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ROTEIRO DE BATE-PAPO SOBRE O LIVRO

Relacionamento
Discipulador
Diego Carvalho

 Pág 11 – A estratégia mais eficaz e poderosa na multiplicação de discípulos é a vida de


cada discípulo. Um discípulo revestido do poder concedido pelo Espírito Santo é
motivado pela alegria em obedecer a Jesus para fazer novos discípulos é a mais poderosa
para transformar vidas e cumprir a missão.

Primeira Parte: Revendo o conselho sobre discipulado


1- Precisamos ser claros e específicos
 Pág 15 – Sem ver o discipulado acontecer, e sem saber por onde começar, nem o quanto
ele vai exigir, os membros de nossas igrejas não conseguiriam refletir se querem envolver
ou não, quanto mais tomar uma decisão a este respeito.
O que significa na prática priorizarmos o fazer discípulos como estilo de vida?
Que ações isto envolver?
Quantas horas teremos que dedicar a isso por semana?
Em geral, não sabemos, não falamos, não ensinamos.
Temos poucas experiencias. Apenas ideias’ vagas.
Para fazermos discípulos primeiro precisamos ser discípulos.
 Pág 16 – Como tais, temos o dever não apenas o dever de despertar o crentes para o
cumprimento da grande comissão, mas também de modelar e treinar, nós somos o
exemplo.
- somente depois que soubermos o que significa fazermos discípulos e começarmos a
praticá-lo, poderemos ser claros e específicos naquilo que queremos que os membros de
nossas igrejas invistam em seu tempo, seus esforços, recursos e vida. Afim de ver nossas
igrejas fazendo discípulos efetivamente esta é a jornada diante de nós: 1º “entender o que
é discipulado” 2º praticar e exemplificar o discipulado; 3º ser claros e específicos o que
implica discipular alguém e por último instrumentalizar para a multiplicação da igreja em
escala.
2- O que significa fazer discípulos?
Pág 19 –Quem disse que o discipulado acontece apenas após a conversão?
Quem disse que o ensino do evangelho cessa após a decisão ao lado de Cristo?
Porém, não estava enxergando que a expressão fazer discípulos tinha haver, antes de
qualquer outra ação, com a prática da cultura judaica do séc. I e que o seu conceito e
método foram exemplificados por Jesus durante três anos e meio com vasta narrativa nos
evangelhos.
 Pág. 21 – No caso dos discípulos a ordem entrou em sua mente e coração de forma
simples e clara. Devemos seguir as pegadas de Cristo: convocar os crentes a fazer
discípulos apartir do discipulado que estejam recebendo.
Sotereologia també, mas boa sotereologia.
Combinados a grande comissão em Marcos e Mateus chegamos a conclusão que o fazer
discípulos também implica levar as pessoas sob a dependência do espirito santo, a fé em
cristo como salvador a fim de que crendo, sejam batizados.
Por outro lado, enquanto meio, é o processo de relacionamento exemplificado por Jesus, o
qual chamamos de relacionamento discipulador.
 Pág 23 – Fazer discípulos significa, em certo sentido, conduzir pessoas a salvação. Porém,
só vamos entender o que o discipulado realmente é quando associamos ao processo de
relacionamento intencional que resulte em conversão e aperfeiçoamento ao longo de uma
caminhada. Foi assim que Jesus fez.
3. Não apenas a ordem mas a estratégia
 Pág 25 – quando Jesus Cristo inseriu discipulado na grande comissão e Mateus 28:19, ele o
fez intencionalmente, para mostrar que ir, batizar e ensinar a obedecer são ações que se
desenvolvem em meio a um relacionamento de longo prazo.
 Ao receber a ordem para fazer discípulos, os apóstolos provavelmente não obtiveram
dificuldades para entende-la na realidade, eles se sentiram desmotivados e incapazes até
que foram revestidos de poder do Espírito Santo para a missão atos 1.8
 A presença de Jesus é o divisor de águas entre a impossibilidade total e a certeza
encorajadora de que podemos cumprir a missão. Não conseguiremos ser verdadeiros
discipuladores sem o poder do Espírito santo atos 1.8
 Pág 28 – Jesus não apenas nos deu ordem, ele nos exemplificou como fazer. O alvo do
discipulado é Cristo, por mais paradoxal que pareça, a missão que Cristo nos entregou é
para ser cumprida por meio de produzirmos nossos próprios discípulos Dele.
