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PLANO DE SEGURANÇA E SAÚDE

Famões, 26 de julho de 2020

__________________________________
(Engª Carla Costa, OET Nº 21656)
Plano de Higiene, Segurança e Saúde

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Plano de Higiene, Segurança e Saúde

Índice
1. Informações Gerais..........................................................................................................................4
1.1. Aviso Prévio do início dos trabalhos (Artigo 7º do decreto-lei nº 155/95, de 1 de julho)....4
1.2. Identificação da Obra............................................................................................................4
1.3. Identificação da Fiscalização..................................................................................................5
1.4. Identificação do empreiteiro e respetivos subempreiteiros:................................................5
2. – Memória Descritiva.......................................................................................................................6
2.1. Objetivos do Plano de Higiene e Segurança no Trabalho.....................................................6
2.3. Descrição Sumária.................................................................................................................6
3. Trabalhos Prévios...........................................................................................................................7
3.1. Delimitação da obra...............................................................................................................7
3.2. Acessos..................................................................................................................................7
3.3. Sinalização de Segurança.......................................................................................................7
4. Estaleiro.........................................................................................................................................8
4.1. Organização do Estaleiro.......................................................................................................8
5. Avaliação e Prevenção de riscos....................................................................................................8
6. Atividades de Construção a executar............................................................................................9
7. Segurança – Meios de Atuação.....................................................................................................9
7.1. Regras Gerais de Segurança.......................................................................................................9
7.2. Proteção Individual / Coletiva.............................................................................................11
7.3. Assistência a Sinistrados......................................................................................................12
Anexos................................................................................................................................................14
ANEXO I - AVALIAÇÃO DE RISCOS...................................................................................................15
ANEXO II - ENDEREÇOS DE TELEFONES DE EMERGÊNCIA..............................................................42
ANEXO III - QUADROS DE EPI REFERENTES AO TIPO DE PROTECÇÃO A EFECTUAR E RISCOS
INERENTES ÀS ACTIVIDADES EM OBRA..........................................................................................44

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Definição do Plano de Higiene e Segurança no Trabalho

O Plano de Higiene e Segurança no Trabalho, define-se como sendo um conjunto de medidas e


atitudes a implantar em obra que vão garantir a segurança e o bem estar de todos os que nela
venham a intervir.

Este conjunto de medidas preventivas serão destinadas a reduzir ao máximo os factores de risco,
normalmente os causadores dos tão indesejados acidentes de trabalho.
Plano de Higiene, Segurança e Saúde

1. Informações Gerais

1.1. Aviso Prévio do início dos trabalhos (Artigo 7º do decreto-lei nº 155/95, de 1 de julho)

1 Data da Comunicação:
2 Endereço do estaleiro:
3 Dono da Obra:
4 Natureza da Obra:
5 Fiscal da Obra:
6 Autor do Projeto:
7 Coordenador em matéria de Segurança e de Saúde durante a elaboração do projeto da
obra:
8 Coordenador em matéria de Segurança e de Saúde durante a realização da obra:
9 Diretor de Obra:
10 Data de início dos trabalhos no estaleiro:
11 Duração presumível dos trabalhos no estaleiro:
12 Estimativa do número máximo de trabalhadores por conta de outrem e independentes,
presentes em simultâneo no estaleiro:
13 Estimativa do número de empresas e de trabalhadores independentes no estaleiro:
14 Identificação das empresas já selecionadas:

1.2. Identificação da Obra

15 Dono da Obra:
16 Nome da Obra:
17 Tipo de Obra:
18 Tipo de Utilização:
19 Data de Inicio dos Trabalhos:Data Prevista para a conclusão dos trabalhos:

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1.3. Identificação da Fiscalização

20 Empeitada:
21 Empresa de Fiscalização:
22 Resposnsável (Estaleiro):

1.4. Identificação do empreiteiro e respetivos subempreiteiros:

23 Empeitada:
24 Dono de Obra:
25 Empreiteiro:
26 Director de Obra:
27 Técnicos Responsáveis:
28 Obras Gerais:
29 Segª do Trabalho:

SUBEMPREITEIROS ( * ) SUBEMPREITADA

INICIO___/___/___ FIM ___/___/___

INICIO___/___/___ FIM ___/___/___

INICIO___/___/___ FIM ___/___/___


( * ) em apreciação

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2. – Memória Descritiva

2.1. Objetivos do Plano de Higiene e Segurança no Trabalho

O Plano de Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho tem como objectivo fazer cumprir o previsto
no decreto-lei 155/95, no qual se estabelece que “a abertura do estaleiro só pode ter lugar desde
que o dono da obra disponha de um plano de segurança e saúde que estabeleça as regras a
observar no mesmo...”.

No decorrer de todas as situações, torna-se indispensável que o construtor desenvolva e adapte o


seu plano de higiene e segurança do trabalho, aos meios e métodos de execução de que dispõe
efectivamente para a execução da obra, submetendo-o à aprovação do dono da obra.

Principais preocupações do P.H.S.T.:

- Prevenção de acidentes de trabalho;


- Prevenção de doenças profissionais;
- Condições de higiene, salubridade e bem estar;
- Acompanhamento e controlo das condições de segurança, sensibilizando e motivando a
participação de todos os intervenientes em obra.

