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PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DA LEITURA, ESCRITA E MATEMÁTICA

PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

RAFAELA ALMEIDA FERREIRA


THAISA TORRES RAMOS

A IMPORTÂNCIA DA ALFABETIZAÇÃO PARA OS ANOS INICIAIS

Manaus/AM
2019
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RAFAELA ALMEIDA FERREIRA


THAISA TORRES RAMOS

A IMPORTÂNCIA DA ALFABETIZAÇÃO PARA OS ANOS INICIAIS

Trabalho solicitado para obtenção de nota parcial,


da disciplina Seminário de Pesquisa, sob a
orientação da professora MSc. Maridulce Ferreira
Lustosa, do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu
em DOCÊNCIA DA LEITURA, ESCRITA E
MATEMÁTICA PARA OS ANOS INICIAIS DO
ENSINO FUNDAMENTAL da Faculdade
Salesiana Dom Bosco.

Manaus/AM
2019
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SUMÁRIO

1 – INTRODUÇÃO......................................................................... 3

2 – JUSTIFICATIVA....................................................................... 4

3 – OBJETIVOS............................................................................ 5

4 – METODOLOGIA ..................................................................... 6

5 – REVISÃO TEÓRICA................................................................ 7

6 – CRONOGRAMA...................................................................... 13

7 – ORÇAMENTO......................................................................... 13

8 – CONCLUSÃO.......................................................................... 14

7 – REFERÊNCIAS........................................................................ 15
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INTRODUÇÃO

Este projeto investigará a Importância da alfabetização para os anos iniciais,


por reconhecer a importância do letramento para a leitura de mundo da criança.
O presente trabalho tem como objetivos: reconhecer as possíveis causas que
faz com que um aluno chegue ao final dos anos iniciais sem saber ler nem escrever,
analisar as ideias centrais dos autores sobre a temática estudada, avaliar as
dificuldades que os alunos encontram nos anos iniciais, compreender a metodologia
de como avaliar o processo de alfabetização e realizar pesquisa de campo para
levantar dados que mostrem como ocorre o processo de alfabetização e letramento.
Nesse sentido o projeto será desenvolvido devido à experiência em sala de
aula, sendo o objeto de estudo diretamente acompanhado. Para estudar esta
problemática será desenvolvida a revisão de literatura a partir dos autores Rios
(2003) e Soares (1998).
E far-se-á a pesquisa de campo em uma escola particular da cidade de
Manaus.
Tem-se a intenção de alcançar os seguintes resultados: ratificar que a falta de
incentivo em casa interfere no desenvolvimento do ensino e aprendizagem do aluno,
assim também os transtornos neurobiológicos (TDAH) interferem na aprendizagem
da criança e que os problemas de aprendizagem (disgrafia, discalculia e dislexia)
são frequentes na sala de aula e o professor nem sempre sabe lidar com eles.
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1. TEMA

A Importância da alfabetização para os anos iniciais.

2. DELIMITAÇÃO DO TEMA

Tem sido grande o número de crianças que chegam ao final dos anos iniciais sem
estar alfabetizado.

3. PROBLEMA DE PESQUISA

Como um aluno pode chegar ao 4° ano sem estar alfabetizado?

4. JUSTIFICATIVA

Desde o final do século XIX, a dificuldade de nossas crianças a ler e escrever


impulsionou debates buscando soluções para esses entraves. O aprendizado da
leitura e da escrita ganhou mais força no final desse século.
A educação nesse período ganhou destaque como um sonho da
modernidade. Nessa época, o treino da leitura e da escrita se restringia aos
indivíduos ensinados em casa ou nas escolas do império.
A alfabetização e letramento são respostas para o mundo social, pois é por
meio delas que o sujeito passa a envolver-se diretamente em suas funções sociais,
buscando transformar-se um cidadão consciente.
A educação foi influenciada por pressupostos teóricos que chegavam ao país
por meio de estudiosos que tinham suas produções limitadas a seus países ou, nem
isso, eram censuradas por conter filiações que se uniam a outros sistemas políticos
e econômicos.
Na área educacional, a pesquisa sobre este tema é de fundamental
importância, pois, é alto o índice de crianças e adolescentes que são somente
letradas e não alfabetizadas. Família e escola precisam estar em unidade para
ajudar o aluno.
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Segundo a BNCC do Ensino Fundamental nos Anos Iniciais deve-se valorizar


