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PLANO DE RESGATE

AMBEV – Unidade Jundiaí

Descrição do serviço Área em que será executado o serviço


INSTALAÇÃO DE LETREIRO Áreas: Portaria

1-) APRESENTAÇÃO

Este plano de resgate, tem por objetivo estabelecer as condições necessárias de segurança e descrever
procedimentos para a execução de manobras de resgate no acompanhamento de serviços em altura
na Ambev unidade Jundiaí – Serviço de instalação de letreiro com apoio de Munck e plataforma
elevatória na área da Portaria, tendo como base dados recolhidos após visita técnica em área e
informações fornecidas pela contratante, visando garantir a segurança e a integridade física dos
trabalhadores que realizarão este tipo de trabalho e a proteção dos que transitam nas áreas próximas.

2-) APLICAÇÃO

Aplica-se aos funcionários da Ribeiro e Sotero Prestação de Serviços Prediais LTDA


(StartServices), que realizarão Serviço de instalação de letreiro com apoio de Munck e plataforma
elevatória na área da Portaria, localizado na AMBEV unidade Jundiaí.

3-) DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

• NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;


• NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual – EPI;
• NR 07 – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO;
• NR 09 – Programa de Prevenções de Riscos Ambientais – PPRA;
• NR 17 – Ergonomia;
• NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil;
• NR 26 – Sinalização de Segurança;
• NR 35 – Trabalho em Altura;
• ABNT NBR 15475 – Acesso por Corda – Qualificação e Certificação de Pessoas;
• ABNT NBR 15595 – Acesso por Corda – Procedimento para Aplicação do Método;
• IRATA INTERNACIONAL GUIDELINES – TACS / ICOPS
• ABENDI
• ANEAC
4-) SAÚDE, MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA.

4.1 – Todos os colaboradores/trabalhadores devem estar portando, conforme avaliação preliminar,


os EPI’s obrigatórios adequados a sua atividade e acesso a área industrial onde ocorrerão os
serviços sendo:

• CAPACETE DE SEGURANÇA;
• CALÇADO DE SEGURANÇA (c/ biqueira de composite);
• ÓCULOS DE SEGURANÇA;
• TALABARTE DUPLO C/ ABSORVEDOR DE ENERGIA;
• TRAVA QUEDAS;
• CINTO DE SEGURANÇA (tipo paraquedistas 5 – cinco- pontos p/ resgate);

4.2 – Todos os equipamentos de uso pessoal ou coletivo deverão ser inspecionados diariamente antes
e após o uso, tendo os resultados das avaliações registradas em CHECK LIST de Verificação de
equipamentos, onde deverão ser observados escoriações, desfiamentos, fissuras, contaminação ou
qualquer outro fator que prejudique sua integridade ou funcionamento, devendo ser descartado e
substituído no caso de incapacidade de uso;

4.3 – O acesso à frente de serviço só poderá ser feito, mediante aferição da Pressão arterial, Analise
Preliminar de Riscos/Declaração de Métodos (APR); Permissão de Trabalho (PT);

4.4 – Todos os colaboradores deverão apresentar ASO com os exames específicos necessários as
atividades que serão executadas, assim como fazer a aferição diária da Pressão Arterial;

4.5- A equipe deverá ter seu ponto de apoio protegido de sol direto, disponibilidade de água potável
abundante e local adequado, segura para armazenamento dos equipamentos e materiais;

4.6 – A equipe deverá estabelecer forma eficaz de comunicação com setor de SMS da unidade com
as frentes de trabalhos da equipe (altura) x equipe de apoio (chão) (rádio, celular).

4.7 – Os colaboradores deverão participar do DDSMS com os envolvidos na atividade antes do início
do serviço, focando nos riscos da atividade;

4.8 – Os resíduos gerados deverão ser descartados de acordo com o Plano de Controle de Resíduos e
Efluentes da AMBEV.