Características da obra

1 Localização:

2.2. Descrição Sumária

Esta memória descritiva e justificativa refere-se ao modo de funcionamento e implementação do


Plano de Segurança e Saúde, na obra de construção de uma moradia unifamiliar, de estrutura em
betão armado de um piso acima da cota de soleira, incluído a construção da estrutura, redes de
energia elétrica, águas, esgotos, telefones, alvenarias, pinturas e acabamentos e arranjos
exteriores, situado na

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3. Trabalhos Prévios

3.1. Delimitação da obra

As áreas de intervenção estão limitadas de modo a definir perfeitamente, e de forma clara, as


zonas de trabalho.

Todos os estaleiros estão vedados com rede adequada para o efeito a uma altura suficiente, que
impeça a visibilidade de pessoas exteriores á obra.

Serão colocados painéis de identificação e de informação, da empresa adjudicária e do dono da


obra.

3.2. Acessos

Existirão acessos devidamente sinalizados não só para a direcção da obra e trabalhadores, mas
também para as máquinas escavadoras e camiões de betão com dimensões suficientes para o lote
a construir.

3.3. Sinalização de Segurança

Em cada entrada para o estaleiro será colocado um painel com toda a sinalização,
nomeadamente:

- Uso do capacete;
- Uso de luvas;
- Queda de objectos;
- Entrada proibida a estranhos;
- Uso de caçado de segurança;
- Cargas suspensas.

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4. Estaleiro

4.1. Organização do Estaleiro

Definindo - se um estaleiro como área reservada aos trabalhos de execução de todos os projectos
com tudo o que para eles ocorre, e bem assim, as zonas, vias de circulação, equipamentos e
serviços de utilização comum, a desenvolver na zona de intervenção da empreitada, deve ter-se
em conta que:

“Um Estaleiro limpo e organizado é um factor essencial para a maximização, a


rentabilidade produtiva.”

5. Avaliação e Prevenção de riscos

De forma genética, os meios de protecção individual, designadamente a utilização do capacete de


protecção e do adequado vestuário de trabalho, são imprescindíveis em qualquer das actividades
a desenvolver em obra.

No entanto a metodologia adoptada visa identificar as operações em que se traduz a execução de


uma determinada actividade, para, em função dos riscos dos materiais, dos equipamentos e dos
processos construtivos e de trabalho, determinar as medidads de prevenção adequadas.

Em anexo estão os quadros que representam esta elaboração das operações, materiais,
equipamentos, riscos e técnicas de prevenção, constituindo um documento de referencia que
coloca as preocupações dominantes no que diz respeito à execução desta empreitada com a
segurança necessária.

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6. Atividades de Construção a executar

- Escavação
- Armação de Ferro
- Cofragem
- Betonagem
- Alvenarias (paredes interiores e exteriores)
- Cantarias
- Rebocos,
- Estuques
- Carpintarias limpos
- Pavimentos~
- Colocação de portas e janelas
- Pinturas
- Rede de águas
- Rede de Esgotos,
- Redes de eletricidade

7. Segurança – Meios de Atuação

7.1. Regras Gerais de Segurança

a) Todos os trabalhadores têm de cumprir obrigatoriamente as regras impostas pela


sinalização de segurança que está colocada à entrada de cada estaleiro;
b) Usar o equipamento de protecção individual (EPI), obrigatório em toda a obra, e que
consiste no mínimo em:
- Calçado de segurança ( biqueira e palmilha de aço);
- Capacete de segurança.
c) Sempre que a função e / ou o local envolva risco para qualquer outra parte do corpo,
deverá usar os EPI necessários, nomeadamente:
- Viseira;
- Óculos;
- Protectores auriculares;
- Máscaras;
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- Luvas;
- Cintos de segurança com dispositivo anti – queda, ou outros que eventualmente sejam
necessários.
d) Manter o local de trabalho arrumado, limpo e organizando no que diz respeito ao espaço,
aos equipamentos, e as ferramentas a utilizar:
- Deitar o lixo nos recipientes para o lixo;
- Verificar sistematicamente as condições da instalação eléctrica do local, evitando cabos
soltos, danificados ou em zonas de passagem de pessoas e máquinas;
- Verificar as condições das tubagens de gás, botijas de gases comprimidos e
combustíveis;
- Verificar o estado das máquinas ou ferramentas quer lhe estão distribuídas;
- Não ocupar as vias de circulação com equipamentos e materiais mantendo-as sempre
livres e desimpedidas;
- Informar o responsável sobre qualquer avaria, defeito ou mau funcionamento do
equipamento, máquina ou local onde se encontra.
e) Cumprir as regras ou normas da sua profissão :
- Não utilizar utensílios, ferramentas ou máquinas que não conhece ou que, desvio ou
mau estado de conservação ou avaria, se tornem perigosas para si e para os outros;
- Não tentar fazer a manutenção ou reparação das máquinas ou veículos para os quais
não está superiormente autorizado e / ou qualificado;
- Não conduzir máquinas ou veículos para os quais não está autorizado;
- Não facilitar ou trocar a ordem sequencial de realização dos diversos trabalhos;
- Nunca retirar ou desmontar os sistemas de protecção de máquinas, nem permitir o
trabalho com esses sistemas desligados e / ou avariados;
- Sempre que não souber como proceder, pedir explicações e indicações aos
responsáveis.
f) Nunca circular ou trabalhar em andaimes e / ou plataformas que não estejam de acordo
com a regulamentação em vigor e / ou as especificações do fabricante.
g) Sempre que for necessário o trabalho com risco de queda em altura, apesar de existir
andaime e / ou acesso devidamente montado e protegido, é obrigatório usar o cinto de
segurança com dispositivo anti – queda.
h) Em caso de acidente, alertar o seu responsável hierárquico e / ou o responsável pela
segurança e cumprir as condições que receber.
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Além dessas indicações, tentar cuidar da vítima, tendo em conta:


- Se não tiver formação de socorrista não tente movimentar vítimas com suspeitas de
fracturas da cabeça, coluna, ou com fracturas expostas dos membros;
- Tentar proteger a vítima do frio e do calor;
- Estancar qualquer hemorragia;
- Tentar acalmar / apoiar a vítima.
i) Lembre-se que agir em segurança é, apenas, aplicar as regras de bom senso.

7.2. Proteção Individual / Coletiva

2 Equipamentos de Protecção Individual (EPI)

De acordo com as diversas fases da obra as diferentes actividades será obrigatório o uso dos EPI`s
recomendados pelas técnicas de prevenção.

Serão sempre de uso obrigatório e permanente o capacete e o calçado de segurança com biqueira
e palmilha de aço.

Terá sempre de existir na obra um stock mínimo de equipamento de protecção, de modo a


satisfazer de imediato, qualquer necessidade.

Os equipamentos de protecção individual devem ser utilizados quando os riscos existentes não
poderem ser evitados por meios técnicos de protecção colectiva, por medidas, métodos ou
processos de organização de trabalho.

3 Medidas de Protecção Colectiva

Destacam-se as seguintes medidas a implementar, conducentes à prevenção da ocorrência de


acidentes de trabalho:
- Vedação ou delimitação periférica das frentes da obra;
- Controlo de acesso;
- Sinalização de segurança;
- Fitas de balizamento;
- Colocação de passadiços;
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- Iluminação adequada da frente de trabalho;


- Instalações eléctricas devidamente utilizadas e protegidas;
- Limpeza e arrumação permanente das zonas de trabalho;
- Extintores para combate a incêndios;
- Protecção contra quedas em altura ou em aberturas no pavimento;
- Montagens de andaimes, plataformas, em conformidade com as normas existentes.
- Antes do inicio da obra e periodicamente, após o seu inicio, deverá ser verificada a
segurança da grua, com a sua devida ligação à terra.

7.3. Assistência a Sinistrados

Em caso de ocorrência de um grave acidente deverão seguir-se as seguintes recomendações:


 Chamar uma ambulância, dando as seguintes informações:
- local de acidente;
- tipo de acidente;
- tipo de suspeito do ferimento;

 Ir ao encontro da ambulância para indicar o caminho, para o local de acidente;


 A área do acidente deverá permanecer intacta até à chegada do socorrista;
 O não cumprimento das duas regras anteriores, só é justificável para se socorrer o
acidentado ou se tornar a área segura;
 Manter o acidentado o mais confortável possível, não o movendo entes da chegada da
ambulância.

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ENDEREÇOS E TELEFONES DE EMERGÊNCIA

INDICANDO CORRECTAMENTE ESTA LOCALIZAÇÃO:

Colocar a Morada da Obra

LIGUE:

POLICIA Casal de Cambra Telf: 219809023

HOSPITAIS DA ZONA: Hospital Amadora Sintra Telf.: 214348200

BOMBEIROS - Bombeiros Voluntários de Belas Telf.: 214311715

Nº NACIONAL DE SOCORRO Telf.: 112

EDP – ELECTRICIDADE DE PORTUGAL Telf.: 800 506 506

REDE DE ÁGUAS ( EPAL ) Telf. : 800 201 600

SERVIÇO NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL Telf.: 21 416 51 00

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Anexos

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ANEXO I - AVALIAÇÃO DE RISCOS

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A V A L I A Ç Ã O E P R E V E N Ç Ã O D O S R I S C O S

CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL

ENVOLVÊNCIAS RISCOS PREVENÇÃO

- Relevo - Capotamento de máquinas - Estudo preliminar dos trabalhos

- Desabamentos - Máquinas adaptadas ao terreno

- Sobrecargas - Manutenção das vias de relevo

- Cotas erradas - Sinalização

- Verificação das implantações topográficas

- Linhas de água - Afundamento/ - Estudo prévio


desmoronamento
- Conservação das linhas de água
- Deslizamento/ Aluimento
- Desvio das linhas de água, sendo necessário
- Sobrecargas
- Bombagem da água em excesso
- Inundações

- Subida dos níveis freáticos


após chuva intensa

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C A R A C T E R I Z A Ç Ã O D O L O C A L ( c o n ti n u a ç ã o )

