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FILOSOFIA E LÓGICA

FILOSOFIA E LÓGICA

Graduação
FILOSOFIA E LÓGICA

A IMPORTÂNCIA DA
INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA
UNIDADE 1

Caro aluno, seja bem-vindo a nossa primeira unidade. Ela visa delinear
a configuração do pensamento filosófico. Para isso, buscamos compreender
a questão acerca da sua utilidade através de uma breve explicação da
relevância da Filosofia como atitude de questionamento da realidade. Espero
que por intermédio desta explicação você se sinta mais confortável ao se
introduzir no espetacular “mundo da Filosofia”.

OBJETIVOS DA UNIDADE:
• Reconhecer a relevância e a necessidade do estudo da disciplina
Filosofia, focando, sobretudo, o seu aspecto questionador como
um exercício da liberdade da humana e investigar a sua
necessidade diante das especificidades da sociedade em que
vivemos.

PLANO DA UNIDADE:
• O que é Filosofia e por que é necessário estudá-la?

• A utilidade da reflexão Filosófica.

Bem-vindo à primeira unidade de estudo.

Sucesso!
UNIDADE 1 - A IMPORTÂNCIA DA INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA

O QUE É FILOSOFIA E POR QUE É NECESSÁRIO ESTUDÁ-LA?

Uma definição precisa do real significado do que é Filosofia é quase


impraticável. Difícil se torna entender a definição de Filosofia sem se possuir
uma vivência, por mais insignificante que seja, acerca dos seus “problemas”
fundamentais. Dessa forma, o significado ou a simples definição do que é
Filosofia, formulado no início de qualquer compêndio ou tratado, só passa
adquirir pleno sentido e profunda ressonância no entendimento do estudante Compêndio: Estudo introdutório

de Filosofia, quando este, assimiladas certas questões fundamentais, pode e sintetizado de uma determi-
nada disciplina ou assunto.
aplicá-las a situações concretas e deduzir daí como procede a reflexão
filosófica. Pois bem, afinal de contas, por que é necessário estudar Filosofia?

Segundo Porta (2002, p. 25), “para quem não se dedicou a um estudo


sistemático da filosofia e tem um contato primário com essa
disciplina, a impressão de um certo caos é inevitável”. A Filosofia,
neste sentido, é compreendida como uma disciplina em que cada
Filósofo ou autor pode dizer o que quiser sobre o conteúdo e o
discurso filosófico. Porém, esta impressão é falsa, ou seja, a
reflexão filosófica não pode ser compreendida assim. Se o
estudante de Filosofia não entende o que os Filósofos dizem,
acreditando que cada um meramente diz “o que quer”, isso pode
ser explicado pelo fato de que não se entende o “problema” que
os Filósofos apresentam ou, ainda, porque não constata que
existam “problemas”. Esse é um dos motivos principais que nos faz entender
o motivo básico da falta de interesse pelo estudo da Filosofia.

No entanto, a Filosofia está repleta de “problemas”, e mais, a lista dos


“problemas” filosóficos está submetida a uma constante revisão, que nunca
tem fim. Ora, pode-se dizer que se a Filosofia se faz com “problemas”, quando
este não há, tampouco pode haver Filosofia propriamente dita. Isto é lógico!
Bom, se a Filosofia se faz com “problemas”, você já deve estar se
perguntando: quais são os “problemas” da Filosofia? Por incrível que pareça
os “problemas” fundamentais da Filosofia se originam do “espanto” e da
“perplexidade” que temos diante das coisas que parecem ser comuns a
nós.

Assim, na visão de Garcia Morente (1970, p. 33-34): Espanto - Usa-se o termo “es-
panto” no sentido de admira-
“Para abordar a Filosofia, para entrar no território da Filosofia, é ção e inquietação diante da
absolutamente indispensável uma primeira disposição de ânimo. realidade. A primeira virtude do
Filósofo, afirmava Platão, é o
É absolutamente indispensável que o aspirante a filósofo sinta
espanto (em grego:
a necessidade de levar a seu estudo uma disposição infantil. thaumázein) que significa a
Quem quiser ser filósofo necessitará infantilizar-se, transformar- capacidade de admirar e
problematizar as coisas.
se em menino.”

