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A MOS TRA

AMOSTRA DE TODAS AS MATÉRIAS


E COMBOS
C on cur s e ir o F or a da C a ixa | H en r iq ue d e L ar a Mor a is
Amostra de Todas as Matérias e Combos
Concursei ro F ora d a Cai xa | Henrique de Lara Mor ai s

Sumário
Combos .......................................................................................................................................................................................................................... 2

Português ...................................................................................................................................................................................................................... 4

Direito Constitucional ............................................................................................................................................................................................... 6

Direito Administrativo .............................................................................................................................................................................................. 8

Direito Penal.............................................................................................................................................................................................................. 10

Direito Processual Penal ......................................................................................................................................................................................... 11

Legislação Penal Extravagante ............................................................................................................................................................................. 12

Direito Civil ............................................................................................................................................................................................................... 13

Direito Processual Civil .......................................................................................................................................................................................... 15

Matemática................................................................................................................................................................................................................ 17

Raciocínio Lógico ..................................................................................................................................................................................................... 18

Estatística .................................................................................................................................................................................................................. 19

Matemática Financeira ........................................................................................................................................................................................... 20

Administração Geral ............................................................................................................................................................................................... 21

Direito Tributário .................................................................................................................................................................................................... 22

Impostos Estaduais (Legislação comum a todos os Estados) ....................................................................................................................... 24

Contabilidade Geral, Avançada e de Custos ...................................................................................................................................................... 26

Auditoria .................................................................................................................................................................................................................... 30

Direito Empresarial ................................................................................................................................................................................................. 32

Arquivologia ............................................................................................................................................................................................................. 33

Direito da Pessoa com Deficiência ....................................................................................................................................................................... 34

Administração de Recursos Materiais ................................................................................................................................................................ 35

Informática ............................................................................................................................................................................................................... 37

Administração Financeira e Orçamentária (AFO) ........................................................................................................................................... 38

Macroeconomia ........................................................................................................................................................................................................ 40

Microeconomia......................................................................................................................................................................................................... 42

Finanças Públicas .................................................................................................................................................................................................... 43

Glossário de Siglas ................................................................................................................................................................................................... 44

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COMBOS

Pessoal, antes de mostrar-lhes as amostras de cada matéria individualmente, gostaria dizer que eu preparei, especialmente
para vocês, alguns COMBOS para as várias áreas de concurso. Se você estuda para alguma delas, VALE MUITO A PENA dar
uma olhada, já que o preço sai BEM MAIS EM CONTA.

COMBO PARA QUEM? MATÉRIAS


1. Contabilidade Geral 15. Estatística e Matemática
2. Contabilidade Avançada 16. Matemática Financeira
3. Contabilidade de Custos 17. Raciocínio Lógico
Se você estuda para
4. Direito Tributário 18. Arquivologia
qualquer área, ou ainda
5. Direito Constitucional 19. Informática
não tem uma área de
6. Direito Administrativo 20. Tecnologia da Informação
preferência, esse combo
7. Adm. Financeira e Orçamentária 21. Português
abrange mais de 25
8. Auditoria Independente 22. Macroeconomia
disciplinas sendo uma
9. Direito Civil 23. Microeconomia
ótima ferramenta para
10. Direito Penal 24. Finanças Públicas
encarar praticamente
11. Direito Empresarial 25. Processual Penal
qualquer prova!
12. Impostos Estaduais 26. Direito da Pessoa c/ Def.
13. Administração Geral 27. Processual Civil
14. Adm. de Recursos Materiais 28. Leg. Penal Extravagante

1. Contabilidade Geral 12. Impostos Estaduais


2. Contabilidade Avançada 13. Estatística e Matemática
Excelente combo para 3. Contabilidade de Custos 14. Matemática Financeira
quem se aventura nos 4. Direito Tributário 15. Raciocínio Lógico
fiscos, seja municipal 5. Direito Constitucional 16. Informática
(ISS), estadual (ICMS) ou 6. Direito Administrativo 17. Tecnologia da Informação
federal (Receita Federal). 7. Adm. Financeira e Orçamentária 18. Português
PS: foi o que usei na minha 8. Auditoria Independente 19. Macroeconomia
aprovação no ICMS-SC. 9. Direito Civil 20. Microeconomia
10. Direito Penal 21. Finanças Públicas
11. Direito Empresarial

1. Direito Constitucional 9. Arquivologia


2. Direito Administrativo 10. Informática
Cargos de perito, escrivão,
3. Direito Penal 11. Tecnologia da Informação
soldado, agente adm.,
4. Administração Geral 12. Português
investigador, etc. da PF,
5. Adm. de Recursos Materiais 13. Processual Penal
PRF, PM, Polícia Civil, e
6. Estatística e Matemática 14. Leg. Penal Extravagante
Guardas Municipais.
7. Raciocínio Lógico
8. Matemática Financeira

Cargos como técnico e 1. Direito Constitucional 10. Estatística e Matemática


analista relacionados à 2. Direito Administrativo 11. Matemática Financeira
área judiciária: Tribunais, 3. Direito Civil 12. Informática
Defensorias (DPU e DPEs), 4. Direito Penal 13. Tecnologia da Informação
Ministério Público (MPU e 5. Arquivologia 14. Português
MPEs) e Procuradorias 6. Administração Geral 15. Processual Penal
(AGU, PGE e PGMs). 7. Adm. de Recursos Materiais 16. Direito da Pessoa c/ Def.
8. Adm. Financeira e Orçamentária 17. Processual Civil
PS: foi o que usei nas minhas
9. Raciocínio Lógico 18. Direito Tributário
aprovações no TRF-1.

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COMBO PARA QUEM? MATÉRIAS

1. Contabilidade Geral 9. Matemática Financeira


2. Contabilidade Avançada 10. Raciocínio Lógico
Muito útil para quem
3. Contabilidade de Custos 11. Informática
estuda para os tribunais
4. Direito Constitucional 12. Tecnologia da Informação
de contas (TCU, TCEs e
5. Direito Administrativo 13. Português
TCMs) bem como
6. Adm. Financeira e Orçamentária 14. Macroeconomia
controladorias (CGU,
7. Auditoria Independente 15. Microeconomia
CGEs e CGMs).
8. Administração Geral 16. Finanças Públicas
Estatística e Matemática

Vale para QUALQUER 1. Direito Tributário 8. Processual Penal


área. Perfeito para quem 2. Direito Constitucional 9. Processual Civil
tem certa dificuldade com 3. Direito Administrativo 10. Leg. Penal Extravagante
os principais “direitos”. 4. Direito Civil
Ah, é indicado também 5. Direito Penal
para quem fará o Exame de 6. Direito Empresarial
Ordem (OAB) 7. Direito da Pessoa c/ Def.

1. Direito Constitucional 8. Matemática


Ideal para quem estuda 2. Direito Administrativo 9. Matemática Financeira
para qualquer concurso 3. Arquivologia 10. Informática
da área administrativa, 4. Administração Geral 11. Português
especialmente para 5. Adm. Recursos Materiais
Anvisa, Anac, Aneel, INSS, 6. Adm. Financeira e Orçamentária
entre outras! 7. Estatística

Português, Direito 1. Direito Constitucional


Constitucional, Direito 2. Direito Administrativo
Administrativo e matérias 3. Estatística
de Exatas são cobradas em 4. Matemática
qualquer prova, seja ela 5. Matemática Financeira
para a área de educação, 6. Informática
saúde, serviços sociais 7. Português
entre várias outras!

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PORTUGUÊS

EXEMPLO – US O D A V Í R GU LA

Separar ADJUNTOS ADVERBIAIS. Via de regra os adjuntos adverbiais estão no final da oração, portanto, utilizamos
a vírgula quando estão deslocados, antecipados ou intercalados. Exemplos:
1 a) Viajei para o Amapá semana passada (ordem normal). A vírgula poderia ser inserida antes
do adjunto, mas é facultativa. Seu
b) Semana passada, viajei para o Amapá (deslocado para o início).
uso teria a intenção de dar ênfase.
c) Viajei, semana passada, para o Amapá (adjunto intercalado).

Separar o VOCATIVO (aquilo que serve para chamar o interlocutor). Ele pode estar no início, no meio ou ao final da
frase. Exemplos:
2 a) Henrique, que dia é a prova?

b) Olá, professor.
c) Traga logo, meu filho, o livro que você me prometeu.

Utilizada para ENUMERAÇÃO de termos (“elementos coordenados de uma série enumerativa”). Exemplos:
3 a) O Sudeste é composto pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
b) A Xuxa gosta de pera, uva, maçã, salada mista.

Separar o APOSTO (termo que se junta a outro para explicá-lo ou especificá-lo melhor). Exemplos:
a) Pedro, amigo de João, passou no concurso.
4
b) Alexandre, presidente do clube, fez a premiação
Obs: o aposto também pode ser isolado por dois pontos. Ex: “Tocaram duas músicas: um samba e um forró.”

Separar ORAÇÕES INTERCALADAS / INTERFERENTES. Exemplos:


5 a) Aguardamos ansiosos, disseram os alunos, pela entrega dos resultados.

b) Festejaram, gritando pela cidade, a vitória.

Separar EXPRESSÕES explicativas, retificativas e palavras de situação. NÃO confundir com o caso acima, pois
aqui não há verbo, portanto NÃO são orações! Exemplos:
6 a) Afinal, quem vigia os vigilantes?

b) Foi, aliás, condenado à morte.

Gosto de me alimentar bem, isto é, comer frutas e verduras.

Separar ORAÇÕES ADJETIVAS EXPLICATIVAS (são aquelas que exercem a função sintática de adjetivo,
geralmente introduzidas por que, quem, qual, quanto, onde, cujo, etc.).
a) O rapaz, cujo nome esqueci, foi nomeado ontem.

b) A cidade, onde nasci, comemorou 100 anos.


Ao separar com vírgulas temos uma oração
adjetiva explicativa. Dessa forma
A omissão1 da vírgula altera o SENTIDO da frase.
QUALQUER concurseiro que se dedicar, será
7
• O concurseiro, que se dedica, será aprovado aprovado. Por outro lado, sem as vírgulas,
• O concurseiro que se dedica será aprovado estamos diante de uma oração adjetiva
restritiva. Assim SOMENTE o concurseiro
que se dedicou será aprovado
1
Há casos que a retirada da vírgula não é possível, pois não faria sentido restringir. Por exemplo: “Einstein,
que era um gênio da física, morreu aos 76 anos”. Bom, até onde eu sei, o único Einstein gênio da física é o das
fotos com a língua para fora, rsrrs.

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Marcar a OMISSÃO DE PALAVRAS. Existem dois casos com nome estranho: zeugma e elipse.
Zeugma: é a omissão de um termo já mencionado expressamente (vírgula vicária). Exemplo:
a) Eu dirijo um fusca; ele, uma Ferrari – veja que a vírgula retoma o verbo dirigir.
8 b) Em casa eu leio jornais; ela, revistas de moda – veja que a vírgula retoma o verbo ler.

Elipse: é a omissão de um termo NÃO mencionado expressamente (sim, você tem que “adivinhar” pelo contexto).

a) Na sala, apenas quatro ou cinco convidados – veja que o verbo haver (“há”) foi omitido
b) A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos – veja que o termo “se” foi omitido

Separar OBEJTO DIRETO PLEONÁSTICO (aquele que se repete). Exemplos:


9 a) A mim, não me cabe intervir

b) Os insensíveis, por que não os ignorar?

Isolar CONJUNÇÃO COORDENATIVA na ordem indireta (normalmente elas estão no início).

a) É um sujeito muito simples, todavia, cheio de vaidades.


10 b) É, porém, imperiosa sua análise.

c) Ele estudou, entretanto, não logrou êxito.


Atenção! A conjunção “mas” é a ÚNICA que NÃO PODE ficar separada entre vírgulas.

Separar ORAÇÕES COORDENADAS (sindéticas – com conjunção e assindéticas – sem conjunção).

a) Chegou, sentou, começou a discursar – veja que são 3 orações independentes entre si – assindética
b) Não dormi, pois estava preocupado - são 2 orações independentes ligadas pela conjunção “pois” – sindética

1. Polissíndeto (repetição): “Ela chorava, e chorava, e chorava”.

2. Remover ambiguidade: “João vendeu a casa, e o carro deixou para depois”


Obrigatória
11
 Veja que se removermos a vírgula o sentido muda, dando a entender que
João vendeu tanto a casa quanto o carro.
1. Antes de “etc.”: “Gosto de vôlei, basquete, futebol, e etc.”
Vírgula
Facultativa 2. Separar orações aditivas c/ sujeitos distintos: “Ela nada, e ele rema”.
antes do “e”
3. Separar orações c/ relação adversativa (=“mas”): “Sofri, e superei”.

Desaconselhada 1. Separar orações com mesmos sujeitos: “Fui ao hospital e realizei exames”.

Dica! SEMPRE que houver termos isolados pode duas vírgulas há a possibilidade se se substitui por dois parênteses
“(......)” ou dois travessões “– ....... –“

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DIREITO CONSTITUCIONAL

EXEMPLO – PROC ES S O LEGI S LATI V O (LEIS E MED I D A PROV I SÓRI A)

• O processo legislativo, em si, NÃO é cláusula pétrea;

• Lei Complementar disporá sobre elaboração, redação, alteração e consolidação das leis – LC 95 / 1998

• Processo legislativo compreende: EC, LC, LO, MPV, Leis Delegadas, Decretos Legislativos e Resoluções.
• Não convalidação das nulidades: sanção NÃO convalidada vício de iniciativa, tampouco de emenda;
• Princípio da Simetria: as regras básicas DEVEM ser seguidas pelos demais entes;

• Art. 47. Salvo disposição constitucional em contrário, as deliberações de cada Casa e de suas Comissões serão tomadas por
MAIORIA dos votos, presente a maioria ABSOLUTA de seus membros (=Maioria Simples)

MED I D A PROV I SÓRI A (MPV )

Efeito Imediato: SUSPENDE a legislação pretérita.


Competência: Presidente da República (INDELEGÁVEL) → Governador e Prefeito se previsto na CE / LOM

Art. 62. Em caso de RELEVÂNCIA e URGÊNCIA, o PR poderá adotar MPV, com força de LO, devendo submetê-las de
IMEDIATO ao CN

VEDADA a edição de MP sobre - Limitações MATERIAIS

 Reservada a LC
 Nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos e direito eleitoral – Pegadinha! Falar direitos individuais
 Direito Penal, PROCESSUAL penal e civil – Pegadinha! Direito Civil PODE
 Organização do JUD / MP, carreira e garantia de seus membros
 Que vise a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro
 Disciplinada em PL aprovado pelo CN e PENDENTE de sanção ou veto.
 PPA, LDO, LOA, CAE e CAS, exceto CA Extraordinário (abertura PODE ser via MPV)

MP x IMPOSTOS instituição ou majoração de IMPOSTOS, EXCETO II, IE, IPI, IOF e IEG, só produzirá efeitos no exercício

financeiro seguinte SE houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada.

