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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

COMANDO DA AERONÁUTICA
DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL
SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA
DIVISÃO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL

IAC 162-1001A

INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

2005
2005 IAC 162-1001A

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL


DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

PORTARIA DAC No 1180/DGAC, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2005.

Aprova a Instrução de Aviação Civil –


IAC que dispõe sobre Inspeção
Aeroportuária.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso das


atribuições que lhe confere o Decreto no 65.144, de 12 de setembro de 1969, e o inciso I do art. 4o,
do Cap. I, do Regulamento do Departamento de Aviação Civil, aprovado pela Portaria no 340/GC-3,
de 24 de março de 2005, e tendo em vista o disposto nos artigos 1o, 2o, 12, 25 e 197, da Lei
no 7.565, de 19 de dezembro de 1986, e nas Normas e Recomendações constantes dos Anexos à
Convenção sobre Aviação Civil Internacional, promulgada pelo Decreto no 21.713, de 27 de agosto
de 1946,

RESOLVE,
Art. 1o Seja efetivada a IAC abaixo discriminada:
IAC 162-1001A
Título: Inspeção Aeroportuária.
Art. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
Art. 3o Revogam-se a IAC 162-1001, de 10 de Junho de 2003 e a respectiva Portaria
n 906/DGAC, de 10 de Junho de 2003, publicada no Diário Oficial da União no 115, de 17 de
o

Junho de 2003.

Maj Brig Ar JORGE GODINHO BARRETO NERY


Diretor-Geral do DAC

PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Nº 217, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2005.

I
2005 IAC 162-1001A

SUMÁRIO

PORTARIA DE APROVAÇÃO ............................................................................................................. I


SUMÁRIO ............................................................................................................................................... II
INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................... IV
SIGLAS E ABREVIATURAS ................................................................................................................ V
CONTROLE DE EMENDAS ................................................................................................................. VI
LISTA DE PÁGINAS EFETIVAS ......................................................................................................... VII

1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES .................................................................................................... 1


1.1 FINALIDADE ...............................................................................................................................1
1.2 FUNDAMENTO ...........................................................................................................................1
1.3 APROVAÇÃO ..............................................................................................................................1
1.4 DISPONIBILIZAÇÃO ............................................................................................................... 1
1.5 CANCELAMENTO .................................................................................................................... 1

2 DEFINIÇÕES .................................................................................................................................... 2

2
2.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS) ....................................................... 2
2.2 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL) .................................................... 2
2.3 AERÓDROMO ........................................................................................................................ 2
2.4 AERÓDROMO PÚBLICO ...................................................................................................... 2
2.5 AEROPORTO PRIVADO ....................................................................................................... 2
2.6 AEROPORTO .......................................................................................................................... 2
2.7 CHEFE DE EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (Ch/EIA) ................................. 2
2.8 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA) ............................................................ 2
2.9 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ............................................................................................. 2
2.10 INSPETOR DE AVIAÇÃO CIVIL (INSPAC) ........................................................................ 2
2.11 LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA .................... 3
2.12 MANUAL DO INSPETOR ...................................................................................................... 3
2.13 NOTIFICAÇÃO DE INFRAÇÃO (NI) .................................................................................... 3
2.14 PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC) ........................................................................... 3
2.15 PRÉ-QUESTIONÁRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PQIA).................................. 3
2.16 PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA) ....................................3
2.17 RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RAIA) .............. 3
2.18 RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) .................................................... 4
2.19 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (SISGIA) ......... 4

3 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA .......................................................................................................5


3.1 OBJETIVO ............................................................................................................................... 5
3.2 FINALIDADE ........................................................................................................................... 5
3.3 ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ........................................ 5
3.4 CLASSIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ....................................................... 5
3.5 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA) ............................................................... 6
3.6 PRÉ-QUESTIONÁRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PQIA) ................................... 6

II
2005 IAC 162-1001A

4 PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA) .............................................7

5 PROCESSO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ......................................................................... 8


5.1 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA ........................................................................ 8
5.2 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ESPECIAL ........................................................................... 10

6 COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES ................................................................................ 11


6.1 SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA (SIE) ....................................................... 11
6.2 DIVISÃO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (IE-4) ............................................................. 11
6.3 OUTROS SETORES DO SIE ..................................................................................................... 12
6.4 INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL (IAC) ................................................................................ 12
6.5 SERVIÇO REGIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (SERAC) ......................................................... 12
6.6 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA) ............................................................... 13
6.7 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS) .......................................................... 14
6.8 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL) ...................................................... 15
6.9 EMPRESA AÉREA(EA).............................................................................................................. 15
6.10EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA) ............... 15

7 DISPOSIÇÕES FINAIS ..................................................................................................................... 18

ANEXOS

ANEXO 1 LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA .............. A1


ANEXO 2 MODELO DE PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA) ..... A2
ANEXO 3 MODELO DE LISTA DE PRESENÇA À REUNIÃO INICIAL ........................................ A3
ANEXO 4 MODELO DE LISTA DE PRESENÇA À REUNIÃO FINAL ........................................ A4
ANEXO 5 MODELO DE CADASTRO DE EMPRESA AÉREA ...................................................... A5
ANEXO 6 MODELO DE CADASTRO DE EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE
TRANSPORTE AÉREO (ESATA) ..................................................................................... A6
ANEXO 7 MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO ................................................ A7
ANEXO 8 MODELO DE CADASTRO DE ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE
(Para aeródromo conveniado com o Governo Estadual/ Municipal ou Empresa Privada) ... A8
ANEXO 9 MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) .................... A9
ANEXO 10 MODELO DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO
AEROPORTUÁRIA (RAIA) .......................................................................................... A10
ANEXO 11 MODELO DE ANÁLISE DO RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO
AEROPORTUÁRIA (ARAIA) ...................................................................................... A11
ANEXO 12 MODELO DE TRANSCRIÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADE DE RIA ....................... A12
ANEXO 13 MODELO DE PAC – AAS ................................................................................................ A13
ANEXO 14 MODELO DE PAC – EMPRESA AÉREA........................................................................ A14
ANEXO 15 MODELO DE PAC – ESATA ........................................................................................... A15
ANEXO 16 MODELO DE ANÁLISE DE PAC – AAS ....................................................................... A16
ANEXO 17 MODELO DE ANÁLISE DE PAC – EMPRESA AÉREA .............................................. A17
ANEXO 18 MODELO DE ANÁLISE DE PAC – ESATA .................................................................. A18
ANEXO 19 PROCESSO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA .................................... A19

III
2005 IAC 162-1001A

INTRODUÇÃO

A Inspeção Aeroportuária constitui encargo de fiscalização, sobre os serviços aéreos


públicos e a infra-estrutura aeroportuária, exercida por pessoal credenciado pela autoridade
aeronáutica, em conformidade com os art. 12 e 197 da Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986,
que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA).
A Inspeção tem como objetivo a melhoria continuada da qualidade dos serviços
oferecidos aos usuários da aviação civil (aeronaves, passageiros e carga), garantindo a segurança, a
regularidade e a eficiência dos vôos.
Na Inspeção Aeroportuária é verificado se as condições físicas e operacionais do
aeroporto, envolvendo a administração aeroportuária, empresas aéreas, empresas de serviços
auxiliares de transporte aéreo (ESATA) e as demais concessionárias, estão em conformidade com a
legislação brasileira, as instruções do DAC e demais normas e requisitos estabelecidos nos Anexos
à Convenção sobre Aviação Civil Internacional.
A Inspeção Aeroportuária visa, também, à condução dos processos de homologação,
certificação, classificação e/ou reclassificação tarifária do aeródromo.
Neste contexto, as atividades de Inspeção Aeroportuária se desenvolvem nas seguintes
áreas: (1) Segurança da Aviação Civil, (2) Infra-Estrutura Aeroportuária, (3) Facilitação do
Transporte Aéreo, (4) Facilidades Aeroportuárias, (5) Empresa de Serviços Auxiliares de
Transporte Aéreo (ESATA) e (6) Carga Aérea.
Esta IAC atende à legislação brasileira, às Instruções do DAC e demais normas e
requisitos estabelecidos nos Anexos 9 – Facilitação, 14 – Aeródromos, 17 – Segurança e 18 –
Carga, à Convenção sobre Aviação Civil Internacional (CACI), da qual o Brasil é signatário .

IV
2005 IAC 162-1001A

SIGLAS E ABREVIATURAS
AAL Administração Aeroportuária Local
AAS Administração Aeroportuária Sede
AVSEC Segurança da Aviação Civil
CACI Convenção sobre Aviação Civil Internacional
CBA Código Brasileiro de Aeronáutica
Ch/EIA Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária
CINDACTA Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo
COMAER Comando da Aeronáutica
CSA Comissão de Segurança Aeroportuária
DAC Departamento de Aviação Civil
DECEA Departamento de Controle do Espaço Aéreo
DGAC Diretor-Geral do Departamento de Aviação Civil
DGCEA Diretor-Geral de Departamento de Controle do Espaço Aéreo
DPF Departamento de Polícia Federal
EA Empresa Aérea
EIA Equipe de Inspeção Aeroportuária
ESATA Empresa de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo
IAC Instituto de Aviação Civil
IE-4 Divisão de Inspeção Aeroportuária
INSPAC Inspetor de Aviação Civil
ISR Impresso de Sugestão e Reclamação
MOA Manual de Operações de Aeródromo
NI Notificação de Infração
NSCA Norma de Sistema do Comando da Aeronáutica
NSMA Norma de Sistema do Ministério da Aeronáutica
OACI Organização da Aviação Civil Internacional
PAC Plano de Ações Corretivas
PAIA Programa Anual de Inspeção Aeroportuária
PC Plano de Contingência
PFAC Posto de Fiscalização da Aviação Civil
PNAVSEC Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil
PQIA Pré-Questionário de Inspeção Aeroportuária
PSA Programa de Segurança Aeroportuária
PSEA Programa de Segurança de Empresa Aérea
RAIA Relatório Administrativo de Inspeção Aeroportuária
RBHA Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica
RIA Relatório de Inspeção Aeroportuária
SAC Seção de Aviação Civil
SERAC Serviço Regional de Aviação Civil
SERENG Serviço Regional de Engenharia
SIE Subdepartamento de Infra-Estrutura
SISGIA Sistema de Gerenciamento de Inspeção Aeroportuária
SRPV Serviço Regional de Proteção ao Vôo
TECA Terminal de Carga Aérea
TPS Terminal de Passageiros
USAP Programa Universal de Auditoria de Segurança da Aviação Civil, da OACI
USOAP Programa Universal de Auditoria da Segurança Operacional, da OACI