4.9 – As áreas destinadas às ancoragens deverão ser isoladas, assim como toda a área abaixo do local
onde o serviço será realizado deverá ser isolada e sinalizada com placas com os dizeres “CUIDADO
RISCO DE QUEDA DE MATERIAIS / CUIDADO SERVIÇOS SENDO REALIZANDO ACIMA”;

4.10 – As ancoragens utilizadas para a equipe só poderão ser manuseadas pelos mesmos;
4.11 – Todo o cenário deve ser avaliado diariamente antes do início das atividades, assim como os
equipamentos a serem utilizados com a finalidade de identificar riscos e / ou eventuais mudanças de
cenário e se possível eliminá-los;

5 – PRINCIPAIS RISCOS PRESENTES NAS ATIVIDADES EM ALTURA

Analise preliminar de risco (APR) em anexo.

6-) DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE

6.1 – Local de Execução:


Na área da Portaria, será realizado o serviço de instalação de letreiro com apoio de Munck e
plataforma elevatória.

6.2 - Caracterização do Trabalho:


Após a subida com Plataforma Elevatória até o local onde será fixado o letreiro o funcionário terá o
apoio do Munck que levará a peça ao mesmo patamar de instalação. Será feita as furações e por meio
de parafuso sextavado a fixação

6.3 – Descrição da Atividade com PTA –


Plataforma de Trabalho Aéreo:
Depois de realizar o check list do equipamento, o executante subirá na plataforma de trabalho (gaiola)
da PTA com os EPI’s adequados da atividade, colocando as ferramentas manuais e material utilizado
na manutenção dentro da plataforma de trabalho (gaiola) com peso máximo de 227 kilos (incluindo
funcionários e material) , realizará a manobra até o ponto que acessará o telhado para instalação da
linha de vida, não projetar o seu corpo para fora do guarda corpo da plataforma de trabalho (gaiola),
depois de concluído o trabalho no final do dia fará 5s na área e dentro da plataforma de trabalho
(gaiola).
Recomendações: não exceder o limite de carga estabelecido pelo fabricante. O local e
posicionamento deve ser firme, plano e isento de buracos e saliências, nunca opere a máquina em
superfícies moles ou desniveladas, pois a mesma pode tombar, não amarre a máquina a qualquer
estrutura adjacente, nunca amarre fios, cabos ou itens similares à plataforma. Nunca posicione
escadas, degraus ou itens semelhantes na plataforma de trabalho (gaiola) para fornecer alcance
adicional, não eleve a plataforma enquanto estiver em movimento.

7-) FOTOS DOS LOCAIS DE TRABALHO


8-) RESGATE

1º Caso: No caso de mal súbito ou alguma ocorrência onde seja necessário realizar o resgate do
executante com dificuldade de locomoção, porém sem desmaio.

Primeiro passo: O técnico de Segurança que está supervisionando a atividade, deve comunicar o
setor de segurança da Fábrica.
Segundo passo: A primeira opção de resgate será com o apoio de PTA (limitado ao alcance máximo-
altura- de trabalho da PTA). Caso o funcionário não tenha condições de fazer a própria descida o TST
que acompanha a obra full time acionará a botoeira de emergência da PTA para que a mesma faça a
descida.

E posteriormente de qualquer caso, será realizado o primeiro atendimento e se necessário removendo


o para o ambulatório da empresa, se conforme avaliação do ambulatório médico houver a necessidade
de atendimento em unidade de Saúde externa, deverá ser acionado as ações do Plano de Ação
Emergencial (PAE).

