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a t_brin es Introdugéo Esto livroto visa responder algumas des questées basicas com as uals um iniciante a vibracao se depara quando ‘comeca a fazer medicdo de vibracdo, © da uma explicacao resumida dos seguintes pontos: Porque medit @ Vibragto? 2aa ‘Ambiontals: Ruidos de Cabos De onde vom @ Vibragso? Outras Infludncias Ambiontals (0 que ¢ Vibragao? Calibragso do Acelerémetto Quantiticando o Nivel de Vibracéo Um Calibrador Simples 0s parametros de Vibracao: Aceleraczo, Modicéo da Forca e Impedancia Velocidade ¢ Desiocamento Unidades de Medicao Consideracées para escolha dos parkmetros de Acelorometro? ‘Aceleracdo, Velocidade ou Deslocamento 0 Medidor de Vi 0 Acelerdmetro Piezoelétrico Configuracées Priticas do Acolerémetro Tipos de Acelerdmetro Caracteristicas de um Acelerometro; Percentagem Constante? (Boneiblidede, Massa e Alcance Dinkmico) ‘Consideracdes sobre a largura de Faixa de Filtro Consideragdes sobre a Faixa de Frequéncia Definindo a largura da Faixa de Filtro de um Acelerémetro Instrumentos de Medicto Evitando erros devides 4 Ressondncia do Rogistrande os Resultados Ussndo Medias de Vibrag ‘come Indicador das Condigdes 2s Vibragto 96 8 37 [A Vibragéo © 0 Corpo Humano 38 ERRATA D0 LIVAETO “MEDIGAO DE VIBRAGAG” ‘No capa onde 6: Leia-so: Medipdo de Vibragdo. Medigs0 de Vibrato. Na pigina 15 No grfico inferior do Quadro falta aimpressfo do texto “~29KH2”, no #ixo de “Fregiéncia’, abaixo da linha fina vertical (mesma pos (Go do grético superior). ‘Na pégina 31 'No grafico inferior do Quadro, fata a impressio do texto “24, do lado dirito da figura, no espaco em branco da linha de cota existente, [Na péeina 36, na quinta linha da Leese: pops. tabala na coluna “Obvervagies” | ond a pras. ‘Na pigina 36, ainda na, guint Lei-se: temperatura, linha da tabela na coluna “Obsor- vagBee” onde sei: temperature. Introducdéo Desde que © homem comecou a construlr méquinas indu- strials ©, especialmente desde que 9e usa motores para move-las, 08 problemas na reducao da Vibracdo e Isola- mento das maquinas tém preocupado os engenheiros de toda parte, ‘Armedida que as técnicas de isolacdo e reducto da Vibra- ‘eto vao 88 tornando parte iniogrante do proprio projeto as maquinas, a necessidade de se proceder a uma medi- cio @ andlise exata de Vibracdo mecanica ¢ cada vez ‘malor. Esta necesssidade em grande parte fol atendida no Tocante as méquinas lentas e robustas de antigamente, ‘racas a0 ouvido experiente e & sensibiidade dos engen- Relros de producto ou, entéo, mediante ullizacdo de simples instrumantos dticos que revelam o deslacamento vibrator, Nos ultimos 16 ou 20 anos, uma nova tecnologia de medi ‘980 de Vibracdo fol criada, permitindo pesquisar-se ma. {uinas modernas que funcionam em alta velo ritmo slevado de solicitagao. Utlizando ac plezoeletricos, a fim de converter’ o movimento Vibratério ‘om sinals elétricos, 0 processo de medicso e analise 6 habilmente ralizado gracas & versatllidade de apareihos letronicos, De onde vem a Vibracéo? Na prtica, 6 multo dificil evitar a Vibracto. Geraimente Gla ecorre por causa dos efeitos dindmicos de tolerancias| {e tabricaceo, folgas, contatos, o atrito entre pecas de Gina maquina e, ainda, devido a forcas desequllbradas de Componentes rotatiios © de movimentos alternados, fGomun aeontecer que vibractes Insignificantes excitem fs trequenclas de outras pecas da estrutura, fazendo com fue sejam ampliadas, transformando-se em vibracoes & Tuidos de monta, Entretanto, &s vezes, a vibragio mecénica realiza um tra bhalho uti. Por exemplo, podemos provocar a vibracao Intencionsimente em dispositvos alimentadores de com= pponentes ou popas numa linha de produto, em compa fadores de concreto, em banhos de limpeza utrasonicos, fem britadores e bate-estacas. Miquinas vibratérias de fensalo sao bastante usadas para transmitir um certo nivel ‘controlado de Vibracao 20s conjuntos e sub-conjuntos. E nnecessério examinar suas resposias tsicas 0 funcional, Ge modo @ assegurer de sua resistencia & vibracao ambiental Uma exigencia basica de todo trabalho vibratorio, eja no projeto das maquinas que usam energia vibrator, 20)a ‘btendo @ mantendo o bom funcionamento de aparelhos ‘mecdinicos, esté na capacidade de se conseguir uma ava- Hiaco exsia dessa vibracéo por melo da medicao & anise. O que é Vibracao? Diz-se que um corpo vibra quando descreve um movimen- to osellatorio em relacgo a um corpo de relerencia, © ‘nimero de vézes que um clelo do movimento se completa fo period de 1 segundo ¢ chamado de Frequéncia, sen- {do medida em hortz (42), (© movimento pode consistr num unico componente