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PSICOLOGIA PERINATAL

Prof. Rafaela Schiavo - Instituto Mater Online

Psicologia Perinatal e da Parentalidade

Como é possível acolher as emoções de gestantes, parturientes e puérperas, proporcionando


saúde mental e prevenindo atrasos para o desenvolvimento do bebê?

Pesquisas (com a mesmas mulheres na gestação e pós gestação):


1. A prevalência de pessoas com sintomas de depressão, é muito elevado na gestação. 25%
das gestantes: A cada 4 gestantes 1 sofre com depressão.
2. No pós parto de 4% a 7% apresentou sintomas de depressão

Atuação na Psicóloga Perinatal

Como podemos ajudar a saúde mental materna por meio da Psicologia Perinatal?
Os principais passos são:
1. Ter o desejo de ajudar mães, pais e bebes a ter uma vida psíquica mais saudável
2. Ter conhecimento dos fenômenos psíquicos mais comum nessa fase do desenvolvimento
(necessário saber o que é esperado e o que não é nessa fase)
3. É importante a psicólogos saberem o que fazer em casos de perca fetal e como trabalhar
com os pais enlutados
4. O que fazer diante um desejo de provocar um aborto ou de colocar o bebe para adoção
5. Saber como as alterações emocionais significativas na gestação podem afetar o
desenvolvimento do feto, e tais alterações podem levar a consequências: nascimento
prematuro e baixo peso.
6. Se o estado alterado emocional da mulher permanece se cornificando no pós-parto (isso
poderá afetas a relação mãe-bebe e trará diversas consequências para o desenvolvimento
infantil)
7. Conhecer diferenças entre parto normal, parto vaginal, cesariana e parto humanizado.
8. Conhecimento de praticas educativas parentais
De ter conhecimento das áreas e pesquisas cientificas e não no senso comum, ajudando os
familiares e a paciente.

Psicologia Perinatal e da Parentalidade por dentro

Como eu posso te ajudar, em pouco tempo, a oferecer atendimento perinatal de qualidade aos
seus clientes? 84% das gestantes gostaria de receber um tratamento psicológico.

Instinto materno: Instinto designa, em psicologia, predisposições inatas para a realização de


determinadas sequências de ações (comportamentos) caracterizadas sobretudo por uma
realização estereotipada, padronizada, predefinida. Então: Instinto materno não existe! O que
existe é amor materno.

As mães aprendem a amar seus filhos, e esse amor começou apenas no século 17, nessa época
não existia uma estrutura e muitos bebes morria por desnutrição ou doente, e muitos morriam e
quando a mãe sabia, já estava gravida novamente, até o século 17 não tinha conceito de crianças
e sim uns miniadultos.