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Organização geral do S I S T E M A N E R V O S O

Cérebro •Base: células nervosas e de suporte


Neurônio
•Dentro da caixa óssea: sistema nervoso central (SNC)

•A parte de fora: o sistema nervoso periférico (SNP)


Esquema geral Processamento
de ação &
Medula Integração
Sensação Ação
& &
Percepção Movimento
segue1 2

SN é dividido em 2 Partes
SISTEMA NERVOSO
•Sistema Nervoso Central CENTRAL: UM
TRAJETO DE
•Sistema Nervoso Periférico
ESTÍMULO, SUA
•Cérebro e medula: dentro TRANSFORMAÇÃO E
do crânio e das vértebras A RESPOSTA
•Nervos: constituem o SNP
• Encéfalo
•Nervos: comunicam o • Medula espinhal
cérebro e a medula com os RESPOSTA: motora,
secretora etc NERVO EFERENTE
tecidos, as glândulas e
ESTÍMULO: táctil,
demais órgãos térmico, doloroso, NERVO AFERENTE
proprioceptivo

3 4
Estágios do Desenvolvimento in Utero Estágio De 4 Células
Ovo Fertilizado – 1 Célula

Estágio pré-embrionário – concepção a 14 dias – ovo Por divisões sucessivas o ovo fertilizado
fertilizado vai dividir-se ao longo da trompa e do útero
transforma-se numa esfera sólida de células
5 6

Esfera Sólida De Células Esfera Oca De Células: Blastocisto


Camada externa: Camada interna:
placenta embrião

O blastocisto implanta-se no endométrio; a massa


A esfera sólida sofre um processo de cavitação e
interna desenvolve-se no disco embrionário com 2
transforma-se em uma esfera oca
camadas celulares
7 8
O Disco Embrionário Com 2 Folhetos Estágio Embrionário – 14 a 32 Dias
Ectoderma • Entre o ectoderma e o endoderma surge o mesoderma
• Ectoderma órgãos sensoriais, epiderme e tecido
nervoso
• Mesoderma derme, músculos, esqueleto, sistema
excretor e circulatório
• Endoderma fígado, pâncreas e o sistema respiratório

Endoderma
9 10

Embrião No 16o Dia Embrião No 18o Dia


Placa neural da cabeça à cauda, em contato
com líquido amniótico: início do SN
Bordas da placa dobram-se e
Ectoderma
formam a goteira neural
Somito

Endoderma

11 12
Embrião No 21o Dia Embrião – 26o a 28o Dia
O tubo neural se fecha deixando uma abertura:
As bordas da placa juntam-se e formam o tubo neural neuróporo superior – fecha 27o dia
Crista Camada marginal
Camada do
neural manto: vai
formar s.
cinzenta

O tubo neural se fecha deixando uma abertura:


neuróporo inferior que fecha em torno do 30o dia
13 14

Estágios do desenvolvimento fetal Desenvolvimento encefálico a partir dos 6 meses


3 dilatações 5 dilatações

Cérebro anterior Tele/diencéfalo Hemisfério/diencéfalo


Cérebro médio Cérebro médio Mesencéfalo
Cérebro posterior Mete/mielencéfalo Cerebelo/ponte/bulbo
15 16
Comparação:desenvolvimento da medula espinal e ORGANIZAÇÃO GERAL DO
da coluna vertebral SISTEMA NERVOSO

Divisões e órgãos principais Central


Periférico Divisão somática
Divisão autônoma

17 segue
18

SN Somático & SN Autônomo Sistema nervoso


somático
SN Somático (Voluntário ou Consciente): regula atividades
da pele, juntas, músculos esqueléticos, órgãos dos sentidos •SN somático Sensorial
Aferente impulsos ao SNC
•Sensações conscientes (tato, dor, temperatura, visão, •SN somático Motor
audição, olfato, etc, e motricidade obediente Eferente impulsos do SNC à
periferia
SN Autônomo (Involuntário ou Inconsciente) regula coração,
músculos lisos e glândulas
•Estes órgãos não são controlados pela vontade consciente
e por isto o SNA é chamado de involuntário
SISTEMA CORDÃO
POSTERIOR
TRATO
19 PIRAMIDAL
20
Sistema nervoso autônomo CÉREBRO MEDULA ESPINHAL

Nervos

Somático Autônomo

Somático Somático Autônomo Autônomo


•SN autônomo sensorial aferente impulsos ao SNA motor sensorial motor sensorial
•SN autônomo motor eferente impulsos do SNA à periferia

Músculos esqueléticos, Coração glândulas,


21
juntas, pele músculos lisos 22

segue axônio
célula da
glia

núcleo
nucléolo
dendrito

Células nervosas e de suporte


•Células Nervosas – Neurônios
•Células Suporte SNC (gliais): astrócitos, oligodendrócitos
•Células Suporte SNP: células de Schwann