V
2005 IAC 162-1001A

Controle de Emendas
Emenda Data da Inserida Emenda Data da Inserida
N o
Data Inserção Por No
Data Inserção Por
01 33
02 34
03 35
04 36
05 37
06 38
07 39
08 40
09 41
10 42
11 43
12 44
13 45
14 46
15 47
16 48
17 49
18 50
19 51
20 52
21 53
22 54
23 55
24 56
25 57
26 58
27 59
28 60
29 61
30 62
32 64

VI
2005 IAC 162-1001A

LISTA DE PÁGINAS EFETIVAS


Legenda : O=Original / E=Emenda

Página Ano Página Ano Página Ano


I–O 2005 A-9-2 – O 2005
II – O 2005 A-9-3 – O 2005
III – O 2005 A-10 – O 2005
IV – O 2005 A-10-1 – O 2005
V–O 2005 A-10-2 – O 2005
VI – O 2005 A-11 – O 2005
VII – O 2005 A-12 – O 2005
1–O 2005 A-13 – O 2005
2–O 2005 A-14 – O 2005
3–O 2005 A-15 – O 2005
4–O 2005 A-16 – O 2005
5–O 2005 A-17 – O 2005
6–O 2005 A-18 – O 2005
7–O 2005 A-19 – O
8–O 2005
9–O 2005
10 – O 2005
11 – O 2005
12 – O 2005
13 – O 2005
14 – O 2005
15 – O 2005
16 – O 2005
A-1 – O 2005
A-1-1 – O 2005
A-1-2 – O 2005
A-1-3 – O 2005
A-1-4 – O 2005
A-1-5 – O 2005
A-1-6 – O 2005
A-1-7 – O 2005
A-2 – O 2005
A-3 – O 2005
A-4 – O 2005
A-5 – O 2005
A-6 – O 2005
A-7 – O 2005
A-7-1 – O 2005
A-7-2 – O 2005
A-7-3 – O 2005
A-7-4 – O 2005
A-8 – O 2005
A-9 – O 2005
A-9-1 – O 2005

VII
2005 IAC 162-1001A

1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

1.1 FINALIDADE

Esta Instrução tem por finalidade estabelecer procedimentos para o processo de


planejamento, coordenação, execução e controle da Inspeção Aeroportuária.

1.2 FUNDAMENTO

Lei Nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brasileiro de


Aeronáutica – CBA.

Decreto Nº 65.144, de 12 de setembro de 1969, que institui o Sistema de Aviação Civil.

Portaria Nº 340/GC3, de 24 de março de 2005, que aprova o Regulamento do


Departamento de Aviação Civil – DAC.

Anexos à Convenção sobre Aviação Civil Internacional, promulgada pelo Decreto Nº


21.713, de 27 de agosto de 1946.

1.3 APROVAÇÃO

Aprovada pela Portaria DAC No 1180/DGAC, de 09 de novembro de 2005.

1.4 DISPONIBILIZAÇÃO

A – C – D – IA– IN– SA – SR – EA– EE – EN – SE - TA.

1.5 CANCELAMENTO

IAC 162-1001, de 10 Jun. 2003.

1
2005 IAC 162-1001A

2 DEFINIÇÕES

2.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS)

Empresa ou Órgão do Governo Estadual/Municipal responsável pela administração,


operação, manutenção e exploração de um aeródromo público ou sistema aeroportuário, em
conformidade com os Art. 26 e 36 da Lei nº 7.565, de 19 Dez 1986, que dispõe sobre o
Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA).

2.2 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL)

Órgão ou Empresa responsável pela operação de um aeroporto com estrutura


organizacional estabelecida no respectivo sítio aeroportuário.

2.3 AERÓDROMO

É toda área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves.

2.4 AERÓDROMO PÚBLICO

É um aeródromo civil destinado ao tráfego de aeronaves em geral.

2.5 AERÓDROMO PRIVADO

É um aeródromo civil que só poderá ser utilizado com permissão de seu


proprietário, sendo vedada a sua exploração comercial.

2.6 AEROPORTO

É um aeródromo público, dotado de instalações e facilidades para apoio de


operações de aeronaves e de embarque e desembarque de pessoas e cargas.

2.7 CHEFE DE EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (Ch/EIA)

INSPAC responsável pela coordenação, execução e controle das atividades da EIA.

2.8 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA)

Equipe constituída por Inspetores de Aviação Civil (INSPAC) designados para


realizar a Inspeção Aeroportuária.

2.9 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

Atividade conduzida por INSPAC, a serviço do DAC, com a finalidade de fiscalizar


o cumprimento das normas e instruções do Sistema de Aviação Civil nos aeroportos.

2.10 INSPETOR DE AVIAÇÃO CIVIL (INSPAC)

Pessoa credenciada pelo DAC para o exercício de fiscalização das atividades da


Aviação Civil.

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2005 IAC 162-1001A

2.11 LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

Documento que contém os principais tópicos e itens relativos às áreas de


verificação da inspeção aeroportuária, constantes do Anexo 1, compreendendo: Segurança da
Aviação Civil, Infra-Estrutura Aeroportuária, Facilitação do Transporte Aéreo, Facilidades
Aeroportuárias, Empresa de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo (ESATA) e Carga
Aérea.

2.12 MANUAL DO INSPETOR

Documento de apoio ao INSPAC, que contém o padrão a ser observado no item de


verificação da inspeção aeroportuária, com as devidas orientações e enquadramentos
correspondentes, visando à elaboração do Relatório de Inspeção Aeroportuária (RIA), através
do Sistema de Gerenciamento de Inspeção Aeroportuária (SISGIA).

2.13 NOTIFICAÇÃO DE INFRAÇÃO (NI)

Documento utilizado para dar ciência ao interessado da instauração do


procedimento administrativo, por determinação da autoridade responsável, de acordo com a
legislação em vigor, que trata do Processamento de Irregularidades.

2.14 PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC)

Documento elaborado pelas Administrações Aeroportuárias Sede (AAS), Empresas


Aéreas (EA) e Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo (ESATA), contendo as
ações corretivas, com os respectivos prazos de implementação, visando sanar as não-
conformidades registradas no RIA de suas áreas de responsabilidade, de acordo com os
modelos constantes dos Anexos 10, 11 e 12.

2.15 PRÉ-QUESTIONÁRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PQIA)

Documento que contém perguntas relativas às áreas de verificação da inspeção


aeroportuária, aplicável ao aeroporto onde opera aeronave com capacidade superior a 30
(trinta) assentos, que poderá ser encaminhado, através do SISGIA, à Administração
Aeroportuária Local (AAL), pelo DAC/SIE ou SERAC, em coordenação com o Ch/EIA,
conforme estabelecido nesta Instrução.

2.16 PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA)

Documento elaborado pela Divisão de Inspeção Aeroportuária (IE-4) e aprovado


pelo Chefe do Subdepartamento de Infra-Estrutura (SIE), no qual se estabelece a programação
das inspeções aeroportuárias para o ano de referência.

2.17 RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RAIA)

Documento elaborado pelo Ch/EIA, através do SISGIA, que contém o registro dos
problemas observados durante a execução da inspeção e as medidas propostas para correção,
visando aprimorar o processo de inspeção aeroportuária.

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2005 IAC 162-1001A

2.18 RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA)

Documento elaborado pelo Ch/EIA, através do SISGIA, e aprovado pelo Chefe do


SIE ou SERAC, que contém as não-conformidades verificadas na inspeção e os respectivos
responsáveis pelas ações corretivas a serem implementadas.

2.19 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA


(SISGIA)

Sistema informatizado que contém as ferramentas necessárias para o planejamento,


coordenação, execução e controle das inspeções aeroportuárias, administrado pelo SIE,
através da IE-4.

4
2005 IAC 162-1001A

3 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

3.1 OBJETIVO
A Inspeção Aeroportuária tem por objetivo verificar o cumprimento da legislação
brasileira, correlacionada ao Sistema de Aviação Civil, e demais normas e requisitos
estabelecidos nos Anexos à Convenção sobre a Aviação Civil Internacional (CACI).

3.2 FINALIDADE

A Inspeção Aeroportuária tem como finalidade verificar se as condições de


segurança operacional e de proteção da aviação civil contra atos de interferência ilícita, do
aeroporto, estão em conformidade com a legislação brasileira, bem como as normas
constantes dos Anexos à Convenção sobre Aviação Civil Internacional (CACI).

3.3 ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

3.3.1 A Inspeção Aeroportuária é exercida sobre a infra-estrutura aeronáutica,


abrangendo as seguintes áreas de verificação:

a) Segurança da Aviação Civil;


b) Infra-Estrutura Aeroportuária;
c) Facilitação do Transporte Aéreo;
d) Facilidades Aeroportuárias;
e) Empresa de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo (ESATA); e
f) Carga Aérea.

3.4 CLASSIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

3.4.1 A Inspeção Aeroportuária é classificada em dois tipos:

a) Periódica; e
b) Especial.

