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Prefeitura de Nova Venécia

Secretaria Municipal de Educação

Este material foi elaborado para apoiar professores e gestores na implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na Educação Infantil. Referencial para todos os currículos da Educação Básica, a
BNCC determina os conhecimentos e habilidades que todas as crianças e jovens têm o direito de aprender. Tomando como referência as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil, a BNCC propõe, para
esta etapa, uma organização curricular em campos de experiência, onde as práticas pedagógicas acontecem com intencionalidade e levando em consideração que bebês e crianças aprendem e se desenvolvem a
partir de experiências cotidianas.

Ao acessar os materiais orientadores, você encontrará um panorama do que a BNCC traz para a Educação Infantil (direitos, campos de experiência, objetivos de aprendizagem) e algumas sugestões aos professores
de práticas considerando as especificidades etárias e integrando os campos de experiências. Esta sistematização tem como base o Currículo do ES, a publicação “BNCC NA PRÀTICA / Educação Infantil” – Nova
Escola, o Referencial Curricular da Cidade – São Paulo, o Referencial Curricular do Estado do Ceará, os materiais disponibilizados pelo MEC e parceiros, materiais disponibilizados pela plataforma MOVIMENTO
PELA BASE, materiais disponibilizados pela plataforma CONVIVA e materiais disponibilizados pela SEDU e UNIDME/ES.

CURRÍCULO DE NOVA VENÉCIA/ES – EDUCAÇÃO INFANTIL

O QUE É CURRÍCULO?
DEFINIÇÃO
IMPORTÂNCIA

APRESENTAÇÃO

A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem função importantíssima para o desenvolvimento integral da criança. Ao iniciar sua trajetória escolar, as crianças têm direito a saúde, amor, aceitação e
segurança, que constituem um forte alicerce para as fases posteriores do desenvolvimento da criança. Trata-se de uma nova concepção de educação e cuidados nas instituições de ensino de educação infantil – que
afirma sua fundamental importância para a formação cidadã de nossas crianças e não somente os cuidados para com a criança. Atualmente, as instituições de educação infantil desempenham um papel educativo
formativo, fundamental, complementar e essencial junto às famílias e a sociedade como um todo.

Partindo desse pressuposto, considerar a dimensão afetiva, cognitiva e social é essencial para o fortalecimento do nosso sistema de educação primando para que a criança seja um sujeito ativo e autônomo na
construção de sua aprendizagem. É neste sentido que as concepções de currículo nas quais o sistema de educação de Nova Venécia fundamenta as propostas pedagógicas de suas instituições de educação infantil
a fim de garantir o pleno desenvolvimento das crianças, tendo como suporte os documentos oficiais, como as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil– DCNEI, o Referencial Curricular Nacional
para a Educação Infantil - RCNEI, a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, o Currículo do Espírito Santo, a literatura acadêmica da área, dentre outras ferramentas e estratégias que potencializem a qualidade da
educação infantil do nosso município.

O Currículo da Educação Infantil deve ser voltado para a formação pessoal, social e o conceito de conhecimento do mundo e contribuir para prática e vivência pedagógicas plenas de êxito e desenvolvimento,
culminando com uma aprendizagem satisfatória, significativa e transformadora das crianças.

Av. Sergipe, Nº 667, Bairro Margareth – Nova Venécia/ES – CEP 29830-000


Tel.: (27) 3752-9059 / e-mail: educacao@novavenecia.es.gov.br // curriculoseme@novavenecia.es.gov.br
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Secretaria Municipal de Educação

CURRÍCULO

Currículo é o modo de organizar as práticas educativas, refere-se à maneira ordenamos e estruturamos os espaços, a rotina, os materiais que disponibilizamos para as crianças, as experiências com as linguagens
verbais e não verbais que lhes serão proporcionadas, o modo como vamos recebê-la, como nos despedimos delas, trocá-las, alimentá-las e nos relacionar com elas durante o tempo que estão na instituição. O modo
como todas essas práticas são trabalhadas carrega em si um conjunto de concepções e ideias sobre a finalidade da educação, a maneira como os sujeitos aprendem, o que se deseja que eles aprendam, que tipo de
cidadão queremos formar e para qual tipo de sociedade. Por isso, trata-se de uma prática complexa, com diversas perspectivas e pontos de vista. O currículo é vivido permanentemente pelos sujeitos em seu
processo de educação, através de condições e contextos concretos e abstratos.

O currículo pensado para uma educação infantil de qualidade tem como pressuposto que a aprendizagem se dá ao longo da vida e as práticas pedagógicas devem apoiar o desenvolvimento e os interesses das
crianças, em todos os momentos de interação, convívio e participação. As brincadeiras, as interações e os projetos e atividades realizados através da interação entre escola e criança e da consideração das
consequentes manifestações infantis são os pilares de um currículo de qualidade, uma vez que considera a criança como um todo: corpo, mente, emoção, criatividade, história e identidade social. Assim, o currículo
na educação infantil deve ser aberto e global, trabalhado a partir de uma prática que contemple múltiplas a fim de potencializar a ação da criança e valoriza-la, para o seu desenvolvimento integral.

UM CURRÍCULO PARA A INFÂNCIA

Nos documentos oficiais do Ministério da Educação, entre eles as Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil de 2009 – DCNs e o documento Práticas Cotidianas na Educação Infantil: Bases para a reflexão
sobre as orientações curriculares, está posto que o currículo é um conjunto de práticas que buscam articular os saberes e experiências das crianças com o patrimônio cultural, artístico,  ambiental,  cientifico e
tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral da criança. Ou seja, currículo não é aquele que se define a priori, mas aquele que é vivenciado com as crianças a partir de seus saberes, manifestações,
articulado com aquilo que consideramos importante que elas conhecem do patrimônio da humanidade, considerando as diferentes manifestações e práticas humanas: culturais, científicas, da vida cotidiana, imersas
em significação, expressão e comunicação.

A Educação Infantil, juntamente com a família, introduz as crianças nas práticas sociais humanas, de uma comunidade, de um município, de um país e essas práticas devem fazer parte do currículo proposto: como
as crianças vivem, como interagem com os adultos e com outras crianças, como brincam, como são colocadas para dormir, como os bebês e crianças são cuidados, do que e como se alimentam, como tomam
banho, como acontece o desfralde, como são recebidas na instituição, que brincadeiras brincamos com elas, que histórias são lidas ou contadas, que musicas são cantadas, como os aniversários são comemorados,
como as danças são dançadas, quais as palavras escritas, que descobertas científicas são realizadas.

Na educação Infantil, cuidar e educar são indissociáveis e significam: a garantia da proteção, bem estar e segurança das crianças; a atenção às suas necessidades físicas, afetivas, sociais, cognitivas; e o
planejamento de espaços que estimulem sua imaginação e agucem sua curiosidade. Assim, contar histórias não é mais importante do que banhar os bebês, alimentar as crianças não é menos do que viver um
projeto e assim por diante, pois todas essas ações são práticas sociais que as crianças vão vivenciando e que fazem parte do currículo nessa etapa do desenvolvimento e todas precisam ser olhadas, reavaliadas,
planejadas e consideradas no processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças.

REFERENCIAL TEÓRICO

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A Constituição do Brasil Seção I – da Educação em seu artigo (205) destaca que: A educação direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando
pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. A criança passa a ser reconhecida como um sujeito de direitos, possibilitando educação e respeito a
sua singularidade.

Na LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – lei 9394/96, no art. 29, regulamenta a Educação Infantil, definindo-a como a primeira etapa da educação básica. Tendo por finalidade o desenvolvimento
integral da criança até os 6 anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Para garantir ainda mais esses direitos foi criado em 1990 o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, visando não só a proteção das crianças, mas também dos adolescentes, apresentando em seu Art. 7 que a
criança e o adolescente têm direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso em condições dignas de
existência. (BRASIL, 1990).
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LEI 9394, BRASIL, 1996) foi a primeira lei que abordou o termo educação infantil e a tratou como primeira etapa da educação básica, tendo como finalidade o
desenvolvimento integral das crianças. Até então a educação das crianças de 0 a 6 anos não era reconhecida como parte da estrutura educacional do Brasil. As crianças desta faixa etária eram atendidas pelo
sistema de assistência social.

A partir desta grande conquista político-social de inserir a educação infantil como primeira etapa da educação básica o governo federal, através da secretaria de Educação Básica do MEC lançou vários documentos
que rompiam com a perspectiva dualista de creche como instituição meramente assistencialista e pré-escola como etapa preparatória para o ensino fundamental, como exemplo, o RCNEI (BRASIL, 1999). Este
documento, dentre outros, referendam a função social das instituições de educação infantil, de compensatórias e assistenciais, passam a ser espaços coletivos de cuidar/educar de forma indissociável.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – Resolução CEB nº 09 de 17 de abril de 1999, substituída pela Resolução CEB nª 05 de 17 de dezembro de 2009 (BRASIL, 2010) reafirma, dentre
outros princípios, a função de educar e cuidar de crianças de 0 a 5 anos de idade, o que confirma que o cuidar deve está intimamente ligado com o educar.
É possível compreender que não pode haver uma dicotomia entre educar/cuidar, as duas ações se resumem a uma só, isto quer dizer que, os professores devem ter em mente que atividades como o brincar, falar,
movimentar, tomar banho, comer e entre outras devem estar permeadas por este conceito, pois o chamado binômio educar/cuidar tornou-se não só o objetivo da educação de crianças de zero a seis anos, mas
também a sua especificidade. (KRAMER, 2003).

A criança deve ser o centro do planejamento curricular, a educação deve ser voltada para os seus interesses respeitando sua singularidade e considerando sua capacidade de aprender e construir conhecimento a
partir de suas interações com o outro e com o mundo. Neste sentido defendemos um currículo para a educação infantil pensado e praticado com a criança. Para garantir os direitos das crianças é necessário que as
práticas curriculares valorizem suas vozes, suas linguagens, seus jeitos de ser e estar no mundo. (MACÊDO e DIAS, 2015).

Assim, o currículo da educação infantil deve atender as necessidades da criança, de modo que possa garantir que as práticas educativas desenvolvidas com essas crianças se encaminhem na direção de lhes
garantir uma educação de boa qualidade que lhes proporcionem desenvolverem-se de forma plena e integral. Todo trabalho pedagógico deve ser voltado para atender as necessidades das crianças, considerando-as
como sujeitos ativos, com potencial, plasticidade, desejo de crescer, curiosidade, capacidade de maravilharem-se e o desejo de relacionarem-se com outras pessoas e de comunicarem-se. (AMORIM e DIAS, 2011).

DIRETRIZES

Educar e cuidar de crianças de 0 a 5 anos pressupõe definir o que será feito e como se desenvolverão as práticas pedagógicas visando à inclusão das crianças e de suas famílias em uma vida de cidadania plena.
De acordo com a nova concepção de educação infantil, as instituições de Educação Infantil passam a ser instrumentos educacionais e não apenas de assistência, integrando as funções de cuidar e educar. As
instituições infantis além de prestar cuidados físicos, criam condições para o desenvolvimento cognitivo, simbólico, social e emocional da criança. Nela se dão o cuidado e a educação de crianças que aí vivem,
convivem, exploram, conhecem, construindo uma visão de mundo e de si mesmas, constituindo-se como sujeitos.

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A educação infantil deve ser essencialmente lúdica, prazerosa, fundada nas mais variadas experiências e no prazer de descobrir a vida, colocando as crianças em contato com uma variedade de estímulos e
experiências que propiciem a ela seu desenvolvimento integral. Essas ações são desenvolvidas e fundamentadas numa concepção interdisciplinar e totalizadora:

1. Educação ativa e relacionada com os interesses, necessidades e potencialidades da criança;

2. Ênfase na aprendizagem através da resolução de problemas;

3. Ação educativa ligada à vida e não entendida como preparação para a vida;

4. Incentivo da solidariedade e não da concorrência.

A IDENTIDADE EDUCACIONAL DE NOVA VENÉCIA/ES


HISTÓRIA/LINHA CRONOLÓGICA DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE NV

EDUCAÇÃO INFANTIL DE NOVA VENÉCIA/ES


HISTÓRIA/LINHA CRONOLÓGICA
AÇÕES
MARCOS

POR QUE EDUCAÇÃO INFANTIL?

A CONSTRUÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE

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EDUCAÇÃO INFANTIL
DIREITOS DE APRENDIZAGEM
DIREITO DE APRENDIZAGEM VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MAINISFETAÇÕES
CONVIVER democraticamente, com outras crianças e adultos, em pequenos Situações em que os pequenos possam brincar e interagir com os colegas são fundamentais. Jogos, por exemplo, são importantes
e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o para que as crianças convivam em uma situação em que precisam respeitar regras. Permitir que as crianças participem da
conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às organização da convivência do grupo e envolvê-las nas tarefas que viabilizam o cotidiano como, por exemplo, organizar o ambiente
diferenças entre as pessoas. das refeições ou acomodar os brinquedos. Quando falamos em conviver estamos falando numa educação que pensa no outro.

As brincadeiras são essenciais e devem estar presentes intensamente na rotina da criança. Trata-se de iniciativas infantis que o
BRINCAR cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e
adulto deve acolher e enriquecer, porém, devem ser planejadas e variadas. O professor, a partir da observação dos pequenos
tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e
brincando, pode disponibilizar materiais que auxiliem o desenvolvimento da brincadeira ou que conduzam a outras experiências. Ele
diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua
também pode promover conversas posteriores para discutir o que observou. Se o professor organiza boas propostas, por exemplo,
imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais,
bons títulos de literatura, conversas e uma sequência rica, as chances dessas temáticas migrarem para as brincadeiras são
sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.
favoráveis.
Um exemplo prático para garantir o Direito de Aprendizagem PARTICIPAR é a construção de casinhas de brinquedo. Se o professor
PARTICIPAR ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejar como vai fazer, separar os materiais e pedir ajuda aos familiares da criança para montá-la, pode observar que quando o
planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador projeto retorna, pronto, à escola, na maioria das vezes, as crianças não se interessam ou estragam o brinquedo. Isso acontece
quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha porque o importante é envolver as crianças em todas as etapas, permitindo que elas ajudem a decidir como será a estrutura, quais
das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes materiais serão usados, qual será a cor etc. Então, o professor observa o que ele já faz por elas e o que pode ser feito com elas.
linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando. Permitir que elas participem das decisões que dizem respeito a elas mesmas e que organizam o cotidiano coletivo torna todo o
processo muito mais atraente e interessante para as crianças.

EXPLORAR movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, Aqui, é fundamental permitir que as crianças explorem sozinhas diferentes materiais fornecidos pelo professor. Não é por meio de
emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da ‘aulinhas’, em que o professor senta na frente da sala e diz: isso é madeira, isso é isopor. Além da exploração de elementos
natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em concretos, explorar os elementos simbólicos, então que as crianças explorem músicas e histórias, por exemplo. Criar momentos de
suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia. reflexão e, a partir da observação e escuta, que o professor perceba o que é pertinente e necessário para os pequenos.

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DIREITO DE APRENDIZAGEM VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MAINISFETAÇÕES
Rodas de conversa são imprescindíveis para que as crianças tenham seu direito EXPRESSAR garantido. É importante que essas
situações sejam frequentes para que o professor apresente materiais variados para que a criança explore e se expresse a partir de
EXPRESSAR, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades,
diferentes linguagens. Expressar é posterior ao explorar, só se pode expressar quando conhece. Promover ambientes interessantes
emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões,
de expressão com diferentes pessoas e situações ajudam a garantir este direito. Outro recurso essencial é a criação de momentos de
questionamentos, por meio de diferentes linguagens.
fala, nos quais ambas as partes escutem e se expressem. Além disso, criar conselhos e assembleias em que os pequenos votam e
argumentam sobre decisões que afetam o coletivo ajudam nessa tarefa.
Boa parte das atividades desenvolvidas no espaço escolar ajudam a garantir esse direito, mas há estratégias para pensar
especificamente sobre ele. Neste momento, é importante que o professor ajude a que eles se percebam, aprendam do que gostam.
CONHECER-SE e construir sua identidade pessoal, social e cultural,
Para isso, o professor pode, a partir da observação, criar situações simples, mas que os auxiliem a descobrir a si próprio e ao outro.
constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento,
Com os bebês, por exemplo, situações em que eles podem ficar em frente a espelhos e se observar. Os momentos de banho,
nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens
alimentação e troca de fraldas também são ricos para essa aprendizagem: ao se sentir cuidado e ao aprendendo a cuidar de si, a
vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.
criança desperta a consciência sobre seu corpo. Quando anunciamos para um bebê onde vamos tocá-lo e o que faremos com ele,
criamos a primeira oportunidade para que ele se reconheça como pessoa e não objeto.

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EIXOS INTEGRADORES

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EDUCAÇÃO INFANTIL
CONCEITOS DE APRENDIZAGEM
CONCEITOS DE
REPERTÓRIO
APRENDIZAGEM

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI) já estabeleciam que CUIDAR e EDUCAR não eram dimensões separadas, mas sim, duas faces de uma experiência única.
A BNCC valida e reforça esse conceito de que as ações de cuidado estão plenamente integradas com as ações de conhecer e explorar o mundo, criando campo propício para a sistematização
dos conhecimentos, que acontece na etapa posterior do Ensino Fundamental.
Assim, quando o professor estimula e apoia a criança a se sentar e a comer com outros colegas à mesa, por exemplo, proporciona à criança a chance de aprender sobre cuidados com o próprio
corpo – à medida que ela vai construindo hábitos alimentares – e também propõe o aprendizado sobre os alimentos mais presentes na mesa daquela comunidade da qual a escola faz parte. As
CUIDAR E crianças também aprendem a criar noção de rotina, que pode ser organizada e dividida por horários de refeição. Além disso, é nesse momento que os meninos e meninas da creche têm mais
EDUCAR uma situação propícia para a interação e para o fortalecimento de vínculos.
A ideia do cuidar está atrelada à postura de cuidado do professor, que pode se manifestar em diferentes situações da rotina, como, por exemplo, quando ele organiza as produções das crianças
em uma exposição, adotando um cuidado estético. Outro exemplo é quando o professor demonstra preocupação e zelo com o ambiente físico para proporcionar espaços estimulantes e seguros
para serem explorados pelas crianças, organizados e contendo materiais adequados. Ter na sala um espaço reservado para cada criança, onde ela possa guardar seus pertences pessoais (um
cabideiro para pendurar as mochilas ou um armário com prateleiras); organizar o momento das refeições com toalha de mesa ou jogo americano, pratos, talheres e copos adequados e limpos,
guardanapos, alimentos saudáveis e bem preparados são outros exemplos de dimensões de cuidados importantes para que o aprendizado se efetive na escola.

Os cuidados físicos são a principal maneira de estreitar vínculos e transmitir para a criança uma segurança afetiva, que a ajudará a desbravar os conhecimentos do mundo ao seu redor e
desenvolver a autonomia. Uma criança insegura pode ter muito mais dificuldade de explorar o mundo por si própria e pode manifestar incômodo ao fazer isso, com reações de nervosismo e
irritação. Dessa forma, quando se está trocando uma fralda, alimentando ou dando banho na criança, é importante que o professor esteja inteiro para a criança, que ele observe as reações dela,
que proponha interações, não pode ser algo mecânico.
FORMAÇÃO DO Esses são momentos privilegiados para a construção de vínculos e criam uma oportunidade ímpar para o trabalho de valorização da autoestima. Aprender a comer sozinho, a limpar-se após
VÍNCULO usar o banheiro e a tomar banho são algumas das primeiras tarefas que uma criança aprende a desenvolver sem o auxílio de um adulto. A confiança que adquire ao aprender a cuidar de si
mesma será fundamental para as demais aprendizagens. Uma criança que não é motivada a realizar sozinha ações simples do cotidiano, por contar sempre com um adulto que faz por ela,
poderá não ter segurança e autoestima para desbravar novas aprendizagens. Quando o adulto toma à frente do processo, mesmo sem intenção, comunica que a criança não é capaz de fazer
de maneira autônoma. Nesse processo, a criança pode se retrair. Uma criança insegura e dependente dos adultos terá mais dificuldade para aprender coisas novas, pois não se sente capaz,
tem medo de não conseguir, não se arrisca.
Em instituições de ensino com escadas ou com longos corredores, os professores podem ficar tentados a pegar as crianças pelas mãos ou a carregar as que apresentam maior dificuldade de
INCENTIVAR A locomoção. Essa atitude tem uma boa intenção, os educadores acreditam que assim, as crianças terão mais tempo para o lazer e para outras atividades se chegarem mais rápido na pracinha
AUTONOMIA ou em outra sala de aula, por exemplo. Mas incentivar a autonomia da criança pode ser até mais benéfica e é importante: permite que que ela enfrente obstáculos e os supere, respeitando seu
próprio ritmo. Pode ser muito mais valioso para o desenvolvimento motor a criança passar mais tempo na escada, aprendendo a descer os degraus, do que no parque, por exemplo. Além disso,

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CONCEITOS DE
REPERTÓRIO
APRENDIZAGEM
se a criança começa a descer, falha e o professor a carrega, ela vai achar que não consegue, o que impacta diretamente na autoestima e em uma próxima vez que perceber que chegou a uma
escada, nem vai tentar descer sozinha, vai logo estender os bracinhos para que alguém a pegue.
MESMA IDADE,
Outro aspecto que a BNCC reforça é a centralidade da criança no processo educativo. Nesse contexto, é preciso ter cuidado para não estigmatizar as crianças pequenas, utilizando os objetivos
RITMOS
de aprendizagem relacionados às faixas etárias como algo rígido e estanque. O professor precisa entender que cada criança tem seu tempo e respeitar isso.
DIFERENTES
No cotidiano escolar, é importante que o professor equilibre experiências mais livres, ficando no lugar do observador, com outras mais dirigidas. Mesmo nas atividades dirigidas pelo professor, o
ideal é que a criança tenha espaço e tempo adequados para reagir aos estímulos propostos, sem a intervenção imediata do professor. Para a criança ser competente, ela precisa ser ativa. Para
ser ativa, precisa ter tempo e espaço. O adulto não pode fazer tudo por ela, tem que fazer com ela, provocar e observar a resposta.
ESCUTA ATIVA A postura de observador atento permite que o professor organize seu planejamento de acordo com as reais necessidades das crianças. Assim, ao propor um ambiente rico para a exploração
motora, onde as crianças possam engatinhar livremente em segurança, e com brinquedos onde possam se apoiar para levantar, por exemplo, o professor pode perceber como cada criança se
movimenta. É interessante observar como o bebê senta, engatinha, deita, levanta e quais tipos de apoios ele usa, se fica na ponta do pé ou não ao se erguer. Tudo isso são pistas que o
educador pode levar em conta para o desenvolvimento de outras atividades de acordo com a etapa em que ela está, independentemente da faixa etária. Nesse processo, é também importante
que o professor tenha instrumentos para registrar as aprendizagens das crianças.
Ao definir o currículo, as redes estaduais, municipais e a equipe gestora de cada escola vão decidir os objetos de conhecimento do patrimônio social, científico e cultural que serão apresentados
às crianças. Isso significa que, embora haja uma valorização das atividades do cotidiano enquanto eixos estruturantes da educação e da formação das crianças, não se pode utilizar apenas
essas referências no dia a dia da escola, o que empobreceria o cotidiano. As crianças devem ser estimuladas a explorar livremente, porém, em contextos cuidadosamente planejados pelo
professor. Essa intencionalidade se expressa, muitas vezes, na organização dos espaços, na escolha dos materiais que serão oferecidos para as crianças etc. O mais importante é variar
situações e deixar que as crianças escolham, dentre as opções oferecidas pelo professor, do que vão querer brincar, de quais colegas querem estar próximos, quanto tempo vão permanecer em
determinada atividade ou brincadeira, se irão passar por todas as opções ou não; e situações em que o professor irá conduzir as ações das crianças, por exemplo, durante a leitura de uma
EXPLORAÇÃO história, todos devem estar sentados em silêncio para ouvir ou em uma brincadeira de roda, todos devem brincar juntos e seguir as “regras” do jogo. Permitir que as crianças vivenciem os dois
LIVRE E tipos de experiências é fundamental, pois elas oferecem aprendizagens diferentes: na primeira, a criança aprende a escolher, tomar decisões etc.; na segunda, a gostar dos livros, das histórias,
ESPAÇOS a participar de situações coletivas, a respeitar regras simples etc.
PLANEJADOS Nesse sentido, uma boa ideia para proporcionar a exploração e o desenvolvimento de diversas habilidades para as crianças é criar um espaço de ateliê, onde elas possam experimentar
livremente atividades de sua escolha, de forma segura e com materiais adequadas à sua etapa de desenvolvimento. Esse é um exemplo de como as crianças podem se apropriar dos espaços,
estabelecendo seus percursos de forma mais livre e se expressarem com mediação e escuta ativa do professor, sem intervenções diretas.
O parque é outro ambiente que favorece o desenvolvimento de várias habilidades, mas, para isso, deve ter recursos diferentes, que estimulem a interação das crianças com o meio. O parque da
escola não pode ter os mesmos elementos do playground do prédio ou praça, como pás e baldes. Pode ter isso, mas precisa ir além, como, por exemplo, um ambiente que tenha um espaço
com água, onde as crianças possam afundar objetos, uma área verde que permita observar os fenômenos da natureza, uma casinha com diversos materiais interessantes que remetam à
cultura local e lugares onde as crianças possam guardar objetos coletados de um dia para o outro para dar continuidade à brincadeira.
ORGANIZAÇÃO Reforçar a criação de uma rotina dentro da escola também é educativo. As crianças aprendem sobre a passagem do tempo e convenções sociais, incluindo os horários para se alimentar e
DO TEMPO cuidar da higiene. Essa noção de rotina também transmite segurança. Afinal, como as crianças pequenas ainda não sabem olhar as horas para se situar no tempo, ter uma rotina com momentos
que se repetem todos os dias, ajuda a prever o que está por vir, diminuindo a ansiedade e agitação. Por exemplo, se a criança sabe que todos os dias depois da história tem o lanche, então, se
está com fome durante a história, poderá se autorregular e esperar um pouco mais, pois sabe que logo poderá comer. Da mesma forma, se a criança sabe que todos os dias antes da hora da
saída vai brincar no parque, ela já tem consciência de que, após as brincadeiras, chegará o momento de ver de novo os pais e essa percepção minimiza a saudade, dando mais segurança.
Quando a rotina muda todos os dias, as crianças tendem a ficar mais dependentes dos adultos, pois não conseguem se regularem sozinhas, não sabem o que vai acontecer no momento

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CONCEITOS DE
REPERTÓRIO
APRENDIZAGEM
seguinte, então, ficam mais predispostas a sentirem-se ansiosas.
Há várias maneiras de organizar a rotina, por exemplo, estruturar a rotina diária em grandes blocos, em vez de pensar em aulas centradas em componentes curriculares ou mesmo em Campos
de Experiência. É possível pensar em momentos de interação da criança em grandes grupos, incluindo diversas faixas etárias, de cuidados pessoais e situações em que a criança terá livre
escolha para interagir com o ambiente e com a natureza. A partir disso, gestores e educadores poderão definir as atividades que serão propostas no futuro, sempre as organizando em torno de
contextos lúdicos. Alguns horários precisam ser fixos, outros, não. E cabe à equipe gestora e aos professores fazerem esse exercício, determinando o que pode ser flexibilizado e qual é o limite.

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO


PRÁTICAS SOCIAIS

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ACOLHIMENTO
EDUCAÇÃO INFANTIL INCLUSIVA E ACOLHEDORA
TRANSIÇÃO
AVALIAÇÃO

EDUCAÇÃO INFANTIL
CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS
Os CAMPOS DE EXPERIÊNCIAS reconhecem que a imersão das crianças em práticas sociais e culturais criativas e interativas promove aprendizados significativos. São um arranjo curricular que organiza
e integra brincadeiras, observações, interações que acontecem na rotina da creche/escola. Dão intencionalidade para as práticas pedagógicas e colocam a criança no centro do processo.

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Os campos de experiências precisam ser trabalhados com INTENCIONALIDADE PEDAGÓGICA. Isso significa planejar atividades que integrem o que está proposto no currículo com os interesses e ideias
das crianças do grupo. A partir da escuta ativa da turma e do conhecimento aprofundado do documento curricular, o professor promove aprendizagens significativas às crianças. Essas atividades não devem ser
concentradas em aulas específicas nem realizadas com hora marcada. Elas devem fazer parte de todos os momentos da jornada na Educação Infantil, como:

• Acolhimento e despedida;
• Atividades de livre escolha;
• Momentos de grande grupo;
• Momentos de pequenos grupos;
• Momentos na área externa;
• Rotinas de cuidado e
• Diferentes contextos de aprendizagem, como atividades dirigidas pelo professor, festividades e encontros com as famílias, roda de conversa e hora da história.

O arranjo curricular por campos de experiências PERMITE:

• Organização de práticas abertas às iniciativas, desejos e formas próprias de agir das crianças, que são mediadas pelas professoras.
• Imersão da criança em vivências que promovem aprendizagem e desenvolvimento, sempre tomando as interações e a brincadeira como eixos estruturantes.
• Mudança do foco do currículo da perspectiva do/a professor/a para a perspectiva da criança, que empresta um sentido singular às situações que vivencia e efetiva aprendizagens.

Isso leva a:

• Garantir a todas as crianças tempo para explorar as proposições que a professora faz e entender que elas precisam repetir essa mesma proposição outras vezes, de modo a não só apropriar-se de
determinadas ações, mas também elaborar um sentido para a experiência vivida.
• Abandonar a ideia de crianças como seres frágeis e incompetentes, e da infância como período de passividade, dependência ou debilidade.
• Rejeitar toda postura pedagógica (incluindo as instruções, os materiais didáticos, as histórias) de rigidez e inflexibilidade, sem atentar para a forma como as crianças reagem ao que lhe é proposto.
• Não definir o processo pedagógico como metas que são impostas à criança, negligenciando o significado que aquele processo tem na experiência infantil.

São cinco os CAMPOS DE EXPERIÊNCIA definidos pela BNCC na etapa da Educação Infantil para a organização das atividades pedagógicas e conhecendo um campo de experiência por vez ou
entendendo, por faixa etária, é o objetivo para uma educação de qualidade, transformadora e integral.

1. O EU, O OUTRO E O NÓS:

Este campo de experiência propõe que as crianças descubram a si mesmas, aos grupos das quais fazem parte (família e/ou responsáveis, instituição de educação para a primeira infância, igreja, academia
etc.) e a outros coletivos, no sentido de formar sua identidade e alteridade. Fomenta-se o fortalecimento das crianças nos seus grupos e o respeito aos demais que delas diferem, elementos fundamentais da beleza e
riqueza da diversidade humana. A proposta perpassa a constituição da autonomia, da autorregulação, do autocuidado, bem como dos sentimentos de reciprocidade. A partir desse entendimento, o cuidado com os
outros e com o meio ambiente, o pertencimento e responsabilidade com as pessoas, os animais, a natureza e o planeta também são reforçados. Tendo em mente a interlocução entre as múltiplas linguagens da
infância, as linguagens mais presentes neste campo de experiência são: cuidados consigo e com o outro e interações com a natureza e a sociedade. A constituição da identidade da criança está ligada ao
conhecimento, controle e domínio do próprio corpo, bem como ao conhecimento de suas capacidades e limitações. De fato, esse conhecimento é o primeiro referencial da criança para se descobrir como pessoa e se
inserir na vida de sua comunidade. O cotidiano do bebê e da criança é assinalado por sua inserção em diversas práticas sociais, processo fundamental para que conquistem conhecimentos sobre a vida social,
ampliem suas experiências e estabeleçam novas formas de relação consigo, com o outro, com os instrumentos e com a natureza.

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A partir do que vivem e sabem sobre as crianças, os profissionais da educação devem proporcionar situações para que elas compreendam e internalizem a organização da sociedade, as diferenciações dos
grupos sociais, as maneiras de viver e de trabalhar, o sentimento de pertencimento aos grupos sociais, dentre outros elementos que constituem a vida cultural humana. Importa abordar os acontecimentos, as
manifestações culturais e as relações sociais em determinadas condições para elaborar as noções de tempo, de espaço e de consequências. Conhecer a própria história e a história da humanidade e constituir sua
identidade coletiva também são prerrogativas dessa abordagem. Além disso, a criança, por ser um sujeito histórico-cultural, eminentemente social, também produz história e cultura.

DESCRIÇÃO
Trabalha com as experiências de interação com os pares e os adultos, a partir das quais as crianças constroem um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida e
pessoas diferentes. Ao mesmo tempo em que vivem suas primeiras experiências sociais, desenvolvem autonomia e senso de autocuidado.
PRINCÍPIOS NORTEADORES
Artigo 9.º DCNEIs – As práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que estão previstas nos seguintes incisos:
I - Promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos
ritmos e desejos da criança; [...]
IV - Recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais;
V - Ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas;
VI - Possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar;
VII - Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade; [...]
XI - Propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das manifestações e tradições culturais brasileiras;
XII - Possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas, e outros recursos tecnológicos e midiáticos.
CONCEITO
O processo de construção da identidade da criança é central para o seu desenvolvimento. Acontece ao longo de toda a vida, mas é particularmente intenso durante a Educação Infantil.
Esse campo destaca experiências que possibilitem às crianças, na interação com outras crianças e adultos, viverem situações de atenção pessoal e outras práticas sociais, nas quais aprendem a se perceber como
um EU, alguém que tem suas características, desejos, motivos, concepções, a considerar seus parceiros como um OUTRO, com seus desejos e interesses próprios, e a tomar consciência da existência de um
NÓS, um grupo humano cada vez mais ampliado e diverso. Nesse processo, vão se constituindo como alguém com um modo próprio de agir, sentir e pensar. A ênfase neste campo de experiências est á ligada à
constituição de atitudes nas relações vividas ao longo de toda a permanência da criança na unidade de Educação Infantil, abrindo caminho para outras aprendizagens.
Destaca experiências relacionadas à construção da identidade e da subjetividade, as aprendizagens e conquistas de desenvolvimento relacionadas à ampliação das experiências de conhecimento de si mesmo e à
construção de relações, que devem ser, na medida do possível, permeadas por interações positivas, apoiadas em vínculos profundos e estáveis com os professores e os colegas. O Campo também ressalta o
desenvolvimento do sentimento de pertencimento a um determinado grupo, o respeito e o valor atribuído às diferentes tradições culturais.
PROCESSO PEDAGÓGICO
O (a) professor (a) escolhe práticas a serem promovidas com as crianças, referenciadas em sua formação, na proposta pedagógica da instituição e na sua observação e escuta dos interesses, desejos e
necessidades das crianças. Com a intenção de garantir os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desse campo de experiências, o trabalho pedagógico ganha força ao considerar a organização de
situações que contemplem experiências de relação com os companheiros, de autoconhecimento e cuidado de si mesmo.
Experiências de relação com os companheiros:
As situações de interações positivas ajudam as crianças a construírem relações de confiança e amizade. Nesse contexto, é importante, no cotidiano da instituição, estruturar um ambiente tranquilo e favorecedor do
estabelecimento de interações pelas crianças, compreendendo suas movimentações como intenções exploratórias e como forma de comunicação. Pode-se oferecer materiais e propor atividades em que as
crianças percebam a necessidade de compartilhar e cooperar, ajudando cada uma a reconhecer a existência do ponto de vista do outro e a considerar possíveis sentimentos, intenções e opiniões das demais

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pessoas, construindo atitudes negociadoras e tolerantes.
É importante considerar os momentos de acolhimento quando ocorre o período de adaptação ou mesmo com as crianças j á́ matriculadas após um período de férias ou de adoecimento. Organizar o ambiente e as
rotinas também é uma ação intencional importante do (a) professor (a), favorecendo uma boa transição casa-escola e contribuindo para a criação de vínculos entre as crianças.
Experiências de autoconhecimento e cuidado de si mesmo:
Considerar preferências, sentimentos e opiniões das crianças e ajudá-las a também identificar esses pontos as auxilia a se conhecerem e a reconhecerem o que estão sentindo nas situações, desenvolvendo uma
identidade pessoal, um sentimento de autoestima, autonomia e confiança em suas possibilidades. É importante apoiar as crianças a desenvolver uma identidade pessoal, um sentimento de autoestima, autonomia,
confiança em suas possibilidades e de pertencimento a um determinado grupo étnico-racial, crença religiosa, local de nascimento etc., e também fortalecer os vínculos afetivos de todas as crianças com suas
famílias e ajudá-las a captar as possibilidades trazidas por diferentes tradições culturais para a compreensão do mundo e de si mesmas.
Ao mesmo tempo, pode-se favorecer interações positivas com as crianças enquanto realizam ações de cuidado individual, como as trocas de fraldas, banho, sono, alimentação, de modo comunicativo e atento, em
um ambiente planejado, seguro, aconchegante e diversificado, apoiando-as e incentivando-as a terem maior autonomia em relação aos seus cuidados pessoais. É importante, ainda, construir com as crianças o
entendimento da importância de cuidar de sua saúde e bem-estar no decorrer das atividades cotidianas e criar com elas hábitos ligados à limpeza e preservação do ambiente, à coleta do lixo produzido nas
atividades e à reciclagem de inservíveis.
DIREITOS DE APRENDIZAGEM
CONVIVER com crianças e adultos em pequenos grupos, reconhecendo e respeitando as diferentes identidades e pertencimento étnico-racial, de gênero e religião de seus parceiros.
BRINCAR com diferentes parceiros, desenvolvendo sua imaginação e solidariedade.
EXPLORAR diferentes formas de interagir com parceiros diversos em situações variadas, ampliando sua noção de mundo e sua sensibilidade em relação aos outros.
PARTICIPAR ativamente das situações do cotidiano, tanto daquelas ligadas ao cuidado de si e do ambiente como das relativas às atividades propostas pelo (a) professor (a).
EXPRESSAR às outras crianças e/ou adultos suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões e oposições.
CONHECER-SE e construir uma identidade pessoal e cultural, valorizando suas características e as das outras crianças e adultos, aprendendo a identificar e combater atitudes preconceituosas e discriminatórias.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças Bem Pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças Pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas
 Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com
têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e
 Perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e nos crianças e adultos.
agir.
adultos.  Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade
 Ampliar relações interpessoais, com atitudes de participação e
 Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar para enfrentar dificuldades e desafios.
cooperação. Saber lidar com conflitos nas interações.
materiais, objetos e brinquedos.  Compartilhar os objetos e os espaços com crianças da mesma
 Agir de maneira independente, com confiança em suas
 Comunicar necessidades, desejos, emoções, utilizando gestos, faixa etária e adultos.
capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
balbucios e palavras.  Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e
 Comunicar ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
 Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos brincadeiras.
 Demonstrar valorização das características de seu corpo e
de alimentação, higiene, brincadeira e descanso.  Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes,
respeitar as características das crianças e adultos com os quais
 Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, respeitando essas diferenças.
convive.
adaptando-se ao convívio social.  Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando
 Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de
compreendê-los e fazendo-se compreender.
vida.

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APRENDIZAGENS ESPERADAS
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Brincar no pátio, praça ou jardim, em constante contato com a
 Escolher com os companheiros uma história a ser encenada, natureza.
 Compartilhar brinquedos e objetos com outros bebês e adultos e usando justificativas e argumentos ligados a seus sentimentos.  Interagir com outras crianças em brincadeiras e atividades.
imitar seus gestos.  Apoiar parceiros em dificuldade, sem discriminá-los por suas Participar de jogos de regras e aprender a construir estratégias de
 Experimentar sabores, perceber cheiros e escolher o que quer características. jogo.
comer.  Brincar de se esconder, de faz de conta, cuidar de animais  Pesquisar em casa suas tradições familiares, reconhecendo
 Identificar no ambiente texturas e sons. domésticos, ouvir e contar histórias, observar o ambiente, elementos de sua identidade cultural.
 Vestir uma bermuda ou sapato e os retirar sem ajuda. colecionar objetos.  Arrumar a mesa para um almoço com os amigos e manter a
 Brincar diante do espelho, observando os próprios gestos ou imitar  Vestir fantasias, experimentando ser outras pessoas e organização de seus pertences.
outros. personagens de histórias.  Estabelecer relações entre seu modo de vida e as formas de viver
 Ouvir histórias lidas ou contadas pela professora e cantar com ela  Torcer a favor de um grupo: um time esportivo, uma equipe de outros grupos. Explorar brincadeiras e organização social de
e as crianças. musical, um grupo de gincana. diferentes culturas.
 Cantar, respeitando sua vez e ouvindo os companheiros.  Falar de situações pessoais ou narrar histórias familiares. Discutir
situações problemas em grupo ou formas de planejar um evento.

A MEDIAÇÃO DO PROFESSOR
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Criar situações em que as crianças possam expressar afetos, desejos e saberes e aprendam a ouvir o outro, conversar, argumentar, fazer planos, enfrentar conflitos, participar de atividades em grupo e criar
amizades.
 Apoiar as crianças no desenvolvimento de uma identidade pessoal, um sentimento de autoestima, autonomia, confiança em suas possibilidades e de pertencimento a determinados grupos: étnico-racial, religioso,
regional.
 Fortalecer os vínculos afetivos de todas as crianças com suas famílias e ajudá-las a captar as possibilidades trazidas por diferentes tradições culturais para a compreensão do mundo e de si mesmas.
 Incentivar as crianças a refletir sobre a forma injusta como os preconceitos étnico-raciais e outros foram construídos e se manifestam, e a construir atitudes de respeito, não discriminação e solidariedade.
 Construir com as crianças o entendimento da importância de cuidar de sua saúde e bem-estar, no decorrer das atividades cotidianas.
 Criar com as crianças hábitos ligados à limpeza e preservação do ambiente, à coleta do lixo produzido nas atividades, à reciclagem.

2. ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO

Esse campo de experiência abrange o trabalho educativo que evidencia as manifestações artísticas, culturais e científicas como aporte de desenvolvimento infantil, sejam elas locais ou de maior amplitude,
como regionais, nacionais ou internacionais. Nele, reconhece-se que a criança está imersa na cultura desde seu nascimento e convive com manifestações diversas, por meio de variados veículos aos quais está
exposta, como dramatização, dança, vídeos, jogos de faz de conta, brincadeiras, sonoridades e músicas que ouve cotidianamente, cores que permeiam suas atividades sociais e culturais, dentre outros. A criança
como sujeito social e cultural produz cultura e traz consigo experiências e vivências provenientes de suas relações nos diversos grupos sociais aos quais pertencem, como família, igreja, clubes, dentre outros, que
compõem rico material de trabalho no espaço da Educação Infantil. O trabalho nesse campo de experiência deve propiciar o desenvolvimento da expressão criativa da criança ao levar em consideração seu percurso

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de aprendizagem, os processos pelos quais passou e as relações imbricadas neles. Portanto, cabe ressaltar que, como organizador da prática educativa com a criança, o professor de Educação Infantil, ao voltar seu
olhar e escuta sensível ao que a criança expressa, precisa ampliar sua percepção acerca dos contextos envolvidos em seu desenvolvimento nesse campo de experiência, valorizando as diversas formas de
expressão e linguagens, como as artes visuais, a música, a dança e o teatro, de maneira a não hierarquizar ou suprimir a oferta dessas formas de expressão à criança.
Dessa forma, deve-se atentar para a expressão da criança ao traçar, ao desenhar, livremente ou em atividades intencionais de comando de grafismo, ao eleger suas paletas de cores, seus movimentos
corporais, suas dramatizações, suas elaborações e percepções sonoro-musicais, bem como para o seu olhar diante da produção digital ofertada massivamente pelos meios de comunicação ou materiais audiovisuais
aos quais está exposta. Essa expressão deve conter elementos voltados à liberdade de criação, de imaginação e de experimentação. Cabe, na Educação Infantil, possibilitar espaços que não limitem o
desenvolvimento da criança, e sim que propiciem o contato com suas potencialidades de criação e participação em situações promotoras de sensibilização, de produção coletiva e individual, de valorização da própria
expressão e apreciação do trabalho do outro.
Conduzir a criança à criticidade necessária ao desenvolvimento de sua própria identidade nesse campo de experiência a coloca em seu verdadeiro lugar de direito na educação: o de protagonista,
ofertando-lhe condições de eleger e estabelecer a fruição e suas predileções perante as manifestações artísticas e culturais com as quais interage, propiciando-lhe também o trabalho com a dimensão estética da
arte. Não obstante, o professor deverá expandir esse campo de experiência de modo a ofertar um cardápio de possibilidades para as atividades da criança, perpassar o material cultural produzido em diversos
tempos e espaços pela humanidade, bem como dar espaço ao novo produzido no “aqui e agora” do cotidiano da Educação Infantil, evidenciando a importância e o respeito à autoria. As atividades nesse campo de
experiência devem ainda primar pelo desenvolvimento do senso estético da criança e do conhecimento de si mesma e dos outros, ao levar em consideração os contextos da realidade na qual cada uma está inserida.
Assim, de modo a vislumbrar possibilidades de trabalho sustentável para além das convenções estabelecidas por meio de materiais educativos formatados, as atividades devem propor manipulações de materiais de
diversas texturas, cores, sonoridades, tamanhos, formas e, assim, compor um cardápio que favoreça tanto a ação individual da criança, quanto a ampliação das possibilidades do trabalho coletivo. A manifestação
artística musical, por exemplo, precisa ser explorada para além das funções de comando atitudinal como geralmente se observa nos espaços de Educação Infantil.
A educação da escuta atenta e intencional às variedades sonoras existentes no cotidiano da criança vai além do trabalho puramente imitativo ou reprodutivo de técnicas de utilização instrumental, ou do
mero canto de canções infantis sem intencionalidade educativa musical. Ela deve promover condições do desenvolvimento de um trabalho investigativo cujo material sonoro observado e reconhecido em suas
características (altura, timbre, andamento, intensidade etc.) pode se tornar produção de elementos e trilhas sonoras para histórias, composições individuais ou coletivas, enriquecendo a expressão, a fruição e a
apreciação musical da criança. Partindo de uma educação sonora significativa, a criticidade e a ampliação cultural da criança e de seus pares alicerçam seu desenvolvimento nessa linguagem, possibilitando-o sem
que juízos de valores externos desqualifiquem suas expressões de musicalidade, afinal a música é uma atividade humana como outras quaisquer.
Assim, o desenvolvimento das linguagens corporais que denotam expressão artística como a dança e o teatro devem ser encarados como cotidianos na Educação Infantil, pois a criança interpreta papéis
para compreender situações vivenciadas ao seu redor. A Psicologia Histórico-Cultural evidencia a dramaticidade da criança como própria dela em seu desenvolvimento; de forma similar, o desenho também se
manifesta como ferramenta de expressão que traduz sua visão de mundo bem como as variadas técnicas próprias das artes visuais. Dessa maneira, tais linguagens trabalhadas, inclusive simultaneamente como
linguagens complementares, podem ofertar meios mais amplos de desenvolvimento da criança, incluindo o trabalho com o material audiovisual, que também surge como uma ferramenta importante, o que pode
contribuir para revelar o olhar da criança sobre o cotidiano, como, por exemplo, quando ela fotografa uma cena, um objeto ou determinadas formas, evidenciando sua particularidade, suas relações e seu interesse
investigativo nos objetos fotografados. Observa-se, então, que as possibilidades de trabalho por meio de variadas atividades propostas nesse campo de experiência devem almejar o desenvolvimento integral da
criança, ressaltando o que ela traz consigo e suas possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem, como protagonista em seus processos educativos na Educação Infantil. Cabe ao professor dessa etapa ocupar
seu lugar no desenvolvimento das linguagens abarcadas nesse campo de experiência, assumindo o papel de um organizador do espaço educativo que tenha como principal foco o desenvolvimento da criança por
meio das atividades propostas, planejadas e ordenadas. Os mecanismos de desenvolvimento das atividades educativas, nesse campo de experiência, não devem se restringir aos fatores específicos das linguagens,
mas sim abranger contextos da vida humana nos quais as crianças estão inseridas. Para tal, o professor de Educação Infantil torna-se um investigador juntamente com suas crianças e pares e possibilita a
participação colaborativa da comunidade, bem como eventualmente de parceiros das áreas específicas quando desejado.

