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Pim II

Matemática
Universidade Paulista (UniP)
24 pag.

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UNIVERSIDADE PAULISTA INTERATIVA – UNIP INTERATIVA
EMILIO JOSÉ DE OLIVEIRA QUEIROZ

PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR II (PIM II)


C.C. Silva – Clínica Médica e Laboratório

Santa Maria da Vitória / BA


2013

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EMILIO JOSÉ DE OLIVEIRA QUEIROZ
RA: 1303344

PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR II (PIM II)


C.C. Silva – Clínica Médica e Laboratório

Trabalho Interdisciplinar do Projeto


Integrado Multidisciplinar II (PIM II),
apresentado como exigência parcial para
conclusão do 1º Semestre do Curso
Superior de Tecnologia em Gestão de
Recursos Humanos, da Universidade
Paulista – UNIP.

Orientador: Profº Mauro Trubbianelli

Santa Maria da Vitória / BA


2013

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Resumo

Este estudo trata-se de um Projeto Integrado Multidisciplinar II (PIM II),


referente à projeto de pesquisa realizado no segundo bimestre do primeiro período
do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Recursos Humanos da
Universidade Paulista – UNIP - realizada na cidade de Santa Maria da Vitória,
estado da Bahia na empresa C.C. Silva – Clínica Médica e Laboratório relativa às
disciplinas Économia e Mercado, Matemática Aplicada e Comunicação Empresarial
e demonstra como é importante o conhecimento teórico-prático das disciplinas
elencadas, pois faz-se necessário atualmente domínio do assunto para então aplicar
o conhecimento adquirido em prol do bom desenvolvimento da empresa, sendo que
tais disciplinas estão intrinsecamente ligadas em relação à sua utilização no dia a dia
de qualquer empresa que queira prosperar e isso poderá ser visto ao longo deste
projeto.
Palavras-chave: projeto, mercado, matemática, comunicação.

Abstract

This study deals with an Integrated Multidisciplinary Project II (PIM II), related
to the research project conducted in the second quarter of the first period Graduate
Course Technology in Human Resource Management from Universidade Paulista -
UNIP - held in the city of Santa Maria da Vitória, State of Bahia in the business C.C.
Silva - Medical and Laboratory concerning disciplines Market and Economy, Applied
Mathematics and Business Communication and demonstrates how important the
theoretical and practical knowledge of the subjects listed, because it is necessary to
present mastery of the subject so as to apply the knowledge gained in favor of the
good development of the company, and such subjects are intrinsically linked in
relation to its use in everyday life of any company who wants to thrive and this can be
seen throughout this project.

Keywords: design, marketing, mathematics, communication.

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................4
2 ECONOMIA E MERCADO.......................................................................................5
3 A EMPRESA ...........................................................................................................7
4 PANORAMA ECONÔMICO/FINANCEIRO E SUA INFLUÊNCIA NO RAMO DE
ATIVIDADE..................................................................................................................8
4.1 Impacto do “Problema Econômico” na Organização.......................................9
4.2 Dinâmica do Mercado e seu Impacto na Organização....................................10
4.3 Variáveis Macroeconômicas, Interdependências e Suas
Consequências na Empresa....................................................................................11
5 MATEMÁTICA APLICADA....................................................................................13
5.1 Aplicação da Matemática na Empresa.............................................................13
5.2 A Importância da Matemática para o Administrador......................................15
6 COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL..........................................................................16
6.1 Comunicação Interna e Externa da Empresa..................................................17
6.2 Estrutura da Função da Comunicação na Empresa.......................................18
6.3 Importância e Planejamento da Comunicação na Empresa...........................18
6.4 Participação e Preocupação Institucional.......................................................19
6.5 Fluxo das Comunicações..................................................................................19
7 CONCLUSÃO........................................................................................................20
REFERÊNCIAS..........................................................................................................21
ANEXO.......................................................................................................................23

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1 INTRODUÇÃO

O presente Projeto Integrado Multidisciplinar (PIM II) requisito obrigatório para


conclusão do primeiro semestre do curso superior tecnológico em gestão de
recursos humanos da Universidade Paulista – UNIP; demonstrará que se aplicando
na prática todo conhecimento adquirido em disciplinas como Comunicação
Empresarial, Matemática Aplicada e Economia e Negócios pode-se melhorar a
gestão de uma empresa independente do segmento que ela pertença, pois com o
conhecimento adquirido através de pesquisas de mercado, com o uso de artifícios
como aplicações específicas de cálculos matemáticos consegue se projetar metas
alcançáveis e dentro da realidade do negócio proposto.
Sabe-se que para uma empresa prosperar deve cumprir metas previamente
estabelecidas, ter uma boa comunicação, tanto interna como externa, com a
utilização do marketing e do endomarketing e para que se alcance essas metas
obviamente o gestor tem que tentar ficar “antenado” com o mercado ao seu redor,
fazendo pesquisas de campo, de mercado, além de passar uma imagem positiva de
sua empresa junto à clientela, ao consumidor final ou ao usuário do serviço,
incluindo-se aí a parte financeira, que sempre tem que estar atenta aos custos,
fazendo-se projeções quando necessárias, aliando-se então a matemática aplicada
à cálculos de receita e despesa, estoque e rotatividade além de projeções.
Espera-se que ao final este projeto alcance seu intento, que é demonstrar
como se pode melhorar a gestão de um negócio aplicando técnicas corretas,
métodos precisos, podendo então indicar através da ligação teórico-prática o que se
pode melhorar, o que pode ser modificado para melhorar o negócio e até mesmo
indicar alternativas de melhorias no empreendimento.

