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SÉRIE EM QUEDA 02 – A BEIRA DO PERIGO

Disponibilização: Mimi
Revisão Inicial: Angéllica
Revisão Final: Mimi
Gênero: Homo / Contemporâneo
Max está fascinado pelo bonito, mas teimoso Arjen, que o quer tanto, mas nega

isto tão fortemente. Vai levar uma grande campanha para obter Arjen em sua cama, mas

Max sabe que vai valer a pena cada segundo. O único perigo é que, uma vez lá, Max

nunca poderá querer que ele saísse.

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COMENTÁRIOS DA REVISÃO

ANGÉLLICA

Isto está ficando cada vez melhor. Tudo bem, Max nem teve tanto esforço assim

em seduzir Arjen. Até porque ele resolveu ceder aos desejos e fantasias. Max não podia

deixar isto passar, não é mesmo?

Estou amando a série e a forma como o autor está desenvolvendo a história.

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Como qualquer caçador, Max sabia que, por vezes, a melhor tática era esperar. Às

vezes, por mais que ele perseguisse pessoas, mais fugiram. Era melhor quando elas se

aproximaram dele por sua livre vontade. E Max foi muito ansiosamente antecipando o dia

que Arjen viria a ele.

Então Max esperou. Os dias arrastaram por entorpecente em sua rotina

habitual. Trabalho. Casa. Trabalho. Casa. Noite após noite, passou em uma cama fria. Sempre

pensando no momento que Arjen finalmente quebraria. Max tinha planejado sua fantasia até

ao mais ínfimo por menor ‒ no conhecimento desesperado que Arjen seria dele, como Arjen

iria implorar para que ele, finalmente, o levasse. Ele sonhava com isso de braços cruzados no

trabalho, nos intervalos entre os clientes; planejava obsessivamente no silêncio de seu

apartamento.

Arjen viria em breve. A qualquer minuto.

Arjen nunca veio.

No final, Max voltou para o bar onde eles se conheceram. Brilhava escuro após as

chuvas; as janelas piscaram com cores vivas. Quando ele abriu a porta fumaça, enrolou em

torno dele.

Max caminhou dentro como antes, como se fosse dono do lugar, como se nada tivesse

mudado. Mas, conforme a multidão subiu em torno dele e da música caiu sobre ele em uma

onda, nada disso funcionou mais. Sua raiva crepitava dentro dele; deu de ombros fora de

chegar às mãos, ignorado pessoas tentando falar com ele. Bateu com a tequila pensando que

poderia ajudar o seu humor, mas isso não aconteceu.

Ele poderia pegar alguém. Fodê-los e esquecê-los, obter Arjen fora de seu sistema. Mas

o simples fato era que não queria. Ele ansiava por Arjen com apenas uma obsessão. Arjen era

de enlouquecer. Esquivo. E não estava aqui.

Max olhou para o copo vazio na barra, e se perguntou o que este sentimento de vazio

era. Por que parecia haver uma lacuna dentro dele.

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E ainda assim Arjen nunca veio.

Max bebeu e esperou, bebeu e esperou, atormentando-se com o pensamento de Arjen

aparecendo. Ele estava no meio de uma fantasia detalhada do que ia fazer com Arjen,

inclusive ensinando-o a vir, ele foi muito bem dito, quando o bartender o chutou para fora na

hora de fechar.

Fora a chuva caía de novo, de forma constante, sem parar. Ele velava o milhão de

luzes da cidade lá embaixo. Max fervia, quente e chiando, querendo alguém para levá-lo

fora. À procura de uma luta, à procura de uma foda. Mas não havia nenhum ponto. Porque

Arjen não estava aqui.

Ele caminhou para casa e seu apartamento vazio.

Em casa, cavou uma garrafa meio vazia de uísque. Estava começando a lhe ocorrer

que Arjen realmente não estava vindo. Em tudo. Tinha sido uma semana desde que eles se

separaram. Uma semana desde que ele tinha deslizado esse pedaço de papel com o seu

endereço e número de telefone no bolso de trás de Arjen. Ele podia jurar que Arjen não faria

24 horas sem chamar. Ele tinha estado errado.

Arjen não estava vindo. Fim da história.

A raiva queimando lenta acendeu dentro dele. Sua mandíbula apertou, o punho

apertando na garrafa. Ele não estava deixando Arjen fugir e sair dele sem dizer uma palavra.

Ele ia atrás na caça.

Quando Max estava sóbrio na manhã seguinte, seu dia de folga, ele percebeu que não

tinha ideia de onde Arjen vivia. Na verdade, tudo o que ele sabia era que Arjen era um

advogado estagiário. Felizmente Max não era tão estúpido como gostava de fingir, então

apenas pesquisou o nome completo de Arjen e imediatamente teve um acerto de seu

escritório de advocacia. Max olhou para o endereço da empresa e foi lá.