FLUXOGRAMA S I MPLI FI C A DO D O PROC ES S O LEGI S LATI VO D A MP V

▪ Vigência: 60 dias prorrogáveis por mais 60 dias – combinando-se RICN + CF, prazo MÁX = 145 dias;

▪ Início da contagem: PUBLICAÇÃO da MPV;

▪ Suspensão da contagem: durante períodos de RECESSO legislativo;


1 ▪ Regime de urgência: MPV começa a sobrestar (“tranca pauta”) sobre as demais após 45 dias;

Perda de vigência (prazo / rejeição): CN edita Decreto Legislativo, em 60 dias, regulando as relações jurídicas
nascidas da MPV; não editado o DL, as relações CONSERVAR-SE-ÃO por ela [MPV] regidas.

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OBS ERV AÇ ÕES

• A deliberação de cada uma das Casas sobre o MÉRITO das MPVs dependerá de JUÍZO PRÉVIO sobre o atendimento de seus
pressupostos constitucionais (RELEVÂNCIA e URGÊNCIA).

• VEDADA a reedição, na mesma SL, de MPV rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo, ou seja,
irrepetibilidade ABSOLUTA;

• PR NÃO pode retirar a MPV tramitando, PORÉM poderá editar nova MPV revogando a anterior.

FLUXOGRAMA S I MPLI FI C A DO D O PROC ES S O LEGI S LATI VO D AS LEI S

1 Votações em turnos ÚNICOS; LO (Maioria Simples) e LC (Maioria Absoluta).

2 Avaliação feita em ATÉ 10 dias – não há “ping-pong”.

Presidente tem 15 dias para avaliar – uma vez “estourado” o prazo, o silêncio importará em SANÇÃO TÁCITA (ITEM 6).
3
Veto parcial: só abrange texto INTEGRAL – Doutrina: dias ÚTEIS
4 Uma vez vetado o motivo do veto é enviado ao Presidente do SENADO em ATÉ 48h.
Análise do veto: sessão CONJUNTA, em ATÉ 30 dias do recebimento (não avaliado, tranca pauta). Derrubada do veto:
5
Maioria ABSOLUTA dos Deputados (257) e Senadores (41), em votação ABERTA.
Caso o veto seja derrubado OU silêncio do PR, o PL voltará ao PR p/ promulgação e publicação. Caso o PR não promulgue
6
em 48h, o Presidente SF o fará, e se este não o fizer em 48h, incumbirá ao Vice-Presidente SF.
Irrepetibilidade: matéria de PL rejeitado só poderá ser objeto de novo PL, na mesma SL, se proposta da MA de qualquer
7
das Casas.

LEI S D ELEGAD AS

Presidente da República solicita ao CN permissão para que edite lei sobre determinado tema.
• Autorização: ato discricionário via RESOLUÇÃO do CN
• Resolução PODE determinar que o projeto seja APRECIADO pelo CN, em votação única e SEM emenda.
• PR exorbita delegação? CN edita DL p/ SUSTAR, operando efeitos EX-NUNC (não retroativos)

LI MI TAÇ ÕES MATERI AI S

 EXCLUSIVA do CN [DL] OU PRIVATIVA da CD / SF [RES]


 Reservada a LC
 PPA, LDO, LOA, CAE e CAS, exceto CA Extraordinário (abertura PODE ser via Lei Delegada)
 Nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral
 Organização do JUD / MP, carreira e garantia de seus membros

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DIREITO ADMINISTRATI VO

EXEMPLO – PART E REGI ME D I S CI PLI N AR (LEI 8.112/90)

RES PON S ABI LID AD ES

As sanções civis, penais e administrativas PODERÃO cumular-se, sendo INDEPENDENTES entre si

PENAL CIVIL ADMINISTRATIVA


Crimes e contravenções imputadas ao Decorre de ato omissivo ou comissivo, Ato omissivo ou comissivo praticado
servidor, nessa QUALIDADE – “Crimes doloso ou culposo, que RESULTE em no desempenho do cargo ou função.
Contra a Adm. Pública” prejuízo ao erário ou a terceiros (ação
regressiva).

Cai Muito! Absolvição ou Condenação Penal, negando / confirmando a AUTORIA ou afirmando a inexistência /
existência do FATO, implica absolvição / condenação nas outras duas esferas.

Atenção! FALTA DE PROVAS na esfera penal NÃO interfere nas demais esferas.

PROI BI ÇÕES

Art. 117, X - Participar de gerência ou adm. de sociedade privada, personificada ou não, exercer o comércio, EXCETO
na qualidade de acionista, cotista ou comanditário. Essa vedação NÃO se aplica:
(i) Participação nos conselhos de ADM e FISCAL de empresas em que a UNIÃO detenha CS
(ii) Participação nos conselhos de ADM e FISCAL em cooperativa que presta serviços a seus membros
(iii) Gozo de LIP – PODERÁ exercer gerência ou adm. e praticar o comércio.
Art. 117, XII - Receber vantagem de qualquer espécie (EX - propina, presente) em razão das atribuições.
Art. 117, XIII - Aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro.
Art. 117, XIV - Praticar USURA (AGIOTAGEM) sob QUALQUER de suas formas (juros altos ou não)
Art. 117, XV - Proceder de forma desidiosa (desleixo / preguiça)
Art. 117, XVI - Utilizar pessoal ou materiais da repartição em atividades PARTICULARES.
Art. 132, II - Abandono - AUSÊNCIA intencional do servidor ao serviço por +30d consecutivos.
Art. 132, III - Inassiduidade habitual – FALTA, sem justa causa, por 60d, interpoladamente, em 12 meses.
DEMISSÂO

Art. 132, V - Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição;


Art. 132, VI - Insubordinação GRAVE em serviço;
Art. 132, VII - Ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo legítima defesa sua ou de outrem;
Art. 132, IX - Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo;
Art. 132, XII - Acumulação ILEGAL de cargos, empregos ou funções públicas;
Art. 117, IX - Valer-se do cargo p/ proveito pessoal ou de outrem
Art. 117, XI - Atuar, como procurador ou intermediário, junto a IMPEDE, por 05 anos, o retorno ao
repartições, SALVO se tratar de benefícios previdenciários ou serviço público FEDERAL
assistenciais de parentes até o 2º grau, e de cônjuge.
Art. 132, I - Crime contra a ADMP - Impede, para
Art. 132, IV - Improbidade Administrativa Indisponibilidade SEMPRE, retorno
Art. 132, VIII - Aplicação irregular de dinheiros públicos de bens ao serviço público
+ FEDERAL
Art. 132, X - Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio
Ressarcimento ao “A bem do serviço
Art. 132, XI – Corrupção erário. público”

Art. 130 - Reincidência em ADVERTÊNCIA


SUSPENSÃO

Art. 130, §1º - Recusa INJUSTIFICADA de inspeção médica oficial (até 15 dias de suspensão)
Art. 117, XVII - Cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, EXCETO em situações de
emergência e transitórias
Art. 117, XVIII - Exercer quaisquer atividades INCOMPATÍVEIS com o exercício do cargo e horário

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Art. 117, I - AUSENTAR-SE durante expediente, SEM prévia autorização


Art. 117, II – Retirar objetos ou documentos da repartição, SEM anuência da autoridade competente
Art. 117, III - Recusar fé aos documentos públicos
ADVERTÊNCIA

Art. 117, IV - Opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço
Art. 117, V - Promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição
Art. 117, VI - Cometer a pessoa estranha à repartição, o desempenho de atribuição de sua responsabilidade ou de seu
subordinado (“terceirizar”)
Art. 117, VII - Coagir ou aliciar subordinados para filiarem-se a associação, sindicato, ou partido político
Art. 117, VIII - Manter sob chefia imediata, em cargo ou FC, cônjuge, companheiro ou parente até 2º grau
Art. 117, XIX - Recusar-se a ATUALIZAR seus dados cadastrais quando solicitado

PEN ALI D AD ES

Penalidades Disciplinares

ADV SUSP DEM Cassação de Destituição Destituição


aposentadoria ou de CC de FC
disponibilidade

Aplicada por quem o


NOMEOU
Inativo que tenha praticado, na
atividade = DEM Exclusivamente ocupa CC: casos de
SUSP ou DEM

ADVERTÊNCIA SUSPENSÃO* DEMISSÃO

Servidor Efetivo e Comissionado Efetivo Efetivo

Prescrição 180 dias 2 anos 5 anos1


SIND: até 30 dias
Instrumento SIND PAD
PAD: +30 dias
• Presidente Rep. – delegável a
ATÉ 30d: Chefe repartição ou outro,
Ministros / AGU
Chefe da repartição ou conforme RI
Competência • Presidente do SF / CD
outro conforme RI +30d: quem imediatamente abaixo de
• Presidente TRF
quem pode demitir (EX: Ministros)
• PGR
Cancelamento Após 3 anos de efetivo
Após 5 anos de efetivo exercício, se no
do registro nos exercício, se no período NÃO HÁ
período NÃO houver nova
assentamentos NÃO houver nova
Principal SUSPENSÃO, se reincidente Suspende contagem tempo de serviço
-
consequência no período de 3 anos e cancela remun.
Observações - Prazo MÁX = 90 dias

*Importante! Quando houver conveniência PARA O SERVIÇO, SUSPENSÃO PODERÁ ser convertida em multa, na
base de 50% por dia de remuneração, ficando o servidor OBRIGADO a permanecer em serviço.
1
Prazo aplicável à CASSAÇÃO de aposentadoria / disponibilidade e DESTITUIÇÃO de CC.

PRESCRIÇÃO: STJ (Súmula 635/2019): os prazos prescricionais iniciam-se na data em que a autoridade COMPETENTE para
a abertura do PAD toma CONHECIMENTO do fato, interrompem-se com o primeiro ato de instauração válido - SIND de
caráter punitivo ou PAD - e voltam a fluir por inteiro, após decorridos 140 dias desde a interrupção.

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DIREITO PENAL

EXEMPLO – LES ÕES C OR PORAI S

Lesão Corporal
Art. 129. OFENDER a integridade
corporal ou a saúde de outrem

LEVE GRAVE GRAVÍSSIMA SEGUIDA MORTE CULPOSA


Detenção Reclusão Reclusão Reclusão Detenção
3-12 meses 1-5 anos 2-8 anos 4-12 anos 2-12 meses

Conceito residual, Incapacidade para Incapacidade Resulta morte, MAS Atenção! A lesão
ou seja, é a lesão que ocupações permanente agente não quis culposa NÃO se
não é grave nem habituais, por +30d para o trabalho nem assumiu risco divide em leve,
gravíssima de produzí-lo grave e gravíssima!
2

Perigo Enfermidade
de vida incuravel Cuidado!! Há intenção de causar a
lesão, mas não de matar! Se
houvesse o dolo de matar , seria o
caso de homicídio doloso
Debilidade Perda / inutilização
permanente do membro, sentido É o caso de preterdolo: Dolo no
ou função antecedente (lesão)+ Culpa no
1 consequente (morte)
Aceleração
de parto
Deformidade
permanente

Resulta em
aborto

1 Sempre pensar em “dobro”. Exemplo: a perda de um só ouvido não causa perda da função auditiva, mas “apenas”
debilidade, portanto tratar-se-ia de uma lesão grave e não gravíssima

2 Dica! X, com intenção de matar Y, ataca-o. Por algum motivo, X desiste voluntariamente e poupa a vida de Y. Assim, X
responderá pelos atos já praticados, ou seja, lesão corporal e não pela tentativa de homicídio (exemplo AQUI).

Ação Penal: somente é condicionada à representação nos casos de lesão corporal LEVE e CULPOSA. Contudo, ainda que seja leve
ou culposa, nos crimes previstos na Lei Maria da Penha a AP será incondicionada.

SUBSTITUIÇÃO DE PENA DIMINUIÇÃO DE PENA AUMENTO DE PENA

Pena de detenção pode ser substituída Pena reduzida de ↓1/6 a ↓1/3 Pena aumentada de 1/3
por MULTA, caso as lesões NÃO sejam • Motivo de relevante valor social ou • Praticado por milícia privada ou
graves e: moral grupo de extermínio
• Sejam recíprocas
• Violenta emoção, logo em seguida a • Inobservância de regra técnica de
• Haja hipóteses de diminuição de pena injusta provocação profissão, arte ou ofício

• Agente deixa de prestar socorro ou


foge para evitar o flagrante

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DIREITO PROCESSUAL PENAL

EXEMPLO – PROC ED I MEN TO D A PRI S ÃO EM FLAG RAN TE

Caso não haja testemunhas: NÃO há impedimento do auto de prisão em flagrante, bastando que o condutor e mais 2
1
pessoas assinem que testemunharam a apresentação do preso à autoridade.

Acusado se recusa / não sabe / não pode assinar o auto de prisão: o auto será assinado por 2 testemunhas que tenham
2
ouvido a leitura do auto na presença do acusado

Agente reincidente ou integra organização criminosa armada ou milícia, ou que porta arma de fogo de uso restrito? Juiz
3
DEVERÁ denegar a liberdade provisória, com ou sem medidas cautelares.

O que ocorre caso não seja realizada audiência de custódia, sem motivação idônea, no prazo de 24h?
1) Autoridade que deu causa responde administrativa, civil e penalmente
4
2) Prisão considerada ILEGAL, a ser relaxada pela autoridade competente, sem prejuízo da possibilidade de
imediata decretação de prisão preventiva.

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LEGISLAÇÃO PENA L EXT RAVAGANTE

EXEMPLO – SA NÇÕES, CONDENA ÇÃ O E PENA S DA NOVA LEI DE A BUSO DE A UT ORI DA DE

Privativas de liberdade
Na lei só há previsão de DETENÇÃO

Substituível
Penas Restritivas de Direitos - aplicadas
autônoma ou cumulativamente:
1) Prestação de serviço
2) Suspensão do exercício do cargo,
função ou mandato por 1-6 meses, com
perda dos vencimentos e vantagens

PENAL
Obrigação de INDENIZAR. Juiz fixa na
sentença valor mín, a requerimento do
1 ofendido

SANÇÕES CIVIL 3
2 INABILITAÇÃO para o exercício de
Efeitos da
cargo, mandato ou função pública, por
condenação
1 a 5 anos

ADM.