DESCRIÇÃO
Promove situações de fala e escuta, em que as crianças participam da cultura oral (contação de histórias, descrições, conversas). Também envolve a imersão na cultura escrita, partindo do que as crianças
conhecem e de suas curiosidades e oferecendo o contato com livros e gêneros literários para, intencionalmente, desenvolver o gosto pela leitura e introduzir a compreensão da escrita como representatividade
gráfica.
PRINCÍPIOS NORTEADORES

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Artigo 9º DCNEIs - As práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que estão previstas nos seguintes incisos:
II - Favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical [...];
IX - Promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura [...].
CONCEITO
As crianças vivem em ambientes onde, a cada momento, ocorrem situações envolvendo pessoas, atividades, espaços, objetos e materiais que elas buscam perceber, reconhecer, significar e representar, e o fazem
pela apropriação de diferentes linguagens e recursos, como suas sensações, afetos e desejos, sua corporeidade, sua linguagem verbal, sua percepção das ações de seus parceiros e sua atenção voltada para os
aspectos materiais do ambiente.
Este campo destaca experiências nas quais as crianças tenham a oportunidade de perceber o ambiente como composto de TRAÇOS, SONS, CORES e FORMAS, oferecendo condições para sentirem a
consistência da terra ou areia, criar misturas, colecionar coisas, modelar com argila, criar tintas, explorar formas coloridas, texturas, sabores, sons e também silêncios, em um espaço acolhedor, cheio de
visualidades e sonoridades, promovendo o desenvolvimento da expressividade e da criatividade infantil e abrindo caminhos para o desenvolvimento de sua afetividade.
Ressalta as experiências das crianças com as diferentes manifestações artísticas, culturais e científicas, incluindo o contato com a linguagem musical e as linguagens visuais, com foco estético e crítico. Enfatiza as
experiências de escuta ativa, mas também de criação musical, com destaque às experiências corporais provocadas pela intensidade dos sons e pelo ritmo das melodias. Valoriza a ampliação do repertório musical,
o desenvolvimento de preferências, a exploração de diferentes objetos sonoros ou instrumentos musicais, a identificação da qualidade do som, bem como as apresentações e/ou improvisações musicais e festas
populares. Ao mesmo tempo, foca as experiências que promovam a sensibilidade investigativa no campo visual, valorizando a atividade produtiva das crianças, nas diferentes situações de que participam,
envolvendo desenho, pintura, escultura, modelagem, colagem, gravura, fotografia etc.
PROCESSO PEDAGÓGICO
O (a) professor (a) escolhe práticas a serem promovidas com as crianças, referenciadas em sua formação, na proposta pedagógica da instituição e na sua observação e escuta dos interesses, desejos e
necessidades das crianças.
Com a intenção de garantir os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desse campo de experiências, o trabalho pedagógico ganha força ao considerar a organização de situações que contemplem
experiências com a linguagem musical e com as linguagens visuais.
Experiências com a linguagem musical:
Falar da experiência da criança com a sonoridade implica em reconhecer que a escuta ativa que ela faz da música anda junto com a criação musical que ela efetiva.
A criança necessita, ao escutar uma música, perceber a intensidade dos sons e o ritmo das melodias ecoando no próprio corpo, o que lhe estimulará a produzir outros sons e ritmos.
É importante apresentar canções, brincadeiras cantadas, parlendas, brincos, rimas e outros jogos musicais, cantando em diferentes situações ou promovendo momentos em que todos cantem, acompanhados ou
não por objetos e instrumentos musicais, considerando situações em que observam adultos e outras crianças em apresentações e/ou improvisações musicais e festas populares.
Apresentar de forma sistemática um repertório musical — obras clássicas, populares, étnicas, cantadas ou instrumentais, incluindo canções infantis tradicionais, folclóricas de diferentes países e também canções
do repertório popular — e objetos sonoros e/ou instrumentos musicais pode favorecer a exploração destes pelas crianças na busca de identificar qualidades como duração (sons curtos ou longos), altura (sons
graves ou agudos), intensidade (sons fracos ou fortes) ou timbre (que qualifica os sons a partir da fonte que os origina), e ampliar seu repertório de referências sonoras, seus modos de escutar e produzir músicas e
desenvolver suas preferências.
Experiências com linguagens visuais:
Ao longo de sua vivência na Educação Infantil, as crianças podem apropriar-se de alguns fundamentos das linguagens visuais, conforme participam de atividades como desenho, pintura, escultura, modelagem,
colagem, gravura, fotografia, visitas a museus e locais de produção e divulgação da arte visual.
Ajudá-las na construção de uma sensibilidade mais investigativa no campo visual impõe ao (à) professor (a) acompanhar a atividade produtiva das crianças, observar o desenvolvimento de sua gestualidade na
produção de um desenho ou de outras marcas infantis, e a fazer intervenções para que possam articular suas marcas visuais a outras marcas infantis.

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DIREITOS DE APRENDIZAGEM
CONVIVER e fruir com os colegas e professores manifestações artísticas e culturais da sua comunidade e de outras culturas — artes plásticas, música, dança, teatro, cinema, folguedos e festas populares.
BRINCAR com diferentes sons, ritmos, formas, cores, texturas, objetos e materiais, construindo cenários e indumentárias para brincadeiras de faz de conta, encenações ou para festas tradicionais.
EXPLORAR variadas possibilidades de usos e combinações de materiais, substâncias, objetos e recursos tecnológicos para criar desenhos, modelagens, músicas, danças, encenações teatrais e musicais.
PARTICIPAR de decisões e ações relativas à organização do ambiente (tanto o cotidiano quanto o preparado para determinados eventos), à definição de temas e à escolha de materiais a serem usados em
atividades lúdicas e artísticas.
EXPRESSAR suas emoções, sentimentos, necessidades e ideias cantando, dançando, esculpindo, desenhando, encenando.
CONHECER-SE no contato criativo com manifestações artísticas e culturais locais e de outras comunidades.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças Bem Pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças Pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente  Criar com o corpo formas diversas de expressão de sentimentos,
emoções, necessidades e desejos. sensações e emoções, em situações do cotidiano e brincadeiras.
 Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de
 Experimentar possibilidades corporais nas brincadeiras e  Demonstrar controle e adequação do uso do corpo em jogos,
si, nos jogos e brincadeiras.
interações em ambientes acolhedores e desafiantes. contação de histórias, atividades artísticas e brincadeiras.
 Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar)
 Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais.  Criar movimentos, gestos, olhares, mímicas e sons com o corpo
combinando movimentos e seguindo orientações.
 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, em jogos, atividades artísticas e brincadeiras.
 Demonstrar progressiva independência no cuidado do seu corpo.
ampliando as possibilidades de manuseio de diferentes materiais e  Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene,
 Desenvolver progressivamente habilidades manuais, adquirindo
objetos. alimentação, conforto e aparência.
controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros.
 Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem-  Coordenar habilidades manuais no atendimento adequado a seus
estar. interesses e necessidades em situações diversas.

APRENDIZAGENS ESPERADAS
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Participar de jogos de faz de conta assumindo determinadas  Brincar de esconde, de pique, de siga o mestre. Andar como
 Pegar, amassar, empilhar, montar, encaixar, mover, lançar longe,
posturas corporais, gestos e falas que delineiam papéis. robôs, zumbis e de outros jeitos.
chutar objetos de diferentes formas, cores, pesos, texturas,
 Dançar com diferentes expressões faciais, posturas corporais ao  Participar de jogos que envolvam orientar-se (em frente, atrás, no
tamanhos.
som de diferentes gêneros. alto, embaixo), em resposta a comandos da professora.
 Brincar com água, terra e outros elementos naturais. Brincar de
 Brincar com marionetes reproduzindo falas de personagens que  Teatralizar histórias, com gestos e expressões. Usar fantoches e
procurar e achar objetos escondidos.
memorizaram ou que inventam. confeccionar cenários e figurinos.
 Explorar espaços, rolando, sentando, rastejando, engatinhando,
 Manipular diferentes objetos: pegar, lançar, encaixar, empilhar,  Incluir em jogos desafios motores (jogar futebol com uma bola
erguendo o tronco e a cabeça.
rasgar, amassar, folhear, pintar. menor) ou conteúdo simbólico (pega vira “pega-monstro”).
 Participar com autonomia crescente dos momentos de cuidados
 Explorar desafios do espaço com maior autonomia e presteza.  Dançar. Imitar, criar e coordenar movimentos, explorando o
pessoais, como a hora do banho, de vestir-se, de desvestir-se.
Correr, saltar, escalar. espaço e as qualidades do movimento.
 Acompanhar a narrativa ou leitura de uma história fazendo
 Brincar seguindo orientações como: em frente, atrás, no alto, em  Descrever, avaliar e reproduzir apresentações de dança e outras
expressões e gestos para seguir a ação dos personagens.
cima, embaixo, dentro, fora. expressões da cultura corporal (circo, esportes, mímica, teatro).

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A MEDIAÇÃO DO PROFESSOR
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Garantir propostas, organizações espaciais e de materiais que possibilitem à criança mobilizar seus movimentos para explorar o entorno e as possibilidades de seu corpo. E fazer com que elas se sintam
instigadas a isso.
 Compreender o corpo em movimento como instrumento expressivo e de construção de novos conhecimentos de si, do outro e do universo, sem interpretá-lo como manifestação de desordem ou indisciplina.
 Agir sem pressa em momentos de atenção pessoal, contando à criança o intuito da ação que está mediando (“agora vamos vestir a camiseta”), enquanto aguarda sinal de que ela está disponível para participar.
 Interpretar os gestos das crianças em sua intenção comunicativa e/ou expressiva, verbalizando para elas sua compreensão do significado desses gestos.
 Reunir crianças com diferentes competências corporais e validar os avanços motores de todas elas, respeitando suas características corporais.
 Observar as expressões do corpo das crianças nas mais diferentes manifestações culturais e brincadeiras tradicionais.

3. TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS

Na Educação Infantil, é importante que as crianças participem de experiências de falar e ouvir, de forma a potencializar sua participação na cultura falada – oral ou gestual –, pois “é na escuta de histórias,
na participação em conversas, nas descrições, nas narrativas elaboradas individualmente ou em grupo e nas implicações com as múltiplas linguagens que a criança se constitui ativamente como sujeito singular e
pertencente a um grupo social” (BRASIL, 2017, p. 40). Este campo de experiência estabelece interlocuções mais prementes com as linguagens oral, escrita, corporal, artística e interações com a natureza e a
sociedade, embora dialogue com as demais linguagens. No tocante às experiências com a linguagem oral e escrita, é importante reafirmar que não se espera que as crianças, na Educação Infantil, dominem o
sistema alfabético.
O que se pretende é que reflitam sobre esse sistema e participem criticamente da cultura escrita, de modo a desenvolver o prazer pela literatura, fruindo e exercitando a leitura e a escrita de acordo com
suas possibilidades, ao ter como recursos as interações, as diversas linguagens e a imaginação. De acordo com os pressupostos teóricos deste Currículo – Psicologia Histórico Cultural e Pedagogia Histórico-Crítica
–, o ser humano, por meio das relações com outros humanos e, em sociedade, inserido em um tempo e uma cultura, aprende a falar e a ouvir, a se posicionar e a acolher a opinião das outras pessoas, mesmo
quando divirja do dele. A instituição que oferta Educação Infantil tem, pois, grande importância no sentido de introduzir as crianças nessas práticas, de modo a possibilitar vivências em que experimentem o falar e o
ouvir, o pensar e o imaginar, apropriando-se, assim, das marcas da humanidade.
De acordo com as DCNEI (2010a), cresce em importância a organização de atividades desafiantes, de contato com diferentes gêneros escritos, como a leitura diária de livros pelos adultos, a contação de
histórias e o incentivo para que as crianças manuseiem livros, gibis e revistas, produzam textos mesmo sem saber ler e escrever convencionalmente, vivenciando, assim, processos imaginativos e criativos que
colaborem para o desenvolvimento do pensamento. Nas diversas interações que ocorrem no âmbito da instituição que oferta Educação Infantil, as crianças vão aprimorando sua capacidade de expressão,
argumentação, elaboração de perguntas e respostas, narração de fatos em sequência temporal e causal, resolução de situações-problema, entre outros elementos. Na Educação Infantil, cujo objetivo não consiste
em ensinar a escrever convencionalmente, a criança utiliza sua produção gráfica, o desenho, a fim de se comunicar.
O propósito de comunicação faz do desenho um alicerce importante para a apropriação da língua escrita pela criança. Todavia, outras formas de expressão, aliadas ao desenho, devem ser contempladas
no planejamento docente: a música, a brincadeira, a dança, o teatro, entre outras. Quanto ao aspecto da imaginação, esta ocupa um papel importante na perspectiva Histórico-Cultural. A capacidade de imaginação e
substituição simbólica transformam o manuseio de objetos em brincadeira, pois esta só existe se há ficção. Sobre a imaginação, Vigotski (2009) advertiu que, apesar de ser comum a crença de que as crianças têm
uma imaginação mais rica do que os adultos, isso não procede. Para ele, a imaginação se alimenta da realidade, logo, quanto mais experiência, mais imaginação. O que ocorre é que as crianças costumam acreditar
no seu poder imaginativo, e os adultos não. Dessa forma, brincar é vital para o desenvolvimento da criança em todos os aspectos: social, emocional, cognitivo, motor, volitivo e fala.

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DESCRIÇÃO

Possibilita à criança viver de forma criativa experiências com o corpo, a voz, instrumentos sonoros, materiais plásticos e gráficos que alimentem percursos expressivos ligados à música, à dança, ao teatro,
às artes plásticas e à literatura.

PRINCÍPIOS NORTEADORES
Artigo 9º DCNEIs - As práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que estão previstas nos seguintes incisos:
II - favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical; [...];
III - possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos; [...].
CONCEITO
A aproximação de diferentes linguagens traz para o cotidiano das unidades de Educação Infantil momentos de ESCUTA, no sentido de produzir/acolher mensagens orais, gestuais, corporais, musicais, plásticas,
além das mensagens trazidas por textos escritos, e de FALA, entendida como expressar/interpretar não apenas pela oralidade, mas também via linguagem de sinais, pela escrita convencional, não convencional,
pela escrita braile e também pelas danças, desenhos e outras manifestações expressivas.
Este campo ressalta experiências que evidenciam a estreita relação entre os atos de fala e escuta e a constituição da linguagem e do pensamento humano desde a infância. Destaca-se a experiência da criança
com a linguagem verbal em diálogo com outras linguagens, desde o nascimento, de modo a ampliar não apenas essa linguagem, mas também o PENSAMENTO (sobre si, sobre o mundo, sobre a língua) e a
IMAGINAÇÃO.
Realça as experiências com a linguagem oral que ampliam as diversas formas sociais de comunicação presentes na cultura humana, como as conversas, cantigas, brincadeiras de roda, jogos cantados etc. Dá
destaque, também, às experiências com a leitura de histórias que favoreçam aprendizagens relacionadas à leitura, ao comportamento leitor, à imaginação e à representação e, ainda, à linguagem escrita,
convidando a criança a conhecer os detalhes do texto e das imagens e a ter contato com os personagens, a perceber no seu corpo as emoções geradas pela história, a imaginar cenários, construir novos desfechos
etc. O Campo compreende as experiências com as práticas cotidianas de uso da escrita, sempre em contextos significativos e plenos de significados, promovendo imitação de atos escritos em situações de faz de
conta, bem como situações em que as crianças se arriscam a ler e a escrever de forma espontânea, apoiadas pelo professor, que as engaja em reflexões que organizam suas ideias sobre o sistema de escrita.
PROCESSO PEDAGÓGICO
O (a) professor (a) escolhe práticas a serem promovidas com as crianças, referenciadas em sua formação, na proposta pedagógica da instituição e na sua observação e escuta dos interesses, desejos e
necessidades das crianças.
Com a intenção de garantir os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desse campo de experiências, o trabalho pedagógico ganha força ao considerar a organização de situações que contemplem
experiências com a linguagem oral, com a leitura e a linguagem escrita.
Experiências com a linguagem oral:
No domínio da oralidade, a Educação Infantil tem possibilitado às crianças se apropriarem de diversas formas sociais de comunicação, como as cantigas, as brincadeiras de roda e os jogos cantados, além de
formas de comunicação presentes na cultura humana: conversas, informações, reclamações, repreensões, elogios etc. Isso se inicia pela imersão delas em trocas comunicativas e prossegue conforme os
momentos de fala criam situações em que elas necessitam pensar sobre a língua, experimentar sua sonoridade e diferenciar maneiras de falar na situação, de modo a comunicar desejos, sentimentos, ideias e
pensamentos.
Uma forma muito importante de comunicação oral é a conversa, situação em que os sujeitos têm que narrar, descrever, explicar, relatar, ouvir e argumentar com outros parceiros. É próprio da nossa cultura

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conversar e contar casos, o que torna a conversa uma prática social muito frequente.
Experiências com a leitura:
A experiência da criança com a leitura de histórias, além de facilitar o acesso a uma linguagem diferente daquela que está presente no seu cotidiano, possibilita conhecer os detalhes do texto e das imagens e ter
contato com os personagens reais e imaginários que a levam a reagir, se emocionar e antecipar desfechos. A leitura de histórias possibilita à criança perceber como afetos, medos e surpresas podem ser
comunicados pela escrita, constituindo um meio de conhecimento de si mesmo, dos outros e do mundo, e de ampliação de experiência na vivência estética do texto com suas imagens e ilustrações.
O contato das crianças desde pequenas com textos de narrativa ficcional, ricos em imaginação e fantasia, e sustentados pela linguagem oral ou escrita, por imagens e gestos, lhes permitem explorar possibilidades
de leitura, ainda que elas não saibam ler convencionalmente: as imagens, por exemplo, informam e ajudam a antecipar muito do que é explicitado por palavras.
Ao escutar a leitura de uma história ou ao elaborar narrativas a partir de um livro de imagens, as crianças reformulam elementos constitutivos da língua escrita. A leitura diária de histórias pelo (a) professor (a) é
muito importante, pois oportuniza experiências que emocionam as crianças e as ajudam a reconhecer as regularidades entre diversas narrativas, a constituir hábito de ouvir histórias etc.
Experiências com a linguagem escrita:
A presença constante da linguagem escrita e sua marcante influência nas sociedades contemporâneas criam condições para as crianças observarem e reproduzirem práticas cotidianas de uso de escrita, em
especial nas brincadeiras de faz de conta, quando os enredos por elas criados colocam os personagens em situações, por exemplo, de anotar um recado ou um pedido de comida feito por telefone, preencher um
cheque ou fazer uma lista de compras, escrever um convite para uma festa ou anotar a medicação em um receituário, no caso da criança que toma o papel de médico.
Além da imitação de atos de escrita feitos por parceiros mais experientes, a apropriação da linguagem escrita pelas crianças se faz por meio de interações plenas de ludicidade, a partir de experiências promovidas
pelo (a) professor (a): ouvir e recontar histórias, conversar sobre os personagens, escrever seu nome em um desenho feito etc.
Conforme as crianças se arriscam a ler e a escrever, o (a) professor (a) as apoia na organização de suas ideias sobre o sistema de escrita, criando hipóteses sobre ela e inventando meios de utilizá-la.
A escrita do próprio nome é uma importante conquista da criança que entra no mundo das letras. A criança começa quase que desenhando o nome, aos poucos ela passa a observar algumas regularidades e nota
que as letras sempre se repetem e aparecem de um mesmo jeito. Por fim, ela percebe que letras ou trechos de seu nome aparecem também nos nomes de alguns de seus colegas, o que permite continuar
pensando sobre a escrita e escrevendo outras coisas a partir da í́.
DIREITOS DE APRENDIZAGEM
CONVIVER com crianças e adultos em situações comunicativas cotidianas, constituindo modos de pensar, imaginar, sentir, narrar, dialogar e conhecer.
BRINCAR com parlendas, trava-línguas, adivinhas, memória, rodas, brincadeiras cantadas, jogos e textos de imagens, escritos e outros, ampliando o repertório das manifestações culturais da tradição local e de
outras culturas, enriquecendo sua linguagem oral, corporal, musical, dramática, escrita, dentre outras.
PARTICIPAR de rodas de conversa, de relatos de experiências, de contação e leitura de histórias e poesias, de construção de narrativas, da elaboração, descrição e representação de papéis no faz de conta, da
exploração de materiais impressos e de variedades linguísticas, construindo diversas formas de organizar o pensamento.
EXPLORAR gestos, expressões, sons da língua, rimas, imagens, textos escritos, além dos sentidos das palavras nas poesias, parlendas, canções e nos enredos de histórias, apropriando-se desses elementos para
criar novas falas, enredos, histórias e escritas, convencionais ou não.
EXPRESSAR sentimentos, ideias, percepções, desejos, necessidades, pontos de vista, informações, dúvidas e descobertas, utilizando múltiplas linguagens, considerando o que é comunicado pelos colegas e
adultos.
CONHECER-SE e reconhecer suas preferências por pessoas, brincadeiras, lugares, histórias, autores, gêneros linguísticos e seu interesse em produzir com a linguagem verbal.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças Bem Pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 Crianças Pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)

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meses)
 Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos  Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente  Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais
cotidianos. em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais ou
 Traçar marcas gráficas em diferentes suportes, usando  Utilizar materiais moldáveis (massa de modelar, argila), festas.
instrumentos riscantes e tintas. explorando cores, texturas, planos, superfícies, formas e  Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e
 Explorar diferentes fontes sonoras e materiais para volumes ao criar objetos tridimensionais. escultura, criando produções bidimensionais ou tridimensionais.
acompanhar brincadeiras cantadas, canções, músicas e  Criar sons com materiais, objetos e instrumentos musicais,  Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre)
melodias. para acompanhar ritmos diversos. utilizando-as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons.

APRENDIZAGENS ESPERADAS
Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
meses)
 Explorar com diferentes materiais, relações de peso,  Contar histórias com modulações de voz, objetos sonoros e instrumentos
 Reagir a sons e músicas por meio de movimento corporal, ou tamanho e volume na criação de formas tridimensionais. musicais.
batendo, chacoalhando objetos sonoros.  Participar de jogos musicais e explorar formas de produzir  Criar formas planas e volumosas por meio da escultura/modelagem e
 Explorar qualidades sonoras de objetos e instrumentos som com o corpo. expressar-se sobre o processo de produção.
musicais.  Identificar sons da natureza (animais, chuva), da cultura  Reconhecer padrões no uso de cores em várias culturas e aplicar esse
 Brincar com as possibilidades expressivas da própria voz. (voz, instrumentos), ou o silêncio. conhecimento.
 Utilizar a seu modo tintas caseiras, guache, aquarela em  Expressar sensações conforme explora objetos e materiais  Fazer dobraduras com papel, construir castelos de cartas, experimentar
produções visuais, ampliando possibilidades de exploração da com várias texturas. efeitos de luz e sombra com velas e lanternas.
cor.  Cantar, sozinha ou em grupo, partes ou frases das canções  Pintar usando diferentes suportes (papéis, panos, telas, pedaços de metal ou
 Explorar materiais gráficos na criação de garatujas e outras que já conhece. acrílico) e materiais (aquarela, guache, lápis).
formas de expressão.  Criar formas planas e com volume por meio da escultura e  Fazer improvisações e composições com objetos sonoros e construir
da modelagem. instrumentos musicais com materiais alternativos.

A MEDIAÇÃO DO PROFESSOR
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Compreender as manifestações expressivas dos bebês e crianças pequenas, acolhendo seus desejos e preferências estéticas (cheiros, gostos, sons, texturas, temperaturas, traços, formas, imagens).
 Incentivar a interação com diferentes companheiros em variadas situações que ampliam suas possibilidades expressivas por meio de gestos, movimentos, falas e sons, no contato com elementos que compõem
cada ambiente.

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 Incentivar as crianças a se expressarem em linguagens diferentes, acompanhando percursos de produções de desenhos, pinturas, esculturas, músicas e reconhecer o que elas já sabem, como se expressam, o
que gostam de produzir, olhar, escutar, suas intenções, e propor desafios que façam sentido para elas.
 Promover experiências com linguagens musicais e visuais, por um lado oferecendo um repertório musical e objetos sonoros e/ou instrumentos musicais a serem explorados. E, por outro, incentivando a criação
plástica, com variedade de materiais e suportes.
 Proporcionar o contato com recursos tecnológicos, audiovisuais e multimídia, cada vez mais presentes, permitindo às crianças explorar sons, traços, imagens e se arriscar, experimentar.

4. ESPAÇO, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES

Este campo de experiência do Currículo propõe que as crianças experimentem o mundo ao seu redor, enquanto investigam, descobrem, interagem, elaboram e transformam a sociedade na qual estão
inseridas. De acordo com Arce, Silva e Varotto (2011), a criança, desde pequena, busca compreender, assim como o cientista, o mundo ao seu redor, partindo de sentimentos de admiração, encantamento e
curiosidade diante dele. Esses sentimentos devem ser nutridos pelos adultos, que, intencionalmente, planejam propostas de pesquisa, investigação, exploração, constatação e refutação de ideais acerca do mundo,
proporcionando atividades que estimulem a resolução de problemas inerentes à fase e ao contexto das crianças. Levando em conta a interlocução entre as múltiplas linguagens da infância, neste campo de
experiência, as linguagens mais presentes são a matemática e interações com a natureza e a sociedade, embora também haja conexões com as demais.
Este Currículo não propõe o ensino da Matemática de modo sistemático, mas o desenvolvimento da linguagem matemática. Assim, considerando que “enquanto atividade humana, a matemática é uma
forma particular de organizarmos os objetos e eventos no mundo” (NUNES; CARRAHER; SCHLIEMANN, p. 13, 1988), sugere-se que, por meio da manipulação e experimentação proporcionadas pelas interações e
brincadeiras, as crianças vivenciem a matemática debatendo e discutindo ideias que permitam a compreensão e o desenvolver de conceitos matemáticos. Uma vez que a matemática está presente na vida de todos,
é indispensável que, desde a mais tenra idade, as crianças participem de situações que possibilitem a apropriação e o emprego desta linguagem. Isso se realiza mediante atividades que contemplem a matemática
para além do uso dos números e possibilitem que se “recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais” (DCNEI, 2010a, p. 25-26).
Segundo Arce, Silva e Varotto (2011), frequentemente, a Educação Infantil tem organizado suas propostas apenas de acordo com o que é perceptível aos órgãos sensoriais. Todavia, esse processo
necessita ser acompanhado da dedução e da investigação, que exigem da criança um planejamento mental e, consequentemente, favorecem o desenvolvimento dos processos de percepção, atenção, memória, fala,
imaginação e criação. No processo de interação com o mundo físico e natural, a criança elabora explicações para os fenômenos e acontecimentos, bem como opera e refuta conceitos. De acordo com as DCNEI
(BRASIL, 2010a), as propostas pedagógicas devem incentivar a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico, social, ao
tempo e à natureza; a isso se propõe esse campo de experiência.

DESCRIÇÃO
Promove interações e brincadeiras nas quais a criança possa observar, manipular objetos, explorar seu entorno, levantar hipóteses e buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Isso amplia seu mundo
físico e sociocultural e desenvolve sua sensibilidade, incentivando um agir lúdico e um olhar poético sobre o mundo, as pessoas e as coisas nele existentes.
PRNCÍPIOS NORTEADORES
Artigo 9º DCNEIs - As práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que estão previstas nos seguintes incisos:
IV - Recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais;
VIII - Incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza;
X - Promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais.
CAMPO DE EXPERIÊNCIA

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Temas como animais, plantas, sustentabilidade do ambiente, vida cotidiana, produção de bens e economia, nossa cidade, organizações sociais etc., e atividades que lidam com números, têm orientado o trabalho
na Educação Infantil. Esses e outros temas, no entanto, precisam ser tratados discutindo noções de espaço, de tempo, de quantidade, de relações e de transformações de elementos, quando se pretende motivar
a criança a ter um olhar mais crítico e criativo do mundo, promovendo-lhe aprendizagens mais significativas.
Neste campo, destacam-se experiências nas quais as crianças falam, descrevem, narram, explicam e fazem relações, requisitos fundamentais para a construção e ampliação de saberes. As vivências cotidianas
delas na unidade — construir um castelo como cenário de um faz de conta, procurar um tatu-bola no jardim, cuidar de plantas e de animais, colecionar objetos, movimentar-se por diferentes espaços com diversos
desafios, pensar sobre perguntas como: "Quanto tempo falta para o meu aniversário?", "Por que quando minha avó era criança não havia televisão?", "Por que alguns objetos afundam e outros não?", "Por que
existem alguns animais com penas e outros com pelos?", "Quantas vezes um elefante é maior do que um cavalo?" —, além de fortalecerem sua autonomia, podem ser ricas oportunidades para a construção do
raciocínio lógico, de noções de ESPAÇO e TEMPO, QUANTIDADES, de classificações, seriações etc., para a percepção de RELAÇÕES e de TRANSFORMAÇÕES nas situações, objetos e materiais observados
ou manuseados, e para o desenvolvimento da sua imaginação.
A ênfase está nas experiências que favorecem a construção de noções espaciais relativas a uma situação estática (como a noção de longe e perto) ou a uma situação dinâmica (para frente, para trás),
potencializando a organização do esquema corporal e a percepção espacial, a partir da exploração do corpo e dos objetos no espaço. O Campo também destaca as experiências em relação ao tempo, favorecendo
a construção das noções de tempo físico (dia e noite, estações do ano, ritmos biológicos) e cronológico (ontem, hoje, amanhã, semana, mês e ano), as noções de ordem temporal (“Meu irmão nasceu antes de
mim”, “Vou visitar meu avô depois da escola”) e histórica (“No tempo antigo”, “Quando mudamos para nossa casa”, “Na época do Natal”). Envolve experiências em relação à medida, favorecendo a ideia de que, por
meio de situações problemas em contextos lúdicos, as crianças possam ampliar, aprofundar e construir novos conhecimentos sobre medidas de objetos, de pessoas e de espaços, compreender procedimentos de
contagem, aprender a adicionar ou subtrair quantidades aproximando-se das noções de números e conhecendo a sequência numérica verbal e escrita. A ideia é que as crianças entendam que os números são
recursos para representar quantidades e aprender a contar objetos usando a correspondência um a um, comparando quantidade de grupos de objetos utilizando relações como mais que, menos que, maior que e
menor que. O Campo ressalta, ainda, as experiências de relações e transformações favorecendo a construção de conhecimentos e valores das crianças sobre os diferentes modos de viver de pessoas em tempos
passados ou em outras culturas. Da mesma forma, é importante favorecer a construção de noções relacionadas à transformação de materiais, objetos, e situações que aproximem as crianças da ideia de
causalidade.
PROCESSO PEDAGÓGICO
O (a) professor (a) escolhe práticas a serem promovidas com as crianças, referenciadas em sua formação, na proposta pedagógica da instituição e na sua observação e escuta dos interesses, desejos e
necessidades das crianças.
Com a intenção de garantir os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desse campo de experiências, o trabalho pedagógico ganha força ao considerar a organização de situações que contemplem
experiências em relação ao espaço, ao tempo, à medida e experiências quanto às relações e transformações.
Experiências em relação ao espaço:
Noções espaciais relativas a uma situação estática — tais como longe, perto, em cima, embaixo, dentro, fora — ou a uma situação dinâmica – para frente, para trás, para o lado, para cima, para baixo, na mesma
direção, para a direita, para a esquerda — começam a ser apreendidas pelas crianças a partir da relação do seu corpo com o ambiente à medida que vivenciam situações diversificadas e significativas.
A organização do esquema corporal e da orientação e percepção espacial podem e devem ser potencializadas intencionalmente, a partir da exploração do corpo e dos objetos no espaço. Experiências de apreciar
uma pintura, desenhar, localizar-se, ler, escrever, brincar e muitas outras ampliam as noções da criança de espaço. O (a) professor (a) pode organizar situações em que as crianças tratem o espaço e sua
representação a partir de diferentes pontos de referência; favorecer situações de exploração tátil e visual das propriedades — forma, tamanho, posição, direção —, das formas geométricas planas e não-planas,
integrando experiências com noções espaciais e gerando a produção de desenhos, esculturas, maquetes ou cenários; promover a observação da paisagem local por meio de passeios ou atividades na área externa
da unidade ou com o apoio de fotos, imagens, relatos e registros, chamando atenção para as transformações ocorridas ao longo do tempo; criar oportunidades para as crianças observarem diferentes animais e
plantas e reconhecerem algumas de suas características, investigar os hábitos, a alimentação, questionar o espaço em que estão, as transformações que percebem no crescimento e na aparência de animais e
plantas.
Experiências em relação ao tempo:
Noções de tempo físico (dia e noite, estações do ano, ritmos biológicos) e cronológico (ontem, hoje, amanh ã̃; semana, m ês e ano) tornam-se objeto de interesse das crianças que mostram fazer referências em
suas conversas a noções de ordem temporal (“Meu irmão nasceu antes de mim”, “Vou visitar meu avô̂ depois da escola”), histórica (“No tempo antigo”, “Quando mudamos para nossa casa”, “Na época do Natal”), e
comparar situações que se dão em tempos diferentes, podendo at é́ ser uma situa ção imaginária (Hábitos do tempo da vovó́ e hábitos atuais; roupas usadas pelos astronautas e pelos médicos). O foco é apropriar-

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se das noções de simultaneidade, sequência, mudança e permanência de determinadas ações. Se puder conversar com membros da comunidade ou com seus familiares e perguntarem-lhes sobre fatos do
passado, as crianças podem pensar em como elas seriam se tivessem nascido em outra época (por exemplo, quando os dinossauros existiam ou quando ainda não existia luz elétrica etc.) e analisar as mudanças
que os objetos citados sofreram até́ hoje.
Experiências em relação à medida:
Cabe à unidade de Educação Infantil propor situações-problema em que a criança possa ampliar, aprofundar e construir novos conhecimentos sobre medidas de objetos, de pessoas e de espaços, o que inclui
observá-los e utilizar instrumentos para quantificar sua grandeza. A contagem de objetos — tesouras, brinquedos, livros etc. — e pessoas é um dos procedimentos possíveis para a criança aprender a adicionar ou
subtrair quantidades e requer a presença de referências para a consulta dos números e da ordem numérica, tais como a fita métrica, o quadro numérico e os livros com muitas páginas para ler. Contar pontos de
dados em geral ajuda as crianças a construírem diferentes procedimentos de contagem, buscando sempre formas mais eficientes de solucionar problemas aditivos e subtrativos. A partir de jogos de tabuleiro, a
criança pode construir a noção de sequência numérica verbal e escrita, usando palavras diferenciadas na contagem de objetos, compreender que os números são recursos para representar quantidades e aprender
a contar objetos usando a correspondência um-a-um, sincronizando o gesto e o recitado da série numérica sem pular os objetos e/ou contá-los mais de uma vez.
Nas experiências de que participam, as crianças podem aprender a comparar a quantidade de grupos de objetos utilizando as relações mais que, menos que, maior que é menor que, a utilizar diferentes estratégias
para juntar, repartir e tirar quantidades, e a avançar ou retroceder em uma série numérica.
Experiências quanto às relações e transformações:
Pesquisar modos de viver de pessoas de um tempo passado ou de outra cultura pode levá-las a aprender que há́ múltiplas culturas feitas pelos homens, cada uma delas rica em elementos simbólicos, em produtos
artesanais, artísticos e técnicos. Convidar crianças pequenas a observar fotos de seus familiares e de seus colegas, identificando-os por nome, e a narrar acontecimentos significativos de sua vida as ajuda a
perceber certas características de seu grupo familiar e de amizade. Noções relacionadas à transformação de materiais, objetos e situações que aproximem as crianças da ideia de causalidade também podem ser
estabelecidas na Educação Infantil pela observação de elementos da natureza e de fatos e fenômenos sociais, como enchente, seca, hábitos de vida etc., seguida de conversa com os colegas.
Mover objetos de diferentes maneiras e observar seu resultado, participar de atividades que produzem mudanças nos componentes, como o preparo de uma tinta, fazer reciclagem manual de papel e vivenciar
experiências que lidam com misturas, observando e levantando explicações sobre as fases da transformação dos ingredientes possibilita às crianças elaborar hipóteses sobre os fenômenos observados e verificar
por meio de experimentos simples se suas explicações são aceitáveis.
DIREITOS DE APRENDIZAGEM
CONVIVER com crianças e adultos e com eles investigar o mundo natural e social.
BRINCAR com materiais, objetos e elementos da natureza e de diferentes culturas e perceber a diversidade de formas, texturas, cheiros, cores, tamanhos, pesos e densidades que apresentam.
EXPLORAR características do mundo natural e social, nomeando-as, agrupando-as e ordenando-as segundo critérios relativos às noções de espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
PARTICIPAR de atividades de investigação de características de elementos naturais, objetos, situações, espaços, utilizando ferramentas de exploração — bússola, lanterna, lupa — e instrumentos de registro e
comunicação, como máquina fotográfica, filmadora, gravador, projetor e computador.
EXPRESSAR suas observações, explicações e representações sobre objetos, organismos vivos, fenômenos da natureza, características do ambiente.
CONHECER-SE e construir sua identidade pessoal e cultural, reconhecendo seus interesses na relação com o mundo físico e social.

Av. Sergipe, Nº 667, Bairro Margareth – Nova Venécia/ES – CEP 29830-000


Tel.: (27) 3752-9059 / e-mail: educacao@novavenecia.es.gov.br // curriculoseme@novavenecia.es.gov.br
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Secretaria Municipal de Educação

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças Bem Pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças Pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais  Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos  Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a
(odor, cor, sabor, temperatura). naturais (luz solar, vento, chuva etc.). questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua conservação.
 Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir,  Utilizar conceitos básicos de tempo (agora, antes, durante, depois,  Estabelecer relações de comparação entre objetos, a partir de suas
misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo ontem, hoje, amanhã, lento, rápido, depressa, devagar). propriedades.
físico.  Classificar objetos, considerando determinado atributo (tamanho,  Observar e descrever mudanças resultantes de ações em
 Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, peso, cor, forma). experimentos com fenômenos naturais e artificiais.
experimentando e fazendo descobertas.  Identificar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo, acima,  Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento,
 Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por abaixo, entre e do lado) e temporais (antes, durante e depois). a história dos seus familiares e da sua comunidade.
meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos.  Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as  Registrar observações, manipulações e medidas, usando múltiplas
Manipular materiais diversos e variados para comparar as características e propriedades dos objetos (sonoridade, textura, linguagens (desenho, registro por números ou escrita espontânea),
diferenças e semelhanças entre eles. massa, tamanho, posição). em diferentes suportes.
 Vivenciar diferentes ritmos, velocidades e fluxos nas  Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e  Classificar objetos e figuras, de acordo com suas semelhanças e
interações e brincadeiras (em danças, balanços etc). animais nos espaços da instituição e fora dela. diferenças.

APRENDIZAGENS ESPERADAS
Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
meses)
 Explorar objetos com formas e volumes variados, percebendo  Explorar objetos de vários formatos e tamanhos, com  Utilizar diferentes instrumentos de medição convencional e não convencional
propriedades simples como: luminosidade, consistência, intencionalidade, a partir de suas propriedades. Por para estabelecer distâncias, comprimento e massa.
textura. exemplo: empilhar objetos do menor para o maior.  Explorar relações de peso, tamanho e volume de formas bi ou tridimensionais,
 Deslocar-se livre em espaços planejados, enfrentando  Resolver problemas cotidianos, como divisão de materiais, percebendo a transformação do espaço.
obstáculos: subindo, descendo, pulando, passando por cima, desenvolvendo noções de direção, quantidade, tempo.  Brincar de vender frutas na feira, olhar lista de preços, localizar data no
por baixo.  Observar animais em livros, revistas e filmes, reproduzir os calendário. São práticas que apoiam a elaboração de conhecimentos acerca
 Acompanhar corporalmente o canto da professora alterando o sons que eles produzem e descrever seu físico (pelagem, da escrita de números.
ritmo e o timbre (alto, baixo, grave, agudo) e reproduzir forma do corpo), alimentação e habitat.  Solucionar problemas envolvendo noções geométricas, espaciais e de
parlendas ou cantigas de roda sobre quantidades.  Nomear partes do próprio corpo, comparar e entender as medidas. Comunicar quantidades e números, de forma oral e escrita.
 Brincar com materiais com possibilidades transformadoras: diferenças corporais entre meninos e meninas.  Desenhar e interpretar imagens de objetos a partir de diferentes pontos de
com água e areia, ou com terra, “melecas”, pasta de maisena,  Observar fenômenos e elementos da natureza e reconhecer vista. Observar e comentar obras que exploram formas simétricas.
que podem ser amassados ou deslocados. algumas características do clima: calor, chuva, claro-escuro,  Explicar fenômenos e elementos naturais, estabelecendo regularidades,
 Explorar alimentos, objetos e cheiros e ampliar suas quente-frio. relacionando-os à necessidade dos humanos por abrigo e cuidados básicos e

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experiências visuais, auditivas, gustativas e olfativas,
 Explorar traços e formas utilizando os materiais e
comunicando suas sensações ao/à professor/a e às outras às mudanças nos hábitos dos animais.
procedimentos do fazer plástico.
crianças.

A MEDIAÇÃO DO PROFESSOR
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
 Oferecer oportunidades para a criança investigar questões acerca do mundo e de si mesmas. A partir disso, o professor pode aprender mais sobre ela e sua forma de conhecer.
 Discutir noções de espaço, tempo, quantidade, assim como relações e de transformações de elementos, motivando um olhar crítico e criativo do mundo. A criança deve ser estimulada a fazer perguntas, construir
hipóteses e generalizações.
 Realizar a “escuta” das crianças, para ajudá-las a perceber relações entre objetos e materiais, estimulá-las a fazer novas descobertas e construir novos conhecimentos a partir dos saberes que já possuem.
 Estimular a exploração de quantidades em diferentes situações e o desenvolvimento de noções espaciais (longe, perto, em cima, embaixo, dentro, fora, para frente, para trás, para o lado, para cima, para baixo),
temporais (quer dizer no tempo físico - dia e noite, estações do ano - e cronológico - ontem, hoje, amanhã) e de noções sobre unidades de medida e grandezas. além de oferecer a oportunidade de observar e
identificar as relações sociais assim como fenômenos naturais.

5. CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS

Esse campo de experiência propõe o trabalho voltado ao desenvolvimento corporal da criança que, ao se expressar, interage com o mundo desde cedo por meio de gestos e movimentos corporais, sejam
eles dotados de intencionalidade ou de impulsos próprios da infância, bem como de espontaneidade ou coordenação de movimentos, gestos e sentidos. A criança brinca e interage em diversas situações sociais e
culturais as quais está exposta, estabelecendo relações que produzem conhecimentos sobre si e o outro e, progressivamente, tomando consciência de sua corporeidade. Na Educação Infantil, as linguagens se
entrelaçam e as diversas dimensões de aprendizagem se fundem na expressão da criança, o que torna essencial o trabalho corporal como instrumento de interação e comunicação que possibilita seu
desenvolvimento e aprendizagem.
O trabalho corporal educativo na Educação Infantil deve levar em conta a centralidade do corpo da criança, voltando-o para o conhecimento e reconhecimento de suas potencialidades, limites, sensações e
funções corporais. Dessa forma, o corpo, como veículo de expressão das diversas linguagens (a música, a dança, o teatro e as brincadeiras, dentre outras), comunica-se com outros campos de experiência, de modo
a promover possibilidades de desenvolvimento integral. Nesse processo, é fundamental considerar ainda as contribuições de todas as matrizes culturais que compõem a sociedade brasileira. Assim, jogos e
brincadeiras de origem africana, indígena e europeia, que deram origem à população brasileira, por exemplo, devem ser considerados para o planejamento das ações na Educação Infantil.
Os cuidados físicos necessários com o corpo perpassam as interações da criança com o meio, com o outro e consigo mesma, fato que torna o trabalho educativo corporal primordial ao desenvolvimento da
noção do que é seguro ou do que pode promover riscos para sua integridade física. No entanto, ressalta-se que tais cuidados devem propiciar à criança condições de expressão sem que supostas limitações tolham
seu desenvolvimento.
O trabalho pedagógico nesse campo de experiência deve propiciar explorações de movimentos que envolvam o próprio repertório da criança, ampliando-o à descoberta de variados modos de ocupação dos
espaços com o corpo, bem como de atividades que lhe possibilite expressões cognitivas e afetivas em suas relações sociais e culturais, entrelaçadas às diversas linguagens e campos de experiências trabalhados.
Para tal, o repertório deve abranger atividades que envolvam mímica, expressões faciais e gestuais; sonoridades; olhares; sentar com apoio; rastejar, engatinhar, escorregar e caminhar, apoiando-se ou livremente;
correr; alongar; escalar; saltar; dar cambalhotas; equilibrar-se e rolar. Além dessas, o repertório pode incluir também as atividades que surgirem das brincadeiras e interações propostas no trabalho educativo com
outras linguagens e campos de experiência, em que a autonomia e o protagonismo infantil devem ser levados em consideração nos objetivos pretendidos nesse campo de experiência.

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DESCRIÇÃO
Destaca experiências em que gestos, posturas e movimentos constituem uma linguagem com a qual crianças se expressam, se comunicam e aprendem sobre si e sobre o universo social e cultural.
PRINCÍPIOS NORTEADORES
Artigo 9º DCNEIs - As práticas pedagógicas devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que estão previstas nos seguintes incisos:
I - Promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos
ritmos e desejos da criança;
II - Favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical; [...]
VI - Possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar; [...]
IX - Promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura; [...]
CONCEITO
Na primeira infância, o corpo é o instrumento expressivo e comunicativo por excelência, que serve de suporte para o desenvolvimento emocional e mental, sendo essencial na construção de afetos e
conhecimentos.
Esse campo destaca experiências nas quais o CORPO, os GESTOS e os MOVIMENTOS constituem linguagens das quais as crianças, desde cedo, fazem uso, e que as orientam em relação ao mundo. O referido
campo destaca experiências ricas e diversificadas, em que gestos, mímicas, posturas e movimentos expressivos constituem uma linguagem vital com a qual as crianças percebem e expressam emoções,
reconhecem sensações, interagem, brincam, ocupam espaços e neles se localizam, construindo conhecimento de si e do mundo. Destaca-se também que a capacidade de nomear, identificar e ter consciência do
próprio corpo, assim como a construção de uma autoimagem positiva, estão associadas às oportunidades oferecidas às crianças para expressão e conhecimento da cultura corporal da sociedade em que vivem.
Coloca ênfase nas experiências das crianças em situações de brincadeiras, nas quais exploram o espaço com o corpo e as diferentes formas de movimentos. A partir daí, elas constroem referenciais que as
orientam em relação a aproximar-se ou distanciar-se de determinados pontos, por exemplo. O Campo também valoriza as brincadeiras de faz de conta, nas quais as crianças podem representar o cotidiano ou o
mundo da fantasia interagindo com as narrativas literárias ou teatrais. Traz, ainda, a importância de que as crianças vivam experiências com as diferentes linguagens, como a dança e a música, ressaltando seu
valor nas diferentes culturas, ampliando as possibilidades expressivas do corpo e valorizando os enredos e movimentos criados na oportunidade de encenar situações fantasiosas ou narrativas e rituais conhecidos.