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Era um dia frio. Uma ou duas folhas vermelhas navegaram para baixo a partir de uma

linha de carvalhos, para espanar um bloco de escritórios brilhando. Max esperou no café do

outro lado da rua, bebendo um café caro, com um nome fantasia. Seu mundo tinha estreitado

para baixo na condução, precisava ver Arjen novamente. Isto enfureceu que além de Arjen,

ninguém o havia rejeitado. E a falta de explicação foi deixando-o louco. Ele estava à espera

durante toda à tarde, mantendo-se quente com fantasias, até que a porta se abriu e Arjen

saiu.

A visão dele fez Max tomar um fôlego, uma súbita onda de calor o inundou. Arjen

olhou atentamente profissional em seu terno, de cabelos escuros e olhos escuros frescos e

intocáveis. Ninguém saberia ao olhar para ele há uma semana, que ele esteve de joelhos indo

para baixo em Max.

O punho de Max apertou na frágil copo e teve que colocá-lo para baixo com um

esforço antes que quebrasse. Ele queria bater Arjen para baixo nesta mesa frágil e transar com

ele. Mas tinha que manter a calma. Este era um lugar público.

Ele arrastou Arjen em direção ao seu carro. Enquanto Arjen passava, um grupo de

homens na rua virou-se para vê-lo. Eles mostraram o mesmo interesse repentino que Max

deve ter feito, na primeira vez que pôs os olhos em Arjen.

A raiva de Max expulsou novamente. Max respirou fundo várias vezes e estrangulou a

vontade de intervir agora, assustá-los e recapturar Arjen para si mesmo. Ele podia foder

Arjen contra a parede, provar a todos com cada impulso que o possuía. Essa necessidade

pulsava quente em seu sangue, suas mãos enrolando em punhos, seus jeans de repente muito

apertados.

Quando Arjen atingiu seu carro Max aproveitou a oportunidade. Ele caminhou em

direção a Arjen, pegou de um punhado de sua camisa e empurrou-o contra a parede. Arjen

congelou, com as mãos acima para afastar Max. "Max?"

"Eu." Max rosnou, e empurrou-o mais duro. "Onde você esteve?"

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Os olhos de Arjen estreitaram. Ele tentou torcer livre; Max cingiu sua mão com mais

força na camisa de Arjen. "Solte-me."

"Nem fodidamente provável. Você deveria vir a mim."

"Eu não queria." Disse Arjen, visando cada palavra deliberadamente. "Enfrente-o,

Max. Eu simplesmente não estou em você."

"Isso é uma fodida mentira!" Max bateu contra a parede de novo, então sufocou sua

fúria, antes que ficasse fora de controle. "Você é um covarde, Arjen. Você me quer tão

mal. Está desesperado para que eu te foda. Você provavelmente pensa em mim quando se

masturba." Arjen começou a falar, então seu rosto se inundou de cor, deixando Max saber

que ele marcou um ponto. "Você está muito malditamente com medo de admitir isso. Acha

que se continuar fingindo que é hetero, as pessoas vão realmente acreditar em você. Você vai

ser capaz de continuar a viver a mesma mentira para sempre. E ninguém nunca vai ver o

verdadeiro você. Como eu faço." Max sacudiu. "Admita. Você me quer."

"Eu não." Arjen estava tenso em defensiva.

"Você sabe o que? Eu acho que foi o que aconteceu da última vez que o

levei. Descendo em mim. Gostando. Acho que você não pode enfrentar o pensamento de que

goze chupando o pau de outro homem. É a porra da verdade, Arjen, o homem sobre

ele. Você gosta de pau. Especificamente, o meu."

"Isso não é..."

"Oh, pelo amor de Cristo." Max rosnou, e beijou-o.

Esse único beijo acendeu um calor que queimava por ele até as pontas dos dedos. Foi

tão intenso que suas mãos agarraram na camisa de Arjen, conforme ele capturou sua boca

com uma fome feroz. Arjen engasgou contra ele; Max podia sentir seu peito engatar contra o

dele. Max derrotou-o contra a parede, querendo que sentisse o quão duro Max estava, para

saber exatamente o que fez com ele. Arjen fez um pequeno som de desespero e se agarrou a

Max para arrastá-lo mais de perto, sua boca abriu, com os braços sinuosos ao redor do

pescoço de Max, enquanto ele esticou-se para pressionar com mais força. Max não poderia

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obter o suficiente dele; sentiu que estava morrendo e Arjen era o ar. Ele nunca se cansaria

disso.

Max quebrou o beijo. Recuou. Quase cambaleou. Ele sentiu-se abalado até suas

fundações. Era injusto e inexplicável que Arjen fez isso com ele; não conseguia entender por

que ansiava Arjen com cada fibra do seu ser.

Arjen recostou-se na parede, apertando-o para o equilíbrio. Ele estava respirando em

suspiros rápidos.

"Diga-me novamente..." Disse Max com uma voz desigual. "...que você não me quer."

Arjen não podia falar. Ele estava olhando para Max, com os olhos muito escuros, a

imagem da tentação.

Max apontou para ele e fez um pedido. "Você vai me ligar. E quando estiver pronto,

vai me pedir para transar com você."