 Pág. 30 – A ordem de Cristo exige de nós uma atitude ativa, e não passiva, então, a nossa
abordagem do fazer discípulos deve estar isenta de preconceitos que nos impeçam de
compreender e práticas o que isto realmente significa. Se fizermos discípulos apenas de
Cristo, e não de nós, então não estaremos discipulando, pois o sujeito ativo no fazer
discípulos na grande comissão somos nós e não Ele.
 Pág 31 – Para muitos de nós fazer discípulos tem sido nada mais do que obter
convertidos. A ênfase da missão seria na evangelização e no resultado dela.
 Pág 32 – Sem dúvida, a nossa missão inclui anunciar cristo a todas as pessoas ao derredor
do mundo.
 Pág. 33 – O chamado a evangelização é uma voz constante a nos incomodar para que
saiamos do nosso conforto atrás de pessoas afim de lhes anunciar o evangelho. A grande
comissão termina quando esvaziamos o saco de semente? Temos que dizer não. Como
dizia Dawson Troterman, “Você pode levar uma pessoa a cristo entre 20 e minutos e 2hs,
mas leva 20 semanas a dois anos para lhe dar o acompanhamento adequado. Precisamos
fazer discípulos de Jesus, sim, no sentido de levarmos pessoas ao arrependimento a fé
nele afim de que sejam salvas, mas também precisamos fazer discípulos de nós, o que
significa desenvolver com ela discipulado e cuidado, ensino e aperfeiçoamento, para que
também estas pessoas sejam levadas a multiplicação. Isto é o que chamamos de
relacionamento discipulador.
 Pág. 34 – Jesus foi intencional em demonstrar que o caminho para o aperfeiçoamento do
discípulo passa por aprender com outros discípulos. Quanto ao relacionamento
discipulador, o discípulo é nosso, pois quem discipula somos nós, não se choque com
pronomes. Eles uma falsa ideia de posse, mas o sentido não é este.
4- Mais que um programa um jeito de ser
 Pág. 35 – Para alguns de nós, a experiencia com a igreja tem sido centrada em programas
que logo pensamos na ordem de Jesus em termos programáticos.
 Pág 36– Fazer discípulos é, no entanto, muito mais que um programa. É a missão da nossa
vida. É o que nos define. Um discípulo é um discipulador. Se pararmos para pensarmos
bem, todos nós temos tempo para discipular; só usamos de forma sábia, no mínimo, o
desperdiçássemos com coisas inúteis.
 Pág 38 – Não pense que podemos construir uma cultura de relacionamento discipuladores
pelo caminho fácil, rápido e quem custe nada. Esse caminho não existe.
 Pág 41 – a grande comissão não é uma linha de montagem. Cada cristão foi chamado para
fazer discípulos. O processo todo. do todo inicio ao fim. O nosso chamado compreende
não só somente semear o evangelho mas também colher os frutos, os frutos bons para que
não se percam.
 Pág 43 – de forma intencional, Jesus influencio vidas que multiplicaram essa influência em
outras vidas: liderou homens que vivaram lideres. Os discípulos entenderam e praticaram
isso. Nós precisamos fazer o mesmo. Comecemos fazer discípulos agora mesmo.
Segunda Parte: Discipulado Moderno x discipulado de Jesus
5. Quem é o discípulo
 Pág 47 Discipulado moderno: O ponto inicial do discipulado é a conversão. Discipulado
de Jesus: O ponto inicial do discipulado é o interesse de estar junto com quem anda com
Deus. O ensino discipular não era como é o de hoje mas voltado para a transmissão de
informações. Por essa razão, a metodologia era vivencial e relacional.
 Pág 49 – Quem quisesse estar com Jesus as vezes tinha que passar pela barreira dos
discípulos não que Jesus fosse inacessível mas porque essa era a posição natural dos
personagens do cenário: O mestre no centro, os discípulos em volta e a multidão em
derredor.
 Pág 50 – quando começamos a discipular de verdade, nossos discípulos vão querer
trazer mais discípulos mais para perto isso será um indicativo que o discipulado os tem
abençoado.
Pág 51 – como diz o querido pastor Gilson Breder com quem tenho aprendido
bastante,: o encontro de discipulado tem que tem HDL: hora, dia e local.
Pág 52 – nossa tarefa como discipuladores é usar a palavra de Deus como base de
aconselhamento e ensinar-lhes como tomar decisões bíblicas “os nossos discípulos”.
