais efetiva, o conteúdo deve ser 
apresentado de um modo que permita que os alunos relacionem-se à informação 
a fim de priorizar experiências, aprofundado, dessa forma, a conexão com esse novo
conhecimento.
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Ele acreditava que os professores suportam e 
guiam os alunos para que eles descubram o significado de maneira independente. 
Outra filosofia importante é a teoria das inteligências múltiplas, 
proposta por Howard Gardner, um psicólogo do desenvolvimento. 
Essa teoria afirma que pessoas diferentes são inteligentes de maneiras diferentes, 
e que não há apenas um tipo de inteligência, 
cada aprendiz tem uma mistura única de inteligências. 
Gardener define uma variedade de inteligências, incluindo 
Linguística, Lógico-Matemática, Musical, Corporal-cinestésica, Espacial 
Interpessoal, Intrapessoal e Naturalista. 
As teorias de Gardener têm influenciado os educadores museológicos a focar na criação
de uma multitude 
de pontos de acesso para os alunos quando estiverem explorando uma obra de arte. 
Vamos compartilha atividades que envolvam escrita, desenho, movimento, som, 
design, jogos e discussão. 
Apimentando nossas lições com diferentes tipos de engajamento, criam-se mais
oportunidades 
para que todos os alunos participem, tenham escolhas e 
trabalhem de uma maneira que seja confortável para eles.
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Mesmo dentro de uma única atividade, 
compartilharemos maneira de oferecer múltiplas opções para seus alunos.
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Gostaríamos de estabelecer algumas definições 
para termos que escutaremos ao longo do curso. 
Ao longo das próximas quatro semanas, introduziremos e demonstraremos uma
diversidade 
de estratégias as quais nos referiremos como aprendizagem Corporificada ou Empírica. 
Essas são estratégias de ensino construídas sobre a teoria de aprendizado 
conhecida como Construtivismo. 
Comecemos com Corporificação. 
Antes do século XX, 
a maioria dos filósofos fazia clara distinção entre o corpo e a mente. 
O filósofo do século XVII, René Descartes, por exemplo, 
via a aprendizagem como um processo pelo qual a mente 
e somente ela, adquiria novos conjuntos de informação por meio do raciocínio lógico. 
Ao longo do último século, descobertas da ciência congnitiva e 
da psicologia educacional têm complicado essa visão puramente reacionalista do
aprendizado. 
Temos evidências que o físico, o emocional e outras reações corporificadas 
têm um papel tão importante na aprendizagem, quanto os processos de pensamento
racional. 
Essa integração entre corpo e mente 
parece particularmente relevante no ensino com obras de arte ou objetos, 
que têm o potencial de nos engajar em muitos níveis diferentes. 
Físiso, Sensorial, Emocional, Social Cultural, assim como Conceitual. 
Estratégias e atividades que estimulam reações corporificadas 
são uma parte importante do ensino com obras de arte.
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Formas corporificadas de aprendizado incluem estratégias que são tanto Discursivas
como 
Não-Discursivas. 
Estratégias discursivas envolvem o uso de linguagem ou o diálogo. 
Por exemplo, dizer que você fez a seus alunos uma série de questões sobre uma obra de
arte 
e eles responderam verbalmente ou por escrito. 
Esse é um exercício discursivo. 
Abordagens não-discursivas encorajam os alunos a se engajarem 
de maneiras que transcendem a linguagem. 
Atividades não-discursivas podem incorporam som, movimento, 
desenho ou jogos para estimular reações físicas e emocionais, 
que podem ser difíceis de expressar por meios discursivos.
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A aprendizagem empírica, como o próprio nome sugere, 
é o processo de aprendizagem por meio da experiência direta. 
Arte-educadores têm usado os métodos de aprendizagem empírica 
por décadas, mas não é uma nova ideia, de forma alguma. 
De fato, há mais de 2.000 anos, o filósofo Aristóteles dizia: 
"Aquilo que temos de aprender a fazer, aprendemos fazendo".
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Como mencionei anteriormente, os métodos de aprendizagem 
empírica e corporificada estão enraizados em uma teoria do aprendizado chamada
Construtivismo. 
É uma teoria que chamou muita atenção na arte 
na educação museológica nas últimas três décadas. 
Baseado no trabalho de estudiosos educacionais e 
de psicólogos do desenvolvimento, incluindo John Dewey, Jean Piaget e Lev Vygotsky, 
o Construtivismo é a teoria de que os alunos podem construir conhecimento ao 
realizar conexões entre suas próprias vidas e a questão apresentada recentemente.
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O aprendizado construtivista tem dois requisitos essenciais. 
Número um: o aluno deve estar ativamente engajado no processo de aprendizagem. 
E número dois: os resultados da aprendizagem não podem ser impostos externamente.
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O que eu quero dizer com isso? 
Bem, a teoria construtivista postula que o aprendizado é mais poderoso e 
memorável quando um aluno concebe, cheira, prova, sente, ouve ou 
observa de outra forma a evidência de si mesmo. 
Agora o que eles notam ressoa e constrói o conhecimento e 
a experiência que eles trazem consigo. 
Na aprendizagem construtivista, o produção de significado acontece em um nível muito
pessoal. 
Não importa o quão lindamente você compôs sua exibição ou 
ou o quão rigorosamente você planejou seu plano de aula, 
os entendimentos que são impostos externamente nunca serão tão significativos, 
poderosos ou efetivos quanto aqueles que um indivíduo construirá por si mesmo. 
[MÚSICA]