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AVIVA O FOGO DO DOM


Texto Bíblico: 2Tm 1.6

Nessa segunda carta de Paulo a seu filho na fé, o jovem pastor Timóteo,
o velho apóstolo, exorta ao seu filho a continuar como começou promovendo o
evangelho. Porém, uma das palavras paulinas mais contundentes para
Timóteo, está no versículo 6 deste capitulo: “Por este motivo, te lembro que
despertes o dom de Deus, que existe em ti pela imposição das minhas
mãos".
• Vamos revisar o versículo ao “estilo hebraico” de traz para frente, mas
vamos fazer isso usando a versão espanhola Reina Valera, traduzindo
para o português: "Pela imposição das minhas mãos, está em ti, o
fogo do dom de Deus, pelo que te aconselho que avives".

• A palavra-chave deste texto é AVIVES, Timóteo tinha o dom de Deus, o


que ele precisava fazer, segundo o discernimento do apóstolo era
AVIVA-LO.

1. Conceitos e definições gerais.

• DOM = Habilidade, dádiva, presente, graça, sabedoria, capacitação,


faculdade, aptidão. O antônimo de DOM é: defeito, falha, imperfeição,

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deficiência, torpeza.
• CARISMA = Graça que os crentes recebem para realizar as tarefas que
especificamente demanda suas vidas e serviços cristãos (1Co 12.4).
• FOGO = candeia, chama, fogueira, ardor, flama, entusiasmo, paixão,
veemência, ímpeto, denodo. Antônimo = Gelo, frieza, frio.
• AVIVAR = Tornar mais ardente, avivar o fogo, dar brilho. Fazer que uma
coisa seja mais animada aumentando sua intensidade, avivar a memória,
a recordação. // dar nova força e vigor // animar //fazer que a luz de mais
claridade // dar vivacidade, recobrar vida e vigor, despertar // fazer que o
fogo arda mais

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intensamente. Vivificar, reavivar, reanimar, acender exaltar inflamar,
acelerar, ativar, intensificar. Antônimo = apagar esfriar. A exortação do
apóstolo Paulo a Timóteo é mais que um conselho, é um imperativo.
Desperta, avives, reavive o fogo do dom de Deus que há em ti.

2. O conceito apostólico. 2Tm 1.6

• Este texto expõe vários conceitos bíblicos, teológicos e


ministeriais.

a. Dom - talentos. Existem muitos dons, talentos, habilidades, capacidades


humanas que provem de Deus e não da genética de nossos pais, ou da
preparação pessoal. Deus dá a vida, saúde, sabedoria, habilidade."...vem
descendo do Pai das luzes... ” (Tg 1.17).
b. Dom de Deus - Paulo se refere a um dom especial, superior, não
humano, o dom do Espírito Santo. Os dons espirituais e ministeriais são
recebidos pela graça. É o carisma de Deus “derramado em uma pessoa”
Rm 12. 6-8; 1Co 12. 4-11, Et 4.11).
c. Que está em ti - Este dom é pessoal. O apóstolo assegura que está em
Timóteo. A Bíblia diz que a cada um lhe é dada a manifestação do
Espírito para o que for útil (1Co 12.7). A parábola dos talentos (Mt 25. 14-
30)
d. Pela imposição de minhas mãos - O apóstolo descreve uma maneira
bíblica de receber o dom. quer dizer, pela imposição das mãos de um
ministro devidamente ordenado dentro de uma igreja legalmente e
biblicamente estabelecida. Paulo tinha autoridade apostólica para tal ato
(At 11.25.26; 13. 1,2). Devemos ter cuidado com os obreiros
independentes e livres, que não prestam obediência a ninguém, nem se
submetem a autoridade nenhuma. Esses dizem que seu pastor é Jesus e
não homem. Esses desordenados ignoram a verdade de Deus (Jd 8-16).

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3. Porque avivar o fogo do dom?