No dia seguinte, Arjen o chamou em casa depois do trabalho.

"Hey." Arjen soou trêmulo. Provavelmente nervoso.

Este foi um desenvolvimento fascinante. Arjen nunca tinha chamado antes; ele nunca

tinha feito o primeiro movimento. E estava fazendo isso apenas um dia depois que Max lhe

bateu na parede mais próxima e beijou-o sem sentido. Talvez ele gostasse de áspero.

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Droga. Max estava ficando tão duro como deveria ser. "Olá." Max ronronou. Deve ser

novo e assustador para ele chamar, e Max destinava-se a recompensá-lo completamente. "O

que posso fazer por você?"

"Eu estava pensando." Disse Arjen, e engoliu. "Talvez possamos ficar juntos."

Ele fez soar tão inocente. Como se estivessem conseguindo café ou algo assim. "Sim,

nós devemos."

"Ótimo." Arjen parecia aliviado.

Ele estava ficando fora de forma muito facilmente aqui. Ele só pediu para encontrar-se,

por isso, o que quer que Max faça com ele, ainda que mal quisesse, poderia dizer a si mesmo

que era tudo culpa de Max. "Deveríamos nos encontrar em sua casa." Max manteve sua voz

baixa, persuasiva. "No trabalho de Cate, certo? Dessa forma, ninguém vai nos

incomodar. Ninguém vai ver. Você gostaria disto, não? Estar sozinho comigo." O pequeno

percalço na respiração de Arjen disse a Max tudo o que precisava saber. "Imagine-o. Vá em

frente. Estou à sua porta. E quando estou bem na sua frente... O que acontece a seguir?"

"Eu não sei." A pequena voz.

"Nada acontece? Eu não estou indo para nada. O que eu faço?"

"Você..." Arjen estava começando a parecer um pouco irregular. Max passou a mão em

seu jeans e acariciou a si mesmo, ficando confortável, curtindo essa fantasia. "Você me beija."

Bonito. Arjen gostou claramente quando Max o beijou. "E, em seguida..."

"Você... Você me faz ajoelhar."

Isso levantou as sobrancelhas de Max. Max não tinha pensado que ele iria admitir e

fantasiar sobre isso. "Então você está de joelhos." Max murmurou. "Pequeno. Desamparado.

Eu estou elevando-me sobre você. E eu...?"

"Você o coloca na minha boca."

"Meu pau. Diga-o."

"Seu pênis. Na minha boca." Arjen estava ofegante, provavelmente se masturbando.

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"Eu coloquei meu pau em sua boca. Eu faço você me chupar. E vou fazê-lo me

engolir. Até a última gota. Você gosta disso? Você goza?"

"Sim." Foi apenas um sussurro.

Uau. Max tinha razão sobre o dinheiro quando sugeriu que Arjen tinha realmente

gostado de chupá-lo. Não é de admirar que Arjen estivesse tão assustado. "Bom." Max

elogiou. "Isso é bom. Eu vou para aí. Continue a tocar-se. Eu quero que esteja pronto para

mim."

Armado com o endereço de Arjen, demorou apenas dez minutos para passar por

cima. Ele levou o carro fervendo em antecipação, pensando em tudo o que poderia ser capaz

de seduzir Arjen. Ele tinha a intenção de deixar Arjen completamente em êxtase e fora de sua

mente.

Pareceu-lhe quando puxou acima, um bairro de cartão postal que Arjen vivia. Todas

as casas brilhavam com pintura branca fresca, os gramados cortados. Do outro lado da rua

havia um pequeno parque onde crianças brincavam ao sol. Ninguém tinha ideia do que ele

estava aqui para fazer com Arjen.

Quando bateu na porta, Arjen respondeu imediatamente, corou, como se ele estivesse

esperando em xeque. Max o pegou pela camisa e arrastou-o para um beijo; Arjen congelou

contra ele, fazendo um protesto simbólico em que estar sendo beijado em público em sua

própria porta, um protesto que Max foi muito feliz em expulsar de sua mente. Max brincou

com o lábio inferior e um arranhão suave de seus dentes, e Arjen derreteu-se com um

gemido.

Max beijou até Arjen ser pressionado apertado contra ele, disposto em seus braços. Em

seguida, passou a mão para baixo da curva de sua coluna até pegar em copo sua

bunda. Arjen parecia gostar disto, esfregando-se contra ele, então Max apertou e acariciou o

seu traseiro, tanto quanto gostava, apreciando o músculo firme sob a palma da mão. Ele ia

foder este homem muito em breve.

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"Sentindo-se melhor?" Max murmurou para ele. Amava quão ansioso Arjen estava por

ele, pressionando nele, sua respiração irregular. Isso fez Max sentir um pouco melhor sobre o

quanto queria esse homem.

Arjen olhou para baixo, cílios escuros escovando as bochechas coradas. "Por favor."

"Por favor, o quê?" Ele apertou um pouco mais duro.