8.1) EQUIPE

. Marlon Ribeiro de Carvalho

Certificado IRATA: 3/45979

MTE – 30.382-SP

NR 35 - 07/01/2021

NR 12 – 12/01/2020

. Alexandre Prado Neris

MTE – 35.419 – SP

NR 35 – 07/01/2021

NR 12 – 12/01/2020

. Bruno Faustino de Castro

NR 35 – 15/06/2021

NR 12 – 14/06/2020

. Antonio Rafael Oliveira Silva

NR 35 – 10/05/2021

NR 12 – 09/05/2020
. Luciano Aparecido dos Santos

NR 35 – 23/07/2021

NR 12 – 24/07/2020

. Thiago Martins

NR 35 – 02/07/2021

NR 12 – 03/07/2020

. Carlos Alberto Cypriano

NR 35 – 07/01/2021

NR 12 – 12/01/2020

. Francisco Cleudenir Alves de Oliveira

NR 35 – 22/04/2021

NR 12 – 24/04/2020

. Julio Cesar Ventura

NR 35 – 07/01/2021

NR 12 – 12/01/2020

. Odair Menezes Silva

NR 35 – 06/08/2021

NR 12 – 07/08/2020

9-) PLATAFORMA AEREA ARTICULADA

Modelo E600J

Altura 18,36 m

Altura de Trabalho 20,36 m

Altura - armazenada 2,54 m

Capacidade de Carga 227 kg


Comprimento - armazenada 9,37 m

Dimensões do cesto 0,76 x 1,83 m

Fonte de Energia Elétrica

Largura total 2,42 m

Peso Bruto 6.894 kg

Velocidade Maxima 4,8 km/h

Maca rígida para resgate

Projetada para resgate, imobilização e transporte de vítimas de acidente em qualquer terreno.


Dimensionada para pacientes até 180 kg.

Corda trançada
Modelo: K2
Bitola 10,5 mm
Três capas e alma de poliamida de alta tenacidade
Mosquetão Oval
Modelo: conector oval com rosca
Resistência: 22kN
Anel de fita de ancoragem
Modelo: anel de fita construído em polyester de 20 mm
Resistência: 28 KN
Profissionais habilitados para resgate:
Alpinista industrial nível 1,2 ou 3;
Técnico em Segurança do trabalho StartServices;
Técnico em Segurança do Trabalho Ambev;
Brigadista Ambev;
Enfermeiro do trabalho;
Médico do trabalho;
Motorista de ambulância.

Métodos de resgate com maca rígida:

Movimente o acidentado o menos possível.


