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Terça-feira, 14 de Julho de 2015 III Série- N.

° 134

f DIÁRIO M IMffl
frNQ O LA ÓRGÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA
Preço deste número - Kz: 970,00
"'Tod? a correspondência, quer oficial, quer. ASSINATURA O preço de cada linha publicada nos Diários
Klativa a anúncio e ’ assinaturas do «Diário da República 1." e 2.a serie é dc Kz: 75.00 e para
Ano
República», deve ser dirigida à Imprensa
As três séries .......... ............ Kz: 470 615.00 a 3? série Kz:. 95.00, acrescido do respectivo
Xacional - E.P., em Luanda, Rua Henrique de
A 1 .a série ............. 1..... ... Kz: 277 900.00 imposto do selo, dependendo a publicação da
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A 2.a série \..... :.............. Kz: 145 500.00 3.“ série de depósito prévio a efectuar na tesouraria
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À 3.” série ........................ Kz: 115 470.00 da Imprenáa Nacional - E. P.
«Imprensa».
Organizações Madalena Yongo, Limitada.
SUMÁRIO Tic-Timc, Limitada. . t
Cooperativa dc Pesca Artcsanal Marítima Continental Txissopa,
Ango Alafrah, Limitada.
S.C.R.L. LJCS (SU), Limitada.
□fivela Investimentos, Limitada. Cooperativa dc Exploração Mineira Zovo Ericson, S. C. R. L.
Ponto Branco Empreendimentos (SU), Limitada.
Benergy, S. A.
GEMCORP— Global Emcrging Markets, S. A.
Organizações Morais dc Castro (SU), Limitada. .
LOIDYSMIN — Investiment, Limitada.
Lisolang Empreendimentos, S. A.
MAEG AFR1K — Gestão de Projectos c Construções, Limitada.
Dunyx (SU), Limitada.
Biajama, Limitada.
TopCriticai Talent, Limitada. .
Grupo Mdolozi-C. (SU), Limitada.
Esperança da Arte (SU), Limitada. Exxomcd, Limitada.
SONALK — Serviços (SU), Limitada. Patronus Services, Limitada.
CLOBO VOCACIONAL — Consultoria c Serviços, Limitada. Rootoil, Limitada.
LDLONDA — Construtora, Limitada. Nabcira Multiserviccs, Limitada.
MADALENA FLOR — Empreendimento, Limitada. NKK & Prestígios, Limitada.
ERC, FLORES — Prestação dc Serviços, Limitada. Gilnu, Limitada.
S. M. F. C. — Serralharia, Limitada.
GALMOsa—Comercial, Limitada.
Soshclcia (SU), Limitada.
Or?anizações Kãmuxila, Limitada.
Grupo Triângulo do Mar, S. A.
Ferreira, Limitada. < . . Quinta Agropecuária Salussequc c Filhos, Limitada.
CruP° Gerson & Buiti, Limitada.
Associação Sábados Ecológicos.
Limitada. Alvat Service, Limitada.
lptrc«nlro,S.A.
Inovatcl, Limitada.
^COKUMBI — Comunicação (SU), Limitada; Sangoma & Filhos, Limitada.
C"*rativa dc Exploração Artcsanal & Scmi-lndustrial dc Diamantes Rcsc & Filhos, Limitada.
R’inha Nginga Ndango, S. C. R, L. Valcntim Bamabc & Filhos, Limitada.
Fernando, Luciana & Filhos, Limitada.
Ial>vas c Multiplicidades, Limitada. . ,
MATCHI — Empreendimentos, Limitada. -
0 lnvcsl|mcntos, Limitada.
Vifran, Limitada.
dações Almeida Farinha, Limitada.
. Elizamar & Filhos, Limitada.
c^Í0NaM Limitada. * , ■ >
Rcctifiçação:
r^llna dos Santos & Filhos, Limitada.
«Aomajeiigo Imobiliário (SU), Limitada».
,Limitada. Conservatória dos Registos da Comarca de Cabinda.
'^A
k,/'^^nsitários, Limitada.
«Luís Filipe Cafi».
r'nitc In
* Conscrvaíórip do Registo Comercial da 2.a Secção do Guiché Único
u Crnational, Limitada.

da Empresa.
(.""'«tação, Limitada. «E. O. J. M. — Prestação dc Serviços».

Limitada.
11614
—^22^^
Segundo: — Sara Leonor Marques Catito, S0|te-
Conservatória do Registo Comercia! do Huambo.
ral de Katchiungo, Província do Huambo, titular
«Celestino Adelino». de Identidade n.° 000457578H0034, emitido eni°lB'lt’eie
«Aníbal do Nascimento».
Conservatória do Registo Comercial do Huambo — SIAC. aos 22 de Julho de 2001, residente na Casa n.° 735
Bairro Benfica, Samba/Luanda; ' ' °"a3.
«Rodrigues Muakayengue Chipola».
«Norberto Vungoka». Terceiro: — Wilson Manuel Cabongo, solteiro
Conservatória do Registo Comerciai dc Luanda. ' da Ingombota, Província de Luanda, titular do
. «C. Z. B. — Comercial».
Identidade n.° 000056739LA015, emitido em Luar/^ *
«Maia Mputu Lopes». 22 de Julho de 2002, residente na Casa n.° 168, ZOn
«Nazaré Ana Vicente».
Bairro Benfica, Samba/Luanda; .
«Maria de Fátima António Tomé Manuel».
Quarto: — Elba Sarita Marques Mufungueno, S0|
•' «Titus Okpalugo».
Conservatória dos Registos da Comarca dc Malanje.
téira, natural da Província do Huambo, titular do Bilhet
«Fazenda Agro-Pecuária de Adão António Pedro».. de Identidade n.° 002590811HO036, emitido em Luanda,
«Agostinho Quissanga Gonga». aos 23 de Fevereiro de 2007, residente na Zona 3, Bairro
«Alice de Fátima Bernardo Esteves». Benfica, Samba/Luanda;
Conservatória do Registo Comercial do SIAC -r Zango. Verifiquei e certifico a identidade dos outorgantes em
«Henrique da Silva». face dos seus documentos supramencionados.
«TIAGO CRISTOVÃO MANDANDI MUTI — Comércio Geral-
. E, pór eles foi dito: , ’
e Prestação de Serviços». •.
Que, pela presente escritura, constituem entre eles uma
«Miguel Estevão João».
empresa denominada «Cooperativa de Pesca Artesanai
«Manuel Pedro Faria».
«C. M.AL. O— Comercial». . • *
Marítima e Continental Txissopa, SCRL», com sede na
«VICTÓRIA JOSÉ LEOPOLDO — Comércio e Prestação Lunda-Norte, no Bairro Estufa, Cidade do Dundo, Município
de Serviços». do Chitato.
Conservatória dos Registos da Lunda-Sul/Saurimo. Que, a Cooperativa tem por objecto social o estipulado
«Domingos Fernando». no artigo 3.° do estatuto, e possui o capital social do mon­
Loja dos Registos do Kilamba Kiaxi — Luanda. tante de Kz: í00.000,00 (cem mil kwanzas) artigo-5.° do
«Neusa Marinela Grande da Silva de Almeida», estatuto.
Conservatória dos Registos da Comarca de Cabinda. Que, esta Cooperativa vai reger-se pelo respectivo esta­
«José Victor António Fernandes». tuto, que faz parte .integrante desta escritura, que é um
Conservatória do Registo Comercial da 2." Secção do Guiché Único documento elaborado em separado, nos termos do n. 2 do
da Empresa — Nosso Centro. artigo 78.° do Código do Notariado, com a redacção que lhe
«Inácio Bungo Desire — Comércio a Retalho». foi dada pelo artigo 55.° da Lei n.° 1797, de 17 de Janeiro,
, cujo conteúdo eles outorgantes têm perfeito conhecimento,
pelo que, é dispensada a sua leitura. Assim o disseram
Cooperativa de Pesca Artesanai Marítima Continental
outorgaram.
. Txissopa, SCRL
Instruem este acto:
a) Certificado de admissibilidade, emitido .P
Certifico que, com início a folhas n.° 69, verso, do livro
Ficheiro Central dás Denominações Socia^
de notas para escrituras diversas n.° 1/2008, do Cartório
Notarial da Lunda-Norte no Dundo cargo da Notária Maria' Ministério da Justiça, aos 6 de Agosto de -
da Conceição Ngusso Miranda, Notária do referido Cartório, Documento complementar que atrás se ez a
encontra-se lavrada uma escritura cujo teor é o seguinte: c) Lista nominal dos cooperadores fundadores,
Constituição da «Cooperativa de Pescas Artesanai d) Comprovativo do depósito de capital socia &
Marítima e Continental Txissopa, SCRL». Aos outorgantes e na presença simultânea de to
No dia 11 de Setembro de 2008, nesta Cidade do Dundo e no em voz alta a leitura desta escritura e a explica<?a0 u^|ica-
Cartório Notarial da Lunda-Norte no Dundo, a cargo de Maria conteúdo, bem como adverti $obre a necessidade da P
da Conceição Ngusso Miranda, Notária do referido Cartório,
ção do Diário da República. ' ' . | e que
compareceram como outorgantes abaixo identificados: É certidão que fiz extrair vai conforme o origin
Primeiro: — Domingos Mufungueno Cabongo, sol­
me reporto.
teiro, natural de Cassanguidi, Município do Cambulo,
Registado sob n.° 01/2008. - Qo^áe
de
Província da Lunda-Norte, titular do Bilhete
* Identidade Cartório Notarial da Lunda-Norte, no Dundo,
n.° 2581078, emitido no Dundo, aos 4 de Abril de 2003, resi­ Agosto de 2008. —- A Noztária, Maria da Conc^
dente no Centro-Urbano da Cidade do Dundo-Chitato;
Miranda.
5ÉP-|RX^°’34~~ PE l4DEJULHC>DE20|5
11615

ESTATUTO DA
. 2. Exigência:
cooperativa DE PESCA ARTESANAL
Não serão exigíveis prestações suplementares de capital,
maRítima e continental txissopa, scrl
' ARTIGO I.»
mas os sócios poderão fazer a cooperativa os suplementos
(Denominação) de que ela necessitar mediante os juros e nas condições que
estipularem.
Cooperat>va adopta a denominação de «Cooperativa
pesca Artcsanal Marítima Continental Txissopa, SCRL»,' ARTIGO 6.°
(Quotas)
simplesmente «Cooperativa Txissopa».
A sessão de quotas é livre, mas quando feita a estranhos
■ ARTIGO 2.°
(Sede)
fica dependente do consentimento da sociedade, a qual é
sempre reservado o direito de preferência, ao Presidente da
A Cooperativa tem como sede no Bairro Estufa, Cidade
Cooperativa.
joDundo, Município do Chitato, Província da Lunda-Norte,
ARTIGO 7.°
podendo aderir filiais dentro do território nacional; ou onde
(Gerência)
convenha aos negócios sociais da Cooperativa.
A gestão e administração da Cooperativa é representada
ARTIGO 3.°
pelo Conselho de Administração eleita em Assembleia Geral
(Objecto)
que desde já são considerados os-responsáveis máximos da
A Cooperativa tem, como objecto social a agricultura, Cooperativa os seguintes elementos:
pescas, comércio geral, e indústria alimentar, hotelaria,
a) Domingos Mufunguéno Cabongo;
turismo, importação e exportação, prestação de serviços na
• 1 b) Sara Leonor Marques Catito;
área de engenharia, projectos, fiscalização de obras, estradas,
ç) Wilson Manuel Cabongo;
arquitectura, obras públicas, pontes, consultoria, educação,
d) Elba Sarita Marques Mufunguéno;
venda de viaturas, saúde, modas e confecções, segurança
e) Azenrldo Gonzaga Marques Mufunguéno;
privada, serviços de protecção, informática, plastificação
j) Stilson Catito Marques Mufunguéno;
e cópia de documentos, gráfica, encadernação de livros e
g) Adriano Neto Marques Mufunguéno;
cadernos, comercialização de consumiveis de escritórios,
h) Ednise Olinda Marques Mufunguéno;
vendas de telefones, construção civil, vendas de combus­
i) Samuel Domingos Marques Mufunguéno; .
tíveis, lubrificantes, gás e outros derivados de petróleo,
j) Odair Pedro Marques Mufunguéno.
exploração mineira, farmácia, agencia de viagem, trans­
1. Foi eleito o Presidente da Cooperativa Domingos
porte, silvicultura, imobiliária, venda de material escolar,
Mufunguéno Cabongo.
decoração, salão de beleza, jardinagem, panificação e gela-
2. É Presidente da Cooperativa, Domingos Mufunguéno
daria, telecomunicações, venda de telefones, publicidade
Cabongo que bastando a sua assinatura para obrigar válida a
emarketing, podendo a Cooperativa dedicar-se a qualquer
Cooperativa em todos os seus actos e contratos.
outro ramo de actividade desde que os sócios acordem e seja
ARTIGO 8.°
I Pemiitido por lei.
(Amortizações)
ARTIGO 4.° A Cooperativa competirá p direito de amortizar as acções
(Duração)
*de qualquer membro ou quando sobre ela recair penhora ou
A duração da sociedade será por tempo indeterminado,
qualquer providência cautelar, ou ainda acções do membro
c°utando o seu início para todos os efeitos legais a partir da
que de futuro individualmente ou associado com outrem
da celebração da presente escritura.
venha exercer outros ramos de negócios iguais ou semelhan­
ARTIGO 5.° tes do exercício da cooperativa.
(Capital social)
ARTIGO 9.°
|n 0 capita social da Cooperativa é de Kz: 100.000,00, (Reuniões)
Wmente representado em dinheiro e dividido por 10
As Assembleias Gerais quando a lei não preserva outras
vai sendo: Domingos Munfungueno Cabongo, com formalidades, serão convocadas por meio de cartas regista­
Orde Kz: 50.000,00; Sara Leonor Marques Catito, com
das ou convocatória fixada na vitrina dirigida aos membros
• lo-000,00; Wilson Manuel Cabongo,.com Kz: 5.000,00;
com pelo menos 15 dias de antecedência. Se qualquer um
. Sarita Marques Mufunguéno com Kz: 5.000,00, dos seus membros estiver ausente da sede, 5 dias serão sufi­
G 8on Manuel Cabongo/ com Kz: 5.000,00; Azenildo
cientes para que ele possa comparecer.
Cai;^9 Marques Mufunguéno, com Kz: 5.000,00, Stilson
artigo io.°
Net ^ar9ues Mufunguéno, com Kz: 5.000,00, Adriano (Lucros)
0|jn, arcltiés Mufunguéno, com Kz: 5.000,00, Ednize
Os lucros líquidos apurados depois de deduzidas as per­
C Marws Mufunguéno, com Kz: 5.000,00; Samuel
centagens legais para o fundo de reserva e funcionamento e
Pedr0 /°S Marque Munfungueno, com Kz: 5.000,00 e outras previstas no regulamento ou com destinos especifica­
ar9ties Mufungeno com Kz: 5:000,00.
11616

Segundo: — Magda Claudeth Chindongó a - -


dos em Assembleia Geral os restantes serão distribuídos ao teira, natural do Tômbua, Província do Nanúbe^'0, s°!'
membros na proporção das suas acções bem como as per a Bilhete de Identidade n.° 003601023NE038, e^tl.tular(!o
se as houver. Arquivo de Identificação Central de Luanda, ao^0 pe|°
ARTIGO II.0 de 2010, residente habitualmente na Província d íAbri|
(Duração)
Bairro Saidy Mingas, casa sem número; arnibe,
A cooperativa não se dissolverá por morte ou impe
Verifiquei a identidade dos outorgantes pe|a exib1 -
dimento de qualquer membro continuando com os referidos documentos. . ,IÇa°dOs
sobreviventes ou herdeiros ou representante do sócio fale­
E por eles foi dito:
cido ou interdito devendo este nomear um que a todos
Que pela presente escritura, constituem entre si
represente enquanto as acções se mantiver indivisa. sociedade comercial por quotas de responsabilidade J
ARTIGO 12.° tada, denominada «Cafiveia Investimentos, Limitada» **
(Dissolução)
sede no Município do Namibe, Província do Namibe
- Dissolvida a cooperativa por acordo dos membros e nos
capital social de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas) integral
demais casos legais, todos os membros, serão liquidatários a
mente realizado em dinheiro, dividido e representado por
liquidação e partilha proceder-se-á como forem acordados.
duas quotas, sendo uma no valor nominal de Kz: 80.00000
Na falta de acordo e se alguns dos membros pretender, a
(oitenta mil kwanzas), pertencente ao sócio José Tchindongo
aquisição dos activos serão licitados em globo com a obri­
António, correspondente a 80% do capital, outra no valor
gação do pagamento do passivo e adjudicado aos membros
nominal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanias), pertencente
que melhor preço oferecerem em igualdade de condições.
à sócia Magda Claudeth Chindongo António, correspon­
ARTIGO 13.°
(Foro) dente a 20% do capital, perfazendo integralmente 100%do
capital social. • .
Para todas as questões emergentes do presente contrato
Que á sociedade tem por objecto social o .previsto
quer entre sócios cooperativos quer seus herdeiros ou repre­
no artigo 3.° do seu estatuto e reger-se-á pelos artigos
sentantes, entre eles e a própria cooperativa, fica estipulado
constantes do mesmo estatuto, que é um documento com­
•o Foro que os sócios assim o decidir. .
plementar, elaborado nos termos do n.° 2, do artigo 55.° da
ARTIGO 14.°
(Omissões)
Lei da Simplificação e Modernização dos Registos Predial,
Comercial e Serviço Notarial, que fica a fazer parte inte­
Os casos omissos serão regulados pela Lei n.° 1/04,
grante desta escritura, cujo conteúdo, eles outorgantes,
' • de 13 de Fevereiro, Lei das Sociedades Comerciais, e demais-
declaram ter pleno conhecimento pelo que fica dispensada
legislação aplicável.
a sua leitura.
. (15-8582-L01)
Assim o outorgaram.
Arquivo:' • ; . ’
Cafiveia Investimentos, Limitada a) Documento complementar a que atrás se faz ai

são;
Certidão composta de uma folha, que está conforme o
b) Certificado de admissibilidade, emitido P
original e foi extraído de folha 42 a 42, verso, do livro de’
Ficheiro Central de Denominações Sociais,
notas para escrituras diversas deste Cartório n.° 1- B 2014.
Cartório Notarial da Loja dos Registos e Notariado Luanda, aos 23 de Janeiro de 2015.
do Namibe, aos 11 de Fevereiro de 2015. — A Ajudante Esta escritura foi lida aos outorgantes e aos
explicado o seu conteúdo, bem como a advertência
Principal, Maria Teresinha da Silva.
Constituição da sociedade «Cafiveia investimentos, gatoriedade do registo deste acto, no prazo de nove
Limitada». . Liquidado neste acto o imposto de selo, no mo
Aos 10 de Fevereiro de 2015, nesta cidade e no Cartório Kz: 2.000,00.
A Ajudante de Notário, Maria Teresinha da Silva-
Notarial da Loja dos Registos do Namibe, a cargo da Nísia
Nahomi Chipita Tavares Manuel, Notária-Adjunta do refe­
rido Cartório, perante mim, Maria Teresinha da Silva,
Ajudante Principal, compareceram como outorgantes:
ESTATUTO DA SOCIEDADE
Primeiro: — José Tchindongo António, solteiro, natu­
CAFIVELA INVESTIMENTOS, LlMH
ral da Bíbala, Província do Namibe, titular do Bilhete de
Identidade n.° 000860372NE033, emitido pelo Arquivo de artigo 1.° ■ s «Cafivela
A sociedade adopta a denominação de etlteesia'
Identificação Central de Luanda, aos 29 de Setembro
Investimentos, Limitada», que será regida pelo PreSR6púi,|»
de 2008, residente habituâlmente na Província do Namibe
Município do Namibe, Rua Amílcar Cabral, Casa n.° 101 •
tuto e demais preceitos dá legislação vigen^e n
de Angola.
, 1P_N.b 134 —DE 14 DE JULHO DE 2015 '
|11 ' -------- ---- 1------ _ 11617
ARTIGO 2.®
aduração é por tempo indeterminado, e o seu início- com dispensa de caução oú pessoa por eles nomeada, confe­
A * nartir da data da celebração da escritura rindo para o efeito o respectivo mandato de nomeação.
mnta-se d H
I0"
. ARTIGO 3.° 2. Para obrigar validamente a sociedade em todos os seus
actos, bastará a assinatura de um dos sócios nas questões de
A sociedade tem a sua sede no Município do Namibe,
mero expediente e a única, assinatura do sócio maioritário
víncia do Namibe, podendo estabelecer por resolução da
em todas questões económicas.
f «mbleia Geral, filiais, sucursais, delegações ou qualquer
informa de representação em qualquer parte do território 3. Fica vedado aos sócios ou pessoa com tais poderes,
obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos aos negó­
acionai de Angola ou no estrangeiro,
cios sociais tais como letras de favor, abonações, fianças ou
' ARTIGO 4.°
qualquer outro documento semelhanter
A sociedade tem por objecto social a prestação de ser-
ARTIGO-8.0
viç0s, construção civil e obras públicas, fiscalização de
As Assembleias Gerais quando á lei não prescrever
obras públicas, exploração de inertes e fábrica de derivados
outras formalidades, serão convocadas por meio de cartas
■jecimento, saneamento básico, limpeza industrial, comér­
registadas, dirigidas aos sócios com antecedência de quinze
cio geral por grosso e a retalho, serviços de contabilidade,
iransportes. colectivos rodoviários camionagem e‘táxis, dias. Se qualquer dos sócios estiver ausente da sede social, a

transitário, pesquisa e exploração de mineiros, consultoria convocação deverá ser dilatada para permitir a comparência
jurídico-económica e financeira, serviços de saúde, farmá­ do sócio ausente.
cia, depósito de medicàmentos, pesca e comercialização de ARTIGO 9.°
pescado, agricultura, agro-pecuária, talhos, criação de aves, Os lucros líquidos apurados, depois dé deduzida a per­
agência de viagens, organização de eventos e reportagens, centagem para o fundo de reserva legal quando devida e de
educação pré-escolar, ensino geral-técnico e profissional, quaisquer outras percentagens para fundos especiais criados,
ensino pré-universitário, ensino superior, escola de condu­ serão divididos pelos sócios na proporção das suas
* quotas,
ção,^/12*4*café, panificação e pastelaria, salão de beleza e bem como as percas se as houver.
estética, indústria, hotelaria e turismo, comércio de automó­
■ . ARTIGO 10.°
veis e acessórios, rent-a-car, estacão de serviços, comércio
Os anos sociais são os civis e em cada ano far-se-á um
de lubrificantes e derivados de petróleo, manutenção de édi­
balanço que deverá estar encerrado até 31 de Dezembro do
tos, equipamentos e zonas verdes, academia de música,
ano a que disser respeito, devendo estar aprovado até fim de
representações, importação e exportação, podendo dedicar-
Abril imediato.
ainda a qualquer outro ramo de actividades comercial
ARTIGO 11.°
admitido por lei, desde que assim o delibere a Assembleia
Asociedáde não se dissolverá por morte ou interdição de
Geral. ’ ’
qualquer um dos sócios, continuando com os sócios sobre­
ARTIGO 5.® vivos e ou herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
0 capital social é da quantia de Kz: 100.000,00 (cem
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente
kwanzas), integralmente realizado em dinheiro e acha-
enquanto a quota se mantiver indivisa.
dividido em duas quotas sendo uma no valor nominal de
ARTIGO 12.°
80.000,00 (oitenta mil kwanzas), pertencente ao sócio
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
s^chindongo António, equivalente a 80% (oitenta por-
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
nlos) do capital inicial, e a outra no valor de Kz: 20.000,00
liquidação e partilha procederão como acordarem. Na falta
^Ie kwanzas), pertencente à sócia Magda Claudeth
de acordo e se um dos sócios 0 pretender, será 0 activo social
ndongo António, equivalente a 20% (vinte porcento)
licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo
Jital inicial, que perfazem o total de 100% do capital
adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer em igualdade
de direitos.
1 _ . * . ARTIGO 6.° ARTIGO I3.°
d ’0 apitai social só poderá ser alterado por deliberação
A sociedade reserva-se ao direito de autorizar a utiliza­
Rocios.
2 ção da quota de qualquer um dos sócios, quando sobre ele
kiiaa^065^0 Auotas entre os sócios é livre, mas quando
recaia penhora ou providência cautelar.
dade • ^ran^os fica dependente do consentimento da socie
ARTIGO 14.®
^Deor^9' sernpre reservado o direito de preferência na
Para todas as questões emergentes e atinente deste con­
Cílv^quisição.
trato quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes,

I. A . . ■ ARTIGO 7.°
er entre eles e a própria sociedade, serão submetidos aô
conira| 9 ^inistração e gerência em todos os seus actos Foro do Juízo da Comarca do Namibe com renúncia a qual­
^erçjd eíTl juízo e fora dele, activa e passivamente s
quer outro.
9pelos sócios que ficam .desde já nomeados gerentes
11618
ARTIGO 2.°
artigo I5.° (Duração)*2
4
3
Os casos omissos no presente estatuto serão regulados
A sociedade durará por tempo indeterminado
pela Lei n.° 1/04, Lei das Sociedades Comerciais e as delibe­
x -se o seu início a partir da data do registo co’ine'',ari<1'''
rações tomadas em forma legal e demais legislação aplicáxel
presente escritura pública. erc'al da
em vigor na República de Angola.
ARTIGO 3.°
Namibe, aos 20 de Janeiro de 2015. (Objecto) z
(15-8806-L01)
A sociedade tem por objecto social serviços de
toria na área da energia, nomeadamente na elaboração^'
Benergy, S. A. projectos; coordenação e gestão da execução de projecto
área da energia em representação do cliente e fiscalização7
Certifico que, por escritura de 4 de Junho de 2015, lavrada
execução de projectos ligados à área da energia.
com início a folhas 64, do livro de notas para escrituras
A sociedade pode participar em agrupamentos comp|e
diversas n.° 270-A do Cartório Notarial do Guiché Único de
mentares de empresas e, bem assim, adquirir originária ou *
Empresa, a càrgo do Notário, Lúcio Alberto Pires da Costa,
subsequentemente, acções ou quotas em sociedades em
cujo texto integral fica depositado nesta Conservatória nos ■
Angola ou no estrangeiro.
termos dos n.“ 3, 4 e 5 do artigo 169.° da Lei.n.0 1/97, foi
ARTIGO 4.°
constituída uma sociedade anónima denominada «Benergy, (Participação noutras Sociedades)
S. A.», com sede em Luanda, no Município de Luanda,
A sociedade pode, por deliberação da Assembleia Geral
Distrito Urbano da Maianga, Bairro Morro Bento, Rua 21
tomada por maioria simples dè votos representativos do
de Janeiro, que tem por objecto e capital social o estipulado
capital social, subscrever, adquirir, onerar e alienar partici­
nos artigos 3.° e 5.° do seu estatuto, que esta sociedade se vai
pações em sociedades',.designadamente de responsabilidade
reger pelo documento complementar elaborado nos termos
ilimitada, em sociedades com objecto diferente, em socie­
do artigo 8.° do Código do Notariado, que fica a fazèr parte
dades reguladas por leis especiais, bem como participarem
integrante desta escritura e cujo conteúdo é perfeitamente ' agrupamentos complementares de empresas, em consórcios
conhecido de todos os outorgantes. ou associações em participação e associar-se pela forma que
. Está conforme. julgar mais conveniente a quaisquer entidades sjngulares ou
Cartório Notarial do Guiché Único de Empresa, em colectivas.
Luanda, 12 de Junhó de 2015. — O ajudante, ilegível.
CAPÍTULO II
Capital Social, Acções, Aumentos de Capital e outras
formas de Financiamento
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
BENERGY, S.A. ARTIGO 5.°
(Capital social e acções)
CAPÍTULO I 1. 0 capital social, subscrito e realizado e
Denominação, Sede, Duração e Objecto Kz: 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil kwanz^
ARTIGO!.0
sendo representado por 2.500 (duas mil e quinhentas) acço
(Denominação, sede, representação e regime) de valor nominal de Kz:.l .000,00 (mil kwanzas). ^or'
LA sociedade adopta o tipo de sociedade anónima com 2. As acções poderão ser nominativas ou ao p°
. a denominação social «Benergy, S. A.», e tem a sua sede conforme deliberação da Assembleia Geral. ,
social em Luanda, Município de Luanda Distrito Urbano da ARTIGO 6.°
Maianga, na Rua 21 de Janeiro, Morro Bento. (Forma de representação das acções)
. • recipr0”
2. A sede pode ser desfocada para qualquer outro local, 1. As acções podem ser tituladas ou escriturais,
dentro do território nacional, mediante simples deliberação camente convertíveis nos termos da legislação apl1 jg
do Conselho de Administração. 2. As acções tituladas serão representadas p°r ^|oS
3. A sociedade pode, por simples deliberação do Conselho uma, cinco, dez, cinquenta, cem ou mil acções e ^ajs
de Administração, criar sucursais, filiais, agências, delega­ provisórios e definitivos serão assinados por urn de

ções ou outras formas locais de representação em Angola ou administradores, podendo a respectiva assinatu

no estrangeiro e extíngui-las.quando o entenda. chancela ou reproduzida por meios mecânicos

4. Todas as remissões feitas éxpressamente para nor­ em que a lei o permitir. -tuiÇ^0
3. As despesas de conversão, divisão, sU^S. ^sreílu^
mas legais em vigor entendem-se reportadas às normas que
averbamentos de acções são de conta dos accioni
venham a substituir.
rentes.
N.° 134 —DE 14 DE JULHO DE 2015 r •
|||5^
11619

A sociedade, mediante deliberação da Assembleia


i oOdeadquirir, deter e alienar acções e obrigações pró- CAPÍTULO III
e rea|izar S°bre e'aS quaÍSquer outras operações, nos Transmissão e Amortização de Acções
f** rondições em que a lei o permitir. ARTIGO 11 0
hSOS ® ‘ ’ (Transmissão dc acções c consentimento da sociedade)
' ARTIGO 7/
(Aumento de capital) 1 • A transmissão de acções nominativas está subordinado

j Os aumentos de capital social em qualquer das suas ao consentimento da sociedade.


2- A concessão ou recusa do consentimento para a trans­
^alidades dependem sempre, quer em primeira, quer em
missão de acções compete à Assembleia Geral.
1,1 unda convocatória, de deliberação da Assembleia Geral
fpressamente convocada para o efeito, que fixará o mon- 3. O pedido de consentimento para a transmissão de
acçõés deve ser dirigido, por escrito, ao Presidente da Mesa
os prazos e as condições de subscrição e de realização
da Assembleia Geral, indicando a identificação do cessio­
jas novas acções. nário proposto, o número de acções objecto da cessão, o
? Mos aumentos de capital a realizar em dinheiro, os
respectivo preço e condições de pagamento. <
accionistas gozam do direito de preferência na subscrição 4. A Assembleia Geral deverá pronunciar-se sobre o
de novas acções, na proporção das que possuírem à data de pedido-de consentimento no prazo máximo de 60 (sessenta)
deliberação de aumento referida no número anterior e de dias a contar da respectiva recepção, sob pena da transmis­
acordo com as regras fixadas nos números seguintes deste são em causa se tomar livre.
artigo, salvo se a Assembleia Geral deliberar de forma dife­ 5. No caso de recusar o consentimento, a Assembleia
rente. ‘ Geral fará adquirir as acções por outra pessoa nas condições
3. Não sendo totalmente subscrito um aumento de capi­ de preço e pagamento do negócio para que foi solicitado o
tal nos termos dos núméros anteriores, por deliberação da consentimento; tratando-se de transmissão a título gratuito,
Assembleia Geral, o aumento ér limitado às subscrições ou provando que houve simulação do preço, a aquisição far-
recolhidas, a mehos que os accionistas deliberem oferecer -se-á pelo valor real, determinados nos termos da lei.
essa parte à subscrição de terceiros. ARTIGO 12.°
4. AAssembieia Geral que delibere o aumento de capital (Amortização dc acções)

fixarão prazo dentro do qual as acções correspondentes ao 1. Independentemente do consentimento do respectivo


aumento devem ser realizadas. titular, a sociedade pode amortizar as acções, adquiri-las ou
■ fazê-las adquirir, por accionistas ou por terceiros, nos casos
ARTIGO 8.°
(Suprimentos) previstos na lei, bem como nos seguintes casos: • .
Épermitido aos accionistas a celebração de contratos de a) Arresto, penhor, penhora, arrolamento, arremata­

Suprimentos com a sociedade, nos termos e condições que ção, apreensão para massa falida ou insolvente
•orem aprovadas por.deliberação da Assembleia Geral. ou qualquer outra providência ou medida judi­
ciai ou extrajudicial que retire as acções da dis­
ARTIGO 9.°
ponibilidade do respectivo titular;
(Prestações acessórias)
b) Transmissão das àcções sem o consentimento da
A sociedade poderá, mediante deliberação da Assembleia
^1 solicitar prestações acessórias aos accionistas, fixando sociedade;
c) Sempre que se verifique qualquer das causas de
resPectivo montante, o prazo da respectiva realização e os
juros. exclusão de accionistas previstas na lei.
2. A deliberação da Assembleia Geral deve ser tomada
ARTIGO 10.°. por maioria de 2/3 (dóis terços) dos votos emitidos e fixará
(Outras Formas de Financiamento)
as condições necessárias para que a operação seja efectuada.
çj-A sociedade poderá, por deliberação da Assembleia
3. A deliberação referida no número anterior deve ser
estipular outras formas de financiamento da socie-
tomada, sob pena de extinção do respectivo direito, no
prç/ autor’zando, para esse efeito, a emissão de acções prazo de 90 (noventa) dias contados do conhecimento, pelo
Pn'opn^a’S Sern voto Que confirarn direito a urn dividendo Conselho de Administração, do facto que permite a amorti­
leis ár'°’ SuscePtíveis ou não de remissão, acções remi zação ______ _
e deve ser consignada em escritura pública, quando a
iwCOni ou sem voto, obrigações de qualquer espécie, • acta da de|iberação não tenha sido lavrada por notário,
ligações convertíveis em acções òu obrigações ARTIGO I3.°
oii(r0 subscrição das acções, bem como quaisque (Contrapartida da amortização)
W tltU'°S dívida negociáveis nas modalidades lega I A contrapartida da amortização é:
,2 ^itidas. a) No caso previsto na alínea a) do artigo anterior,
^Ssernbleia Geral fixará os termos, as condiçõe o valor que para as acções resultar do último
*nig0 l(^ades das formas de financiamento previstas ne balanço aprovado, acrescido ou diminuído da
DIÁR1OOAREPÚBUca
11620

4. As acções dadas em penhor, apreendidas


parte que lhe corresponder nos lucros ou pre ou sobre depósito ou administração judicial não c0^h°%i
juízos do exercício corrente na data em que se
credor pignoratício, ao detentor, ao depositário ou
operar a amortização, calculados na base de uma nistrador o direito a participar nas reuniões da Ass^’'
percentagem proporcional aos aprovados Geral, nem ao exercício dos direitos sociais, des^^'5
referido balanço; mente o direito de voto e o direito aos lucros. ’ 'gnada'
b) Nos casos previstos nas restantes alíneas do artigo
" 5. É ineficaz, perante a sociedade, qualquer con
anterior, o valor nominal das acções. estabelecida entre o accionista e o seu credor pigno^p0
2. O pagamento da contrapartida será fraccionado até ao
que respeite aos exercícios dos direitos sociais inerente
máximo de 12 (doze) prestações iguais, sucessivas e semes­ participação social, desde que tal convenção não tenha si^
trais, sem juros, vencendo-se a primeira 8 .(oito) dias após a
comunicada à sociedade.
, sua fixação definitiva, salvo se a Assembleia Geral deliberar
6. Os accionistas sem direito de voto e os obrigado,
de outra forma. nistas não podem assistir às Assembleia Gerais, salvo se0
CAPÍTULO IV Presidente da Assembleia a tanto os autorizar.
Órgão Sociais 7. Os accionistas deliberam, em Assembleia Geral, sobre
matérias que lhe são especialmente atribuídas pela lei oupor
ARTIGO 14.°
(Disposições Comuns) estes estatutos e sobre as que não estejam compreendidas
1. São órgãos sociais a Assembleia Geral, o Conselho de nas atribuições de outros órgãos sociais.
Administração e o Conselho Fiscal. * ARTIGO!6.°
(Convocação da Assembleia Geral)
2. Os membros dos órgãos sociais são designados por
períodos de 3 (três) anos, sendo permitida a sua recondução, 1. As deliberações dos accionistas são tomadas em
por igual período, uma ou mais vezes. Assembleias Gerais regularmente convocadas e reunidas
3. Não obstante a sua designação por prazo certo, os nos termos destes Estatutos, sem prejuízo das disposições
membros dos órgãos sociais manter-se-ão em funções até legais que permitam aos accionistas deliberar unanime­
nova designação. mente por escrito ou reunir e deliberar sem observância das
4. As remunerações dos membros dos órgãos sociais, . formalidades prévias.
bem como os esquemas de segurança social e outras pres­ 2. As Assembleia Gerais são convocadas por carta regis­
tações suplementares são fixadas por deliberação da tada com aviso de recepção, com expressa indicação da
Assembleia Geral. ordem de trabalhos, expedida aos accionistas com antece­
ARTIGO 15.°
dência mínima de 21 (vinte e um) dias em relação à datada
(Composição e funcionamento da Assembleia Geral) respectiva reunião, a não ser que a lei exija outra fornia ou
1. A Assembleia Geral é constituída por todos os accio­ estabeleça prazo mais longo.
nistas com direito a voto e que, com a antecedência mínima 3. A falta ou irregularidade da convocação de um accio
de 8 (oito) dias sobre a data da respectiva reunião, tenham nista determinará a nulidade da deliberação, salvo se
cem ou mais acções registadas ou escrituradas em seu nome. accionista der o seu voto por escrito ou, expressamente p
2. A cada grupo de 100 (cem) acções corresponde 1 (um) escrito, ressalvar a situação.
voto. Os accionistas possuidores de um número de acções
’ • ARTIGO !7.°
inferiores ao exigido para conferir direito a voto, poderão (Quórum Constitutivo)
agrupar-se por forma a completar esse número, devendo 1. Para que a Assembleia Geral possa constituir-se
depositar na sede social, até 5 (cinco) dias antes da data cionar validamente, em primeira convocação, devem$
marcada para a reunião, o documento comprovativo do presentes ou devidamente representados accionist $
agrupamento que deverá indicar o representante dos accio­ detenham acções correspondentes à maioria ara
nistas agrupados. votos representativos do capital social, não se conta
3. Sem prejuízo da representação legal, nas Assembleias esse efeito as acções detidas pela própria sociedade-
Gerais ou deliberações unânimes por escrito, os accionis­ 2. Em segunda convocação, a Assembleia e r0
tas que forem pessoas colectivas podem fazer-se representar
constituir-se e funcionar validamente, seja qual pOr
por qualquer pessoa, mesmo tratando-se de estranhos à
de accionistas presentes ou representados e o eStes
sociedade e os accionistas que forem pessoas singulares só
eles representado, excepto nos casos em que a
podem fazer-se representar por um membro do Conselho
Estatutos exijam uma maioria qualificada. segun^
de Administração, pelo cônjuge, por ascendentes ou des­
3. Na convocatória pode logo ser fixada 11111 pOdeí»
cendentes ou por outro accionista, bastando, para ambos os data de reunião para o caso de a Assembleia Geral
casos como instrumento de representação voluntária numa
por falta de representação de capital, reunir na Prl
carta ou telecópia assinada pelo accionada e enviada ao marcada, contando que entre as duas datas medei
Presidente da Mesa.
15 (quinze) dias.
^,p_-J<°134 —DE14DEJULHODE2QÍ5
11621

ARTIGO 18.°
(Maiorias deliberativas) 6- O Conselho de Administração poderá encarregar
^Assembleia Geral delibera por maioria de 2/3 (dois especialmente algum ou alguns dos seus membros para se
s) dos votos representativos do capital social, salvo dis- ocuparem de certas matérias de administração, bem como
tefÇ°ão legal imperativa que exija maioria diferente. conferir mandatos, com ou sem a faculdade de substabelecer,
^2 A deliberação sobre qualquer um dos seguintes assun­ a trabalhadores da sociedade, para o exercício de poderes e
o desempenho de tarefas necessárias à prossecução da acti-.'
te ser igualmente tomada;por maioria de.2/3 (dois
vidade da sociedade.
1 os) dos votos representativos do capital social, quer a
^enibleia Geral reúna em primeira quer em segunda con­ 7. A remuneração dos administradores pode ser certa
ou consistir parcialmente numa percentagem dos lucros de
vocação^ . exercício.
Aquisição, alienaçao e oneração de participações
ARTIGO 20.° . -
sociais noutras sociedades, bem como a parti­
(Competência do Conselho dc Administração)
cipação em agrupamentos complementares de
1. Sem prejuízo dos poderes conferidos pela lei, pelos
empresas, em agrupamentos de interesse econó­
presentes Estatutos e por delegação da Assembleia Geral,
mico, em consórcios ou associações em partici­
ao Conselho de Administração competem os mais amplos
pação e demais formas de associação;
poderes de administração e gestão da sociedade, praticando ,
b) Exigibilidade de prestações acessórias ou supri­ todos os actos necessários à prossecução do objecto social,
mentos; ’ podendo ainda, em especial e independentemente de delibe­
c) Emissão de acções preferenciais, de acções remí­ ração dos sócios, praticar os seguintes actos:
veis com ou sem voto, de obrigações de qualquer a) Representar a sociedade, em juízo e fora dele, ..
espécie e de outros títulos de dívida negociáveis; activa ou passivamente, propondo, fazendo
d) Aprovação, do plano de investimentos, do orça­ prosseguir, confessando, desistindo ou transi­
mento é demais instrumentos de gestão da socie­ gindo em quaisquer acções, bem como çom-
dade; * prometer-se em arbitragens depois de obter,
e) Destino e distribuição de dividendos e prejuízos; caso seja necessário, o prévio consentimento da
j) Aprovação do relatório de gestão, balanço e contas . Assembleia Geral;
da sociedade; b) Transferir a sede da sociedade para qualquer outro
g) Transmissão de acções; . . ‘ . local no território nacional, bem como criar,
h) Realização de auditorias à sociedade; ' sucursais, filiais, agências, delegações ou outras
i) Eleição, destituição e fixação da remuneração e formas locais de representação em Angola ou no
regalias dos membros dos corpos sociais. estrangeiro é extingui-las quando entende con­
venientes; . > -
ART.1GO 19.°
(Composição c funcionamento do Conselho dc Administração) c) Adquirir, alienar, permutar ou onerar por qualquer
I-A administração da Sociedade compete a um Conselho , forma quaisquer bens móveis ou imóveis;
^Administração composto por um mínimo de 3 (três) a um d) Tomar ou dar de arrendamento, bem como alugar
de 7 (sete) ou a um Administrador-Único nos ter- ou dar de aluguer, quaisquer bens imóveis ou
11108 permitidos por lei, dispensados de prestar caução, que móveis ou parte deles; '
P^em ser ou não accionistas, eleitos pela Assembleia Geral. e) Adquirir, alienar, locar ou onerar por qualquer
0 Consèlho. de Administração delibera por maio- forma, bem como trespassar ou tomar de tres­
1,9 seus membros, dispondo, o Presidente, em caso de passe quaisquer estabelecimentos;
^Pate, de voto de qualidade. j) Contrair empréstimos e outros tipos, de finan­
■ Os administradores podem fazer-se representar nas ciamento no mercado financeiro nacional ou
^aiôes dp Conselho de Administração por outro adminis- estrangeiro, definindo os respectivos termos e
Or Mediante simples carta dirigida ao Presidente. . condições, bem como realizar outras operações
r 4’Ao administrador impossibilitado de comparecer em de crédito que não sejam vedadas por lei;
* do Conselho de Administração é expressamente g) Prestar cauções e garantias pessoais ou reais pela
^ns^0 ° V°t0 Por correSPondênc’a’ 0 qual Podera ser sociedade;
^do à sociedade por carta ou telecópia. h) Definir a política de gestão de pessoal, nomeada-,
Hai ‘ ° Conse,bo de Administração poderá delegar, num ou mente contratar trabalhadores e outros colabo­
pOr adrn’nistradores ou numa comissão executiva forma radores, estabelecendo as rcspectivas condições
da o/1 ndniero ímpar de administradores, a gestão corrent contratuais e fixando as respectivas remunera­
de f. leda(K estabelecendo a sua composição e o seu mo
ções;
Unc,°na.mento.
D|ÁRlODARCn.
11622 -- —
2. A Assembleia Geral poderá deliberar qUe
i) Elaborar o plano anual de actividades, bem como
do exercício sejam feitos aos accionistas adi
dos orçamentos anuais de investimento e funcio sobre os lucros nos termos permitidos por lei lantarnenlos
namento da sociedade;
CAPÍTULO VI
j) Celebrar quaisquer tipos de contratos;
k) Delegar poderes de gestão e instituir mandatários Dissolução e Liquidação
para a prática de determinados actos ou catego- ARTIGO 24.°
(Dissolução e liquidação da Sociedade)
rias deaçtos.
ARTIGO 21.°
1. A sociedade dissolve-se nos casos e segundo
previstos na lei. S íerni°$
(Vinculação da Sociedade)
2. Salvo deliberação em contrário da Assembleia '
A sociedade obriga-se nos seguintes casos: a liquidação do património social será feita extra 3
a) Pela assinatura conjunta de 2 (dois) administrado­
mente e serão liquidatários os membros do Conselho^
res, sendo uma delas obrigatoriamente a do Pre­
Administração e, exercício. 0
sidente do Conselho de Administração;
b) Pela assinatura do administrador-delegado dentro CAPÍTULO VII
dos limites da delegação de poderes que lhes for Disposições Transitórias
-> conferida;
ARTIGO 25?
c) Pçla assinatura de um ou mais mandatários no ■ , (Preceitos dispositivos)
âmbito dos poderes que lhe forem confçridos; Os preceitos dispositivos da lei podem ser derrogados
d) Pela assinatura de um administrador e de um man­ pôr deliberação dos accionistas em Assembleia Geral ou por
datário, a quem o Conselho de Administração qualquer das formas de deliberação admitidas por lei.
tenha conferido os necessários poderes; ARTIGO 26?
e) Nos actos de mero expediente, pela assinatura de (Órgãos Sociais para o Triénio 2015-2017)

qualquer um dos administradores. Os accionistas reunir-se-ão em Assembleia Geral para a


ARTIGO 22? eleição.dos órgãos sociais para o triénio-2015-2017 no prazo
(Conselho Fiscal) de quinze dias após a outorga da escritura pública de consti­
1. A fiscalização da sociedade compete a um Conselho tuição da sociedade.
. (15-9636-L02)
Fiscal, composto por 3 (três) membros efectivos e 2 (dois)
membros suplementes, eleitos em Assembleia Gerai, que
designará, de entre eles, o respectivo Presidente.
Organizações Morais de Castro (SU), Limitada
2. Os membros do Conselho Fiscal poderão ou não ser
accionistas, sendo que um dos membros efectivos e os mem­ da 2a S ' ^e'eSte berreira Gamboa, Conservadora de 3.a Classe
bros suplentes serão peritos contabilistas ou sociedade de doCni Conservatória do Registo Comercial de Luanda
peritos contabilistas.
doGu’cheUn.co da Empresa.
3. O Conselho Fiscal reúne ordinariamente nos prazos sentad endo ao 9ue me foi requerido em petição apre­
estabelecidos na lei e extraordinariamente sempre que for cnrro ■ ' IU do hvro-diário de 12 de Junho do
convocado pelo seu Presidente, pela maioria dos seus mem­ Cert fi ' q ^ca arcluivada nesta Conservatória.
bros ou a solicitação do Conselho de Administração. .' Dnn.e ' qUe Manuel Morais de Castro, casado com
CAPÍTULO V de cònSaShManUe' AntÓni° Lemos de Castr0> sob
Apreciação Anual da Situação da Sociedade natural d a<?u’r'dos> de nacionalidade angolana
hahir. . ° Sambizanga. Província de Luanda, residente
• ARTIGO 23.°
Rua 1 a'menteem Luanda, Cazenga, Bairro Hoji-ya-H^,
(Aplicação de resultados)
pessoal 53 n 388, Z°na 17, constitui uma sociedade w"
1. A totalidade dos lucros líquidos apurados em cada
Castro zcm qU°taS denominada «Organizações Morais de
exercício, depois de deduzida uma percentagem não infe­
Munir' ■ ’ Limitada», com sede na Província de Luanda
rior à sua vigésima parte destinada à constituição da reserva
Rua I c° d° CaZen&>’ Comuna e Bairro Hoji-ya-Hen a’
legal ou, sendo o caso, à sua reintegração, até que aquela
nos ie’ 353 n °388, mgistada sob n.° 3.093/15, que sereger!l
represente a quinta parte do capital social, será distribuída
aos accionistas na proporção das respectivas participações
s constantes do documento em anexo.
sociais, excepto se a Assembleia Geral deliberar por outras
Lsta“
Guií ™'Ór” *
conforme. > •
*
« Í
aplicações, designadamente:
20,5 «™ Lo.nO., 12 * t-» ‘
a) Constituição ou reforço de quaisquer reservas;
b) Qualquer outro fim ou interesse da sociedade.
' 0 ajudante, ilegível.
:pplE-N‘°134'-PE 14 PE JULHQ DE 2015
11623

ESTATUTO DA SOCIEDADE
ORGANIZAÇÕES MORAIS ARTIGO 6.°
(Gerência)
DE CASTRO (SU), LIMITADA
A gerência e administração da sociedade, em todos os
ARTIGO l.°
(Denominação e sede) seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­
vamente, incumbe ao sócio-único, bastando a sua assinatura
A sociedade adopta a denominação de «Organizações
para obrigar validamente a sociedade.
Morais de Castro (SU), Limitada», com sede social na ' . 1. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
wvíncia de Luanda, Município do Cazenga, Comuna e e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
gairro Hoji-ya-Henda, Rua ^asa n-° 388, podendo trans­ como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
via livremente para qualquer outro local do território lhantes.
nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou ' 2. O sócio-único poderá nomear pessoa estranha a socie-
outras formas de representação dentro e fora do País. * dade para assumir as funções de gerência.
ARTIGO 2.° ARTIGO 7.° •
. (Duração) (Decisões)

A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o As decisões do sócio-único de natureza igual as delibera­
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por
do respectivo registo. ele assinadas e mantidas em livro de actas.
ARTIGO 3.° ARTIGO 8.°
(Objecto) (Dissolução)

A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento


A sociedade tem como objecto social o comércio geral,
do sócio-único, continuando a sua existência com os herdei­
a grosso e a retalho, prestação de serviços, consultoria,
ros ou representantes do sócio falecido ou interdito, devendo
indústria, auditoria, construção civil e obras públicas, fisca­
estes nomear um que a todos represente, enquanto a quota se
lização de obras, serralharia, carpintaria, produção e venda mantiver indivisa.
de caixilharia de alumínio, táxi, serviços infantários, infor­ ARTIGO 9.°
mática, telecomunicações, electricidade, agro-pecuária, (Liquidação)

pescas, hotelaria, turismo, agência de viagens, transportes . A liquidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das
aéreo, marítimo e terrestres, transporte de passageiros ou de Sociedades Comerciais.
mercadorias, camionagem, transitários, despachante, rent-a- ARTIGO 10.° '
(Balanços)
oficina auto, venda de material de escritório e escolar,
salão de cabeleireiro, modas e confecções, botequim, cen­ Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
to médico, farmácia, material e equipamentos hospitalàres, dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
a 31 de Março imediato.
rtmaria, ourivesaria, relojoaria, agência de viagens,
ARTIGO H.0..
gelaria, panificação, geladaria, exploração de parques
(Omisso)
diversões, realização de eventos culturais, recreativos
No omisso regularão as deliberações sociais, as dis­
e desportivos, exploração florestal, exploração de bombas
posições da Lei n.° 19/12, de II de Junho e ainda as
^combustíveis ou estação de serviço, comercialização de
disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04,
Pe*l‘óleo e seus derivados, representações comerciais, pres-
de 13 de Fevereiro.
t3Çôes de serviços, ensino geral, importação e exportação, (15-9637-L02)
^endo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comér-
°°u 'Hdústria em que o sócio acorde e seja permitido por
ei. ’ •
Lisolang Empreendimentos, S. A.