PERDA do cargo, do mandato ou da


função pública

Despenca!
1. As sanções civis, penais e administrativas PODERÃO CUMULAR-SE, sendo INDEPENDENTES ENTRE SI.
2. A sentença penal que reconhece excludente de ilicitude faz coisa julgada em âmbito civil e adm-disciplinar.
1
3. Absolvição ou condenação CRIMINAL, negando ou confirmando a AUTORIA ou EXISTÊNCIA DO FATO não
podem ser questionadas na no âmbito civil ou administrativo.
Pegadinha clássica! Afirmar que ausência de prova na esfera penal interfere nas demais esferas [FALSO].

Cuidado! Não confunda efeito da condenação (efeito extrapenal) com pena. Assim, a perda do cargo, por exemplo,
2
NÃO é uma pena, mas um EFEITO EXTRAPENAL.

Cuidado! São condicionados à REINCIDÊNCIA em crime de abuso de autoridade e NÃO são automáticos, devendo
3
ser declarados motivadamente na sentença.

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DIREITO CIVIL

POS S E (ART. 1.196 A 1 .224)

C LAS S I FI C AÇ ÃO D A POS S E

Posse Direta (imediata): exercida por quem


Quanto à detém materialmente a coisa. Art. 1.197. A posse DIRETA não anula a
extensão da EX: proprietário, locatário, etc. INDIRETA, podendo o possuidor direto defender a
garantia Posse Indireta (mediata): exercida por sua posse contra o indireto (a recíproca também é
possessória quem não detém contato direto, pois cedeu o uso. verdadeira – Enunciado 76)
EX: proprietário (indireto) e locatário.
Esbulho: a pessoa é despojada injustamente daquilo
Posse Justa: Art. 1.200. a que NÃO for violenta,
que lhe pertence ou estava em sua posse (= posse
clandestina (às escondidas) ou precária (abuso de
injusta).
confiança).
Quanto aos
Turbação: ato injusto ou abusivo que embaraça o
vícios objetivos
livre exercício da posse, sem que haja perda.
Posse Injusta: aquisição fundou-se em ALGUM
VÍCIO possessório (citados acima). Atenção! A posse é injusta em relação ao legítimo
possuidor, mas pode ser justa perante terceiros!
Boa-fé: Art. 1.201. [...] se o possuidor IGNORA o
vício, ou o obstáculo. Quem possui justo título Cuidado! Posse de má-fé NÃO é igual a posse injusta.
Quanto ao
presume-se boa-fé. Nesta há elementos objetivos (violência,
elemento
clandestinidade ou precariedade), já aquela exige um
psicológico
Má-fé: Art. 1.202. [...] circunstâncias façam exame subjetivo (“possuidor sabe ou não dos vícios
(subjetivid.)
presumir que o possuidor NÃO IGNORA. incorridos”).

Nova: menos de 1 ano e 1 dia Cuidado! Afirmar “passado 1 ano e 1 dia a posse não é
Quanto à idade
Velha: mais de 1 ano e 1 dia mais injusta” está ERRADO.

Ad interdicta: POSSE pode ser defendida pelas ações possessórias, mas impede aquisição de
Quanto aos PROPRIEDADE por usucapião.
seus efeitos
Ad usucapionem: passado determinado tempo, admite-se a aquisição do domínio.

Quanto à forma Natural: constitui-se a posse pelo exercício de poderes de fato sobre a coisa (detenção material)
de aquisição Civil ou Jurídica: é a que se adquire por força de lei, sem necessidade de atos físicos.

AQUI SI Ç ÃO D A POSS E

Quando? Adquire-se a posse desde o momento em que se torna POSSÍVEL O EXERCÍCIO, em nome próprio, de qualquer dos
poderes inerentes à propriedade – independe de documento escrito

Quem pode adquirir? Art. 1.205. A posse pode ser adquirida:


• Própria pessoa [CAPAZ] que a pretende ou por seu representante [LEGAL OU CONVENCIONAL];

• Terceiro SEM mandato, DEPENDENDO de ratificação [GESTOR DE NEGÓCIOS].

Art. 1.206. A posse TRANSMITE-SE aos herdeiros ou legatários do possuidor com os mesmos caracteres.

Art. 1.207. O sucessor UNIVERSAL continua de direito a posse do seu antecessor; e ao sucessor SINGULAR é
FACULTADO unir sua posse à do antecessor, para os efeitos legais.

Art. 1.208. NÃO INDUZEM posse os atos de mera permissão ou tolerância assim como NÃO AUTORIZAM a sua aquisição
os atos violentos, ou clandestinos, SENÃO depois de cessar a violência ou clandestinidade.

Art. 1.209. A posse do imóvel FAZ PRESUMIR, até prova contrária, a das coisas MÓVEIS que nele estiverem.

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EFEI TOS D A POSS E

FAC ULD AD E D E PROPOR I N TERDI TOS POS S ES SÓR IOS

Direito de ingressar com as ações possessórias, bastando para tanto que posse tenha sido justa EM RELAÇÃO AO
ADVERSÁRIO (i.e: mesmo tendo a posse injusta perante o legítimo possuidor, a pessoa pode ingressar com ações possessórias
contra terceiros em relação aos quais a posse foi justa).

Ações Típicas ( st ri ct o sensu ): exige -se a condição de possui dor, m esm o sem títul o

Art. 1.210. O possuidor tem direito a ser:

INTERDITO
SEGURADO de violência IMINENTE, se justo receio de ser molestado.
PROIBITÓRIO

MANUTENÇÃO Mantido na posse em caso de §2o NÃO OBSTA à


DA POSSE TURBAÇÃO manutenção ou reintegração a
REINTEGRAÇÃO alegação de propriedade, ou outro
RESTITUÍDO no de ESBULHO
DE POSSE direito sobre a coisa1

1
Poder de fato sobre a coisa = POSSE [AÇÕES POSSESSÓRIAS]; poder de direito = PROPRIEDADE [AÇÕES PETITÓRIAS]. STJ já
decidiu várias vezes que, “em sede de ação possessória é inviável a discussão a respeito da titularidade do imóvel”.

§1o [Autotutela da Posse]: O possuidor turbado, ou esbulhado, poderá manter-se ou restituir-se por sua própria força,
contanto que o faça logo; os atos de defesa, ou de desforço, não podem ir além do indispensável.

Art. 1.212. O possuidor pode intentar a ação de esbulho, ou a de indenização, contra o terceiro, que recebeu a coisa esbulhada
sabendo que o era.

FRUTOS E BEN FEI TORI A S (ART. 1.214 AO 1.2 22)

Possuidor de BOA-FÉ Possuidor de MÁ-FÉ


-Direito aos frutos PERCEBIDOS. -Responde por TODOS os frutos, e pelos que, por
-Não tem direito aos PENDENTES quando culpa sua, deixou de perceber.
 Frutos
cessada a boa-fé, inclusive tendo que restitui os -Tem direito às despesas da produção e custeio
colhidos antecipadamente.
Perda / RESPONDE, ainda que acidentais, SALVO se provar
Caso NÃO dê causa, não responde
deterioração que aconteceriam de qualquer jeito.

B. Necessárias INDENIZADO Indenizado, mas nada pode reter ou levantar

B. Úteis INDENIZADO NÃO

B. Voluptuárias INDENIZADO, podendo as levantar NÃO

Obs: art. 1.221 – benfeitorias e danos COMPENSAM-SE.

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DIREITO PROCESSUAL C IVI L

D EV ERES D AS PARTES E D E S EU S PROC URAD ORE S

Pessoal, esse tema, além de grande é chato e bem decoreba. Porém, é inegável sua importância. Dessa forma, tentei
abranger os pontos mais importantes, ainda que fosse necessário inserir um ou outro tópico que ainda não foi cobrado.

D EV ERES

Expor os fatos em juízo conforme a verdade


DEVERES DE QUEM PARTICIPA DO PROCESSO

Não formular pretensão ou de apresentar defesa quando cientes de que são destituídas de fundamento

Não produzir provas e não praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou à defesa do direito

Declinar, no 1º momento que lhes couber falar nos autos, o endereço onde receberão intimações, atualizando essa
informação sempre que ocorrer qualquer modificação

 Cumprir com exatidão as decisões jurisdicionais, de natureza provisória Ato atentatório contra a
ou final, e não criar embaraços à sua efetivação
dignidade da justiça
(dano ao Estado)
NÃO praticar inovação ilegal no estado de fato de bem ou direito litigioso

Multa de até 20% do valor da causa. Se valor da causa for irrisório ou inestimável, multa = até 10X SM. Se a multa não
for paga no prazo, será inscrita como Dívida Ativa após trânsito em julgado da decisão que a fixou.

Multa NÃO se aplica aos Adv. públicos / privados e membros da DP e MP. Eventual responsabilidade disciplinar é
apurada pelo respectivo órgão de classe ou corregedoria.

RES PON S ABI LID AD E D AS PARTES POR DAN O P ROC ESS UAL

Deduzir pretensão ou defesa contra texto de lei ou fato incontroverso

Alterar a verdade dos fatos

Autor, réu ou
interveniente responde Usar do processo para conseguir objetivo ilegal
por perdas e danos

Litigância
Opuser resistência injustificada ao andamento do processo
de Má-Fé

Proceder de modo temerário em qualquer incidente ou ato do processo

Provocar incidente manifestamente infundado

Interpuser recurso com intuito manifestamente protelatório

 Sanção: de ofício ou a requerimento, o juiz condenará o litigante de má-fé a pagar:

1) MULTA = 1% a 10% do valor corrigido da causa | Se valor irrisório ou inestimável, multa = até 10X SM

2) INDENIZAR a parte contrária pelos prejuízos que esta sofreu

3) Arcar com os HONORÁRIOS advocatícios e com todas as DESPESAS que efetuou

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GRATUI D AD E D A JU S TIÇ A

→ Esse é disparado o tema mais cobrado dentro do assunto, portanto MUITA ATENÇÃO!

Quem tem direito à gratuidade da justiça?

Pessoa NATURAL ou JURÍDICA Brasileira ou ESTRANGEIRA Insuficiência de RECURSOS

O que a gratuidade da justiça compreende?


 Taxas / Custas judiciais

 Selos postais

 Publicação oficial
 Emolumentos a notários / registradores

 Custos com memória de cálculo


 Honorários de advogado e perito

 Remuneração de intérprete / tradutor


 Exame de DNA e outros exames essenciais

 Depósitos para interpor recurso / propor ação

 Indenização devida à testemunha que, empregada, receberá do empregador, como se em serviço estivesse

!
NÃO AFASTA a responsabilidade Poderá ser concedida para algum
NÃO AFASTA as MULTAS
pelas despesas processuais e ou a todos os atos, OU consistir na
processuais que sejam impostas
honorários de SUCUMBÊNCIA1 redução % de despesas

1
Vencido o beneficiário, as obrigações de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente
poderão ser executadas se, nos 5 anos subsequentes ao trânsito em julgado, o credor demonstrar que deixou de existir
a situação de insuficiência de recursos que justificou a gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações.

PROC ES SO D E C ON C ES S ÃO D E GRATUID AD E

Pedido: na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro ou em recurso.


▪ Indeferimento: antes de indeferir, o juiz deve determinar à parte a comprovação do preenchimento dos requisitos

▪ Atenção! Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida EXCLUSIVAMENTE por pessoa natural

▪ A requisição de assistência por advogado particular NÃO IMPEDE concessão de gratuidade


▪ Pedido de gratuidade é PESSOAL, e NÃO se estende a litisconsorte ou sucessor

PEDIDO DEFERIDO PEDIDO INDEFERIDO

Parte contrária poderá oferecer impugnação, em 15 dias, Caberá AGRAVO DE INSTRUMENTO, exceto se a questão
nos autos do processo, SEM SUSPENSÃO de seu curso. for resolvida na sentença, contra a qual caberá APELAÇÃO.

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MATEMÁTICA

EXEMPLO – MATEMÁTI C A B ÁS I C A

TÓPICO LEMBRETES

Princípio da casa Se tivermos mais pombos do que casas, então pelo menos uma casa terá dois pombos. Veja ESSA e ESSA
dos pombos questão.

 São aqueles que só são divisíveis por 1 e por si mesmos: 2, 3, 5, ...

Números  O número 1 não é considerado primo.


primos  Único número primo par é o 2.

 Todo inteiro não-primo pode ser decomposto pelo produto de nºs primos (ex: 12 = 3 x 2 x 2)
Ex: 43,258656565

1- Colocar a parte que NÃO faz parte da dízima em uma fração com base 10:
43258
̅̅̅̅
+ 0,00065
1000
Transformar 2- Ver quantas casas decimais tem a dízima e dividir por “x” 9’s. Como 0,00065 a dízima é de x = 2
dízima periódica algarismos → divido por 99, de forma que:
em fração geratriz 1 65 65
0,00065 = × =
1000 99 99000
3- Agora basta somar as duas frações, obtendo então a fração geratriz:
43258 65 4282542070
+ =
1000 99000 99000000

Progressão Termo Geral (PA): 𝑎𝑛 = 𝑎1 + (𝑛 − 1) ∙ 𝑟


Aritmética (PA)
(𝑎1 +𝑎𝑛 )∙𝑛
[r: razão da PA] Soma dos “n” termos (PA):
2

Termo Geral (PG): 𝑎𝑛 = 𝑎1 × 𝑞 𝑛−1


Progressão
(𝑞𝑛 −1)
Geométrica (PG) Soma dos termos (PG): 𝑎1 × 𝑞−1
[q: razão da PG]
𝑎1
Soma PG Infinita, para 0 < q < 1:
1−𝑞

log(𝑥 ∙ 𝑦) = log 𝑥 + log 𝑦


Propriedade dos
Logaritmos log(𝑥⁄𝑦) = log 𝑥 − log 𝑦
𝑎log𝑎 𝑥 = 𝑥
Injetora: quando elementos diferentes do
Função composta domínio são relacionados a elementos
𝑔(𝑓(𝑥)) = 𝑔°𝑓(𝑥) = (𝑔𝑜𝑓)(𝑥) diferentes do contradomínio;

Funções Sobrejetora: quando o contradomínio é


Função Inversa igual ao conjunto imagem.
−𝟏
𝒇(𝒙) = 𝒇(𝒚)
Bijetora: quando é injetora e sobrejetora ao
Substitui-se x por y e então encontra-se novamente y. mesmo tempo (só essas podem ser inversa)

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RACIOCÍNIO LÓGICO

EXEMPLO – PROPOS I Ç ÕES

Uma proposição nada mais é do que uma sentença declarativa (p: a bola é azul) representada por palavras ou símbolos (q:
1+1=2, r: 2>3), que pode assumir valor VERDADEIRO ou FALSO. Atenção! Sentença:

Sem verbo
Interrogativa (?) São sentenças abertas, ou seja, você não
Exclamativa (!) pode classifica-las como V ou F. Dessa
forma, elas NÃO SÃO proposições
Imperativa (“faça”, “acorde”, “ande”)

Equações (x + 2 = 3)

Uma outra forma que não as anteriores de expressar uma sentença aberta é quando não há como determinar o sujeito.
Posso dar como exemplo a seguinte expressão: “Ele foi o melhor jogador em 2005” – ele quem? Dessa forma, essa é uma
sentença aberta!