"Deixe-me..." Arjen foi apenas meio coerente de ser tão completamente

beijado. "Deixe-me prová-lo."

Max sorriu. Ele ia apreciar isto.

Ele empurrou Arjen de volta para a casa e entrou. Corredor pintado em cores neutras,

tapete em um tom neutro. O espelho no extremo oposto brilhou com luz refletida. Quando

ele chutou a porta atrás de si no salão esmaecido; pressionou Arjen deliberadamente. "Tire a

roupa."

Os olhos de Arjen estavam arregalados e escuros. "Eu não..."

Max arrancou sua camisa, empurrou-o contra a parede e prendeu-o lá com seu

corpo. Arjen estava tão quente que era escaldante, tremendo debaixo dele, absolutamente

irresistível. Max alcançou entre eles para abrir a fivela do cinto, se atrapalhando com as

calças, empurrando tudo para baixo; a visão das coxas pálidas que ele queria tanto retirar

aguçou sua necessidade de uma vantagem insuportável. Seu pênis latejava em sua calça jeans

apertada.

Arjen ofegava em seus braços. "Max, eu não sei, não acho que..."

Max agarrou pelos braços, apreciando o músculo lá. "Você está seguro, docinho. Eu

não vou fazer nada que não queira. Mas enquanto eu estou aqui, vou explodir sua fodida

mente." Ele se inclinou e aterrou-se contra ele, fazendo-o sentir cada centímetro de seu pênis,

que ainda estava preso em seus jeans. Respirações aceleradas de Arjen traíram sua excitação.

Max levantou-o contra a parede com facilidade casual, ignorando o seu grito, deslizou

entre suas pernas para se pressionar intimamente contra ele. "Max." Disse Arjen, um protesto

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tímido, mas do jeito que o estava segurando, Max suspeitava que gostasse de ter Max entre

as pernas.

Max descobriu o pulso acelerado com a boca, lambeu-o, mordeu. "Eu quero te foder

tão duro, que você não poderá andar por uma semana."

Arjen engasgou enquanto Max mordeu com mais força, e inclinou a cabeça longe para

oferecer sua garganta. Max virou o rosto em sua garganta tentadora e rosnou enquanto

lutava para se controlar. Seria tão fácil simplesmente levá-lo agora. "Onde está o seu quarto?"

Ele estava no topo da escada. Max arrastou-o de lá no tropeço. Arjen tinha uma cama

de casal macia abaixo de uma janela inclinada, um caminho brilhante ao edredom, Max

atirou-o para baixo com uma onda de triunfo. Max abriu a si mesmo; que chamou a atenção

de Arjen tão rápido, que deu a Max um arrepio quente. "Mostre-me o quanto você quer me

provar." Max ajoelhou-se sobre ele, fazendo-se maior, acariciando-se na frente dos olhos de

Arjen. "A não ser é claro que você queira que eu te foda."

Por uma fração de segundos Arjen hesitou, Max pensou por um momento

emocionante que Arjen queria ser fodido tão mal, que ele ia pedir por isto. Então Arjen fez

um som desesperado doce e caiu sobre ele.

Foi tão gostoso. Arjen engoliu diretamente para baixo tão profundo como poderia levá-

lo, mergulhando-o no calor de sua boca. Os dedos de Arjen apertaram em torno da base,

apertando ritmicamente. Mmm. Max adorava ter Arjen tão na intenção de agradá-lo. Arjen

deve ter estado fantasiando sobre isso durante toda a semana; era uma delícia. E seria ainda

melhor quando Max o fizesse perder totalmente o controle.

"Abra suas pernas."

Arjen endureceu, tentando levantar a cabeça, antes de Max empurrá-lo de volta para

baixo. "Relaxe. Eu só vou jogar com você. Abra as pernas para mim."

Tremendo, Arjen abriu as pernas.

Max estava preparado por isso. Ele alisou os dedos com lubrificante, desfrutando das

contrações de Arjen, enquanto se perguntava o que diabos Max ia fazer com ele, então

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passou um dedo pelo seu buraco e o fez arquear-se com um grito abafado. Max apertou a

mão livre em seu cabelo para incitá-lo de recuar no pau de Max. Max brincou com ele

novamente com o dedo e sentiu-o estremecer, quente e necessitado.

Desta vez, Max o violou com deliberada dor e lentidão. Arjen fez tais sons fantásticos

em sua garganta, abrindo-se mais amplo para o dedo. Max empurrou-o profundamente no

aperto forte de seu corpo, saboreando a sensação dele. O pensamento de ser o primeiro

homem a fazer isso com ele fez Max feroz, fê-lo com ciúmes. Ele queria ser o único, bem

como o primeiro.

Outro dedo. Arjen contorcia freneticamente. Ele não conseguia o suficiente disto; Max

gostava de atormentá-lo.

"Deixe-me mostrar-lhe algo novo." Max murmurou, e entortou seus dedos dentro dele.