• O antônimo de avivar é apagar - Paulo aconselha ao jovem ministro que


AVIVE o DOM, porque o fogo deve ardem continuamente. Há muitas causas
internas e externas, humanas e espirituais que podem apagar o fogo. Vamos,
dentro deste contexto, analisar quatro causas que são determinantes e
perigosas, e que podem apagar o fogo do dom de Deus no obreiro.

a. Embaraço com os negócios desta vida (2Tm 2.4).


• Que são os negócios dessa vida? São os afazeres, as ocupações, trabalhos,
estudos, atrações do presente século (1Jo 2.15-17; 2Tm 4.9). Tudo aquilo
que tira o maior e grande alvo da vida de um obreiro chamado pelo Senhor.
• Paulo toma a militância de um soldado como um símbolo do serviço cristão,
dizendo que, assim como um soldado não se embaraça com as atividades
civis, um cristão militante não se deixa atrair ou embaraçar por esse sistema
mundano (Tg 4.4; He 12.1).
• A exortação e não se embaraçar. Pode e deve estudar, trabalhar,
negociar, socializar etc. no entanto não se pode deixar se enredar, apartar
e esfriar espiritualmente. Paulo nos diz que o amor ao dinheiro é a raiz de
todos os males e que o cobiçando muitos se extraviaram da fé (1Tm 6.9,10).
Não devemos nos conformar com este presente século (Rm 12.1,2).
Vejamos a má eleição de Ló (Gn 13.10), e seu triste fim em Sodoma (Gn
19).

b. Falta de exercício espiritual (1Tm 4.7,8).


• Em nossos dias há a grande tendência de exercitar o corpo, o intelecto, o
físico. Há muitos narcisistas que rendem culto ao corpo, mas se esquece
do conselho bíblico, que o verdadeiro atavio é o homem encoberto no
coração (1Pe 3.3-5).
• O exercício físico para pouco se aproveita, porém, o espiritual, a piedade,
para tudo é proveitosa (1Tm 4.8). Procura

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apresentar-te bem diante de Deus, e não diante dos homens. “...exercita-te a ti
mesmo em piedade” (1Tm 4.7).

c. As provas e os sofrimentos (2Tm 2.8,9).


• As provas, os sofrimentos, as adversidades, as críticas, as necessidades,
e as perseguições, muitas vezes tendem a querer apagar a fé em muitos
cristãos e líderes. Paulo disse a Timóteo: "Lembra-te”.
• Do sofrimento de Jesus - varão de dores, e experimentado nos trabalhos,
que jamais renunciou a sua divina missão, por fidelidade, e viu o fruto de sua
aflição (Is 53. 3, 7-10).
• O sofrimento dos cristãos primitivos - Os quais foram perseguidos,
açoitados, encarcerados, porém, mas não renunciaram a Cristo Jesus.
Testificaram de sua fé, cheios do Espirito Santo até a morte, como o mártir
Estevão, Paulo e Silas (At 7. 55-60; 16.25-34).
• Timóteo deve entender que o crente fiel sofre as penalidades, como bom
soldado de Jesus Cristo, vence as provas, atravessa o vale de lágrimas e o
transforma em fontes de águas (Sal 84 5- 7). O crente líder, deve ativar a sua
fé, o dom que está nele, e vencer (2Tm 2. 1,8,9).

d. As paixões carnais da juventude (2Tm 2.22).