Esta afirmação paradoxal de Garcia Morente nos coloca diante do mais


importante ou o ponto de partida de todos os “problemas” que irão permear
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o estudo da Filosofia, ou seja, o “espanto” ou a “perplexidade” como o início


de todo o processo da reflexão filosófica.

O que significa este “espanto” e tal “perplexidade” para com as coisas,


com a realidade em que estamos inseridos? Ora, a capacidade de se espantar
diante das coisas, de se admirar é uma característica própria de todo ser
humano. Do “espanto” e da “perplexidade” surge a nossa
capacidade de interrogação, ou seja, de uma busca incessante
de uma explicação plausível para os fatos sobre os quais nos
deparamos, pelas coisas que vivemos, sentimos, da nossa
realidade e das coisas que ainda podemos esperar. Esta atitude
é comparada com a de uma criança ou um menino, como vimos
na citação de Morente. Doravante, o sentido de que a disposição
do ânimo que se faz presente na origem do processo da reflexão
filosófica deve consistir necessariamente em perceber e sentir
por onde quer que for, tanto no âmbito de nossas vidas, tanto
no âmbito da realidade que participamos, um sentimento de admiração,
espanto e de uma curiosidade insaciável, como a de uma criança que
inicialmente não compreende nada e para quem tudo está repleto de
“problemas”.

É neste sentido que a etimologia da palavra Filosofia é compreendida.


O termo “Filosofia” significava originariamente “amante da sabedoria”, tendo
surgido com a famosa réplica de Pitágoras aos que o chamavam de “sábio”.
Insistia Pitágoras em que sua sabedoria consistia unicamente em reconhecer
A palavra filosofia é grega. É
composta por duas outras:
sua ignorância, não devendo, portanto, ser chamado de “sábio”, mas apenas
philo e sophia. Philo deriva de de “amante da sabedoria”. Nesta acepção, a Filosofia apresenta-se como
philia, que significa amizade, uma busca incessante pelo saber, através do “espanto” originário de todo
amor fraterno, respeito entre
ser humano. Com efeito, a Filosofia mantém acesa a capacidade humana de
os iguais. Sophia quer dizer sa-
bedoria e dela vem a palavra
espantar-se com tudo, na medida em que chama a nossa atenção de que
sophos, sábio. nada é tão óbvio assim e que todas as coisas são passíveis de “espanto” e
Pitágoras - Atribui-se ao filó- “perplexidade”. Nada pode escapar ao olhar crítico de quem se espanta com
sofo grego Pitágoras de Samos os fatos. Quem se “espanta” também possui a capacidade de questionar, de
(que viveu no século V antes duvidar, pois o “espanto” e a “perplexidade” são a base para a atitude
de Cristo) a invenção da pala-
questionadora da Filosofia.
vra filosofia. Pitágoras teria
afirmado que a sabedoria ple-
Dizia Pitágoras que três tipos de pessoas compareciam aos jogos
na e completa pertence aos
deuses, mas que os homens
olímpicos (a festa mais importante da Grécia): as que iam para comerciar
podem desejá-la ou amá-la, durante os jogos, ali estando apenas para servir aos seus próprios interesses
tornando-se filósofos. e sem preocupação com as disputas e os torneios; as que iam para competir,
isto é, os atletas e artistas (pois durante os jogos também havia competições
artísticas: dança, poesia, música, teatro) e as que iam para contemplar os
jogos e torneios, para avaliar o desempenho e julgar o valor dos que ali se
apresentavam. Este terceiro tipo de pessoa, dizia Pitágoras, é como o filósofo.