23 24
•Neurônio: unidade funcional NEURÔNIO - PARTES
do SN. Capta mudanças do
ambiente (físicas, mecânicas 1.Corpo celular
e químicas), e as conduz 2.Processos citoplásmicos
como impulsos eletro- (neuritos): axônios&dendritos
químicos
•Axônios conduzem
Neuroglia: células de suporte potenciais eletroquímicos (de
do neurônio. Regulam o ação). 1 mm a mais de 1 m
ambiente químico em torno
•Cada neurônio tem 1 axônio Axônios se dividem em
do neurônio, protegem-no de
invasores, ajudam na com 1 ou + colaterais ramos terminais com seu
condução de impulsos, botão terminal; nestes há
estabilizam sua posição, vesículas com
ajudam na reparação de neurotransmissores
danos 25 26

Dendritos detectam Corpo celular: partes Núcleo


mudanças ambientais, como c/ 46 moléculas de DNA e 1
pressão, lesão, sons, ondas, NUCLÉOLO Em torno do
e transmitem-nas para outros núcleo fica o Retículo rugoso
neurônios. Cada neurônio (RR) revestido de
tem vários dendritos que se
ribossomos; chamados
ligam ao corpo ou ao axônio
corpos de Nissl, geram
(às vezes)
moléculas de transmissores Aparelho
de Golgi
Espinhas
dendríticas

e proteínas ligadas à Reticulo


endoplasmático
rugoso

membrana, usando o código Citoplasma Núcleo


Dendrito

genético das moléculas de Reticulo


endoplasmático
liso
Microtúbulos
Lisossomo

DNA
27 Membrana
Bainha de
28
Mitocôndria mielina
Corpos de Golgi empacotam
3 GRUPOS FUNCIONAIS de neurônios
moléculas feitas pelo RR em
vesículas secretoras que são 1. Sensoriais ou aferentes levam ao SNC impulsos das
conduzidas nas 2 direções
pelos microtúbulos glândulas, pele, juntas, músculos, e órgãos dos sentidos

A energia é fornecida pelo Podem ser Uni, Bi ou Multipolares


ATP feito nas mitocôndrias Aparelho Espinhas

Olhos para o cérebro: Bi e Multipolares


de Golgi dendríticas

Neurofilamentos de proteína Reticulo


endoplasmático
rugoso

movem e suportam a forma Citoplasma Núcleo


Dendrito
Sons e cheiros: bipolares
do corpo e outra partes do Reticulo
endoplasmático
liso
Microtúbulos

neurônio
Lisossomo

Toque, pressão, dor e gosto: unipolares


Membrana
Bainha de
29 30
Mitocôndria mielina

I
N
T
E
R
N
U
N
C
I
A
L
2. Motores ou eferentes levam impulsos do SNC para
órgãos; são todos multipolares
3. Interneurônios ou internunciais comunicam entre si
motores e sensoriais; somente no SNC; todos multipolares
31 32
Células de Schwann
envolvem os axônios do
SNP
Fazem a mielinização
das fibras grossas A e B,
fibras rápidas
A membrana concêntrica
se chama bainha de
mielina e o axônio se diz
mielinizado
Neurilema é o
citoplasma da célula de
Schwann fora da bainha Cada célula de Schwann tem de
de mielina; dentro dele 0,3 a 1,5 mm e são necessários
há um núcleo
muitas para cada axônio
33 segue
34

Condução saltatória e Células de Schwann que


bainha de mielina não se mielinizam
Nodos de Ranvier são Células no SNP que
minúsculos intervalos circundam e suportam
entre células de axônios finos, (fibras
Schwann adjacentes Nodo de lentas) 2 m, mas não
Ranvier
os mielinizam: a célula
Nele o axônio é
com seu grande núcleo
diretamente exposto ao
estende protrusões que
ambiente e pode
abraçam vários axônios
receber potenciais de Isto leva à condução saltatória ao Como estes axônios não possuem
finos ao mesmo tempo
ação longo do axônio, que acelera a uma bainha de mielina completa,
condução no sistema nervoso são ditos AMIELÍNICOS
35 36
Células Satélites
Grupos de corpos de
neurônios no SNP são
ditos gânglios
Os gânglios da raiz
dorsal situam-se de
ambos os lados da
medula
Cada gânglio da raiz
dorsal contém vários
corpos de neurônio
segue
37 unipolares sensitivos 38

Os corpos celulares nos


gânglios periféricos são Neurônio
circundados e sensorial
circundado de
suportados por muitas células satélites
células satélites
Gânglio da raiz
pequenas e achatadas dorsal
(gliócitos ganglionares) Medula espinhal
Regulam e estabilizam o
Raiz dorsal
ambiente em torno dos
corpos celulares que
assim são menos Gânglio da raiz dorsal (40 X)
facilmente danificados

