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DIÁRIO DE GUITARRA
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2018

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Este Material é parte integrante do curso de MODOS GREGOS produzido pela equipe do
DIÁRIO DE GUITARRA.
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“A transformação que você tanto deseja, tem que começar em você mesmo!”

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INTRODUÇÃO
Quando o assunto é Música Ocidental, temos basicamente duas possibilidades a explorar, as
chamadas, Música Tonal e Música Modal.
Quando falamos de Música Tonal, fazemos referência a uma uma série de regras que a regem,
essencialmente a questão da Tensão X Relaxamento, ou seja, tudo gira em torno de provocarmos certa
sensação de Tensão que se encaminha para a sensação de Relaxamento. Essa situação de tensão é criada
basicamente quando usamos o Trítono, seja de forma explícita ou de forma “disfarçada”; para que
possamos trabalhar essa situação, da Tensão (Trítono) que se encaminha para o Relaxamento (Tônica),
existe uma infindável lista de possibilidades de combinação entre diferentes acordes e progressões
harmônicas com relações mais ou menos complexas, mais ou menos evidentes entre elas. Diferentes tipos
de cadências, progressões harmônicas, clichês de harmonização e re-harmonização, substituições de
acordes, funções harmônicas, etc. são todos termos relacionados ao universo da Música Tonal. Se você
tem grande interesse em se aprofundar em Harmonia, em breve, nós do Diário de Guitarra
disponibilizaremos grupos específicos pra isso.
Quando falamos de Música Modal, todas essas regras desaparecem, basicamente por que em
Música Modal não trabalhamos a questão da Tensão X Relaxamento, mas sim com a questão da
Caracterização de Sonoridade. Quando usamos os Modos, estamos sempre buscando a caracterização
de alguma sonoridade, de forma que não há funções harmônicas, nem tensão, nem relaxamento, tudo
gira em torno de caracterizar ao máximo possível a sonoridade de cada Modo, seja com as sequencias de
acordes ou seja utilizando ferramentas melódicas, escala do modo, pentatônicas, tríated, tétrades etc.

MODOS GREGOS
Os Modos da Escala Maior são chamados MODOS GREGOS pois tem relação histórica com a Antiga Grécia.
“Na Grécia Antiga, as diversas organizações sonoras (ou formas de organizar os
sons) diferiam de região para região, consoante as tradições culturais e estéticas de
cada uma delas. Assim, cada uma das regiões da antiga Grécia deu origem a um
modo (organização dos sons naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação
de cada região respectiva. Desta forma, aparece-nos o modo dórico (Dória),
o modo frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jônio (da região
da Jônia) e o modo eólio (da Eólia)” (Fonte:Wikipedia.org).

Historicamente, os modos passaram a ser usados especialmente na música litúrgica da Idade Média, sendo
que poderíamos também classificá-los como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos". Existem historiadores que
preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos" por terem sido organizados, também, pelo papa Gregório I,
quando este se preocupou em organizar a música na liturgia de sua época. Segundo alguns destes historiadores,
esses nomes seríam preferíveis porque com o tempo, descobriu-se que os modos gregos na antiga Grécia não eram
exatamente os mesmos como os modos da época medieval até hoje.
No final da Idade Média a maioria dos músicos foi dando notória preferência aos modos jônio e eólio que
posteriormente ficariam populares como Escala maior e Escala menor. Os demais modos ficaram restritos a
poucos casos, mas ainda são observados em diversos gêneros musicais. O sétimo modo, o lócrio foi criado pelos
teóricos da música para completar o ciclo, mas é de raríssima utilização e pouca aplicabilidade prática.

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COMO SE FORMAM OS MODOS GREGOS?