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2 ECONOMIA E MERCADO

O estudo sobre economia e mercado visa demonstrar como o próprio nome


diz o panorama econômico local e até mesmo regional, valendo inclusive em um
cenário nacional, para então se pensar em como utilizar estes dados para prever o
impacto que o negócio que se pretende gerir vai produzir ao entrar no mercado,
impacto este no sentido de quanto se gerará de receita e que despesas se terá, pois
segundo o professor Flávio Coutinho (site culturamix.com, 2013) “está se referindo
na verdade a um sistema econômico onde o mercado é que toma as decisões de
pra que o recurso vai ser produzido, como será fabricado e para quem servirá. Daí o
nome, porque na verdade não é uma economia do governo, mas uma em que o
comando é próprio mercado e mercador”.
Tecnicamente falando, entende-se Economia é a ciência social que estuda a
produção, distribuição, e consumo de bens e serviços. O termo economia vem do
grego para oikos (casa) e nomos (costume ou lei), daí “regras da casa (lar).” (Site O
Economista)
O Dicionário Aurélio (2005) define o termo economia como: “S.f. Organização
de uma casa, financeira e materialmente: economia doméstica. / Gestão onde a
despesa é bem proporcionada: viver com economia. / Conjunto das atividades de
uma coletividade humana, relativas à produção e ao consumo das riquezas. //
Economia concertada, sistema econômico intermediário entre a economia liberal,
que supõe ausência de qualquer intervenção estatal (salvo para velar pela livre
concorrência), S.f.pop. Dinheiro economizado: viver de suas próprias economias.”
A economia é dividida em vários segmentos* e não se pode dizer que ela é
única ou que se aplica uma única fórmula para que ela funcione como se deseja ou
se há necessidade, como veremos a seguir:

 Economia de escala;
 Economia de guerra;
 Economia de mercado;
 Economia de subsistência;
 Economia dirigida;
 Economia doméstica;
 Economia informal;

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 Economia invisível;
 Economia mista;
 Economia planificada;
 Economia política;
 Economia popular;
 Economia subterrânea;
 Economia nova; e
 Economia velha.

*Dicionário Aulete Digital, disponível em: http://aulete.uol.com.br/economia

Do mesmo modo o Dicionário Aurélio (2005) define mercado como:

S.M. Econ. - Sistema de organização econômica no qual os próprios


mecanismos naturais asseguram, independentemente de qualquer intervenção do
Estado ou dos monopólios, o equilíbrio permanente da oferta e da procura.

Em seguida demonstra-se os vários tipos de mercados que encontramos nos


mais diversos ramos de atividades*:

 Mercado aberto;
 Mercado a termo;
 Mercado comum;
 Mercado de balcão;
 Mercado de capitais;
 Mercado de futuros;
 Mercado de trabalho;
 Mercado financeiro;
 Mercado livre;
 Mercado negro;
 Mercado paralelo;
 Mercado primário; e
 Mercado secundário.

*Dicionário Aulete Digital, disponível em: http://aulete.uol.com.br/mercado

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3 A EMPRESA

A empresa apresentada objeto deste estudo é a C.C. Silva – Clínica Médica e


Laboratório (anexo I) e faz parte do segmento de prestação de serviços
especializados em saúde, como consultas médicas de diversas especialidades,
cirurgias, internações e acompanhamentos de empresas no ramo de medicina do
trabalho, além de exames para diagnóstico por imagem e laboratório de análises
clínicas.
Segmento que surge devido a necessidade de atendimento especializado
principalmente em pequenas cidades do interior, onde a população carece de
serviços médicos tanto quanto em grandes centros mas que fica carente de tal
serviço porque os centros especializados de atendimento público estão localizados
em cidades de maior porte ou nas capitais dos estados da federação.
Ela é administrada de forma geral, sendo um único proprietário que terceiriza
ou contrata serviços prestado por profissionais especializados ou não e delibera de
forma monocrática sobre toda e qualquer decisão seja ela relacionada a compras,
fechamento de contratos ou qualquer assunto pertinente à empresa
Santos (2011) descreve este tipo de administrador como administrador geral,
ou seja, administrador que atua em micro e pequenas empresas, sendo responsável
por todas ou, pelo menos, por um grupo de áreas funcionais da empresa, bem como
por todas as equipes alocadas para estas funções. Têm uma atuação mais
generalizada, que implica multiespecialização, grande vivência e formação eclética.