acor- rendo numa unica frequéncia, como acontece com um dlapasdo, ou am virlos components que ocorrem em frequéncia diferentes, simultanesmente, como, por exem- lo, no caso de um pistae de combustao Interna, [Na pratica, 08 sinals de vibracto consistem goralmente de Indmoras frequéncias, as quals ocorrem simultaneamente {de modo que, de imediato, nao se pode noté-ias simples- ‘mente olhando para as respostas de amplitude com rela- {G80 a0 tempo, nom determinar quantos components de Vibracdo ha e onde eles ocorrem. ‘Tals componentes podem ser revelados comparando-se a amplitude da vibracao @ sua trequéncia. A subdivisao de Sinais de vibraego em elomentos individuals de frequen- ia, quo ¢ chamada de Analise de Frequéncia, 6 uma técnica que pode ser considerada como base para o dia- ‘gndstico da medicae da vibracgo. © gratico que mostra 0 nivel de vibracdo om funcao da trequéncia 6 chamado de Espectrograma de Frequéncia Quando analisamos as vibracdes de uma maquina, nor- rmalmente encontrames um numero importante de elemen- tos de frequéncia periodica, os uals esto diretamente ‘relacionados aoa movimontos fundamentals do diversas pecas da mequina. Portanto, através da andlise de tre- Quéncia podemos descobrir a causa da vibracdo inde- sejavel Quantificando o Nivel de Vibracao cterstica que des- Aare esveridade da vibraceo, pode ser quantificads de ivorsas manaras. No dlagrama mostamos: a relacio ree Ss anvels pieo-2-plco, 0 nivel maximo, o nivel médio SP nivel madio quadratice de uma onda senoical ‘A amplitude de Vibracko, que ¢ a ¢ © valor de pleo-a-plco ¢ muito atl porque Indica a excur- Sab'indxima da onda, uma quantidade na qual, por exem- fio, 0 deslacernento vibratorio de uma peca da méquina Ftinge um ponto critico quanto as consideracbes de méxi- tna fansio ou de folga mecdnica, 0 valor de pico @ especialmente util para indicaro nivel de ‘url duracto dos chaques, ete. Porém, como s9 pode ver tno desenno, 0s valores de pico 96 indicam o nivel maximo ue ocorreu. sem contar a cronoiogia da onda (0 valor médio retiioado, por outro lado, certamente leva fem conta a cronclogia da onda, mas 6 considerado de Inleresse prético limitado e néo'tem uma relacdo direta ‘com qualquer quentidede fsica dt. © valor efiesz (rms) 6 a medida mals importante de ampli tude, porque leva om conta tanto a cronologia da onde, ‘como tamoém considera o valor de amplitude que est ‘iretamente igado & onergia contida na onda, e, por con- ‘seguinte, Indica o poder destrutivo da vibracao. Os parametros de Vibracdo: Aceleracao, Velocidade e Deslocamento. Unidades de Medicao CConsideramos a amplitude da onda do dlapasio em vibra ‘80, como 0 deslocamento fico dos pontos do diapasto ara 08 dois Isdos de sua posicao de equilibrio, Além do deslocamento, também se pode descrever 0 movimento {49 braco do diapasdo em termos de velocidade e acelera cho. A torma e 0 periodo da Vibracdo permanecom inalta- ados, quer soja 0 deslocamento, & volocidade ou & aceleracéo que esteja sendo examinada. A principal dite- ‘renga esta na defasagem entre as curvas de amplitude tempo dos parémetros, conforme, mostrado no desenho. Quanto aos sinals senoidals, 0 deslocamento, a veloci- dade ¢ as ampitud ‘matematicamente eat tompo. Isto 6 mostrado graticamente no diagrams ‘a anterior. Se a fase for desprezada, come sempre acon- tece quando se tazem medicoes de tempo medio, o nivel de velocidade pode ser encontrado aividindo-se 0 sinal da ‘aceleracio por um fator proporcional trequéncia @ o oslocamento pode ser abtido dividindo-se'0 sinal 6 ‘aceleracto por um fator proporcional 20 quadrado da frequencia (0s pardmetros do vibracdo sto universaimente mensura vels em unidades metrieas, de scordo com as normas iSO, ontorme mostrado na tabela. A constante gravitacional “g" ainda ¢ largamonte sada para designar os nivels de acelerscéo, embora esteja fora do sistema ISO de Unk ddades correntes. Fellzmente, porém, um fator de quase 10 (@.81), intorrlaciona as duas unidades, de modo a simpil- ‘car 8 conversdo mental com uma tolerancia de 2%. Consideragées para escolha dos Velocidade ou Deslocamento Ao detectar a aceteracao. flcamos presos somente a esse parametro, pols com inte- sgradores eletronicos podemos converter o sinal de acele- Facdo em velocidade © deslocamento. A maloria dos medidores de vibracéo modernos estao equipados para mmedir todos os tos paramatros, ‘Quando se mede uma faixa de vibracdo simples, de fre: quéncia ampla, 6 importante escoiner o paramatro, <2 0 inal apresentar elementos de muitas traquencias, A’modl- ‘40 do desiocamento sera mais importante para compo- nentes.de balxs frequencia e, por outro lado, as