ENVOLVÊNCIAS RISCOS PREVENÇÃO

- Geologia - Afundamento - Reconhecimento/ estudo preliminar geotécnico


(Solo, Sub – solo, Lençóis de
- Capotamento das máquinas - Natureza do solo na zona de trabalhos
água)
- Sobrecargas - Presença de toalhas de água

- Desmoronamento - Rebaixamento do nível freático, se necessário

- Escorregamento - Ancoragem de taludes

- Eliminação de elementos instáveis

- Contaminação dos - Explosão - Descontaminação dos solos


solos
- Intoxicação - Sinalização

- Dermatoses - Equipamentos de proteção individual

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SITUAÇÕES

ESTADO GERAL DO ESTALEIRO

RISCOS PREVENÇÃO

- Insalubridade - Manter o estaleiro em ordem

- Incomodidade - Garantir o estado de salubridade

- Colisão - Guardar distâncias de segurança entre as vias ou zonas de circulação de veículos e os postos de
trabalho ou zonas de deslocação dos diferentes materiais.
- Atropelamento
- Guardar distâncias de segurança na movimentação dos veículos e de equipamentos e na
- Quedas ao nível movimentação dos diferentes materiais

- Quedas de objetos - Armazenar em segurança os diferentes materiais

- Electrocussão - Recolher os resíduos e escombros e evacuá-los com periodicidade

- Incêndio - Articular entre si as atividades que existam no local ou no meio envolvente

- Desarrumação - Utilizar sinalização que evidencie os objetos e situações suscetíveis de provocar perigos

- Dificuldades de aceso - Prestar informação aos trabalhadores sobre a organização do estaleiro e exigir o seu cumprimento.

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ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO

SITUAÇÕES

ARMAZENAGEM

RISCOS PREVENÇÃO

- Desorganização - Demarcar as zonas de armazenagem separando as madeiras, o ferro, o cimento, os equipamentos e


ferramentas portáteis, os combustíveis, as tintas e vernizes e outros produtos químicos ou biológicos.
- Deterioração
- Armazenar, em local próprio, os equipamentos de protecção coletiva e individual de forma a garantir a sua
- Queda de objetos permanente disponibilidade para utilização

- Quedas ao nível - Conservar os produtos e materiais de acordo com as normas técnicas homologadas ou as recomendações
do fabricante.
- Entalamento
- Garantir a temperatura, luminosidade, humidade e outras características ambientais necessárias a manter
- Avarias
a qualidade dos produtos e materiais.
- Electrocussão
- Optar pelo tipo de fornecimento que favoreça a movimentação mecânica das cargas.
- Incêndio
- Evitar a sobreocupação de espaços.
- Explosão
- Arrumar os produtos e materiais em locais próprios, nomeadamente ao alcance fácil da grua de
- Ionização instalações e equipamentos de produção fixos ou de equipamentos para a sua movimentação mecânica.

- Estabilizar os materiais dispostos em altura, quer quando imobilizados, quer quando em movimentação,
não excedendo, em pilha, a altura máxima de 2 m.

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SITUAÇÕES

A R M A Z E N A G E M ( C o n ti n u a ç ã o )

RISCOS PREVENÇÃO

- Sinalizar de forma bem visível e adequada os produtos químicos e biológicos, manter a rotulagem
adequada e proibir o acesso de pessoas estranhas

- Instalar sistema de deteção e/ ou extinção automática de incêndios nos locais em que sejam
armazenados produtos inflamáveis e/ ou combustíveis.

- Separar e isolar os materiais e produtos que possam reagir entre si

- Instalar de forma acessível na zona de armazenamento destes produtos os equipamentos de


protecção e meios de combate adequados a uma primeira intervenção no caso de acidente

- Armazenagem particular para os equipamentos de raios gama.

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SITUAÇÕES

ZONAS DE DEPÓSITO DE RESÍDUOS SÓLIDOS OU LÍQUIDOS

RISCOS PREVENÇÃO

- Insalubridade - Deve existir no estaleiro da obra uma zona de depósitos de lixos

- Desorganização - O acesso ao depósito de lixos deve encontrar - se em bom estado de utilização de modo a permitir a
evacuação por meios mecânicos, sendo tal evacuação articulada com o funcionamento das ilhas de
- Doenças serviço “

- Perturbações de - Os lixos devem ser separados em função de se tratar de papel, vidro e outros e colocados em
circulação contentores apropriados

- Os lixos devem ser removidos diariamente pelo empreiteiro para os locais de recolha geral (ilhas de
serviço)

- Os entulhos de obra devem ser depositados em contentores apropriados e ser removidos logo que se
encontre esgotada a sua capacidade, não sendo permitida a sua deposição na Z.I.

- A utilização de vazadouros, lixeiras e aterros deve ser previamente autorizada

- Sempre que existam resíduos ou líquidos perigosos o seu acondicionamento deve obedecer às regras
de segurança adequadas e o local de colocação deve encontrar - se isolado do restante lixo

- A remoção de resíduos perigosos deve ser feita por trabalhadores com informação sobre as regras de
segurança a observar na remoção dos resíduos perigosos e com os equipamentos de protecção
individual adequados.

