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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

SUMÁRIO

OBJETIVO..................................................................................................................4

ESTRUTURA DO SAP R/3.......................................................................................5

SD – Sales and Distribution..............................................................................................5

PRINCÍPIOS BÁSICOS............................................................................................6

AMBIENTE DE PARAMETRIZAÇÃO..................................................................7

Botões do Ambiente de Parametrização.............................................................................8

ESTRUTURAS EMPRESARIAIS NO SAP R/3...................................................10

Estrutura do Empreendimento..........................................................................................10
Unidade Organizacional – Contabilidade........................................................................12
Unidade Organizacional – Gestão de Materiais..............................................................13
Unidade Organizacional – Expedição..............................................................................14
Estrutura Organizacional de Vendas................................................................................15
Unidade Organizacional – Vendas...................................................................................16

PARAMETRIZAÇÃO – ESTRUTURA DO EMPREENDIMENTO.................17

Organização de Vendas....................................................................................................17
Canal de Distribuição......................................................................................................19
Setor de Atividade.............................................................................................................20
Escritório de Vendas (Agência de Vendas).......................................................................21
Grupo de Vendedores.......................................................................................................21
Centro...............................................................................................................................22
Depósito............................................................................................................................23
Local de Expedição...........................................................................................................23
Local de Carga.................................................................................................................24
Atribuir Organização de Vendas à Empresa....................................................................25
Atribuir Canal de Distribuição à Organização de Vendas...............................................26
Atribuir Setor de Atividade à Organização de Vendas.....................................................26
Formar Área de Vendas....................................................................................................26
Atribuir Escritório de Vendas à Área de Vendas..............................................................27

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Atribuir Grupo de Vendedores ao Escritório de Vendas..................................................27


Atribuir Centro à Organização de Vendas e Canal de Distribuição................................27
Atribuir Local de Expedição ao Centro............................................................................27

DADOS MESTRES..................................................................................................28

Registro Mestre de Cliente...............................................................................................28


Parceiros de Negócios...................................................................................................28
Hierarquia de Clientes...................................................................................................29
Registro Mestre de Material.............................................................................................30

PARAMETRIZAÇÃO – DADOS MESTRES.......................................................31

Canal de Distribuição Comum.........................................................................................32


Setor de Atividade Comum...............................................................................................33
Parceiros de Negócios (Registro Mestre de Cliente)........................................................33
Categoria de Hierarquia.................................................................................................33
Grupo de Cliente...........................................................................................................33
Campos de Reserva no Mestre de Cliente – Grupos de Cliente....................................34
Registro Mestre de Material.............................................................................................35
Dados Relevantes para SD............................................................................................35
Hierarquia de Produtos..................................................................................................36
Status SD.......................................................................................................................38
Campos de Reserva no Mestre de Material – Grupo de Material..................................39

DOCUMENTOS NO SISTEMA DE GESTÃO DE VENDAS.............................40

Estrutura dos Documentos................................................................................................40


Documento de Venda........................................................................................................41
Documento de Expedição.................................................................................................42
Documento de Faturamento.............................................................................................42
Observações Gerais..........................................................................................................42
Cópia de Dados e Criação de Documentos por Referência...........................................43
Status.............................................................................................................................43
Protocolo de Dados Incompletos...................................................................................44
Categoria de Itens..........................................................................................................45
Determinação de Preço..................................................................................................46

PARAMETRIZAÇÃO – DOCUMENTOS DE VENDAS....................................47

Ordem de Venda...............................................................................................................47
Atribuir Área de Vendas à tipo de ordem......................................................................48
Criar Tipo de Itens........................................................................................................48
Atribuir categorias de item............................................................................................51
Atribuir categorias de item – localizado (Brasil)...........................................................53
Divisões de Remessa.....................................................................................................54
Atribuir Ctgs. Divisão...................................................................................................54
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Fornecimento....................................................................................................................55
Fatura...............................................................................................................................56
Funções Básicas................................................................................................................56

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OBJETIVO

- Conhecimento básico do SAP R/3;

- Apresentação do fluxo de operações em SD;

- Conhecimento básico de customização do módulo SD.

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ESTRUTURA DO SAP R/3

O SAP R/3 é um sistema integrado, porém, para efeito de desenvolvimento e


implementação, ele é subdividido em módulos. Os módulos do SAP R/3 podem ser
implantados individualmente ou em grupos e interagem entre si quando possível e
necessário.

SD – SALES AND DISTRIBUTION

Responsável pela atividade de venda e distribuição dos produtos e serviços


aos clientes. Apóia as atividades de Contato com clientes, Cotação de Vendas,
Registrar Pedido do Cliente, Fornecimento (Separação e Embarque de
mercadorias), Faturamento e Emissão de Notas fiscais.
O módulo de Vendas e Distribuição interage com praticamente todos os
módulos do SAP R/3, sendo os principais:

- FI – Financeiro;

- CO – Contábil;

- MM – Movimentação de Materiais; e

- PS – Projetos.

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PRINCÍPIOS BÁSICOS

A empresa, os dados relevantes do negócio e as transações comerciais são


representadas e armazenadas sob a forma de:

- Estruturas Organizacionais

- Dados Mestres

- Documentos

O processamento de vendas baseia-se nas seguintes definições básicas:

 Cada empresa está estruturada de uma determinada forma. Para se


trabalhar com o SAP R/3 a estrutura da empresa tem de ser
representada no sistema, através das Estruturas Organizacionais;

 O módulo SD trata da venda, envio de produtos e execução de serviços


para os clientes;

 Os dados referentes a produtos e serviços, bem como de clientes e


demais parceiros comerciais são a base para o processamento de
vendas, que no sistema SAP R/3 são considerados Dados Mestres. Os
Dados Mestres precisam estar armazenados no sistema antes do início
do processo de venda.

 No sistema SAP R/3, as transações comerciais são gravadas sobre a


forma de Documentos. Os Documentos de Vendas encontram-se
estruturados de acordo com critérios; de forma que, toda a informação
necessária esteja armazenada de forma sistemática.

 Todo o ambiente do sistema SAP R/3 é capaz de operar de diversas


formas, sendo que o Analista Funcional é responsável por determinar
através de parâmetros como o sistema irá de fato operar. O Analista
Funcional determina estes parâmetros de acordo com a forma como a
empresa executa suas atividades, desejos da empresa e possibilidades
do sistema.

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AMBIENTE DE PARAMETRIZAÇÃO

O ambiente de trabalho do Analista Funcional, dentro do SAP R/3, concentra-


se em poucas transações, sendo a principal delas a transação SPRO.