medicoes 1608 niveis do aceloracdo serdo mais importantes no caso ‘do componentes de aita frequen AA prt demonstra que o valor eficaz da velocidade de Clas adquirem a mesma importancia, do ponto de vista de ‘energla. Na prética, muitas maquinas apresentam um as- colha do parametro £6 se refltiré na manelra em que ‘2 curva se inclina no quadro tracado, (conforme mostrado ‘no dlagrama do meio, na figura anterior, \8s0 nos leva a Unidades conforme [SO 1000 in mm ou me ina esa = nat me) parametros de Aceleracao, uma consideracto de ordem pratica, que pode infuir na ‘escolha do parametro. & vanteloso escother o parametro ‘que nos forneca © aspecto de frequencia mals constante, 8 fim de melhor utilizar a gama dindmica (ou seja, a dite~ Tonga entre os maiores ¢ os menores valores encontrados) {dos Instrumentos de mediedo. Por esca razto, 0 parame tuo da velocidade ou aceleracéo normaimente 6 seleciona- ‘do para fins de andlise de frequencia, Como as madidas de aceleracto sto ponderadas em rela- {620 aos seus componentes vibrators de alta trequencia, tse tipo de pardmetro costuma ser empregade quando a faixa de trequéncia que nos interessa abrange sites frequencies. ‘A natureza dos sistemas mecanicas de medicao ¢ tal que 33 deslocamentos $0 ocorrem em balxas frequen- ;portanto, as medidas de destocamento t&m uma im cla restrita no estudo geral da vibracao mecénica {Quando se esta examinando pequenas folgas dos elemen- tos de uma maquina, o deslocamento vibratério ¢ eviden- toments, tum ponio importante @ considerer. 0 sequilbrio nas pecas rotaivas de uma méquina, porque desiocamentos relativamente grandes geraimente ocor- sm na frequéncia de rotacdo dos elxos, a 2 frequencia de maior intereeaa pera balanceamento. O Acelerémetro Piezoelétrico © transautor que, atualmente, é usado quese que univer- ‘salmente pare madit a vibracSo ¢ o Acelerdmetra Piezoe- lttice. Esse aparelho apresenta caracteristcas gerais superiores ae de qualquer outro tipo de transdutor de uibracdo, Possul gamas dinamicas e de frequéncia muito amples, com boa lnearidade em todas as faixas. Erelail- ‘vamenie route © de contiancs, de modo que suas carac- teristicas se mantém estaveis por muito tempo. ‘Além disso, 0 Aceterdmetro Plezoelétrico 6 auto-gerader, se modo ue nao nocessita de uma fonte de energia ‘externa, Nao tom pocas movels, que se desgastem 2, {insimenta, sua salda proporcionel a aceleracSo pode ser Integrada do mado a formecer shale proporconals a vlo- ‘dade ¢ a0 geslocamento 0 segredo de um acelerémetro plezoslétrico é uma pastil hha de materiat piezoeietrico, geralmente um pedaco de ‘coramica ariicialmente polarizado, que apresenta o efel te piezneletrico tiploo. Quando submetido & presséo me- ccanica, quer por tensto, compressto ov cisainamento, ‘gera uma carga elétrica nas faces, a qual é proporcional a {orca aplicads. Contiguracées Praticas de Acelerémetro Na configuracée pratica de um acelerometro, 0 elemento plezoelatrico ¢ disposto de tal forma que, quando 0 Conjunto solre vibracso a massa aplica uma forca 20) elemento plezaelétrico, a qual & proporcional a aceleracko vibratoria. Esse fendmeno pode ser explicado pela Lel da Fisica: Forca = Massa x Acoleracao Para as frequencias sitvadas bom sbaixo da falxa de Fessondncla do sistema completo de mola-massa, a acele- rapao da massa sora a mesma que a aceleracdo da base, ‘28 magnitude do sina de eaida sera proporcional a acele- rapao @ qual o transdutor for submetido, Duas contiguragdes s#0 comumente usadas: © tipo Compressio, om que a massa exerce uma forca Compressora sobre 0 elemento plezoeterico, & © tipo Cissihamento, em que a massa exerce uma forca, de corte sabre 0 olomonto piezooietrco, Tipos de Aceler6metro [A maioria dos fabricantes tem uma ample nha de acele- rometros, o que & prlmoira vista até diicuta a escotha certa. Porém, um pequeno grupo de tipos *ée aplicacéo (geral” atendom & quase totalidade dos casos. Apresen- {am-se com tomadas localizadas no topo ou laleralmente, ‘sendo sua sensibiidads de 1 a 1OmV ou pC por m/s*, Os tipos Uni-Gaint, da Briel & Kjaer, tom sua sensiblidado lum “Valor inte", para maior convenien- ‘a 1096 por m/s%, simpiiticando assim a tallbragem ou ajuste do aparelne de medicdo. (08 demsis acelerémetros tem caracteristicas voltadas ‘para uma determinada finalidade. Por exemplo, aceleré- metros de pequeno porte, destinadas a modicoes de alto hvel ou de frequéncla elevada, bem como para aplicacto fom estruturas delicadas, palndls, ete, pesando apenas de 1/2 @ 2 gramas. Quiros tipos espacial sto destinados a: medicao simulta- ‘nea em tres planos perpendiculares entre si: altas tempe- Faturas;nivels mito baixos de vibracdo; choques de alto rivel; caibragdo de outros acelerdmetros por compara (680, @ para monitoracko de maquinas Indusrias. 