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SITUAÇÕES

ZONAS DE ACESSO E CIRCULAÇÃO

RISCOS PREVENÇÃO

- Colisão - As vias de circulação destinadas a veículos devem ser implantadas com uma distância suficiente em
relação às portas, portões, passagens para peões, corredores e escadas, ou locais de trabalho, ou
- Atropelamento dispor de meios de protecção adequados

- Queda - Na proximidade imediata dos portões destinados essencialmente à circulação de veículos, devem
existir, a menos que essa passagem seja segura para peões, portas para a circulação de peões,
assinaladas de modo bem visível e cuja passagem deverá estar sempre desobstruída

- As vias e saídas de emergência devem estar sinalizadas, permanecer desobstruídas e conduzir o mais
diretamente possível a uma zona de segurança

- As vias e saídas de emergência devem ser equipadas com uma iluminação de segurança de intensidade
suficiente que entre em funcionamento automaticamente em caso de avaria

- As vias de circulação devem ser regularmente verificadas e conservadas

- Devem ser demarcadas as zonas de parqueamento adequadas aos veículos em obra de modo a que
estes prejudiquem a circulação dentro do estaleiro

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SITUAÇÕES

FERRAMENTARIA

RISCOS PREVENÇÃO

- Desorganização - Acessibilidade à zona de trabalhos para facilidade de levantamento e depósito de equipamentos e


ferramentas
- Deterioração
- Suficiência de equipamentos e ferramentas

- Arrumação em locais próprios

- Verificação do estado de utilização dos equipamentos e ferramentas, providenciando pela reparação


ou substituição sempre que estiverem em causa as condições de segurança

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SITUAÇÕES

MOVIMENTAÇÃO DE TERRAS

RISCOS PREVENÇÃO

- Atropelamento; - Não permitir a aproximação de pessoas às áreas de intervenção


das máquinas;
- Desprendimento de terras
ou rochas de estruturas - As máquinas escavadoras e camiões devem dispor de aviso
vizinhas; sonoro sempre que circulem em marcha atrás;

- Tombamento de máquinas; - Respeitar o talude definido;

- Ferimentos. - Definir caminhos de circulação das máquinas e pessoas;

- - Não carregar os camiões com elementos que pela sua


instabilidade possam rolar para além dos taipais;

- Deixar as máquinas estacionadas no final do dia em locais a


definir;

- Armazenar o combustível na ferramentaria ( em anexo próprio ) e


afixar à entrada da porta um extintor.

- Eliminação de elementos instáveis

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SITUAÇÕES

ABERTURA DE SAPATAS

A abertura de sapatas apresenta alguns condicionalismos relacionados com o espaço lim itado, factor que lhes confere alguma especificidade em termos de riscos.

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Desabamento do - Encerrar a abertura das sapatas e proibir a entrada de - Botas impermeáveis;


coroamento da vala; trabalhadores às mesmas, sempre que se preveja a queda
de chuva, ou que o solo seja demasiado húmido; - Capacete de proteção;
- Soterramentos;
- Vedar as sapatas com fitas de sinalização, depois de - Luvas
- Asfixia; abertas;

- Quedas de materiais; - Analisar a resistência do solo, assim como, a


profundidade das sapatas e se necessário proceder à
- Quedas de trabalhadores.
colocação de entivações;

- Não colocar perto das sapatas compressores,


geradores, bem como qualquer outro tipo de sobrecargas
tais como, camiões, apoios laterais de retroescavadoras,
etc..

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ESTRUTURA – BETONAGEM SAPATAS

RISCOS PREVENÇÃO EPI


- Choques provocados pelos equipamentos
- Verificar o estado da entivação e do terreno antes do início da - Botas impermeáveis;
transportadores de betão (ex: balde da
betonagem;
grua); - Capacete de proteção;
- Organizar as operações de modo a que a betonagem da sapata seja
- Projeção do betão fresco;
efetuada logo a seguir à sua abertura; - Luvas
- Quedas em altura;
- Soterramento; - Organizar o trabalho de modo a que permaneçam no fundo da vala o
menor número possível de trabalhadores;

- Definir a circulação de veículos, na área respeitante às autobombas;

- Os trabalhadores que efetuam a betonagem das sapatas, com a


autobomba, ou o balde da grua, devem em primeiro trazer
equipamentos de proteção individual.

- É recomendável a não circulação dos trabalhadores que executam a


betonagem muito próximo das sapatas, mesmo quando estas
apresentam entivações.