 Pg 53 – O alvo do discípulo era ser igual o seu mestre. Duas frases de jesus captam
esse objetivo: (Marcos 10.25) O discípulo não esta acima de seu mestre; mas todo o
que for bem instruído será como seu discípulo. Lucas 6.40
 Pg 54 – a imitação era tão importante que o mestre poderia ser julgado pelo
comportamento de seus discípulos.
 O discipulador deve ser exemplo em tudo no falar no trato e etc. Grifo Pr. Josué
Barbieri.
 Mas uma vez, a atitude dos discípulos diria muito quem Jesus era e como ele
pensava. Francis Chan também corrobora isto quando, “é impossível ser discípulo e
seguidor de alguém e não ficar parecido com aquela pessoa.
 Pág 55- contudo, é bom ressalvar que as pessoas são diferentes uma das outras e que
o relacionamento discipulador não é um processo de padronização ou formatação.
 Pág 56. Em um relacionamento discipulador, somente valores reais serão
transmitidos ao discípulo. O chamado para faze discípulos nos traz uma grande
responsabilidade: a de vigiarmos nosso comportamento afim de escandalizarmos os
discípulos.
 Pág 57 – Jesus nos ensina que todo discípulo deve ter o coração simples e ensinável
assim como uma criança. Mateus 10.1. Deus não quer que nenhum dos novos
discípulos sejam levados a erros por um discipulador. Discipular é uma enorme
responsabilidade.
 Pág 58 – Longe de nós escandalizarmos algum discípulo. Longe de nós sermos
considerados por Jesus, como em Mateus 18.6, piores que um suicida.
 Pág 59 – devemos trabalhar para alcançar a perfeição de Jesus pela ação do Espirito
Santo em nós, mesmo sabendo que não conseguiremos isso nesta carne. Portanto
estejamos sempre pronto a reconhecer nossos erros e permitir que Deus use nossos
discípulos como instrumentos para nossa cura e restauração quando fracassarmos. “
ser discipulador é ser exemplo em tudo com sua família” Grifo Pastor Josué Barbieri.
6– Onde começa o relacionamento discipulador?
 Pág 61 – Se o discípulo envolve querer ser como outra pessoa, então só quem tem
uma vida imitável pode fazer um discípulo.
 Pág 62 – se andamos com Deus e as pessoas testemunharem isso sempre haverá
quem queira andar conosco. Para uma grande multiplicação de discípulos,
precisamos de um exercito de cristãos que sejam poderosos em obras e palavras
diante de Deus e das pessoas em volta.
 Pág 64– Quando nosso jeito de ser causa impacto nas pessoas em derredor, discípulos
em potencial estarão por perto.
 Pág 65 – em termos de intencionalidade, o relacionamento discipulador sempre
começara em nós, quando passamos a olhar para uma pessoa como alvo de uma
missão particular. Sempre que puder, adicione nestas conversas pinceladas sobre a
necessidade de arrependimento.
 Pág 66 – Para fazermos discípulos uma mensagem de arrependimento deve estar
sempre em nossos lábios. Algumas perguntas podem nos ajudar a discernir quem ao
nosso derredor esta aberto ao evangelho. A sensibilidade e a pratica nos ajudarão a
usa-las oportunamente: Você consegue perceber que o mundo esta perdido? Como
você enxerga sua relação com Deus hoje? Esta tudo bem entre vocês? Se acontece
alguma fatalidade com você hoje, estaria pronto para se encontrar com Deus e prestar
contas. Você se considera uma pessoa boa? Como você se sairia segundo os padrões
de Deus? Você reconhece que precisa de Deus o que tem feito para busca-lo? Gostaria
de ouvir sobre a palavra de Deus? Quando conseguirmos unir o poder da mensagem
com a credibilidade da nossa vida, podemos convidar as pessoas como Jesus fez ande
perto de mim.
 Pág 68 – estamos em busca de discípulos não de sucesso.
 Pág 70 – não podemos misturar o apelo ao arrependimento com o convite ao
relacionamento discipulador.
 Pág 72 – na vida espiritual é assim também: os filhos espirituais precisam de amor e
aceitação de cuidado amoroso.
 Pág 73 – o interesse nas pessoas em estar no meio dos cristãos pode ter várias
motivações. Mas, como um relacionamento discipulador começa antes mesmo da
conversão e esta baseada no interesse do discípulo em conhecer mais de Deus, então
o ensino do evangelho partira das premissas elementares da fé cristã, as quais todos
os crentes tem condições de compartilhar.