10 Tipos de uso Multiple g rt omen oad (onetime Tipos Miniatura 88 Sime aes eae 4 fr, | L 2] > &e, oe 2 bara cntoe permanente om maquina nd, 2 Para ve om emperature malo sevaa a Pare mediaies de vcacte om ation « 4 Pant enor «atari ig: {aa 2 mms Caracteristicas de um Acelerémetro: (Sensibilidade. Massa e Gama Dinamica) AA sensibilidade ¢ a primeira caracteristica normalmente levada em consideragao. O ideal seria ter-se um elevado fivel de saida, mas @ preciso fazer certas concessoes porque Sensibiidade normalmente significa um ‘conlunto piezoslétrico relativamente. grande €, porisso mesmo, um tranedutor também relativamente grande & pesado, Em condicdee norma, a sensibilidade no constitul pro- blema muito grave, pols os pré-amplificadores sao atu ‘mente projetados para aceitar os sinais de baixo nivel ‘A massa, ou porte, dos acelerometros torna-se importante ‘quando se medem objetos de teste eves. Nesses casos 2 masea multo grande pode alterar de forma significativa os hivels de wibracdo e de Trequéncia no ponto examinado, Come ragra geral, o tamanho do acelerbmetro no de runea exceder 1/10 da massa dinamiea da peca que vibra sobre a qual ¢ colocado. ‘Quando se pretende medir nivels de aceleracto excepcio- ralmente baixos ou altos, a Isixa dinamica do scelerome- tro deve ser levada em conte. O limite Inferior mostrado no datenho normalmente ndo ¢ determinado diretamer pelo acelerémetro, @ sim pelo ruido eletrico provenionte 6 cabos de igacto e circuit de amplificacao. Esse limite formalmente ¢ de 1/100 de-1 m/s! em instrumentos de uso eral (0 limite superior © determinado pola forca estrutural do ‘acelerometro, Um Acslerémetrotipico de uso geral ¢0 do tipo linear de 50000 2 100000m/s", ou seja, Bam dantro da {aixa de vibracao dos choques mecanicos. Um acelerdme- ‘tro especialmente projetado para medir choques macan'- oe teré uma falxa linear de ato 1000km/s* (1000004). 3 3 : a i Consideracdes sobre a Faixa de Frequéncia de um Acelerémetro (Qe slstemas mecéinicos costumam ter a maior parte de: ‘ua energia vioratoria contida numa faixa de trequencta| ‘olativamente estrelta que vai de 10Hz a 1000Hz, porém ‘as megicdes geraimente s40 fellas até um nivel de, diga- ‘mos, 10}4z, mesmo porque & comum haver componentes, de vibragso interessantes nessas altas frequéncias. Por mente abrange a faixa que interesss, Na prética, a faxa de frequéncia na quel 0 acelerometro fornece a saida rel ¢limitada no lado de baixa frequencia por dels fatores. O primeira & 0 limite inferior de corte de frequencia do amplficador que © segue, Normaimente, {s30 ndo constitu problema porque esse limite geralmente 4 bem inferior a 12, O outro fator @ 0 efelto das oscil ‘ches da temperatura ambiente & quais 0 acelerdmetro 6 ‘sensivel. Com os modernos acelerometros do tipo de ci- ssalhamento, esse efelto 6 reduzido a0 minimo, permitindo ‘medigdes até abalxo de 1}Hz em ambientes norms (© limite superior & determinado pela frequéncia de resso~ ‘nncla do sistema de massa-mola do proprio acoleré- metro. ‘Via da regra, se ajustarmos o limite superior de frequéncia 18 1/8 da faixa de frequéncia de ressonancia do acelerd- metro, teremos certeza que os componentes de vibracdo medidos no limite superior de frequéncia estarao numa {aixa do erro Inferior a + 12%. No caso de acelerometros pequencs, em que a massa ¢ feduzida, @ frequéncia de ressonéncia pode ser até ‘BOKHz, Ué para os apareinos um pouco malores, de said ig alla @ Uso geral, as frequenclas de ressonancla de 20 ‘2 S0KH2 880 comune. 12 Como Evitar Erros Provenientes da Ressonancia do Acelerémetro ‘0 Acelerometro normalmento apresenta um sensibllidade no limite superior da falxa do frequencia devido & sua propria ressonancia, 0 resultado ‘ao oferece uma ropresentacao fiel da vibracao no ponto ‘examinado, quando ocorrer nessas altas frequencias. ‘Ro so analisar a frequencia de um sinal de vibracdo, pode- ‘se faciimente admilir que um pico de elta frequéncia 6 ‘causado pela ressondncia do aparelho e, portanto, pode- precisos se, a0 mesmo tempo, a vibraoao a ser medida fambem tiver componentes na rapido proxima da propa froquéncia de ressonancia. Este problema ¢ superado escolhendo-se um acelerdme- tro que tenha uma gama de frequéncia mais ampla poss- vel e usando-se um filtro passa-baixos, 0 qual norm ‘mente jf ¢incluido em madidores, e pré-amplificadores de vibracdo, para eliminar és sinals indesejaveis causados, ‘pela ressonancia do acelerometro. Quando a medicdo se restringe a balsas frequéncias, os efelios da