. Certifico que, por escritura de 10 de Junho de 2015,


ARTIGO 4.°
.(Capital)
lavrada com início a folhas 76, do livro de notas para escri­
0 ^Pital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan- turas diversas n? 271-A, do Cartório Notarial do Guiché
Único de Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto
um \'nte^ra^rnente realizado em dinheiro, representado por
:\Va ^9u°ta no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil Pires da Costa, cujo texto integral fica depositado nesta

^tro^ Per^encen^e ao sócio-único Manuel Morais de Conservatória nos termos dos n.os 3, 4 e 5 do artigo 169.°
da Lei n.° 1/97, foi constituída uma sociedade anónima
denominada «Lisolang Empreendimentos, S, A.», com
ARTIGO 5.° sede em Luanda, no Município de Belas, Bairro Talatona,
(Cessão dc quotas) Condomínio Talatona Residence, Casa n.° 3, que tem por
6SSà° da quota implica a saída do sócio cedente ou a objecto e capital social o estipulado nos artigos 2.° e 4.° do
tTlaÇão da mesma em sociedade pluripessoal.
11624

2. Por simples deliberação da administração


seu estatuto, que esta sociedade se vai reger pelo^docume pode adquirir quaisquer participações em * ^
socil^
complementar elaborado nos termos do artigo 8. do Có ig objecto seja, ou não, igual ao seu, bem como adq^ Clljo
do Notariado, que fica a fazer parte integrante desta esc
ticipações em sociedades reguladas por leis espeçf^ Par“
lura e cujo conteúdo é perfeitamente conhecido de todos os
agrupamentos complementares de empresas.. ,See>n
outorgantes.
ARTIGO 3.°
Está conforme.
Cartório Notarial do Guiché Único de Empresa, em A sociedade durará por tempo indeterminado
Luanda, 12 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível. ' ‘ CAPÍTULO II '
Capital Social, Acções e Obrigações
ARTIGO 4.°
ESTATUTOS 1. O capital social de Kz: 2 000 000,00 (dois milhõe
LISOLANG EMPREENDIMENTOS, S. A.
de kwanzas), equivalente a USD 20.000,00 (vinte mil dóla
CAPÍTULO1 res dos estados unidos), encontra-se integral mente subscrito
Firma, Sede, Objecto Social e Duração e realizado em dinheiro e está dividido e representado pOr
ARTIGO I.° 4.000 acções com o valor nominal de Kz: 500,00 (qui­
1. A sociedade adopta a forma dé sociedade anónima e nhentos kwanzas) cada, equivalente a USD 5,00. .
a denominação social «Lisolang-Empreendimentos, S. A.», 2. As acções são ao portador, registadas ou não, ou nomi­
doravante abreviadamente designada por a «Sociedade», e nativas, livremente convertíveis a expensas dos accionistase
reger-se-á pelos presentes Estatutos e pela lei aplicável. podem ser representadas por títulos de uma ou mais acções,
2. A sociedade tem a sua sede no Condomínio Talatonas, substituíveis, ou agrupáveis a todo o tempo, à escolha e a
Residence, Casa n.° 3, .Talatona, Município de Belas, Pro­
expensas do seu titular,
víncia de Luanda.
3. Os títulos representativos das acções serão assinadas
3. A sociedade pode mudar a sua sede social para outro
pela administração, podendo as assinaturas serem apostas
local dentro do território nacional ou estabelecer ou encer­
rar filiais, sucursais, agências ou qualquer outra forma de por chancela ou reproduzidas por meios mecânicos, ou por
representação, em Angola ou no estrangeiro, mediante deli­ dois mandatários da sociedade para o efeito designados.
beração do Conselho de Administração. ARTIGO 5.°

ARTIGO 2.°
1. A sociedade pode emitir, nas condições legais, obriga­
1. A sociedade tem por objecto a construção civil e obras ções de qualquer uma das espécies permitidas por lei.
2. A sociedade pode adquirir acções e obrigações pró
públicas, estudos de viabilidade económica _e financeira,
prias dentro dos limites e sob as condições impostas por lei-
elaboração de projectos e seu acompanhamento, assistên­
cia técnica e prestação de serviços nas áreas de geologia, 3. A sociedade pode exigir a todos ou alguns dos accio
recursos hídricos, zootécnica, ordenamento pecuário, vali­ nistas prestações acessórias de capital até ao montante g o
dação de manutenção de estradas secundárias, contratds de máximo de cem vezes o capital social, a serem efectua ~
gratuitamente, cabendo à Assembleia Geral a determinaç
gestão de empreendimentos industriais e comerciais, con­
tratos de representação, elaboração de projectos, assistência de tal exigência, os accionistas obrigados, a quantia ex
técnica e formação nas áreas de informática, arquitectura, a cada accionista obrigado e os prazos de realizaçao e
urbanismo, topografia, cartografia, desenvolvimento e orde­ respondente devolução das prestações exigidas.
namento do território, auditoria e contabilidade, projectos ARTIGO 6.° jeaccio-
de arquitectura, estruturas, águas e esgotos, energia, sanea­ 1. A transmissão de acções nominativas a favor
mento básico, estudos ambientais e fiscalização de obras nistas e de terceiros ou a constituição de penhoi ou u^e
estudos de mercado, segmentos afins, marketing, imagem’ sobre as mesmas depende do consentimento da sOC1^s0 Je
sondagens e estudos de opinião, de planeamento e desen­ 2. A sociedade tem direito de preferência, n°cejroS> o
volvimento de áreas de negócios e investimentos, gestão transmissão de acções nominativas a favor de ter
corporativa, comercial e financeira, selecção e recrutamento qual será exercido pelo valor contabilístico das
de recursos humanos e prestação de serviços de quaisquer acções, determinado de acordo com o último bala Ç ^^0
serviços conexos com as actividades principais, bem como vado pela sociedade. Se a sociedade não exercer o s
na área petrolífera e na actividade de importação e expor­ de preferência, tal direito poderá ser exercido, nos^ capita'
tação de materiais, bens e equipamentos relacionados com termos, pelos restantes accionistas na proporçã0
essas actividades, podendo ainda dedicar-se a quaisquer social que detiverem.
outras actividades destinadas a permitir a realização do seu
ARTIGO 7.° seguinteS
objecto social, afins ou conexas, decididas em Assembleia
1- A sociedade pode amortizar acções n°s
Geral e permitidas por lei.
casos:
>fflF-:JÍÍl34~PE 14 PE JULH0 DE 2015
11625

fjo caso de morte do titular das acções;


neste último caso, os accionistas deverão comprovar o depó­
y No caso de, sendo o titular das acções empregado
sito perante a sociedade até cinco dias antes da data da
da sociedade ou de sociedade que opera na rede
Assembleia Geral.
Solmaior, cessar por qualquer causa o contrato
ARTIGO 10.°
de trabalho;
1. A cada acção corresponde um voto.
No caso de as acções serem cedidas ou oneradas
2. Os accionistas podem fazer-se representar na
com violação do disposto no número dois do
Assembleia Geral por outros accionistas; os accionistas
artigo anterior;
que sejam pessoas colectivas far-se-ão representar pór pes­
Mo caso de, por partilha subsequente a uma acção
soa para o efeito nomeada pela respectiva Administração ou
de divórcio ou separação de pessoas e bens, as Direcção. >
acções vierem a pertencer aó cônjuge do accio­ 3. As representações previstas no anterior número dois
nista ou a qualquer descendente deste; devem ser comunicadas ao presidente da mesa da Assembleia
ej No caso de penhor, arresto ou qualquer outro pro­ Geral, por carta entregue na sede social, até cinco dias antes
cedimento judicial, incluindo de natureza caute­ da data da reunião, com a assinatura reconhecida notarial­
lar, ou se for por qualquer outra forma retirada a mente ou autenticada pela própria sociedade.
disponibilidade das acções ao seu titular, e ainda ARTIGO ll.0
quando este entrar em dissolução ou liquidação, í. As deliberações sociais são tomadas por maioria abso­
na medida em que a amortização forçada se con­ luta dos votos correspondentes à totalidade do capital social,
sidere necessária à tutela do interesse social; salvo o disposto no número seguinte.
J) Em caso de incumprimento dp accionista da sua 2. É necessária a maioria de dois terços dos votos corres­
obrigação de efectuar prestações acessórias à pondentes à totalidade do capital social para deliberar sobre: -
sociedade. a) Nomeação e destituição dos membros dos corpos
2. A amortização será feita pelo valor contabilístico das sociais;
acções, determinàdo de acordo com o último balanço apro­ b) Revogação de quaisquer benefícios concedidos aos
vado da sociedade, devendo-o preço da amortização ser pago accionistas reformados;
integralmente no prazo de seis meses a contar da data da c) Dissolução e liquidação da sociedade; e
declaração de amortização. d) Aumento do capital social.
3. É necessária a aprovação por oitenta por cento dos
CAPÍTULO III
votos correspondentes à totalidade do capital social, para
Órgãos Sociais
a admissão de novos accionistas ou para a modificação da
ARTIGO 8.° cláusula relacionada com esta admissão, constante do con­
1. São órgãos da sociedade a Assembleia Geral, o Com trato denominado «Acordo de Associação».
de Administração e o Conselho Fiscal. ARTIGO 12.°
Os membros dos órgãos sociais são eleitos pela
1. A Mesa da Assembleia Geral é composta por um pre­
^embleia Geral por um período de três anos, podendo sér
sidente e por um secretário dá mesa, podendo qualquer deles -
^gíveis, apenas uma vez mais.
ser accionista ou não.
Terminado o prazo dos respectivos mandatos, os
2. Os membros da mesa são eleitos pela própria assem­
^bros dos órgãos sociais continuam em exercício até ã
bleia.
Un>3° da assembleia que os substitua.
Do Conselho de Administração
Da Assembleia Geral
ARTIGO I3.°
ARTIGO 9.° - L A administração e representação da sociedade com­
• A Assembleia Geral é constituída por todos os accio-
pete a um Conselho de Administração, composto por 3 .
^COrn direito a voto. a 5 membros, um dos quais será o Presidente, accionistas
• A participação dos accionistas depende de averba
ou não, eleitos em Assembleia Geral, remunerados ou não,
ljVr ° Urr|a ou mais acções, em seu nome no respectivo conforme for deliberado em Assembleia Geral, sendo os
i de reg’sto de acções da sociedade/nos cinco dias que
mesmos dispensados de prestar, caução.
*ataniente antecederem a sua realização, e que estejam ? A Assembleia Geral designará também, de entre os
de exercer o direito de voto óu, tratando se administradores, quem assumirá as funções de Presidente
f)ie Sn.ÇÕes a° Portador não registadas, se encontrem, com a do Conselho de Administração, ao qual è atribuído voto de
Cr^ito antecec*ê nc’a» depositadas em qualquer instituição qualidade em caso de empate nas votações.
3 °u na sede da sociedade. f 3 O mandato dos membros do Conselho é de três anos
iiiar depósito previsto no número anterior devera e . renováveis apenas por uma vez.
na Própria sociedade ou numa instituição de cre
DIÁRiODAPn;.
11626 ---------

„ A administração poderá autorizar que, no d


4. Compete ao Conselho de Administração o exercício - sejam feitos aos acmomstas adantam^
de lodos os poderes de gestão e representação da sociedade um exere>cl , observadas as regras constames
em juízo ou fora dele e activa e passivamente, dentro1 dos sobre lucros ° das Sociedades Comerciais 0„
limites da lei, dos estatutos e no respeito pelas deliberações
de dispôs Ç artigo 18.’
da Assembleia Geral.
5. O Conselho de Administração reunir-se-á ordinaria­
mente uma vez em cada mês e extraordinariamente sempre OexerclCl■ ° «miai da sociedade encerra a 31 de Dezembro
que convocado pelo seu Presidente oú por dois ou mais cada ano civil,
administradores. CAPÍTULO IV
6. As reuniões deverão ser convocadas através de fac-
Disposições Finais
simile (telefax), carta eníregue em mão ou carta registada
enviada em correio expresso aos Administradores com, pelo ARTIGO 19.°

menos, 5 (cinco) dias de antecedência. Essa formalidade Fica a sociedade autorizada por deliberação dos accio-
poderá ser dispensada, desde que todos os Administradores nistas, a derrogar quaisquer preceitos dispositivos da Lei das
estejam presentes ou representados numa reunião e concor­ Sociedades Comerciais.
dem com essa dispensa. ARTIGO 20.°
7. As deliberações do Conselho de Administração Para todas as questões emergentes destes estatutos é
serâo tomadas por maioria dos votos emitidos pelos competente o Foro da Comarca de Luanda, com exclusão
Administradores presentes. de qualquer outro.
ARTIGO 14.® (15-9638-L02)

O Conselho de Administração pode nomear mandatários


ou procuradores da sociedade para a prática de determinados
actos ou categorias de actos, bem como delegar a gestão cor­ Dunyx (SU), Limitada
rente da sociedade num ou mais administradores.
Israel Carlos de Sousa Nambi, Conservador de 3.a Classe da
ARTIGO 15.°
Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
A sociedade obriga-se, genericamente, pela assinatura: do Guiché Unico da Empresa.
a) De dois administradores; Satisfazendo ao que me foi requerido em petição apre­
b) Um administrador delegado, no âmbito dos pode­ sentada sob o n.° 33 do livro-diário de 12 dé Junho do
res que lhe forem delegados; corrente ano, a qual fica arquivada nesta Conservatória.
c) Um ou mais procuradores nos termos do respectivo Certifico que Dulce Feíismina de Oliveira,.solteira, maior,
de nacionalidade angolana, natural da Maianga, Província
mandato.
de Luanda, residente em Luanda, no Distrito Urbano da
Do Conselho Fiscal
Ingombota, Bairro Azul, Rua Dak Doy, Casa n.° 21', Zona 2,
ARTIGO I6.° constituiu uma sociedade unipessoal por quotas denominada
1. A fiscalização da sociedade será exercida pelo «Dunyx (SU), Limitáda», registada sob o n.° 3.098/J 5, que se
Conselho Fiscal, que será composto por três membros efec­
vai reger pelo disposto nos termos seguintes.
tivos e dois suplentes, designados pela Assembleia Geral por
Está conforme.
um período de três anos renováveis. Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
2. O Conselho Fiscal exerce as funções que por lei lhe o Guiché Único da Empresa, em Luanda, 12 de Junho
são cometidas.
de 2015. — O ajudante, ilegível.
ARTIGO 17.°
1. Os lucros apurados em cada exercício terão a seguinte
aplicação:
a) Integração ou reintegração do fundo de reserva estatuto da sociedade
DUNYX (SU), LIMITADA
legal, na percentagem exigida por lei;
b) O remanescente será distribuído de acordo com ARTIGO l.° . •
(Ocnominação e sede)
o xque for deliberado pela Assembleia Geral,
Lim’i S?Cledade adopta a denominação de «Dunyx
podendo não ser atribuído qualquer dividendo Luanda
Mnn' COm Sede soc,aI na Província de
aos accionistas ou os dividendos não serem atri­
buídos aos accionistas em função da sua par­ Apartament Luanda,
P10 0de6o ’ Ua Distrito Cabral, da ln n.°o 4Z
Urbano Edifício 42.
*
®airro 'ngombotaT;
ticipação no capital social, mas nos termos e ^a,quer outro |0’. ?°dendo transferi-la livremente para
condições aprovadas pelã maioria absoluta dos sucursais * ° territó"° nacional, bem como
dentro e fora do °U °UtraS formas de rePresent^°
votos correspondentes à totalidade do capital
social.
134 —DE 14DEJÚLHODE2015
~------- ----- -------- ------ ----- ----------------------- ------------- 11627
ARTIGO 2.° • ’ .
(Duração) vamente, incumbem à sócia-única, bastando a sua assinatura
sUa duração é por tempo indeterminado, contando-se o para obrigar validamente a sociedade.
A da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir 1. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
J>-
** ■
como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes.
0 ARTIGO 3.° 2. A sócia-única poderá nomear pessoa estranha a socie­
(Objecto) dade para assumir as funções de gerência.
A sociedade tem como objecto social o comércio gera! a ARTIGO 7.°
sso e a retalho, prestação de serviços, saneamento básico, (Decisões)
^retenimento, publicidade marketing e audiovisuais^ As decisões da sócia-única de natureza igual as delibera­
fações editoriais, revistas, jornais e livros, shopping^ ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por
hotelaria, consultoria, auditoria, indústria, construção civil ele assinadas e mantidas em livro de actas.
obras públicas, metalo-mecânica, iluminação publica, ARTIGO 8.°
apresentações comerciais, fiscalização de obras, serralha­ ■ ■- ■ r (Dissolução)
ria, carpintaria, produção e venda de caixilharia de alumínio, A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi­
promoção e mediação imobiliária, relação pública serviços mento da sócia-única, continuando a sua existência com o
aeroportuários, informática, telecomunicações, electrici- so.brevivo e herdeiros ou representantes da sócia falecida ou
dade; agro-pecuária, exploração de peixaria e trabalhos de interdita, devendo estes nomear um que a todòs represente,,
barcos de recreio, moagem de fuba, agricultura, avicultura, enquanto a quota se mantiver indivisa.
pescas, indústria alimentar, cyóer-café, informática, hote­ ARTIGO 9.°
laria e turismo, agência de viagens e turismo, produção de (Liquidação)
eventos musicais ,e desportivos, organização de viagem e A liquidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das
excursões, manutenção de espaços verdes, transportes aéreo, Sociedades Comerciais.
marítimo e terrestres, compra e venda de viaturas novas, de ARTIGO 10.°
ocasião ou usadas, transporte de passageiros ou de merca- (Balanços)
donas, camionagem, transitários, despachante, rent-a-car, Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
oficina auto, venda de material de escritório e escolar, relo­ dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
joaria, perfumaria, ourivesaria, agência de viagens, salão de a 31 de Março imediato.
festas, salão de cabeleireiro, modas e confecç.ões, botequim, ARTIGO 11.°
centro médico, clinica geral, compra e venda de medica­ (Omisso)
mentos, farmácia, material e equipamentos hospitalares, No omisso regularão as deliberações sociais, as dis­
restaurante, pastelaria, panificação, geladaria, exploração de posições da Lei n.° 19/12, de II de Junho e ainda as
parques de diversões, realização de eventos culturais, recrea­ disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04,
dos, exploração mineira e florestal, floricultura, exploração de 13 de Fevereiro.
^e bombas de combustíveis ou estação de serviço, de petró- (15-9639-L02)
k°eseus derivados, representações comerciais, orfanatos,
Creches e pré-escolas, lares de idosos, educação e ensino
jeral e especial, médio, técnico e superior, escola de con- Top Criticai Talent, Limitada
importação e exportação, podendo ainda dedicar-se
Certifico que, por escritura de 11 de Junho de 2015,
aA^alquer outro ramo do comércio ou indústria em que a
túnica decida e seja permitido por lei. lavrada com início a folhas 3, do livro de notas para escri­
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché
ART1GÓ4? Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto
(Capital)
Pires da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre
; 0 capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan-
António Jorge Pereira Ferreira, casado, natural de Barcelos,
'ntegralmente realizado em dinheiro, representado por
Portugal, de nacionalidade portuguesa, residente em Luanda,
m/') quota n<>'valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem no Município da Ingombota, Avenida de Portugal,.Torre
wanzas), pertencente à sócia-única Dulce Felismina de
Zimbo, n.° 16.° Andar, Apartamento 4, que outorga neste
^eira,
em representação das sociedades «S- Solutions S. A»., com
ARTIGO 5.” sede em Luanda, no Município de Luanda, Distrito Urbano
(Cessão dc quotas) da Ingombota, Bairro Ingombota, Rua Luís Mota Feo,,
trçnsfCSsão quota implica a saída do sócio cedente ou Porta n.° 3, 2.° andar, e «Talent Search, S. A.», com sede
0rtTlaÇão da mesma em sociedade pluripessoal. em Luanda, no Município de Luanda, Distrito Urbano da
Ingombota, Bairro Patrice Lumumba, Avenida Comandante ’
ARTIGO 6.°
A (Gerência) Valódia Prédio n.° 5,6.° andar, Apartamento 61, e como man­
^'erência e administração da sociedade, em todos os datário de Jorge Carlos Batalha Duarte Catulo, casado com
^los e . fora dele, activa e passi-
v contratos, em juízo e
11628

ARTIGO 6.°
Catarina Saraiva Russo, sob o regime de comunhão de adqui­ (Quotas)
ridos, natural do Lubango, Província da Huíla, residente em
O capital social corresponde à soma de 4 (Q
Luanda, no Distrito Urbano da Samba, Condomínio Talatona
sendo uma do valor nominal de Kz: 30.000,00 (trinta
B-2, e Ana Cristina Martins Santiago Marques, casada com zas), detida pelo sócio Jorge Carlos Batalha Duarte Catul^ *'
António José Ricardo Barros, sob o regime de comunhão Kz: 30.000,00 (trinta mil kwanzas) detida por Ana Cristi °’
de adquiridos, natural do Sambizanga, Província de Luanda,
Santiago Marques, outra de Kz: 30.000,00 (trinta mi^
residente em Luanda, no Distrito Urbano da Ingombota, detida por «Talent Search, S.A.» e outra de Kz: óO.OOOoo^
Bairro Maculusso, Rua Manuel Augusto Santo, Casa n.°27;
senta mil kwanzas), detida por «S-Solutions, S. A.». • ’
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
ARTIGO 7.°
termos constantes dos artigos seguintes. (Transmissão dc quotas)
Está conforme. 1. A transmissão de quotas entre sócios fica
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em i -íi i ôUjeita ao
consentimento da sociedade, sob pena de amortização d
Luanda, 12 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível. respectiváquota.
2. A cessão, total ou parcial, a estranhos depende do con
sentimento da sociedade, sendo-lhe reservado direito de
PACTO SOCIAL preferência em primeiro lugar e aos sócios em segundo.
TOP CR1TICAL TALENT, LIMITADA 3. Se mais de um sócio exercer direito de preferência
CAPÍTULO I a quota a ceder será dividida nà proporção das quotas dos
Denominação, Sede, Duração e Objecto Social sócios que exerçam o seu direito.

ARTIGO l.° ARTIGO 8.°'


(Denominação) (Amortização dc quotas)

A sociedade denomina-se «Top Criticai Talent, Limitada». 1. A .sociedade poderá amortizar qualquer'quota, nos
ARTIGO 2.°
casos seguintes: •
(Sede) a) Por acordo dos sócios;
1. A sociedade tem a sua sede em Luanda, Município b) Morte ou início de processo judicial ou procedi­
de Belas, Condomínio Cidade Financeira, Rua do Centro mento cautelar em razão de inabilitação ou inter­
de Convenções (Via S8, GU05B), Bloco 4-5.° Piso, Bairro, dição do seu titular; *
Luanda. c) Sendo o titular empregado, prestador de serviços
2. A gerência pode transferir a sede para outro local den­
ou membro de qualquer órgão da sociedade, o
tro do território nacional.
seu contrato ou mandato seja suspenso ou cesse
ARTIGO 3.°
(Duração) por qualquer causa;
d) A quota tenha sido, total ou parcialmente, transou
A duração da sociedade é por tempo indeterminado, e a
tida ou sobre ela tenha sido constituído qualquer
sua existência legal conta-se, desde a data da constituição.
ónus ou encargo ou venha a ser objecto de pr
ARTIGO 4.°
(Objecto social)
cedimento judicial, com infraeção do dispo

1. A sociedade tem por objecto a prestação de serviços no pacto social; . ,


profissionais de recrutamento e avaliação de pessoas, negó­ . e) Quando por partilha subsequente a acção.de
cios, empresas, bens móveis e imóveis e actividades conexas ciò ou separação de pessoas e bens, a quot
com as anteriormente citadas. nor
a pertencer ao cônjuge do sócio ou, p ^cen.
2. A sociedade, por decisão da gerência, pode adquirir missão gratuita ou onerosa, a qualquer
quaisquer participações em sociedades de responsabilidade
ilimitada, em sociedades com objecto diferente do seu e em dente ou herdeiro deste; , jvência
j) Dissolução ou liquidação, bem como mso
sociedades reguladas por leis especiais, bem como participar
em agrupamentos de empresas. do sócio; . . mente°
S) Os respectívos titulares exerçam abusiva
CAPÍTULO II
direito de informação, prejudicando o
Capital Social, Quotas, Prestações
funcionamento da sociedade e o interes
Suplementares e Acessórias
b) Cessação ou verificação das condições
ARTIGO 5.°
(Capital social) em acordo parassocial; AnCia pu
i) Violação de obrigações de não concor
O capital social é de Kz: 150.000,00 (cento e cinquenta *
independência em vigor, bem como
mil kwanzas), integralmente subscrito e realizado em
ção de informação ou segredo e uso ,n
dinheiro.
firma social.
N° 134—DE 14 DE JULHO DE 2015
11629
Aair>ortizaÇão prevista neste artigo deve ser deliberada
ícsetnbJeia Geral, no prazo de sessenta dias contados do o) O seu consentimento para que seja aprovada uma
^cimento d°fact0' deliberação por voto escrito; e
‘j A amortização será efectuada pelo respectivo valor b) A sua concordância quanto à deliberação em ques­
tão. .
in8|, devendo o preço ser pago no prazo de seis meses a
"""" jàdata da declaração de amortização. ARTIGO TI.°
‘^A quota amortizada deverá figurar no balanço como (Funcionamento da Assembleia Geral)

aléque os sócios deliberam a respectiva redução de capi- 1 - As Assembleias Gerais considerar-se-ão constituídas
desde que estejam presentes ou representados sócios titu­
õ| aumento do valor das restantes quotas ou á criação de
^niasde igual valor para alienação a terceiros. lares de quotas que perfaçam, pelo menos, 90% dos votos
correspondentes ao capital-social.
ARTIGO 9.°
2. As deliberações em Assembleia Geral são tomadas por
(Prestações suplementares, acessórias e suprimentos)
maioria de 90% dôs votos correspondentes ao capital social.
1. Ásociedade pode adquirir quotas próprias derítro dos
. ARTIGO 125
limites e sob as condições impostas por lei. (Designação c remuneração da gerência)
2. A sociedade pode deliberar exigir aos sócios a reali­
1. A administração e a representação da sociedade com­
zação de prestações suplementares ou prestações acessórias petem ao gerente ou gerentes nomeados por Assembleia
decapitai até ao montante global máximo do contravalor Geral, por um período de quatro anos sem prejuízo de ree­
em kwanzas de 1.000.000,00 USD (um milhão de dólares leição.
americanos), a serem efectuadas gratuitamente, cabendo 2.0 gerente ou gerentes não serão remunerados, salvo se
à Assembleia Geral a determinação da sua exigência, os de outro modo for deliberado em Assembleia Geral.
sócios obrigados, a quantia exigida a cada sócio obrigado, ARTIGO 13.°
osprazos de realização e correspondente reembolso. (Vinculação)

3. Os sócios poderão fazer suprimentos à sociedade, nos 1. A sociedade obriga-se, genericamente, pela assinatura
termos e,condições a fixar em Assembleia Geral. de: •
a) Um gerente, no caso de gerência singular;
CAPÍTULO III
b) Dois gerentes, no caso de gerência plural;
Órgãos Sociais
c) Um ou mais mandatários ou procuradores, nos ter­
ARTIGO 10.° mos dos respectivos mandatos.
(Convocação da Assembleia Geral) 2. Em todos os documentos de mero expediente, tais
1-A Assembleia Geral reúne-se ordinariamente pelo como o endosso de cheques, vales e outros valores a deposi­
menos uma vez por ano, nos primeiros 3 (três) meses depois tar em conta da sociedade aberta ém instituição de crédito e
findo o exercício do ano anterior e extraordinariamente simples correspondência^ e na execução de deliberações da
■^preque tal se mostre necessário. As reuniões terão lugar Assembleia Geral, que constem de acta da sociedade, é sem- .
^^de da sociedade, salvo quando todos os sócios acorda­ pre suficiente a intervenção de um gerente.
ra na escolha de outro local. 3. A sociedade obriga-se com a assinatura de qualquer
’• As Assembleias Gerais serão convocadas, pelo dos gerentes na prática dos seguintes, qctos:
^erçnte, por sua iniciativa ou a pedido de um dos sócios. a) Receber quaisquer quantias, valores e documentos
As Assembleias Gerais serão convocadas por escrito e e deles (lar quitação;. , .
de anúncio publicado no jornal de maior tiragem b) Orientar, receber e assinar correspondência rela­
^ugar da sede da sociedade, com a antecedência mínima tiva à actividade da sociedade.
dias, e deverá indicar a ordem de trabalhos, o dia, a 4 Ao gerente ou gerentes nomeados são conferidos os.
e° local da reunião. mais amplos poderes de administração e gestão de todos os
« ‘^P^sentação voluntária de um sócio, em deliberação negócios sociais e, ainda, os de comprar, vender, trespassar
^ita talrepresentação, pode ser conferida a outro sócio. ou onerar bens imóveis ou móveis, sujeitos ou não a registo,
assinar, rescindir e ceder a posição eontràtual em contratos
A8 reun’Ões da Assembleia Geral poderão ter lugar
de locação financeira relativos a bens móveis ou imóveis, *
e havido convocação, desde que todos os sócios
bem como os de dispor do direito ao arrendamento, dentro
PfeSentes ou apresentados e tenham prestado o seu
dos limites da lei.
ei^nient° para a realização da reunião e tenham acor
5 Aos gerentes, isolada ou cónjuntamente, é vedado
g ^liberar sobre determinada matéria. prestarem cauções e garantias pessoais ou reais pela socie­
,S feUnÍÕes Assembleia Geral poderão ser disp
dade se as mesmas, não tendo em vista a realização do
os sócios aprovarem deliberações unâm objecto social, não forem concedidas em favor de sociedade
Hber ll° ou deliberações por voto escrito. No cas0 Ue se encontre em relação de grupo, ou entidade relativa-
VÔeS aprovadas por voto escrito, os sócios maniíes- mente à qual haja fundado interesse da sociedade.
Por Perito:
11630

B ..ma sociedade unipessoal por quotas d ’


CAPÍTULO IV
Funcionamento da Sociedade
* (SU>-
""o.! 15/15 que se vai reger pelo disposto nos
ARTIGO 14.°
(Exercício anual)
seguintes.
O exercício anual da sociedade tem oseu início a 1 de Janeiro
Està Wnf°""ed R t0 Comercial de Luanda. 2.’ &
e encerra a 31 de Dezembro.
ARTIGO 15.’
(Aplicação de resultados)
. 1.0 lucro líquido apurado em cada balanço, depois de
deduzidos 10% para fundo de reserva legal, até que este
atinja metade do capital social, terá a aplicação que, sob pro­
posta da gerência, a Assembleia Geral determinar. ESTATUTO DA SOCIEDADE
2. Podem ser autorizados adiantamentos sobre os lucros
ESPERANÇA DA ARTE (SU), LIMITADA
desde que observadas as disposições legais aplicáveis.
ARTIGO I,°
* ARTIGO 16.° (Denominação e sede)
(Direito dc informação)
A sociedade adopta a denominação de «Esperança da Arte
1. Sendo solicitadas informações à gerência, esta disporá
do prazo de sessenta dias para conceder a resposta devida, (SU), Limitada», com sede social na Província de Luanda,
sem prejuízo de disposições legais imperativas que, para Distrito Urbano da Maianga, Rua Comandante Gika, Bairro
uma situação concreta, exijam a prestação de informação Alvalade, Município de Luanda, podendo transferi-la livre­
num prazo inferior. mente para qualquer outro local do território nacional, bem
2. Sem prejuízo do disposto no número anterior, é lícito como abrir filiais, sucursais,'agências ou outras formas de
' à sociedade recusar a consulta dos livros e instrumentos representação dentro e fora do País.
sociais no período de elaboração e aprovação interna das
ARTIGO 2.°
contas anuais. ■
(Duração)
CAPÍTULO V . A sua duração é por tempo indeterminado, contando-seo
Disposições Gerais início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
ARTIGO 17.° do réspecti vo registo.
(Foro)
ARTIGO 3.°
Para dirimir todas as questões emeigentes deste pacto, (Objecto) .
designadamente quanto à validade das respectivas cláusulas e A sociedade tem como objecto social a produção, com
ao exercício dos direitos sociais, entre os sócios e a sociedade, pra e venda de artigos de arte, tapeçaria, holaria, pintura
ou entre esta e os membros dos seus órgãos ou liquidatá­
e/ou desenho, quadros e todas oútras actividades gera^
rios, é exclusivamente competente o Tribunal da Comarca de
específicas ligadas a arte e/ou artezanato, realizaçao
Luanda, por ser aquele que corresponde à sede social.
organização de seminários, conferências, colóquios e ou
ARTIGO 18.°
(Derrogação de preceitos supletivos)
eventos ligados as artes, comercio geral a grosso e a re
prestação de serviços, consultoria, auditoria, construça^^^
As normas supletivas da Lei das Sociedades Comerciais
podem ser derrogadas por deliberação dos sócios, desde que e obras públicas, fiscalização de obras, serviço de
não contrariem qualquer disposição deste pacto. , ria, carpintaria, produção e venda de caixilharia de a u
Disposição Final e Transitória promoção e mediação imobiliária, serviço inf°r
Fica desde já designado como gerente José Caetano telecomunicações, electricidade, agr°-peCLJ^r^a’^r^streSj
Gomes da Silya, ao qual não será remunerado, até que de hotelaria, turismo, transportes aéreo, marítimo e elí),
outro modo seja deliberado em Assembleia GeraL transporte de passageiros ou de mercadorias, cam
(15-9640-L02) transitários, despachante, exploração de oficina e
atelier, venda de material de escritório e escolar,
Esperança da Arte (SU), Limitada confecções, serviço médico-hospitalar, activida açgo
cêptica, material e equipamentos hospitalares, e
Israel Carlos de Sousa Nambi, Conservador de 3,a Classe de ourivesaria,-relojoaria, agência de via£enS^
da Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção pasteleira, panificação, produção de gelados, cvJjtur^^s’
do Guiché Único da Empresa.
de parques de diversões, realização de evento ^eS'
Certifico que Esperança Domingos Matias de Almeida, recreativos e desportivos, exploração rn^n6^3 stação
casada com Gonçalves Vaz de Almeida, sob o regime de
tal, exploração de bombas de combustíveis ou repre
comunhão de adquiridos, de nacionalidade angolana, natu­ serviço, comercialização de petróleo e seus deri v ,^âç^oe
ral do Rangel, Província de Luanda, residente em Luanda,
sentações comerciais, ensino geral, infantário,1
iF-^N.0 134 — DE 14 DE JULHO DE 2015^
11631

Mão, podend° ainda dedicar-se a qualquer outro ramo


mércio ou indústria em que a sócia-única decida e seja SONALK — Serviços (SU), Limitada
Israel Carlos de Sousa Nambi, Conservador de 3.a Classe
ARTIGO 4.° . da Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
(Capital) - do Guiché Único da Empresa.
q capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan-* Satisfazendo ab que me foi requerido em petição apre­
) integralmente realizado em dinheiro, representado por “ sentada sob- o n.° 39, do livro-diário de 12 de Junho do
3(1)quota no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil corrente ano, a qual fica arquivada nesta Conservatória.
^anzas), pertencente a sócia-única Esperança Domingos Certifico que Domingos Chingalule Kevanga, sol­
jUtiasde-Almeida. teiro, maior, de nacionalidade angolana, natural de Seles,
ARTIGO 5.°
Província do Kwanza-Sul, residente em Luanda, Distrito
(Cessão dc quotas) Urbano e Bairro da Maianga, Rua da Mainga,.Casa n.° 28,
Zona 5, constituiu uma sociedade unipessoal por quotas
Acessão da quota implica a saída do sócio cedente ou a
denominada «SONALK — Serviços (SU), Limitada», regis­
yansformação da mesma em sociedade pluripessoal.
tada sob o n.° 3.101/15, que se vai reger pelo disposto no
ARTIGO 6.°
documento em anexo.
(Gerência)
Está conforme.
A gerência è administração da sociedade, em todos os Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi- do Guiché Único da Empresa, em Luanda, 12 de Junho
vamente, incumbem a sócia-única, bastando a sua assinatura de 2015. — O ajudante^ ilegível.
para obrigar validamente a sociedade.
j. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais ESTATUTOS DA SOCIEDADE
como letras de favor, fiança, abonações òu actos semelhantes. SONALK — SERVIÇOS (SU), LIMITADA
2. A sócia-única poderá nomear pessoa estranha a socie­ ARTIGO L°
(Denominação c sede)
dade para assumir, as funções de gerência.
A sociedade adopta a denominação social de «SONALK
ARTIGO 7.° . . ' a
(Decisões) — Serviços (SU), Limitada», com sede social na Província
de Luanda, Bairro da Maianga, Rua dáMaianga, Casa n.°28,
As decisões da sócia-única de natureza igual as delibera­
ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por Zona 5, Distrito Urbano da Maianga, Município de Luanda,
podendo transferi-la livremente para qualquer outro local do
e'eassinadas e mantidas em livro de actas.
território nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agên­
ARTIGO 8.° cias ou outras formas de representação dentro e fora do País.
(Dissolução)
ARTIGO 2.°
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi- (Duração)
^nto da sócia-única, continuando a sua existência com o
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
^revivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
^tíito, devendo estes nomear um que a todos represente, do respectivo registo.
^nto a quota'se mantiver indivisa. ARTIGO.3.0
(Objecto)
< ARTIGO 9.°’
‘ (Liquidação) A sociedade tem como objecto social o comércio, pres-
Ali9uidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das taçâó de serviços, marketing, publicidade e comunicação,
"""^«Comerciais. ' . ■ ' ■ acessória, consultoria empresarial, gestão e produção de
eventos, consultoria, auditoria, agenciamento de viagens,
. . ; ARTIGO I0.°
geral a grosso e a retalho, restauração, serviços de trans­
(Balanços)
portes aéreo, marítimo e terrestres, de passageiros ou de
daj S anos sociais serão os civis e os balanços serão
mercadorias, camionagem, transitários, despachante, rent-a-
a]| eni i de. Dezembro de cada ano, devendo encerrar
-car oficina auto, venda de material de escritório e escolar,
e Março imediato.
modas e confecções, botequim, serviços médico-hospitala­
ARTIGO ll.° res comércio de medicamentos e de material e equipamentos
"(Omisso) hospitalares, serviços de ourivesaria, indústria pasteleira'e <
^sd ^’SSo regularão as deliberações sociais, as disp panificadora, exploração de parques de diversões, realização
•eid, tLein-° 19/12, de 11 de Junho e ainda as disposições < de eventos culturais, recreativos e desportivos, exploração
^edades Comerciais, n.» 1/04, de 13 de Fevereiro. mineira e florestal, exploração de bombas de combustíveis
(15-964 LL02)
11632 —--------------
GLOBO VOCACIONAL —Consuhof
ou estação de serviço, comercialização de petróleo e seu
e Serviços, Limitada
derivados, representações comerciais, ensino geral, in an
tário,. importação e exportação, podendo ainda dedicar se Certifico-que, por escritura de 11 de Júnh
a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em que o lavrada com início a folhas 98, do livro de notas° 2°l5’
sócio-único decida e seja permitido por lei. turas diversas n.° 271-A, do Cartório Notaria)
ARTIGO 4.° Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Albert^'^
(Capital)
da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­
Primeiro: — António Félix Basílio Jerónimo
zas), integralmente realizado em dinheiro, representado por maior, natural do Sambizanga, Província de Luanda'1^0’
uma (1) quota no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil
dente em Luanda, no Município de Viana, Bairro Capala^'
kwanzas), pertencente ao sócio-único Domingos Chingaluie
Kevanga. Rua 3, Sector 10; Casa n.° 11,. que outorga neste
ARTIGO 5.°
si ind.ividualmente e em nome e em representação de
(Cessão dc quotas) filhos menores, Larissa Ndunduma Cuenda Jerónimo, de 4 ano^
A cessão da quota implica a saída do sócio cedente ou a de idade, natural do Sambizanga,, Província de Luanda
transformação da mesma em sociedade pluripessoâl. Jair Félix Cuenda Jerónimo, de 2 anos de idade, natural de
ARTIGO 6.° Viana, Província de Luanda e consigo conviventes;
(Gerência) Segundo: — Florinda Anita Pedro Cuenda, solteira
A gerência e representação da sociedade, em todos os maior, natural do Sambizanga, Província de Luanda, resi­
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­ dente em Luanda, no Distrito Urbano do Kilamba Kiaxi,
mente, incumbem ao sócio-único, bastando a sua assinatura Bairro Neves Bendinha, Rua da Caconda, casa sem número;
para obrigar validamente a sociedade.
Uma sociedade comercial por quotas qúese regerá nos
1. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
termos constantes dos artigos seguintes.
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes. Está conforme.
2. O sócio-único poderá nomear pessoa estranha a socie­ Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
dade para assumir as funções de gerência. Luanda, 12 de Junhò de 2015. —1 O ajudante, ilegível..
ARTIGO 7.°
(Decisões)

As decisões do sócio-único de natureza igual as delibera­


- ESTATUTOS DA SOCIEDADE
ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por
GLOBO VOCACIONAL —CONSULTORIA
ele assinadas e mantidas em livro de actas.
E SERVIÇOS, LIMITADA
ARTIGO 8.°
(Dissolução) ARTIGO l.°
(Denominação, sede c âmbito)
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi­
Sob a denominação de «GLOBO VOCACIONAL
mento do sócio-único, continuando a sua existência com o
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou Consultoria e Serviços, Limitada», com sede socia
Província de Luanda, Município de Viana, Bairro Capa^an &
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente
Rua 11, Sector 10, Casa n.° 11, podendo a qualquer temp^
enquanto a quota se mantiver indivisa.
abrir ou encerrar filiais, sucursais ou outras formas e r
ARTIGO 9.°
(Liquidação) sentação em qualquer parte do território nacional

A liquidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das estrangeiro.


Sociedades Comerciais. ARTIGO 2.°
ARTIGO io.° (Objecto social) ~
(Balanços) A sociedade terá como objecto social a prestação
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão viços nos seguintes domínios:
dados em 31 de Dezembro de cada ano', devendo encerrar a) Formação e Desenvolvimento de Pessoas,
a 31 de Março imediato.
b) Pesquisa e Investigação Científica,
■ ARTIGO II.°
c) Psicologia e Saúde;
(Omisso) Recruta^10 ■
d) Gestão de Recursos Humanos,
No omisso regularão as deliberações sociais as dis
Selecção de Pessoas; g
posições da Lei n.° 19/12, de I I de Junho e ainda as
e) Gestão, Administração e Manutenção ^açãoi
disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04
Informáticos e das Tecnologias de n
de 13 de Fevereiro.
j) Transportes e reparação automóvel, .vj|;
(15-9642-L02)
g) Paisagismo, Urbanismo e Construça0
N.° 134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
___ _ , _______ ___________________ 11633

h) comércio a grosso e a retalho, importação


tação; . e exP°r- ARTIGO 8.°
(Balanços)
^Hotelaria eTurismo. Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
artigo 3.° em 31 de Dejzembro de cada ano, devendo encerrar a 31
(Duração)
de Março imediato.,
A juração da sociedade é de tempo indeterminado ARTIGO 9.°
ARTIGO 4.° Ao final de cada exercício social, a gerência elaborará,
(Capital social)
com base na escrituração contábil da sociedade, o balanço
o capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas) patrimonial, a demonstração de resultado do exercício,
ou equivalente a USD 1.000,00 (mil dólares americanos) a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados e a
cimente realizado em dinheiro, dividido e realizada demonstração das origens e apjicações de recursos.
dinheiro por 4 (quatro) quotas, sendo uma (I) quota no ARTIGO 10.°
va|ornominal de Kz: 60,000.00 (sessenta mil kwanzas), per- (Exclusão dc sócio)

íencente.ao sócio António Félix Basílio Jerónimo, uma (1) O sócio poderá ser excluído por deliberação da maioria
no valor de Kz. 10.000,00 (dez mil kwanzas), pertencente à representada por 70% do capital social.
sócia Florinda Anita Pedro Cuenda, e (duas) quotas iguais ARTIGO 11.0
(Incapacidade permanente ou falecimento dc sócio)
n0 valor de Kz: 15.000,00 (quinze mil kwanzas) cada uma,
pertencente ao sócio Jair Félix Cuenda Jerónimo e Larissa Em caso de incapacidade permanente ou falecimento de
Ndunduma Cuenda Jerónimo. um dos sócios, o direito de participação é exercido pèlo her­
1. A responsabilidade de cada sócio é limitada a reali­ deiro do sócio.
zação das suas quotas mas todos respondem solidariamente ARTIGO 12.°
(Deliberações)
pela realização do capital social.
2. A adição de sócio, transferência, venda ou cedência As deliberações serão tomadas em reunião dos sócios
de quotas não poderão ser feitas sem o consentimento da por uma maioria do capital social mínimo de 70% de quotas.
sociedade. ARTIGO 13.°
(Liquidação)
ARTIGO 5.°
(Gerência) Em caso de liquidação os sócios definem os procedimen­
I. A gerência e representação da sociedade, em todos os tos e condições de liquidação que melhor se adequarem ao
contexto respeitando os pressupostos e obrigações legais.
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi-
wiente, incumbe ao sócio António Félix Basílio Jerónimo, ARTIGO 14.°
(Disposições Gerais)
que fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução,
bastando I (uma) assinatura do gerente para obrigar valida Para todas as questões emergentes do presente contrato,
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
mente a sociedade.
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
-■ 0 gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
eni pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
^ência, conferindo para o eíeito o respectivo mandato. outro.
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em acto
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
ec°ntratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
0,110 ktos de favor, fiança, abonações ou actos se
(15-9643-L02)
Ihantes’ •

ARTIGO 6.°
. (Remuneração dos sócios) LULONDA— Construtora, Limitada
lrabalh°S P°derao acordar a retirada mensal de lucros
Certifico que, por escritura de 12 de Junho.de ?015
^Va^ard °S r^a^2a<^os Pela sociedade, devendo sempre
lavrada com início a folhas 31, do livro.de notas para escri­
os ,níeresses de funcionamento da sociedade e turas diversas n.°410, do Cartório Notarial do Guiché Único
8açoes le8ais. da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto
Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre- Pires
• da3
ARTIGO 7.’ Primeiro: — Rui Paulo de Jesus Cassoma^ casado
P9ra (Exercício social)
eWre 9S aS clUest®es emergentes do presente contrato, com Madalena André Martins Cassoma, sob o regime de
efl,rQ eles gS Veieis, seus herdeiros ou representantes, quer comunhão de adquiridos, natural da Maianga Provínc’
(%rca d 3 P^pria sociedade, fica estipulado o Foro da de Luanda, onde reside habitualmente, no Município d
0,r°. ^aanda, com expressa renúncia a qualquer . Luanda, Bairro Calemba, casa sem número; '
* \ •
H634
2. O gerente poderá delegar num dos sóciOs
Segundo: - Rafael Luzolo Viso Mbatchi, solteiro,
em pessoa estranha à sociedade parte dos seus^ °U
maior, natural de Cabinda, Província de Cabinda, r gerência, conferindo para o efeito o respectivo ^P°deres de
dente habitualmente em Luanda, no Município e Bairro 3. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedad^0’
Cacuaco, Rua dos Pescadores, casa sem número,
Uma sociedade comercial por quotas de responsabi e contratos estranhos aos negócios sociais da soei d
como letras de favor, fiança, abonações ou a t
lidade limitada, que se regerá nos termos constantes dos
lhantes. . S Sen^
artigos seguintes.
ARTIGO 7.°
Está conforme.
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em As Assembleias Gerais serão convocadas por •
cartas registadas, dirigidas aos sócios com pe|0Slniples
Luanda, 12 de Junho de 2015. —r O ajudante, ilegível.
.30 (trinta) dias de antecedência, isto quando a lei nà^08
creva formalidades especiais de comunicação. Se qu
dos sócios estiver ausente da sede social, a comunicação
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
deverá ser feita com tempo suficiente para que possa com
LULONDA—-CONSTRUTORA, LIMITADA
parecer. ■ . .
ARTIGO l.°
ARTIGO 8.°
A sociedade adopta a denominação social de «LULON DA
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a*per-
— Construtora, Limitada», com sede social na Província de
centagem para fundos .ou destinos especiais'criados em
Luanda, Município de Belas, Bairro Kenguela-Norte, Rua
. Â ’ , _ ,. . .___ Àssembleia Geral, serão divididos pelos-sócios na nronnr-
Junto a Fazenda Tchissola V, casa sem numero, podendo . , ~ ~ p pr
transferi-la livremente para qualquer outro local do territó­ ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
rio nacional, bem como abrir filiais,.sucursais, agências ou as perdas se as houver. ,
outras formas de representação dentro e fora do País., ARTIGO 9.°
Á sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
ARTIGO 2.°
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o de qualquer dos sócios, continuando a sua existência como
início da sua actividade, para todos os efeit.os legais, a partir sobreviva e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
da data da celebração da escritura. interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,

ARTIGO 3.°
enquanto a quota se mantiver indivisa.
A sociedade tem como objecto social a prestação de ARTIGO 10.°

serviços, comércio geral a grosso e a retalho, serviço de ser­ Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
ralharia, caixilharia de alumínios, avicultura, agro-pecuária; demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários ea
liquidação e partilha verificar-se-á como acordarem. Na fato
indústria, pesca, hotelaria e turismo, construção civil e obras
públicas, consultoria, importação e exportação, podendo de acordo, e se algum deles o pretender será o activo socia
ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comércio ou licitado em globo com obrigação do pagamènto do passiv
indústria em que os sócios acordem e seja permitido por lei. e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em ig.
ARTIGO 4.° dade de condições.
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas), ARTIGO 11.° de
integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado A sociedade reserva-se o direito de amortizar a q
por 2 (duas) quotas, sendo 1 (uma) quota no valor nomi­ qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, Pen
nal de Kz: 80.000,00 (oitenta mil kwanzas), pertencente ao providência cautelar.
sócio Rui Paulo de Jesus Cassoma e outra quota no valor
ARTIGO 1.2? òontrat0’
nominal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanzas), pertencente Para todas as questões emergentes do presepe $ ^eJ.
ao sócio Rafael Luzolo Viso Mbatchi, respectivamente. quer entre os sócios, seus .herdeiros ou representan
. ARTIGO 5? entre eles e a própria sociedade, fica estipulado °jer olltro-
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qtia
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ARTIGO 13.° os'serã°
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade deíe não
Os anos sociais serão, os civis e os ba an ^^erraí
quiser fazer uso.
dados em 31 de Dezembro de cada anó, deven
ARTIGO 6.°
a 31 de Março imediato.
I. A gerência e representação da sociedade, em todos os
ARTIGO 14.° . aS disp0'
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
No omisso regularão as deliberações social ,
mente, incumbe ao sócio Rafael Luzolo Viso Mbatchi, que
fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução,’bas­ sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro,
Sociedades Comerciais, e demais legislação ap^
tando a sua assinatura para obrigar validamente a sociedade
, p_N.° 134 —DE 14DEJÚLHODE2015
——------ _ 11635

nALENA fl0R ” Empreendimento, Limitada '


jlA‘ 1 , cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos químicos e far­
f rtifico que. por escritura de 11 de Junho de 2015 macêuticos, centro médico, prestação de serviços na área
Ha com i"ício a f01haS 61’ d° livro de notas Para escri- da saúde, plastificação de documentos, venda de material
diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché de escritório e escolar, decorações, serigrafia, impressões;
^oda Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires agencia de viagens, promoção e mediação imobiliária,
s0 Licenciado em Direito, foi constituída entre: relações públicas, panificação, representações comerciais
* Cimeiro: - Madalena Cristóvão da Costa, casada com e industriais, venda de gás de cozinha, desporto e recrea­
is Domingos Pedro, sob o regime de comunhão de adqui- ção, meios industriais, realizações de actividades culturais
*s, natural do Rangel, Província de Luanda,'onde reside e desportivas, manutenção de espaços verdes, segurança de
^itiqlmente, no Município de Viana, Bairro Viana, Casa bens patrimoniais, educação e cultura, ensino, importação e
exportação, saneamento básico, fabricação e venda de gelo,
*2;
11
Segundo: — Iracelma da Costa Pedro, menor, reside podendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comér­
^itualmente, no Município de Viana, Bairro Viana, Casa cio ou indústria em que os sócios acordem e seja permitido
por lei.
n*2; •
— Vivaldo da Costa Pedro, menor, reside habi- ARTIGO 4.°
malmente, no Município de Viana, Bairró Viana, Casa n? 2; O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­
Quarto: — Josineide Helena da Costa Pedro, menor, zas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e •
residehabituâlmente, no Município de Viana, Bairro Viana, representado por 4 (quatro) quotas, uma no valor nomi­
Casan.°2; nal de Kz: 70.000,00 (setenta mil kwanzas), pertencente
Uma sociedade comercial por quotas de que se regerá à sócia Madalena Cristóvão da Costa e outras três quotas
nos termos constantes do documento em anexo. iguais no valor nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas)
Esta conforme. cada uma, pertencentes aos sócios Iracelma da Costa Pedro,
Cartório Notarial dó Guiché Único' da Empresa, em Josineide Helena da Costa Pedro e Vivaldo da Costa Pedro,
Luanda, 12 de Junho de 2015. — CTajudante, ilegível. respectivamente. ' ~
ARTIGO 5.° •
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não
MADALENA FLOR— ' .
. quiser fazer uso.
EMPREENDIMENTO, LIMITADA
ARTIGO 6.°
ARTIGO I.®
LA gerência e administração da sociedade, em todos os
A sociedade adopta a denominação social de «MÀDA-
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­
^A FLOR — Empreendimento, Limitada», .com sede
vamente, incumbe ao sócio Madalena Cristóvão da Costa,
na Província de Luanda, Município de Viana, Bairro
que fica desde já nomeada gerente, com dispensa de cau­
^laíla> Rua da Estalagem, Casa n.° 2, podendo transferi-la'
ção, bastando a sua assinatura; para obrigar validamente a
^rernente para qualquer outro local do território nacional,
sociedade.
111 como abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas
2. A gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
eapresentação dentro e fora do País.
em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
ARTIGO 2.° gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato.
soa duração é por tempo indeterminado, c0ntand07.se o 3. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
daj0SUa activ’dade,‘para todos os efeitos legais, a partir contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
ala da celebração da escritura. como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes.