Se você percebeu, através do que apresentamos acima, delineamos a


principal característica da Filosofia, talvez o seu postulado fundamental, que
é o seu caráter de questionamento. Através desta caracterização, podemos,
enfim, entender a importância e a finalidade de se estudar a Filosofia.
UNIDADE 1 - A IMPORTÂNCIA DA INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA

De acordo com Iglesias (2002, p. 17):

“Ora, quando uma sociedade em que as explicações estão


prontas, onde as normas são aceitáveis sem discussão, a
tendência é estagnar. As alterações, inevitáveis em qualquer
comunidade humana, ficam por conta de fatores externos:
mudanças climáticas, cataclismas, guerras, invasões... Mas onde
há questionamento de tudo existe um princípio interno de
transformação, e existe a permanente possibilidade de mudança.”

Como se pode notar pela citação do autor acima, na maioria das vezes
a sociedade, em seu cotidiano, é repleta de crenças, muitas vezes
“silenciosas”, em que as explicações “prontas” nos fazem aceitar as coisas e
as idéias como sendo óbvias e naturais. Isso pode ser explicado porque em
nossa “experiência cotidiana” na sociedade, surge uma série de concepções
que são aceitas de modo que se tornam um consenso entre os seus membros.
Ao acharmos como óbvias tais concepções, estas se tornam uma verdade
incontestável, mas na verdade elas escondem idéias e valores falsos, parciais
e preconceituosos.

Mas por que razão acreditamos nestas crenças e nestes valores?


Acreditamos porque não nos espantamos e nem temos uma perplexidade
diante deles. Apenas acreditamos, na medida em que fazemos parte de uma
sociedade que não estimula aquela curiosidade insaciável tal como a de uma
criança. Pois, aquele para quem tudo resulta muito natural e óbvio, nunca
poderá compreender que há uma falta de fundamentação, uma ambigüidade
e uma incompatibilidade entre os fatos do cotidiano, isto é, da “experiência
cotidiana”.

Desta forma, a Filosofia pressupõe uma “não-aceitação” às crenças e


aos preceitos da “experiência cotidiana”. Quando não aceitamos mais as
coisas como óbvias, introduzimos na nossa atitude com a realidade certo
distanciamento daquilo que é consenso, daquilo que é aceito por todos. Por
esta atitude, somos instigados a questionar as crenças e os valores da
“experiência cotidiana” e, ao questionarmos, exigimos respostas e
justificações para as crenças e valores que dominam a sociedade.

Segundo Chauí (2005, p. 18):

“Para Platão, o discípulo de Sócrates, a Filosofia começa com a


admiração ou, como escreve seu discípulo Aristóteles, a Filosofia
começa com o espanto ‘... pois os homens começam e começaram
sempre a filosofar movidos pelo espanto (...) Aquele que se coloca
uma dificuldade e se espanta reconhece a sua própria ignorância
(...) De sorte que, se filosofaram, foi para fugir da ignorância.”

Lembra que dissemos acima que o “espanto” e a “perplexidade” são a


base para a atitude questionadora da Filosofia? Pois então, aí está sinalizado
o caminho para compreendermos porque precisamos estudar Filosofia. O
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“espanto” e a “perplexidade” que temos das coisas significa nada


mais do que o reconhecimento da nossa ignorância e, ao
reconhecê-la, já estamos nos ponto diante de sua superação.
Se nos espantamos com algo é porque este nos produz uma
inquietação. Tal inquietação, certamente, nos conduzirá a um
amontoado de questionamentos e indagações a respeito de algo,
isto, portanto, só é possível na medida em que tomamos distância
da “experiência cotidiana”, fugindo assim do consenso, daquilo
que é aceito por todos sem uma prévia indagação.