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4 PANORAMA ECONÔMICO/FINANCEIRO E SUA INFLUÊNCIA NO RAMO DE


ATIVIDADE

A Enciclopédia Livre Wikipédia (2012) descreve assim a economia brasileira:

A economia do Brasil tem um mercado livre e exportador. Com um PIB


nominal de 2,39 trilhões de dólares (4,14 trilhões de reais), foi classificada
como a sétima maior economia do mundo em 2011, segundo o FMI
(considerando o PIB de 2,39 trilhões de dólares, para 2012), e também a
sétima, de acordo com o Banco Mundial (considerando um PIB de 2,09
trilhões de dólares em 2010) e o World Factbook da CIA (estimando o PIB
de 2011 em 2,28 trilhões de dólares). É a segunda maior do continente
americano, atrás apenas dos Estados Unidos. Com a desvalorização do real
ocorrida em 2012, a economia voltou a ser a sétima do mundo.

Vemos então que o Brasil tem uma economia em franca expansão, entre as
maiores do planeta, porém, especificamente o que se investe no segmento saúde
pelos órgãos, secretarias e departamentos governamentais é feito de forma maciça
em hospitais e entidades públicas, com alguns repasses para entidades privadas
com convênios, firmando-se desta maneira, parcerias público-privadas.
Como tal situação influencia o mercado ao qual o ramo de atividade da
empresa ora analisada neste projeto se apresenta?
Ocorre que, como dito anteriormente, a maioria dos recursos financeiros
aplicados no segmento de empresas de atividade econômica atrelada a atividades
médicas é feito pelo governo, seja ele, federal, estadual ou municipal e fica um nicho
de mercado que se bem aproveitado gera um lucro bastante satisfatório para o
empreendedor, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, pois se aplicam altas
somas em hospitais considerados de grande porte, preferencialmente em cidades
também de grande porte, gerando assim um déficit de serviços médicos
especializados em cidades de pequeno e médio porte.
Este panorama econômico influencia assim diretamente então o segmento de
empreendimentos em empresas de atendimento médico em diversas
especialidades, pois com a omissão ou o pouco que o governo faz em relação à
saúde pública em cidades “pequenas”, cria-se como dito anteriormente o que se
pode chamar de empresas de capital privado oferecendo serviços médicos,
laboratoriais, assistindo assim a população de, tal forma que, se torna mais viável

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contratar tais serviços e pagá-los, do que se locomover à grandes centros e tentar


conseguir esse mesmo tipo de serviço médico procurando hospitais e entidades
públicas.
Torres (2004) explica tal evento descrevendo como difícil e complexa a
implantação do Sistema Único de Saúde (SUS) que se dá pela interação das três
esferas de governo e explorando pouco uma potencialidade pouco aproveitada pelo
conjunto da administração pública brasileira.

4.1 Impacto do “Problema Econômico” na Organização

Segundo a Enciclopédia Livre Wikipedia o problema econômico descrito como


teoria é visto da seguinte forma:

O problema econômico é uma das teorias econômicas fundamentais na


operação de qualquer economia. Ele propõe que existe uma escassez, que
os recursos finitos disponíveis são insuficientes para satisfazer todos os
desejos humanos. O problema então se transforma em como determinar
que será produzido e como os fatores de produção (como capital e trabalho)
deverão ser alocados. A economia gira em torno de métodos e
possibilidades de resolver o problema econômico.

Para Silva (1999) o grande desafio da humanidade é produzir bens


econômicos para satisfazer necessidades e desejos assim sendo, a C.C. Silva,
empresa do ramo de serviços médicos também se preocupa com escassez de
recursos materiais e humanos, mão de obra especializada e de equipamentos e
insumos, desenvolvendo então suas atividades com visão no futuro, agindo de forma
que se recicle o que for possível, tentando valorizar os recursos humanos que
prestam serviço na empresa, sejam eles terceirizados ou empregados diretamente,
fazendo com que se minimize o impacto que se gera com a não fidelização
funcional, com o consumo desordenado de materiais que podem ser reutilizados e
não o são e com o manejo correto e consciente de equipamentos e máquinas
necessárias ao funcionamento da empresa.
Desta maneira a C.C. Silva não está alheia a situações como pagamento
justo aos funcionários pelo serviço prestado, pesquisa de mercado e de qualidade,
média de preços dos serviços equivalentes prestados por outras empresas e a
situação econômica de um modo geral com visão em tudo que ocorre à sua volta.

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Agindo desta maneira a empresa fica “antenada” com a situação econômica e


seus problemas, podendo assim agir de forma coerente pensando em como produzir
sem déficit, sabendo quem fará parte do sistema produtivo da empresa e a quem
serão dirigidos seus produtos e serviços.