3.4.2 A Inspeção Aeroportuária Periódica é aquela que consta do Programa Anual de


Inspeção Aeroportuária (PAIA), aprovado pelo Chefe do SIE, abrangendo as áreas de
verificação da inspeção aeroportuária citadas em 3.3.1.
3.4.3 A Inspeção Aeroportuária Especial é aquela que não consta do PAIA, aprovado
pelo Chefe do SIE, abrangendo, total ou parcialmente, as áreas de verificação da inspeção
aeroportuária citadas em 3.3.1.

3.4.4 A execução da Inspeção Aeroportuária Especial está condicionada aos seguintes


fatores de planejamento:
a) atender situações emergenciais ou específicas, a critério do DAC ou SERAC; e
b) no interesse da segurança da aviação civil (operacional e/ou da proteção contra
atos de interferência ilícita), podendo ser realizada a qualquer momento, até
mesmo sem conhecimento prévio da Administração Aeroportuária Sede e/ou
Local, nos seguintes casos, entre outros:
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2005 IAC 162-1001A

(1) Certificação;
(2) Homologação;
(3) Classificação tarifária inicial e/ou reclassificação;
(4) Após incidentes e/ou acidentes;
(5) Reclamações de usuários; e
(6) Durante a realização de obras.

3.5 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA)

3.5.1 A Equipe de Inspeção Aeroportuária (EIA), constituída de Inspetores de Aviação


Civil (INSPAC), deverá ser designada pelo DAC/SIE ou SERAC, até 20 (vinte) dias antes do
início da inspeção.

3.5.2 O Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária (Ch/EIA) é o INSPAC responsável


pela coordenação, execução e controle das atividades atribuídas à Equipe de Inspeção
Aeroportuária.

3.5.3 O número de integrantes da EIA e a duração da inspeção serão definidos em função


das características físicas (área patrimonial, infra-estrutura instalada etc.) e operacionais
(volume de passageiros, tipos de tráfego, número de empresas aéreas e de serviços auxiliares,
terminais de carga aérea etc.) do aeroporto.

3.6 PRÉ-QUESTIONÁRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PQIA)

3.6.1 O DAC/SIE ou SERAC poderá encaminhar, em coordenação com o Ch/EIA,


através do SISGIA, o PQIA à AAL. Tal envio deverá ocorrer no período compreendido entre
60 (sessenta) e 30 (trinta) dias antes do início da inspeção aeroportuária periódica, conforme
descrito em 5.1.1.2.

3.6.2 O PQIA não será aplicado no processo de inspeção aeroportuária nas condições
descritas abaixo:

a) inspeção aeroportuária periódica a ser realizada no aeroporto com operação de


transporte aéreo regular, utilizando aeronaves com capacidade inferior a 30(trinta) assentos; e

b) inspeção aeroportuária especial , em razão dos fatores de planejamento para a


sua realização descritos no item 3.4.4 desta Instrução.

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2005 IAC 162-1001A

4 PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA)

4.1 Na elaboração do PAIA, deverão ser considerados os seguintes fatores de


planejamento, obedecendo as prioridades e periodicidades para cada tipo de operação do
aeroporto definida a seguir:
a) aeroporto com operação de transporte aéreo internacional – pelo menos a cada
dois anos;
b) aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando aeronaves
com capacidade superior a 60 (sessenta) assentos – pelo menos a cada três anos;
c) aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando aeronaves
com capacidade superior a 30 (trinta) e inferior a 61 (sessenta e um) assentos –
pelo menos a cada quatro anos; e
d) aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando aeronaves
com capacidade inferior a 31 (trinta e um) assentos – pelo menos a cada cinco
anos.

4.2 O planejamento do PAIA deverá considerar prioritariamente os aeroportos onde


houver operação da aviação regular, mas poderá ser dirigido a aeroportos onde haja apenas
operação da aviação não regular e geral, conforme for definido pelo DAC.

4.3 O PAIA, após aprovação do SIE, será encaminhado aos SERAC, podendo conter
instruções complementares.

4.4 O SIE e os SERAC divulgarão às AAS, oportunamente, a programação das


inspeções aeroportuárias a serem realizadas nos aeroportos sob suas responsabilidades.

4.5 Eventuais alterações no PAIA deverão ser informadas, pelo SIE ou SERAC, em
tempo hábil, às AAS.

4.6 A programação das atividades necessárias para a realização da inspeção


aeroportuária deverá ser coordenada, pelo SIE ou SERAC, com a AAL envolvida.

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5 PROCESSO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

5.1 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA

5.1.1 FASE PRÉ-INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA


5.1.1.1 O DAC/SIE ou SERAC, responsável pela execução da inspeção, definirá a
composição da EIA citada em 3.5.1.
5.1.1.2 O DAC/SIE ou SERAC, em função das necessidades do conhecimento de
informações técnicas e operacionais do aeroporto a ser inspecionado e, considerando a
finalidade da inspeção aeroportuária, poderá encaminhar, em coordenação com o Ch/EIA,
através do SISGIA, o PQIA à AAL no período entre 60 (sessenta) e 30 (trinta) antes do início
da inspeção.
5.1.1.3 A AAL, após o recebimento do PQIA citado em 5.1.1.2, deverá restituí-lo ao
DAC/SIE ou SERAC, devidamente preenchido, até 10 (dez) dias antes da data prevista para o
início da inspeção aeroportuária.

5.1.1.4 O DAC/SIE ou SERAC confirmará à AAL o período previsto para a execução da


inspeção aeroportuária, até 30(trinta) dias antes do seu início, adotando as seguintes
providências:
a) informará à AAL a finalidade da inspeção aeroportuária, discriminando as
áreas a serem verificadas, citadas em 3.3.1;

b) solicitará à AAL a relação das Empresas Aéreas (EA), Empresas de Serviços


Auxiliares de Transporte Aéreo (ESATA) e dos Terminais de Carga Aérea
(TECA) existentes no aeroporto;

c) agendará, em coordenação com a AAL, a data e hora para a realização da


reunião inicial prevista em 5.1.2.1; e
d) solicitará à AAL que notifique as EA e ESATA, bem como as demais
concessionárias e órgãos públicos em funcionamento no aeroporto, para
comparecerem à reunião descrita em “c”.
5.1.1.5 O SIE/IE4 ou SERAC disponibilizará para a EIA as cópias dos seguintes
documentos, relativos ao aeroporto a ser inspecionado, em reunião a ser realizada até
5 (cinco) dias antes do início da inspeção:
a) último RIA;

b) PAC aprovado pelo DAC/SIE, referente ao último RIA;

c) Relatórios de Perigo, existentes na Divisão de Investigação e Prevenção de


Acidentes Aeronáuticos (no caso do DAC) e na Seção de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (no caso dos SERAC);

d) relação das EA e ESATA, bem como dos TECA; e

e) outros documentos julgados oportunos.

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2005 IAC 162-1001A

5.1.2 FASE DE EXECUÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA

5.1.2.1 A inspeção terá início com a realização da reunião inicial, conduzida pelo Ch/EIA,
na AAL, com a participação de todos os órgãos públicos, EA, ESATA e demais
concessionárias que operam no aeroporto.
5.1.2.2 Nessa reunião, que deverá ser objetiva e concisa, serão apresentados a finalidade, o
objetivo e os principais tópicos das Áreas de Verificação da Inspeção Aeroportuária,
constantes do Anexo 1, ocasião em que deverá ser preenchida a Lista de Presença à Reunião
Inicial, constante do Anexo 3.

5.1.2.3 Ao final de cada dia, o Ch/EIA realizará uma reunião com os INSPAC, para
avaliar o andamento dos trabalhos e esclarecer eventuais dúvidas.
5.1.2.4 Antecedendo à reunião final, a ser realizada no último dia de inspeção, o Ch/EIA
analisará, juntamente com os INSPAC, as não-conformidades verificadas na inspeção
aeroportuária, devidamente fundamentadas, selecionando aquelas julgadas de maior
relevância, para que sejam comentadas na referida reunião.

5.1.2.5 No último dia da inspeção aeroportuária, o Ch/EIA realizará uma reunião final
com a AAL, tendo por finalidade apresentar um resumo do resultado da inspeção, destacando
as não-conformidades julgadas de maior relevância.

5.1.2.6 O Ch/EIA deverá exigir dos INSPAC o preenchimento das Listas de Presença às
Reuniões (Inicial e Final), bem como das Fichas de Cadastro constantes dos Anexos 3, 4. 5, 6,
7 e 8.
5.1.3 FASE PÓS-INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA

5.1.3.1 O Ch/EIA, até 20 (vinte) dias após a inspeção, elaborará o RIA e o RAIA
correspondente, através do SISGIA, que deverá conter os nomes dos INSPAC e as respectivas
áreas de verificação da inspeção aeroportuária, bem como as assinaturas e rubricas, em todas
as páginas, das seguintes pessoas, conforme descrito abaixo:

a) na inspeção a cargo do DAC/SIE:

(1) Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária (Ch/EIA);


(2) Chefe da IE-4, responsável pela revisão e elaboração final do RIA; e
(3) Chefe do SIE.
b) na inspeção a cargo dos SERAC:

(1) Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária (Ch/EIA);


(2) Chefe do Setor do SERAC, responsável pela revisão e elaboração final do
RIA; e
(3) Chefe do SERAC.
5.1.3.2 De acordo com o tipo da Inspeção Aeroportuária (Periódica ou Especial) prevista
no item 3.4.1, o RIA terá numeração distinta, conforme descrita nos exemplos abaixo,
contendo as letras P (Periódica) ou E (Especial), seguida da sigla do Setor do DAC/SIE ou

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SERAC, responsável pela revisão e elaboração final do RIA, bem como o ano da realização
da inspeção aeroportuária, visando facilitar a sua identificação e controle:

a) RIA Nº 001P/IE-4/05 ou RIA Nº 001E/IE-4/05; e

b) RIA Nº 001P/3DO-3/05 ou RIA Nº 001E/3DO-3/05.

5.1.3.3 Após o encerramento da Inspeção, no SISGIA, o SIE ou SERAC bloqueará a


inspeção, visando a sua aprovação e posterior remessa à AAS.