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ESTRUTURA – ARMAÇÃO DE FERRO

RISCOS PREVENÇÃO EPI


- Esmagamento pela queda das
- Escolher com atenção a zona do estaleiro destinada ao armazenamento e - Capacete de proteção;
armaduras na movimentação e
moldagem das armações;
transporte; - Botas de biqueira e palmilha de
- Armazenar o ferro em varão sobre barrotes de madeira, de forma a facilitar o aço;
- Desorganização;
engate da grua, para o seu transporte;
- Obstrução das Vias; - Capacete de proteção
- Perfuração; - Assegurar o local de armazenagem para os desperdícios, para que impeça a
queda de trabalhadores por tropeçamento em desperdícios espalhados.
- Esfolamento e Cortes.
- Organização dos trabalhos (descarga, armazenamento, corte, dobragem,
armação, movimentação de ferros armados para aplicação em obra);

- Elevação do ferro de acordo com o diagrama de cargas da grua;

- Orientação, com cordas, do feixe ou armação de ferro no início e no final de


elevação para prevenir a rotação da carga;

- Bancadas de trabalho com dimensão adequada para o tamanho das armações;

- Ferramentas adequadas;

- Proteção contra o sol e chuva com cobertura ao nível dos postos de trabalho
fixos;

- Resguardar os ferros em espera;

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ESTRUTURA -COFRAGEM

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Quedas em altura - Preparação e limpeza da cofragem - Capacetes de proteção

- Perfurações - Utilização de plataformas de trabalho com guarda corpos e rodapé - Botas de proteção

- Esmagamentos - Sistema de imobilização em plataforma amovível - Luvas de proteção


- Não trepar pela armadura
- Pneumoconiose - Mascaras de proteção
- Dobrar pontas de ferro de fecho de cofragem (quando necessário)
- Ruido
- Proteger contra o sol e a chuva a zona de trabalho com as máquinas, mantendo a - Protetores auditivos
- Eletrocussão luminosidade e ventilação natural. (usarem quando necessário)

- Cortes - Utilizar bancadas com dimensão adequada à estabilização da madeira, sobretudo


quando sujeita a operações na máquina / ferramentas de cortes
- Desmoronamento
- Utilizar máquinas de corte e perfuração com proteções adequadas
- Quedas em altura
- Dispor as máquinas com espaço suficiente entre si para manusear a madeira
- Quedas por afundamento
- Desobstruir e manter em estado não escorregadio o piso de circulação e de operação
- Ferimentos junto às máquinas.

- Instalar meios para combate a focos de incêndio.


- Queda de materiais
- Organização dos trabalhos

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E S T R U T U R A - C O F R A G E M ( c o n ti n u a ç ã o )

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Verificar estado de conservação dos materiais

- Preparação da Zona de assentamento -

Colocação dos prumos com espaçamento correto de ferro

- Respeitar verticalidade dos prumos

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ESTRUTURA -BETONAGEM DE PILARES E LAGES

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Quedas de altura; - Organização dos trabalhos - Capacetes de proteção

- Quedas do mesmo nível; - Meios humanos necessários - Botas de proteção

- Dermatoses; - Quadro elétrico com disjuntor diferencial - Luvas de proteção


- Rever equipamento elétrico
- Entalamento;
- Vibrador elétrico de alta frequência com duplo isolamento
- Perfuração;
- Iluminação suficiente da zona
- Projeção de betão fresco;
- Manter eletricista de prevenção
- Electrocussão
- Baldes de descarga do fundo e manga
- Choques provocados pelos
equipamentos transportadores - Não amarrar tubos de betonagem à cofragem
de betão
- Se houver necessidade, para a betonagem de pilares criar plataformas de trabalho, estas
devem ser munidas de guarda – corpos;

- Colocar o cabo elétrico necessário para o vibrador por zonas em que não venham a
estorvar durante a betonagem;

- Ter sempre os equipamentos de proteção coletiva colocados em todos os locais devidos


(proteção de lajes, caixas de escadarias, etc.).

- Interditar o acesso à zona de escoramento;

- Colocação em toda a área de laje, guarda – corpos ou redes de proteção;

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ESTRUTURA - DESCOFRAGEM

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Quedas em altura; - Colocação dos equipamentos de proteção coletiva em todos os locais - Capacete de proteção;
devidos (proteção de lajes, caixas de escadarias, etc.);
- Quedas de materiais; - Botas com biqueira e palmilha de
aço;
- Esmagamento; - Assegurar que na zona de descoragem não se encontra nenhum
trabalhador; - Luvas de proteção;
- Perfuração.
- Cinto de segurança
- Quando o material de descoragem se destina a ser utilizado várias vezes
(eventualmente).
na mesma obra, organizar e reduzir o mais possível as operações de
movimentação;

- Empilhar corretamente as peças de madeira ou tábuas depois de serem


arrancados os pregos para evitar riscos de ferimento.

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OPERAÇÃO

ALVENARIAS (INTERIORES E EXTERIORES)

EQUIPAMENTO RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Guarda-corpos - Quedas de objectos; - Organizar os trabalhos de modo a ser previsto e devidamente explicado - Capacetes de proteção
todos os passos inerentes à tarefa em causa.
- Cintos de segurança - Quedas em altura; - Luvas de proteção
- Todos os vãos resultantes por onde possam ocorrer quedas, levarão guarda-
- Andaime - Quedas ao mesmo nível; corpos construídos em obra. - Botas com proteção
mecânica
- Corte; - Os guarda-corpos serão recolocados após a montagem dos aros e manter-
se-ão até a instalação dos elementos definitivos.
- Esmagamento;
- Utilização de cinto de segurança ligado a elemento rígido da construção.
- Dermatoses.
- Utilizar plataformas auxiliares de montagem nos diferentes níveis de
trabalho.

- Assegurar-se que na escada e respetivos patins não existe depósito ou


abandono de materiais ou entulhos.

