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POLÍTICAS DE INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: um estudo

sobre o PROINFO

Thaise Sonária Silva Holanda 1


Maria Edgleuma de Andrade 2

Resumo: Este trabalho é um recorte de pesquisa em andamento, desenvolvida no âmbito do


Programa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPq). Neste artigo temos por objetivo fazer uma
revisão bibliográfica sobre as políticas de inclusão digital na educação, tomando como objeto
de estudo o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (PROINFO) que visa segundo os
documentos oficiais contribuir com a inclusão digital de professores, gestores e comunidade
escolar. Para tanto, dialogamos com os estudos de Pretto (2009), Bonilla (2007), Medeiros
(2013), Basniak (2014) e Oliveira (2011), dentre outros. Nosso propósito é discutir sobre a
proposta de inclusão digital preconizada pelo PROINFO, bem como analisar os estudos que
versam sobre essa temática, dialogando com os parâmetros teórico-conceituais que ajudem a
desvelar os meandros do que se compreende e como se desenvolve a inclusão digital a partir
dessa política. Os autores revisados em nosso trabalho, apontam que ainda há muitos
questionamentos sobre a inclusão digital a partir do PROINFO, sobretudo por esta política
ainda está centralizada no acesso e aquisição de equipamentos pelas escolas sem um
aprofundamento dos novos usos pedagógicos e sociais dessas tecnologias. Diante disso,
concluímos que a política de inclusão digital não pode se resumir apenas a ‘consumir’ ou ter
acesso a laboratórios e recursos tecnológicos nas escolas; é preciso fortalecer novos estudos
sobre inclusão digital na educação, com atribuições de sentido e de usos no contexto social.

Palavras-chave: Políticas educacionais. Inclusão digital. Tecnologias.

Introdução
As políticas de democratização no contexto das tecnologias da Informação e
Comunicação – TIC tem se direcionado cada vez mais para a inclusão destas no espaço
escolar. Nesse sentido, o sistema educacional de ensino tem possibilitado o acesso às
tecnologias por meio de programas educacionais, que dentre eles, destacamos o Programa
Nacional de Tecnologia Educacional (PROINFO). Segundo o documento oficial, Decreto
6.300 de 12 de Dezembro de 2007, busca possibilitar a contribuição da inclusão digital no
ambiente escolar inserindo essa discussão nos objetivos propostos pelo programa, na
ampliação ao acesso a computadores para toda a comunidade escolar.

1
Bolsista PIBIC/CNPq. Aluna do 4º Período do Curso de Pedagogia, Campus Central - UERN E-mail:
thaisesonaria@hotmail.com
2
Professora da Faculdade de Educação e do Mestrado em Educação – POSEDUC-UERN. E-mail:
edgleumadeandrade@yahoo.com.br
Partindo desta premissa, dialogamos sobre políticas de inclusão digital na educação
com enfoque para o PROINFO que se propõe contribuir para esta necessidade. Deste modo,
também consideramos oportuno o estudo deste tema pela vivência como bolsista no Programa
de Iniciação Cientifica –(PIBIC/CNPq) que discute o projeto de pesquisa intitulado: ‘A
Gestão da implantação do PROINFO em escolas de Mossoró-RN3’. A pesquisa apresenta em
um dos seus objetivos; “a análise do processo de gestão e implantação do PROINFO,
enquanto uma política educacional voltada para a democratização do uso das tecnologias da
Informação e Comunicação - TIC no espaço escolar” (PIBIC, 2015, p.4).
Buscamos as discussões sobre o processo de inclusão digital preconizada pelo
PROINFO no qual atua no contexto de uma política educacional que carrega implicações para
a prática escolar. No que diz respeito ao seu contexto tecnológico inicial, o PROINFO em
suas Diretrizes de 1997 consistia como Programa de Informática na Educação, apresentando
estratégias de informatização das escolas com instalação de recursos informatizados na
preparação dos cidadãos para o trabalho profissional no contexto de uma sociedade
tecnológica. A partir do Decreto 6.300 de 12 de dezembro de 2007 o programa amplia as suas
perspectivas para a educação e as tecnologias, com modificações também na sua
nomenclatura passando a ser legitimado como Programa Nacional de Tecnologia
Educacional, porém permanecendo a mesma sigla.
Neste sentido, o PROINFO estende as suas intenções para a inclusão dos excluídos no
uso das tecnologias, seja por fatores de ordem econômica e social. Em suas metas, propõe a
inclusão digital dos sujeitos da educação, tais como professores, alunos, gestores e a toda a
comunidade escolar para o uso das tecnologias. Um incentivo não somente para a qualificação
para o mercado de trabalho, mas também como uma estratégia de formação dos professores e
que ainda pode ser considerada uma ferramenta pedagógica.
Portanto, para discorrer sobre esta temática, os nossos estudos versam sobre a
metodologia de pesquisa empírica de caráter bibliográfico, dialogando com os aportes teórico-
conceituais Pretto (2009), Bonilla (2007), Medeiros (2013) e Basniak (2014), Oliveira (2011)
e outras fontes que transversalizam sobre esta temática, como Bonilla (2010), Martins (2015)
e em Brasil (2007) que trata do Decreto 6.300 de 12 de dezembro de 2007 que dispõe sobre o
PROINFO.