Transação: SPRO
Caminho: Ferramentas  AcceleratedSAP  Customizing  Processamento
de Projeto

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BOTÕES DO AMBIENTE DE PARAMETRIZAÇÃO

Os seguintes botões são muito utilizados no ambiente de parametrização:

Documentação.

Processamento.

Movimentação da página na tela.

Enter, aceite de dados ou confirmação.

Salvar a parametrização em um request (quando for necessário).

Alterna o status da tabela de parametrização entre “Exibição” e


“Modificação”. Quando a tabela está em status de “Modificação” por um
usuário, os demais acessos (de outros usuários ou do mesmo) ficam
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apenas em “Exibição”

Detalhe da opção selecionada (geralmente de uma lista de opções).

Inclusão de novos registros.

Criar novo registro a partir de cópia da opção selecionada.

Eliminar a opção selecionada.

Desfazer ultima alteração (somente dados digitados).

Selecionar toda a lista de opções.

Desmarcar todas as opções selecionadas.

Selecionar ou desmarcar a opção selecionada.

Voltar à tela anterior. Se estiver na primeira tela da transação será


solicitado que se salve ou que confirme o cancelamento de uma
parametrização.

Voltar à transação anterior. Solicita que se salve ou que confirme o


cancelamento de uma parametrização efetuada.

Cancelar toda a transação ativa. Volta ao menu inicial. Solicita que se


salve ou que confirme o cancelamento de uma parametrização efetuada.

Dados de endereçamento do elemento.

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ESTRUTURAS EMPRESARIAIS NO SAP R/3

Para conhecimento do ambiente de parametrização do SAP R/3 é primeiro


necessário entender o funcionamento do sistema e suas possibilidades de
operação.
Para conhecer o sistema SAP R/3 é importante entender as estruturas
organizacionais e unidades organizacionais que definem a empresa.

ESTRUTURA DO EMPREENDIMENTO

No sistema SAP R/3 são usadas várias estruturas para representar a estrutura
legal e organizacional de uma empresa.
O desenho da estrutura da empresa pode ser feito do ponto de vista da
Contabilidade, de Gestão de Materiais e de Vendas e Distribuição, existindo para
cada uma delas diferentes unidades organizacionais, que definem uma estrutura
própria.
Todas estas estruturas são combinadas de forma a constituir uma só estrutura
integrada, que representa a totalidade da empresa, na qual todas as informações
podem ser processadas.

Objetivos das estruturas organizacionais:

 Flexibilidade para representar estruturas complexas de grupo de


empresas;

 Possibilidade de visualizar impacto de mudanças na estrutura do grupo


de empresas;

 Separação das visões de logística (compras, vendas e distribuição), de


contabilidade de gestão e de contabilidade financeira;
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 Criar bases para uma gestão multi-empresarial.

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UNIDADE ORGANIZACIONAL – CONTABILIDADE

Mandante
Área de trabalho dentro do SAP. É a primeira definição a ser criada no
sistema.
Dentro de um mesmo mandante podem ser definidas diversas empresas com
todas as suas estruturas organizacionais. Todas as unidades organizacionais
pertencentes a um mandante estarão sujeitas ao mesmo processo de controle
administrativo, portanto um mandante pode ser equivalente a um grupo de
empresas.

Observação:
Deve-se tomar cuidado com a criação de diversos mandantes dentro do
sistema, pois existem tabelas internas de parametrização que são independentes
do mandante. Ao realizar uma alteração nestas tabelas em um determinado
mandante, a mesma será refletida para todos os outros.
O código dos programas também é independente do mandante.
Estas observações só fazem sentido no caso dos mandantes estarem
definidos na mesma máquina.

Empresa
Corresponde a unidades independentes do ponto de vista contabilístico, e
também do ponto de vista legal.

Do ponto de vista contábil, cada empresa possuirá seu próprio plano de


contas. Porém várias empresas podem utilizar o mesmo plano de contas.

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UNIDADE ORGANIZACIONAL – GESTÃO DE MATERIAIS

A Gestão de Materiais está fundamentalmente interessada no fluxo de


materiais numa empresa e por conseguinte, na gestão dos locais onde os
materiais se encontram.

Centro
Pode representar no sistema da empresa: um local de produção, um armazém
ou um conjunto de armazéns geograficamente próximos. Cada centro está liga a
uma empresa (vide estrutura principal), o que permite uma gestão separada, por
empresa, de quantidades e valores de estoque.

Depósito
Local, geralmente físico, onde existem os estoques.

Os materiais são associados a um centro e a um depósito, desta forma é


possível determinar no sistema qual material pertence a qual fábrica e em qual
depósito ele se encontra. Cada material possui um único centro de fabricação,
mas pode possuir diversos centros de armazenamento.

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UNIDADE ORGANIZACIONAL – EXPEDIÇÃO

Local de Expedição
É uma entidade independente, responsável pela programação e
processamento da expedição de mercadorias para os clientes, bem como
expedição para os armazéns da própria empresa. Um local de expedição depende
dos seguinte critérios:

 Centro;

 Tipo de Expedição;

 Equipamento de Carga.

Local de Carga
Subdivisão, geralmente física, do local de expedição.

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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DE VENDAS

A empresa é representada no módulo SD através das unidades


organizacionais de vendas: Organização de Vendas; Canal de Distribuição e Setor
de Atividade. Estas unidades organizacionais compõem a Estrutura
Organizacional de Vendas.

Organização de Vendas
Unidade comercial em termos legais. Cada transação comercial é processada
por uma organização de vendas.

Canal de Distribuição
Corresponde à forma como os produtos vão ser fornecidos para o mercado.
Dentro de uma organização de vendas, um cliente pode ser atendido por diversos
canais de distribuição.
Os dados mestres de materiais, relevantes para vendas, podem ser diferentes
a cada associação de organização de vendas e canal de distribuição.

Setor de Atividade
Define grupos de produtos com características similares.
Para cada setor de atividade podem ser efetuados contratos específicos por
cliente, no que diz respeito a entregas parciais, preços e condições de pagamento.

Área de Vendas
Cada associação possível de organização de vendas, canal de distribuição e
setor de atividade define uma área de vendas. Todos os dados relevantes para
vendas podem ser definidos por área de vendas, por exemplo, preços, descontos,
dados mestres de clientes.

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UNIDADE ORGANIZACIONAL – VENDAS

A representação da estrutura interna do departamento de vendas da empresa


é feita com as unidades organizacionais: Agência de Vendas e Grupo de
Vendedores.

Agência de Vendas
É utilizada para definir aspectos geográficos da empresa no campo das
vendas. É associada a área de vendas, podendo estar associada a mais de uma
área de vendas.

Grupo de Vendedores
Constituem subgrupos de funcionários de uma agência de vendas. Um grupo
de vendedores pode ser associado a mais de uma agência de vendas.

