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Língua Inglesa

Aluno

Caderno de Atividades
Pedagógicas de
Aprendizagem
Autorregulada – 03
7º Ano | 3° Bimestre

Disciplina Curso Bimestre Ano


Inglês Ensino Fundamental 3° 7º

Habilidades Associadas

1. Compreender o encadeamento lógico.

2. Reconhecer a relação entre os tempos verbais usados nos textos narrativos.

3. Compreender aspectos ficcionais e não ficcionais.

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Apresentação

A Secretaria de Estado de Educação elaborou o presente material com o intuito de estimular o


envolvimento do estudante com situações concretas e contextualizadas de pesquisa, aprendizagem
colaborativa e construções coletivas entre os próprios estudantes e respectivos tutores – docentes
preparados para incentivar o desenvolvimento da autonomia do alunado.
A proposta de desenvolver atividades pedagógicas de aprendizagem autorregulada é mais uma
estratégia pedagógica para se contribuir para a formação de cidadãos do século XXI, capazes de explorar
suas competências cognitivas e não cognitivas. Assim, estimula-se a busca do conhecimento de forma
autônoma, por meio dos diversos recursos bibliográficos e tecnológicos, de modo a encontrar soluções
para desafios da contemporaneidade, na vida pessoal e profissional.
Estas atividades pedagógicas autorreguladas propiciam aos alunos o desenvolvimento das
habilidades e competências nucleares previstas no currículo mínimo, por meio de atividades
roteirizadas. Nesse contexto, o tutor será visto enquanto um mediador, um auxiliar. A aprendizagem é
efetivada na medida em que cada aluno autorregula sua aprendizagem.
Destarte, as atividades pedagógicas pautadas no princípio da autorregulação objetivam,
também, equipar os alunos, ajudá-los a desenvolver o seu conjunto de ferramentas mentais, ajudando-o
a tomar consciência dos processos e procedimentos de aprendizagem que ele pode colocar em prática.
Ao desenvolver as suas capacidades de auto-observação e autoanálise, ele passa ater maior
domínio daquilo que faz. Desse modo, partindo do que o aluno já domina, será possível contribuir para
o desenvolvimento de suas potencialidades originais e, assim, dominar plenamente todas as
ferramentas da autorregulação.
Por meio desse processo de aprendizagem pautada no princípio da autorregulação, contribui-se
para o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para o aprender-a-aprender, o
aprender-a-conhecer, o aprender-a-fazer, o aprender-a-conviver e o aprender-a-ser.
A elaboração destas atividades foi conduzida pela Diretoria de Articulação Curricular, da
Superintendência Pedagógica desta SEEDUC, em conjunto com uma equipe de professores da rede
estadual. Este documento encontra-se disponível em nosso site www.conexaoprofessor.rj.gov.br, a fim
de que os professores de nossa rede também possam utilizá-lo como contribuição e complementação às
suas aulas.
Estamos à disposição através do e-mail curriculominimo@educacao.rj.gov.br para quaisquer
esclarecimentos necessários e críticas construtivas que contribuam com a elaboração deste material.

Secretaria de Estado de Educação

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Caro aluno,
Neste caderno, você encontrará atividades diretamente relacionadas a algumas
habilidades e competências do 3° Bimestre do Currículo Mínimo de Inglês do 7° Ano do
Ensino Fundamental. Estas atividades correspondem aos estudos durante o período de
um mês.
A nossa proposta é que você, aluno, desenvolva estas Atividades de forma
autônoma, com o suporte pedagógico eventual de um professor, que mediará as trocas
de conhecimentos, reflexões, dúvidas e questionamentos que venham a surgir no
percurso. Esta é uma ótima oportunidade para você desenvolver a disciplina e
independência indispensáveis ao sucesso na vida pessoal e profissional no mundo do
conhecimento do século XXI.
Neste Caderno de Atividades, vamos aprender sobre narrativas de aventuras,
ficção científica! Na primeira aula deste caderno, você vai conhecer encadeamento
lógico dentro desse gênero e o quanto ele é importante para que a narrativa seja
entendida. Na segunda, vai aprender a reconhecer a relação entre os tempos verbais
usados nos textos narrativos e na terceira aula, vai aprender sobre aspectos ficcionais e
não ficcionais.
Este documento apresenta 03 (três) aulas. As aulas podem ser compostas por
uma explicação base, para que você seja capaz de compreender as principais ideias
relacionadas às habilidades e competências principais do bimestre em questão, e
atividades respectivas. Leia o texto e, em seguida, resolva as Atividades propostas. As
Atividades são referentes a um tempo de aula. Para reforçar a aprendizagem, propõe-
se, ainda, uma avaliação e uma pesquisa sobre o assunto.