39 40
O astrócito é a célula glial
mais comum: seu nome
sugere a forma estrelada
Célula Satélite
por processos
Corpo do citoplásmicos Funciona
neurônio
sensorial como tecido conjuntivo do
SN: envolve neurônio e
vasos vizinhos Regula o
ambiente e assim não se
Células satélites 400 X acumulam químicos
indesejados
41 42

Remove NT das junções


Pé perivascular
sinápticas, impede que o
Capilar
K+ se acumule em torno Astrócito
dos neurônios e ajuda a
formar a barreira hemato-
encefálica que regula
transferências de
Astrócito 100 X
nutrientes a partir dos Célula envolvida na formação da barreira HE
vasos sanguíneos
43 44
Astrócito

Capilar
Pé perivascular

Astrócito 100 X
Célula envolvida na formação da barreira HE

45 46

Núcleo da célula de Schwan

Axônio não mielinizado

47 48
Oligodendrócito, de acordo
com o nome, tem poucos
processos citoplásmicos
As pontas dos processos
envolvem axônios vizinhos
formando uma bainha de
mielina em vários axônios
Como a mielina é clara as
regiões ricas nela são
conhecidas como
substância branca

49 50

segue
51 segue
52
segue
53 segue
54

Abertura / fechamento de canais no potencial de ação


Canal de sódio: porta m (ativação)
fechada; porta h (inativação) aberta
Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular

Estado de Repouso

segue
55 56
Abertura / fechamento de canais no potencial de ação Abertura / fechamento de canais no potencial de ação
Canal de sódio: porta m (ativação) Canal de sódio: se abre
fechada; porta h (inativação)aberta
Ambiente Extra Celular Ambiente Extra Celular
Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular Ambiente Intra Celular

Estado de Repouso Polarização

57 58

Abertura / fechamento de canais no potencial de ação Abertura / fechamento de canais no potencial de ação
Canal de sódio: se abre Canal de sódio: porta h (inativação) se
fecha
Ambiente Extra Celular Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular Ambiente Intra Celular

Polarização Repolarização

59 60
Abertura / fechamento de canais no potencial de ação Abertura / fechamento de canais no potencial de ação
Canal de sódio: porta h (inativação) se Canal de sódio: fecha-se
fecha
Ambiente Extra Celular Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular Ambiente Intra Celular

Repolarização Repolarização

61 62

Abertura / fechamento de canais no potencial de ação Abertura / fechamento de canais no potencial de ação
Canal de sódio: fecha-se Canal de sódio: porta h (inativação) se
abre
Ambiente Extra Celular Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular Ambiente Intra Celular

Hiperpolarização Hiperpolarização

63 64
Abertura / fechamento de canais no potencial de ação Abertura / fechamento de canais no potencial de ação
Canal de sódio: porta h (inativação) se Canal de sódio: porta m (ativação)
abre fechada; porta h (inativação) aberta
Ambiente Extra Celular Ambiente Extra Celular

Ambiente Intra Celular Ambiente Intra Celular

Estado de Repouso Estado de Repouso

65 66

segue
67 segue
68
segue segue

69 70

Raízes nervosas da medula Os neurônios sensoriais são


dorsais e ventrais protegidos pelas células
Neurônios sensoriais estreladas e os gânglios
unipolares entram pelas raízes dorsais são protegidos pelas
dorsais vértebras
Neurônios motores
Antes de deixarem a coluna
multipolares saem pelas
vertebral as duas raízes se
raízes ventrais A
fundem formando um nervo
raiz dorsal contém o corpo
espinhal, que deixa então a
celular do neurônio pseudo-
coluna vertebral através do
unipolar que passa por ela; a
forâmen intervertebral
coleção destes neurônio forma
o gânglio da raiz dorsal
71 72
Baseada na cor a medula se Substância cinzenta percorre
divide em 2 zonas toda medula, em forma de H.
Externa, com alta É proeminente nas regiões
concentração de axônios cervical e lombar pela
mielinizados: é a substância inervação dos membros
branca, por causa da mielina Os braços posteriores são os
seus axônios conduzem cornos posteriores ou dorsais
impulsos eletroquímicos para e os anteriores são os cornos
cima e para baixo anteriores ou ventrais
Interna, sem mielina, cinzenta Nas regiões torácicas e
Nesta, axônios sinapsam com lombares superiores há uma
os corpos celulares e coluna lateral adicional: é o
dendritos de neurônios corno lateral
vizinhos 73 74

Comissura cinzenta Substância branca da medula


transversa liga cornos entre Envolvendo a substância
si; no centro dela fica o canal cinzenta há 4 colunas ou
central da medula contendo funículos: 1 dorsal ou
liquor posterior, 1 ventral ou anterior
Nos cornos dorsais neurônios e 2 laterais
somáticos e autônomos As colunas contêm muitos
sinapsam com interneurônios axônios mielinizados e não
Axônios dos interneurônios mielinizados, anatomicamente Tratos e fascículos sensoriais
se estendem entre os cornos funcionalmente organizados levam informação da medula
dorsal e lateral ipsilaterais ou em feixes chamados de tratos para o cérebro e tratos
podem cruzar através da e fascículos sensoriais e motores levam informado do
comissura cinzenta anterior motores cérebro para a medula
75 76
P1. A que região P2. Qual o nome da
pertence este trecho estrutura
de medula espinhal? assinalada? Que
Justifique. ocorre aí?