A primeira vez que pressionou esse ponto doce, Arjen malditamente quase gozou no

ponto. Ele pulou, só o pênis de Max em sua boca sufocando seu grito, e apertou

deliciosamente em torno dos dedos empalados. Max levantou a cabeça o suficiente para lhe

perguntar: "E se eu quisesse para..."

"Por favor." Arjen implorou, estendido e indefeso. "Por favor, Max, agora, foda-me

agora!"

Max levou um momento para desfrutar deste doce triunfo, Arjen implorando-lhe,

finalmente, em seguida, sussurrou-lhe: "Eu vou te foder quando estiver bem e pronto." E

empurrou a cabeça atrás para baixo.

Arjen ainda estava apertado docemente. Max não iria deixá-lo relaxar, tocando-o

impiedosamente, provocando tremor quente após tremor quente fora dele. Arjen estremeceu

e tremeu e, finalmente, arqueou-se em um clímax violento, apertando para baixo em seus

dedos. Foi um momento poderoso que um flash feroz de calor rasgou Max e Max gozou duro

em sua boca, agarrando seu cabelo.

Depois disso, ele manteve Arjen em seu colo, enquanto ambos se acalmaram. Arjen

ofegava, atordoado, os dedos de Max ainda em seu cabelo enquanto prenderam a

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respiração. Finalmente Arjen se agitou sob sua mão. "Será que eu..." Ele não conseguia tirar

os olhos de pênis de Max. "Eu fiz alguma coisa errada?"

"O quê?" Max riu. "Claro que não. Você foi fantástico."

"Quero dizer..." Arjen acariciou seu pênis, o que provocou um pulso quente da

luxúria. Felizmente para ele Max estava atualmente exausto demais para tirá-lo de toda

ferida novamente. "Você me... Você fez me fez implorar. E você não me fodeu."

"Eu te disse." Max passou a mão para cima e para baixo do braço nu. "Quando eu

estivesse pronto."

"Quando você vai estar pronto?"

Quão adorável. Arjen realmente queria Max para transar com ele. "Quando você for

para o meu lugar."

"Por que não?" Isso foi definitivamente lamentoso. Por que não aqui, ele quis dizer. Por

que não agora.

"Porque é o meu território. Não o seu." Max passou os dedos pelo cabelo; Arjen

murmurou, acalmou. "Então, quando você vier a mim, chega a se render. Você se coloca em

minhas mãos. Você confiará em mim completamente."

Arjen nada disse, mordendo o lábio, com poucos sinais de incerteza.

"Você vai gostar, docinho. Acredite em mim. Você não tinha certeza se gostaria de

chupar pau e olha o quanto desce sobre isto."

Arjen mudou nas cobertas quentes. "Será que vai doer?"

"Doer?" Max levou um momento para pensar sobre isso. Seus parceiros nunca

reclamaram, mas ele não achava que já tinha dormido com um virgem antes.

"Você é... Muito grande."

Bem, isso era lisonjeiro. Max manteve acariciando seus cabelos, trazendo-o para baixo

de sua alta. "Não tenha medo. Pode doer se for áspero com você, mas eu sei que nunca foi

fodido antes. Eu vou levá-lo agradável e pronto para mim. Bom e liso. Você vai me levar

facilmente. Assim como levou meus dedos. Você gostou disso, não é?"

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"Sim." Arjen virou o rosto na coxa de Max.

"Eu pensei que você gostaria." Max se inclinou para sussurrar em seu ouvido. "Tudo

que você tem a fazer é vir para mim. Eu vou cuidar bem de você." Ele desembaraçou-se

suavemente de seu brilhante e quente Arjen.

A mão de Arjen meio que levantou a partir das cobertas da cama como se para detê-lo,

em seguida, caiu para trás, dedos enrolados no vazio na palma da mão.

Toda vez era mais doloroso ir embora.

Arjen não poderia mesmo esperar até o anoitecer. Ele apareceu na porta de Max

apenas horas mais tarde, mordendo o lábio e inquietação, um metro e oitenta de mal

suprimido delicioso desespero. A luz do sol morrendo filtrava em torno dele, o halo dele em

ouro avermelhado, correndo seus dedos por seu cabelo escuro.

Quando Max abriu a porta, não disse nada, apenas sorriu. Arjen era um vermelho

brilhante e desviou o olhar.

"Diga." Max ronronou, já duro. Ele queria tanto isso que o assustou. Nunca perseguiu

ninguém assim antes; sempre queria fodê-los ou se afastou muito antes de agora. Arjen era...

Max não queria pensar nele como especial, porque era perigoso. Diferente. Isso era

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tudo. Max tinha sonhado com isso desde o dia em que se conheceram, e agora Max

finalmente, finalmente, iria transar com ele.

Arjen disse ‘eu quero’, sua voz falhou e não podia dizer isso: não poderia pedir a Max

para transar com ele. Ele fechou os olhos com força e conseguiu um estrangulado: "Faça o

que quiser comigo."