4.2 Dinâmica do Mercado e seu Impacto na Organização

Para considerar a dinâmica do mercado, primeiro vamos compreender o que


é demanda de mercado.
Para Vasconcellos (2002) demanda de mercado, a mesma é definida pela
quantidade de determinado bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir,
num dado período. É considerada como um fluxo, pois deve ser determinada em um
certo período de tempo.
Para Silva (1999), o interesse individual do lucro é o que move os agentes
econômicos ofertantes (empresas), o motivo para o consumo e o poder de compra
do demandante (consumidor) são pré-requisitos para que exista demanda e a
quantidade de bens procurados é inversamente proporcional aos preços, ou seja,
quanto menor o preço, maior a demanda.
Com base nesta dinâmica de mercado a C.C. Silva trabalha tentando oferecer
serviços médicos de qualidade com preços atraentes e competitivos em relação aos
concorrentes procurando englobar a demanda de serviço com qualidade sempre
tentando fidelizar seus usuários tornando-se desta forma uma empresa que sai à
frente da sua concorrência já que não se consegue monopolizar determinado
segmento quando há diversas empresas no mesmo ramo ou atividade, como
descrito no Livro Economia e Mercado da Professora Vanete Lopes Donegá dos
cursos superiores de gestão da Universidade Paulista*:

A concorrência perfeita ou pura caracteriza-se pela existência de um grande


número de produtores (firmas), de tal maneira que uma empresa
isoladamente não consiga interferir nos níveis de oferta do mercado, e não
tenha, portanto, poder para determinar os preços de equilíbrio.

*Livro texto Economia e Mercado – UNIP Interativa página 61

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4.3 Variáveis Macroeconômicas, Interdependências e Suas


Consequências na Empresa

As variáveis macroeconômicas afetam diretamente com maior ou menor grau


de impacto todas as empresas, não se pode deixar de citar como exemplo, a
inflação e o salário, principalmente o mínimo que é fixado por força de lei.
É certo afirmar, por exemplo, que com o controle da inflação, os gastos com
insumos e matéria-prima deixaram de impactar de forma negativa os orçamentos
das empresas, repassando assim esse benefício para o consumidor final, gerando
uma consequência positiva.
Para Vasconcellos (2002) as metas da política macroeconômica são:
a) alto nível de emprego;
b) estabilidade de preços;
c) distribuição de renda socialmente justa;
d) crescimento econômico.

Pode-se dizer, então, que emprego, preço, distribuição de renda e


crescimento econômico estão intrinsecamente ligadas, pois pode concluir-se que
seguindo a ordem decrescente da descrição de Vasconcellos, é certo que o
crescimento econômico leva à uma melhor distribuição de renda, gerando assim
maior consumo, levando a estabilidade de preços, gerando como consequência um
alto nível de emprego.
Seriam então utópicas as metas descritas pelo autor Marco Antonio S. de
Vasconcellos?
É correto dizer que não, pois o mesmo autor cita que ao estudar e procurar
relacionar os grandes agregados, a macroeconomia não analisa em profundidade o
comportamento das unidades econômicas individuais, tais como famílias e firmas, a
fixação de preços nos mercados específicos, os efeitos de oligopólios em mercados
individuais etc. Essas são preocupações da Microeconomia. A Macroeconomia trata
os mercados de forma global (Vasconcellos, 2002, pág. 187).
Percebe-se assim que, salários, impostos, juros, câmbio e oferta de moeda
tratados na macroeconomia, têm impacto sim, também na microeconomia, fazendo
assim com que empresas ajam tentando minimizar custos, sem impactar
negativamente nos salários de seus funcionários e principalmente na qualidade dos

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produtos e serviços prestados e/ou oferecidos por essas empresas.


Verifica-se, desta maneira, que a interdependência entre macro e
microeconomia e suas vertentes fica clara quando observa-se a economia de um
modo sem tentativas de manipulações, observando e trabalhando-se de modo local,
reduzindo gastos e impactos financeiros locais, mas de olho na economia global,
pois hoje a interdependência econômica é fato e não se pode fechar os olhos para a
realidade da situação financeira e seus impactos a nível mundial, nacional, estadual
e principalmente local.

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5 MATEMÁTICA APLICADA

No site da Enciclopédia Livre Wikipédia, encontra-se o seguinte texto para se


tentar explicar a utilidade matemática aplicada às empresas e aos negócios por elas
geridos:

Matemática aplicada considera o uso de ferramentas abstratas de


matemática para resolver problemas concretos na ciência, negócios e
outras áreas. Um importante campo na matemática aplicada é a estatística,
que usa a teoria das probabilidades como uma ferramenta e permite a
descrição, análise e predição de fenômenos onde as chances tem um papel
fundamental. Muitos estudos de experimentação, acompanhamento e
observação requerem um uso de estatísticas.