5.1.3.4 O SIE ou SERAC encaminhará o RIA aprovado à AAS, até 60 (cinqüenta) dias
após a inspeção, para a adoção das ações corretivas de sua área de responsabilidade.

5.1.3.5 O SIE ou SERAC encaminhará, às EA e ESATA, as não-conformidades transcritas


do RIA aprovado, até 60 (sessenta) dias após a inspeção, para a adoção das ações corretivas
de suas áreas de responsabilidade, conforme modelo constante do Anexo 12.

5.1.3.6 A AAS encaminhará ao SIE ou SERAC, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar


da data de recebimento do RIA, o Plano de Ações Corretivas (PAC), relativo às
não-conformidades de sua área de responsabilidade, para análise e aprovação, de acordo com
o modelo constante do Anexo 13.

5.1.3.7 As EA e ESATA encaminharão seus PAC ao SIE ou SERAC, no prazo de 60


(sessenta) dias, a contar da data do recebimento das não-conformidades transcritas do RIA,
para análise e aprovação, de acordo com os modelos constantes dos Anexos 14 e 15.

5.1.3.8 O SIE ou SERAC encaminhará os PAC aprovados às AAS, EA e ESATA, até 60


(sessenta) dias após o seu recebimento, para a implementação das ações corretivas, conforme
modelos constantes dos Anexos 16, 17 e 18.

5.1.3.9 O SIE ou SERAC fiscalizará a implementação dos PAC aprovados, referentes às


AAS, EA e EXATA, num prazo não inferior a 180 (cento e oitenta) dias, a contar do último
dia da Inspeção.

5.2 INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA ESPECIAL

5.2.1 No processo de inspeção aeroportuária especial, serão utilizados os procedimentos


previstos para a realização da inspeção aeroportuária periódica, nas suas três fases (pré-
inspeção, execução da inspeção e pós-inspeção citadas em 5.1.1, 5.1.2 e 5.1.3), quando
aplicáveis.

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6 COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES

6.1 SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA (SIE)

6.1.1 Estabelecer instruções complementares para a elaboração do PAIA.

6.1.2 Aprovar o PAIA.

6.1.3 Determinar a realização de Inspeções Aeroportuárias Especiais.

6.1.4 Atribuir aos SERAC a execução de inspeções constantes do PAIA, em conformidade


com o previsto nesta IAC.

6.1.5 Emitir instruções complementares, estabelecendo procedimentos para a execução do


PAIA.

6.1.6 Divulgar o PAIA aos SERAC e às AAS responsáveis pela administração dos
aeroportos a serem inspecionados.
6.1.7 Aprovar o Programa de Formação do INSPAC Infra-Estrutura, bem como de
reciclagem, em coordenação com o IAC.

6.1.8 Designar INSPAC para compor as EIA, nos aeroportos a serem inspecionados pelo
DAC/SIE.

6.1.9 Aprovar os RIA dos aeroportos inspecionados pelo DAC/SIE.

6.1.10 Aprovar os PAC das AAS, EA e ESATA, referentes aos aeroportos inspecionados
pelo DAC/SIE.

6.1.11 Coordenar com o IAC as alterações no SISGIA.

6.2 DIVISÃO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (IE-4)

6.2.1 Elaborar o PAIA, em conformidade com esta IAC e instruções complementares do


SIE.

6.2.2 Planejar, coordenar, acompanhar e orientar as atividades programadas para a


execução da Inspeção Aeroportuária, sob a responsabilidade do DAC/SIE, junto ao SERAC e
à AAL.

6.2.3 Assessorar o Ch/EIA, na execução da inspeção a cargo do DAC/SIE.

6.2.4 Analisar os RIA dos aeroportos inspecionados pelo DAC/SIE, em coordenação com
as demais Divisões do SIE.

6.2.5 Analisar os PAC relativos aos RIA aprovados pelo DAC/SIE.

6.2.6 Coordenar o encaminhamento, às AAS, das cópias dos RIA, referentes aos
aeroportos inspecionados pelo DAC/SIE.
6.2.7 Analisar as propostas dos PAC das AAS, EA e ESATA, para a aprovação do
DAC/SIE.
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2005 IAC 162-1001A

6.2.8 Coordenar o encaminhamento dos PAC aprovados às AAS, EA e ESATA, bem


como ao SERAC da área de jurisdição dos aeroportos inspecionados, visando o
acompanhamento da implementação das ações corretivas constantes dos referidos PAC.

6.2.9 Manter o controle das Inspeções e dos PAC, arquivando cópias dos RIA pelo prazo
de cinco anos, relativos às inspeções realizadas pelo DAC/SIE.

6.2.10 Avaliar os RAIA e implementar as medidas necessárias para as correções dos


problemas observados pelo Chefe/EIA, visando aperfeiçoar o processo de inspeção.

6.2.11 Elaborar o planejamento da inspeção aeroportuária, contendo os dados pertinentes


ao aeroporto a ser inspecionado, bem como a composição da EIA, para aprovação do
DAC/SIE.

6.2.12 Controlar a escala dos INSPAC, procurando distribuir as inspeções de maneira


homogênea entre eles e evitar que os mesmos permaneçam afastados das inspeções por
período superior a doze meses.

6.2.13 Coordenar as ações relacionadas ao SISGIA, elaborando, ao final de cada ano, a


atualização e as correções necessárias ao seu aprimoramento.

6.3 OUTROS SETORES DO SIE

6.3.1 Disponibilizar INSPAC para compor a EIA, em coordenação com a Divisão de


Inspeção Aeroportuária (IE-4).

6.3.2 As Divisões deverão realizar a atualização das questões utilizadas no SISGIA, com
filtros em cada área de verificação da inspeção, de suas respectivas responsabilidades, em
coordenação com a IE-4.

6.4 INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL (IAC)

6.4.1 Dar suporte ao SIE no que diz respeito ao Programa de Formação e Treinamento de
INSPAC e ao SISGIA.

6.4.2 Disponibilizar o SISGIA para os usuários, com a finalidade de possibilitar o


planejamento, coordenação, execução e controle das inspeções aeroportuárias.

6.5 SERVIÇO REGIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (SERAC)

6.5.1 Executar o PAIA em conformidade com as normas previstas nesta IAC e instruções
complementares do SIE.

6.5.2 Informar à AAL o período da inspeção aeroportuária, a ser realizada sob sua
responsabilidade.
6.5.3 Designar INSPAC para compor a EIA nos aeroportos a serem inspecionados pelo
SERAC.

6.5.4 Elaborar e aprovar o planejamento, relativo à inspeção aeroportuária sob sua


responsabilidade, contendo os dados do aeroporto a ser inspecionado, bem como a
composição da EIA.
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2005 IAC 162-1001A

6.5.5 Coordenar as ações para o deslocamento da EIA, visando à execução das inspeções
constantes do PAIA, que lhe foram atribuídas.

6.5.6 Analisar o RIA e o RAIA, elaborados pelo Ch/EIA, relativos às inspeções sob sua
responsabilidade.

6.5.7 Aprovar os RIA dos aeroportos inspecionados pelo SERAC.

6.5.8 Aprovar os PAC das AAS, EA e ESATA, referentes aos aeroportos inspecionados
pelo SERAC.

6.5.9 Manter o acompanhamento e o controle das inspeções e dos PAC, sob sua
responsabilidade, arquivando cópias dos RIA pelo prazo de cinco anos.

6.5.10 Determinar a realização de Inspeções Aeroportuárias Especiais, nos aeródromos sob


sua responsabilidade.

6.5.11 Divulgar, às AAS, a programação das inspeções aeroportuárias, sob sua


responsabilidade.

6.5.12 Planejar, coordenar, acompanhar e orientar as atividades programadas para a execução


da inspeção aeroportuária, junto à AAL, nas inspeções sob sua responsabilidade.

6.5.13 Coordenar e controlar o encaminhamento, às AAS, das cópias dos RIA, referentes aos
aeroportos inspecionados pelo SERAC.

6.5.14 Emitir e controlar as NI relativas às não-conformidades registradas nos RIA, das


inspeções a cargo do SERAC.

6.5.15 Analisar as propostas dos PAC das AAS, EA e ESATA, relativos às inspeções
realizadas pelo SERAC.

6.5.16 Encaminhar os PAC aprovados, pelo SERAC, às AAS, EA e ESATA, relativos às


inspeções realizadas sob sua responsabilidade, devendo controlar a implementação das ações
corretivas constantes dos referidos PAC.

6.6 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA)

6.6.1 CHEFE DA EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (Ch/EIA)

6.6.1.1 Coordenar a Reunião Inicial, a ser realizada no aeroporto, com a AAL e os demais
órgãos e concessionários envolvidos, no primeiro dia da inspeção, com vistas à apresentação
da EIA e à exposição sobre o objetivo da inspeção e os principais tópicos das áreas de
verificação da inspeção aeroportuária (Anexo 1), promovendo as coordenações necessárias
entre os inspetores e representantes da AAL e empresas envolvidas, registrando, ainda, a
presença dos participantes por meio de lista, conforme Anexo 3.

6.6.1.2 Coordenar, orientar e controlar as atividades da EIA, visando concluir a Inspeção de


acordo com a programação.

6.6.1.3 Reunir a EIA, diariamente, no início e ao final dos trabalhos, a fim de avaliar a
condução da Inspeção e esclarecer dúvidas.
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2005 IAC 162-1001A

6.6.1.4 Analisar, diariamente, as não-conformidades verificadas pelos INSPAC,


compatibilizando-as com os fundamentos legais, visando agilizar a elaboração do RIA.

6.6.1.5 Coordenar a Reunião Final com a AAL, devendo comentar as principais não-
conformidades verificadas na inspeção.

6.6.1.6 Elaborar o RIA, com base nas não-conformidades verificadas pelos INSPAC, bem
como o RAIA, de acordo com o previsto nesta Instrução.