R: À região torácica, por 2 motivos: pela pouca quantidade de R: Chama-se corno dorsal ou posterior. Aqui neurônios
substância cinzenta e pela presença dos cornos laterais sensoriais unipolares, somáticos ou autônomos, fazem
sinapse com neurônios multipolares

77 78

P3. Identifique a P4. Identifique a


estrutura e o que ela estrutura e diga o que
contem ela contém

R: Chama-se coluna (funículo) ventral e contém muitos


axônios mielinizados e não mielinizados que transportam
R: Chama-se gânglio da raiz dorsal e contém os corpos
impulsos para cima e para baixo na medula nos tratos
celulares (soma) dos neurônios sensoriais unipolares
sensoriais e motores
(somáticos e autônomos) ao entrarem na medula espinhal

79 80
P5. Dê o nome da P6. Identifique a
estrutura e diga o que estrutura e diga o que
se origina dela ela contém

R: Chama-se corno lateral. Aí se originam neurônios motores R: É chamada de raiz ventral ou anterior. Contém os axônios
multipolares simpáticos (autônomos ou viscerais) de neurônios motores somáticos e autônomos (viscerais) que
saem da medula espinhal

81 82

P7. Qual é a P8. Qual é a estrutura


estrutura e que assinalada e o que
células contém passa por ela?

R: Chama-se corno ventral ou anterior. Nela se originam


R: É a comissura cinzenta. Axônios cruzam esta área ao
neurônios motores multipolares somáticos, que originam as
passar para o lado oposto da medula
raizes motoras

83 84
P9. Qual é a P10. Qual é a
estrutura estrutura e o que
assinalada?que contém?
contém ela?

R: É um nervo espinhal. Contém os axônios dos neurônios


sensoriais e motores, tanto somáticos quanto autônomos R: É o canal central de medula. Contém liquor
(viscerais) que transportam impulsos para dentro e para fora
da medula

85 86

Função do tronco encefálico


Cérebro Por isto o AVC de tronco é
Prosencéfalo Tálamo Córtex
Cerebral
potencialmente fatal
Hipotálamo cerebral
cortex
(respiração e batimentos
cardíacos.) Pode causar
também visão dupla, náusea Tronco
e perda da coordenação
Hipófise
motora
Mesencéfalo O tronco encefálico controla:
Ponte •Respiração
Rombencéfalo Bulbo Medula espinhal
Cerebelo •Batimentos cardíacos
•Articulação da fala
87 88
Cerebelo: 3 funções principais Cerebelo: 3 funções principais
1. Coordenação do movimento voluntário (tanto dos
1. Coordenação do movimento voluntário (tanto dos
movimentos finos e delicados, quanto de movimentos
grosseiros e propulsivos como andar e nadar) movimentos finos e delicados, quanto de movimentos
grosseiros e propulsivos como andar e nadar)
2. Controle do equilíbrio e do tônus muscular
3. Memória implícita: o cerebelo é essencial para o 2. Controle do equilíbrio e do tônus muscular
aprendizado das atividades motoras e para a memória de 3. Memória implícita: o cerebelo é essencial para o
retenção destes movimentos aprendizado das atividades motoras e para a
memória de retenção destes movimentos

89 90

Fibras
trepadeiras
da oliva
inferior

Fibras musgosas dos


núcleos pontinos 91 92
ENTRADAS
Paleocerebelo (verme)
V
T E A
E R S U
S I TV D
Neocerebelo P G I I I Neocerebelo
I E BS
CÓRTICO- T CÓRTICO-
N M UU
PONTINAS Ó PONTINAS
H I LA R
A N AI I
I A RS A
S I E S
S S

Arquicerebelo VESTIBULARES

Córtex Cerebelar: c.granulares, c.de Purkinje e molecular. Principais


inputs para as c.de Purkinje são a fibras paralelas que surgem das
c.granulares e as fibras trepadeiras oriundas da oliva inferior. O
principal input para as c.granulares são as fibras musgosas, oriundas93 94
de neurônios dos núcleos pontinos

Saídas Espinocerebelo
N. fastigial: para sistemas
descendentes mediais
Execução
N. Interposto (globoso e motora
emboliforme): para sistemas
descendentes laterais
Verme N. denteado: para os Planejamento
córtices motor e
premotor motor

