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“O OLHAR INVENTA O OBJETO”: JUVENTUDES, PESQUISA E

CRIAÇÃO

Slide 1 – título e apresentações e agradecimentos

Slide 2 – objetivos e enfoques da fala

Slide 3 – exemplo da juventude dos anos 1920 e o quanto se identificam ou não com essa imagem
de juventude. (TRAZER COMENTÁRIOS EXTRAS A PARTIR DO TEXTO DA KEHL) Entrada
para a noção de que a juventude é uma construção histórica e social, inscrita com as marcas dos
espaços e tempos em que vai se configurando. Diferentes culturas percebem e dão sentido de forma
diferente aos sujeitos que vivem em suas sociedades. Conceito de juventude – conceito construído
histórica e culturalmente. Nem todas as sociedades compartilham do mesmo significado em relação
aos jovens (vide o livro Os jovens na américa latina)

Indicar para a questão: como passamos disso para o prestígio recente que a juventude adquiriu?

Slide 4 –

“Sem dúvida a paisagem mudou.”


(Derrida; Roudinesco, 2004).

Isso tem a ver as transformações no estado da cultura, com as peculiaridade que cada tempo
implementa. Desde o final do século 19 para alguns autores, e com mais força a partir da década de
1950, tem se discutido o quanto vivemos sob uma nova condição, que tem sido chamada de pós-
moderna, modernidade líquida, hipermodernidade, entre outras noções. O que esse leque de
conceitos compartilha é a noção de que as formas de viver, pensar e agir tem sido deslocadas.
Outras noções vem ganhando impulso.
fecundas e produtivas transformações no estado da cultura e nas relações com os saberes que tem
sido perceptíveis a partir de meados da metade do século XX – abordando um espectro temporal
que engloba discussões do que tem sido chamado de pós-moderno (Lyotard, 1990; Harvey, 1993;
Jameson, 2004), modernidade líquida (Bauman, 2001), hipermodernidade (Lipovetsky, 2004), entre
outros.

Slide 5 - Questionamentos feitos à modernidade e ideias, noções que o pós-moderno tem priorizado.

Slide 6 – juventudes e escolarização


Slide 7 – juventudes e escolarização
Slide 8 – juventudes e escolarização
Slide 9 – o porque dessas discussões. 3 eixos de importância

Slide 10 – Gehry e trecho do documentário...

Slide 11 – outras obras do Gehry para comentar.... e discutir os processos de composição dele...

Slide 12 – outros comentários sobre Gehry e a pesquisa como uma peculiar criação

Slide 13 –
Dificuldade de se precisar o que é juventude e elasticidade do conceito de juventude
Passagem para juventudes, implicações – questão ética (ver a fala do veiga-neto...tese)
A escola como não sendo uma única instituição para a socialização dos jovens.
Marcas da escolarização na vida das pessoas...
A indignidade de falar pelos outros – Foucault
Por isso a importância de conectar a questão das juventudes e da criação, pensando-a como a
abertura....
A centralidade da questão do tempo...... e relações com o olhar

Dosar bem cada tempo de cada tópico.


1. Faça um ensaio: praticar a apresentação é talvez o ponto mais importante, com um breve
ensaio é possível identificar pontos que precisam de uma melhoria, assim como treinar a fluidez da
oratória.
2. Mas como fazer para praticar e adquirir essa fluidez natural? Sempre que você precisar fazer uma
apresentação, passe por todos os tópicos, se possível grave a apresentação com seu celular ou
outro dispositivo qualquer. Depois escute a sua apresentação. Assim ficará fácil encontrar os
pontos que precisam de melhorias.