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PROCESSO PEDAGÓGICO
O (a) professor (a) escolhe práticas a serem promovidas com as crianças, referenciadas em sua formação, na proposta pedagógica da instituição e na sua observação e escuta dos interesses, desejos e
necessidades das crianças.
Com a intenção de garantir os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento desse campo de experiências, o trabalho pedagógico ganha força ao considerar a organização de situações que contemplem
experiências com brincadeiras, dança e dramatização.
Experiências com brincadeiras:
Brincar de explorar o espaço com o corpo potencializa habilidades diversas e é atividade muito apreciada pelas crianças.
Os jogos possibilitam que as crianças aprendam a explorar formas básicas de movimento (saltar, girar, cair, deslocar-se, gesticular etc.), suas dinâmicas ou qualidades (rápido, lento, forte, leve, direto, flexível etc.),
o modo como o movimento ocupa o espaço em todos os seus níveis (alto, médio, baixo), planos e formas, bem como construir referenciais que as orientem em relação a aproximar-se ou distanciar-se de
determinados pontos.
O brincar de faz de conta cria oportunidades valiosas de representação do cotidiano das crianças e também do mundo da fantasia que elas tomam contato pela leitura de histórias e outras narrativas promovidas
pelo (a) professor (a) ou pelo contato com representações teatrais.
Experiências com dança:
A dança ocorre nos festejos juninos, no carnaval, nos folguedos e reisados que marcam essas e outras ocasiões significativas de uma comunidade.
Na dança, a criança recria movimentos a partir de uma música, de um som, de uma ideia, e se sensibiliza quanto ao valor expressivo de seus gestos, na medida em que explora movimentos leves ou fortes, rápidos
ou lentos, percorrendo o espaço sozinha ou interagindo com parceiros.
As possibilidades expressivas dos seus corpos são especialmente trabalhadas se as crianças tiverem oportunidade de criar movimentos livremente ao dançar. O enredo também é importante. Dançar um ritual de
nossos antepassados, brincar de estar em um elegante baile ou em uma escola de samba, ou imitando os movimentos de determinado animal ou o jeito de andar de um personagem possibilita à criança explorar
as possibilidades expressivas do seu corpo na encenação de realidades fantasiosas.
Experiências com dramatização:
O teatro na Educação Infantil deve ser uma experiência integrada às demais experimentações vividas pelas crianças: a leitura de histórias, a brincadeira, a expressão plástica, a música, o movimento. Assistindo a
uma apresentação teatral, é possível notar a tensão corporal e o olhar maravilhado dos bebês que buscam significar o que presenciam.
A aprendizagem do fazer teatral, além de passar pelo aperfeiçoamento do brincar de faz de conta, também se beneficia da maior experiência das crianças em usufruir da “contação” de histórias que se faz
cotidianamente na unidade de Educação Infantil, em que aprendem a lidar com as palavras e imagens às quais elas remetem.
Conforme crescem, as crianças podem começar a construir, com a ajuda do(a) professor(a), roteiros para encenar histórias conhecidas, situações improvisadas ou criações coletivas, para confeccionar cenários e
figurinos, e utilizar a iluminação e a sonoplastia.
DIREITOS DE APRENDIZAGEM
CONVIVER com crianças e adultos, experimentando marcas da cultura corporal nos cuidados pessoais, na dança, música, teatro, artes circenses, escuta de histórias e brincadeiras.
BRINCAR utilizando criativamente o repertório da cultura corporal e do movimento.
EXPLORAR amplo repertório de movimentos, gestos, olhares, produção de sons e de mímicas, descobrindo modos de ocupação e de uso do espaço com o corpo.

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PARTICIPAR de atividades que envolvem práticas corporais, desenvolvendo autonomia para cuidar de si.
EXPRESSAR corporalmente emoções e representações tanto nas relações cotidianas como nas brincadeiras, dramatizações, danças, músicas e contação de histórias.
CONHECER-SE nas diversas oportunidades de interações e explorações com seu corpo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Crianças Bem Pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças Pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
meses)
 Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente
 Criar com o corpo formas diversas de expressão de sentimentos, sensações e
emoções, necessidades e desejos.  Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no
emoções, em situações do cotidiano e brincadeiras.
 Experimentar possibilidades corporais nas brincadeiras e cuidado de si, nos jogos e brincadeiras.
 Demonstrar controle e adequação do uso do corpo em jogos, contação de
interações em ambientes acolhedores e desafiantes.  Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar,
histórias, atividades artísticas e brincadeiras.
 Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e dançar) combinando movimentos e seguindo orientações.
 Criar movimentos, gestos, olhares, mímicas e sons com o corpo em jogos,
animais.  Demonstrar progressiva independência no cuidado do seu
atividades artísticas e brincadeiras.
 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, corpo.
 Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e
ampliando as possibilidades de manuseio de diferentes  Desenvolver progressivamente habilidades manuais,
aparência.
materiais e objetos. adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear,
 Coordenar habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses
 Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu entre outros.
e necessidades em situações diversas.
bem-estar.

APRENDIZAGENS ESPERADAS
Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
meses)
 Pegar, amassar, empilhar, montar, encaixar, mover, lançar  Participar de jogos de faz de conta assumindo determinadas  Brincar de esconde, de pique, de siga o mestre. Andar como robôs, zumbis e
longe, chutar objetos de diferentes formas, cores, pesos, posturas corporais, gestos e falas que delineiam papéis. de outros jeitos.
texturas, tamanhos.  Dançar com diferentes expressões faciais, posturas  Participar de jogos que envolvam orientar-se (em frente, atrás, no alto,
 Brincar com água, terra e outros elementos naturais. Brincar corporais ao som de diferentes gêneros. embaixo), em resposta a comandos da professora.
de procurar e achar objetos escondidos.  Brincar com marionetes reproduzindo falas de personagens  Teatralizar histórias, com gestos e expressões. Usar fantoches e confeccionar
 Explorar espaços, rolando, sentando, rastejando, que memorizaram ou que inventam. cenários e figurinos.
engatinhando, erguendo o tronco e a cabeça.  Manipular diferentes objetos: pegar, lançar, encaixar,  Incluir em jogos desafios motores (jogar futebol com uma bola menor) ou
 Participar com autonomia crescente dos momentos de empilhar, rasgar, amassar, folhear, pintar. conteúdo simbólico (pega vira “pega-monstro”).
cuidados pessoais, como a hora do banho, de vestir-se, de  Explorar desafios do espaço com maior autonomia e  Dançar. Imitar, criar e coordenar movimentos, explorando o espaço e as
desvestir-se. presteza. Correr, saltar, escalar. qualidades do movimento.
 Acompanhar a narrativa ou leitura de uma história fazendo  Brincar seguindo orientações como: em frente, atrás, no  Descrever, avaliar e reproduzir apresentações de dança e outras expressões
expressões e gestos para seguir a ação dos personagens. alto, em cima, embaixo, dentro, fora. da cultura corporal (circo, esportes, mímica, teatro).

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A MEDIAÇÃO DO PROFESSOR
Crianças bem pequenas (De 1 Ano e 7 meses a 3 Anos e 11
Bebês (De 0 a 1 Ano e 6 meses) Crianças pequenas (De 4 Anos a 5 Anos e 11 meses)
meses)
 Garantir propostas, organizações espaciais e de materiais que possibilitem à criança mobilizar seus movimentos para explorar o entorno e as possibilidades de seu corpo. E fazer com que elas se sintam
instigadas a isso.
 Compreender o corpo em movimento como instrumento expressivo e de construção de novos conhecimentos de si, do outro e do universo, sem interpretá-lo como manifestação de desordem ou indisciplina.
 Agir sem pressa em momentos de atenção pessoal, contando à criança o intuito da ação que está mediando (“agora vamos vestir a camiseta”), enquanto aguarda sinal de que ela está disponível para participar.
 Interpretar os gestos das crianças em sua intenção comunicativa e/ou expressiva, verbalizando para elas sua compreensão do significado desses gestos.
 Reunir crianças com diferentes competências corporais e validar os avanços motores de todas elas, respeitando suas características corporais.
 Observar as expressões do corpo das crianças nas mais diferentes manifestações culturais e brincadeiras tradicionais.

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EDUCAÇÃO INFANTIL
FAIXAS ETÁRIAS
BEBÊS (De 0 a 1 Ano e 6 meses)
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E ESPAÇO, TEMPOS, QUANTIDADES,
O EU, O OUTRO E O NÓS CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
IMAGINAÇÃO RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
 Perceber que suas ações têm efeitos  Movimentar as partes do corpo para  Explorar sons produzidos com o  Reconhecer quando é chamado por  Explorar e descobrir as propriedades
nas outras crianças e nos adultos. exprimir corporalmente emoções, próprio corpo e com objetos seu nome e reconhecer os nomes de objetos e materiais (odor, cor,
 Interagir com crianças da mesma necessidades e desejos. cotidianos. das pessoas com quem convive. sabor, temperatura).
faixa etária e adultos ao explorar  Experimentar possibilidades corporais  Traçar marcas gráficas em diferentes  Demonstrar interesse ao ouvir a  Explorar relações de causa e efeito
materiais, objetos e brinquedos. nas brincadeiras e interações em suportes, usando instrumentos leitura de poemas, apresentação de (transbordar, tingir, misturar, mover e
 Comunicar necessidades, desejos, ambientes acolhedores e desafiantes. riscantes e tintas. músicas e ao ouvir histórias lidas ou remover etc.) na interação com o
emoções, utilizando gestos, balbucios  Imitar gestos e movimentos de outras  Explorar diferentes fontes sonoras e contadas. mundo físico.
e palavras. crianças, adultos e animais. materiais para acompanhar  Comunicar-se com outras pessoas  Explorar o ambiente pela ação e
 Reconhecer seu corpo e expressar  Utilizar os movimentos de preensão, brincadeiras cantadas, canções, usando movimentos, gestos, observação, manipulando,
suas sensações em momentos de encaixe e lançamento, ampliando as músicas e melodias. balbucios, fala e outras formas de experimentando e fazendo
alimentação, higiene, brincadeira e possibilidades de manuseio de expressão. descobertas.
descanso. diferentes materiais e objetos.  Reconhecer elementos das  Manipular, experimentar, arrumar e
 Interagir com outras crianças da  Participar do cuidado do seu corpo e ilustrações de histórias, apontando- explorar o espaço por meio de
mesma faixa etária e adultos, da promoção do seu bem-estar. as, e imitar as variações de experiências de deslocamentos de si
adaptando-se ao convívio social. entonação e gestos realizados pelos e dos objetos. Manipular materiais
adultos ao ler histórias e ao cantar. diversos e variados para comparar as
 Conhecer e manipular materiais diferenças e semelhanças entre eles.
impressos e audiovisuais em  Vivenciar diferentes ritmos,
diferentes portadores. velocidades e fluxos nas interações e
brincadeiras (em danças, balanços
etc).
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
 Compartilham brinquedos e objetos  Pegam, amassam, empilham,  Reagem a sons e músicas por meio  Participam de jogos rítmicos ou de  Exploram objetos com formas e
com outros bebês e adultos e imitam montam, encaixam, movem, lançam de movimento corporal, ou batendo, nomeação em que a professora volumes variados, percebendo
seus gestos. longe, chutam objetos de diferentes chacoalhando objetos sonoros. aponta para algo, propõe a questão: propriedades simples dos materiais

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 Experimentam sabores, percebem formas, cores, pesos, texturas,  Exploram qualidades sonoras de “O que é isso?”, e o bebê responde. como: luminosidade, temperatura,
cheiros e escolhem o que querem tamanhos. objetos e instrumentos musicais.  Brincam com outros bebês, com ou consistência, textura.
comer. Identificam no ambiente  Brincam com água, terra e outros  Brincam com as possibilidades sem objetos, expressando-se,  Deslocam-se livres em espaços
texturas e sons. elementos naturais. Brincam de expressivas da própria voz. corporal e/ou verbalmente. planejados, enfrentando obstáculos
 Vestem uma bermuda ou sapato e os procurar e achar objetos escondidos.  Utilizam a seu modo tintas caseiras,  Conversam com a professora em nos trajetos: subindo, descendo,
retiram sem ajuda.  Exploram espaços, rolando, guache, aquarela na produção visual, ambiente tranquilo e lúdico. pulando, passando por cima, por
 Brincam diante do espelho, sentando, rastejando, engatinhando, ampliando possibilidades de  Repetem acalantos, cantigas, poesias baixo, rodeando, equilibrando-se.
observando os próprios gestos ou erguendo o tronco e a cabeça. exploração da cor. explorando o ritmo, as palavras e a  Acompanham corporalmente o canto
imitam outros.  Participam com autonomia crescente  Exploram materiais gráficos na sonoridade. da professora alterando o ritmo e o
 Ouvem histórias lidas ou contadas dos momentos de cuidados pessoais, criação de garatujas e outras formas  Brincam de traçar marcas gráficas em timbre (alto, baixo, grave, agudo) dos
pela professora e cantam com ela e como do banho, do vestir-se, do de expressão. cartolinas ou outro suporte, usando sons e reproduzem parlendas ou
as crianças. desvestir-se. os dedos ou pincéis. cantigas de roda que tratem de
 Acompanham a narrativa ou leitura de quantidades.
uma história fazendo expressões e  Brincam com materiais com
gestos para seguir a ação dos possibilidades transformadoras: com
personagens. água e areia, ou com terra, “melecas”,
pasta de maisena ou outros materiais
e com objetos que podem ser
amassados ou deslocados.
 Exploram alimentos, objetos e cheiros
e ampliam suas experiências visuais,
auditivas, gustativas e olfativas,
comunicando suas sensações ao/à
professor/a e às outras crianças.

CRIANÇAS BEM PEQUENAS (de 1 Ano e 7 Meses a 3 Anos e 11 Meses)


OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E ESPAÇO, TEMPOS, QUANTIDADES,
O EU, O OUTRO E O NÓS CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
IMAGINAÇÃO RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
 Demonstrar atitudes de cuidado e  Apropriar-se de gestos e movimentos  Utilizar diferentes fontes sonoras  Dialogar com crianças e adultos,  Observar, relatar e descrever
solidariedade na interação com de sua cultura no cuidado de si, nos disponíveis no ambiente em expressando seus desejos, incidentes do cotidiano e fenômenos
crianças e adultos. jogos e brincadeiras. brincadeiras cantadas, canções, necessidades, sentimentos e naturais (luz solar, vento, chuva etc.).
 Demonstrar imagem positiva de si e  Explorar formas de deslocamento no músicas e melodias. opiniões.  Utilizar conceitos básicos de tempo
confiança em sua capacidade para espaço (pular, saltar, dançar)  Utilizar materiais moldáveis (massa  Demonstrar interesse ao ouvir (agora, antes, durante, depois, ontem,
enfrentar dificuldades e desafios. combinando movimentos e seguindo de modelar, argila), explorando cores, histórias, diferenciando escrita de hoje, amanhã, lento, rápido,
 Compartilhar os objetos e os espaços orientações. texturas, planos, superfícies, formas e ilustrações, e seguindo, com a ajuda depressa, devagar).
com crianças da mesma faixa etária e  Deslocar o corpo no espaço, volumes ao criar objetos do adulto-leitor, a direção da leitura.  Classificar objetos, considerando

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adultos. orientando-se por noções como: em tridimensionais.  Relatar experiências, fatos, histórias, determinado atributo (tamanho,
 Respeitar regras básicas de convívio frente, atrás, no alto, embaixo, ao se  Criar sons com materiais, objetos e filmes e peças e criar e contar massa, cor, forma).
social nas interações e brincadeiras. envolver em brincadeiras e instrumentos musicais, para histórias oralmente, com base em  Explorar e descrever semelhanças e
 Perceber que as pessoas têm atividades. acompanhar ritmos diversos. imagens ou temas sugeridos. diferenças entre as características e
características físicas diferentes,  Demonstrar progressiva  Formular e responder questões sobre propriedades dos objetos
respeitando essas diferenças. independência no cuidado do seu fatos das histórias, identificando (sonoridade, textura, massa,
 Comunicar-se com os colegas e os corpo. cenários, personagens e fatos. tamanho, posição).
adultos, buscando compreendê-los e  Desenvolver progressivamente  Manipular textos e participar de  Identificar relações espaciais (dentro
fazendo-se compreender. habilidades manuais, adquirindo situações de escuta para ampliar seu e fora, em cima, embaixo, acima,
controle para desenhar, pintar, contato com diferentes gêneros abaixo, entre e do lado) e temporais
rasgar, folhear, entre outros. textuais. Manusear diferentes (antes, durante e depois).
portadores textuais.  Compartilhar, com outras crianças,
 Manusear diferentes instrumentos e situações de cuidado de plantas e
suportes de escrita para desenhar, animais nos espaços da instituição e
traçar letras e outros sinais gráficos. fora dela.
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
 Escolhem com os companheiros uma  Participam de jogos de faz de conta  Com diferentes materiais, exploram  Exploram ferramentas e suportes de  Exploram objetos de vários formatos
história a ser encenada, usando assumindo determinadas posturas relações de peso, tamanho e volume escrita para, a seu modo, desenhar, e tamanhos e utilizam o
justificativas e argumentos ligados a corporais, gestos e falas que na criação de formas tridimensionais. traçar letras e sinais gráficos. E conhecimento de suas propriedades
seus sentimentos. delineiam papéis.  Participam de jogos musicais e sabem identificar a escrita do nome para explorá-los com maior
 Apoiam parceiros em dificuldade, sem  Dançam com diferentes expressões exploram formas de produzir som próprio. intencionalidade: por exemplo,
discriminá-los por suas faciais e posturas corporais ao som com o corpo.  Identificam e criam sons, rimas e empilhar objetos do menor para o
características. de diferentes gêneros.  Identificam sons da natureza gestos em brincadeiras de roda e maior e vice-versa.
 Brincam de se esconder, de faz de  Brincam com marionetes (animais, chuva), da cultura (voz, outras interações sociais.  Resolvem problemas cotidianos
conta, cuidar de animais domésticos, reproduzindo falas de personagens instrumentos), ou o silêncio.  Reconhecem as histórias e (divisão de materiais, execução de
ouvir e contar histórias, observar o que memorizaram ou que inventam.  Expressam sensações conforme personagens nos livros. E adotam uma receita), desenvolvendo noções
ambiente, colecionar objetos.  Manipulam diferentes objetos: pegam, exploram objetos e materiais com procedimentos básicos de um leitor, de direção, quantidade, tempo.
 Vestem fantasias, experimentando lançam, encaixam, empilham, várias texturas. como ler a partir da capa e virar as  Observam animais em livros, revistas
ser outras pessoas e personagens de rasgam, amassam, folheam, pintam.  Cantam, sozinhas ou em grupo, páginas sucessivamente. e filmes, reproduzem os sons por eles
histórias.  Exploram desafios do espaço com partes ou frases das canções que já  Comunicam regras de jogos aos produzidos e descrevem-nos
 Torcem a favor de um grupo: um time maior autonomia e presteza. Correm, conhecem. colegas e orientam outras crianças. fisicamente (pelagem, forma do
esportivo, uma equipe musical, um saltam, escalam.  Criam formas planas e com volume  Relatam fatos acontecidos, histórias corpo), além de citar alimentação e
grupo de gincana.  Brincam seguindo orientações como: por meio da escultura e da de livros, filmes e peças. E habitat.
 Cantam, respeitando sua vez e em frente, atrás, no alto, em cima, modelagem. conversam sobre diferentes assuntos.  Nomeiam partes do próprio corpo,
ouvindo os companheiros. embaixo, dentro, fora.  Apreciam e comentam leituras de comparam e entendem as diferenças
histórias e criam narrativas oralmente, corporais entre meninos e meninas.
a partir de imagens e temas  Observam fenômenos e elementos da
sugeridos. natureza e reconhecem algumas
características do clima: calor, chuva,
claro-escuro, quente-frio.

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 Exploram traços e formas utilizando
os materiais e procedimentos do fazer
plástico.

CRIANÇAS PEQUENAS (De 4 Anos a 5 Anos e 11 Meses)


OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E ESPAÇO, TEMPOS, QUANTIDADES,
O EU, O OUTRO E O NÓS CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
IMAGINAÇÃO RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
 Demonstrar empatia pelos outros,  Criar com o corpo formas diversas de  Utilizar sons produzidos por materiais,  Expressar ideias, desejos e  Identificar e selecionar fontes de
percebendo que as pessoas têm expressão de sentimentos, objetos, e instrumentos musicais sentimentos sobre suas vivências, por informações, para responder a
diferentes sentimentos, necessidades sensações e emoções, em situações durante brincadeiras de faz de conta, meio de linguagem oral e escrita, de questões sobre a natureza, seus
e maneiras de pensar e agir. do cotidiano e brincadeiras. encenações, criações musicais ou fotos, desenhos e outras formas de fenômenos, sua conservação.
 Ampliar relações interpessoais, com  Demonstrar controle e adequação do festas. expressão.  Estabelecer relações de comparação
atitudes de participação e uso do corpo em jogos, contação de  Expressar-se livremente por meio do  Escolher e folhear livros, procurando entre objetos, a partir de suas
cooperação. Saber lidar com conflitos histórias, atividades artísticas e desenho, pintura, colagem, dobradura orientar-se por temas e ilustrações, e propriedades.
nas interações. brincadeiras. e escultura, criando produções tentando identificar palavras  Observar e descrever mudanças
 Agir de maneira independente, com  Criar movimentos, gestos, olhares, bidimensionais ou tridimensionais. conhecidas. resultantes de ações em
confiança em suas capacidades, mímicas e sons com o corpo em  Reconhecer as qualidades do som  Recontar histórias ouvidas e planejar experimentos com fenômenos
reconhecendo suas conquistas e jogos, atividades artísticas e (intensidade, duração, altura e timbre) coletivamente suas encenações. E naturais e artificiais.
limitações. brincadeiras. utilizando-as em suas produções produzir recontos escritos, com o  Relatar fatos importantes sobre seu
 Comunicar ideias e sentimentos a  Adotar hábitos de autocuidado sonoras e ao ouvir músicas e sons. professor como escriba. nascimento e desenvolvimento, a
pessoas e grupos diversos. relacionados à higiene, alimentação,  Produzir suas próprias histórias orais história dos seus familiares e da sua
 Demonstrar valorização das conforto e aparência. e escritas (escrita espontânea) em comunidade.
características de seu corpo e  Coordenar suas habilidades manuais situações com função social  Registrar observações, manipulações
respeitar as características das no atendimento adequado a seus significativa. e medidas, usando múltiplas
crianças e adultos com os quais interesses e necessidades em  Levantar hipóteses sobre gêneros linguagens (desenho, registro por
convive. situações diversas. textuais, recorrendo a estratégias de números ou escrita espontânea), em
 Manifestar interesse e respeito por observação gráfica e de leitura, e diferentes suportes.
diferentes culturas e modos de vida. sobre a linguagem escrita,  Classificar objetos e figuras, de
registrando palavras e textos por acordo com suas semelhanças e
meio da escrita espontânea. diferenças.
 Inventar brincadeiras cantadas,
poemas e canções, com rimas,
aliterações etc.
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
 Brincam no pátio, praça ou jardim, em  Brincam de esconde, de pique, de  Contam histórias com modulações de  Sabem organizar etapas de uma  Utilizam diferentes instrumentos de

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constante contato com a natureza. siga o mestre. Andam como robôs, voz, objetos sonoros e instrumentos tarefa, como uma receita culinária ou medição convencional e não
 Interagem com outras crianças em zumbis e de outros jeitos. musicais. as regras de um jogo. convencional para estabelecer
brincadeiras e atividades. Participam  Participam de jogos que envolvam  Criam formas planas e volumosas por  Expressam-se na linguagem oral, distâncias, comprimento e massa.
de jogos de regras e aprendem a orientar-se (em frente, atrás, no alto, meio da escultura/modelagem e musical, corporal, na dança, no  Exploram relações de peso, tamanho
construir estratégias de jogo. embaixo), em resposta a comandos expressam-se sobre o processo de desenho, na escrita, na dramatização e volume de formas bi ou
 Pesquisam em casa sua tradições da professora. produção. e outras. tridimensionais, percebendo a
familiares, reconhecendo elementos  Teatralizam histórias, com gestos e  Reconhecem padrões no uso de  Debatem assuntos polêmicos do transformação do espaço
de sua identidade cultural. expressões. Usam fantoches e cores em várias culturas e aplicam cotidiano, como a forma de organizar tridimensional em bidimensional.
 Arrumam a mesa para um almoço confeccionam cenários e figurinos. esse conhecimento. os brinquedos.  Brincam de vender frutas na feira,
com os amigos e mantêm a  Incluem em jogos desafios motores  Fazem dobraduras com papel,  Recontam histórias com recursos contar pontos em um jogo, olhar lista
organização de seus pertences. (jogar futebol com uma bola menor) constroem castelos de cartas, expressivos próprios, preservando de preços, localizar data no
 Estabelecem relações entre seu ou conteúdo simbólico (pega vira experimentam efeitos de luz e sombra elementos da linguagem escrita. calendário. São práticas sociais que
modo de vida e as formas de viver de “pega-monstro”). com velas e lanternas.  Expõem impressões sobre prosas ou apoiam a elaboração de
outros grupos. Exploram brincadeiras  Dançam, imitam, criam e coordenam  Pintam usando diferentes suportes poesia que ouviram e relatam aos conhecimentos acerca da escrita de
e organização social de diferentes movimentos, explorando o espaço e (papéis, panos, telas, pedaços de colegas histórias lidas por alguém da números.
culturas. as qualidades do movimento. metal ou acrílico) e materiais família.  Solucionam problemas envolvendo
 Falam de situações pessoais ou  Descrevem, avaliam e reproduzem (aquarela, guache, lápis).  Levantam hipóteses sobre o que está noções geométricas, espaciais e de
narram histórias familiares. Discutem apresentações de dança e outras  Fazem improvisações e composições escrito e como se escreve. Localizam medidas como idade, altura, datas.
situações-problemas em grupo ou expressões da cultura corporal (circo, com objetos sonoros e constroem um nome específico em uma lista de Comunicam quantidades e números,
formas de planejar um evento. esportes, mímica, teatro). instrumentos musicais com materiais palavras. de forma oral e escrita.
alternativos.  Desenham e interpretam imagens de
objetos a partir de diferentes pontos
de vista. Observam e comentam
obras que exploram formas
simétricas.
 Explicam fenômenos e elementos
naturais, estabelecendo
regularidades, relacionando-os à
necessidade dos humanos por abrigo
e cuidados básicos e às mudanças
nos hábitos dos animais.

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BEBÊS (ZERO A 1 ANO E 6 MESES)


ÁREA DE EXPERIÊNCIAS
O EU, O OUTRO E O NÓS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... NA PRÁTICA... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
O convívio entre bebês e seus pares assim como Desde pequenos os bebês têm a iniciativa de  Interagir com crianças de diferentes faixas AUTOIMAGEM E  Percepção das
com os adultos enfatiza a acolhida, o afeto e o busca por interagir com os adultos e seus pares, etárias e com adultos, percebendo que suas AUTOCONFIANÇA potencialidades;
cuidado de si e com o outro. Nos primeiros aprendendo assim sobre o mundo a sua volta. Por ações têm efeitos nas outras pessoas e  Minhas potencialidades
meses de vida, o bebê aprende a reconhecer as isso, é importante o estabelecimento de uma constituindo relações de amizade. mudam e intensificam;
pessoas e a localizar-se no ambiente, à medida relação segura e de confiança, onde o adulto  Perceber as possibilidades e os limites de seu  Eu não sabia e estou
que é atendido em suas necessidades básicas. responda de forma positiva a suas ações e corpo nas brincadeiras e nas interações das quase sabendo ou
Inicialmente, por meio de uma percepção de reações, fazendo uso de diferentes formas de quais participa. aprendi tentando;
aconchego junto aos adultos que interagem com comunicação e expressão. Os objetivos deste  Interagir com crianças de diferentes faixas  Eu observo o que meus

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O EU, O OUTRO E O NÓS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... NA PRÁTICA... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
ele, que vai se aprimorando e se estendendo campo podem ser efetivados à medida em que os etárias e com adultos ao experimentar espaços, pares podem fazer e
para outras pessoas, outros aspectos bebês: objetos e brinquedos. aprendo com eles;
(movimentos, sons, cheiros) e outros ambientes.  Percebem sua capacidade de conseguir reações  Comunicar necessidades, desejos e emoções,  O que eu sei fazer, o
O foco do trabalho do professor ganha força e específicas em suas ações; utilizando gestos, balbucios, palavras. que eu gostaria de saber
expressão à medida que organiza situações e  Compreendem que suas ações têm efeito no  Perceber seu corpo e expressar suas sensações fazer, o que eu acho
formas de estimular o desenvolvimento da outro; em momentos de alimentação, higiene, difícil fazer.
autonomia infantil em relação a relacionar-se  Descobrem novas formas de explorar e interagir brincadeira e descanso.
 Alimentação;
com os companheiros, e conhecer-se e cuidar com os objetos, brinquedos e as pessoas,  Perceber limites e regras nas relações
de si. Para tanto, algumas estratégias podem interpessoais.  Higiene pessoal;
aprendendo sobre elas e construindo CUIDADO DE SI
ser adotadas pelo professor:  Resolver conflitos nas interações e brincadeiras,  Bem-estar físico,
conhecimentos sobre o ambiente que os cerca;
com a orientação de um adulto. emocional e social.
 Valorizar as ações dos bebês, suas iniciativas,  Brincam e interagem com seus pares e adultos,
suas formas de expressão, manifestação de descobrindo diferentes formas de se expressar,  Conhecer sua história de vida, individual e  Objetos e pertences:
interesses e necessidades, acolhê-los e de se comunicar, ampliando a destreza de suas coletiva, por meio de apreciação de fotografias e meus e nossos;
construção de álbuns fotográficos. MORALIDADE E
acariciá-los por meio do contato físico positivo, habilidades corporais;  Escolhas: minhas e
 Perceber e experimentar as possibilidades do REGRAS
do acalanto;  Realizam movimentos corporais e nossas;
 Explorar atividades diferenciadas como: gradativamente vão conquistando novos próprio corpo, de movimentos e expressões.  Meus grupos.
brincadeiras envolvendo o nome dos bebês, movimentos (levantar a cabeça quando deitado,  Perceber a importância da higiene após
atividades que envolvam tinta, areia, terra, bem  A individualidade do
fotos, visualização da autoimagem no espelho, virar-se sozinho, sentar, engatinhar, arrastar,
como antes e após as refeições, desenvolvendo outro;
diálogos envolvendo fantoches, brincadeiras ficar em pé, andar com autonomia, brincar
diante do espelho, atentando-se para seus atitudes de saúde e bem-estar individual e  Meus movimentos,
com bola, jogos de imitação, nomeação dos
próprios gestos e até mesmo imitando outras coletivo. minhas escolhas,
colegas, brincadeiras de roda;
crianças).  Experimentar novos alimentos, líquidos, minhas interações;
 Criar álbuns de figuras de diversos campos
 Comunicam-se através de emoções, gestos, pastosos e sólidos, com ênfase nos sabores,  Semelhanças e
semânticos; PERCEPÇÃO DE
balbucios, palavras ou expressões faciais cheiros e cores. diferenças;
 Explorar por meio de canções e outros recursos SI E DO OUTRO
(alegria, tristeza, etc.), reconhecendo também  Perceber a necessidade de cuidar dos objetos  Relações de convívio;
atividades de reconhecimento das partes do
corpo; as emoções do outro; de uso pessoal e coletivo, assim como dos  Minha individualidade;
 Dialogar cotidianamente sobre hábitos de  Desenvolvem o equilíbrio estático: sentam, ambientes.  Os movimentos do
deitam, ajoelham, agacham e ficam de pé  Perceber o ambiente de educação coletiva como outro, as escolhas do
higiene, uma vez que muitos dependem de
com/sem apoio e o equilíbrio dinâmico: um local afetivo e protetor, que lhe transmite outro, o outro em
cuidados específicos, assim como a retirada de
rastejam, engatinham, andam com apoio, segurança e acolhimento. interação comigo.
fralda e chupeta;
levantam, agacham, alcançam, pegam, soltam,  Observar sua imagem no espelho e em COMUNICAÇÃO
 Criar brincadeiras simples como dar e receber  Eu comunico meus
sobem, descem, rolam (com e/ou elementos); diferentes fotografias. INTERPESSOAL E
objetos, lançar objetos ao chão, em cestos, desejos e necessidades;
 Manifestam movimentos corporais: acenam,  Experimentar a capacidade de fazer escolhas SOCIAL
pegar de um lugar e levar para outro;  Eu comunico o que
batem palmas, jogam beijos, fazem mímicas, (por brinquedos, alimentos, atividades).
 Observar se o bebê manifesta interesse em sinto;
etc.;  Perceber que existem diferentes formas de se
receber objetos de volta; comunicar com as demais pessoas do convívio  Eu me comunico quando
 Nos momentos de rodinhas, manifestam-se
 Proporcionar a participação em contextos preciso;

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coletivos de convívio social, brincando ao lado tanto gestual como oralmente por meio das social. SOCIABILIDADE  Nós exploramos o
de outras crianças, imitando, mostrando suas músicas que ouvem e que afetam tanto sua  Participar de atividades que envolvam histórias, espaço, o tempo e os
ações; coordenação motora global como também a brincadeiras, jogos e canções que digam recursos;
 Abordar situações em que os bebês possam audição, permitindo vivenciar músicas e as respeito às tradições culturais de sua  Nós descobrimos juntos;
perceber normas em atividades de rotina; histórias ouvidas expressando-se das mais comunidade e de outros grupos.  Nós construímos juntos.
 Planejar situações em que o bebê use o corpo variadas formas;  Participar de festejos e datas comemorativas,
na exploração dos objetos e do ambiente: por  Usam gestos com a intenção de conseguir algo, explorando a história, as tradições e os motivos
exemplo, quando segura um objeto com as apontando o que desejam, colocando a mão na pelos quais são comemorados.
mãos e leva à altura dos olhos para explorá-lo barriga para dizer que estão com fome,  Perceber as diferentes profissões existentes e
ou quando sobe em objetos volumosos ou ainda apontando para objetos e pessoas como forma sua importância para a vida em sociedade.
quando lança objetos em determinada direção; de reconhecimento;  Perceber os diferentes meios utilizados para
 Fazer abordagens da cultura local, trazendo  Sinalizam certo desconforto de suas transporte de um lugar a outro.
exemplos de brincadeiras e brinquedos que são necessidades de esfíncteres, demonstrando  Conhecer os diferentes tipos de moradia (casa,
de conhecimento dos bebês; cuidado de higiene pessoal; apartamento, entre outros).
 Possibilitar a experimentação de novos  Demonstram interesse progressivo pelo cuidado  Vivenciar ações de cuidado consigo e com os
movimentos estáticos e dinâmicos que com o próprio corpo, executando ações simples outros.
favorecerem gradativamente o conhecimento relacionadas à alimentação, higiene, brincadeira  Passear pelas imediações da instituição de
sobre o seu próprio corpo, limites e e descanso; Educação Infantil.
potencialidades;  Compartilham objetos, brinquedos, alimentos,  Ouvir histórias sobre o município e curiosidades
 Interagir em contexto de brincadeiras (como cuidados, dentre outros, com familiares e que envolvem esse contexto.
esconder e achar, imitar o adulto ou outras colegas da unidade de ensino;
crianças, roda, morto vivo...);  Identificam membros do próprio corpo;
 Promover vários momentos onde ocorra uma  Alimentam-se, vivenciando o contato com
comunicação com colegas e os adultos diferentes alimentos;
possibilitando a busca pelo contato, atenção e  Vivenciam momentos de relaxamento e
prolongamento das situações de interação; descanso;
 Promover momentos de atividades individuais e  Identificam por meio de balbucios, gestos,
em grupo, para que possam desenvolver sua ações, falas o aprendizado sobre a vida social já
identidade, expressando e explorando construídos...
sentimentos e sensações; momentos de
rodinhas, com músicas que trabalhem tanto a
coordenação motora ampla, e também a
audição e outros sentidos, permitindo vivenciar a
música e as histórias ouvidas e expressar-se
das mais variadas formas, tanto gestuais quanto
orais;

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 Planejar situações que possibilitem interação


entre crianças-crianças, crianças-adultos,

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


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EXPERIÊNCIAS
Os bebês exploram os sons Em suas explorações
produzidos pelo seu próprio corpo corporais e sonoras nas  Ter contato com a produção artística de outras crianças.
ou por meio de objetos, em diversas situações  Interagir com produções artísticas individuais e coletivas.
atividades que envolvem a música vivenciadas no cotidiano  Tatear tintas coloridas. PERCEPÇÃO,
ou a imitação da voz do adulto ao escolar, os bebês descobrem  Meu corpo e seus
 Manusear materiais diversos (papel, papelão, embalagens, objetos, dentre outros) PRODUÇÃO, CRIAÇÃO
cantar, por exemplo. Para tanto, é sons, gestos e palavras, sons;
em diferentes planos, texturas e espaços. E APRECIAÇÃO
necessário explorar as habilidades buscando dar sentidos a suas  Sons externos.
 Manusear objetos e brinquedos coloridos. SONORA E MUSICA
a serem construídas a partir da ações; experimentam um  Manusear materiais naturais de cores diferentes (legumes, terra, areia, café,
interação com o outro, ajustando ritmo regular ao tocar, cantar, dentre outros).
gestos ou posições de seu corpo, e manusear, tendo
destacar sons ou objetos que são oportunidade de ampliar e

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
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EXPERIÊNCIAS
típicos de sua cultura, como aprimorar suas habilidades e  Manusear texturas ásperas, macias, enrugadas, lisas, de diversos materiais.
também abordar atitudes a serem descobertas sobre a música e  Escutar diferentes fontes sonoras: CORPO (balbucios, vocalizações,
desenvolvidas, como divertir-se os movimentos. É importante onomatopeias e palmas); NATUREZA (sons da chuva, do vento, de animais, das  Experimentando a
com a produção de sons gerada que os bebês tenham folhas secas, pedras, dentre outros); OBJETOS COTIDIANOS E MATERIAIS O FAZER E A
grafia;
pela sua própria exploração garantidos vínculos seguros e REUTILIZÁVEIS (caixas de papelão, potes de plástico, panelas, colher de pau, APRECIAÇÃO GRÁFICA,
 Intencionalidade no
corporal e apreciar os sons estáveis; espaços madeira, garrafas, tampinhas, dentre outros). PLÁSTICA E ARTÍSTICA
uso dos objetos.
produzidos por diferentes objetos acolhedores e desafiadores,  Explorar sons produzidos com objetos do cotidiano e materiais reutilizáveis.
que exploram ou escutam. Quando disponibilizados a seu  Ouvir histórias sonorizadas.
se pensa no planejamento diário do alcance; objetos de efeito  Vivenciar sensações por meio da escuta de histórias sonorizadas.
professor para os bebês, muitas sonoro; materiais e  Imitar sonorizações vocais livremente e ao ouvir cantigas. QUALIDADES E  Fontes sonoras;
abordagens podem ser brinquedos sonoros, de  Ouvir músicas folclóricas, erudita e popular. ELEMENTOS SONOROS  Objetos sonoros.
destacadas, dentre elas: qualidade, que lhe propiciem  Expressar-se vocalizando balbucios, primeiras palavras e sons vocais diversos. E MUSICAIS
 Contextualizar diferentes oportunidades para explorar  Escutar cantigas e canções marcadas com palmas, sua pulsação rítmica – tempo
brincadeiras (cantadas, de roda, diferentes sons, fazendo uso forte da música e da palavra.
canções de ninar) que envolvam de seu corpo e de seus  Manipular objetos do cotidiano e materiais reaproveitáveis produzindo sons
a exploração do corpo; sentidos. As aprendizagens livremente.
 Possibilitar o manuseio de podem ser observadas  Escutar os sons de brinquedos e objetos que emitem sons variados.
objetos sonoros; quando os bebês:  Ouvir músicas cantadas intercaladas de canto e momentos de silêncio.
 Usar suportes diferenciados com  Manuseiam objetos do  Ouvir músicas cantadas com variações da intensidade do som (forte/fraco) e
materiais riscantes apropriados ambiente natural que perceber a intensidade por meio da vibração, tateando caixas de som durante a
para o manuseio dos bebês produzam sons diversos; execução de músicas.
(lápis coloridos, giz de cera,  Participam de situações  Ouvir músicas cantadas com variações da altura do som (agudo/grave).
canetinhas grossas) com o brincando com as  Ouvir músicas usando livremente materiais de registro (tinta, giz colorido, dentre
monitoramento do adulto uma possibilidades expressivas outros).
vez que os bebês se encontram da própria voz (produção  Participar de atividades com músicas usadas como fundo para realização de
na fase oral e levam tudo à boca; de sons com boca -estalo trabalho corporal livre.
 Fazer uso de tintas naturais de língua, chiados, sopro);  Ouvir gravações de seus próprios sons corporais (balbucios, estalos de língua,
(beterraba, cenoura, couve,  Apontam para a parte do bocejos, vibrações e articulações labiais, primeiras palavras, dentre outros).
açafrão...) para produção de corpo durante uma música;  Manusear algodão, esponjas, brinquedos, dentre outros materiais, para sentir as
marcas gráficas;  Exploram objetos que diferentes texturas.
 Oportunizar a exploração emitem diferentes sons,  Experienciar livremente o contato com materiais diversos (gizão de cera; papéis
sensorial por meio de tapetes, ajustando a seus de tamanhos, cores, texturas e formatos variados; tintas variadas; materiais de
túneis, livros, painéis, dados, movimentos corporais, pintura; esponjas; entre outros).
cartazes; como bater palmas, bater  Observar imagens por meio de fotografias, pinturas e objetos.
 Apreciar e conversar sobre os pés conforme o ritmo da  Observar figuras humanas, de animais e de objetos livremente.
obras, fotografias, esculturas de música, acompanhar a  Observar figuras humanas, de animais e de objetos, atribuindo-lhes nomes.

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EXPERIÊNCIAS

artistas ou delas próprias; música batendo em um  Desenhar livremente.


 Promover a produção de gelecas objeto ou mesmo buscar  Expressar seus próprios traços usando diferentes materiais (tinta, areia, dentre
(gelatinas, gelos coloridos, sons diferentes em objetos outros).
gomas, massinha), com que lhes são familiares;  Manusear livros de diferentes tamanhos e materiais (tecido, EVA, plástico e/ou
materiais comestíveis;  Sentem prazer nas papel).
 Oferecer instrumentos que atividades que realizam;  Manusear obras de Arte (esculturas).
compõem uma bandinha musical  Manifestam desejo em  Imaginar em que um objeto poderia transformar-se.
para os bebês explorarem e permanecer pintando,  Olhar imagens dispostas em variados suportes (fotografias, pinturas e objetos).
perceberem a produção de sons; riscando, fazendo suas  Observar diversas imagens em jogos de esconde-esconde.
 Confeccionar móbiles sonoros marcas;  Imitar gestos, sons e movimentos corporais de outras crianças, adultos e animais.
com diferentes materiais;  Expressam sensações ao  Observar dramatizações de histórias, apresentações e jogos teatrais.
 Desenvolver brincadeiras tocar suportes com  Experienciar diferentes sentimentos em brincadeiras de esconder e mostrar o
cantadas fazendo uso de diferentes texturas; rosto e objetos.