Hemisfério lateral
(cerebrocerebelo)
Hemisfério
intermédio

Flóculo
Para os núcleos Equilíbrio e movi-mentos
Vestíbulocerebelo oculares
vestibulares
95 96
O tálamo

É relé de informações sensitivas para o córtex cerebral


Também chegam ao córtex, através dele, informações sobre
movimento, aprendizado, memória e emoções
Divisão anatômica: 6 grupos nucleares
1. Núcleos anteriores
2. Núcleos mediais
3. Núcleos laterais
4. Núcleos intralaminares
5. Núcleos da linha media
6. Núcleo reticular
97 98

Núcleos talâmicos, conexões e funções principais Núcleos talâmicos, conexões e funções principais
Grupo Anterior Aferências Eferências Funções Núcleos
Tipo Aferências Eferências Funções
intralaminares
Anterior Hipotálamo: corpo mamilar Giro cingulado (associação Aprendizado, memória e Projeção Tronco cerebral, Núcleos da Córtex cerebral, Núcleos da Regulação da atividade
límbico) emoções Centromediano
difusa base, Medula espinhal base cortical
Dorsolateral Pré-teto, formação hipocampal Giro cingulado ?
Grupo medial Aferências Eferências Funções Projeção Medula espinhal, Tronco Córtex cerebral, Núcleos da Regulação da atividade
Central lateral
difusa cerebral base cortical
Medial dorsal Núcleos da base, amígdala, Córtex associativo prefrontal Emoções, cognição, aprendizado
sistema olfatório, hipotálamo e memória
Parafascicular Projeção Medula espinhal, Tronco Córtex cerebral, Núcleos da Regulação da atividade
Grupo lateral Aferências Eferências Funções difusa cerebral base cortical
Ventral Núcleos da base Córtex motor suplementar Planejamento do movimento
Anterior M
Ventral Lateral Cerebelo Córtex premotor e motor Planejamento e controle do
M primário movimento
Núcleos da
Ventral Medula, tronco, lemniscos Córtex somatossensorial Tato, propriocepção, dor, Tipo Aferências Eferências Funções
linha média
posterior L M S medial e trigeminal primário temperatura Regulação da
Geniculado Núcleos da Projeção Formação reticular, Córtex cerebral, prosencéfalo excitabilidade neuronal
lateral S Retina Córtex visual primário Visão linha média difusa Hipotálamo basal, alocórtex prosencefálica
Geniculado Colículo inferior Córtex auditório primário Audição
medial S
Pulvinar MM Colículo superior, lobos parietal,
temporal e occipital
Córtex associativo parietal
temporal occipital
Integração sensação percepção,
linguagem Núcleo reticular Tipo Aferências Eferências Funções
Lateral Colículo superior, pré-teto, lobo Córtex associativo parietal Integração sensorial
posterior MM occipital posterior Regulação da atividade
Núcleo reticular Tálamo, Córtex Tálamo
neuronal talâmica
S: somatossensorial M: motor MM: multimodal 99 100
MASSA ASSOCIAÇÃO
Dorsomedial ASSOCIAÇÃO
Anterior ASSOCIAÇÃO INESPECÍFICO
Intralaminar
Intralaminar
INESPECÍFICO INTERMÉDIA Dorsomedial
PREFRONTAL LÍMBICO Emoções,
ASSOCIAÇÃO
LÍMBICO Aprendizado,
Anterior PREFRONTAL
cognição. LÍMBICO
Aprendizado e memória
memória, emoções
LÍMBICO
Lateral Posterior
ASSOCIAÇÃO
ASSOCIAÇÃO VISUAL
Lateral Posterior
Integração sensorial
VISUAL
RELÉ
Dorsolateral
DL Dorsal
RELÉ
anterior
DL??

Pulvinar ASSOCIAÇÃO
ASSOCIAÇÃO
Ventral anterior VISUAL Integração senso-
Pulvinar VISUAL
RELÉ VA MOTOR percepto-linguagem
RELÉ VA Ventral
Palnejamento do
movimento
anterior MOTOR

RELÉ Núcleo
N.geniculado
Ventral Lateral RELÉ VL – geniculado
medial RELÉ medial
do
MOTOR Planejamento eo colículo
- do colículo
inferior
controle
RELÉdoVLmovimento
- Ventral inferior
para área
para 41
área
Lateral MOTOR Audição
41
Ventral posterolateral Ventral posteromedial
RELÉS VPL Tato, VPM – (n.V) Tato, N.
RELÉ
geniculado
- Núcleolateral
geniculado
RELÉ lateral
do trato
-
propriocepção, dor, propriocepção, dor, do
pela
trato
radiação
pela radiação
óptica para
óptica
áreapara
17
101 temperatura temperatura área
Visão
17 102