alte frequéncia de vibracdo e da ressonancia do fcelerémetro podem ser eliminados por meio de filtros ‘mecanicos. Estes consistem de urn material elastico, nor ‘maimente borracha, preso entre dois discos de monta- {gem Esses amortecedores naturalmente reduzem o limite Superior de frequencia na ordem de O,SkHz @ SkHz de Vibragao tesmeety/\ 1 \ \ go aik Frequénci Escolha da Posicéo para Montagem do Acelerémetro © acelerametro deve sor montado de modo que a directo ‘ou sentido de medicao coincida com o seu ebxo principal e sensibilidade. Os acolerémetras também ao kgeira- ‘monte sonsiveis as vibracdes no sentido transversal, po- ‘rm isso normalmente pode ser delxado de lado visto Que sensibilicade transversal geralmente @ menor que 1% da sensilibidade principal. ‘A razdo para se medi a vibragao num objeto deve deter- rminar a posicao do ponto de medieée. Por exemplo, na ‘carcaca do mancal no desenho, as medidas de aceleracao festdo sendo usadas para controlar as coniobes de fun- clonamento do eixo e do mancal. 0 acelerometro, nesse e850, deve ser colocado de forma a manter uma transmis- s#o direta da vibracao precedente do mancal Oacelerometro A, portanto, detectao sinal de vibracao do ‘mancal, a qual predomina sobre ae viragdes procedentes de outras partes de maquina. Contudo, o acelerémetro B ‘capta 2 vibracio do mancal provaveimente moditicada pela transmissdo através do uma junta, misturadas com sinals vindos de outras pecas da maquina. Da mesma forma, 0 acelerémetro © esta colocado numa posicso ‘mais direta do que acelerometro D. ‘A outra questdo € saber: em que sentido se deve medi? € ppossivel astabelacer uma regra goral, mas, como exemplo ‘do mancal citado, pode-se obter vallosas informacces ‘efetuando-se medidas, tanto no sentido axial como em umn dos sentidos radisis, geraimente naquele que, se espera ue tenha menor rigides, A reacto de objetos mecanicos &s vibragbee forcedas Constitul um fenémeno complexo de modo que se pode esperar, especialmente nas altas frequéncias, encontrar niveis de vibracio @ um aspecto de frequencia bam cite- Tentes, mesmo medindo pontos adjacentes num mesmo elemento da maquina examinada Montagem do Acelerémetro (0 método de montagem do acelerémetro no ponto a ser medido consttul um dos fatores mals delicados para se obter resultados exatos na pratica. Uma colocacao mal feita resulta numa diminuicéo da frequencia ut do acele- rometro. O ideal ¢ fazer a montagam com um gino ros- {queado, ou parafuso, preso a uma superficie plana, lisa, ‘ou conforme é mostado na figura. Uma fine camada de ‘graxa aplicada & superficie de montagem antes de fixar 0 {celerbmetro normalmente ajuda a aumentar a firmosa da ‘montagom. O furo rosqueado na peca da méquina deve tera profundidade adequada para 0 parafuso nao atingir & bbase do acelerometra. O desenho mostra uma curva da resposta de um acelerdmetro de aplicacdo geral, montado ‘com um pino de fixacdo sobre uma superticie plana, A frequoncia de ressonancie ¢ quase to elevada quanto a frequéncia de ressondncia de 82kHz, obtida mediante c libraeéo no ponto onde a superticie de montagem ¢ com- plotamonte plana ¢ lisa. Uma alternativa muito usada no método de montagem 6 a utlizacdo de uma leve camada de cera de abelna para (grudar 0 acelerémetro no lugar. Como se pode ver pala ‘curva de resposta, a troquénia de ressonancia ¢ ligelra- mente reduzida (pera 28kH2) Pelo fato da cera de abetha amolecer am temperaturas mals elavadas 0 metodo fica condicionado a uma temperatura maxima de cerca de 40°C no ponto de medic&o. Quando as superticies est20 {otalmente limpas, a fxacao com cera de abana & eplicé- vel em niveis de acoleracdo de até 100 m/s Pino Rosqueado * & Cera de Abelha Montagem do Acelerémetro Quando, om uma méquina, devem ser estabelecidos pon- tos permanentes de medicao e ndo se desaja perturar nem tazor roscas nom furos de fixacdo, pode-se usar pinos clmentados. Estes s4o tlxados 20 ponto de medica par ‘elo de cola dura. Recomenda-se os tipos epoxy e cla- noacrilato, pols as colas moles podem raduzir considers: vyelmente a faixa util de frequéncia do acelerémetro, ‘Sto usados também uma arruela de mica e pino isolado quando 0 corpe do acelerometro dove ser eletricamente io do objeto de medicao. Isto normaimente ¢ para ferros da terra, porém outras informagdes a respelto sero dadas no paragrafo “infuéncias Ambientais". Uma lasca fina deve ser tirada da artuela de mica espessa que 6 fornecida. Este método de tixacao produz bons resulte- dos, sendo que apenas fica reduzida a frequéncla de res- sonancia do acelerometro de taste, a cerca de 28kHz, Um Ima permanente é um método simples da thxacao, ‘quando