3
Projeto de pesquisa, em andamento, institucionalizado na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação -
PROPEG-UERN, atuando na condição de bolsista remunerada, sob a coordenação da Profª Drª Maria Edgleuma
de Andrade da Faculdade de Educação da UERN, Campus Central.
1- Política de Inclusão Digital no Campo da Educação: contextualizando ProInfo

As políticas no campo da educação relacionadas à inclusão digital têm como um de


seus marcos o Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo criado pela Portaria
n° 522 do Ministério da Educação e do Desporto em 1997. A principal meta versava sobre a
universalização da informática, através da implantação de laboratórios de informática nas
redes públicas de ensino no Brasil com a finalidade de disseminar o uso pedagógico das
tecnologias nas escolas. Posteriormente, em 12 de dezembro de 2007 o Programa muda de
nomenclatura para Programa Nacional de Tecnologia Educacional, permanecendo com a
mesma sigla, no âmbito do Decreto n° 6.300/2007 com nova diretriz em determinadas ações.
Com os seguintes objetivos:

I – Promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e


comunicação nas escolas de educação básica das redes públicas de ensino
urbanas e rurais;
II – Fomentar a melhoria do processo de ensino e aprendizagem com o uso
das tecnologias de informação e comunicação;
III – Promover a capacitação dos agentes educacionais envolvidos nas ações
do Programa;
IV – Contribuir com a inclusão digital por meio da ampliação do acesso a
computadores, da conexão à rede mundial de computadores e de outras
tecnologias digitais, beneficiando a comunidade escolar e a população
próxima às escolas;
V – Contribuir para a preparação dos jovens e adultos para o mercado de
trabalho por meio do uso das tecnologias de informação e comunicação; e
VI – Fomentar a produção nacional de conteúdos digitais educacionais.
(BRASIL, 2007, p. 1-2)

Com os pretensões acima, o ProInfo propõe a instalação de laboratórios de informática


com conexão à Internet (Banda Larga nas Escolas), formação de professores e gestores
através do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo
Integrado). A coordenação das formações fica a cargo dos Núcleos de Tecnologia
Educacional (NTE), vinculados as Secretarias Estaduais de Educação e Núcleos de
Tecnologia Municipal (NTM), vinculados as Secretarias Municipais de Educação.
Com base nos objetivos planejados, o Programa construiu metas para o seu alcance na
inserção dos computadores no campo escolar. Deste modo, o ProInfo é tratado no contexto de
uma política educacional para os aspectos da inserção dos recursos tecnológicos na promoção
do uso pedagógico das tecnologias da informação e comunicação nas redes públicas de
ensino.
Esta ação contribuiu também para que os pesquisadores no campo acadêmico possam
realizar investigações sobre as pretensões oficiais e as suas interferências para o cotidiano da
escola. Neste sentido, corroboramos com o pensamento de Bonilla (2010) ao evidenciar que
os programas de iniciativas governamentais trazem a tona da inclusão digital, operam com
uma pretensão restrita ao que necessita a sociedade atual.

Para efetivamente transformar a escola num locus de inclusão digital, não


basta o acesso às TIC (embora este seja fundamental, e necessário ser de
qualidade!) precisamos investir na democratização do uso e na formação dos
sujeitos sociais, em especial, dos professores. Algumas escolas, a partir de
iniciativas da própria comunidade, estão abrindo seus laboratórios para uso
da comunidade nos finais de semana, configurando-se em centros públicos e
acesso às TIC, potencializando a inclusão digital de toda a comunidade
escolar. (BONILLA 2010, p. 44 grifo nosso).

Neste contexto, cabe ressaltar que a política de inclusão digital, convém estar para
além, da inserção tecnológica como utilização técnica. A inclusão digital perpassa pela
valorização da democratização na formação dos sujeitos. Neste sentido, um Programa
Federal por si só não garante a inclusão digital. É necessário que o ambiente escolar adote
práticas formativas de promoção da inclusão digital para além do espaço da escola. Conforme
enfatiza Bonilla (2010), a inclusão requer que todos os atores sociais estejam contemplados
nesse contexto, portanto, que as escolas abram as portas para outros atores sociais que
necessitam de um espaço informatizado para estarem sendo favorecidos com estes recursos.
Na discussão da inclusão digital, outra característica pertinente apresentada no estudo
bibliográfico realizado consiste nas intencionalidades que uma política educacional carrega
quando se propõe a promover a inclusão digital.
De acordo com Damasceno; Bonilla; Passos (2007) o caminhar na inclusão digital,
pode estar sendo permeado de disputas e embates que se divergem no processo de construção
de um programa quando trata dessa abordagem.