INESPECÍFICO
Intralaminar MASSA Dorsomedial
ASSOCIAÇÃO
Da amígdala,
INESPECÍFICO
Intralaminar INTERMÉDIA neocortex
Dorsomedial
temporal e S.negra
Anterior
ASSOCIAÇÃO
Do corpo
mamilar ao
Anterior
giro do PREFRONTAL
ao córtex
LÍMBICO
PF
cíngulo
LÍMBICO
ASSOCIAÇÃO
Lateral Posterior Do colículo
Lateral
superior, pré-teto, Posterior
occipital ao
Dorsolateral Do
RELÉ DL Dorsal
pré-teto e VISUAL
córtex associativo parietal
formação
anterior ? posterior
hipocampal ao ao
giro do cíngulo
Pulvinar
ASSOCIAÇÃO
Áreas
Pulvinar
18,19 VISUAL
lóbulo
RELÉ
VentralVAAnterior
Ventral parietal inferior
Dos
anterior
gânglios
MOTOR da
base à AMS
N.geniculado
RELÉ Núcleo
medial Do colículo
geniculado medial
inferior para área
- do colículo
Ventral
RELÉ VL Lateral
- Ventral
Do inferior 41
para área
cerebelo
Lateral aMOTOR
PM e M1 41
Ventral posterolateral Dos tr. Ventral posteromedial Dos
Espinotalâmicos, lemnisco tr. trigeminotalamicos e RELÉ
N. geniculado
- Núcleo geniculado
lateral Do lateral
trato -
medial, às áreas 3,1,2 vias do gosto a 3,1,2 óptico,
do tratopela
pelaradiação
radiaçãoóptica,
ópticaàpara
área
área
17 17 103 104
Ao giro do cíngulo Do corpo mamilar

MD e VA
DL

MD MD
LP

Pul
GL
GM

105 106

VA

107 108
LP

109 110

Pulvinar

111 112
CGM

113 114

VA
VL

115 116
DL

117 118

LP

119 120
GRUPO A

CGL

121 122

Estrutura e função
• É uma divisão do diencéfalo
• Coordena 3 sistemas: SNA, endócrino e límbico
• Ajuda a manter a homeostase

123 124
125 126

Se estamos assustados...
... nosso coração dispara
... nossa respiração foca rápida e curta
... nossa boca fica seca
... nossos músculos ficam tensos
... nossas palmas suam
... nós ficamos paralisados ou queremos correr

127 128
SNA
Estas mudanças são mediadas pelo Amígdala S. límbico
SNA
Que controla
• o músculo cardíaco É do sistema motor somático (músculos esqueléticos)
• o músculo liso
• as glândulas exócrinas
Emoções
Hipotálamo

129
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO 130

A constância do meio interno é controlada pelo


LOBO FRONTAL
Ohipotálamo
hipotálamoatravéscoordena a
do controle do
GIRO CÍNGULO
homeostase
NÚCLEO CAUDADO
PUTAMEN
Sistema
PÁLIDO
Sistema nervoso
HIPOTÁLAMO motivacional
AMÍGDALA autônomo
(mal definido)

SUBSTÂNCIA NIGRA
FORMAÇÃO HIPOCAMPAL Sistema endócrino
GIRO PARAHIPOCAMPAL
131 132
SNA é um sistema visceral Divisões principais do SNA
• Simpático (SNS ou S)
• Sensitivo e motor altamente involuntário • Para-simpático (SNPS ou PS) (mediam reflexos viscerais)
• Quase todos os reflexos viscerais são mediados p/ • Entérico (SNE ou E)
circuitos locais, no tronco e na medula SIMPÁTICO E PARA-SIMPÁTICO incluem:
Os reflexos viscerais são regulados p/ uma rede de núcleos • Neurônios sensitivos associados c/ nervos espinhais e
autônomos de controle no tronco encefálico, no cranianos
hipotálamo e no prosencéfalo que • Neurônios motores pré-ganglionares (PRG) e pós-
• não estão sob controle voluntário ganglionares (POG)
• não atingem a consciência (poucas exceções) • Circuitos do SNC que conectam e modulam os neurônios
sensitivos e motores somáticos
133 134

O SNE OS SENTIMENTOS DE
• Tem mais autonomia que as outras duas • MEDO
• É um sistema auto-confinado c/ conexões mínimas c/ o • RAIVA
resto do SN • PRAZER
• Consiste de neurônios sensitivos e motores no trato GI • CONTENTAMENTO
que mediam os reflexos digestivos REFLETEM INTER-RELAÇÃO ENTRE
• CENTROS CEREBRAIS ELEVADOS
• REGIÕES SUBCORTICAIS
(HIPOTÁLAMO, AMÍGDALA, TRONCO)
135 136
Comportamento Partes Envolvidas
Estados inconscientes Córtex: consciência da emoção
são emocionais e homeostáticos; tipos: autônomos Sub-córtex:
endócrinos e musculares; orígem: amígdala, hipotálamo e • Amígdala: respostas autônomas
tronco. • Hipotálamo: controle direto e indireto das emoções
Estados emocionais • Tronco encefálico: respostas motoras esqueléticas
conscientes e inconscientes. Sensação física (coração • Hipotálamo, tronco cerebral e córtex cerebral:
alerta
dispara) e sentimento consciente: medo