se trata de um ponto de medicto que é uma superficie magneética plana. Além disso, ele isola tambem ‘ acolorémetro, Este método reduz a fraquéncia de resso- Inancia do acelerémetro de teste para cerca de 7kHz ¢ ‘consequentemente, ndo pode ser usado para medicoes de {requéncia multe superiores a 2kHz. A forca de fixacio do ima ¢ suficente para niveis de vibracao de até 1000 -2000m/s*, dependendo do tamanho do acelerémetro, ‘Um ensaio feito com o acelerémetro fixade com a mio, 6 ‘muito convenlente para um trabalho em que se quoira tor ‘uma inspecéo répida, mas podem ocorrer erros graves de ‘medicdo, por causa da pouca estabiidade. Nao 3 pode ‘esperar obtor resultados que possam ser repetides. Deve- ‘se usar um filtro passa-balxo, para limitar a faixa da modigdo a cerca de 100042, 16 Influéncias Ambientais — Geral Pino leolado oe Arruela de Mica Ponta de prova ‘segurado & ‘mao Influéncias Am| : Temperatura 0s acelerémetros comuns de uso geraltoleram ternpera- tures de aié 260°C. Em temperaturas mais elevadas, a pastiha de ceramica piez 50 de modo que sua alterade. Esse acelerémetro ainda poderd ser usado apos. uma recalibragem, desde que « despolarizacao nao tenha. sido demasiadamente severa, Para temperatura do até 400°C existom acelerometros com ceramica plezoclétrica especial Aliés, todo materia piezolarico 6 sensivel & temperatura; portanto, qualquer mudanea térmica no ambiento resulta, fhuma alteracto de sensiblidade. Por essa razao, todos 08 acelerémetros fabricados pela B&K sao ontrogues com luma curva de calibracao de sensibilidade versus tempera- tra, do menelra que os nivels medidos podem ser corrii- ‘Temperatura dos de acordo, quando se taz medicdes em tomperatur ambientals superiores ou inferores a 20°C. 3 acelerdmetros piezoeiericos também apresentam c pacidade variavel quando suometidos a pequenas oscil 628 de temperatura, nio ambiente onde se procede & mmadieao. Esse ¢ problema que 86 ocorre quando se me- ‘dem vibracdes de nivel ou frequéncias multo balxas. Os atuals acelerometros do tipo cisahamonto apresentam tuma sensibiidade bastanto reduzida as fluiuacoes de ‘temperatura. (Quando os acelerometros tem que ser fixados om supert- ‘ies com temperatures superiores a 250°C, pode se ull ‘Zar um dispositive de dispersdo de calor @ uma arruela mica, 08 quais s2o Inceridos entre a base do transdutor superficie @ ser medida. Se a temperatura da superticie for da ordem de 350°C a 400°C, a base do acelerometro pode ser mantida a menos de 250°C utilzando-se este método de restriamento. Um jato de ar trio também pode Ser usado para reduzir ainda mals 8 temperatura, 2s0re lmpedancia de saida, podem surgir problemas com os ‘ides provocados por cabos de ligacao, Essas perturb ‘bes podem resultar de ligagdes com fio tere ‘iboaletrices (por movimento} ou, ainda, ruido ico. As correntes olétrices de circultos aterrados passam as ‘vezes através da blindagem dos cabos de ect porque tanto o acelerometro como o equipamento de me- ‘dicdo so ligados a terra separadamente, O culrcuto de terra ¢ interrompido quando se Isola eetricamente a base 40 acelerdmetro da superticie de montagem por melo de pino isolante @ uma arruela de mica, conforme menciona- 0 acim, Ruido Triboelétrice: é geralmente transinitido a0 cabo do ‘acelerémetro pelo movimento macanico do proprio cabo. Ele tem origem na capacidade local @ nas mudancas d ‘carga devidas a flexdes dinamicas, compresséo ¢ tensa0 {das camadss que comptem o cabo. Esse problema pode ‘er eviiado usardo-se um cabo de acelerometro grafitado, Drendeno-o com fita adesiva ou cola tao junto 40 corps {d9 acelerometro quanto possive Ruido Eletromagnétice: goraimenta & provocado polo cabo do acelerometro quando este flea proximo & maqul- fa em funcionamento, Um cabo de dupla bindagem ajuda bastante neste caso, pordm, em casos extremes, dever ser utlizados um acelerémeiro balanceado e um ampli. ‘cador diferenc Outras Influéncias Ambientais Tensdes na Base: Quando o acelerémetro & montado obra uma superficie sob variacaes de tensdo, gera-se. luma tensto 68 saida devido a transmisedo da tensdo a0 falamyattn sensor. Os acelerdmetros s4o projelados com bases espessas 0 rigiaes a fim de minimizar esses efeitos: Os tipos Dalla Shear, apresentam uma sonsibilidede de base extracrdinarlamente balka porque o elemento sensor @montado num dispositive central ¢ nao diretemente so- ‘ore @ base do acelerametr. Radiagso Nuclesr: A maloria dos acolerématros BRK podem ser usados sob radiacoes da ordem de 10kRad/ 816 doses acumuladas de 2M Riad, sem grande mudanca de suas caracteristicas, Certos acclerometros podem ser Usados sob Inlensa radiacao, como