Um abraço e bom trabalho!


Equipe de Elaboração

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Sumário

Introdução .............................................................................................. 03
Aula 1: O encadeamento lógico............................................................... 05
Aula 2: Tempos verbais usados nos textos narrativos............................. 07
Aula 3: Aspectos ficcionais e não ficcionais............................................. 10
Avaliação ................................................................................................ 12
Pesquisa ................................................................................................... 13
Referências ............................................................................................. 14

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Aula 1: O encadeamento lógico

Dear student,

Narrar é expor um acontecimento, que pode ser real ou imaginário. A ficção


científica envolve o imaginário. São situações em que o autor cria, inventa, de acordo
com sua criatividade. Mas, para isso, ele precisa elaborar bem a sua narrativa com um
encadeamento lógico, ou seja, criando sequência lógica, crível e persuasiva, mais que
verdadeira. Embora seja uma invenção, quando assistimos a um filme ou lemos uma
história, somos capazes de nos emocionar, pois, afinal, para isso que elas foram feitas:
para nos impressionar! Muitas vezes nos vemos dentro dessas narrativas!
É preciso que haja uma sequência de fatos onde os personagens se
movimentem num espaço e num tempo determinado. Nós temos uma estrutura:
apresentação, desenvolvimento (complicação) e o clímax. Os personagens são os
protagonistas e os antagonistas. Há um conflito vivido pelos personagens e o objetivo
desse tipo de narrativa é justamente esse, envolver o leitor nesse conflito.
Pay attention to this adventure!
Robinson Crusoe
By Daniel Defoe
Chapter 1: Start in Life
I was born in the year 1632, in the city of York, of a good family, though not of that
country, my father being a foreigner of Bremen, who settled first at Hull. He got a good
estate by merchandise, and leaving off his trade, lived afterwards at York, from
whence he had married my mother, whose relations were named Robinson, a very
good family in that country, and from whom I was called Robinson Kreutznaer; but, by
the usual corruption of words in England, we are now called - nay we call ourselves
and write our name - Crusoe; and so my companions always called me.
(…..)
Fonte: http://www.americanliterature.com/author/daniel-defoe/book/robinson-
crusoe/chapter-1-start-in-life

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Atividade 1

Let’s practice!

a) Como pode ser uma narrativa?


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b) O que vem a ser um encadeamento lógico dentro da narrativa?
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c) Qual a estrutura de uma narrativa?


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d) Retire do texto um exemplo que indica o personagem como narrador.


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e) Que sobrenome Robinson tinha antes?


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Aula 2: Tempos verbais usados nos textos narrativos

Dear student,
Há uma relação entre os tempos verbais usados no texto narrativo, pois por
causa da sequência de acontecimentos e os fatos se transformando, a atividade verbal
é constante. Os tempos verbais mais evidentes são o presente e o passado.
Na narrativa de Robinson Crusoé, nós podemos constatar o passado como
tempo verbal em evidência.
Veja: I was born in the year 1632, in the city of York, of a good family, though
not of that country, my father being a foreigner of Bremen, who settled first at Hull. He
got a good estate by merchandise, and leaving off his trade, lived afterwards at York,
from whence he had married my mother, whose relations were named Robinson, a
very good family in that country, and from whom I was called Robinson Kreutznaer;
but, by the usual corruption of words in England, we are now called - nay we call
ourselves and write our name - Crusoe; and so my companions always called me.

who settled first at Hull; lived ofterwards at York; named; called.


Nesses exemplos, você tem o Simple Past na forma afirmativa. Ele é formado do verbo,
acrescido das terminações '-d' ou '-ed'.
Settle - settled; live - lived; name - named; call - called. Esses são verbos regulares.
Temos também os irregulares: had - became - knew passado dos verbos have -become
- know

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Atividade 2

Let’s practice!

a) Observe as frases abaixo e responda as questões


My daughter and I worked at this work for a few days.
I finished my homework an hour ago.
b) Os verbos referem-se ao
( ) presente
( ) passado
Nós usamos verbo mais -d ou -ed para referirmos na
( ) forma afirmativa
( ) forma negativa