Vendedor
São os trabalhadores que estão ligados a um grupo de vendedores. Os dados
de cada vendedor estão nos dados mestres de pessoal (HR). A ligação de um
vendedor a um grupo de vendedores é feito no seu cadastro de pessoal.

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PARAMETRIZAÇÃO – ESTRUTURA DO EMPREENDIMENTO

A parametrização da estrutura do empreendimento se divide em duas partes:


 Definição das unidades organizacionais;
 Atribuição das unidades entre se, formando a estrutura da empresa

ORGANIZAÇÃO DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Vendas e


distribuição  Definir, copiar, eliminar, verificar organização de
vendas

Escolhendo a opção “Definir organização de vendas” é apresentada a


seguinte tela:

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Quando em uma tela de parametrização do tipo “lista de opções” aparece a


lupa, significa que existem dados de detalhamento para definição.

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CANAL DE DISTRIBUIÇÃO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Vendas e


distribuição  Definir, copiar, eliminar, verificar canal de
distribuição

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SETOR DE ATIVIDADE

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Logística geral


Definir, copiar, eliminar, verificar setor de atividades

Deve ser observado que o setor de atividade se encontra em outro menu, fora
das opções exclusivas de vendas. Isto significa que esta informação deve ser
definida em conjunto com outros módulos interessados/afetados, sendo que a
parametrização efetiva pode ser efetuada por qualquer um dos envolvidos.

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ESCRITÓRIO DE VENDAS (AGÊNCIA DE VENDAS)

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Vendas e


distribuição  Atualizar escritório de vendas

GRUPO DE VENDEDORES

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Vendas e


distribuição  Atualizar grupo de vendedores

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CENTRO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Logística geral


Definir, copiar, eliminar, verificar centro

As informações referentes a centro geralmente são de responsabilidade do


módulo MM.

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DEPÓSITO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Administração de


Materiais Atualizar depósito

Observação: A unidade organizacional depósito tem sua atribuição no momento


da definição. O depósito é relacionado ao centro.

LOCAL DE EXPEDIÇÃO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Logistics Execution


 Definir, copiar, eliminar, verificar local de expedição

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

LOCAL DE CARGA

Caminho: Estrutura do empreendimento  Definição  Logistics Execution


 Atualizar local de carga

Observação: A unidade organizacional local de carga tem sua atribuição no


momento da definição. O local de carga é relacionado ao local de expedição.

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ATRIBUIR ORGANIZAÇÃO DE VENDAS À EMPRESA

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir organização de vendas – empresa

Deve-se selecionar a empresa e clicar no botão “Atribuir” para que apareça a


relação de organizações de empresas não atribuídas.

Observação: A atribuição de organização de vendas à empresa é uma referência


de “um para um”. Desta forma, uma vez atribuída a organização a uma empresa, a
mesma não constará na tela de seleção para as demais empresas.

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ATRIBUIR CANAL DE DISTRIBUIÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir canal de distribuição – organização de
vendas

ATRIBUIR SETOR DE ATIVIDADE À ORGANIZAÇÃO DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir setor de atividade – organização de
vendas

FORMAR ÁREA DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Formar área de vendas

Deve-se selecionar a organização de vendas e clicar em “Atribuir” para atribuir


o canal de distribuição, e selecionar o canal de distribuição para atribuir o setor de
atividade.

Observação: Os valores apresentados na lista de opções, dependem das


atribuições anteriores de canal de distribuição e setor de atividade à organização
de vendas.

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ATRIBUIR ESCRITÓRIO DE VENDAS À ÁREA DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir escritório de vendas – área de vendas

ATRIBUIR GRUPO DE VENDEDORES AO ESCRITÓRIO DE VENDAS

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir escritório de vendas – área de vendas

ATRIBUIR CENTRO À ORGANIZAÇÃO DE VENDAS E CANAL DE DISTRIBUIÇÃO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Vendas e


distribuição Atribuir organização de vendas – canal de
distribuição - centro

ATRIBUIR LOCAL DE EXPEDIÇÃO AO CENTRO

Caminho: Estrutura do empreendimento  Atribuição  Logistics


Execution  Atribuir local de expedição - centro

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DADOS MESTRES

Os dados mestres são os cadastros de base do sistema SAP R/3. São


considerados dados mestres, no âmbito de SD, o cadastro de clientes, o cadastro
de parceiros de vendas e o cadastro de materiais.

REGISTRO MESTRE DE CLIENTE

Armazena todas as informações importantes referentes ao cliente e que são


necessárias para o funcionamento do sistema..
O registro mestre de cliente pode ser criado e preenchido pela contabilidade,
financeiro ou setor de vendas, mas uma vez criado o cliente recebe um número
através do qual qualquer pessoa dentro da empresa poderá acessar os dados
deste cliente.
Geralmente o registro mestre de cliente é criado pelo setor de vendas, quando
ocorre o primeiro contato com o cliente ou prospect.
Os dados do registro mestre de cliente podem ser divididos em três grupos:

 Dados Gerais – composto dos dados que atendem a todos os módulos,


sendo composto pela denominação do cliente, informações de
endereço e contato. Os dados gerais são preenchidos pela pessoa que
criar o registro mestre do cliente.

 Dados específicos da Empresa – composto dos dados que só tem


importância para a contabilidade e só se aplicam a uma empresa
específica.

 Dados específicos da Área de Vendas – composto dos dados que só


tem importância para vendas. Podem ser definidos valores diferentes
para cada área de vendas, utilizando aqui os conceitos de canal de
distribuição comum e setor de atividade comum.

PARCEIROS DE NEGÓCIOS

Uma empresa trabalha com diversas entidades humanas e legais (físicas e


jurídicas) durante as transações comerciais. Todos os papéis que as entidades
humanas e legais podem assumir são representadas no SAP R/3 através dos
parceiros de negócios.
Um cliente, definido por um registro mestre de cliente, hora pode ser o
Emissor da Ordem, hora apenas o Recebedor de Mercadorias, hora como
Recebedor de Fatura ou como Pagador.

Emissor da Ordem
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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

É a entidade que registrou o pedido na empresa.

Recebedor da Mercadoria
É a entidade que irá receber a mercadoria solicitada pelo emissor da ordem.
Esta entidade é responsável pela descarga e recepção de mercadorias.

Recebedor de Faturas
É a entidade que receberá a nota fiscal, podendo ser responsável pelo
arquivamento dos documentos.

Pagador
É a entidade responsável pelo pagamento das faturas. É contra esta entidade
que serão geradas as contabilizações de débito dentro da empresa.