doses scumeladas, que chegamn ate 100M Rad Campos Magnéticos: A sonsibiidade magnetica dos ace- lerometros plezoslgticos & bem baixa: normalmente 6 ‘menor que O01 a. 0.25m/s? por KGauss, na orientacao. mais. desiavordvel de um acelerometro no campo rmagnético. Umidade: Os acelerdrnetros B&.K sib lacrados por voda- (680 do epox! ou por solda, a fim de garantr seu pieno funeionamente mesmo em locas uridos. Se lorem utliza- dos por pauce tempo Imersos en) liguidos ou em locale ‘onde ha possiblidade de condeneacdo de umiade, roco- ‘menda-se 0 uso de cabos vededes tipo Totton. O conetor {do acelerometro deve tambem ser vadado com mastique ‘ou borracha vuicenizada & base de siicio, ieenta de éch- dos. Os aceleromelros industrials do cabos integrals do- vYem ser empregados no caso de uso continuo em locals Gmidos ov molhados. 0 Outras Influéncias Ambientais ‘Substincias Corrosivas: Os materiaisutilzados na fabri- cacao dos acelerdmetros Briel & Kjaer olerecem grande fesisténca & malorla dos agentes corrosivos usados na industria. uido Acitstica: Os nivels de ruldo presentes na méquina- fia normalmente so insuficientes para causer qualquer €rt0 importante na medicao de vibracées. Normalmente, a vibracdo provocada pelo ruido acistica na estrutura sobre 4 qual o acelerémeiro esta montado, € bem maior do que todo e qualquer estimulo aéreo, do melo-ambiente Vibragdes Traneversais: Os acelerdmetros piezoelétricos 880 sensivels as vibracdes que agem em sentidos diver 4305 a0 do eixo principal. No plano transversal, perpenci- ular a0 eixo principal, a sonsiblidade ¢ menor que 3. 4% dda sensibilidade do eixo principal (normalmente menor que 1%). Jé que a frequéneia da ressonancla transversal ormalmente se situs a0 redor de 1/3 da frequencia de ressonaincla do eixo principal ela deve ser medida onde os niveis elevados de vibracdo transversal se fazem notar Calibragéo do Acelerometro eee pene eis seen ee ie See eee enemies eee naneem erm Sastre tires een ‘Todavia durante 0 uso normal, 08 acolerometros, $80 al- ‘pumas vezes submatidos « tratamento bastante violento, {que pode resultar em mudanca sensivel de guas caracte- fistioas ¢ até mesma em avarla permanente. Se cair da. tmso de uma pessoa, sobce uma superficie de concreto, 0 fcelerémetto pode sofrer um choque de mihares de g. £ faconselnavel, portanto, proceder a uma calibracda perié- dea de sua seneibilidede. Isto geralmente é suficionte pare costiemar que © acelerometre nde sofa canes, Irrepsrave's. 22 Um Calibrador Simples (© modo mais fécil de se procedar a uma veriticacao e calibragem periocica é usando-se um dispositivo B& K de Tonte de calibracao de vibracao, movido a pllha. Esse aparelho possui uma pequena mesa vibratéria que pode ser regulada de modo @ vibrar exatamento ao nivel de some ‘A calibracao da sensibidade de um acelerOmetro ¢ vetit- ‘ibratéria, ¢ anotando se a tenséo de salda. quando a vibracao @ de 1Om/s*. Alternativamente, um outro acelerémetro pode r usado como reterancia. Este deve ‘@ mesa vibrator, juntamente com 0 acelerémetro a ser calibrado. 0 coeficionte do suse ros- pectvas tensdes de saidas, quando submetidos a vibra (0, sera proporcional as suas eensibilidades e, uma vez ‘qe ja se conheca a sensibildade do acelerémetro de Feferéncia, a sensibiidade do outro aoelerometro, que néo { conhecida, pade ser determinads com preciso. Uma aplicacao ile pratica para o calibrador BAK ¢ a de verificar todo conjunto de medicso e ani tomada de medidas. O acelerometro 6 trans Jeto de mecicao para o calbrador e vibrado ao nivel de 10m/s?. A leitura do medidor pade ser verficada 6 se um fegistrador de nivel ou gravador de fite estiver sendo utlizado, 0 nivel de calibracao de 1Om/s* devera ser gra- vado para referéncia futura. Medicéo da Forca e impedancia Usar-se trargoviotes de (orca juntamente com os acele- ‘emotes, para determiner as foeas diamicas hime t8- trutura © os movimentos wWoratorios.reeultanes. 08 parametros descrevem, em conjunto, a impedancia meca- nica da estrutra. © transdutor de forca também usa um elemento piezoelé- ‘Nico, que, 20 ser comprimido, fornece uma corrente eri ca proporcional a forca transmitida através dole. Os sinals de forca podem ser processados ou manipulados e medi- des. com 08 mosmos instrumantos utiizados com os acelerdmetros. Na medicdo de um ponto de impedancia em estruturas Muito leves,o acelexometro eo transdutor de forca podem ser reunidos numa nica unidade, chamada Cabeca de Impedéncia. 