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


ÁREA DE REPERTÓRIO
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EXPERIÊNCIAS
Os bebês expressam-se de formas Nas interações que estabelecem com os  Reconhecer quando é chamado por seu nome e reconhecer os ORALIDADE,  Nome próprio;
diferentes, antes de ter uma linguagem outros, os bebês atribuem significados nomes das pessoas com quem convive. INDIVIDUALIDADE E  Autor
mais estruturada. Eles são afetados na para suas experiências e desenvolvem  Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e IDENTIDADE reconhecimento do
convivência e interações que um sentimento de pertencimento a um apresentação de músicas. nome;

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estabelecem com seus grupos sociais.  Reconhecimento do


Na escola, eles observam como os grupo, desenvolvem suas habilidades de  Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, nome do outro.
adultos falam, suas expressões faciais comunicação, expressão e pensamento observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto-leitor
e corporais, percebem seus simbólico quando imersos em situações (modo de segurar o livro e de virar as páginas). ORALIDADE E  Poemas;
sentimentos, suas entonações de que provocam sua imaginação atribuindo  Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando-os, GÊNEROS DE  Cantigas rimadas;
vozes, seus gestos, apropriando-se sentido às relações e ao mundo a sua a pedido do adulto-leitor. EXPRESSÃO ORAL  Canções nos rituais.
progressivamente de gestos, sons, volta. Ao pensar nos objetivos que são  Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos
ritmos, movimentos, entonações que específicos para esta faixa etária, é adultos, ao ler histórias e ao cantar.  A história pela
vão ganhando sentido a partir dessas possível observar a progressão do  Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos,
referência rítmica e
interações. Ao professor cabe pensar desenvolvimento infantil quando os balbucios, fala e outras formas de expressão.
melódica;
seu planejamento pedagógico de forma bebês:  Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em
 Elementos das
a favorecer e ampliar as experiências  Atendem quando chamados pelo diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet
ilustrações das
dos bebês com a escuta, fala, nome; etc.).
ORALIDADE: histórias: cores,
pensamento e imaginação. Assim  Identificam o colega da turma ou adulto  Participar de situações de escuta de textos em diferentes gêneros
REFERÊNCIAS E linhas, figuras;
deve: * Enfatizar o afeto e o cuidado no pelo nome; textuais (poemas, fábulas, contos, receitas, quadrinhos, anúncios
RECONTO  A história pela
trato com os bebês, para que estes  Reconhecem sua imagem no espelho; etc.)
 Conhecer e manipular diferentes instrumentos e suportes de referência a objetos;
possam se sentir em um ambiente  Apontam para sua foto ou dos colegas
escrita para desenhar, pintar, rabiscar, desenvolvendo seu  A história pela
seguro; * Dialogar chamando o bebê que já reconhecem, balbuciando seus
aspecto sensorial-tátil. experiência cênica;
pelo nome, assim como os demais nomes;
adultos presentes na sala; * Organizar  Vivenciar diferentes formas de expressão para se comunicar  A história pelas
 Demonstram satisfação (com risos,
rodas de conversa proporcionando (sorriso, choro, beijo, balanço da cabeça negativa ou afirmativa ilustrações.
gestos, balbucios) quando seu nome é
atividades onde os bebês visualizem o pronunciado; etc.).
nome com foto; * Desenvolver  Direcionam o olhar para as outras  Observar imagens e gestos que representam ideias.
 Contador de história
brincadeiras cantadas que envolvam os crianças mencionadas em brincadeiras  Imitar sons e palavras ouvidas.
ORALIDADE E e seus recursos
nomes de todos da turma; * Preparar cantadas;  Perceber que o som produzido por seu corpo é uma maneira de
COMUNICAÇÃO expressivos;
roda de histórias em que os bebês  Demonstram interesse na exploração comunicação, iniciando a emissão de vocalizações.
EXPRESSIVA  História, repetição e
manuseiem livros de literatura dos materiais oportunizados nos  Escutar e tentar imitar as palavras que são pronunciadas.
imitação.
(adequados à faixa etária: livro de diferentes espaços e tempos de leitura;  Expressar-se livremente, utilizando vocalizações com seus pares
banho, pano e outros); *Planejar  Deslocam-se para os espaços de de diferentes idades e com os adultos.
espaços aconchegantes para “leitura” leitura quando estimulados e se  Observar as habilidades básicas necessárias à produção e
que se torne referência para os bebês sentem confortáveis nos mesmos; emissão correta de fonemas em meio às práticas comunicativas.
(canto de leitura, sala de leitura e  Participam dos momentos de leitura,  Observar situações comunicativas.  Comunicação oral e
instalação de leitura); * Fazer uso de batendo palmas, cantando e ouvindo  Vivenciar momentos de conversa com crianças da mesma idade, RECURSOS DE verbal;
recursos variados (cartazes, fantoches, músicas, histórias e poemas; de idades diferentes e com adultos. COMUNICAÇÃO  Comunicação não
imagens ilustrativas dos poemas,  Atentam-se para o adulto nos  Observar a narração de fatos. verbal.
músicas) nas rodas de leitura; *

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Desenvolver momentos literários com momentos de leitura;  Observar a oralidade como forma de manifestar desejos,
regularidade e continuidade para que  Reproduzem gestos (segurar o livro, necessidades e opiniões.
os bebês se apropriem do virar as páginas, apontar figuras,  Observar a exposição de ideias e fatos com a orientação de
comportamento leitor; * Propiciar o cantar antes ou depois dos momentos adultos e utilização de recursos, como ilustrações, objetos etc.
contato com outros contadores de literários, imitar o som de um animal ou  Ouvir histórias contadas com objetos diversos, iluminação e LINGUAGEM ESCRITA,
histórias (crianças maiores, familiares, objeto conhecidos) do leitor-adulto; sonorização. MATERIAIS,  A história impressa;
adultos da comunidade e outros  Levantam-se, nos momentos de leitura  Vivenciar conversas em grupos com crianças de diferentes faixas PORTADORES E  A histórias em áudio.
profissionais da instituição); * Promover de histórias, e tentam tocar/ pegar o etárias e com os adultos. GÊNEROS
o contato com diferentes portadores de livro;  Vivenciar diferentes brincadeiras em contextos diversos.
leitura levando os bebês a explorarem  Mostram-se atentos e observadores às  Expressar-se por meio de desenhos (grafismos).
os detalhes das ilustrações desses leituras oferecidas pelo adulto;  Perceber a diferença ao ser chamado pelo próprio nome em
portadores; * Fazer a leitura diária de  Repetem palavras, demostrando que relação ao nome dos colegas.
diferentes gêneros textuais; aprenderam nomes de objetos,  Manusear rótulos e embalagens no cotidiano.
 * Elaborar jogos de imitação pessoas, animais, ampliando seu  Vivenciar situações individuais e coletivas de leitura.
envolvendo movimento corporal nos vocabulário;  Ter contato com alguns dos suportes convencionais e incidentais  Gêneros textuais
momentos de contação de histórias;  Apontam para os elementos da história dos gêneros textuais (revista, jornal, rádio, TV, computador, diversos;
quando indagado pelo adulto-leitor; faixas, muros, paredes, janelas de veículos etc.). GÊNEROS TEXTUAIS
* Contar histórias e outros textos  Gêneros textuais do
literários com diferentes entonações  Identificam objetos do cotidiano que  Vivenciar brincadeiras de diferentes culturas. cotidiano.
e gestos (vozes, sons e recursos foram apresentados em ilustrações de  Acompanhar leituras por meio de ilustrações.
variados), despertando o interesse e livros, estabelecendo relações entre  Vivenciar o contato com diferentes tipos de livros.
a curiosidade; * Promover eles;  Manusear diferentes suportes literários com a finalidade de
diariamente momentos de  Tentam reproduzir os gestos e observar as formas, texturas, cores e ilustrações.
conversação com os bebês; * entonações em momentos de leitura  Experimentar tentativas espontâneas de representar, por meio do
Organizar brincadeiras e jogos, individual ou coletivamente; grafismo (desenho), as histórias ouvidas.
apoiando os bebês na organização  Imitam as ações do adulto nas rodas  Perceber a existência da leitura/escrita.
de seus pedidos e apontamentos, de conversas, músicas e histórias;  Ouvir e perceber o ritmo e a entonação por meio de leitura de
 Diversidade de
incentivando a oralidade, o  Estabelecem diálogos (movimentos, textos realizada pelo adulto para melhor compreensão dos ESCRITA,
instrumentos e
movimento e a expressão; * Permitir gestos, balbucios, fala) com seus sentidos. INSTRUMENTOS E
suportes na escrita;
o manuseio individual e coletivo dos pares e os adultos;  Perceber a existência de meios de comunicação entre humanos. HIPÓTESES
 Garatujas.
materiais audiovisuais para aguçar a  Utilizam expressões faciais para  Perceber que existem diferentes formas de se comunicar (fala
curiosidade e o interesse; * Visitar à interagir, conversar, cantar, dançar e oral, gestual, movimentos e expressões corporais).
biblioteca e outros espaços onde brincar, revelando seus interesses e  Ouvir canções e histórias de diferentes culturas.
estejam organizados materiais suas necessidades;  Ouvir a recitação de parlendas, adivinhas, canções, poemas e
audiovisuais (livro, revistas, cartaz,  Exploram os espaços oportunizados trava-línguas.
CD, rádio, tablete); * Fazer pelo adulto com interesse;  Expressar-se por meio de desenhos (grafismos).
apresentações em que os bebês  Manipulam com curiosidade os  Manusear diferentes materiais para a realização de pinturas ORALIDADE E  Histórias contadas;

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LITERATURA: ESCUTA,
RECONTO, LEITURA E  Histórias lidas.
sejam os protagonistas; * Realizar materiais audiovisuais, demonstrando (papel pardo, pisos, paredes, guache, gizão de cera, caco de LIVROS
receitas culinárias com os bebês; * preferência por algum deles; telha, carvão, giz, pincel etc.).
Promover o encontro com a família  Manifestam curiosidade nos momentos  Ter contato com letras, números e desenhos, entre outros sinais
de forma que esta leia para os bebês de escuta de textos envolvendo os gráficos.
no aconchego do lar ou na escola; * diferentes gêneros textuais;  Vivenciar diferentes posições espaciais e corporais (sentado, em
Organizar momentos para o uso  Reagem demonstrando suas emoções pé, deitado de bruços, entre outras) para desenhar.
contextualizado da escrita como (choro, medo, alegria) ao ouvir as  Realizar produções de rabiscos e garatujas.
murais, cartazes aniversariantes, variações nas entonações de voz e  Perceber que possui um nome, entendendo sua utilidade como
chamada, rotina; * Possibilitar o gestos utilizadas pelo adulto nos elemento de identificação pessoal.
manuseio de instrumentos utilizados momentos de leitura e na participação  Observar a escrita do próprio nome.
pelo professor escriba (pincéis das apresentações feitas por crianças  Observar e brincar com o alfabeto.
grossos, lápis de cor, giz de cera, de faixa etária diferente;  Desenvolver a oralidade

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
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EXPERIÊNCIAS

O desenvolvimento motor e Essas habilidades são  Explorar e descobrir as propriedades de objetos (odor, cor, textura, temperatura,  Propriedades da
afetivo dos bebês se fortalece alcançadas pelos bebês tamanho). matéria: odor, cor,
nas explorações de objetos e quando estes:  Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover sabor, gosto,
materiais que manuseiam no etc.) na interação com o mundo físico. PROPRIEDADES DOS temperatura;
 Sinalizam algumas
cotidiano, examinando seus  Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e OBJETOS, ELEMENTOS  Objetos e elementos
diferenças entre os objetos
cheiros, cor, sabor, fazendo descobertas. E SUBSTÂNCIAS do cotidiano;
por meio de balbucios e
temperatura, textura, rigidez, gestos;  Manipular e experimentar o espaço por meio de experiências de deslocamento de  Os sentidos: tato,
assim como quando participam  Mostram-se encantados com si e dos objetos. olfato, paladar, visão
de atividades que provocam as novas descobertas;  Manipular materiais diversos e variados para comparar as diferenças e e audição.
mudanças nos elementos  Chamam e mostram ao semelhanças entre eles.
(produção de gelecas,  Observar a utilização de conceitos básicos de tempo (agora, antes, durante, depois,  Instrumentos,
adulto suas novas
massinhas caseiras, bolos) e ontem, hoje, amanhã, lento, rápido, depressa, devagar). objetos, elementos e
experiências;
outros movimentos que os  Participar de atividades de contagem oral em situações diversas (canções, substâncias em
 Interagem com os diferentes
levam a ter suas primeiras histórias, brincadeiras). interação;
espaços cuidadosamente PROCESSOS DE
noções sobre a transformação planejados, permitindo  Perceber quantidades distintas em relação aos brinquedos, livros, entre outros  Misturas e interações
TRANSFORMAÇÃO E
dos elementos. Pensando em exploração livre e ampliação materiais entre materiais,
FENÔMENOS DO
promover no cotidiano escolar da percepção espacial;  Observar atividades de seriação com brinquedos de tamanhos diferentes. elementos e
MUNDO FÍSICO
o pleno desenvolvimento dos  Conseguem organizar  Manipular formas geométricas em brinquedos, objetos e livros. substâncias (areia,
bebês, o professor precisa: objetos por características  Perceber cores nos ambientes, na natureza, em brinquedos e objetos. terra, água,
 Organizar espaços próprias;  Perceber objetos e situações que comportem comparações entre os atributos alimentos, tintas
cuidadosamente planejados,  Comunicam-se fazendo grande/pequeno, cheio/vazio, dentro/fora, igual/diferente, aberto/fechado, em naturais, etc.).
permitindo a exploração livre diferenciações entre os cima/embaixo.
dos bebês, ampliando sua objetos que manuseiam;  Deslocar-se no espaço, atendendo a direcionamentos: perto/longe, para frente/para AMBIENTE: VIDA NOS  Espaços e entorno;
percepção espacial ao  Demonstram satisfação trás, do lado da cadeira, embaixo da mesa, em cima da almofada etc. ESPAÇOS E ENTORNO  Diferentes espaços.
deslocarem-se e enfrentarem quando dançam e cantam  Ouvir histórias em que haja a presença do uso do dinheiro.
obstáculos: subir, descer, alterando timbre e ritmo;  Participar de atividades lúdicas de colecionar objetos e materiais diversos.
passar por cima, pular,  Exploram com destreza  Perceber a passagem do tempo, com enfoque nas marcações dia/noite;  Materiais e objetos
SEMELHANÇAS,
procurar objetos ou pessoas brinquedos e os objetos com ontem/hoje/amanhã, envolvendo a utilização de calendário e relógio. diversos:
DIFERENÇAS E
escondidas; formas, volumes variados,  Participar de atividades lúdicas de medidas: comprimento, volume, capacidade. semelhanças e
CLASSIFICAÇÃO
 Planejar momentos em que temperatura, textura,  Participar de atividades lúdicas com massinha de modelar e água, explorando a diferenças.
os bebês possam manusear consistência; conservação de quantidade.
diferentes objetos, chamando  Manuseiam alimentos e  Perceber a existência de números.  Movimentos rítmicos;
RITMO, TEMPO E
a atenção deles para as objetos, ampliando as  Utilizar linguagem corporal para comunicar ideias matemáticas.  Reprodução de
CRESCIMENTO
propriedades desses experiências de todos os  Experimentar estratégias pessoais para resolução de situações-problema e movimentos.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
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 Deslocamento do
ESPAÇO, OBJETOS, corpo no espaço;
CORPO, SUAS  Disposição de
RELAÇÕES, PONTOS objetos no espaço;
materiais; seus sentidos (visual, olfato, estimular o raciocínio lógico. DE REFERÊNCIA E  Organização do
 Preparar espaços que paladar, tato), manifestando  Perceber a existência de números e manipular números com diversos materiais REPRESENTAÇÕES espaço;
permitam a exploração de suas sensações e reações (madeira, EVA etc.).  Circuitos no espaço.
materiais com possibilidades ao adulto;  Perceber a existência de listas, tabelas e gráficos (pictóricos e corporais).
transformadoras: água e  Brincam com materiais que  Explorar os espaços da instituição de Educação Infantil.
argila, gelecas com anilinas podem ser transformados:  Observar a existência de espaços sociais públicos e espaços privados.
comestíveis; areia, água, gelecas,  Observar, em gravuras e vídeos, realidades geográficas urbanas e rurais.
 Passear pelos diferentes macarrão ou outros que  Observar as medidas (peso, altura etc.), em diferentes objetos.
espaços da escola; podem ser amassados ou  Observar objetos e materiais utilizados em diferentes atividades no dia a dia.
 Elaborar momentos em que deslocados;  Participar de atividades de cuidados com os objetos e materiais de uso coletivo e
os bebês possam trocar ou  Interessam-se pelas músicas individual.
organizar diferentes objetos; cantadas pelo professor que  Observar a relação de causa e efeito nas propriedades dos objetos (som, odor,
 Promover o contato do bebê tratem de quantidades e mudanças de forma ou tamanho, consistência, temperatura, luzes etc.).
com objetos de diferentes objetos manipuláveis;  Ampliar o conhecimento do mundo, por meio da observação, exploração e
características;  Acompanham com os olhos interação com objetos, materiais e pessoas do seu convívio.
 Participar de momentos de os movimentos dos  Observar realização de experimentos científicos.
encontro entre os bebês e materiais;  Participar colaborativamente das atividades de higiene pessoal.
outras crianças;  Vencem obstáculos  Perceber as relações de interdependência entre os seres vivos.

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS


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Nas interações com seus Os bebês vivenciam  Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente emoções, necessidades e
pares e adultos, os bebês experiências e demonstram desejos.
aprendem a mobilizar-se e aprendizagens relativas ao  Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes
comunicar-se, corpo, gestos e movimentos acolhedores e desafiantes.
transparecendo assim suas quando:  Imitar gestos e movimentos de outras crianças, de adultos e de animais.  Gestos, movimentos,
emoções. Nas experiências  Estabelecem relações na  Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem-estar. GESTO E MOVIMENTO:
cantigas e ritos;
com seu corpo, gesto e interação com demais  Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas POTENCIALIDADES E
 Sensações e partes
movimento, eles trazem pessoas de seu grupo no possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. REPERTÓRIO
do corpo.
suas sensações e desafios cotidiano;  Conquistar a posição de levantar, percebendo os movimentos dos pés e pernas para
corporais que vão se  Localizam as partes de seu andar e das mãos e braços como apoio.
ampliando conforme imitam corpo e do outro;  Vivenciar brincadeiras da cultura infantil, de acordo com as regras estabelecidas (brincar
seus parceiros. Os espaços  Expressam satisfação nas de esconder o rosto com as mãos, jogar o objeto para que seja buscado etc.).
organizados para a experiências que  Observar as diversas expressões corporais, possibilitando a familiarização com a imagem
exploração destes tem que promovam a interação por de seu próprio corpo refletida no espelho.
ser seguros para sua meio da expressão  Perceber as partes do corpo de modo a desenvolver consciência de suas potencialidades  Expressão facial;
locomoção, expressão, corporal; (força, velocidade, resistência, agilidade, equilíbrio e flexibilidade).  Mobilidade;
movimento e exploração.  Perceber as conquistas corporais e dos colegas. GESTO, MOVIMENTO E
 Exteriorizam suas emoções  Controle e
Ao professor cabe o desafio  Interagir com outras crianças e com adultos por meio dos movimentos. INTENÇÃO
e sentimentos; intencionalidade do
de promover muitas  Percebem as sensações  Interagir, de forma individual e coletiva, em brincadeiras livres e dirigidas, jogos verbais gesto.
experiências que estimulem promovidas pelos órgãos etc.
o desenvolvimento de todos dos sentidos;  Experimentar movimentos pela participação em diferentes modalidades de dança.
os sentidos. Assim, faz-se  Observam os sons e os  Perceber sensações e ritmos por meio de movimentos corporais associados a diferentes GESTO E MOVIMENTO:  Semelhanças e
necessário: ruídos dos diversos sons. NOÇÕES E diferenças do
 Criar oportunidades que ambientes;  Perceber gestos, movimentos e ritmos corporais relacionados às necessidades, intenções APROPRIAÇÕES movimento e gesto;
lhes permitam  Reagem manifestando e ambientes, para desenvolver a independência.  Reprodução de
desenvolverem suas seus gostos e preferências;  Participar de danças folclóricas (quadrilhas, brincadeiras de roda, brinquedos cantados movimentos e gestos;
potencialidades,  Manipulam os objetos etc.).  Semelhanças e
vivenciando atitudes demonstrando progressivo  Experimentar atividades que envolvam sensações táteis e percepção das partes do diferenças de som;
relacionadas a seu corpo desenvolvimento quanto à próprio corpo.  Reprodução de sons.

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
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com diferentes estímulos; percepção visual, auditiva  Experimentar situações que evidenciem seus limites e potencialidades corporais.
 Proporcionar e motora;  Vivenciar situações que exercitem os músculos da face por meio de brincadeiras, jogos e
experiências que  Exploram as diferentes ginásticas (fazer caretas diversas; assoprar apitos, línguas de sogra, penas, chama de  Corpo e higiene;
GESTO, MOVIMENTO E
envolvem o aconchego e maneiras de utilizar o corpo vela, balão de ar; mastigação; imitar os sons produzidos pelos animais; fazer bolhas de  Corpo e segurança;
AUTOCONFIANÇA
acolhimento nas práticas como forma de alcançar e sabão; jogar beijos etc.).  Corpo e alimentação.
pedagógicas; mover objetos;  Perceber os sinais vitais (respiração, batimentos cardíacos e pulsação).
 Promover o sentido de  Percebem a ação de seu  Vivenciar diversas manifestações culturais, como brincadeiras, brincadeiras de roda,
pertença da criança ao corpo sobre os objetos e jogos, danças, festejos e canções tradicionais (pipa, cantigas de roda, pega-pega, cabra-
 Qualidades do
grupo, facilitando as demais crianças de seu cega, barra-manteiga, corda, pião, ciranda, esconde-esconde, elástico, bambolê etc.) e
manuseio: força,
interações com seus grupo; demais manifestações que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de
intensidade e
parceiros;  Exploram os espaços da outras.
MANUSEIO E destreza;
 Oferecer situações que escola rolando, sentando,  Manusear objetos com uma ou ambas as mãos, para perceber o seu aspecto físico.
COORDENAÇÃO  Qualidades dos
promovam as rastejando, engatinhando,  Manusear diferentes brinquedos de materiais alternativos.
MOTORA FINA E DE objetos e materiais:
experiências com os subindo e descendo,  Observar os papeis sociais e imitar por meio do próprio corpo nas brincadeiras de faz de
PRECISÃO leve, pesado,
diferentes gêneros puxando, pulando, conta.
musicais; erguendo o corpo e outros  Vivenciar os processos simbólicos, por meio da dramatização de histórias, músicas, entre texturas, duro ou
 Permitir a exploração dos movimentos; outros, tendo o corpo como protagonista. mole, temperaturas e
movimentos corporais  Encaixam, movem, lançam,  Vivenciar situações que envolvam a linguagem não verbal, de forma que a criança imite formas.
como forma de interação amassam, empilham, os elementos do mundo que a cerca por meio do corpo. GESTO E MOVIMENTO:  Movimento em
entre criança-criança e chutam objetos de  Movimentar, por meio do engatinhar, arrastar e rolar, em diferentes espaços, passando ESPAÇO E CONTEXTO diferentes espaços;
criança-adulto; diferentes formas, cores, sobre obstáculos, por baixo de mesas e cadeiras e outros objetos.
 Elementos do
 Identificar e valorizar o pesos, texturas, medidas;  Desenvolver o equilíbrio pela posição de sentar, andar e ficar parado, de modo a tonificar
espaço: objetos,
comportamento positivo  Gostam de brincar com sua musculatura.
curvas, rampas,
da criança; água, palha, terra, areia e  Perceber diversas formas de comunicação (gestual e verbal).
texturas,
 Organizar caixas e túneis outros elementos naturais;  Vivenciar atividades que envolvam habilidades de locomoção: arrastar e rolar.
temperaturas, etc.
que desafiem os bebês a  Demonstram progressiva  Experimentar atividades de relaxamento em diferentes contextos e situações.
entrarem e saírem autonomia nos momentos  Desenvolver a coordenação visomotora utilizando diferentes materiais e situações.
desses espaços; de cuidado pessoal;  Experimentar situações que envolvam coordenação motora global, por meio de
 Usar diferentes  Alegram-se com brincadeiras e atividades de espaços estruturados, com diferentes objetos de formas e
entonações de voz nos brincadeiras de procurar e cores variadas, bastões, cones, brinquedos etc.
momentos de leitura achar;  Manipular, em suas brincadeiras, objetos de diferentes tamanhos, formas, texturas e
literária ou dramatização  Acompanham com atenção pesos (latas, caixas de papelão, copos plásticos, bastões de madeira, bolas de meia,
de teatros; apresentações teatrais; sacos de estopa, pedaços de espuma, EVA etc.).
 Assumir personagens  Assumem personagens  Vivenciar diferentes situações motoras com objetos diversos (altos, baixos, curtos,
diferentes nas nas brincadeiras de faz de compridos, finos, grossos, largos, estreitos, cheios, vazios etc.).
dramatizações; conta e nas dramatizações;  Conhecer brincadeiras e jogos com diferentes materiais e formas de apresentação.

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
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EXPERIÊNCIAS

 Planejar circuitos que  Reproduzem gestos,  Manipular objetos e materiais de formatos e tamanhos variados para desenvolver força e
desafiem os bebês no movimentos, entonações coordenação motora.
desenvolvimento motor, de voz dos adultos nas  Interagir, com crianças de diferentes faixas etárias e com os adultos, em atividades de
em espaços contações de histórias; locomoção (rastejar, rolar, sentar, ficar em pé etc.), de variadas formas (rápido, devagar,
cuidadosamente  Brincam de roda imitando câmera lenta).
planejados e seguros; seus pares;  Participar de passeios e conversas com os bebês na instituição e/ou nas proximidades.
 Promover brincadeiras  Entram e saem de espaços  Desenvolver as habilidades locomotoras de arrastar, sentar, engatinhar, levantar e correr.

BEBÊS (ZERO A 1 ANO E 6 MESES)


OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO

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Tel.: (27) 3752-9059 / e-mail: educacao@novavenecia.es.gov.br // curriculoseme@novavenecia.es.gov.br
Prefeitura de Nova Venécia
Secretaria Municipal de Educação
O EU, O OUTRO E O NÓS
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EO01 - Perceber  Compartilhar escolhas diferentes ou semelhantes às dos
que suas ações têm outros;
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
efeitos nas outras  Perceber semelhanças e diferenças em relação aos pares;
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
crianças e nos  Vivenciar os interesses do outro ao interagir;
Os bebês, desde bem pequenos, têm iniciativas de busca habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
adultos.  Compartilhar objetos, materiais e espaço, cantar músicas
por interagir com os adultos e as crianças. As relações de um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
com movimentos;
confiança e segurança são essenciais para motivar suas BNCC. Para bebês, é possível, por exemplo, considerar
 Vivenciar negociações e acordos com outras crianças e
(EI01EO01/ES) auto iniciativas de interação para, por meio delas, explorar e objetivos específicos relacionados a brincadeiras simples
com adultos;
Relacionar-se com o aprender sobre o mundo à sua volta. Por meio de relações com professores(as), como, por exemplo, envolver-se em
 Brincar individualmente a partir de interesses próprios;
outro, percebendo de confiança nas quais os(as) professores(as) respondem jogos simples de dar e receber, lançar objetos ao chão e
 Perceber-se e se relacionar com outros indivíduos;
que suas ações têm de forma positiva às suas ações e diferentes formas de manifestar-se ao recebê-los de volta. O currículo pode
 Conhecer e reconhecer seus familiares e outras pessoas
efeitos nas outras expressão e comunicação, os bebês começam a perceber considerar objetivos específicos relacionados à participação
do convívio social;
crianças e nos que são capazes de conseguir reações específicas a partir em contextos de convívio social, como brincar ao lado de
 Perceber que pode se comunicar por meio de sorriso,
adultos. de suas ações, e que suas ações têm efeitos nas outras outras crianças, imitando ou mostrando suas ações. Ao
choro, balbucio e gestos;
pessoas. Nesse contexto, é importante que os bebês abordar as vivências dos bebês em suas conquistas em
 Oralizar em resposta a estímulos estabelecendo relações.
 Valores e atitudes possam participar de situações nas quais são valorizados relação à percepção dos efeitos de suas ações nas outras
 Demonstrar sentimento de afeição pelas pessoas com as
para a vida em em suas iniciativas, acolhidos em suas expressões e pessoas, o currículo local pode citar exemplos de situações
quais interage.
sociedade. manifestações de desejos e necessidades, bem como que fazem parte de sua rotina ou abordar atitudes a serem
 Envolver-se em situações simples de dar e receber
 Família e pessoas acolhidos e acariciados por meio do contato físico positivo. desenvolvidas nessas situações, como demonstrar
brinquedos, alimentos e demais elementos.
do convívio social. interesse em seguir algumas normas em atividades da
 Lançar objetos e manifestar-se ao recebê-los de volta.
 Comunicação oral e rotina.
 Brincar com outras crianças e adultos, imitando ou
corporal. mostrando suas ações para estabelecer relações.

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DESENVOLVIMENTO
EI01EO02 - Perceber Os bebês aprendem por meio de seu corpo e sentidos e, Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer e celebrar conquistas, percebendo
as possibilidades e os pelas suas ações de exploração, descobrem o mundo à sua específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, frustrações e outras emoções como elementos das
limites de seu corpo volta. Ao serem convidados a brincar próximos a outras habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada interações no grupo.
nas brincadeiras e crianças ou a interagir com elas ou com seus(as) um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Observar os pares e imitar o que estão fazendo.
interações das quais professores(as), descobrem diferentes formas de se BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Tentar e testar movimentos e gestos novos a partir de

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participa. expressar e se comunicar, por meio de seus movimentos, específicos relacionados às conquistas de suas habilidades sugestões ou de observações próprias, valorizando o
experimentando e ganhando destreza em suas habilidades de movimento em contexto de exploração — por exemplo, processo.
 O próprio corpo corporais. Nesse contexto, é importante garantir aos bebês segurar objetos com a mão, levando à altura dos olhos na  Exercitar as próprias descobertas motoras, cognitivas e
 Corpo: uma variedade de situações em que façam uso de busca por explorá-los. O currículo pode considerar objetivos sociais por meio da repetição de gestos, movimentos,
possibilidades e movimentos corporais diversos, de forma ativa e por meio específicos relacionados ao uso de seu corpo na expressões e interações.
limites. de sua própria iniciativa, conquistando gradativamente exploração dos objetos, como, por exemplo, subir em  Exercitar livremente movimentos e sensações a partir da
 Possibilidades novos movimentos, como, por exemplo, virar-se sozinho, objetos volumosos ou lançar objetos em determinada exploração do espaço e de diferentes materiais, com base
motoras, sensoriais levantar a cabeça quando deitado, sentar-se, mover-se direção. O currículo local pode, ainda, trazer exemplos de nas referências do educador.
e expressivas. engatinhando ou rastejando, ficar em pé com apoio até ações ou brincadeiras exploratórias que são típicas de sua  Explorar o próprio corpo na perspectiva de conhecê-lo,
 Esquema corporal. andar com autonomia ou, ainda, brincar diante do espelho, cultura, além de abordar atitudes a serem desenvolvidas sentindo os seus movimentos, ouvindo seus barulhos,
 Motricidade: observando os próprios gestos ou imitando outras crianças. nessas situações, como, por exemplo, interessar-se por conhecendo suas funções e formas de funcionamento.
equilíbrio, destreza e Cada uma dessas conquistas oportuniza aos bebês novas experimentar novos movimentos ao explorar objetos ou  Conhecer e identificar as partes do corpo.
postura corporal. formas de explorar e interagir com os objetos, crianças e brinquedos conhecidos.  Identificar e brincar com sua própria imagem no espelho.
demais pessoas à sua volta, aprendendo sobre eles.  Participar de experiências em que o(a) professor(a) realiza
movimentos com o seu corpo como por exemplo, “Serra,
serra, serrador”.
 Observar pessoas ou objetos que se movem em sua linha
de visão e gradativamente ao seu redor.
 Participar de brincadeiras que estimulem a relação com o
outro.
 Segurar e examinar objetos, explorando-os.
 Explorar objetos de diversos materiais: borracha,
madeira, metal, papel e outros, demonstrando curiosidade.
 Experimentar novos movimentos ao explorar objetos ou
brinquedos.
 Esconder e achar objetos e pessoas.
 Realizar progressivamente ações de engatinhar, andar,
levantar, sentar, carregar, rastejar e outros.
 Vivenciar brincadeiras com obstáculos que permitam
empurrar, rodopiar, balançar, escorregar, equilibrar-se,
arrastar, engatinhar, levantar, subir, descer, passar por
debaixo, por cima, saltar, rolar, virar cambalhotas,
perseguir, procurar, pegar.
 Experienciar atividades de apertar, tocar, balançar,
arremessar, empurrar, rolar, engatinhar, dançar e outros.

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 Assistir e participar de apresentações de danças, de
vários estilos e ritmos, segundo suas possibilidades.
 Brincar livremente e quando orientada realizar jogos de
comando.

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DESENVOLVIMENTO
EI01EO03 - Interagir Os bebês aprendem com todo o seu corpo e seus sentidos, Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Realizar descobertas em conjunto, recebendo ajuda e
com crianças da por meio de ações sobre os objetos e brinquedos e da específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, ajudando a partir de referências do educador.
mesma faixa etária e interação com outras crianças e adultos. Ao realizar suas habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar materiais, recursos e espaços em conjunto com
adultos ao explorar ações de exploração de forma repetitiva e cada vez mais um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da outras crianças e adultos.
espaços, materiais, intencional, começam a compreender as características dos BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Participar de explorações livres com abertura para
objetos, brinquedos. objetos com os quais interagem e a construir específicos relacionados à interação em contexto de interação dos outros e com disponibilidade de ajudar os
conhecimentos sobre o mundo à sua volta. Nesse contexto, brincadeiras — por exemplo, participar de brincadeiras outros, buscando o bem comum.
(EI01EO03/ES) é importante garantir aos bebês diversas situações de simples com os(as) professores(as), como esconder e  Conhecer e relacionar-se com as crianças e profissionais
Interagir com crianças exploração, com todo o seu corpo e sentidos, de diferentes achar; ou pode considerar objetivos específicos da instituição.
da mesma faixa etária objetos e brinquedos, engajando-os em diferentes formas relacionados ao brincar junto, como, por exemplo, imitar  Interagir com os(as) professores(as), funcionários(as) e
e adultos, adaptando- de explorar, investigar e de interagir com os demais, professores(as) ou outras crianças em situações de outras crianças estabelecendo vínculos afetivos.
se ao convívio social mostrando o que já conhecem sobre os objetos e imitando brincadeira, encadeando ações simples, como montar e  Interagir com crianças de diferentes turmas, em situações
e explorando seus colegas ou professores(as) ou, ainda, observando o derrubar uma torre de blocos ou pegar um caminhão e coletivas e pequenos grupos.
espaços, materiais, ambiente e percebendo aromas, texturas e sonoridades na imitar seu som: “vrummm”. O currículo local pode, ainda,  Explorar materiais diversos como: caixas, bolas,
objetos, brinquedos. companhia de outras crianças. trazer exemplos de brincadeiras que são típicas de sua chocalhos, chapéus, óculos, panelas, brinquedos,
cultura ou também abordar atitudes a serem desenvolvidas, instrumentos musicais e outros, em situações de interação
como interessar-se por mostrar brinquedos aos(às) social.
 Cuidados com a professores(as) e outras crianças, buscando contato.  Explorar objetos de nossa cultura tecnológica: livros, rádio,
organização do gravador, máquina de calcular, telefone outros, interagindo
ambiente. com as demais crianças.
 Profissionais e  Brincar com jogos de encaixe e construção
espaços da experimentando possibilidades de montar, desmontar ou
instituição. empilhar e derrubar.

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 Patrimônio material
e imaterial.
 Perceber por meio dos sentidos os atributos dos objetos,
 Características
brincando entre pares
físicas, propriedades
 Experienciar coletivamente objetos que estimulam a
e utilidades dos
percepção visual, tátil e sonora.
objetos.
 Vivenciar tarefas como guardar brinquedos.
 Recursos
 Participar de eventos culturais coletivos.
tecnológicos e
 Oferecer brinquedos, objetos ou pedaços de alimento a
midiáticos.
outra pessoa.
 Manifestações
 Brincar livremente nos diversos espaços e ambientes
culturais.
escolares interagindo com outras crianças e adultos.
 Possibilidades
 Visualizar imagens e escutar os nomes de meios de
motoras, sensoriais
transportes que fazem parte do seu contexto.
e expressivas.
 Meios de transporte.

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EI01EO04 -
Comunicar Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
necessidades, específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
desejos e emoções, habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
 Manifestar-se de maneira compreensível em situações
utilizando gestos, um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
vivenciadas.
balbucios, palavras. BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
 Expressar com gestos, balbucios, palavras o que sente
específicos relacionados a formas de comunicação — por
diante do vivenciado.
(EI01EO04/ES) Desde bem pequenos, os bebês são sujeitos sociais e exemplo, interessar-se por comunicar-se com seu(ua)
 Usufruir de oportunidades para comunicar-se corporal e
Expressar e buscam o contato e a interação com adultos de confiança, e professor(a) e seus colegas fazendo uso de diferentes
verbalmente.
comunicar se interessam por outras crianças. Na busca do contato formas de comunicação, buscando contato, atenção e
 Comunicar-se com seu professor(a) e colegas fazendo uso
necessidades, social, fazem uso de diferentes estratégias para chamar prolongamento das situações de interação; ou pode também
de diferentes formas de expressão, buscando contato e
sensações, desejos e atenção e realizar seus desejos e necessidades. Nesse considerar objetivos específicos relacionados às formas de
atenção durante as situações de interação.
emoções, utilizando contexto, é importante que possam vivenciar relações expressão, como, por exemplo, usar gestos com a intenção
 Comunicar desejos e necessidades utilizando,
gestos, balbucios, vinculares de confiança com professores(as) que atendam de conseguir algo, apontando o que deseja, colocando a
gradativamente, gestos e movimentos, como: estender os
palavras em suas diferentes formas de se expressar e que valorizem mão na barriga para manifestar que está com fome, ou
braços pedindo colo, apontar para o banheiro quando
momentos de suas iniciativas de comunicação e expressão, por meio de apontar pessoas e objetos como forma de mostrar
sente vontade de urinar, colocar a mão na barriga para
alimentação, higiene, uma escuta e observação atenta e com ações responsivas, reconhecimento. O currículo pode, ainda, destacar quais os
manifestar que está com fome, apontar para pessoas e
brincadeira e garantindo a confiança que precisam para seguir em suas sinais que são comuns em sua cultura, como, por exemplo,
objetos reconhecendo-os e outros.
descanso. comunicações. comunicar o desejo de colo ao estender os braços, apontar
 Sorrir e oralizar em resposta a uma estimulação feita por
o penico quando sente vontade de fazer xixi, além de
outro sujeito.
abordar atitudes a serem desenvolvidas nesses contextos,
 Comunicação  Interagir com adultos e sentir-se confiante nas situações de
como, por exemplo, sentir-se confiante nas situações de
verbal, expressão e cuidados pessoais.
comunicação e cuidados pessoais com o(a) professor(a) que
sentimentos. escuta, observa e responde aos seus interesses e
necessidades.

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EI01EO05 - Por meio de situações de interação com professores(as) Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Manifestar incômodo, satisfação, contrariedade, aceitação,

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etc. ao interagir com os outros (verbalmente ou não).
nos quais confiam, os bebês continuam suas descobertas  Manifestar sensações ao explorar e experimentar os
Reconhecer seu sobre si mesmos, percebendo-se como um ser individual, diversos materiais utilizados na higiene pessoal.
corpo e expressar com necessidades e desejos próprios. Quando apoiados e  Demonstrar satisfação ou insatisfação, curiosidade ou
suas sensações em encorajados nesse processo de desenvolvimento, receio, prazer ou aflição ao alimentar-se e ao conhecer
momentos de começam a construir uma imagem de si próprios e a gradualmente novos alimentos.
alimentação, higiene, desenvolver um sentido de si mesmos. As situações de  Reconhecer e participar de hábitos e rituais de higiene
brincadeira e cuidado, envolvendo os momentos de alimentação, higiene, pessoal ao trocar a fralda, trocar de roupa, tomar banho,
descanso. sono ou repouso são privilegiadas para apoiar os bebês nas lavar as mãos ou escovar os dentes.
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
suas descobertas sobre si e sobre as formas de expressão  Conquistar gradual autonomia para levar o alimento à
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
de suas necessidades e desejos. Nesse contexto, é boca.
(EI01EO05/ES) um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
importante que os bebês possam construir relações de  Explorar formas de se alimentar sozinho usando utensílios
Reconhecer seu BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
vínculos profundos e estáveis com os(as) professores(as) e e/ou as mãos, bem como reconhecendo características do
corpo pelas ações de específicos relacionados à expressão de suas emoções no
que estes(as) sejam responsivos, por meio de uma escuta e alimento por meio das explorações táteis, visuais, olfativas
suas explorações de cuidado de si mesmos — por exemplo, expressar
observação atenta, aos seus interesses e necessidades, e e gustativas.
forma intencional e desconforto ao necessitar ser trocado, ao estar com fome
às suas diferentes formas de expressar-se e comunicar-se.  Manifestar desconforto ao necessitar ser trocado, ao estar
gradativa aprendendo ou sono. O currículo pode considerar objetivos específicos
É importante favorecer situações em que os bebês possam com fome ou sono.
e construindo relacionados à realização de ações simples no cuidado de
fazer coisas por si, experimentando sabores, percebendo  Demonstrar satisfação ao participar de rotinas
conhecimento sobre o si mesmo, como, por exemplo, participar com pequenas
os cheiros dos alimentos e escolhendo o que querem relacionadas à sua alimentação, sono, descanso e
mundo que o cerca. ações nas situações de troca de fraldas (segurando sua
comer, participando junto com outras crianças de refeições higiene.
fralda) e de alimentação, tentando alimentar-se por si
gostosas e cheirosas, de descanso diário em ambiente  Interagir ao receber cuidados básicos ouvindo
 Próprio corpo e o mesmo. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a
aconchegante e silencioso, de momentos de banho antecipadamente, as ações realizadas.
corpo humano. serem desenvolvidas, como, por exemplo, demonstrar
refrescante e participando dos momentos de cuidado  Participar de práticas de higiene, conhecendo o próprio
 Cuidados com o prazer na participação e adaptação a rotinas relacionadas à
assumindo pequenas ações, como, por exemplo, segurar a corpo.
corpo. sua alimentação, sono, descanso e higiene.
mamadeira, segurar sua fralda, ajudar esticando os braços  Conhecer e reconhecer o material de uso pessoal.
 Hábitos alimentares, ou as pernas ao se vestir, realizar algumas ações de  Vivenciar o contato com diferentes alimentos.
de higiene e de cuidado de si mesmos e de satisfação de suas  Expressar necessidades, emoções e sentimentos que
descanso. necessidades e desejos em situações como colocar o vivencia.
 Cuidados com a casaco ao sentir frio, solicitar água ao sentir sede, buscar  Interagir com o outro ao receber aconchego nos
saúde. aconchego ao sentir sono etc., sempre com a segurança de momentos de choro e conflito.
 Expressão corporal. estar acolhido pelo(a) professor(a), que responde e valoriza  Vivenciar dinâmicas de troca de afeto como abraço,
suas iniciativas. gestos de carinho, segurar na mão e outras.
 Expressar-se em jogos e brincadeiras corporais.

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DESENVOLVIMENTO
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
Por meio das diversas oportunidades de interação positivas habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Realizar escolhas individuais, demonstrando interesses e
que os bebês têm com outras crianças e com seus(uas) um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da preferências pelo espaço e por objetos.
EI01EO06 - Interagir professores(as), que se preocupam em estabelecer BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Reconhecer objetos pessoais e do grupo revelando
com outras crianças vínculos profundos e estáveis com eles, garantindo a específicos relacionados à sua relação com pessoas atitudes de compartilhamento e preservação dos objetos e
da mesma faixa etária segurança de que necessitam para suas explorações e próximas. Por exemplo, sorrir para o(a) professor(a), pertences, bem como de manutenção do ambiente.
e adultos, adaptando- descobertas sobre o mundo que os cerca, aprendem a buscando contato, mostrar preferência em ser acolhido por  Explorar diferentes parcerias ao investigar o espaço e os
se ao convívio social. participar e colaborar em situações de convivência em pessoas conhecidas ou acalmar-se quando acolhido por objetos disponíveis, reconhecendo o conjunto dos colegas
contato com colegas, em dupla, trio, pequeno ou grande seu(ua) professor(a) de referência. O currículo pode como um grupo, buscando um bom convívio social.
grupo, valorizando e descobrindo diferentes formas de estar considerar objetivos específicos relacionados à sua relação  Participar de momentos de interação com crianças da
 Respeito à com os outros. Nesse contexto, é importante que os bebês com as outras crianças, como, por exemplo, buscar colegas mesma idade, outras idades e adultos.
individualidade e à tenham diversas oportunidades de brincadeiras e situações, com quem gosta de brincar ou comunicar-se com seus  Comunicar-se com o outro imitando gestos, palavras e
diversidade. sempre em um contexto de segurança, confiança e companheiros imitando gestos, palavras e ações. O ações.
 Normas de afetividade que garanta condições de interações positivas currículo local pode, ainda, trazer exemplos de hábitos de  Perceber ações e expressões de seus colegas.
convivência e em pares ou em grupos maiores. Também é importante que convívio específico de sua cultura, além de abordar atitudes  Experienciar momentos onde objetos e brinquedos são
combinados. sejam valorizados em suas conquistas e esforços de a serem desenvolvidas nessas situações, como, por compartilhados.
relações com seus pares, professores(as) e outros adultos exemplo, mostrar interesse pelas ações e expressões de  Vivenciar normas e combinados de convívio social.
da escola. seus colegas ou ter prazer em interagir com os  Identificar as pessoas que compõem o grupo familiar.
companheiros em situações de brincadeira, buscando
compartilhar significados comuns.

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
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Os bebês, em suas explorações corporais e sonoras,
EI01TS01 - Explorar descobrem a junção de sons, gestos e palavras, buscando Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
sons produzidos com dar sentido às suas ações. Por meio de diferentes situações específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
o próprio corpo e com nas quais podem movimentar-se, escutar e responder à habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
objetos do ambiente. música, experimentar um ritmo regular e explorar sons, tons um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Explorar e utilizar sons produzidos com objetos
e cantar, têm a oportunidade de ampliar e aprimorar suas BNCC. Para os bebês, é possível construir objetivos encontrados no ambiente.
habilidades e descobertas sobre a música e os específicos relacionados às ações e situações nas quais  Perceber e utilizar sons possíveis de serem produzidos
 Linguagem sonora. movimentos. Nesse contexto, é importante que os bebês exploram o som produzido pelo seu próprio corpo ou com com o próprio corpo.
 Percepção auditiva. tenham garantidos vínculos seguros e estáveis, espaços objetos — por exemplo, brincar com o próprio corpo em  Explorar o próprio corpo, os sons que emite e outras
 Parâmetros do som: acolhedores e desafiadores e disponibilizados ao seu atividades com músicas ou imitar a vocalização do(a) possibilidades corporais.
altura, intensidade, alcance objetos, materiais e brinquedos diversificados e de professor(a) ao cantar. O currículo pode considerar as  Experienciar sons com o corpo: bater palmas, bocejar,
duração e timbre. qualidade que lhe propiciem oportunidades para explorar as habilidades a serem construídas a partir da interação com o espirrar, bater os pés, chorar, gritar, rir, cochichar, roncar.
 Estilos musicais. diferentes formas de sons, fazendo uso de seu corpo e de outro — por exemplo, ajustar gestos ou posições de seu  Explorar possibilidades vocais, como produzir sons:
 Sons do corpo, dos todos os seus sentidos, brincando com brinquedos sonoros, corpo buscando adequar-se a outras crianças ou agudos e graves, fortes e fracos, longos e curtos.
objetos. com instrumentos de efeito sonoro e demais objetos do professores(as), acompanhando o ritmo da música. O  Perceber sons do ambiente e na manipulação de objetos.
 Melodia e ritmo. ambiente natural que produzam sons diversos. Também é currículo local pode, ainda, destacar sons ou objetos que  Explorar músicas de diferentes melodias, ritmos e estilos.
 Diversidade musical. importante que participem de situações nas quais possam são típicos de sua cultura e também abordar atitudes a  Vivenciar histórias e brincadeiras cantadas e
 Paisagem sonora: brincar com as possibilidades expressivas da própria voz e serem desenvolvidas, como divertir-se com a produção de dramatizadas.
sons naturais, explorar objetos buscando diferentes sons e ajustando seus sons gerada pela sua própria exploração corporal e apreciar
humanos, industriais movimentos corporais, como bater palma conforme o ritmo os sons produzidos por diferentes objetos que exploram ou
ou tecnológicos. da música, acompanhar a música batendo em um objeto ou escutam.
buscar sons diferentes em objetos que lhes são familiares.

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


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DESENVOLVIMENTO
Os bebês experimentam o mundo pelos seus sentidos, seu
corpo, usando movimentos simples em suas explorações.
EI01TS02 - Traçar Viver situações que favoreçam a relação entre suas
marcas gráficas, em sensações corporais ao realizar marcas em seu próprio
diferentes suportes, corpo ou mesmo em diferentes suportes contribui para a
usando instrumentos experimentação de representações de seus sentimentos e
riscantes e tintas. emoções, bem como de sua própria imagem e experiências Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Utilizar materiais para a realização da grafia.
corporais. Convidar os bebês para explorarem as tintas, específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Perceber marcas gráficas a partir da manipulação de
(EI01TS02/ES) Traçar observarem as marcas que deixam, as variações das habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada materiais plásticos, realizando registros intencionais.
marcas gráficas, em intensidades das cores, mexerem com areia e água, na um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Manusear e explorar diferentes materiais e superfícies
diferentes suportes, terra etc., são situações privilegiadas para os bebês. Nesse BNCC. Para os bebês, é possível construir objetivos desenvolvendo as sensações, com diferentes
usando instrumentos contexto, é importante que os bebês realizem suas específicos relacionados às suas ações de explorações e possibilidades percebendo as texturas.
riscantes e tintas explorações em espaços seguros e desafiadores, tendo descobertas, como experimentar diferentes instrumentos  Produzir marcas gráficas em diferentes suportes.
naturais. disponibilizados de forma acessível diferentes objetos, riscantes e tipos de tintas, em diferentes suportes, deixando  Rabiscar e pintar à sua maneira.
materiais e brinquedos que os convidem para diversas suas marcas gráficas. Também são interessantes objetivos  Explorar e reconhecer diferentes movimentos gestuais ao
 Linguagem gráfica. ações e investigações. Além disso, é importante que, em relacionados à intencionalidade de realizar marcas gráficas, produzir marcas gráficas em diferentes suportes.
 Elementos da suas atividades pessoais ou com alguns colegas, sejam como explorar e reconhecer diferentes movimentos  Explorar, observar, misturar e descobrir cores.
linguagem visual: sempre acolhidos e observados por professores(as) atentos gestuais ao tentar realizá-las em diferentes suportes. O  Manipular e explorar obras de arte, percebendo seus
texturas, cores, e responsivos às suas necessidades e interesses, bem currículo local pode, ainda, trazer exemplos de tintas ou elementos visuais como: forma, espaço, cor, textura,
superfícies, como que possam utilizar objetos para riscar, pintar e traçar instrumentos típicos de sua região – folhas, sementes, linhas, ponto e outros, por meio da mediação do(a)
volumes, linhas, marcas que participem de situações de auto iniciativa e de flores, terras de diferentes cores etc.—, além de abordar professor(a).
espaços, formas etc. escolha, envolvendo explorações de tintas e instrumentos atitudes a serem desenvolvidas relacionadas ao  Experienciar com tintas e materiais típicos da região como
 Suportes, materiais riscantes. Essas experiências são oportunidades para que aprendizado do cuidado com o próprio corpo e dos colegas folhas, sementes, flores, terras de diferentes texturas e
e instrumentos das descubram, desde muito cedo, experiências artísticas, nessas explorações. cores etc.
Artes Visuais. mesmo que rudimentares, além da possibilidade de
 Estratégias de explorar e investigar diferentes materiais, como lápis e
apreciação estética. pincéis de diferentes texturas e espessuras, brochas,
 Obras de Arte. carvão, carimbo etc.; de meios, como tintas, água, areia,
terra, argila etc.; e de variados suportes gráficos, como
jornal, papel, papelão, parede, chão, caixas, madeiras etc.