Desta forma, esse distanciamento configura-se como uma


diferenciação, não aceitar o costumeiro é se distanciar do consenso, do comum,
isto é, daquilo que não contém a atitude questionadora da Filosofia. Já vimos
que a Filosofia tem como base a função de questionar, de refletir sobre os
“fatos do cotidiano”. Assim, através da Filosofia, podemos conhecer a fundo
a nossa capacidade de refletir e questionar. Você deve estar se perguntando
em que sentido o estudo da Filosofia pode te levar a avaliar a sua capacidade
reflexiva. A resposta é que ao utilizarmos a nossa capacidade de questionar
e refletir, podemos exercer o poder de transformar a realidade que nos cerca
e a nós mesmos, pois ao questionarmos ou nos espantarmos com certas
coisas que são tidas como óbvias, estamos praticando nada mais do que o
exercício de liberdade. Ora, sem questionarmos as coisas, não poderíamos
ser de modo algum livres. Considerar as coisas, a “experiência cotidiana”
sem um prévio questionamento é não ser dono de nossas próprias ações na
medida em que se é movido por causas que não são as nossas. Essa é a
diferença entre quem estuda Filosofia e aqueles que vivem imersos em
valores e crenças do cotidiano. Estes não possuem o poder de reflexão e,
por isso mesmo, não podem escolher por si mesmo o curso de ação que irão
adotar.

É neste momento que fica bastante claro a necessidade de se estudar


Filosofia. A atitude de questionamento e de indagação é a condição de
possibilidade para nos tornarmos livres. Se for assim, então o estudo da
Filosofia está muito próximo da liberdade. Assim, se o questionamento e a
indagação levam-nos a liberdade, e se a Filosofia nos permite usar essa
capacidade de questionar as coisas com mais profundidade tal como a atitude
de uma criança. Então, a Filosofia pode ser compreendida como uma
ferramenta primordial para o exercício de nossa liberdade, pois nos leva a
refletir sobre as coisas mais claramente, resultando no uso de nossa
capacidade de escolha com mais plenitude.

Eis, então, a resposta para a pergunta da necessidade de se estudar


Filosofia, ou seja, o exercício e o estudo da Filosofia é a expressão mais
profunda e plena da nossa liberdade. Ela representa a liberdade do refletir,
do pensar e que, portanto, nos conduz a agirmos livremente. O estudo da
Filosofia pressupõe que reflitamos e indagamos o sentido de nossas vidas,
nossas ações e a realidade que nos rodeia, a situação do nosso país, os
valores e as crenças da nossa sociedade etc.
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A UTILIDADE DA REFLEXÃO FILOSÓFICA


Há uma questão que muita gente formula de imediato quando ouve
falar da Filosofia: qual a utilidade da Filosofia? Podemos ver acima que a
principal característica da Filosofia consiste no caráter questionador
e no exercício da liberdade. Será que estas características da
Filosofia estão em conformidade com a realidade da nossa
sociedade? Qual seria a utilidade da Filosofia em relação a esta
realidade?

Ora, na nossa sociedade atual é considerado útil aquilo que


possui uma finalidade prática e imediata. Tudo se processa ou tem
razão de existir se tiver uma aplicação prática que forneça algum
resultado imediato, não é isso? Um exemplo deste fato é que todo
mundo sabe que todo aquele que estuda engenharia, de uma
maneira geral, irá participar da construção de edifícios, ruas, bairros, cidades
etc. Todos sabem que a utilidade de se filmar um roteiro cinematográfico é,
senão, para que as pessoas vejam o tal enredo sendo encenado e que ao
assistirem ao filme pronto se emocionem, que se tal filme for bem aceito pelo
público, seja merecedor de um Oscar e que ao ser visto por milhões de
telespectadores, ele retorne em dividendos para seus produtores. Tudo hoje
em dia é visto sob este aspecto finalístico, em que tudo que é feito possui
uma razão de ser.

Segundo Chauí (2005, p. 24):

“(...) Nossa sociedade considera útil o que dá prestígio, poder,


fama e riqueza. Julga o útil pelos resultados visíveis das coisas e
das ações, identificando sua possível utilidade, como na famosa
expressão ‘levar vantagem em tudo. ’”

Sobre este aspecto, não há, certamente, expectativa alguma de que a


Filosofia contribua para a produção de riqueza material. Contudo, a menos
que suponhamos que a riqueza material seja a única coisa de
valor, a incapacidade da Filosofia de promover este tipo de riqueza
não implica em que não haja sentido prático em filosofar. Ora, se
a Filosofia não traz riquezas, em muito menos nos dá prestígio
ou poder. Por que, então há pessoas que se dedicam a essa
atividade? Para que serve a filosofia?