6.6.1.7 Elaborar o RIA e o RAIA correspondente, anexando os seguintes documentos: Fichas


de Cadastro Geral do Aeroporto, das EA, das ESATA, da AAS, bem como as Listas de
Presença às Reuniões (inicial e final), devidamente preenchidas e rubricadas pelos INSPAC
responsáveis, conforme modelos constantes dos Anexos 3, 4, 5, 6, 7 e 8.

6.6.1.8 Encaminhar ao IAC, com cópia para o SIE/IE-4, qualquer problema que exista, com
relação à execução do SISGIA.

6.6.2 INSPETOR DE AVIAÇÃO CIVIL (INSPAC)

6.6.2.1 Realizar as atividades relativas à inspeção aeroportuária, dentro de sua área de


responsabilidade, sob a coordenação, orientação e controle do Ch/EIA.

6.6.2.2 Consultar o Ch/EIA, em caso de dúvida, quanto a determinado procedimento na sua


área de responsabilidade.

6.6.2.3 Preparar o RIA, de sua área de responsabilidade, e entregá-lo ao Ch/EIA no término


da inspeção.

6.6.2.4 Fornecer ao Ch/EIA os subsídios julgados importantes para constarem como


observações pertinentes a sua respectiva área de inspeção.

6.6.2.5 Fornecer ao Ch/EIA subsídios ou sugestões para a elaboração do RAIA, durante a


execução da inspeção, visando o aprimoramento do processo de inspeção aeroportuária.

6.7 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS)

6.7.1 Divulgar, em tempo hábil, às AAL o PAIA, de forma a viabilizar a realização da


inspeção.

6.7.2 Orientar às AAL quanto aos procedimentos a serem adotados, prazos estabelecidos
e informações a serem fornecidas na Inspeção Aeroportuária.
6.7.3 Coordenar, junto às AAL, a elaboração e o envio ao SIE ou SERAC, dos PAC de
sua responsabilidade, para aprovação.

6.7.4 Coordenar e acompanhar a implementação das ações corretivas constantes dos PAC
de seus aeroportos, aprovados pelo SIE ou SERAC, dentro dos prazos previstos.

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2005 IAC 162-1001A

6.8 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL)

6.8.1 Remeter ao DAC/SIE ou SERAC a relação das EA, ESATA, bem como dos
TECA, existentes no aeroporto, contendo os seguintes dados relativos aos seus representantes
legais: nomes, telefones e fax.

6.8.2 Notificar os representantes legais das EA, ESATA e demais concessionárias, que
operam no aeroporto, para participarem da reunião inicial, de acordo com a solicitação do
SIE ou SERAC, informando, às mesmas, que deverão disponibilizar ao INSPAC, quando
solicitada, toda a documentação prevista na legislação em vigor.

6.8.3 Coordenar a participação dos representantes dos órgãos públicos, em


funcionamento no aeroporto, nas Reuniões (inicial e final), previstas nesta IAC.

6.8.4 Disponibilizar para a EIA toda a documentação correlacionada à Inspeção, em


especial, o Manual de Operações do Aeroporto (MOA), quando for o caso, o Programa de
Segurança Aeroportuária (PSA), o Programa de Segurança de Empresa Aérea (PSEA), etc.

6.8.5 Disponibilizar pessoal para acompanhar os INSPAC, em coordenação com o


Ch/EIA, no aeroporto.

6.8.6 Adotar as ações corretivas de sua área de responsabilidade, dentro dos prazos
estabelecidos no PAC aprovado pelo DAC/SIE ou SERAC, em coordenação com a AAS.

6.9 EMPRESA AÉREA (EA)

6.9.1 Disponibilizar representante legal para participar da reunião inicial prevista nesta
Instrução.

6.9.2 Disponibilizar para a EIA toda a documentação correlacionada à inspeção, em


especial, o PSEA.

6.9.3 Exigir das ESATA, contratadas, a presença de seus representantes legais, no


aeroporto, durante o período de realização da inspeção, devendo disponibilizar, quando
solicitada, pelo INSPAC, toda a documentação prevista na legislação em vigor.

6.9.4 Elaborar o PAC e encaminhá-lo ao SIE ou SERAC, para aprovação, em


conformidade com esta IAC.

6.10 EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA)

6.10.1 Disponibilizar representante legal para participar da reunião inicial, prevista nesta
Instrução.

6.10.2 Disponibilizar para a EIA toda a documentação da empresa, quando solicitada pelo
INSPAC, que deverá ser mantida no aeroporto, em conformidade com a legislação em vigor.
6.10.3 Elaborar o PAC e encaminhá-lo ao SIE ou SERAC, para aprovação, em
conformidade com esta IAC.

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7 DISPOSIÇÕES FINAIS

7.1 É considerada responsabilidade civil da Administração Aeroportuária Sede (AAS),


responsável pelo aeroporto inspecionado, bem como das empresas envolvidas, por eventuais
danos e/ou prejuízos ocasionados a terceiros, em razão da não correção das irregularidades
registradas no RIA, conforme estabelecido na Constituição Federal, sem prejuízo da aplicação
de outras medidas cabíveis.

7.2 No caso da irregularidade registrada no RIA constituir infração aos preceitos do


Código Brasileiro de Aeronáutica ou da legislação complementar, o infrator estará sujeito à
aplicação das providências administrativas previstas no art. 289 do Código Brasileiro de
Aeronáutica, por parte da Autoridade Aeronáutica.

7.3 Esta Instrução aplica-se a todos os Elos do Sistema de Aviação Civil envolvidos
nas atividades de Inspeção Aeroportuária.

7.4 As atividades, responsabilidades e prazos definidos nesta IAC, referentes ao


processo de inspeção aeroportuária periódica, estão discriminados no Anexo 19.

7.5 A Administração Aeroportuária Sede (AAS), responsável pelo aeroporto a ser


inspecionado, poderá designar representante para acompanhar a Inspeção.

7.6 Os casos não previstos nesta Instrução serão submetidos à apreciação do Diretor-
Geral do Departamento de Aviação Civil (DGAC).

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ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

1 SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL


1.1 ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
1.1.1 Programa de Segurança Aeroportuária (PSA)
1.1.2 Programa de Segurança de Empresa Aérea (PSEA)
1.1.3 Plano de Segurança de Empresa de Serviços e Concessionários Aeroportuários
(PSESCA)
1.1.4 Programa de Manutenção/Calibração de Equipamentos de Segurança
1.1.5 Comissão de Segurança Aeroportuária (CSA)
1.1.6 Construção e ampliação de aeroportos
1.1.7 Programa de Instrução
1.1.8 Programa de Controle de Qualidade
1.2 CONTROLE DE ACESSO
1.2.1 Áreas Restritas de Segurança
1.2.2 Controle de Acesso às ARS
1.2.3 Controle de Perímetro
1.2.4 Credenciamento
1.3 SEGURANÇA DO PASSAGEIRO E BAGAGEM DE MÃO
1.3.1 Identificação de passageiros
1.3.2 Análise do perfil do passageiro
1.3.3 Inspeção de segurança (equipamentos e procedimentos)
1.3.4 Procedimentos de embarque de passageiro armado
1.3.5 Procedimentos de embarque de passageiro sob custódia
1.4 SEGURANÇA DA BAGAGEM DE PORÃO
1.4.1 Aceitação da bagagem
1.4.2 Bagagem não identificada/extraviada
1.4.3 Inspeção de segurança (equipamentos e procedimentos)
1.4.4 Reconciliação
1.5 SEGURANÇA DAS AERONAVES EM SOLO E EM VÔO
1.5.1 Controle de acesso à aeronave
1.5.2 Inspeção da aeronave (varredura)
1.5.3 Despacho AVSEC de vôo
1.5.4 Proteção da aeronave
1.6 SEGURANÇA DA CARGA E DAS PROVISÕES DE BORDO
1.6.1 Aceitação
1.5.2 Inspeção de segurança
1.6.3 Proteção
1.6.4 Segurança das provisões de bordo
1.7 RESPOSTA AOS ATOS DE INTERFERÊNCIA ILÍCITA
1.7.1 Plano de Contingência (PC)
1.7.2 Exercícios simulados
1.7.2 Procedimentos e responsabilidades
1.7.4 Centro de Operações de Emergência (COE)
1.7.5 Assessoria de Avaliação de Risco (AAR)

A-1
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

2 INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA
2.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL

2.1.1 Homologação
2.1.2 Processo de Certificação
2.1.3 Plano Diretor
2.1.4 Plano Operacional de Obras e Serviços
2.1.5 Programa de Manutenção
2.1.6 Dados Estatísticos

2.2 CARACTERÍSTICAS DO AERÓDROMO

2.2.1 Características do Sítio Aeroportuário


2.2.2 Informações Gerais do Aeródromo
2.2.3 Especificações do Aeródromo

2.3 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E MEDIDAS DE SEGURANÇA OPERACIONAL


DO AEROPORTO

2.3.1 Notificação das Informações Aeronáuticas


2.3.2 Acesso à Área de Movimento
2.3.3 Plano de Emergência Aeronáutica em Aeródromos
2.3.4 Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio
2.3.5 Inspeção da Área de Movimento e das Superfícies Livres de Obstáculos pelo Operador
2.3.6 Auxílios Visuais e Sistemas Elétricos
2.3.7 Manutenção da Área de Movimento
2.3.8 Medidas de Segurança para a Execução de Obras
2.3.9 Gerenciamento das Operações no Pátio de Aeronaves
2.3.10 Gerenciamento da Segurança Operacional no Pátio de Aeronaves
2.3.11 Controle de Veículos no Lado Ar
2.3.12 Gerenciamento do Perigo da Fauna
2.3.13 Controle de Obstáculos
2.3.14 Remoção de Aeronave Danificada
2.3.15 Manuseio de Materiais Perigosos
2.3.16 Operações com Baixa Visibilidade
2.3.17 Proteção dos Sítios Radar e de Auxílios à Navegação Aérea