- Assegurar iluminação artificial nas escadas e em locais onde não existe


iluminação natural.

- Verificações das proteções anti - queda

- Verificação do estado dos andaimes e cavaletes;

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A L V E N A R I A S ( I N T E R I O R E S E E X T E R I O R E S ) ( c o n ti n u a ç ã o )

EQUIPAMENTO RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Os cavaletes devem ter plataformas amplas que permitam a


arrumação de materiais e fácil movimentação do trabalhador;

- Guarda costas e guarda cabeças nos andaimes;

- Plataformas de receção de materiais com guarda corpos e rodapé;

- Verificar ferramentas elétricas e extensão;

- Remover desperdícios regularmente

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PINTURAS

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Queda De altura - Locais de armazenamento isolado e arejados - Capacetes de proteção

- Queda de igual nível - Locais de trabalho limpos e arrumados - Botas com proteção química

- Intoxicações - Verificação do estado de escadas, escadotes e cavaletes - Luvas de proteção

- Incêndio e explosão - Seguir instruções dos produtos e aplicações - Fato de trabalho;

- Electrocussão - Não fumar nem comer no local de aplicação - Óculos / Máscara de proteção
contra inalações tóxicas
- Rever cabos e ferramentas elétricas derivadas de possíveis tintas a
aplicar.

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COLOCAÇÃO DE PORTAS E JANELAS

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Queda do mesmo nível - Organização do trabalho - Capacetes de proteção

- Queda ao nível superior - Na elevação por grua usar estropos de cintas têxteis - Luvas de proteção

- Queda de materiais - Botas com proteção


- Armazenamento das peças em pilhas estáveis
mecânica
- Corte e perfuração por pregos e
ferramentas - Seguir recomendações do uso de produtos do tratamento de madeiras - Cintos de segurança

- Intoxicações - Andaimes e plataformas estáveis - Máscara com filtro

- Electrocussão - Protetores auriculares, se


- Transporte de ferramentas manuais em caixas
necessário;
- Dermatoses
- Iluminação dos locais de trabalho
- Inalação de poeiras
- Rever cabos e ferramentas elétricas
- Projeção de particulas
- Não retirar os resguardos de protecção da lâmina das máquinas;
- Procurar ter as máquinas de corte de madeira ao ar livre, ou em locais
arejados, para evitar ruídos e poeiras realizados pelo funcionamento da
máquina.

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REDE DE ÁGUA E ESGOTOS

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Queda de altura - Organização do trabalho - Capacetes de protecção

- Queda de igual nível - Iluminação dos locais de trabalho - Botas com protecção

- Corte - Utilização ferramentas adequadas - Luvas de protecção

- Incêndio e explosão - Aparelho de oxi acetileno manuseados por pessoal - Óculos de protecção
experiente

- Não utilizar aparelhos oxi acetileno sobre cobre e suas ligas

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REDES ELÉCTRICAS

RISCOS PREVENÇÃO EPI

- Electrocussão - Colocação da cabine e quadro em local acessível e protegido - Capacetes de protecção


da chuva;
- Queimaduras - Luvas de protecção
- Acesso ao interior da cabine restringido ao pessoal qualificado;
- Incêndio
- Quadro eléctrico a obedecer às características legalmente
impostas;

- Correto dimensionamento dos condutores;

- Tomadas do tipo estanque com engate;

- Verificação do estado das extensões;

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IMPLEMENTAÇÃO DE EQUIPAMENTO FIXOS: DE ELEVAÇÃO; DE PRODUÇÃO

RISCOS PREVENÇÃO

- Queda em altura - As instalações e equipamentos fixos devem ser implantados em locais acessíveis e sem que venham a
prejudicar o desenvolvimento futuro da obra e a sua remoção posterior
- Queda de carga
- As instalações e equipamentos devem ser verificados previamente e mantidos em bom estado de
- Entalamento funcionamento

- Golpes - As instalações e equipamentos devem ser operados por trabalhadores especializados

- Sobreesforços - Em instalações de britagem, crivagem, silos, betoneiras e bombas de betão devem existir proteções fixas,
estáveis, resistentes e adequadas
- Electrocussão
- Em todos os aparelhos e acessórios de elevação deve ser garantida a afixação, de modo visível, da carga
- Queda do equipamento
máxima autorizada, sendo expressamente proibido colocar em funcionamento qualquer aparelho de
- Queda de materiais rolantes elevação de pessoas, sem autorização prévia do Dono da Obra

- Choque na movimentação - Nos veículos e máquinas móveis devem existir, os triângulos de pré-sinalização e a sinalização sonora e
de cargas luminosa de marcha – atrás, bem como as luzes de posição em trabalhos noturnos

- Projeção de betão - A implantação da grua deve observar os seguintes requisitos:

- Estabilidade do terreno ou do caminho de rolamento, se for o caso

- Visibilidade dos locais de operação e de obstáculos à movimentação da lança

- Inexistência de linhas de alta e baixa tensão no raio de ação da grua

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I M P L E M E N T A Ç Ã O D E E Q U I P A M E N T O F I X O S : D E E L E V A Ç Ã O ; D E P R O D U Ç Ã O ( c o n ti n u a ç ã o )