. ARTIGO 3.° . ARTIGO 7.°


s°ciedade tem como objecto social a prestação de ser As Assembleias Gerais serão convocadas por simples
,c°nsultoria, formação profissional, comercial a grosso cartas registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos
k a^0’ av>cultura, agro-pecuária, indústria, pesca, hot 30 (trinta) dias de antecedência, isto quando a lei não pres­
pJtUrismo, serviços de informática, telecomunicações, creva formalidades especiais de comunicação. Se qualquer
construção civil e obras públicas, consultoria dos sócios estiver ausente da sede social, a comunicação
mineira e florestal,-comercialização de te e one deverá ser feita com tempo suficiente para que possa com­
V(TCeSSÓr’Os’ transporte marítimo, camionagem, ag parecer.
ARTIGO 8.“
e transitários, cabotagem,;
^ces.^a de viaturas, novas ou usadas e seus acess Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
^ricaÁ°naria de material e peças separadas de transp . ( centagem para fundos, ou destinos especiais criados em
Ç9° de blocos e vigotas, medicamentos, material
_ DIÁRIO DAREPfm^
11636

Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor


.’___
rTda° ng°Catarino
mbOta’ Pr °VÍnC,a Nazaré,
Domingos LUandasolteiro®mre„.Í
’ °n<1
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas nalUra no Distrito Urbano da Ingombota,
’iabÍtUa”lie Rua Fernando de Sousa, Casa n, l5.A.’
as perdas se as houver.
MaulTsòciedade comercial por quotas de que se
ARTIGO 9.°
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento nosXos constantes dos documentos em anexo.
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com os
sobrevivos e herdeiros ou representantes do sócio falecido Esta conforme^ Guiché Único da Empresa,
ou interdito, devendo estes nomear um que a todos repre­ LuX^Xode20l5-O.udante,^
sente, enquanto a quota se mantiver indivisa. . •
ARTIGO 10.°
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nós
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
liquidação e partilha verificar-se-á como.acordarem. Na falta
ERC, FLORES — PRESTAÇÃO
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social
DE SERVIÇOS, LIMITADA
licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo
ARTIGO l.°
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
A sociedade adopta a denominação «ERC, FLORES^
dade de condições.
Prestação de Serviços, Limitada».
ARTIGO 11.°
ARTIGO 2.°
A sociedade reservasse o direito de amortizar a quota de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou A sua sede social é em Luanda, Município de Luanda,
providência cautelar. Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Maculusso, Rua
ARTIGO 12.® Fernão de Sousa, n.° 15-A, podendo porém ser transfe­
Pará todas as questões emergentes do presente contrato, rida para qualquer outro local do território Nacional, bem
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer como abrir filiais, sucursais, agências o.u outras formas de
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da representação, em território nacional ou no estrangeiro, de
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer harmonia com as leis em vigor.
outro.
'ARTIGO 3.°
ARTIGO 13.° A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados o seu início para todos os efeitos'lega is, a partir da datada
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de
sua escritura.
Março imediato.
ARTIGO 4.°
ARTIGO 14.° A sociedade tem por objecto social, o exercício da activi
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo- ' dade de prestação de serviços, comércio a grosso e a retalho,
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro,, que é a Lei das importação e exportação de flores, podendo ainda dedic
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável. -se a qualquer outro ramo de actividade desde que os só
(15-9645-L02)
acordem e seja permitido por lei.“

l Qca • re F
’ntegralmente artigos .0
0^’000,00 (cem kwanzas)’
ERC, FLORES — Prestação de Serviços, Limitada
P°r 3 (três) qUo IZa^° eni dinheiro dividido e representado
Certifico que, por escritura de 14 de Maio de 2015, Kz: 40.000 00 Sen<^° 1 (uma) Quota rjo valor nominal do
lavrada com início a folhas 42, do livro de notas para escri­ Emília Jbsé Ch ^Uarenta 171 kwanzas), pertencente à sócia
turas diversas n.° 266-A, do Cartório Notarial do Guiché nominal de K °Utras 2 (duas) quotas iguais, no wIor
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
Pertencente ^‘^0,00 (trinta mil kwanzas) cada uiM
da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre: ^farino Dn $ SÓC’OS Rolanda Chagas Vicente Ferreira o
Primeiro: — Emília José Chagas, solteira, maior, natural
da Maianga, Província de Luanda, onde reside habitual­ ver-se-á
2.0u res g°SNazaré
^^erar- aumento de capital so^’
mente, no Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Maculusso,
Rua Fernão de Sousa, Casa n.° 15, rés-do-chão, 1,° andar; Peitar as proporções do capital social.
Segundo: — Rolanda Chagas Vicente Ferreira, solteira,
maior, natural da Ingombota, Província de Luanda, onde
A cessão d artigo,6.° .
feitaàterceim^U°taS entre os sócios é livre> maS
reside habitualmente, no Distrito Urbano da Ingombota, dade, à qual 4 ’ e^en<^e sempre do consentimento da SP
Bairro Maculusso, Rua José Anchieta, Prédio n.° 1,6.° andar, deferidoaoSsóc-0T^ereserva<io o direito de prefe^
Apartamento 1;
0S’ se aquela dele não quiser usar.
134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
11637
ARTIGO7.0
.. serão exigíveis prestações suplementares de capi- Primeiro: — Caléle Almeida Gombe, solteiro, maior,
' as ossóciOS’ Poderã° fazer à sociedade os suprimentos natural do Negage, Província do Uíge, residente em Luanda,
^necessitar, mediante os juros e nas condições que Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Ingombota, Rua
Almicar Cabral, Prédio n.° 87, 2.° andar-B,
.Miarem- ... Segundo: — Mimosa Renato Cole, solteira, maior, natu­
sH ARTIGO 8.°
ral do Negage, Província do Uíge, residente em Luanda,
j Agerência e administração da sociedade, em todos õs
Município do Cazenga, Bairro Hoji-ya-Henda, Rua Cerâ­
actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi-
mica do Cazenga, Casa n.° 32;
leiite incumbe às sócias Emília José Chagas e Rolanda
rCas Vicente Ferreira, com dispensa de caução, ficam Terceiro; — Aniceto Renato Cole de Almeida, solteiro,
Jjêjá nomeadas gerentes. ■ maior, natural do Cazenga, Província de Luanda, residente
em Luanda, Município do Cazenga, Bairro Hoji-ya-Henda,
7 para obrigar validamente a sociedade em todos os actos
Casan.°32;
contratos, é necessário 2 (duas) assinaturas das gerentes.
Quarto: —Alcides Lumeto Renato de Almeida, solteiro,
3. As sócias-gerentes podem delegar uma pessoa mesmo
maior, natural do Negage, Província do Uíge, Residente em
estranha à sociedade, todos ou parte dos seus poderes de Luanda, Município do Cazenga, Bairro Hoji-ya-Henda, Rua
oeiéncia, mediante procuração. da Cerâmica, Casa n.° 32; .
“ 4. Fica vedado às gereptes obrigar a sociedade, em actos Quinto: — Bimbi Hilário Renato de Almeida, solteiro,
econtratos estranhos aos negócios sociais; tais como letras maior, natural do Negage, Província do Uíge, residente em
de favor, abonações ou documentos semelhantes. Luanda, Município do Cazenga, Bairro Cazenga, Avenida
ARTIGO 9.° Ngola Kiluanje, Casa n.° 32;
A sociedade reserva-se o direito de amortizar as quotas Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
de quaisquer dos sócios, quando sobre ela recaia, arresto, termos constantes do documento em anexo.
penhora ou qualquer outra providência cautelar. Está conforme.
ARTIGO 10.° Cartório Notarial do Guiché Unico da Empresa, em
Os sócios poderão deliberar uma fiscalização a gerência Luanda, aos 12 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
através de um revisor de contas ou sociedade de auditoria.
ARTIGO 11.°
Mediante prévia deliberação dos sócios fica permitida a ESTATUTOS DA SOCIEDADE
participação da sociedade em agrupamentos complementa­ CALMOSA —COMERCIAL, LIMITADA
ra de empresas bem como em sociedade com objectivos ARTIGO l.°
diferentes ou regulados por lei especial. A sociedade adopta a denominação social de «CAL­
ARTIGO 12.°
MOSA — Comercial, Limitada», com sede social na
Ds lucros líquidos apurados, depois de deduzida as per­ Província de Luanda, Rua 2-J 211, Bairro do Zango 4,
itagens para o fundo de reserva legal e quaisquer outras Município de Viana, podendo transferi-la livrémente para
Aniagens para fundos ou destinos especiais criadas em qualquer outro local do território nacional, bem como abrir
^mbleià Geral, serão repartidos pelos sócios na propor­ filiais, sucursais, agências ou outras formas de representação
ias suas quotas. dentro e fora do País.
ARTIGO 2.°
ARTIGO 13.°
caso de dissolução, a liquidação da sociedade . A sua duração é por tempo indeterminado; contando-se o
feita por uma comissão liquidatária, nomeada pela início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir .
M|eia de Sócios. . ’ ' da data da celebração da presente escritura.
ARTIGO 3.°
n ARTIGO 14.° .
A sociedade tem como objecto social, prestação de ser­
Auanto no presente contrato for omisso, a socie
viços, consultoria jurídica e administrativa, contabilidade
^er‘se'á pela legislação em vigor aplicável.
5 . (15-9648-L02) e auditoria, gestão de empreendimentos, armazenamento,
cotnércio geral a grosso e a retalho, prospecção e exploração
de mineirais e florestal, informática, elaboração de projectos
de construção civil e fiscalização de obras, comercialização
Teimosa —Comercial, Limitada
de medicamentos e distribuição, armazenamento, farmácia,
^ada i'C° 5Ue’ Por escritura de 12 de Junho de serviços médicos, educação e ensino geral, indústria trans-
^div0111 lnício a folhas 29, do livro'de notas para ‘ formadora, representações comerciais e industriais, captura,
rocessamento e comercialização de pescado e seus deriva­
3a' a cargo do Notário, Lúcio Alberto dos importação e exportação de bens e serviços, padaria,
’ ICenciado em Direito, foi constituída entre:
11638
ARTIGO 9.° ’
pastelaria e similares, hotelaria e turismo, restauração, &
A sociedade não se dissolverá por morte ou ‘
cultura, pecuária, agência de viagens, exploração de parq ~ de qualquer dos sócios, continuando a sua existên^^^o
de diversão, exploração mineira e seus derivados, explo^ ç
sobrevivos e herdeiros ou representantes do
florestal, exploração de bombas de combustíveis, estação
ou interdito, devendo estes nomear um qUe a t . Iecido
serviço, centro de formação profissional, fabricação de oe sente, enquanto a quota se mantiver indivisa. °S repre*
importação e exportação, podendo ainda dedicar-se a qua
ARTIGO 10.°
quer outro ramo do comércio ou indústria em que os sócios
Dissolvida a sociedade por acordo dos' sóciOs
acordem e seja permitido por lei.
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatá
ARTIGO 4.°
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem N6&
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
de acordo, e se algum deles o pretender será 9 activo9
integralmente realizado em dinheiro, dividido e represen­ licitado em bloco com obrigação do pagamento do'pS°-,al
tado por cinco quotas, sendo uma quota no valor nominal
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer pm •
de Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwanzas), pertencente ao . , . ~ ’CÍT1 igual­
sócio Calele Almeida Gombe, e uma quota no valor nominal dade de condiçoes.
de Kz. 20.000,00 (vinte mil kwanzas), pertencente à sócia ■ ARTIGO 11.°

Mimosa Renato Cole, e outras três quotas iguais no valor A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas), cada uma, qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
pertencentes aos sócios Aniceto Renato Cole de Almeida, providência cautelar. ■ •
Bimbi Hilário Renato de Almeida e Alcides Lumeto Renato . ’ ARTIGO 12.°

de Almeida, respectivamente. Para todas as questões emergentes do presente contrato,


ARTIGO 5.° quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ ' entre eles e a própria sociedade, fica estipulado 0 Foro da
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado 0 direito Comarca de Luanda, cora expressa renúncia a qualquer outro.
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não ARTIGO 13.°
quiser fazer uso. Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada ano,
ARTIGO 6.° devendo estar aprovado até 31 de Março do ano imediato.
A gerência e administração da sociedade, em todos os ’ ARTIGO 14.°
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­ No omisso tegularão as deliberações sociais, as dispo­
vamente, incumbem à sócia Mimosa Renato Cole, que fica sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
desde já nomeada gerente, com dispensa de caução, bas­ Sociedades Comeréiais, e demais legislação aplicável.
(15-9649-L02)
tando a assinatura da gerente para obrigar validamente a
sociedade.
1. A gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
Organizações Kamuxila, Limitada
/em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
gerência, conferindo para 0 efeito, 0 respectivo mandato. Certifico que, por escritura de 11 de Junho de
2. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e lavrada com início a folhas 14, do livro de notas P31*
^.^
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do
contratos estranhos aos negócios .sociais da sociedade, tais
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Albe
como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
lhantes. da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída en
Primeiro: — José Rodrigues Prata Júnior, s0^e,^ en12
ARTIGO 7.°
natural do Lobito, Província de Benguela, reS^a n° I,
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
Luanda, no Município de Viana, Bairro Kikuxi,
registadas dirigidas, aos sócios com pelo menos 30 dias de
antecedência, isto quando a lei não prescreva formalidades Casan.°2; , caSada
Segundo: — Teresa de Jesus Mareei i no de
especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver
com José Baptista Dias, sob 0 regime de c0 , resi'
ausente da sede social a comunicação deverá ser feita com
adquiridos, natural de Cacuaco, Província de L
•tempo suficiente para que possa comparecer.
dente em Luanda, no Município de Belas, Bair
ARTIGO 8.°
Condomínio Austin, Casa n.° 276, rés-do-chão; no$
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
Uma sociedade comercial por quotas que
centagem para fundos ou destinos especiais criados em
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­ termos constantes do documento em anexo.
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas Está conforme. preSa.
as perdas se as houver. Cartório Notarial do Guiché Único oã .^el-
Luanda, aos 12 de Junho de 2015. — O ajudan
~ PE 14 DE Juijll£E20is
11639
■ ESTATUTOS da sociedade
organizações kamuxila, limitada ARTIGO 6.° ;

ARTIGO 1° T A gerência e representação da sociedade, em todos os

sociedade adopta a denominação social de «Orga- seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e pas-
. ções Kamuxila, Limitada», com sede social na-Província sivamente, incumbe ao sócio José Rodrigues Prata Júnior,
Luanda, Município de Viana, Bairro da Sapu, Casam.014 que fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução,
Adendo transferi-13 livremente para qualquer outro local do bastando a assinatura do gerente, para obrigar validamente
Çtório nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agên- a sociedade.
'•as ou outras formas de representação dentro e fora do País. I ■ P gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
' ARTIGO 2.° • em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
Asua duração é por tempo indeterminado, contando-se o- gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir 2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
(jadata da celebração da presente escritura. e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
ARTIGO 3.° como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
Asociedáde tem como objecto social o comércio a grosso lhantes.

earetalho, prestação de serviços, agricultura e agro-pecuá­ ARTIGO 7.°

ria, indústria, pesca, hotelaria e turismo, telecomunicações, As Assembleias Gerais serão convocadas por simples
publicidade, construção civil e obras públicas, consultoria, cartas registadas, dirigidas aos sócios com, pelo menos,
exploração mineira e florestal, comercialização de telefones 30 dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva for­
eseus acessórios, transporte marítimo, camionagem, agente malidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios
despachante e transitários, cabotagem, rent-a-car, compra'e estiver ausente da sede social a comunicação deverá ser feita
venda de viaturas novas ou usadas e seus acessórios, repa­ com tempo suficiente para que possa comparecer.
ração de veículos automóveis, exploração de bombas de ARTIGO 8.°

combustíveis, concessionária de material e peças separadas Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
de transporte, fabricação de blocos e vigotas, comercializa­ centagem para fundos ou destinos especiais criados em
ção de combustíveis e lubrificantes, exploração de bombas de Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
combustíveis e estação de serviço, medicamentos, material ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
cirúrgico, gastável. e hospitalar, produtos químicos e farma- as perdas se as houver.
cêuticos, plastificação de documentos, venda de material de ARTIGO 9.°
^ritórioe escolar, decorações, serigrafia, impressões, agên- A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
Cla de viagens, promoção’e mediação imobiliária, relações de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
Públicas, geladaria, panificação, representações comerciais sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
industriais, venda de gás de cozinha, desporto e recrea- interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
meios industriais, realizações de actividades culturais enquanto a quota se mantiver indivisa.
Esportivas, manutenção de espaços verdes, segurança de ARTIGO 10.°

ns Patrimoniais, educação e cultura, escola de condução, Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
importação e exportação, saneamento básico, fabri- demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
e venda de gelo, cyber café,, electricidade, podendo liquidação e partilha verificar-se-á como acordarem. Na falta
E dedicar-se a qualquer outro ramo do comércio ou de acordo, e se algum deles o pretender, será ó activo social
licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo
str’aem que os sócios acordem e seja permitido por lei.
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
n • > ÁRT1GO4.0 dade de condições.
i(it CaP‘tal social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
ARTIGO 11.°
e^ra|niente realizado em dinheiro, dividido e representado
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
(çjn Uas Auotas iguais, no valor nominal de Kz: 50.000,0
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
U n6nla rnil Kwanzas) cada uma, pertencentes aos sócios
providência cautelar.
Dj Rodrigues Rrata Júnior e Teresa de Jesus Marcelino
. ARTIGO 12.°
resPectivamente.
Para todas as questões’ emergentes do presente contrato,
Ao . * ARTIGO 5.° quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
^tin, SSa° de qu°tas a estranhos fica dependente o entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da.
íc Pref n'-° da sociedade> à qual é sempre reservado o irei Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
1»iser fCrenc'a> deferido aos sócios se a sociedade e e n
outro.
fa^uso.
11640 ————-

equipamentos laboratoriais diversos, fabrico e ..


ARTIGO 13.°
.. ' ™ balanços sèrão de medicamentos, equipamentos
de medicamentos, produtos h
equipamentos ee produtos
os sociais
Os anos sociais serão os civis do encerrar manutenção e assistência a equipamentos dil?^
dados em 31í de Dezembro de cada ano, escoJa de ^os,
a 31 de Março
arço imediato. escola de condução, informática, telecomunicaçõ **
artigo IV ~ flçdkno- ria e turismo, restauração, casino, indústria pesad?^01^ '
isso regularão
No omisso ----------as deliberações sociai , , pescas, agro-pecuária, indústria de panificação c
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das gem, transitários, cabotagem, re/??-a-car, compra V^10^
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
' (15-9650-L02) viaturas novas e usadas, transporte de passageiros
de mercadorias, oficina auto, oficina de frio, fiscali
obras públicas, venda de material de escritório e
VME Ferreira, Limitada venda e instalação de material industrial, venda e a 'i
cia a viaturas, comercialização de material de construção í
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015, comercialização de lubrificantes, salão de cabeleireiro’ '
lavrada com início a folhas 33, do livro de notas para escri­
barbearia, botequim, comercialização de gás de cozinh^
turas diversas n.° 410, do Cartório Notarial do Guiché Único
petróleo iluminante, peças sobressalentes, perfumaria arti ]
da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires da
gos de toucador e higiene, ourivesaria, relojoaria, agência
Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre:
de viagens, farmácia, centro médico, clínica geral, gelada- '
Primeiro: — Hemio Vieira Dias Ferreira, solteiro, maior,
ria, exploração de parques de diversão, exploração florestal
natural do Lubango, Província da Huíla, residente na Huíla,
exploração de bombas de combustíveis, estação de serviço,
no Município do Lubango, Bairro Comandante Cow Boy,
representações comerciais, serralharia, carpintaria, marce­
casa s/n.°;
naria, importação e exportação, podendo ainda dedicar-se a
Segundo: — Maria José Cagiza, solteira, maior, natu­
qualquer outro ramo do comércio ou indústria em que os
ral de Cacuso, Província de Malanje, residente na Huíla, no
sócios acordem e seja permitido por lei.
Município do Lubango, Bairro Comandante Cow Boy, casa
. ARTIGO 4.°
s/n.Q;
O capitai social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
integralmente realizado em dinheiro, dividido e repre-
termos constantes do documento em anexo.
* sentado por duas quotas, sendo uma no valor nominal de
Está conforme.
Kz: 70.000,00 (setenta mil kwanzas), pertencente ao sócio
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
Hemio Vieira Dias Ferreira e outra quota no valo nominal
Luanda, aos 12 de Junho dex2015. — O ajudante, ilegível.
de Kz: 30.000,00 (trinta mil kwanzas). pertencente à sócia
Maria José Cagiza, respectivamente.
ARTIGO 5.°
ESTATUTOS DA SOCIEDADE A cessão de quotas a estranhos fica dependente doc0
VME FERREIRA, LIMITADA ' sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o i
ARTIGO l.° de preferência deferido aos sócios se a sociedade e
A sociedade adopta a denominação social de «VME
quiser fazer uso.
Ferreira, Limitada», com sede social na Província de
ARTIGO 6.° todos os
Luanda, Município de Luanda, Distrito Urbano de Rangel,
A gerência" e administração da sociedade, em
Bairro Marçal, Rua João Lando, podendo transferi-la livre­
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa
mente para qualquer outro local do território nacional, bem
vamente, incumbe ao sócio Hemio Vieira Dias Ferr
como abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas de
fica desde já nomeado gerente, com dispensa de ca^cjedade.
representação dentro e fora do País.
tando a sua assinatura para obrigar validamente a ^esnlo
ARTIGO 2° • .1.0 gerente poderá delegar num dos sócios °^e(.eS Je
A sua duração é por tempo indeterminado contando-se o
em pessoa estranha à sociedade parte dos seus ^ndato.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
gerência, conferindo para o efeito, o respectivo m
da data da celebração da presente escritura.
2. Fica vedado ao gerente obrigar a socie a _edaC|e, ta’s
ARTIGO 3.° e contratos estranhos aos negócios sociais da sO^oS senie'
A sociedade tem como objecto social, prestação de ser­
como, letras de favor, fiança, abonações t3u
viços, comércio geral a grosso e a retalho, empreitadas de
Ihantes.
construção civil e obras públicas, venda de equipamentos
artigo 7.» . p|eS ca1135
dos serviços de segurança privada, prestação de serviços
A Assembleia Geral será convocada por sl ^jas
de segurança privada, infantário, creches, importação e
registadas, dirigidas aos sócios com pelo rnen°orrpali^£'e
comercialização de medicamentos, produtos hospitalares
antecedência, isto quando a lei não prescreva
.O|F^-N.°134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
-- ---------------------------------------- ——------------ 11641
• is de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver .
da sede social a comunicação deverá ser feita co • rime^o: — Gerson José Mambuco Bassanza, solteiro,
3Use,lte ccjente para que possa comparecer. rna’Or’ natural de Cabinda, Província'de Cabinda, onde
teinP0sU ARTIGO 8 o ' res’de habitualmente, no Município de Cabinda, Bairro
* Amílcar Cabral; Casa n.° 1024, Zona E;
Os|ucros líquidos apurados, depois de deduzida a per- Segundo: — João da Gloria Massiala Buiti, solteiro,
ntagem para fundos ou destinos especiais criados em maior, natural de Cabinda, Província de Cabinda, residente
Xembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor- habitualmenté em Luanda, no Distrito Urbano da Samba,
;0 das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas Bairro Samba, Rua Direita da Samba, casa s/n.°; •
perdas se as houver. . Uma sociedade comercial por quotas de responsabi­
lidade limitada que se regerá nos termos constantes dos
ARTIGO 9.°
artigos seguintes.
Asociedáde não se dissolverá por morte ou impedimento
* Está conforme.
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o' Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido oui Luanda, aos 12 de Junho de 2015. — .0 ajudante, ilegível.
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ARTIGO 10.°
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos GRUPO GERSON & BUITI, LIMITADA
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a ARTIGO l.°
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta A sociedade adopta a denominação social de «Grupo
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social Gerson & Buiti, Limitada», com sede social na Província de
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo Luanda, Município de Viana, Bairro Zango II, nas Bombas
da Sonangol, Desvio da Antena, Casa n.° 18/D, podendo
eadjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
transferi-la livremente para qualquer outro local do territó­
dade de condições..
rio nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou
ARTIGO ll.° outras formas de representação dentro e fora do País,
Asociedáde reserva-se o direito de amortizar a quota de ARTIGO 2.°
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
providência cautelar. início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
ARTIGO 12.° da data da celebração da escritura.
Para todas as questões emergentes do presente contrato, ARTIGO 3.° . .
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer A sociedade tem como objecto social, prestação de ser­
eníreeles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da viços, consultoria, formação profissional, comércio geral
^marca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer a grosso e a retalho, serviço de serralharia, caixilharia de
outro. alumínios, avicultura, agro-pecuária, indústria, pesca, hote­
laria e turismo, serviço informático, telecomunicações,
ARTIGO 13.°
Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada publicidade, construção civil e obras públicas, comerciali­
^evendo estar aprovado até 31 de Março do ano ime- zação de telefones e seus acessórios, transporte marítimo,
camionagem, agente despachante e transitários, cabotagem,
rent-a-car, compra e venda de viaturas, novas ou usadas e
ARTIGO 14.° seus acessórios, venda e reparação de veículos automóveis,
0 omisso regularão as deliberações sociais, as dispo-
concessionária de material e peças, separadas de transporte,
^Sda Lei n-° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lèi das
fabricação de blocos e vigotas, venda de medicamentos,
^és Comerciais e demais legislação aplicável.
material cirúrgico, exploração de bombas de combustíveis,
, (15-9651-L02) comercialização de combustíveis e lubrificantes, venda de
material de escritório e escolar, decorações, serigrafia, agên­
cia de viagens, promoção e mediação imobiliária, relações
Grupo Gerson & Buiti, Limitada públicas, exploração de pastelaria, padaria, geladaria, repre­

Ijvrç. 'fic° que, por escritura de 12 de Junho de -0 , sentações comerciais e industriais, venda de gás de cozinha,
desporto e recreação, meios industriais, realizações de acti-1
'«r». ,aC°ni inic'o a folhas 37, do livro de notas para escn-
asdivt héúnic0 ‘
---------------------------------------.------------ vidades culturais e desportivas, manutenção de espaços
•>a sas n.° 410, do Cartório - - - - - - - - - do Guicn
- - Notarial verdes, segurança de bens patrimoniais, educação e cultura,
C»sta p653’ a car8° do Notário, Lúcio Alberto Pires a .mportaç-o e eXpOrtação, saneamento básico, fabri-
’ 1Cenciado em Direito, foi constituída entre: ■
11642
artigo u.°
cação e venda de gelo, podendo ainda dedicar-se a qualq
. sociedade
ínuer reserva-se
sócio, quando o direito
sobre de amortizar
ela reca.a aq
arresto, penh
outro ramo do comércio ou indústria em que os sócios acor
dem e seja permitido por lei.
ARTIGO 4.°
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
integralmenle realizado em dinheiro, dividido e representado Para mdas as questões
os sócios, emergentes
seus herdeiros oudo presente
representantes, quet
por duas quotas iguais no valor nominal de Kz: 50.000,0 quer entre sociedade, fica estipulado o Foro da
(cinquenta mil kwanzas) cada uma, pertencentes aos sócios entre eles e P com expressa renúncia a quaiquet
Gerson-José Mambuco Bassanza e João da Glória Massial Comarca de Luanu ,
Buiti, respectivamente. outro.
ARTIGO 5.° ARTIGO 13.°
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito dados em 3 í de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não a 31 de Março imediato.
quiser fazer uso. ARTIGO I4.°
ARTIGO 6.° No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo-
■LA gerência e administração da sociedade, em todos os sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
■ seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável,
mente, incumbe ao sócio Gerson José Mambuco Bassanza,
(15-9652-L02)
que fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução,
bastando a assinatura do gerente, para obrigar validamente
a sociedade.
Cgreen, Limitada
2. O gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes .de Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato.
lavrada com início a folhas 16, do livro de notas para escri­
3. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guichç
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes.
da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre:
ARTIGO 7.°
Primeiro: — Vanda Maria dos Santos Lobato, casada com
As Assembleias Gerais serão convocadas por simples
Paulo João do Egito Chambel Lobato, sob regime de comu­
cartas registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos
nhão de adquiridos, natural de Seles, Província do Kwanza-Sul,
30 dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva for­
residente em Luanda, Distrito Urbano da Ingombota, Bairro
malidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios
estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser Ingombota, Ruá Rainha Ginga, Casa n.° 49;
Segundo: — João Marcolino Sebastião, solteiro, maior,
feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
natural de Luanda, residente em Luanda, Distrito Urbano
ARTIGO 8.°
da Ingombota, Bairro Ingombota, Rua Rainha .Ginga»
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
centagem para fundos ou destinos especiais criados em Prédio n.° 49, 4.° andar, Apartamento 404;
se regem nos
cãn dac cuqc Geral, serão divididos
Assembleia , pelos sócios na -propor-
• Uma sociedade comercial por quotas que
as perdas se as houver Pr°P°rÇã° Serão suPortadas term°s constantes do documento em anexo.
Está conrorme.
csra conforme.
^andTaos lod3?'>d° Guiché Único da Empresa, em
artigo 9.° ’ <4 de Junh0 de 2015. —O ajudante, ilegívd-
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
sobrev vo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
mterd.to, devendo estes nomear um que a todos represente
enquanto a quota se mantiver indivisa. STcgrprS Da SOC1edADE
ARTIGO 10.° -
GReEN, LIMITADA
fitada»,
A s°ciedadecomad°pta aARTlG
denominação
P l.° social de «Cg^
p UnicíP'odeBelaç n S°C'al na Província de Luandtt
Pdifíçio Quissania rban,zaÇãoNova Vida, Espaço E>vinS’
hquidação e partilha verificar-se-á como acordarem Na falta
para qualquer Olllr’ , Ot'C’ podendo transferi-la livremen‘e
de acordo, e se algum deles o pretender será o ah
hcttado em globo com obrigação do pagamento do oaT™' abr‘r filiais, sucur ° °C^ terriíório nacional, bem coíJ1°
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer em ? SentaÇão dentro P7'S’agências ou outras formas de repre
dade de condições. ’ m '8ua|-
r°efbradoPaíSt
’, 134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
11643
• ARTIGO 25
a duração é por tempo indeterminado, contando-se o 1 • Os gerentes poderão delegar num dós sócios ou mesmo
, da sua actividade, pará todos os efeitos legais, a partir em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
rplebração da presente escritura. gerencia, conferindo para o efeito o respectivo mandato.
l)3datadace 2. Fica vedado aos gerentes obrigar a sociedade em actos
1)3 ARTIGO 3.° _ .
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
A sociedade tem como objecto social a prestação de
como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
-iços, comércio a grosso e a retalho, empreitadas de lhantes.
^rução civil e obras públicas, promoção- e mediação
ARTIGjO 75
^biliária, venda de equipamentos dos serviços de segu-
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
^nça privada, Pre?taçã0 de serviços de segurança privada,
registadas, dirigidas aos sócios com, pelo menos,-30 dias de
infantário, importação e comercialização de medicamentos, antecedência, isto quando a lei não prescreva formalidades
rodutos hospitalares, equipamentos laboratoriais diversos, especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver
fabricoe distribuição de medicamentos, equipamentos e pro- ausente da sede social a comunicação deverá ser feita com
dutos hospitalares, manutenção e assistência a equipamentos ‘ tempo suficiente para que possa comparecer.
diversos, educação, ensino geral, escola de línguas, desporto ARTIGO 8.°
e cultura, telecomunicações, hotelaria e turismo, restaura­ Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
ção,casino, indústria pesada e ligeira, pescas, agro-pecuária, centagem para fundos ou destinos especiais criados em .
indústria de panificação, camionagem, transitários, cabota- Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
^wnt-a-car, compra e venda de viaturas novas e usadas, ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
transporte de passageiros, transporte de mercadorias, fisca­ as perdas se as houver.

lização de obras públicas, venda de material de escritório e ARTIGO 9.° .

escolar, venda e instalação de material industrial, venda e. A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
assistência a viaturas, comercialização de material de cons-
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
imçào, comercialização de lubrificantes, comercialização de
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
gás’de cozinha, petróleo iluminante, peças sobressalentes,
enquanto a quota se mantiver indivisa.
artigos de toucador e higiene, agência de viagens, farmácia,
ARTIGO 10.°
clínica geral, exploração de parques de diversão, explora­
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
ção mineira, exploração florestal, exploração de bombas de
demais casos legais, todos os sócios serão .liquidatários e a
combustíveis, estação de serviço, representações comer­
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta
ciais, importação e exportação, podendo ainda dedicar-se a
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social
malquer outro ramo do comércio ou indústria em que os
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo
500108 acordem e seja permitido por lei. e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
ARTIGO 4.° dade de condições.
0 capital social é de Kz: 200.000,00 (duzentos mil ARTIGO 11.° . •
banzas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
isentado por duas quotas sendo uma no valor nominal qualquer sócio, quando sobre ela recaia, arresto, penhora ou
190.000,00 (cento e noventa mil kwanzas), perten providência cautelar.
Centea sócia Vanda Maria dos Santos Lobato e outra quota ARTIGO 12.°
(^Valor nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas), per- Para todas às questões emergentes do presente contrato,
ente ao sócio Jóão Marcolino Sebastião. quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
ARTIGO 55 Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
tenf de clu°tas a estranhos fica dependente do con
ije 11101110 sociedade, à qual é sempre reservado o direito outro.
ARTIGO 13.°
n?ferência, deferido aos sócios se a sociedade dele nã
Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada
erfazeruso.
ano devendo estar aprovado até 31 de Março do ano ime­
A ARTIGO 6.° ’ . diato.
se#s?erência e administração da sociedade, em todos o_ ARTIGO 14.°
Dem Ct°S e c°ntratos, em juízo e fora dele, activa e pass'va No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo-
H’'ncunibe ao sócio Paulo João Egito Chambel sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevçreiro, que é a Lei das
SCaf Vanda Maria dos Santos Lobato, que ficam es Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
%a( °S Sentes, com dispensa de caução, bastan o (I5-9653tL02)
Ura Para obrigar validamente a sociedade.
^R'°
11644
• Ipercentro, S. A. consórcios e associações em participaçâ0)
crever e participar no capital social de
Certifico que, por escritura de 10 de Junho de 2015, constituídas ou a constituir. S°c’eda(jS

lavrada com início a folhas 83, do livro de notas para escri­ ARTIGO4.0
(Duração)
turas diversas n? 271-A do Cartório Notarial do Guiché
Unico de Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto A existência jurídica da sociedade conta
data da escritura de constituição e a sua dura * Partir da
Pires da Costa, cujo texto integral fica depositado nesta indeterminado. ao é P°r te^
Conservatória nos termos dos n.“ 3, 4 e 5 do artigo 169.°
da Lei n.° 1/97, foi constituída uma sociedade anónima CAPÍTULO II
denominada «Ipercentro, S. A.» com sede em Luanda, no Capital Social, Acções e Obrigações
Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Maculusso, Rua
ARTIGO 5.° ,
Rodrigo de Miranda Henrique, Casa n.° 43-A, que tem por (Capital social)
objecto e capital social o estipulado nos artigos 3.° e 5.° do I. O capital social é de Kz: 2.000.000,00 (dois mill -
seu estatuto, que esta sociedade se vai reger pelo documento kwanzas), realizado em dinheiro e encontra-se divid'?^
• complementar elaborado nos termos do artigo 8.° do Código 2.000 (duas mil) acções do valor nominal de Kz: l nnn^
(mil kwanzas), cada uma. • • .00
do Notariado, que fica a fazer parte integrante desta escri­
tura e cujo conteúdo é perfeitamente conhecido de todos os ARTIGO 6.°
outorgantes. (Acções)

Está conforme. 1. As acções são ao portador e podem ser incorporadas


Cartório Notarial do Guiché Único de Empresa, em em títulos de uma, cinco, dez, cinquenta, cem, quinhentos,
Luanda, aos 11 de Julho de 2015. — O ajudante, ilegível. mil, cinco mil, acções.
2. Os títulos são assinados por dois administradores,
podendo ambas as assinaturas ser de chancela.
3. Fica desde já autorizada a emissão ou conversão de
ESTATUTO DA SOCIEDADE
acções escriturais, nos termos da legislação aplicável e desde
IPERCENTRO, S. A.
que haja prévia deliberação da Assembleia Geral nesse sentido.
CAPÍTULO 1 4. As despesas de conversão de’ títulos são encargos dos
Denominação, Sede e Objecto Social accionistas.
5. A sociedade poderá àdquirir acções e obrigações pró­
ARTIGO I.”
(Denominação) prias e fazer sobre elas as operações mais convenientes para
A sociedade é comercial, sob o tipo de sociedade anó­ o interesse social é nos termos da lei. 1
6. A cifra da acções ao portador serão equivalente a 4O/o
nima de responsabilidade limitada e adopta a denominação
de «Ipercentro, S. A.». sendo os 60% para o processo de capitalização integramente

ARTIGO 2.° . sem prejuízo a redistribuição pelos accionistas.


' (Sede)
ARTIGO 7.°
(Transmissibilidade das acções)
A sociedade tem a sua sede em Luanda Município de
1- A transmissão a terceiros das acções da sociedade
Luanda Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Maculusso,
Rua Rodrigo de Miranda Henrique, Casa n.° 43-A. produz os seus efeitos em relação a esta se tiver
§Único: —O Conselho de Administração poderá deslo­ seu consentimento, cuja concessão ou recusa será
pelos sócios em Assembleia Geral em que não poderá
car a sede social para qualquer outro local, bem como criar
ou encerrar sucursais, filiais, agências, delegações ou outras o transmitente. da
2. O consentimento é pedido por escrito ao Preside
formas de representação no País ou no estrangeiro, nos ter­ Mesa da Assembleia Geral ou, na falta deste, a0.^ntodo
mos e limites prescritos nas disposições legais aplicáveis. Fiscal, devendo estes órgãos dar imediato conhecim
ARTIGO 3.° pedido a todos os membros do Conselho de Admin,s
(Objecto social)
3. Se a Assembleia Geral não deliberar sobre
1. A sociedade tem por objecto social, sociedade de inves­ de consentimento nos sessenta dias seguintes à re
timentos e gestão de participações, podendo igualmente
dedicar-se a qualquer outro ramo de comércio e ou indústria transmissão torna-se livre. . < a oomu'
4. O consentimento só se considera recusado s ^cijSíi,
que os sócios acordem entre si e seja permitido por lei.
meação ao sócio, para além de indicar o motivo de
2. A sociedade poderá ainda associar-se com outras
incluir uma proposta de aquisição do mesmo i
pessoas jurídicas, para nomeadamente, formar novas
acções, nas condições de preço e pagamento
sociedades, agrupamentos complementares de empresas,
para que foi solicitado o consentimento, tratando
i,Ér.|£^LN° l34~~PE 14 dejulhode2ob
11645
.ssã0 a título gratuito ou havendo simulação de preço
Xsta rePortar'Se’á a° va,or real’ determi"ado nos ter’ accionista ou um membro do Conselho de Administração;
os accionistas que forem pessoas colectivas poderão fazer-se
õ direito a adquirtr as acções em questão será rateado representar por quem para o efeito indicarem-
’’sócios que houverem manifestado interesse na aqui- 6. Os instrumentos de representação de accionista serão

proporcionalmente- à sua participação no capital, na entregues ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, até
ao início da Assembleia Geral, sem prejuízo do disposto no
Assembleia em que se deliberou recusar o consen­
te só na eventualidade de os sócios não exercerem, parágrafo 4. ' •

'"tal ou parcialmente esse direito, a sociedade ficará obri- 7. As votações poderão ser efectuadas nominalmente
^aaadquiri-las para si ou a fazê-las adquirir por terceiro/ ou por sinais convencionais, conforme for decidido pelo
’\,No caso de Transmissão por morte os herdeiros ou Presidente da Mesa. ‘

beneficiários devem no prazo de seis meses, a contar da ARTIGO n.°


(Mesa da Assembleia)
jatado falecimento do accionista, indicar a(s) pessoa(s) que
A Mesa da Assembleia Geral é composta por um
passa(m)asertitular(es) das acções, nos termos e condições
Presidente, um Vice-Presidente e um Secretário.
do parágrafo 1.
ARTIGO 12.°
ARTIGO 8.°
(Reuniões)
(Obrigações)
A Assembleia Geral reunirá:
Asociedáde pode proceder à emissão de qualquer tipo
a) Em sessão anual no primeiro trimestre de cada ano;
de obrigações, nos termos da lei e nas condições aprovadas
b) Em sessão especial, sempre que o Conselho de
pela Assembleia Geral ou pelo Conselho de Administração.
Administração ou o Conselho Fiscal o julguem
CAPÍTULO III . conveniente ou quando requerido por accionis­
Órgãos Sociais tas que reúnam as condições legalmente exigi­
das.
ARTIGO 9.°
(Órgãos sociais) ARTIGO 13.° •
(Convocação)
São órgãos sociais da sociedade a Assembleia Geral, o
A convocação dos accionistas para a Assembleia Geral
Conselho de Administração e o Conselho Fiscal.
poderá ser feita através de publicação no jornal local de
a)
Assembleia Geral
maior tiragem, nos termos da lei, ou por carta registada
ARTIGO 10.°
expedida com, pelo menos, trinta dias de antecedência em
(Assembleia Geral)
relação à data da reunião da Assembleia.
l. A Assembleia Geral é constituída por todos os accio-
b) Conselho de Administração
"istasque possuam o mínimo de cem acções averbadas em
ARTIGO 14.°
^unome no competente livro de registo de acções da socie- (Conselho de Administração)
^deaté 8 dias antes da data da reunião da Assembleia Geral
1. A administração da sociedade será exercida por um
0Uím no caso de serem titulares de acções ao portador não
Conselho de Administração, constituído por um Presidente,
Atadas, depositem as mesmas na Sociedade ou façam
um Vice-Presidente e um vogal eleitos em Assembleia Geral.
de seu depósito em intermediário financeiro autorizado
’ 2. Em caso de morte, renúncia ou impedimento, tem­
entr°do mesmo prazo. Neste último caso, o intermediário
porário ou definitivo, de qualquer dos membros do
^eiro,depositário das acções deverá comprovar tal facto
Conselho de Administração, o Conselho de Administração
aqui referido, por carta dirigida para a sede social e
poderá preencher por cooptação, até à reunião da próxima
^nada ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral. Assembleia Geral, as vagas que se verificarem nos lugares
cada cem acções corresponde um voto. de Administradores.
fior O8 acc’on*stas titulares de um número de acções infe
3 Dentro dos limites da lei, o Conselho de Administração
^Ceni Podem agrupar-se, nos termos legais, a fim de pode encarregar um dos seus membros, que terá a categoria
participar na Assembleia Geral. de Administrador delegado, de se ocupar de certas matérias
Jenb 3 h’Pólese prevista no.parágrafo anterior,.o repre de administração, atribuindo-lhe para o efeito os necessários
tw. 6 d°s accionistas agrupados deverá comunicar p poderes de representação e gestão.
dean. a° Residente da Assembleia Geral, com oito ARTIGO 15.°
Ce^nc’a em relação àquela, o número de acções q (Caução)

^i(ja^a,-ÍL,ntendo as respectivas cartas de represen Ç ] Cada Administrador, antes do início do respectivo


5 assinadas pelos representados. , ^e_ ' exercício prestará caução no montante legal.
W/ acci°nistas que forem pessoas singulare P ? A caução poderá ser substituída por contrato de seguro
< apresentar nas reuniões da Assembleia Ger e mesmo dispensada por deliberação da Assembleia Geral.
por ascendente ou descendeols-Por un'
11646

d) Disposições Comuns
ARTIGO 16.°
(Competência) ARTIGO 19.°
(Duração)
Gompete ao Conselho de Administração, sem prejuízo
das demais atribuições que lhe conferem a lei e os estatutos. O mandato dos membros dos órgãos sociais d
a) Gerir, com os mais amplos poderes, todos os negó­ um a cinco anos, conforme for deliberado pe|a a ará de
cios sociais e efectuar todas as operações relati­ Geral que houver procedido à eleição. e■n>blej
' a
vas ao objecto social; ARTIGO 20.°
b) Representar a sociedade em juízo e fora dele, pro­ (Remunerações)
por e contestar quaisquer acções, transigir e
1. As remunerações dos elementos r — c°nstitUen]. ■
que
desistir das mesmas e comprometer-se em arbi­
Conselho de Administração e o Conselho E?
Fiscal
* i
- u

tragens;
belecidas anualmente pela Assembleia Geral.
c) Adquirir, alienar e onerar ou realizar outras opera­
ções sobre bens imóveis nos termos da lei; 2. A Assembleia Geral poderá, porém, del^r
■ ~ J ♦ r ~ 1 ®ar nunla
d) Adquirir, alienar e onerar bens móveis, designada­ comissão de accionistas a nxaçao das remunerações
mente viaturas automóveis; ; CAPÍTULO V
e) Subscrever, adquirir, alienar ou onerar participa­
Ano Social e Aplicação dos Resultados
ções no capital de outras sociedades de respon­
sabilidade limitada, seja qual for o seu objecto • . ARTIGO 21.°
social, bem como participarem sociedades regu­ (Ano social)

ladas em leis especiais, agrupamentos comple­ O ano social coincide com ò ano civil.
mentares de empresas ou qualquer outra forma ARTIGO 22.° ■
• de participação; (Afectaçâo dc resultados)
J) Tomar de arrendamento os prédios necessários à
Os lucros de cada exercício terão a seguinte aplicação:
prossecução do objecto social;
a) Integração ou reintegração do fundo de reserva
g) Contrair empréstimos no mercado financeiro
nacional ou estrangeiro e aceitar a fiscalização . legal na percentagem exigida por lei;'
as entidades mutuantes; b) Afectaçâo a quaisquer fundos ou reservas do inte­
h) Nomear representantes, temporários ou permanen­ resse da sociedade que a Assembleia Geral deli-
tes, em sociedades participadas ou outras Insti­ * bere, por simples maioria, constituir ou reforçar;
tuições ou Organismos Públicos ou Privados; c) Distribuição do eventual remanescente pelos
i) Decidir da abertura de sucursais, agências, filiais ou
accionistas.
de outras formas de representação;
ARTIGO 23.°
j) Proceder à emissão de obrigações.
(Adiantamento sobre lucros)
ARTIGO 17.° O Conselho de Administração, autorizado pelo Conselho
(Vinculação)
Fiscal, poderá fazer adiantamentos sobre lucros de decurso
1. A sociedade obriga-se:
a) Pela assinatura de dois membros do Conselho de de um exercício, nos termos previstos na lei.
(15-9655-L02)
Administração;
b) Pela assinatura do administrador-delegado agindo
no âmbito da competência que lhe seja confiada;
Comunicação (SU), Limitada
c) Pela assinatura de um ou mais mandatários, agindo KO"GOKUMBl^rn .
dentro dos limites dos respectivos instrumentos
h0 da Conservatória d ^arn^oa’ Conservadora-Adjunta
■ de mandato; > Eárbara Celeste F •
do Guiché Úni. ° RegÍSt° Comercial de Luanda, 2.a Secção
d) Pela assinatura de um dos membros do Conselho
de Administração e um mandatário, procedendo Satiçfa °da Empresa.
sentada sob o n °r h me f°‘ Kclílerid° em Pet‘fã0 apre'
este nos termos previstos na alínea anterior. ^sfazerj^Q qq _
ano’à qual firo dollvr°-diáriode 12 de Junho do corrente
2. Os actos de mero expediente poderão ser praticados
por um só administrador ou por mandatário com poderes Certifico qu^T'Vada Conservatória-
bastantes. naturaldeMba V™0 Manuel Kumbi, solteiro, m“ior’
c) Conselho Fiscal tualmente em C°ng0’ Província do Zaire, residente habt-
CrbanodoKih ^anda’ no Município de Luanda, V'str'10
ARTIGO 18.°
(Conselho Fiscal) ' Mbandi, Casa oa^'axe’®a*rroNevesBendinha,RuaNg°
por fiuotas dpn n •38’ const'tuiu uma sociedade unipeSS°f
A fiscalização da sociedade será exercida por um ‘
(SU), LimiJda minada «KONGOKUMBI - Comunic^
Conselho Fiscal composto de três membros efectivos e um
suplente eleitos em Assembleia Geraí, que poderão ser ou Luanda, Distrit ,C°m Sede em Luanda, no Mu'nicíp'°
■lt0 urbano d0 Kj/amba Kjax. Bairro Pal^
não accionistas.
134 - DE 14 DE JULHO DE 2015
11647

Casa n.° 80, registada sôb o n.» 3.092/15,' que se vai


in disposto no documento em anexo. ARTIGO 7.°
(Decisões)
'Está conforme. As decisões do sócio-único de natureza igual às delibera­
Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2? Secção
ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por
.Guiché Único da Empresa, em Luanda, aos 12 de Junho
ele assinadas e mantidas em livro de actas.
*,015 O ajudante, ilegível.
ARTIGO 8.°
(Dissolução) '
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi­
ESTATUTOS DA SOCIEDADE mento do sócio-único, continuando a sua existência com o
KONGOKUMBI — COMUNICAÇÃO (SU), LIMITADA sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
ARTIGO 1.” interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
(Denominação e sede) enquanto a quota se mantiver indivisa.
A sociedade adopta a denominação social de «KON- ARTIGO 9.° ’ ■ '
GOKUMBI — Comunicação (SU), Limitada», com sede (Liquidação)
social na Província de Luanda, Município de Luanda, A liquidação da sociedade far-se-á nos tennos da LSC.
Distrito Urbano do Kilamba Kiaxi, Bairro Palanca, Rua F,
ARTIGO 10.° 1
Casan.°80, podendo transferi-la livremente para qualquer
(Balanços)
outro local do território nacional, bem como abrir filiais,
sucursais, agências ou outras formas de representação den­ Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
tro e fora do País. dados em 3 I de Dezembro de cada ano, devendo encerrar '
a 31 de Março imediato.
ARTIGO 2.°
(Duração) ARTIGO 11.0
(Omisso)
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir No omisso regularão as deliberações sociais, as dis­
do respectivo registo. posições da Lei n.° 19/12, de 11 de Junho, e ainda as
disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04,
ARTIGO 3.° . . ’
(Objecto) de 13 de Fevereiro. .
(15-9656-L02)
A sociedade tem como objecto social prestação de ser­
viços, incluindo de múltimédia e áudio visual, realização
de filmes, curta, meia e longa metragem, documentários,
Cooperativa de Exploração Artesanal & Semi-
vídeos clip, comunicação social, podendo ainda dedicar-se
-Industrial dc Diamantes Rainha Nginga ,
a qualquer outro ramo do comércio ou i ndústria em que o Ndango, S. C. R. L.
^io-único decida e seja permitido por lei.
Certifico que, por escritura dé 8 de Maio de 2015,
ARTIGO 4.°
(Capital) lavrada com início a folhas 14, do livro de notas para escritu­
0capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas), ras diversas n.°270-A do Cartório Notarial do Guiché Único
Walmente realizado em dinheiro, representado por uma da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires da
* no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan- Costa, Licenciado em Direito, Notário do referido Cartório,
pertencente ao sócio-único Patrício Manuel Kumi. foi constituída uma Sociedade Anónima denominada
«Cooperativa de Exploração Artesanal & Semi-lndustrial de
ARTIGO 5.° .
(Cessão dc quotas) Diamantes Rainha Nginga Ndango, S. C. R. L.», com sede
j A Cessão da quota implica a saída do sócio cedente ou a em Malanje, no Município de Malanje, Bairro Catepa, Rua
nsformação da mesma em sociedade pluripessoal. Major Kanhangulo, Casa n.° S-A-2265, tem como objecto
e capital social, o estipulado nos artigos 5.° e 6.° do seu
ARTIGO 6.°
(Gerência) estatuto por qual se vai reger sendo um documento com­
A gerência e representação da sociedade, em todos os plementar elaborado nos termos do n.° 2 do artigo 55.° da
^Sact°se contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva- Lei da Simplificação e Modernização dos Registos Predial,
^oh'nCUrn^ern ao sócio-único, bastando a sua assinatura Comercial Notarial que fica a fazer parte integrante desta
] validamente a sociedade. escritura e cujo conteúdo é perfeitamente conhecido por .
*
eton/ Ca Vedad° ao gerente obrigar a sociedade em actos todos outorgantes.
coni .^Os estranhos aos negócios sociais da sociedade, ta
Está conforme.
2 ’ etras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes. Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em.
daje sóc’o’único poderá nomear pessoa estranha à so Luanda, aos 11 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
ara assumir as funções de gerência.
11648

Cada cooperador deverá, no acto de admissao


estatutos da cooperativa de crever no mínimo, i 0 títulos de capital
E^plORAÇÃO ARTESANAL & SEMI- 4. Os títulos podem agrupar cinco, dez, vinte, trinta
-1NDUSTR1AL DE DIAMANTES RAINHA
cinquenta acções
nginga NDANGO, S. C. R. L.
ARTIGO 7?
(Realização do capital)
capítulo I
Disposições Gerais A participação dos membros da Cooperativa r„-
no «Pitai
artigo 1.” ■ i farse-áo em
Jntegmlmente dinheiro, devendo o cooperado
montante subscrito no momento do lor Pagar
(Denominação)
acto de
" ■Ó'“ admissão.
que adopta a dc ° P°St~nomenle aderirem, a cooperativa ARTIGO 8.°
Artesanai & s n°7?Ça° <<C°Operatriva de ExPloraÇão (Títulos do capital)

Ndango, S. CTl." D,amantes Rai^a Nginga Os títulos nominativos representativos do capital subs
regendo-se pelosestatutos 3 S°C'edade por quo,as' crito deverão conter as seguintes menções:
demais legislação enT KêU'anKn,° Ínte™ e a) A denominação da cooperativa;
o.siaçao e normas aplicáveis. b) O número de registo da cooperati va nos competen­
ARTIGO 2° tes serviços de Registo Comercial;
(Sede)
c) O valor e o número de acções. contidas no título-
d) A data de emissão;
e) O número em série contínua;
f) A assinatura de dois membros da Direcção;
^rovma^? m^‘antedei'i^rafãodaAss^nbeieiadè,s^j^s g) O nome e a assinatura do cooperador titular.
ARTIGO 9.°
Artigo 3.° (Transmissão dc títulos)
(Duração)
I. A transmissão de títulos do capital em vida, carecem,
eujo período teXf^ZrerâTZ^0 Índelerminado.' obrigatoriamente, de prévia autorização do Conselho de
Administração da Cooperativa, sob condição de o adqui-
^tóterTsVaXisX°U’ reUnÍnd° C°ndÍÇÔeS -XÍÍ*
de ocupação aos membros.
ARTIGO 4 o ‘'tulo a transmitir30 'nter V'V°S’ °pera"se por endosso do
, . (Âmbito territorial)
rentequeadn ‘ ’ ass,nado Pelo transmitente, pelo adqui-
O âmbito territorial de actuação da Cooperativa é a Coonerat ‘ 3 CÍUa^dacle membro e por quem obrigar
Provincial, com sede social em Malanje, na Comuna de
C°^va,send?
Tembo Aluma, Município de Marimba. • dade de a rn’s^ao mortis causa, opera-se sem necessi-
ARTIGO 5.° ^resentação^T0 d3 D'recçâ° da Cooperativa através de
(Objecto social)
herdeiro d ° °CUniento c°mprovativo da qualidade de
A Cooperativa, através da cooperação e entreajuda dos no livro jeU de.legatário e é averbada, em nome do titular,
seus membros, tem por único objectivo a exploração artesa­ P°r quem . eg'St° e nos tltulos, que deverão ser assinados
nai e semi-industrial de diamantes. 4 lga a Cooporativa e pelo herdeiro ou legatário,
CAPÍTULO 11 igualmente a\tranSniÍSSa0 d°S títulos de caPital>
Capital Social, Títulos de Capital, Jóia, dotranem- ransrniss^° dos demais direitos e obrigaçõ65
Quota Administrativa da sua n -k™6 CooPerat'va e que constituem o conjunto

ARTIGO 6.?
(Capital social)
u sua posição
^ministra^ social.
1"^^ 011 Sucessor nSo adquire a qualidade^

-1.0 capital social inicial da Cooperativa, nesta data, f°sse exerciT °U tUUlar 06 CarS° n°S órêãoS S°C'a'S
já totalmente realizado é de Kz: 200.000,00 (duzentos mil 0 Pelo sócio transmitente ou falecido.
kwanzas), divido e representado por 20 quotas, no valor ,
ARTIGO 10.° '
nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas), cada uma. 1 Kl- 1 <cembolso (los títulos de capital)
2. O capital social é variável e ilimitado, sendo cons­ acÇÕes do sócio °S herdeiros ou leêataríos SUCe^tan‘e
tituído por títulos nominativos de Kz: 50.000,00 e será dós títulos dP a eC,d° d'reit0 a receber o m
aumentado sempre que tal se tome necessário pela admissão va|or que fn fapital reaHzados pelo autor da sucessão,
. de novos sócios cooperadores. xado no último balanço da sociedade.
134 - DE '4 DE JUL1lODE20l5_
11649

, pe igual direito e nas mesmas condições, beneficiam


cooperadores que se demitam ou sejam excluídos da CAPÍTULO III
r operativa, salvo o direito de retenção pela Cooperativa Cooperadores
smontantes neces.sános a garantir a sua responsabilidade, ARTIGO 16?
d j fim ambos os casos, òs títulos de capital deverão ser (Sócios da cooperativa)

(ituídos em prazos nao superiores aos que vierem a ser 1. Podem ser sócios da Cooperativa, pessoas singulares,
^abelecidos pela Assembleia Geral. desde que requeiram a sua livre e voluntária adesão, e preen­
cham as condições exigidas por estes Estatutos e demais
■ ARTIGO 11?
(Jóia) legislação complementar.
2. O número de sócios da Cooperativa é limitado ao
l_ Cada cooperador admitido está sujeito, no acto de
número de unidades habitacionais ou de ocupação previs­
admissão, ao pagamento de uma jóia, no valor a fixar pela
tas pela construção de cada edifício de habitação colectiva,
Assembleia GeraL
comércio e serviços.
2, 0 valor da jóia será actualizado, sempre que a
ARTIGO 17?
Assembleia Geral o considere necessário sob proposta do (Admissão)
Conselho de Administração.
1. A admissão dos. sócios cooperadores será feitá
3. 0 montante resultante da cobrança de jóia, reverte
mediante proposta dirigida à Direcção, assinada pelo can­
para uma reserva destinada a financiar a construção dos edi­ didato, e da qual deverão constar todos os elementos de
fícios de habitação, comércio e serviços, que constituem o identificação.
objecto social da Cooperativa. 2. A admissão do candidato dependerá do preenchimento
ARTIGO 12? dos seguintes requisitos:
(Quota administrativa)
'a) Tomem conhecimento e aceitem cumprir as dis­
1. Os cooperadores pagarão, mensalmente, uma quota posições e decisões tomadas em consonância
administrativa no valor a fixar pela Assembleia Geral, a qual com os Estatutos e legislação complementar em
se destina a fazer face aos encargos administrativos. vigor; ’ 1
2. 0 valor da quota administrativa, será actualizado, b) Subscrevam e realizem em dinheiro os títulos de
sempre que a Assembleia Geral considere necessário sob capital;
proposta do Conselho de Administração. c) Liquidem a jóia a que alude o artigo 10.°;
ARTIGO 13? d) Assumam o pagamento mensal da quota adminis­
(Recursos económicos) trativa, a que alude o artigo 12.°, liquidando a
São recursos económicos da Cooperativa: primeira quota na data de inscrição.
a) O capital social;, ■ e) Assumam a.contribuição mensal a que alude a alí­
b) A jóia; nea d) do artigo 13?
cMs quotas administrativas; 3. Da deliberação do Conselho de Administração, que
. d) As contribuições mensais dos membros da Coope­ rejeite a admissão de qualquer candidato, cabe recurso, por
rativa destinadas ao pagamento do empreendi­ iniciativa do candidato, para a Assembleia Geral que se rea­
lize apôs a referida deliberação.
mento a que aderiu.
4. Da decisão’da Assembleia Geral não cabe recurso nem
A contribuição prestada por cada um dos membros da
^operativa, corresponderá a uma amortização progressiva reclaniação. .
d°custo total no mínimo Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas). 5. Aceite a inscrição, esta será registada no livro a que se
refere o artigo 216? do Código Comercial.
ARTIGO 14? ARTIGO 18?
(Reserva legal) (Direitos dos sócios cooperadores)
Seré constituída uma reserva legal destinada a
São direitos dos sócios cooperadores:
r*r eventuais perdas de exercícios, objecto, social da
Receber cópia dos Estatutos e de eventuais Regu­
0oPerativa. • .
lamentos Internos;
Revertem para esta reserva:
b) Participar nas Assembleias Gerais, podendo apre­
a) 100% do montante das jóias de admissão, sentar propostas, discutir e votar os pontos cons­
Os excedentes anuais líquidos. tantes da ordem de trabalhos;
c) Eleger e ser eleito para os Órgãos Sociais da Coo­
ARTIGO 15?
(Distribuição dc excedentes) perativa ou quaisquer comissões especiais/
dOs S excedentes que restarem depois da liquidação t d) Requerer e obter informações dos órgãos sociais
C00nenCargOs com a concretização do objecto socia * sobre a actividade da cooperativa, sendo-lhes
0 ^^‘va, poderão retomar aos membros da Coopera i < facultada a documentação que seja solicitada;
P°rÇão das contribuições financeiras prestadas.
11650 —------------------------------

4. A proposta de exclusão á exarar no pròcès


ç) Requerer a convocação.da Assembleia Geral nos
damentada e notificada por escrito ao arguido°
termos definidos nos Estatutos; antecedência de, pelo menos, sete dias em relaçã?0^
' j) Reclamar perante qualquer Órgão da Cooperativa, Assembleia Geral que sobre ela deliberará. °a
de quaisquer actos que considerem lesivos dos
5. Da deliberação da Assembleia Geral qUe d
interesses dos membros ou da Cooperativa,
exclusão, cabe sempre recurso para os tribunais
g) Solicitar a sua demissão. ARTIGO 22.°
artigo 19.° (Consequências da demissão ou exclusão)
(Deveres dos sócios cooperadores)
O sócio cooperador demitido ou excluído, sem • <
São deveres dos sócios cooperadores: da responsabilidade pelo cumprimento das suas obri
a) Observar os princípios cooperativos e respeitar como membro da Cooperativa, tem direito a restituição^
as leiSi os Estatutos e eventuais Regulamentos prazo estabelecido pela Assembleia Geral, do montante?0 '
Internos; títulos de capital realizados segundo o seu valor nominal
. b) Tomar parte nas Assembleias Gerais; não acrescido de juros.
c) Aceitar e exercer os cargos sociais para que tenham
ARTIGO 23.°
sido eleitos; (Sanções)
d) Acatar e cumprir as deliberações da Assembleia
1. Àos sócios membros da Cooperativa que faltem ao
Geral e da Direcção;
cumprimento das suas obrigações, podem ser aplicadas as
e) Participar das actividades que constituam objecti-
seguintes sanções: .
vos comuns da Cooperativa, e prestar o serviço
a) Repreensão registada;
ou trabalho que lhes competir;
b) Multa; ,
f) Contribuir mensalmente e na devida proporção, na r

• c) Suspensão,temporária de direitos;
assumpção dos encargos decorrentes da cons­
d) Exclusão;
trução do empreendimento — objecto social da
e) Perda de mandato, no caso de o sócio coopera-.
cooperativa de acordo com o cronograma finan­
ceiro da empreitada; dor ter sido eleito para integrar um dos órgãos
g) Cumprir com pontualidade os pagamentos a que sociais.
estejam obrigados. 2. A aplicação das sanções referidas nas alíneas a), b), c),
d) e ej do n.-0 1 é da competência da Direcção da Cooperativa,
ARTIGO 20.°
(Demissão) com admissibilidade de recurso para a Assembleia Geral, a