Ele era tão irresistível que o queixo de Max fodidamente apertou enquanto lutava para

se controlar. Max teve que engolir para manter seu nível de voz. "Venha dentro." Max se

mexeu apenas uma polegada, fazendo Arjen jogar passando. Ele não tinha medo do que

Arjen poderia pensar de sua baixa renda, com suas cortinas esfarrapadas, suas janelas

gradeadas, porque Arjen só tinha olhos para ele. Arjen ergueu o rosto em sua espera; Max

empurrou a porta atrás de si e beijou-o, deixando Arjen agarrá-lo para se firmar. "Bem

feito. Você está sendo muito bom. Agora tire."

Ele não tinha realmente percebido o quão assustado Arjen foi até que começou a

desabotoar sua camisa e suas mãos tremiam. Pobre Arjen. Ele estava realmente em

pânico. Max tomou o queixo com os dedos, forçando Arjen a olhá-lo. "Você pode relaxar,

querido. Está seguro comigo. Eu vou cuidar de você."

"Promete?" Mãos incertas em punho nas bordas de sua camisa.

"Prometo.” Max acariciou sua bochecha com o polegar. "Eu vou dar um passo de cada

vez. Vou fazer isso bom para você. Apenas confie em mim."

"Ok." Arjen disse em uma corrida, e voltou para seus botões. Ele escorregou fora da

calça jeans e roupas íntimas, bem como, e, finalmente, ficou nu na frente de Max, tremendo e

duro. Max circulou-o lentamente, olhando-o de cima a baixo, segurando para baixo o desejo

feroz de marcar cada centímetro de seu corpo como seu.

Ele era perfeito. Max não podia esperar para tê-lo; o pensamento era mais quente do

que fogo.

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"Eu sei que você já fantasiou sobre isso." Disse Max, em voz baixa, movendo-se atrás

dele para fazer sua espinha arrepiar. "Mais e mais. Enquanto você estava se masturbando. O

que pensa?" Ele passou a mão para baixo, na curva da espinha de Arjen.

Arjen inclinou-se impotente em seu toque. "Max..."

"Quando eu peguei você, onde foi? No piso? Contra a parede? Sobre a mesa, eu

aposto. Você gostaria disto, não é? Estar sob mim."

"Em todos os lugares." Arjen resmungou. "Eu pensei em você em todos os lugares."

Arjen foi tão apertado, que até mesmo Max estava prestes a

explodir. "Cama. Agora." Ele empurrou Arjen em seu quarto e foi atrás dele. Essa bunda

gloriosa rebitada aos olhos de Max, fazendo-o insuportavelmente duro, construindo

antecipação a cada pulso de calor. Ele não podia sequer pensar em bater sua

necessidade. Teve que arrastar seus olhos longe.

Deu-lhe uma emoção ver Arjen hesitar em frente a sua mal iluminada cama. Talvez

vendo a cama, dirigindo-se a sua casa, para Arjen era realmente isso: o momento em que ele

temia, queria, fantasiava. Ele ia espalhar suas pernas para Max. Bem aqui.

Quando Max fechou a porta atrás deles, deliberadamente alto, Arjen se encolheu.

"Vá para cama." Disse Max.

Arjen afundou na cama, olhando Max e depois se distanciando. Apenas vê-lo ali era

intenso. Max queria tirar uma foto e guardar esse momento para sempre, finalmente

recebendo o seu prêmio em sua cama.

Quando Max retirou sua camisa, Arjen admirava gratificado. Vindo a pensar sobre

isso, esta deve ser a primeira vez que Arjen o tinha visto se despir ‒ mal tinha

descompactado antes que Arjen estivesse tão ansioso para saboreá-lo. "Como você vê?" Max

colocou seu tempo na academia; ele tinha um corpo magro e musculoso que valia a pena se

exibir.

"Posso... Posso ajudar?"

"Mal posso esperar para começar ter suas mãos em mim, você pode. Venha até aqui."

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Arjen estendeu a mão para desfazer seu cinto com as mãos trêmulos, aninhou o plano

de seu estômago enquanto trabalhava. Max deslizou os dedos em seus cabelos; Arjen se

atrapalhou em sua calça aberta, empurrou-as para baixo e caiu sobre ele com um som

desesperado. Esse primeiro deslizar da boca de Arjen trouxe Max direto para a borda com

um suspiro. Foi tão intenso que ameaçou derrubar Max cedo.

"Chega." Max rosnou, arrastando-o fora antes de Max se perder. "Deite-se. Abra as

pernas."

"Agora?" Arjen chiou.

Max se elevou sobre ele deliberadamente, extirpando-se de sua última peça de

roupa. "Agora."

Arjen tentou desviar o olhar, mas seus olhos não paravam de correr atrás até que,

finalmente, ele fechou os olhos com força e desceu nas cobertas. Quanto mais tempo Max

arrastou a espera, mais ele tentou se esconder nas cobertas. Ele fez uma imagem irresistível,

um convite aberto. Ele estava tão vulnerável que era doloroso, quando Max se acomodou

pesado entre essas pernas abertas, Arjen se encolheu, e isso fez Max ser ferozmente sobre a

proteção dele. Mantê-lo por conta própria.