Segundo o slide, uma apresentação de impacto é baseada em três fatores primordiais que são:
 Use slides próprios para conferências: Aqui é importante caprichar no design dos slides para
que os mesmos sejam apropriados para apresentação, e não o slide do tipo slidocumento. Aquele slide
cheio de informações e poderia ser muito bem impresso e classificado como apostila. Uma dica
interessante do material é a apresentação de detalhes simultâneos sobre o mesmo assunto, em apenas
um slide. Assim é possível desenvolver o tema e ainda convencer a audiência com comparações entre
diferentes produtos ou abordagens.
 Aponte várias evidências para os fatos apresentados: Quanto maior for o número de fontes
de informação e evidências sobre o assunto apresentado, melhores serão os seus argumentos na
apresentação. Por isso, use o máximo que você tiver.
 Apresente o conteúdo no formato de uma história: Apresentar conteúdo no formato de uma
história sempre ajuda as pessoas a contextualizar o conteúdo, e aplicar os conceitos nas suas próprias
realidades. Por isso, não será em vão pensar em uma pequena história para servir de apoio a sua
apresentação.
http://www.colaborativo.org/blog/2009/04/13/estrategia-de-design-para-slides-como-persuadir-sua-
audiencia/

http://www.outrojeito.com.br/apresentacoes/como-fazer-uma-palestra-curta-e-marcante/

Objetivo da palestra: problematizar o quanto as nossas formas de olhar repercutem nas nossas
escolhas de vida, na pesquisa e o quanto a criação é um elemento importante nesse contexto.
O que a plateia precisa saber ao final da apresentação?

Iniciar agradecendo o convite, o evento, e dizendo um pouco da minha trajetória.

Apresentar sucintamente os principais pontos da palestra e o porquê da escolha destes pontos –


explicar o título e a problemática, as questões principais

Começar contando, talvez, uma história – ver o frankestein educador


Da história puxar alguns fios (talvez 3 blocos de fala: juventudes, criação e pesquisa)

Juventude para juventudes


Modos de vida, projetos de vida, história da juventude, trazer alguns aspectos históricos

Juventude não apenas como algo faixa etária, mas um modo de ser, de encarar a vida. Debates a
respeito disso
, questões intergeracionais
Estudar o skliar palestra, o julio groppa aquino, etc

Relações com a questão da criação e as transformações no estado da cultura. Juventudes como um


estado
Um modo de olhar? E é aí que começa a entrar a primeira parte do título dessa palestra: o “olhar
inventa o objeto”
Que objeto é este? Que olhar é este? Será um olhar físico? Ou o nosso modos de olhar, aquilo que
nos contitui, nos singulariza um pouco e faz olhar para a vida, seus processos, objetos e sujeitos? Se
sim, também poderíamos dizer que o olhar produz os sujeitos, inventa os problemas do mundo

“Mas representa o momento do início da juventude, um momento cujo núcleo central é constituído
de mudanças do corpo, dos afetos, das referências sociais e relacionais. Um momento no qual se
vive de forma mais intensa um conjunto de transformações que vão estar presentes, de algum modo,
ao longo da vida” artigo do dayrell: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n24/n24a04.pdf

Charlot (2000) lembra ainda que a essência originária do indivíduo humano não está dentro dele
mesmo, mas sim fora, em uma posição excêntrica, no
mundo das relações sociais. Trata-se da outra face da
condição humana a ser desenvolvida: a sua natureza
social. Dizer que a essência humana é antes de tudo
social é o mesmo que afirmar que o homem se constitui na relação com o outro.
Ao mesmo tempo, a alteridade, vista nessa perspectiva, mostra que o ser humano se coloca no
limite
entre a natureza e a cultura: a dimensão biológica e a
social influenciam-se mutuamente na produção humana. A possibilidade de o ser humano se
constituir
como tal depende tanto do seu desenvolvimento biológico, em especial do sistema nervoso, quanto
da
qualidade das trocas que se dão entre os homens no
meio no qual se insere.

JUVENTUDES E AS RELAÇÕES COM O ESPAÇO SOCIAL

A sociedade, bem como a escola, a universidade... como espaço social, em que contribuímos para a
produção dos jovens.
Por isso, professores: que espaços de criação possibilitamos e abrimos?
Aos jovens: como pensar nesses espaços?

Quais ganhos de pensar nisso?