1. Os sócios cooperadores podem solicitar a sua demis­ qual compete deliberar quanto à exclusão e perda de man­
são por meio de carta registada dirigida à Direcção, com dato.
peio menos trinta dias de pré-aviso, sem prejuízo da res­ > 3. A aplicação de qualquer sanção será sempre precedida
ponsabilidade pelo cumprimento das suas obrigações e da de-processo escrito, nos termos do disposto no artigo 18-
aceitação das condições estatutárias. 4. Das sanções aplicadas pela Assembleia Geral,c
2. Ao sócio cooperador que se demitir será restituído, no
sempre recurso para os tribunais.
prazo estabelecido pela Assembleia Geral, o montante dos
títulos de capital realizados segundo o seu valor nominal. CAPÍTULO IV
3. O valor nominal dos títulos de capital não será acres- Órgãos Sociais
cidodejuros.
SECÇÃO I
ARTIGO 21.° Princípios Gerais
(Exclusão)
ARTIGO 24.°
1. Os sócios cooperadores podem ser excluídos por deli­ (Órgãos c mandatos)
beração da Assembleia GeraL
1. São órgãos sociais da Cooperativa:
2. A exclusão terá de ser fundada em violação grave e cul­ a) Ã Assembleia Geral; ...
posa dos Estatutos da Cooperativa ou dos seus Regulamentos
b) O Conselho de Administração;
Internos.
c) O Conselho Fiscal. jais Pe'°
3. A exclusão terá de ser precedida de processo discipli­ 2. O mandato dos eleitos para os órgãos soo
nar escrito, que tenha sido decidido instaurar pela Direcção.
período de 5 anos.
mediante participação da conduta do sócio por alguma
entidade, sob pena de nulidade, e dele devem constar as ARTIGO 25.°
■ (Elegibilidade) Co0pera‘iva'
infracções, a sua qualificação, a prova produzida, a defesa
Só serão elegíveis para os órgãos sociais oa
do arguido e a proposta de aplicação da medida de exclusão.
os membros que:
PE14 PE julhode2015^^
11651

' o) Se encontrem no uso de todos os seus direitos civis


e de cooperador;' ARTIGO 29/ •
(Sessões ordinárias e extraordinárias)
b) Não estejam sujeitos ao regime de liberdade condi-
1. A Assembleia Geral reunirá em sessões ordinárias e
cional, nem á aplicação de medidas de segurança
extraordinárias.
privativas ou restritivas da liberdade;
2. A Assembleia Geral ordinária reunirá obrigatoria­
çj Sejam membros da Cooperativa há pelo menos um
mente duas vezes em cada ano, uma até 31 de Março, para
mês, e que não estejam em incumprimento dos- apreciação e votação das matérias referidas na alínea c) do
seus deveres de cooperadores. artigo 30.° e outra até 31 de Dezembro, para apreciação e
ARTIGO 26/ votação das matérias referidas na alínea d) do mesmo artigo.
(Eleições)
3. A Assembleia Geral extraordinária reunirá quando
I As eleições dós órgãos sociais da Cooperativa rea- convocada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral,
lizar..'se-ão por escrutínio secreto, em listas entregues ao por sua iniciativa, a pedido do Conselho de Administração
Piesidente da Mesa da Assembleià Geral, com a antecedên- ou do Conselho Fiscal, ou a requerimento de, pelo menos, 10
ciade quinze dias sobre a data do acto eleitoral. (dez) por cento dos membros da Cooperativa, num mínimo
2/No caso de eleições intercalares para o preenchimento de 5 (cinco) cooperadores.
de vagas verificadas nos órgãos sociais, as listas poderão ser
ARTIGO 30.°
entregues na própria Assembleia Geral do acto de eleição. ‘ (Mesa da Assembleia Geral)
3. Os membros dos órgãos sociais de início serão desig­
1. A Mesa da Assembleia Geral é constituída por um
nados pelos membros assinantes da Acta de Constituição da
Presidente, por um Vice-Presidente e por um Secretário.
Cooperativa. ‘
2. Ao Presidente incumbe:
ARTIGO 27/
q) Convocar a Assembleia Geral;
(Funcionamento c deliberações)
b) Presidir a Assembleia Gera! e dirigir os trabalhos;
I.Todos os órgãos da Cooperativa terão um presidente e c) Verificar as condições de elegibilidade dos candi-
pelo menos um secretário. datos.aos órgãos sociais da cooperativa;
2.0 presidente terá voto de qualidade. d) Conferir posse aos cooperadores eleitos para os
3. Nenhum órgão electivo da Cooperativa, à excep- órgãos sociais da cooperativa.
ção da Assembleia Geral, pode funcionar sem que estejam 3'. Nas suas faltas e impedimentos, o Presidente é subs­
preenchidos pelo menos metade dos seus lugares, podendo tituído pelo Vice-Presidente, sem necessidade de mandato
proceder-se, no caso contrário, è no prazo máximo de um especial, desde que se verifique e seja comprovada a situa­
mês,ao preenchimento das vagas, quando estas não tenham ção de ausência ou de impedimento.
sido ocupadas por membros suplentes. 4. Compete ao Secretário: .
, 4. Sempre que não seja exigida maioria qualificada, as a) Coadjuvar o Presidente na orientação dos trabalhos
deliberações dos órgãos electivos da Cooperativa são toma- e elaborar as actas das Assembleias..
por maioria simples com a presença de mais de metade 5. Na falta de qualquer membro da Mesa da Assembleia
d°S5eus membros efectivos. Geral, competirá a esta eleger os respectivos substitutos de
As votações respeitantes a eleições dos órgãos da __ os cooperadores presentes, os quais cessarão as suas
entre
Operativa ou a assuntos de incidência pessoal dos coope- funções no termo da Assembleia,
^ores, realizar-se-ão por escrutínio secreto. 6. É causa de destituição do Presidente da Mesa da
Das reuniões dos órgãos sociais da Cooperativa será sem- Assembleia Geral a não convocação desta nos casos em que
lavrada acta, a qual é obrigatoriamente assinada por quem a isso esteja obrigado.
ercer 35 funções de presidente e por um dos secretários. 7. É causa de destituição de qualquer dos membros da
Das deliberações da Assembleia. Geral cabe recurso Mesa, a não comparência sem motivo justificado a, pelo
menos, três sessões seguidas.
tribunais.
ARTIGO 31/
SECÇÃO II (Convocatória para Assembleia Geral)
Assembleia Geral
1 A Assembleia Geral é convocada com, pelo menos,
ARTIGO 28.° ' 15 dias de antecedência, pelo Presidente da Mesa.
(Definição) 2 A convocatória, que deverá conter a ordem de traba­
iiiie Assembleia Geral é o órgão supremo da Cooperai
lhos da Assembleia, bem como o dia, a hora e o local da
Por todos os sócios cooperadores e as suas sessão, será enviada a todos os membros da Cooperativa
obr^0eS’ t°,r|adas nos termos legais e estatutários, or via postal registada ou entregue pessoalmente por pro­
%s tÓr*as para os restantes órgãos da Cooperativa e p tocolo. A convocatória pode ser enviada por meio expedito,
as Membros desta. ,n_ nomeadamente por e-mail, contanto que se assegure de que
^doraerticipani na Assembleia Geral todos os socios a mensagem foi bem recebida.
es no pleno gozo dos seus direitos.
11652
ARTIGO 34?
3. A convocatória será sempre afixada no local em que a (Deliberações da Assembleia Geral)

Cooperativa tenha a sua sede. , , 1. São nulas todas as deliberações tomadas


4. A convocatória da Assembleia Geral Extraordinária
rias que não constem da ordem de trabalhos
deve ser feita no prazo de 15 dias após o pedido ou reque
convocatória, salvo se, estando presentes ou de na
rimento previsto no n.° 3 do artigo 26.°, devendo a sessão representados todos os membros da Cooperativa^^6
realizar-se no prazo máximo de 30 dias, contados da data de
. gozo dos seus direitos, concordarem, por unanimid^
recepção do pedido ou requerimento. a respectiva inclusão.
5. Se o Presidente e o Vice-Presidente da Mesa da
2. As deliberações da Assembleia Geral .
Assembleia Geral não convocarem a assembleia, nos termos
em livro de actas. .
legais, podem os sócios cooperadores, desde que obtenham
a assinatura de, pelo menos vinte por cento dos sócios, fazer ARTIGO 35.°
(Votação na Assembleia GeraL)
a referida convocatória.
1. Cada cooperador dispõe de voto, proporcional à '
ARTIGO 32.°
(Quórum) da fraeção adquirido (permilagem).
1. A Assembleia Geral reunirá à hora marcada na con­ 2. É exigida maioria qualificada de, pelo menos dois
vocatória se estiverem presentes mais de metade dos sócios terços dos votos expressos na aprovação das matérias rela
cooperadores ou seus representantes devidamente credenciados. tivas a aumento e diminuição de capital, fixação do valor
2. Se, à hora marcada .para a sessão, não se verifi­ das1 quotas e do valor da jóia, exclusão de algum dos sócios
car o número de presenças previsto no número anterior, a
cooperadores, aprovação de contas e do destino a dar aos
Assembleia reunirá, com qualquer número de cooperadores,
valores excedentes, suspensão ou extinção da Cooperativae
uma hora depois.
nomeação da comissão liquidatária.
3. No caso de a convocação da Assembleia Geral ser
feita em Sessão Extraordinária e a requerimento dos coope­ 3. Na Assembleia Geral Eleitoral o voto é secreto e pre­
radores, a sessão só se efectuará se nela estiverem presentes, sencial.
pelo menos, três quartos dos requerentes. ARTIGO 36.°
(Voto por representação)
ARTIGO 33.°
(Competência da Assembleia Geral) 1. É admitido o voto por representação, devendo o man­
É da competência exclusiva da Assembleia Geral: dato apenas atribuível a outro cooperador ou a familiar maior
a) Eleger e destituir os membros dos Órgãos Sociais do mandante que com ele coabite, constar de documento
da Cooperativa e das Comissões Especiais, cria­ dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, coma
das nos termos do previsto nos Estatutos; assinatura do mandante reconhecida nos termos legais.
b) Apreciar e votar anualmente o Relatório de Gestão 2. Cada cooperador' só poderá representar um outro
e as Contas do Exercício, bem como o parecer
membro da Cooperativa.
do Conselho Fiscal;
ARTIGO 37.°
c) Apreciar e votar o Orçamento'e o Plano de Activi­
(Actas)
dades para o exercício seguinte; As Actas das Assembleias são elaboradas pelo Secre
d) Alterar os Estatutos e eventuais Regulamentos
da Mesa e aprovadas na Assembleia Geral seguinte.
Internos;
SECÇÃO III
e) Aprovar a dissolução voluntária da Cooperativa;
Conselho de Administração
f) Decidir a admissão de membros;
g) Decidir sobre a exclusão de cooperadores e sobre ARTIGO 38.°
(Composição)
a perda de mandato dos Órgãos Sociais e de
1. A Direcção é composta por um Presidente, ^js
Comissões Especiais;
-Presidente, três Administradores, devendo ei®S^^tuíares
h) Funcionar como instância de recurso quanto à
membros suplentes para faltas ou impedimento
recusa de admissão de membros e quanto às san­
ções aplicadas pela Direcção, sem prejuízo de por período superior a 30 dias. ' n0S
2. O Vice-presidente substitui o Presidente
recurso para os Tribunais;
impedimentos. ~ nunca5^
i) Regular a forma de gestão da Cooperativa no caso
3. O mandato do Conselho de Administração
de destituição dos respectívos Órgãos Sociais e
superior a 5 anos.
até à realização de novas eleições;
j) Apreciar e votar matérias especialmente previstas ARTIGO 39.° . ão)
(Atribuições do Conselho de AdniJnistr V
nestes Estatutos e em legislação complementar
1. Ao Conselho de Administração compete' cOnstrl,*f’
aplicável.
a) Definir os programas base dos edi fíc,°
N? 134 —DE 14 DE JULHO DE 2015
11653

b) Aprovar os respectivos projectos de execução;


') Neg0ciar as empreitadas para obtenção das mèlho- ARTIGO 41.°
(Reuniões do Conselho dc Administração)
res condições de qualidade/preço;
1. As reuniões ordinárias do Conselho de Administração
d) Assegurar a gestão corrente da cooperativa;
Manter actualizado o livro das actas. terão, pelo menos, periodicidade quinzenal.

2 ManteràsuaguardaosvaloresmonetáriosdaCooperativa, 2. O Conselho de Administração reunirá extraordinaria­


~ • qerao depositados em instituição bancária. mente sempre que o Presidente a convoque, ou a pedido da
o5quaIS
ARTIGO 40.° maioria dos seus membros efectivos.
(Competência do Conselho dc Administração)
3. Os membros suplentes poderão assistir e participar nas
q Conselho de Administração é o órgão de adminis- reuniões da Direcção, sem direito de voto.
[jação e representação da Cooperativa, incumbindo-lhe
4. As deliberações serão registadas em livro de actas.
designadamente. . 1 • ' ARTIGO 42.°
Q) Elaborar anual mente e submeter ao parecer do (Quórum)
Conselho Fiscal e à apreciação e aprovação da
A Direcção só poderá tomar deliberações com a presença
Assembleia Geral, o relatório e contas do exer­ de mais de metade dos seus membros efectivos.
cício, bem como o orçamento e o plano de acti­
ARTIGO 43.°
vidades para o ano seguinte; (Forma dc obrigar„e delegação dc poderes)
b) Executar o plano da actividades anual;
1. A Cooperativa fica obrigada com as assinaturas:
c) Atender às solicitações do Conselho Fiscal, em
a) Presidente do Conselho;
matérias da competência deste;
b) De Dois Administradores.
d) Deliberar sobre admissão de novos membros e
2. Por Acta de Reunião do Conselho de Administração
sobre a aplicação de sanções previstas-nestes
ou mediante mandato outorgado pelo Presidente, esta pode
Estatutos e em legislação.complementar aplicá- .
delegar em qualquer dos seus membros efectivos, os. pode­
v.el, de‘htro dos limites da sua competência;
res coleçtivos de representação do Presidente em juízo ou
e) Zelar pelo respeito da Lei, dos Estatutos e das deli­
fora dele.
berações tomadas pelos órgãos da Cooperativa;
3. O Conselho poderá conferir ou revogar mandatos a
J). Representar a Cooperativa em juízo e fora dele;
membros, delegando-lhes os poderes previstos nos Estatutos
g) Escriturar os livros, nos termos da Lei; '
ou aprovados em Assembleia Geral.
A/Praticar todos e quaisquer actos na defesa dos inte­
SECÇÃOiv ■ ■
resses da Cooperativa e dos cooperadores e na
Conselho Fiscal
salvaguarda dos princípios cooperativos, em
ARTIGO 44.°
tudo o que não se insira na competência dos
(Composição)
outros órgãos;
l) Designar os membros das Comissões Especiais . O Conselho Fiscal é composto por um Presidente e por
dois Secretários, e por dois suplentes que serão chamados à
criadas nos termos previstos nestes Estatutos,
J) Assinar quaisquqr contratos, cheques e todos os efectividade de funções, em caso de faltas ou impedimento
demais documentos necessários à administração dos membros efectivos.
ARTIGO 45.°
da Cooperativa;
(Competência) . .
Negociar, contratar e outorgar, nos termos legais, .
quaisquer financiamentos com instituições de O Conselho Fiscal é o órgão de controlo e fiscalização da
Cooperativa, incumbindo-lhe designadamente:
crédito ou particulares;
Deliberar sobre propostas, petições e reclamações a) Examinar, sempre que o julgue conveniente, a
que os membros da Cooperativa lhes dirijam por escrita e toda a documentação da Cooperativa;
* b) Verificar, sempre que o entenda como necessário, o
escrito; ■ -
Adquirir bens imóveis destinados à prossecução saldo de caixa ,e a existência de títulos e valores
dos objectivos da Cooperativa e alienar de qualquer espécie, o que fará constar das res-

imóveis aos sócios cooperadores, pectivas actas;


Providenciar a aprovação do projecto de execuç c) Emitir parecer sobre o relatório de gestão e as con­
do edifício de habitação colectiva, comé tas do exercício; o plano de actividades e o orça­

serviços, nas entidades competentes, mento para o ano seguinte;


Exercer todos os demais poderes que, Por Verificar o cumprimento das regras de contabili­
P^os Estatutos, não sejam reseivados a dade, dos Estatutos e da Lei.
bleia Geral.
11654 ———

CAPÍTULO V
ARTIGO 46.° Disposições Finais e Transitória
(Reuniões do Conselho Fiscal)
1.0 Conselho Fiscal reunirá ordinariamente, pelo menos, ARTIGO 51.°
(Alteração dos estatutos)
uma vez por trimestre, quando o Presidente o convo
2. O Conselho Fiscal reunirá extraordinariamente se 1. Os Estatutos poderão ser alterados no
pre que o Presidente o convocar, por sua iniciativa ou a artigo 207.° da Lei n.° 6/03, de 3 de Março e do
complementar aplicável. egislaçào
pedido da maioria dos seus membros efectivos.
3. Os membros do Conselho Fiscal podem assistir, por 2. Para 0 efeito, deverá ser convocada
direito próprio, às reuniões da Direcção. Assembleia Geral, com a antecedência de, pelo
4. Os membros suplentes do Conselho Fiscal podem dias, acompanhada do texto das alterações proposta^0815
assistir e participar nas reuniões deste Conselho, sem direito 3. A aprovação das alterações aos presentes E
exige uma maioria qualificada de dois terços dos1^
de voto.
5. As deliberações serão registadas em livro de actas. expressos em Assembleia Geral convocada para esse íii?^
4. Aprovadas as alterações, a modificação dos Esta?
ARTIGO 47.°
(Quórum)
deverá ser feita por escritura pública. UtOs

O Conselho Fiscal só poderá tomar deliberações com a ARTIGO 52.°


presença de mais de metade dos sçus membros efectivos. (Omissões)

. SECÇÃO V; Em tudo quanto estes estatutos sejam omissos, aplicar-


Responsabilidade dos Órgãos Sociais -se-ão as dèliberações da Assembleia Geral e legislação
ARTIGO 48.° ■ complementar aplicável.
(Responsabilidade dos membros da direcção)
ARTIGO 53.°
1. São responsáveis civilmente, de forma pessoal e soli­ (Dissolução)

dária, perante a Cooperativa e terceiros, sem prejuízo de A Cooperativa dissolve-se por deliberação da Assembleia
eventual responsabilidade criminal e da aplicabilidade de Geral' decorrido 0 prazo da sua duração, uma vez constituída
’ outras sanções, os membros da Direcção e outros mandatá­ por tempo determinado, devendo a Assembleia que deliberar
rios que hajam violado a Lei, os Estatutos e as deliberações a sua extinção eleger os membros da comissão liquidatária.
da Assembleia Geral ou deixado de executar fielmente o seu. ARTIGO 54.°
mandato. , v (Foro competente)
2. A delegação de competências da Direcção em mandatá­ É escolhido 0 Foro da Comarca de Luanda, onde serão
rios não isenta de responsabilidade os membros da Direcção, dirimidas todas as questões entre a Cooperativa e os seus
salvo se não tenham participado na deliberação que a originou sócios. ,
. . ' (15-9658-L02)
ou tenham exarado em acta o seu voto contrário.
ARTIGO 49.°
(Responsabilidade dos membros do Conselho Fiscal)

Os membros do Conselho Fiscal são responsáveis Iniciativas e Multiplicidades, Limitada


perante a Cooperativa, nos termos do disposto no artigo 45.°, Certifico que, por escritura de 4 de Junho de
sempre que se não tenham oposto oportunamente aos actos lavrada com início a folhas 59, do livro de notaS^^jçhé
dos membros da Direcção ou mandatários, salvo o disposto
turas diversas n.° 270-A, do Cartório Notarial 0 ,
na parte final do n.° 2 do mesmo artigo.
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio A ao
ARTIGO 50.° ‘ da Costa, Licenciado em Direito, realizaram a ^.^des,
(Isenção de responsabilidade)
pacto social da sociedade «Iniciativas e Mu tip
1. A aprovação peia Assembleia Geral do relatório de
Limitada». - ' natural
gestão e contas do exercício isenta de responsabilidade os
Alfredo Keta Calunga José,- solteiro, maior,
membros da Direcção, do Conselho Fiscal ou mandatários
Quibala, Província do Kwanza-Sul, residen gafliba?
perante a Cooperativa por factos atinentes àqueles documen­
mente em Luanda, no Município da Samba, Ba por
tos, salvo se estes violarem a Lei, os Estatutos, legislação,
Rua da Samba, Casa n.° 538, que outorga nes^
complementar aplicável ou dissimularem a situação real da
si individualmente e como mandatário do soc ^j(1CÍa
Cooperativa.
dos Santos, solteiro, maior, natural da MaianLunjCípi°
2. São também isentos de responsabilidade os membros
de Luanda, onde reside habitualmente, n° ^ona6e^
do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal ou man­
Maianga, Bairro Prenda, Rua 12, Casa n. 1 »
datários que não tenham participado, por falta justificada, nã
deliberação que a.originou, ou tenham exarado em acta o seu sócios César Paxi Manuel João Pedro, casa regiíTlC L
voto contrário. da Encarnação Costa Gonçalves Pedro, so vfnc*a
comunhão de adquiridos, natural do Cazeng3’
; jsj.° 134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
11655
. onde reside habituâlmente, no Distrito Urbano e
Z de Ingombota, Rua Fernando-Brique, Casa n.° 9 . tas, sendo uma no valor nominal de Kz: 199.000,00 (cento e
a3iríd°ja da Encarnação Costa Gonçalves Pedro, casada noventa e nove mil kwanzas), titulados pelo terceiro outor-
Cl3llcésar Paxi Manuel João Pedro, sob o regime de comu- . gante e outra no valor nominal de Kz: 201.000,00 (duzentos
de adquiridos, natural de Samba, Caju, Província do e um mil kwanzas), titulados pela quarta outorgante.
"ha nza:Norte, residente habitualmente em Luanda, no Ainda mediante acta de deliberação e gozando dos pode­
?nicíPiode Luanda’ DÍStHt0 Urbano da Ingombota, Rua res de representação que-lhe foram conferidos, o outorgante
aceita em nome do seu terceiro representado a cessão a si
rmando Brique, n.° 95, 3.° andar, titular do Bilhete de
. efectuada e unifica-a com o valor decorrente do aumento,
Mentidade n.° 000247529KN038, emitido pela Direcção
passando o mesmo a deter a quota única de Kz: 250.000,00
Racional do Arquivo de Identificação Civil e Criminal,
(duzentos e cinquenta mil kwanzas).
‘oS14deAgostode2015.
Nos mesmos termos e gozando dos poderes de represen­
g por ele foi dito: tação que lhe foram conferidos, o outorgante aceita em nome
Que os dois primeiros outorgantes são os únicos e actuais da sua quarta representada, a cessão efectuada a seu favor
bócios da sociedade por quotas denominada «Iniciativas e unifica-a com o valor decorrente do aumento de capital,
AKGP, Limitada», com sede em Luanda, no Município da passando a mesma a deter o valor único de Kz: 250.000,00
Samba, Bairro Benfica, Rua do Benfica, Casa n.° 5, cons- (duzentos e cinquenta mil kwanzas). ■

trtuída por escritura datada de 18 de Abril de 20125, com Ainda nos termos decorrentes da reunião da Assembleia
início a folhas 56, do livro de notas para escrituras diversas Geral de Sócios, o outorgante, no uso dos poderes conferi­
n.°255, com o capital social de Kz: 100.000,00 (cem mil dos pelos actuais sócios, decide alterar a denominação social
kwanzas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e e a sede da sociedade, passando a mesma a ser denominada
representado por duas quotas, 'sendo uma no valor nominal por «Iniciativas e Multiplicidades, Limitada», com sede
de Kz: 51.000,00 (cinquenta e um mil kwanzas), perten­ em Luanda, no Município de Luanda, Distrito Urbano de
cente ao sócio Alfredo Keta Calunga José, e outra no valor Ingombota, Rua Major Kanhangulo, n.° 11, Edificio Torre
nominal de Kz. 49.000,00 (quarenta e nove mil kwanzas), Ambiente, 2.° andar, Apartamento 2-F.
pertencente ao sócio, Gelson dos Santos; Acto contínuo, o outorgante decide alterar parcialmente
Que, pela presente escritura o outorgante, no uso dos o objecto social da sociedade, passando a mesma a ter como
poderes a si conferidos e conforme acta de deliberação objecto social, a gestão de participações sociais, a participa­
datada de. 16 de Fevereiro de 2015, cede a totalidade dà ção financeira em negócios, o desenvolvimento, promoção e
gestão de projectos imobiliários, bem como a prestação de
sua quota pelo seu respectivo valor nominal, ao terceiro
serviços de consultoria de negócios financeira e fiscal, ges­
outorgante César Paxi Manuel João Pedro, valores estes já
tão de empresas e fornecimento de tecnologias e know how.
bebidos pelo cedente, que aqui lhe dá a respectiva quita­
Ainda em função dos actos praticados, o outorgante
do, afastando-se assim da sociedade nada mais tendo dela
demite-se das funções de gerente, que vinha exercendo
a reclamar;
desde a constituição da sociedade e por força dos poderes de
Ainda em conformidade com os actos praticados, o
representação de que foi investido, nomeia para doravante
Oulorgante no uso dos poderes a si conferidos, manifesta a
exercer as funções de gerência, o seu terceiro representado
'Ontade do seu primeiro representado, titular de uma quota
César Paxi Manuel João Pedro.
no valor nominal de Kz: 49.000,00 (quarenta e nove mil
Deste modo, altera-se à redacção dos artigos l.°, 3.° e
anzas), de ceder a totalidade da sua quota pelo respectivo 40 e 6.° do pacto social que passam a ter a seguinte nova
^nominal, à quarta outorgante Cláudia da Encarnação
redacção:
Sla Gonçalves Pedro, valores estes já recebidos pelo
que a9ui lhe dá a respectiva quitação, afastando se ARTIGO l.°

da sociedade nada mais tendo dela a reclamar, A sociedade adopta a denominação de


^Ue, ele o seu primeiro representado e a sociedade, «Iniciativas e Multiplicidades, Limitada», e tem
SciMem do seu direito de preferência, dão o seu consen a sua sede em Luanda, no Município de Luanda,
nl° e admitem os cessionários à sociedade como novo Distrito Urbano da Ingombota, Rua Major
^los. ■. ' • Kanhangulo, n.° 11, Edifício Torre Ambiente,
Aln<|a em conformidade com a citada deliberação, o ■ 2.° andar, Apartamento 2-F.
í0Jnle’ ^vestido de poderes para o acto, ntan.fes a a ARTIGO 3.°
«cia 6 d°S novos sócios, que decidem aumentar o c P A sociedade tem como objecto social a gestão
J^iedade de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanza ),
de participações sociais, a participação financeira
a|Or7 500.000,00 (quinhentos mil kwanzas), send em negócios, o desenvolvimento, promoção e ges­
"'»
•L"
* 1= Kz: 400.000.00 tão de projectos imobiliários, bem como a prestação
«So Va|ores estes que já deram entrada na cai de serviços de consultoria de negócios financeira e
"^.resultante da subscrição de duas novas quo
11656

. ESTATUTOS DA SOCIEDaDr
fiscal, gestão de empresas e fornecimento de tec­
FPV INVESTIMENTOS, LIMITADa
nologias e know how, podendo ainda dedicar-se a
ARTIGO l.°
qualquer outro ramo do comércio ou indústria em
que os sócios acordem e seja permitido por lei. A sociedade adopta a denominação social
Investimentos, Limitada», com sede social <<FpV
ARTIGO 4.° de Luanda, Município de Luanda, Distrito
O capital social é de Kz: 500.000,00 (quinhentos Ingombota, Bairro Kinaxixi, Rua Màrtin Luth da
mil kwanzas), integralmente subscrito e.realizado Apartamento n.° 6, 2.° andar, podendo transferiq
em dinheiro, dividido e representado por duas quo­ mente para qualquer outro local do território nacional
tas iguais, no valor nominal de Kz: 250.000,00 como abrir filiais, sucursais, agências ou outras
(duzentos e cinquenta mil kwanzas) cada uma, per- representação dentro e fora do País. 35 de
' tencentes aos sócios, Cláudia dà Encarnação Costa
ARTIGO 2.°
Gonçalves Pedro e César Paxi Manuel João Pedro,
A sua duração é por tempo indeterminado contando
respectivamente. início da sua actividade, para todos os efeitos legais, á pani^

ARTIGO 6.° da data da celebração da escritura.


A gerência e administração da sociedade, em ARTIGO 3.°
todos os seus actos e contratos, em juízo e fora A sociedade tem como objecto social, prestação de servi­
dele, activa e passivamente incumbe ao sócio César ços, consultoria e estudos, formação profissional, saneamento
Paxi Manuel João Pedro, que fica desde já nomeado básico, comércio geral a grosso e andar, podendo ainda dedi­
gerente, bastando a sua assinatura para obrigar vali­ car-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em
damente a sociedade. que os sócios acordem e seja permitido por lei.
Declara ainda que continuam fimies e válidas as demais dis­ ARTIGO 4.° . ’
posições do pacto social não alteradas pela presente escritura.
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
Assim o disse e outorgou.
integralmente realizado em dinheiro, dividido e represen­
Está conforme.
tado por três quotas, sendo duas quotas iguais, no valor
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
nominal de Kz: 40.000,00 (quarenta mil kwanzas) cada
Luanda, aos 9 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
uma, pertencentes aos sócios Nfuidimau Almeida Vicentee
(J5-9659-L02)
Jorge Horácio de Morais Cruz e outra quota no valor nomi­
nal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanzas) pertencente ao
FPV Investimentos, Limitada sócio João Miguel de Nazaré, respectivamente.
ARTIGO 5.° .
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con
lavrada com início a folhas 38, do livro de notas para escri­
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o dire^
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché
de preferência deferido aos sócios se a sociedade,dele
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre: quiser fazer uso.
■ Primeiro: — Jorge Horácio de Morais Cruz, casado com ARTIGO 6.° . ’ tocjosos
Evelise Filomena dos Reis e Almeida Cruz, sob o regime de 1. A gerência e representação da sociedade, em
comunhão adquiridos, natural da Ingombota, Província de seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa
Luanda, onde reside habitualmente, no Distrito Urbano da xx- dé Nazaré,
Ingombota, Bairro Ingombota, Joaquim Kapango, Edifício 24, < vamente, incumbem ao sócio João Miguel u caUção,
3 ° andar, A partamento 38; fica desde já nomeado gerente, com dispensa ^ aniente
Segundo: — Nfuidimau de Almeida Vicente; solteiro, bastando a assinatura do gerente para obiigar v
maior, natural da Ingombota, Província de Luanda, onde
asociedáde. . ou mesnl°
reside habitualmente, no Distrito Urbano do Sambizanga,
2. O gerente poderá delegar num dos sócios
Bairro Operário, Rua do Lobito, Casa n.° 29, Zona 10;
em pessoa estranha à sociedade parte dos seUS^nCjato.
Terceiro: — João Miguel de Nazaré, solteiro, maior,
natural do Lobito, Província de Benguela, residente habi­ gerência, conferindo para o efeito, o respectivo actos
tualmente em Luanda, no Município de Belas, Bairro Kifica, 3. Fica vedado ao gerente obrigar a socie a tais
Rua n.° 23, Casa n.°7; e contratos estranhos aos negócios sociais da s seF'
Uma sociedade comercial por quotas de que st se regerá como, letras de favor, fiança, abonações ou
nos termos constantes do documento em anexo.
lhantes.
Está conforme.
ARTIGO 7.° r sÍniP,eS
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
As Assembleias Gerais serão convocadas P^ ^°5
Luanda, aos 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
cartas registadas, dirigidas aos sócios corn P
N o 134 — DE 14 DE JULHO DE20I5
11657
„ de antecedência, isto quando a lei não prescreva for-
rkdes especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios P/ imeiro: — Gilson Adelino deÀlmeida Farinha, casado
” 'erausente da sede social a comunicação deverá ser feita com Bernarda Madalena Simão Farinha, sob o regime de
^"tempo suficiente para que possa comparecer. comunhão de adquiridos, natural do Sambizanga, Província
de Luanda, onde reside habitualmente, no. Distrito Urbano
ARTIGO 8.° •
do Sambizanga, Bairro Sambizanga, casa s/n.°;
qs lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per- Segundo: — João Adelino de Almeida Farinha, solteiro,
^lagem Para fundos ou destinos especiais criados em maior, natural do Sambizanga, Província de Luanda, onde
^sembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor- reside habitualmente, no Distrito Urbano do Sambizanga,
das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas Bairro Sambizanga, Casa n.° 13;
perdas se as houver. ’
Uma sociedade comercial por quotas de que se regerá
ARTIGO 9.° nos termos constantes do documento em anexo.
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento Está conforme.
jequalquer dos sócios, continuando a sua existência com o Cartório Notarial do Guiché- Único da Empresa, em
Luanda, aos 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
s0brevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ARTIGO 10.° ESTATUTOS DA SOCIEDADE
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos ORGANIZAÇÕES ALMEIDA FARINHA, LIMITADA

demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a ARTIGO l.°

liquidação e partilha verificar-se-á como acordarem. Na falta A sociedade adopta a denominação social de «Orga­
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social nizações Almeida Farinha, Limitada», com sede social na
Província de Luanda, Rua 4, Casa n.° 21, Bairro Cassenda,
licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo
Município de Luanda, Distrito Urbano da Maianga, podendo
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
transferi-la livremente para qualquer outro local do.territó­
dade de condições.
rio nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou
ARTIGO 11.0
outras formas de representação dentro e fora do País.
A.sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
ARTIGO 2.° •
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
A sua duração é por tempo indeterminado contando-se o
providência cautelar.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
ART1QO 12.° da data da celebração da escritura.
Para todas as questões emergentes do presente contrato, ARTIGO 3.°
entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer A sociedade tem como objecto social prestação de ser­
^eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da viços, consultoria, formação profissional, comércio geral
^niarca do Luanda, com expressa . renúncia a qualquer a grosso e a retalho, serviço de serralharia, caixilharia de
outro. alumínios, avicultura, agro-pecuária, indústria, pesca, hote­
laria e turismo, serviço informático, telecomunicações,
ARTIGO 13.° publicidade, construção civil e obras públicas, consultoria,
Os atios sociais serão os civis e os balanços serão
exploração mineira e florestal, comercialização de telefo­
âd°s em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
nes e seus acessórios, transporte marítimo, camionagem,
Março imediato. agente despachante e transitários, cabotagem, rent-a-car
ARTIGO I4.°
com ou sem condutor, compra e venda de viaturas, novas
0 omisso regularão as deliberações sociais, as dispo ou usadas e seus acessórios, venda e reparação de veículos
?CS(la Lei n.° |/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das automóveis, concessionária de material e peças separadas de
Comerciais e demais legislação aplicável. transporte, fabricação de blocos e vigotas, venda de: medi-
(I5-9660-L02) camentos, material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos
químicos e farmacêuticos, centro médico, prestação de ser­
viços na área da saúde, plastificação de documentos, venda
Organizações Almeida Farinha, Limitada de material de escritório e escolar, decorações, serigrafia,
i, estética, massagem e beleza, venda de vestuá-
|avr^rllfil:o por escritura de I2 de Junho de 201^ ^agência de viagens, promoção e mediação imobiliária,

% | COni inicio a folhas 32, do livro de notas Para esC^' re|’ções públicas, indústria, pasteleira, produção de gela-
Únic a rSas n-° 272-A( do Cartório Notarial do Guie panificação, representações comerciais e industriais,
da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto ire de gás de cozinha, desporto e recreação, discoteca,
Sla, Licenciado em Direito, foi constituída entre.
11656

ggyATUTOS DA SOCIEDADE
fiscal, gestão de empresas e fornecimento de tec­
Fpv investimentos, limitada
nologias e know how, podendo ainda dedicar-se a
artigo l.»
qualquer outro ramo do comércio ou indústria em
que os sócios acordem e seja permitido por lei. A sociedade adopta a denominação social de «FPv
lnvestimentos, Limitada», com sede social
ARTIGO4.0 d, Luanda, Bairro
bota Município de Luanda,
Kinaxixi, DistritoLuther
Rua Martin Urbano
Ki™.
O capital social é de Kz: 500.000,00 (quinhentos
'ngQn ento n° 6, 2.° andar, podendo transferi-la Hvrt
mil kwanzas), integralmente subscrito e.realizado
APla'Za qualquer outro local do território nacional, bem
em dinheiro, dividido e representado por duas quo­
tas iguais, no valor nominal de Kz: 250.000,00 brir filiais sucursais, agências ou outras formas de
(duzentos e cinquenta mil kwanzas) cada uma, per­ d»™
tencentes aos sócios, Cláudia da Encarnação Costa • ARTIGO 2.»
Gonçalves Pedro e César Paxi Manuel João Pedro,
A sua duração é por tempo indeterminado contando-se»
respectivamente.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a panii
da data da celebração da escritura.
ARTIGO 6.°
A gerência e administração da sociedade, em ARTIGO 3.°
todos os seus actos e contratos, em juízo e fora A sociedade tem como objecto social, prestação de servi­
dele, activa e passivamente incumbe ao sócio César ços, consultoria e estudos, formação profissional, saneamento
Paxi Manuel João Pedro, que fica desde já nomeado básico, comércio geral a grosso e andar, podendo ainda dedi­
gerente, bastando a sua assinatura para obrigar vali­ car-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em
damente a sociedade. que os sócios acordem e seja permitido por lei.
Declara ainda que continuam firmes e válidas as demais dis­
ARTIGO 4.° .
posições do pacto social não alteradas peia presente escritura.
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
Assim o disse e outorgou.
integralmente realizado em dinheiro, dividido e represen­
Está conforme.
tado por três quotas, sendo duas quotas iguais, no valor
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
nominal de Kz: 40.000,00 (quarenta mil kwanzas) cada
Luanda, aos 9 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
uma, pertencentes aos sócios Nfuidimau Almeida Vicentee
(.15-9659-L02)
Jorge Horácio de Morais Cruz e outra quota no valor nomi­
nal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanzas) pertencente ao
FPV Investimentos, Limitada sócio João Miguel de Nazaré, respectivamente.
ARTIGO 5.° ,
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
lavrada com início a folhas 38, do livro de notas para escri­ sentimento da sociedade, à qual é .sempre reservado o direito
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché de preferência deferido aos sócios se a sociedade.dele não
■ Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre: quiser fazer uso.
' Primeiro: — Jorge Horácio de Morais Cruz, casado com LAgerênc' ART/GO6.°
Evelise Filomena dos Reis e Almeida Cruz, sob o regime de seus actos p ~ rePresentação da sociedade, em todos os
comunhão adquiridos, natural da Ingombota, Província de vamente, incumb
e contratei * ^• UIZ0
< e ^' ora ^e^e’ act,va e Pass'*
Luanda, onde reside habitualmente, no Distrito Urbano da fíca desde já n S°C'° JoSo MiêueI dè "Nazaré, que
Ingombota, Bairro Ingombota, Joaquim Kapango, Edifício 24, Estando a assin^^0 êerente’ com dispensa de caução,
.3° andar, Apartamento 38; a sociedade ^erente Para obrigar validamente
Segundo: — Nfuidimau de Almeida Vicente; solteiro,
maior, natural da Ingombota, Província de Luanda, onde
ern pessoa estr ?°^er^ ^egar num dos sócios ou mesmo
reside habitualmente, no Distrito Urbano do Sambizanga, 2 o conf ° 3 SOc’edade parte dos seus poderes de.
gerência,
Bairro Operário, Rua do Lobito, Casa n.° 29, Zona 10;
Terceiro: — João Miguel de Nazaré, solteiro, maior, 3. Pica ved d^0 ° e^e’to’ 0 respectivo mandato,
natural do Lobito, Província de Benguela, residente habi­ e contratos e ° 3° &erente obrigar a sociedade em actoS
tualmente em Luanda, no Município de Belas, Bairro Kifica, corno, letras .an^°S aos neêócios sociais da sociedade,tal
Rua n.° 23, Casa n.° 7;
dantes. ^avor, fiança, abonações ou actos sem
Uma sociedade comercial por quotas de que se regerá
nos termos constantes do documento em anexo.
Está conforme.
ARTIGO 7.° < or sÍiTiPleS
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
As Assembleias Gerais serão convocadas P^
Luanda, aos 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
cartas registadas, dirigidas aos sócios com P.
-çfflE- N.° 134 — DE 14 DE JULHO OE 2015 '
11657

dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva for-


;í lidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios Primeiro: — Gilson Adelino de Almeida Farinha, casado
com Bernarda Madalena Simão Farinha, sob o regime de
”-verausente da sede social a comunicação deverá ser feita
^"'tenipo suficiente para que possa comparecer. comunhão de adquiridos, natural do Sambizanga, Província
de Luanda, onde reside habitualmente, no Distrito Urbano
’ ARTIGO 8.“
do Sambizanga, Bairro Sambizanga, casa s/n.°;
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­ Segundo: — João Adelino de Almeida Farinha, solteiro,
itagem para fundos ou destinos especiais criados em maior, natural do Sambizanga, Província de Luanda, onde
Assenibleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­ reside habitualmente, no Distrito Urbano do Sambizanga,
ão das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas Bairro Sambizanga, Casa n.° 13;
g perdas se as houver. Uma sociedade comercial por quotas de que se regerá
ARTIGO 9.° nos termos constantes do documento em anexo.
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento Está conforme.
jequalquer dos sócios, continuando a sua existência com o Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
Luanda, aos 15 de Junho de 201,5. — O ajudante, ilegível.
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente/
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ARTIGO 10.° ESTATUTOS DA SOCIEDADE
ORGANIZAÇÕES ALMEIDA FARINHA, LIMITADA
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a ARTIGO l.°

liquidação e partilha verificar-se-á corno acordarem. Na falta A sociedade adopta a denominação social de «Orga­
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social nizações Almeida Farinha, Limitada», com sede social na
Província de Luanda, Rua 4, Casa n.° 21, Bairro Cassenda,
licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo
Município de Luanda, Distrito Urbano da Maianga, podendo
eadjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
transferi-la livremente para qualquer outro local do.territó­
dade de condições.
rio nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou
ARTIGO 11.0
outras formas de representação dentro e fora do País.
A.sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
ARTIGO 2.°
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
A sua duração é por tempo indeterminado contando-se o
providência cautelar.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir .
ARTIQO 12.° da data da celebração da escritura.
Para todas as questões emergentes do presente contrato, ARTIGO 3.°
Quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer A sociedade tem como objecto social prestação de ser­
ei)lre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da viços, consultoria, formação profissional, comércio geral
Comarca dó Luanda, com expressa, renúncia a qualquer a grosso e a retalho, serviço de serralharia, caixilharia de
outro. alumínios, avicultura, agro-pecuária, indústria, pesca, hote­
laria e turismo, serviço informático, telecomunicações,
ARTIGO 13.° publicidade, construção civil e obras públicas, consultoria,
anos sociais serão os civis e os balanços serão
exploração mineira e florestal, comercialização de telefo­
^°sem 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
nes e seus acessórios, transporte marítimo, camionagem,
a31 de Março imediato.
agente despachante e transitários, cabotagem, rent-a-car
ARTIGO 14.° com ou sem condutor, compra e venda de viaturas, novas
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo ou usadas e seus acessórios, venda e reparação de veículos
^Oes da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das automóveis, concessionária de material e peças separadas de
idades Comerciais e demais legislação aplicável. transporte, fabricação de blocos e vigotas, venda de: medi­
(15-9660-L02) camentos, material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos
químicos e farmacêuticos, centro médico, prestação de ser­
viços na área da saúde, plastificação de docurnentos, venda
Organizações Almeida Farinha, Limitada de material de escritório e escolar, decorações, serigrafia,
impressões, estética, massagem e beleza, venda de vestuá­
ivraj11*
^ 0 que’ P°f escritura de 12 de Junho de -.015,
rio agência de viagens, promoção e mediação imobiliária,
Jh/!.COrn início a folhas 32, do livro de notas Para escr,‘ relações públicas, indústria, pasteleira, produção de gela­
Jnic d'VCrSas n° 272"A( do Cartório Notarial do uici dos, panificação, representações comerciais e industriais,
ac da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto venda de gás de cozinha, desporto e recreação, discoteca,
°Sta> Licenciado em Direito, foi constituída entre:
11658
^*5^
ARTIGO io.°
meios industriais, realizações dé actividades culturais
Dissolvida a sociedade por acordo dos -
desportivas, manutenção de espaços verdes, segurança e sócios
demais casos legais, todos os sócios serão liquidat"
bens patrimoniais, educação e cultura, escola de con u
ção, ensino, importação e exportação, saneamento básico, liquidação e partilha verificar-se-á como acordarem 6’
fabricação e venda de gelo, electricidade, podendo ainda de acordo, e se algum deles o pretender será o activo^113
dedicar-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria licitado em globo com obrigação do pagamento do°SOCÍal
em que os sócios acordem e seja permitido por lei. e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer PaSSl''0
.. ~ ’ etTl ifíUal
ARTIGO 4.° dade de condiçoes. 6
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas) ARTIGO 11.°
integralmente realizado em dinheiro, dividido e represen­ . A sociedade reserva-se o direito de amortizar a «
tado por duas quotas, sendo uma quota no valor nominal , . . zara quota de
qualquer socio, quando sobre ela recaia arresto, penhora *
de Kz: 60.000,00 (sessenta mil kwanzas), pertencente ao providência cautelar. 011
sócio Gilson Adelino de Almeida Farinha e outra quota no
ARTIGO 12.°
valor nominal de Kz: 40.000,00 (quarenta mil kwanzas),
pertencente ao sócio João Adelino de Almeida Farinha, res­ • Para todas as questões emergentes do presente contrato

pectivamente. quer entre os sócios,”seus herdeiros ou representantes, quer


entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
ARTIGO 5.°
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
sentimento da sociedade à qual é sempre reservado o direito outro.
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não ARTIGO 13.°
quiser fazer uso. Os anos sociais serão os civis e os balanços serào
ARTIGO 6.° dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
1. A gerência e administração da sociedade, em todos os a 31 de Março imediato.
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e pas­ ARTIGO 14.®
sivamente, incumbe ao sócio Gilson Adelino de Almeida No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
Farinha, que fica desde já nomeado gerente, com dispensa sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
de caução, bastando a sua assinatura, para obrigar valida­ Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável.
mente a sociedade. (15-9661-L02)

2. O gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo


em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes, de
gerência, conferindo para o efeito, o respectivo mandato. Colégio Nayol, Limitada
3. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 20L,
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
como, letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes. lavrada com início a folhas 40, do livro de notas para escr

ARTIGO 7.° turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do


As Assembleias Gerais serão convocadas por simples Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto
cartas registadas dirigidas aos sócios com pelo menos da Costa, Licenciado ém Direito, foi constituída entre.
30 dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva for­ Primeiro: — Ernesto de Oliveira Samaji, solteiro,
malidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios natural do Saurimo, Província da Lunda-Sul, resident
estiver ausente da sede social a comunicação deverá ser feita
tualmente em Luanda, no Distrito Urbano do KiIam a
com tempo suficiente para que possa comparecer. neste a1,1
■ Bairro Calemba II, Rua F, Casa n.° 18, que outorga^
ARTIGO 8.°
por si individualmente e em nome e representaça
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­ Samaji
centagem para fundos ou destinos especiais criados em filhos menores, Martinho Baltazar de Oliveira n(ja,
16 anos de idade, natural da Maianga, Província d
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor-
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas Celma Victória Mateus Samaji, de 15 anos de i ^.^es
as perdas se as houver. ral da Ingombota, Província de Luanda, e Nath< ornbota,

ARTIGO 9.° Mateus Samaji, de 6 anos de idade,' natural da


A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento Província de Luanda, e consigo conviventes, solteir°’
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o Segundo: — Ernesto Adérito Gaspar SamaJ^, or1^e
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou maior, natural da Ingombota, Província de Uua pairr0
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente, reside habitualmente, no Distrito Urbano da Ma
enquanto a quota se mantiver indivisa.
Mártires de Kifangondo, Casa n.° 38;
ÉR.g—N." 134 —DE 14 DE JULHO DE 2015
------------------------- '--------------------- —7 11659

fe^o: - Edgardo Gaspar Samaj,, solteiro>


d0 Kilamba Kiaxi, Província de Luanda, onde reside ARTIGO 4.° ’
Cimente, no Distrito Urbano do Kilamba Kiaxi, Bairro O capital social é de Kz: 200.000,00 (duzentos mil
Ct>all.RuaF’Casan’!8; kwanzas) integralmente realizado em dinheiro, dividido
C (jnwsociedade comercial por quotas de responsabilidade e representado por seis quotas, sendo uma quota no valor
|iinilada, q«e se regerá nos termos constantes do documento nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas) pertencente
ao sócio Ernesto-de Oliveira Samaji e outras cinco iguais
eni anexo- .
gstá conforme. , no valor nominal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanzas)
Cartório Notarial do Guiché Unico da Empresa, em cada uma, pertencentes aos sócios Emesto Adérito Gaspar
Luanda, aos 15 de Junho de 2015. O ajudante, ilegível. Samaji, Edgardo Gaspar Samaji, Celma Victória Mateus
Samaji, Martinho Baltazar de Oliveira Samaji e Nathan
Aristides Mateus Samaji, respectivamente.

ESTATUTOS DA SOCIEDADE ARTIGO 5.°


COLÉGIO NAYOL, LIMITADA A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ARTIGO l.°
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não
A sociedade adopta a denominação social de «Colégio
quiser fazer uso.
Nayol, Limitada», com sede social na Província de Luanda,
ARTIGO 6.° -
Município de Belas, Bairro Benfica, Zona Verde III, Rúa C2,
A gerência e administração da sociedade, em todos os
Bloco n.° Act 22, Lote n.os 15, 17, 19, podendo transferi-la
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­
livremente para qualquer outro local do território nacional,
vamente, incumbe ao sócio Ernesto de Oliveira Samaji, que
bem como abrir filiais, sucursais, agências oti outras formas
fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução, bas­
de representação dentro e fora do País.
tando a sua assinatura para obrigar validamente a sociedade.
ARTIGO 2.°
1. O gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir gerência, conferindo para o efeito, o respectivo mandato.
da data da celebração da presente escritura. 2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
ARTIGO 3.° e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
A sociedade tem corno objectb social, prestação de ser­ como, letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
viços, comércio geral a grosso e a retalha, empreitadas de lhantes. '
construção civil e obras públicas, venda de equipamentos • ARTIGO 7.°
<ios serviços de segurança privada, prestação de serviços A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
fk segurança privada, serviços infantários, importação e registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 dias de
comercialização de medicamentos, produtos hospitalares, antecedência, isto quando a lei não prescreva formalidades
e9u>pamentos laboratoriais diversos, fabrico e distribuição especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver
medicamentos, equipamentos e produtos hospitalares, ausente da sede social a comunicação deverá ser feita com
Atenção e assistência a equipamentos diversos, edu- tempo suficiente para que possa comparecer.
ía^°, ensino geral, desporto e cultura, telecomunicações, ARTIGO 8.°
otdaria e turismo, restauração, indústria pesada e ligeira, Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
^cas’ aêro-pecuária, indústria de panificação, camiona- centagem para fundos ou destinos especiais criados em
J111’transitários, cabotagem, rent-a-car, compra e venda Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
Aturas novas e usadas, transporte de passageiros, trans- ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
j emercadorias, fiscalização de obras públicas, venda as perdas se as houver.
Ateria! de escritório e escolar, venda e instalação de ARTIGO 9.° ■
aterial industrial, venda e assistência a viaturas, comer- A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
I de material de-construção, comercialização de de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
I • lcantes, comercialização de gás de cozinha, petro sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
fenUlíl*nante» PPÇas sobressalentes, artigos de touca o interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
e^l a^ncia de viagens, farmácia, serviços de sa enquanto a quota se mantiver indivisa.
«%aÇào de parques de diversão, exploração jriineira, ARTIGO 10.”
^c;açà0 florestal, exploração de bombas de combustíveis Dissolvida a socieclade por acordo dos sócios e nos
^Pon°teServiço’ representações comerciais,importaç demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
SOnÇa°’ podend° ainda dedicar-se a qualquer outro r liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta
°u indústria em que °s sócios acor m de acordo, e se algum deles o pretender será o activtf social
00 Por lei.
--- ------------------------------------------------------------------------------------------------------
11660
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passi
CRISTINA M. DOS SANTOS & FILHOS, L|M
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em g ARTIGO 1? ’ ^'A£>A

dade de condições. (Denominação c sede)

ARTIGO 1.1. .A- sociedade


~ adopta a denominação
- social d
-'-'-im çjg .
A sociedade reserva-se ó direito de amortizar a quota de . M dos Santos & ° Filhos, Limitada»,. com sede e «Cristjr
C01* sede c-
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou na Província de Luanda, rua s/n.°, Casa n-° R,.JClal
2 Bah?
.° 2,
Regedoria, Município de Viana, podendo transferi |a ° da
providência cautelar. mente para qualquer outro local do território nacional1'^ *
ARTIGO 12.°
como abrir filiais, sucursais, agências ou outras
Para todas as questões emergentes do presente contrato,
representação dentro e fora do País. 35 de
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
ARTIGO 2.°
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da ■ ’ ■ i

A sua duração é por tempo indeterminado, contando


Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
início da sua actividade, para todos os efeitos-legais, a partir
outro. A . da data da celebração da escritura.
ARTIGO Í3.° ARTIGO 3.°
Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada A sociedade tem como objecto social a prestação de ser­
ano, devendo estar aprovado até 31 de Março do ano ime­ viços, consultoria, formação profissional, comércio geral
diato. a grosso e a retalho, avicultura, agro-pecuária, indústria,
ARTIGO 14.° pesca, hotelaria e turismo, telecomunicações, publicidade,
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
construção civil e obras públicas, consultoria, exploração
mineira e florestal, comercialização de telefones e seus
sições da Lei n.° 1/04, ,de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
acessórios, transporte marítimo, camionagem, agente despa­
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
chante e transitários, cabotagem, rent-a-car, compra e venda
(15-9663-L02) de viaturas, novas ou usadas e seus acessórios, venda e
reparação de veículos automóveis, concessionária de mate­
rial e peças separadas de transporte, fabricação de blocos e
Cristina M. dos Santos & Filhos, Limitada
vigotas, plastificação de documentos, venda de material de
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015, escritório e escolar, decorações, serigrafia, agência de via­
gens, promoção e mediação imobiliária, relações públicas,
lavrada com início a folhas 24, do livro de notas para escri­
panificação, representações comerciais e industriais, venda
turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché
de gás de cozinha, desporto e recreação, meios industriais,
Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
realizações de actividades culturais e desportivas, manu
da Costa, Licenciada em Direito, foi constituída entre: tenção de espaços verdes, segurança de bens patrimoniais,
Primeiro: — Cristina Manuel dos Santos, solteira, educação e cultura, escola de condução, ensino,
maior, natural do Rangel, Província de Luanda, onde reside ção e exportação, saneamento básico, fabricação e ^eíl
habitualmente, no Município de Viana, Bairro Viana, Rua gelo, podendo ainda
gelo, podendo dedicar-se a
ainda dedicar-se a qualquer
qualquer c — ran
outro
C, Casa n.° 2, que outorga neste acto por si individualmente comércio ou
comércio indústria em
ou indústria em que
aue os sócios acordem
os sócios ___ e se

e em nome e representação de seus filhos menores Mateus mitido por lei.


Alexandre dos Santos Tomas, de 15 anos de idade, natural '^egralmente ‘ &■' Kz
; , O capita] soreár AR' tigo
100-04.°
°0,00 (cem mil kwanzas),
do Sambizanga, Província de Luanda e Evandro Manuel dos tat^° Por quatro a 'Zad° ern dinheiro, dividido e represen-
Santos, de 12 anos deidade, natural de Viana, Província de de 55,000 00 U/°‘aS’ sendo uma quota no'valor nominal

Luanda e consigo conviventes; c®nte à sócia Cri r Cln<^uenta e cinco mil kwanzas), perten'
‘Suais no valor n 'na l^anuel dos Santos e outras três quotas
Segundo: — Basílio dos Santos Augusto, solteiro, maior,
cadá uma °m,nal de Kz: 15 0°0,00 (quinze mH kwan-
natural do Sambizanga, Província de Luanda, onde reside
Augusto, MatèiiA^nCenteS aos sócios, Basílio dos Santos
habítualmente, no Município de Viana, Bairro Regedoria, Manuel dos exandre dos Santos Tomás e Evandr°
Casa n.° 2;
Uma sociedade comercial por quotas de que se regerá S Santos resPecfivamente.
nos termos constantes do documento em anexo. cCssãodade
Sentimento ç^UOtas aAR7IGQ5
esíranhosO fica dependente do c°
Está conforme. , de preferência é sempre reservado o dir#
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em Quiser fazer Us’q e er,do aos sócios se a sociedade dele n

Luanda, aos 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.