PROPOS IÇ ÃO S IMPLES X C OMPOS TA

VIA DE REGRA, leve para a prova a ideia de que:

➢ 1 verbo = proposição simples


➢ 2 verbos = proposição composta (ligadas por um conectivo)

Observação: CESPE - Quando o CESPE perguntar, olhar para o sentido da sentença e não dos exatos termos escritos. Assim,
uma sentença ainda que com 2 verbos pode ser considerada simples. Vide exemplo abaixo:

(CESPE/MTE/AFT/2013) A sentença “O crescimento do mercado informal, com empregados sem carteira assinada, é uma
consequência do número excessivo de impostos incidentes sobre a folha de pagamentos” pode ser corretamente representada,
como uma proposição composta, na forma P→Q, em que P e Q sejam proposições simples convenientemente escolhidas.

Na realidade estamos diante de uma proposição simples (P), onde a ideia básica é a seguinte: “O crescimento disso é uma
consequência daquilo”. Assim, não é possível representarmos a sentença na forma P → Q, pois nem sequer existe a
proposição Q. Portanto, o item está ERRADO.

De acordo com esse entendimento do CESPE, para NEGAR uma proposição simples, basta colocar o “não” antes do verbo
principal.

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ESTATÍSTICA

EXEMPLO – MED I D AS D E POSI Ç ÃO E I N TERV ALO D E C ONFI ANÇ A

I N ERV ALO D E CON FI AN Ç A

É uma amplitude de valores, derivados de amostras, que têm a probabilidade de conter o valor de um parâmetro populacional
desconhecido. Devido à sua natureza aleatória, é improvável que duas amostras de uma determinada população irão render
intervalos de confiança idênticos. Mas, se você repetir sua amostra várias vezes, uma determinada porcentagem dos
intervalos de confiança resultantes conteria o parâmetro populacional desconhecido.

Aqui, a linha preta representa o valor fixo da média desconhecida da população. Os intervalos de
confiança azuis contêm o valor da média da população. O intervalo de confiança vermelho
totalmente abaixo da linha horizontal não contém esse valor. Um intervalo de confiança de 95%
indica que 19 em 20 amostras (95%) da mesma população produzem intervalos de confiança
contendo o parâmetro da população.

I N TERV ALO D E CON FI AN Ç A PARA A MÉD I A

I N TERV ALO D E CON FI AN Ç A PARA A PROPORÇ ÃO

𝒑𝟎 (𝟏 − 𝒑𝟎 ) Quando a banca não der p0, supõe-se que a


𝒑 = 𝒑𝟎 ± 𝒛 √ variância é máxima, de forma que p0 = 50%
𝒏

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MATEMÁTICA FINANCEIR A

EXEMPLO – REGI MES D E J U ROS E D ES CON TOS

REGI MES D E JU ROS E D ES CON TOS – S I MPLES E C OMPOS TOS

JUROS SIMPLES JUROS COMPOSTOS

Fórmula 𝑀 = 𝐶(1 + 𝑖𝑡) 𝑀 = 𝐶 (1 + 𝑖 )𝑡


Desconto Racional / por 𝑁 𝑁
Dentro
𝑃𝑉 = 𝑃𝑉 =
(1 + 𝑖𝑡) (1 + 𝑖)𝑡
Desconto Comercial ou
Bancário
𝑃𝑉 = 𝑁(1 − 𝑖𝑡) 𝑉 = 𝑁(1 − 𝑖)𝑡

Desconto 𝐷 = 𝑁 − 𝑃𝑉 𝐷 = 𝑁 − 𝑃𝑉
M: montante final
C: é o capital inicial
PV: valor presente (ou valor atual)
N: valor futuro (ou valor nominal)
i: é a taxa de juros (ex: se a taxa for 1%, então i = 0,01)
t: é o tempo. Lembrando que o tempo deve estar na mesma unidade da taxa. Ex: se a taxa for 5% ao trimestre, o tempo deve
estar em trimestres. Dessa forma, se o período de aplicação for de 1 ano, t = 4, já que temos 4 trimestres em 12 meses.

Já vi cair em provas da FCC a fórmula da capitalização contínua (onde “e” é o logaritmo neperiano – esse valor sempre é dado).

𝑀 = 𝐶 ∙ 𝑒 𝑖𝑡
C ONV EN Ç ÃO EXPON ENC I A L E C ONV EN ÇÃO LI N EAR

CONVENÇÃO EXPONENCIAL COVENÇÃO LINEAR

Utiliza-se todo o valor decimal na parte exponencial ( EX: 1 Utiliza-se juros simples na parte fracionária (q) do mês e
mês e 3 dias = 1,1; 2 meses e 15 dias = 2,5). juros compostos na parte inteira (p):

𝑀 = 𝐶 (1 + 𝑖 )𝑡 𝑀 = 𝐶 (1 + 𝑖)𝑝 (1 + 𝑖𝑞)
Em questões teóricas pode-se perguntar em qual método o montante final é maior: MLINEAR > MEXPONENCIAL

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ADMINISTRAÇÃO GERAL

PLAN EJ AMEN TO

PLANEJAR - Djalma de Oliveira: processo desenvolvido para o alcance de uma situação futura desejada, de um modo mais
eficiente, eficaz e efetivo, com a melhor concentração de esforços e recursos pela empresa.

• Estabelecer OBJETIVOS / RESULTADOS a serem alcançados;


• DETERMINA COMO / MANEIRA pela qual esses objetivos devem ser alcançados;
• DEFINE PARÂMETROS de controle

FAS ES D O PLAN EJ AMEN T O

NÃO HÁ CONSENSO sobre as FASES do planejamento


• Chiavenato: planejamento se inicia na DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS
• Djalma Oliveira: planejamento se inicia no DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

N Í V EIS D E PLAN EJ AMEN TO

Pensa em TODA a organização; FOCO é no LONGO PRAZO (2-5 anos). Os objetivos são GERAIS e
ESTRATÉGICO

ABRANGENTES. Conteúdo genérico e sintético.

Execução e a avaliação e controle de todo o processo.


a) Indicador: parâmetro selecionado e considerado ISOLADAMENTE ou em COMBINAÇÃO com outro
b) Índice: VALOR numérico que representa a correta interpretação da realidade
TÁTICO

Pensa no DEPARTAMENTO, visando o MÉDIO PRAZO, abrangendo os OBJETIVOS de forma mais


detalhada. (ex: Dpto. Marketing). Trata da alocação de RECURSOS.
OPERACIONAL

O operacional se preocupa com a EXECUÇÃO (atividade ou tarefa), visando o CURTO PRAZO, com
conteúdo BEM DETALHADO e ANALÍTICO. Definir atividades, formas de controle e recursos necessários
para a execução dos cursos de ação.

MI SS ÃO, V I S ÃO, V ALOR ES E N EGÓC IO

MISSÃO: razão de ser da organização (POR QUE ELA VISÃO: ONDE a empresa quer chegar? (lá na frente, daqui
EXISTE?). Quais as necessidades a serem atendidas? vários anos)

NEGÓCIO: relacionado c/ as atividades principais VALORES: para ilustrar, seguem os valores da RFB: “Respeito
NAQUELE momento ao cidadão, Integridade, Lealdade com a instituição(...)”

OBJ ETI V OS , METAS E P LAN OS

OBJETIVO META PLANO


Abrangentes ou específicos. NÃO especifica-se QUANDO / QUANTO AÇÕES e PASSOS necessários para que
especifica QUANDO / QUANTO. queremos atingir determinado objetivo. Ex: os objetivos sejam atingidos. Uma
Elemento QUALITATIVO. Ex: perder 5,0 kg; As metas são estabelecidas DESCRIÇÃO de como o planejamento
ficar magro nos respectivos planos (estratégico, tático e deve ser executado
operacional)

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DIREITO TRIBUTÁRIO

EXEMPLO – S U S PEN S ÃO, EXTI N Ç ÃO E EXC LUS ÃO DO C RÉDI TO TRI BUTÁRI O

Art. 141. CT regularmente constituído SOMENTE se modifica ou extingue, ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída,
nos casos previstos NESTA Lei, sob pena de responsabilidade funcional, a sua efetivação ou garantias.

STF, na ADI 2405, entendeu que há POSSIBILIDADE de os entes federados criarem por suas próprias leis outras
modalidades de EXTINÇÃO do CT.

SUSPENSÃO (Art. 151) EXTINÇÃO (Art. 156) EXCLUSÃO


Mor-De-R Lim-Par ▪ Pagamento ▪ Pagamento antecipado e a (Art. 175)
▪ Moratória ▪ Compensação homologação ▪ Isenção
▪ Depósito integral ▪ Transação ▪ Consignação em pagamento ▪ Anistia
▪ Reclamações e Recursos ▪ Remissão ▪ Decisão ADM irreformável
▪ Liminar em MS ▪ Prescrição e ▪ Decisão judicial passada em
▪ Liminar em outras ações Decadência julgado
▪ Parcelamento ▪ Conversão depósito ▪ Dação de bens imóveis, forma da
em renda LEI

ROL TAXATIVO ROL EXEMPLIFICATIVO


(STF, ADI 2405)

Suspensão: impede a COBRANÇA (exigibilidade) do CT, bem como contagem do prazo prescricional. NÃO invalida o
lançamento e NÃO dispensa o cumprimento das obrigações acessórias relativas ao CT suspenso (art. 151, §único).

MORATÓRI A

LEI concessiva ou Não precisa de


autorizativa despacho, afinal, é geral
Geral
Gera direito adquirido (concessão
não pode ser anulada)
Moratória

Despacho da autoridade
Individual
Pode ser ANULADA

MORATÓRIA: é uma DILAÇÃO DO PRAZO para PAGAMENTO do CT, concedida ou autorizada por LEI. Art. 154. Salvo
disposição de lei em contrário, a moratória SOMENTE abrange:
a) Créditos DEFINITIVAMENTE constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder, OU

b) Cujo LANÇAMENTO já tenha sido INICIADO àquela data por ato regularmente notificado ao SP.
c) NÃO aproveita aos casos de dolo, fraude ou simulação.

Geral: Art. 152, I - por LEI. GERA direito adquirido e DISPENSA garantias pelo beneficiário
a) Pela PJ de direito público competente para instituir o tributo a que se refira – Moratória Autônoma
b) Pela UNIÃO, quanto a tributos dos E, DF e M, quando simultaneamente concedida quanto aos tributos de competência
federal E às obrigações de direito privado - Moratória Heterônoma → Cuidado! NÃO confundir com concessão de
isenção, muito cobrado em prova

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Individual: Art. 152, II - por DESPACHO da autoridade administrativa, desde que autorizada por LEI. NÃO gera direito
adquirido e PODE exigir garantias .

Explicando: A lei estabelece os requisitos a serem cumpridos pelos beneficiários. Uma vez preenchidos, o interessado
faz a solicitação perante a autoridade administrativa, que a concederá, por despacho.

Anulação – aplica-se também ao Parcelamento, Remissão, Isenção e Anistia

ART. 155 (...) NÃO gera direito adquirido e será revogado* de ofício, sempre que se apure que o beneficiado não satisfazia
ou deixou de satisfazer as condições OU não cumprira ou deixou de cumprir os requisitos - *Impropriedade terminológica,
devendo ser entendido como ANULADO. No caso, cobra-se:

CRÉDITO
JUROS DE MORA PENALIDADES CABÍVEIS
TRIBUTÁRIO + (SEMPRE) + (dolo ou simulação do beneficiado, ou terceiro)
(SEMPRE)
Art. 155, §único: Quando não há dolo ou simulação a Art. 155, §único: No caso de dolo ou simulação, o tempo
revogação SÓ pode ocorrer ANTES de prescrito o decorrido entre a concessão e revogação NÃO se computa
referido direito. para efeito da prescrição.

Lei concessiva ou autorizativa: Art. 153. A lei especificará, sem prejuízo de outros requisitos:
(i) PRAZO de duração do favor;

(ii) CONDIÇÕES da concessão do favor em caráter INDIVIDUAL;

(iii) Sendo caso:

a) TRIBUTOS a que se aplica;


b) GARANTIAS que devem ser fornecidas pelo beneficiado se concessão em caráter INDIVIDUAL.
c) nº de PRESTAÇÕES e seus vencimentos, podendo atribuir a fixação de uns e de outros à autoridade adm., para
cada caso de concessão em caráter individual [Moratória Parcelada]

A moratória parcelada NÃO se confunde com o parcelamento, pois este é um instituto corriqueiro de política
fiscal, e não situações excepcionais, como é o caso da moratória

Art. 152, §único. A lei concessiva de moratória (geral ou individual) PODE circunscrever expressamente a sua
aplicabilidade à determinada REGIÃO, OU a determinada CLASSE ou CATEGORIA.

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IMPOSTOS ESTADUAIS ( LEGISLAÇ ÃO COMUM A T ODOS OS ESTADOS)

EXEMPLO – I C MS N A C ON S TI TU IÇ ÃO

MERC AD ORI A E C I RC U LA Ç ÃO D E MERC AD ORI A

STF (Súmula 573): NÃO constitui FG do ICMS a saída física de máquinas, utensílios e implementos a título de
COMODATO.
STF (RE 607.056): O fornecimento de água potável por empresas concessionárias NÃO é tributável por meio do ICMS.

STJ (REsp 1.086.878): A venda dos bens do ATIVO FIXO da empresa NÃO se constitui em FG do ICMS.

STJ (Súmula 166): NÃO constitui FG do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento
do MESMO contribuinte – levar esse entendimento apenas se a questão expressamente pedir.