Todas as funções podem ser desempenhadas pelo mesmo cliente, como o


mesmo pode, em seu processo interno, definir parceiros para estas atividades
afins.

Observação: Geralmente, no Brasil, utiliza-se o padrão do Recebedor da Fatura


ser sempre o mesmo cliente que o Pagador.

HIERARQUIA DE CLIENTES

A hierarquia de clientes permite criar hierarquias flexíveis que refletem a


estrutura das organizações de clientes. Se a base de clientes inclui grupos de
contas de vários níveis, cooperativas ou cadeias de varejo, por exemplo, é
possível criar hierarquias que reflitam a estrutura desses grupos.
Através desta facilidade podemos agrupar as diversas localidades de um
mesmo cliente e indicar qual a empresa principal deste grupo
As hierarquias de clientes são usadas no processamento de documentos de
pedidos e faturamento para determinação de parceiros e preços (inclusive cálculo
de bônus) e para gerar estatísticas.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

REGISTRO MESTRE DE MATERIAL

Os dados do registro mestre de material são necessários para todos os


departamentos da empresa. Por isto a SAP definiu a criação de um material em
divisões que chamamos de “visões”.
Cada departamento deve ser responsável pela manutenção das suas visões,
introduzindo dados de acordo com suas necessidades.

Visões (agrupadas) Módulo Responsável


Dados Básicos Todos os módulos
Dados de Vendas SD
MRP PP, MM
Programação da Produção PP
Dados Gerais de Armazenamento MM
Administração de Depósitos MM
Administração da Qualidade QM
Calculo de Custos FI, CO
Estoques (Centro e Depósito) MM, CO

Observação: O fato de um módulo ser responsável pelas informações de uma


determinada visão, não implica em dizer que na operação das atividades de
responsabilidade deste módulo ele não irá utilizar informações das demais visões.

Uma das informações mais importantes do grupo de vendas é a hierarquia de


produtos, utilizada pelas empresas para agrupar os seus produtos da forma como
pretende analisar os resultados da suas estrutura de vendas.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

PARAMETRIZAÇÃO – DADOS MESTRES

Agora saímos do ambiente de definição da estrutura do empreendimento e


iremos tratar dos dados mestres relativos a vendas. Definindo informações que
serão utilizadas para definir e agrupar clientes, materiais e parceiros de vendas.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

CANAL DE DISTRIBUIÇÃO COMUM

O canal de distribuição comum serve para agrupar os diversos canais de


distribuição criados na estrutura organizacional de vendas em um único (ou alguns
poucos), que será utilizado para efeito de cadastramento de dados mestres.

Caminho: Vendas e distribuição Dados mestreDefinir canais de


distribuição comuns

Observação: Este tipo de cadastro comum deve ser utilizado somente se as


unidades organizacionais podem compartilhar as informações de cadastro, que em
caso positivo diminui a digitação de cadastros.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

SETOR DE ATIVIDADE COMUM

Caminho: Vendas e distribuição Dados mestreDefinir setores de


atividade comuns

PARCEIROS DE NEGÓCIOS (REGISTRO MESTRE DE CLIENTE)

No SAP R/3 o cliente é o principal parceiro de negócios.

CATEGORIA DE HIERARQUIA

Caminho: Vendas e distribuição Dados mestre  Clientes  Hierarquia


clientes  Definir categorias de hierarquia

Observação: Todas as demais opções do mesmo menu “Hierarquia clientes” estão


associados à hierarquia definida. Estas opções serão tratadas em outra
oportunidade, em um âmbito geral.

GRUPO DE CLIENTE

Caminho: Vendas e distribuição Dados mestre  Clientes  Venda 


Definir grupos de clientes

O grupo de cliente serve para possibilitar a definição de políticas específicas


para cada segmentação do mercado.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

CAMPOS DE RESERVA NO MESTRE DE CLIENTE – GRUPOS DE CLIENTE

Caminho: Vendas e distribuição Dados mestre  Clientes  Venda 


Atualizar campos de reserva no mestre de cliente

O sistema SAP R/3 foi desenvolvido com 5 possíveis agrupamentos de


clientes, para livre utilização da empresa.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

REGISTRO MESTRE DE MATERIAL

Geralmente, na estrutura de um projeto, é definido um módulo DM ( Dados


Mestres) responsável para centralizar as definições dos diversos módulos do SAP
R/3 com relação a cadastro. Isto se faz necessário, especificamente, por causa do
mestre de material que é muito mais complexo que o mestre de cliente.
Toda a parametrização do mestre de material está associada diretamente ao
menu de Logística Geral.

DADOS RELEVANTES PARA SD

Os dados relevantes para SD concentram-se nas visões de vendas do


cadastro do material, porém os campos que podem ser parametrizados são a
Hierarquia de Produtos, o Status do Material para SD, Grupo do Material e Grupo
de Comissão.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

HIERARQUIA DE PRODUTOS

Caminho: :Logística geral  Mestre de materiais  Opções para campos


centrais  Dados relevantes para SD  Definir hierarquias de
produtos

Na parametrização de hierarquias de materiais, a opção que é mais utilizada é


“Atualização: hierarquia de produtos”, porém é necessário que a estrutura seja
anteriormente definida em “Atualização: estrutura de hierarquia de produtos”.
A definição da estrutura da hierarquia de produtos é feita através da
manutenção da estrutura de dados PRODH, obedecendo um tamanho máximo de
18 posições.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

A parametrização das hierarquias que poderão ser associadas ao registro


mestre de material deve obedecer aos tamanhos dos campos definidos para a
estrutura. Se for preenchido somente o conteúdo do primeiro campo (quantidade
de posições) o sistema considera o nível 1, da mesma forma se forem preenchidos
o primeiro e o segundo campo será considerado o nível 2 e assim por diante, até
que completado todo o campo seja atingido o ultimo nível da estrutura.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

STATUS SD

Caminho: :Logística geral  Mestre de materiais  Opções para campos


centrais  Dados relevantes para SD  Definir status SD

Após ser apresentada a tela com a lista de opções, em detalhe é possível ver
os seguintes campos de ação do sistema em situação de bloqueio.

Quando um registro mestre de material está com um status específico o


sistema se orienta pela parametrização deste status para enviar mensagens de
aviso ou de erro quando o usuário tentar efetuar uma operação não permitida pelo
status.