Pode-se citar algumas que se destacam devido à sua maior aplicabilidade no


ramo da administração de empresas e negócios, como:
 Matemática Financeira;
 Análise Numérica;
 Funções Aplicadas;
 Estatística;
 Cálculos de Juros (porcentagem), e
 Regras de 3 simples ou compostas, entre tantas outras.

A matemática é usada como uma ferramenta essencial em muitas áreas do


conhecimento, tais como engenharia, medicina, física, química, biologia, e ciências
sociais. Matemática aplicada, ramo da matemática que se ocupa de aplicações do
conhecimento matemático em outras áreas do conhecimento, às vezes leva ao
desenvolvimento de um novo ramo, como aconteceu com Estatística (Wikipédia,
2012).

5.1 Aplicação da Matemática na Empresa

No setor de contabilidade da empresa, utiliza-se de várias fórmulas de


cálculos, que vão desde custos de aquisição de materiais, insumos e equipamentos
a cálculos de horas trabalhadas para folha de pagamento, pagamento de horas
extras e é claro calcula-se também margem de lucro dos serviços prestados, que
vão desde o preço da consulta feito através de tomada de preços da concorrência,
até a porcentagem de ganho em procedimentos e administração de medicamentos
(dose individual).

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Não se pode deixar de citar que na área médica a matemática também é


amplamente utilizada não só financeiramente, mas é utilizada principalmente
em cálculos de doses de medicamentos, gotejamento de soros e intervalo de
administração de doses calculadas em horas prescritas.

Como exemplo de matemática aplicada à empresa, utiliza-se por exemplo a


margem de lucro de 45% sobre as doses de medicamentos prescritos, e uma
margem de lucro de 60% sobre a utilização de insumos como seringas por exemplo.

No caso do cálculo de porcentagem pode-se dar como exemplo um frasco de


Ampicilina 1g injetável é adquirido pelo valor de R$ 2,00, calcula-se sobre o valor um
lucro de 45%, ou seja:

2,00 x 0.45= 0,90

Sendo R$ 2,00 o custo do produto, 45% a margem de lucro, equivalente no


cálculo a R$ 0,90, cobrando-se do consumidor o valor final do frasco do
medicamento o valor de R$ 2,90.

Claro que este é um exemplo simples de como se utiliza, além de que


imbutido ao custo final do consumidor deverá ser acrescido custos com mão de
obra, insumos, consumo de energia, água, aluguel.

Outra fórmula matemática bastante utilizada na empresa é a regra de 3


simples, principalmente pela equipe de enfermagem no cálculos de doses de
medicamento a serem administradas, citando como exemplo a prescrição de 250mg
do medicamento Ampicilina injetável, e na unidade encontra-se frascos de 1000mg
para serem diluídos em 4 ml de solução, faz-se então o seguinte cálculo utilizando-
se da regra de 3 simples:

1000mg --------------------- 4 ml
250mg --------------------- x
x = 250 . 4 x= 1000 = 1ml
1000 1000

Portanto, administrando-se 1 ml da solução do medicamento se terá a dose


prescrita pelo médico que foi de 250 mg.

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Utiliza-se também a matemática aplicada como parâmetro para tomada de


decisões, pesquisas de mercado, onde se analisam os preços praticados pela
concorrência e procurando cortar ou diminuir gastos ou até mesmo a margem de
lucro, oferecendo assim um bom desconto, tentando-se assim, conquistar o cliente.

Citando como exemplo, podemos dizer que o preço convencional de uma


consulta para um ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) fica no valor de R$ 30,00,
porém se uma empresa deseja passar todos os seus empregados pelo exame
médico, faz-se um desconto de 10% acima de 10 exames médicos.

Exemplo: 01 atestado = R$ 30,00 - 10 atestados sem desconto = R$ 300,00

Porém se os 10 atestados forem para uma mesma empresa aplicando-se o


desconto de 10%, fica: R$ 300,00 – 10% = R$ 270,00

Cálculo: 300 x 0.10 = 30

Sendo 300 reais o total sem desconto, 30 reais o desconto de 10% e 270 reais o
valor final com o desconto.

Como foi visto e demonstrado, a matemática é uma importante ferramenta


para qualquer gestor que queira desenvolver um bom trabalho em empresas de
qualquer segmento, pois ela se aplica não só à parte propriamente dita financeira da
empresa, mas também ao cotidiano de todas as pessoas e todas as profissões.

5.2 A Importância da Matemática para o Administrador

Para Assis (2009) no mundo agitado e competitivo de hoje as empresas


enfrentam inúmeros problemas e desafios, cujas soluções quase sempre são
complexas exigindo do administrdor conhecimento, flexibilidade e habilidade, pois
com o mercado de trabalho requisitando profissionais que devam atender a novos
padrões de qualidade e modernidade, o conhecimento se mostra fundamental, pois
sem uma administração competente os rumos de uma empresa podem ter como
conseqüência, a perda de espaço no mercado, a diminuição de seus lucros ou até
mesmo a falência.