Há uma discussão que acho muito bonita, singular mesmo, num filófoco como Foucault. Mais para
o final da sua obra ele começou a se inquietar e questionar sobre as possibilidades efetivas de fazer
da vida uma obra de arte.
Como exemplo, a citação seguinte:

Obra de arte...fazer da vida uma obra de arte.

Quais as possibilidades disso?

...trazer imagens da arte, como a da tese do saballa por exemplo...


Ver obras da adriana varejão, bem como do bispo do rosário...

Rede de significação, do macchi

...
Etmologia da palavra pesquisa;
Investigação, carregar uma pergunta, alimentá-la, desenvolvê-la e dar sentido às nossas práticas...

Usar citação do Henri myller

Viajar, musica, dança, cinema, teatro, etc, o que as artes anexam em nós. O quanto podem contribuir
para transformar o nosso jeito de ser, o nosso olhar. O olhar que inventa os objetos de nossas
pesquisas.
Trecho de janela da alma

A questão da criação e o frank Gehry

Como compreendo o conceito de criação??

Imagem da tecelã que tece a si mesma...

Bispo do rosário e os bordados

Juventudes e a indignidade de falar pelos outros (Foucault)


Produção da ciência – subjetividades, produção de si, não só ser falado, mas falar
Legisladores e intérpretes (bauman)

Pesquisa e criação – ver citação do deleuze no artigo da loponte, mais rosa montero em a louca da
casa
-criação, eixo das instituições – esmaecimento das fronteiras disciplinares,

Imagens da ciência pela fisionomia

Renato janine ribeiro e as artes, a vida


Arte da vida, bauman

Trechos do frank Gehry e a questão da criação

Diário de classe?

Escrevo para perguntar se vocês tem um tempo para me ajudar numa tarefa difícil   ;)

Estou preparando uma apresentação para amanhã e estou solicitando a colaboração de algumas pessoas
(caso tenham tempo e interesse em pensar no assunto, caso não, entenderei completamente, sem
problemas!)   
;)

Caso concordem, podem gravar um vídeo (ou um texto) respondendo e pensando a partir das questões
abaixo?
- o que, para vocês, é ser jovem hoje em dia? (e para a Zezé também: que transformações você vê entre as
formas de viver e pensar dos jovens de hoje e dos de antigamente?)
- para vocês a escola e as demais instituições educativas levam em consideração (ou não) as características
próprias das juventudes que circulam e vivem em seus espaços? Ou, pensando em instituições que tenham
passado, levavam isso em consideração? O que podem pensar e dizer a este respeito?
ZEZÉ.( RESPOSTA)
Vivi, faz tempo em penso nas diversidades de grupos de jovens que existem em nossa sociedade. Digo isto
partindo do grupos de jovens que o meu filho esta inserido voltado para a leitura, cinema, e politicamente
pensando em nossas problemas socais e econômicos , ai penso até onde o meio que estão inseridos
influência este pensar e a estrutura familiar , ali presente?

O penso nos meus alunos jovens , que a desigualdade social e econômica é tão grande e a falta de uma
estrutura familiar, que ao falar de um projeto de vida , parece estar tão longe, porque o meio que estão
inseridos, não exemplificam que é possível fazer diferente, então tem o dilema o conflito no que nos falamos
e as referências que eles tem, parece que jogam contra, vejo também a forte baixo auto estima nestes
jovem. Mas ao mesmo tempo tenho receio de estar trabalhando com o determinismo. Logicamente que aqui
ressalto que encontramos raros jovens preocupado com o futuro e sonhando, e ai vamos ver quem é este
jovens, são jovens que tem uma estrutura familiar ali como base, ai me pergunto também , projeto de vida
anda junto com o que o meio proporciona? São tantas perguntas sem respostas ainda.

Para vocês, quais são os principais desafios dos jovens de hoje? Vocês pensam sobre isso?

ZEZÉ ( RESPOSTA)
O que percebo também na periferia , é trabalhar com estes jovens a questão do capital cultura e o capital
financeiro, ou seja, da importância do conhecimento , porque parece que educação, conhecimento sem
retorno financeiro não é valido, o exemplo que tenho é : meu pai é pedreiro e ganha “2 mil real”, e ai vamos
nos trabalhar que é melhor ganhar 2 mil reais, com uma profissão que não requer esforço braçal e sim
exercício intelectual.