A defesa de inclusão digital, neste contexto, apresenta princípios


divergentes: ora adquire um caráter conservador, como estratégia para
adequação do país à economia globalizada e informatizada, ora como
elemento essencial para apropriação dos elementos da cultura digital e
emancipação da população, ou ainda como estratégia para a inclusão social e
combate à pobreza. (DAMASCENO; BONILLA; PASSOS 2007, p.35)
Baseado na citação acima, podemos perceber que a intenção da inclusão digital no
contexto de uma política pode apresentar diversas interpretações. Conforme os autores
elucidados estas podem acontecer com uma característica conservadora, pautada nos
princípios tecnicistas, buscando atender a formação mercadológica no interior de uma
economia globalizada. Portanto, o sujeito se constrói enquanto profissional atrelado aos
interesses da globalização, onde o preparo técnico e profissional possibilita uma adequação
maior aos interesses econômicos. Outras pretensões apresentadas por Damasceno; Bonilla,
Passos (2007) sobre uma política que se propõe a inclusão digital, pode também estar sendo
disseminadas pela necessidade de apropriação da cultura digital bem como a diminuição do
combate a pobreza na inclusão social dos sujeitos numa sociedade tecnológica e
informatizada.
Sobre o alargamento da inclusão digital para a cultura digital, cremos que essa seja
uma questão central para viabilizar a imersão da escola no contexto atual da sociedade do
conhecimento. Entendemos em Bonilla (2010) que a cultura digital se dá no contexto na
capacidade do outro ter a liberdade de explorar, conhecer, construir saberes na multiplicidade
de linguagens que permeia o ciberespaço. Portanto, o passo para uma inclusão digital na
escola é também gerador de uma cultura digital na medida em que nos recursos tecnológicos e
nos ambientes online do mundo virtual, a escola possa estar se inserindo nesse espaço,
transcendendo seu conhecimento para além dos muros da escola.
Portanto, cabe respaldar que a inclusão digital explícita no Programa ProInfo, ainda é
um desafio que perpassa por todo o país. O ato de incluir no campo da educação aos
meandros da cultura digital da comunidade escolar no fortalecimento da cultura digital é um
caráter uno e coletivo ao exercício da cidadania em espaços híbridos. Nesse sentido,
reforçamos a importância das TIC nas escolas para o processo ensino aprendizagem dos
alunos com ênfase para tratamento de conteúdos educacionais para além do espaço concreto
da escola.

2- O PROINFO no debate da educação digital

Para o debate da educação digital, vislumbramos que o ProInfo no alcance dessa


proposta tem promovido a capacitação dos professores na finalidade de auxiliar no
desenvolvimento das atividades educacionais para o uso das ferramentas tecnológicas no
ensino aprendizagem.
A partir do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional-
ProInfo Integrado, acontece as capacitação que são ofertadas pelos Núcleos de Tecnologias
Educacionais. Na instrumentalização dos recursos tecnológicos o ProInfo Integrado
acontecem na capacitação de softwares educacionais, na utilização do computador, da lousa
digital, do projetor integrado como estratégia de ensino.
Portanto, a implantação do ProInfo no processo de universalização das Tecnologias de
Informação e Comunicação - TIC para a educação digital no sistema de ensino no campo
escolar tem permeado os avanços tecnológicos da contemporaneidade nas redes públicas de
ensino. Desse modo, acreditamos que o uso da informática na educação tem possibilitado o
acompanhamento no desenvolvimento tecnológico social que estamos inseridos.
Com base na perspectiva de inclusão digital presentes nas diretrizes do ProInfo, os
estudos de Damasceno; Bonilla; Passos (2007) discute frente ao desenvolvimentos
tecnológicos na contemporaneidade apresentando que esta abordagem do Programa visa a
partir do interesse do capital, o processo de instrumentalização técnica dos sujeitos seguidos
do processo de distribuição dos equipamentos nas escolas. Podemos contemplar este discurso
revelado nos escritos das autoras. Portanto, a perspectiva de inclusão digital no campo da
educação digital, expressam restritamente a ampliação das TIC e a formação para o seu uso
com eficácia.