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO APRENDIZAGEM
Bebês aprendem com todo o seu corpo e com
 Explorar a produção de sons com diversos objetos em
seus sentidos. Disponibilizar diferentes materiais e
contextos de brincadeira cantada.
objetos que favoreçam a descoberta de diferentes
EI01TS03 - Explorar diferentes fontes  Experienciar diferentes fontes sonoras e utilizá-las em
sons engaja-os em suas explorações auto
sonoras e materiais para acompanhar Ao formular objetivos de aprendizagem e brincadeiras e músicas.
motivadas e na aprendizagem sobre os resultados
brincadeiras cantadas, canções, músicas desenvolvimento específicos para o currículo, é  Perceber o som de diferentes fontes sonoras presentes no
de suas ações com o corpo e com os objetos na
e melodias. desejável detalhar noções, habilidades, atitudes dia a dia: buzinas, despertador, toque do telefone, sino,
produção de sons. Nesse contexto, é importante
e/ou especificidades locais para cada um dos apito, dentre outros.
que o bebê, envolto em relações vinculares
objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Conhecer e reconhecer sons de diferentes animais por
 Linguagem musical, corporal e seguras e estáveis e em um ambiente acolhedor e
BNCC. Para os bebês, é possível construir meio de reprodução de áudios.
dramática. ao mesmo tempo desafiador, que disponibilize de
objetivos específicos relacionados às ações ao  Perceber os sons e explorar diferentes instrumentos
 Sons do corpo, dos objetos e da forma acessível brinquedos, objetos e materiais do
explorar fontes sonoras e materiais como, por convencionais ou não, acompanhando brincadeiras
natureza. mundo físico e natural, participe de situações que
exemplo, fazer sons agitando e batendo cantadas, canções, músicas e melodias.
 Ritmos. utilizem diversos materiais sonoros e palpáveis,
instrumentos ou responder a sons familiares com  Perceber sons graves, agudos, fortes e fracos, curtos e
 Músicas e danças. que lhe permitam agir de forma a produzir sons,
gestos ou ações. O currículo pode construir longos de diferentes fontes sonoras.
 Instrumentos musicais convencionais e explorar as qualidades sonoras de objetos e
objetivos relacionados à maior complexidade de  Escutar músicas de diferentes estilos e em diferentes
não convencionais. instrumentos musicais diversos, como sinos,
suas habilidades ao explorar fontes sonoras — suportes.
 Recursos tecnológicos e midiáticos que flautas, apitos, coquinhos e participar de situações
por exemplo, responder virando em direção ao  Experienciar ritmos diferentes produzindo gestos e sons.
produzem e reproduzem músicas. de brincadeiras livres ou divertir-se com canções
som quando há mais de um estímulo sonoro  Perceber vozes gravadas de pessoas conhecidas.
 Diversidade musical de várias culturas, relacionadas a narrativas, festas e outros
presente ou coordenar habilidades motoras na  Responder virando em direção ao som quando há mais de
locais, regionais e globais. acontecimentos típicos de sua cultura. Além disso,
exploração de sons. O currículo local pode, ainda, um estímulo sonoro presente.
 Parâmetros do som: altura, também é importante que participe de situações
trazer exemplos de fontes sonoras, instrumentos,  Apreciar produções audiovisuais como musicais,
intensidade, duração e timbre. que o convidem a criar sons com o próprio corpo
canções ou brincadeiras cantadas que são típicos brinquedos cantados, teatro de fantoches.
 Paisagem sonora: sons naturais, ou objetos/instrumentos ao escutar uma música,
de sua região, comunidade ou cultura local.  Escutar cantigas e músicas folclóricas da região
humanos, industriais ou tecnológicos. buscando acompanhar o seu ritmo ou apreciar
paranaense e outras regiões.
brincadeiras cantadas, participando, imitando e
 Escutar e dançar músicas de diferentes culturas.
criando gestos, explorando movimentos, fontes
 Imitar e reproduzir sonoplastias.
sonoras e materiais.

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
(EI01TS04/ES)
Utilizar materiais
(argila, massa de
modelar, papel, tinta)
com possibilidades
transformadoras, para
criar objetos.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
(EI01TS05/ES) Imitar
gestos, movimentos,
sons, palavras de
seus pares e adultos,
animais e objetos.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EF01 -
Reconhecer quando é
chamado por seu  Dizer e/ou balbuciar o nome do outro. Recorrer aos outros
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
nome e reconhecer os Os bebês, desde o nascimento, buscam estabelecer pelo nome ou sonoridade do nome.
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
nomes de pessoas contatos com os outros e, por meio dessa iniciativa, passam  Reconhecer o próprio nome e reconhecer-se na fala dos
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
com quem convive. a atribuir significado para suas experiências e desenvolvem outros. Dizer ou balbuciar o próprio nome.
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
um sentimento de pertencimento a um grupo. O nome  Perceber o nome como elemento individual (perceber que
BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
próprio tem uma carga afetiva para a criança — contribui cada um tem um nome).
 A língua falada e específicos relacionados à identificação do nome próprio
para marcar sua identidade, ao mesmo tempo em que a  Reconhecer a si mesmo e aos colegas em fotos, no
suas diversas em momentos de comunicação, como, por exemplo,
apoia a diferenciar-se das outras pessoas, de seus pares. convívio e no contato direto.
funções e usos manifestar-se quando escuta alguém chamando ou olhar
Nesse contexto, é interessante que os bebês possam viver  Participar de brincadeiras e cantigas típicas envolvendo os
sociais. e/ou apontar para o colega quando o estão chamando. O
situações em que participem de momentos de cantigas, nomes das crianças da sua convivência.
 Linguagem oral. currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem
reconhecendo seu nome e os dos colegas; reconheçam sua  Vivenciar experiência em que outras crianças ou
 Palavras e desenvolvidas, como interessar-se por reconhecer a si
foto ao chamar seu nome e o dos colegas; reconheçam professores(as) e funcionários citam seu nome.
expressões da mesmo e aos colegas em fotos, além de destacar
seus pertences pessoais quando acompanhados de sua  Reconhecer seu nome quando chamado.
língua. brincadeiras e cantigas típicas de seu território envolvendo
foto ou da foto com a escrita de seu nome.  Verbalizar, a seu modo, o próprio nome e de outras
 Escuta. os nomes das crianças.
crianças.
 Identificação
nominal.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EF02 - Os bebês gostam de jogar com a linguagem desde muito
Demonstrar interesse cedo. Conforme têm a oportunidade de se envolver em
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Participar, demonstrando entendimento, das situações em
ao ouvir a leitura de situações que façam uso de diferentes linguagens e
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, que cantigas e poemas sejam utilizados como elementos
poemas e a manifestações artísticas culturais, têm a chance de
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada organizadores e rítmicos da rotina e como marcos
apresentação de conhecer melhor a cultura na qual estão imersos. Vivências
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da simbólicos que anunciam novas ambiências e propostas.
músicas. de participação em situações de leitura de poemas ou
BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Demonstrar interesse em participar de rodas de cantigas
apresentações de música, dança e teatro convidam as
específicos relacionados às habilidades de comunicação e rimadas.
crianças a ampliarem suas possibilidades de expressão, ao
 Patrimônio cultural, expressão, como, por exemplo, participar de brincadeiras  Demonstrar interesse ao participar de situações em que
mesmo tempo em que podem aprender sobre a linguagem.
literário e musical. simples de interação respondendo a comandos por meio de poemas são recitados.
Nesse contexto, é importante que os bebês tenham a
 Escuta, observação gestos, movimentos, balbucios ou vocalizações, ou  Participar de situações de escuta de poemas e músicas.
oportunidade de escutar poemas e canções, participar de
e respeito à fala do participar de situações de escuta de poemas ou músicas  Cantar e participar articulando gestos e palavras.
brincadeiras com os(as) professores(as) envolvendo
outro. imitando o(a) professor(a) ou seus pares, além de abordar  Conhecer poemas e músicas típicas regionais.
canções associadas a gestos e movimentos, além de serem
 Linguagem, gêneros atitudes a serem desenvolvidas, como ter prazer por  Manipular diferentes suportes textuais de músicas e
convidados a repetir acalantos, cantigas de roda, poesias e
e suportes textuais. escutar músicas e poemas, solicitando os seus mais poemas.
parlendas. É importante, ainda, explorar o ritmo, a
 Sons da língua e queridos. O currículo local pode, ainda, destacar poemas e  Participar de jogos e brincadeiras de linguagem que
sonoridade e a conotação das palavras e imitar as
sonoridade das músicas típicas de seu território. explorem a sonoridade das palavras
variações de entonação e de gestos em situações de leitura
palavras. de poemas ou escuta musical.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EF03 -
Demonstrar interesse
ao ouvir histórias lidas Os bebês aprendem sobre a linguagem, a representação e
ou contadas, o pensamento simbólico quando imersos em situações que
observando provocam sua imaginação, que enriquecem suas
ilustrações e os brincadeiras de faz de conta e que os apoiam a atribuir  Vivenciar momentos de leitura de histórias, fazendo uso
movimentos de leitura sentido às relações e ao mundo à sua volta. Os contextos Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento adequado dos movimentos de leitura (modo de segurar o
do adulto-leitor (modo em que escutam histórias, lidas ou contadas, favorecem específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, livro e de virar as páginas), a partir de referências do
de segurar o portador essas aprendizagens e, quando acompanhadas de convite habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada educador.
e de virar as páginas). a interações com os livros, tendo a oportunidade de um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Vivenciar momentos de contação de histórias feito pelos
explorá-los e manuseá-los, aprendem, ainda, ações e BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos adultos, observando o manuseio do livro, a partir de
 Participar de comportamentos típicos do uso desse portador de texto. específicos relacionados à leitura — por exemplo, conhecer referências do educador.
situações de escuta Nesse contexto, é importante que os bebês participem de um conjunto de histórias ou formar um repertório de  Ouvir a história e observar seus elementos.
de poemas e situações nas quais possam escutar repetidas vezes as histórias preferidas ou, ainda, imitar comportamentos do(a)  Ampliar a capacidade de seleção de sons e
músicas. mesmas histórias lidas ou contadas pelo(a) professor(a), professor(a) ou de seus colegas ao explorar livros. O direcionamento da escuta.
 Cantar e participar apropriando-se de um repertório de histórias conhecidas. currículo pode construir objetivos relacionados ao  Perceber os diferentes sons.
articulando gestos e Além disso, os bebês são convidados a brincar com vocabulário, como ampliar o conjunto de palavras  Participar de situações que envolvam a leitura de textos,
palavras. elementos de sua narrativa, e a imitar, em suas conhecidas fazendo uso destas ao apontar ilustrações nos onde utiliza-se diferentes suportes.
 Conhecer poemas e brincadeiras livres, ações e falas dos personagens que lhes livros ou, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas,  Explorar as histórias, observando o adulto-leitor nos
músicas típicas são queridos, a partir da organização dos espaços e da como ter prazer ao escutar histórias lidas, contadas com momentos de segurar o portador e de virar as páginas.
regionais. disponibilização de brinquedos e materiais. É importante fantoches, representadas em encenações, escutadas em  Imitar comportamentos do(a) professor(a) ou de seus
 Manipular diferentes que possam, também, participar de situação individuais, em áudios etc. O currículo local pode, ainda, destacar livros colegas ao explorar livros.
suportes textuais de pares ou trios, nas quais explorem os livros e suas típicos de seu território que são adequados a essa faixa  Escutar histórias lidas, contadas com fantoches,
músicas e poemas. imagens, compartilhem com seus colegas e/ou com o(a) etária. representadas em encenações, escutadas em áudios e
 Participar de jogos e professor(a) seus interesses apontando ilustrações, outras situações.
brincadeiras de nomeando imagens que lhes chamam a atenção e
linguagem que manifestando suas emoções a partir das histórias por meio
explorem a de gestos, movimentos e balbucios.
sonoridade das
palavras.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Os bebês aprendem a se comunicar, a fazer uso da
linguagem conforme têm a oportunidade de participar de
situações em que a linguagem está presente e a interação
ajuda a dar significado para suas vivências, por meio de
 Reconhecer determinadas histórias orais em função de
situações de dar e receber. Ao serem convidados a escutar
objetos associados a elas em momentos de contação de
histórias, observando as suas ilustrações, apoiados pelo(a)
história.
professor(a) que valoriza e incentiva suas explorações, os
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar elementos das imagens e ilustrações de livros.
EI01EF04 - bebês aprendem a se comunicar, a atribuir sentido para as
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Reconhecer determinadas histórias a partir de imagens a
Reconhecer imagens representadas nos livros e sua relação com as
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada elas associadas, em livros ou não.
elementos das histórias narradas. Assim, vivem emoções e têm a
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Reconhecer determinadas histórias orais em função de
ilustrações de oportunidade de expressá-las de diferentes formas, usando
BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos seus referenciais cênicos.
histórias, apontando- o corpo, por meio de seus movimentos e gestos, fazendo
específicos relacionados à leitura, por exemplo, observar e  Reconhecer determinadas histórias orais em função de
os, a pedido do expressões faciais, balbuciando e reagindo frente às
manusear livros com imagens, apontar fotos e figuras em seus referenciais rítmicos e melódicos.
adulto-leitor. emoções despertadas. Nesse contexto, é importante que os
livros, nomear personagens ou objetos conhecidos em  Observar e manusear livros com imagens, apontando
bebês participem de situações nas quais possam escutar
ilustrações dos livros, ou, ainda, abordar atitudes a serem fotos, figuras ou objetos conhecidos em ilustrações.
repetidas vezes histórias acompanhadas por ilustrações
 Personagens e desenvolvidas, como interessar-se pelas ilustrações e  Observar e identificar personagens, elementos e cenários
lidas pelo(a) professor(a), sendo valorizados em suas
cenários. imagens dos livros buscando atribuir a elas algum nas narrativas.
diferentes formas de reagir e expressar seus sentimentos e
 Elementos das significado e expressando-se de diferentes formas ao  Interagir a estímulos do(a) professor(a), no decorrer das
curiosidades frente à narrativa escutada. Assim, apropriam-
histórias. interagir com a narrativa. O currículo local pode, ainda, contações de histórias.
se de um repertório de narrações conhecidas. É
 Vocabulário. destacar livros com imagens típicos de seu território que  Ampliar o conjunto de palavras conhecidas fazendo uso
interessante, ainda, que os bebês participem de jogos
são adequados a essa faixa etária. destas ao oralizar sobre as histórias.
rítmicos em que o(a) professor(a) os anima a imitar sons
 Conhecer e formar um repertório de histórias preferidas.
variados, ou em jogos de nomeação em que o(a)
 Conhecer livros com imagens típicas de seu território que
professor(a) aponta para algo, propõe a questão: “O que é
são adequados para a faixa etária.
isso?” e apoia o bebê a responder, e que explorem livros
com imagens contando com o olhar e observação atenta
do(a) professor(a), que pode valorizar e incentivar suas
iniciativas.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
 Vivenciar a mesma história repetidas vezes.
 Imitar espontaneamente gestos, entonações e outras
expressões durante e após a contação de histórias.
 Ao vivenciar a mesma história repetidas vezes, ter a
Os bebês aprendem sobre a linguagem em contextos oportunidade de construir sólidas e variadas referências
diversos de seu uso – verbal ou não-verbal. As variações expressivas.
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
de entonação, os gestos e os movimentos que  Interagir cinestesicamente em momentos de contação de
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
acompanham a leitura de uma história pelo(a) professor(a) histórias.
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
EI01EF05 - Imitar as auxiliam os bebês a atribuírem sentido à história, a  Ser exposto a amplo repertório expressivo gestual e oral.
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
variações de desenvolverem o gosto por escutar, bem como a ampliarem  Em situações de contação de história, reagir
BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
entonação e gestos suas formas de expressão e de interação com a narrativa, expressivamente conforme a evolução da história a partir
específicos relacionados à comunicação — por exemplo,
realizados pelos aumentando seus modos de comunicação e participação de entonações e recursos expressivos usados pelo
comunicar-se por meio da vocalização, gestos ou
adultos, ao ler nessas situações. Nesse contexto, é importante que os contador.
movimentos nas situações de leitura de história ou, em
histórias e ao cantar. bebês participem de situações nas quais possam escutar  Reproduzir sons e gestos realizados por outras crianças e
situações de brincadeiras, usar palavras acompanhadas de
repetidas vezes histórias lidas, contadas, representadas por professor(a), durante leitura de histórias ou ao cantar
gestos para comunicar-se e usar palavras aprendidas nas
fantoches, narradas por áudio, por encenações de músicas.
 Escuta, fala e histórias escutadas. O currículo pode construir objetivos
dramatização ou dança, narradas com apoio de imagens  Responder a estímulos sonoros realizados durante a
expressões da relacionados à representação, como brincar com enredos,
etc. É importante considerar que as narrações sejam contação de história ou ao cantar músicas desenvolvendo
língua. objetos ou adereços, tendo como referência histórias
acompanhadas por diferentes entonações e formas de reações como assustar-se, entristecer-se, alegra-se,
 Entonação de voz. conhecidas ou, ainda, a leitura, explorar livros buscando
expressão que dão vida aos personagens ou elementos da dentre outros.
 Linguagem oral e contar suas histórias, fazendo uso de diferentes
narrativa. Recomenda-se propiciar momentos em que os  Vocalizar em resposta aos estímulos das histórias e
gestual. entonações, gestos, expressões ou movimentos corporais.
bebês possam observar os(as) professores(as) lendo músicas.
 Vocabulário. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem
histórias acompanhadas por gestos e movimentos, sendo  Perceber os sentimentos dos personagens: tristeza,
desenvolvidas, como interessar-se por observar e imitar
convidados a repeti-los ou criá-los. Também é interessante alegria, medo, dentre outros.
entonações, gestos, movimentos ou expressões ao
que repitam acalantos, cantigas de roda, poesias e  Comunicar-se por meio da vocalização, gestos ou
participar de situações de leitura de história ou de
parlendas, explorando o ritmo, a sonoridade e a conotação movimentos nas situações de leitura de histórias e ao
explorações de livros.
das palavras, e escutem histórias, contos de repetição e cantar músicas.
poemas.  Brincar com enredos, objetos ou adereços, tendo como
referência histórias conhecidas.
 Observar e imitar entonações, gestos, movimentos ou
expressões ao participar de situações de leitura de
história, explorações de livros e ao cantar.

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APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EF06 - Os bebês aprendem a comunicar-se conforme têm a
Comunicar-se com oportunidade de vivenciar situações significativas de
 Demonstrar corporalmente suas necessidades e desejos.
outras pessoas interações, nas quais respondem a uma solicitação ou Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
 Expressar-se e comunicar-se a partir de gestos e
usando movimentos, gesto intencional de comunicação, fazendo uso de específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
movimentos.
gestos, balbucios, fala diferentes formas de expressão para além da linguagem habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
 Explorar a comunicação oral a partir dos recursos
e outras formas de verbal, como por meio da plástica, da dança, da mímica, da um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
constituídos até então.
expressão. música etc. Assim, aprendem a se comunicar nas situações BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
 Fazer-se entender utilizando recursos comunicativos que
em que são convidados a fazer uso da linguagem verbal, específicos relacionados a formas de expressão, por
já tenha construído.
 A comunicação e mas também de outras linguagens, para expressar seus exemplo, por meio de gestos, expressando "sim" ou "não"
 Comunicar-se com professor(a) e colegas realizando
suas funções desejos, ideias e necessidades. Por exemplo, por meio dos balançando a cabeça, por meio da atenção compartilhada
diferentes formas expressão e buscando-se entender.
sociais. gestos, podem mostrar a função de determinado objeto, ao ao olhar para a mesma coisa que o(a) professor(a) ou o
 Responder a estímulos sorrindo ou parando de chorar.
 Linguagem oral. mesmo tempo em que imitam o seu barulho — em um colega está olhando, ou construir objetivos específicos
 Participar de experiências de interação que envolvem
 Gestos e contexto de brincadeira, imitar o barulho da buzina de um relacionados à comunicação, como sinalizar, por meio da
jogos corporais como, por exemplo, esconder partes do
movimentos. carro ao apontá-la, dizer cocoricó ao ver a imagem da vocalização, balbucios, gestos, movimentos e expressões
corpo e ter prazer ao encontrá-las, situações de dar e
galinha etc. —, nas situações de leitura de história, olhar gráficas algo que deseja, além de fazer uso de
receber brinquedos ou outros objetos para que tenha a
para a mesma imagem que o(a) professor(a) está olhando, palavras/frases que possam comunicar uma ideia, uma
oportunidade de brincar, interagir e se comunicar.
compartilhando com ele(a) sua atenção e mostrando intenção ou uma necessidade. O currículo local pode,
 Responder com gestos e outros movimentos com a
interesse. Nesse contexto, é importante que os bebês ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, tais como
intenção de comunicar-se.
participem de situações de interação com professores(as) interessar-se por comunicar-se com professores(as) e
 Responder a perguntas simples com linguagem não
atentos(as) e responsivos(as), que atendam às suas colegas fazendo uso de diferentes formas de expressão e
verbal.
manifestações de gestos, expressões e movimentos, buscando se fazer entender e também contextualizar
 Executar gestos simples quando solicitada.
atribuindo sentido e valor à sua intencionalidade, que façam vivências dos bebês nas suas diferentes possibilidades de
 Usar palavras para designar objetos ou pessoas.
uso da linguagem verbal, acreditando e valorizando sua se expressar, destacando quais os gestos que são comuns
 Imitar sons e gestos realizados por outras pessoas.
competência comunicativa, solicitando ações individuais, em sua cultura — dar tchau balançando a mão, falar "não"
 Expressar-se com gestos comuns de sua cultura, como: "
propondo brincadeiras de interação professor(a)-bebê que mexendo o dedo indicador, brincar com o barco emitindo o
dar tchau", brincar de barco emitindo o movimento e som
envolvam jogos corporais — como, por exemplo, esconder som do impacto dele nas águas ou brincar de carro
do impacto nas águas, imitar o movimento e som do carro
partes do corpo e ter prazer ao encontrar, situações de dar imitando o seu som ao acelerar – “vrummm”.
ao acelerar, dentre outras possibilidades.
e receber —, e tenham a oportunidade de brincar e interagir
com seus colegas, buscando se fazer comunicar.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Os bebês aprendem por meio das explorações, Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
EI01EF07 - Conhecer investigações e descobertas que fazem com os objetos, específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Participar de situações de audição de contos, poemas,
e manipular materiais brinquedos e materiais do mundo físico e natural. Quando habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada parlendas, trava-línguas, histórias cantadas.
impressos e têm a oportunidade de interagir e explorar diferentes um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Participar de situações de contação de histórias a partir de
audiovisuais em materiais, impressos, audiovisuais ou, ainda, outros BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos leitura de materiais impressos, tendo oportunidade de
diferentes portadores recursos tecnológicos e midiáticos, em contextos específicos relacionados à exploração de materiais manipular e explorar os diferentes portadores.
(livro, revista, gibi, significativos, podem atribuir sentido e significado ao seu impressos. Por exemplo, explorar diferentes tipos de  Manipular livros, gibis, jornais, cartazes, revistas e outros.
jornal, cartaz, CD, uso e propósito. Nesse contexto, é importante que os bebês materiais impressos imitando ações e comportamentos  Explorar diferentes tipos de materiais impressos imitando
tablet, etc.). possam participar de situações individuais, em duplas e típicos de um leitor, como virar a página, apontar as ações e comportamentos típicos de um leitor, como virar a
pequenos grupos, em que se faça uso de diferentes imagens, usar palavras, gestos ou vocalizações na intenção página, apontar as imagens, usar palavras, gestos ou
recursos, como, por exemplo, participar de leitura e de ler em voz alta o que está escrito. O currículo pode criar vocalizar na intenção de ler em voz alta o que está escrito.
 Materiais gráficos e momentos de exploração livre de livros, poemas, parlendas, objetivos relacionados ao uso de recursos tecnológicos ou  Manipular e explorar instrumentos tecnológicos como:
tecnologias escutar música no rádio, no gravador, no computador/tablet midiáticos, como identificar o uso e a função de alguns microfone, telefone, dentre outros percebendo suas
audiovisuais. ou no celular, fazer uso de gravadores, filmadoras ou deles, por exemplo, dançando ou cantando quando o(a) funções.
 Diferentes usos e máquinas fotográficas, conversar com os(as) professor(a) pega um CD, encenando frente a uma  Identificar o uso e a função de alguns recursos
funções da língua professores(as) e colegas sobre o uso e as possibilidades filmadora ou buscando sua imagem na máquina fotográfica. tecnológicos e midiáticos, por exemplo, dançando ou
falada e escrita. de manuseio dos materiais e encontrar, nos contextos de O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem cantando quando o(a) professor(a) pega um CD,
 Gêneros e suportes suas brincadeiras, esses diferentes recursos. Assim, podem desenvolvidas, como interessar-se pela exploração de encenando frente a uma filmadora ou fazendo pose frente
de texto. fazer uso segundo suas escolhas e suas atribuições de diferentes materiais impressos e audiovisuais, solicitando a uma máquina fotográfica.
sentido e significado. sua utilização ou fazendo uso deles em suas brincadeiras.

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Tel.: (27) 3752-9059 / e-mail: educacao@novavenecia.es.gov.br // curriculoseme@novavenecia.es.gov.br
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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01EF08 - Participar Os bebês aprendem sobre a linguagem, os textos e suas Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
de situações de funções a partir das diferentes oportunidades que possuem específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Familiarizar-se com os gêneros textuais presentes no
escuta de textos em de escuta e exploração destes em situações significativas, habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada ambiente da sala, da escola, de casa, da rua e de outros
diferentes gêneros e acompanhadas de conversas e ações que favoreçam a um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da lugares que frequenta.
textuais (poemas, atribuição de sentido e significado de seu uso social. Nesse BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Vivenciar momentos de leitura, entrando em contato com
fábulas, contos, contexto, é importante que os bebês participem de específicos relacionados aos gêneros textuais, por diferentes gêneros textuais.
receitas, quadrinhos, situações nas quais possam ter contato com diferentes exemplo, divertir-se com a escuta de diferentes gêneros  Participar de situações de escuta de diferentes gêneros
anúncios etc.). textos em diferentes gêneros, de forma repetida, por meio textuais como parlendas, poemas, canções, histórias, textuais como: poemas, fábulas, contos, receitas e outros.
de escuta em pequenos grupos ou individualmente, em receitas etc., ou, ainda, divertir-se ao escutar poemas,  Perceber a variedade de suportes textuais observando e
 Gêneros textuais e diferentes possibilidades de contextos. Por exemplo, parlendas e canções brincando com tecidos, registrando manipulando: jornais, livros de receitas, revistas, dentre
sensibilidade participando de apresentações de teatro, encenação com suas preferidas por meio de fotografias, áudios, desenhos, outros.
estética literária. fantoches, escutando áudios de histórias ou de canções, modelagens etc. O currículo local pode, ainda, destacar  Escutar poemas, parlendas e canções brincando com
poemas, parlendas, fazendo uma receita de algo para quais suportes ou gêneros textuais são mais valorizados tecidos e outros materiais.
comer ou de uma tinta para misturar etc. em seu território considerando a adequação à faixa etária.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
 Explorar diversidade de gestos e movimentos para realizar
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento traçado.
Os bebês aprendem sobre a linguagem e se aproximam da
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Ser exposto a diversidade de materiais, instrumentos e
linguagem escrita a partir das diferentes oportunidades que
EI01EF09 - Conhecer habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada suportes para livre expressão e exercício motor do
possuem de escuta e exploração de diferentes instrumentos
e manipular diferentes um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da traçado.
e suportes de escrita, em situações significativas e
instrumentos e BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos  Participar de situações significativas de leitura e escrita.
acompanhadas de conversas e ações que favoreçam a
suportes de escrita. específicos relacionados aos instrumentos e suportes de  Manipular e explorar revistas, jornais, livros e outros
atribuição de sentido e significado ao seu uso social. Nesse
escrita, por exemplo, reconhecer os livros demonstrando materiais impressos.
contexto, é importante que os bebês participem de
preferência por alguns, solicitar a leitura de um poema ou a  Explorar suportes textuais de materiais diversos: plástico,
 Materiais e situações nas quais possam encontrar, em seus espaços
escuta de uma canção apontando para um cartaz ou tecido, borracha, papel, dentre outros.
tecnologias para a de brincadeira, nas paredes de sua sala, nos objetos e
imagem, ou, ainda, abordar atitudes a serem  Registrar vivências utilizando diferentes suportes de
produção da escrita. materiais que fazem parte de seu cotidiano, instrumentos e
desenvolvidas, tais como interessar-se por explorar escrita: tinta, giz de cera, carvão, dentre outros,
 Registro escrito. suportes de escrita. Por exemplo, o espaço do faz de conta
diferentes instrumentos e suportes de escrita em situações conhecendo suas funções.
 Gêneros e suportes pode ter embalagens de produto de supermercado, livros
de brincadeira ou de pequenos grupos. O currículo local  Explorar diferentes instrumentos e suportes de escrita em
de texto. variados, como livro brinquedo, livro de imagem, livros com
pode, ainda, destacar quais instrumentos ou suportes de situações de brincadeira ou pequenos grupos.
textos, CDs e recursos audiovisuais para escutar e divertir-
escrita são mais valorizados em seu território, considerando  Reconhecer os livros demonstrando preferência por
se com canções, parlendas, poemas etc.
a adequação à faixa etária. algumas histórias ou poemas ao apontar para solicitar a
leitura.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
 Vivenciar situações em que são explorados os diferentes
sentidos.
 Explorar as qualidades dos objetos, tateando suas
EI01ET01 - Explorar e Os bebês aprendem com todo o seu corpo e seus sentidos.
propriedades ao brincar e construir.
descobrir as Por meio de suas ações de explorações, aprendem sobre o
 Explorar objetos pessoais e do cotidiano observando e
propriedades de mundo à sua volta. A qualidade das vivências de Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
percebendo suas propriedades e características.
objetos e materiais explorações que os bebês têm nesse momento oferece específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
 Manipular e explorar objetos e brinquedos de materiais
(odor, cor, sabor, uma base de experiência para interpretarem o mundo. Na habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
diversos, explorando suas características físicas e suas
temperatura). sua vontade de interagir e aprender sobre os objetos e um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
possibilidades: morder, chupar, produzir sons, apertar,
materiais, usam como ferramentas aquilo que está ao seu BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
lançar, etc.
alcance: olhos, nariz, mãos, boca, ouvidos e pés. Nesse específicos relacionados à identificação de objetos como,
 Percepção dos  Explorar o espaço por meio do corpo e dos sentidos, a fim
contexto, é importante que os bebês participem de por exemplo, por meio da exploração. Além disso, também
elementos no de perceber odores, cores, sabores, temperaturas e
situações nas quais possam agir sobre os materiais é possível prever objetivos relacionados ao uso de objetos,
espaço. outras possibilidades presentes em seu ambiente.
repetidas vezes, divertindo-se, explorando, investigando, como, por exemplo, fazer uso do objeto de forma
 Órgãos dos sentidos  Explorar espaços naturais e construídos percebendo-os
testando diferentes possibilidades de uso e interação, convencional ou dando um novo significado por meio de
e sensações. com o corpo.
encontrando e resolvendo problemas; que possam explorar sua brincadeira exploratória. O currículo local pode, ainda,
 Os objetos e suas  Manusear e explorar objetos naturais e industrializados
objetos com formas e volumes variados e identificar destacar quais os alimentos são típicos de seus contextos
características, observando suas formas e características.
algumas propriedades simples dos materiais, como, por familiares e quais aqueles que a escola pode ofertar para
propriedades e  Sentir o odor de diferentes elementos.
exemplo, a luminosidade, a temperatura, a consistência e a ampliar as vivências dos bebês e também considerar as
funções.  Observar as cores de elementos presentes em seu dia a
textura; que possam também explorar temperatura e diferentes formas de contato que têm com os alimentos (por
 Odores, sabores, dia.
inclinação dos diferentes tipos de solo da unidade de exemplo, pela consistência — sólidos, pastosos, líquidos
texturas,  Experimentar diferentes sabores com o intuito de
Educação Infantil. Além disso, é importante que possam, —, pelos odores, pelos sabores).
temperaturas, cores desenvolver o paladar.
por meio da repetição com significado dessas situações,
etc.  Experienciar com diferentes temperaturas: quente/frio.
descobrir a permanência do objeto.
 Conhecer os alimentos típicos da região ampliando o
contato com os alimentos, por exemplo, pela consistência:
sólidos, pastosos, líquidos ou pelos odores e sabores.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Os bebês são extremamente motivados por explorar e
estão vivendo suas primeiras experiências de contato com
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
EI01ET02 - Explorar o meio físico e natural, de modo que todo esse mundo é
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
relações de causa e para eles uma grande novidade com muitas coisas para
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
efeito (transbordar, descobrir. A exploração dos bebês é marcada pela sua
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
tingir, misturar, mover experiência sensorial, de forma que fazem uso de todos os
BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
e remover etc.) na seus sentidos e seu corpo para descobrir sobre si mesmos
específicos relacionados à exploração simples e
interação com o e sobre os efeitos de suas ações sobre os objetos e  Encher e esvaziar recipientes.
observação de resultados, como, por exemplo, repetir
mundo físico. pessoas. Nesse contexto, é importante que os bebês  Utilizar instrumentos para mexer as misturas e
ações que percebem que geram resultados. O currículo
possam participar de situações de exploração cada vez experimentações.
pode prever objetivos específicos relacionados à percepção
mais diversas, nas quais possam fazer uso de todos os  Observar alteração de cor ao realizar misturas.
 Relação causa e da relação causa e efeito, como, por exemplo, usar ações
seus sentidos e de seu corpo e que apoiem a sua  Explorar os resultados das misturas, manuseando,
efeito. para mostrar a propriedade e as funções das coisas ou
descoberta da permanência do objeto. Dar tempo e tateando, saboreando e cheirando as experimentações.
 Fenômenos físicos: começar a usar objetos como ferramenta para resolver
valorizar as explorações dos bebês é uma forma de engajá-  Realizar misturas livremente a partir de materiais
fusão, mistura, problemas (ex.: usar uma corda para puxar o carrinho). O
los nas suas descobertas iniciais sobre o mundo físico e disponíveis.
transformação. currículo local pode, ainda, trazer exemplos de fenômenos
natural à sua volta, como, por exemplo, explorar objetos,
 Fenômenos naturais típicos de sua região, além de abordar atitudes a
empilhando, segurando, jogando, retirando e guardando na
químicos: produção, serem desenvolvidas nessas situações, como demonstrar
caixa, enchendo e esvaziando recipientes com água, areia,
mistura, interesse e curiosidade ao vivenciar situações de contato
folhas, percebendo relações simples de causa e efeito e
transformação. com fenômenos da natureza (ex.: chuva, vento, correnteza
mostrando interesse no porquê e em como as coisas
etc.).
acontecem em momentos de brincadeiras, em atividades
individuais ou em interações em pequenos grupos.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
 Estabelecer contato com plantas e animais nos ambientes
pelos quais transita e frequenta, percebendo que existem
diferentes tipos de seres vivos.
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Perceber semelhanças e diferenças entre espaços de
EI01ET03 - Explorar o Os bebês aprendem com todo o seu corpo e seus sentidos. específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, convívio.
ambiente pela ação e Por meio de suas ações de explorações, investigações e habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Observar e reconhecer os espaços da escola e da casa e
observação, observações, aprendem sobre o seu meio e as pessoas um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da o entorno, a fim de explorar outros espaços, percebendo
manipulando, que dele fazem parte. As experiências iniciais de interação BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos os elementos que compõe a paisagem.
experimentando e dos bebês com o meio ambiente, participando de situações específicos relacionados ao contato com animais, como,  Interagir em diferentes espaços que permitem, por meio
fazendo descobertas. de cuidado e preservação deste, são importantes para que por exemplo, descobrir, por meio de seus sentidos, os seres dos sentidos, a percepção dos elementos naturais: água,
aprendam a se relacionar com o ambiente de forma positiva vivos próximos do seu entorno que lhes atraem. O currículo sol, ar, solo.
 Elementos naturais: e responsável. Nesse contexto, é importante que os bebês pode considerar objetivos específicos relacionados à  Perceber a existência de diferentes tipos de seres vivos
água, sol, ar e solo. possam participar de situações nas quais consigam brincar identificação de características dos seres vivos, como, por observando animais e plantas.
 Seres vivos: na areia, brincar com água, deitar, se arrastar ou engatinhar exemplo, tamanho, cheiro, som, cores e movimentos das  Explorar ambientes naturais para que perceba pequenos
pessoas, animais e na grama e passear pelo parque no colo acolhedor do(a) pessoas e animais que fazem parte de seu cotidiano. O animais e insetos.
plantas. professor(a) que está atento(a) a todas as suas currículo local pode, ainda, trazer exemplos específicos de  Explorar ambientes naturais para que perceba diferentes
 Instrumentos para manifestações e expressões, buscando enriquecer suas seu meio ambiente ou pode também abordar atitudes a vegetações.
observação e ações, observações, explorações e investigações do meio serem desenvolvidas nessas situações, como, por exemplo,  Descobrir, por meio de seus sentidos, os seres vivos
experimentação. ambiente. apreciar e manifestar curiosidade frente aos elementos da próximos do seu entorno.
natureza, se entretendo com eles.  Conhecer as características (tamanho, cheiro, som, cores,
movimentos e etc.) dos seres vivos.
 Apreciar e manifestar curiosidade frente aos elementos da
natureza, se entretendo com eles.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
 Explorar a variedade de áreas do espaço a partir de
EI01ET04 - Manipular, elementos sensibilizadores e atrativos.
experimentar, arrumar  Construir referências de organização do espaço por meio
e explorar o espaço de rituais e rotina.
por meio de  Observar e alterar a posição dos objetos no espaço de
experiências de acordo com necessidades pessoais ou do grupo.
Os bebês aprendem sobre os elementos e relações Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
deslocamentos de si e  Explorar os espaços em que frequenta a partir de seu
espaciais em situações cotidianas, nas quais usam todo o específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
dos objetos. deslocamento.
seu corpo e seus sentidos para explorar o espaço. habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
 Explorar elementos presentes no espaço percebendo
Organizar o espaço intencionalmente de forma a um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
suas características e possibilidades.
 Espaço. proporcionar vivências ricas e diversas para as explorações BNCC. Para os bebês, é possível construir objetivos
 Brincar de deslocar elementos em um espaço como,
 Elementos do dos bebês é uma importante ação do(a) professor(a) no específicos relacionados à exploração do espaço, como,
puxar carrinhos amarrados com barbante, empurrar
espaço. apoio às suas descobertas. Nesse contexto, é importante por exemplo, acompanhar com os olhos os movimentos dos
carrinhos de boneca ou de supermercados, deslocar
 Deslocamento e que os bebês possam participar de situações nas quais materiais e usar o corpo para explorar o espaço, virando-se
materiais de um lado para outro e etc.
força. consigam brincar pelo espaço, encontrando diferentes para diferentes lados ou rastejando-se. O currículo pode
 Movimentar-se de forma a explorar os espaços da
 Organização desafios, sendo convidados a fazer uso de diferentes considerar objetivos específicos relacionados a resoluções
instituição de forma autônoma e participativa.
espacial. movimentos e a explorar novas formas de ocupar espaços de problemas espaciais, por exemplo, que envolvam
 Deslocar-se de diferentes formas: engatinhando, andando,
 Noções espaciais de já conhecidos. Organizar o espaço da sala com diferentes obstáculos vencidos passando-se por cima, ao lado ou
rolando, arrastando-se.
orientação, direção, ambientes e brincadeiras, envolvendo blocos, carrinhos, removendo-os. O currículo local pode, ainda, trazer
 Lançar objetos.
proximidade, brinquedos de empilhar etc. também é uma forma de apoiar exemplos específicos de seu espaço ou abordar atitudes a
 Acompanhar com os olhos os movimentos dos materiais e
lateralidade, exterior os bebês em novas explorações, que implicam diferentes serem desenvolvidas nessas situações, como persistir em
usar o corpo para explorar o espaço, virando-se para
e interior, lugar, formas de representação do espaço. alcançar um brinquedo desejado.
diferentes lados ou rastejando-se.
distância.  Ajudar a organizar brinquedos e outros objetos nos seus
 Estratégias para a respectivos espaços.
resolução de  Participar de situações que envolvam a resolução de
situações-problema. problemas (superar desafios, passar por obstáculos e
outras).

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Os bebês aprendem com todo o seu corpo e seus sentidos.
EI01ET05 - Manipular Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
Por meio de suas ações de explorações sobre diferentes  Explorar um mesmo objeto feito de materiais diferentes,
materiais diversos e específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
materiais, descobrem que estes possuem muitas comparando semelhanças e diferenças entre eles.
variados para habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
qualidades. Ao fazer explorações com suas mãos,  Identificar semelhanças e diferenças entre materiais e
comparar as um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
descobrem as texturas dos objetos; com sua boca, objetos de diversos tamanhos, formas e cores.
diferenças e BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
conhecem os sabores; com os ouvidos, os diferentes sons;  Conhecer e manipular materiais e objetos de diversos
semelhanças entre específicos relacionados ao uso dos sentidos em suas
com os olhos, reconhecem diferentes rostos familiares. tamanhos, formas, texturas e cores.
eles. explorações sobre diversos materiais, como, por exemplo,
Nesse contexto, é importante que os bebês possam  Manipular objetos com formas, cores, texturas, tamanhos
explorar as características dos materiais fazendo uso de
participar de situações nas quais consigam agir sobre os e espessuras diferentes.
suas mãos, pés, boca, nariz e ouvido. O currículo pode
 Diferenças e materiais, repetidas vezes, experimentando gostos,  Participar de situações em que o(a) professor(a) nomeia
considerar objetivos específicos relacionados à descoberta
semelhanças entre texturas, sabores, odores, sons e tendo a oportunidade de os atributos dos objetos destacando semelhanças e
de semelhanças e diferenças dos materiais, como brincar
os objetos realizar comparações simples entre eles. É importante diferenças.
de guardar materiais semelhantes em uma caixa. O
 Órgãos dos também que possam brincar, individualmente, em pares,  Perceber objetos com características variadas: leves,
currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem
sentidos. trios ou pequenos grupos, com objetos e materiais variados, pesados, pequenos, grandes, finos, grossos, roliços, e
desenvolvidas, como interessar-se por explorar diversos
 Os objetos, suas como os que produzem sons, refletem, ampliam, iluminam, suas possibilidades de manuseio.
materiais, descobrindo e experimentando suas
características e e que possam ser encaixados, desmontados, enchidos e  Explorar materiais com texturas variadas como: mole,
características, e trazer exemplos de materiais comuns em
propriedades. esvaziados, divertindo-se ao identificar características e macio, áspero, liso, duro, dentre outras.
seu território.
reconhecer algumas semelhanças e diferenças.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
 Explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
desenvolvendo o controle do próprio corpo.
Os bebês aprendem com todo o seu corpo e seus sentidos. habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
EI01ET06 - Vivenciar  Acompanhar movimentos e sons com o movimento de
Por meio de interações e brincadeiras envolvendo ritmos, um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
diferentes ritmos, mãos, pés e corpo.
velocidades e fluxos, desenvolvem a noção de ritmo BNCC. Para bebês, é possível construir objetivos
velocidades e fluxos  Acompanhar explorações rítmicas a partir de referências
individual e coletivo, bem como descobrem e exploram específicos relacionados à exploração de ritmos corporais,
nas interações e do educador.
movimentos e possibilidades expressivas. Nesse contexto, como, por exemplo, participar de brincadeiras que
brincadeiras (em  Experenciar diferentes ritmos a fim de favorecer o
é importante que os bebês possam participar de situações envolvam o canto e o movimento, divertindo-se com a
danças, balanços, conhecimento sobre seu próprio corpo, limites e
nas quais brinquem por meio do contato corporal com o(a) exploração de seu corpo e a percepção rítmica. O currículo
escorregadores etc.). potencialidades.
professor(a), como, por exemplo, nas brincadeiras “serra- pode considerar objetivos específicos relacionados ao
 Participar de situações em que o(a) professor(a) relaciona
serra, serrador"; brinquem envolvendo modulações de voz, desenvolvimento da noção de ritmo individual, como, por
noções de tempo a seus ritmos biológicos, para perceber
 Ritmos, velocidades melodias e percepções rítmicas; brinquem com tecidos ao exemplo, participar de brincadeiras que envolvam o canto e
a sequência temporal em sua rotina diária: alimentar-se,
e fluxos. som de músicas; divirtam-se andando ou se rastejando o movimento, buscando corresponder seus gestos aos
brincar, descansar, tomar banho.
 Noção Temporal. devagar e muito rápido; e participem de brincadeiras de versos da canção, ajustando seus movimentos ao ritmo. O
 Realizar movimentos corporais na mesma frequência dos
 Sequência roda ou danças circulares, bem como acompanhem currículo local pode, ainda, trazer exemplos específicos de
ritmos musicais.
Temporal. corporalmente o canto do(a) professor(a) alterando o ritmo brincadeiras de sua região ou pode também abordar
 Realizar brincadeiras que envolvam fluxo e velocidade,
e o timbre (alto, baixo, grave, agudo) dos sons etc. atitudes a serem desenvolvidas nessas situações, como
como exemplo: serra, serra, serrador; bambalalão; dentre
interessar-se por explorar diferentes ritmos, velocidades e
outras.
fluxos em contextos de interações e brincadeiras.