Observação: Sempre irá existir um status sem ação de bloqueio para a situação
normal do material, ou seja, quando o material se encontra apto para qualquer
operação da empresa.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

CAMPOS DE RESERVA NO MESTRE DE MATERIAL – GRUPO DE MATERIAL

Caminho: :Logística geral  Mestre de materiais  Opções para campos


centrais  Dados relevantes para SD  Definir grupos de
material

Da mesma forma que existem os campos reserva para o registro mestre de


cliente, a SAP criou campos reserva para o registro mestre de material para que a
empresa possa efetuar agrupamentos ou atribuições que não foram previstas ou
são muito específicas de seu ambiente empresarial.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

DOCUMENTOS NO SISTEMA DE GESTÃO DE VENDAS

O processo de vendas e distribuição inclui consultas de mercado, o


processamento de encomendas, a expedição e o faturamento. No caso do Brasil,
inclui também a emissão da nota fiscal.
Para cada uma destas áreas existem documentos próprios nos quais os
dados referentes à operação são guardados.
Os diferentes tipos de documentos no sistema de vendas são definidos de
forma a representar as diversas transações comerciais existentes.

ESTRUTURA DOS DOCUMENTOS

Os documentos de vendas são compostos por um cabeçalho e vários itens.


Os itens por sua vez são divididos em várias divisões de remessa.

Cabeçalho
No cabeçalho encontram-se os dados gerais, validos para todo o documento.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Item
No item encontram-se dados específicos de cada linha do pedido. O item
sempre é criado com as informações gerais do cabeçalho, porém pode ser
diferenciado mediante modificação do usuário.

Divisão de Remessa
A divisão de remessa contém dados necessários ao fornecimento.

Os documentos de vendas possuem funções que são ativadas de acordo com


o tipo do documento. As principais funções são:

 Sistema de informações de vendas;

 Verificação de disponibilidade;

 Transferência de necessidades para o MRP;

 Programação de entregas;

 Determinação de preços e impostos;

 Verificação de limites de crédito;

 Criação de documentos impressos ou de transmissão eletrônica.

DOCUMENTO DE VENDA

O documento de venda, no conceito singular, é o contato direto com o cliente


emissor da ordem. Geralmente, é uma atividade direta do comercial de vendas ou
vendedor.
Os principais documentos de venda são:

 Consultas e propostas – Estes documentos são criados quando os


clientes entram em contato para fazer uma cotação de preços, gerando
uma solicitação de cotação. O retorno ao cliente se dá através da
cotação. Nestes contatos não existem reservas de produtos ou geração
de necessidades (compra e produção);

 Encomendas – Este documento é criado quando o cliente confirma a


solicitação de itens e aceita seus preços e condições.;

 Contrato com plano de entrega – Este documento é similar à ordem de


venda com a exceção que a quantidade não é especificada no item e
sim no programa de remessas.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

O documento de venda, como primeiro documento do fluxo de vendas, é


aquele que obtêm os seus dados dos dados mestres (clientes, parceiros e
materiais).
Os dados de cabeçalho são diretamente atribuídos aos itens, quando estes
são inseridos. Motivo pelo qual se orienta o usuário a completar todas as
informações de cabeçalho, antes de inserir os itens na ordem de venda.
Os dados, originados dos dados mestres, podem ser manipulados pelo
usuário durante o processo de cadastramento do pedido do cliente.
Quando for necessário processar a ordem de venda, gerando o fornecimento
e o faturamento, os dados serão transmitidos de um documento para o outro, sem
nova busca de dados nos dados mestres.

DOCUMENTO DE EXPEDIÇÃO

O documento de expedição é todo documento que registra os eventos da


expedição das mercadorias (separação, embalagem e transporte).
Os principais documentos de expedição são:

 Picking;

 Entrega.

No documento de expedição é que ocorrem a baixa do estoque (venda ou


transferência) e a entrada (devolução).
O documento de expedição apóia os processos de embalagem e calculo de
fretes (através do transportation) para validação das faturas das transportadoras.

DOCUMENTO DE FATURAMENTO

O documento de faturamento é responsável pela atualização da pricing


(esquema de calculo do preço), registro financeiro e contábil da venda, gerando
resultados.
Os principais documentos de faturamento são:

 Faturas;

 Notas de crédito;

 Notas de débito.

Com base no documento de faturamento é que o SAP R/3 gera o documento


da nota fiscal, para efeito de atendimento à nossa legislação.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

OBSERVAÇÕES GERAIS

Trataremos dos itens que são comuns a todos os tipos de documentos de


vendas.

CÓPIA DE DADOS E CRIAÇÃO DE DOCUMENTOS POR REFERÊNCIA

Dados originados dos Dados Mestres


Os dados do primeiro documento de venda criado se originam nos dados
mestres de clientes, parceiros e materiais.
Estes dados permitem alteração no documento de venda.
A alteração de dados do documento de vendas não reflete nos dados
mestres. Da mesma forma a alteração de informações nos dados mestres não
refletem automaticamente nas ordens de vendas já criadas.

Dados originados no cabeçalho do documento


Quando uma informação existe no nível de cabeçalho e no nível de item, a
informação é copiada do cabeçalho para o item no momento da digitação do item.
Da mesma forma quando esta informação de cabeçalho for modificada, a
modificação será refletida nos itens, sendo que apenas nos itens que estavam
idênticos ao cabeçalho. Para os itens que não são modificados, o SAP R/3 exibe
uma mensagem de aviso (“”).
As informações podem ser modificadas no nível de item, permanecendo o
cabeçalho e os demais itens como originalmente definidos.

Dados originados de outro documento


Quando criamos um documento a partir (por cópia ou referência) de outro
documento já existente, todos os dados são copiados do documento de origem,
ignorando a situação dos dados mestres neste momento.
Da mesma forma, os dados de itens do novo documento são copiados
integralmente do item correspondente do documento de origem.
Por cópia de outro documento entende-se quando criamos uma ordem de
venda por cópia de uma cotação, um fornecimento por cópia de uma ordem de
venda, um documento de faturamento por cópia de um fornecimento e até mesmo
um documento de venda por cópia de outro documento de venda ou de um
faturamento.

STATUS

Todos os documentos apresentam o controle por status. O status nos permite


acompanhar e interagir com a situação do processo. Os status existem tanto a
nível de cabeçalho, quanto de item.
Os status, geralmente, apresentam as seguintes situações:

 “ “ (vazio) - Irrelevante;

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

 A – Não processado ou totalmente pendente;

 B – Processado parcialmente ou pendente;

 C Processado completamente.

Além do status controlado pelo sistema, existe o “status do usuário”, utilizado


para criar bloqueios ou necessidade de análise e aprovação por outro setor.

PROTOCOLO DE DADOS INCOMPLETOS

A função do protocolo de dados incompletos é evitar que os documentos de


vendas sejam salvos sem informações que serão necessárias para o término do
processo.
O protocolo de dados incompletos analisa tanto no nível de cabeçalho, quanto
no nível de itens.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

CATEGORIA DE ITENS

Podemos dizer que este é o conceito que permite o melhor aproveitamento do


sistema.
Sempre que criamos um item em um documento de venda, este item
apresenta características específicas. Cada possibilidade de determinação de um
item diferenciado, ou seja, com características específicas, chama-se Categoria de
Item.