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6 COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Garcia (2011) define como comunicação empresarial:

A comunicação empresarial envolve todas as ferramentas de comunicação,


escolhidas especialmente para cada um dos públicos a serem trabalhados.
Observe que se trata de uma atividade multidisciplinar e que, só por essa
razão, já apresentaria bom grau de dificuldade para ser levada a cabo.

Porém, é correto afirmar que a comunicação empresarial não pode ser


considerada apenas uma definição de dicionário. Ou seja, simplesmente como ‘um
conjunto de métodos e técnicas de Comunicação dentro da empresa dirigida ao
público interno (funcionários) e ao público externo (clientes, fornecedores,
consumidores, etc)’. Até porque definições como essas precisam ser sempre
revistas em função das mudanças da sociedade e do ambiente empresarial.
(Jornalista e escritor Paulo Nassar (1995).

Hoje em dia pode-se afirmar com certeza que uma empresa, seja ela de
qualquer segmento, não pode viver alheia aos tipos de comunicações existentes e
disponíveis no mercado, citando como exemplo o marketing e o endomarketing.

É correto afirmar que uma empresa não vive sem o marketing, porém com
toda certeza pode-se afirmar que da mesma maneira o endomarketing vai fazê-la
alçar voos muito mais longos e mais altos, porém sempre se atentando que o
endomarketing nada mais é do que uma estratégia bem utilizada e ligada
diretamente a gestão de recursos humanos da empresa.
Para Gaudêncio Torquato (1985), “a comunicação é um processo que se
divide em duas etapas, a primeira de transmissão da mensagem; a segunda, de
recuperação, necessária para o controle de recuperação da fonte (...) São estes os
fatores que estão à disposição das organizações para o ordenamento e
cumprimento de metas e objetivos.”
Este capítulo, portanto, tratará, como já visto, do assunto tipos de
comunicação utilizadas na empresa C.C. Silva descrevendo como se utilizam as
diversas formas de se comunicar, formal e informalmente, fluxo de comunicação,
como é feito a parte de marketing e como a empresa se integra ao moderno e
dinâmico mercado hoje existente.

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6.1 Comunicação Interna e Externa da Empresa

A empresa C.C. Silva não segue um método ortodoxo de comunicação


empresarial como descrito por Torquato (1985, pág. 111) que diz que, o
planejamento das estratégias e programas e projetos de comunicação empresarial
requer uma minuciosa leitura do meio ambiente e que ocorrem em grave erro os
comunicadores e profissionais que planejam suas atividades sem atentarem para
este fato de extrema relevância.
A comunicação da empresa dar-se internamente, basicamente por telefone e
emails, porém tais veículos de comunicação tem que ser monitorados, pois segundo
Garcia (apud Furlan, 2007) “as empresas podem sofrer problemas judiciais que
podem ser trazidos pelos funcionários, tais como: spam enviados utilizando o e-mail
da empresa (e-mail corporativo), deixando assim a empresa responsável pelo envio
do e-mail, instalação de software pirata e até a falta de ética do funcionário em
transferir informações da empresa a terceiros”.
Não existindo formalmente memorando, ofícios ou requerimentos, a empresa
deixa de demonstrar organização e metodologia de trabalho com coerência,
limitando-se arquivar somente correspondências recebidas, além de contratos de
prestação de serviço. Já a comunicação externa, se dá através de veiculação em
mídias impressas e de rádio, por se tratar de uma cidade de pequeno porte, não
havendo necessidade de um marketing maciço, ou seja, praticamente o comercial é
feito no chamado “boca a boca”.
Relatórios são feitos de forma mensal mais ao nível de contabilidade e quanto
a comunicação por cartas comerciais, são enviadas à empresas do ramo
agropecuário com um número maior de funcionários (acima de cem empregados)
cartas em papel timbrado oferecendo seus serviços de medicina do trabalho, além
de se tentar convênios com tais empresas.
A comunicação interpessoal no trabalho em equipe é feito de modo
extremamente informal, de modo que se deixa até mesmo de se resguardar uma
certa hierarquia que deveria existir, como em qualquer empresa.

6.2 Estrutura da Função da Comunicação na Empresa

Como dito no capítulo anterior, toda a comunicação da empresa é feita


praticamente de modo informal, o que deixa de certo modo até difícil de se analisar

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este tópico, pois não existe a figura do porta-voz, atribuições específicas para o
papel de responsável pela comunicação empresarial na companhia, ficando a cargo
do proprietário, que administra de forma geral, delegar a quem lhe convier que se
faça a vez de porta-voz.
A empresa se limita a ter contratada uma secretária/recepcionista que de
certo modo acaba respondendo por quase toda a comunicação da empresa, fato
que leva-se a acreditar que a empresa trabalha de forma errônea especificamente
neste tópico, pois segundo a Enciclopédia Livre *Wikipédia “Comunicação interna é
a função responsável pela comunicação efetiva entre integrantes de uma
organização. Setor relativamente jovem, a comunicação interna baseia-se nas
teorias e práticas de profissões relacionadas, como jornalismo, relações públicas,
marketing e recursos humanos, entre outras.”
*Wikipédia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunica%C3%A7%C3%A3o_interna>