4 maicria das medisas de impeddncie,entre- tanto, séo obtdas usando-os separadamente ES Escalas Logaritmicas & Decibéis Normelmente plotamos a frequéncia numa escala logarit- Mica. Isto fem 0 efeito de ampllar as trequencias menores Cicomprimir 8s trequenclas mais altas no quadro, resul- fando assim uma mesma exatidéo porcentual em toda a largura do quadro @ mantendo suas propore6es @ um nivel razodvel [As escalas logaritmicas também so usadas para tracar “amplitudes de vibracdo; 0 que permite que uma escala de decibels cela usada como auxiliar na comparacdo de ni- ‘fei. Um decibel (dB) ¢ 0 coeficiente de um nivel qualquer fem relacdo a Um nivel de referéncia, © porisso néo tem ‘dimens6es. Porém, para se determinar os niveis absolutes de vibracto, deve ser estipulado o nivel de referéncia, Podemos, por exemplo, dizer que um nivel de vibracto ¢ {odB maior do que uri outro, sem malores explicacdes. Porém, se disermos que um nivel de vibracdo ¢ de 8548, feremos que comparé-lo a um nivel de referencia. Deve Fiamos, entao, dizer que a velocidade vibratéria ¢ de 85¢B fem relacao @ 10°? m/s, (Vide a tabela ebeixo). Entretanto, comumente nao 90 usa niveis de referencia de ‘8 (decibels) padrao na medicao de vibracto. Os rivets de foterencia recomendados pela padronizacao para vibra- ‘eo, #80 mostrados na tabela, Para Indices de Amplituds N(4B) = 20 10g 9 | / omar de Desble el Se Rlerencie Nivel de Referéncia de Decibels (ISO R 1683) Danae vet est Vi. |g « 20 ooya/eg) 6B = 20 oye Lg = 20 o030(F Fe) 38 26 Por que usar um Pré- Amplificador de Acelerémetro? ‘carga direta de saida de um aoelerometro plezoelétrco, mesmo através de cargas de impedncia relativamente slevadas, pode reduzir bastante a sensibilidade do acele- romero, além de limitar sua resposta de frequencia. P Iminimizar tals efeitos, @ sinal de saida do acelerémetro & transterido a um pré-amplificador, o qual o converte numa Impedsncia bem menor, adequads a ligacao com a impe- dancis da salda relativamente balxa do Instrumento de medigo e analise (1), Com ampliicadores de medicto, analisadores ¢ voltime ‘10s, usa-se um pré-amplificador de acelerometro a parte, fenquanto que os medidores de vibracao para uso com ‘acelerémetto plezoeletrico normalmente jd tem 0 pré-am- plificador no proprio aparelho, ‘Aiém da fungao de converter impedancia, « matoria dos ‘ré-amplificadores também apresenta possibilidades aci- ‘ionais de condicionaro sinal. Por exemple (2) um dispo- ‘itv calibrado de ganho variavel, para ampificar 0 sinal ‘2 um nivel adequado a fim de inseri-o aigamos, num ‘grevador de fit; (3) uma calibragio complementar de ‘ganho para “normalizar” sensiblidades estranhas 20 tra- Insdutor; (4) Integradores para converter a saida propor~ ‘ional de aceleracio proveniente do acelerémetro em sinais de velocidade ou destocamento; (5) Diversos fitros, para limitar as respostas de frequencia maior ou menor a fim do evitar intertoréncia de ruldo oiétrico, ou de sinals, ‘extornos linearmente proporcionals e falta de frequencia do acelerometro; (6) Outros dispositivos. tals como Indica dor de sobrecarga,oscliador de referéncia, e indicador de condicdes de bateria, sio também frequentemente intut- dos no conjunto. O Medidor de Vibracaéo ° jtogmv me 7 ve (0 diagrama de blocos mostra como um modemo medidor de vibracao @ construldo. © acelerémetro ¢ ligado a um ‘em seu estigio de saida, com uma de varios G2, de modo que é dosnecessério um pré-amplficador separado. Com a en- ttada do amplificador de carge, pode-se usar longos ca- bos de entrada, (de até vérias centenas de metros), a partir do acelerometro, sem grande perda de sensibi dade. Um estigiointegrador permite a medicao dos parémetros de velacidade e deslocamento, bom como da aceleracso. 0s ttros passa-altos © passa-balxos podem ser regula~ ‘dos de modo a imitar a faixa de Trequencia do instrumen- 1, restringindo-a apenas & falxa de interésse, diminvindo fassim a possibilidade de interferéncias devido & ruides de alta ou de balxa frequéncia. Depols da ampliicacao ade- ‘quads, o sinal é retficado para um sinal de CC, apropria- do a sua utlizacdo num medidor ou gravador de fits. O detector pode aprosentar tanto nivel de RMS (valor eficaz) 0 sinal, como registrar o nivel pico-enpico e, se necessé- fio, reter 0 valor maximo que ocorrer. Esta é uma caracte- ristica muito utl nas medicdes de choques mecénicos @ vibracdes transitérias, ‘Apos pasear pelo conversor linear-ogaritmico, o sinal & ‘exibido numa escala logariimica do medidor que abrange ‘uae dezenas. Um fit externo de passagem de faixa eve ser ligado 20 medidor de Vibracko pare se fazer andlige de {requencia, O aparelho tem soquetes ou termi- als de saida de modo que o sinal de vibracgo, retificad> ‘U nto, pode ser tranemitido a um osclloscépio, a um ‘gravador de fita ou a um registrador de nivel. 27