Categoria de Item
É definido para permitir controles adicionais desde o documento de venda até
o documento de faturamento. Através da categoria de item, o sistema pode
processar materiais de maneiras diferentes em cada documento de venda.

As funções que podem ser definidas através da Categoria de Item são:

 Relevância para entrega;

 Relevância para fatura;

 Divisões permitidas;

 Dados comerciais específicos;

 Protocolo de dados incompletos;

 Esquema de Parceiros;

 Esquema de Textos;

 Determinação de preço;

As categorias de itens são agrupadas em Grupo de Categoria de Item. O


grupo de categoria de item é utilizado para possibilitar a determinação automática
da categoria de item.

Observação: O grupo de categoria de item é definido nos dados mestres de


material. A determinação da categoria de item se faz através da combinação da
ordem de vendas e o grupo de categoria de item.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

DETERMINAÇÃO DE PREÇO

Nos documentos de vendas podemos verificar o cálculo de preços para a


venda de materiais e serviços. O calculo de preço pode ser totalmente automático
ou depender de digitação manual de valores pelo usuário.
A determinação do preço em um Esquema de Calculo se faz através de
Condições de Preço. As condições de preço são determinadas através de
Seqüência de Acesso, Tabelas de Condições e Requisitos.

Esquema de Calculo
É a definição de todos os valores envolvidos no calculo do preço e impostos
de um produto ou serviço. Todas as regras de calculo são definidas no esquema
de calculo.

Condição de Preço
É uma linha do esquema de calculo, ou seja uma determinada operação
matemática ou apenas a entrada de valor que deve agregado ao calculo.

Seqüência de Acesso
É uma determinada seqüência de tabelas que devem ser verificadas para que
o SAP R/3 saiba se a condição de preço deve ser carregada ou não e com qual
valor.

Tabela de Condição
É uma tabela de dados que determina se uma determinada condição de preço
deve compor ou não o esquema de calculo. Caso seja encontrado registro a
condição irá aparecer no esquema de calculo utilizando o valor encontrado.

Requisito
O requisito é um código abap/4 que também serve para determinar se a
condição de preço deve ser composta no esquema de calculo ou não. O requisito
é verificado antes da seqüência de acesso / tabela de condições.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

PARAMETRIZAÇÃO – DOCUMENTOS DE VENDAS

A parametrização dos documentos de vendas é a mais complexa e a que será


mais utilizada pelo funcional durante um projeto ou para manutenção do sistema.

ORDEM DE VENDA

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Cabeçalho de documento de vendas  Definir tipos de doc.
vendas

Tipo doc. Vendas


Classificação que distingue os diferentes tipos de documentos de vendas

Ctg. documento SD
Classificação de diferentes categorias de documentos que o usuário poderá
processar no sistema de vendas e distribuição (por exemplo, cotações, ordens do
cliente, fornecimentos e faturas).

Interv.num.interna
Este número especifica como os documentos deverão ser numerados pelo
sistema. Indica qual intervalo de numeração é importante para um tipo de
documento

Esq.dados incompleto
Número que identifica o esquema de dados incompletos de forma unívoca. O
esquema de dados incompletos possui uma série de campos que devem ser
preenchidos pelo usuário.

Observação: O esquema de dados incompletos é parametrizado por outro


caminho.

Esquema documentos
Chave que identifica o esquema de cálculo para este tipo de documento de
vendas.

Tipo de remessa
Tipo de remessa que o sistema propõe automaticamente aquando do
processamento para este tipo de documentos de vendas.

Tipo fat.bas.remessa

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Tipo de faturamento automaticamente proposto pelo sistema para este tipo de


documento de vendas durante a criação dos documentos de faturamento
relacionados ao fornecimento (por exemplo: faturas, notas de crédito).

TipFaturaRelacionOrd.
Tipo de faturamento que o sistema propõe automaticamente quando o usuário
cria documentos de faturamento (por exemplo, faturas ou notas de crédito) que se
referem ao cliente.

ATRIBUIR ÁREA DE VENDAS À TIPO DE ORDEM

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Cabeçalho doc. Vendas  Atribuir área de vendas a tipos de
documento de vendas  Atribuir os tipos de ordem permitidos às
areas SD

Observação: Neste mesmo local é possível agrupar as áreas de vendas para a


digitação dos documentos de vendas. Geralmente, só é agrupado a nível de setor
de atividade.

CRIAR TIPO DE ITENS

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Item do documento de venda  Definir categorias de item

Ctg.item
Classificação que diferencia os diferentes tipos de itens (por exemplo, itens
gratuitos e itens do texto) e que influencia o processamento do item através do
sistema.

Tipo de item
Opção para a classificação dos itens que requerem um tipo de processamento
diferente. O sistema processa os itens relacionados a um determinado material de
forma diferente daqueles itens que não estão relacionados a um material. Os itens
de texto, por exemplo, não requerem uma determinação de preço, nem uma
determinação de impostos, nem um cálculo de peso

Regra execução
Regra que determina quando uma cotação ou um contrato é concluído. O
usuário poderá especificar, por exemplo, que uma cotação somente seja concluída
se as suas quantidades tiverem sido completamente transferidas para os
documentos subseqüentes. O status das cotações ou dos contratos, que servem
de referência para outros documentos (por exemplo, ordens subsequentes do
cliente), são determinados pelo sistema de acordo com a regra de conclusão

Estoque especial
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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Indica o tipo de estoque especial de que se trata. Se certos estoques (como


p.ex. estoques em consignação) para um material devem ser administrados
separadamente, o tipo dos estoques recebe este código de estoque especial