6.3 Importância e Planejamento da Comunicação na Empresa

O líder informal se impõe com naturalidade e conquista respeito e admiração


dos companheiros pelo simples fato de ser completamente natural e autêntico. É
uma pessoa comum, com extraordinário brilho pessoal, fruto de inteligência, de
comportamento ético, de domínio técnico, de ótimo relacionamento interpessoal
(TORQUATO, 2002; p. 193), assim sendo, a empresa dá a impressão que por ser
extremamente informal o sistema de comunicação interno da empresa é pouco
efetivo e a comunicação externa, todos acreditam que o negócio “vai para a frente”
se todos se derem bem de maneira pessoal, não gerando assim divergências
profissionais, pois a pouca comunicação que há na empresa é feita de forma
vertical, ou seja, de cima pra baixo, partindo da premissa do ditado popular que diz
que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”.
Porém o mesmo autor descreve assim o líder informal:
O líder informal é uma pessoa flexível, que incorpora os ideais da
coletividade, cristalizando sentimentos, canalizando aspirações e
interesses grupais. Suas qualidades de comunicação são
apreciáveis, pois além das expressões adequadas no relacionamento
grupal, ele possui reconhecimento e capacidade para ouvir e
silenciar os bons conhecimentos a respeito dos códigos da empresa
(TORQUATO, 2002; p. 194).

Acredita-se que a empresa há que se repensar seu modo de comunicar-se.

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6.4 Participação e Preocupação Institucional

A empresa C.C. Silva, não demonstrou através de seu proprietário qualquer


tipo de participação ou preocupação institucional, ficando assim difícil falar sobre tal
tópico, se limitando apenas a dissertar sobre o que é o tema do capítulo.
Segundo o site Wikipédia “Até os anos 80 a utilização do marketing
institucional estava restrita à forma de promover corporativamente uma empresa e
sua marca, sem o objetivo de venda, ou lançamento de produtos e serviços.”,
portanto, participação institucional pode ser definida como aquela onde o
patrocinador entra divulgando apenas seu nome sem falar nos produtos... Só para
marcar presença.
Portanto a participação e a preocupação institucional tem o intuito de passar
uma imagem de confiança da empresa para os consumidores, digamos como que
“polindo” a imagem da companhia junto ao público-alvo.
Infelizmente a empresa alvo deste projeto não utiliza-se deste recurso.

6.5 Fluxo das Comunicações

O fluxo das comunicações na empresa é muito restrito, e sempre de forma


descendente, não se aceitando por parte do proprietário que funcionários deleguem
alguma atividade que foi indicada para si e até mesmo sugiram soluções para
eventuais transtornos ou desavenças. Não há comunicação ascendente.
Na comunicação horizontal, não há muito o que se comentar sobre a
empresa, pois como dito em capítulo anterior os funcionários trabalham no sistema
de somente cumprir o que lhes foi incumbido, apesar de Garcia (2011, pág. 57)
afirmar que “Comunicação lateral e informal: é feita entre os departamentos de uma
organização, geralmente seguindo o fluxo do trabalho, proporcionando um canal
direto para a coordenação e para a solução dos problemas”
Segundo Bateman e Snell (1998, pág. 143), “esses três tipos de comunicação
devem ocorrer de maneira clara dentro da organização, muitas vezes chamada de
administração da comunicação “livro aberto”. Isso é muito importante para empresa,
pois as informações obtidas podem amenizar controvérsias”. Assim, a comunicação
de forma clara e precisa, sempre tem que estar presente dentro da empresa,
melhorando o convívio entre as pessoas tornando mais amigáveis e aptas a
absorção de opiniões das outras pessoas da equipe”.

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7 Conclusão

Fazendo-se uma análise da pesquisa, correlacionando-se dados coletados e


aplicando-se a estes dados a ligação teórica-prática, pôde se perceber que a
empresa está bem inserida no mercado quando se fala de economia e mercado,
pois é aplicado de forma correta todas as teorias administrativas relativas à sistema
econômico, demanda, oferta, equilíbrio de mercado, além de se analisar o impacto
do “problema econômico” (Donegá, 2011).

Do ponto de vista da disciplina matemática aplicada, verificou-se um eficiente


sistema matemático empregado na empresa, pois conta com acessória contábil,
fundamental para a sobrevivência de qualquer empresa, pois segundo Oliveira
(2009) “A assessoria contábil pode reduzir os índices de mortalidade das empresas
que, no primeiro ano, chega a 30%, segundo estatísticas. ''O papel de um
contabilista dentro de uma empresa vai além de lidar com o fisco, mas
principalmente gerar informações para que os empresários tomem decisões
acertadas''. Além de que no ambiente interno da empresa, os funcionários muito
bem qualificados, executam cálculos matemáticos constantemente, quer seja pra
administração de medicamentos, quer seja para cálculos de gastos com despesas,
gerando assim equilíbrio na complicada balança receita-despesa.