SÉPJP^IL34 ~~ PE 14 DE J}jLHQDE20l5
11661
ARTIGO 6.°
A gerência e administração da sociedade, em todos os ARTIGO 14.°
tos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi- Mo omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
$eínte, incumbe à sócia Cristina Manuel dos Santos que sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
desde já nomeada gerente, com dispensa de caução bas- Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável.
a sua assinatura, para obrigar validamente a sociedade (15-9664-L02)
13112 A gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes dé
fiência, conferindo para o efeito o respectivo mandato. Elacima, Limitada z
S 3. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
Certifico que, por escritura de ,12 de Junho de 2015;
^tratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais lavrada com início a folhas 36, do livro de notas para escri­
(onio letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes. turas diversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché
x- ARTIGO 7.° Unico da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires
As Assembleias Gerais serão convocadas por simples da Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre:
cartas registadas, dirigidas aos sócios com, pelo menos, Primeiro: — Angelo Domingos António Daniel, sol­
30dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva for­ teiro, maior, natural do Cazenga, Província de Luanda, onde
malidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios reside habitualmente, no Município do Cazenga, Bairro
estiver ausente da sede social a comunicação deverá ser feita Hoji-ya-Henda, Casa n.° 182;
com tempo suficiente para que possa comparecer. Segundo: — Micael António Domingos Daniel, sol­
teiro, maior, natural do Cazenga, Província de Luanda,
ARTIGO 8.°
onde reside habitualmente, no Distrito Urbano da Maianga,
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­ ' Bairro Prenda, casa s/n.°;
centagem para fundos ou destinos especiais criados em Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­ termos constantes do documento em anexo.
Está conforme.
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
as perdas se as houver. • Luanda, aos 15 de Junho dé 2015. — Ò ajudante, ilegível.
ARTIGO 9.°
Asociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com os
ESTATUTO DA SOCIEDADE
sobrevivos e herdeiros ou representantes do sócio falecido ELACIMA, LIMITADA
ou interdito, devendo estes nomear um que a todos repre­ * • ' ARTIGO l.°
se, enquanto a quota se mantiver indivisa. (Denominação, sede social c duração)

A sociedade adopta a denominação de «Elacima,


ART1GQ 10.°
Limitada», durará por tempo indeterminado, e tem a sua sede
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
em Luanda, Bairro Hoji-ya-Henda, Rua Ramal do Bengo,
^ais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
Casa n.° 182, Zona 17, Município do Cazenga, podendo a
^idação.e partilha verificar-se-á como acordarem. Na falta
gerência deslocar a sede social para qualquer outra parte do
^acordo, e se algum deles o pretender será o activo social território angolano, bem como abrir filiais, sucursais, agên­
'i^ado ém globo com obrigação do pagamento do passivo cias, delegações ou qualquer outra forma de representação
a^judicado ao sócio qúe melhor preço oferecer, em igual- em território angolano ou no estrangeiro.
ARTIGO 2.°
de condições. (Objecto social)

ARTIGO ll.° * 1. A sociedade tem como objecto social, comércio geral


A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de a grosso e a retalho, importação e exportação, educação,
W sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou hotelaria e turismo, restauração, agricultura, indústria de
p0v'dência cautelar. panificação, camionagem, transporte de mercadorias, venda
de material de escritório e escolar, comercialização de lubri­
P ’ • ARTIGO 12.° ficantes, barbearia, comercialização de medicamentos,
ara Iodas as questões emergentes do presente contrato, estação de serviços e prestação de serviços, podendo ainda
entr °S sócios> sei,s herdeiros ou representantes, que dedicar-se a qualquer outro ramo de comércio ou indústria
COn.eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro em que os sócios acordem e seja permitido por lei.
°uiroarCa de Luanda> com expressa renúncia a qua que 2 A sociedade poderá, por deliberação da Assembleia
Geral, criar empresas sectórias, aceitar ou adquirir, sem
limites, participações ou, de qualquer forma colaborar com
n ARTIGO 13.° ~_ outras sociedades, mesmo que reguladas por lei especiais,
Hs 3n°S SOciais serão os civis e os balanços s corn objecto igual ou diferente do seu e/ou em agrupamentos
531 detn 31 de Dezembro de cada ano, devendo enc de empresas e/ou em associações sob qualquer forma não
. ^ço imediato. " ’
11662

- •• 2. É vedado aos gerentes e mandatários


proibida por lei bem como participar, directamente ou ind’
rem a sociedade em actos ou contratos estranhos^0^
rectamente em projectos de desenvolvimento qye de alguma
social, nomeadamente em fiança ou aval. 30 °bjeci0
forma concorram para o objecto da sociedade.
ARTIGO 8.°
ARTIGO 3.°
(Assembleias Gerais)
(Capital social c divisão das quotas)
1. O capital social, é no valor de Kz: 100.000,00 (cem 1. As Assembleias Gerais serão convocadas
mil kwanzas), integralmente realizado em numerário divi cuja recepção seja comprovada, expedida com a
dido representado por duas quotas, sendo uma quota no cia mínima de 30 dias e realizar-se-ão no primei
de cada ano. triniestre
valor nominal de Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwanzas),
pertencente ao sócio Angelo Domingos António Daniel, e 2. Quando a Assembiçia Geral não puder func’
primeira convocação por falta de quórum, será im^111
outra quota no valor de Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwan­
zas), pertencente ao sócio Micael António Domingos Daniel, mente feita a convocatória para nova reunião que se de'913'
realizar dentro dos 15 dias seguintes, considerando-se^?
respectivamente.
das as deliberações tomadas nesta segunda reunião, qua?'
2. Os sócios, à proporção do capitai que detiverem ao
tempo, gozam do direito de preferência em qualquer caso que seja o número de sócios, excepto quando a lei ou os esto
de aumento do capital social através de novas entradas, tutos, o não permitir.
podendo qualquer um deles chamar a si; na mesma propor­ ARTIGO 9.°
ção, a subscrição escusada por qualquer outro. (Amortização dc quotas)

ARTIGO 4.° 1. A sociedade poderá amortizar quotas, por acordo com


(Cessão dc quotas) o respectivo titular.
1. A cessão de quotas, total ou parcial, depende do con­ 2. A, sociedade pode amortizar uma quota contra a von­
sentimento da sociedade. tade. do respectivo titular quando tenham ocorrido os factos
2. Os sócios em primeiro lugar e a sociedade enísegundo,
’ a seguir enumerados, que o presente contrato considera fun­
gozam do direito de preferência em qualquer caso de cessão
damento de amortização compulsiva:
de quotas.
a) Fraude, acção ou acusação, devidamente compro­
ARTIGO 5.°
vadas, atentatórias dos direitos e do bom nome
(Prestações suplementares)
da sociedade ou dos sócios;
1. Os sócios poderão fazer prestações suplementares
b) Condenação do sócio em acção movida pela socie­
de capital, suprimentos ou outras prestações acessórias nos
termos, pelos prazos e nas condições que vierem a ser esta­ dade; :
c) Arrolamento, penhora ou arresto da quota ou risco
belecidos em Assembleia Geral.
de alienação judicial ou, qualquer outro motivo
2. Os suprimentos, bem como as prestações acessórias,
poderão ser remuneradas e/ou transformadas em capital que retire ao titular da quota a respectiva livre
social e/ou ter outro destino, conforme opção do próprio disponibilidade; z .
sócio no momento do contrato respectivo. d) Partilha em vida do sócio, por motivo de divórcio
3. Os suprimentos com carácter permanente, excedendo ou outro, tendo como resultado que a quota
um ano, deverão constar de contrato escrito. parte dele seja adjudicada a quem não seJa soCq’
ARTIGO 6? e) Falecimento do sócio se, no prazo de 180 ia
(Gestão e administração da sociedade)
herdeiros não indicarem o seu representan
1. A gestão e administração da sociedade e a sua repre­ os poderes bastantes para praticar os aCt^ -na,
sentação em todos os seus actos e contratos, em juízo ou fora rentes a qualidade de sócio ou interdição
deie, activa e passivamente ficará a cargo de um ou mais
bilitação do sócio titular;
gerentes a nomear em Assembleia Geral.
j) Exclusão do sócio; mente,
2. A gerência da sociedade será exercida de forma rota­ g) Não comparênci^a do sócio (que, simu ta
tiva num período de 6 (seis) em 6 (seis) meses, com op também não se faça validamente rep ^^erajs
sem remuneração conforme o que vier a ser deliberado em por duas vezes sucessivas, a Assem ou
Assembleia Geral. regularmente convocadas, eXt^a°rima maí°ria
3. A sociedade pode constituir mandatáriós/procuradores cuja ordem de trabalhos imponha
da própria sociedade e o sócio-gerente, nás suas ausências' qualificada para deliberar. frleia 6eral
ou impedimentos, pode delegar aléuns dos seus poderes de 3. A amortização é precedida de uma ^ssenlresSup°sí°S
gerência a um terceiro, mediante respectivo mandato. (que constará a verificação dos respectívos p & seis
ARTIGO 7.°
legais e contratuais e que deverá ter lugar eI f^nda
(Forma de obrigação da sociedade) meses posteriores ao conhecimento de qualquea0 sócl°
I. A sociedade obriga-se pela assinatura de dois gerentes mentos) e toma-se eficaz através da comunica
afectado, por carta registada. ~ . jniperaí^
ou pela assinatura de um gerente e um procurador da socie-
dade. 4. Salvo acordo das partes ou disposição e? ^uOta
em contrário, a contrapartida da amortização
^-N.’ 134~DE 14 DE JULHO DE20IS
11663
Q\ 0 seu valor nominal nos casos das alíneas a) b)
d),f)eg); ’ ’ « IAMOND — Energy, Limitada», com sede em Luanda,
b) ó valor que resultar do último balanço aprovado no Município de Luanda, no Distrito Urbano da Ingombota,
Bairro Maculusso, Avenida Major Marcelino Dias, Prédio
tidas em contas as reservas e. demais fundos
existentes, nos restantes casos. n.° 80, 3.° andar; - •
5 Esta contrapartida será paga em prestações iguais e Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
termos constantes do documento em anexo.
cessivas, cujos números e datas de vencimento serão esta-
s" idos no acto e data da decisão de amortizar. Está conforme.
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
ARTIGO 10." Luanda, aos 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
(Ano social) '

Anualmente, com referência a 31 de Março, será apre­


sentado o balanço, devendo os lucros do exercício ter a
seguinte aplicação: . ESTATUTOS DA SOCIEDADE
a) Uma parte, correspondente à percentagem legal­ GIK ANGOLATRANSITÁRIOS, LÍMITADA
mente exigida, na constituição e integração do ARTIGO l.°
fundo de reserva legal; A sociedade adopta a denominação social de «Gik Angola
b) Quanto ao remanescente, salvo disposição legal Transitários, Limitada», com sede social na Província de
imperativa em contrário, a Assembleia Geral Luanda, Município de Luanda, Distrito Urbano do Rangel,
poderá deliberar que a totalidade seja destinada Bairro Nelito Soares, Rua Alfredo Felner, n.° 9-11 rc,
a. outras reservas, ou que apenas uma parte dele podendo transferi-la livremente para qualquer outro local do
seja distribuída, ou ainda que todo o remanes­ território nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agên­
cente seja distribuído. cias ou outras formas de representação dentro e fora do País.
ARTIGO 11.° - ARTIGO 2?
(Dos actos constitutivos da sociedade) A sua duração é por tempo indeterminado contando-se o •
1. As operações sociais iniciam-se na data de celebração início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
da escritura de constituição da sociedade, ficando a gerência da data da celebração da presente escritura.
autorizada a celebrar quaisquer negócios jurídicos em nome ARTIGO 3.°
da sociedade que os assumirá como seus logo que se encon- A sociedade tem como objecto social, prestação de ser­
Ire registada. • . viços, na área de transportes, transitários, despachantes,
2. A sociedade poderá proceder o levantamento das camionagem, consultoria marítima, podendo ainda dedicar-
entregas por capital que se encontrem depositadas, mesmo -se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em que
antes do seu registo, nomeadamente para pagamento de des-, os sócios acordem e seja permitido por lei.
pesas de constituição, de publicação e de registo. ARTIGO 4.°
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
ARTIGO 12.°
(Omissões) integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado
Em tudo o mais não previsto no presente Estatuto, aplicar-se- por duas quotas iguais’no valor nominal de Kz: 50.000,00
■ao disposto na Lei das Sociedades Comerciais (Lei n.° 1/04, de (cinquenta mil kwanzas) cada uma, pertencentes aos sócios
0<fe Fevereiro), e demais legislação complementar. Euçénio Domingos Kuvingua e «DIAMOND — Energy,
(15-9665-L02) Limitada», respectivamente.
. ARTIGO 5.°
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
Gik Angola Transitários, Limitada sentimento da sociedade à qual é sempre reservado o direito
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não
, Certifica que, por escritura de 12 de.Junho de 2015,
quiser fazer uso.
c°m início a folhas 35, do livro de notas para escri- ARTIGO 6.°
(i dlversas n.° 272-A, do Cartório Notarial do Guiché
A gerência e administração da sociedade, em todos os
JCo da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires . seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
°sta, Licenciado em Direito, foi constituída entre. mente, incumbe ao sócio Eugênio Domingos Kuvingua, que
D - Eugênio Domingos Kuvingua, casado com fica desde já nomeado gerente, com dispensa de caução, bas­
ieJnaTeresa Joaquim Sebastião Kuvingua, sob o regn• tando a sua assinatura para obrigar validamente a sociedade.
lkn6??n^° de adquiridos, natural do Cubai, Província 1 O gerente poderá delegar num dos sócios ou mesmo
íof e a- residente habitualmente em Luanda,, no em pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
bairro Nelito Soares, Avenida Hoji-ya gerência, conferindo para o efeito, o respectivo mandato.
'X 7° andar,Apartamento n.° 3; _„t,ira| 2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
do —Adelaide Gonçalves, solteira, nia‘°í'’ . itua|." e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
%te en®a> Província de Luanda, onde resi e ° como, letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
* Crga UnnÍCjPÍ° de Viana’ e°taCçToP da sociedade lhantes.
neste acto em representação
________ p1âri°darek^
11664

. Costa
PrÍme2 Donato Mbianga,
Mbianga, regimecom
sob ocasado de COnce-
ARTIGO 7.°
A Assembleia GeraLserá convocada por simples cartas 0,ive,ra- L natural de Buco Zau, Provmcia de cabJ
registadas dirigidas aos sócios com pelo menos 30 dias e de adqumd0> mente em Luanda> n0 Detrito
antecedência, isto quando a lei não prescreva formalida es residente i Patrício Lumumba, Rua Rei KatyaVa|,
especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver Ingombota, Bairro a,
ausente da sede social' a comunicação deverá ser feita com n.° 145’ Z°na_l Marcelino Eduardo Mendes Lucas, soltein)
tempo suficiente para que possa comparecer. Segundo. província de Luanda, onderes^
maiori natural o Urbano da Samba, Bairro Azu|
ARTIGO 8.° habitualmente, no Mis
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
centagem para fundos ou destinos especiais criados em Casan° 10,Z°"de’comercial por quotas de que se regetà
nosXTc^d0 documento em anexo’
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
ção das suas quotas', e em igual proporção serão suportadas
Está conforme. Guiché Único da Empresa, em
as perdas se as houver.
Cartório Notaria de 2015. — O ajudante, ilegível.
ARTIGO 9° Luanda, aos 15 de Ju
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente, ESTATUTOS DA SOCIEDADE
enquanto a quota se mantiver indivisa.
PRENITE INTERNATIONAL, LIMITADA
ARTIGO 10.° .
ARTIGO l.°
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
A sociedade adopta a denominação social de «Prenite
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a Internatíonai, Limitada», com sede social na Província de
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta Luanda, Rua Rei Katyavala, n.? 145,1.° andar, Bairro,Patrício
de acordo, e se algum deles o pretender será o activo social Lumumba, Distrito Urbano da . Ingombota, Município de
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo Luanda, podendo transferi-la livremente para qualquer outro
e adjudicado ao sócio que melhor preço, oferecer, em igual-, 1 (uv território
locando nacional, UVlll
IVi 1 1 UVJ IV 1IUVJVHUI, abrir
como UV4
bem WillV imuav, sucur-
11 filiais,

dade de condições. sais, agências ou outras formas de representação dentro e


ARTIGO II.0 fora do País.
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de As d ~ - ARTIGO 2S
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou início da sua activti^^tempo indeterminado, contando-seo
providência cautelar. da data dá celebração d ’ tO<,°S °S efe't0S legais’a partir

ARTIGO 12.° ue0ra?ao da presente escritura.


Para todas as questões emergentes do presente contrato, Aso ' d ARTIGO 3.°
ços, gestão d a 6 tem COmo obJecto social a prestação de servi-
quer entre os sócios, .seus herdeiros ou representantes, quer
e auditoria c empreend’rnentos, consultoria, contabilidade
entre eles e a própria sociedade, fiCa estipulado o Foro da
de ^nstruçao ci^10 3 gr°SS0 e a retalho> emPM
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer imobiliária, ve d % °°ras públicas, promoção e mediação
outro.
rança privada B & e ^u'Pamentos dos serviços de segu-
ARTIGO 13° infantário cre ^eStaçao de serviços de segurança privada,
Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada camentos nr d ’mPortaÇao e comercialização de medi-
ano, devendo estar aprovado até 31 de Março do ano ime­ diversos t0S hosPitalares, equipamentos-laboratoriais
diato. mentos e n jC° 6 dlslnbu]Çãó de medicamentos, equipa'
’a equinampnt UÍ°S ^osP^ta^ares, manutenção e assistência
ARTIGO 14.°
línguas de? °S 1Versos’ educação, ensino geral, escola e
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­ teiecomuni6 CLdíura> escola de condução, informátic^
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro
* que é a Lei das Pesada e lio^065’ ^oíe^ar,a e turismo, restauração, indúsW
Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável. cação cai-n61^’ ^escas» aSro-pecuária, indústria de panl
(15-9666-L02) c°mpra e . trans‘tar’os, cabotagem, rent~a'Cj’
Passageiros ? 3 Víaturas novas e usadas, transpode
*
de frio fiscal™5!
^ de mercadorias,, oficina auto, o
Prenite Internatíonai, Limitada
meritório e esco^ de°bras Públicas’ venda de
Certifico que, por escritura de 11 de Junho de 2015, trial, venda ar’ venda e instalação de matéria &
lavrada com início a folhas 3, do livro de notas para escritu­ feriai de conTStênCÍa 9 viaturas> comerC'^ZfcanteS’
salão de cahAi • ruçao’ c°mercialização de lubri
ras diversas n.° 410, do Cartório Notarial do Guiché Único
de gás de cn eife,ro’ barbearia, botequim, comercia i
da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires da tes, Perfuma3’ pelró‘eo iluminante, peças sobres
Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre: Per^r,a, artigos de (oucador e >.Jene> 0Ur^
N.° 134 — DE 14 DE JULHO DE 2015
11665
.-ia, agência de viagens, farmácia, centro médico,
< «ral, geladana, exploração de párques de diver’ ARTIGO.9.0
* xpíoraçã0 mineira, exploração florestal, exploração de A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
$30, combustíveis, estação de serviço ‘ ‘wv,w>> vuiiuiiuauuu a sua cAioiAíiivia vv.u ~
^iais e industriais, serralharia, carpintaria, marcenT -'V° e herdeiros ou rePresentantes do sócio falecido ou
floração petrolífera, prestação de serviços à indústria interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
"tlífera na gestão e recrutamento de recursos humanos
enquanto a quota se mantiver.indivisa.
^lência temporária de mao de obras para a indústria petro- ARTIGO 10.°
rtira transportação de equipamentos, materiais, alimentos Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e rios
w para as sondas e plataformas de produção inspec demais
Z’7 casos“S°S legais, todos os sócios serão lic
°S “ 'u'datâr,osf ee, 3a
liquidatários
Ísupervisão de carregamentos de petróleo e gfc natural’ qi"daÇa° e part,lha reall^r-se-á
_______ como acordarem.
________________ .... Na faltai
São e operação de bases logísticas, distribuição e comer­ cíe acordo, e se algum deles o pretender será o activo social
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo
cialização de derivados de petróleo, gestão e manutenção de
e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
terminais de abastecimento, perfuração e refinação, importa­
dade de condições.
ção e exportação, podendo ainda dedicar-se a qualquer outro
ARTIGO 11.0
ramo do comércio ou indústria em que os sócios acordem e
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
' . ’ ARTIGO 4.°
providência cautelar.
0capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
ARTIGO 12.°
integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado
Para todas as questões emergentes do presente contrato,
por duas quotas iguais no valor nominal de Kz: 50.000,00 quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer .
(cinquenta mil kwanzas) cada uma, pertencentes aos sócios entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
Donato Mbianga e Marcelino Eduardo Mendes Lucas, res­ Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer outro.
pectivamente.
ARTIGO I3.°
ARTIGO 5.° Os balanços serão dados em 31 de Dezembro de cada ano,
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ devendo estar aprovado até 31 de Março do ano imediato.
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito ARTIGO 14.°
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
quiser fazer uso. ,. < dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
ARTIGO 6.°
a 31 de Março imediato.
A gerência e administração da sociedade, em todos os ARTIGO I5.°
actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva- No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
mente, incumbem aos sócios Donato Mbianga e Marcelino sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
Eduardo Mendes Lucas, que ficam desde já nomeados geren- Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável.
les,COm dispensa de caução, «bastando duas assinaturas dos (I5-9668-L02)
§erentes para obrigar validamente a sociedade.
1- 0s gerentes poderão délegar num dos sócios ou mesmo
Aliraney, Limitada
eni pessoa estranha à sociedade parte dos seus poderes de
^ncia, conferindo para o efeito, o respectivo mandato. Certifico que, com início a folhas 21 a 22, verso, do
2- Ficam vedados aos gerentes obrigarem a sociedade em livro de notas para a escritura diversas n.° 10-A, do Cartório
^Os e contratos estranhos aos negócios sociais da socie- Notarial da Comarca do Kwanza-Sul, se encontra lavrada a
e> tais como letras de favor, fiança, abonações ou actos escritura do teor seguinte:
ihantes/ Constituição da sociedade denominada «Aliraney,
Limitada», com sede no Sumbe, Bairro do Chingo.
ARTIGO 7.°
No dia 27 de Maio de 2015, nesta Cidade do Sumbe-e
Assembleia Geral será convocada por simples cartas
no Cartório Notarial desta Comarca, perante mim, Orlando
Sstadas, dirigidas aos sócios com’pelo menos 30 dias de
António, Licenciado em Direito, Notário do referido
ecedência, isto quando a lei não prescreva formalidades
Cartório, compareceram como outorgantes:.
a/ClaiS de comunicação. Se qualquer dos sócios estiver primeiro: — Maria, de Fátima Jericota, casada, com
leni q6 Sede social a comunicação deverá ser feita co Agostinho de Oliveira Jericota, sob o regime de adquiri­
eficiente para que possa comparecer., dos natural da Gabela, Província do Kwanza-Sul, titular do
Bilhete de Identidade n.° 000901455KS035, emitido pelo
0 i ARTIGO 8.° Arquivo de Identificação Nacional de Luanda, aos 13 de
Ha Ucros ,ícluic,os apurados, depois de deduzi a a P
Novembro de 2014, residente habitualmente na Zona 1, Rua
fund°s ou destinos especiais cria os 1 ? de Novembro, Casa n.° I, Sumbe, que outorga por si indi­
tôod eia Gera1’ serão divididos pelos sócios na Pr^ vidualmente e em representação dos seus filhos menores,
^perd SUaS quotas> e em igual proporção serão supor Jorciney Abilio Silveira Jericota, natural do Sumbe, nas-
as Se as houver.
Dl ÁR1O Da
11666

.
tura, bem como a ode
c noventada
advertência obrigatoriedade do re„.
dias.
eido aos 8 de Julho de 1997, e Aliraney Àgostin a
deste acto n p Fátima Jericota, Alcidia Frfl
Jericota, natural do Sumbe, nascida aos 11 e o
de 2001, e consigo conviventes;
Segundo: — Alcidia Erimara Silveira Gericota, so-
. AssiSX-ima de pátima siivei-
O Notário, Orlando 3> Orlando António.
teira, natural da Gabela, Província do Kwanza-Sul, titu a
do Bilhete de Identidade n.° 002384172KS037, emitido pe o ÉTertSVue fiz extrair e vai conforme o original
Arquivo de Identificação Nacional de Luanda, aos e
Novembro de 2011, residente habituâlmente na Zona 1, casa reporto. ( da Comarca do Kwanza-Sul,
Cart°r 7S de Maio de 2015. - O notário, ilegível.
sem número, Sumbe; Sumbe, aos 28 de Ma
Terceiro: — Iracelma de Fátima Silveira Gericota, so
teira, natural do Sumbe, Província do Kwanza-Sul, titular
do Bilhete de Identidade n.° 003278830KS030, emitido
pelo Arquivo de Identificação Nacional de Luanda, aos 19
PACTO SOCIAL DA SOCIEDADE
de Julho de 2013, residente habitualmente no Bairro do
ALIRANEY, LIMITADA
Quioche, Zona E, casa sem número, Benguela.
■ ’ ARTIGO I.» .
Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos
seus respectivos documentos de identificação. A sociedade adopta a denominação de «Ar ’
E por eles foi dito: Limitada», com. sede no Sumbe, Bairro Chingo
Que pela presente escritura e de comum acordo cons­ abrir filiais, sucursais, agências, delegações ou outras?
tituem entre elas as outorgantes e seus representados uma .■ mas de representação dentro ou fora do território nacional '
sociedade por quota de responsabilidade, limitada, sob deno­ com a vontade dos sócios e desde que a lei o. permita. ’
minação de «Aliraney, Limitada», com sede na Cidade do ARTIGO 2.°
Sumbe, Bairro do Chingo, podendo abrir ou encerrar filiais,
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-seo
sucursais, agências ou qualquer outra forma de representa­
início da sua actividade para todos os efeitos legais, a partir
ção dentro do território nacional ou no estrangeiro, onde e
quando as condições sociais o aconselharem. da data da celebração da presente escritura.
Que o objecto social é o previsto no artigo 3,° do seu ARTIGO 3.°
estatuto. O objecto social consiste na construção civil, obras públi­
O capital social é de cem mil kwanzas, integralmente rea­ cas e sua fiscalização, exploração de inertes, agricultura,
lizado em dinheiro dividido e representado por cinco quotas, agrô-pecuária, pescas, hotelaria e turismo, comércio geral, a
sendo uma no valor nominal de sessenta mil kwanzas, per­ grosso e a retalho, lojà, boutique de moda, salão de beleza, ■
tencente à sócia Maria de Fátima Jericota, e quatro quotas barbearia, carpintaria, serralharia, transportes de mercado- \
de igual valor nominal de dez mil kwanzas, pertencentes rias, indústria, ferragens, actividade de prestação de serviços, ■
às sócias Alcidia Erimara Silveira Gericota, Iracelma de agência de marketing, eventos, imobiliário, viagens, oficina, •
Fátima Silveira Gericota, Jorciney Abílio Silveira Gericota electromecânica e frio, mecânica-auto, informática, venda de
e Aliraney Agostinha Silveira Gericota, respectivamente. - materiais informáticos, telecofnunicações, caixilharia, servi­
Que a gerência e administração da sociedade em todos ços de táxi, rent-a-car, venda de viaturas e seus acessórios,
seus actos e contratos, em juizo e fora dele-activa e passiva­
urbanização, restauração, drenagem, saneamento básico e
mente serão exercidas pela spcia Maria de Fátima Jericota,
ambiental, terraplanagem, prospecção, exploração mineira
que desde já fica nomeada gerente, bastando a sua assinatura
para obrigar validamente a sociedade. e florestal, tratamento de resíduo e lixo hospitalar, Pan*
e seus derivados, estudo de viabilidade econórniÇ >
A sociedade reger-se-á pelos artigos constantes do doeu- cação e seus
mento complementar elaborado nos termos do n.° 2 do contabilidade geral, geladaria, snack-bar, pastelaria, 11
artigo 55.° da Lei da Simplificação e Modernização dos tria transformadora, educação e ensino, infantário,'
actos Notariais que ficam a fazer parte integrante desta escri­ escola de condução, artesanato, lavandaria e jard,*n^
tura e que os outorgantes declaram ter lido e conhecer o seu moagem, arrendamento, venda de bens móveis e im
conteúdo, pelo que dispensam aqui a sua leitura. gestão e promoção de eventos, consultoria, projecto de
Assim o disseram e outorgaram. tura, concessionário de combustível e derivados de Pe
Arquivo os seguintes documentos:
importação e exportação; podendo ainda dedicar-se a ,
a) Documento complementar mencionado no teor da
ramos de comércio ou indústria em que os sócios aco
escritura;
b) Certificado de admissibilidade, passado pelo cujo exercício privado seja permitido por lei.
' Ficheiro Central de Denominações Sociais, em - ARTIGO 4.° ' -i
Luanda, aos 15 de Maio de 2015; 0 caPiíaJ social é de Kz: 100.000,00 (ceíT1 e
c) Talão de depósito do Banco Keve, datada de 20 de zas), integralmente realizado em dinheiro, d,V‘
Maio de 2015. representado por cinco quotas, sendo uma no va cente
Aos outorgantes fiz em voz alta e na presença simultânea nal de Kz: 60.000,00 (sessenta mil kwanzas), P val0r
de ambos a leitura e a explicação do conteúdo desta escri- a sócia Maria de Fátima Jericota e quatro quotaS
134 PE 14 DE JULH0 DE 2Q15
11667
de Kz: 10.000,00 (dez md kwanzas), pertencentes
<dos Alcidia Enmara Stlvetra Gericota, Iracelma de ARTIGO 12.°
silveira Gericota, Joriney Abílio Silveira Gericota e Para todas as questões emergentes deste contrato, quer
fí neyAgostinha Silveira Gericota, respectivamente. 1 entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
Comarca do Kwanza-Sul, com expressa renúncia a qualquer
ARTIGO 5°
outro.
Acessão de quotas entre os sócios é livre, mas quando
ARTIGO I3.°
filaaestranhos fica dependente do consentimento da socie-
L,àqual é' sempre reservado o direito de preferência Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31
ferido aos sócios se a sociedade não quiser fazer uso.
de Março imediato.
ARTIGO 6.°
ARTIGO 14.°
A gerência e a^administração da sociedade, em todos os
No omisso regularão as deliberações sociais da Lei
seusactos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, Lei das Sociedades Comerciais,
mente, incumbe à sócia Maria de Fátima Jericota, que desde
e demais legislações em vigor na República de Angola.
já fica nomeada gerente com dispensa de caução, bastando a
(15-11025-L01)
$uaassinatura para obrigar validamente a sociedade.
1. A sócia-gerente poderá delegar noutro sócio ou em pes­
soas estranhas à sociedade todos ou parte dos seus poderes Sodesinfestação, Limitada
degerência, conferindo pqra o efeito o respectivo mandato.
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
2. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
lavrada com início a folhas 35, do livro de notas para escri­
contratos estranhos aos negócios sociais tais como letras de turas diversas n.° 410, do Cartório Notarial do Guiché Único
favor, fianças, abonações ou actos semelhantes.
da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires da
ARTIGO 7?
Costa, Licenciado em Direito, foi constituída entre:
As Assembleias Gerais serão convocadas, por simples Primeiro: — Sérgio Abel Augusto, solteiro, maior,
carta registada, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 natural da Ingombota, Província de Luanda, onde reside
(trinta) dias de antecedência, isto quando a lei não prescreve habitualmente, no Município do Cazenga, Bairro Hoji-ya-
outras fonnal idades especiais de comunicação. Se qualquer -Henda, casa s/n.°, Zona 17;
dos sócios estiver ausente da sede social, a comunicação Segundo: — Paulo Sebastião Quimbangala Macunde,
deverá ser feita com tempo suficiente para que possa com­ solteiro, maior, natural do Cazenga, Província de Luanda,
parecer. . onde reside habitualmente, no Município do Cazenga,
ARTIGO 8.° Bairro Hoji-ya-Henda, Casa n.° 7, Zona 17;
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidas as Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
percentagens legais, criadas as reservas ou outros fundos termos constantes do documento em anexo.
^peciais criados em Assembleia Geral, serão distribuídos Está conforme.
pelos sócios, na proporção das suas quotas, bem como as Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
Perdas se as houver. Luanda, 15 de Junho de 2015'. — O ajudante, ilegível.

ARTIGO 9.°
Asociedáde não se dissolverá por morte ou impedimento
1)0 Malquer dos sócios, continuando a sua existência com ESTATUTO DA SOCIEDADE
s sobrevivos e herdeiros ou representantes do sócio ou SODESINFESTAÇÃO, LIMITADA
^ter(lito, devendo estes nomear um que a todos represente, ARTIGO l.“
Quanto a quota se mantiver indivisa. (Denominação e sede)
. ■ t
A sociedade adopta a denominação de «Sodesinfestação,
ARTIGO 10."
. Olvida a sociedade por acordos dos sócios e nos Limitada»; com sede social na Província de Luanda,
.Acasos legais, todos os sócios serão liquidatários e a
Município de Viana, Bairro Zango 4, Quarteirão QM, Casa
n 0 M3.59D, podendo transferi-la livremente para qualquer
^Çào e partilha verificar-se-á como acordarem. Na fa
outro local do território nacional, bem como abrir filiais,
liei, e se algum deles o pretender será o activo soc sucursais, agências ou outras formas de. representação den­
t,0 em globo com a obrigação do pagamento do pass
tro e fora do País.
ao sócio que melhor preço oferecer em ig ARTIGO 2.°
Sde condições. (Duração)

A ARTIGO II.0 . A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o


Inalo,S°ClCdade rcserva-se o direito de amortizar a quo início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
hovi )•F SÓCI° luando sobre ela recaia arresto, pen da data da celebração da presente escritura.
dcncia cautelar.
11668
ARTIGO 7.°
ARTIGO 3.° (Assembleia)
(Objecto)
As Assembleias Gerais serão convocadas
A sociedade tem como objecto agro-pecuária, pescas e cartas registadas, dirigidas aos sócios com pe|0 P°F SÍrnPks
aquicultura, ihdústria de lacticínios, restauração, comércio,
(30) dias de antecedência, isto quando a lei não^08 tr'nta
geral, a grosso e a retalho, prestação de serviços, consulto
formalidades especiais de comunicação. Se q ,Prescreva
ria, auditoria, construção civil e obras públicas, fiscalização
de obras, serviço de serralharia, carpintaria, produção e venda sócios estiver ausente da sede social, a comunica d°s
ser feita com tempo suficiente para que possa LaÇa°deverj
de caixilharia de alumínio, promoção e mediação imobi­ uniParecer
liária, serviços ligados à informática, telecomunicações, . , ARTIGO 8.° •
(Divisão dos lucros)
electricidade, hotelaria, turismo, agência de viagens, transpor­
tes aéreo, marítimo e terrestre, transporte de passageiros ou de Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida
centagem para fundos ou destinos especiais criados^'
mercadorias, camionagem, transitários, despachante,' rent-a-
-car, exploração mineira, exploração de oficina auto, venda Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na „
~ I x • i d Pr°POF’

de material de escritório e escolar, modas e confecções, venda çao das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
de material e equipamentos hospitalares, perfumes, relógios, as perdas, se as houver.
■ agência de viagens, indústria pasteleira, panificação, produção ARTIGO 9.°
de gelados, exploração de parques de diversões, realização (Dissolução)

de eventos culturais, recreativos e desportivos, exploração A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
mineira e florestal, exploração de bombas de combustíveis de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
ou estação de serviço, comercialização de petróleo e seus •sobrevivo e herdeiros .ou representantes do sócio falecido ou
derivados, representações comerciais, ensino geral, infantá­ • interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
rio, importação e exportação, podendo dedicar-se a qualquer enquanto a quota se mantiver indivisa.
outro ramo do comércio ou indústria em que os sócios acor­ ARTIGO io.°
dem e seja permitido por lei. (Liquidação)

ARTIGO 4.° Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos


(Capital)
demais casos legais, todos os sócios serão 1 iqúidatários e a
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas), liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falia
.integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado de acordo, e se algum deles o pretender, será o activo social
por (2) quotas, sendo uma no valor nominal de Kz: 60.000,00 licitado em bloco com a obrigação do pagamento do passivo
(sessenta mil kwanzas), pertencente aò sócio Sérgio Abel e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­
Augusto, e outra quota no valor nominal de Kz: 40.000,00 dade de condições.
(quarenta mil kwanzas), pertencente ao sócio Paulo Sebastião
ARTIGO 11.°
Quimbangala Macunde, respectivamente. (Preferência na amortização)

ARTIGO 5.° A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota


(Cessão de quotas) qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ providência cautelar.
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ARTIGO 12.°
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não (Foro competente)
quiser fazer uso. Para todas as questões emergentes do presente c $
ARTIGO 6.° quer entre os sócios, seus herdeiros ou representante^ da
(Gerência)
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o ^(quer
A gerência e administração da sociedade, em todos os Comarca de Luanda, com expressa renúncia a q
seus actos e contratos, ém juízo e fora dele, activa e passi­ outro.
vamente, incumbe ao sócio Sérgio Abel Augusto, que fica
ARTIGO 13.°
desde já nomeado gerente, com dispensa de caução, bas­
(Balanços) $^0
tando a assinatura do gerente para obrigar validamente a
Os anos sociais serão os civis e os eríc^r
sociedade.
dados em 31 de Dezembro de cada ano, deven
1. 0 gerente poderá delegar mesmo em pessoa estranha
a 31 de Março imediato.
à sociedade parte dos seus poderes de gerência, conferindo
para o efeito o respectivo mandato. ARTIGO 14.°
(Omisso) . • as
2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
No omisso regularão as deliberações socia
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, qU^cáveh
como letras de favor, fiança, abonações ou actos sème-
Sociedades Comerciais, e demais legislação
Ihantes.
SÉF-1^-^'0 134 DE 14DEJULH°DE2OI5
11669
Grupo Alfa 23, Limitada
camentos, material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos
Certifico que; por escritura de 5 de Junho de 2015, químicos e farmacêuticos, serviços de saúde, perfumaria,
.rtdacom início a folhas 73’ do llvro de notas para escri- plastificação de documentos, venda de material de escri­
diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché tório e escolar, decorações, serigrafia, padaria, geladaria,
Lo da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio pastelaria, boutique, representações, irhpressões, salão de
Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim cabeleireiro, agência de viagens, relações públicas, repre­
Domingos Catenda, Primeiro Ajudante do Notário, foi cons- sentações comerciais e industriais, venda de gás de cozinha,
liiuídaentre: desporto e recreação, vídeo clube, discoteca, realizações de
Primeiro: — Albino Francisco de Abreu, solteiro, actividades culturais e desportivas, manutenção de espaços
maior, natural de Malanje, Província de Malanje, residente verdes, segurança de bens patrimoniais, colégio, creche,
liabitualmente ern Luanda, no Distrito Urbano e Bairro educação e cultura, escola de condução, ensino, saneamento
da Ingombota, Rua Samuel Bernardo, n.° 22, 2.° andar, básico, jardinagem, limpeza, desinfestação, fabricação e
Apartamento 25/26; venda de gelo, cyber café, electricidade, importação e expor­
Segundo: — Vanda da Conceição Luís Benge, sol­ tação, podendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do
teira, maior, natural' da Maianga? Província de Luanda, comércio ou indústria em que os sócios acordem e seja per­
onde reside habitualmente no Distrito Urbano da Maianga, mitido por lei.
Bairro Alvalade, Rua Comandante Gika, n.° 209, 2.° andar; ARTIGO 4.°
Apartamento 8, Zona 5; O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado
termos constantes do documento em anexo. por 2 (duas) quotas iguais no valor nominal de Kz: 50.000,00
Está conforme. (cinquenta mil kwanzas) cada uma, pertencentes aos sócios
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa—ANIFIL,
Albino Francisco de Abreu e Vanda da Conceição Luís Benge,
em Luanda, 11 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
respectivamente;
ARTIGO 5.°
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
ESTATUTOS DA SOCIEDADE sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
«GRUPO ALFA 23, LIMITADA de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não
ARTIGO l.° . quiser fazer uso.
A sociedade adopta a denominação de «Grupo Alfa 23, ARTIGO 6.°
Limitada», com sede social na Província e Município de 1. A gerência e administração da sociedade, em todos os
Luanda, Distrito Urbano e Bairro da Ingombota, Rua Samuel seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
Bernardo, Casa n.° 26, podendo transferi-la livremente para mente, incumbem aos sócios que ficam desde já nomeados •
Wlquer outro local do território nacional, bem como abrir gerentes, bastando 1 (uma) das suas assinaturás para obrigar
sucursais, agências ou outras formas de.representação validamente a sociedade.
e fora do País. ,2. Fica vedado aos gerentes obrigarem a sociedade em
ARTIGO 2.S actos e contratos estranhos aos negócios sociais da socie­
. Asua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
dade, tais como letras de favor, fiança, abonações ou actos
da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
semelhantes.
2 ala da celebração da presente escritura.
ARTIGO 7.°
ARTIGO 3.° ’ A Assembleia Geral será convocada por simples .cartas
ç A Sociedade tem como objecto social a consultoria,
registadas; dirigidas aos sócios com pelo menos 30 (trinta)
k^rc*° §eral a grosso e a retalho, prestação de serviços,
dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­
ar*a e turismo e similares, indústria, agro-pecuáiia,
lidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios
Ca’ informática, telecomunicações, publicidade, cons
estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser
JOcivil e °^ras Públicas, exploração mineira e floresta ,
hiaryCÍalÍ2açào de telefones e seus acessórios, transporte feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
cak.1110’ Carrjionagem, agente despachante e transitan ARTIGO 8.°

agem, rent-a-car, compra e venda de viaturas, novas Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
nióvp9 Hs e seus. acessórios, reparação de -veículos; au centagem para fundos ou destinos especiais criados em
% COncessionária de material e peças separadas a Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
fabricação de biocos e vigotas, co^erciahzaçao ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
^bu bUSUVeÍS e lubrificantes, exploração de bom as perdas se as houver.
"Veis e estação de serviço, comercialização de m
11670

Quarto: — Okenny Malena de Almeida Quia .


artigo 9.° anos de idade, natural da Maianga, Província dT^17
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedime
consigo convivente. e
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou Uma sociedade .comercial por quotas oup *
nuc se *reger
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente, termos constantes do documento em anexo 6 a 1105
enquanto a quota se mantiver indivisa. Está conforme.’
ARTIGO 10.® Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa-^, a
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos em Luanda, 11 de Junho de 2015. — O ajudante, f/egZve/ ,F1L’
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e
a liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na
falta de acordo, e se algum deles o pretender será 0 activo
social licitado em globo com obrigação do pagamento do . ESTATUTOS DA SOCIEDADE
passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em ORGANIZAÇÕES MADALENA YONGO, LIMITADA
igualdade de condições.
ARTIGO l.°
ARTIGO II.0
A sociedade adopta a denominação de «Organizações
A sociedade reserva-se 0 direito de amortizar a quota de
Madalena Yongo, Limitada», com sede social na Província de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
Luanda, Município de Belas, Bairro Benfica, Zona Verde II
providência cautelar.
Rua n.° 8, casa sem número (Próximo das bombas de combus­
ARTIGO 12® . •
Para todas as questões emergentes do presente contrato, tível móvel), podendo transferi-la íivremente para qualquer
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer outro local do território nacional, bem como abrir filiais,
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado 0 Foro da sucursais, agências, ou outras formas de representação dentro
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer outro. e fora do País.
ARTIGO 13.® ARTIGO 2.°
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão A sua duração é por tempo indeterminado, contando-seo
dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
a 31 de Março imediato. da data da celebração da presente escritura.
ARTIGO 14.'
ARTIGO 3.°
A soc’edade tem como objecto social restauração,
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das comércio geral a grosso e a retalho, consultoria, auditoria,
Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável,
fiscalização, rent-a-car, prestação de serviços,.hotelariae
(15-9699-L03), turismo e similares, indústria, agro-pecuária, pesca, inf°r
: mática, telecomunicações, publicidade, construção civil
Organizações Madalena Yongo, Limitada obras públicas, exploração mineira e florestal, conierc
zação de telefones e seus acessórios, transporte marít
Certifico que, por escritura de 11 de Junho de 2015,
camionagem, agente despachante e transitários, ca^°^jaS
lavrada com início a folhas 97 do livro de notas para escritu­
ras diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché Único rent-a-car, compra e'venda de viaturas, novas ou
r óveis,
da Empresa-ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires e seus acessórios, reparação de veículos autom
da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, Domingos cessionária de material e peças separadas de tra^uS.
Catenda, 1 .°Ajudante do Notário, foi constituída entre: fabricação de blocos e vigotas, comercialização de
Primeiro: — Pedro António Onde Quianica, solteiro, tíveis e lubrificantes, exploração de bombas de com
maior, natural da Maianga, Província de Luanda, residente e estação de serviço, serviços de saúde, perfum ^jo-e
habitualmente no Distrito Urbano de Ingombota, Bairro
tificação de documentos, venda de material de e
Maculusso, Rua José Anchieta, Casa n.° 51;
escolar, decorações, seri grafia, padaria, geladaria, P ^e|ei'
Segundo: — Luís João Quianica, solteiro, maior, natural
da Ingombota, Província de Luanda, residente habitual­ boutique, representações, impressões, salão
mente no Distrito Urbano do Rangel, Bairro Nelito Soares reiro, agência de viagens, relações públicas, rep
Rua Eugênio de Castro Lote; comerciais e industriais, venda de gás de cozin & actjvida'
Terceiro: — Osvaldina Catarina de Almeida Domingos, e recreação, vídeo clube, discoteca, realizaçõo
solteira, maior, natural da Maianga, Província de Luanda,’ des culturais e desportivas, manutenção de esp
residente habítualmente no Distrito Urbano do Rangel, Bairro segurança de bens patrimoniais, colégio, creC* t0 bás*c°’
Nelito Soares, Rua Fernão de Sousa, Casa n.° 59, 3an(jar e cultura, escola de condução, ensino, sanean d
Apartamento I; jardinagem, limpeza, desinfestação, fabricaçã
- DE 14 DE JULHODE2Qi^^
11671
ln cyber café, electricidade, importação e exportação
‘í’ndo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comér- ARTIGO 11.0
C indústria em que os sócios acordem e seja permitido A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
ciou •
^lel ■ ARTIGO 4.° providência cautelar.

ARTIGO 12.°
0 capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas)
Para todas as questões emergentes do presente contrato,
■ cimente realizado em dinheiro, dividido e represen-
Vpor 4 (quatro) quotas, sendo uma no valor nominal de quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
L40.000,00 (quarenta mil kwanzas) pertencente ao sócio entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
Lo António Onde Quianica, outra no valor nominal de Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer .
Kz-30.000,00 (trinta mil kwanzas) pertencente ao sócio Luís outro.
joãoQuianica e outras duas quotas iguais no valor nominal ARTIGO 13.° .
de Kz: 15.000,00 (quinze mil kwanzas) cada uma perten­ Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados em
cente às sócias Osvaldina Catarina de Almeida Domingos e 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de Março
Okenny Malena de Almeida Quianica, respectivamente. imediato.
ARTIGÓ 5.°
ARTIGO 14.°
Acessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
sentimento da sociedade à qual é sempre reservado o direito sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável.
quiser fazer uso. (15-9700-L03)
ARTIGO 6.°
1. A gerência e administração da sociedade, em todos os
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­
Tic-Time, Limitada
vamente, incumbe ao sócio Pedro António Onde Quianica,
Certifico que, por escritura de 10 ,de Junho de 2015,
que fica desde já nomeado gerente, bastando a sua assinatura
lavrada com início a folhas 93 do livro de notas para escri­
para obrigar validamente a.sociedade.
turas diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché
2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
econtratos estranhos aos. negócios sociais da sociedade, tais Único' da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio
como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes. Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim,
Domingos Catenda, Primeiro Ajudante do Notário, foi cons­
ARTIGO 7.°
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas tituída entre:
registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 (trinta) Primeiro: — Marques Cotreia, casado com Luísa
dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­ Manuel Gonçalves de Oliveira Correia, sob o regime de
rdes especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios comunhão de adquiridos, natural de Demba-Chio, Província
ativer ausente da sede social a comunicação deverá ser feita
do Bengo, residente habitualmente em Luanda, no Distrito
COni tempo suficiente para que possa comparecer.
Urbano e Bairro da Ingombota, Rua Matoso da Câmara,
ARTIGO 8.° n.° 23, Zona 25;
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per-
Segundo: — Sandra Cristina Fernando Jaime, solteira,
para fundos ou destinos especiais criados em.
maior, natural de Cacuso, Província de Malanje, residente
JSernbleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor-
Jao das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas habitualmente em Luanda, no Município^ Bairro de Viana,

Perdas se as houver. z Rua do Comércio, Casa n.° 1 ;•


Terceiro: — Joaquim'Pascoal Domingos da Silva, sol-
, Piedade não se diXrâpor morte ou impedimento teiro, maior, natural da '"8°^