Evite arrancadas bruscas ou paradas súbitas durante o transporte.
O transporte deve ser feito sempre em baixa velocidade, por ser mais seguro e mais cômodo para a
vítima.
Logo que a vítima estiver em cima da prancha, cada socorrista deve se posicionar em uma das
extremidades da prancha (o socorrista A deve colocar-se de costas para o paciente, e o B, aos seus
pés);
Transporte de vítimas
Antes de retirar a vítima do local do acidente:
* preste atenção ao movimentá-la para não agravar as lesões já existentes;
* examine o estado geral da vítima;
* tente calcular o peso da pessoa;
* considere o número de socorristas para ajudar;
* retenha a hemorragia;
* mantenha a vítima respirando;
* evite ou controle o estado de choque
* imobilize as áreas com suspeita de fraturas
O transporte da vítima pode ser feito por maca, que é a melhor forma.
Com apenas um socorrista:
Apoio lateral simples:
* o braço da vítima é passado sobre os ombros do socorrista, por trás do pescoço;
* o socorrista segura firmemente o braço da vítima;
* com o outro braço, o socorrista envolve o acidentado por trás da cintura.
Com dois socorristas:
Para o atendimento eficiente de politramautizados, é importante ter em mente que, em muitos casos,
a vítima não pode e não deve se movimentar espontaneamente, devido às lesões já existentes ou a
lesões que possam ocorrer por uma locomoção indevida. Portanto, a melhor maneira de mover uma
vítima deitada é o uso da prancha longa, quando o acesso ao paciente é viável.
Métodos para transporte com maca ou prancha longa. Esta técnica deve ser realizada da forma
apropriada, tanto para evitar complicações para as vítimas como danos lombares para os socorristas.
Depois, os socorristas devem posicionar os pés ligeiramente afastados, e não paralelos ou alinhados;
Ao se abaixar para elevar a maca, os socorristas devem ficar de joelhos na posição tripé, ou seja, um
joelho no chão e outro afastado, fora da posição do antebraço;
O socorrista A deve comandar as manobras, indicando quando é a hora de elevar a vítima. Eles então
se posicionam de cócoras, levantando o joelho que estava apoiado no chão;
Após a ordem do socorrista A ambos devem elevar a vítima utilizando os músculos da coxa. Desta
forma, evita-se o uso incorreto da musculatura da coluna, o que pode causar sérios danos;
Para iniciar a caminhada, o socorrista A deve sempre dar o comando, dirigindo-se com a vítima para
a ambulância ou para outro lugar seguro.
Durante a caminhada, podem aparecer obstáculos no caminho, tais como árvores caídas, por exemplo.
O procedimento adequado nestes casos é:
Quando se aproximar do obstáculo, o socorrista A deve avisar ao outro socorrista do problema;
Os socorristas devem colocar o paciente no solo delicadamente, sempre com a orientação do
socorrista ;
Com a prancha ao chão, os socorristas devem se posicionar nas laterais, um com a mão na altura do
ombro da vítima e o outro com a mão um pouco abaixo dos joelhos, e manter os pés ligeiramente
afastados;
Para elevar a prancha, o socorrista A dirige a operação: ambos se colocam de cócoras, erguendo os
joelhos que estavam de apoio no chão;
Em seguida, os socorristas se levantam, usando os músculos das coxas para erguer a vítima;
Depois, sempre sob o comando do socorrista A, posicionam a prancha com a cabeceira sobre o
obstáculo; Os socorristas se colocam face a face, caminhando em direção ao paciente, movimentando
a maca na lateral e deslizando as mãos ao longo da prancha.
O socorrista B se posiciona na extremidade da prancha;
Enquanto o socorrista B segura a prancha, o socorrista A pula o obstáculo e pega a extremidade da
prancha perto da cabeceira da vítima;
Depois, sob a ordem do socorrista A os dois seguem de forma que apoiem a extremidade dos pés do
paciente sobre o obstáculo. O socorrista B salta o obstáculo e vem se posicionar próximo à cabeceira
do paciente;
Os socorristas ficam frente a frente e andam em direção ao meio da prancha. Em seguida, a prancha
é colocada no solo e o processo recomeça.

LEMBRETE IMPORTANTES:
Evite transportar a vítima ou mesmo movimentá-la sem necessidade.
Chame uma ambulância e fique prestando o atendimento de acordo com a avaliação primária e
secundária e as orientações recebidas.
Avalie a situação, só em casos onde não há como chegar socorro (local de difícil acesso e/ou sem
telefone) e desde que tomadas as devidas providências em relação a segurança da vítima e
imobilização adequada é que devemos transportá-la, ou em casos em que não haja necessidade de
uma ambulância (pequenas lesões) desde que avaliadas e que o transporte por carro comum não
interfira para agravar a situação.
Comprovada a não contraindicação e conforme a situação, (desmaio, inalação de gases, entorses,
etc.), A remoção ou movimentação de um acidentado deve ser feita com um máximo de cuidado, a
fim de não agravar as lesões existentes.
* Para erguê-la, você e mais duas pessoas devem apoiar todo o corpo e colocá-la numa maca.
* Apoie sempre a cabeça, impedindo-a de cair para trás.

Nome da empresa: RIBEIRO E SOTERO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PREDIAIS LTDA ME


CNPJ: 19.066.188/0001-07

Endereço: Av. Orlando Felipe Bonano, 64, Jd Sta Maria, Jacareí-SP

Representante da empresa: Dafne Cristine de Carvalho Gava


Supervisão de Segurança
Permanente: Marlon Ribeiro de Carvalho

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