Quanto ao meu filho, o dialogo é mais tranqüilo, já que ele tem exemplo que estudar vale a pena, que
conhecimento é importante, que traz para nós outro olhar para o mundo.

- qual o papel e a importância dos amigos para os jovens? ...e outras questões que queiram levantar...

O papel dos amigos para os jovens, está no apoio que o grupo pode dar um ao outro, perspectiva de vida,
percebo isto no Santiago, que o grupo que ele freqüenta se afina com ele, em questões políticas, sociais,
leituras, ..etc.

Pensem se em algum momento da escolarização de vocês houve alguma discussão a respeito das histórias
sobre as juventudes, suas marcas, construções históricas... 
:)

RESPOSTA / ZEZÉ
Na minha juventude, eu nem sabia quem era, o que estava fazendo, nem pensava no futuro, mas se certa
maneira sempre gostei de estudar, de ler, mas não tinha projeto de vida , não tinha sonhos, somente passei
a ter este olhar para o futuro bem mais tarde na minha vida adulta, onde conheci pessoas que estavam já
faculdade e discutiam assunto que eu não sabia, ai comecei a ler os primeiros passos (livrinho) , alias na
sexta-feira passada levei meus livrinhos todo amarelo para meus alunos , conhecerem porque estávamos
estudando sobre Marx e ai disse , estes livros são para as pessoas totalmente e leigas no assunto, é isto
mesmo os primeiros passos o “aba”, bem eles ficaram encantados com os livros , com as paginas amarelas ,
e ai relatei como comprei estes livros e em qual momento.

O Santiago , Como sabe foi criado neste meio de leitura, de universidade então a construção de
conhecimento dele, é diferente, ele cresceu me vendo estudar, ir atrás e viu o quanto vale a pena , ter
conhecimento .

VIVI QUERIDA NÃO SEI SE VAI AJUDAR, PORQUE FOI NA CORRIDA, MAS PENSO MUITO NA QUESTÃO DA
ETICA DO PROFESSOR COM OS JOVEM DA PERIFERIA, PORQUE DIGO A ELES QUE TEM QUE COBRAR DO
PROFESSOR UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, NAO PODEM ACEITAR QUALQUER COISA, PORQUE DIGO A
ELES QUE EM CASA OS PAIS QUASE OU NUNCA ACOMPANHAM A SUA EDUCAÇÃO, QUE PRATICAMENTE
ELES SÃO REFÉM DE NOS PROFISSIONAIS.

DESCULPA SE NAO RESPONDI COMO QUERIA, BJS

“O OLHAR INVENTA O OBJETO”: JUVENTUDES, PESQUISA E


CRIAÇÃO

3 eixos intercalados:

Juventudes
5 slides
Pesquisa
5 slides

Criação
5 slides

Citação da Lispector sobre vida, eu te invento... ou reinvento...


Pesquisa e criação: rediscutindo a localização dos jovens nesse processo

Os jovens na pesquisa: a criação como eixo da educação

Pesquisa e criação: interfaces entre os jovens e as ressignificações das ciências

“Criar é preciso”: interfaces entre pesquisa, juventude e uma vida-artista

Pesquisa e criação: pistas para pensar nas articulações entre

Pesquisa e educação: a criação como eixo

Juventudes, pesquisa e criação:

Temporalidades e espacialidades juvenis: as suas repercussões na pesquisa e criação

Pesquisa e criação: temporalidades e espacialidades juvenis em destaque

A pesquisa nas artes da existência: criação de modos singularidades de olhar e pensar

“O olhar inventa o objeto”: juventudes, pesquisa e criação

“Criar é preciso”: juventudes e pesquisa

“O olhar inventa o objeto”: pesquisa e criação

http://www.milpalestras.com.br/noticia.php?codigo=111
dicas para palestras