as situações lúdicas de aprendizagem, apontando para a necessária articulação com
as experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever
tanto a progressiva sistematização dessas experiências quanto o desenvolvimento,
pelos alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler
e formular hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar
conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos.
+ Principais Teóricos
Segundo Brandão em sua obra Pedagogia da Autonomia (1996), o sujeito
quanto mais amplia sua visão de mundo, mais se liberta da opressão, ou seja, o
sujeito letrado que já possui conhecimentos prévios, com um determinado ponto de
vista, quando alfabetizado, pode modificar seus pensamentos, ampliando-os de
forma que passa a refletir criticamente sobre a prática social.

5. HIPÓTESES
Os desafios de:
Falta de incentivo, tanto em casa quanto na escola.
Transtorno Neurobiológico (TDAH).
Problemas de Aprendizagem (disgrafia, discalculia, dislexia), são fatores agravantes
para que o processo de alfabetização ocorra com agilidade e qualidade.

6. OBJETIVOS

6.1 OBJETIVO GERAL

Reconhecer as possíveis causas que faz com que um aluno chegue ao final dos
anos iniciais sem saber ler nem escrever.

6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Analisar as ideias centrais dos autores sobre a temática estudada.


Avaliar as dificuldades que os alunos encontram nos anos iniciais.
Compreender a metodologia de como avaliar o processo de alfabetização.
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Realizar pesquisa de campo para levantar dados que mostrem como ocorre o
processo de alfabetização e letramento.

7. METODOLOGIA

Essa pesquisa será desenvolvida a partir da revisão de literatura em que


serão construídos fichamentos, resenhas, resumos dos autores.
Num segundo momento será feita a coleta de dados a partir da pesquisa de
campo numa escola privada de Manaus.
Quanto ao método, será utilizado o método dialético, que consiste numa
estratégia de raciocínio baseada na identidade dos contrários e na busca de
soluções para os problemas considerados em contextos sócio-político-econômicos.
Os argumentos são explorados, admitindo-se que as relações contrárias podem
conviver e que, nem sempre, se anulam.

7.1 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Para a coleta de dados utilizar-se-á instrumentos tais como: entrevistas,


questionários e análise de documentos como regimento interno da escola e̸ou
Projeto Político Pedagógico.
O caminho a ser percorrido para o desenvolvimento da pesquisa será a
pesquisa de campo, não tem como objetivo produzir ou reproduzir os fenômenos
estudados. A coleta de dados é efetuada em campo, onde ocorrem
espontaneamente os fenômenos e a bibliográfica, pode ser um trabalho
independente ou uma etapa inicial de uma pesquisa.
Quanto à natureza, será feita a revisão de literatura. Quanto ao objeto, será
considerada a sala de aula e os elementos que compõem este ambiente para coleta
de dados no campo.
Quanto aos procedimentos técnicos far-se-à a pesquisa a partir do material
coletado através da escrita / gravador, mecânica ou eletronicamente, a pesquisa
documental, utiliza fontes de informação que ainda não receberam organização,
tratamento analítico e publicação. As pesquisadoras optaram pela postura
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metodológica pesquisa participante, em que ocorre por meio do contato direto do


pesquisador com o fenômeno observado para se obter informações sobre a
realidade dos atores sociais em seus próprios contextos.
7.2 POPULAÇÃO E AMOSTRA

Esta pesquisa será aplicada num universo para amostragem de 19 alunos.


Serão feitas entrevistas com os professores dos alunos bem como com o
pedagogo e gestor da escola.

7.3 ANÁLISE

Os dados obtidos pelas entrevistas e observações, serão analisados de forma


que possibilite a compreensão do problema e da hipótese levantada, de acordo com
o Referencial Teórico estudado.

8. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA/ REFERENCIAL TEÓRICO/ QUADRO


TEÓRICO

8.1 LINGUAGEM

Destacamos que a linguagem é característica inata no ser humano e está


presente desde muito cedo na criança. Sua aquisição inicia-se no momento em que
a criança começa a usar sons diferenciados. Estes sons vão progredindo na medida
em que surgir a necessidade de se comunicar através da fala.
Portanto, FEIL (1987, p 49), a linguagem não se dá somente através da fala
ou da escrita, mas também através de gestos, mímicas e ainda através do desenho
e da pintura.
Todavia têm outras maneiras de uma criança se comunicar, através de
gestos, movimentos, sons, atitudes, essas formas devem ser respeitadas e
motivadas, pois assim quanto mais forem exploradas, mais rica será a linguagem.
Segundo, Feil (1987) conceitua que:

Se a linguagem é desenvolvida através da vivencia, e esta é a base para o


desenvolvimento da inteligência, cabe à escola explorar esta capacidade
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inata da criança, de maneira natural, através da observação, tentativa,


repetição, experimentação, associação de ideias, generalização e criação
de regras próprias, onde ela vai dominando gradativamente a linguagem
verbal, como meio e processo, ou seja, como comportamento de lidar com
as ideias (p.20).

Assim, como a criança aprende a andar, a vestir, a calçar, também será ao falar,
pois a linguagem é um processo que se vai adquirido aos poucos, como ao falar o
nome das pessoas da família, animais em casa, objetos com pronuncias simples.

8.2 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Conforme o dicionário Aurélio (2010), Alfabetização é a Ação de Alfabetizar,


difusão do ensino primário, restrita da leitura e escrita rudimentar. Assim, o
letramento é a ação ou efeito de escrever, escrita. Processo pedagógico de
aquisição e domínio da capacidade de ler, escrever e interpretar textos;
alfabetização é o nível de letramento.
No Brasil o processo de alfabetização teve inicio algumas décadas após o
descobrimento do Brasil, os primeiros educadores foram os padres, que vindo de
Portugal, se dedicavam a catequização e da educação escolar.
No que diz respeito ao ato de alfabetizar, surgiu com a escrita, pois era
preciso passar esse sistema para outras gerações, caso contrário à escrita dos
povos acabaria. Então ler e escrever são capacidades que possibilitam às línguas e
a cultura de um povo permanecer vivo.
Voltando um pouco para a história da alfabetização, Cagliari conta:

Na Antiguidade, os alunos alfabetizavam-se aprendendo a ler algo já escrito


e depois copiado. Começaram com palavras e depois passavam para textos
famosos, que eram estudados exaustivamente. Finalmente, passavam a
escrever seus próprios textos. O trabalho de leitura e de cópia era o
segredo da alfabetização. Note que essa atividade está diretamente ligada
ao trabalho futuro que esses alunos irão desempenhar, escrevendo para a
sociedade e a cultura da época.
Muitas pessoas aprendiam a ler sem ir para a escola, já que não pretendiam
tornar-se escribas. A curiosidade, certamente, levava muita gente a
aprender a ler para lidar com negócios, comercio e até mesmo para ler
obras religiosas ou obter informações culturais da época. A alfabetização,
nesses casos, dava-se com a transmissão de conhecimentos relativos à
escrita de quem os possuía para aprender. Aprender a decifrar a escrita, ou
seja, a ler, relacionando os caracteres às palavras da linguagem oral, devia
ser procedimento comum. Aqui não era preciso fazer cópias nem escrever:
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bastava saber ler. Para quem sabe ler, escrever é algo que vem como
consequência.

Portanto, pela história da alfabetização, saber ler é que faz o aluno saber
escrever. Assim, alfabetizar é levar em conta também a predisposição da criança
em querer aprender, pois as crianças são diferentes entre si, por vários motivos.
Mas, não podemos esperar que queiram as mesmas coisas e que aprendam no
mesmo nível.
Muitas das vezes temos alunos que estão alfabetizados aos cincos anos e
outros com nove anos de idade, sendo que ainda não passaram dessa etapa,
então os professores devem encontrar caminhos para despertar o interesse nesses
alunos.
Todavia, alfabetização e letramento são dois processos de desenvolvimento,
da linguagem que devem estar interligados durante todo o período de
aprendizagem da leitura e da escrita. Segundo Soares (2003):

O fenômeno do letramento obscureceu o processo de aquisição do sistema


convencional da escrita alfabética e ortográfica. Assim, propõe que durante
a intervenção pedagógica os dois apareçam simultaneamente, ou seja, a
alfabetização não preceda ao letramento nem vice-versa, reconhecendo-se
a especificidade da alfabetização como apropriação do sistema de escrita e
que ela se desenvolva num contexto de letramento, com metodologia
adequada.