Para entendermos como se formam os MODOS GREGOS, ou Modos da Escala Maior, precisamos
entender com clareza a Escala Maior e seu Campo Harmônico. Caso você já conheça esse assunto, isso
facilitará bastante nossa caminhada, caso ainda não conheça ou tenha alguma dúvida, vamos dar uma
revisada geral:
A Escala Maior é regida pela seguinte estrutura de intervalos: T – T – St – T – T – T – St, se
aplicarmos essa estrutura de intervalos à uma série de notas, de forma que que a – ultima nota (8ª) dessa
sequencia seja a repetição da primeira (Tônica) teremos então a Escala Maior Natural, também conhecida
como Escala Diatônica, fazendo o Exemplo em Dó Maior, teremos a seguinte sequência:

DO - RE - MI - FA - SOL - LA - SI - DO

Teoricamente falando, chama-mos as notas da Escala de Graus e indicamos por algarísmos romanos.
Acrescentando os Graus Analíticos (algarismos romanos), teremos:

Agora acrescentando também a marcação dos intervalos de Tom e Semitom:

Observando sempre os Graus Analíticos e a Estrutura de Intervalos que compõe a escala, poderemos
reproduzi-la em qualquer tonalidade, observe o exemplo abaixo:

Neste último caso, a Escala está em Mi Maior, e as notas alteradas com #, foram alteradas a fim
de que pudéssemos sempre manter a Estrutura de Intervalos existentes entre os Graus da Escala.
Aplicando este conceito, poderemos construir a Escala Maior em qualquer tonalidade; da mesma
forma, se observarmos a Estrutura de Intervalos característica de cada escala, qualquer que seja ela,
poderemos sempre formar as escalas em todos os Tons.

A Escala Maior também tem seu Campo Harmônico específico, da mesma forma, cada modo
também terá seu Campo Harmônico, como veremos ao longo do tempo.
Caso você tenha qualquer dúvida com relação à Escala Maior, fique a vontade para perguntar em
nosso Grupo específico do WhatsApp, nosso objetivo aqui é fazer apneas uma revisão rápida.
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ENTEDENDO A FORMAÇÃO DOS MODOS


Uma vez que já compreendemos bem a Escala Maior e tudo relacionado à ela (formação, estrutura
de intervalos, classificação teórica dos intervalos, campo harmônico, etc.), vamos agora ver como os
MODOS dessa Escala são Formados.
Se considerarmos a Escala Maior em Dó; temos as seguintes notas:

T 2aM 3aM 4J 5j 6aM 7aM 8a


Do - Re - Mi - Fa - Sol - La - Si - Do

Sabemos, que a estrutura de intervalos que rege essa Escala é: T – T – St – T – T – T – St.

Para Formarmos (ou encontrarmos) os Modos dessa Escala, passaremos agora a formar
diferentes Escalas, partindo de cada um dos Graus da Escala Maior; a cada vez que partirmos de um
Grau diferente, mantendo sempre as notas da Escala Maior inicial, teremos uma nova sequência de
Intervalos (ainda que com as mesmas notas). Em outras palavras: Vamos formar novas Escalas, cada
uma partindo de um dos Graus da Escala Original (Escala de Dó Maior nesse exemplo), sempre usando
apenas as notas da própria Escala de Do Maior.

Se partirmos – por exemplo - do IIo Grau da Escala – neste caso a nota Re – mantendo as mesmas
notas da Escala Maior em Do, teremos as mesmas notas, porém um sequência diferente de intervalos,
Observemos:

Re - T - Mi - St - Fa - T - Sol - T - La - T - Si - St - Do - T - Re

Logo, essa nova Estrutura de Intervalos é: T – St – T – T – T – St – T; - É a Estrutura de Intervalos do Modo


Dórico, uma vez que o Modo gerado a partir do IIo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO
DÓRICO.

Com relação à classificação teórica dos intervalos que formam o MODO DÓRICO, ela é, certamente
diferente da Escala Maior (MODO JÔNIO), no Modo Dórico temos os seguines intervalos:

T 2aM 3am 4J 5j 6aM 7am 8a


Re - Mi - Fa - Sol - La - Si - Do - Re

Observe que: Como estamos tratando do MODO DÓRICO (que parte do IIo Grau da Escala
Maior), o Intervalo que originalmente era o IIo Grau na Escala de Do Maior (neste caso a nota
Re) passa agora a ser a Tônica do Modo em questão, ou seja, passa agora a ser a Tônica do Modo
Dórico, Estamo então falando de “Re Dórico”.
Este mesmo processo ocorrerá com cada um dos Graus da Escala para a formação de cada um
dos MODOS DA ESCALA MAIOR, em cada MODO teremos uma estrutura de intervalos específica, isso
implicará em DIFERENTES SONORIDADES, por consequência, diferentes aplicações para cada um dos
MODOS.
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Os MODOS são, na prática, escalas diferentes umas das outras, com características diferentes,
sonoridades diferentes, campos harmônicos diferentes, enfim, cada MODO é completamente diferente
do outro, tanto em termos teóricos como em termos práticos, por isso, dominar os MODOS GREGOS é
essencialmente dominar como usá-los, ou seja, como caracterizar a sonoridade específica de cada um
deles; para isso é necessário compreender quais as notas que caracterizam cada sonoridade, quais são as
“avoid” notes (notas que devem ser evitadas); também quais são as melhores tríades e tétrades, as
melhores pentatônicas, enfim, quais as melhores ferramentas para caracterizar cada uma das
sonoridades, tanto de forma melódica como de forma harmônica.

CONHECENDO OS MODOS DA ESCALA MAIOR


Vejamos agora todos os MODOS formados na Escala Maior:

 A Escala ou MODO que é formado a partir do Io Grau da Escala Maior é conhecido como MODO
JÔNIO.
 O MODO formado a partir do IIo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO DÓRICO.
 O MODO formado a partir do IIIo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO FRÍGIO.
 O MODO formado a partir do IVo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO LÍDIO.
 O MODO formado a partir do Vo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO MIXOLÍDIO.
 O MODO formado a partir do VIo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO EÓLIO.
 O MODO formado a partir do VIIo Grau da Escala Maior é conhecido como MODO LÓCRIO.

Se colocarmos de uma forma Visual, poderíamos ter:

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É muito importante ressaltar que cada MODO é completamente diferente do outro, apesar de
algumas vezes visualizarmos as mesmas notas (como no exemplo acima). Usamos a explicação acima para
podermos compreender como os MODOS são formados, mas um dos pontos mais cruciais para
podermos realmente entender como os MODOS GREGOS funcionam é o fato de estudarmos e
analisarmos todos os modos no mesmo TOM. Vejamos isso em detalhes:

 O MODO JÔNIO (que é a própria Escala Maior Natural) tem como Estrutura de Intervalos:
T – T – St – T – T – T – St; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªM - 3ªM - 4ªJ - 5ªJ - 6ªM - 7ªM - 8ªJ.
 O MODO DÓRICO – que parte do IIo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
T – St – T – T – T – St – T; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªM - 3ªm - 4ªJ - 5ªJ - 6ªM - 7ªm - 8ªJ.
 O MODO FRÍGIO – que parte do IIIo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
St – T – T – T – St – T - T; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªm - 3ªm - 4ªJ - 5ªJ - 6ªm - 7ªm - 8ªJ.
 O MODO LÍDIO – que parte do IVo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
T – T – T – St – T – T - St; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªM - 3ªM - #4ª - 5ªJ - 6ªM - 7ªM - 8ªJ.
 O MODO MIXOLÍDIO – que parte do Vo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
T – T – St – T – T – St - T; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªM - 3ªM - 4ªJ - 5ªJ - 6ªM - 7ªm - 8ªJ.
 O MODO EÓLIO – que parte do VIo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
T – St – T – T – St – T - T; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªM - 3ªm - 4ªJ - 5ªJ - 6ªm - 7ªm - 8ªJ.
 O MODO LÓCRIO – que parte do VIIo Grau da Escala, tem a seguinte Estrutura de Intervalos:
St – T – T – St – T – T - T; e tem a seguinte Classificação Teórica de seus Intervalos:
T - 2ªm - 3ªm - 4ªJ - b5ª - 6ªm - 7ªm - 8ªJ.