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
 Fazer uso da mobilidade conquistada, evidenciando
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
intencionalidade do gesto, para sanar necessidades
Os bebês buscam, desde cedo, contato com adultos e habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
próprias ou alcançar seus interesses.
outras crianças de forma a se comunicarem e criarem um um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
 Expressar sentimentos, como satisfação ou insatisfação,
sentido de pertencimento a um grupo. Conforme as BNCC. Para os bebês, é possível construir objetivos
ou necessidades por meio de gestos, mímicas e
experiências que vivem no contato com professores(as) e específicos relacionados ao conteúdo a ser expresso — por
EI01CG01 - expressões faciais.
pares, têm a oportunidade de aprimorar suas formas de exemplo, expressar, por meio do corpo, de seus gestos e
Movimentar as partes  Demonstrar satisfação ou insatisfação, bem-estar ou
expressão, fazendo uso de seu corpo e conseguindo movimentos, desconforto quando está com a fralda suja,
do corpo para exprimir incômodo por meio da contração ou relaxamento muscular
comunicar suas emoções, necessidades e desejos. ansiedade, medo, afeição etc. É possível, também,
corporalmente do corpo todo ou de seus membros.
Experiências positivas de comunicação são muito considerar, além do conteúdo a ser expresso, a
emoções,  Expressar sentimentos e desejos produzindo reações
importantes para que os bebês ganhem confiança e manifestação de suas expressões no contato com o(a)
necessidades e corporais como choro, sorriso, balbucio e inquietações.
aceitação nas suas formas de explorar e descobrir as professor(a) ou outras crianças — por exemplo, perceber o
desejos.  Ouvir o nome dos sentimentos que expressa.
relações e o mundo à sua volta. Nesse contexto, é desconforto do colega e oferecer acolhimento pelo toque,
 Movimentar as mãos e os pés com o intuito de observar-
importante que os bebês tenham experiências quanto ao começar a perceber que suas emoções, necessidades e
se.
 Comunicação uso do corpo, de forma que possam agir para exprimir suas desejos têm efeito nos outros, participar de situações
 Movimentar as mãos com o intuito de alcançar e segurar
corporal. emoções, necessidades e desejos por meio da interação. coletivas de danças ou outras formas da cultura corporal. O
objetos que chamem sua atenção.
 Estado de tensão, Além disso, é importante que suas relações com os(as) currículo local pode, ainda, destacar situações de
 Movimentar o corpo para alcançar objetos que estão
movimento, professores(as) garantam a construção de vínculos relevância — por exemplo, expressar sua angústia frente à
próximos ou distantes.
relaxamento profundos e estáveis. Para isso, é relevante ter despedida dos pais, seu desagrado ao pegarem seu
 Virar-se para visualizar ou alcançar objetos que lhe
corporal. professores(as) responsivos, que observam e escutam brinquedo em uma situação de exploração entre pares ou
chamam a atenção.
atentamente suas diferentes formas de se comunicar e de sua felicidade ao realizar uma atividade que gosta muito ou,
 Observar-se no espelho, explorando movimentos.
se expressar, e que compreendem que o corpo do bebê é ainda, exemplificar quais gêneros de danças ou expressões
 Reconhecer a sua imagem ao visualizar fotos.
um dos principais meios pelos quais ele se expressa e culturais corporais típicas de sua cultura as crianças
 Participar de situações coletivas de canto, dança, teatro e
significa suas vivências. apreciam nessa faixa etária — por exemplo, participar de
outras manifestando-se corporalmente.
situações coletivas de dança de frevo, brincadeira com o
 Reagir positivamente frente a estímulos sensoriais.
boi etc.

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01CG02 -  Explorar o controle do próprio corpo ao subir, descer,
Experimentar as saltar, escorregar e pendurar-se em diferentes espaços e
possibilidades Os bebês experimentam o mundo pelos seus sentidos, em diferentes brincadeiras.
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
corporais nas usando movimentos simples em suas explorações. São  Perceber diferentes texturas de objetos e temperaturas de
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
brincadeiras e muitas as conquistas dos bebês nesse momento de sua materiais por meio do manuseio e do uso de outras partes
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
interações em vida em relação à descoberta de novos movimentos de seu do corpo, observando as sensações e reações nesses
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
ambientes corpo e na relação dessas conquistas com a descoberta do momentos (prazer, nojo, aflição, etc.).
BNCC. Para os bebês, são muitos os desafios e conquistas,
acolhedores e mundo ao seu redor. Nesse contexto, é importante  Explorar diferentes elementos disponíveis no espaço,
principalmente em seu primeiro ano de vida. O currículo
desafiantes. promover situações interessantes que mobilizem a percebendo a influência deles em seus movimentos e
pode construir objetivos específicos relacionados às suas
automotivação e a curiosidade do bebê nas explorações. transpondo obstáculos e desafios que surgirem.
possibilidades corporais, como rolar, levantar o corpo ao
 Possibilidades Nessas explorações, os bebês utilizam seu corpo para se  Exploração de movimentos intencionais e não intencionais
estar deitado no chão, sentar com ou sem autonomia,
corporais. comunicar, se expressar e descobrir a si mesmos e o no espaço.
engatinhar ou se arrastar pelo espaço, ou pode também
 Orientação espacial. mundo ao seu redor, como, por exemplo, ao imitar  Explorar os espaços da instituição utilizando habilidades
construir objetivos específicos relacionados a ações mais
 Estado de tensão, movimentos de outros bebês ou professores(as) nas corporais como sentar, subir, descer, engatinhar, ficar em
coordenadas de seus movimentos e um maior domínio
movimentação e situações de jogos e brincadeiras, segurar objetos com as pé, rolar, deitar dentre outras possibilidades.
destes — por exemplo, brincar com o próprio corpo,
relaxamento mãos e os pés, passar objetos de uma mão para outra,  Pegar objetos que estão próximos.
envolver-se em brincadeiras de cobrir e descobrir o rosto ou
corporal. chutar bola, andar segurando-se nos mobiliários, arrastar-  Agarrar objetos e explorá-los.
alguma outra parte do corpo, ficar em pé com ou sem
 Movimento. se em busca de brinquedos, virar o corpo com a intenção  Transferir objetos de uma mão para outra.
autonomia, andar com cada vez mais destreza, subir
de pegar um brinquedo, pegar, amassar, empilhar, montar,  Lançar objetos acompanhando seu trajeto.
pequenos degraus e depois descer. O currículo local pode,
encaixar, mover, lançar longe, chutar objetos de diferentes  Colocar objetos em um recipiente e tirá-los.
ainda, trazer exemplos de brincadeiras que são tradicionais
formas, cores, pesos, texturas, tamanhos etc. Ainda,  Brincar com o próprio corpo agindo progressivamente com
de sua cultura e que envolvem o corpo do adulto e o corpo
brincam com água, com terra, areia, palha e outros autonomia para ficar em pé, andar com crescente
da criança como brinquedos e também considerar as
elementos naturais, brincam de procurar e achar objetos destreza, subir pequenos degraus e depois descer.
especificidades dos espaços externos da instituição ou
escondidos, de esconder-se e serem encontrados, de  Bater palmas e realizar outros movimentos coordenados
comunidade para caracterizar as experiências e desafios
chutar bola e de entrar e sair de espaços pequenos – como com as mãos.
corporais dos bebês.
caixas e túneis.  Movimentar-se para alcançar objetos distantes.
 Percorrer circuito simples, organizados com materiais
diversos de acordo com suas habilidades motoras.

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DESENVOLVIMENTO
EI01CG03 - Imitar Os bebês têm um interesse natural por outras crianças,
gestos e movimentos adultos e por animais. Promover situações que incentivem
de outras crianças, seu contato, suas explorações e descobertas a partir desse Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
 Ser capaz de imitar sons de adultos, crianças e animais
adultos e animais. interesse contribui para seu desenvolvimento e para suas específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
em diversos contextos.
aprendizagens, usando o corpo como principal ferramenta habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
 Ser capaz de diferenciar sons de adultos, crianças e
 Imitação como forma de exploração e descobertas. Nesse contexto, é importante um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
animais em diversos contextos.
de expressão. que os bebês vivenciem situações de imitar gestos e BNCC. Para os bebês, a observação e a imitação de gestos
 Ser capaz de diferenciar ações de adultos, crianças e
 Movimento. movimentos de animais, adultos e outras crianças por meio e movimentos corporais é uma forma de ampliar suas
animais em diversos contextos.
de jogos e brincadeiras, de observar os colegas e imitar noções e habilidades. O currículo pode construir objetivos
 Ser capaz de imitar ações de adultos, crianças e animais
alguns de seus movimentos em situações de exploração, específicos relacionados às habilidades de imitação de
em diversos contextos.
imitar o comportamento do(a) professor(a), participar de gestos e movimentos, como observar e imitar outras
 Explorar possibilidades corporais como: engatinhar, andar,
situações de jogos simples, em situações de brincadeira, crianças, copiar gestos ao cantar, imitar animais em
rolar, arrastar-se, dentre outras.
imitar professores(as) ou colegas cuidando da boneca, situações de brincadeiras, ou pode também construir
 Perceber características de diferentes pessoas e animais.
movimentando o caminhão, utilizar seus gestos e objetivos específicos relacionados às ações mais
 Produzir movimentos e gestos com intencionalidade de
movimentos para chamar a atenção do professor(a) ou do coordenadas e intencionais de seus movimentos — por
imitar.
colega, dançar com outras crianças ao som de músicas de exemplo, começar a brincar compartilhando algumas ações
 Movimentar-se ao som de músicas que retratam
diferentes gêneros., acompanhar a narrativa ou leitura de com outras crianças e professores(as), movimentar o corpo
características sonoras e gestuais dos animais.
uma história fazendo expressões e gestos para ao som da música ou usar o corpo para explorar o espaço,
 Movimentar-se livremente ou ao comando do(a)
acompanhar a ação dos personagens, brincar de roda objetos e brinquedos. O currículo local pode, ainda, trazer
professor(a) imitando gestos de pessoas e animais.
imitando os gestos e cantos do(a) professor(a) e dos exemplos de gestos, movimentos ou mesmo citar os
 Conhecer e movimentar-se imitando os animais típicos da
colegas, imitar gestos e vocalizações de adultos, crianças animais que são típicos da região, comunidade ou cultura
região.
ou animais e reproduzir os gestos, movimentos, entonações local.
de voz e expressões de personagens de histórias diversas
lidas ou contadas pelo(a) professor(a).

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OBJETIVOS DE
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DESENVOLVIMENTO
EI01CG04 - Participar Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
do cuidado do seu específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
corpo e da promoção habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reconhecer rituais de higiene, sentindo-se parte ativa e
do seu bem-estar. Nas situações de cuidado de seu corpo e promoção do seu um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da coordenando movimentos que os favoreçam.
bem-estar, os bebês, em interação com os adultos que lhes BNCC. Para os bebês, estabelecer relações de vínculo com  Manifestar postura corporal predisposta e alerta aos
 Cuidados com o cuidam, aprendem sobre si mesmos, suas ações e como professores(as) e com outros adultos da instituição é um momentos de alimentação.
corpo. relacionar-se. As experiências vividas nesses momentos grande desafio. O currículo pode construir objetivos  Resguardar seu corpo durante exploração de espaços e
 Práticas sociais são fundamentais para desenvolverem confiança em si e específicos relacionados a essas aprendizagens, como de objetos, bem como em interações, sabendo quando
relativas à saúde, nos outros e apropriarem-se de práticas de cuidado e bem- reconhecer as pessoas que lhe cuidam, solicitar colo ou expandir e retrair o movimento.
higiene e estar. A forma como vivem essas primeiras relações são aconchego ao(à) professor(a) referência de seus cuidados,  Participar dos cuidados do seu corpo enquanto trocada ou
alimentação. muito importantes, na medida em que influenciam a participar das situações de troca interagindo com ele(a), higienizada.
maneira como desenvolverão seus hábitos de cuidado e buscar o(a) professor(a) quando sente algum desconforto  Reconhecer o(a) professor(a) como auxiliador de suas
relação com os outros. Nesse contexto, é importante que os ou desprazer, e relacionados à ampliação dos vínculos e ações.
bebês possam participar de situações de cuidado de si e da expressões de suas necessidades, como, por exemplo,  Demonstrar através de gestos e expressões quando está
promoção do seu bem-estar, envolvendo-se de forma ativa avisar quando fez cocô, sensibilizar-se quando algum suja ou com fome.
e com progressiva autonomia em momentos como troca de colega chora, buscar objetos de conforto para si ou para  Alimentar-se demonstrando curiosidade pelos alimentos.
fraldas, alimentação e sono, partilhando com o(a) seus colegas, reconhecer o local onde estão seus  Buscar objetos de conforto para si ou para seus colegas.
professor(a) algumas ações como segurar a mamadeira ou pertences ou segurar a fralda no momento da troca. O  Reconhecer os locais de higiene e alimentação, bem
buscar seu travesseiro. currículo local pode, ainda, trazer exemplos de ações e como onde estão seus pertences.
interações entre adultos e crianças, ou entre as crianças,  Perceber a importância dos cuidados com o corpo.
que são típicos da cultura local, dos hábitos e valores dos
familiares que frequentam a instituição.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO SABERES E CONHECIMENTOS
DESENVOLVIMENTO
EI01CG05 - Utilizar os Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Perceber qualidades dos materiais e objetos a partir dos
movimentos de específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, sentidos.
preensão, encaixe e Ao manipular diferentes objetos e materiais em diferentes habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar qualidades de manuseio a partir da exploração
lançamento, situações, os bebês têm oportunidades de aprimorar sua um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da de diferentes objetos e materiais.
ampliando suas coordenação e integrar seus movimentos, ao mesmo tempo BNCC. Para os bebês, a exploração e o uso de diferentes  Explorar diferentes materiais e suas características físicas.
possibilidades de em que descobrem a propriedade e o uso de materiais e objetos e materiais é uma forma de ampliar suas noções e  Agarrar e segurar materiais estruturados e não
manuseio de objetos ampliando seu conhecimento sobre o mundo. habilidades. É possível construir objetivos específicos estruturados de diferentes tamanhos, explorando-os.
diferentes materiais e Nesse contexto, é importante que os bebês participem de relacionados a essas aprendizagens, como alcançar  Participar de atividades que desenvolvam o lançamento
objetos. situações nas quais: possam utilizar movimentos objetos próximos, jogar e deixar cair objetos, transferir de bolas, almofadas e outros materiais.
específicos de preensão, encaixe e lançamento por meio de objetos de uma mão para outra ou colocar objetos dentro  Participar de atividades que envolvam encaixe/desencaixe
 Preensão, encaixe e brinquedos, brincadeiras e simulações diversas etc. que de outros objetos. O currículo pode construir objetivos de peças, apreensão e distribuição das peças em
lançamento. utilizarão movimentos específicos; possam segurar o giz de específicos relacionados a ações mais coordenadas e recipientes, dentre outras possibilidades.
 Os objetos e suas cera ou outras ferramentas gráficas e fazer marcas em intencionais de seus movimentos — por exemplo, usar suas  Explorar objetos diversos de borracha, de madeira, de
características. diferentes suportes, como papéis, azulejos, chão, lousa ações e explorações sobre os objetos para mostrar sua metal, de papel etc., apertando, mordendo, tocando,
etc.; possam arremessar uma bola ou outro material na propriedade ou sua função, segurar com a mão objetos de balançando, produzindo sons, arremessando,
direção de um objeto ou pessoa, além de utilizar pequenos diferentes tamanhos e tipos, e manipular diferentes objetos empurrando, puxando, rolando, encaixando, rosqueando,
objetos com coordenação e precisão, como colocar argolas aprimorando sua coordenação. O currículo local pode, etc.
em pinos, encaixar chaves em fechaduras etc. ainda, trazer exemplos de objetos e materiais, e ações com
estes, que são típicos da região, comunidade ou cultura
local.

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CRIANÇAS BEM PEQUENAS (1 ANO E 7 MESES A 3 ANOS E 11 MESES)


ÁREA DE EXPERIÊNCIAS
O EU, O OUTRO E O NÓS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
Nesta faixa etária as crianças têm mais interesse pela Para as crianças bem pequenas, é possível observar  Autocuidado na alimentação, higiene, organização
interação com seus pares e com os adultos, estão mais comportamentos específicos relacionados a sentimentos e pessoal e integridade física;
desenvolvidas em suas habilidades motoras, vivenciam um necessidades consigo mesmas ou ainda com as dos colegas. Os  O cuidado dos meus pares na alimentação, higiene,
momento intenso do jogo simbólico e têm maior domínio de objetivos desta faixa etária podem ser observados quando estas: PERCEPÇÃO DE organização e integridade física;
sua linguagem oral. Quanto mais experiências positivas de * Brincam de ações de cuidado com o outro; SI E DO OUTRO  Ritmos, interesses, necessidades e planos dos
interações vivenciarem, mais aprendem e valorizam a * Comunicam-se através de emoções, gestos, balbucios ou meus pares e do meu grupo;
convivência grupal e o cuidado com o outro. Para tanto o expressões de (alegria, tristeza, etc), reconhecendo também as  Prestatividade e exercício do cuidado;
professor deve: emoções do outro;  Coletividade.
* Planejar uma rotina que possibilite o convívio entre diferentes *Demonstram comportamento de solidariedade com o outro;
parceiros, criança-criança da mesma faixa etária, criança com  Eu exercito o que sei;
* Têm uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança,
crianças mais velhas, criança-adulto, enfatizando o afeto, o  Eu crio, construo e realizo;
identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades;
arrependimento, a partilha e o cuidado com o outro;  Eu uso ideias e estratégias para alcançar meus
* Demonstram em diferentes momentos suas ideias e gostos AUTOIMAGEM E
* Promover situações que permitam as crianças maior objetivos;
particulares e respeitam os sentimentos e necessidades do outro; AUTOCONFIANÇA
comunicação, autonomia e independência;  Eu comunico meus desejos, intenções e objetivos;
* Compartilham os objetos e espaços com seus pares e com  Eu interagindo meus desejos, intenções e objetivos
* Garantir espaços para diferentes brincadeiras e atividades
adultos; com desejos, intenções e objetivos dos meus pares.
que possibilitem a escolha e interação entre pequenos grupos;
* Utilizam o diálogo para resolver dúvidas e conflitos com outras
* Desenvolver brincadeiras e momentos pontuais em sua  Diversidade de histórias de vida;
crianças e adultos; MORALIDADE E
rotina diária que estimulem as habilidades comunicativas da  Diversidade de interesses;
criança, de forma a ampliar a compreensão das mensagens * Observam diferentes aspectos nos ambientes em que circulam; VALORES
 Diversidade de características
que estabelece com outras crianças; * Convivem com o outro estabelecendo relações de contato,
* Propiciar a interação da criança com os colegas da própria expressando e respeitando ideias e opiniões;  Regras de convívio e uso do espaço;
* Cantam, respeitando sua vez de cantar e ouvindo os MORALIDADE E
turma, com crianças de turmas maiores ou menores e adultos  Limites próprios e limites das outras crianças;
companheiros; REGRAS
em diferentes situações, possibilitando a identificação da  Construção de combinados e regras.

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O EU, O OUTRO E O NÓS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
SOCIALIZAÇÃO:  Conflitos e suas resoluções;
DESCOBERTAS,  Causas e consequências;
CONFLITOS E  Responsabilidades individuais e coletivas;
RESOLUÇÕES  Escuta e direito de fala.

 Cantos e objetos da sala e da escola;


SOCIABILIDADE  Minhas escolhas e interesses;
diversidade humana, quanto às semelhanças e diferenças nas * Demonstram atitudes de solidariedade, apoiando os parceiros  Escolhas e interesses compartilhados.
características (peso, altura, cor da pele/olhos/cabelos, em dificuldade, sem discriminá-los por suas características;
gostos/preferências, entre outros); * Respeitam as regras nas brincadeiras;  Eu sei o que quero comunicar;
COMUNICAÇÃO
* Organizar momento que propicie o conhecimento de outras * Praticam suas habilidades comunicativas, ampliando a  Eu compreendo o que querem me comunicar;
INTERPESSOAL E
culturas, identidades e costumes, adquirindo respeito e compreensão das mensagens dos colegas;  Eu me comunico bem com meus pares e adultos do
SOCIAL
valorização pela diversidade humana; meu convívio.
* Demonstram conhecimento sobre os diferentes papéis nas
* Planejar brincadeiras em que as crianças possam fazer uso brincadeiras de faz de conta (vestem fantasias, experimentando

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
À medida que crescem as crianças vão se apropriando de As crianças bem pequenas se interessam por canções, jogos PERCEPÇÃO,
mais informações que lhes provocam diferentes reações musicais, representação de diferentes papéis, suas marcas PRODUÇÃO,
(alegria, susto, medo, choro, reações de bem-estar, dentre gráficas por meio do uso de diferentes suportes. O alcance das CRIAÇÃO E  Materiais, objetos e seus sons;
outras). Seu interesse pela música, produção sonora, abordagens das experiências e aprendizagens pode ser APRECIAÇÃO  Instrumentos musicais.
manuseio de suportes com diferentes texturas, produções evidenciado quando as crianças: SONORA E
visuais, vivência dos diferentes papéis nas brincadeiras e * Cantam e dançam fazendo uso dos objetos sonoros MUSICAL
interações promovem cada vez mais o desenvolvimento de confeccionados por elas;
sua expressividade e criatividade infantis. Para a garantia dos * Expressam-se musicalmente em outros momentos da rotina EXPRESSÃO
objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, o professor (brincadeiras livres, no parque); ARTÍSTICA:
deve organizar diversas situações em que as linguagens PLÁSTICA,
* Ocupam o espaço dos suportes ofertados para sua produção,  Movimentos e gestos do fazer plástico na esfera
musicais e visuais possam ser exploradas pelas crianças. GRÁFICA,
utilizando força e direção nos traçados; tridimensional.
Portanto, dentre outras sugestões, o professor pode: MUSICAL,
* Manifestam interesse na construção dos objetos tridimensionais CORPORAL E
* Confeccionar objetos sonoros com diferentes materiais
que produzem; CÊNICA
(materiais recicláveis: guizos, chocalhos, pandeiros, pau de
chuva, violão); * Elaboram seus desenhos, demonstrando evolução na grafia do  Som e silêncio;
QUALIDADES E

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS

ELEMENTOS
SONOROS E  Diferenciação dos sons
* Usar a própria voz para brincar com diversos ritmos de desenho infantil; MUSICAIS
música, combinando sons de diferentes volumes, * Demonstram prazer ao se movimentar, dançar e cantar;
intensidades, timbres e duração; * Representam diferentes papéis sociais nas brincadeiras de faz
* Promover a audição de diversos ritmos musicais, valorizando de conta;
a cultural local, regional; * Expressam interesse pelos diferentes ritmos musicais;
* Desenvolver atividades com diferentes suportes (papelão, * Produzem sons (com a própria voz, com o corpo, com objetos,
papel texturizado, TNT, argila, areia, plástico...) para que as instrumentos musicais e outros) quando estão interagindo com
crianças produzam suas marcas nessas superfícies; outras crianças/adultos nas histórias que contam e ouvem;
* Possibilitar o uso de instrumentos riscantes (caneta jumbo, * Cantam sozinhas ou com seus pares partes das músicas que já
giz de cera, carvão...) em atividades nas diferentes posições conhecem;
(no chão, na parede, embaixo da mesa) permitindo a livre
* Participam de jogos musicais;
expressão da criança;
*Expressam sensações conforme exploram objetos ou materiais
* Apreciar e conversar sobre obras, fotografias, esculturas de

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
As crianças bem pequenas já se comunicam com mais Os jogos de linguagens são atrativos para esta idade. São ORALIDADE,  Verbalização de necessidades;
desenvoltura com seus parceiros e adultos. Sua linguagem prazerosos e significativos quando contextualizados de forma INDIVIDUALIDADE  Diálogo.
verbal está mais desenvolvida: dialoga com mais fluência, lúdica e divertida. Desenvolvem a imaginação, criatividade, além E IDENTIDADE

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
pergunta, responde, concorda, discorda, aprendendo práticas de possibilitar a construção da linguagem verbal. Nas crianças  Poemas;
ORALIDADE E
linguísticas e culturais do seu entorno, construindo sua bem pequenas, a apropriação das habilidades deste campo  Cantigas rimadas;
GÊNEROS DE
sociabilidade e identidade na relação com o outro. O acontece à medida que:  Canções nos rituais;
EXPRESSÃO
professor, dentre outras experiências, pode: * Identificam e criam diferentes sons, rimas, gestos nas interações  Cantigas de roda: rima e som;
ORAL
* Organizar momentos de diálogos em diferentes tempos e que estabelecem com o outro por meio da brincadeira, ampliando  Textos Poéticos: rima e som.
espaços na rotina semanal; a linguagem oral; ORALIDADE:
 Elementos da história: ambiente, personagens,
* Promover a prática de brincadeiras livres ou dirigidas em que * Comunicam-se nos momentos da resolução de conflitos; REFERÊNCIAS E
fatos, problemas e resoluções.
as crianças bem pequenas estabeleçam ações de RECONTO
* Brincam em diferentes momentos expressando seus desejos,
comunicação com seus pares e adultos; necessidades, sentimentos e opiniões; ORALIDADE E  Relato pessoal;
* Desenvolver brincadeiras cantadas onde as crianças dancem * Estabelecem uma relação com o livro: como se porta, como COMUNICAÇÃO  Reprodução da história;
e se movimentem; folheia, como segura, como “lê”; EXPRESSIVA  Relato de enredos de filmes e peças.
* Desenvolver brincadeiras com rimas e aliterações fazendo * Demonstram interesse nos momentos de leitura; RECURSOS DE  Criação de histórias;
uso de parlendas, quadrinhas, poemas, cantigas; * Argumentam com o professor sobre situações acerca da leitura; COMUNICAÇÃO  Contação de histórias.
* Suscitar rodas de leitura para apreciação das crianças, não * Fazem relação da leitura que ouvem com situações vivenciadas LINGUAGEM  Diversidade de portadores textuais e gêneros
só na sala de aula como em outros espaços da escola: no cotidiano; ESCRITA, escritos;
biblioteca, tenda literária, cantinhos com livros em áreas MATERIAIS,  Uso social dos textos;
* Articulam-se com seus pares e adultos, mostrando seu
externas; PORTADORES E  Características gráficas do texto: diferenciação entre
repertório linguístico em diferentes situações: roda de conversas,
* Chamar a atenção no momento da leitura para: forma como leitura, brincadeiras; GÊNEROS texto e desenho.
se folheia o livro, direção da leitura, jeito de segurar o livro,
* Questionam, perguntam, fazem indagações a respeito do texto GÊNEROS  Gêneros textuais diversos;
despertando nestes, comportamento leitor;
que ouvem; TEXTUAIS  Gêneros textuais do cotidiano.
* Colocar a criança para ler (uma história do interesse da
* Interagem com o outro e com o adulto; comunicando seus ESCRITA,
criança - reconto) e o professor sentar com o grupo para ouvir,  Instrumentos e suportes de escrita;
desejos, sentimentos, necessidades e emoções: alegria, tristeza, INSTRUMENTOS E
se colocando no lugar da criança;  Garatujas e desenhos
satisfação; HIPÓTESES
* Explorar a argumentação com as crianças em rodas de
* Relatam fatos acontecidos, histórias ouvidas, desenhos e filmes  Práticas e padrões de leitura.
conversas, rodas de leitura, onde estas possam narrar suas ORALIDADE E
assistidos, peças teatrais para todo o grupo;
vivências (escola/ família); LITERATURA:
* Participam com interesse e curiosidade das propostas ESCUTA,
* Falar de modo claro, sem infantilizar a linguagem,
estabelecidas pelo professor e que são voltadas para criação e RECONTO,
estabelecendo uma relação sincera com a criança;
contação de histórias; LEITURA E
* Atentar-se para os momentos de contato visual e
* Demonstram interesse por algum tipo de literatura; LIVROS
proximidade física (abaixando ao nível da criança, dialogando,
olhando nos olhos); * Identificam os livros de histórias já contextualizados pelo
professor, assim como seus personagens;
* Apreciar filmes ou peças teatrais, que venham ao encontro
da intencionalidade pedagógica do professor; * Reconhecem a função social dos gêneros textuais trabalhados
no espaço educativo (convites, bilhetes, cartas, jornal);
* Contar/criar histórias portando diferentes recursos para isso
* Comunicam regras básicas de jogos e brincadeiras: como

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS

(cesto com objetos: boneco, camisa, bolsa, sapato, imagens), aumentar a pilha de blocos de montagem, como jogar quebra
dando voz às chamadas histórias continuadas; cabeças simples (peças grandes);
* Criar final diferente para a história compartilhada; * Recontam oralmente e com linguagem própria passagens sobre
* Trabalhar com diferentes gêneros textuais, permitindo o histórias que tenha ouvido (com o apoio do livro);
manuseio desses recursos; * Recitam parlendas, quadrinhas, pequenas poesias de memória;
* Explorar textos que proporcionem uma análise das funções * Participam com interesse na produção de murais, cartazes,
sociais (receitas, jornal, literatura, bula de remédio); * Planejar textos, no coletivo, tendo o professor como escriba;
propostas pedagógicas que evidenciem o trabalho com a * Identificam a escrita do nome próprio em listas e objetos;
linguagem verbal; * Participam de atividades que a estimulem a produção de suas
* Disponibilizar instrumentos riscantes (lápis grafite, caneta marcas gráficas (desenhos, escritas, letras, traçado do primeiro

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
As crianças aprendem o mundo a sua volta por meio das As crianças bem pequenas demonstram que estão  Objetos e elementos do cotidiano;
PROPRIEDADES
descobertas que fazem quando tem a oportunidade de desenvolvendo todas as aprendizagens quando:  Propriedades dos objetos: textura;
DOS OBJETOS,
explorar e investigar os diferentes objetos. Nessa fase elas * Apontam para as características dos objetos quando  Propriedades dos objetos: som;
ELEMENTOS E
ampliam suas ações sobre os objetos e os espaços que solicitadas (textura, tamanho, peso);  Propriedades dos objetos: posição no espaço;
SUBSTÂNCIAS
ocupam. Questionam mais sobre os objetos que manipulam,  Propriedades dos objetos: peso e tamanho.
* Reconhecem alguns fenômenos naturais, descrevendo-os
emitem opiniões, assim como usam a imaginação na procura PROCESSOS DE  Incidentes do cotidiano: cair, quebrar, rachar,
quando solicitadas;
por respostas. O professor pode: TRANSFORMAÇÃO estourar, furar, transbordar, queimar, etc.;
* Identificam os diferentes momentos da rotina escolar;  Relações como dia e noite, luz e sombra, silêncio e
* Possibilitar a exploração tátil e visual de diferentes objetos E FENÔMENOS DO
* Demonstram compreensão da passagem do tempo (hora de MUNDO FÍSICO som, força e movimento, etc.;
em suas características;

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
* Organizar rodas de conversa, momentos de troca de ideias chegada, hora de saída);  Fenômenos naturais: luz solar, vento, chuva, etc.
com os demais colegas; * Classificam objetos de acordo com suas características AMBIENTE: VIDA
 Elementos do espaço e seu entorno;
* Observar os diferentes ambientes no entorno da escola; especificas; NOS ESPAÇOS E
 Relações de cuidado com elementos do ambiente.
* Desenvolver propostas educativas que tratem do cuidado e * Narram situações demonstrando entendimento sobre os ENTORNO
do contato direto com as plantas e animais; conceitos básicos de tempo;  Relações espaciais: dentro e fora, em cima e
ESPAÇO, OBJETOS,
* Promover situações em que as crianças bem pequenas * Contam, por meio de brincadeiras, diferentes objetos numa embaixo, acima e abaixo, entre e ao lado, etc.;
CORPO, SUAS
vivenciem exploração do corpo e dos objetos no espaço sequência lógica;  Pontos de referência;
RELAÇÕES,
educativo;  Trajetos;
* Registram por meio de desenhos e/ou escrita a contagem oral PONTOS DE
 Localização de objetos;
* Planejar brincadeiras envolvendo movimentos corporais; que lhe é proporcionada por meio do brincar; REFERÊNCIA E
 Relações temporais: antes, durante e depois;
* Dispor objetos que marcam o tempo para que as crianças * Participam com destreza de brincadeiras que envolvem noções REPRESENTAÇÕES
 Marcação do tempo.
explorem; desenvolvendo noções de tempo; espaciais e temporais;
SEMELHANÇAS,  Atributos dos objetos;
* Observar objetos bidimensionais e tridimensionais; * Evidenciam situações de contagem de diferentes naturezas DIFERENÇAS E  Critérios de classificação;
* Elaborar brincadeiras que promovam a classificação de nas interações com o grupo; CLASSIFICAÇÃO  Classificação.
objetos; * Exploram o corpo e os objetos no espaço;
 Tempo: conceitos básicos;
* Organizar a rotina do dia junto às crianças; * Descobrem porque as coisas acontecem e como funcionam, RITMO, TEMPO E  Vivências temporais;
* Promover a construção do raciocínio lógico por meio dos utilizando uma variedade de ferramentas para explorar o mundo; CRESCIMENTO  Percepção de tempo;
jogos e brincadeiras; * Falam sobre o que se estão vendo e o que está acontecendo,  Marcadores do tempo.
* Desenvolver jogos que possibilitem a contagem oral; descrevendo mudanças em objetos, seres vivos e eventos QUANTIDADES E  Contagem;
* Fazer a contagem oral das crianças no cotidiano escolar; naturais no ambiente; NUMERAÇÃO  Contagem e identificação;
* Usar recursos como calendário, fita métrica, régua, balança; * Observam, imitam e nomeiam algumas particularidades dos  Sequência numérica;
animais, plantas, identificando diferenças entre os seres vivos e  Notação numérica;
* Desenvolver brincadeiras em que as crianças possam
outros elementos e materiais;  Representação numérica;
apropriar-se de conceitos como dentro e fora, em cima,
* Desenvolvem atitudes de manutenção e preservação do meio  Representação de quantidades.
embaixo, acima, abaixo, entre e do lado;
ambiente, como, por exemplo, cuidado com o lixo; e
* Usar diferentes jogos de montagem para abordar conceitos
demonstram iniciativa, responsabilizando-se por ações simples
de ordem, seriação e classe;
de cuidado com animais e plantas de seu entorno; – Participam
* Registrar diariamente a quantidade de crianças (meninos e de brincadeiras envolvendo as relações temporais
meninas) que estiverem presentes na sala; (ontem/hoje/amanhã) e as relações espaciais (perto/longe/frente/
* Realizar brincadeiras que envolvam a contagem de atrás/dentro/fora);
diferentes objetos na sala, calçados das crianças, pessoas, * Comparam diferentes materiais fazendo referência ao
livros... tamanho, peso, cor, forma;
* Classificam objetos considerando seus atributos
(maior/menor/cor/ grande/pequeno/forma/grosso/fino);
* Selecionam e seriam objetos segundo suas características

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
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PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS

(cor, forma, tamanho);


* Recitam sequência numérica nas brincadeiras com músicas e
jogos;

CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS


ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS
A exploração dos espaços e objetos por esta faixa etária pode As habilidades de aprendizagens e desenvolvimento são GESTO,  Os movimentos e seus limites;
continuar acontecendo de forma livre ou com mediações do efetivadas nas crianças bem pequenas quando estas: MOVIMENTO E  Conquista de movimentos;
professor. Nas brincadeiras que envolvem jogos simbólicos, * Reconhecem o próprio corpo por meio dos movimentos, INTENÇÃO  O corpo nas brincadeiras.
muitos desses objetos ganham vida e transformam-se em expressando-se por gestos e ritmos diversificados; GESTO E
personagens que integram a imaginação da criança. Os  Pontos de referência;
* Adquirem consciência corporal explorando o próprio corpo dentro MOVIMENTO:
movimentos e gestos das crianças bem pequenas vão  Relações espaciais;
de situações concretas, conhecendo suas potencialidades e NOÇÕES E
progressivamente sendo aprimorados, ampliando os  Desenvolvimento cinestésico.
limites; APROPRIAÇÕES
conhecimentos e habilidades corporais nas explorações e
descobertas que fazem sobre si, nas relações com o outro e * Ampliam as possibilidades de expressão corporal; GESTO,  Cuidado consigo mesmo;
sobre o mundo a sua volta. No trabalho pedagógico, é * Demonstram autonomia ao identificar os diferentes espaços, MOVIMENTO E  Independência para se cuidar;
importante ao professor: circulando e localizando–se neles; AUTOCONFIANÇA  Desafios do autocuidado.
* Propiciar o desenrolar do jogo dramático, para além do * Compreendem a funcionalidade de cada ambiente em sua MANUSEIO E
organização e rotina diária;  Controle de preensão;
espaço da sala em que este se desenvolve habitualmente e COORDENAÇÃO
 Habilidades motoras manuais;
prever com as crianças outros espaços em que este poderá * Coordenam seus movimentos no espaço, a partir da orientação MOTORA FINA E
 Autonomia de manuseio.
acontecer; do professor; DE PRECISÃO
* Apoiar a criança na expressão de suas opiniões sobre o que * Manuseiam materiais, objetos e brinquedos diversos para
vê, ouve ou sente; aperfeiçoamento de suas habilidades manuais;  Possibilidades de deslocamento: correr, pular,
* Desenvolver jogos nos quais podem ser praticadas noções * Ampliam a percepção dos seus próprios movimentos e da GESTO E
saltar, andar, dançar, etc.;
de direção e de distância; postura corporal; MOVIMENTO:
 Deslocamento nos espaços com seus diferentes
ESPAÇO E
* Chamar a atenção da criança para que perceba a * Vivenciam de forma gradual o domínio para desenhar, pintar, elementos: objetos, curvas, rampas, texturas,
CONTEXTO
posição/distância de objetos e de outras pessoas em relação folhear livros, rasgar, recortar, amassar, entre outros; temperaturas, etc.
a si próprio; * Participam de brincadeiras onde necessitam orientar-se

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
ÁREA DE
PLANEJAMENTO OBSERVAR QUE... REPERTÓRIO
EXPERIÊNCIAS

* Planejar movimentos desafiadores com possibilidades corporalmente em relação à: frente, atrás, no alto, em cima,
constantes de rolar, andar, correr, saltar, entre outros, embaixo, dentro, fora;
desenvolvendo a orientação espacial e a lateralidade, com * Dançam adotando diferentes expressões corporais e gestos de
supervisão do adulto; seus parceiros, ao som de músicas de diferentes gêneros;
* Desenvolver brincadeiras tradicionais que fazem parte da * Apreciam apresentações teatrais;
cultura local e regional; * Participam de brincadeiras tradicionais;
* Apreciar, explorar e valorizar a escuta de diferentes estilos

CRIANÇAS BEM PEQUENAS (1 ANO E 7 MESES A 3 ANOS E 11 MESES)


VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES

O EU, O OUTRO E O NÓS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO01 - As crianças bem pequenas têm interesse pela interação Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer e celebrar conquistas e criações individuais e
Demonstrar atitudes com seus pares e com adultos e, quanto mais experiências específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, coletivas.
de cuidado e de interações positivas tiverem, maior a oportunidade de habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Participar de situações e ritos organizativos do grupo,

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reconhecendo-os como momentos coletivos.
que aprendam e valorizem a convivência em grupo e o  Vivenciar momentos que contribuam na construção de
cuidado com as relações. Nas situações de interação, hábitos colaborativos.
principalmente em pares ou em pequenos grupos,  Reconhecer e considerar as necessidades dos outros,
aprendem como os seres humanos agem e tratam uns aos sendo prestativo a partir de referências do educador.
solidariedade na outros e têm a oportunidade de demonstrar atitudes de  Vivenciar os rituais de cuidados pessoais na rotina diária.
interação com cuidado e solidariedade com seus colegas e um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Conhecer e relacionar-se com outros indivíduos, e com
crianças e adultos. professores(as). Nesse contexto, é importante que as BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível profissionais da instituição.
crianças bem pequenas tenham a oportunidade de construir construir objetivos específicos relacionados à percepção  Receber visitas e visitar crianças de outras turmas para
vínculos profundos e estáveis com professores(as), que dos sentimentos e necessidades dos colegas, como, por vivenciar experiências.
 Cuidados com a lhes garantam confiança e segurança e que sejam exemplo, começar a considerar o ponto de vista do outro ao  Reconhecer seus familiares.
organização do responsivos às suas manifestações por meio de atitudes esperar sua vez para brincar com determinado objeto, ou  Vivenciar situações de convívio social com crianças de
ambiente. cuidadosas e respeitosas. Também é importante que pode também considerar objetivos específicos relacionados diferentes idades.
 Valores para a vida construam vínculos com outras crianças, por meio de a atitudes de cuidado com o outro, como, por exemplo,  Perceber as consequências de suas ações com o outro
em sociedade. brincadeiras e ações compartilhadas, nas quais têm a chamar o(a) professor(a) ou outra criança quando um em situações de amizade e conflito.
 Respeito à oportunidade de realizar ações como dividir brinquedos, colega estiver triste. O currículo local pode, ainda, abordar  Vivenciar dinâmicas de troca de afeto percebendo a
individualidade e à negociar enredos para a brincadeira, atentar e apreciar atitudes a serem desenvolvidas, como, por exemplo, importância do abraço, fazer um carinho, entre outras.
diversidade de ações e gestos dos colegas, compartilhar ideias e emoções, demonstrar incômodo quando suas ações geram o choro de  Demonstrar sentimentos de afeição pelas pessoas com as
todos. oferecer um brinquedo ao colega que está triste, abraçar o outra criança ou fazer carinho quando um colega da sala quais interage.
 Família e escola. colega quando está chateado, brincar de esconder-se, de está triste.  Demonstrar incômodo quando suas ações geram o choro
cuidar de animais domésticos, de ouvir e contar histórias, de outra criança ou fazer carinho quando um colega da
observar aspectos do ambiente, colecionar objetos, sala está triste.
participar de brincadeiras de roda, brincar de faz de conta,  Ajudar o(a) professor(a) em tarefas simples, como guardar
dentre outras experiências realizadas com diferentes brinquedos.
parceiros.  Imitar ações de outras crianças e dos(as) professores(as)
estabelecendo relações.

O EU, O OUTRO E O NÓS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO02 - As crianças pequenas aprendem por meio de suas ações e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Proporcionar momentos de trocas para expressar suas
Demonstrar imagem interações e, quando têm a oportunidade de ter iniciativa, específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, ideias e estratégias para alcançar seus objetivos, com
positiva de si e tomar decisões e resolver problemas com autonomia, habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada atividades planejadas ou livres.
confiança em sua aprendem a agir de forma cada vez mais independente e um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Ter tempo e espaço para persistir na conquista de
capacidade para com confiança em suas capacidades. Nesse contexto, é BNCC. Para as crianças pequenas, é possível construir interesses por meio do uso de seu corpo ou comunicação
enfrentar dificuldades importante que as crianças possam viver situações objetivos específicos relacionados à conquista de sua verbal, em momentos de trabalho planejado ou em

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situações de livre escolha.
 Criar estratégias próprias para vencer obstáculos e
alcançar objetivos.
 Ter tempo e espaço para criar, construir e realizar com
diferentes materiais e recursos a partir de proposições
planejadas ou não, com o grupo ou individualmente.
e desafios. independência, como, por exemplo, manifestar iniciativa na  Ter acolhida suas escolhas e valorizadas suas
escolha de brincadeiras e atividades, na seleção de explorações e exercitações em situações planejadas ou
materiais e na busca de parcerias, considerando seu espontâneas.
 Autoconhecimento. interesse. O currículo pode considerar objetivos específicos  Reconhecer sua imagem corporal no espelho ou através
 Próprio corpo e suas variadas, nas quais tenham a oportunidade de reconhecer
relacionados à autoconfiança, como, por exemplo, ver a si de fotos.
possibilidades seus esforços e conquistas, bem como os de seus colegas,
mesmo como competente e capaz de agir por si próprio ou  Brincar com seu corpo por meio de gestos e movimentos
motoras, sensoriais em situações individuais, de pequenos grupos e também
reconhecer-se como um integrante valioso do grupo ao qual ou apontar partes do seu corpo e mostrar a
e expressivas. coletivas.
pertence. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a correspondência destas em seus colegas.
 Estratégias para a serem desenvolvidas, como, por exemplo, perseverar frente  Realizar progressivamente ações como andar, levantar,
resolução de a desafios ou a novas atividades ou aceitar desafios e sentar, engatinhar, carregar, rastejar, rolar e outros.
situações-problema. correr riscos ao aprender.  Perceber as possibilidades de seu corpo frente aos
desafios (agachar, rolar, rastejar, engatinhar).
 Resolver situações de dificuldades e desafios (lançar um
brinquedo, pegar algo que caiu, alcançar algo) à sua
maneira.
 Participar de situações diversas interagindo com os pares
e professores(as).

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO03 - As crianças bem pequenas aprendem com todo o seu corpo Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar cantos temáticos e investigativos dispostos no
Compartilhar os e seus sentidos, por meio de ações sobre os objetos e específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, espaço da sala e da escola, assim como os objetos e
objetos e os espaços brinquedos e da interação com outras crianças e adultos. habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada espaços da escola, entendendo que eles são coletivos e
com crianças da Ao realizar variadas situações de explorações de diferentes um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da compartilháveis.
mesma faixa etária e objetos e brinquedos, começam a formar uma imagem BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Exercitar escolhas individuais em contextos de
adultos. mental desses materiais, vivendo, assim, suas primeiras construir objetivos específicos relacionados à interação com brincadeiras coletivas ou espaços compartilhados,
experiências de representação criativa. No contato com outras crianças, como, por exemplo, buscar colegas para observando o respeito ao outro.
outras crianças e com as pessoas em geral, têm a iniciar uma brincadeira ou compartilhar brinquedos em suas  Compartilhar ideias, enredos e brincadeiras no jogo
 Patrimônio material
oportunidade de variar e enriquecer suas experiências, atividades de explorações, investigações ou de faz de simbólico e em outras situações de troca ao compartilhar
e imaterial.

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objetos e espaços, desenvolvendo a flexibilidade e a
disponibilidade.
 Explorar espaços e objetos de uso coletivo.
 Vivenciar situações coletivas de brincadeiras com seus
pares e professores(as).
 Brincar com brinquedos e objetos em pequenos grupos
considerando suas funções sociais.
conta. O currículo pode considerar objetivos específicos  Explorar coletivamente em diferentes momentos:
 Recursos
aprendendo por meio da imitação ou de suas ações sobre relacionados ao estabelecimento de relações sociais, como, fantasias, acessórios como lenços, chapéus, entre outros,
tecnológicos e
os objetos. Nesse contexto, é importante garantir às por exemplo, manter interações que gradativamente brincando de faz de conta.
midiáticos.
crianças bem pequenas diversas situações de explorações, tenham uma maior duração, uma maior intenção de  Interagir com colegas para iniciar uma brincadeira ou
 Convívio e interação
com materiais diversificados e em situações de interação continuidade e uma maior complexidade de relações nas compartilhar brinquedos em suas atividades de
social.
cuidadosas e estimulantes com outras crianças e suas brincadeiras e jogos de exploração. O currículo local explorações, investigações ou de faz de conta.
 Atributos físicos e
professores(as). Favorecer jogos de imitação, nessa faixa pode, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas,  Explorar e compartilhar instrumentos e objetos de nossa
função social dos
etária, promove experiências significativas de comunicação como, por exemplo, interessar-se por brincar de faz de cultura: óculos, chapéus, pentes, escovas, telefones,
objetos.
e brincadeiras entre as crianças bem pequenas. conta junto com outras crianças, compartilhando brinquedos caixas, panelas, instrumentos musicais, livros, rádio,
 Meios de transporte.
e a representação de atividades sociais. gravadores, etc.
 Brincar livremente com crianças da mesma faixa etária e
adultos estabelecendo relações.
 Manter interações que gradativamente tenham maior
duração, intenção de continuidade e complexidade de
relações nas suas brincadeiras e jogos de exploração.
 Observar e nomear os meios de transportes que fazem
parte do seu contexto.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO04 - As crianças bem pequenas ouvem e compreendem a Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar diferentes momentos para comunicações
Comunicar-se com os linguagem antes mesmo de saberem se expressar por específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, verbais ou não, sendo compreensível.
colegas e os adultos, palavras. Quando, desde bebês, têm a oportunidade de viver habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar diversos recursos próprios de comunicação tais
buscando interações sociais nas quais são reconhecidas e valorizadas um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da como gestos, expressões corporais e faciais,
compreendê-los e em suas iniciativas de expressão e comunicação, aprimoram BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível construir verbalizações e até o choro para expressar o que
fazendo-se suas estratégias para serem compreendidas e para objetivos específicos relacionados à comunicação não- deseja.
compreender. compreenderem os interesses e necessidades dos outros. verbal, como, por exemplo, participar de situações de  Observar e reconhecer manifestações comunicativas de
Nesse contexto, é importante que possam vivenciar brincadeira buscando compartilhar enredos e cenários, usar crianças e adultos percebendo suas intenções.