Relev.faturamento
Indica o que deve servir como base ao faturamento. Valores possíveis:
A – relevante para documentos de faturamento relativos ao fornecimento. A
entrega é a base do faturamento. O status de faturamento só é atualizado na
entrega.
B – relevante para documentos de faturamento relativos à ordem. O
documento de vendas é a base do faturamento. A quantidade a fornecer desejada
é importante para o status de fatura. No standard, as categorias de item REN
(devolução) e BVN (venda à vista) estão assim definidas.
C – relevante para documentos de faturamento relativos à ordem. O
documento de vendas é a base do faturamento. A quantidade fixada é importante
para o status de fatura.No standard, as categorias de item G2N (nota de crédito) e
L2N (nota de débito) estão assim instaladas.
D – relevante para pró-forma. Para poder criar uma fatura pró-forma, o código
da relevância para o faturamento não pode ser igual a zero. Além disso, o código
D é utilizado da seguinte forma para o processamento de transações
interempresariais: No caso de haver entregas gratuitas, uma compensação interna
deve ser concedida à empresa fornecedora. Isto pode ser conseguido através do
código D para entregas gratuitas.
F – relevante para documentos de faturamento relativos à ordem – status
conforme a quantidade da entrada de fatura. Relevante para o faturamento relativo
à ordem na base da quantidade da entrada de fatura (fornecimento direto a
terceiros). O sistema só transfere a ordem para o faturamento a fazer depois de ter
entrado a fatura do fornecedor nas compras e essa ter sido processada. Depois de
cada entrada de fatura, uma fatura de cliente é criada para a quantidade entrada
na fatura de fornecedor. A ordem é vista como faturada até entrar a próxima fatura
do fornecedor. No standard, a categoria de item TAS (fornecimento direto a
terceiros) é definida desta forma. Este processo poderia estar relacionado de
forma alternativa à quantidade de entrada de mercadorias. O controle se a
quantidade de entrada de fatura ou a quantidade de entrada de mercadorias deve
ser relevante para o faturamento é efetuado no controle de impressão do
faturamento ao nível do item no campo 'quantidade de faturamento'.
G – relevante para faturamento relativo à ordem da quantidade a fornecer.
Relevante para o documento de faturamento é a ordem, porém, com a quantidade
acumulada e já fornecida. Desta forma é possível faturar em um processo muitos
fornecimentos parciais.
H – relevante para documentos de faturamento relativos ao fornecimento sem
quantidades igual a zero. Desta forma, o usuário pode evitar que itens com uma
quantidade igual a zero sejam introduzidos no documento de faturamento.
I – relevante para documentos de faturamento relativos à ordem – programa
de faturamento. O faturamento é efetuado através do programa de faturamento e
o seu status. O status do item da ordem é para ser entendido como o status total
do programa de faturamento-status dos faturamentos. No standard, as categorias
de itens WVN (serviço), MVN (aluguel) e TAO (faturamento parcial) estão definidos
desta forma.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

J – relevante para fornecimentos para todos os países na EU. O fornecimento


só é relevante para o documento de faturamento quando: 1. o botão 'centros no
estrangeiro' estiver ativado no customizing (nas configurações globais de
contabilidade financeira); 2. o país de saída (país do centro) e o país de destino
(país do recebedor de mercadorias) forem diferentes países da UE. No standard,
as categorias de itens KBN (reposição de artigos em consignação), KAN (recolha
de artigos em consignação) e NLN (fornecimento em reabastecimento) estão
definidos desta forma.
K - relevante para documentos de faturamento de fornecimentos parciais. O
usuário utiliza este código, no caso de desejar selecionar os itens e as
quantidades parciais.

Tipo de prog. Faturamento


Controla quais os campos serão oferecidos para o processamento, e
determina como será executado o faturamento para as datas de faturamento em
um programa de faturamento. Existem as seguintes possibilidades:
Faturamento periódico – Um valor determinado a ser faturado será faturado
completamente a cada data.
Faturamento parcial – O valor total a ser faturado será dividido entre as várias
data do programa de faturamento (o valor faturado em cada data pode ser um
montante absoluto ou uma porcentagem)

Blq.doc.faturamento
Indica se o item está bloqueado para o faturamento. O sistema poderá propor
automaticamente um bloqueio para os documentos de vendas que devem ser
verificados antes do faturamento (por exemplo, devoluções, notas de crédito e
notas de débito).

Determinação preço
Indica se o sistema realiza uma determinação do preço automaticamente a
nível do item. O sistema realiza uma determinação do preço para itens standard
em uma ordem do cliente. Uma determinação do preço não fará sentido para os
itens de texto

Valor estatístico
Indica se o sistema considera o valor de um item ao determinar o valor total de
um documento de vendas e distribuição.

Item comercial
Indica se os dados comerciais entrados pelo usuário para um item durante o
processamento da ordem podem divergir dos dados comerciais do cabeçalho do
documento

Divisão permitida
Indica se o usuário pode criar divisões de remessa para o item. Sempre será
possível criar divisões de remessa para os itens relevantes para o fornecimento
como, por exemplo, os itens da ordem do cliente. Em contrapartida, não será
possível criar divisões de remessa para os itens que não são relevantes para o
fornecimento como, por exemplo, os itens da solicitação de nota de crédito ou os
itens do contrato.
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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Item relev.remessa
Indica se um item de texto ou um item de valor é relevante para o
fornecimento. O item em si não será fornecido e destina-se somente a fins
informativos.

Devolução
Trata-se de um item de devolução, se o campo estiver marcado

Pes/vol relevantes
Código que controla se o sistema deve calcular o peso e o volume para um
item

Crédito ativo
Indica se as funções da administração de crédito (verificações de crédito e
estatísticas de atualização) são ativas para itens da ordem, itens da remessa ou
itens da fatura.

Observações: As funções do crédito documentário também podem ser utilizadas


só para estes tipos de categorias de item ativadas

Determin.valor int.
Indica se o sistema determina o valor interno de um item do documento de
vendas durante a determinação do preço. O sistema verifica o código para a
determinação do valor interno antes de utilizar o tipo de condição para o cálculo do
valor interno (tipo de condição VPRS na versão standard R/3 1.1

ATRIBUIR CATEGORIAS DE ITEM

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Item do documento de venda  Atribuir categorias de item

TpDV
Classificação que distingue os diferentes tipos de documentos de vendas.

ItsMt
Agrupamento de materiais utilizado pelo sistema durante o processamento
dos documentos de vendas para determinar as categorias de item.

Uso
O código de utilização de item controla a reação do sistema durante o
processamento de um item de documento de vendas e distribuição em um
determinado contexto.

CtgItSup
Indica a categoria do item de itens superiores no processamento de vendas e
fornecimento. Itens superiores são itens para os quais se cria subitens.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

DCglt
Categoria do item proposta automaticamente pelo sistema quando o usuário
cria um documento ou um novo item em um documento já existente.