STJ (REsp 1.321.681): A mera consignação do veículo, cuja venda deverá ser promovida por agência de automóveis,
NÃO representa circulação jurídica da mercadoria, porquanto não induz à transferência da propriedade ou da posse da
coisa, INEXISTINDO troca de titularidade a ensejar o FG do ICMS

S ERV IÇ OS

S ERV IÇ OS D E TRAN S POR TE

(...) prestações de serviços de TRANSPORTE INTERestadual e INTERmunicipal, por QUALQUER VIA, de pessoas, bens e
mercadorias (frete) OU valores. “Qualquer via” inclui gasoduto, oleoduto e aqueduto.
Entendimento do STF sobre transporte AÉREO:

CARGAS (frete) PASSAGEIROS

Interestadual / intermunicipal CONSTITUCIONAL INCONSTITUCIONAL

Internacional INCONSTITUCIONAL INCONSTITUCIONAL

S ERV IÇ OS D E C OMU NI C A Ç ÃO

(...) prestações ONEROSAS de serviços de COMUNICAÇÃO, por QUALQUER MEIO, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a
transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza;

STJ (Súmula 334): O ICMS não incide no serviço dos PROVEDORES de acesso à internet

STJ (Súmula 350): ICMS não incide sobre o serviço de HABILITAÇÃO DE TELEFONIA CELULAR

STF (RE 912.888/2016): (...) a tarifa de assinatura básica mensal, independentemente de concessão ou não de franquia
de minutos ao usuário, é “contraprestação pelo serviço de comunicação, o que atrai a incidência do ICMS”.

FORN ECI MEN TO D E MERC ADORI AS C OM PRES TAÇ ÃO D E S ERV IÇ OS

Art. 155, IX, b) O ICMS incidirá também sobre o valor TOTAL da operação, quando mercadorias forem fornecidas com serviços
NÃO compreendidos na competência tributária dos Municípios.

Serviço PREVISTO na LC 116, Serviço PREVISTO na LC 116, Serviço NÃO previsto na LC


1 2
sem ressalva que permita ICMS com ressalva que permita ICMS 116 (ISS) – é o caso da alínea b

ISS: mercadoria e serviço ISS: serviço e ICMS: mercadoria ICMS: mercadoria e serviço
1
EXS: medicamentos utilizados na prestação de serviço hospitalar; produtos de limpeza utilizados na prestação de serviços dessa
modalidade.
2
As ressalvas estão nos itens 7.02, 7.05, 7.06, 9.01, 13.05, 14.01, 14.03, 14.06, 14.09 17.11 da lista anexa da LC 116. Alguns
casos clássicos:
▪ [ISS] Tratamento hospitalar com fornecimento de medicamentos
▪ [ISS] Serviços de salão de beleza e costureira com fornecimento de produtos
▪ [ISS] Fornecimento de alimentos em hotel, incluso na diária; [ICMS + ISS] se fornecidos “por fora”
▪ [ICMS] Buffet, bares e restaurantes que fornecem bebidas e comidas
▪ Serviço de oficina mecânica [ISS] + Fornecimento de peças [ICMS]

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ALÍ QUOTAS

Art. 155, §2º, III – O ICMS PODERÁ ser seletivo em função da essencialidade das mercadorias e serviços.

OPERAÇ ÕES I N TERN AS ( ART. 155, § 2º , V E V I )

%MÍN [FACULTADO ao SF] %INTERNA1 %MÁX2 [FACULTADO ao SF]


Resolução do SF Lei do estado Resolução do SF
Iniciativa: 1/3 Senadores AUTONOMIA Iniciativa: MA
Aprovação: MA do Estado para definir Aprovação: 2/3 Senadores

%INTERNAS > %INTERESTADUAIS


As %INTERNAS NÃO PODERÃO ser inferiores às %INTERESTADUAIS,
SALVO deliberação E / DF [LC 24].

1
A %INTERNA do Estado / DF de destino também é utilizada nas importações.
2
No caso da %MÁX, sua finalidade é resolver conflito específico que envolva interesse de Estados.

OPERAÇ ÕES I N TERES TAD U AI S E EXPORTAÇ ÃO (A RT. 155, §2º , V I I E V I I I )

Operação Contribuinte vs Contribuinte (que não seja consumidor final)

Operação Contribuinte vs Contribuinte (consumidor final)

Operação Contribuinte vs NÃO contribuinte (consumidor final)

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CONTABILIDADE GERAL, AVANÇADA E DE CUSTO S

EXEMPLO – ATI V O I N TAN GÍ V EL E D V A

ATI V O I N TAN GÍ V EL

Os direitos que tenham por objeto bens DESTINADOS à manutenção da Cia ou exercidos com essa finalidade, INCLUSIVE o
fundo de comércio adquirido. Ativo NÃO monetário IDENTIFICÁVEL SEM substância física.

• Ativo Monetário: representado por dinheiro ou direitos a serem recebidos em dinheiro (Cliente, CX, etc.)

• Goodwill adquirido em combinação de negócios é um intangível, PORÉM tratado especificamente no CPC 15.

I D EN TIFIC ÁV EL – PARA QU E S EJ A POS S ÍV EL D I FEREN CI Á -LO D O G OODWI LL

(a) SEPARÁVEL: puder ser separado da entidade e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, OU

(b) Resultar de DIREITOS CONTRATUAIS ou outros direitos legais, independentemente de tais direitos serem
transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações.

S U RGIMEN TO DOS ATI VO S IN TAN GÍ V EI S

AQUI SI Ç ÃO S EPARAD A

(=) Valor Contábil


Em regra, os juros não são reconhecidos no custo, mas
(+) CUSTO - preço à vista na data RECONHECIMENTO
como despesa no regime de competência, exceto quanto
(-) Amortização
aos ativos qualificáveis (CPC 08)
(-) Perdas por Redução ao Valor Recuperável (PRVR)

CUSTO COMPREENDE
(+) CAQUISIÇÃO + II + Tributos NÃO recuperáveis sobre COMPRA

(–) Descontos Comerciais e Abatimentos

(+) Quaisquer custos diretamente atribuíveis p/ colocar o ativo em condições de uso


✓ TESTES
✓ Honorários profissionais diretamente relacionados
✓ Benefícios a Empregados decorrente diretamente da aquisição (CPC 33) – EX: VR, VT, etc.
✓ Materiais consumidos ou utilizados na geração do ativo (“intangível gerado internamente”)
✓ Amortização de patentes e licenças, e taxas de registro (“intangível gerado internamente”)

CUSTO NÃO COMPREENDE – SÃO DESPESAS DO PERÍODO


 Custos incorridos na introdução, inclusive PROPAGANDAS e atividades promocionais do produto;
 Custos administrativos;
 Outros custos indiretos;
 Gastos da transferência das atividades para novo local, inclusive TREINAMENTO;

AQUI SI Ç ÃO VI A S U BV ENÇ ÃO OU ASS IS TÊ N C I A GOV ERN AMEN TAI S

A entidade PODE reconhece-la (escolha da Cia):


▪ VJUSTO, OU
▪ VNOMINAL + custos diretamente atribuíveis à preparação do ativo para o uso pretendido

EX: direito de aterrisagem em aeroporto, licença para operação de estação de rádio / TV, licenças de importação ou quotas
ou direitos de acesso a outros recursos restritos.

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AQUI SI Ç ÃO VI A C OMBI N AÇ ÃO D E N EGÓCI OS

VJUSTO na data de aquisição, SEPARADAMENTE do goodwill, independentemente desse ativo ter sido reconhecido por ela
antes da aquisição da empresa. Goodwill: diferença entre VPAGO e VJUSTO

GERAD O I N TERN AMEN TE (P&D )

PESQUISA DESENVOLVIMENTO – TODOS critérios, caso contrário será DESPESA


NENHUM ▪ Intenção de concluir, e usá-lo ou vendê-lo;
intangível nessa ▪ Viabilidade técnica para concluir e usar ou vender
fase deve ser ▪ Disponibilidade de recursos p/ concluir e usar ou vender
reconhecido.
▪ A forma como deverá gerar benefícios econômicos futuros;
DESPESA ▪ Sua capacidade para usar ou vender;
▪ Capacidade de mensurar seguramente os gastos no desenvolvimento.

O custo do intangível gerado internamente se RESTRINGE à soma dos gastos incorridos A PARTIR da data em que ele atende
aos critérios de reconhecimento.

Caso a entidade NÃO CONSIGA diferenciar a fase de pesquisa da de desenvolvimento, o gasto deve ser tratado como incorrido
apenas na fase de PESQUISA.

ATENÇÃO
- Marcas, publicações, listas de clientes, gerados INTERNAMENTE, NÃO SÃO intangíveis

- Goodwill gerado INTERNAMENTE, NÃO DEVE ser reconhecido como ativo

- CPC 04: as Notas Explicativas devem distinguir entre intangíveis gerados internamente e outros intangíveis.

AMORTI Z AÇ ÃO

Perda do valor do capital aplicado na aquisição de DIREITOS da propriedade industrial ou comercial com existência ou
exercício de duração limitada, OU cujo objeto sejam BENS de utilização por prazo legal ou contratual.

▪ Vida útil indefinida (≠ ilimitada) = NÃO há amortização | HÁ teste de recuperabilidade

▪ INÍCIO DA AMORTIZAÇÃO: disponível para USO (local e condições necessários para funcionar).
TÉRMINO DA AMORTIZAÇÃO: colocado AÑCMV OU na data em que é baixado, o que ocorrer primeiro.

O período de amortização e o método de amortização para um ativo intangível, com vida útil definida devem ser
revistos PELO MENOS no final de CADA EXERCÍCIO. A amortização de intangíveis utilizados em processo de produção
FAZ PARTE do VCONTÁBIL dos estoques.

A amortização PODE ser calculada em FUNÇÃO DA RECEITA. Dessa forma, se uma empresa fecha um contrato de exploração, por
exemplo, limitado à extração de $500.000 em ouro, a base da amortização será tal receita. Assim:

𝐑𝐞𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚
𝐀𝐦𝐨𝐫𝐭 = 𝐂𝐀𝐪𝐮𝐢𝐬𝐢çã𝐨 ×
𝐑𝐞𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚 𝐓𝐨𝐭𝐚𝐥 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐝𝐚
EXAUS TÃO

Utilizado p/ esgotamento de RECURSOS minerais ou BENS APLICADOS nessa EXPLORAÇÃO. Jazidas de recursos
indetermináveis (ex: água) NÃO são objeto de exaustão.

C PC 09 - D V A – D EMON S TRAÇ ÃO D O V ALO R AD I CI ON AD O

Conceito: DVA demonstra o valor da RIQUEZA gerada, sua DISTRIBUIÇÃO entre os elementos que contribuíram para a geração
dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros bem como a parcela da riqueza NÃO distribuída.
Ela é elaborada a partir da DRE, e tem uma interface com a DLPA.

• É um demonstrativo DINÂMICO que se baseia em aspectos macroeconômicos (“PIB da empresa”).


• NÃO se fundamenta nos princípios fundamentais da contabilidade.

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• DVA não avalia desempenho econômico, função da DRE.


• Apresenta o quanto a entidade AGREGA de valor aos insumos adquiridos de terceiros.

Obrigatoriedade: sociedades de capital ABERTO e aquelas que a lei determinar, mas é RECOMENDADA a elaboração a todas as
demais entidades. Atenção! DVA não é exigida pelas normas internacionais!

DVA consolidada: a elaboração da DVA consolidada deve basear-se nas demonstrações consolidadas e evidenciar a
participação dos sócios não controladores.

ES TRUTURA

1 - RECEITAS
(+) VENDAS (receita BRUTA ou faturamento BRUTO, inclusive IPI + tributos sobre receita)
(-) Devoluções
(-) Descontos Incondicionais
(-) Abatimentos
(-) PECLD / (+) Reversão PECLD
 (+) RECEITA com construção de ativos PRÓPRIOS – “= produção vendida para a própria empresa”
(±) Outras Receitas (inclui também os tributos)
(±) RESULTADO (lucro / prejuízo) com alienação de AÑC (venda de imobilizados, investimentos, etc.)
(+) Juros PAGOS ou creditados, incorporados aos ativos de longo prazo (ATIVOS QUALIFICÁVEIS)

Juros no caso de estoques de longa maturação são destacados como distribuição da riqueza, no momento em que
os respectivos estoques forem BAIXADOS.

2. INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS


 (+) CMV = EI + CLÍQ – EF + Tributos (recuperáveis ou não)  DRE: CMV vem líquido dos tributos
(+) GASTOS com infraestrutura (materiais, água, energia, telefone, despesas comerciais e ADM.)
(+) GASTOS com construção de ativos PRÓPRIOS

(+) SERVIÇOS de TERCEIROS (inclusive despesa com salários de empregados terceirizados)

 (+) PERDAS de ATIVO (PRVR; PAVM) / (-) Reversão → Atenção! Aqui, Reversão é negativa 

3. VALOR ADICIONADO BRUTO (VADCB) = 1 – 2

4. RETENÇÕES
(+) Depreciação / Amortização / Exaustão

5. VALOR ADICIONADO LÍQUIDO (VADCL) = 3 - 4

6. VALOR ADICIONADO RECEBIDOS EM TRANSFERÊNCIA ()


(±) RESULTADO com Equivalência Patrimonial

(+) Receitas Financeiras (juros e VCA) Valores gerados por outras


empresas e transferido para a sua
(+) Receita de DIVIDENDOS - método de custo, apenas
(+) Outras Receitas - aluguéis, royalties, franquias, doações, subvenções

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7. VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (VADCD) = 5 + 6

8. DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO


Pessoal - empregados PRÓPRIOS
Remuneração – Salários, 13º, honorários da adm. (inclusive pago em ações), férias, comissões, PLR, HE
Benefícios – assistência médica, VT, VR, plano de aposentadoria
FGTS
Governo - impostos, taxas e contribuições PRÓPRIAS, i.e., não inclui valores retidos dos empregados
Federal - INSS patronal
Estadual Para tributos recuperáveis (ICMS, IPI, PIS/Cofins),
considera-se apenas os valores devidos, débito (venda)
Municipal
– crédito (compra)
Remuneração de Capital de Terceiros
JUROS, inclusive VCP
ALUGUÉIS
Arrendamento Mercantil OPERACIONAL
Royalties, franquia, direitos autorais, ainda que originados de capital intelectual
Remuneração de Capital Próprio / Lucros Retidos
Dividendos (apenas os distribuídos com base no resultado do próprio EXERCÍCIO)
JSCP
Lucros retidos (reservas ou aumento de CS) / Prejuízo do Exercício (com sinal negativo)
Participação dos não controladores nos lucros retidos

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AUDITORIA

EXEMPLO – PL AN EJ AMEN TO E AMOS TRAGEM

PLAN EJ AMEN TO D A AU D I TORI A (N BC TA 30 0)

FLUXO D O PLAN EJ AMEN T O

Considera-se iniciado o planejamento desde 1º contato com cliente.