Percebeu-se, porém que infelizmente, que do ponto de vista do assunto


comunicação empresarial a empresa peca em todos os sentidos, não executando na
prática a comunicação empresariam em toda sua essência e pode assim ser
descrita: “...há também uma leva de empresários, com visão apenas administrativa e
de lucro, que considera a comunicação como algo secundário ao seu negócio. Essa
postura não tem contribuído muito para ampliar o aumento da compreensão entre as
pessoas e para facilitar a solução de conflitos, quase sempre proporcionados pela
falta de comunicação”. (Garcia, 2011).
Conclui-se assim este projeto acreditando que a empresa pesquisada, vai
bem no que tange aos assuntos economia e mercado e matemática aplicada, mas
tem que se melhorar, e muito, no tema comunicação empresarial, tornando-se assim
mais competitiva, organizada e bem relacionada internamente e externamente, ou
seja, bem vista tanto pelos seus funcionários, como pelos clientes e usuários dos
serviços prestados pela C.C. Silva – Clínica Médica e Laboratório.

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21

- REFERÊNCIAS

- Araújo, Antonio P. Educação matemática: importância, problemas e


conseqüências. Introdução à Teoria Geral da Administração, 7ª edição, São
Paulo: Editora Campus, 2004.

- Artigo do Professor Flávio Coutinho, publicado no site Culturamix.Com disponível


em: <http://economia.culturamix.com/mercado/economia-de-mercado>. Acesso em:
29 Abr. 2013.

- Artigo publicado no site o economista.com disponível em:


<http://www.oeconomista.com.br/conceito-de-economia/> Acesso em: 03 Mai. 2013.

- Artigo do Administrador Leandro Assis, publicado no site administradores.com.br


disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/matematica-
aplicada-na-administracao/30545/ >. Acesso em: 22 Mai. 2013.

- Artigo do professor Guilherme Lima Moura publicado no site Letras.ufscar


disponível em:
<http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao03/ensaios_colaborador.php>.
Acesso em: 24 Mai. 2013.

- Artigo do Jornalista Paulo Nassar publicado no site comunicação empresarial,


disponível em: <http://comunicacaoempresarialecoaching.wordpress.com/definicao-
de-comunicacao-empresarial/>. Acesso em: 27 Mai. 2013.

- BATEMAN, T. S.; SNELL, S. A. Administração – Construindo Vantagem


Competitiva. São Paulo: Editora Atlas, 1998.

- Brasil, Secretaria da Fazenda, Receita Federal, Cadastro Nacional de Pessoas


Jurídicas, disponível em:
<http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoajuridica/cnpj/cnpjreva/cnpjreva_solicitacao
.asp.>. Acesso em: 24 Abr. 2013.

- Dicionário Aulete Digital, disponível em: <http://aulete.uol.com.br>. Acesso em:


16 Mai. 2013.

- Dicionário Aurélio, 5ª Edição, Editora Positivo, 2005

- Donegá, Vanete Lopes, Livro Texto Economia e Mercado – Cursos de Gestão


UNIP Interativa, São Paulo: Editora Sol, 2011.

- Enciclopédia Digital Livre Wikipédia, disponível em: <http://pt.wikipedia.org/>

- Gaudêncio Torquato, Francisco, Comunicação Empresarial / Comunicação


Institucional, 6ª Edição, São Paulo, Editora Summus, 1985.

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22

- Garcia, Solimar, Livro Texto Comunicação Empresarial – Cursos de Gestão Unip


Interativa, São Paulo: Editora Sol, 2011.

- GREMAUD, Amaury Patrick de, et. tal. Economia Brasileira Contemporânea, 7ª


Edição, São Paulo: Editora Atlas, 2010.

- Santos, Livaldo dos, Livro Texto Fundamentos da Administração – Cursos de


Gestão UNIP Interativa, São Paulo: Editora Sol, 2011.

- SILVA, F. G. DA. JORGE, F. T. Economia Aplicada, São Paulo: Futura, 1999.


Cap. 2 p.47-89 (Apresentação em Microsoft Office PowerPoint).

- Site Acessoria Contábil, disponível em:


<http://www.plumascontabil.com.br/Informativo/postosgasolina/200901assessoria_co
ntabil_e_fundamental_na_empresa.aspx>. Acesso em: 28 Mai. 2013.

- VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro. 3ª.


Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

- Torres, Marcelo Douglas de Figueiredo, Estado, democracia e administração


pública no Brasil, 1ª Edição, Rio de Janeiro, Editora FGV, 2004

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23

- ANEXO

Anexo I – Inscrição CNPJ da Empresa junto à Receita Federal

Fonte: http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoajuridica/cnpj/cnpjreva/cnpjreva_solicitacao.asp

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