Aspectos conscientes
137 138

RESPOSTAS EMOCIONAIS PRIMÁRIAS Respostas Periféricas


•Provocam um feedback visceral importante que gera • Preparam o corpo p/ a ação ou p/ a inação
aprendizagem
• Comunicam o estado emocional ao outro
•A experiência aumenta o papel da cognição na avaliação
do ambiente Exemplo: o medo causa
•As sensações viscerais diminuem de importância • aceleração do coração e da respiração
• secura da boca
• tensão muscular
• sudorese nas palmas das mãos
139 140
Cannon: PS (rest and digest); S (fight or flight) Hipotálamo
Não é tão simples
• ambos são tonicamente ativos
• operam em conjunto SNA Hipófise
• atuam junto com o SM somático para regular a maioria
dos comportamentos normais ou emergenciais
Sistemas emocionais Alimentação
• o equilibro e/ os dois mantém o ambiente interno estável
mesmo com as mudanças externas
• 1932: Cannon - conceito de regulação homeostática p/ Ritmo cardíaco Temperatura
feedback negativo: falta água sede; hipoglicemia
AD glicose hepática; acidez taquipnéia libera Beber Pressão arterial
CO2
141 142

Diferenças e/ SMS e SNA Componentes sensitivos


• SMS: neurônios motores dentro do SNC (medula e • O S e o PS têm componentes sensitivos claramente
definidos que fornecem impulsos para o SNC com
tronco) => diretamente para os músculos esqueléticos importante papel nos reflexos autônomos (RA)
• SNA: neurônios motores S e PS ficam fora da medula, no • Algumas fibras sensitivas que p/ a medula tb enviam
interior dos gânglios autônomos um ramo p/ os gânglios autônomos formando circuitos
• Neurônios motores autônomos (tb conhecidos como reflexos que controlam algumas funções autônomas
POG) são ativados p/ axônios dos neurônios centrais viscerais
(PRG) situados dentro da medula ou do tronco encefálico • A inervação dos tecidos alvos p/ nervos autônomos é
dos nervos somáticos: o músculo esquelético tem regiões
• No sistema visceral motor uma sinapse (gânglio
pós-sinápticas especializadas (as placas motoras); as
autônomo) interpõe-se e/ o neurônio EF no SNC e o alvo células alvos das fibras autônomas não as têm
periférico
143 144
Varicosidades autônomas Vias simpáticas
• Axônios somáticos motores têm zonas terminais; axônios • Transportam saídas tóracolombares para gânglios ao
POG: varicosidades c/ vesículas c/ neurotransmissores longo da medula
(NT) • Neurônios pré-ganglionares S formam uma coluna no
• A transmissão sináptica ocorre em múltiplos sítios ao corno intermediolateral da medula, de T1 aos segmentos
longo de terminais axônicos dos nervos autônomos lombares rostrais
• O NT pode difundir-se por várias centenas de nanometros
• Axônios destes neurônios saem da medula na raiz ventral
para atingir seus alvos
e inicialmente correm juntos no nervo espinhal
• O SM somático tem contatos ponto-a-ponto; neurônios
autônomos têm controle mais difuso s/tecidos alvos • Aí separam-se dos axônios motores somáticos S e em
• Pequeno número de fibras muito ramificadas regulam pequenos feixes, os ramos comunicantes brancos, p/
função de grandes massas de músculo liso ou tecido gânglios das cadeias S que jazem ao longo da medula
glandular 145 146

Axônios dos neurônios PRG Axônios dos neurônios POG


• Saem da medula no nível em que se localizam ou podem • São desmielinizados e deixam os gânglios como ramos
inervar gânglios S situados mais rostralmente ou mais comunicantes cinzentos
caudalmente viajando no tronco do nervo S que conecta • Fibras POG inervadoras da cabeça ficam no gânglio
os gânglios entre si cervical superior, uma extensão rostral da cadeia S
• A maioria dos axônios PRG são de condução lenta, fibras • Axônios destas células viajam pelos ramos da carótida p/
mielinizadas de pequeno calibre seus alvos na cabeça
• Cada fibra PRG faz sinapse c/ muitos neuronios POG em • Fibras POG inervadoras do resto do corpo viajam nos
diversos gânglios em relação PRG : POG = 1:10 nervos espinhais p/ seus alvos: num nervo espinhal
• Divergência permite atividade coordenada nos neurônios comum 8% das fibras são axônios POG simpáticos
S em vários níveis espinhais diferentes
147 148
Gânglios cervicais e torácicos Inervação S e PS
• Alguns neurônios de gânglios cervicais e torácicos
superiores inervam vasos sangüíneo cranianos, as • O S inerva tecidos de todo o corpo
glândulas sudoríparas e folículos pilosos • O PS é mais restrito
• Outros inervam glândulas e órgãos viscerais da cabeça e • No PS há menor divergência
tórax, incluindo glândulas lacrimais e salivares, coração, • PGR : POG = 1 : 3
pulmões e vasos sangüíneos • Em alguns tecidos os números (PGR e POG)são quase
• Neurônios de gânglios paravertebrais torácicos inferiores iguais
e lombares inervam vasos sangüíneos periféricos,
glândulas sudoríparas e musculos lisos pilomotores