Atividades Plano de Programas de


Estratégia Global
Preliminares Auditoria Auditoria

Atividades Preliminares: avalia questões como:


• O auditor mantém a necessária independência e capacidade (técnica) para realizar o trabalho;
• NÃO há problemas de integridade da adm.;
• NÃO há desentendimentos com o cliente em relação aos termos de trabalho.

Estratégia Global (EG): ALCANCE, ÉPOCA e direção da AUDITORIA.


• Natureza, época e extensão dos RECURSOS;
• Natureza das COMUNICAÇÕES;
• Definir os OBJETIVOS do relatório.

Plano de Auditoria: mais detalhado que a EG – natureza, época e a extensão dos PROCEDIMENTOS
(testes) a serem executados durante a auditoria.

Programa de Auditoria (doutrina): “manual” que evidencia como deve ser realizado determinado
trabalho. Muito comum em forma de checklists. É um GUIA e MEIO de CONTROLE. Dá uma visão
GERAL do objeto. O programa de auditoria pode ser:
a) Específico: um plano p/ cada trabalho – EX: procedimentos em contas como “Royalties do Petróleo”.
b) Padronizado: aplicação em trabalhos locais ou em épocas diferentes, com pequenas alterações.

PLAN EJ AMEN TO D A AU D I TORI A I NI C I AL (PRI ME I RA AUD I TORI A)

a) Verificar se os saldos iniciais contêm distorções que afetam de forma RELEVANTE as DC correntes;
b) Avaliar se as POLÍTICAS contábeis foram aplicadas de maneira UNIFORME nas DC correntes;
c) Considerar quaisquer assuntos importantes discutidos com a ADM.

AMOS TRAGEM

Objetivo: tirar conclusões sobre toda a população com base em alguns de seus elementos. Quanto MENOR o risco disposto a
aceitar, MAIOR deverá ser a amostra. Amostragem pode ser:
NÃO-ESTATÍSTICA: determinada pelo auditor utilizando sua experiência, critério e conhecimento. A forma mais relevante
é a amostragem “ao acaso” (casual), ou seja, NÃO segue uma técnica estruturada, sendo baseada na EXPERIÊNCIA.
ESTATÍSTICA: seleção ALEATÓRIA, de acordo com a teoria da PROBABILIDADE ou as regras estatísticas. Recomendável
quando a população apresenta características HOMOGÊNEAS. Pode ser:

a) Aleatória: todos os itens têm IDÊNTICA POSSIBILIDADE de serem escolhidos;


b) Unidade Monetária: População estratificada por valor monetário (EX : NF de $5 a $150; $1.000 a $1500)
c) Sistemática: quantidade de unidades de amostragem na população é DIVIDIDA pelo tamanho da amostra para dar
um intervalo (EX : de 50 em 50 – NFs nº: 50, 100, 150, 200, etc.);

É VEDADA amostragem por BLOCOS (“seleção de um ou mais blocos de itens contíguos da população”). Muito cuidado para
não confundir com a sistemática.

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ES TRATI FI C AÇ ÃO

Consiste em dividir uma população HETEROGÊNEA (diversificada) em subpopulações com características semelhantes
(HOMOGÊNEAS). Melhora a EFICIÊNCIA, mantendo MESMO RISCO DE AMOSTRAGEM. Cada unidade de amostragem
deverá pertencer, exclusivamente, a UM estrato. Ilustrando:

Atenção! Os resultados dos procedimentos de auditoria aplicados a uma amostra de itens dentro de um estrato só podem
ser projetados para os itens que compõem ESSE estrato.

OU TROS C ON C EI TOS

Distorção Tolerável é um VALOR monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que: DREAL
< DTOLERÁVEL. Aplicado na avaliação das transações ( TESTES DETALHES).

Anomalia: distorção / desvio comprovadamente NÃO representativo - Se você possui distorção na amostra, essa distorção
DEVE ser projetada para a população, PORÉM se for uma anomalia, NÃO há necessidade.

Risco de Amostragem: risco de que a CONCLUSÃO, com base em amostra, pudesse ser diferente se TODA a população fosse
sujeita ao mesmo procedimento.

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DIREITO EMPRESARIAL

EXEMPLO – EMPRES A E EMPRES ÁRI O

EMPRES A

Empresa: ATIVIDADE ECONÔMICA ORGANIZADA para a PRODUÇÃO OU CIRCULAÇÃO de bens ou serviços, exercida de
forma PROFISSIONAL.

EMPRES ÁRI O

Art. 966. Considera-se EMPRESÁRIO quem exerce, PROFISSIONALMENTE, ATIVIDADE ECONÔMICA ORGANIZADA para a
PRODUÇÃO ou CIRCULAÇÃO de BENS ou SERVIÇOS (= empresa)

• PROFISSIONALMENTE = Habitualidade + Continuidade

• ATIVIDADE ECONÔMICA = visa LUCRO (atividades sem fins lucrativos NÃO são empresárias)
• ORGANIZADA = diz respeito à organização dos fatores de produção (MO, Capital, Matéria Prima e Tecnologia).

• EMPRESÁRIO
i. SOCIEDADE empresária (PJ), ou;
ii. Empresário INDIVIDUAL (PF – responsabilidade ILIMITADA e DIRETA, pois NÃO possui PJ, apesar de obrigado ao
registro no RPEM e à inscrição no CNPJ).

§único. NÃO se considera EMPRESÁRIO quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística
(liberal), AINDA QUE c/ concurso de auxiliares, SALVO se constituir ELEMENTO de empresa (visar o lucro, por exemplo; ou
for atividade organizada, etc.)

I N SC RIÇ ÃO / REGI S TRO D O EMPRES ÁRI O

Art. 967. OBRIGATÓRIA a INSCRIÇÃO no RPEM, ANTES do início de sua atividade – trata-se de ato DECLARATÓRIO da
regularidade; não dá a condição de empresário, mas atesta sua regularidade.

PROD UTORES RU RAIS (EM REGRA, S E I NS C R EV EM N O RC PJ )

Art. 971. O empresário, cuja atividade rural constitua sua PRINCIPAL profissão, PODE requerer inscrição no RPEM, ficando
equiparado para TODOS os efeitos ao empresário sujeito a registro – atividade rural só é empresarial SE feita inscrição.

Nesse caso, o registro é considerado CONSTITUTIVO, ou seja, uma vez registrado, a pessoa é considerada empresária,
caso contrário NÃO será (mesmo que o seja de fato).

HABI LI TAD OS PARA EXE RC ER ATI V I D ADE D E EMPRES ÁRI O

PLENO gozo da CAPACIDADE CIVIL NÃO forem LEGALMENTE impedidos

E o incapaz? O que ocorre caso o legamente impedido exerça?

Art. 974. Poderá o INCAPAZ, via REPRESENTANTE Art. 973. SE exercer, responderá pelas obrigações
(absolutamente incapaz) OU ASSISTIDO (relativamente (PESSOALMENTE) contraídas.
incapaz), CONTINUAR a empresa antes exercida
Cuidado! Os negócios que ele efetuar NÃO são
enquanto capaz, por seus pais ou pelo autor de herança.

§ 1º Precederá AUTORIZAÇÃO JUDICIAL, revogável pelo + nulos.

Servidor Federal (Lei 8.112): VEDADO participar


juiz, escutado pais, tutores ou representantes.
de gerência ou adm., exercer o comércio, SALVO
§ 2º NÃO ficam sujeitos ao resultado da empresa os bens acionista, cotista ou comanditário.
que o incapaz JÁ POSSUÍA ao tempo da sucessão ou
interdição, desde que estranhos ao acervo daquela. Outros exemplos: falido não reabilitado, militar da
ativa e magistrado.
§ 3º Condições para registro: incapaz NÃO exerça a ADM
e que o Capital Social esteja totalmente integralizado

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ARQUIVOLOGIA

PRI N CÍ PI OS E C IC LO V I TAL ARQU IV ÍS TIC O

PRI N CÍ PI OS D A ARQU IV LOGI A

Diz que os arquivos originários de uma instituição devem manter sua individualidade, SEM
PROVENIÊNCIA
se misturarem a arquivos de outras entidades / origens. É possível identificar o fundo1 a que
(TERRITORIALIDADE)
pertence determinado documento. IMPORTANTE
Os arquivos de uma MESMA proveniência devem conservar a organização estabelecida pela
ORGANICIDADE
entidade produtora. Preservação do CONTEXTO de produção, e reflete a estrutura da
(ORDEM ORIGINAL)
entidade produtora.
INDIVISIBILIDADE
Fundos devem ser preservados SEM destruição ou acréscimos indevidos.
(INTEGRIDADE)

Os documentos de arquivo devem conservar o seu CARÁTER ÚNICO, em função do seu


UNICIDADE
contexto de produção, independentemente de sua forma, gênero, tipo ou suporte

Os arquivos constituem uma formação PROGRESSIVA e NATURAL. Os arquivos são


CUMULATIVIDADE
acumulados NATURALMENTE e não artificialmente.

Visa garantir que os documentos sejam criados e conservados de acordo com


AUTENTICIDADE
PROCEDIMENTOS REGULARES que possam ser comprovados.

1
Fundo: conjunto de DOCUMENTOS de uma MESMA PROVENIÊNCIA.
• Fundo Aberto - PODEM ser acrescentados novos documentos.

• Fundo Fechado - NÃO recebe acréscimos de documentos. Entidade produtora cessou atividade.

A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o RECOLHIMENTO de sua documentação
à instituição arquivística pública ou a sua TRANSFERÊNCIA à instituição sucessora.

CONDIÇÕES para que uma entidade produza um fundo de arquivo:


Possuir nome / existência jurídica;
Possuir atribuições precisas, estáveis e legais;

Existir definição formal de hierarquia e organização interna formalizada (ORGANOGRAMA)

C I C LO V I TAL ARQU IV Í S TI CO – TEORI A DAS TR ÊS I D AD ES

Teoria das Três Idades: arquivos são classificados de acordo com a frequência de uso e identificação de seus valores
administrativo ou histórico.

Documentos, em tramitação ou não, objeto de consultas frequentes. Geralmente localizados próximos


Corrente
aos seus setores. Atividades: protocolo, arquivamento, consulta, expedição e empréstimo. Possui valor
(1ª idade)
PRIMÁRIO = administrativo. PODEM ser eliminados.

Documentos originalmente correntes, que AGUARDAM destinação (guarda permanente ou eliminação).


Intermediário
São consultados e utilizados ESPORADICAMENTE / RARAMENTE.
(2ª idade)
Possui valor PRIMÁRIO = administrativo. PODEM ser eliminados.

Documentos preservados em CARÁTER DEFINITIVO. NÃO podem ser eliminados e estão abertos ao
Permanente
público para consultas. Possui valor SECUNDÁRIO = histórico-cultural (PROBATÓRIO ou
(3ª idade)
INFORMATIVO).

TODOS os documentos NASCEM com uma finalidade ADMINISTRATIVA (valor primário), ou seja, os documentos
NÃO nascem com valor histórico (valor secundário).

MU D ANÇ A D E FAS E

Corrente (1ª) PARA Intermediária (2ª) Corrente (1ª) ou Intermediária (2ª) PARA Permanente (3ª)
TRANSFERÊNCIA RECOLHIMENTO

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DIREITO DA PESSOA CO M DEFICIÊNCIA

D EFI NI Ç ÕES D A LEI 13.146/15

Acompanhante Aquele que acompanha a PCD, podendo ou não desempenhar as funções de atendente pessoal

Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, espaços, mobiliários,
Acessibilidade
transportes, edificações, etc., na zona urbana e rural, por PCD ou com mobilidade reduzida

Desenho Concepção de produtos, ambientes, programas e SERVIÇOS a serem usados por TODAS as pessoas,
Universal SEM necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva

Tec. Assistiva = Produtos, equipamentos, dispositivos, etc. que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à
Ajuda Técnica atividade e à participação da PCD ou com mobilidade reduzida [...]

Forma de interação dos cidadãos que abrange, entre outras opções, as línguas, Libras, a visualização
Comunicação
de textos, o Braille, incluindo as TI e das comunicações.

Adaptações Adaptações, modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus
Razoáveis desproporcional e indevido [...]

Elemento De Quaisquer componentes de obras de urbanização, tais como os referentes a pavimentação,


Urbanização saneamento, encanamento, distribuição de energia, IP, etc.

Mobiliário Conjunto de objetos existentes nas vias e nos espaços públicos, tais como semáforos, postes, pontos
Urbano de acesso coletivo às telecomunicações, fontes de água, lixeiras, toldos, bancos, quiosques, etc.

Moradia p/ vida Moradia com estruturas adequadas capazes de proporcionar serviços de apoio coletivos e
independente individualizados que respeitem e ampliem o grau de autonomia de jovens e adultos.

Pessoa c/ mob. Aquela que tenha, por qualquer motivo, dificuldade de MOVIMENTAÇÃO, PERMANENTE ou
reduzida TEMPORÁRIA, incluindo idoso, gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso
Unidades de oferta do SUAS localizadas em áreas residenciais, com estruturas adequadas, que possam
Residências contar com apoio psicossocial para o atendimento, destinadas a jovens e adultos com deficiência,
Inclusivas em situação de dependência, que não dispõem de condições e com vínculos familiares fragilizados
ou rompidos
Pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos
Atendente
e essenciais à PCD nas suas atividades DIÁRIAS, excluídas as técnicas ou os procedimentos
Pessoal
identificados com profissões legalmente estabelecidas
Pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do ESTUDANTE com deficiência,
Profissional de
em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, excluídas as
Apoio Escolar
técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas

Qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação, bem
como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos.

Urbanísticas: nas VIAS e ESPAÇOS públicos e privados abertos ao público ou de uso coletivo

Arquitetônicas: nos EDIFÍCIOS públicos e privados


Barreiras Transportes: as existentes nos sistemas e meios de transportes
Comunicações e na informação: dificulte ou impossibilite a expressão ou recebimento de
mensagens e informações por sistemas de comunicação e de TI
Atitudinais: atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem

Tecnológicas: as que dificultam ou impedem o acesso da PCD às tecnologias

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ADMINISTRAÇÃO DE REC URSOS MATERIAIS

C LAS S I FI C AÇ ÃO D E MATERI AI S

Classificação de Materiais: aglutinação de materiais por características semelhantes, como forma, dimensão, peso, tipo, etc.
Um sistema de classificação deve ter como atributos: PRATICIDADE, ABRANGÊNCIA e FLEXIBILIDADE (FAP)

Objetivos: CATALOGAR, SIMPLIFICAR, ESPECIFICAR, NORMALIZAR, PADRONIZAR e CODIFICAR TODOS os materiais


componentes do estoque da empresa – “CS É NORMA PADRAO COD”

TI POS D E C LASS I FI C AÇ ÃO

POS S I BI LI D AD E D E FAZ ER OU COMPRAR

Esta classificação tem por objetivo prover a informação de quais materiais poderão ser produzidos / recondicionados
internamente pela organização, e quais deverão ser adquiridos no mercado.