7- Relacionamento a essência do discipulado
Pág 77– Relacionamento discipulador: relacionar, agregar interceder, solicitar contas,
ensinar o evangelho e zelar pela pessoa.
 Pág 78 – Kait Fhilips foi muito feliz em dizer que o discipulado é um encontro de
uma vida com a outra. Não é apenas uma série de reuniões sobre determinado plano
de estudo. É essencialmente relacional o investimento do que você é em outra pessoa.
O relacionamento discipulador começa e termina com amor. Quem começa um
relacionamento discipulador não ganha penas uma responsabilidade; ganha um
amigo.
 Pág 80- Como discipuladores não precisamos esconder nossas angústias dos nossos
discípulos. Jesus não escondeu. Ele foi autentico.
 Pág 81– somente se formos transparentes, formaremos discípulos sensíveis a dor de si
mesmos e dos outros. O relacionamento discipulador requer uma permanente
disposição de perdoar e dar uma nova chance aos discípulos. A nossa vida de oração
como discipuladores não pode depender de nossos discípulos.
 Pág 82 – uma coisa é certa: como discipuladores precisamos nos preparar para a
decepção. O relacionamento discipulador vai te intensificar cada vez mais e chegar a
uma amizade realmente profunda.
 Pág 85 – sentar-se a mesa juntos e quase sempre pagar a conta é uma das
demonstrações mais valiosas que o discipulador pode dar ao discípulo de que o
investimento feito em sua vida esta valendo a pena.
8- O poder do zelo e da intercessão
 Pág 87 – o discipulador deve se importar com a vida espiritual dos discípulos, mas
com o seu bem estar em todos os sentidos, como Jesus fazia com relação aos seus
discípulos.
 Pág 88 – uma pergunta habitual que temos que fazer aos nossos discípulos é como
esta a sua família, estando dispostos a ajudarem em alguma coisa quando estiver ao
nosso alcance. Orar é o mínimo.
como discipuladores não pode depender de nossos discípulos.
 Pág 90 –. Nós discipuladores precisamos estar em primeiro lugar em lista de
emergência de nossos discípulos.
 Pág 91 –. Quando zelamos pelos nossos discípulos, nós somos levados
constantemente a orar pela vida deles, “Não apenas fale com pessoas sobre Deus”,
mas também fale com Deus sobre pessoas.
 Pág 94 –. Quando vemos que nossos discípulos estão estagnados na vida espiritual ou
com comportamentos mundanos é hora de derramar nossos corações em fervente
clamor, intercessão por eles.
 Pág 95 –. Devemos aplicar a equação que vemos ao longo de todo o ministério de
Jesus: ensino+exemplo+intercessão=crescimento espiritual dos discípulos.
9- Ensinando para transformar .
 Pág 97 –. Durante o tempo todo que esteve com os seus discípulos, Jesus ensinou o
evangelho por meio de ações, palavras e ações. Por isso defendemos que o ensino do
evangelho é relevante para todo o nosso tempo de vida, pois tudo em nossa
peregrinação até o céu estará relacionado ao evangelho.
 Pág 98 –.Se quisermos realmente imitarmos a Jesus, teremos que falar do evangelho,
pois ele fez isso o tempo todo.
 Pág 99 –. O discipulador deve discernir o conteúdo que deve ser ministrado nos
diferentes estágios do aperfeiçoamento dos discípulos.
 Pág 102 –. Como discipulador, nós também devemos responder as perguntas de
nossos discipulos com paciência. Em cada uma destas situações,, Jesus respondeu
seus discipulos sem critica-los
 Pág 103–. Jesus foi mestre em ensinar por meio do exemplo. ”Seja mestre em ensinar
para os outros com determinação e convicção o evangelho da paz” grifo Pr Josué
Barbieri. Jesus sempre ensinou aos seus discípulos e a nós hoje sobre a importância de
cuidarmos da nossa vida de oração, afim de sermos um exemplo para nossos
seguidores.
 Pág 105–. O ensino baseado no exemplo é muito mais poderoso que a oratória. A
nossa tendência natural é querer estar sozinhos em momentos de pressão para que
ninguém vigie nossa conduta, porém, em um discipulado relacional, muitas situações
ocorreram enquanto estivermos juntos.
 Pág 106 –.quanto mais tempo passarem juntos, mais eficaz será preparação de seus
discípulos. Se isto não acontecer será qualquer coisa menos um relacionamento
discipulador.
 Pág 108 –. Jesus não ia perder a chance de ensinar seus discípulos sobre tantos temas
de uma vez só: adoração, humildade, prioridade, preconceito, o valor de uma vida,
sua própria morte, etc.