Nesse sentido, letrar é mais que alfabetizar, mas não podemos separar os

dois processos em que o aluno primeiro tem contato com o ensino das técnicas da

leitura e da escrit, assim, alfabetizar, desenvolve as habilidades que envolve o uso

da leitura e da escrita, de forma que adquire o letramento.

Segundo a BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as

situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as

experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto

a progressiva sistematização dessas experiências quanto o desenvolvimento, pelos

alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e


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formular hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar

conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos.

Nesse período da vida, as crianças estão vivendo mudanças importantes em

seu processo de desenvolvimento que repercutem em suas relações consigo

mesmas, com os outros e com o mundo. Como destacam as DCN, a maior

desenvoltura e a maior autonomia nos movimentos e deslocamentos ampliam suas

interações com o espaço; a relação com múltiplas linguagens, incluindo os usos

sociais da escrita e da matemática, permite a participação no mundo letrado e a

construção de novas aprendizagens, na escola e para além dela; a afirmação de sua

identidade em relação ao coletivo no qual se inserem resulta em formas mais ativas

de se relacionarem com esse coletivo e com as normas que regem as relações entre

as pessoas dentro e fora da escola, pelo reconhecimento de suas potencialidades e

pelo acolhimento e pela valorização das diferenças.

De acordo com a LDB, no Artigo 32. Cita que: O ensino fundamental

obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se

aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão,

mediante: (Lei nº 11.274, de 2006).

Como cita também no: I - o desenvolvimento da capacidade de aprender,


tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo

8.3 PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Partindo da palavra prática segundo o dicionário Aurélio (2010) quer dizer: Ato
ou efeito de praticar, rotina, hábito, aplicação da teoria. Nesse sentido práticas
pedagógicas são ações que se costuma usar para ensinar, desde como preparar
uma aula, metodologia, técnica, ou outras formas, sendo que requer formação,
saberes, capacidades, habilidades e competências do docente. A prática
pedagógica é adotada de maneira consciente ou inconsciente pelo professor, no
qual revela valores e visão de mundo alicerçados por princípios e voltados ao
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alcance de objetivos. Assim, organizar situações de ensino e aprendizagem que


mudem, transformem os alunos e seus contextos.
Nesse sentido, Libâneo (2003), afirma que:

A atividade mediadora do professor supõe uma preparação profissional na


qual se articulam, idissocialmente, os conhecimentos teóricos e práticos
originados da investigação da prática e a prática de ensino concreta que se
desenvolve no cotidiano da escola em suas situações especificas e
condições objetivas (p.124)

O compromisso com uma prática pedagógica voltada para compreender a


realidade social e os direitos e responsabilidades dos estudantes com sua vida
individual e em sociedade torna necessário relacionar esse compromisso com a
competência técnica, científica e ética.
O professor competente, segundo Rios (2002), é o docente que é
comprometido com a construção de uma sociedade justa, na qual saber e poder têm
equivalência, enquanto elementos de interferência no real e organização de relações
de solidariedade. A dimensão técnica possibilita as capacidades de saber, saber
fazer, saber como, ou seja, não basta que o professor conheça o seu trabalho, é
preciso saber fazê-lo, saber como transformar os conhecimentos em ações
concretas.
O domínio do conhecimento para a atuação do docente é importante, embora
não seja suficiente. É a presença da dimensão que garantirá a atuação eficaz do
professor em sala de aula, ou seja, é a técnica que proporcionará planejar e realizar
uma aula significativa e proveitosa para os alunos.
Todavia, o modelo de prática pedagógica construtiva vê a criança como ser
que pensa e a escola como espaço apropriado para que o aluno aprenda cada vez
mais a partir de suas próprias construções. Porém, o Brasil apresenta a Prática
Pedagógica Crítica, no qual o professor não está interessado somente em fornecer
subsídios para que as crianças aprendam uma série de informações. A criança deve
saber resolver e lidar com os problemas do cotidiano, conviver com as incertezas, de
modo agir, de maneira crítica e criativa, consciente da capacidade transformadora
de seu papel. O educador que adota o modelo de prática pedagógica crítica visa
através de seu trabalho na escola, contribuir para transformação de uma sociedade
mais justa e igualitária.
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Assim, o trabalho do professor é estimular a criança a elaborar novas