Para podermos de fato, entender a diferença entre os MODOS, vamos observar os Intervalos e Estruturas
acima mencionadas aplicados à uma mesma Tonalidade, vamos fazer os Exemplos aqui em “Do”:

DO JÔNIO
T 2ªM 3ªM 4ªJ 5ªJ 6ªM 7ªM 8ªJ
DO - RE - MI - FA - SOL - LA - SI - DO

DO DÓRICO
T 2ªM 3ªm 4ªJ 5ªJ 6ªM 7ªm 8ªJ
DO - RE - MIb - FA - SOL - LA - SIb - DO

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DO FRÍGIO
T 2ªm 3ªm 4ªJ 5ªJ 6ªm 7ªm 8ªJ
DO - REb - MIb - FA - SOL - LAb - SIb - DO

DO LÍDIO
T 2ªM 3ªM #4ª 5ªJ 6ªM 7ªM 8ªJ
DO - RE - MI - FA# - SOL - LA - SI - DO

DO MIXOLÍDIO
T 2ªM 3ªM 4ªJ 5ªJ 6ªM 7ªm 8ªJ
DO - RE - MI - FA - SOL - LA - SIb - DO

DO EÓLIO
T 2ªM 3ªm 4ªJ 5ªJ 6ªm 7ªm 8ªJ
DO - RE - MIb - FA - SOL - LAb - SIb - DO

DO LÓCRIO
T 2ªm 3ªm 4ªJ b5ª 6ªm 7ªm 8ªJ
DO - REb - MIb - FA - SOLb - LAb - SIb - DO
Analisando os diferentes MODOS todos no mesmo Tom, conseguimos observar quais as notas
comuns e, principalmente quais as notas diferentes entre eles, fica então mais fácil entendermos que eles
são de fato, escalas diferentes e, por conta disso, terão sonoridades, campos harmônicos e recursos
completamente diferentes entre eles.

CLASSIFICAÇÃO DOS MODOS DE ACORDO COM SUAS SONORIDADES


Como podemos observar, alguns MODOS são maiores e outros são menores. Quando analisamos
a sensação sonora que cada MODO causa, levando em conta seus Intervalos, poderemos compreender
que alguns MODOS tem uma sonoridade mais densa, mais fechada, (triste, obscura) enquanto outros tem
sonoridade mais aberta (alegre, pra cima). Essas intenções sonoras tem total relação com os Intervalos
que compõem cada MODO. Podemos então classificar os MODOS, de acordo com seus intervalos, quando
são considerados “mais abertos”; “mais expandidos” ou “mais fechados”. Vejamos como os Modos se
Classificam de acordo com esse conceito:

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DO - RE - MI - FA# - SOL - LA - SI - DO - LÍDIO


DO - RE - MI - FA - SOL - LA - SI - DO - JÔNIO
DO - RE - MI - FA - SOL - LA - SIb - DO - MIXOLÍDIO
DO - RE - MIb - FA - SOL - LA - SIb - DO - DÓRICO
DO - RE - MIb - FA - SOL - LAb - SIb - DO - EÓLIO
DO - REb - MIb - FA - SOL - LAb - SIb - DO - FRÍGIO
DO - REb - MIb - FA - SOLb - LAb - SIb - DO - LÓCRIO

Note que, essa classificação está essencialmente baseada na funcionalidade de cada MODO, ou
seja, na sonoridade de cada um, pois facilmente podemos observar que os Intervalos vão se “fechando”
a cada MODO, isso impacta diretamemte na sonoridade de cada um deles; assim o MODO LÍDIO é
considerado o “mais aberto” pois é o que possui os Intervalos “mais abertos”, “mais expandidos”,
enquanto que o MODO LÓCRIO é considerado o “ mais fechado”, pois seus Intervalos são mais fechados
(diminuídos), essa classificação tem, como já dissemos, total relação com a sonoridade de cada MODO.

Ao longo do Curos aprofundaremos cada um desses detalhes, trabalhando em cada um dos MODOS, afim
de melhor compreender e aplicar todos os recursos possíveis para a caracterização de cada sonoridade.

Estamos apenas começando ...

Bons Estudos !!!!

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ALGUMAS REFERÊNCIAS
Vídeo Aula: Improvisação sobre Modos – Edu Ardanuy
Harmonia e Improvisação Volume I – Almir Chediak
Harmonia e Improvisação Volume II – Almir Chediack
Livro mais Vídeos: Guitarra Fusion – Mozart Mello
Jazz, Harmonia e Improvisação – Ivan Barasnevicius
Wikipedia – Enciclopédia Livre

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