VERTICALIZAÇÃO HORIZONTALIZAÇÃO

Produz-se INTERNAMENTE TUDO o que puder. Compra-se de terceiros o MÁXIMO de itens (Toyota).
▪ Independência de terceiros ▪ Garantia de flexibilidade
▪ Maiores lucros ▪ Menores custos
▪ Manutenção de segredo industrial ▪ Perda de controle tecnológico
▪ Perda de flexibilidade ▪ Dependência de terceiros
▪ Maior investimento ▪ Lucro menores

POR D EMAN D A

DE ESTOQUE DE NÃO ESTOQUE

São materiais que, dada a previsibilidade da demanda, São os materiais que, dada a imprevisibilidade da demanda,
DEVEM ser mantidos em estoque. FUNDAMENTAL para NÃO têm necessidade de estarem em estoque
produção.

POR APLI C AÇ ÃO N A ORGAN IZ AÇ ÃO (S Ó SE APLI C A AOS M ATERI AI S D E ES TOQU E)

Aço, na
Matéria prima Toma parte no processo de produção, INCORPORANDO fisicamente ao produto
indústria
(sofre transform.) final.
automobilística
Produto É o produto que tomará parte no produto final, SEM que haja alteração em suas
Bancos de um
intermediário propriedades químicas ou físicas. Podem ser adquiridas de outra organização, ou
carro
(peça p/ montar) fabricadas internamente.
Produto final É aquele que representa o objetivo final da organização, estando PRONTO para Automóvel
(acabado) comercialização. pronto
É utilizado no processo de produção/fabricação, SEM que se incorpore ao
Material auxiliar produto final. Vai desde o material de expediente utilizado (papel, caneta), até -
ferramentas, combustíveis (gasolina, etc.).

POR I MPORTÂNC I A OPER AC I ON AL

X
Materiais de BAIXA criticidade, cuja falta NÃO implica paralisações da produção, nem riscos. Há facilidade de sua
obtenção no mercado.

Y
Materiais que apresentam grau de criticidade intermediário, podendo, ainda, ser substituídos por outros com relativa
facilidade.
Materiais de MÁXIMA criticidade, NÃO podendo ser substituídos por outros equivalentes em tempo hábil sem
Z acarretar prejuízos significativos. A falta provoca a paralisação da produção, ou coloca em risco as pessoas, o ambiente
ou o patrimônio da empresa.

Com base APENAS nesse tipo de classificação, o Gestor de Materiais NÃO conseguirá saber quais os itens em estoque
responsáveis pelo maior valor financeiro, por exemplo – nem sempre um material Z é mais caro.

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POR V ALOR EC ONÔMIC O (CU RV A ABC )

Método da Curva ABC = Princípio de Pareto = Curva 80-20


Principal objetivo da análise ABC é identificar os itens de MAIOR VALOR de demanda; ressalta-se que o método
também pode ser aplicado para outros critérios, como IMPORTÂNCIA na linha de produção, itens mais requisitados,
etc. e não apenas valores financeiros.

Classe A Classe B Classe C


MAIOR Importância Menor
relevância intermediária relevância

% critério
(regra $) 80% 15% 5%

% quant.
estoque
20% 30% 50%
O critério para a classificação nas classes A, B ou C é o VALOR TOTAL – NÃO o custo unitário. Como estoque = custo,
e os itens Classe A são mais onerosos, seus estoques de segurança devem ser MENORES. Cuidado! Na classificação ABC
não é olhada a criticidade / importância do item (XYZ).

PERI C ULOSI D AD E E PER EC I BI LI D AD E

Periculosidade: Nesta categoria, estão inseridos os explosivos, líquidos e sólidos inflamáveis, materiais radioativos,
corrosivos, oxidantes etc.

Perecibilidade: Trata-se de uma classificação que leva em conta o desaparecimento das propriedades físico-químicas do
material.

ATRI BUTOS PARA A C LA S S I FIC AÇ ÃO D E MATERI AI S

Abrangência Flexibilidade Praticidade


A classificação de um bem como PERMANENTE ou CONSUMO é, PREDOMINANTEMENTE, uma classificação CONTÁBIL.
▪ CONSUMO: utilização limitada a 2 anos.

▪ PERMANENTE : utilização SUPERIOR a 2 anos.

Portaria 448 MF-STN - Art. 3º (...) atendidos qualquer um dos requisitos, será material de CONSUMO:

Durabilidade (...) prazo máximo de 2 anos;


Fragilidade: estrutura sujeita a modificação, por ser quebradiço ou deformável (...);

Perecibilidade (...) se deteriora ou perde sua característica normal de uso;


Incorporabilidade, quando destinado à incorporação a outro bem, (...); e
Transformabilidade, quando adquirido para fim de transformação.

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INFORMÁTICA

EXEMPLO – HARD WARE

Esse tema tem muitos tópicos que fazem parte do nosso cotidiano. Falar em mouse, teclado, impressora, scanner, etc. é bastante
comum, por isso creio que as questões não trarão muitas dificuldades para você quando envolver esses itens. Para ser bem
objetivo e não ficar ocupando seu tempo de revisão com bobagem, resolvi colocar aqui apenas aqueles componentes que
realmente podem causar alguma dúvida ou confusão.

C PU – C EN TRAL PROC ESS U NI TY

Processador: é chamado de CPU (unidade central de processamento) e está acoplado à placa-mãe. Faz todo o controle das
operações que serão realizadas pelo computador. Arquitetura de Von Neumann:

CPU é dividida em:

• Unidade Lógica e Aritmética (ULA): executa as


operações matemáticas propriamente ditas;
• UC (unidade de controle): instrui para onde nas
memórias a informação deve ir
• Registradores: são memórias que trabalham no ritmo
dos processadores. São VOLÁTEIS.

Processador 32 bits: 232 = 4GB

Processador 64 bits: 264 = 16GB

MEMÓRI AS

RAM (memória principal) ROM (memória principal) Memória Secundária

• Volátil e rápida • Armazenamento permanente • Pen drives, CD, DVD, HD, etc.

• Muito mais cara • Tecnologia: CMOS • Retém grande quantidade


• Só funciona com PC ligado • Dados não apagam ou se alteram • São NÃO voláteis
• Uma vez desligado, ela “limpa” • Dados não se perdem ao desligar
• CPU a utiliza para armazenar (precisam da pilha)
temporariamente os dados dos • Ex: flash, CD-ROM, DVD-ROM

programas que estão rodando.

Memória Cache: memória de acesso randômico VOLÁTIL mais rápida que armazena os dados mais utilizados pelo
processador (evita ficar acessando toda a hora a RAM, que é lenta). Sem a memória cache o desempenho da máquina ficaria
mais lento e limitado à memória RAM. Existem dois tipos atualmente:

• Cache de nível 1 (cache L1) - localizada no mesmo chip do processador;

• Cache nível 2 (cache L2) - localizada geralmente em um chip RAM separado.

Memória Virtual: é uma técnica que permite a simulação da existência de mais memória RAM do que o micro realmente tem.
Essa simulação é feita no disco rígido.

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ADMINISTRAÇÃO FINANC EIRA E ORÇAMENTÁRIA (AFO)

PRI N CÍ PI OS ORÇ AMEN TÁ RI OS

Princípio Explicação Comporta Exceção?


O orçamento DEVE ser UNO para cada
NÃO tem exceção
Unidade ou ente, por exercício financeiro
Totalidade Totalidade: A LOA é única, mas tem 3 Atenção! A previsão de 3 orçamentos (OF, OS, OI) não “abala”
em 1 – consolidação. esse princípio, já que a lei continua sendo única.

Exercício financeiro: período de tempo Créditos ESPECIAIS ou EXTRAORDINÁRIOS abertos nos


ao qual a previsão das R e a fixação das D últimos 4 meses do exercício, PODEM ser REABERTOS, no
registradas na LOA irão se referir. ano seguinte, nos limites dos seus SALDOS.
Anualidade DEVERÁ coincidir com o ANO CIVIL (Lei EX: foi dado ao MF um crédito especial de 100, dentro
4.320). Orçamento autorizado para UM dos últimos 4 meses do ano, mas o ministério só utilizou
exercício, em regra, NÃO pode ser 40. Isso significa que os 60 restantes, saldo, poderá ser
reutilizado no ano seguinte. reaberto no ano seguinte.

Os ingressos EXTRAorçamentários.
EX: ARO, emissão de papel-moeda e entradas
compensatórias no ativo e passivo financeiro.
LOA: TODAS as RECEITAS, inclusive
Receitas operacionais das estatais Independentes.
Universalidade operações de crédito (RK), e DESPESAS
CUIDADO! As exceções são no tocante às previsões de
orçamentárias
receitas, NÃO em relação às fixações de despesas., i.e.,
TODAS despesas devem estar fixadas na LOA, sem
exceção

RECEITAS e DESPESAS na LOA devem ser


NÃO tem exceção
Orçamento evidenciadas pelos valores TOTAIS,
Bruto VEDADAS quaisquer deduções - Art. 6, CUIDADO! MESMO nos casos de transferências
4.320 constitucionais, há de se colocar o valor bruto;

▪ Autorização p/ créditos SUPLEMENTARES.


VEDADA a inclusão de matéria estranha
▪ Autorização p/ op. de CRÉDITO, inclusive ARO.
Exclusividade na LOA, que não esteja relacionada a
ARO: um empréstimo utilizado para cobrir uma
fixação da DESPESA e previsão da RECEITA.
insuficiência de CAIXA urgente (plano “B”).

São VEDADAS autorizações GLOBAIS na


Especificação ▪ Reserva de Contingência
LOA. Receitas e despesas devem ser
ou ▪ Programas Especiais de Trabalho (EX: orçam. Abin)
discriminadas, demonstrando origem e
Especialização (DK → invest. em regime de execução especial)
aplicação.

Despesas = Receitas Créditos SUPLEMENTARES ou ESPECIAIS


Equilíbrio Obs: esse princípio é verificado na etapa de planejamento,
ATENÇÃO! CF/88 NÃO previu este
princípio expressamente. não na fase execução!

1. Repartição da receita tributária (FPM, FPE e FPEx)


2. Saúde
3. Ensino (18% dos impostos líquidos) - FUNDEF
Não Afetação VEDADA a vinculação de receita dos 4. Atividades da ADMT
das Receitas IMPOSTOS a órgão, fundo ou despesa; 5. Garantias às operações de créditos por ARO
6. Contragarantia à União
7. Pagamento de débitos para com a União
8. NOVO! EC/93 de 2016 (vide “Vedações”) - DRU

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Princípio Explicação Comporta Exceção?


As RECEITAS (orçamentárias e
NÃO tem exceção
extraorçamentárias) devem ser
Unidade de recolhidas em estrita observância da CUIDADO! Se a questão citar Conta Única do TN, existem
caixa unidade de caixa, sendo VEDADA a contas especiais Unidades Gestoras no Exterior
fragmentação em caixas especiais (Art. (embaixadas) – para fins de concurso é considerado
56, Lei 4.320) EXCEÇÃO.

Atividades de C&T e inovação, por ato (DECRETO) do


Executivo, SEM necessidade da prévia autorização
VEDADA a transposição, o legislativa.
Proibição do remanejamento ou transferência de
Remanejamento: tira de um órgão e joga para outro.
estorno recursos, SEM prévia autorização
Transposição: mesmo órgão, mas muda o programa.
legislativa.
Transferência: mesmo órgão e programa, mas muda a
categoria econômica da despesa.

LD O – LEI D E D I RETRI Z ES ORÇ AMEN TÁRI AS

ATRI BUI ÇÕES D A LD O N A C F/88

▪ LO que ORIENTARÁ a elaboração da LOA do ano seguinte; assim, a LDO tem vigência e produz efeitos por 1,5 ano (½
ano da elaboração da LOA + exercício seguinte).
▪ Metas e Prioridades da ADMPF, incluindo as...
▪ DESPESAS de Capital (DK) para exercício financeiro SUBSEQUENTE.

▪ DISPORÁ sobre as alterações na LET (NÃO é autorizativa) - basicamente são as Renúncias de Receita.

▪ Estabelecerá a política de aplicação das Agências Financeiras Oficiais de Fomento ( EX: CEF, BB, BNDES).

▪ AUTORIZA concessão de vantagem, despesa de pessoal, criação de cargos, empregos e funções ou alteração na
estrutura da carreira, bem como admissão e contratação; EXCETO para EP/SEM

ATRI BUI ÇÕES D A LD O N A LRF – ART. 4º

a) EQUILÍBRIO entre receitas e despesas;


b) Critérios e forma de LIMITAÇÃO DE EMPENHO (“Decreto de Contingenciamento”)
c) CONTROLE de custos e à AVALIAÇÃO dos resultados dos programas
d) Condições e exigências para TRANSFERÊNCIAS de recursos a entidades públicas e privadas;

I N TEGRAM O PLD O – AN EXOS (CON FORME LRF, ART. 4º )

 Anexo de Metas Fiscais : METAS anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados
nominal e primário e montante da dívida pública, p/ exercício a que se referirem e para os 2 seguintes (“rolagem”). AMF
conterá também:

1. Avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;


2. Demonstrativo das metas anuais, comparando-as c/ 3 anteriores – conter memória e metodologia de cálculo;
3. Evolução PL, nos últimos 3 exercícios, destacando a origem e aplicação de recursos na alienação de ativos
4. Avaliação financeira e atuarial do RGPS, RPPS, FAT e outros fundos e programas atuariais (LOAS)
5. Demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita;
6. Demonstrativo da margem de expansão das DOCC (+2 exercícios)

Anexo de Riscos Fiscais : avaliados os Passivos Contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas,

informando as providências a serem tomadas. Cuidado! Precatório NÃO é Passivo Contingente.