significações e relacionar o que é aprendido na escola com outros contextos fora
desse espaço. Nesse sentido, Rios (2003), conceituam a:

Mediação entre a criança e o meio, utilizando os diversos recursos básicos


disponíveis: o próprio espaço físico da escola, com seus instrumentos,
propostas e particularmente, sua maneira de se relacionar com as crianças
[...] (2003, p.89)

Então, não se pode determinar um modelo de prática pedagógica ideal para o


ensino fundamental, porém, é preciso que o professor saiba que cada modelo supõe
uma concepção de mundo, por isso, qualquer que seja a prática pedagógica
adotada pelo educador, ele deve ter a consciência a que interesse sua prática está
servindo, ou seja, se a prática está contribuindo para a formação das crianças da
educação básica.
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9. CRONOGRAMA

ATIVIDADES MÓDULO MÓDULO MÓDULO III


I II

Elaboração do projeto de pesquisa X

Levantamento e realização de leituras X X


necessárias à pesquisa

Seleção dos sujeitos observados e entrevistados X

Elaboração dos instrumentos de pesquisa X X

Contatos com o grupo pesquisado X


Coleta de dados X X
Análise dos dados X

Elaboração do Trabalho final X


Correção e Revisão do Trabalho final X

Entrega e Apresentação oral do trabalho final X

10 .ORÇAMENTO

DISCRIMINAÇÃO VALOR/UNIDADE QUANTIDADE VALOR


TOTAL
Notebook R$ 1.500,00 1 R$ 1.500,00

Papel A4 (resma) R$ 17,00 1 R$ 17,00

Impressora R$ 259,00 1 R$ 259,99


Caneta R$ 1,00 4 R$ 4,00

Cartucho de tinta R$ 39,90 4 R$ 159,60

Gravador de voz R$ 98,90 1 R$ 98,90

Livros R$ 35,00 3 R$ 105,00

Marcador de texto R$ 4,00 2 R$ 8,00

Pen drive 8GB R$ 49,00 2 R$ 98,00

TOTAL R$ 2.003,80 R$ 2.250,49


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CONCLUSÃO

Ao final com base nas leituras realizadas e estudos feitos, esta pesquisa
desenvolverá os conhecimentos sobre a importância da alfabetização nos anos
iniciais com relevância ao entendimento de que o profissional da educação precisa
qualificar suas habilidades para favorecer a aprendizagem dos seus alunos.
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REFERÊNCIAS

Livros:

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Míni Aurélio: o dicionário da língua


portuguesa; coordenação de edição Marina Baird Ferreira. – 8. Ed.- Curitiba:
Positivo, 2010.

LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública. 15 ed. Rio de Janeiro:


Loyola, 2003.

RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e Ensinar. Por uma docência da melhor


qualidade. São Paulo: Cortez, 2003.

Material da Internet:

LDB : Lei de diretrizes e bases da educação nacional. – Brasília : Senado Federal,


Coordenação de Edições Técnicas, 2017. 58 p. Disponível em
www.portal.mec.gov.br. Acesso em 11 de dezembro de 2019.

SÃO PAULO (Estado). Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.


Versão Final. Disponível em www.basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em 11
de dezembro de 2019.

SILVA, Verônica Erculano da; SILVA, Fábio Bernardo da. Alfabetização e letramento
nas séries iniciais. Disponível em <
http://www.revista.ajes.edu.br/index.php/rsd/article/view/142/110 > Acesso em: 07 de
dezembro de 2019.
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