Malquer dos sócios, continuando a sua existência com.o residente habitualmente no Município de Viana,- Bairro
injjV'Vo e herdeiros ou representantes do sócio faleci o ou Caop, casa s/n.°;
< devend° estes nomear um que a todos represente, Quarto:__ Mauro Márcio Bernardo Damião, solteiro,
anto a quota se mantiver indivisa. maior, natural da Maianga^ Província de Luanda, onde
reside habitualmente, no Distrito Urbano da Maianga, Bairro -
h. ARTIGO 10.°
(U Ss°lvida a sociedade por acordo dos sócios e Prenda, rua s/n.°, Casa n.° 9, Zona 6;
a|iQ|IS,Casos legais, todos os sócios serão liquidatário Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
íall ' açao e partilha verificar-se-ão como acordarem termos constantes do documento em anexo.
sociai ].acor^0’ e se algum deles o pretender será o a Está conforme.
PassiVftICÍtado em êlobo com obriga<?ão do pagfame" em Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa—ANIFIL,
igUa| ° e Adiçado ao sócio que melhor preço oferecer, Luanda, .11 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegiveL
eni
ade de condições.
11672
ARTIGO 5.°
ESTATUTOS DA SOCIEDADE (Cessão dc quotas)
TIC-TIME, LIMITADA A cessão de quotas a estranhos fica depend
ARTIGO l.° sentimento da sociedade à qual é sempre reservai C°n*
(Denominação e sede) v de preferência deferido aos sócios se a sociedad ° °
A sociedade adopta a denominação de «Tic Tim quiser fazer uso. e dele nã0
Limitada», com sede social na Província de Luanda,
ARTIGO 6.°
Município de Viana, Bairro Zango 1, Rua Direita doZan0o 1,
(Gerência)
casa sem número (junto ao Condomínio do BNA), podendo
transferi-la livremente para qualquer outro local do territó A'gerência e administração da sociedade
’ ^dos tu
rio nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou seus actos e contratos, em e fora dele activo-
juízo
’ «vuva e passi •
outras formas de representação dentro e fora do País. vamente, incumbem aos sócios Marques Correia e Sand *
Cristina Fernando Jaime, que ficam desde já’ nom ?
ARTIGO 2.°
(Duração)
,. j ~ i J urr,e3Q0S
gerentes, com dispensa de cauçao, bastando as suas as'
A sua duração é-por tempo indeterminado, contando-se o turas para obrigar validamente a sociedade.
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir Os gerentes poderão delegar mesmo em pessoa estranha
da data da celebração da presente escritura. à sociedade parte dos seus poderes de gerência, conferindo
ARTIGO 3.° para o efeito o respectivo mandato.
(Objecto)
Fica vedado aos gerentes obrigar a sociedade em actos e
A sociedade tem como objecto a prestação de serviço,
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
auditoria, consultoria, contabilidade, gestão de empreendi­
como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
mentos, comércio geral (a grosso e a retalho), todo o tipo
lhantes.
de indústria, construção civil e obras públicas, fiscalização
de obras, serralharia, carpintaria, montagem de caixilharia ARTIGO 7.°
(Assembleia)
de alumínio, informática, telecomunicações, electricidade,
agricultura, agro-pecuária, pescas, restauração, hotelaria, As Assembleias Gerais serão convocadas por simples
turismo, agência de viagens, transportes aéreo, marítimo cartas registadas, dirigidas aos sócios com pelo menostrinía
e terrestre, transporte de passageiros ou1 de mercadorias, (30) dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva
camionagem, transitários, despachante, rent-a-car, oficina formalidades especiais de comunicação. Se qualquer dos
auto, venda de material de escritório, escolar e material sócios estiver ausente da sede social, a comunicação devera
informático, salão de cabeleireiro, modas e confecções, bote­ ser feita com tempo suficiente para que possa comparecer,
quim, serviços de saúde, material e equipamento hospitalar,' ARTIGO 8.° ;
perfumaria, ourivesaria, relojoaria, pastelaria, panificação, (Divisão dos lucros)
geladaria, material de frio, exploração de parques de diver­ Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a p
são, exploração de parque automóvel, realização de eventos centagem para fundos ou destinos especiais criados
culturais, recreativos e desportivos, exploração mineira e . Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na
florestal, exploração de bombas de combustíveis ou estação ção das suas quotas, e em igual proporção serão sup
de serviço, comercialização de petróleo e seus derivados; • as perdas se as houver.
comercialização de ferro e aço, representações comerciais,
ARTIGO 9.°
ensino universitário, ensinç geral e técnico-profissional, (Dissolução)
infantário, importação e exportação, podendo dedicar-se a ,u imped^
A sociedade não se dissolverá por morte ou im
qualquer outro ramo do comércio ou indústria em que os
de qualquer dos sócios,i, continuando a sua existênc
sócios acordem e seja permitido por lei. sobrevivos e herdeiros ou representantes do■ sócio ra|c
a todos rep^
ARTIGO 4.° ou interdito, devendo estes nomear um que
(Capital)
sente, enquanto a quota se mantiver indivisa'.
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
ARTIGO 10.°
integralmente realizado em dinheiro, dividido e represen­ (Liquidação) ■ c e n°s
tado por 4 (quatro) quotas, sendo duas quotas iguais no sóc,oS. .ea
Dissolvida a sociedade por acordo d°s “.jat^íos
valor nominal de Kz: 40.000,00 (quarenta mil kwanzas),-
demais casos legais, todos os sócios serão *
-Na
Na .
cada uma pertencentes os sócios Marques Correia e Sandra liquidação e partilha realizar-se-á como acorda soçi^
Cristina Femando Jaime, e outras duas quotas iguais no activo^
de acordo, e se algum deles o pretender, sera o pass’^
valor nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas), cada
licitado em bloco com obrigação do pagante em
uma, pertencentes aos sócios Joaquim Pascoal Domingos da
e adjudicado ao sócio que melhor preço o cr
Silva e Mauro Márcio Bernardo Damião, respectivamente.
dade de condições.
g N Q 134-DE 14 DE Julho DE 2015
|||S^— ----------- — - ----------- 11673
ARTIGO 11.° ’
(preferência na amortização) Belas, Bairro do Benfica, Rua 21 de Janeiro, casa s/n.° (junto
Asociedade reserva-se o direito de amortizar a quotíde ao Mercado de Artesanato), podendo transferi-la livremerite
,lfllier sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora'ou para qualquer outro local do território nacional, bem como
inciacauteiar. abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas de repre­
F ARTÍGO 12.° sentação dentro e fora do País.
(Foro competente)
ARTIGO 2.°
para todas as questões emergentes do presente contrato, A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
ÚÊrentre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer inicio da sua actividade para todos os efeitos legais a partir
’nBeeles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da da data da celebração da presente escritura.
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer ARTIGO 3.°

outro. ■ . A sociedade tem como objecto social o exercício do


ARTIGO 13.® comércio geral a grosso e a retalho, farmácia, indústria,
(Balanços) pescas, agro pecuária, agricultura, hotelaria e turismo,
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão informática, telecomunicações, construção civil e obras
dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar públicas, venda de materiais de construção civil, markting,
a31 de Março imediato. Consultoria em estudo do mercado, decoração, material
ARTIGO 14.° de frio, modas e confecções, plastificação de documentos,
(Omisso) transportes marítimo, aéreo e terrestre, camionagem, transi-
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­ tários, cabotagem, rent-a-car, aluguer de viaturas, compra e
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das venda de viaturas, transportes de passageiros e mercadorias,
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável. venda de material de escritório e escolar, salão de cabelei-
(15-9701-L03) reira, botequim, venda de medicamentos, material cirúrgico,
gastável e hospitalar, produtos químicos e farmacêuticos,
serviços de saúde, perfumaria, ourivesaria, relojoaria, agên­
Ango Alafrah, Limitada cia de viagens, relações públicas, pastelaria, confeitaria,
Certifico que, por escritura de 10 de Junho de 2015, panificação, geladaria, exploração de parques de diversões,
lavrada corri início a folhas 95 do livro de notas para escri­ realização de eventos culturais, exploração mineira, flores­
ta diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché tal, madeira e sua comercialização, exploração de bombas
Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio de combustíveis ou estação de serviço e comercialização
Alberto Pires da.Costa, Licenciado em Direito, perante mim, de lubrificantes e seu derivados, representações comerciais,
Domingos Catenda, l.° Ajudante do Notário, foi constituída
consultoria e auditoria, prestação de serviços, importação e
entre:
exportação, podendo ainda dedicar-se a outras actividades
Primeiro: — Mahfoudh Hawi, casado com Orna
^IthonTyeb, sob o regime de separação de bens, natural da comerciais e industriais, sempre que os sócios acordarem e
‘^uritânia, de nacionalidade mauritaniana, residente habi­ seja permitido por lei.
lmente em Luanda, no Distrito' Urbano do Sambizanga, ARTIGO 4.°

da Madeira, Sector 4, Zona 13; O capital social é de Kz: 500.000,00 (quinhentos mil
— Ahmed Ould EI Moctar Salem, casado com kwanzas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e
’oabo Bai, sob o regime de separação de bens, natural de representado por 2 (duas) quotas, sendo uma quota no valor
^ritânia, de nacionalidade mauritaniana, residente habi nominal de Kz: 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil kwan­
^.fnente em Luanda, no Distrito Urbano do Sambizanga, zas), pertencente ao sócio, Mahfoudh Hawi e outra quota
^°Sào Paulo, Rua de Benguela, Casa n.° 67, no valor.nominal de Kz: 150.000,00 (cento e cinquenta mil
lemi1113 sociedade comercial por quotas que. se regera nos kwanzas), pertencente ao sócio, Ahmed Ould EI Moctar
08 constantes do documento em anexo.
Salem. .
* conforme.
7
ARTIGO 5.°
tni rio Notarial do Guiché Único da Empresa- ANIFIL,
Uanda. 11 de Junho de 2015. - O ajudante, ilegível- O capital social poderá ser aumentado por deliberação
dos sócios e na proporção das suas quotas, ou na forma
como se vier a acordar.
ARTIGO 6.°
ESTATUTOS DA SOCIEDADE A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
ANGO ALAFRAH, LIMITADA sentimento da sociedade à qual é sempre reservado o direito
de preferência deferido aos sócios se a sociedade dele não
Ao . ARTIGO I.® Alafrah
wJCledade adopta a denominação de <<Ang°. ( oC|e quiser fazer uso.
sede na Província de Luanda, Mun.c.p.0 de
11674
ARTIGO 14.°
artigo 7.° Os anos sociais serão os civis e os bal
A gerência e administração da sociedade em todo dados em 31 de Dezembro de cada ano, devi %
actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e pass’ a 31 de Março imediato. end° encerrar
mente, incumbem ao sócio, Mahfoudh Hawi que dispensa
ARTIGO I5.°
de caução, fica desde já nomeado gerente bastando a su
, No omisso regularão as deliberações sociais
assinatura para obrigar validamente a sociedade. ções da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, Lei das d'SP°si'
1. O sócio-gerente poderá delegar em pessoa estranha Comerciais e demais legislação aplicável. Oc,edades
à sociedade, todos ou parte dos seus poderes de gerência
(15-9702-L03)
conferindo para o'efeito o respectivo mandato, em nome da

sociedade.
2. Em caso algum, a sociedade poderá ser obrigada em LJCS (SU), Limitada
actos ou operações de interesse alheio, nomeadamente, em Leandra Augusto Sumbo de Almeida Gomes, Lice ■
avales, fianças e actos semelhantes e estranhos aos negócios em Direito, Conservadora de 3.a Classe da Conservatória^
sociais. Registo Comercial de Luanda, 2,a Secção do Guiché Únic
ARTIGOS.0 da Empresa — ANIFIL.
As Assembleias Gerais serão convocadas por sim­ Satisfazendo ao que me foi requerido em petição apre­
ples cartas registadas, dirigidas aos sócios com 8 dias de sentada sob o n.° 14, do livro-diário de II de Junho do
antecedência no mínimo, isto quando a lei não prescreva for­ corrente ano, a quâl fica arquivada nessa Conservatória.
malidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios Certifico que, Sebastião Macumona dos Santos Sena,
estiver ausente da sede social a comunicação deverá ser feita solteiro, maior, natural de Caxito, Província do Bengo, resi­
dente habitualmente em Luanda, Distrito Urbano e Bairro
com tempo suficiente para que possa comparecer.
da Ingombota, Rua da Missão, Casa n.° 15, zona s/n.°, cons­
ARTIGO 9.° ‘
tituiu uma sociedade unipessoal por quotas denominada
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
«LJCS (SU), Limitada», registada sob o n.° 649/15, que se
centagem para fundos ou destinos especiais criados em'
regerá nos termos constantes dos artigos seguintes.
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor- / Está conforme.
ção das suas quotas e em igual proporção serão suportadas Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
as perdas se as houver. do Guiché Único da Empresa — ANIFIL, em Luanda, 11
ARTIGO 10.° . de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
• ESTATUTO DA SOCIEDADE
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
LJCS (SU), LIMITADA/
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ARTIGO L°
ARTIGO ll.°
(Denominação e sede)
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios serão ~ fJCS (sU)’
A sociedade adopta a denominação de « ^^j(0
liquidatários e a liquidação e partilha verificar-se-ão como
Limitada», com sede social na Província de Luan a, °
acordarem. • * jL 17
Urbano e Bairro da Ingombota, Rua da Missão,
Na falta de acordo, e se algum deles o pretender, será o
podendo transferi-la livremente para qualquer outr
activo social licitado em globo com obrigação do pagamento
do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer,
território nacional, bem como abrir filiais, país-
cias ou outras formas de representação dentro e
em igualdade de condições.
ARTIGO 2.°
ARTIGO] 2.°
(Duração) , onland0'se°
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
A sua duração é por tempo indeterminado, c & parti1,
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
início da sua actividade, para todos os efeitos leg
providência cautelar.
do respectivo registo.
ARTIGO I3.°
Para todas as questões emergentes do presente contrato ARTIGO 3.°
(Objecto) restaur^’
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
A sociedade tem como objecto social a e a
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Fçro da
prestação de serviços, comércio geral a gr0S r0-peclJ^r'p
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualouer
hotelaria e turismo e similares, indústria, a pdbl'c
outro. H
pesca, informática, informática, telecomunica
N.° 134DE 14 DE JULHO DE 2015
11675
construção civil e obras públicas, exploração mineira
Ja Ltal, comercialização de telefones e seus acessórios ARTIGO 10.°
. , (Balanços)
‘ «ação veíCU'0S automóveis> ^Ploração de bombas
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
Combustíveis e estação de serviço, perfumaria, salão de
dados ém 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
Lireiro, agência de v,a8ens> relaÇ8es públicas, repre-
a 31 de Março imediato.
Lções comerciais e industriais, venda de gás de cozinha
Lrto.e recreação,' vídeo clube, discoteca, realizações • ’ ARTIGO li.°
(Omisso)
e actividades culturais e desportivas, promoção de even-
£ manutenção de espaços verdes, segurança de bens No omisso regularão as deliberações sociais, as disposi­
Lmoniais, colégio, creche, educação e cultura, escola ções da Lei n.° 19/12, de 11 de Junho e ainda as disposições da
Jecondução, ensino, saneamento básico, jardinagem, lim­ Lei das Sociedades Comerciais n.° 1/04, de 13 de Fevereiro.
(15-9704-L04)
peza, desinfestação, fabricação e venda de gelo, cyber café,
electricidade, importação e exportação, podendo ainda dedi­
car-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em Cooperativa de Exploração Mineira Zovo Ericson,
que os sócios acordem e seja permitido por lei. S.C.R.L
ARTIGO 4?
(Capital) Certifico que, por escritura de 11 de Junho 2015, lavrada
com início a folhas 3, do livro de notas para escrituras diversas
o capital social é de Kz: 500.000,00 (quinhentos mil
n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa
kwanzas), integralmente realizado em dinheiro, represen­
—ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires dá Costa,
tado I (uma) quota no valor nominal de Kz: 500.000,00
perante mim, Domingos Catenda, Primeiro Ajudante do
(quinhentos mil kwanzas), pertencente ao sócio-único
Notário no referido Cartório, compareceram como outorgan­
Sebastião Macumopa dos Santos Sena.
tes a Eliana Vissolela dos Santos, solteira, maior, natural da
ARTIGO 5.° Ingombota, Província de Luanda, onde reside habitualmente
(Cessão dc quotas)
no Distrito Urbano de Ingombota, Bairro Miramar, Rua
A cessão da quota implica a saída do sócio cedente ou a Ndunduma n.° 65, Zona 7, titular do Bilhete de Identidade
transformação da mesma em sociedade pluripessoal. n.° 000741918LA033, emitido peia Direcção Nacional de
ARTIGO 6.° Identificação, aos 30 de Julho de 2012; Krisnne da Henda .
(Gerência) Dambi, solteiro, maior, natural da Ingombota, Província
A gerência e administração da sociedade, em todos os de Luanda, onde reside habitualmente no Distrito Urbano
seusactos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva- da Ingombota, Bàirro da Coreia, Rua Coordenador Manuel -
wnte, incumbem ao sócio-único, bastando a sua assinatura Van-Dúnem, Casa n.° 45, titular do Bilhete de Identidade
para obrigar validamente a sociedade. . n.° 000543493LA035, emitido pela Direcção Nacional de
I< Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos Identificação, aos 4 de Maio de 2012; Mendes Valeriano,
econtratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais solteiro, maior, natural de Lobito, Província de Benguela,
c°rao letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­ residente habitualmente em Luanda, no Distrito Urbano
lhantes. do Rangel, Bairro Nelito Soares, Rua da Portugália, n.° 24, Zona 11,
0 sócio-único poderá nomear pessoa estranha à socie- titular do Bilhete de Identidade n.° 000317454BA037, emi­
tido’pela Direcção Nacional de Identificação, aos 14 de
para assumir as funções de gerência.
Março de 2011; Joaquim Fragoso Ferreira, casado com
ARTIGO 7.° . '
Marinela Yodanova Mateva Ferreira, sob regime de comu­
(Decisões)
, decisões do sócio-único de natureza, igual às delibe nhão de adquiridos, natural de Nharea, Província do Bié,
^°es da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta residente habitualmente em Luanda, no Distrito. Urbano e
Bairro da Ingombota, Rua Amílcar Cabral, n.° 189, l.° andar D,
e‘e Usinadas e mantidas em livro de actas.
titular do Bilhete de Identidade n.° 000344455BE031, emi­
ARTIGO 8.° tido pela Direcção Nacional de Identificação, aos 29 de
(Dissolução) .
Novembro de 2011, que outorga neste acto como manda­
me Soc*edade não se dissolverá por morte ou impe
tário do sócio Osvaldo Ferreira, solteiro, maior, natural de
$okr°d° ^cio-único, continuando a sua existência com
Benguela, Província de Benguela, onde residente habitual­
iniÇr7IV° e her()eiros ou representantes do sócio faleci mente no Município do Lobito, Bairro Caponte, Rua Sousa
^evendo estes nomear um que a todos represente,
Coutinho, casa sem número, titular do Bilhete de Identidade
0 a Auota se mantiver4ndivisa. n° 000205657BA017, emitido pela Direcção Nacional de
Identificação, aos 4 de Julho de.2013;‘Elias Luís Joana, sol­
ARTIGO 9.°
. (Liquidação) teiro, maior, natural do Negage, Província do Uíge, residente
disj'lquidaÇã°-da sociedade far-se-á nos termos da da et habitualmente em Luanda, no Distrito Urbano da Maianga,
ledades Comerciais.
11676
' ARTIGO 3.°
Bairro Cassenda, Rua 18, Casa n.° 27, rés-do-chão, Zona , ' (Duração)
titular do Bilhete de Identidade n.° 002029036UE(b2, emi
A duração da Cooperativa é por tempo i
tido pela Direcção Nacional de Identificação, aos 10 de
cujo período temporal decorrerá.desde a data
Fevereiro de 2006, que outorga neste acto como mandatá­
tuição até á conclusão da.transmissão dos fogOs SUa C°nslk
rio do sócio Fábio Luís Carvalho de Melo, solteiro, maior,
de ocupação aos membros. e Unida(jes
natural da Ingombota, Província de Luanda, residente habi-
tualmente no Distrito Urbano do Kilamba Kiaxi, Bairro ARTIGO 4.°
(Objecto social)
Neves Bendinha, Rua Machado Saldanha, sem número, titu-.
lar do Bilhete de Identidade n.° 000523039LA037, emitido A Cooperativa, através da cooperação e
pela Direcção Nacional de Identificação, aos 2 de Outubro dos seus membros, tem por único- obiectivo a
. . d exPloraçàn
de 2011, e como representante legal de seu filho menor, mineira. vao
Eliandro Ricardo João Luís de Melo, de 12 anos de idade,
CAPÍTULO H v
natural do Porto-Portugal, de nacionalidade angolana e con­
Capital Social, Títulos de Capital, Jóia
sigo convivente; Osvaldo Jorge Martins Lameirão, solteiro,
Quota Administrativa
maior, natural do Cuito, Província do Bié, residente habi­
tualmente em Luanda, no Distrito Urbano do Rangel, Bairro ARTIGO 5.°
(Capital social)
Nelito Soares, Rua João de Deus, n.° 92, titular do Bilhete
de Identidade n.° 001092073BE037, emitido pela Direcção I..0 capital social inicial da Cooperativa, nesta data já
Nacional de Identificação, aos 7 de Abril de 2015 e Erikson totalmente realizado é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­
Manuel Ferreira, solteiro, maior, natural da Ingombota, zas), dividido e representado por 10 (dez) quotas iguais no
Província de Luanda, residente habitualmente no Distrito valor nominal de Kz: 10.000,00 (dez mil kwanzas), cada
Urbano da Samba, Bairro Benfica, Rua 9, Casa n.° 73, Zona 3, titu­
uma, pertencentes aos sócios cooperadores Eliana Vissolela
lar do Bilhete de Identidade n.° 003255145LA034, emitido
dos Santos, Krisnne da Henda Dambi, Mendes Valeriano,
pela Direcção Nacional de Identificação, aos 5 de Setembro
Joaquim Fragoso Ferreira, Elias Luís Joana, Osvaldo Jorge
de 2013;
Está conforme. Martins Lameirão, Osvaldo Ferreira, Fábio Luís Carvalho
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa—ANIFIL, de Melo, Ericson Manuel Ferreira. e Eliandro Ricardo João
em Luanda, 12 de Junho de 2015. — Primeiro Ajudante, Luís de Melo, respectimente.
Domingos Catenda. ARTIGO 6.°.
(Realização do capital)
. A participação dos membros da Cooperativa no capital
social far-se-á em dinheiro, devendo o cooperador pagar
ESTATUTOS DA integralmente o montante subscrito no momento do acto de
COOPERATIVA DE EXPLORAÇÃO MINEIRA
ZOVO ERICSON, S. C. R. L, admissão.
'• ARTIGO 7.°
CAPÍTULO I
(J^ia)
Disposições Gerais ‘ _ actO 0®
1. Cada cooperador admitido está sujeito, n
ARTIGO I.° admissão, ao pagamento de uma jóia, no valor a *fi a
(Denominação)
Assembleia GeraL e a
É constituída entre os sócios subscritores desta escri­ 2. O valor da jóia será actualizado, sempre^
tura e os que a ela posteriormente aderirem, a Cooperativa Assembleia Geral o considere necessário sob pr0P
. que adopta a denominação de «Cooperativa de Exploração
*
Conselho de
Administração. reverte
Mineira Zovo Ericson, S. C. R. L.», sob a forma de sociedade
3. O montante! resultante da cobrança de j°
*
por quotas, regendo-se pelos estatutos presentes, regulamento para uma reserva destinada a compra de equipalTl^,a| da
intemo e demais legislação e normas aplicáveis.
exploração mineira, que constituem o objecto
ARTIGO 2.» Cooperativa.
(Sede)

A Cooperativa tem a sua sede na Província da Lunda- ARTIGO 8.°


(Quota administrativa)
Norte, Município de Cuango, Comuna e Bairro Cafunfu
1 • Os cooperadores pagarão, mensalmente, ^eral,a
Rua Principal de Cafunfu (ao lado do Comando Comunal’
administrativa no valor & fixar pela Assemb
da Polícia), podendo mudá-la para qualquer outro local da
qual se destina a fazer face aos encargos admi,n
Província de Luanda ou para outras províncias, abrir outras
O valor da quota administrativa, seia ceSSári°s°b
representações no território nacional, mediante deliberação
sempre que a Assembleia Geral o considere ne
da Assembleia de Sócios, ’
proposta do Conselho de Administração.
-DE 14DEJULHQDE2fíls
11677
ARTIGO 9.°
(Recursos económicos) 3. Da deliberação do Conselho de Administração, que
I Sã° recursos económicos da Cooperativa: rejeite a admissão de qualquer candidato, cabe recurso, por
0 capital sociah iniciativa do candidato, para a Assembleia Geral que se rea­
lize após a referida deliberação.
yAjóia;
c) As quotas administrativas; 4. Da decisão da Assembleia Geral não cabe recurso nem
4) As contribuições mensais dos membros da Coope­ reclamação. . . . .
rativa destinadas ao pagamento do empreendi­ 5. Aceite a inscrição, esta será registada no livro a que se
refere o artigo 216.° do Código Comercial.
mento a que aderiu. ■
2, A contribuição da Cooperativa a que se refere a alínea d) ARTIGO I4.°
. (Direitos dos sócios cooperadores)
joartigo anterior, será fixada a posterior em Assembleia Geral.
São direitos dos sócios cooperadores:
ARTIGO 10.°
(Reserva legal) a) Receber cópia dos Estatutos e de eventuais Regu­

I Será constituída uma reserva legal destinada a lamentos Internos;


cobrir eventuais perdas de exercícios, objecto social da b) Participar nas Assembleias Gerais, podendo apre­

Cooperativa.
sentar propostas, discutir e votar os pontos cons­
2. Revertem para esta reserva: tantes da ordem de trabalhos;
a) 100% Do montaníe das jóias de admissão: c) Eleger e ser eleitos para os órgãos sociais da.Coo-

b) Os excedentes anuais líquidos. perativa ou quaisquer comissões especiais;


d) Requerer e obter informações dos órgãos sociais
ARTIGO II.°
(Distribuição de excedentes) - sobre a actividade da cooperativa, sendo-lhes
facultada a documentação que seja solicitada;
Os excedentes que restarem depois dá liquidação total
e) Requerer a convocação da Assembleia Geral nos
dos encargos com a concretização do objecto social da
termos definidos nos estatutos;
Cooperativa poderão retornar aos membros da Cooperativa
j) Reclamar perante qualquer órgão da Cooperativa,
na proporção das contribuições financeiras prestadas.
de quaisquer actos que considerem lesivos dos
CAPÍTULO III interesses dos membros ou da Cooperativa;
Cooperadores g) Solicitar a sua demissão.
ARTIGO 12.° ARTIGO 15.°
(Sócios da Cooperativa) (Deveres dos sócios cooperadores)

1- Podem ser sócios da Cooperativa, pessoas singulares, São deveres dos sócios cooperadores:
fede que requeiram a sua livre e voluntária adesão, e preen- a) Observar os princípios cooperativos e respeitar
^am condições exigidas por estes Estatutos e demais as leis, os estatutos e eventuais Regulamentos
fiação complementar; Internos;
ARTIGO 13.° b) Tomar parte nas Assembleias Gerais;
(Admissão) q) Aceitar e exercer os cargos sociais para que tenham
’• A admissão dos sócios cooperadores será feita sido eleitos;
diante proposta dirigida a Direcção, assinada pelo can- d) Acatar e cumprir as deliberações da Assembleia
^alo, e da qual deverão constar todos os elementos de
Geral e da Direcção;
‘Meação..
• e) Participar das actividades que constituam objecti-
d 2-Aadmissão do candidato dependerá do preenchimento vós comuns da Cooperativa, e prestar o serviço
Sseguintes requisitos: ou trabalho que lhes competir;
a) Tomem conhecimento e aceitem cumprir as^ dis
Contribuir mensalmente e na devida proporção, na
posições e decisões tomadas em consonânc assumpção dos encargos decorrentes do objecto
com os Estatutos e legislação complementar em social da Cooperativa de acordo com o crono-
v'gor; \ d arama financeiro da empreitada;
o
Subscrevam e realizem em dinheiro os título g) Cumprir com pontualidade os pagamentos a que
capital; estejam obrigados.
^Liquidem a jóia a que aludeo artigo 11 • , * ARTIGO I6.°
Assumam o pagamento mensal da quota a (Demissão)

trativa, a que alude o artigo 12. >■ 1 Os sócios cooperadores podem solicitar a sua demis­
Primeira quota na data de inscrição, _ são por meio de carta registada dirigida à Direcção, com
e) Assumam a contribuição mensal a que a 11 pelo menos trinta dias de pré-aviso, sem prejuízo da res­

nea d) do artigo 13.°


11678 ---------------------------------

CAPÍTULO IV
ponsabilidade pelo cumprimento das suas obrigações e da
Órgãos Sociais
aceitação das condições estatutárias.
2. Ao sócio cooperador que se demitir será restituído, no SECÇÀO I
prazo estabelecido pela Assembleia Geral, o montante dos Princípios Gerais

títulos de capital realizados segundo o seu valor nominal.


ARTIGO 20.° .
3. O valor nominal dos.títulos de capital, não será acres­ (Órgãos e mandatos)

cido de juros. í. São órgãos sociais da Cooperativa:


ARTIGO 17.° a) A Assembleia Geral;
(Exclusão)
b) Ó Conselho, de Administração;
1. Os sócios cooperadores podem ser excluídos por deli­
c) O Conselho Fiscal.
beração da Assembleia Geral.
2. A exclusão terá de ser fundada em violação grave e cul­ 2. O mandato dos eleitos para os órgãos
s°ciais é pe|0
posa dos estatutos da Cooperativa ou dos seus Regulamentos período de cinco anos. •

Internos. ARTIGO 21.”


3. A exclusão terá de ser precedida de processo discipli­ (Elegibilidade)

nar escrito, que tenha sido decidido instaurar pela Direcção Só serão elegíveis para os órgãos sociais da Cooperativa,
mediante participação da conduta do sócio por alguma os membros que:
entidade, sob pena de nulidade, e dele devem constar as a) Se encontrem no uso de todos os seus direitos civis
infraeções, a sua qualificação, a prova produzida, a defesa e de cooperador;
do arguido e a proposta de aplicação da medida de exclusão.
b) Não estejam sujeitos ao regime de liberdade condi­
4. A proposta de exclusão a exarar no processo, será
cional, nem á aplicação de medidas de segurança
fundamentada e notificada por escrito ao arguido com uma
privativas ou restritivas da liberdade.
antecedência de, pelo menos, sete dias em relação á data da
Assembleia Geral que sobre ela deliberará. c) Sejam membros da Cooperativa há pelo menos um

5. Da deliberação da Assembleia Geral que decidir a mês, e que não estejam em incumprimento dos
exclusão, cabe sempre recurso para os tribunais seus deveres de cooperadores.
ARTIGO 18.° ARTIGO 22.°
(Consequências da demissão ou exclusão) (Eleições)
O sócio cooperador demitido ou excluído, sem prejuízo 1. As elèições dos órgãos sociais da Cooperativa rea-,
da responsabilidade pelo cumprimento das suas obrigações lizar-se-ão por escrutínio secreto, em listas entregues ao
como membro da Cooperativa, tem direito a restituição, no Presidente da Mesa da Assembleia Geral, com a antecedên
prazo estabelecido pela Assembleia Geral, do montante dos cia de quinze dias sôbre a data do acto eleitoral.
títulos de capital realizados segundo o seu valor nominal, 2. No caso de eleições intercalares para o preenchimento
não acrescido de juros.
de vagas verificadas nos órgãos sociais, as listas poderão
ARTIGO 19.°
entregues na própria Assembleia Geral do acto de
(Sanções)
3. Os membros dos órgãos sociais de iní Jo serão
1. Aos sócios membros da Cooperativa que faltem ao Constituiçãoda
nados pelos membros assinantes da Acta de
cumprimento das suais obrigações, podem ser aplicadas as
seguintes sanções: Cooperativa.
/
a) Repreensão registada; . ARTIGO 23:°
(Funcionamento c deliberações)
b) Multa;
dos os órgãos da Cooperativa terão um presidente
c) Suspensão temporária de direitos;
d) Exclusão; pelom«nosumsecretàrio
e) Perda de mandato, no caso de o sócio coopera­ . 1
Çâo *0
2da ^nhum eó:
Presiden!A
Assembf ’ect’Vo ^clade.
> eVOtode da Cooperativa, à excep-
dor ter sido eleito para integrar um dos órgãos Preeríchido$ pej0 eral’ P0<^e funcionar sem que estejam
sociais; Pr°Ceder-se, no c meía<^e dos seus lugares, podendo
2. A aplicação das sanções referidas nas alíneas a), b), c), mês’ ao preenchi™ C°ntrario’ e no prazo máximo de um
d) e e) do n.° 1 é da competência da Direcção da Cooperativa, síd° Ocupadas nn das Va&as’ quando estas não tenf>an1
com admissibilidade de recurso para a Assembleia Geral, à
qual compete deliberar quanto à exclusão e perda de mandato.
.e,,t)erações e*
igida maioria qualifiead^
. n~° seía dentes.
3. A aplicação de qualquer sanção será sempre precedida
das P°r maioria „Orgaos Ativos da Cooperativa são to^'
de processo escrito, nos termos do disposto no artigo 18.°
4. Das sanções aplicadas pela Assembleia Geral, cabe d0s seu« menibro^^etS com a presença de mais de
sempre recurso para os tribunais.
'34~PE 14 DEJULHOde2Q|5
11679
As votações respeitantes a eleições dos órgãos da
-rativa ou a assuntos de incidência pessoal dos coope- 5. Na falta de qualquer membro da Mesa da Assembleia
Geral, competirá a esta eleger os respectívos substitutos de
s realizar-tse-ã0 por escrutínio secreto.
^Das reuniões dos órgãos sociais da Cooperativa será entre os cooperadores presentes, os quais cessarão as suas
funções no termo da Assembleia.
pe lavrada acta, a qual é obrigatoriamente assinada por
6. E causa de’ destituição do Presidente da Mesa da
qgeif exercer as funções de presidente e por um dos secre-
Assembleia Geral a não convocação desta nos casos em que
i^rios. ' . a isso esteja obrigado.
I Das deliberações da Assembleia Gerai cabe recurso
7. E causa de destituição de qualquer dos membros da
os tribunais.
Mesa, a não comparência sem motivo justificado a, pelo
SECÇÃO II
Assembleia Geral
menos, três sessões seguidas.
ARTIGO 27.°
ARTIGO 24.° (Convocatória para Assembleia Geral)
(Definição)
1. A Assembleia Geral é convocada com, pelo menos,
I, A Assembleia Geral é o órgão supremo da Cooperativa 15 (quinze) dias de antecedência, pelo Presidente da Mesa.
integrada por todos os sócios cooperadores e as suas deli­ 2. A convocatória, que deverá conter a ordem de traba­
berações, tomadas nos termos .legais e estatutários, são lhos da Assembleia, bem como o dia, a hora e o local da
obrigatórias para os restantes órgãos da Cooperativa e para sessão, será enviada a todos os membros da Cooperativa
todos os membros desta. por via postal registada ou entregue pessoal mente por pro­
2; Participam na Assembleia Geral todos os sócios coo­ tocolo. A convocatória pode ser enviada por meio expedito,
peradores no pleno gozo dos seus direitos. nomeadamente por e-mail, contanto que se assegure de que
ARTIGO 25.° a mensagem foi bem recebida.
(Sessões ordinárias c extraordinárias) 3. A convocatória será sempre afixada no local em que a
I. A Assembleia Geral reunirá em sessões ordinárias e Cooperativa tenha a sua sede.
extraordinárias. 4. A convocatória da Assembleia Geral Extraordinária
2. A Assembleia Geral Ordinária reunirá obrigatoria­ deve ser feita no prazo de 15 (quinze) dias após o pedido,
mente 2 (duas) vezes em cada ano, uma até 31 de Março, ou requerimento previstos no n.° 3 do artigo 26.°, devendo a
para apreciação e votação das matérias referidas na alínea c) sessão realizar-se no prazo máximo de. 30 (trinta) dias, con­
do artigo 30.° e outra até 31 de Dezembro, para apreciação e tados da data de recepção do pedido ou requerimento.
votação das matérias referidas na alínea d) do mesmo artigo. 5. Se o Presidente e o Vice-Presidente da Mesa da
3. A Assembleia Geral Extraordinária reunirá quando Assembleia Geral não convocarem a assembleia, nos termos
convocada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, legais, podem os sócios cooperadores, desde que obtenham

P°r sua iniciativa, a pedido do Conselho de Administração a assinatura de, pelo menos, vinte por cento dos sócios, fazer
Oudo Conselho Fiscal, ou a requerimento de, pelo menos, 10 a referida convocatória.
fe) por cento dos membros da Cooperativa, num mínimo ARTIGO 28.°
(Quórum)
(cinco) cooperadores. •
1. A Assembleia Geral reunirá à hora marcada na con­
ARTIGO 26.°
vocatória se estiverem presentes mais de metade dos sócios
(Mesa da Assembleia Geral)
cooperadores ou seus representantes devidamente creden­
. '•A Mesa da Assembleia Geral é constituída por um pre-
det1te, por um vice-presidente e por um secretário.- ciados.
2. Se à hora marcada para a sessão, não se verifi­
2-Ao Presidente incumbe:
car o número de presenças previsto no número anterior, a
a) Convocar a Assembleia Geral; Assembleia reunirá, com qualquer número de cooperadores,
b) Presidir á Assembleia Geraí e dirigir os trabalhos;
uma hora depois.
Verificar as condições de elegibilidade dos cand
3. No caso de a convocação da Assembleia Geral ser
datos aos órgãos sociais da Cooperativa, feita em Sessão Extraordinária e a requerimento dos coope­
Conferir posse aos cooperadores eleitos para os radores, a sessão só se efectuará se nela estiverem presentes,
órgãos sociais da Cooperativa. _ pelo menos, três quartos dos requerentes.
tj( . ‘^as suas faltas è impedimentos, o Presidente e su ARTIGO 29.°
Csp ° pel° Vice-Presidente, sem necessidade de man (Competência da Assembleia Geral)
ç^
* 1’ desde que se verifique e seja comprovada a s>ti É da competência exclusiva da Assembleia Geral:
4 ausência ou de impedimento. í/) Eleger e destituir os membros dos órgãos sociais
Onipete ao Secretário: . |hnq da Cooperativa e das Comissões Especiais, cria-
Coadjuvar o Presidente na orientação dos tra ‘ das nos termos do previsto nos Estatutos; .
e elaborar as actas das Assembleias.
X
P^ràodare?ú^Ca
11680
ARTIGO 33.°
b) Apreciar e votar anualmente o relatório de gestão (Actas)
e as contas do exercício, bem como o parecer do
e as contas do exercício, bem como o p As actas das Assembleias são elaboradas
Conselho Fiscal; da Mesa e aprovadas na Assembleia Geral seguint^^'0
c) Apreciar e votar o Orçamento e o Plano de Activi secção m . e‘
dades para o exercício seguinte; z Conselho dc Administração
d) Alterar os estatutos e eventuais Regulamentos
ARTIGO 34.°
Internos; (Composição)
e) Aprovar a dissolução voluntária da Cooperativa,
1. A Direcção é composta por 1 (um) Presidente
f) Decidir a admissão de membros; Vice-Presidentes, 1 (um) Administradores, devend^ '
g) Decidir sobre a exclusão de cooperadores e sobre
-se dois membros suplentes para faltas ou impedii °
a perda de mandato dos Órgãos Sociais e de
titulares por período superior a trinta dias. °dos
Comissões Especiais;
h) Funcionar como instância de recurso quanto á 2. O Vice-Prèsidente substitui o Presidente n
impedimentos. . °S Seus ‘
recusa de admissão de membros e quanto às san­
ções aplicadas pela Direcção, sem prejuízo de 3., O mandato do Conselho de Administração nunca será
recurso para òs tribunais; superior a quatro anos.
i) Regular a forma de gestão da Cooperativa no caso ARTIGO 35.°
de destituição dos respectivos órgãos sociais e . (Atribuições do Conselho de Administração)

até à realização de novas eleições; 1. Ao Conselho de Administração compete;


j) Apreciar e votar matérias especialmente previstas a) Definiros programas base dos edifícios a construir;
nestes estatutos e em legislação complementar b) Aprovar os respectivos projectos-de execução;
aplicável. c/Negociar as empreitadas para obtenção das melho­
ARTIGO 30.° res condições de qualidade/preço;
(Deliberações da Assembleia Geral)
d) Assegurar a gestão corrente da Cooperativa;
1. São nulas todas as deliberações tomadas sobre maté­ e) Manter actualizado o livro das actas.
rias que não constem da ordem de trabalhos fixada na 3. Manter a sua guarda os valores monetários da Cooperativa,
• convocatória, salvo se, estando presentes ou devidamente os quais serão depositados em instituição bancária.
representados todos bs membros da Cooperativa no pleno
ARTIGO 36.°
gozo dos seus direitos, concordarem, por unanimidade, com (Competência do Conselho dc Administração)
a respectiva inclusão. O Conselho de Administração é o órgão de adminis­
2. As deliberações da Assembleia Geral serão registadas tração e representação da Cooperativa, incumbindo-lhe
em livro de actas.
designadamente:
ARTIGO 3l'°
a) Elaborar anualmente e submeter ao- parecer
(Votação na Assembleia Geral)
Conselho Fiscal e à apreciação e aprovação
I*. Cada cooperador dispõe de voto, proporcional a área ‘ Assembleia Geral, o relatório e contas do ex^
da fraeção adquirido (permilagem). cicio, bem como o orçamento e o plano de
2. É exigida maioria qualificada de, pelo menos, dois
terços dos votos expressos na aprovação das matérias rela­ vidades para o ano seguinte;-
b) Executar o plano da actividades anual,
tivas a aumento e diminuição de capital, fixação do valor ■
c) Atender às solicitações do Conselho Fis1
das quotas e do valor da jóia, exclusão de algum dos sócios
cooperadores, aprovação de contas e do destino a dar aos - matérias da competência deste; . e
valores excedentes, suspensão ou extinção da Cooperativa e d) Deliberar sobre admissão de novos me

nomeação da comissão liquidatária. sobre a aplicação de sanções preV’st f ap|jcá-


3. Na Assembleia Geral Eleitoral o voto é secreto e pre­ estatutos e em legislação complemen
sencial. vel, dentro dos limites da sua compete
ARTIGO 32.° e) Zelar pelo respeito da lei, dos ^statU^ope*rat va’
(Voto por Representação) berações tomadas pelos órgãos da
I. É admitido o voto por representação, devendo o man­ J) Representar a Cooperativa em juízo e
dato apenas atribuível a outro cooperador ou a familiar maior g) Escriturar os livros, nos termos da leb ^os jnte-
do mandante que com ele coabite, constar de documento b) Praticar todos e quaisquer actos na de reS e113
dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, com a resses da Cooperativa e dos c0°^r^o^ el11
assinatura do mandante reconhecida nos termos legais. salvaguarda dos princípios coope ^nCja
2, Cada cooperador só poderá representar um outro
tudo o que não se insira na c0
membro da Cooperativa.
outros órgãos;
.frjE-j-f 134 ~ PE 14 DE JULHODE2Q15
11681
^ Designar os membros das Comissões Especiais
criadas nos termos previstos nestes Estatutos; ARTIGO 41.°
, (Competência)
j) Assinar quaisquer contratos, cheques e todos os.
1. O Conselho Fiscal é o órgão de controlo e fiscalização
demais documentos necessários á.administração
da Cooperativa, incumbindo- lhe designadamente:
da Cooperativa;
a) Examinar, sempre que o julgue conveniente, a
h) Negociar, contratar e outorgar, 'nos termos legais,
escrita é toda a documentação da Cooperativa;
quaisquer financiamentos com instituições de
b) Verificar, sempre que o entenda como necessário, o
crédito ou particulares;
saldo de caixa e a existência de títulos e valores
l) Deliberar sobre propostas, petições e reclamações
de qualquer espécie, o que fará constar das res­
que os membros da Cooperativa lhes dirijam por
pectivas actas;
escrito;
c) Emitir parecer sobre o relatório de gestão e as con­
m) Adquirir bens imóveis destinados à prossecução
tas do exercício, o plano de actividades e o orça­
% dos objéctivos’ da Cooperativa e alienar esses
mento para o ano seguinte;
imóveis aos sócios cooperadores’;
d) Verificar o cumprimento das regras de contabili­
, n) Providenciar a aprovação do projecto de execução
dade, dos estatutos e da lei.
do edifício de habitação colectiva, comércio e
ARTIGO 42.°
serviçòs, nas entidades; competentes; (Reuniões do Conselho Fiscal)
o) Exercer todos os demais poderes que, por lei ou
1; O Conselho Fiscal reunirá ordinariamente, pelo menos,
pelos estatutos, não sejam reservados á Assem­
uma vez por trimestre, quando o Presidente o convocar.
bleia Geral.
2. O Conselho Fiscal reunirá extraordinariamente sem­
ARTIGO37.0
pre que o Presidente o convocar, por sua iniciativa ou a
(Reuniões do Conselho de Administração)
pedido da maioria dos seus membros efectivos.
l. reuniões ordinárias do Conselho de Administração
As
3. Qs membros do Conselho Fiscal podem assistir, por
terão, pelo menos, periodicidade quinzenal.
2.0 Conselho de Administração, reunirá extraordinaria­ direito próprio, às reuniões da Direcção.
mente sempre que o Presidente a convoque, ou a pedido da 4. Os membros suplentes do Conselho Fiscal, podem
maioria dos seus membros efectivos. assistir e participar nas reuniões deste conselho, sem direito
3. Os membros suplentes, poderão assistir e participar de voto.
nas reuniões da Direcção, sem direito de voto. 5. As deliberações serão registadas em livro de actas.
4. As deliberações serão registadas em livro de actas.
* ARTIGO 43.° •
ARTIGO 38.° (Quórum)
(Quórum) O Conselho Fiscal só poderá tomar deliberações com a
A Direcção só poderá tomar deliberações com a presença presença de mais de metade dos seus membros efectivos.
to mais de metade dos seus membros efectivos.
secção v
Responsabilidade dos Órgãos Sociais
ARTIGO 39.°
(Forma dc obrigar c delegação dc poderes)
. ARTIGO 44.°
I-A Cooperativa fica obrigada com as assinaturas. (Responsabilidade dos membros da Direcção)

Q) Presidente do Conselho ou; 1. São responsáveis civilmente, de forma pessoal e soli­


Um Administrador. dária, perante a Cooperativa e terceiros, sem prejuízo de
Por acta de reunião do Conselho de Administração
eventual responsabilidade criminal e da aplicabilidade de
u Adiante mandato outorgado pelo Presidente, esta pode
ee&arem qualquer dos seus membros efectivos, os pode outras sanções, os membros da Direcção e outros mandatá­
íoi^C^eC^VOS de rePresentaçao do Presidente em juízo ou rios que hajam violado a lei, os estatutos e as deliberações
da Assembleia Geral ou deixado de executar fielmente o seu
m Conselho poderá conferir' ou revogar mandatos a mandato.
ros’ legando-lhes os poderes previstos nos estatutos ? A delegação de competências da Direcção em man­
aPr°vados em Assembleia Geral. datários não isenta de responsabilidade os membros da
SECÇÃO iv Direcção, salvo se não tenham participado na deliberação
Conselho Fiscal que a originou ou tenham exarado em acta o seu voto con­

ARTIGO 40.° trário.


(Composição) ARTIGO 45.°
ep0r?Eonse,llo Fiscal é composto por-1 (um) Presl (Responsabilidade dos membros do Conselho Fiscal)
chani2,(dois) Secretários, e por 2 (dois) suplentes que Os membros do Conselho Fiscal são responsáveis
*
C à efectividade de funções, em caso de «««- perante a Cooperativa, nos termos do disposto no artigo 45.°,
P dlniento dos membros efectivos ou de um fiscal-umco.
11682

Conselho de Administração, Presidenu


sempre que se não tenham oposto oportunamente aos acto KfÍS^ d,
Henda Dambi; ‘
dos membros da Direcção ou mandatários, salvo o disposto
Vice-presidente, Mendes Valeriano;
na pàrte final do n.° 2 do mesmo artigo.
. • Administradora, Eliana Vissolela dos Santos
ARTIGO 46.° Fiscal-Únic, Elias Luís Joana. f. J
(Isenção dc responsabilidade) _______________________ (15-9705.Li
1. A aprovação pela Assembleia Geral do relatório de
gestão e contas do exercício isenta de responsabilidade os
Ponto Branco Empreendimentos (SU), Ijniit d
membros da Direcção do .Conselho Fiscal ou mandatários
perante a Cooperativa por factos atinentes àqueles doeu-, . Leandra Augusto Sumbo de Almeida Gomes Lice
mentos, salvo se estes violarem a lei, os estatutos, legislação em Direito, Conservadora de 3.a Classe da Conservar^
complementar aplicável ou dissimularem a situação real da Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção do GuichéT^
Cooperativa. da Empresa —ANIFIL. n'c°
2. São também isentos de responsabilidade os membros Satisfazendo ao que me foi requerido em petição aprese
do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal ou man­ tada sob o n.° 6, do livro-diário de 12 de Junho dn
. . rente
datários que não tenham participado, por falta justificada, na anò, a qual fica arquivada nessa Conservatória.
deliberação que a originou, ou tenham exarado em acta o seu Certifico que António Manuel Dimba Dala, solteiro
voto contrário. maior, residente em Luanda, Distrito Urbano e Bairro do
CAPÍTULO V Rangel, Rua do Paraná, Casa n.° 7, Zona 15, constituiu
Disposições Finais e Transitórias uma sociedade unipessoal por quotas denominada «Ponto
Branco Empreendimentos (SU), Limitada», registada sob
ARTIGO 47.°
(Alteração dos estatutos)
o n.° 65315, que se regerá nos termos constantes do docu­
mento em anexo.
1. Os estatutos poderão ser alterados nos termos do
Está bonforme.
artigo 207.° da Lei n.° 6/03, de 3 de Março e em legislação
Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
complementar aplicável.
do Guiché Único da Empresa — ANIFIL, em Luanda, 12
2. Para o efeito, deverá ser convocada a respectiva
de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
Assembleia Geral, com a antecedência de, pelo menos 15 ■ t

(quinze dias), acompanhada do texto das alterações propos­


tas.
3. A aprovação das alterações aos presentes estatu­ ESTATUTO DA SOCIEDADE
tos exige uma maioria qualificada de dois terços dos votos, PONTO BRANCO EMPREENDIMENTOS
expressos em Assembleia Geral convocada para esse fim. (SU), LIMITADA
4. Aprovadas as alterações, a modificação dos estatutos
ARTIGO l.°
deverá ser feita por escritura pública. (Denominação e sede)
ARTIGO 48.° A sociedade adopta-a denominação de «Ponto
(Omissões) Empreendimentos (SU), Limitada», com sede socia
Em tudo quanto estes estatutòs sejam omissos, aplicar- Província e Município de Luanda, Distrito
-se-ão as deliberações da Assembleia Geral e legislação Rangel, Bairro Precol, Rua Paraná, Casa n. 7,
complementar aplicável. transferi-la livremente para qualquer outro local do t.^^
ARTIGO 49.° rio nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agen
(Dissolução) outras formas de representação dentro e fora do Pal
A Cooperativa dissolve-se por deliberação da Assembleia
ARTIGO 2.°
Geral, decorrido o prazo da sua duração, uma vez constituída
(Duração) tandO'se°
por tempo determinado, devendo a assembleia que deliberar
A sua duração é por tempo indeterminado, con partir
a sua extinção eleger os membros da comissão liquidatária
início da sua actividade, para todos os efeitos lega f
ARTIGO 50.°
do respectivo registo.
'(Foro competente)
É escolhido o Foro da Comarca de Luanda, onde serão ARTIGO 3.°
(Objecto) r0-pecuáría’
dirimidas todas as questões entre a Cooperativa e os seus
A sociedade tem como objecto social a agr reta|ho<
sócios.
prestação de serviços, comércio geral a grosso
ARTIGO 51.° construção civil, prestação de serviços, repreS
Ficam desde já nomeados os seguintes membros dos
firmas e de marcas, hotelaria e turismo,
órgãos sociais:
exploração de inertes e de madeira, câii^Ç^0
Assembleia Geral: Presidente, Joaquim Fragoso Ferreira- nicações, construção civil e obras públicas, As
sfolE^° 134 ~ PE 14 DE JULHODE2Q15
11683

hraS saneamento básico, modas e confecções, transporte '


Íítinio, aéreo e terrestre de passageiros ou de mercado- ARTIGO io.°
(Balanços)
camionagem, transitários, oficina aiíto, assistência
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
P nica, comercialização de petróleo e lubrificantes, explo­
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de
são de bombas de combustíveis,-farmácia, serviços de
Março imediato.
^úde, perfumaria, agenciamento de viagens, relações
Liças, pastelaria e panificação, exploração de parques ARTIGO-II.0
(Omisso)
diversões, realização de espectáculos culturais, recreati-
No omisso regularão as deliberações sociais, as dis­
vose desportivos, exploração mineira, estação de serviços,
posições da Lei n.° 19/12, de 11 de Junho, e ainda as
apresentações comerciais, serralharia, carpintaria, venda de
disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04,
alumínio, cultura e ensino geral, segurança de bens patri­
de 13 de Fevereiro.
moniais, importação e exportação, podendo ainda dedicar-se
(15-9706-L02)
aqualquer outro ramo do comércio ou indústria em que o
sócio acorde e seja permitido por lei.
ARTIGO 4.° GEMCORP— Global Emerging Markets, S.A.
(Capital)
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­
lavrada com início a folhas 13, do livro de notas para
zas), integralmente realizado em dinheiro, representado por
escrituras diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do
I (uma) quota no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem
Guiché Único de Empresa-, a cargo da Notária, Maria
mil kwanzas), pertencente ao sócio-único António Manuel
Dimba Dala. Isabel Femandes Tormenta dos Santos, cujo texto inte­
gral fica depositado nesta Conservatória nos termos dos
ARTIGO 5.° ,
(Cessão de quotas) n.os 3, 4 e 5 do artigo 169.° da Lei n.° 1/97, foi constituída
Acessão da quota implica a saída do sócio cedente ou a uma sociedade anónima denominada, «GEMCORP —
transformação da mesma em sociedade pluripessoal. Global Emerging Markets, S.A.», com sede na Provinda

ARTIGO 6.°
e Município de Luanda, Distrito Urbano da Ingombota,
(Gerência) Bairro Praia do Bispo, Condomínio Sodimo, Ávenida do
1. A gerência e administração da sociedade, em todos os Atlântico, Casa n.° 34, que tem por objecto e capital social
seusactos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva- o estipulado nos artigos 3.° e 4.° do seu estatuto, que esta
mente, incumbem ao gerente-único António Manuel Dimba sociedade se vai reger pelo documento complementar ela­
Dala, bastando a sua assinatura para obrigar validamente a borado nos termos do artigo 85 do Código do Notariado,
sociedade. que fica a fazer parte integrante desta escritura e cujo con­
2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos teúdo é perfeitamente conhecido de todos os outorgantes.
Contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
Está conforme.
COm° letras de favor, fiança, abonações ou actos seme- Cartório Notarial do Guiché Único de Empresa, em
Ihantès.
Luanda, 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
2- O sócio-único poderá nomear em pessoa estranha à
Matrícula — Averbamentos — Anotações
SOciedade para assumir as funções de gerência.
PRE. Farmalog, Limitada N.I.F. 5480017330.
ARTIGO. 7.°
(Decisões)
decisões do sócio-único de natureza igual às delibera-
^es da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por ESTATUTOS DA SOCIEDADE
^assinadas e mantidas em livro de actas. GEMCORP — GLOBAL EMERGING MARKETS, S. A.

ARTIGO 8.° CAPÍTULO I


(Dissolução) Da Firma, Tipo, Sede, Duração e Objecto Social
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi-
■ ARTIGO l.° •
^ento do sócio-único, continuando a sua existência com o
(Natureza jurídica, denominação c duração)
rcvivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido o
A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima com a
^lerdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
denominação de «GEMCORP —Global Emerging Markets,
Uanto a quota se mantiver indivisa.
S. A.».
ARTIGO 9? A sociedade durará por tempo indeterminado, e com
(Liquidação) início para todos os efeitos legais a partir da celebração da
$ 1 Nuidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei da
escritura pública. ■
edades Comerciai^. .
11684

ARTIGO 6.°
‘ ARTIGO 2.° (Representação do capital)
(Sede social)
. • 1. Todas as acções representativas do capitai
‘ LA sociedade tem a sede na Província e Município de' nativas, podendo quando legalmente admissível^
Luanda, Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Praia do
em que o seja, ser convertidas na forma escritura
Bispo, Condomínio Sodimo, Avenida do Atlântico, Casa 2. As acções são registadas, obrigatoriament
n.°34.- ' de registo de acções da sociedade. e’ n° livr0
2. O Conselho de Administração poderá deliberar sobre 3. Haverá títulos de 100, 500, 1000, 5000, 10 00n
a transferência ou deslocação da sede social dentro do País, tiplos de 10.000 acções, mas os accionistas podem
estabelecer delegações, filiais, sucursais, agências ou outras tempo solicitar o desdobramento ou a concentração d °
formas de representação no interior e exterior do País, nos 4. Os títulos são assinados por dois adminisw d^’
termos da legislação vigente. podendo as assinaturas serem por chancèla nor °res’
autorizados. ' . • , 3C,Ue'es
ARTIGO 3.°
(Objecto) 5. As despesas de conversãojdas acções bem como < s
desdobramento ou concentração de títulos correm porT^
1. A sociedade tem por objecto social a gestão de activos, dos accionistas que queiram tais actos. nd
compra e venda de acções e quotas, prestação de serviços de
ARTIGO 7.°
consultoria de gestão e de negócios, contabilidade, auditoria,
(Categoria dc acções)
elaboração de estudos, prospecção de mercado e marketing,
. 1. Quando permitido por lei e sob proposta do Conselho
importação e exportação de bens e serviços, representações,
de Administração, a Assembleia Geral pode autorizar a
podendo em geral dedicar-se a outras actividades do domí­
sociedade a emitir acções preferenciais sem voto e, bem
nio comercial e industrial, por si ou através da associação ou
assim, acções remíveis, com ou sem voto definindo a forma
participação em sociedades, nos termos e amplitude permi­
de determinação do respectivo dividendo prioritário.
tidos por lei e mediante deliberação da Assembleia Geral. 2. Nos aumentos de capital por incorporação de reser­
2. A sociedade pode participar em agrupamentos com­ vas poderão^ quando permitido por lei e por deliberação da
plementares de empresas e, bem assim, adquirir originária Assembleia Geral, ser emitidas .acções preferências sem
ou subsequentemente, acções ou quotas em sociedades de voto, proporcionais às acções desta categoria já existentes, a
responsabilidade limitada, que seja o objecto destas. distribuir exclusivamente pelos titulares destas.
3. Quando permitido por lei as acções preferências sem
CAPÍTULO II voto podem, na sua.emissão, ficar sujeitos a remissão na data
Capital Social, Acções e Obrigações ou prazo que for deliberado pela Assembleia Geral.
ARTIGO 4.° 4. As acções remíveis sê-lo-ão pelo valor nominal ou
(Capital social e constituição) com prémio que for fixado pela Assembleia Geral.
1. O capital social, integralmente subscrito e realizado ARTIGO 8.°
é de Kz: 2.000.000,00 (dois milhões de kwanzas), divi­ (Acções próprias)

dido em 4.000 (quatro mil) acções com o valor nominal A sociedade pode adquirir acções próprias, nas con
de Kz: 500,00 (quinhentos kwanzas). ções e dentro dos limites autorizados por lei.
2. O capital social poderá ser elevado uma ou mais ARTIGO 9.°
vezes, por deliberação da Assembleia Geraí, obtido o pare­ (Obrigações) • ões'
cer favorável do Conselho Fiscal, fixando aquele nos termos 1. A sociedade poderá emitir qualquer tipo de °^.^era.
legais, as condições de subscrição, ás categorias de acções convertíveis em acções quando autorizada por
e os direitos de preferência na subscrição, as categorias de ção da Assembleia Geral, sob proposta do Conse
acções e os direitos de preferência na subscrição das novas Administração. . . çã0, à
acções. 2. Por deliberação do Conselho de ejS em
sociedade pode emitir obrigações não conver
ARTIGO 5.°
(Aumento do capital social) acções. deinter^1'
3. As obrigações emitidas pela sociedade p° e |ej
1. Os aurnentos de capital social que no futuro se tomem
quer modalidade de juro ou reembolso permiB
necessários à equilibrada expansão e gestão das actividades
da sociedade serão deliberados em Assembleia Geral. CAPÍTULO IH
2. Sempre que os aumentos de capital sejam realizados Órgãos Sociais
por entradas em dinheiro, os accionistas terão direito de pre­
ARTIGO 10.°
ferência na subscrição de novas acções, na proporção das f (Enumeração c mandato)
que ao tempo possuírem, salvo se a Assembleia Geral pela
São órgãos da sociedade:
maioria exigida no n.° 4 do artigo I5.° do presente estatuto
a) Assembleia Geral;
deliberar limitar ou suprimir aquele direito, desde que o inte­
b) Conselho de Administração;
resse social o justifique.
c) Conselho Fiscal.
134- DE 14 DEJULHODE2015
11685
SECÇÃO 1

ARTIGO 11.0 ARTIGO 15.° '■


(Quórum c maiorias)
(Assembleia Gerai)
1- Em primeira data de convocação a Assembleia Geral
l A Assembleia Gerâlé constituída por todos os acció-
nao pode sem estarem presentes ou representados accionis­
is(as com direito a voto, que satisfaçam as condições
tas titulares de acções representativas de 50 % de capital
^ridas no número seguinte.
social sejam quais forem os assuntos da ordem de trabalhos.
2. Só poderão participar na assembleia os titulares de
2. Em segunda convocação, a Assembleia Geral pode
acções averbadas em seu nome, no livro de registo de acções deliberar independentemente do número de accionistas pre­
dasociedade, até quinze dias antes do dia da reunião.
sentes ou representados e o capital por eles representado.
3. para os efeitos do disposto no número anterior, as
3. A Assembleia Geral delibera por maioria dos votos
acções deverão manter-se. registadas em nome dos accio­ emitidos, salvo o disposto no número-seguinte.
nistas, pelo menos, até ao encerramento da reunião da 4. As deliberações sobre a alteração do contrato de
Assembleia Geral. sociedade, fusão, cisão, transformação, dissolução da socie­
4. Os accionistas sem direito a voto e os obrigacionistas dade, outros assuntos para os quais a lei exige a maioria
não podem assistir as reuniões da Assembleia Geral. qualificada, sem especificar devem ser aprovadas por dois
5. Os membros do Conselho de Administração e do terços dos votos emitidos, quer a *A
ssembleia Geral reúna
Conselho Fiscal deverão estar presentes nas reuniões de em primeira quer em segunda convocação sem prejuízo do
Assembleia Geral, podendo intervir nos trabalhos, apresen­ cumprimento de outros requisitos impostos pela legislação
tando propostas, participar nos debates. aplicável.
ARTIGO 12.° ARTIGO 16.°
(Representação na Assembleia Geral)' . (Mesa dc Assembleia Geral)

1. Os accionistas que pretendem fazer-se representar nas 1. A Mesa de Assembleia Geral é composta por um
Assembleias Gerais poderão fazê-lo mediante simples carta Presidente, um Vice-Presidente e por um Secretário eleito
assinada e dirigida ao Presidente da Mesa e por este recebida pela Assembleia Geral e que poderão ser accionistas.
com cinco dias de antecedência em relação ao dia designado 2. Os membros da Mesas de Assembleia são eleitos por
períodos de 4 anos sendo permitido a sua reèleição.
para a reunião respectiva, contando que o representante seja
3. Os Membros da Mesa mantêm-se em efectividade de
membro do Conselho de Administração, cônjuges, ascen­
funções até a posse dos membros que substituirão.
dentes, descendentes ou outro accionista com direito a voto.
ARTIGO 17.°
2. Dentro do prazo fixado no número anterior pela mesma
(Competências da Assembleia Geral)
forma, as pessoas colectivas devem indicar, ao Presidente da
Compete à Assembleia Geral, designadamente:
Mesa, quem as representará.
a) Eleger ós membros da Mesa de Assembleia Geral,
3. 0 Presidente da Mesa pode, contudo, admitir a par-
do Conselho de Administração e do Conselho
licipação na assembleia dos representantes não indicados,
Fiscal e designar os respectívos presidentes;
dentro do prazo fixado nos números anteriores, quando veri-
b) Apreciar o relatório do. Conselho de Administra­
^aque isso não prejudica os trabalhos da assembleia.
ção, discutir e votar o balanço de contas, e o
ARTIGO 13.° parecer do Conselho Fiscal e deliberar sobre a
(Voto c unidade dc voto)
aplicação do resultado do exercício;
'• A cada grupo de 100 acções corresponde um voto.
c) Deliberar sobre quaisquer alterações nos estatutos
Os accionistas que não possuam o número de acções
inclusive aumentos do capital social.
Jecessárias a terem direito ao voto poderão agrupar-se de
ARTIGO I8.°
Ornia a fazê-lo, devendo designar, por acordo, um só de
(Reuniões da Assembleia Geral)
^re eleg para os representar na Assembleia Geral.
A Assembleia Geral reúne ordinariamente até 31 de
ARTIGO 14.° Março de cada ano e extraordinariamente a pedido de um
(Convocação da Assembleia Geral)
dos outros órgãos sociais, ou dos accionistas que represen-
'■As convocatórias para as _j reuniões de Assembleia
tem pelo menos 5% do capital social.
ral devem ser feitas com tantecedência
____ mínima de 30 dias
ARTIGO 19.”
Ormas prescritas por lei. (Natureza c composição)
■ • Sem prejuízo do disposto no número anterior, os ~ 1. A administração dá sociedade é exercida por um
c S de acÇÕes nominativas residentes no estrangeiros
Conselho de Administração, eleito pela Assembleia Geral,
(JV°Cados Por carta registada expedida para o en ereço
constituída por um número ímpar de membros, num mínimo
’ exPressamente para esse efeito; tiverem ,,ldica.° de 3 e máximo de 7 administradores dentre os accionistas
Cade’ através de carta registada dirigida ao Pr
ou estranhos.
^CSa rl- x ....
°Sa de Assembleia Geral.
DIÁR'ODab...
11686 —: * — ------
b) Convocar e dirigir as reuniões <j0 r
’ 2. A Assembleia Geral fixara o número de administrado­
•Administração e coordenar a r». °nseliio d
res, na falta de deliberação expressa considera-se fixado o dade; ^actij

número de administradores eleitos.


c) Exercer o voto de qualidade.
3. O mandato dos administradores designados é de
ARTIGO 22.°
4 anos, sendo permitida a sua reeleição. (Reunião c deliberação)
4. Na falta ou impedimento definitivo de qualquer admi­
1. O Conselho de Administração reunirá em
nistrador proceder-se-á a cooptação de um substituto. O
nária pelo menos uma vez em dois meses. Ordi'
mandato do novo administrador terminará no fim do período
2. O Conselho de Administração reunirá extraord’
para o qual o administrador substituído tenha sido eleito.
mente sempre que for convocado pelo presidente
5. Os administradores designados estão dispensados de maioria dos seus membros. pela
prestar caução nos termos da Lei. 3. As deliberações do Conselho de Administração
ARTIGO 20.° tomadas pela maioria dos Administradores presentes^
(Atribuições do Conselho dc Administração)
devem constar de acta..
1. Ao Conselho de Administração compete, sem prejuí­ 4. Em caso de empate nas votações o presidente ou que o
zos das demais atribuições que lhe sejam atribuídas por lei substituir terá voto de qualidade.
ou pelos presentes estatutos: ARTIGO 23.°
a) Gerir os negócios sociais praticando todos os actos (Delegação dc poderes e mandatários)
e operações conforme o seu objecto social; 1. O Conselho de Administração poderá delegar numa
b) Nomear a direcção; comissão executiva, poderes e competências de.gèstão coe­
c/Elaborar os documentos provisionais da actividade rente e de representação social, exercendo este órgão com
da sociedade e os correspondentes relatórios de necessárias adaptações às atribuições do artigo 20.° do pre­
execução; sente estatuto.
d) Adquirir, onerar ou alienar quaisquer bens e direi­ 2. O Conselho de Administração poderá conferir man­
tos móveis ou imóveis sempre que o entendem datos com ou sem a faculdade de substabelecimento mesmo
conveniente para sociedade; ? para pessoas estranhas à sociedade para o exercício dos
e) Decidir sobre a participação no capital de outras poderes ou tarefas que julgue conveniente atribuir-lhes.
sociedades; ARTIGO 24.°
(Forma de obrigar a sociedade)
fi Estabelecer a organização interna da sociedade e
as normas de funcionamento interno, contratar A sociedade fica obrigada:
a) Pelo Presidente do Conselho de Administração
empregados, fixar os seus vencimentos, regalias
juntamente com qualquer dos Administradores,
sociais e outras prestações,pecuniárias e exercer
b) Pela assinatura de um só administrador e de un
o correspondente puder directivo e disciplinar;
procurador ou pela assinatura de dois procura
g) Representar a sociedade em juízo e fora dela acti va
rçs dentro dos limites da procuração conferi
e passivamente, podendo contrair obrigações,
cj Pela assinatura de um só administrador ag^
propor e seguir pleitos, desistir ou transigir em
dentro dos poderes que lhe tenham sido c0
processos, comprometer-se em arbítrio, assinar '
- dos por deliberação do Conselho de Adm
termo para s de responsabilidade, cabendorlhe
os mais amplos poderes de gerência assim como ção consignado em acta; \ , ara
d) Pela assinatura de um procurador constitu
deliberar sobre quaisquer assuntos da socie­
a prática de acto certo e'determinado, &
dade que não caibam na competência de outros
e) Nos actos de mero expediente é sU^C^n^(jrlliniS'
órgãos;
natura dos membros do Conselho de e
h) Constituir mandatários para o exercício de actos
tração a que tenham sido delegado^ ^^$60'
determinados e delegar os poderes nos seus
competência de gestão coerente e
membros, nos termos estatutários;
tação social ou de um procurador
i) Exercer as demais competências que lhe sejam atri­
buídas pela Assembleia Geral. autorizado para o efeito.