• A NVI fala “as más paixões da mocidade”. A natureza humana e frágil. As
vulneráveis paixões carnais e os prazeres do mundo. A exortação bíblica é
que fujamos, tirando-as de nosso coração (Pv 5. 1-21; Ec 11.9-10).
• Há muitos faltos de entendimento, que em vez de fugir, se rendem a
sensualidade e as palavras macias da mulher estranha (Pv 7.6-27). Tem que
evitar, correr, fugir do pecado, assim como fez José (Gn 39. 10-21). E não
procurar e correr atrás do pecado, como fez Sansão (Jz 16. 4-31).
• Quantos líderes, que eram verdadeiras tochas acesas nas mãos do Senhor
e apagaram esse fogo, acendendo o fogo da paixão, sensual, erótico, carnal.
Quantos ministros que acabam nas barras dos tribunais, por causa da barra
de saia e pela barra

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de ouro. Porém, sem dúvida, a barra que mais tem causado danos aos
obreiros, é a barra de saia.
• Meus amados companheiros, não sejamos ingênuos, faltos de
entendimento, brincando com o pecado da sensualidade (Pv 7. 6-27). A
Bíblia diz: “Tomará alguém fogo no seu seio, sem que as suas vestes se
queimem?" (Pv 7. 27). É imperativa a ordem de Paulo: “Foge dos desejos
da mocidade”.

CONCLUSÃO.

• Por essas causas que foram expostas o apóstolo Paulo aconselha a Timóteo
que não apague, senão que avive o fogo do Dom de Deus. Essa não é a
única vez que Paulo faz isso: Em 1 Timóteo 4.14 ele disse. “Não desprezes
o dom que há em ti...”.
• O eco do conselho de Paulo a Timóteo desperta e ressoa em nossos
corações e ouvidos até o dia de hoje "...reavives o dom de Deus que existe
em ti...”. A obrigação de Timóteo era muito pessoal. Não era um trabalho
do pastor, da família ou da igreja. Timóteo tinha que fazer por sua própria
conta. Como podemos fazer isso hoje? Voltando nossa visão ao modelo do
livro de Atos e da igreja primitiva.
• Atos dos Apóstolos - Atos não palavras. Não somente os apóstolos, mas
também, diáconos, líderes, irmãos e toda a igreja primitiva em geral. É
também chamado “Atos do Espírito Santo”. Porque em seus 28 capítulos,
registra a descida, batismo, fluir, mover, manifestações gloriosas e
poderosas do Espírito Santo na e através das vidas daqueles simples, mas
consagrados servos de Deus.
• A igreja Cristã nasceu no fogo (At 2.1-13); renovou no fogo (At 4.29-31);
com fogo alvoroçaram o mundo inteiro (At 17.6). Há um provérbio cristão que
diz: “Quem quer falar de Deus aos homens, precisa primeiro falar dos homens
a Deus; quem quer estar em pé diante dos homens, precisa estar de joelhos
diante de Deus; o que quer estar em público deve primeiro estar em oculto
diante de Deus"(Mt 6.6).
• Avivar o fogo do dom de Deus era muito pessoal e particular para Timóteo.
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Para todos os crentes, principal mente os líderes, é uma responsabilidade
particular e pessoal de avivar, despertar e avivar esse fogo do dom de Deus.
Deus vê, valoriza e responde a tuas orações e tuas lágrimas (Is 38. 1-6). Tu
és uma lâmpada que precisa ter azeite e estar acesa (Mt 25. 1-13). Há
muitos "Timóteos" que precisam urgentemente avivar o fogo do DOM DE
DEUS em suas vidas, altar, ministério, família e igreja, si de fato querem
impactar o mundo (At 1.8).

Deus em Cristo vos abençoem.

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CONSERVANDO A DOUTRINA
Tt 2. 1-10
A palavra "doutrina" vem do grego didaskalia, que é igual a instrução,
doutrina, ensino. Substantivo do verbo didasko, que é ensinar ou instrução.
I. A arte ou a maneira de ensinar (Rm 12. 7; 1Tm 4.13,16; 5.17). Pode vir
também com o sentido de alerta ou admoestação (2Tm 3.16; Dt 6.6-9; Ef 6.4;
Pv 23.13,14; Sal 23.4).