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(EI02EO04/ES)
Praticar suas
habilidades  Relacionar-se com o outro e percebê-lo nas diferentes
comunicativas com os situações sociais.
colegas e os adultos, expressões faciais para apoiar seus relatos de situações
 Interagir com seus pares, professor(a) e outras pessoas
buscando vividas ou sua opinião sobre uma história escutada, bem
à sua volta.
compreendê-los e como expressar suas ideias, sentimentos e emoções por
 Expressar as sensações e percepções que tem de seu
fazendo-se meio da dança, da música ou da arte. O currículo pode
entorno por meio do choro, balbucio, gestos, palavras e
compreender, situações de interação que as engajem em buscar formas considerar objetivos específicos relacionados à ampliação do
frases simples.
ampliando a cada vez mais eficazes de se comunicar, seja por meio de vocabulário com foco na interação com adultos e pares
 Expressar necessidades, emoções e sentimentos que
compreensão das suas expressões com o corpo, de suas produções artísticas como, por exemplo, engajar-se em situações de interações
vivencia, por meio de diferentes linguagens, sinalizando
mensagens que ou musicais, seja por meio de suas representações ao por tempos maiores, fazer perguntas para apoiar suas
situações positivas e negativas que experimenta.
estabelece com o brincar, ou mesmo por meio da linguagem verbal ou escrita, descobertas sobre o mundo à sua volta, além de descrever
 Brincar livremente com o outro estabelecendo relações.
grupo nos espaços compreendendo seus colegas e os professores(as) e se situações ou fatos vividos utilizando palavras novas e frases
 Participar de situações de brincadeira buscando
educativos. fazendo compreender. cada vez mais complexas. O currículo local pode, ainda,
compartilhar enredos e cenários, usando expressões
destacar qual o vocabulário típico de sua comunidade que
faciais como forma de expressar suas ideias,
elas costumam fazer uso ou exemplificar situações de
 Comunicação verbal sentimentos e emoções por meio da dança, da música
brincadeiras de faz de conta que incentivem a comunicação
e não verbal. ou da arte.
entre as crianças.
 Sensações,  Participar de situações de brincadeiras de faz de conta
emoções, que incentivem a comunicação entre as crianças.
percepções e
sentimentos.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO05 - Perceber Por meio de experiências positivas de interação com outras Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Respeitar as diferentes características físicas dos
que as pessoas têm crianças e adultos, permeadas por relações vinculares específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, membros do grupo.
características físicas profundas, estáveis e respeitosas, as crianças bem habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Perceber os diferentes ritmos, traços e expressões, os
diferentes, pequenas têm a oportunidade de aprender sobre as suas um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da próprios e os dos outros.
respeitando essas características físicas e a perceber semelhanças e BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Conhecer as diferentes características físicas dos
diferenças. diferenças em relação aos seus colegas ou outras pessoas construir objetivos específicos relacionados ao membros do grupo, reconhecendo sua importância.
próximas. Nesse contexto, é importante que possam viver reconhecimento de suas características, como, por  Observar as suas características físicas.
situações de explorações de seu próprio corpo e de exemplo, identificar progressivamente algumas  Observar o outro e suas características físicas.
(EI02EO05/ES)
relações e trocas com seus colegas e professores(as) em características físicas suas, reconhecendo diferenças com  Observar características individuais, semelhanças e
Perceber que as
diferenças entre as pessoas.

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pessoas têm
características físicas
diferentes,
identificando
semelhanças e
respeitando essas as de seus colegas. O currículo pode considerar objetivos
diferenças. um ambiente rico de interações e descobertas pelas
específicos relacionados ao respeito frente às diferenças,
crianças sobre si mesmas, suas características físicas, seus
como, por exemplo, brincar de faz de conta assumindo
gostos e preferências e de seus colegas em um clima de
 Identificação do diferentes papéis e imitando ações e comportamentos de  Vivenciar situações diversas de convívio social com
respeito e confiança, favorecendo que as crianças
próprio corpo. seus colegas, expandindo suas formas de expressão e crianças de diferentes idades e adultos.
pequenas valorizem e respeitem suas particularidades e
 Identificação do representação. O currículo local pode, ainda, abordar  Demonstrar afeto e respeito ao outro.
diferenças em relação aos outros. Nesse contexto é
corpo do outro. atitudes a serem desenvolvidas, como, por exemplo,
desejável também que elas possam apoiar parceiros em
 Características interessar-se por relacionar-se com outras crianças
dificuldade, sem discriminá-los por suas características .
físicas. respeitando suas formas diferentes de agir.
 Respeito à
individualidade e
diversidade.
 Outras pessoas,
tempos e culturas.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO06 - Respeitar As crianças bem pequenas têm a oportunidade de descobrir Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Estabelecer os próprios limites e respeitar os limites das
regras básicas de e se apropriar das regras básicas de convívio social específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, outras crianças.
convívio social nas conforme podem vivenciar diversas situações de interação habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Apropriar-se de regras e combinados através da vivência
interações e em cenários de brincadeiras e atividades compartilhadas. um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da com crianças e adultos próximos.
brincadeiras. Nesse contexto, incentivar o interesse que as crianças bem BNCC. Para as crianças bem pequenas, o currículo pode  Conhecer as regras existentes e contribuir na formação de
pequenas têm em estar junto com seus pares, construir objetivos específicos relacionados às normas combinados para o grupo.
oportunizando situações de jogos colaborativos, atividades simples de convivência, como, por exemplo, começar a  Adaptar-se à rotina conhecendo seus pares e o espaço de
(EI02EO06/ES) Fazer
simples em pequenos grupos, trios ou mesmo duplas, e seguir, de forma gradativa, regras simples de convívio em convivência.
uso de regras básicas
situações em que precisam compartilhar objetos ou momentos de alimentação, cuidado com a saúde e  Vivenciar normas e combinados de convívio social em
de convívio social nas
brinquedos, favorece o desenvolvimento do convívio social brincadeiras. O currículo pode considerar objetivos momentos de alimentação, cuidado com a saúde e
interações e
positivo entre as crianças. É imporante também que possam específicos relacionados à participação em diferentes brincadeiras.
brincadeiras.
participar de situações em que cantem, respeitando sua vez situações, como, por exemplo, participar de diferentes  Participar de situações coletivas que exijam compartilhar
brinquedos, objetos e espaços.

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Secretaria Municipal de Educação
 Normas de convívio manifestações culturais de seu grupo, como festa de
social. aniversário, ritos ou outras festas tradicionais, respeitando e
 Manifestações de cantar e ouvindo os companheiros, e decidam com os
valorizando ações e comportamentos típicos. O currículo
culturais. colegas o tema de uma história a ser por todos  Conhecer e participar dos ritos, festas ou celebrações
local pode, ainda, exemplificar quais são os ritos, festas ou
dramatizada, usando esclarecimentos, justificativas e típicas de sua cultura.
celebrações típicas de sua cultura, além de abordar atitudes
argumentos que são muito ligados aos seus sentimentos.
a serem desenvolvidas, como, por exemplo, ter prazer em
participar de eventos tradicionais de seu território.

O EU, O OUTRO E O NÓS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EO07 - Resolver As crianças bem pequenas, ao participarem de situações de Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Valorizar a importância de falar e ouvir em momentos de
conflitos nas interações com outras crianças, acabam se envolvendo em específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, conflito.
interações e situações de conflitos de relações que, muitas vezes, geram habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reconhecer as próprias responsabilidades em situações
brincadeiras, com a sentimentos de frustração. Nessa faixa etária, estão mais um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da de conflito e sugerir resoluções para conflitos vividos ou
orientação de um centradas em si mesmas, pensam de uma forma mais BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível observados.
adulto. concreta e estão adquirindo a conquista do autocontrole. A construir objetivos específicos relacionados à busca de  Recapitular fatos e eventos a fim de entender a relação
regulação de suas emoções é importante para que as apoio para resolver conflitos relacionais, como, por entre eles e compreender os motivos que geram situações
crianças possam vivenciar situações concretas de conflitos exemplo, procurar o(a) professor(a) para ajudar a resolver de conflito.
(EI02EO07/ES)
sociais. Nessas vivências, elas devem ser apoiadas na conflitos nas brincadeiras e interações com outras crianças.  Reconhecer divergências durante interações, brincadeiras
Resolver conflitos nas
resolução desses conflitos, de forma positiva, pelo(a) O currículo pode considerar objetivos específicos e jogos buscando solucioná-las.
interações e
professor(a), que as ajuda a aprender, gradativamente, a relacionados ao controle de suas emoções em situações de  Participar de interações e brincadeiras coletivas.
brincadeiras, com a
resolvê-los. Nesse contexto, é importante cuidar das conflitos, como, por exemplo, aceitar ajuda e conseguir  Vivenciar situações de compartilhamento de objetos com a
orientação de um
situações cotidianas de conflitos relacionais que as crianças acalmar-se com o apoio do(a) professor(a) ao vivenciar um mediação do(a) professor(a).
adulto, quando
bem pequenas vivem, aceitando e respeitando a situação e, conflito relacional. O currículo local pode, ainda, abordar  Interagir com as crianças e professor(a) percebendo
necessário.
ao mesmo tempo, ajudando-as a reconhecer, expressar e atitudes a serem desenvolvidas, como, por exemplo, situações de conflitos e suas soluções.
conversar sobre seus sentimentos, apoiando-as na criação interessar-se por tentar resolver os conflitos relacionais com  Reconhecer o(a) professor(a) como apoio para ajudar a
 Reconhecimento e de estratégias para a resolução dos conflitos. o(a) professor(a) em situações de brincadeira. resolver conflitos nas brincadeiras e interações com outras
respeito às crianças.
diferenças.
 Brincadeiras de
cooperação,
solidariedade e
respeito.
 Procedimentos
dialógicos para a

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resolução de
conflitos.

O EU, O OUTRO E O NÓS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02EO08/ES)
Assumir personagens
ligados ao seu
cotidiano nas
brincadeiras de jogo
simbólico.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02TS01 - Criar sons Desde bebês, as crianças escutam e reagem à música com Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Manipular instrumentos musicais diversos, convencionais e
com materiais, objetos movimentos e outras manifestações. As crianças bem específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, não convencionais.
e instrumentos pequenas se interessam por conhecer as canções, habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar e criar sons com diferentes objetos
musicais, para reproduzi-las ou inventar pequenos versos a partir das um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da acompanhando os ritmos das músicas.
acompanhar diversos canções conhecidas. Ao escutar a música, envolvem-se BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Produzir, ouvir e imitar sons com o corpo: bater palmas,
ritmos de música. com seu corpo e buscam mover-se no compasso da construir objetivos específicos relacionados às suas estalar os dedos, bater os pés, roncar, tossir, espirrar,
canção. Os materiais sonoros exercem grande interesse explorações em busca de descobrir novos sons, como chorar, gritar, rir, cochichar, etc.
nas crianças bem pequenas, sejam eles instrumentos ou brincar com materiais, objetos e instrumentos musicais,  Explorar sons com materiais, objetos e instrumentos
(EI02TS01/ES)
objetos comuns. Em suas explorações, buscam descobrir e imitar, inventar e reproduzir criações musicais ou explorar musicais.
Exploram sons para
criar sons e acompanhar o ritmo da música. Nesse novos materiais buscando diferentes sons para  Perceber sons do ambiente e na manipulação de objetos.
produzir materiais,
contexto, é importante que as crianças bem pequenas acompanhar canções que lhes são familiares, buscar  Ouvir, imitar e produzir sons de alturas e durações variadas
objetos e
participem de diversas situações que as convidem a adequar os sons produzidos com os diferentes objetos ou com o corpo, com instrumentos musicais convencionais ou
instrumentos
produzir sons, utilizar o próprio corpo, como ao bater instrumentos ao ritmo da música ou diferenciar sons dos não e materiais diversos.
musicais, para
palmas, os pés, de forma ritmada, com o auxílio de outras objetos sonoros e dos instrumentos musicais. O currículo  Imitar, inventar e reproduzir criações musicais ou explorar
acompanhar diversos
crianças e professores(as) e também utilizando objetos local pode, ainda, trazer exemplos de instrumentos novos materiais buscando diferentes sons para
ritmos de música.
acompanhar canções que lhes são familiares.

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 Percepção e
produção sonora.
 Audição e
percepção musical.
 Execução musical diversificados. É importante, ainda, que possam explorar  Buscar adequar os sons produzidos com os diferentes
(imitação). diferentes fontes sonoras e reconhecer sua ausência ou objetos ou instrumentos ao ritmo da música.
 Sons do corpo, dos presença em diferentes situações ou expressar-se  Conhecer e manipular instrumentos musicais, objetos ou
objetos e da utilizando diferentes instrumentos musicais, ritmos, canções que são típicos da cultura local e regional.
musicais, objetos ou canções que são típicos da cultura
natureza. velocidades, intensidades, sequências de melodia e  Escutar músicas da sua cultura local e de diferentes
local, e também criar objetivos relacionados à apreciação
 Parâmetros do som: timbres em suas brincadeiras, nas danças ou em interação culturas.
musical, ao gosto ou valorização pela diversidade de
altura, intensidade, em duplas, trios ou pequenos grupos, e que possam  Completar músicas conhecidas com palavras,
produção artística das diferentes culturas.
duração e timbre. também demonstrar sua preferência por determinadas onomatopeias e outros sons.
 Melodia e ritmo. músicas instrumentais e diferentes expressões da cultura  Explorar possibilidades vocais e instrumentais, como
 Diferentes musical brasileira e de outras culturas: canções, acalantos, produzir sons, agudos e graves, fortes e fracos, longos e
instrumentos cantigas de roda, brincos, parlendas, trava-línguas etc. curtos.
musicais
convencionais e não
convencionais.
 Diversidade musical.
 Canto.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02TS02 - Utilizar As crianças bem pequenas gostam de criar reproduções de Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar diversidade de gestos e movimentos ao utilizar
materiais variados pessoas e coisas utilizando diferentes materiais, como específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, diferentes materiais, meios e suportes.
com possibilidades de argila, massa de modelar, areia etc. Suas explorações habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Exercitar a criação tridimensional, explorando materiais
manipulação (argila, relacionando o reconhecimento das propriedades dos um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da diversos em construções e modelagem.
massa de modelar), materiais com as representações que têm dos objetos, BNCC. Para as crianças pequenas, a exploração e o uso  Manusear argila e massa de modelar espontaneamente.
explorando cores, pessoas ou animais as engajam em produções cada vez de diferentes materiais é uma forma de ampliar suas  Manusear objetos tridimensionais com argila e massa de
texturas, superfícies, mais intencionais, como, por exemplo, um pedaço de noções e habilidades sobre as coisas e as pessoas que modelar a partir de seu próprio repertório, explorando
planos, formas e massinha esticado representando uma cobra. Além disso, pretendem representar. É possível construir objetivos diferentes elementos, como forma, volume, textura, planos
volumes ao criar contribuem para a compreensão sobre as coisas que específicos relacionados a essas aprendizagens, como e outros.
objetos querem representar e também para o aprimoramento das criar produtos com massa de modelar ou argila a partir de  Manipular jogos de encaixe e de construção, explorando
habilidades necessárias ao manuseio dos diferentes seu próprio repertório, explorando diferentes elementos, cores, formas, texturas, planos e volumes.

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tridimensionais.

(EI02TS02/ES)
Utilizar materiais
variados com
possibilidades de
manipulação (argila,
massa de modelar),
explorando cores, materiais e instrumentos. Nesse contexto, é importante que
texturas, superfícies, as crianças bem pequenas participem de situações nas
como forma, volume, textura etc. O currículo pode construir  Manipular materiais de diferentes texturas: lisas, ásperas,
planos, formas e quais tenham a oportunidade de utilizar diferentes materiais
objetivos relacionados à habilidade no manuseio dos macias e outras.
volumes para criar para criar objetos tridimensionais, que podem ser feitos
materiais para sua produção artística — por exemplo,  Explorar superfícies com texturas tridimensionais diversas:
objetos com palitos de madeira, papéis diversos e outros materiais
explorar e aprofundar suas descobertas em relação a pedrinhas, sementes, algodão, argila e outros.
tridimensionais ou disponíveis na escola e/ou fáceis de serem encontrados,
procedimentos necessários para modelar e suas diferentes  Apreciar obras de arte tridimensionais.
grafar. criando, assim, formas diversas. É importante também que
possibilidades de manuseio a partir de sua  Participar da criação de objetos tridimensionais com
possam criar objetos bidimensionais e tridimensionais a
intencionalidade. O currículo local pode, ainda, trazer materiais diversos: caixas, embalagens, tecidos, tintas,
partir de materiais como argila, barro, massa de modelar,
 Elementos da exemplos de objetos e materiais que são típicos da região, tampinhas, argila, massa de modelar e outros.
papel e tinta ou explorar as características de objetos e
linguagem visual: comunidade ou cultura local, além de abordar atitudes a  Conhecer objetos, obras de arte e materiais que são típicos
materiais — odores, sabores, sonoridades, texturas,
texturas, cores, serem desenvolvidas relacionadas ao cuidado e à da região, comunidade ou cultura local.
formas, pesos, tamanhos e posições no espaço — ao
superfícies, apreciação pela produção própria da criança e a dos  Vivenciar situações de cuidado com sua própria produção e
utilizar materiais como argila, barro, massa de modelar,
volumes, espaços, colegas. a dos colegas.
papel, tinta etc.; e formas tridimensionais nas brincadeiras
formas, etc.
 Propriedade dos de montar, encaixar e empilhar.
objetos.
 Suportes, materiais
e instrumentos das
Artes Visuais e seus
usos.
 Estratégias de
apreciação estética.
 Obras de arte.

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02TS03 - Utilizar As crianças bem pequenas estão abertas a ouvir, fazer Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Utilizar a diversidade de sons no ambiente na exploração
diferentes fontes música e se movimentar com ela. Desde bebês, são específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, das brincadeiras.
sonoras disponíveis capazes de escutar os sons e responder a eles. Elas estão habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Experienciar som e silêncio com voz, corpo, entorno,
no ambiente em rodeadas por diferentes sons à sua volta: o som da chuva, um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da materiais e instrumentos.
brincadeiras do rio, dos passarinhos, das pessoas a falar, dos motores BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Perceber sons da natureza: barulho de água, chuva, canto
cantadas, canções, dos carros, barcos etc. Gostam de ouvir os sons, identificá- construir objetivos específicos relacionados à produção de pássaro, ruídos e sons dos animais, dentre outros.
músicas e melodias. los e correspondê-los às imagens mentais que possuem musical e identificação de fontes sonoras. Por exemplo,  Perceber o som de diferentes fontes sonoras presentes no
sobre os objetos ou seres que os produzem. Nesse explorar e reconhecer sons familiares ou explorar e dia a dia: buzinas, despertador, toque do telefone, sino,
contexto, as diferentes fontes sonoras presentes no identificar possibilidades sonoras de objetos de seu apito, dentre outros sons.
 Audição e
ambiente escolar ou ao seu redor são fontes de cotidiano ou de instrumentos musicais. O currículo pode  Perceber sons do entorno e estar atento ao silêncio.
percepção de sons e
investigações para suas explorações e descobertas sobre o construir objetivos relacionados à produção e à apreciação  Perceber sons graves e agudos, fortes e fracos, curtos e
músicas.
mundo. É importante que haja diversidade de materiais que musical, como reproduzir sons ou canções conhecidas e longos, produzidos pelo corpo, objetos, instrumentos
 Linguagem musical,
sejam fontes de sons, como aparelhos tecnológicos, usar em suas brincadeiras, interessar-se por canções ou musicais convencionais ou não.
corporal e
rústicos etc. para que as crianças façam novos sons e brincadeiras cantadas apresentadas pelos professores(as)  Manipular e perceber os sons de instrumentos musicais
dramática.
descubram novas possibilidades, que sejam convidadas a ou seus colegas. O currículo local pode, ainda, destacar os diversos.
 Sons do corpo, dos
identificar e imitar sons conhecidos, como os sons da objetos, canções, instrumentos ou manifestações culturais  Ouvir músicas de diferentes ritmos e estilos.
objetos e da
natureza (cantos de pássaros, “vozes” de animais, barulho que são típicas de sua cultura, região ou de outras culturas,  Ouvir, cantar, dançar músicas de diversas culturas.
natureza.
do vento, da chuva etc.), sons da cultura (vozes humanas, além de abordar atitudes a serem desenvolvidas, como  Participar de brincadeiras cantadas do nosso folclore.
 Ritmos.
sons de instrumentos musicais, de máquinas, produzidos apreciar canções e músicas de diferentes culturas ou  Explorar possibilidades vocais ao cantar.
 Parâmetros do som:
por objetos e outras fontes sonoras) ou o silêncio, e que escutar músicas de diferentes tradições culturais buscando  Apreciar produções audiovisuais como musicais,
altura, intensidade,
tenham vivências de ouvir, perceber e discriminar eventos cantar juntos e imitar os gestos comuns. brinquedos cantados, teatro de fantoches.
duração e timbre.
sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;  Ouvir a própria voz ou de pessoas conhecidas por meio de
 Músicas e danças.
explorar e identificar elementos da música para se gravações.
 Instrumentos
expressar, interagir com os outros e ampliar seu  Produzir sonoplastias.
musicais
conhecimento do mundo ou participar de jogos e  Conhecer instrumentos ou manifestações culturais que são
convencionais e não
brincadeiras que envolvam a dança e/ ou a improvisação típicas de sua cultura, região ou de outras culturas.
convencionais.
musical.  Escutar e perceber músicas de diversos estilos musicais,
 Recursos
por meio da audição de CDs, DVDs, rádio, MP3,
tecnológicos e
computador ou por meio de intérpretes da comunidade.
midiáticos que
produzem e
reproduzem
músicas.
 Diversidade musical
de várias culturas,
locais, regionais e

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
globais.
 Paisagem sonora:
sons naturais,
humanos, industriais
ou tecnológicos.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02TS04/ES)
Recriar danças, cenas
de teatro, histórias,
músicas.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02TS05/ES)
Reconhecer as
possibilidades de se
expressar em
diferentes linguagens
(desenho, cinema,
música, movimento,
teatro).

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TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02TS06/ES)
Organizar, junto a
seus pares, o
ambiente para
brincadeiras ou
ocasiões especiais
(festas, teatros, faz de
conta)

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF01 - Dialogar As crianças bem pequenas aprendem sobre a linguagem Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer desejos, necessidades, preferências e
com crianças e de forma processual, quando imersas em contextos nos específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, sentimentos expressados pelos outros e pelo próprio
adultos, expressando quais se envolvem de maneira ativa na tentativa de habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada indivíduo, estabelecendo diálogo.
seus desejos, comunicar seus desejos, necessidades, pensamentos, um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Comunicar-se oralmente expressando desejos,
necessidades, sentimentos e opiniões. De maneira evolutiva, em suas BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível necessidades, preferências e sentimentos.
sentimentos e tentativas, as crianças passam a fazer um uso mais construir objetivos específicos relacionados ao uso de  Expressar suas ideias, sentimentos e emoções por meio de
opiniões. complexo da linguagem, passando da utilização de poucas palavras ou construções de frases simples, como, por diferentes linguagens, como a dança, o desenho, a mímica,
palavras para frases, de assuntos concretos para outros exemplo, combinar palavras para se expressar, usar verbos a música, a linguagem escrita ou oral.
mais abstratos, de situações contextualizadas no presente e objetivos, ampliar o vocabulário utilizado para se  Interagir com outras crianças fazendo uso da linguagem
 A língua portuguesa
para situações do passado e do futuro. Essa progressão se expressar, formular perguntas, iniciar diálogos estruturados oral e tentando se fazer entender.
falada, em suas
dá a partir das interações comunicativas de qualidade e e ter atenção ao escutar o outro. O currículo pode construir  Reconhecer-se quando é chamado e dizer o próprio nome.
diversas funções e
positivas que as crianças têm a oportunidade de vivenciar objetivos relacionados às diferentes formas de se expressar  Reconhecer na oralidade o próprio nome e o das pessoas
usos sociais.
em seu cotidiano. Nesse contexto, é muito importante que e se comunicar, como, por exemplo, expressar suas ideias, com quem convive.
 Palavras e
as crianças bem pequenas tenham diferentes oportunidade sentimentos e emoções por meio de diferentes linguagens,  Combinar o uso de palavras e gestos para se fazer
expressões da
de interagir com outras crianças e demais pessoas, falando como a dança, o desenho, a mímica, a música, a entender.
língua.
sobre suas experiências pessoais, relatando fatos linguagem verbal e a escrita. O currículo local pode, ainda,  Responder sim ou não quando questionada.
 Identificação
significativos, sendo escutadas e acolhidas naquilo que abordar atitudes a serem desenvolvidas, tais como  Participar de brincadeiras que estimulem a relação

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
comunicam, expressando-se e comunicando-se por meio
do corpo, do movimento, da dança, da mímica, do som, da
música, de suas esculturas, desenhos ou do teatro. É
importante que o(a) professor(a) crie um clima seguro e
dialógica entre o(a) professor(a)/criança e criança/criança.
engajador para que as crianças falem e se expressem
 Utilizar palavras e expressões da língua para se comunicar.
nominal. livremente, e que esteja disponível para conversar e interessar-se por interagir com outras crianças fazendo uso
 Combinar palavras para se expressar.
 Linguagem oral. interagir com elas, sendo responsivo(a) às suas colocações da linguagem verbal e tentando se fazer entender.
 Ampliar o vocabulário utilizado para se expressar.
e criando um efetivo diálogo. Para isso, o(a) professor(a)
 Escutar o outro.
deve observar e escutar os interesses das crianças bem
pequenas, falando sobre eles, incentivando situações de
conversas entre as crianças em contextos de brincadeiras,
jogos e atividades em pequenos grupos e pares.

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF02 - Identificar As crianças bem pequenas gostam de jogar com a Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar em brincadeiras a associação de palavras com
e criar diferentes sons linguagem, se interessam por explorar seus sons, seus específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, diferentes sonoridades que sugerem rima.
e reconhecer rimas e efeitos e intensidades. Imersas em situações na quais se habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Ser exposto a amplo repertório de textos poéticos
aliterações em divertem em brincadeiras de roda cantadas, em dançar um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da oralmente, percebendo os aspectos rítmicos das rimas.
cantigas de roda e com canções conhecidas, em recitar parlendas em suas BNCC. Para crianças bem pequenas, é possível construir  Ser exposto a amplo repertório de cantigas de roda e
textos poéticos. brincadeiras, em criar novas rimas e divertir-se com suas objetivos específicos relacionados à recitação de textos reproduzi-las livremente, percebendo os aspectos rítmicos
produções, em participar de situações de declamações, poéticos, como, por exemplo, recitar poesias e parlendas das rimas.
escutar histórias rimadas, em brincar com o ritmo de uma criando diferentes entonações e ritmos, declamar textos  Vivenciar brincadeiras com outras crianças e
(EI02EF02/ES) Criar
declamação, se interessam por brincar com a linguagem, poéticos conhecidos nas brincadeiras como corre-cotia, professores(as) acompanhando parlendas como “janela,
diferentes sons,
desenvolvendo a imaginação e a criatividade, ao mesmo pula corda etc. O currículo pode criar objetivos relacionados janelinha”, “serra, serra, serrador”, “bambalalão” e outros.
rimas, gestos e
tempo em que constroem noções da linguagem oral e à identificação de sons e rimas, tais como criar sons  Confeccionar brinquedos a partir de materiais recicláveis
aliterações em
escrita. Nesse contexto, é importante que as crianças bem enquanto canta ou cria uma música ou um poema, além de para trabalhar sons e ritmos.
cantigas de roda e
pequenas tenham a oportunidade de escutar e brincar com abordar atitudes a serem desenvolvidas, como divertir-se  Participar de brincadeiras cantadas.
textos poéticos e
textos poéticos, como, por exemplo, as canções, os ao brincar com a linguagem, criando sons e reconhecendo  Escutar/imitar parlendas e participar de brincadeiras como
brincadeiras.
poemas, as parlendas e as histórias com rimas, rimas e aliterações. O currículo local pode, ainda, destacar corre-cotia produzindo diferentes entonações e ritmos.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
considerando que elas chamam a atenção das crianças
para aspectos da língua por meio de sua musicalidade e de  Completar cantigas e músicas com sons e rimas.
sua forma gráfica. É importante, também, garantir situações  Participar de brincadeiras de linguagem que exploram a
 Patrimônio cultural. em que brinquem com as palavras que rimam nos textos, sonoridade das palavras percebendo rimas e aliterações.
 Linguagem oral. divertindo-se com seus sons ou criando novas rimas.  Explorar e brincar com a linguagem, criando sons e
textos poéticos típicos de seu território.
 Gêneros textuais. Escutar várias vezes os mesmos textos de forma que reproduzindo rimas e aliterações.
 Sonorização, rimas possam recontá-los, usá-los em suas brincadeiras, imitar  Imitar diferentes sons da fala, de animais, barulhos,
e aliterações. gestos e entonações dos personagens contribui para músicas e outros.
criarem o hábito da escuta desses tipos de textos, criando  Participar de momentos de contação de textos poéticos.
prazer na relação com eles.

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF03 - As crianças bem pequenas aprendem a gostar de escutar Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer, a partir da referência diária de leitura, padrões
Demonstrar interesse histórias e outros textos na medida em que participam de específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, de leitura: de cima para baixo, da esquerda para direita.
e atenção ao ouvir a situações significativas compartilhadas com seus pares. A habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reconhecer e diferenciar os elementos do livro: ilustrações
leitura de histórias e escuta da leitura de diferentes tipos de textos favorece que um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da e registros escritos.
outros textos, aprendam sobre a linguagem escrita e, mais BNCC. Para crianças bem pequenas, é possível construir  Ter acesso e poder manusear diferentes portadores de
diferenciando escrita especificamente, sobre a linguagem que é usada em cada objetivos específicos relacionados à ilustração como uma leitura.
de ilustrações, e tipo de texto, sua função, seu conteúdo e seu formato. linguagem visual, como, por exemplo, fazer uso de  Participar de momentos em que a leitura de diferentes
acompanhando, com Participar de diversas situações em que observam alguém diferentes técnicas, materiais e recursos gráficos para gêneros esteja presente.
orientação do adulto- lendo histórias também favorece que aprendam produzir ilustrações ou perceber que algumas apresentam  Participar de momentos de contação: contos, poesias,
leitor, a direção da procedimentos típicos de leitores. Nesse contexto, é o que está escrito na narrativa e outras complementam ou fábulas e outros gêneros literários.
leitura (de cima para importante que as crianças bem pequenas tenham a agregam uma nova informação ao texto. O currículo pode  Escutar e atentar-se a leituras de histórias, poemas e
baixo, da esquerda oportunidade de participar de diferentes e repetidas especificar objetivos relacionados aos procedimentos músicas.
para a direita). situações de escuta de textos, apoiadas pela mediação leitores, como buscar o título da história no índice, ler textos  Participar de momentos de leituras de textos em que o(a)
intencional dos(as) professores(as), que propiciam a memorizados com a ajuda do(a) professor(a), fazendo uso professor(a) realiza a leitura apontada.
reflexão sobre a relação das ilustrações com o texto, de procedimentos como acompanhar o texto com o dedo  Explorar diferentes gêneros textuais, observando
 Patrimônio cultural e
proporcionado atividades em pequenos grupos, como, por seguindo da esquerda para a direita. O currículo local pode, ilustrações.
literário.
exemplo, nas quais as crianças são desafiadas a ordenar ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, como  Ouvir o nome e identificar objetos, pessoas, fotografias,

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
 Escuta, observação
ilustrações de uma história, bem como atividades
e respeito à fala do
individuais, nas quais são convidadas a desenhar o
outro e textos
momento da narrativa que gostaram mais. Ainda, situações
literários.
em que os(as) professores(as) são modelos de
 Sensibilidade gravuras, palavras e outros elementos presentes nos
procedimentos típicos de leitores são interessantes, pois as
estética em relação interessar-se pelas ilustrações dos livros buscando textos.
crianças imitam alguns comportamentos, como, por
aos textos literários. identificar sua relação com o texto lido.  Observar ilustrações dos livros buscando identificar sua
exemplo, nas situações de leitura em voz alta, ou o ato de
 Aspectos gráficos da relação com o texto lido.
acompanhar com o dedo a parte do texto que está sendo
escrita.
lido, de identificar em um índice o número da página em
 Formação e
que está o texto a ser lido, usar a ilustração como
ampliação de
referência para lembrar uma passagem do texto etc.
vocabulário.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF04 - Formular As crianças bem pequenas se interessam pela escuta de Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Ser instigado, em momentos de contação de histórias, a
e responder histórias e, a partir de um repertório de narrações específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, estabelecer relações entre as personagens e si mesmo.
perguntas sobre fatos conhecidas, buscam identificar regularidades nos diferentes habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Ser instigado, em momentos de contação de histórias, a
da história narrada, textos, conversando e refletindo para além do seu um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da prever acontecimentos.
identificando cenários, conteúdo, mas também sobre sua estrutura. Apoiar as BNCC. Para crianças bem pequenas, é possível construir  Ser instigado, em momentos de contação de histórias, a
personagens e conversas das crianças sobre a estrutura da história objetivos específicos relacionados à estrutura do texto, reconhecer o ambiente (cenário) onde se passa a história.
principais favorece que conheçam melhor o ambiente letrado e como, por exemplo, identificar personagens e/ou cenários e  Participar de variadas situações de comunicação,
acontecimentos. tenham uma participação mais ativa no universo dos livros descrever suas características, ou, ainda, construir escutando as narrativas de histórias e acontecimentos.
e suas narrativas. Nesse contexto, é importante propiciar objetivos relacionados à sequência da narrativa, como  Reconhecer personagens das histórias, cenários e
situações às crianças bem pequenas nas quais elas ordenar partes do texto segundo a sequência da história identificar alguns acontecimentos.
(EI02EF04/ES)
possam refletir sobre a estrutura da narrativa, respondendo apoiado por ilustrações. O currículo local pode, ainda,  Responder perguntas referentes à história apontando para
Responder perguntas
a perguntas como: "quem?", "o que?", "quando?", "como?" abordar atitudes a serem desenvolvidas, como interessar- personagens e cenários.
sobre fatos da história
e "por quê?". Essas perguntas as aproximam de aspectos- se por identificar características dos personagens das  Oralizar o nome de alguns personagens das histórias
narrada, identificando
chave da organização textual. Situações que favorecem histórias para incrementar cenários e adereços em suas contadas.
cenários,
essas reflexões implicam que as crianças bem pequenas brincadeiras de faz de conta.  Identificar a história pela capa do livro.
personagens e

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
principais
acontecimentos.

 Linguagem oral.
 A língua portuguesa
falada, em suas possam falar sobre os personagens e cenários da história,
diversas funções e identificando, por exemplo, algumas de suas
usos sociais. características, bem como possam conversar, com o apoio  Formular hipóteses e perguntas simples, a seu modo, sobre
 Gêneros discursivos do(a) professor(a), sobre as ações e intenções dos fatos, cenários e personagens.
orais, suas personagens nas diferentes situações da narrativa; ainda,  Identificar características dos personagens das histórias.
diferentes estruturas permite às crianças serem convidadas a recontar ou
e tramas. dramatizar a história apoiada nas suas ilustrações.
 Fatos da história
narrada.
 Características
gráficas:
personagens e
cenários.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF05 - Relatar As crianças, desde bem pequenas, são comunicadoras Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Compartilhar, com seus pares ou grupo, filmes e peças que
experiências e fatos natas. Elas aprendem a comunicar-se fazendo uso da específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, assistiram através do relato oral.
acontecidos, histórias linguagem verbal conforme têm a oportunidade de falar habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reproduzir, oralmente ou em situações de faz de conta,
ouvidas, filmes ou sobre as suas experiências, observações, ideias e um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da histórias, suas partes ou seus elementos.
peças teatrais necessidades. As crianças bem pequenas sentem vontade BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Relatar, espontaneamente ou não, fatos e acontecimentos
assistidos etc. de conversar porque querem compartilhar suas construir objetivos específicos relacionados à oralidade, vividos.
experiências com pessoas que lhes são importantes, como, por exemplo, expressar-se verbalmente em  Participar de variadas situações de comunicação.
querem falar de suas descobertas e pensamentos com a conversas, narrações e brincadeiras, ampliando seu  Expressar-se por meio de balbucios, palavras e frases
 Expressividade pela
intenção de construir uma compreensão melhor de suas vocabulário e fazendo uso de estruturas orais que simples transmitindo suas necessidades, desejos,

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
experiências pessoais. Nesse contexto, é importante que
as crianças bem pequenas possam vivenciar diferentes
linguagem oral e
situações nas quais são convidadas e incentivadas a falar
gestual. aprimorem suas competências comunicativas, ou
livremente com os(as) professores(as), que as escutam sentimentos e percepção de mundo em relação aos textos
 A língua portuguesa compreender o conteúdo e o propósito de diferentes
atentamente e são responsivos(as) às suas ideias, e recursos audiovisuais observados.
falada, em suas mensagens em diversos contextos. O currículo local pode,
sentimentos e emoções. Também devem ser incentivadas  Emitir sons articulados e gestos observados nos recursos
diversas funções e ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, tais como
a conversar umas com as outras, contando seus planos, textuais e audiovisuais.
usos sociais. contribuir em situações de conversas em grandes e
suas experiências pessoais significativas, descrevendo  Expressar-se em conversas, narrações e brincadeiras,
 Palavras e pequenos grupos ou duplas, relatando suas experiências
objetos, acontecimentos e relações, brincando e ampliando seu vocabulário e fazendo uso de estruturas
expressões da pessoais e interessando-se por escutar o relato dos
construindo narrativas comuns, negociando papéis, orais que aprimorem suas competências comunicativas.
língua e sua colegas.
cenários e lidando com possíveis conflitos. Assim, podem
pronúncia.
atribuir significado à sua comunicação e construir uma base
sólida para a aprendizagem da linguagem.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF06 - Criar e As crianças bem pequenas gostam de brincar com a Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar a contação de histórias e o papel de contador de
contar histórias linguagem, de escutar a leitura de histórias e de criar ou específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, histórias espontaneamente e/ou em situações de faz-de-
oralmente, com base contar narrativas que criaram e/ou conhecem a outras habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada conta.
em imagens ou temas crianças ou professores(as). Ao criar ou contar suas um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Explorar os diferentes elementos e referências construídas
sugeridos. histórias, sentem-se confiantes em sua capacidade BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível para criação de histórias próprias e autênticas, individual ou
comunicativa, ao mesmo tempo em que se divertem e construir objetivos específicos relacionados ao reconto de coletivamente, em situações de livres ou direcionadas.
aprendem sobre o uso da linguagem e sua eficácia como histórias, como, por exemplo, recontar histórias ao brincar  Ouvir e nomear objetos, pessoas, personagens, fotografias
 Criação e reconto de
meio de comunicação. Nesse contexto, é importante que as de faz de conta, fazer relações entre diferentes histórias e gravuras.
histórias.
crianças bem pequenas tenham muitas oportunidades de conhecidas e ditar histórias criadas ou memorizadas ao(à)  Identificar histórias a partir de imagens.
 A língua portuguesa,
brincar fazendo uso da linguagem, sendo acolhidas na professor(a). O currículo local pode, ainda, abordar atitudes  Oralizar histórias contadas, a seu modo.
em suas diversas
descrição que gostam de fazer sobre suas ações e a serem desenvolvidas, tais como gostar de participar de  Participar de situações em que é convidado a contar
funções e usos
intenções no brincar. Além disso, também é importante que situações em que é convidado a contar ou criar histórias histórias com o apoio de imagens, fotos ou temas
sociais.
possam contar aos(às) professores(as) e colegas histórias com ou sem o apoio de imagens, fotos ou temas disparadores.
 Relação entre
criadas ou conhecidas, que sejam incentivadas em disparadores.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
imagem e narrativa.
 Repertório de textos situações individuais ou em pequenos grupos a criar
orais que constituem narrativas a partir da apreciação de fatos, imagens ou de
o patrimônio cultural temas que são do seu interesse.
literário.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
 Explorar características gráficas representadas em
As crianças bem pequenas aprendem sobre a linguagem e
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento diferentes portadores de textos.
EI02EF07 - Manusear a escrita por meio de situações que propiciem vivências
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Ser apresentado às diferentes finalidades dos registros
diferentes portadores significativas do uso de diferentes portadores textuais.
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada escritos.
textuais, Nesse contexto, é importante que as crianças bem
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Manusear diferentes portadores de textos de diferentes
demonstrando pequenas possam interagir em um ambiente com
BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível gêneros e explorar a leitura não convencional.
reconhecer seus usos diversidade de materiais de escrita, que as convidem a
construir objetivos específicos relacionados ao uso de  Manipular jornais, revistas, livros, cartazes, cadernos de
sociais. fazer uso destes, explorando seus usos sociais e criando
portadores, como, por exemplo, escrever cartas aos seus receitas e outros, ouvindo e conhecendo sobre seus usos
outros, como, por exemplo, brincar de correio, de escritório,
colegas ou familiares fazendo uso da escrita espontânea ou sociais.
de supermercado, de banco, de livraria etc. Observar as
 Usos e funções da folhear livros contando suas histórias para seus colegas em  Ouvir e apreciar histórias e outros gêneros textuais, como:
brincadeiras das crianças, seus interesses e seus
escrita. situações de livre escolha. O currículo local pode, ainda, poemas, contos, literatura popular, lendas, fábulas,
conhecimentos permite ao(à) professor(a) planejar
 Gêneros e suportes abordar atitudes a serem desenvolvidas, como, por parlendas, músicas, etc.
atividades intencionais que enriqueçam o uso e a
de textos. exemplo, interessar-se por portadores textuais, buscando  Participar de experiências que utilizem como recurso os
apropriação que as crianças fazem desses portadores,
fazer uso deles segundo seus usos sociais. portadores textuais como fonte de informação: revistas,
como planejar uma visita ao correio etc.
jornais, livros, dentre outros

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF08 - Manipular
textos e participar de
situações de escuta
para ampliar seu
contato com
diferentes gêneros
textuais (parlendas,
histórias de aventura,
tirinhas, cartazes de
sala, cardápios, Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
 Vivenciar momentos de observação dos gêneros textuais
notícias etc.). específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
As crianças bem pequenas aprendem sobre os textos ao presentes no ambiente da sala, da escola, de casa, da rua
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
terem diferentes oportunidades de escutar, explorar e e de outros lugares que frequenta.
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
(EI02EF08/ES) conversar sobre diferentes gêneros textuais, em diferentes  Vivenciar momentos em que a escrita é utilizada como
BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível
Manipular textos e suportes. Nesse contexto, é importante que as crianças forma de representação de ideias, de tarefas, de
construir objetivos específicos relacionados à familiaridade
participar de situações bem pequenas tenham a oportunidade de participar de instruções, de combinados, de informações e outros
com diferentes gêneros textuais, como, por exemplo,
de escuta para diferentes situações de leitura de diversos gêneros textuais, elementos organizadores e comunicadores.
brincar recitando parlendas, buscar o jornal para encontrar
ampliar seu contato como, por exemplo, as histórias, parlendas, trava-línguas,  Explorar portadores de diferentes gêneros textuais.
informação sobre uma atividade cultural, participar de
com diferentes receitas, indicações de leitura ou programação cultural em  Participar de situações de escuta envolvendo diferentes
atividades de culinária fazendo uso de livros de receitas
gêneros textuais jornais ou revistas, leitura da capa de CDs, DVDs etc. gêneros textuais.
etc. O currículo local pode, ainda, abordar atitudes a serem
(parlendas, histórias Também é importante que esses textos, em seus suportes,  Vivenciar experiências lúdicas em contato com diferentes
desenvolvidas, como interessar-se por participar de
de aventura, tirinhas, estejam disponíveis de forma acessível, para que possam textos.
situações de exploração de portadores de diferentes
quadrinhos, fábulas, explorá-los e usá-los em suas brincadeiras e atividades  Ter contato com diferentes suportes textuais observando e
gêneros textuais em brincadeiras ou atividades de
cartazes de sala, individuais ou em pequenos grupos. manipulando: jornal, livro de receitas, revistas, dentre
pequenos grupos e também identificar suportes e gêneros
cardápios, notícias outros.
textuais que sejam típicos de seu território.
etc.).

 Gêneros textuais,
seus autores,
características e
suportes.
 Sensibilidade
estética em relação
aos textos literários.

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OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
EI02EF09 - Manusear
diferentes
instrumentos e
suportes de escrita
para desenhar, traçar
letras e outros sinais
gráficos. As crianças bem pequenas aprendem sobre a escrita e sua  Explorar o "traçado desenho".
representação gráfica a partir do interesse que possuem do  Conquistar o controle no traçado, exercitando-o nos
texto como um todo, identificando nele a direção da escrita, diferentes suportes e instrumentos de escrita.
(EI02EF09/ES) Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
bem como a presença de letras e de desenhos. A partir das  Reconhecer a existência de traçados representativos de
Manusear diferentes específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
diferentes oportunidades de contato com a leitura de textos palavras, letras e desenhos.
instrumentos e habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
e de convites para escrever e se comunicar por meio de  Exercitar o traçado com diferentes instrumentos e suportes
suportes de escrita um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
suportes de escrita, as crianças vão, aos poucos, de escrita, explorando a escrita não convencional, o
para desenhar, traçar BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível
distinguindo as imagens da escrita, ainda que utilizem seus traçado livre e o traçado intencional. Presenciar situações
letras e outros sinais construir objetivos específicos relacionados à comunicação
desenhos como uma forma de comunicação gráfica que significativas de leitura e escrita.
gráficos. escrita, como, por exemplo, conceber seus desenhos como
enriquece sua forma de expressar ideias, sentimentos,  Ter contato visual com sua imagem (foto), juntamente com
uma forma de comunicação, fazer uso de suas garatujas
emoções etc. Nesse contexto, é importante que as crianças a escrita do nome.
com a intenção de uma comunicação escrita e fazer uso
 Marcas gráficas. bem pequenas tenham a oportunidade de manusear e  Produzir marcas gráficas com diferentes suportes de
das letras, ainda que de forma não convencional, em seus
 Sistema alfabético explorar diferentes suportes de escritas, fazendo uso de escrita: brochinha, giz de cera, lápis, pincel e outros,
registros de comunicação. O currículo local pode, ainda,
de representação da diferentes formas de comunicação escrita, por meio, por conhecendo suas funções.
abordar atitudes a serem desenvolvidas, tais como aceitar
escrita e exemplo, de seus desenhos, do uso de símbolos gráficos  Vivenciar registros em diferentes suportes: papel, papelão,
o desafio de produzir comunicações escritas.
mecanismos de que representam letras ou de uma ortografia inventada por plástico, dentre outros.
escrita. elas. É importante, ainda, que imitem comportamentos de  Manipular revistas, jornais, livros e outros materiais
 Sensibilização para escritor ao fazer de conta que escrevem recados. impressos.
a escrita.
 Materiais e
tecnologias variadas
para a produção da
escrita e seus
diferentes usos.

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ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02EF10/ES) Criar
novos elementos para
as histórias que ouve.