CGltm
Indica a categoria de item que poderá ser entrada pelo usuário como
alternativa à proposta automática do sistema.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

ATRIBUIR CATEGORIAS DE ITEM – LOCALIZADO (BRASIL )

Caminho: Vendas e distribuição  Faturamento  Documentos de


faturamento  Características especiais do país  Propriedades
específicas de país – Brasil  Atualizar ctg.item doc.vendas

Tipo DocV
Classificação que distingue os diferentes tipos de documentos de vendas

Ctg.item
Classificação que diferencia os diferentes tipos de itens (por exemplo, itens
gratuitos e itens do texto) e que influencia o processamento do item através do
sistema

Ctg.reg.
Código para descrever a transação contábil a executar. É utilizado para
determinar CFOP

NF E.CFOP
Através dos valores de domínio influencia-se a determinação CFOP. Estes
valores possibilitam a diferenciação de documentos que contêm ou não
substituição tributária. Valores válidos atualmente: Inicial – caso normal 01 –
documento contém substituição tributária

ID parc.
Forma de abreviação para nomes, os quais identificam a função principal do
parceiro de uma nota fiscal

Cd.imposto
O código de imposto SD determina que tipos de imposto
(ICMS/IPI/Sub.Trib./ISS) são calculados para um determinado item de documento
e como deve ocorrer o cálculo (industrialização/consumo). Não é necessário ativar
outros tipos de imposto em código definido.

ICMS esta.
Determina se imposto é estatístico.

TXT (referente ao ICMS)


O direito fiscal para o ICMS é constituído por um código para a situação fiscal
e um texto de 4 linhas. Ambos são gravados na Nota Fiscal. Cada transação que
origine o cálculo de ICMS ou de IPI necessita de um direito fiscal para ICMS

IPI esta.
Determina se imposto é estatístico.

TXT (referente ao IPI)

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

O direito fiscal para o IPI é constituído por um código para a situação fiscal e
um texto de 4 linhas. Ambos são gravados na Nota Fiscal. Cada transação que
origine o cálculo de ICMS ou de IPI necessita de um direito fiscal para IPI

DIVISÕES DE REMESSA

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Divisões de remessa  Definir ctgs.divisão

Observação: Atribui tipo de movimento de estoque a ser realizado (MM).

Ctg.divisão
Classificação que diferencia os tipos diferentes de divisões de remessa. A
categoria de divisão de remessa determina como o sistema processa a divisão da
remessa.

Bloq.remessas
Indica um bloqueio de fornecimento que o sistema coloca automaticamente
durante do processamento. É possível definir um bloqueio de fornecimento para
determinados

Item relev.rem.
Indica se o item pertencente a uma divisão da remessa é relevante para
remessas.

Exemplo
Se um item de ordem de cliente é relevante para remessa, as divisões de remessa
pertencentes ao item também são relevantes para remessa. Divisões de remessa
para um item de cotação, porém, não são relevantes para remessa.

ATRIBUIR CTGS . DIVISÃO

Caminho: Vendas e distribuição  Venda  Documentos de vendas 


Divisões de remessa  Atribuir ctgs.divisão

Determina qual a categoria de divisão será padrão e as opções, para


determinados tipos de item

Ctgl
Classificação que diferencia os diferentes tipos de itens (por exemplo, itens
gratuitos e itens do texto) e que influencia o processamento do item através do
sistema.

CPN
Chave que determina, se e como o planejamento de necessidades é efetuado
para o material.
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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

CgDvD
Categoria de divisão de remessa proposta pelo sistema durante o
processamento da ordem do cliente para uma determinada combinação entre a
categoria de item e a característica MRP

CgDvM
Categoria alternativa de divisão de remessa que pode ser utilizada pelo
usuário durante o processamento da ordem do cliente para uma determinada
combinação entre a categoria de item e a característica MRP

FORNECIMENTO

Caminho: Logistics Execution  Expedição  Fornecimentos  Definir


tipos de remessa

Tipo de remessa
Classificação que diferencia os diversos tipos de remessa. O tipo de remessa
determina como o sistema processa um fornecimento. O sistema seleciona, por
exemplo, quais telas devem ser exibidas e quais dados devem ser entrados pelo
usuário dependendo do tipo de remessa.

Ctg.doc. SD
Classificação de diferentes categorias de documentos que o usuário poderá
processar no sistema de vendas e distribuição (por exemplo, cotações, ordens do
cliente, fornecimentos e faturas). A categoria do documento determina como que o
sistema grava os dados do documento e acompanha o seu desenvolvimento. Com
ajuda da categoria do documento, o sistema pode fornecer informações de status
sobre o processamento de remessas, faturamento e sobre os documentos que
serão utilizados (por exemplo, solicitações de cotação e cotações).

Interv.num.int.
Este número especifica como os documentos deverão ser numerados pelo
sistema. Indica qual intervalo de numeração é importante para um tipo de
documento.

Doc.antec.nec.
Indica se se admite uma remessa sem referência a uma ordem.

TipOrdemDefault
Valor proposto de um tipo de ordem "fictício" para os fornecimentos ou os
itens de remessa sem referência da ordem. Se o usuário criar fornecimentos sem
referência da ordem, deverá indicar alguns critérios de controle ao sistema, os
quais, normalmente, são copiados do cabeçalho de documento de um documento
de vendas para o fornecimento

Requisito item

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

Identifica uma rotina de condição que não se refere a um documento de


vendas para um item de remessa. O item de remessa deve preencher as
condições determinadas na rotina para que o usuário possa continuar o
processamento

FATURA

Caminho: Vendas e distribuição  Faturamento  Documentos de


faturamento  Definir tipo de documento de faturamento

Tp.doc.faturam.
Classificação que diferencia os diversos tipos de faturamento. O tipo de
faturamento determina como o sistema irá processar o faturamento, ou seja, quais
telas devem ser exibidas e quais dados devem ser entrados.

Ctg.documento SD
Classificação de diferentes categorias de documentos que o usuário poderá
processar no sistema de vendas e distribuição (por exemplo, cotações, ordens do
cliente, fornecimentos e faturas). A categoria do documento determina como que o
sistema grava os dados do documento e acompanha o seu desenvolvimento. Com
ajuda da categoria do documento, o sistema pode fornecer informações de status
sobre o processamento de remessas, faturamento e sobre os documentos que
serão utilizados (por exemplo, solicitações de cotação e cotações).

Interv.num.interna
Este número especifica como os documentos deverão ser numerados pelo
sistema. Indica qual intervalo de numeração é importante para um tipo de
documento.

TipFat Estorno
Identifica qual o tipo de documento de faturamento será utilizado para estorno.
O estorno sempre deve ser previsto para todos os tipos de faturamento.

FUNÇÕES BÁSICAS

Em funções básica o funcional encontra os diversos elementos de apoio como


esquema de calculo, controle de mensagens (documentos impressos ou enviados
via EDI), esquema de parceiros, esquema de textos e esquema de dados
incompletos que devem ser associados aos documentos de vendas (ordem,
remessa e fatura).

Observação: Estes elementos não serão detalhados neste curso (material de


treinamento), pois cada um exige um treinamento a parte. Porém, estaremos
apresentando no ambiente para uma noção da complexidade e iniciação.

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PARAMETRIZAÇÃO SAP R/3 – MÓDULO SD

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