Leia um outro parágrafo da obra 'Robison Crusoe', do escritor britânico Daniel Defoe.
“My father, a wise and grave man, gave me serious and excellent counsel against what
he foresaw was my design. He called me one morning into his chamber, where he was
confined by the gout, and expostulated very warmly with me upon this subject. He
asked me what reasons, more than a mere wandering inclination, I had for leaving
father's house and my native country, where I might be well introduced, and had a
prospect of raising my fortune by application and industry, with a life of ease and
pleasure”.
c) Retire do parágrafo acima, o passado de:
Call _____________________________
Ask _____________________________
Have ____________________________
Introduce ________________________

d) Ainda do parágrafo acima, retire uma característica do pai do Robinson Crusoé


___________________________________________________________________

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e) As palavras 'application' e 'industry' são palavras cognatas, ou seja, são parecidas
com o idioma português, tendo a mesma tradução. Procure no parágrafo outro
cognato.
______________________________________________________________________

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Aula 3: Aspectos ficcionais e não ficcionais

Dear student,

Numa narrativa podemos narrar fatos reais ou imaginários e quando esses


fatos são inventados, é aí que entra a ficção. Então, entenda: não ficcional é a
realidade como é, e ficcional onde o narrador pode ‘’brincar’’ com as palavras. Ele cria
o tempo todo! Tem uma mente fértil, como dizem!
Em grande parte das narrativas de aventuras, o autor conta essas histórias de
forma que você logo percebe ser uma fantasia. São histórias mirabolantes de tirar o
fôlego e só pode ser uma tremenda invenção, não é mesmo?
A pequena história abaixo é um exemplo de quão engenhosa é a mente do ser
humano! Ela trata dos nossos medos …

How I faced my fear!

By Savannah Morris
I was practicing before I went up on stage. The feeling I had was amazing. I was
happy, calm and well, alive. Then it was my turn. "Savannah Morris" they called. As
I walked to the stage, I could feel the eyes of about 200 people boring into my
back. I gulped, wondering how I got myself stuck into this. I climbed up the stairs
and faced the audience. For a second, I stood there just staring out into the sea of
people. I was stuck and then I found my voice and the words of the poem just
poured out. I didn't make it to the next level but I had something even greater. I
had gotten over my biggest fear next to spiders and for that I was happy.

http://storystar.com/php/read_story.php?story_id=6545

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Atividade 3

Let’s practice!

1. O que você entende por ficção nas narrativas?


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2. O que são palavras cognatas?


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3. No texto acima “How I faced my fear', retire 3 verbos regulares no passado.


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4. Qual animal que a menina tinha medo antes de ter escrito o texto acima?
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5. Você acha que a menina da história foi corajosa? Por que?


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6. Como você enfrenta os seus medos?


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Avaliação

1. Uma narrativa de aventura não pode ser narrada de qualquer maneira,


precisa estar bem estruturada, precisa do que chamamos:
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2. Qual a finalidade da narrativa de aventura?


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___________________________________________________________________
___________________________________________________________________

3. O que você entende por ficcional e não ficcional?


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4. Em Robinson Crusoé, leia: I was born in the year 1632… Por essa frase, você
pode dizer que tipo de personagem era ele, se observador ou protagonista.
O que indica essa resposta?
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_________________________________________________________________

5. Preencha os espaços com o passado simples:


a. Mary (dance) ______________ on Saturday night.
b. Rachel (clean) ______________ the yard last Friday.
c. Paul (wash) _______________ his car yesterday.
d. My friend (visit) _____________ their relatives.

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Pesquisa

Dear student,
Agora que você aprendeu sobre narrativa de aventura, escolha um outro texto
narrativo, em Inglês, e retire do primeiro parágrafo:
* a(s) personagem(ns) da história.
* um fato interessante no desenvolvimento da história.
* dois verbos no 'simple past'. Estes verbos podem ser regulares ou irregulares.
* quatro palavras cognatas.

Você pode fazer em dupla!

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Referências

[1]http://www.americanliterature.com/author/daniel-defoe/book/robinson-
crusoe/chapter-1-start-in-life

[2] http://www.writepop.com/writing/1001-story-ideas-part-three-strange-changes

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Equipe de Elaboração

COORDENADORES DO PROJETO

Diretoria de Articulação Curricular

Adriana Tavares Maurício Lessa

Coordenação de Áreas do Conhecimento

Bianca Neuberger Leda


Raquel Costa da Silva Nascimento
Fabiano Farias de Souza
Peterson Soares da Silva
Marília Silva

PROFESSORES ELABORADORES

Ana Maria Escriche Pinto


Eliane Tavares Rodrigues Masson
Natália Braguez
Rita de Cássia Chagas

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