Anexo dos Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial : mensagem que encaminhar a PLDO da União conterá
objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados
e variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício subsequente

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MACROECONOMIA

MOD ELO KEYN ES I ANO S I MPLI FIC AD O

Para Keynes, demanda (DA) cria a oferta (OA). Os empresários produzirão apenas a quantidade de bens e serviços que eles
acreditam que os compradores PLANEJAM comprar. A condição algébrica para esse equilíbrio é: DA = OA . Dessa forma:

DA = C + I + G + (X – M) → Despesa Um ∆E > 0 significa que se está Um ∆E = 0 temos uma situação de


OA = produção = PIB = Y → Produto vendendo menos que o que produz, equilíbrio, pois produziu-se
ou seja, a despesa planejada é MAIOR exatamente o consumido, i.e., despesa
DA = OA = C + I + G + (X - M) → Equilíbrio
que a despesa efetiva, o que induz a planeja é igual à despesa efetiva.
Como, I = FBKF + ∆E,
empresa a diminuir a produção, *não é o estoque que é nulo, sim sua
Y = C + FBKF + ∆E + G + (X - M) ocasionando demissões e recessão variação.

Dessa forma, para Keynes, é a demanda mal PLANEJADA que gera as recessões, pois há EXCESSO de estoque. A solução
para o problema do excesso de estoques é ↑G ou seja, o governo deveria intervir fortemente na economia, levando ao ↑Y
e consequentemente ↑emprego.

D ETERMI N AÇ ÃO D A REN D A N ACI ON AL DE EQ UI LÍ BRI O

O objetivo do keynesianismo é o controle do nível de DA, até que se atinja o pleno emprego com a economia em equilíbrio. Para
tanto, sua teoria é baseada nas seguintes premissas:

1. Taxa de juros constante (i) – Cuidado! NÃO quer dizer que Keynes a desconsiderava, mas sim que ela é CONSTANTE
2. Nível de preços constante (P) – Cuidado! Rigidez dos preços, isto é, constante no tempo
3. Depreciação = 0
4. RLEE / RLRE = 0 – Cuidado! NÃO significa que seja economia fechada, mas tão somente que o fluxo é 0;
5. Governo arrecada apenas impostos direitos (sobre as pessoas);
6. Impostos indiretos = 0 e sub = 0.

FU N D AMEN TAÇ ÃO MATEMÁ TI C A

VARIÁVEL FÓRMULA CONSIDERAÇÕES


C0: consumo autônomo. Independe da produção / renda. É
um valor FIXO
c: propensão marginal a consumir (PMgC) – é a variação do
consumo dada uma variação na renda disponível (c =
Consumo (C): consumo das ∆C/∆YD). É constante: 0 < c < 1
famílias. Uma parte depende da YD: Renda disponível (parte da renda não consumida pela
renda disponível (c∙YD), e a
C = C0 + c∙YD
tributação) = (Y – T).
outra é autônoma (C0). • YD = Y – (T0 + tY)
• Consumo cresce com a renda disponível;

• PMeC (propensão média a consumir) = C/Y D


• 0 < PMeC < 1

(1 – c): é a propensão marginal a poupar (PMgS) – parcela do


acréscimo de renda destinada à poupança.
Poupança (S): renda disponível
• Poupança cresce junto com a renda disponível;
que não é gasta com consumo. S
= YD – C, portanto, substituindo
S = (1 - c) ∙YD – C0 • PMgS: 0 < (1 - c) < 1;
o C por C0 + c∙YD • PMeS (propensão média a poupar) = S/YD

• 0 < PMeS < 1

t: é a propensão marginal a tributar (PMgT) – parcela do


Tributação (T): a tributação
diminui a renda disponível.
T = T0 + t∙Y acréscimo de renda destinada à tributação. Quando a
questão não mencionar nada, T = 0

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VARIÁVEL FÓRMULA CONSIDERAÇÕES


i: é a propensão marginal a investir (PMgI) – parcela do
Investimento (I) I = I0 + i∙Y acréscimo de renda destinada ao investimento, ou seja, i =
∆I/∆Y.
Gastos do Governo (G):
autônomos
G = G0 –

Exportações (X): autônomas X = X0 –

Importações (M): não são m: é a propensão marginal a investir a importar (PMgM) –


autônomos e dependem da M = M0 + m∙Y parcela do acréscimo de renda destinada ao consumo de
renda. produtos importados (m = ∆M/∆Y).

MU LTI PLI C ADOR KEYN ES I ANO

Relação entre a variação de qualquer um dos elementos autônomos (C0, I0, G0, X0 e M0) e seu impacto na variação da renda de
equilíbrio. O multiplicador é deduzido da fórmula completa da renda de equilíbrio:

𝟏
𝑫𝑨 = 𝑷𝑰𝑩 = 𝒀𝑬𝑸𝑼𝑰𝑳Í𝑩𝑹𝑰𝑶 = (𝑪𝟎 + 𝑰𝟎 + 𝑮𝟎 + 𝑿𝟎 − 𝑴𝟎 − 𝒄𝑻𝟎 ) ×
(𝟏 − 𝒄 − 𝒊 + 𝒄𝒕 + 𝒎)
Se nas questões nada for falado sobre i, t, m, deve-se considerar que são = 0

𝟏
𝑴𝒖𝒍𝒕𝒊𝒑𝒍𝒊𝒄𝒂𝒅𝒐𝒓 𝑲𝒆𝒚𝒏𝒆𝒔𝒊𝒂𝒏𝒐 𝑪𝒐𝒎𝒑𝒍𝒆𝒕𝒐 (𝑲) = (𝟏−𝒄−𝒊+𝒄𝒕+𝒎)
Define o impacto da alteração de variável autônoma, quando modificada, sobre o PIB. A questão provavelmente falará que a
variável foi de uma valor x para y. Mais importante são os gastos do governo: ∆Y/∆G0 = (Y1–Y0)/(G1-G0) = K

C ONS EQUÊNC I AS

Teorema do Orçamento Equilibrado: A elevação de gastos do governo (G) acompanhada do aumento da tributação (T) em
IGUAL VALOR resultará em aumento do produto (Y) da economia no mesmo montante. Exemplo: se aumentarmos os
gastos e a tributação em R$ 500,00, haverá uma elevação da renda em R$ 500,00. G e T no mesmo montante, provocam,
ao final, um impacto positivo sobre Y. Matematicamente:

∆𝒀 ∆𝒀 ∆𝒀 ∆𝒀
+ = 𝟏, 𝑠𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑠𝑒𝑚𝑝𝑟𝑒 >
∆𝑮 ∆𝑻 ∆𝑮 ∆𝑻

Intensidade dos instrumentos de política fiscal: uma alteração (expansão ou redução) em G provoca um impacto MAIOR do
que uma alteração (expansão ou redução) na T ou distribuição de renda.

Hiato Inflacionário: montante pelo qual a DA > OA, ou seja, há menos produtos no mercado, o que leva ao aumento dos preços
(inflação - P), considerando como referência Ypleno_emprego. Para controlar essa inflação, o governo deve ↓G. O Hiato
deflacionário ocorre quando a DA < AO, isto é, a redução dos gastos reduz a renda, acarretando queda do emprego e do nível
de preços (deflação).

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MICROECONOMIA

EXEMPLO – EL AS TI C I D AD E

Conceito: é a alteração percentual de uma variável, dada a alteração percentual em outra, coeteris paribus. É sinônimo de
SENSIBILIDADE, resposta, reação de uma variável, em face de mudanças em outras variáveis.

ELAS TI C I D AD E PREÇ O D A D EMAND A (EPD )

Epd (%) = Variação da quantidade demandada, dada uma alteração no


𝑉𝑎𝑟𝑖𝑎çã𝑜 % 𝑛𝑎 𝑑𝑒𝑚𝑎𝑛𝑑𝑎
𝐸𝑝𝑑 (%) = preço. Pouca alteração do preço e muita variação da demanda = muita
𝑉𝑎𝑟𝑖𝑎çã𝑜 % 𝑛𝑜 𝑝𝑟𝑒ç𝑜 elasticidade e vice-versa.

∆𝑄 𝑃𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 O resultado irá indicar que, a cada 1% de variação no preço haverá Epd
= × (%) de variação da demanda. O sinal negativo indica que a variação será
∆𝑃 𝑄𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙
inversa (preço demanda).

GRAUS D E ELAS TI C ID AD E

Perfeitamente
Inelástica A quantidade demandada NÃO se altera,
independentemente de alteração nos preços.
Epd (%) = 0

A quantidade demandada não responde com


Inelástica muita intensidade a alterações nos preços.
São os de primeira necessidade,
Epd (%) < 1
indispensáveis à subsistência. EX : sal, água,
energia

Unitária
A quantidade demandada responde
Epd (%) = 1 proporcionalmente à alteração nos preços.

Elástica
A quantidade demandada responde com
Epd (%) > 1 intensidade a alterações nos preços.

Perfeitamente A quantidade demandada muda


Elástica infinitamente com a varição no preço.
Epd (%) tende ao infinito.

ELAS TI C I D AD E REN D A D A D EMAND A

O raciocínio é o mesmo do preço, porém deve-se lembrar da diferença entre bens normais e bens inferiores, pois a reação da
demanda em função da renda é modificada pelo bem em análise.

• Bens normais ou superiores: AUMENTO da renda tende a AUMENTAR o consumo.

• Bens inferiores: relação inversa, ou seja, com AUMENTO da renda o consumo tende a DIMINUIR.

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FINANÇAS PÚBLICAS

EXEMPLO – TI POS D E T RI BU TOS

PROGRESSIVOS: alíquota é REGRESSIVOS: a alíquota efetiva PROPORCIONAIS: alíquota é


VARIÁVEL conforme o valor da DIMINUI à proporção que os IGUAL para QUALQUER matéria
matéria tributável. É o caso do X valores sobre os quais incide são X tributável. Respeita SOMENTE a
IRPF. Respeita ambas equidades maiores. Geralmente estão nos equidade horizontal.
(HORIZ. + VERT .) tributos indiretos.

Faixa Alíquota Basta pensar no caso do ICMS. Faixa Alíquota


Até $1.000  10% Supondo num bem de $1.000 com Até $1.000  10%
Até $2.000  20% 17% de ICMS: Até $2.000  10%
$2.000 +  25% -Valor do bem: $830 $2.000 +  10%
A pessoa paga conforme suas -ICMS (por dentro): $170 Para todos os casos, a renda líquida
faixas. EX : renda de $3.500: Para duas rendas diferentes, de que sobra é 90% da renda original!
$1.000 x 10% (sobram $2.500) $5.000 e $20.000, a %EFETIVA
$1.000 x 20% (sobram $1.500) (impacto na renda):
$1.500 x 25% R1: 170 ÷5.000 = 3,4%
Total pago: $675 R2: 170÷20.000 = 0,85%
Alíquota efetiva: 19,28% O “mais pobre” paga % mais!

DIRETOS: São os tributos que os governos arrecadam INDIRETOS: São os tributos que incidem sobre os
sobre o PATRIMÔNIO e RENDA. São considerados PRODUTOS e SERVIÇOS. São cobrados de produtores e
impostos diretos, pois o governo arrecada diretamente X comerciantes, porém acabam atingindo indiretamente os
dos cidadãos. consumidores, pois são repassados para os preços.
EX: IPVA, IPTU, IRPF, etc. EX: ICMS, ISS, IPI, etc.

ESPECÍFICOS (ad rem): é a cobrança de um valor AD VALOREM: incidem diretamente sobre o valor do
específico para cada UNIDADE. X consumo através de um ALÍQUOTA.

EX: R$ 0,15/L de CIDE-Combustíveis EX: 17% de ICMS sobre cabos elétricos.

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GLOSSÁRIO DE SIGLA S

SIGLA SIGNIFICADO
ADCT Ato das Disposições Constitucionais Transitórias
ADM Administração / Administrativo / Administrador
ADMD Administração Direta
ADMI Administração Indireta
ADMP Administração Pública
ADMPF Administração Pública Federal
ADMT Administração Tributária
AMF Anexo de Metas Fiscais
ARO Antecipação de Receita Orçamentária
AUT Autarquia
BRA Brasil
C&T Ciência e Tecnologia
CA Créditos Adicionais
CASP Contabilidade Aplicada ao Setor Público
CD Câmara dos Deputados
CF Constituição Federal
CMPOF Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização
CN Congresso Nacional
CS Capital Social ou Contribuições Sociais
CTN Código Tributário Nacional
DA Dívida Ativa
DC Demonstrações Contábeis
DK e DC Despesa de Capital e Despesa Corrente, respectivamente
DOCC Despesa Obrigatória de Caráter Continuado
DP Defensoria Pública
DRU Desvinculação das Receitas da União
EC Emenda Constitucional
EP/SEM Empresa Pública / Sociedade de Economia Mista
FAT Fundo de Amparo ao Trabalhador
FPE Fundo de Participação dos Estados e DF
FPM Fundo de Participação dos Municípios
Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do
FUNDEF
Magistério
FUP Fundação Pública
i.e. Id Est = "Isto é" (ou seja, em outras palavras...)
LC Lei Complementar
LDO Lei de Diretrizes Orçamentárias
LET Legislação Tributária
LO Lei Ordinária

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SIGLA SIGNIFICADO
LOA Lei Orçamentária Anual
LOAS Lei Orgânica da Assistência Social
LRF Lei de Responsabilidade Fiscal
LTN Letras do Tesouro Nacional
MP Ministério Público
MPV Medida Provisória
OF Orçamento Fiscal
OI Orçamento de Investimento
ORC Outras Receitas Correntes
OS Orçamento da Seguridade Social
P.A.R.T Program Assessment Rating Tool
PAC Programa de Aceleração do Crescimento
PCPR Prestação de Contas do Presidente da República
PEC Proposta de Emenda Constitucional
PGFN Procuradoria Geral da Fazenda Nacional
PL Patrimônio Líquido / Projeto de Lei Ordinária
PLC Projeto de Lei Complementar
PLEN Plenário
PPA Plano Plurianual
PR Presidente / Presidência da República
RAP Restos a Pagar
RCL Receita Corrente Líquida
RGF Relatório de Gestão Fiscal
RGPS Regime Geral de Previdência Social
RK Receita de Capital
RPPS Regime Próprio de Previdência Social
RREO Relatório Resumido da Execução Orçamentária
SF Senado Federal
SI Sistema(s) de Informação(ões)
SL Sessão Legislativa
SOF Secretaria de Orçamento Federal
STN Secretaria do Tesouro Nacional
TC / TCM / TCE / TCU Tribunal de Contas (Municipal, Estadual e da União, respectivamente)
TN Tesouro Nacional
U, E, DF e M União, Estados, Distrito Federal e Municípios
VPA Variações Patrimoniais Aumentativas
VPD Variações Patrimoniais Diminutivas

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