ARTIGO 21.° ARTIGO 25.°


(Presidente do Conselho de Administração) (Remunerações) pcjo$
As remunerações e outras prestações ou ken^g0
Compete especialmente ao Presidente do Conselho de
plementares, dos membros dos órgãos socialS^ pOr
Administração:
por uma comissão de remunerações, constitui
a) Representar o Conselho de Administração;
nistas designados pela Assembleia GeraL
134- DE 14 DE JULHO^EZQk
11687
SECÇÃO 111
Conselho Fiscal
ARTIGO 30.°
(Litígios c foro competente)
ARTIGO 26.°
(Fiscalização da sociedade) Em caso de litígios que opõem a sociedade aos accio­
nistas, seus herdeiros ou representantes, emergentes ou
1 A fiscalização dos negócios sociais é exercida por um
não destes estatutos, fica estipulado, para a sua resolução,
Conselho Fiscal composto portrês (3) membros, sendo um o Foro da Comarca da Sede com expressa renúncia a qual­
l Je|es0 presidente, ou por úm Fiscal-Único no caso de ser quer outro.
pessoa colectiva. .
ARTIGO 31.°
2 Os membros do Conselho Fiscal podem ser ou não (Dissolução)

accionistas. A sociedade dissolve-se mediante deliberação tomada


3, Os membros do Conselho Fiscal serão designados em Assembleia Geral por maioria representativa de 75% do
pela Assembleia Geral por um período de quatro (4) anos seu capital social, observados que sejam, os condicionalis­
mos legais aplicáveis.
podendo ser reeleitos. A Assembleia Geral deverá designar
dentre os membros eleitos o Presidente do Órgão. ARTIGO 32.°
(Liquidação)
4^ Um dos membros efectivo terá de ser necessariamente
Dissolvida a sociedade, será ela liquidada em conformi­
técnico de contas ou revisor oficial de contas ou sociedade
dade com as respectivas disposições legais.
de revisores oficiais de contas.
ARTIGO 33.°'
5. 0.Conselho Fiscal exerce as funções que por lei lhe (Remuneração e percentagem dos lucros)
sào acometidas. A remuneração .fixa dos.membros do Conselho de
ARTIGO 27.° Administração poderá acrescer uma percentagem global
(Reunião)
dos lucros da sociedade, a deliberar pela Assembleia Geral.
1. 0 Conselho fiscal reúne ordinariamente nos prazos A percentagem, global destinada aos administradores não
estabelecidos por lei e extraordinariamente sempre que con­ poderá exceder 2% dos lucros líquidos do exercício.
vocado pelo seu presidente, pela maioria dos seus membros ARTIGO 34.°
(Exercício dos cargos sociais)
ou pelo Conselho de Administração.
1. Os titulares dos órgãos sociais são eleitos por perío­
2. As deliberações do Conselho fiscal serão tomadas por
dos de quatro anos, sendo sempre permitida a sua reeleição.
maioria de vbtos e com a presença de mais de metade dos
2. Os eleitos consideram-se empossados logo após a sua
membros em exercício.
eleição, sem dependência de qualquer outras formalidades,
3. No caso de empate nas votações, o presidente tem e permanecerão no exercício das suas funções até a eleição
v°io de qualidade. de quem deva substitui-los.
4. Os membros do Conselho Fiscal, sempre que o jul- (15-9707-L03)
=uern conveniente poderão assistir as reunião de Conselho
^Administração sem direito de voto.
LOIDYSMIN — Investiment, Limitada
CAPÍTULO IV
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
Disposições Gerais e Transitórias
lavrada com início a folhas 5, do livro de notas para escri­
ARTIGO 28.° turas diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guiché
(Ano social)
Único da Empresa, a cargo do notário; Lúcio Alberto Pires
0ano social coincide com o ano civil.
da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, Domingos
ARTIGO 29.° Catenda, l.° Ajudante dò Notário, foi constituída entre:
(Aplicação dc resultados)
Primeiro: — António Lourenço Agostinho Cazundo,
11 Os lucros líquidos apurados em cada exercício terão
casado^com Edina dos Santos Pereira Cazundo, sob o regime
aphcação que a Assembleia Geral determinar, deduzidas as
de comunhão dé adquiridos, natural do Cazenga, Província de
entagens que por lei tenham de destinar-se a constit
Luanda, residente habitualmente em Luanda, no Município
°°U ^forço de fundos de reserva legal e de garantia.
do Cazenga, Bairro Vila Flor, casa s/n.°, Zona 19;
• Cobertura de prejuízos de exercícios anteriores. Segundo: — Edina dos Santos Pereira Cazundo, casada
0(. Gralificações a atribuir aos trabalhadores, se dis
com António Lourenço Agostinho Cazundo, sob o regime de
°Segundo critério a definir em Assembleia Ger comunhão de adquiridos, natural do Cazenga, Província de
|ciRe'ntegração ou reforço de reseryas não impos^s por
Luanda, residente habitualmente em Luanda, no Município
dividendos dos accionistas conforme for del.be-
do Cazenga,’Bairro Vila Flor, casa s/ n.°, Zona 19;
ern Assembleia Geral.
11688
e representado por 2 (duas) quotas iguais no valo
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá oos
de Kz- 100.000,00 (cem mil kwanzas) cada uma
termos constantes do documento em anexo. eentes àos sócios António Lourenço Agostinho C^
Está conforme. Edina dos Santos Pereira Cazundo, respectivamente
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em
Luanda, 15 de Junho de 20.15. — O ajudante, ilegível. ARTIGOS?
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do^.
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele nâo
ESTATUTOS DA SOCIEDADE quiser fazer uso.
LO1DYSMIN — INVESTIMENT, L1MTADA
ARTIGO 6.°
ARTIGO l.° 1 A gerência e administração da sociedade, em todos os
A sociedade adopta a denominação de «LO1DYSM1N
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e pas.
— Investiment, Limitada», com sede social na Província de
sivamente incumbem a ambos os sócios que ficam desde
Luanda, no Município do Cazenga, Bairro Tala-Hady, casa
ià nomeados gerentes, bastando a assinatura de 1 (um) dos
s/n.°, (Proximo da Escola n.° 15), podendo transferi-la livre­
gerentes para obrigar validamente a sociedade.
mente para qualquer outro local do território nacional, bem
2 Fica vedado aos gerentes obrigarem a sociedade em
como abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas de
actos e contratos estranhos aos negócios sociais da socie-
representação dentro e fora do País.
dade, tais como letras de favor, fiança, abonações ou actos
ARTIGO 2.° semelhantes.
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
ARTIGO 7.°
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
da data da celebração da presente escritura.
registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 (trinta)
ARTIGO 3.°
dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­
A sociedade tem como objecto social o comércio geral
lidades especiais de comunicação. Se. qualquer dos sócios
a grosso e a retalho, prestação de serviços, indústria, agro-
estiver'ausente da sede social, a comunicação deverá ser
-pecuária, informática, telecomunicações, construção civil e
feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
obras públicas, exploração mineira, comercialização de tele­
ARTÍGO 8.°
fones e seus acessórios, transporte terrestre, camionagem,
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
rent-a-car, compra e venda de viaturas, novas ou usadas
centagem para fundos ou destinos especiais criados em
' e seus acessórios, reparação de veículos automóveis, con- -
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
cessionária de material e peças separadas de transporte,
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
comercialização de combustíveis e lubrificantes, exploração
as perdas se as houver. ’. • »
de bombas de combustíveis e estação de serviço, comer­
cialização de medicamentos, material cirúrgico, gastável ARTIGO 9.°
. ' ' ■ -------- >------r— A sociedade não se dissolverá pormorte ou impedimento
e hospitalar, produtos químicos e farmacêuticos, serviços -
e saude, perfumaria, plastificação de documentos, venda de qualquer dos sócios continuando a sua existência com»
e matéria e escntono e escolar, decorações, serigrafia, ln
sobrevivo e herdeirós
terdito, devendo est ou representantes
!S s°' c,'° ^ec^ oou
.......

padana,- geladana, pastelaria, boutique, representações enquanto a quota çp nornear urn que a todos represente,
impressões, salão de cabeleireiro, agência de viagens’
Semantiver indivisa.
promoção e mediação imobiliária, relações públicas, repre­
guiais casosa ]ea&aj Cle<
Dissolvid ■ ^aART,G0,0 -°
^e P°r acordo dos sócios e nos
sentações comerciais e industriais, venda de gás de cozinha‘
a ^quidaçã0 e narnL tO<^OS os sócios serão liquidatários o
captura e comercialização de pescado, hotelaria e turismo falta de acordo p 3 Veri^car~se-ão como acordarem. Na
e sm.lares, serviços de take-^ay, desporto e recreação
SOc’al licitado em Se.a^Urn 0 pretender, será o activ°
vídeo clube, discoteca, realizações de actividades culturais Passivo e adjudicai °^°,Corn °^rigaÇão do pagamento do
e desportivas, manutenção de espaços verdes, segurança
Maldade de condiçõ^ melhor preço oferecer’
e bens patrimoniais, colégio, creche, educação e cultura
escola de condução, ensino, saneamento básico, jardinagem’
limpeza, desmfestação, fabricação e venda de gelo, cyber
qualqUer sócio reserva-se o direito de amortizar a qa°ta
café, electricidade, importação e exportação, podendo ainda As°ciedade artIgou.°
dedicar-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria Providência cautelard° reCaÍa arreSt°’
em que os sócios acordem e seja permitido por lei.
ARTIGO 4.°
quer entrç Os ^Uestões emergentes do presente c°nír3^
O capitai social é de Kz: 200,000,00 (duzentos mil Para todas artigo I2.°
soc,os> seus herdeiros ou reppresenlantes,
kwanzas), integralmente realizado em dinheiro, dividido
134-DE 14 DEJULHODE20I5
11689
< |es e a própria socièdade, fica estipulado o Foro da
J rca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer Agostinho Pedro Neto, Casa n.° 34, podendo por delibera­
ção da Assembleia Geral, mudar o locai da sua sede, abrir
sucursais, agências, delegações ou outras formas de repre­
. ARTIGO 13?
sentação em território nacional.
qs anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de ARTIGO 2.°
(Objecto social)
>jarço imediato.
1. A sociedade tem por objecto a gestão de projectos de
ARTIGO 14?
construção civil, indústria, agricultura, minas, prospecção e
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo- exploração mineira, imobiliária^, comércio geral, importação
jições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das e exportação, bem como o exercício de qualquer outra acti­
Sociedades Comerciais e demais legislação aplicável. vidade não proibida por lei, desde que deliberada e aceite
(I5-9708-L03) pela Assembleia Geral.
2. A sociedade poderá, por deliberação da Assembleia
Geral, dedicar-se a qualquer outro ramo do comércio ou
MAEG AFRIK — Gestão de Projectos
indústria em que os sócios deliberem e desde que permitido
e Construções, Limitada *
por lei, nomeadamente: .
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015, a) Adquirir ou aceitar, participações noutras socieda­
lavrada com início a.folhas 11 do livro de notas para escri­ des;
turas diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guiché 7 b) De qualquer forma colaborar com outras socie­

Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio dades, mesmo que reguladas por leis especiais,
Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, com objecto igual ou diferente do seu;
Domingos Catenda, 1.° Ajudante do Notário, foi constituída c) Participar e ou colaborar com agrupamentos e ou

entre: consórcios, de empresas e/ou associações sob


Primeiro: — António' Duarte Brasil Neves, solteiro, qualquer forma não proibida por lei, a nível"
maior, natural de Waco-Kungo, Província do Kwanza-Sul, nacional e ou internacional;
residente habitualmente em Luanda, no Distrito Urbano e d) Participar, directa ou indirectamente em projectos
Bairro de Ingombota, Rua Alves da Cunha, Casa n.° 45; de desenvolvimento que de alguma forma con­
Segundo: — Edner D’Assunção Femandes de Castro, corram para o objecto da sociedade;
casado com Laurinete Costa Moras de Castro, sob o regime e) Adquirir e gerir uma carteira de títulos..
de comunhão de adquiridos, natural de Malanje, Província ARTIGO 3.°
de Malanje, residente habitual mente em Luanda, no Distrito (Duração)

Urbano do Sambizanga, Bairro Miramar, Rua Ndunduma, A sociedade durará por tempo indeterminado.
n-°l82, Zona 10;
CAPÍTULO II ’
Unia sociedade comercial por quotas que se regerá nos
Capital Social e Quotas
lermos constantes do documento em anexo.
, . ARTIGO 4.°
Está conforme.
, (Capita! social)
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa—ANIFIL,
1 O capital social, integralmente subscrito e realizado em
eni tuanda, 12 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
dinheiro, expresso^em moeda nacional, é de Kz: 500.000,00
(quinhentos mil kwanzas), dividido e representado em duas
quotas iguais no valor nominal de Kz: 250.000,00 (duzen­
ESTATUTOS DA SOCIEDADE tos e cinquenta mil kwanzas) cada uma, pertencentes aos
^AEG AFRIK — GESTÃO DE PROJECTOS sócios António Duarte Brasil Neves e Edner D’Assunção
E CONSTRUÇÕES, LIMITADA Femandes de Castro, respectivamente.
2 Os sócios, à proporção do capital que detiverem ao
CAPÍTULO I tempo, gozam do direito de preferência em qualquer caso de r
Denominação, Sede, Objecto e Duração aumento do capitai social, podendo um deles chamar a si, na
. ARTIGO l.°
mesma proporção, a subscrição escusada por qualquer outro.
(Denominação e sede) ARTIGO 5.°
qh ’A sociedade adopta a forma social de sociedad P (Cessão dc quotas)
keT denominand°-se «MAEG AFRIK — Gestão
A cessão de quotas entre os sócios' é livre, mas quando
ct°se Construções, Limitada». feita a terceiros, fica dependente do consentimento da socie-
sòc‘edade tem a sua sede social em Luani , dade, à qual é sempre reservado o direito de preferência.
’° Urbano e Bairro da Ingombota, Roa ev
11690 -— --- :— '
2. Deduzidas as parcelas que,' por lei, se dev
ARTIGO 6.° formação da reserva legal, os resultados hquido^^à
(Amortização dc quotas)
• LA sociedade poderá amortizar quotas por acordo co dos pelo balanço anual terão a aplicação qUe a
Geral deliberar, podendo ser distribuídos, total SSetnbleia
o respectivo titular.
mente, pelos sócios, ou afectados a reservas °U Parcial'
2. A amortização de quotas terá lugar nos termos previs
tos na Lei das Sociedades Comerciais. 3. A gerência pode deliberar a distribuição de d’ •
antecipadamente. lVldefidOs
CAPÍTULO III
ARTIGO 11.°
Gerência, Administração e Assembleia Geral
(Dissolução e Liquidação)
ARTIGO 7.° 1. A sociedade dissolve-se nos casos previsto na lei
(Gerência)
deliberação dos sócios, tóhiada em Assembleia Cp Cp°r
1. A gerência e administração da sociedade e a sua repre­ , r -x ueral, con.
vocada para o efeito. .
sentação, em juízo ou fora dele, activa e passivamente,
competirá a dois gerentes a serem nomeados em Assembleia 2. A liquidação será judicial ou extrajudicial, conform
for deliberado pelos sócios, em Assembleia Geral convo-
Geral, podendo a gerência vir a ser conferida a sócios ou a
cada para o efeito.
terceiros.
2. A gerência será exercida com ou sem caução é com ou 3. A remuneração dos liquidatários será fixada por deli-
sem. remuneração, conform.e o que vier a ser deliberado em beração dos sócios em Assembleia Geral, convocada parao
Assembleia GeraL - efeito, e constituirá encargo da liquidação.
ARTIGO 8.° CAPÍTULO V
(Vinculação da sociedade)
Disposições Finais
1. A sociedade vincula-se pela assinatura de dois geren­
tes da sociedade, nomeados em Assembleia Geral para o ARTIGO 12.°
(Aspectos gerais)
efeito.
2. A gerência tem a faculdade de nomear mandatários No omisso do contrato vigora a constante da Lei de
ou procuradores da Sociedade, conferindo-lhes poderes Sociedades Comerciais.
necessários à prática de determinados actos ou categorias de ARTIGO 13.°
actos, podendo fixar-lhes o âmbito e duração do mandato. (Foro)

ARTIGO 9.° Sem prejuízo de disposições imperativas da lei do


(Assembleia Geral)
processo civil, para todas as questões emergentes destes
LA Assembleia Geral é constituída por todos os sócios estatutos, designadamente as relativas à validade dos res
da sociedade.
pectivos artigos e exercício dos direitos sociais entre os
2. Os sócios terão na Assembleia Geral um número de
sócios e a sociedade ou entre esta e os membros dos se
votos proporcional ao capital subscrito e realizado.
corpos sociais ou liquidatários, é exclusivamente comp
3. Os sócios poderão fazer-se representar nas reuniões
tente o Foro da Comarca de Luanda, com expressa ren'
da Assembleia Geral por outro sócio, ou por procurador,
mediante carta dirigida à Assembleia Geral, indicando o de qualquer outro.
home, domicílio do representante e a data da Assembleia
(15-9709-L03)
GeraL
4. As reuniões da Assembleia Geral sãõ convoca­
das por qualquer dos sócios ou pela gerência, por meio de Biaiama, Limitada
carta registada ou outro meio capaz de comprovadamente e i de 2015,
atempadamente, fazer chegar o aviso de recepção, nomeada­ Certifico que, por escritura de 12 de Jun ^escrj-
mente, fax ou correio electrónico, remetida aos sócios com a lavrada com início a folhas 9, do livro de notas
turas diversas n.° 27-.B, do Cartório ílotarial . rt0 pires
antecedência mínima de oito dias/
5. A Assembleia Geral reunirá, no primeiro trimestre, de Único da Empresa, a cargo do Notário, Lúcio porning°s
cada ano, salvo acordo em contrário, para aprovação do rela­ da Costa, Licenciado em Direito, perante 01 f°’
tório da gerência e dos documentos de prestação de contas Catenda^1 l.° Ajudante do Notário, no referido
da sociedade. constituída entre: „ giavan^
Primeira: — Maria da Conceição CrlSt°^rinho> s°1’
CAPÍTULO IV
de Almeida, casada com João de Almeida & jçilai’1^
Disposições Gerais
o regime de comunhão de adquiridos, natura
ARTIGO 10.® Kiaxi, Província de Luanda, residente habiW
(Distribuição dc lucros)
Município de Belas, Bairro Lar do Patriota,
I. O exercício social coincide com o ano civil.
n.°494;
l34-~PE 14 dejulhode?0'5
11691
se&inda: - Esmeralda Tandu Mafufu, solteira> maior
ra| da Maianga, Província de Luanda, residente habi- tação, podendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do
comércio ou indústria em que as sócias acordem e seja per­
L,ente no- Municípto de Belas, Bairro Urbanização
mitido por lei.

yma sociedade comercial por quotas que se regerá nos . ARTIGO 4.°
O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
s constantes do documento em anexo.
integralmehte realizado em dinheiro, dividido e representado •
gstá conforme. por 2 (duas) quotas, sendo l(uma) quota no valor nominal de
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa, em Kz: 75.000,00 (setenta e cinco mil kwanzas), pertencente à
Luanda, 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.. sócia Maria da Conceição Cristóvão Biavanga de Almeida e
outra quota no valor nominal de Kz: 25.000,00 (vinte e cinco
mil kwanzas), pertencente à sócia Esmeralda Tandu Mafufu.
ARTIGO 5.°
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
BIAJAMA, LIMITADA A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con-.
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ARTIGO l.° •
de preferência, deferido as sócias se a sociedade dele não
A sociedade adopta a denominação de «Biajáma, quiser fazer uso.
Limitada», com sede social na Província de Luanda, no
ARTIGO 6.° ■
Município Belas, Bairro Lar do Patriota, Rua 42, Casa 1. A gerência e administração da sociedade, em todos os
n.°494, podendo transferi-la livremente para qualquer outro seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi­
local do território nacional, bem como abrir filiais, sucur­ vamente, incumbem à sócia Maria da Conceição Cristóvão
sais, agências ou outras- formas de representação dentro e Biavanga de Almeida, qué fica desde'já nomeada gerente
fora do País.. bastando a sua assinatura para obrigar validamente à socie­
dade.
ARTIGO 2.”
2. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
início da sua actividade, para todos os efeitos legais,-a partir
como letras de favor, fiança, abonações ou actos semelhantes.
da data da celebração da presente escritura.
ARTIGO 7.°
ARTIGO 3.°
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
A sociedade tem como objecto social o comércio geral
registadas, dirigidas as sócias com pelo menos 30 (trinta)
a grosso e a retalho, restauração, prestação de serviços,
dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­
hotelaria e turismo e similares, indústria, agro-pecuária,
lidades especiais de comunicação. Se qualquer das sócias
pesca, informática, telecomunicações, publicidade, cons- estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser
toçaocivil e obras públicas, exploração mineira e florestal, feita com tempo suficiente para que possa comparecer. .
comercialização de telefones e seus acessórios,.transporte • ARTIGO 8.°
Marítimo, camionagem, agente despachante e transitários,
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
Viagem, compra e venda de viaturas,, novas
centagem para fundos ou destinos especiais criados em
011 asadas e seus acessórios, reparação de veículos auto- Assembleia Geral, serão divididos pelas sócias na proporção
móveis, concessionária de material e peças separadas de
das suas’ quotas, e em. igual proporção serão suportadas as
^sporte, fabricação de blocos e vigotas, comercialização
perdas se as houver.
e Wustíveis e lubrificantes, exploração de bombas de
. ARTIGO 9.°
C°m^ustíveis e estação de serviço, comercialização de medi­
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
dos, material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos
de qualquer das sócias, continuando a sua existência com a
J micos e farmacêuticos, serviços de saúde, perfumaria,
sobreviva e herdeiros ou representantes da sócia falecida ou
^lificaçào de documentos, venda de material de escn
interdita, devendo estes nomear um que a todos represente,
Da 6 esco^ar’ decorações, serigrafia, padaria, geladar , enquanto a quota se mantiver indivisa.
c/laria> butique, representações, impressões, salão
ARTIGO 10.°“
e'reÍr°’ aSência de viagens, relações publicas, repre Dissolvida a sociedade por acordo das sócias e nos
deJÇÔes c°merciais e industriais, venda de gás de cozm , demais casos legais, todas às sócias serão liquidatários e a
6recreaÇã°, vídeo clube, discoteca, realizações liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na
v 'dades culturais e desportivas, manutenção de espaç falta de acordo, e se alguma delas o pretender, será o activo
rçUcVegúranÇa de bens patrimoniais, colégio, crc . social licitado em globo com obrigação do pagamento do
básic ?a°ecultura, esc°la de condução, ensino, sane passivo e adjudicado à sócia que melhor preço oferecer, em
<VardÍna8em- limpeza, desinfestação, febn^ igualdade de condições.
egelo, café, electricidade, importação
DIÁRIO DA RPn.
11692
ARTIGO 2.°
ARTIGO II.0 (Duração)
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota
A sua duração é por tempo indeterminado c
qualquer sócia, quando sobre ela recaia arresto, penhora o
início da sua actividade, para todos os efeitos lè o
providência cautelar. do respectivo registo. a,S’a partir'
ARTIGO 12.°
ARTIGO 3.°
Para todas as questões emergentes do presente contrato, (Objecto)
quer entre as sócias, seus herdeiros ou representantes, quer
entre elas e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da A sociedade tem como objecto social o comérc’
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer a grosso e a retalho, indústria, construção civil
. de serviços, representação de firmas e de marcas hon°
outro.
ria e turismo, pescas, exploração de inertes e de *
ARTIGO 13.°
ladeira,
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados agro-pecuária, informática, telecomunicações,
construçào
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de civil e obras públicas, fiscalização de obras,
saneamento
Março imediato. básico, compra e venda de móveis, modas e confecções"
ARTIGO 14.° transportes, marítimo, aéreo e terrestre de passageiros ou de
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­ mercadorias, camionagem, transitários, oficina auto, assis­
sições da Lei n.° 1704, de 13 de Fevereiro que é a Lei das tência técnica, comercialização de petróleo e lubrificantes
Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável. exploração de bombas de combustíveis, farmácia, serviços
(15-9710-L03)
de saúde, perfumaria, agenciamento de viagens, relações
públicas, pastelaria e panificação, exploração de parques
Grupo Mdolozi-C. (SU), Limitada de diversões, realização de espectácuíos culturais, recreati­
vos e desportivos, exploração mineira, estação de serviços,
Leandra Augusto Sumbo de Almeida Gomes, Licenciada
representações comerciais, serralharia, carpintaria, venda de
em Direito, Conservadora de 3.a Classe da Conservatória do
Registo Comercia] de Luanda, 2.a Secção do Guiché Único alumínio, cultura e ensino geral, segurança de bens patri­

da Empresa — ANIFIL. ; - r moniais, importação e exportação, podendo ainda dedicar-se


Satisfazendo ao que me foi requerido em-.petição apre­ a qualquer outro ramo» do comércio ou indústria em queà
sentada sob o n.° 18, do livro-diário de 29 de Maio do * sócia acorde e seja permitido por lei.
corrente ano, a qual fica arquivada nesta Conservatória. ARTIGO 4.°
Certifico que Dorieth da Costa Carvalho, solteiro, maior, (Capital) <

residente em Luanda, no Distrito Urbano do Rangel, Bairro O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan
Nelito Soares, Rua B-7, Casa n.° 27, Zona 11, constituiu uma zas), jntegralmente realizado em dinheiro, representado po
sociedade unipessoal por quotas denominada, «GRUPO J (uma) quota no valor nominal de Kz: 1^0.000,
MDOLOZI-C. (SU), Limitada», registada sob o n.° 605/15, mil kwanzas), pertencente ao sócio-único Dorieth da
que se vai reger nos termos, constantes do documento em
anexo. Carvalho.
Está conforme. ARTIGO 5.°
(Cessão dc quotas)
Conservatória do Registo Comercial de Luanda, 2.a Secção
A cessão da quota implica a saída da sócia cedent
do Guiché Único da Empresa — ANIFIL, em Luanda, 29 de
Maio de 2015. — O ajudante, ilegível. transformação da mesma em sociedade pl uri pessoa

ARTIGO 6.°
(Gerência) o$
1. A gerência e administração da sociedade, paS-
ESTATUTO DA SOCIEDADE •
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, a ^oSta
GRUPO MDOLOZI-C. (SU), LIMITADA
sivamente, incumbem à gerente-única Doriet ^ijda-
ARTIGO l.°
(Denominação e sede) Carvalho, bastando a sua assinatura para o
A sociedade adopta a denominação de «Grupo Mdolozi- mente a sociedade. emactoSÔ
-C. (SU), Limitada», com sede social na Província de 2. Fica vedado à gerente obrigar a socieda ía’5
Luanda, no Município de Belas, Bairro Major Canhangulo, contratos estranhos aos negócios sociais da s s6ine
Rua II, Casa n.° 77, podendo transferi-Ja livremente para como letras de favor, fiança, abonações 011
qualquer outro local do território nacional, bem como abrir lhantes. hqàs°c^
filiais, sucursais, agências ou outras formas de representa­ eStramia
3. A sócia-única poderá nomear pesso
ção dentro e fora do País.
dade para assumir as funções de gerência.
„|SÉRlE-^l34~_DE 14 2L^DE20l5 • .
'----------------- .._________ ___ _________ _______________ 11693
ARTIGO 7° ■
(Decisões)
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
As decisões da sócia-única de natureza igual às delibera­ EXXOMED, LIMITADA
da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por ARTIGO l.°
Ç|aassinadas e mantidas em livro de actas. L A sociedade adopta a denominação de «Exxomed,
ò ARTIGO 8.° Limitada», tem a sua sede na Província e Município de
(Dissolução) Luanda, no Distrito Urbano da Ingombota, Bairro Kinaxixi,
Rua Comandante Kwenha, n.° 24-RC.
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi­
2. Por deliberação da gerência, poderá a sociedade des­
do da sócia-única, continuando a sua existência com a
locar a sua sede social para qualquer outro local do território
sobreviva e herdeiros ou representantes da sócia falecida ou
nacional, bem como abrir ou encerrar sucursais, agências,
Werdita, devendo estes nomear um que a todos represente, delegações ou outras formas de representação, tanto no ter­
enquanto a quota se mantiver indivisa. ritório nacional como no estrarfgeiro.
ARTIGO 9.°
ARTIGO 2.°
(Liquidação)
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
A liquidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
Sociedades Comerciais. da data da celebração da presente escritura.
ARTIGO 10.° ARTIGO 3.° .
(Balanços)
A sociedade tem como objecto social a actividade de
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão comércio geral a grosso e a retalho, e indústria e manufactu-
dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar ração de produtos diversos, construção civil e obras públicas,
a31 de Março imediato. prestação de serviços, consultoria, fiscalização de obras,
ARTIGO 11.°
hotelaria e turismo, o comércio geral a retalho e de bens ali­
(Omisso) mentares, electrodomésticos, modas e confecções, venda de
material de desporto, transportes, educação e ensino, farmá­
No omisso regularão as deliberações sociais, as dis­
cia, promoções de eventos, informática, telecomunicações,
posições da Lei n.° 19/12, de 11 de Junho, e ainda as
agência de viagens, serviços rent-a-car, venda de material
disposições da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04,
mobiliário escolar e de escritório, material informático,
de 13 de Fevereiro.
representações comerciais, importação e exportação.
(15-9711-L03)
1. A sociedade poderá ainda dedicar-se a outras activida­
des económicas, comerciais e de prestação de serviços que
o Conselho de Administração julgue conveniente explorar e
Exxomed, Limitada
sejam permitidos por lei.
Certifico que, por escritura de 10 de Junho de 2015, 2. A sociedade mediante decisão do Conselho de
lurada com início a folhas 69, do livro de notas para escri- Administração pode adquirir a título originário ou derivado,
luras diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché participações no capital de sociedades, ou alienar ou onerar
unico da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio as que tenham sido integradas no seu património, promover
Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, a obtenção de empréstimos em moeda nacional ou estran­
D°mingos Catenda, l.° Ajudante do Notário no referido geira, que se revelem necessários ao desenvolvimento da sua
^artório, foi constituída entre: actividade.
Cimeiro: — Sidney Carlos Manita Ferreira, casado com ARTIGO 4.°

^'aGisela Gomes Lucas Gonçalves Ferreira, sob o regime O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­
zas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e
comunhão de bens adquiridos, natural da Ingombota,
roV|ncia de Luanda, onde reside habitualmente em Luanda, representado por 2 (duas) quotas iguais no valor nominal
de Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwanzas) cada uma, per­
^^lstrito Urbano da Ingombota, Bairro Patrice Lumumba,
tencentes aos sócios Sidney Carlos Manita Ferreira e Rui
^Kinaxixi, n.° 11,2.°andar;
Miguel Manita Ferreira, respectivamente.
Se^o: - ruí Miguel Manita Ferreira, solteiro, maior, •
ARTIGO 5.°
( Qral •ngombota, Província de Luanda, onde reside ha i- (Aquisição dc participações)
Mop6016’ no distrito Urbano e Bairro da Ingombota,
Mediante a-tomada de decisão em Assembleia Geral, é
Cardoso Cami, Prédio n.° 20; permitida a participação da sociedade em quaisquer outras
SOc'e^ac^e comercial por quotas que se rege sociedades holding, consórcios, joint ventures, agrupamen-
s constantes do documento em anexo. ■ tos complementares de empresas òu outras formas de união
JStáconforme. . T AM,p|L ou de concentração de capitais, permitidas por lei, indepen-
c artóno Notarial do Guiché Único da Empresa ’ dentemente do respectivo objecto social.
Uanda. 10 de Junho de 2015. - O ajudante, ilegal.
11694
ARTIGO 10.° '
ARTIGO 6.° (Representação)
(Cessão de quotas)
Os sócios poderão fazer-se representar nas A
I. A sociedade poderá amortizar as quotas dos sócios no
Gerais por qualquer pessoa, bastando para o efe‘SSenibleias
seguintes casos: sentação de uma carta dirigida ao Presidente
a) Por acordo com o sócio; Assembleia Geral, indicando o nome do seu renr 3 ^esa
b) Por penhora, arresto ou qualquer outro acto que
duração e o âmbito dos poderes que lhe são conf^^a
implique a arrematação ou a adjudicação e
qualquer quota; ARTIGO ll.°
c) Por morte ou extinção, no caso de pessoa colectiva, (Quórum deliberativo)
falência, inabilitação ou interdição de qualquer Salvo disposição legal ou estatutária em cont ' •
sócio; deliberações são tomadas por maioria dos votos emitid°
d) Por partilha judicial ou extrajudicial de quota, na
SESSÃO I!
parte que não for adjudicada ao seu titular; Gerência
e) Por infraeção ao disposto no n.° 2, do artigo 6.° do
pacto social; ■ ARTIGO I2.°
J) Por,infraeção de qualquer sócio que atente grave­ ' (Gerência)

mente contra os interesses da sociedade, impeça A Gerência da sociedade, bem como a sua representação
o seu normal funcionamento ou viole, com gra­ em juízo ou fora dele, activa e passivamente, será exercida
vidade, o pacto social, a lei ou qualquer delibe­ pelo gerente Sidney Carlos Manita Ferreira, que desempe­
ração validamente proferida. nhará as.suas funções, com ou sem remuneração, conforme
2. Salvo acordo ou disposição legal imperativa em con­ seja deliberado em Assembleia Geral, com dispensa de cau­
trário, nos casos contemplados nas alíneas a) e f) do n.° 1, ção e por períodos de um ano, renováveis.
deste artigo, a contrapartida da amortização da quota será a
ARTIGO 13.°.
que corresponder ao valor que for apurado em balanço espe­ (Atribuições)
cialmente elaborado para o efeito.
Sem prejuízo das demais atribuições que lhe forem con­
3. A quota amortizada figurará, como tal no respectivo
feridas por lei e pelo presente estatuto, competirá à Gerência:
balanço, podendo, porém, os sócios deliberar nos termos
a) Representar a sociedade, em juízo ou fora dele, e con­
legais, a correspondente redução do capital ou o aumento
fessar, des istfr ou transigir, em quaisquer acções,
do valor das restantes quotas ou ainda a criação de uma
ou várias quotas destinadas a ser alienadas a um ou alguns bem como comprometer-se em arbitragens;
b) Elaborar regulamentos internos que entenda por
sócios oú a terceiros.
convenientes.
CAPÍTULO III
ARTIGO I4.° .
Órgãos Sociais (Vinculação da sociedade)

ARTIGO 75 . 1. A sociedade obriga-se a:


(Designação dos órgãos sociais)
a) Pela assinatura de um gerente;
São órgãos sociais da sociedade: A Assembleià Geral e b) Pela assinatura de um ou mais mandatários
a Gerência. âmbito dos poderes que lhe forem conferid
ARTÍGO 8.° 2. Fica, porém, vedado à Gerência, vincular à socl^sj^
(Mandatos e reeleição) em quaisquer negócios estranhos ao seu fim soC^’oU
1. Os membros dos órgãos sociais são eleitos pela nadamente em ábonações, fianças, letras de favor
Assembleia Gerafpor um período de um ano e podem ser
quaisquer outros actos ou contratos semelhantes o
reeleitos por uma ou mais vezes.
2. Os membros dos órgãos sociais consideram-se empos­ nhos ao objecto social.
sados logo que eleitos, sem dependência de quaisquer outras ARTIGO! 5.°
formalidades legais. (Composição c duração do mandato)

3. Findos os respectivos mandatos, os membros dos Poderá ser deliberada pela Assembleia Geral
órgãos sociais permanecerão em funções até à sua efectiva cia de um órgão de fiscalização que será conlP°p.sca| co111
substituição, independentemente do prazo que tiverem sido Fiscal-Único e seu suplente ou por um Conselho
designados.
três membros efectivos e um suplente.
SESSÃO i
Assembleia Geral CAPÍTULO IV
ARTIGO 9.° Exercício Social
(Assembleia Geral)
ARTIGO 16.°
A Assembleia Geral, quando regularmente constituída (Exercícios sociais e lucros) os lucr°S’
representa a universalidade dos sócios e as representações O exercício social coincide com o ano civi
e deliberações são vinculativas para todos os sócios e mem­ reservas ou dividendos serão distribuídos ou P
bros os órgãos sociais.
forme deliberado em Assembleia Geral-
H? 134 —DE 14 DE JULHO DE 2.015 •
série
11695
CAPÍTULO V
Dissolução e Liquidação estatutos da sociedade
; PATRONUS SERVICES, LIMITADA
ARTIGO 17.°
(Dissolução) ARTIGO l.°
A sociedade adopta a denominação de «Patronus
Asociedade só se dissolverá nos casos e nos termos pre-
Services, Limitada», com sede social na Província e
vistosna1?1- .■ Município de Luanda, Bairro Morro Bento I, Avenida 21 de
ARTIGO 18.° Janeiro, Casa n.° 33, podendo transferi-la Jivremente para
(Liquidação)
qualquer outro local do território nacional, bem como abrir
A liquidação da sociedade e a partilha de haveres sociais filiais, sucursais, agências ou outras formas de representação
selão regulados por lei e, subsidiariamente, por deliberação dentro e fora do País.
daAssembleia Geral. . ARTIGO 2.°
ARTIGO 19.® A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
(Normas dispositivas) - início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
As normas legais dispositivas poderão ser derrogadas da data da celebração da presente escritura.’

por deliberação dos sócios, salvo nos casos em que contra­ ARTIGO 3.°

riem o disposto no contrato de sociedade. A sociedade tem como objecto social, comércio geral a
grosso e a retalho, prestação de serviços, serviços de saúde,
ARTIGO 20.°
(Lei c foro aplicáveis) hotelaria e turismo e similares, serviços de take away,
indústria, agro-pecuária, informática, telecomunicações,
1.0 presente pacto social rege-se pela Lei Ángolana.
publicidade, construção civil e obras públicas, explora­
2. Para a resolução de qualquer litígio emergente da
ção mineira e florestal, comercialização de telefones e seus
interpretação e execução ou incumprimento do presente
acessórios, transporte marítimo, camionagem, agente despa­
pacto social, será competente o Foro do Tribunal Provincial chante e transitários, cabotagem, rent-a-car, compra e venda
de Luanda, com expressa renúncia a qualquer outro. 1 de viaturas, novas ou usadas e seus acessórios, reparação
ARTIGO 21.° de veículos automóveis, concessionária de material e peças
(Casos omissos) separadas de transporte, fabricação de blocos e vigotas,
Nas omissões, aplicar-se-ão as disposições legais- /comercialização de combustíveis e lubrificantes, exploração
contidas na legislação específica, a Lei das Sociedades de bombas de combustíveis e estação de serviço, comer-
Comerciais, Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, as deliberações cialização de medicamentos, material cirúrgico, gãstável
sociais e demais legislação aplicável. e hospitalar, produtos químicos e farmacêuticos, perfu­
(I5-9712-L03) maria, plastificação de documentos, venda de material de
escritório e escolar, decorações, serigrafia, padaria, gelada- ’
ria, pastelaria, boutique, representações, impressões, salão
Patronus Services, Limitada de cabeleireiro, agência de viagens, promoção mobiliária,
relações públicas, representações comerciais e industriais,
Certifico que, por escritura de 12 de Junho de 2015,
'aVfadacom início a folhas 15, do livro de notas para escritu- venda de gás de cozinha, desporto e recreação, vídeo clube,
d'versas n.°27-B, do Cartório Notarial do Guiché Único da discoteca, realizações de actividades culturais e despor­

^sa-ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio Alberto Pires tivas, manutenção de espaços verdes, segurança de bens
a Costa, Licenciado em Direito, perante mim, Domingos patrimoniais, colégio, creche, educação e cultura-, escola
atenda, 1.° Ajudante do Notário, foi constituída entre. de condução, ensino, saneamento básico, jardinagem, lim­
p^eiro: — Bivar Garcia Francisco Chanda, solteiro, peza, desinfestação, fabricação e venda de gelo, cyber café,
•a,or’ natural do Uíge, Província do Uíge, residente habi- electricidade, importação e exportação, podendo ainda dedi­
^ente em Luanda, no Distrito Urbano do Kilam a car-se a qualquer outro ramo do comércio ou indústria em
X|> Bairro Centralidade do Kilamba, Bloco N, D que os sócios acordem e seja permitido por lei.
Emento n?l; ARTIGO 4.°
)c W; __ Kenza Ange|ina Gaspar Chanda. de2 anos O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
’ natural do Benfica, Província de Luano integralmente realizado em dinheiro, dividido e representado
ehabitUalmente; . nos por 2 (duas) quotas, sendo 1.(uma) quota no valor nominal de
Piedade comercial por quotas que se rege Kz- 60.000,00 (sessenta mil kwanzas), pertencente ao sócio
s c°nstantes do documento em anexo. Bivar Garcia Francisco Chanda e outra quota no valor nomi­
CanC°nfOrme- ANIFIL, nal de Kz: 40,000,00 (quarenta mil kwanzas), pertencente à **
. t n°"o Notarial do Guiché Único da Empresa - sócia Kenza Angelina Gaspar Chanda.
LUandM5deJU„hode2015.-Oajudante,^
11696
ARTIGO 13.°
ARTIGO 5.° Os anos sociais serão os civis e os balanÇOs
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo en^
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado 0 direito
de Março imediato. CerrarM|
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não
ARTIGO 14.°
quiser fazer uso.
No omisso regularão as deliberações sociais
ARTIGO 6.°
sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, qUe
1 ■ A gerência e administração da sociedade, em todos os Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável'
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
' ______________ j'5’97 >3-103)
mente, incumbem ao sócio Bivar Garcia Francisco Chanda
que fica desde já nomeado gerente, bastando a sua assinatura

para obrigar validamente a sociedade. Rootoil, Limitada


2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
Certifico que, por escritura de 15 de Junho de 2015
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
lavrada com início a folhas 17, do livro de nota’?
como ietras de favor, fiança, abonações ou actos seme­ ô Pdra escri­
turas diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guich’
lhantes. Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio
ARTIGO 7.°
Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perántemim
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
Domingos Catenda, l.° Ajudante do Notário, no referido
.registadas, dirigidas aos sócios com pelò menos 30 (trinta)
Cartório, foi constituída entre:
dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­
Primeiro: — Eu rico Paz dá Costa, casado com Adriana
lidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios
Fernanda Carlos Costa, sob 0 regime de comunhão de adqui­
estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser
ridos, natural do Cazengo, Província do Kwanza-Norte,
feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
residente habitualmente em Luanda, no Distrito Urbano e
ARTIGO 8.°
Bairro da Ingombota, Rua Conde do Laurádio, n.° 28, Casa
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
n.°30; '
centagem para fundos ou destinos especiais criados em
Segundo: — Anildo Joaquim Belarmíno, casado com
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor-.
Renata Faria Dias, sob o regime de comunhão de adquiri­
, ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
dos, natural da Ingombota, Província de Luanda, onde reside
as perdas se as houver.
habitualmente no Distrito Urbano da Ingombota, Bairro
ARTIGO 9.°
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento Maculusso, Rua Salvador A llende, n.° 51;
Terceiro: — António Ramos Baptista, solteiro, maior,
de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com 0
natural da Maianga, Província de Luanda, onde reside hab
sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
tualmente no Distrito Urbano da Maianga, Bairro ren
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
enquanto a quota se mantiver indivisa. Rua dos Funantes, Casa n.° 280, Zona 6; ( •
Quarto: — Pedro Miguel Adão da Costa, solteiro, n
ARTIGQ 10.°
natural do Cazenga, Província de Luanda, onde rèsid °
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
tualmente no Município e Bairro do Cazenga, Casa
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e
a liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na Zona 18; ,
p regera n°s
falta de acordo, e se algum deles 0 pretender, será 0 activo Uma sociedade comercial por quotas que
social licitado em globo com obrigação do pagamento do termos constantes do documento em anexo.
passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em Está conforme. ^flL-
igualdade de condições. Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa
ARTIGO 11.0 em Luanda, 15 de Junho de 2015. — O ajudante, /
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
providência cautelar.
estatutos da sociedade
ARTIGO 12.°
ROOTOIL, LIMITADA
- Para todas as questões emergentes do presente contrato .Oto'1,
.ARTIGO!.0 ~ «RoOU
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer ida.
A sociedade adopta a denominação
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado 0 Foro da Limitada», com a sede social na Província ^0O 00
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer no Município de Belas, Bairro do Talatona, r
outro.
Condomínio Pitanga, Casa n.° A-4, p°den 0
N-0 134~ DE 14 DE JULHO
11697
-jiflcnte para qualquer outro local do território nacional
íomo abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas ' dos sócios estiver ausente da séde social, a comunicação
resentação dentro e fora do País. deverá ser feita com tempo suficiente para que possa com­
parecer.
. ARTIGO 2.”
Asua duração é por tempo indeterminado, cóntando-se ARTIGO 8.°

início da sua actividade, para todos os efectivos legais, a Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
’ itir da data da celebração da presente escritura. centagem para fundos ou destinos especiais criados em
™ ARTIGO 3.” Assembleia Geral, serão devidos pelos sócios na proporção
das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas as
A sociedade tem como objecto social estudos de engenha­ perdas se as houver.
ria de petróleos e de geociências, apresentação e análise de
ARTIGO 9.°
soluções numéricas, projectos de engenharia e fiscalização, A sociedade não dissolverá por morte ou impedimento
jerviços de inspecção e manutenção de instalações petrolí­ de qualquer dos sócios, continuado a sua existência com o
feras, formação, venda de equipamentos, compra e venda sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
de petróleo bruto e seus derivados, exploração mineira e de interdito, devendo estes- nomear um que a todos represente,
inertes, construção civil e obras públicas, compra e venda de enquanto a quota se mantiver indivisa.

materiais de construção, transportes, prestação de serviços, ARTIGO 10.°


Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
importação e exportação, hotelaria e turismo e fornecimento
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e
de mão’de obra qualificada, podendo ainda dedicar-se a
a liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na
qualquer outro ramo do comércio ou indústria em que os
falta de acordo, e se algum deles o pretender será o activo
sóciosacordem e seja permitido por lei. social licitado em bloco com obrigação do pagamento1 do
ARTIGO 4.° passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em
0 capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan­ igualdade de condições. .
zas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e ARTIGO II.°
representado por 4 (quatro) quotas iguais no valor nominal A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
deKz: 25.000, 00 (vinte e cinco mil kwanzas), equivalente qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
a2’5% (vinte e cinco por cento) cada uma, pertencentes aos providência cautelar.

sócios Eurico Paz da Costa, Anildo Joaquim Belarmino, ARTIGO 12°


Para todas as questões emergentes do presente contrato,
António Ramos Baptista e Pedro Miguel Adão da Costa,
quer entre os sócios,-e seus herdeiros ou representantes,
respectivamente.
quer entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro
ARTIGO 5.° da Comarca de. Luanda com expressa renúncia a qualquer
A cessão de quotas a. estranhos fica dependente do con­
outro. . _
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
ARTIGO 13.°
de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não
Os,anos sociais serão os- civis e os balanços .serão
W fazer uso. dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
ARTIGO 6.° a 31 de Março imediato.
' gerência e administração da sociedade, em todos os ARTIGO 14.°
Seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi No omisso regulamento das deliberações sociais, serão
aiTlenlc, incumbem aos sócios Eurico Paz da Costa, Anildo aplicadas as disposições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro,
SimBelarmino, António Ramos Baptista e Pedro Miguel que é a Lei das Sociedades Comerciais, e demais legislação
da Costa, que ficam desde já nomeados gerentes, com aplicável.
*nsa de caução, sendo necessárias as assinaturas de 2 - : (15-9714-L03)

°'s) gerentes, para obrigar validamente a sociedade.


^ca vedado aos gerentes obrigarem a sociedad Nabeira IVIuItiservices, Limitada
os e contratos estranhos aos negócios sociais da s
Certifico que, por escritura de 11 de Junho de 2015,
’e’ lais como letras de favor, fiança, abonações ou actos
lavrada com início a folhas 99, do livro de notas para escri­
^elhante.
turas diversas n.° 26-B, do Cartório Notarial do Guiché
. ARTIGO7.0 . Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário Lúcio
Ca s Assembleias Gerais serão convocadas por s‘ _ Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim,
30(r reêisladas- dirigidas aos sócios com pe 0 Domingos Catenda, l.°Ajudante do Notário, foi constituída
%;ta)dia^ antecedência, isto quando a entre:
Ormalidades especiais de comunicação.
DIÁRIO DA
11698

Primeiro: — Adriana Manuela Gregório António, sol­


agência de viagens, promoção mobtliana, relaçôes
’ representações çomerctais e industriais, venda ?
*
teira, maior, natural da Ingombota, Província-de Luanda, de'cozinha, desporto e recreação, vídeo clube, di
residente habitualmente no Distrito Urbano e Bairro do
realizações de actividades cultura.s e desportiva,,
Sambizanga, casa s/n.°, Zona 13; tenção de espaços verdes, segurança de bens patrim()IAÍ
Segundo: — Nicolau Gregório António Dias dos
Santos, solteiro, maior, natural do Sambizanga, Província colégio, creche, educação e cultura, escola de COnd
de Luanda, residente habitualmente no Distrito Urbano da
ensino, saneamento básico, jardmagem, hmpeza, desl^
tação fabricação e venda de gelo, cyber café, electricidade
Maianga, Bairro Cassequel, Rua 56, casa s/n.°;
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
importação e exportação, podendo ainda dedicar-se a
quer outro ramo do comércio ou industria em que os
termos constantes do documento em anexo. acordem e seja permitido por lei.
Está conforme.
Cartório Notanal do Guiché Único da Empresa —ANIFIL, ARTIGO 4.°
(Capital social)
em Luanda, 12 de Junho de 2015. —O ajudante, ilegível.
o capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
integralmente realizado em dinheiro, dividido e repre».
tado por 2 (duas) quotas sendo uma no valor nominal de
ESTATUTO DA SOCIEDADE Kz- 90 000 00 (noventa mil kwanzas), pertencente à sócia
NABEIRA MULTISERVICES, LIMITADA Adriana Manuela Gregório António e outra quota no valor
ARTIGO 1.’ “ ■ io1 Nicolau
Ha Kz- 10
Gregório (dez milDias
000,00 António kwanzas), pertencentes
dos Santos, respec-
(Denominação c sede)

A sociedade adopta a denominação social de «Na beira tivamente.