O uso das TIC´s aparece como ferramenta de capacitação para o mercado de


trabalho, através de cursos técnicos para a população de baixa renda, ou
então como meras ferramentas didáticas para continuar ensinando os
mesmos conteúdos na escola, espaços onde normalmente é proibido o acesso
a salas de bate-papo, jogos, comunidades virtuais e a uma outra variedade de
sites. (BONILLA, 2010, p. 42)

Neste sentido entendemos que a percepção da educação digital atua também na


concepção de uma educação que atue nos contextos do ciberespaços, sendo que este espaços
virtual em sua maioria das vezes não estar sendo aproveitado pelas escolas, como é revelado
no discurso de Bonilla (2010) onde aponta que as TIC podem ser usadas como ferramentas
didáticas para continuar com o mesmo ensino conteúdista em sala de aula. Para Bonilla (2010,
p. 45) “Desde inicio do processo, as TIC são entendidas como ferramentas de apoio à
educação”. Nesse sentido, convém refletirmos que as tecnologias pode ser uma estratégia de
ensino para utilizarmos as suas potencialidades no contexto educacional, não apenas
utilizando para a reprodução das mesmas práticas de ensino, mas que possamos aproveitá-las
na suas diversas interfaces que a internet pode ofertar para o ensino.
Portanto, compreender o ProInfo no tocante a inclusão digital nos faz evidenciar que o
mesmo atua nos limites de uma inclusão apenas como inserção, sem ampliação de como
aproveitá-la seu usos na construção da cultura digital no espaço da escola.
Desta forma, podemos considerar que de acordo com os estudos a Bonilla (2010 ) a
expectativa intitulada aos novos objetivos do ProInfo frente à inclusão digital nas políticas
educacionais ainda tem muito a se conquistar para chegarmos a ideia de inclusão digital não
somente de equipamentos na escola mas sobretudo de uma inclusão que se volte para o acesso
e permanência dos sujeitos no contexto das tecnologias. Assim, acreditamos que a proposta da
inclusão digital proposta pelo ProInfo precisa ultrapassar um discurso de distribuição de
recursos e pensar nos atores contemplados com o acesso e permanência e ainda como
poderemos estar aproveitando esses recursos para o seu cotidiano escolar e social.

Considerações

Este trabalho é de fundamental importância para analisar as pretensões de um


Programa que acarreta implicações no contexto da escola. No que diz respeito ao objetivo
traçados para este estudo, buscamos alcançá-lo a partir das leituras realizadas nos encontros
da pesquisa PIBIC.
As análises das pretensões do ProInfo na contribuição da inclusão digital nos auxiliou
nos estudos para a pesquisa PIBIC que estamos desenvolvendo bem como para a ampliação
deste debate para outros sujeitos. É possível destacar o ProInfo nos estudos aponta que a
inclusão digital proposta ainda precisa ser alcançada com estratégias para além de entrega de
computadores na escola.
As transformações sofridas dentro do processo de reconstrução do Programa
ocasionaram-se em mudanças sobre as suas finalidades primeiras, estendendo outras
pretensões nas quais destacamos a inclusão digital para tratar neste estudo.
Diante disso, sinalizamos que a política de inclusão digital não pode se resumir apenas
a ‘consumir’ ou ter acesso a laboratórios e recursos tecnológicos nas escolas; é preciso
fortalecer novos estudos sobre inclusão digital na educação, com atribuições de sentido e de
usos no contexto social.
Neste sentido, concluímos com base nos estudos do ProInfo que o mesmo, necessita
ultrapassar as noções da perspectiva instrumental das TIC, cujas necessidades carecem ser
pensadas na produção das redes de conhecimentos elementos de uma cultura digital. Portanto,
as discussões sobre o Programa contribuiu para uma análise reflexiva sobre conhecimentos
teóricos construídos a partir de estudos sobre o ProInfo, no que se refere a inserção das
tecnologias no espaço escolar e as redes digitais para a inclusão digital.

Referências Bibliográficas

BASNIAK, Maria Ivete; SOARES, Maria Tereza Carneiro. Políticas Educativas Brasileiras
Relacionadas às Tecnologias na Educação em Teses e Dissertações. Paraná, Curitiba,
2014.
BONILLA, Maria Helena Silveira. Políticas Públicas para Inclusão Digital nas Escolas.
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BRASIL. Decreto nº 6.300, de 12 de dezembro de 2007. Dispõe sobre o Programa Nacional
de Tecnologia Educacional - ProInfo. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 13 dez. 2007.
DAMASCENO, Handherson Leyltton Costa; BONILLA, Maria Helena Silveira; PASSOS,
Maria Sigmar Coutinho. Inclusão digital no ProInfo integrado: perspectivas de uma
política governamental. Inc. Soc., Brasília, DF, v. 5 n. 2, p.32-42, jan./jun. 2012, 2007.

MARTINS, Ronei Ximenes; FLORES, Vânia de Fátima. A implantação do Programa


Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo): revelações de pesquisas realizadas no
Brasil entre 2007 e 2011. Rev. bras. Estud. pedagog. (online), Brasília, v. 96, n. 242, p. 112-
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