Max derrotou-o nas cobertas, o prendeu sob o seu peso. "Você gosta disso?"

"Por favor." Arjen disse com a voz embargada, e Max teve de segurar seu quadril e

mover com força contra ele.

Respire. Max cerrou os dentes e tem-se sob controle. Este não era apenas uma transa

rápida; ele precisava ser gentil com um presente, se ele queria voltar. Então suave.

Ele baixou a cabeça e roubou um beijo. Ele tornou lento, de modo que Arjen acalmou,

abrandando sob suas mãos. "Você é meu." Max sussurrou contra sua boca. "Você está seguro

comigo." Ele beijou o seu caminho até o corpo deliciosamente tenso e levou seu pênis em sua

boca, quando ele começou a provocá-lo com a ponta do dedo. Arjen estremeceu debaixo dele,

seu corpo atenuando e o relaxando por turnos. "Você quer o meu dedo?" Max abrandou para

perguntar-lhe.

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"Sim." Arjen parecia sem fôlego.

Max escorregou-lhe o dedo e Arjen jogou a cabeça para trás com um gemido,

agarrando as cobertas. Foi tão fodidamente bom, que Max estava perigosamente perto de gozar

apenas de obter um dedo nele. Ele teve Arjen agradável e escorregadio, mexendo em seu

dedo. "Pensa que você pode tomar outro?" Max deu um beijo contra sua coxa interna quente.

"Mmm."

Um segundo dedo. Arjen se contraiu, seu corpo apertando-se, com as mãos em punho

nas cobertas. Max mordeu sua coxa para distraí-lo. Um terceiro dedo. Arjen apertou-se com

um suspiro, cercando os dedos de Max tão difícil. "Respire, docinho. Você pode levar isso. É

apenas um pouco mais do que antes." Max persuadiu-o através desse momento cerrados,

calmante e acariciando, até Arjen relaxar debaixo dele com um gemido impotente.

Isso era o que ele queria, Arjen liso e aberto para ele. Max deslizou os dedos para fora,

em seguida, dentro. Fora, em seguida. Arjen agarrou nas cobertas. "Bom?" Max verificou com

ele, e Arjen apenas estremeceu.

Quando ele esfregou esse ponto doce dentro dele, Arjen começou a mendigar, a

contestação dos sons derramando-se dele. "Max, por favor, me leve, eu preciso, eu preciso..."

"Espere até que você esteja pronto." Max jogado com ele um pouco mais, pressionando

apenas o direito de fazer sua voz subir um degrau.

"Max! Por Favor!"

Foi absolutamente irresistível ter Arjen espalhado debaixo dele implorando por

mais. Ninguém podia dizer que não. Max mudou em cima dele, esfregando-se contra ele, até

que foram pressionados deliciosamente apertados e juntos, até que teria de mudar apenas

uma fração de deslizar dentro dele. O pensamento o fez gemer em voz alta e sua voz foi

áspera e faminta. "Você está pronto para mim agora, não é? Todo escorregadio e

necessitado. Apenas relaxe. Eu vou fazer isto agradável e fácil." Max capturou seus pulsos

acima da cabeça, prendendo-o com todo o seu peso, seu músculo completo, e, finalmente,

graças a Deus, estava na hora.

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Ele voltou para casa com um impulso feroz.

Foi o melhor momento único da vida de Max.

Depois de tanta espera, tantas fantasias, quando ele finalmente empurrou dentro do

aperto doce do corpo de Arjen, a onda de triunfo quase o varreu diretamente sobre a

borda. Os olhos de Arjen apertaram e ele arqueou-se com um grito doce. "Max!" Sua voz

falhou maravilhosamente e Max cedeu à vontade de morder sua garganta quando deslizou

mais profundo.

Tão quente. Tão liso. Tão apertado. Apertando deliciosamente em torno da

invasão. Max empurrou-o para dentro das cobertas e prendeu-o mais forte, puxando o

gemido mais ínfimo. Arjen estremeceu debaixo dele, sua respiração rápida e superficial, com

os olhos ainda fechados; seu desespero era inebriante.

Max não conseguiu recuperar o fôlego, mal podia sair palavras. Estava tão profundo

nele, apertou tão apertado. "Tudo bem?"

Arjen foi claramente além da fala. Além de tudo. Max começou a balançar com ele

constantemente, arrastando mais desses pequenos sons doces fora dele. A pura perfeição

deste momento fez Max possessivo; queria mantê-lo assim para sempre, cobri-lo com o seu

corpo e protegê-lo do mundo. Max baixou a cabeça para morder essa garganta vulnerável

novamente, desfrutando do suspiro sufocado de Arjen, o gosto de sal de sua pele, o pulso

frenético sob sua boca. "Bom?"

"Oh." Arjen puxou contra seu aperto.

"É claro que é bom." Max rosnou em seu ouvido, voz baixa, quente e áspera, as

palavras fugindo dele, porque ele não podia pensar mais. "Você gosta de ser pressionado.