Multiservices, Limitada», com sede social na Província e ARTIGO 5.°’ .
• Município de Luanda, Distrito Urbano da Maianga, Rua (Quotas)
Marien Ngouabi, Prédio n.° 135, r/c, 68-E, podendo trans- A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­
feri-la livremente para qualquer outro local do território sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agências ou de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele não
outras formas de representação dentro e fora do País.
quiser fazer uso.
ARTIGO 2.°
ARTIGO 6.°
(Duração)
(Gerência)
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o ' A gerência e administração da sociedade, em todos os
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva­
da data da celebração da presente escritura. mente, incumbe à sócia Adriana Manuela Gregório António
ARTIGO 3.° fica desde já nomeada gerente, com dispensa de caução, bas
(Objecto social) tahdo a sua assinatura para obrigar validamente a sociedade.
A sociedade tem como objecto ensino social, prestação I. Fica vedado à gerente obrigar a sociedade em actos e
de serviços, escola de condução, comércio geral a grosso contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, ta,s
e a retalho, hotelaria e turismo e similares, indústria, agro- como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme
-pecuária, informática, telecomunicações, publicidade, lhantes.
construção civil e obras públicas, exploração mineira e
ARTIGO 7,°
florestal, comercialização de telefones e seus acessórios,
As Assemble- (ASSCmb,eia
cartas regjstad 6138 ^era,s serao Gcra,)
convocadas por simples
transporte marítimo, camionagem, agente despachante e
(tr*nta) dias dS’ ^* r^^as aos sócios com pelo menos
transitários, cabotagem, rení-a-car, compra e venda de viatu­
creva formalid f antecedência, isto quando a lei hão pr&
ras, novas ou usadas e seus acessórios, reparação de veículos
dos sócios est3 eSpeciaís de comunicação. Se qualquer
automóveis, concessionária de material e peças separadas de
deverá ser feít auseníe da sede social, a comunica^0
transporte, fabricação de blocos e vigotas, exploração de
Parecer. C°m ^ernP° suficiente para que possa com
petróleo e prestação de serviço na área petrolífera, comer­
cialização de combustíveis e lubrificantes, exploração de
bombas de combustíveis e estação de serviço, comercia­
lização de medicamentos, material cirúrgico, gastável e ART/GO8.0

hospitalar e serviços na área de medicina, produtos químicos


Centagem para aPUrados, depois de deduzida a Per

e farmacêuticos, serviços de saúde, perfumaria, plastificação °S


Asse lucros
mbl Jí 411
eja Gerai • °S °U deslin°s especiais criados
Ção das suas QUnt ’ Ser3° divid'dos pelos sócios na proP
*'
de documentos, venda de material de escritório e escolar
decorações, serígrafia, padaria, geladaria, pastelaria, bou- as Perdas se as hou v ° '^Ua^ ProPorf^° ser^° SLIPorta
tiqué, representações, impressões, salão de cabeleireiro
3Égl£XN‘° 134 DE 14 DE JULHO£É201s
11699
ARTIGO 9.°
(Dissolução) Segunda: —-Leia Ines Gacunga Baca, solteira, maior,
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento natural da Maianga, Província de Luanda, onde reside habi­
qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o tualmente no Distrito Urbano da Maianga, Bairro Prenda,
Jevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou Rua 3, Casa n.° 40, Zona 6;
Lrdito. doendo estes nomear um que a todos represente, Terceira: — Nataniel Osnin Baca Vaz, de 9 anos de
nquanto a quota se mantiver indivisa. idade, natural da Samba, Província de Luanda, e consigo
convivente; '•
ARTIGO io.° i
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos
(Liquidação)
termos constantes do documento ém anexo.
I'<
Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
Está conforme.
deniais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a .
Cartório Notariàl do Guiché Único da Empresa—ANIFIL,
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta
em Luanda, 15 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
je acordo, é se algum deles o pretender, será o activo social
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo
eadjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, ém igual­
dade de condições. ESTATUTOS DA SOCIEDADE
NKK & PRESTÍGIOS, LIMITADA
.ARTIGO II.0
(Amortização) ARTIGO l.°
A sociedade adopta a denominação de «NKK &
A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
Prestígios, Limitada», com sede social na Província de
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
Luanda, Município de Belas, Bairro Dangereux, casa s/n.°
providência cautelar.
(Junto ao Colégio Angolano), podendo transferi-la livre­
ARTIGO I2.°
mente para qualquer outro local do território nacional, bem
(Foro)
como abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas de
Para todas as questões emergentes do presente contrato, representação dentro e fora do País.
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer
ARTIGO 2.°
entre eles e a própria'sociedade, fica estipulado o Foro da
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
outro. da data da celebração da presente escritura:
ARTIGO 13.°. ARTIGO 3.°
(Balanço)
A sociedade tem como objecto social o comércio geral
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados a grosso e a retalho, prestação de serviços, hotelaria e
em,31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de turismo e similares, indústria, agro-pecuária, pesca, infor­
Março imediato. mática, telecomunicações, publicidade, construção civil e
ARTIGO 14? obras públicas, exploração mineira e florestal, comerciali­
(Omissão) zação de telefones e seus acessórios, transporte marítimo,
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­ camionagem, agente despachante e transitários, cabotagem,
res da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das rent-a-car, compra e venda de viaturas, novas ou usadas
Piedades Comerciais, e demais legislação aplicável. e seus acessórios, reparação de veículos automóveis, con­
’ (I5-9715-L03). cessionária de material e peças separadas de transporte,
fabricação de blocos e vigotas, comercialização de combus­
tíveis e lubrificantes, exploração de bombas de combustíveis
NKK & Prestígios, Limitada e estação de serviço, comercialização de medicamentos,
material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos químicos
Certifico que, por escritura de 15 de Junho dê 201 ,
e farmàcêuticos, serviços de saúde, perfumaria, plastificação.
,aVratla c°m início a folhas 27, do livro de notas para escri-
de documentos, venda de material de escritório e escolar,
diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guie e
decorações, serigrafia, padaria, geladaria, pastelaria, bou-
.|'Co da Empresa — ANIEIL, a cargo do Notário, Lucio
tique, representações, impressões, salão de cabeleireiro,
I) erto pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, agência de viagens, relações públicas, representações
;°^"8os Catenda, 1.. 0 Ajudante do Notário, foi cons comerciais e industriais, venda de gás de cozinha, desporto
e recreação, vídeo clube, discoteca, realizações de activida­
_ Racjue| Teresa Cacunga Baca. solt®'^ des culturais e desportivas, manutenção de espaços verdes,
c J^atural da, Maianga, Província de Luanda, o de
segurança de bens patrimoniais, colégio, creche, educação
>^ habitualmente no Distrito Urbano da Ma.anga, Ba.rro e cultura, escola de condução, ensino, saneamento básico,
CMa.Casan.o43,Zona6;
11700

falta de acordo, e se alguma delas o pretender


jardinagem, limpeza, desinfestação, fabricação e ven ~
social licitado em globo com obrigação do 0 acliv0
gelo, cyber café, electricidade, importação e exportaç passivo e adjudicado à sócia que melhor preço^^0 d0
podendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comer
igualdade de condições. ‘ °erecer,etl1
cio ou indústria em que as sócias acordem e seja permiti
ARTIGO H.° '
por lei..
A sociedade reserva-se o direito de amortizar
ARTIGO 4.°
qualquer sócia, quando sobre ela recaia arresto 3 qU°lade
■ O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwanzas),
providência cautelar. ’ Pen^oraO1]
integralmente realizado em dinheiro, dividido e repre­
sentado por 3 (três) quotas, sendo I (uma) quota no valor . ARTIGO I2.°

nominal de Kz: 20.000,00 (vinte mil kwanzas), pertencente Para todas as questões emergentes do presente
ao sócio Nataniel Osnin Baca Vaz e 2 (duas) quotas iguais quer entre as sócias, e seus herdeiros ou representam0^’
no valor nominal de Kz: 40.000,00 (quarenta mil kwanzas) entre elas e a própria sociedade, fica estipulado o Foro^
cada uma, pertencentes às sócias Raquel Teresa Cacunga Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer
• er outro.
Baca e Leia Inês Cacunga Baca, respectivamente. ARTIGO 13.°
ARTIGO 5.° Os anos sociais serão os civis e os balanços serào
A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­ dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito a 31 de Março imediato.
jie preferência, deferido às sócias se a sociedade dele não ARTIGO 14.°
quiser fazer uso.
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
ARTIGO 6.° sições da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
1. A gerência e administração da sociedade, em todos os Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi- , . ' (I5-9716-L03)
vamente, incumbem as sócias Raquel Teresa Cacunga Baca
e Leia Inês Cacunga Baca, que ficam desde já nomeadas
gerentes, bastando 1 (uma) das suas assinaturas para obrigar Gilnu, Limitada
validamente à sociedade.
Certifico que, por escritura de 15 de Junho de 2015,
2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
lavrada com início a folhas 23, do livro de notas para escri­
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais turas diversas n.° 27-B, do tartório Notarial do Guiché
como letras de favor; fiança, abonações ou actos seme­ Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio
lhantes. Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mini,
ARTIGO 7.° Domingos Catenda, 1.° Ajudante do Notário,Toi constituí a
A Assembleia Gera! será convocada por simples cartas ■ entre: * -- .
registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 (trinta) Primeiro: — Nuno Delzir Martins Manuel, s0^?’

dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma-, maior, natural do Maculusso, Província de Luanda^
lidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios dente habitualmente no Distrito Urbano da Maianga»
estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser Cassenda, Rua 13, Casa n.° 43, Zona 6; _ casa(j0
Segundo: — Gilberto de Jesus Miguel Sebastiao,
feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
com Isabel Inês Massua Lucali Sebastião, sob o re^,ncja
ARTIGO 8.°
comunhão de adquiridos, natural da Ma’an£a’ an0 do
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida, a per­
de Luanda, residente habitual mente no Distrito r
centagem para fundos ou» destinos especiais criados em Rangel, Bairro Nelito Soares, Rua dos EuçaliptoS’ n.
Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
20 andar; egerá n°s
ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
Uma sociedade comercial por quotas que
as perdas se as houver.
termos constantes do documento em anexo.
ARTIGO 9.° Está conforme.
A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa
de qualquer das sócias, continuando a sua existência com a em Luanda, 16 de Junho de 2015. — O ajudante,
sobreviva e herdeiros ou representantes da sócia falecida ou
interdita, devendo estes nomear um que a todos represente
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ESTATUTOS DA SOCIEDADE
ARTIGO I0.°
GILNU, LIMITADA
Dissolvida a sociedade por acordo das sócias e. nos
ARTIGO l.° Lí|11',8<,je
demais casos legais, todas as sócias serão liquidatárias e a
A sociedade adopta a denom inação de «G1 unicíP|0
liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na
com sede social na Província de Luanda, n0
134*-DE '4 DE JULHQp^n,.
11701
. Bairro do Camama, Condomínio do BPC, Casa F 14
índo transferi-la livremente para qualquer outro loca! dò vamente, incumbem ao sócio Nuno Delzir Martins Manuel,
rtório nacional, bem como abrir filiais, sucursais, agên- que fica desde já nomeado gerente, bastando a sua assina­
•aSou outras f°rmas de rePresentação dentro e fora do País. tura, para obrigar validamente a sociedade.
2. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos
ARTIGO 2.°
e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais
AsUa duração é por tempo indeterminado, contando-se o
como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir lhantes.
dadata da celebração da presente escritura.
ARTIGO 7.°
ARTIGO 3.°
A Assembleia Geral será convocada por simples cartas
A sociedade tem como objecto social o comércio geral registadas, dirigidas aos sócios com pelo menos 30 (trinta)
a grosso e a retalho, prestação de serviços, hotelaria e dias de antecedência, isto quando a lei não prescreva forma­
turismo & similares, indústria, agro-pecuária, pesca, infor­ lidades especiais de comunicação. Se qualquer dos sócios
mática,, telecomunicações, publicidade, construção civil e estiver ausente da sede social, a comunicação deverá ser
obras públicas, exploração mineira e florestal, comerciali­ feita com tempo suficiente para que possa comparecer.
zação de telefones e seus- acessórios, transporte marítimo,- ARTIGO 8.°
camionagem, agente despachante e transitários, cabotagem, Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a per­
rent-a-car, compra e venda de viaturas, novas ou usadas centagem para fundos ou destinos especiais criados em
e seus acessórios, reparação de veículos automóveis, con­ Assembleia Geral, serão divididos pelos sócios na propor­
cessionária de material e peças separadas de transporte, ção das suas quotas, e em igual proporção serão suportadas
fabricação de blocos e vigotas, comercialização de combus­ as perdas se as houver. , - •
tíveis e lubrificantes, exploração de bombas de combustíveis ARTIGO 9.°
e estação de serviço, comercialização de medicamentos, A sociedade não se dissolverá por morte ou impedimento
material cirúrgico, gastável e hospitalar, produtos químicos de qualquer dos sócios, continuando a sua existência com o .
efarmacêuticos, serviços de saúde, perfumaria, plastificação sobrevivo e herdeiros ou representantes do sócio falecido ou
de documentos, venda de material de escritório e escolar, interdito, devendo estes nomear um que a todos represente,
decorações, serigrafia, padaria, geladaria, pastelaria, bou- enquanto a quota se mantiver indivisa.
lique, representações, impressões, salão de cabeleireiro, ARTIGO 10.°
,agência de viagens, relações públicas, representações Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos
comerciais e industriais, venda de gás de .cozinha, desporto demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e
erecreação, vídeo clube, discoteca, realizações de activida­ a liquidação e partilha verificar-se-ão como acordarem. Na
des culturais e desportivas, manutenção de espaços verdes, falta de acordo, e se algum deles o pretender, será o activo
segurançá de bens patrimoniais, colégio, creche, educação social licitado em globo com obrigação do pagamento do
e cultura, escola de condução, ensino, saneamento, básico, passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em
jardinagem, limpeza, desinfestação, fabricação e venda de igualdade de condições.
gelo, cyber café, electricidade, importação e exportação, ARTIGO ll.°

P°dendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do comér- A sociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de
cioou indústria em que os sócios acordem e seja permitido qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou
Por lei. providência cautelar.
ARTIGO I2.°
ARTIGO 4.°
0 capital social é de Kz: 100.000,00 (cem mil kwan- Para todas as questões emergentes do presente contrato,

integralmente realizado em dinheiro, dividido quer entre os sócios, .seus herdeiros ou representantes, quer
^«sentado por 2 (duas) quotas iguais no valor nomi-
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da
^^Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwanzas) cada uma, Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer

Jantes aos sócios Nuno Delzir Martins Manuel e outro.


ARTIGO 13.°
' ert°de Jesus Miguel Sebastião, respectivamente.
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão
ARTIGO 5.° dados em 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar
senr Cess®° de quotas a estranhos fica dependente o c
a 31 de Março imediato.
Perito da sociedade, à qual é sempre reservado o
- . ARTIGO 14.°
JWncia, deferido aos sócios se a sociedade de e na
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo­
*
fa
r uso.' sições da Lei n0 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das
. ARTIGO 6.° . nq Sociedades Comerciais, e demais legislação aplicável.
gerência e administração da sociedade, em to (15-9718-L03)
shlS
acl°s e contratos^ em juízo e fora dele, activa e
11702 —-———

leireiro, modas e confecções, botequim, serv’


S. M. F. C. — Serralharia, Limitada . .material e equipamentos hospitalar, perfum^ Saú(k
Certifico que, por escritura de 15 de Junho de 2015, ria, relojoaria, pastelaria, panificação, geladaf’ °Ur'Ves*
lavrada com início a folhas 21, do livro de notas para escri­ de frio, exploração de parques de diversão, ex^’
turas diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guiché parque-automóvel, realização de eventos culturaP de
Único da Empresa — ANIFIL, a cargo do Notário, Lúcio vos edesportivos, exploração mineira e florestal
Alberto Pires da Costa, Licenciado em Direito, perante mim, de bombas de combustíveis ou estação de serv eXpl°raçào
Domingos Catenda, I.° Ajudante do Notário, foi constituída çialização de petróleo e seus derivados,. comerciar’
ferro e aço, representações comerciais, ensino univ^°de
entre: ' .
Primeiro: — Mónica Patrícia Simão Rolinha, solteira, ensino geral e técnico-profissional, infantário, impon
maior, natural do Sambizanga, Província de Luanda, resi­ exportação, podendo dedicar-se a qualquer outro ramo^
dente habitualmente no Distrito Urbano do Rangel, Bairro comércio ou indústria em que os sócios acordem P <. • ° d°
... , ■ - - 1 e seJa per­
Nelito Soares, Rua de Gaia, Casa n.° 8, Zona 11; mitido por lei.
Segundo: — Filipe Cavimbi Sapalo, solteiro, maior, ARTIGO 4.°
natural do Cuito, Província do Bié, residente habitualmente (Capital)
em Luanda, no Distrito Urbano e Bairro da Samba, Rua da • O capital social é de Kz: 100.000,00 (cem milkwan
Cerâmica, Casa n.° 41; zas), integralmente realizado em dinheiro, dividido e
Uma sociedade comercial por quotas que se regerá nos representado por 2 (duas) quotas iguais no valor nomi­
termos constantes do documento em anexo. nal de Kz: 50.000,00 (cinquenta mil kwanzas) cada uma,
Está conforme. pertencentes aos sócios Mónica Patrícia Simão Rolinhae
Cartório Notarial do Guiché Único da Empresa—ANIFIL,
Filipe Cavimbi Sapalo, respectivamente..
em Luanda, 16 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
ARTIGOS.0
(Cessão de quotas)

A cessão de quotas a estranhos fica dependente do con­


ESTATUTOS DA SOCIEDADE sentimento da sociedade, à qual é sempre reservado o direito
S.M.EC. — SERRALHARIA, LIMITADA • de preferência, deferido aos sócios se a sociedade dele nào
ARTIGO l.° quiser fazer uso.
• (Denominação e sede)
ARTIGO 6.°
A sociedade adopta a denominação de «S.M.F.C. — (Gerência)

Serralharia, Limitada», com sede social na Província de A gerência e administração da sociedade, em todos os
Luanda, no Município de Belas, Bairro da Samba, Rua da seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passi
Cerâmica, Casa n.° 41, podendo transferj-la livremente para vamente, incumbe ao sócio Filipe Cavimbi Sapalo
qualquer outro local do território nacional, bem como abrir desde já nomeado gerente, com dispensa de cauçao,
tando a sua assinatura para obrigar validamente a socie .
filiais, sucursais, agências ou outras formas de representação
O gerente poderá delegar mesmo em pessoa estr^.n(]0
dentro e fora do País.
sociedade parte dos seus poderes de gerência, con
ARTIGO 2°
(Duração)
para o efeito o respectivo mandato. actos e
Fica vedado ao Gerente obrigar a sociedade tajs
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o contratos estranhos aos negócios sociais da socie
início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir como letras de favor, fiança, abonações ou actos sei
da data da celebração da presente escritura.
ARTIGO 7.°
ARTIGO 3.° (Assembleia) . siinp|eS
(Objecto) *
As Assembleias Gerais serão convocadas P
A sociedade tem como objecto a informática, teleco­ cartas registadas, dirigidas aos sócios com Pe^°^.presci'eVa
municações, publicidade prestação de serviço, serralharia, (30) dias de antecedência, isto quando a lei na jos
auditoria, consultoria, contabilidade, gestão de empreendi­ formalidades especiais de comunicação. Se ,^godevefa
mentos, comércio geral (a grosso e a retalho), todo o tipo sócios estiver ausente da sede social, a cornUn^ornparecef'
de indústria, construção civil e obras públicas, fiscalização ser feita com tempo suficiente para que possa c
de obras, serralharia, carpintaria, montagem de caixilharia
ARTIGO 8.°
de alumínio, promoção mobiliária, electricidade, agricul­
(Divisão dos lucros) a pef'
tura, indústria, agro-pecuária, pescas, restauração, hotelaria
Os lucros líquidos apurados, depois de. is cri^oS
turismo, agência de viagens, transportes aéreo, marítimo
centagem para fundos ou destinos especi pr°P. s
e terrestre, transporte de passageiros ou de mercadorias
Assembleia Geral, serão divididos-pelos sypoda
camionagem, transitários, despachante, rent-a-car, oficina
Ção das suas quotas, e em igual proporção se
auto, venda de material de escritório e escolar, saião de cabe-
as perdas se as houver.
fÉRlE^N'° 134 PE 14 DE JIJLHQJDE^Ois
. 11703
ARTIGO 9.°
(Dissolução) «Soshelcia (SU), Limitada», registada sob o n.° 671/15, que
Asociedade não se dissolverá por morte ou impedimento se regerá nos termos constantes do documento em anexo.
.rflquer d°s sócios’ eontmuando a sua existência com o Está conforme.
brevivo e herdeiros ou representantes dó sócio falecido ou Conservatória do Registo Comercial De Luanda, 2.a Secção
Ljito, devendo estes nomear um que a todos represente, do Guiché Único da Empresa — ANIFIL, em Luanda, 16
'Quanto a quota se mantiver indivisa. ’ de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível.
ARTIGO 10.°
(Liquidação)

Dissolvida a. sociedade por acordo dos sócios e nos


ESTATUTO DA SOCIEDADE
guiais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a SOSHELCIA (SU), LIMITADA
liquidação e partilha realizar-se-á como acordarem. Na falta
t . ARTIGO l.°
de acordo, e se algum deles o pretender, será o activo social (Denominação c sede)
licitado em bloco com obrigação do pagamento do passivo> A sociedade adopta a denominação de «Soshelcia (SU),
eadjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igual­ Limitada», com sede social na Província de Luanda, no
dade de. condi ções. Distrito Urbano do Rangel, Bairro do Marçal, Rua Senado
ARTIGO 11.° da Câmara, Casa n.° 20, podendo transferi-la livremente
(Preferência na amortização) para qualquer outro local do território nacional, bem como
Asociedade reserva-se o direito de amortizar a quota de abrir filiais, sucursais, agências ou outras formas de repre­
qualquer sócio, quando sobre ela recaia arresto, penhora ou sentação dentro e fora do País.
providência cautelar. ARTIGO 2.°
(Duração) •
ARTIGO 12.°
(Foro competente) A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se o
Para todas as questões emergentes do presente contrato, início da sua actividade, para todos os efeitos legais, a partir
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer do respectivo registo.
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o Foro da ARTIGO 3.°
Comarca de Luanda, com expressa renúncia a qualquer (Objecto) \

outro. A sociedade tem como objecto social a prestação de


ARTIGO 13.° serviços, comércio geral a grosso e a retalho, restauração,
(Balanços) hotelaria e turismo e similares, indústria, agro-pecuária,
0s anos sociais serão os civis e os balanços serão dados pesca, informática, telecomunicações, publicidade, cons­
efn 31 de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de trução civil e obras públicas, exploração mineira e florestal, •
Março imediato. comercialização de telefones e seus acessórios, reparação de
ARTIGO 14.° veículos automóveis, exploração de bombas de combustíveis
. (Omisso) e estação de serviço, perfumaria, salão de cabeleireiro, agên­
No omisso regularão as deliberações sociais, as dispo- cia de viagens, relações públicas, representações comerciais
s|Ções da Lei n.° 1/04, de 13 de Fevereiro, que é a Lei das e industriais, venda de gás de cozinha, desporto e recreação,'
Piedades Comerciais, e demais legislação aplicável. vídeo clube, discoteca, realizações de actividades culturais
(I5-97I9-L02) e desportivas, promoção de eventos, manutenção de espa­
ços verdes, segurança de bens patrimoniais, colégio, creche,
educação e cultura, escola de condução, ensino, saneamento
Soshelcia (SU), Limitada básico, jardinagem, limpeza, desinfestação, fabricação e
Sandra Augusto Sumbo de Almeida Gomes, Licenciada venda de gelo cyber café, electricidade, importação e expor-
>ito, Conservadora de 3? Classe da Conservatória do tação, podendo ainda dedicar-se a qualquer outro ramo do
'8'810 Comercial de Luanda, 2.a Secção do Guiché meo comércio ou indústria em que à sócia acorde e seja permi­
Apresa —ANIFIL. •' tido por lei.
sem al's^azer|do ao que me foi requerido em petição aP ARTIGO 4.°-
ntada sob o n.° 10, do livro-diário de 16 de Junho (Capita!)

'nte ano, a qual fioa arquivada nessa C°nservatOI_ o capital social é de Kz: 100.000,00-(cem mil kwan­
que Sónia Patrícia Simão Pereira daGarn, zas), integralmente realizado em dinheiro, representado por
rejid^ maior» natural da Maianga, Província d 1 (uma) quota no valor nominal de Kz: 100.000,00 (cem mil
C",e habitualmente em Luanda, no Distr.to do ,
kwanzas), pertencente à sócia-única Sónia Patrícia Simãò
>i. ’ Bairro Marçal’ Rua Senad0 da Camaraaen’ominada pereira da Gama.
Ulu urita sociedade unipessoal por quotas
OVARÃO
11704

ARTIGO 5.° 4 e 5 do artigo 169.° da Lei n.° i/97> foj c


(Cessão de quotas) sociedade anónima denominada, «Grupo T C?nsdtoí(ja u
A cessão da quota implica a saída da sócia cedente ou a S. A.», com sede em Luanda, no Distrito Urb^^0 do
transformação da mesma em sociedade pluripessoal. Ingombota, Rua Dr. Américo Boavida, n ° 1i^0 6 da
ARTIGO 6.° obJecto e caPital social 0 estipulado nos artip ’ leni Por
(Gerência) seu estatuto, que esta sociedade se vai ê°S e 3.%
1 pelo d
A gerência e administração da sociedade, em todos os complementar elaborado nos termos do artigo 8 0 °CUnieíllo
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passiva- do Notariado, que fica a fazer parte integrant
mente, incumbem à gerente-única, bastando a sua assinatura tura e cujo conteúdo é perfeitamente conhp 'a desta escr>
' ----------- ,d0de todos,os
outorgantes.
para obrigar validamente a sociedade.
1. Fica vedado à gerente, obrigar a sociedade em actos e Está conforme.
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais • Cartório Notarial do Guiché Único dà Empresa,
como letras de favor, fiança, abonações ou actos seme­ Luanda, 16 de Junho de 2015. — O ajudante, ilegível. '
lhantes.
2. A sócia-única poderá nomear pessoa estranha à socie­
dade para assumir às funções de gerência.
ESTATUTO DA SOCIEDADE
ARTIGO 7.° GRUPO TRIÂNGULO DO MAR, S. A.
(Decisões)

As decisões da sócia-única de natureza-igual às delibera­ CAPÍTULO I


ções da Assembleia Geral deverão ser registadas em acta por Da Firma, Tipo, Sedey Duração e Objecto Social
ele assinadas e mantidas em livro de actas. ARTIGO l.°
ARTIGO 8.° (Natureza jurídica, denominação c duração)
(Dissolução)
’ 1. A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima com
.A sociedade não se dissolverá por morte ou impedi­ a denominação «Grupo Triângulo do Mar, S. A.».
mento da sócia-única, continuando a sua existência com o 2. A sociedade durará por tempo indeterminado e com
sobrevivo e herdeiros ou representantes da sócia falecida ou início para todos os efeitos legais a partir da celebração da
interdita, devendo estes nomear um que a todos represente, escritura pública.
enquanto a quota se mantiver indivisa.
ARTIGO 2.° L
ARTIGO 9.° (Sede social)
(Liquidação)
- 1. A sociedade tem a sede na Província e ^un’C^aDr
A liquidação da sociedade far-se-á nos termos da Lei das
Luanda, no Distrito Urbano e Bairro da Ingombota,
Sociedades Comerciais.
Américo Boavida, n.° 117. sobre
ARTIGO 10.°. 2. O Conselho de Administração poderá de i er^
(Balanços)
a transferência ou deslocação da sede social den ^traS
Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
estabelecer delegações, filiais, sucursais, a^fnCl^ pajs, nos
em 3 J de Dezembro de cada ano, devendo encerrar a 31 de
formas de representação no interior e exterior
Março imediato.
termos da 1'egislação vigente.
ARTIGO II.0
(Omisso) . ARTIGO 3.°.
(Objecto) ãodestf'
No omisso regularão as deliberações sociais, as disposi­
1. A sociedade tem por objecto social a Pr^^ serviÇ°s
ções da Lei n.° 19/12, de 11 de Junho, e ainda as disposições
da Lei das Sociedades Comerciais, n.° 1/04, de 13 de viços na área de segurança patrimonial, diamantlfe
Fevereiro. de apoio de segurança às instalações petro i ’ eCtrónica’
(15-9721-L03) ras? P,ataf°rmas, portos e aeroportos, segU^n|<er, preslaÇã°
■ 'Segurança de pessoas, valores, serviços de, u defi
de serviços ao sector petrolífero, oil e BaS’ cornbustív61S’
Grupo Triângulo do Mar, S.A.
vados do petróleo, exploràção de bombas co01^
Certifico que, por escritura de, 16 de J,unho de 2015, transporte de combustíveis e logísticas,
lavrada com início a folhas 14, do livro de notas para escri­ cio gerai a grosso e a retalho, indústiia ge cort101^
turas diversas n.° 27-B, do Cartório Notarial do Guiché
geral dedicar-se a outras actividades n° ^u PartiCÍPiÇie
Único de Empresa, a cargo da Notária, Maria Isabel
e industrial, por si ou através da associaça pOr e
Femandes Tormenta dos Santos, cujo texto integral fica
em sociedades, nos termos e amplitude per
depositado nesta Conservatória nos termos dos n.os 3,
mediante deliberação da Assembleia Geral
H°I34 —DE 14 DE JULHO DE 2015
11705
, A sociedade pode participar em agrupamentos com
^tares de empresas e, bem assim, adquirir originária 2. Nos aumentos de capital por incorporação de reser­
P sObsequentemente< ^çoes ou quotas em sociedade de vas poderão, quando permitido por lei e por deliberação da
” onsabilidade limitada, que seja o objecto destas. Assembleia Gerai, ser emitidas acções preferenciais sem
voto, proporcionais às acções desta categoria já existentes, a
CAPÍTULO II distribuir exclusivamente pelos titulares destas.
Capital Social, Acções e Obrigações 3.. Quando permitido por lei as acções preferenciais sem
ARTIGO 4.° voto podem, na sua emissão, ficar sujeitos a remissão na data '
. (Capital social c constituição) ou prazo que for deliberado pela Assembleia Geral.
1,0 capital social, integralmente subscrito e realizado 4. As acções remíveis sê-io-ão pelo valor nominal ou

éde Kz: 2.000.000,00 (dois milhões de kwanzas) divi­ com o prémio que for fixado pela Assembleia Geral.

dido em 2.000 (duas mil) acções com o valor nominal de ARTIGO 8.° .
(Àcçòes próprias)
Kz-1.000,00 (mil kwanzas), cada uma.
A sociedade pode adquirir acções próprias, nas condi­
2. O capital social poderá ser elevado uma ou mais
ções e dentro dos limites
vezes, por deliberação da Assembleia Geral, obtido o pare­
autorizados por lei.
cer favorável do Conselho Fiscal, fixando aquele nos termos
ARTIGO 9.°
legais, as condições de subscrição, as categorias de acções
(Obrigações)
eos direitos de preferência na subscrição das novas acções.
1. A sociedade poderá emitir qualquer tipo de obrigações
ARTIGO 5.°
convertíveis em acções quando autorizada por delibera­
(Aumento do capital social)
ção da Assembleia Geral, sob proposta do Conselho, de
• 1. Os aumentos de capital social que de futuro se torne Administração.
necessários à equilibrada expansão e gestão das actividades 2. Por deliberação do Conselho de Administração, a
da sociedade serão deliberados em Assembleia Geral. sociedade pode emitis obrigações não convertíveis em
2. Sempre que os aumentos de capital sejam realizados acções.
por entradas em dinheiro, os accionistas terão direito de pre­ 3. As obrigações emitidas pela sociedade podem ter qual-
ferência na subscrição de novas acções, na proporção das quer modalidade de juro ou reembolso permitidos por lei.
que ao tempo possuírem, salvo se a Assembleia Geral pela
CAPÍTULO III
maioria exigida no n.° 4 do artigo 15.° do presente estatuto
Órgãos Sociais
deliberar limitar ou suprimir aquele direito, desde que o inte­
SECÇÃO I
resse social o justifique.
ARTIGO 10°
ARTIGO 6.°
(Enumeração c mandatos)
(Representação do capital)

!• Todas acções representativas do capital social, são 1. São órgãos da sociedade:


nominativas, podendo quando íegalmente admissível e nos a) Assembleia Geral;
tennosem.que o seja, ser convertidas na forma escriturai. b) Conselho de Administração;
-• As acções são registadas, obrigatoriamente, no livro c) Conselho Fiscal.
^eregisto de acções,da sociedade. ARTIGO II.0’
(Assembleia Geral)
3- Haverá títulos de 100, 500, 1000,5000, 10.000 emul-
llplos-de I0.000 acções, mas os accionistas podem a todo 1. A Assembleia Geral é constituída por todos os accio­
0 len}P° solicitar o desdobramento ou a.concentração dos nistas com direito a voto, que satisfaçam as condições
Mulos. referidas no número seguinte. •
2. Só poderão participar na Assembleia os titulares de
4- Os títulos são assinados por dois administradores,
acções averbadas em seu nome, no livro de registo de acções
as assinaturas ser por chancela, por aqueles aut
da sociedade, até quinze dias antes do dia da reunião. .
^dos.
3 Para os efeitos do disposto no número anterior, as
As despesas de conversão das acções bem como as
acções deverão manter-se registadas em nome dos accio­
dOs a°^rnen^° ou-concentração de títulos, corre por c
nistas, pelo menos, até ao encerramento da reunião da
Cc’°nistas que queiram tais actos.
Assembleia Geral,
ARTIGO 7.° 4 Os accionistas sem direito a voto e os obrigacionistas
(Categoria dc acções) não podem assistir as reuniões da Assembleia Geral.
de a ,Quando Permitido por lei e sob proposta do Conselho
5 Os membros do Conselho de Administração e do
s«ciedni'nÍStraçã0’ a Assembleia Geral pode au on < Conselho Fiscal deverão estar presentes nas reuniões da
assin.ade a emi,ir acções preferenciais sem v°°a’f a Assembleia Geral, podendo intervir nos trabalhos, apresen-
de dei aC?Ôes remíve'S. com ou sem voto definin o tar propostas, participar nos debates.
inação do respectivo dividendo prioritário.
diá*iodARrd.
11706
ARTIGO 16.°
ARTIGO 12? (Mesa da Assembleia Geral)
(Representação na Assembleia Geral)
1. A Mesa da Assembleia Geral é composta
1. Os accionistas que pretendem fazer-se representar n sidente, um Vice-presidente e por um ***
secretário p*-
Assembleias Gerais poderão fazê-lo mediante simples carta Assembleia Geral e que poderão ser accioniStas° ele'to
assinada e dirigida ao Presidente da Mesa e por este recebida
2. Os Membros da Mesa são eleitos- por
com cinco dias de antecedência em relação ao dia designado (quatro) anos sendo permitido a sua reeleição Per'°do de4
'para a reunião respectiva, contando que o representante seja
3. Os Membros da Mesa mantêm-se em efecti .
membro do Conselho de Administração, cônjuge, ascen
funções até a posse dos membros que substituirão
dente, descendente ou outro accionista com direito a voto.
ARTIGO 17?
2. Dentro do prazo fixado no número anterior pela mesma (Competência da Assembleia Geral)
forma, as pessoas colectivas devem indicar, ao Presidente da
Compete à Assembleia Geral, designadamente-
Mesa, quem as representará.
a) Eleger os membros da Mesa da Assembleia Geral
3. O Presidente da Mesa pode, contudo, admitir a par­
do Conselho de Administração e do Conselh’ ■
ticipação na assembleia dos representantes não indicados
Fiscal e designar os respectívos presidentes-
dentro do prazo fixado nos números.anteriores, quando veri­
b) Apreciar o relatório do Conselho de Adminis­
fica que isso prejudica os trabalhos da Assembleia.
tração, discutir e votar o balanço e contas, e o
ARTIGO 13?
(Voto e unidade dc voto)
parecer do Conselho Fiscal e deliberar sobre a
aplicação do resultado do exercício;
1. A cada grupo de 100 acções corresponde um voto.
2. Os accionistas que não possuam o número de acções c) Deliberar sobre quaisquer alterações dos estatutos

necessárias a terem direito a voto poderão agrupar-se de inclusive aumentos do capital social.
forma a perfazê-lo, devendo designar, por acordo, um só de ARTIGO 18?
entre eles para os representar na Assembleia Geral. (Reuniões da Assembleia Geral)

ARTIGO 14? A Assembleia Geral reúne ordinariamente até 31 de


(Convocação da Assembleia Geral) Março de cada ano e extraordinariamentç a pedido de um
1. As convocatórias para as reuniões da Assembleia dos outros órgãos sociais, ou dos accionistas que represen­
• Geral devem ser feitas com antecedência mínima de 30 dias tem pelo menos 5% (cinco por cento) do capital social.
pelas formas prescritas por lei. SECÇÃO II
2. Sem prejuízo do disposto no número anterior os titu­ Conselho dc Administração
lares de acções nominativas residentes no estrangeiro serão
ARTIGO 19?
convocados por carta registada expedida para o endereço (Natureza e composição)
que, expressamente para esse efeito, tiverem indicado à
1. A administração da sociedade é exercida por
sociedade, através de carta registada dirigida ao Presidente
Conselho de Administração, eleito pela Assembleia
da Mesa da Assembleia GeraL
constituída por um número ímpar de membros,-num m
ARTIGO 15?
de 3 e num máximo de 7 administradores dentre os acc
(Quórum e maiorias)
tás ou estranhos. . . lraCj0.
1. Em primeira data de convocação a Assembleia Geral
2. A Assembleia Geral fixará o número de acliril^a(j0 0
não pode reunir sem estarem presentes ou representados
Tes; na falta de deliberação expressa considera se
accionistas titulares de acções representativas de 50% de
capital social sejam quais forem os assuntos da ordem de número de administradores eleitos. , de
trabalhos. 3. O mandato dos administradores dèsign

2. Em segunda convocação, a Assembleia Geral pode* 4 anos sendo permitida a sua reeleição. ^er adn1*'
deliberar independentemente do número de accionistas pre­ 4. Na falta ou impedimento definitivo de
sentes óu representados e o capital por eles representado. nistrador proceder-se- á a captação de um s jo perl0<d°
3. A Assembleia Geral delibera por maioria dos votos mandato do novo administrador terminará n° fi*** ejejto.
emitidos, salvo o disposto no número seguinte. - para 0 qual 0 administrador substituído tenha s de
4. As deliberações sobre a alteração do contrato de socie­ 5. Os administradores designados estão
dade, fusão, cisão, transformação, dissolução da sociedade
prestar caução nos termos da lei. , •
ou outros assuntos para os quais a lei exige a maioria quali­
ARTIGO 20? ao)
ficada, sem especificar devem ser aprovadas por dois terços (Atribuições do Conselho dc Adm«n,s prej1^
dos votos emitidos, quer a assembleia reúna em primeira
1 - Ao Conselho de Administração compete^^ por °
quer em segunda convocação sem prejuízo do cumprimento das demais atribuições que lhe sejam atribu
de outros requisitos impostos pela legislação aplicável.
pelos presentes estatutos:
134 PE -14 DE JULH0 DE 2015
11707
a) Gerir os negócios sociais praticando todos os actos
e operações conforme o seu objecto social- ARTIGO 23.°
(Delegação de poderes c mandatários)
Nomear a direcção;
E O Conselho de Administração poderá delegar numa
c) Elaborar os documentos provisionais da actividade
comissão executiva, poderes e competências de gestão cor­
da sociedade e os correspondentes relatórios de
rente e de representação social, exercendo este órgão com
. execução; .• '
necessárias adaptações as atribuições do artigo 20.° do pre­
d) Adquirir, onerar ou alienar quaisquer bens e direi­
sente estatuto.
tos móveis ou imóveis sempre que-o entenda
2. O Conselho de Administração poderá conferir man­
conveniente para sociedade; .
datos com ou sem a faculdade de substabeleci mento mesmo
e) Decidir sobre a participação no capital.de outras
para pessoas estranhas à sociedade para o exercício dos
sociedades;
poderes ou tarefas que julgue conveniente atribuir-lhes.
j) Estabelecer a organização interna da sociedade e
ARTIGO 24.°
as normas de funcionamento interno, contratar
(Forma dc obrigar a sociedade)
empregados, fixar os seus, vencimentos, regalias
A sociedade fica obrigada:-
sociais e outras prestações pecuniárias e exercer
a) Pelo Presidente do Conselho de Administração
• o correspondente poder directivo e disciplinar;
juntamente com qualquer dos. administradores;
g) Representar a sociedade em juízo e fora dele activa
b) Pela assinatura de um só administrador e de um
e passivamente, podendo contrair obrigações,-
procurador ou pela assinatura de dois procurado­
propor e seguir pleitos, desistir ou transigir em
res dentro dos limites da procuração conferida;
processos, comprometer-se em arbítrio, assinar
c) Pela assinatura de um só administrador.agindo
termos de responsabilidade, cabendo-lhe os mais
dentro dos.poderes que lhe tenham sido conferi­
amplos poderes de gerência assim como delibe­
dos por deliberação do Conselho de Administra­
rar sobre quaisquer assuntos da sociedade que
ção consignado em acta;
nao caibam na competência de outros órgãos;
d) Pela assinatura de um procurador constituído para
h) Constituir mandatários para o exercício de actos
prática de acto certo e determinado;
determinados e delegar os poderes nos seus
e) Nos actos de mero expediente é suficiente a assi­
membros, nos termos estatuários;
natura dos membros do Conselho de Adminis­
i) Exercer as demais competências que lhe sejam atri­
tração a que tenham sido delegados poderes e
buídas pela Assembleia Geral;
competências de gestão corrente e de represen­
2. 0 Conselho de Administração estabelecerá as regras
do seu funcionamento, por regulamento, incluindo a forma tação social ou de um procurador devidamente
to suprir os impedimentos do seu presidente. autorizado para o efeito.
ARTIGO 25.°
ARTIGO 21.°
(Remunerações)
(Presidente do Conselho dc Administração)
Compete especialmente ao Presidente do Conselho de As remunerações e outras prestações ou benefícios com­
Administração: plementares, dos membros dos órgãos sociais, serão fixados
a) Representar o Conselho de Administração, por uma comissão de remunerações, constituída por accio­
Convocar e dirigir as reuniões do Conselho de nistas designados pelà Assembleia Geral.
Administração e coordenar a respectiva activi SECÇÃO ill
Conselho.Fiscal
dade;
c) Exercer o voto de qualidade. ARTIGO 26.°
(Fiscalização da sociedade)
J ARTIGO 22.°
(Reunião c deliberação) 1 A Fiscalização dos negócios sociais é exercida por um
náf' C°nSelh0 de Administração reunirá em sessão o Conselho Fiscal composto por 3 membros sendo um deles o
la Pelo menos uma vez em dois meses. presidente, ou por um Fiscal-Único no caso de ser uma pes­

• 0 Conselho de Administração reunirá extraor soa colectiva.


?CsemPre que for convocado pelo Presidente ou pela 2 Os membros do Conselho Fiscal podem ser ou não
,or,a dos seus membros. . . cpr3o accionistas.
iOm 'As deliberações do Conselho de Administraça 3 Os membros do Conselho Fiscal serão designados
adas pe|a maioria dos administradores presentes e pela Assembleia Geral por um período de 4 anos, podendo
"^deacta. ser reeleitos. A Assembleia Geral deverá designar dentre os
oS(J Eni caso de empate nas votações o presidente ou quem membros eleitos, o presidente do órgão.
st,tuir terá voto de qualidade.
diário
11708
ARTIGO 33.® -
4. Um dos membros efectivos terá de ser necessária (Remuneração, percentagem dos lucros)
mente técnico de contas ou revisor oficial de contas ou A remuneração fixa dos membfos do CotlSelho
sociedade de revisores oficial de contas. Administração poderá acrescer uma percentagem. J
. 5. O Conselho Fiscal exerce as funções que por lei lhe
do lucros da sociedade, a dehberar pela Assembleia
são acometidas. A percentagem global destmada aos administradores^
ARTIGO 27.® ' H ’ exceder 2% dos lucros líquidos de exercício.
p° ARTIGO 34.®
(Reunião)

1. O Conselho Fiscal reúne ordinariamente nos prazos (Exercício dos cargos sociais) >
estabelecidos por lei e extraordinariamente sempre que con
Os titulares dos órgãos sociais são eleitos por
vocado pelo seu presidente, pela maioria dos seus membros
de 4 anos’sendo sempre permitida a sua reeleição. '
ou pelo Conselho de Administração.
Os eleitos consideram-se empossados logo após a sua
2. As deliberações do Conselho Fiscal serão tomadas por
- em dependência de quaisquer outras formalidades,
maioria de votos e com a presença de mais metade dos mem­
e permanecerão no exercício das suas funções até a eleição
bros em exercício.
de quem deva substitui-los.
3. No caso de empate nas votações, o presidente tem
voto de qualidade. (I5-9722-L03)
4. Os membros do Conselho Fiscal, sempre que o jul­
guem conveniente, poderão assistir às reuniões do Conselho
Quinta Agropecuária Saliisseque e Filhos, Limitada
de Administração sem direito de voto.
COmCertifico
início deque, por escritura
folhas de 23
12 a foihas !3 de Ma™ a ™’
CAPÍTULO IV
Disposições Gerais e Transitórias Nntac n o ç a . ’ erso uo. Livro de

ARTIGO 28.®
' (Ano social)

O ano social coincide com o ano civil. JX” ” No'™do refaid"


ARTIGO 29.® Piimeu°. — Rufina Chiquemba Salusseque Jamba,
(Aplicação dc resultados)
casada natural do Huambo, Província do Huambo, titular
1 . Os lucros líquidos apurados em cada exercício terão a ilhete de Identidade n.° 000751897H0030, emitido
aplicação que a Assembleia Geral determinar, deduzidas as e Novembro de 2013, residente no Huambo, Bairro
percentagens que por lei tenham de dèstinar-se à constitui­
Santina;
ção ou reforço de fundos de reserva legal e de garantia. Segundo: Edvaldo Alexandre Miguel Sachocal, sol­
2. Cobertura de prejuízo de exercícios antèriores. etro, natural do Kuito, Província do Bié, titular do Bilhete
3. Gratificações a atribuir aos trabalhadores, se disso for . e Identidade n.° 005229070BE047, emitido aos 23 de
caso, segundo critério axiefinir em Assembleia Geral. oOsto de 2011, residente no Kuito, Bairro Castanheira;
4. Reintegração ou reforço de reservas não impostas por Terceiro: Alcína Isabel Leontina Miguel Sachocal»
lei ou para dividendo dos accionistas conforme for delibe­ casada, natural do Chitembo, Província do Bié, titular do
rado em Assembleia Geral. ete de Identidade n.° 003551564BE03I, emitido aos9
ARTIGO 30.° e Janeiro de 2009, residente no Kuito, Rua Padre Fidalgo;
(Litígios e foro competente) Quarto. Aurora Vissapa, solteira, natural do Kuito,
Em caso de litígios que oponham a sociedade aos accio­ rovíncia do Bié, titular do Bilhete de Identidade
nistas, seus herdeiros ou representantes, emergentes ou não • 032I7345BE038, emitido aos 9 de Junho de 2008,resl
destes estatutos, fica'estipulado, para sua resolução, o Foro
da Comarca da Sede com expressa renúncia a qualquer ente
Quinto. Bairro Câmara;
no Kuito,Ednógildo Domingos Miguel Sachocal, ,
outro. etro, natural do Kuito, Província doBié, titular do B1,hete
ARTIGO 31.® denudade n." 002972595BE039, emitido aos 8 de Fevere
(Dissolução)
e °I2, residente no Kuito, Rua Padre Fidalgo; j
A sociedade dissolve-se mediante deliberação tomada «to Alice Katalamba Justo Miguel, solteira, n
em Assembleia Geral por maioria representativa de 75% do n o nnT°’ Província do Bié, titular do Bilhete de Id^
seu capital social, observados que sejam os condicionalis­ 0°3°39576BE037, emitido aos 17 de Janeiro de -
mos legais aplicáveis.
esi ente no Kuito, Bairro Câmara; . a(1Jral
ARTIGO 32.® dn 1^™° Severino Salusseque Miguel, s0^eir^’ntid^e
(Liquidação) n 0 nn,í0’ Provínóia do Bié, titular do Bilhete de Jde
Dissolvida a sociedade, será ela liquidada em conformi­ 004844791BE042, emitido aos 24 de Agosto de '
dade com as respectivas disposições legais.
ente no Kuito, Bairro Castanheira;
séri£xn'° 134 -PE14 DEJULjl221>2015
11709
Foi constituída entre eles uma sociedade por quotas
responsabilidade hmltada> sob a denominação'«Quinta ARTIGO 6.°
clussequ® & Pdhos, Limitada», com sede social na Cidade A cessão de quota entre os sócios é livre, mas quando
feita a pessoas estranhas a sociedade, fica dependente do
Kuito, Bairro Câmara, Província do Bié.
d° Está conforme. . consentimento desta, a qual é sempre reservado o direito de
preferência, deferido aos sócios quando dele quiser fazer uso.
Cartório Notarial da Comarca do Bié, no Kuito, aos 24
Março de 2015. — O Notário, Fernando André. ARTIGO 7.°
A gerência e administração da sociedade em todos ds
seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e pas­
sivamente serão exercidas pelos sócios Rufina Chiquemba
ESTATUTO DA SOCIEDADE Salusseque Jamba, Ednogildo Domingos Miguel Sachocal,
denominada quinta Agropecuária Edvaldo Alexandre Miguel Sachocal e Alcina Isabel
Leontina Miguel Sachocal que desde —já ficam nomeados
SALUSSEQUEFE FILHOS, LIMITADA
respectivamente, gerente e subgerente; bastando quatro assi­
ARTIGO l.°
naturas para óbrigar validamente a sociedade.
A sociedade que adopta a denominação de «Quinta 1. Os sócios-gerentes poderão delegar a outro sócio ou
Agropecuária Salusseque e Filhos Limitada», com a sede pessoa estranha à sociedade parte ou todos os poderes de
social na Cidade do Kuito, no Bairro da Câmara, Província gerência, outorgando para o efeito o respectivo mandato.
doBié, podendo no entanto abrir, filiais, agências, sucursais 2. E proibido aos sócios-gerentes obrigar a sociedade em
ouqualquèr outra forma de representação em qualquer parte actos e contratos estranhos aos negócios sociais tàis como
vales, fianças, abonações ou documentos semelhantes.
do território nacional e no exterior.
ARTIGO 8.°
ARTIGO 2?
A Assembleia Geral quando a lei não prescreve forma­
A sua duração é por tempo indeterminado, contando-se
lidades especiais para a sua convocação, Serão convocados
o início para todos os efeitos legais a partir da data da sua
pela gerência por cartas registadas, dirigidas aos outros
escritura.
sócios com antecedência mínima de 15 dias.
ARTIGO 3.°
ARTIGO 9.°
0 seu objecto social o comércio geral misto, a grosso e Os lucros líquidos durante o exercício económico, depois
a retalho, agro-pecuária, hotelaria e turismo e hospedaria, de deduzida a percentagem de dez por cento para o fundo de
sistema de rega automatismo e bombagem, serviço de pesca réserva legal e social, serão divididos pelos sócios na pro­
artesanai «continental», aquicultura e psicultura, construção porção das suas quotas, bem como as perdas que houver.
civil, serralharia, indústria, frutaria, talho e peixaria, paste­ ARTIGO 10.°
laria, rent-a-car e transportes, serviço de táxi personalizado, A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição
tyber- fotocopiadora, oficina, estação de serviço e recauchu- de qualquer dos sócios, continuará com os sobrevivos ou
exercício de venda de óleos minerais, combustíveis, capazes e com ós herdeiros do sócio falecido ou interdito
■ lubrificantes e gás, farmácia animal, fitossanitários e fitofár- devendo estes nomear um que a todos represente enquanto a
quota estiver indivisa na sociedade.
"“os, prestação de serviço, salão de beleza, posto médico
ARTIGO II.0
e farmácia, serviço de educação e ensino (colégio) e creche,
Importação e exportação, podendo ainda dedicar-se a qual Os anos sociais serão os civis e os balanços serão dados
em 31 de Dezembro de cada ano, devendo estar aprovados
1"Cr °utro ramo de actividade comercial ou industrial em
e assinados até fins de Março imediato a que disser respeito. .
*1 OS sócios acordam e seja permitido por lei.
ARTIGO 12.°
ARTIGO 4° No omisso regularão as deliberações socais e as disposi­
■ . 0 capital social 'inicial é de Kz: 105.000,00 (cento e ções da Lei das Sociedades vigente emAngola.
,nc° mil kwanzas), integralmente realizado em dinheiro
, (I5-9727-L03)
/ld-do e representado pelos sócios em (7) sete quotas .
’0r nominal de Kz: 15.000,00 (quinze mil kwanzas), para
* sócio, nomeadamente: Rufina Chiquemba Salusseque Associação Sábados Ecológicos
Edvaldo Alexandre Miguel Sachocal, Alemã Isabel
Certifico que, por éscritura de 31 de Dezembro de 2014,
Dontlna Miguel Sachocal, Aurora Vissapa, n° .• com início a folhas 78 a folhas 79, do livro de notas para
Miguel Sachocal, Alice Katalamba Justo M.guel
escrituras diversas n.° 90-A, do l.° Cartório Notarial, com
CVcrino Salusseque Miguel, respectivamente. o mesmo nome, a cargo de Moisés Kassoma, Mestre em
Direito, Notário do referido Cartório, perante mim, Jerónimo
AsslC^ltal s°Çial poderá ser aumentado por dÇ' lb^os na Relógio Ngunza, Notário-Adjunto do respectivo Cartório,
PrOp blcia Gerál e o aumento será dividido pe os compareceram como outorgantes:
P°%das suas quotas ou na forma como se vieracord

11710

Primeiro: — Mateus Simão António Francisco, casado,


a) Criar estruturas de gestão adequadas e de
com a lei; _ / _ '
natural do Rangel, Luanda; < b) Criar estruturas científicas e técnicas volta^
Segundo: — Arlinda Rosa Monteiro Inglês, casada,
a promoção do estudo e a difusão da ec0|0gi^
natural do Huambo; ’ pesquisa, particularmente da estrutura e
Terceiro: — António Manuel Teixeira, casado, natural do
namento de ecossistemas, a gestão de ecossistt
Longonjo, Huambo;
Quarto: — Lemba Braga Calongo da Silva Manuel, mas em diferentes condicionalismos climàtíc^
a e das ciências ambientais;
casada, natural do Huambo;
Quito: — Nelson Pedro Nhanga, casado, natural da c) Cooperar com o Estado e com as instituições r^.
das às questões ecológicas e ambientais e à pre.
Samba, Luanda;
Os outorgantes residem habitualmente nesta Cidade do servação e promoção da natureza;
Huambo e deles verifiquei a identidade por meu conheci­ n Estabelecer relações é cooperar com organizações
mento pessoal, a qualidade e a suficiência de poderes de que e instituições cientificas e técnicas nacionais e
se arroga em face dos documentos apresentados que arquivo estrangeiras.
neste Cartório Notarial da Comarca do Huambo. ARTIGO 4.°
Foi constituída uma associação denominada «Associação (Âmbito territorial)

. Sábados Ecológicos». , A «Associação Sábado. Ecológicos» í uma insic.1,1.


Está conforme.
1. Cartório Notarial do Huambo, no Huambo, aos 6 “ond‘
de Março do ano 2015. — O Notário-Adjunto, Jerónimo tifique.
Relógio Ngunza.
ARTIGO 5.°, •
(Duração)

A «Sábados Ecológico» tem uma duração Indetermi­


ESTATUTOS DA nada, enquanto os seus fins o justificarem.
ASSOCIAÇÃO SÁBADOS ECOLÓGICOS
CAPÍTULO II.
CAPÍTULO I Dos Membros ,
Disposições Gerais
ARTIGO 6.°
ARTIGO I.0 ■ fEnquadramento dos membros)
(Denominação e sede) ''
umnúZCmnTÍ° S^03 Ecoló&^s» é constituída por
A «Associação Sábados Ecológicos», abreviadamente ros aerunad ° ,mtad°de membros> acionais eestrangei-
designada por «Sábados Ecológicos» fundada a 20 de
Março de 2014, tem a sua sede na Cidade do Huambo, Rua
de Macau. ndadores pessoas individuais ou colectivas
ARTIGO 2.°
A e tenham subscrito a proclamação da «Sába-
(Objectivos) b) Ef °S ^CO^^COS>> e aprovado o seu estatuto;
ctivos pessoas individuais que possuam for-
1. A «Associação Sábados Ecológicos» é uma institui­
t^açao científica, técnica ou experiência profis­
ção sem fins lucrativos, apartidária, de natureza ecuménica
sional preferencialmente nas áreas das ciências e
cristã, que tem como objectivos o estudo, a discussão, a
c) Je^nof°^as agro-ecológicas e ambientais;
cooperação e o desenvolvimento técnico-científico para a o ectivos-pessoas colectivas que reúnam 05
solução de problemas ecológicos e ambientais, promovendo
o aperfeiçoamento profissional, científico e técnico dos seus requisitos previstos na alínea anterior;
°norários qS indivíduos ou entidades nacio
membros e, o desenvolvimento de actividades de pesquisa. nais ou estrangeiras que se tenham notabili^
2. A «Sábado Ecológico» tem também por objectivo pela sua actividade científica, técnica ou civica
contribuir para a formação de opinião crítica sobre ques­
tões ecológicas e ambientais, bem como contribuir para a
formulação e revisão de políticas públicas'adequadas que ) Estudantes — os estudantes que frequentem
concorram para o bem-estar do indivíduo, em particular, e superiores ligados às ciências ambientais e
da comunidade e sociedade, em geral. nas ou afins (licenciatura, mestrado ou eQu
3. A «Sábados Ecológicos» tenderá a tornar-se numa ente mestrado integrado); ' cje,
Instituição de Utilidade Pública. atronos-patrocinadores ou mecenas da
ARTIGO 3.° que, sendo pessoas individuais ou c te
(Atribuições) vas, nacionais ou estrangeiras, sejam le%a
Para atingir os seus fins, a «Sábados Ecológico» deve:
qualificáveis para o efeito.
11711
ARTIGO 7.°
(Admissão)
ARTIGO 10.°
1 A admissão dos membros efectivos e colectivos é con- (Desvinculação dos membros) .

dicionada por Pedido escrito do interessado, acompanhado Os membros da «Sábados Ecoló