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO


OBJETIVOS DE
APRENDIZAGEM E ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
DESENVOLVIMENTO
(EI02EF11/ES)
Expressar
sentimentos e
opiniões, fazendo uso
da linguagem verbal.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET01 - Explorar e As crianças bem pequenas aprendem sobre o mundo à Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer semelhanças e diferenças entre tamanho e
descrever semelhanças sua volta por meio das descobertas que fazem a partir de específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, peso de objetos.
e diferenças entre as explorações e investigações de diferentes objetos. Cada habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar a sonoridade dos objetos a partir de referências,
características e novo objeto ou grupo de objetos que descobrem um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da identificando sons semelhantes e diferentes.
propriedades dos proporciona diversas explorações e enriquecem suas BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Perceber a posição dos objetos no espaço,
objetos (textura, interações, curiosidades e interesses, favorecendo uma construir objetivos específicos relacionados à identificação compreendendo sua função social para poder utilizá-los de
massa, tamanho). postura investigativa sobre o meio que as cercam. Nesse de características dos objetos, como, por exemplo, forma independente e de acordo com suas necessidades.
contexto, é importante que as crianças bem pequenas observar e nomear alguns atributos dos objetos que  Descrever sensações semelhantes e diferentes ao
tenham oportunidades diversas de exploração de exploram. O currículo pode considerar objetivos específicos manipular diversos objetos, observando suas propriedades.
 Manipulação,
diferentes objetos: individualmente, em duplas, trios ou relacionados à descrição e identificação de diferenças entre  Explorar objetos pessoais e do cotidiano, reconhecendo
exploração e

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
pequenos grupos; no espaço da sala, organizado de
forma a desafiá-la e atraí-la em suas investigações; e no suas propriedades e características. Manipular objetos e
espaço externo, sensibilizada pelos diferentes elementos brinquedos de materiais diversos, explorando suas
da natureza e a diversidade de formas possíveis de características físicas e possibilidades: morder, chupar,
explorar. As crianças bem pequenas gostam de contar o produzir sons, apertar, encher, esvaziar, empilhar, afundar,
objetos, como, por exemplo, descrever objetos em
organização de que estão fazendo. Enquanto brincam e exploram, criam flutuar, soprar, montar, lançar, jogar etc.
situações de exploração ou em atividades de trios ou
objetos. narrativas sobre suas ações e se divertem e aprendem  Observar semelhanças e diferenças entre objetos.
pequenos grupos, apontando suas características,
 Percepção dos umas com as outras ao compartilhar seus pensamentos.  Manusear e explorar elementos do meio natural e objetos
semelhanças e diferenças, além de abordar atitudes a
elementos no espaço. Nesse contexto, a escuta e a observação atenta do(a) produzidos pelo homem.
serem desenvolvidas, como mostrar curiosidade em
 Órgãos dos sentidos. professor(a) para suas ações exploratórias e  Participar de situações misturando areia e água, diversas
exploração ou interessar-se por identificar semelhanças e
 Características investigativas podem apoiá-lo(a) a interagir com as cores de tinta e explorando elementos da natureza como:
diferenças entre objetos. O currículo local pode, ainda,
físicas, propriedades crianças a partir de seus interesses e curiosidades, terra, lama, plantas etc.
exemplificar situações ou objetos típicos de sua cultura,
e utilidades dos chamando atenção para as propriedades dos objetos  Manipular, explorar e organizar, progressivamente
que as crianças costumam usar em suas explorações, tais
objetos. (água, terra, areia, farinha etc.) e as suas características, brinquedos e outros materiais realizando classificações
como areia e água — misturar areia com água; tinta –
 Textura, massa e destacando as relações e conexões que as crianças simples.
brincar com diferentes tipos de tintas; elementos da
tamanho dos objetos. fazem, incentivando que atentem às semelhanças e  Explorar e descobrir as propriedades dos objetos e
natureza – terra, lama, plantas etc.
diferenças e também proporcionando situações de materiais: odor, cor, sabor, temperatura, tamanho.
exploração de objetos de diferentes formatos e tamanhos,  Observar os atributos dos objetos por meio da exploração:
utilizando o conhecimento de suas propriedades para grande/pequeno, áspero/liso/macio, quente/frio,
explorá-los com maior intencionalidade — por exemplo, pesado/leve dentre outras possibilidades.
empilhar objetos do menor para o maior e vice-versa.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET02 - Observar, As crianças bem pequenas começam a aprender sobre os Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Observar dia e noite, luz e sombra, silêncio e som,
relatar e descrever fenômenos naturais conforme têm oportunidades de viver específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, sensibilizando o olhar para estas relações em situações
incidentes do cotidiano diversas situações de contato com a natureza. É por meio habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada reais e em brincadeiras e simulações.
e fenômenos naturais de vivências no contato com o sol, com a chuva, com a um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Vivenciar situações em que fenômenos naturais podem ser
(luz solar, vento, chuva terra molhada, com a areia seca que elas passam a se BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível observados.
etc.). questionar sobre a diversidade e a complexidade dos construir objetivos específicos relacionados aos  Descrever incidentes do cotidiano, reconhecendo causas e

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
consequências.
 Observar e relatar incidentes do cotidiano, expressando
hipóteses sobre suas causas e consequências. Perceber os
fenômenos da natureza. Nesse contexto, é importante que
(EI02ET02/ES) elementos e fenômenos da natureza, a partir das práticas
as crianças bem pequenas tenham a oportunidade de procedimentos de pesquisa como, por exemplo, realizar
Observar, relatar e coletivas.
presenciar e vivenciar fenômenos naturais, mas também investigações simples para descobrir porque as coisas
descrever  Observar e descobrir diferentes elementos e fenômenos da
de conversar sobre outros que conhecem por meio dos acontecem e como funcionam ou usar uma variedade de
transformações natureza, ex.: luz solar, chuva, vento, dunas, lagoas, entre
meios de comunicação ou pelas histórias, mitos e lendas ferramentas para explorar o mundo e aprender como as
observadas no outros.
que têm a oportunidade de escutar. Questionar as coisas funcionam. O currículo pode considerar objetivos
cotidiano e fenômenos  Perceber os elementos da natureza explorando os espaços
crianças, instigando suas explorações, investigações e específicos relacionados ao relato de fenômenos naturais,
naturais (luz solar, externos da instituição e incentivando a preservação do
descobertas sobre os fenômenos da natureza, propondo como, por exemplo, falar sobre o que se está vendo e o
vento, chuva etc.). meio ambiente.
que observem e descrevam, por exemplo, as que está acontecendo, descrevendo mudanças em objetos,
 Participar de momentos no ambiente externo em que
características e movimentos do sol, da lua, das estrelas e seres vivos e eventos naturais no ambiente. O currículo
 Preservação do meio perceba o calor e a luz solar.
das nuvens, bem como das mudanças de tempo (frio e local pode, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas,
ambiente.  Participar de momentos dentro e fora da sala, em que sinta
calor) em momentos de brincadeiras, em atividades como, por exemplo, interessar-se por fazer observações
 Fenômenos naturais: a presença do vento.
individuais ou pequenos grupos também é uma forma de simples e descobrir diferentes elementos e fenômenos da
luz solar, vento,  Observar a chuva, seu som e outras sensações
o(a) professor(a) apoiá-las a realizarem conexões e natureza (ex.: luz solar, chuva, vento, dunas, lagoas, entre
chuva. características (cheiro e vibrações), bem como o fenômeno
aprimorarem suas habilidades em formular perguntas, outros), bem como considerar exemplos de fenômenos
 Tempo atmosférico trovão.
relacionar informações, construir hipóteses e, com isso, naturais típicos de sua região.
 Elementos da  Ouvir músicas e histórias que envolvem a temática
ampliar seus conhecimentos e suas experiências.
natureza. fenômenos da natureza.
 Oralizar sobre objetos, seres vivos e eventos naturais no
ambiente.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET03 - As crianças bem pequenas são extremamente curiosas e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Vivenciar situações de cultivo e manutenção de plantas
Compartilhar, com interessadas sobre o ser humano, os animais e as específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, dentro e fora dos espaços da escola.
outras crianças, plantas. No contato com outras crianças, com animais de habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Compartilhar atitudes de cuidado com plantas e animais
situações de cuidado seu entorno e com plantas, elas exploram, fazem um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da nos espaços da instituição e fora dela com seus pares.
de plantas e animais observações, formulam perguntas e têm a oportunidade BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Perceber a existência de plantas e animais nos espaços

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
como elementos da paisagem.
 Desenvolver atitudes de cuidados com plantas e animais
nos espaços da instituição e fora dela.
nos espaços da de descobrir e conhecer ativamente o meio natural, construir objetivos específicos relacionados à identificação
 Observar e conhecer animais e plantas percebendo a
instituição e fora dela. desenvolver atitudes de respeito, cuidado e permanente de características dos seres vivos, como, por exemplo,
existência de diferentes tipos de seres vivos.
interesse por aprender, aprimorando habilidades que observar, imitar e nomear algumas particularidades dos
 Perceber-se enquanto parte integrante do meio ambiente.
permitam ampliar suas noções e sua compreensão sobre animais. O currículo pode considerar objetivos específicos
 Plantas e seu habitat.  Observar e ter contato com animais e plantas, nomeados
os seres vivos e as relações dinâmicas com o seu relacionados à identificação de diferenças entre os seres
 Animais e seus pelo(a) professor(a).
entorno.Nesse contexto, é importante que as crianças vivos e outros elementos e materiais, como, por exemplo,
modos de vida.  Conhecer o modo de vida de insetos e animais presentes
bem pequenas tenham a oportunidade de viver situações identificar, pela exploração e observação, características
 Preservação do meio no dia a dia.
nas quais possam se responsabilizar por pequenas que diferenciam os seres vivos de outros elementos e
ambiente.  Conhecer plantas, suas características físicas, habitat e
tarefas, como regar e cuidar das plantas utilizando materiais de seu meio. O currículo local pode, ainda, trazer
 Transformação da acompanhar seu crescimento.
ferramentas como pá, regador, arado etc., dar comida aos exemplos típicos de sua região ou abordar atitudes a serem
natureza.  Experimentar em diferentes momentos o contato com
bichos e acompanhar o crescimento de alimentos na desenvolvidas, como, por exemplo, demonstrar iniciativa e
 Elementos da elementos naturais em hortas e jardins.
horta, ampliando a compreensão que possuem sobre o responsabilizar-se por ações simples de cuidado com
natureza.  Ouvir músicas e histórias que envolvem a temática plantas,
mundo social e natural. animais ou plantas de seu entorno.
animais e meio ambiente.
 Participar de situações do cuidado com o meio ambiente:
preservar as plantas e não maltratar animais.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET04 - Identificar As crianças bem pequenas começam a identificar e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Conhecer o calendário como marcador do tempo.
relações espaciais compreender as relações espaciais e temporais por meio específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Explorar relações temporais em histórias e contextos
(dentro e fora, em de suas explorações dos objetos, de suas ações e habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada problematizadores do assunto.
cima, embaixo, acima, deslocamento no espaço, da vivência de acontecimentos um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da  Explorar diferentes formas de marcar o tempo.
abaixo, entre e do lado) familiares, da observação de indícios externos como BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Explorar relações temporais em situações cotidianas.
e temporais (antes, marcadores de tempo, da repetição intencional de suas construir objetivos específicos relacionados à identificação  Localizar objetos e pessoas no espaço a partir do uso de
durante e depois). ações e de suas diferentes experiências com ritmos e de relações espaciais, como, por exemplo, encontrar referências espaciais.
velocidades. Nesse contexto, é importante que as objetos ou brinquedos desejados nas situações de  Descrever pequenos percursos para se deslocar no
crianças bem pequenas tenham a oportunidade de brincadeiras ou a partir de orientações do(a) professor(a) espaço.
 Linguagem

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
 Reconhecer e nomear objetos como ponto de referência
em brincadeiras, jogos e situações cotidianas.
 Explorar as diversas relações espaciais a partir de
situações de organização ou por necessidade.
 Explorar as diversas relações espaciais a partir de
vivenciar diversas situações de exploração dos espaços brincadeiras e jogos. Participar de momentos de exploração
escolares em contextos variados, seja em suas dos dias da semana com músicas.
brincadeiras livres, seja em pares ou pequenos grupos, e  Conhecer os diferentes espaços da escola por meio de
que possam envolver-se em desafios como, por exemplo, explorações que promovam a identificação de relações
de identificação de pontos de referências para situar-se e espaciais.
matemática.
deslocar-se no espaço, e de descrever e representar sobre a sua localização. É possível também considerar  Participar de situações realizando comandos: dentro, fora,
 Comparação da
percursos e trajetos considerando diferentes pontos de objetivos específicos relacionados à identificação de em cima, embaixo, lado, frente, atrás e outros.
posição dos
referências. É importante, também, que possam conversar relações temporais, como, por exemplo, identificar os  Encontrar objetos ou brinquedos desejados nas situações
elementos no espaço.
entre elas, em pequenos grupos, sobre suas vivências momentos da rotina ou conversar sobre os acontecimentos de brincadeiras ou a partir de orientações do(a)
 Noções espaciais de
familiares. Além disso, é interessante que tenham dos dias fazendo uso de expressões temporais como antes, professor(a) sobre a sua localização.
orientação, direção,
diferentes oportunidades de participar da organização de durante e depois. O currículo local pode, ainda, trazer  Explorar o ambiente da escola considerando a localização
proximidade,
eventos e festas tradicionais, e de comemorar os exemplos típicos de seu espaço ou das vivências do de si e de elementos no espaço: frente, atrás, entre, em
lateralidade, exterior
aniversários e algumas passagens significativas do tempo, contexto de seu cotidiano escolar; ou, ainda, abordar cima, embaixo, dentro, fora e outros.
e interior, lugar e
sejam de sua cultura local, de seus grupos familiares ou atitudes a serem desenvolvidas, como, por exemplo,  Manipular, experimentar e explorar o espaço por meio de
distância.
também da comunidade escolar. Essas situações são interessar-se por conhecer os diferentes espaços da escola experiências de deslocamento de si e dos objetos.
 Noção temporal.
importantes referências para apoiá-las na identificação de por meio de explorações que promovam a identificação de  Posicionar o corpo no espaço considerando ações como:
 Posição do corpo no
relações temporais e podem ser enriquecidas nas relações espaciais. subir, descer, abaixar e outros.
espaço.
interações com os(as) professores(as) quando trazem  Explorar o espaço por meio do corpo e dos sentidos, a fim
perguntas que as convidam a antecipar e descrever de perceber formas e limites presentes em seu ambiente.
acontecimentos segundo uma sequência no tempo, a  Participar de situações que envolvam circuitos onde possa
partir da escuta atenta das conversas entre as crianças e subir, descer, ir para frente e para trás e outros
da observação de suas iniciativas e brincadeiras. movimentos.
 Perceber noções de tempo ao ouvir comandos como:
agora, depois e durante e ao observar situações da rotina.
 Identificar os momentos da rotina ou conversar sobre os
acontecimentos do dia utilizando expressões temporais
como antes, durante e depois.

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ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES
OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET05 - Classificar
objetos, considerando
determinado atributo
(tamanho, peso, cor, As crianças bem pequenas aprendem sobre os objetos
 Criar critérios de classificação na organização dos espaços,
forma etc.). por meio das descobertas que fazem a partir da
em brincadeiras e situações cotidianas coletivamente ou
exploração e investigação sobre eles. Conforme exploram,
não.
têm a oportunidade de identificar suas características e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
(EI02ET05/ES)  Classificar e organizar objetos e espaço seguindo
ordenar e organizar as informações que apreendem por específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,
Ordenar, seriar ou orientações problematizadoras em brincadeiras e em
meio de suas ações, buscando encontrar sentido para habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada
classificar objetos, situações cotidianas.
suas descobertas. A partir de suas explorações sobre os um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da
considerando  Distinguir atributos dos objetos, reconhecendo que um
atributos dos materiais, podem classificá-los compondo BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível
determinado atributo mesmo objeto pode ter características variadas e
agrupamentos a partir de relações que constroem entre construir objetivos específicos relacionados à identificação
(tamanho, peso, cor, diferentes.
eles. Nesse contexto, é importante que as crianças bem de atributos dos materiais, como, por exemplo, explorar e
forma ou outro  Explorar as propriedades físicas e funções dos objetos.
pequenas tenham a oportunidade de brincar com fazer comparações entre diferentes materiais fazendo
atributo).  Manipular, experimentar e explorar o espaço por meio de
diferentes materiais ou participar de situações nas quais referência ao tamanho, peso, cor, forma etc.. O currículo
experiências de deslocamento de si e dos objetos.
são convidadas a nomeá-los ou agrupá-los, podendo pode considerar objetivos específicos relacionados à
 Explorar e descobrir as propriedades dos objetos e
 Propriedades dos atribuir sentidos para essas ações, como acontece, por habilidade de classificação de objetos baseadas em seus
materiais: tamanho, massa, cor, forma, dentre outras.
objetos. exemplo, quando participam de atividades que envolvem a atributos, como, por exemplo, usar seus conhecimentos
 Participar de situações em que o(a) professor(a) nomeia os
 Classificação dos confecção de objetos, fazendo uso de diferentes materiais sobre os atributos de diferentes objetos para selecioná-los
atributos dos objetos destacando semelhanças e
objetos de acordo e selecionando-os segundo seus atributos. As segundo suas intenções. O currículo local pode, ainda,
diferenças.
com atributos. brincadeiras, nos espaços organizados com diferentes abordar atitudes a serem desenvolvidas, como interessar-
 Agrupar os objetos, seguindo critérios: tamanho, peso,
 Tamanho, forma e materiais, ou mesmo ao ar livre, no contato com diferentes se por participar dos momentos de organização dos
forma, cor dentre outras possibilidades.
posição dos objetos. elementos da natureza, instigam as crianças bem brinquedos da sala usando seus atributos para agrupá-los
 Perceber os atributos dos objetos atentando-se à fala e
 Medidas pequenas em suas investigações, bem como a escuta e etc.
demonstração do(a) professor(a): objetos leves e pesados,
padronizadas e não observação atenta do(a) professor(a) propicia importantes
objetos grandes e pequenos, objetos de cores diferentes,
padronizadas de interações, que podem enriquecer e ampliar suas
dentre outros.
comprimento e experiências.
massa.
 Linguagem
matemática.

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
As crianças bem pequenas vivem a noção de tempo por
 Conhecer a diversidade de marcadores de tempo.
meio de suas sensações internas, modelando aquilo que
 Relacionar tempos a incidência de luz, à velocidade de um
EI02ET06 - Utilizar acontece no agora, no tempo presente. Conforme
Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento movimento e aos marcos da rotina.
conceitos básicos de crescem e vivem experiências cotidianas que se repetem
específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Vivenciar situações que remetem ao tratamento do tempo.
tempo (agora, antes, no tempo, começam a fazer uso de alguns indícios
habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Conhecer conceitos básicos de tempo, sabendo utilizá-los
durante, depois, ontem, externos para antecipar acontecimentos. Quando sentem
um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da quando necessário.
hoje, amanhã, lento, o cheiro da comida, sabem que será servido o almoço;
BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Brincar no espaço externo explorando diversos movimentos
rápido, depressa, quando observam que o(a) professor(a) pega um livro,
construir objetivos específicos relacionados à exploração corporais e experimentando diferentes níveis de
devagar). antecipam que escutarão uma história. Nesse contexto, é
de ritmos e velocidades, como, por exemplo, brincar no velocidades.
importante que as crianças bem pequenas tenham a
espaço externo explorando diversos movimentos corporais  Participar de atividades de culinária, produções artísticas
oportunidade de viver situações que envolvam as noções
 Noções de tempo. e experimentando diferentes níveis de velocidades. O que envolvam: pintura, experiências com argila e outras
básicas de tempo, sendo convidadas a antecipar
 Transformações na currículo pode considerar objetivos específicos situações para que adquiram noções do tempo de preparo
acontecimentos do cotidiano escolar, a conversar sobre
natureza: dia e a relacionados a conceitos básicos de tempo, como, por ou secagem para estar pronto.
momentos de sua rotina em casa, a brincar explorando
noite exemplo, compreender o agora e o depois nos diferentes  Participar de situações em que o(a) professor(a) relaciona
velocidades e ritmos, como depressa e lentamente, e a
 Medidas e grandezas. momentos do cotidiano de seu grupo. O currículo local noções de tempo a seus ritmos biológicos, para perceber a
viver situações em que percebam relações de causa e
 Medidas pode, ainda, abordar atitudes a serem desenvolvidas, sequência temporal em sua rotina diária: alimentar-se,
efeito. É importante também que possam conversar entre
padronizadas e não como, por exemplo, interessar-se por conhecer os brincar, descansar, tomar banho.
elas, em pequenos grupos, sobre suas vivências
padronizadas de diferentes momentos da rotina, construindo referências  Compreender o agora e o depois nos diferentes momentos
familiares, e que tenham diferentes oportunidades de
tempo. para apoiar sua percepção do tempo (por exemplo, pegar do cotidiano de seu grupo construindo referências para
participação da organização de eventos e festas
 Linguagem um livro quando entende que é o momento de escuta de apoiar sua percepção do tempo, por exemplo, ao pegar um
tradicionais, de comemorar os aniversários e algumas
matemática. histórias). livro entende-se que é o momento de escuta de histórias.
passagens significativas do tempo, sejam de sua cultura
 Observar o céu, astros, estrelas e seus movimentos (dia e
local, de seus grupos familiares, como também da
noite), para que percebam a passagem do tempo
comunidade escolar.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET07 - Contar As crianças bem pequenas começam a compreender as Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Memorizar partes da sequência numérica.
oralmente objetos, propriedades essenciais do sistema numérico por meio de específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Contar identificando objetos, pessoas, etc. em situações de
pessoas, livros etc., em suas interações com as pessoas e com os materiais. Em habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada brincadeira e cantigas.

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
contextos diversos.

(EI02ET07/ES) Contar
oralmente objetos,  Explorar a contagem espontânea de maneira não
pessoas, livros, em suas explorações sobre os objetos, começam a considerá- convencional, percebendo repetições e regularidades.
contextos diversos. los não somente por suas qualidades, mas também suas Participar de brincadeiras que envolvam a recitação da
quantidades, e interessam-se por organizá-los em grupos um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da sequência numérica por meio de cantigas, rimas, lendas e
ou em conjuntos, aproximando-se do conceito de números BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível ou parlendas.
 Manipulação,
e de correspondência de um a um. Nesse contexto, é construir objetivos específicos relacionados à sequência  Ter contato com números e contagem em situações
exploração e
importante que as crianças bem pequenas tenham a numérica, como, por exemplo, participar de brincadeiras ou contextualizadas e significativas, distribuição de materiais
organização de
oportunidade de brincar com diferentes objetos ou rodas de cantigas que envolvam a recitação da sequência diversos, divisão de objetos, coleta de objetos, dentre
objetos.
participar de situações nas quais contem coisas, façam numérica. O currículo local pode, ainda, considerar outras situações.
 Contagem oral.
correspondências entre números e quantidades, e objetivos específicos relacionados à contagem, como, por  Participar de brincadeiras que envolvam a contagem oral.
 Sistema de
encontrem os números em contextos sociais reais, como exemplo, jogar jogos de percurso simples movendo sua  Perceber o uso da contagem por meio de diferentes
numeração decimal.
no seu calçado, no telefone e nas brincadeiras de faz de peça conforme a quantidade tirada no dado. experiências realizadas oralmente pelo(a) professor(a),
 Identificação e
conta, nas quais façam uso de calculadora, régua, fita para que o estabeleça noções de quantificação,
utilização dos
métrica, teclado de computador etc. progressivamente como: quadro de faltas e presenças e em
números no contexto
outros momentos.
social.
 Sequência numérica.
 Linguagem
matemática.

ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02ET08 - Registrar As crianças bem pequenas demonstram interesse e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Enumerar quantidade de elementos.
com números a prazer em contar os objetos à sua volta quando específicos para o currículo, é desejável detalhar noções,  Explorar a escrita numérica para realizar representações.
quantidade de crianças envolvidas em brincadeiras ou em situações cotidianas da habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar a representação de quantidades por meio do
(meninas e meninos, vida real. Nas suas brincadeiras de contagem, costumam um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da desenho.
presentes e ausentes) usar um nome para cada número e já buscam utilizar o BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível  Participar de brincadeiras envolvendo cantigas, rimas,

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
e a quantidade de
objetos da mesma
natureza (bonecas,
bolas, livros etc.). nome desses números em uma ordem estável, ainda que
não convencional. Ao terem a oportunidade de contato
com diferentes suportes nos quais encontram os números construir objetivos específicos relacionados à leitura de
 Contagem oral. lendas, parlendas ou outras situações que se utilizam de
escritos, as crianças iniciam suas investigações e números — por exemplo, ler números escritos ou escritos
 Números e contagem oral e envolvam representação numérica.
descobertas sobre eles. Nesse contexto, é importante que em palavras. O currículo pode considerar objetivos
quantidades.  Observar contagens e registros de quantidades realizados
as crianças bem pequenas tenham a oportunidade de: específicos relacionados ao registro com números, como,
 Linguagem pelo(a) professor(a).
participar de brincadeiras diversas em que possam contar por exemplo, registrar números de diferentes formas, como
matemática.  Participar de situações de agrupamento de elementos da
ou recitar a sequência numérica; construir coleções de palavras, números e gráficos. O currículo local pode, ainda,
 Identificação e mesma natureza em quantidades preestabelecidas.
coisas pequenas e que lhes sejam atraentes; brincar com abordar atitudes a serem desenvolvidas, como, por
utilização dos  Participar de situações onde há o registro escrito de
computador, calculadora, régua e outros suportes com exemplo, interessar-se por jogos nos quais se precisa
números no contexto músicas e outros textos observando a grafia numérica.
números escritos; jogar jogos com números escritos ou contar, ler ou registrar números.
social. que envolvam contagem; e ser apoiadas em seu interesse
 Representação de por contar e por registrar números.
quantidades.
 Organização de
dados.

CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS


OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02CG01 - Apropriar- As crianças bem pequenas se interessam pelos adultos e Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Reconhecer potencialidades e limites dos gestos e
se de gestos e outras crianças com as quais convivem e aprendem, em específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, movimentos na interação com o espaço.
movimentos de sua diferentes situações de interação, por meio da habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Aprimorar gestos e movimentos já conhecidos, desafiando
cultura no cuidado de si observação e imitação de seus gestos e movimentos. um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da os próprios limites e aprendendo por meio de imitação
e nos jogos e Garantir situações e tempo para que as crianças possam BNCC. Para as crianças bem pequenas, é possível construir novos gestos e movimentos.
brincadeiras. observar umas às outras, explorar conjuntamente gestos objetivos específicos relacionados à ampliação de noções e  Ampliar gradualmente o repertório gestual por meio de
e movimentos e ensinar umas às outras em situações habilidades a partir da observação e do contato com novos diferentes contextos no cuidado de si.
significativas contribui para que ampliem seus gestos e movimentos da sua cultura. Por exemplo,  Explorar o próprio corpo na perspectiva de conhecê-lo,
(EI02CG01/ES)
conhecimentos e suas habilidades nas explorações e conversar com professores(as) e outras crianças sobre o sentindo os seus movimentos, ouvindo seus barulhos,

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CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS
OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
conhecendo suas funções e formas de funcionamento.
Explorar gestos e  Vivenciar brincadeiras de esquema corporal, de exploração
movimentos de sua e a expressão corporal diante do espelho, utilizando as
cultura no cuidado de si diferentes formas de linguagens e percebendo suas
e nos jogos, características específicas.
brincadeiras e no faz  Observar e imitar gestos e movimentos típicos dos
de conta. profissionais da escola e de sua comunidade próxima.
descobertas que fazem sobre si mesmas, nas relações cuidado e a atenção no uso dos diferentes espaços da  Participar de brincadeiras com cantigas, rimas, lendas,
com o outro e o mundo ao seu redor. Nesse contexto, é escola, observar e imitar gestos e movimentos típicos dos parlendas ou outras situações que envolvam movimentos
 Coordenação motora importante que as crianças bem pequenas vivenciem profissionais da escola e de sua comunidade próxima, corporais.
ampla: equilíbrio, situações em que possam acolher as formas de cantar canções imitando os gestos ou seguir ritmos  Cantar canções imitando os gestos ou seguir ritmos
destreza e postura expressão umas das outras, valorizando suas diferenças diferentes de músicas com movimentos corporais. O diferentes de músicas com movimentos corporais.
corporal. e apoiando suas investigações e descobertas sobre as currículo pode considerar a complexidade dos gestos e  Criar movimentos e gestos a partir de apresentações
 Manifestações diferentes linguagens, sobre os objetos, os materiais, o movimentos — por exemplo, apreciar, explorar e valorizar a artísticas.
culturais. repertório cultural de sua comunidade e de outras escuta de diferentes estilos de música, dança e outras  Conhecer os objetos, materiais, expressões culturais
 Orientação espacial. culturas. É importante, também, que possam participar de expressões da cultura corporal ou criar novos movimentos e corporais, danças, músicas e brincadeiras que são típicas
 Seu corpo, suas situações de brincadeiras de faz de conta, utilizando gestos a partir de apresentações artísticas assistidas. O de sua região, de sua cultura.
possibilidades como referência enredos, cenários e personagens do seu currículo local pode, ainda, destacar os objetos, materiais,  Imitar movimentos fazendo relações entre a situação vivida
motoras, sensoriais e entorno social; interessar-se por ensinar jogos de sua expressões culturais corporais, danças, músicas e e o enredo, cenários e personagens em situação de faz de
expressivas. cultura familiar e aprender os jogos de seus colegas; brincadeiras que são típicas de sua região, de sua cultura, e conta.
 O corpo do outro. relatar práticas de cuidado de si em casa e escutar com apontar as aprendizagens a serem conquistadas pelas  Identificar partes do corpo na perspectiva de conhecê-lo.
 Coordenação motora atenção os relatos dos colegas; imitar, nas situações de crianças. Por exemplo, imitar e criar movimentos na dança a  Expressar, por meio do corpo, de seus gestos e
ampla: equilíbrio, brincadeira, gestos e movimentos aprendidos com os partir do contato com diferentes gêneros musicais, imitar movimentos confortos e desconfortos.
destreza e postura colegas ou professores(as) em situações de conversa, movimentos dos artistas no uso do barro para a modelagem,  Perceber o desconforto do colega e oferecer acolhimento.
corporal. cuidados ou jogos; incorporar algumas práticas de brincar de pescar a partir da observação dos pescadores,  Explorar o ambiente da sala de aula e outros espaços da
 Manifestações cuidado de si voltadas para vestir-se e alimentar-se, além fazendo relações entre a situação vivida e o enredo, unidade e lugares externos.
culturais. de situações de descanso e higiene pessoal. cenários e personagens em situação de faz de conta.  Brincar nos espaços externos e internos com obstáculos
 Orientação espacial. que permitem empurrar, rodopiar, balançar, escorregar,
 Seu corpo, suas equilibrar-se, arrastar, engatinhar, levantar, subir, descer,
possibilidades passar por dentro, por baixo, saltar, rolar, virar
motoras, sensoriais e cambalhotas, perseguir, procurar, pegar, etc., vivenciando
expressivas. limites e possibilidades corporais.
 O corpo do outro.  Chutar, pegar, manusear, mover e transportar objetos com
diferentes características.

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02CG02 - Deslocar Crianças bem pequenas apropriam-se com interesse do Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Observar a relação entre seu corpo e o espaço, buscando
seu corpo no espaço, espaço à sua volta, seja em sua sala ou no espaço específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, movimentar-se com destreza progressiva.
orientando-se por externo, ao ar livre. Gostam de brincar ao lado umas das habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Explorar diferentes posturas corporais espontaneamente
noções como em outras e se interessam pelos objetos, pessoas e ações ao um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da ou a partir de estímulos, desenvolvendo atitudes de
frente, atrás, no alto, seu redor. Brincar ao seu lado, mostrando desafios, BNCC. Para as crianças bem pequenas, que começam a confiança nas próprias capacidades motoras.
embaixo, dentro, fora diferentes formas de ocupar o espaço e se deslocar nele, ampliar seu sentido de espaço e a interessar-se por explorar  Deslocar-se e identificar objetos no espaço com destreza
etc., ao se envolver em chamando atenção de como seus pares fazem, são ações novas descobertas em seus deslocamentos por ele, é progressiva a partir de referências e orientações.
brincadeiras e que apoiam suas explorações e descobertas sobre o possível construir objetivos específicos relacionados à  Explorar o espaço ao seu redor fazendo movimentos como
atividades de diferentes espaço. Nesse contexto, é importante que crianças bem exploração que realizam do espaço. Por exemplo, localizar saltar, correr, se arrastar e outros.
naturezas. pequenas tenham oportunidade de participar de situações um brinquedo e buscá-lo, reconhecer onde se encontram  Localizar um brinquedo e buscá-lo.
de deslocamento de seu corpo no espaço de diversas seus pertences pessoais, explorar o espaço ao seu redor  Brincar com os colegas de esconder e achar brinquedos no
formas. Por exemplo, explorando os diferentes desafios fazendo movimentos como saltar, correr, se arrastar, brincar espaço.
(EI02CG02/ES)  Experimentar novas explorações a partir de diferentes
oferecidos pelo espaço com maior autonomia e presteza com os colegas de esconder e achar brinquedos e objetos
Deslocar seu corpo no perspectivas, olhando pela janela, em cima da mesa ou do
por meio de movimentos como andar, correr, saltar, no espaço, bem como experimentar novas explorações a
espaço, combinando escorregador do parque etc.
saltitar, pular para baixo, subir, escalar, arrastar-se, partir de diferentes perspectivas, olhando pela janela, em
movimentos e  Observar e imitar seus colegas nas diferentes formas de
pendurar-se, balançar-se, equilibrar-se etc, brincando em cima da mesa ou do escorregador do parque etc. O
orientandose por exploração do espaço escolar e extraescolar.
pares, trios ou pequenos grupos, com jogos que currículo pode considerar objetivos específicos relacionados
noções como em  Percorrer trajetos inventados espontaneamente ou
envolvam marcações visuais no ambiente (amarelinha, à resolução de problemas simples na exploração do espaço,
frente, atrás, no alto, propostos: circuitos desenhados no chão, feitos com corda,
por exemplo) ou por meio de brincadeiras de encontrar como, por exemplo, vencer desafios do espaço para
embaixo, dentro, fora elásticos, tecidos, mobília e outros limitadores e obstáculos
“tesouros” ou outros objetos escondidos nas alcançar suas intenções, andar pelo espaço segurando
etc., ao se envolver em para subir, descer, passar por baixo, por cima, por dentro,
dependências da escola ou outros locais. Assim, as objetos na mão, usar triciclos para explorar novos caminhos
brincadeiras e por fora, na frente, atrás, contornar e outros.
crianças bem pequenas podem participar de uma e descobertas e observar e imitar seus colegas nas
atividades de diferentes  Explorar o espaço ambiente da escola considerando a
diversidade de situações de percorrer trajetos e diferentes formas de exploração do espaço. O currículo local
naturezas. localização de seus elementos no espaço: frente, atrás,
brincadeiras no espaço, utilizando, além da posição de pode, ainda, trazer exemplos de espaços e objetos que são
seu próprio corpo, referências como “em cima de...”, típicos da região, comunidade, cultura local ou mesmo da separado e junto, entre, em cima e embaixo, dentro, fora e
 O corpo e o espaço. “embaixo de...”, “perto de...”, “atrás de...”, “mais perto sua instituição, valorizando, por exemplo, as explorações etc.
 Motricidade. de...”, “entre” para descrever suas ações ou, ainda, nos ambientes internos e externos da escola ou os desafios  Participar de situações em que o(a) professor(a) demonstra
 Jogos expressivos de conhecer os diferentes espaços da instituição, explorando que podem estar presentes na exploração de cada um dos a localização de objetos: frente, atrás, no alto, embaixo,
linguagem corporal. diferentes caminhos para chegar neles e fazendo uso de espaços da instituição. dentro, fora etc.
 Noções espaciais: noções como perto/longe, em cima, embaixo, à frente e  Participar de situações que envolvam comandos: dentro,
dentro, fora, perto, atrás etc. fora, perto, longe, em cima, no alto, embaixo, ao lado, na
longe, embaixo, em frente, atrás, como: colocar as bolinhas dentro da caixa,
cima, de um lado, do guardar a boneca na frente do carrinho, sentar ao lado do
outro, esquerda, colega, dentre outras possibilidades.

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OBJETIVOS DE
ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
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APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
direita, frente, atrás
etc.
 Orientação espacial.
 Ambiente escolar. O
corpo e o espaço.
 Motricidade.
 Jogos expressivos de  Empurrar e puxar brinquedos enquanto anda realizando
linguagem corporal. alguns comandos: puxar o brinquedo para frente, para trás,
 Noções espaciais: de um lado para o outro etc.
dentro, fora, perto,  Reconhecer o local onde se encontram seus pertences
longe, embaixo, em pessoais.
cima, de um lado, do
outro, esquerda,
direita, frente, atrás
etc.
 Orientação espacial.
 Ambiente escolar.

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ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02CG03 - Explorar Crianças bem pequenas têm uma automotivação para Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Explorar diferentes formas de deslocamento (velocidade e
formas de suas explorações e descobertas envolvendo o uso do seu específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, postura) de acordo com minhas escolhas ou orientações.
deslocamento no corpo. Conforme crescem, as suas experiências podem habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reconhecer os diferentes elementos do espaço e perceber
espaço (pular, saltar, continuar engajando-as e apoiando-as em suas um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da que isso determina a forma de seu deslocamento.
dançar), combinando descobertas, bem como desafiando-as de forma a BNCC. Para as crianças bem pequenas, que começam a  Explorar o espaço ao seu redor fazendo movimentos como:
movimentos e seguindo sustentar seu interesse, a realizar ações cada vez mais explorar novas formas de deslocamento no espaço, é correr, lançar, galopar, pendurar-se, pular, saltar, rolar,
orientações. complexas e a ampliar seu conhecimento sobre seu corpo possível construir objetivos específicos relacionados às arremessar, engatinhar e dançar livremente ou de acordo
no espaço, seguindo ou criando suas próprias orientações ações e às possibilidades de seguir orientações. Por com comandos dados em brincadeiras e jogos.
e resgatando ações já conhecidas e organizando-as em exemplo, responder a orientações para movimentos  Participar de situações de deslocamento e movimento do
(EI02CG03/ES)
sequências cada vez mais complexas. Nesse contexto, é simples, explorar espaços simples e familiares, fazendo uso corpo fora e dentro da sala.
Explorar formas de

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APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO

deslocamento no de movimentos como andar, correr, saltar ou rastejar-se. O


importante que crianças bem pequenas possam vivenciar
espaço (pular, saltar, currículo pode considerar objetivos específicos relacionados  Deslocar-se em ambientes livres ou passando por
situações individuais e de pequenos grupos e participar
dançar), combinando ao seu interesse em narrar seus movimentos e compartilhar, obstáculos que permitam pular, engatinhar, correr,
de brincadeiras que as incentivem a deslocar seu corpo
movimentos e seguindo como, por exemplo, descrever seus movimentos enquanto levantar, subir, descer, dentre outras possibilidades.
no espaço de diferentes formas: pulando, andando,
orientações diversas. os realiza; descobrir diferentes possibilidades de exploração  Explorar espaços maiores, com mais desafios, variando os
dançando etc. Além disso, é interessante que essas
de um mesmo espaço e compartilhar com os colegas; movimentos e mostrando maior domínio sobre eles.
vivências e brincadeiras também as incentivem a
explorar espaços maiores, com mais desafios, variando os  Deslocar-se de diferentes modos: andando de frente, de
 O corpo e seus responder a orientações para movimentos simples, como
movimentos e mostrando maior domínio sobre eles. O costas, correndo, agachando, rolando, saltando etc.
movimentos. pegar o brinquedo quando solicitado, mostrar ao colega
currículo local pode, ainda, trazer objetivos específicos de  Realizar atividades corporais e vencer desafios motores.
 Esquema corporal. onde ficam os seus pertences etc., a seguir orientações
aprendizagem e desenvolvimento relacionados à aquisição  Descobrir diferentes possibilidades de exploração de um
 Dança. verbais e visuais simples em situações de dança,
de movimentos corporais típicos de diferentes culturas, bem mesmo espaço e compartilhar com os colegas.
 Imitação como forma brincadeiras e circuitos e a adquirir maior domínio de seus
como objetivos relacionados ao prazer e às conquistas de  Descrever seus movimentos enquanto os realiza.
de expressão. movimentos corporais, desenvolvendo habilidades
suas aprendizagens com os movimentos corporais, como,  Dançar, executando movimentos variados.
 Motricidade: motoras e o controle de seu movimentos no
por exemplo, ficar contente com suas conquistas e desfrutar  Participar de jogos de imitação, durante brincadeiras,
equilíbrio, destreza e deslocamento do espaço, alternando diferentes
o bem-estar ao realizar atividades corporais e vencer contação de histórias e outras possibilidades.
postura corporal. velocidades, direções e posições.
desafios.

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ABORDAGEM DAS EXPERIÊNCIAS DE
APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
DESENVOLVIMENTO
EI02CG04 - Aprender a cuidar de seu próprio corpo é uma importante Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Observar e até calcular alguns riscos durante sua
Demonstrar conquista para as crianças bem pequenas. O processo específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, locomoção ou exploração do espaço.
progressiva dessa aprendizagem se dá, primordialmente, em habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Reconhecer quando está com sede, fome, frio e calor,
independência no situações de interação com os(as) professores(as), que um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da agindo de forma autônoma.
cuidado do seu corpo. lhes garantem um vínculo profundo e estável e, por meio BNCC. Para as crianças bem pequenas, que começam a  Cuidar progressivamente do próprio corpo, executando
de uma escuta atenta e de suas observações, são descobrir que conseguem realizar ações de cuidado do seu ações simples relacionadas à saúde e higiene.
responsivos às necessidades e interesses das crianças, próprio corpo, é possível construir objetivos específicos  Participar de momentos como: limpar-se, lavar as mãos,
(EI02CG04/ES)
partilhando com elas situações acolhedoras nas quais relacionados às ações que começam a realizar com o apoio vestir-se e alimentar-se solicitando ajuda.
Demonstrar
têm a oportunidade de aprender diferentes formas de do(a) professor(a). Por exemplo, ir ao banheiro solicitando  Participar de práticas de higiene com crescente autonomia.
progressiva
cuidar de si mesmas. A partir dessas relações e em um ajuda para limpar-se; lavar as mãos com ajuda; vestir-se  Identificar os cuidados básicos ouvindo as ações a serem
independência no
ambiente seguro e de confiança, a diversidade de com ou sem ajuda; e alimentar-se solicitando ajuda quando realizadas.

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situações de cuidado nas quais as crianças são
incentivadas a assumir pequenas responsabilidades em
relação ao cuidado com seu próprio corpo ajudam-nas no
cuidado do seu corpo e aprendizado de sua progressiva independência em
do outro e em seu situações como alimentar-se, usar o vaso sanitário,
bem-estar. colocar e tirar roupas e encontrar soluções para resolver
 Conhecer o material de uso pessoal.
suas necessidades pessoais. Nesse contexto, é necessário. O currículo local pode, ainda, trazer objetivos
 Usar utensílios apropriados nos momentos de alimentação
 Práticas sociais importante que as crianças bem pequenas participem de específicos relacionados às rotinas básicas do grupo ao
e higienização
relativas à higiene. situações nas quais possam: refletir sobre o cuidado do qual as crianças fazem parte, além de abordar atitudes a
 Utilizar o assento sanitário.
 Materiais de uso seu próprio corpo, reconhecendo, por exemplo, a serem desenvolvidas, como interessar-se por experimentar
 Experimentar alimentos diversos.
pessoal. necessidade de limpar o nariz, ou solicitando ajuda caso novos alimentos ou interessar-se progressivamente pelo
 Vivenciar práticas que desenvolvam bons hábitos
 Hábitos alimentares, seja necessário; se adaptar a rotinas básicas de cuidado cuidado com o próprio corpo, executando ações simples
alimentares: consumo de frutas, legumes, saladas e
de higiene e em um contexto diferente do de sua casa; manifestar relacionadas à saúde e higiene.
outros.
descanso. preferências por determinados alimentos e reconhecer
 Cuidados com a progressivamente as atividades ao ar livre como positivas
saúde. para seu bem-estar e sua saúde; e apropriar-se de gestos
envolvidos no ato de calçar meias e sapatos, vestir o
agasalho, pentear o cabelo e outras tarefas de cuidado
pessoal.

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APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA O CURRÍCULO VIVÊNCIAS, AMBIÊNCIAS E MANIFESTAÇÕES
APRENDIZAGEM
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EI02CG05 - Para as crianças bem pequenas, o movimento físico e as Ao formular objetivos de aprendizagem e desenvolvimento  Conquistar autonomia para atividades manuais (folhear,
Desenvolver habilidades manuais têm um papel muito importante no específicos para o currículo, é desejável detalhar noções, rasgar, pintar, desenhar, dentre outros).
progressivamente as apoio às suas aprendizagens. Quando elas conseguem habilidades, atitudes e/ou especificidades locais para cada  Experenciar momentos de utilização de objetos e
habilidades manuais, controlar seus movimentos e manipular materiais de um dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da brinquedos buscando desenvolver habilidades manuais.
adquirindo controle diferentes tipos, tamanhos e pesos, começam a se sentir BNCC. Para as crianças bem pequenas, que começam a  Explorar materiais a partir do controle dos movimentos das
para desenhar, pintar, mais confiantes em suas explorações e buscam novas realizar novos movimentos na medida em que progridem mãos, desenvolvendo controle de preensão.
rasgar, folhear, entre práticas e descobertas. Aprender a medir sua força, nas suas habilidades manuais, é possível construir objetivos  Conhecer e explorar novos objetos, seus usos ou funções.
outros. adequar os movimentos de seus dedos e exercitar específicos relacionados às habilidades manuais  Coordenar o movimento das mãos para segurar o giz de

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APRENDIZAGEM
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sequências e padrões de movimentos são desafios
importantes nesse momento de suas vidas. Nesse
contexto, é importante que as crianças bem pequenas
cera, canetas, lápis e fazer suas marcas gráficas
possam vivenciar situações relativas ao desenvolvimento
 Adaptar a forma como segura instrumentos gráficos: pincel
de suas habilidades manuais, como, por exemplo, que: importantes de serem conquistadas. Por exemplo,
grosso, pincel de rolinho, giz de cera, giz pastel e outros
possam montar um brinquedo, pegar objetos e manuseá- coordenar o movimento das mãos para segurar o giz de
 Elementos do meio para conseguir diferentes marcas gráficas.
los com certos cuidados, por exemplo, um origami de cera, canetas, lápis e fazer suas marcas gráficas; mudar a
natural e cultural.  Manusear diferentes riscadores em suportes e planos
papel que exige suavidade no toque, materiais pegajosos página do livro ou explorar materiais de construção e
 Materiais e variados.
etc.; possam participar de práticas nas quais tenham brinquedos de encaixe de diferentes tamanhos e formatos;
tecnologias para a  Manusear gradativamente a tesoura, descobrindo seu uso.
oportunidade de aprimorar a coordenação visio-motora começar a usar a tesoura simples para recortar; adaptar a
produção da escrita.  Pintar, desenhar, rabiscar, folhear, recortar utilizando
fina, utilizando movimento de preensão com pinça em forma como segura instrumentos gráficos (pincel grosso,
 Suportes, materiais e diferentes recursos e suportes.
diferentes situações de uso de objetos, como lápis, pincel, fino, pincel de rolinho, giz de cera, giz pastel etc.) para
instrumentos para  Explorar jogos de montar, empilhar e encaixar.
caneta ou jogos de encaixe com peças pequenas; ou, conseguir diferentes marcas gráficas. O currículo local pode,
desenhar, pintar,  Participar de situações que envolvam o rasgar, o enrolar e
ainda, possam carregar objetos, controlando e ainda, trazer objetivos específicos relacionados aos objetos,
folhear. o amassar.
equilibrando-os enquanto estão em ação, além de brinquedos ou jogos de sua cultura local, além de abordar
 Os objetos, suas  Modelar diferentes formas, de diferentes tamanhos com
construir, com auxílio do(a) professor(a), brinquedos com atitudes a serem desenvolvidas, como interessar-se