RISCOS PREVENÇÃO

Havendo mais do que uma grua, dispô-las de forma a que as lanças não se cruzem, ou, não sendo possível,
utilizar dispositivos de controlo de segurança que evitem o cruzamento de lanças

- Distâncias de segurança:

- na horizontal, entre objetos fixos e as partes móveis da grua: mínimo 0,60m

- na vertical, entre as partes mais altas da edificação e as partes móveis da grua: mínimo 2m

- Em carril de rolamento: entre o termo do carril e o dispositivo de segurança de rolamento da grua: mínimo de
1 metro, antes da última travessa

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OPERAÇÃO

EXECUÇÃO DE COBERTURA

EQUIPAMENTO RISCOS PREVENÇÃO

- Andaime - Queda em altura (Por escorregão ou - Organizar os trabalhos de modo a ser previsto e devidamente explicado
por abatimento do plano de trabalho) todos os passos inerentes à tarefa em causa.
- Plataformas
- Roupa de trabalho adequada.
- Queda de objetos
- Cintos de segurança
- Calçado antiderrapante.

- Utilização de cinto de segurança ligado a elemento rígido da construção.

- Utilizar plataformas auxiliares de montagem nos diferentes níveis de


trabalho munidas de guarda-corpos.

- Colocar bases sólidas e adequadas nos andaimes.

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EXECUÇÃO DOS ACABAMENTOS

EQUIPAMENTO RISCOS PREVENÇÃO

- Andaime - Queda em altura (Do nível do piso) - Dispor de meios auxiliares perfeitamente seguros é absolutamente
indispensável.
- Guinchos - Aberturas sem protecção

- Plataformas - Elevação de materiais - Todos os andaimes deverão oferecer a máxima garantia de


estabilidade e solidez.

- As plataformas de trabalho devem ter uma largura mínima de 60 cm,


balaustradas exteriores de 90 cm e rodapé de 15 cm de modo a evitar
a queda de objetos ou ferramentas colocadas na plataforma.

- Verificar os cabos dos meios de elevação com frequência para evitar


a sua rotura e respeitar o limite de carga de segurança dos cabos.

- Utilizar botas com palmilhas e biqueira de aço, capacete e luvas.

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ANEXO II - ENDEREÇOS DE TELEFONES DE EMERGÊNCIA

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TELEFONES DE EMERGÊNCIA

INDICANDO CORRECTAMENTE ESTA DIRECÇÃO:

Morada

LIGUE:

AMBULÂNCIA ...................................................................................................112
BOMBEIROS MUNICIPAIS ......................................................................... 999999999
PSP .............................................................................................................999999999
GNR ............................................................................................................999999999
HOSPITAL DE _______ ...............................................................................999999999

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ANEXO III - QUADROS DE EPI REFERENTES AO TIPO DE


PROTECÇÃO A EFECTUAR E RISCOS INERENTES ÀS
ACTIVIDADES EM OBRA

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QUADRO I

EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL


PARTE DO CORPO EQUIPAMENTOS
Protecção da cabeça - Capacetes de protecção
Protecção dos ouvidos - Tampões para os ouvidos
- Protectores auriculares
Protecção dos olhos e do rosto - Óculos com aros
- Máscaras e capacetes para soldadura
Protecção da vias respiratórias - Aparelhos filtrantes
Protecção das mãos e dos braços - Luvas contra agressões metálicas
- Luvas contra agressões químicas
- Luvas para electricistas e antitérmicas
- Mangas protectoras
- Punhos de couro
Protecções da pele - Cremes de protecção
Protecção do tronco e do abdómen - Coletes, casacos e aventais de protecção contra
agressões mecânicas
- Coletes, casacos e aventais de protecção contra
agressões químicas
- Cintos de segurança do tronco
Protecção dos pés e das pernas - Botas com biqueira e palmilha de aço
- Sapatos com sola anti-calor
- Polainas
Protecção do corpo inteiro - Cintos de segurança
- Vestuário de trabalho ( fato de macaco )
- Vestuário de protecção contra agressões mecânicas
- Vestuário de protecção contra agressões químicas

QUADRO II

RISCOS INERENTES A CADA PROFISSÃO


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PROFISSÃO RISCOS
Montador de andaimes - Quedas a vários níveis, queda de objectos
Topógrafo - Quedas
Vibradorista - Quedas, ruído, vibrações, electrocussão
Pedreiro - Quedas e projecções de materiais
- Queda ao mesmo nível, acidentes com veículos a
Motorista
motor
Encarregado - Quedas, projecção de materiais
Arvorado - Quedas, projecção de materiais
Servente - Quedas, projecção de materiais
- Quedas, projecção de materiais, riscos inerentes às
Carpinteiro de toscos
máquinas que utiliza
- Quedas, choque e queimaduras com corrente
Electricista
eléctrica
Marteleiro - Quedas, projecção de materiais, vibrações e ruído
- Quedas, projecção de materiais, riscos inerentes à
Armador de ferro
dobragem de ferro (máquina)
Montador de cofragens - Quedas, projecção de materiais
- Quedas, projecção de materiais, queimadura,
Soldador
electrocussão e intoxicação

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