2.4 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL


2.4.1 Doutrina
2.4.2 Responsabilidade de Gerenciamento
2.4.3 Processo de Controle de Risco
2.4.4 Sistema de Notificação e Registro de Perigos, Riscos e Providências Tomadas
2.4.5 Treinamento e Qualificação de Pessoal
2.4.6 Auditoria da |Operação e Análise das Investigações de Incidentes e Acidentes
2.4.7 Controle da Documentação e dos Dados
2.4.8 Avaliação do Funcionamento do Sistema

A-1-1
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ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

3 FACILITAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO


3.1 SERVIÇO ADUANEIRO

3.1.1 Aeronaves
3.1.2 Passageiros e bagagens
3.1.3 Carga, correio e mala postal
3.1.4 Sistema e equipamentos de inspeção
3.1.5 Legislação de importação e exportação de mercadorias
3.1.6 Animais vivos e bens perecíveis.
3.1.7 Suprimentos de bordo.
3.1.8 Penalidades ou multas.
3.1.9 Equipamentos e peças sobressalentes de aeronaves
3.1.10 Manuseio de contêineres e paletes
3.1.11 Horário de funcionamento
3.1.12 Vôos de socorro humanitário

3.2 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA

3.2.1 Infra-estrutura e serviços disponíveis


3.2.2 Satisfação dos Usuários e Nível de Serviço oferecido
3.2.3 Horário de funcionamento disponibilidades de serviços públicos
3.2.4 Serviço de câmbio de moedas estrangeiras
3.2.5 Serviços disponíveis para pouso de emergência
3.2.6 Pessoas que necessitam atendimento especial
3.2.7 Informações aos usuários
3.2.8 Procedimentos relativos à implementação do Plano de Assistência às Vítimas de Aci-
dente Aeronáutico e Apoio a seus Familiares

3.3 OPERADOR AÉREO


3.3.1 Atribuições no processamento de passageiros e bagagens
3.3.2 Certificado de membro da tripulação
3.3.3 Infra-estrutura disponível
3.3.4 Atendimentos e equipamentos para pessoas portadoras de deficiência física
3.3.5 Plano de Assistência às Vítimas de Acidente Aeronáutico e Apoio a seus Familiares

3.4 SERVIÇO DE MIGRAÇÃO

3.4.1 Repatriação de passageiros


3.4.2 Documentos de viagem irregulares
3.4.3 Penalidades
3.4.4 Coordenação com outros Estados
3.4.5 Documentação de tripulantes e técnicos

3.5 SERVIÇO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

3.5.1 Desinfecção e descontaminação de aeronaves


3.5.2 Certificado de vacinação ou revacinação
3.5.3 Suprimento de alimentos e água no aeroporto e a bordo
3.5.4 Recolhimento de lixo, alimentos não utilizados e outras substâncias
3.5.5 Esgotamento sanitário e águas residuais A-1-2
A-1-2
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

4 FACILIDADES AEROPORTUÁRIAS

4.1 TERMINAL DE PASSAGEIROS

4.1.1 Embarque/desembarque:

4.1.1.1 área de pré-embarque;


4.1.1.2 climatização da área de pré-embarque;
4.1.1.3 ponte;
4.1.1.4 sistema de esteira para despacho de bagagens;
4.1.1.5 ônibus para transporte de passageiros entre o terminal e a aeronave, ou vice-
versa;
4.1.1.6 check-in automatizado;
4.1.1.7 carrinhos à disposição dos passageiros;
4.1.1.8 área de restituição de bagagens, equipada com esteiras ou carrosséis;
4.1.1.9 área de restituição de bagagens;
4.1.1.10 sistema de escadas rolantes para ascenso-descenso de passageiros; e
4.1.1.11 elevadores.

4.1.2 Orientação:

4.1.2.1 circuito fechado de televisão;


4.1.2.2 sistema semi-automático anunciador de mensagens;
4.1.2.3 sinalização vertical;
4.1.2.4 sistema de som; e
4.1.2.5 sistema informativo de vôo.

4.1.3 Facilidades ao usuário:

4.1.3.1 climatização;
4.1.3.2 locais destinados a facilidades de serviços e de órgãos públicos;
4.1.3.3 locais destinados a facilidades de apoio comercial;
4.1.3.4 serviço de atendimento médico;
4.1.3.5 área própria para estacionamento de veículos;
4.1.3.6 sala de recepção; e
4.1.3.7 berçário.

4.2 TERMINAL DE CARGA – para terminais de carga será considerada apenas a existência do
terminal

4.3 PISTA DE POUSO

4.3.1 número e categoria de pistas existentes;


4.3.2 balizamento diurno e noturno;
4.3.3 sinalização vertical e horizontal;
4.3.4 serviço especializado de contra-incêndio;
4.3.5 serviço de remoção de emergência médica; e
4.3.6 serviço especializado de salvamento aquático.

A-1-3
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

4.4 PISTA DE TÁXI

4.4.1 sinalização vertical e horizontal; e


4.4.2 balizamento diurno e noturno.

4.5 PÁTIO DE MANOBRAS

4.5.1 sinalização horizontal para estacionamento;


4.5.2 sinalização ótica para estacionamento;
4.5.3 ponto de reabastecimento de água potável para aeronaves;
4.5.4 iluminação do pátio;
4.5.5 fonte de energia de 400 hertz para aeronaves;
4.5.6 sistema para fornecimento de ar refrigerado para aeronaves;
4.5.7 abastecimento de combustível para aeronaves; e
4.5.8 área pavimentada para equipamentos de rampa.

4.6 ÁREA DE ESTADIA

4.6.1 local adequado e iluminado para estadia; e


4.6.2 vigilância da área.

A-1-4
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

5 EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA)

5.1 Documentação para funcionamento.


5.2 Responsável pela ESATA.
5.3 Qualificação e treinamento de pessoal.
5.4 Procedimentos de segurança na área de movimento dos aeroportos.
5.5 Controle da Administração Aeroportuária Local.

A-1-5
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

6 CARGA AÉREA

6.1 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL

6.1.1 Terminal de Carga Aérea

6.1.1.1 Acompanhamento da aceitação, armazenagem e liberação da carga aérea;


6.1.1.2 Existência de sinalização (tabela de segregação e quadro de etiquetas de risco) e
de local específico para armazenamento de artigos perigosos;
6.1.1.3 Arquivos da documentação da carga aérea;
6.1.1.4 Existência de elementos extintores, fonte de água e caixa de primeiros socorros
em local de fácil acesso;
6.1.1.5 Biblioteca com legislação de carga aérea atualizada;
6.1.1.6 Habilitação (treinamento) atualizada dos funcionários quanto à identificação, a-
ceitação, armazenagem, transporte e manuseio de artigos perigosos.

6.1.2 Terminal de Passageiros

6.1.2.1 Identificação dos artigos perigosos proibidos na bagagem de mão.

6.2 OPERADOR DE TRANSPORTE AÉREO

6.2.1 Terminal de Carga Aérea

6.2.1.1 Acompanhamento da aceitação, armazenagem e liberação da carga aérea;


6.2.1.2 Existência de sinalização (tabela de segregação e quadro de etiquetas de risco) e
de local específico para armazenamento de artigos perigosos;
6.2.1.3 Arquivos da documentação da carga aérea;
6.2.1.4 Existência de elementos extintores, fonte de água e caixa de primeiros socorros
em local de fácil acesso;
6.2.1.5 Biblioteca com legislação de carga aérea atualizada;
6.2.1.6 Habilitação (treinamento) atualizada dos funcionários quanto à identificação, a-
ceitação, armazenagem, transporte e manuseio de artigos perigosos.

6.2.2 Terminal de Passageiros

6.2.2.1 Acompanhamento do embarque das bagagens despachadas e bagagens de mão;


6.2.2.2 Identificação dos artigos perigosos proibidos na bagagem de mão.

6.3 EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA)

6.3.1 Terminal de Carga Aérea

6.3.1.1 Acompanhamento da aceitação, armazenagem e liberação da carga aérea;


6.3.1.2 Existência de sinalização (tabela de segregação e quadro de etiquetas de risco) e
de local específico para armazenamento de artigos perigosos;
6.3.1.3 Arquivos da documentação da carga aérea;
6.3.1.4 Existência de elementos extintores, fonte de água e caixa de primeiros socorros
em local de fácil acesso;

A-1-6
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 1 – LISTA DE ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

6.3.1.5 Biblioteca com legislação de carga aérea atualizada;


6.3.1.6 Habilitação (treinamento) atualizada dos funcionários quanto à identificação, acei-
tação, armazenagem, transporte e manuseio de artigos perigosos.

6.3.2 Operação de Rampa (Handling)

6.3.2.1 Acondicionamento e transporte da carga do terminal de carga até a aeronave e vice


e versa.

A-1-7
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 2 – MODELO DE PROGRAMA ANUAL DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (PAIA)

PROGRAMA DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA – ANO ______ DAC


IND.
LOCALIDADE AEROPORTO 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª Sábado SERAC
LOC.

1-

2-

3-

4-

5-

6-
Legenda:
(C) Certificação Operacional (5) Aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando aeronave com capacidade
(Int) Aeroporto Internacional superior a 30 e inferior a 61 assentos
(1) Aeroporto administrado pela INFRAERO (6) Aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando aeronave com capacidade
(2) Aeroporto Conveniado (Estado ou Município) inferior a 31 assentos.
(3) Aeroporto com operação de transporte aéreo internacional (7) Aeroporto com operação da aviação não regular e geral
(4) Aeroporto com operação de transporte aéreo doméstico, utilizando (8) Aeroporto a ser inspecionado pelo DAC.
aeronave com capacidade superior a 60 assentos (9) Aeroporto a ser inspecionado pelo SERAC.

Rio de Janeiro, de de .