II. A doutrina pode ser:


a. Dos homens. Sendo assim é algo pervertido (Mt 15.9; Ef 4; 14; 1Tm4.1; Is
29.13).
b. Dos demônios. Diabólica (1Tm 4.1; Ap 2.20).
c. De Deus, portanto é sadia (1Tm 1.10; 4.6; 6.3; 2Tm 4.3; Tt 2.10). “Sã” vem
do grego hugies, saudável, sadio, de boa saúde. Uma doutrina sadia faz
bem a alma. Ela é como o orvalho na terra sedenta dos corações (Dt 32.2).
O novo convertido, deseja a boa doutrina, assim como o recém-nascido
deseja o leite materno (1Pe 2.2,3).
d. Palavras sinônimas a didaskalia = doutrina.
a. Paideia = educação, pedagogo, treinamento, pedagogia.
b. Kerigma = Pregação, proclamação.
c. Logos = palavra, discurso, doutrina, preceito.

III. Não remover, mas conservar nossas marcas doutrinarias (Js 4.6,7).
a. Os sinais do Salmo 74.9, não são os milagres, ou sinais de maravilhas,
mas a nossa identificação como um todo, como povo salvo. São nossas
marcas (Gal 6.17).
b. Vivemos hoje em dia, onde muitas igrejas Assembléias de Deus
abraçaram o neopentecostalismo; Confissão positiva; missão integral;
Coalizão Pelo Evangelho; G12, Teísmo aberto, etc. Os mais ortodoxos
servos de Deus clamam: “Onde estão nossas marcas, nossas insígnias?"
Nunca queiras copiar o altar do mundo (2Rs 16.10-16).

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c. Paulo ensina a seu filho na Fé, Timóteo: "Conserva o modelo das sãs
palavras que de mim tens ouvido...” (2Tm 1.13). Conservar as sãs
palavras, ou a doutrina, é muito mais que falar sobre a doutrina. Conservar
é: Manter em bom estado, preservar; conservar a saúde. Conservar é
resistir ao desgaste causado pelo tempo. Conservar é permanecer, ficar,
continuar, perpetuar, sustentar, preservar, manter. Conservar é cuidar,
resguardar, defender, proteger, salvaguardar. Finalmente, conservar é
eternizar, imortalizar.
d. Paulo disse a Timóteo: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera
nestas coisas; porque fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos
que te ouvem” (1Tm 4.16). Ter cuidado, é também conservar. Quando
temos cuidado com algo, o conservamos. Assim deve ser com a doutrina.
Creio que 2Timóteo 2.15 exprime bem, como deve ser constantemente o
manejo do obreiro com a doutrina.

IV. A autenticidade e a atualidade das línguas estranhas na Igreja

At 1. 1-8; 2. 1-4
Por mais que os críticos da atualidade das línguas estranhas tentem, não
conseguem deter a marcha pentecostal no mundo. Sabemos que há os
exageros, porém, não é por isso que vamos extinguir a operação do Espirito
Santo na Igreja (1Ts 5. 19). Quem pode conter um rio perene? Consegue-se
barrar por um tempo, mais ele acaba por passar por cima. Paulo, após ensinar
sobre o assunto das línguas estranhas, termina dizendo: “Se alguém cuida
ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são
mandamentos do Senhor. Mas, se alguém ignora isso, que ignore. Portanto,
irmãos, procurai com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas, faça-se
tudo decentemente e com ordem". (1Co 14. 37-40).
1. Era necessário esperar a promessa (vv. 4,5).
• Que promessa era essa?