Recheado. Cheio." Ele poderia ter ficado aqui para sempre, apenas apoiado sobre seu corpo,

dirigindo nele com golpes implacáveis lentas, mas queria sentir Arjen gozar debaixo

dele. Max agarrou a mão em seu cabelo e começou a bater-lhe mais duro, forçando sons

desesperados fora dele, prendendo-o quente e indefeso sob ele. "Você é meu, me pertence,

você..."

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Arjen estrangulou fora um grito quando gozou. Seu corpo se apertou com força em

torno da deliciosa invasão de Max. E Max terminou nele com uma onda de triunfo puro, cada

impulso bombeando profundo em seu corpo, afirmando-o como seu próprio.

Vitória. Experimentado o sal na pele de Arjen, soou como seus suspiros sentiram como

o bater de seu pulso e o tremor de seu corpo.

Depois Arjen tremia sob ele. Ao vê-lo tão completamente indefeso fez uma estranha

sensação de calor inundar Max, algo como protecionismo. Arjen era menor, isso era tudo,

não páreo para o tamanho e a força de Max. Ele deve estar muito abalado. Por isso, foi tudo

bem querer abrigá-lo.

Max deslizou um pouco mais na cama, enrolando em torno dele, segurando Arjen

firmemente contra ele. Arjen não resistiu. "Não." Max sussurrou contra sua bochecha. "Eu

tenho você. Você está seguro."

O silêncio reinou por um longo tempo. Arjen escondeu o rosto em seu ombro, e Max

deixou-o, apenas acariciando seu cabelo. Finalmente Arjen se aconchegou mais na curva de

seu corpo. Era bom tê-lo tão quente, tão confiante. Tão perto.

"Como foi isso? Bom?" Max prendeu a respiração.

"Mm." O sorriso de felicidade de Arjen, disse a Max exatamente o quão bom isto tinha

sido. Sucesso.

"Você fez bem. Muito bem." Max acariciou seu ombro nu, a nuca, a borda de sua

mandíbula. Max se inclinou para roubar um beijo dele. Se ele jogasse suas cartas direito,

talvez ele pudesse manter isto. Só por um pouco de tempo. "Como você está se

sentindo?" Max quis saber.

"Feliz." Arjen apenas continuou sorrindo.

Max se sentiu extremamente presunçoso. O beijou de novo, preguiçosamente.

“Cansado?"

"Esgotado." Arjen esticou deliciosamente contra ele.

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Max deslizou a mão para cima sua da parte interna da coxa; Arjen prendeu a

respiração. "Pensa que você pode gozar comigo outra vez esta noite, docinho?" Enfiou-lhe

um dedo; Arjen apertou ao redor dele com um gemido. "Porque eu vou querer você de

novo... E de novo... E de novo."

Descobriu-se que com muita persuasão, Max poderia torcer outro clímax perturbador

fora dele. Max pensou que poderia ser ainda mais doce do que o último, não só por causa do

esforço tremendo do corpo de Arjen debaixo dele, Arjen fechando os dedos nos lençóis, mas

por causa do delicioso som que Arjen fez quando apertou forte e gozou, algo como um

soluço.

No arrebol ofegante doce, Max deixou-o descansar enquanto podia. Ele era dócil nos

braços de Max, claramente exausto demais para mexer um centímetro. Max deu um beijo no

topo de sua cabeça. Ele queria dizer a Arjen novamente o quão bom tinha sido, tão obediente,

o quanto Max gostava dele, mas as palavras empilharam e sufocaram. Havia muito a dizer.

Ele mudou de posição contra o corpo quente de Arjen, fazendo-se confortável, e Arjen

sussurrou com voz de sono áspero. "Não vá."

Max congelou. Sua garganta apertada com uma súbita onda de algum sentimento sem

nome, inexplicável. Ele estava começando a perceber que estava a beira do perigo; havia um

longo caminho a cair.

Ele nunca tinha tido alguém vindo a sua casa. Ele havia sido expulso de casa em uma

idade jovem; tinha fodido muitas pessoas, mas nunca quis mantê-los por perto. Assim, não

conseguia entender este aperto na garganta, que não podia engolir a distância. Este desejo

que fez o ombro nu de Arjen derramar, tentando acalmá-lo para dormir. E por um momento

proibido, ele se atreveu a perguntar o que seria se Arjen fosse dele.

Ele envolveu-se apertado em torno de Arjen, cedendo a todo desejo possessivo e

ciúmes. Somente esta noite, ele poderia deixar-se acreditar que Arjen lhe pertencia.

FIM

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Próximos livros da Série:

# 1-PERDA DE CONTROLE

# 2-A BEIRA DO PERIGO

# 3-MEDO DE CAIR

# 4-HORA DA VERDADE

# 5-SALTO DE FÉ

# 6-LUZ DA AURORA

# 7-PROFUNDIDADE DO SENTIMENTO

# 8-PROVA DE POSSE

# 9-BATALHA DE VONTADES

# 10-DIA DE DESCANSO

# 11-TESTE DE FÉ

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