Chefe do Subdepartamento de Infra-Estrutura


A-2 Página 1 de 1
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 3 – MODELO DE LISTA DE PRESENÇA À REUNIÃO INICIAL
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AA

LISTA DE PRESENÇA - REUNIÃO INICIAL

Aeroporto:
Data: Hora: Local:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Responsável: INSPAC Nº
OM: Fone: Rubrica:
A-3
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 4 – MODELO DE LISTA DE PRESENÇA À REUNIÃO FINAL
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AA

LISTA DE PRESENÇA - REUNIÃO FINAL

Aeroporto:
Data: Hora: Local:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Empresa:
Representante:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Rubrica:

Responsável: INSPAC Nº
OM: Fone: Rubrica:
A-4
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 5 – MODELO DE CADASTRO DE EMPRESA AÉREA
Relatório de Inspeção Aeroportuária Nº XXP/IE-4, de DD de MM de AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

CADASTRO DE EMPRESA AÉREA

1 Nome da Empresa:

2 Responsável pela Empresa no Aeroporto:

Nome:
Cargo:
Fone: Fax:
E-mail:

3 ESATA (contratada) - Possui: Sim ( ) Não ( )

Nome(s) da(s) ESATA(s) Contratada(s) :

4 Endereço da Empresa (Sede) para correspondência:

Endereço Completo:
Fone: Fax: CNPJ:
E-mail:
CEP.:

5 Representante da Empresa Aérea que acompanhou a inspeção no aeroporto:

Nome:

Cargo:

Fone: Fax:

Responsável: INSPAC
OM: Fone: Rubrica:
A-5
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 6 – MODELO DE CADASTRO DE ESATA
Relatório de Inspeção Aeroportuária Nº XXP/IE-4, de DD de MM de AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

CADASTRO DE EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES


1 ESATA:

Nome: Sede ( ) Filial ( )

2 Portaria de Autorização do DAC:

Número/Data:
Serviços: Operacionais ( ) Proteção ( )
Data do início de operação no aeroporto:
3 Empresa(s) Contratante(s) – Possui: Sim ( ) Não ( )
Nome(s):

4 Responsável pela Empresa no Aeroporto:


Nome:
Cargo:
Fone: Fax:

5 Endereço da Empresa (Filial):


Nome do Responsável:
Cargo:
Fone: Fax: CNPJ:
E-mail:
Endereço Completo:
CEP.:
6 Dados da Empresa (Sede) para correspondência:
Nome do Responsável:
Cargo:
Fone: Fax: CNPJ:
E-mail:
Endereço Completo:
CEP.:
7 Representante da ESATA que acompanhou a inspeção no aeroporto:
Nome:
Cargo:
Fone: Fax:

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-6
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 7 – MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

CADASTRO GERAL DE AEROPORTO

1 PLANO DIRETOR

1.1 Documento de aprovação:

1.2 Zoneamento civil-militar:

1.3 Plano de zona de proteção de aeródromo:

1.4 Plano de zoneamento de ruído:

1.5 Planta geral do aeroporto:

1.6 Croqui do aeroporto:

2 SISTEMA DE PISTAS, PÁTIOS E SINALIZAÇÃO

2.1 Pistas de Pouso e Decolagem

2.1.1. Dimensões:

2.1.2. Designação/tipo de superfície:

2.1.3. Suporte/PCN:

2.1.4. Tipo de operação:

2.1.5. Balizamento noturno:

2.1.6. Sinalização:

2.1.7. Auxílio à navegação aérea:

2.1.8. Faixa de pista:

2.1.9. RESA:

2.1.10. Zona de parada:

2.1.11. Faixa preparada:

Hermes Página 1 23/11/2005

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-7
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 7 – MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

2.2 Pistas de Táxi:

2.2.1. Dimensões:

2.2.2. Balizamento noturno:

2.2.3. Sinalização horizontal:

2.2.4. Afastamento da pista de pouso:

2.2.5. Designação/tipo de superfície:

2.3 Pátios:

2.3.1. Dimensões:

2.3.2. Suporte (PCN):

2.3.3. Iluminação:
2.3.4. Pontos de estacionamento
de aeronaves asa fixa:
2.3.5. Pontos de estacionamento de
aeronaves de asa rotativa:
2.3.6. Área de teste de motores:

3 SISTEMA DE PROTEÇÃO AO VÔO E AUXÍLIOS À NAVEGAÇÃO AÉREA

3.1 Serviços/Órgãos de Proteção ao Vôo:

3.2 Equipamentos/Auxílios à Navegação


Aérea:

4 SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO

4.1 Seção Contra-Incêndio (SCI):

4.1.1. Categoria:

4.1.2. Tipos de CCI:

Hermes Página 2 23/11/2005

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-7-1
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 7 – MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

4.1.3. Quantidade de CCI:


4.1.4. Plano de combate a incêndio
e salvamento do aeroporto:
4.1.5. Vias de acesso rápido dos (s)
CCI à pista de pouso e
decolagem:

5 ÁREA PATRIMONIAL

5.1 Legalizada e regularizada:

5.2 Cerca patrimonial:

5.3 Cerca operacional:


5.4 Via de serviço (inspeção/vigilância da
cerca patrimonial:

6 PARQUE DE ABASTECIMENTO DE AERONAVES (PAA)

6.1 Capacidade:

6.2 Dimensões:

6.3 Tipos de combustíveis disponíveis:

7 VIATURAS E EQUIPAMENTOS DE RAMPA DE APOIO ÀS AERONAVES

7.1 Equipamentos disponíveis:

7.2 Viaturas disponíveis:

8 ÁREA TERMINAL DE PASSAGEIROS (TPS)

8.1 Terminal de Passageiros (TPS):


8.1.1 Meio-fio:
8.1.2 Saguão:

8.1.3 “Check-in”:

Hermes Página 3 23/11/2005

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-7-2
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 7 – MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

8.1.4 Sala de embarque:

8.1.5 Sala de desembarque:

8.1.6 Ponte de embarque:

8.1.7 Instalações sanitárias:

8.1.8 Escritórios das empresas aéreas:

8.1.9 Área comercial:

8.1.10 Terraço panorâmico:

8.1.11 Estacionamento de veículos:

8.2 Instalações da Administração Aeroportuária:

8.3 Instalações dos Órgãos e Serviços de Proteção ao Vôo:

8.4 Instalações dos Serviços de Órgãos Públicos:

8.4.1. Polícia Federal:

8.4.2. Receita Federal:

8.4.3. Vigilância Sanitária:

9 INSTALAÇÕES E SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA BÁSICA

9.1 Fonte secundária de energia:

9.2 Sistema de abastecimento de água:

9.3 Sistema de esgoto e coleta de lixo:

9.3.1. cloaca:

9.3.2. incinerador:

Hermes Página 4 23/11/2005

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-7-3
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 7 – MODELO DE CADASTRO GERAL DE AEROPORTO
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

10 TERMINAL DE CARGA AÉREA

10.1 Equipamentos para operações de


carregamento/descarregamento de aero-
naves:
10.2 “Forklifts”/ETV:

10.3 Área de perdimento:

10.4 Docas:

10.5 Estacionamento de veículos:

11 INFORMAÇÕES GERAIS

11.1 Ponto de referência de aeródromo:

11.2 Altitude do aeródromo e da pista:

11.3 Temperatura de referência:

11.4 Limites do serviço de controle de tráfego


aéreo:

11.5 Zona livre de obstáculos:

11.6 Local e rádio frequência dos pontos de


verificação de VOR no aeródromo:
11.7 Distâncias, em relação ao extremos da
pista, do LOC e do GLIDE que compõem
o ILS ou das antenas de azimute e elevação
do MLS:

11.8 Locais para verificação do altímetro:

11.9 Distâncias declaradas:

11.10 Local para aeronaves inutilizadas:

Hermes Página 5 23/11/2005

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-7-4
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 8 – MODELO DE CADASTRO DE ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE
Relatório de Inspeção Aeroportuária N.º XXXP/IE-4, de DD MM AAAA

CADASTRO DE ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS)


1. Dados do Aeroporto (IND. LOC.):

Nome:
Localidade:
Período de Operação do Aeroporto:

2. Administração Aeroportuária Sede (AAS):

Nome:
Telefone: Fax:
E-mail:
Endereço:

3. Administração Aeroportuária Local (AAL):

Nome do Administrador:
Cargo:
Telefone: Fax:
E-mail:
Endereço:

4. Termo de Convênio (Anexo 6, da IAC 2328-0790):

Existe: ( ) Sim ( ) Não Vencido: ( ) Sim ( ) Não

Convênio firmado com Governo do Estado: ( )


Prefeitura Municipal: ( )
Aeroclube: ( )
Obs.: Anexar ao RIA a cópia do Termo de Convênio

5. Termo de Contrato (Anexo 7, da IAC 2328-0790):

Existe: ( ) Sim ( ) Não Vencido: ( ) Sim ( ) Não

Nome da Entidade:
Obs.: Anexar ao RIA a cópia do Termo de Contrato

Responsável: INSPAC N.º


OM: Fone: Rubrica:
A-8
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 9 – MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA)

INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

1 OBJETIVO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

A Inspeção Aeroportuária tem por objetivo verificar o cumprimento da legislação brasileira,


correlacionada ao Sistema de Aviação Civil, e demais normas e requisitos estabelecidos nos Anexos
à Convenção sobre a Aviação Civil Internacional (CACI)..