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a. Promessa de um povo adorando a Deus em outras línguas através do profeta
Isaías (Is 28.11);
b. Promessa feita através do profeta Joel (Jl 2.28,29);
c. Promessa feita por João Batista (Mt 3.11);
d. Promessa feita pelo próprio Jesus (Mc 16.17; Lc 24.49; At 1.8).
• Quem deveria esperar a promessa?
e. Crentes que já estavam armados com poder espiritual (Mt 10.1);
f. Os que tinham os nomes escritos no livro da vida (Lc 10.20);
g. Que estavam limpos moralmente (Jo 15.3);
h. Que estavam em contato com Cristo como ramo ligado na videira (Jo 15.5);
i. Que conheciam que o Espírito Santo estava com eles (Jo 14.17);
j. Que tinham sentido o fôlego de Cristo ressuscitado quando disse: “Recebei o
Espírito Santo” (Jo 20. 22).
• Uma é a experiência da salvação, onde o Espírito Santo opera a regeneração
na vida do homem (Jo 3.5,6; Tt 3.5), outra é a experiência do batismo com
Espírito Santo, com evidencia de falar em outras línguas (At 19.1-7). É evidente
a necessidade que temos de sermos cheios do Espirito Santo para
testemunharmos de Jesus (At 1.8; 10.38).
• Pentecostes (gr penteekostos = quinquagésimo). A segunda grande festa dos
Israelitas, que se dava cinquenta dias após a páscoa (Lv 23.17,20), onde as
primícias da colheita eram oferecidas ao Senhor, em forma de dois pães, que
eram movidos diante de Deus. Assim a primícias da Igreja foi movida pelo
Espírito Santo cinquenta dias após a páscoa (At 1.3; 2.1).
2. A Igreja nasceu em meio a um grande avivamento. Qualquer ambiente que
não tenha esse poder, sufoca a Igreja. Ela está em muitas partes do mundo,
agonizando, como um peixe fora d’água, por falta da oração e
consequentemente o avivamento do Espírito Santo. Spurgeon disse: “Se uma
igreja não ora, ela está morta”. Vejamos como foi a descida do Espirito Santo
para inaugurar a igreja de Jesus:

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a. “Estavam todos reunidos no mesmo lugar"(At 2.1). Como a morte e
ressurreição de Jesus mudou o conceito de vida dos discípulos!
Antes:
• Procuravam a primazia (Mt 20.20-28);
• Queriam saber quem era o maior (LC 22.24;
• Voltaram para seus trabalhos materiais (Jo 21.2,3).
Depois.
• Estavam todos - desapareceram as divisões (Col 3.11);
• Reunidos
• No mesmo lugar - todos queriam estar na presença de Deus
• Dez dias no mesmo lugar - não queriam voltar aos trabalhos, queriam
ser cheios do Espírito Santo (Lc 24.49).
b. “E, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e
impetuoso” (At 2.2).
 O vento na Bíblia é usado como símbolo do Espírito Santo
 Na conversa que Jesus teve com Nicodemos, falou da ação do
Espírito Santo como um vento que assopra aonde quer (Jo 3.8);
 No pentecostes foi o som de um vento veemente e impetuoso
(At2:2)
 No princípio o Espírito se movia sobre a face do abismo (Gn
1.2);
 Ali no templo estava o exército de Deus (os discípulos), mas
murchos, tristes, sem forças etc. Mas quando chegou o vento do
Espírito encheu a todos (1Co 15.45).
c. “E foram vistas por eles línguas repartidas como que de fogo, as quais
pousaram sobre cada um deles” (At 2.3).
• João falou sobre essa manifestação (Mt 3.11);

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 Na sarça para Moisés, Deus se manifestou com fogo (Ex 3. 1.2);
 No altar de Elias ele respondeu com fogo (1Rs 18. 36-38);
 A Gloria de Deus nas visões de Ezequiel tinha vento tempestuoso e fogo
(Ez 1.4);
 Deus é fogo (Hb 12.29);
 Uma fábrica para por falta de fogo na caldeira.
d. “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas,
conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem" (At 2.4).
 Três vezes no livro de Atos e mencionado o falar em línguas (At 2.4; 10.
44-47; 19.6);
 O apóstolo Pedro e seus companheiros somente ficaram sabendo que
os gentios da casa de Cornélio, estavam batizados com Espírito Santo,
porque eles falaram em línguas estranhas (At 10. 45,46).
Essa doutrina deve ser conservada por nós pentecostais.

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