Para respondermos a tal indagação, faz-se necessário, em


primeiro lugar, refletir sobre a expressão “para que serve?”.
Primeiramente, devemos nos ater que a própria questão acerca
do que “para que serve?” já é o começo de toda atitude filosófica,
isto é, o ato de refletir.

A questão acerca do que “para que serve?”, de antemão, pressupõe


uma visão utilitária das coisas. No entanto, no sentido utilitário das coisas,
não há como vislumbrar para que serviria a Filosofia. Aí então, poderíamos
dizer a célebre expressão: a Filosofia não serve para nada! Mas, tal expressão
só poderia fazer sentido se limitássemos a pensar a Filosofia através da
possibilidade de que com ela se poderia obter uma utilidade econômica, isto
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é, obter lucro com a sua utilização. Se for assim, a Filosofia sempre


permanecerá no direito de se manter inteiramente inútil.

Se ao contrário, pensássemos a utilidade da Filosofia sem a visão


utilitária que permeia a nossa sociedade, isto é, sem a visão do que o que é
útil pressupõe uma finalidade, uma utilidade prática, poderíamos pensar a
utilidade da Filosofia de uma outra forma. Você deve estar ansioso para
saber qual seria a utilidade da Filosofia, não é? Então vamos lá!

A utilidade da Filosofia se faz presente quando, com e para com ela


abandonamos as crenças e os valores pré-concebidos. Ela se faz útil quando
através dela exercemos nossa capacidade de ser livre. Ser livre, neste
sentido, em não aceitar que os valores e as crenças sem fundamentos possam
governar nossas vidas. Além disso, a Filosofia está disposta a recuperar a
unidade do saber na medida em que em nossos dias, o saber se “pulveriza”
em uma gama de especializações que resulta em uma perda de visão mais
ampla do conhecimento humano. Ao recuperar esta visão perdida sobre a
visão unitária do conhecimento, a Filosofia procura questionar a validade
dos métodos e critérios adotados pelas ciências. A Filosofia torna-se útil
quando busca compreender e investigar as respostas à finalidade, ao sentido
e ao valor da vida e de toda a realidade. Por este aspecto, ela torna-se o
mais útil de todos os saberes que a humanidade foi capaz de conceber.

Enfim, podemos agora com toda a clareza afirmar que a Filosofia possui
uma utilidade, mas que a sua utilidade nada tem a ver com o sentido de
utilidade que a nossa sociedade é regida. No entanto, ainda pode haver
alguém que discorde dessa idéia e nos convença de que a Filosofia é o
contrário de tudo o que dissemos, ou seja, “ele é justamente a ciência com
a qual, ou sem a qual, o mundo continua tal e qual !”.

LEITURA COMPLEMENTAR:
JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. 3ª ed.
São Paulo: Cultrix, (1980). 188p.
BLACKBURN, S. Dicionário Oxford de Filosofia. Trad. Desidério
Murcho: Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. 437p.

É HORA DE SE AVALIAR!
Não esqueça de realizar as atividades desta unidade de
estudo, presentes no caderno de exercício! Elas irão ajudá-
lo a fixar o conteúdo, além de proporcionar sua autonomia no
processo de ensino-aprendizagem. Caso prefira, redija as
respostas no caderno e depois as envie através do nosso
ambiente virtual de aprendizagem (AVA). Interaja conosco!

Chegamos ao final desta unidade. Esperamos que você tenha


compreendido a relevância do estudo da Filosofia através dos argumentos
apresentados acima e que a partir desta unidade, você se sinta estimulado
a prosseguir com mais confiança e segurança ao exame dos problemas
fundamentais da Filosofia. Então, te espero na próxima unidade. Ainda temos
muito que estudar!