2 AEROPORTO INSPECIONADO

» Aeroporto:
» Localidade:
» Período da Inspeção:
» Período da Inspeção Anterior:
» Telefone:
» Email:
» Endereço:

3 ÁREAS DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA

» SEGURANÇA DA AVIAÇÃO CIVIL;


» INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA;
» FACILITAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO;
» FACILIDADES AEROPORTUÁRIAS;
» EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA); e
» CARGA AÉREA

4 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA SEDE (AAS)

4.1. Representante(s):

Nome:
Responsável:
Cargo:
Endereço:
Telefone: - E-mail:

5 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL)

5.1. Representante(s):

Nome:
Responsável:
Cargo:
Endereço:
Telefone: - E-mail:

A-9
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 9 – MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA)

6 EMPRESA AÉREA

6.1. Representante(s):

Nome:
Responsável:
Cargo:
Endereço:
Telefone: - E-mail:

7 EMPRESA DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO (ESATA)

7.1. Representante(s):

Nome:
Responsável:
Cargo:
Endereço:
Telefone: - E-mail:

8 REGISTRO DAS NÃO-CONFORMIDADES

As não-conformidades verificadas na inspeção aeroportuária estão discriminadas nos Anexos a este


Relatório, contendo os fundamentos legais e os respectivos responsáveis pelas ações corretivas a
serem implementadas, visando saná-las, em conformidade com os art. 12 e 197 da Lei Nº 7.565, de
19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA).

9 NOTIFICAÇÕES DE INFRAÇÃO

As justificativas e informações pertinentes às Notificações de Infração, relativas às irregularidades


registradas no presente Relatório, deverão ser encaminhadas ao endereço abaixo, no prazo de 20
(vinte) dias, a contar da data do recebimento das mesmas, em conformidade com a legislação em
vigor, que dispõe sobre o PROCESSAMENTO DE IRREGULARIDADES:

DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL


SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA
DIVISÃO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA - IE-4
RUA SANTA LUZIA, Nº 651- 5º ANDAR – SL 510/511
CEP: 20.030-040
RIO DE JANEIRO – CENTRO – RJ
FONE:(21)3814-6748 ou 6799 – FAX: (21)3814-6798

Rio de Janeiro, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou Setor do


Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária
SERAC responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC

A-9-1
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 9 – MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA)

ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA


Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

1. Administração Aeroportuária
Não-Conformidade Fundamento Responsável
1.1

1.2

1.3

1.4

1.5

1.6

1.7

1.8

A-9-2
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 9 – MODELO DE RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA)

ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA


OBSERVAÇÕES

Local, de de .

Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou Setor do SERAC
responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC

A-9-3
2005 IAC 162-1001A

ANEXO 10 – MODELO DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO


AEROPORTUÁRIA (RAIA)

1 INTRODUÇÃO

Este relatório tem como finalidade avaliar o processo de inspeção aeroportuária,


indicando os problemas observados durante a sua execução, assim como propondo
medidas que possam corrigir e aperfeiçoar o desempenho dos INSPAC e os métodos
aplicados. Assim, pretende-se estabelecer um controle da qualidade deste processo, por
meio da atualização dos documentos e legislação sobre o assunto e ajuste dos aspectos
relativos ao treinamento e reciclagem dos profissionais da área.

2 AEROPORTO INSPECIONADO

» Aeroporto:
» Localidade:
» Período da Inspeção:
» Período da Inspeção Anterior:
» Telefone:
» E-mail:
» Endereço:

3 ADMINISTRAÇÃO AEROPORTUÁRIA LOCAL (AAL)

» Superintendente:
Endereço:
Telefone:
E-mail:

4 EQUIPE DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (EIA)

4.1. Representantes do DAC:


»
»
»

4.2. Representantes do IAC:


»

A-10
2005 IAC 162-1001A

ANEXO 10 – MODELO DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO


AEROPORTUÁRIA (RAIA)

4.3. Representantes do SERAC:


»
»
»
»

4.4. Representantes de outras OM:

5 PROBLEMAS OBSERVADOS E SUGESTÕES PARA AS CORREÇÕES

Estão discriminados no Anexo a este RAIA.

Local, de de .

Chefe da Equipe de Inspeção Aeroportuária

A-10-1
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 10 – MODELO DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RAIA)

RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RAIA)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4/200_, de DDMMAA
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

Item Problema Observado Sugestão


1

Local, de de .

Chefe da Equipe de Inspeção Aeroporutária

A-10-2
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 11 – MODELO DE ANÁLISE DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (ARAIA)

ANÁLISE DE RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (ARAIA)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA

Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

Item Problema Observado (*) Sugestão (*) Análise do RAIA (**)

Local, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou


Setor do SERAC responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC


(*) Transcrição do RAIA relativo ao RIA referenciado
(**) Responsabilidade do SIE ou SERAC

A-11
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 12 – MODELO DE TRANSCRIÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADE DE RIA

TRANSCRIÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADE DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA

ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA


Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

Item
RIA
Não-Conformidade Fundamento Responsável

Local, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou


Setor do SERAC responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC

A-12
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 13 – MODELO DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC) - AAS

PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
AAS – Empresa ou Órgão Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

(*) Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**)

Local, de de .
Responsável pelo PAC:

Fone:
Fax:
Assinatura (Nome e Cargo do Responsável pelo PAC)
E-mail:

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Responsabilidade da AAS

A-13
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 14 – MODELO DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS – EMPRESA AÉREA (EA)

PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
EA - Empresa Aérea Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: IND.LOC. Período da Inspeção:

(*) Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**)

Responsável pelo PAC: Local, de de .

Fone:
Fax:
E-mail: Assinatura (Nome e Cargo do Responsável pelo PAC)

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Responsabilidade da EA

A-14
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 15 – MODELO DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC) - ESATA

PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (PAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
ESATA Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: Localidade Período da Inspeção:

(*)Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**)

Responsável pelo PAC: Local, de de .

Fone:
Fax:
E-mail: Assinatura (Nome e Cargo do Responsável pelo PAC)

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Responsabilidade da ESATA

A-15
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 16 – MODELO DE ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC) - AAS

ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
AAS – Empresa ou Órgão Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

(*) Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**) Análise do PAC (***)

Local, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou


Setor do SERAC responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Transcrição do PAC relativo ao RIA referenciado
(***) Responsabilidade do SIE ou SERAC

A-16
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 17 – MODELO DE ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC) – EMPRESA AÉREA (EA)

ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
Empresa Aérea Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

(*) Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**) Análise do PAC (***)

Local, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou


Setor do SERAC responsável pela elaboração final do RIA

Aprovo:

Chefe do SIE ou SERAC

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Transcrição do PAC relativo ao RIA referenciado
(***) Responsabilidade do SIE ou SERAC

A-17
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 18– MODELO DE ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC) – ESATA

ANÁLISE DE PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS (APAC)


Ref.: RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (RIA) Nº. XXXP/IE-4, de DDMMAA
ESATA Responsável:
ÁREA DE VERIFICAÇÃO DA INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA (*)
Aeroporto: IND. LOC. Período da Inspeção:

(*) Item
RIA
Não-Conformidade (*) Ação Corretiva (**) Prazo (**) Análise do PAC (***)

Local, de de .

Chefe da Divisão de Inspeção Aeroportuária ou


Setor do SERAC responsável pela análise do PAC

Aprovo:

Chefe do SIE ou do SERAC

(*) Transcrição do RIA referenciado


(**) Transcrição do PAC relativo ao RIA referenciado
(***) Responsabilidade do SIE ou SERAC

A-18
2005 IAC 162-1001A
ANEXO 19 – PROCESSO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA
PROCESSO DE INSPEÇÃO AEROPORTUÁRIA PERIÓDICA
ITEM PRAZO ATIVIDADE RESPONSÁVEL
1 D1 – (60 até 30) Encaminhar o PQIA à AAL, através do SISGIA, quando necessário, em coordenação com o Ch/EIA SIE ou SERAC
(Item 5.1.1.2)
2 D1 - 30 Confirmar à AAL o período da inspeção aeroportuária e informar a sua finalidade, solicitando as SIE ou SERAC
providências necessárias à sua realização (Item 5.1.1.4).
3 D1 -20 Designar a Equipe de Inspeção Aeroportuária – EIA (Item 3.5.1). SIE ou SERAC
4 D1 - 10 Restituir o PQIA, devidamente preenchido, ao SIE ou SERAC (Item 5.1.1.3) AAL
5 D1 - 5 Disponibilizar para a EIA as cópias dos documentos relativos ao aeroporto a ser inspecionado SIE/IE-4 ou SERAC
(Ítem 5.1.1.5)
6 D1 Reunião Inicial da EIA com a participação dos órgãos e concessionárias que operam no aeroporto EIA e AAL
(Item 5.1.2.1).
7 D2 - 1 Reunir a EIA e selecionar as não-conformidades de maior relevância, devidamente fundamentadas, Ch/EIA
para serem comentadas na Reunião Final (Item 5.1.2.4)
8 D2 Reunião Final da EIA com a AAL, para apresentar um resumo do resultado da inspeção, destacando Ch/EIA e AAL
as não-conformidades julgadas de maior relevância (Item 5.1.2.5)
9 D2 + 20 Elaboração do RIA e RAIA correspondente, através do SISGIA, contendo as assinaturas e rubricas Ch/EIA
previstas (Item 5.1.3.1).
10 D2 + 60 Remeter o RIA aprovado à AAS (Item 5.1.3.4) SIE ou SERAC
11 D2 + 60 Remeter as não-conformidades transcritas do RIA aprovado, às Empresas Aéreas e de Serviços SIE ou SERAC
Auxiliares de Transporte Aéreo – ESATA (Item 5.1.3.5)
12 D3 + 60 Remeter o PAC, ao SIE ou SERAC, para análise (Item 5.1.3.6) AAS
13 D4 + 60 Remeter o PAC, ao SIE ou SERAC, para análise (Item 5.1.3.7) EA e ESATA
14 D5 + 60 Remeter o PAC aprovado à AAS, EA e ESATA (Item 5.1.3.8) SIE ou SERAC

(D1) – Primeiro dia da Inspeção Aeroportuária (D2) – Último dia da Inspeção Aeroportuária
(D3) – Data de recebimento do RIA (D4) – Data de recebimento da transcrição das não-conformidades do RIA
(D5) – Data de recebimento do PAC
A-19