10 – Solicitação de contas: encorajamento para avançar sempre.
Pág 113 – O relacionamento discipulador deve ser um ambiente em que o discípulo se
sinta seguro para abrir seu coração. É importante lembrar que o propósito da solicitação
de contas, não é tão somente que o discipulador fique sabendo de tudo o que se passa na
vida do discípulo. O propósito da solicitação de contas, como já foi abordado que o
discípulo se de conta que o discípulo precisa amadurecer.
11 – Relacionamento discipulador um a um em pequenos grupos multiplicadores.
 Pág 122 – Jesus mesmo aconselhou que, antes de se tornar discípulos seu, a pessoa
deveria pesar as consequências e garantir que poderia arcar com os seus custos. Lucas
14.26-33.
 Pág 123 – Discípulo não é um processo de imitação gradual. Billy Gran disse: ”a
salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo que temos”.
 Pág 124 –.Ninguém pode querer ser um discípulo de Cristo sem antes estar disposto a
investir o melhor da sua vida o seu tempo, dons e talentos. O discípulo terá que
calcular bem, porque depois, será cobrado das responsabilidades. O discipulado
possui ônus e bônus.
 Pág 125 – ser discípulo de Cristo, implica assumir o seu estilo de vida. O mestre
deixou bem claro que o relacionamento discipulador, exige prioridade absoluta,
inclusive acima dos relacionamentos familiares. Quando começamos a fazer
discípulos mais cedo ou mais tarde surgira uma circunstância em que a separação de
pessoas será visível e inevitável. Precisamos ter sabedoria e bom censo.
 Pág 127- Jesus agregou os discipulos. Ele os reuniu em um pequeno grupo. Ele fez
isto intencionamente. Entretanto, seguindo o exemplo de Jesus, devemos não apenas
acolher os discipulos em um ambiente comum, mas conecta-los uns aos outros de
forma vivencial.
 Pág 128 –.Pensando em igreja multiplicadora estou convencido que a formação de
pequenos grupos multiplicadores mais bíblica e saudável a luz da grande comissão e
do discipulado moderno discipulado modelado por Jesus, acontece quando um
discípulo começa a desenvolver relacionamentos discipuladores e, depois, reuni os
seus discipulos em um grupo, afim de lhes ensinar a conviver e a praticar os
mandamentos recíprocos do novo testamento. Repare que essas são justamente as
três dimensões do discipulado – chamar, acolher e aperfeiçoar discípulos - coloca-las
em ação no pequeno grupo multiplicador.
 Pág 129 –. Tem se discutido quantos discípulos alguém é capaz de ter em nossos dias.
Alguns dizem 1, outros 5, outros 10.
12- Objetivo do relacionamento discipulador
Pág 133 – um discipulador de sucesso não é aquele que acumula discípulos, mas o
que libera os discípulos para a multiplicação.
Pág 138 – O relacionamento discipulador não é para gerar apenas membros de igreja,
mas gerar discípulos de Jesus que vencem o mundo e frutifiquem para a glória de
Deus. Sem a oração e a busca do poder do Espirito Santo no processo do
relacionamento discipulador todas as nossas iniciativas irão fracassar.
13- Quem pode discipular?
Pág 138 – como disse Jessé Jhonson “a grande comissão não é mais uma ordem a das
escrituras a ser obedecida, mas é a ordem que da vida a todos os outros mandamentos
dado a igreja.
Pág 140 Joel Cominsk observa que “ as igrejas tem gastado incontáveis oras tentando
descobrir como harmonizar evangelismo e cuidado.
Pág 141 – mas na grande comissão Jesus já designou todos os seus discípulos a serem
discipuladores. O problema é como colocar tudo que estamos estudando em prática.
Apenas comece a fazer discípulos esteja preparado para perseverar.
Pág 143 – ceifar é colher, arrebatar, aproveitar, trazer para o cesto. O semeador
espalha, o ceifeiro colhe. O que Jesus sentiu falta foi de trabalhadores dispostos a
acolher pessoas em relacionamentos discipuladores.
Conclusão
Muitos discipulam sem saber que estão discipulando. Criaram a cultura de
relacionamento discipuladores pode não ser uma realidade tão distante assim, não
temos que começar tudo do 0. O conceito pode estar meio indefinido na mente dos
cristãos, mas no coração de muitos já está no lugar certo.

Pastor Josué Barbieri