149 150

O SNE controla 2 plexos GI maiores de células e de fibras


• Trato GI, pâncreas e bexiga • Estendem-se continuamente ao longo de toda a extensão
• Contém neurônios sensitivos locais e interneuronios do trato GI
assim como neurônios motores • Plexo de Auerbäch, entre as camadas musculares lisas,
longitudinal externa e circular interna; controle da
• Responde a alterações na tensão das paredes intestinais
motilidade
e mudanças químicas no ambiente intestinal
• Plexo de Meissner, submucoso, entre a camada muscular
• Neurônios motores controlam músculo liso do intestino, circular e a mucosa; ligado a funções secretoras
vasos locais e secreção mucosa • 2 plexos são interconectados e contêm neurônios
• Nos humanos tem de 80 a 100 milhões de neurônios, motores que inervam o músculo liso e as células
praticamente o mesmo numero de neurônios da medula secretoras da mucosa e neurônios sensitivos que
respondem ao estiramento, tonicidade e sinais químicos
151
específicos 152
SNE é relativamente independente do SNC Inervação do esôfago e do estômago
• Ainda que haja impulsos S e PS este são esparsos em • Parecem depender mais do S e do PS
relação ao grande número de neurônios entéricos • Este pode ser um modo pelo qual as outras divisões do
• Fibras PGR e POG => p/ gânglios entéricos no estômago, SNA podem impor-se ao controle local da função
colo e reto através dos nervos vago, pélvico e intestinal
esplâncnico • Impulsos sensoriais produzem uma ampla gama de
• As fibras S originam-se primariamente dos gânglios para- reflexos viscerais
vertebrais ainda que algumas se originem nos gânglios • Para manter a homeostase o SNA responde a muitos
pré-vertebrais e se => primariamente para os plexos tipos diferentes de impulsos sensoriais: alguns deles são
mesentérico e submucoso somato-sensoriais
• Interrupção das conexões entéricas c/ o SNC resulta em • EX um estimulo nocivo ativa neurônios S que regulam a
pouco/nenhum dano à função do intestino grosso ou vasoconstrição necessária p/ diminuir o sangramento
delgado
153 154

Reflexos Viscerais Reflexos oculares


Têm vários tipos de AF: UM ESTIMULO NOCIVO • SNA controla a abertura pupilar (pela quantidade de luz
• Ativa neurônios S vasoconstrição na retina) e o foco do cristalino
• Ao mesmo tempo ativa AF nociceptivos espinotalâmicos • Fibras S do gânglio cervical superior P músculos da
íris que dilatam a pupila
c/ colaterais axonicos p/ área no bulbo VL rostral que
coordena reflexos • Fibras PS músculo circular da íris com constrição
pupilar
• Estas AF causam ativação S generalizada que aumenta a
• Equilíbrio S/OS abertura adequada
pressão sangüínea e o ritmo cardíaco p/ proteger a
• O ajuste fino é controlado pelo PS
perfusão arterial e preparar o indivíduo para defesa
vigorosa • A excitação ou alarme inibem a constrição, aumenta o
tônus do músculo dilatador
155 156
Reflexos cardiovasculares (RCV) Reflexo baroceptor (RBC)
•A PA resulta do debito cardíaco + resistência vascular • Ativação dos Nrn baroceptores que inervam o arco
•S: ritmo e força de contração; o S só controla constrição aórtico e no seio carotídeo sinalizam a elevação da PA no
•PS: ritmo NTS
•S: PA p/ débito e resistência periférica (RP) arteriolar • Nrn do NTS excitam interneuronios no bulbo caudal VL
•PS: diminui a RP por vasodilatação (rubor facial) que tanto inibem os Nrn vasomotores tônicos quanto
•PS: vasodilatação pode envolver NT não excitam Nrn vagais cardiomotores
convencionais(NO) • Resultado: o RBC causa queda da PA e do ritmo
•Repouso: arteríolas ficam meio-contraídas pelo tônus S cardíaco
•O tônus vascular resulta do disparo continuo de neurônios
pp AD no bulbo ventrolateral rostral eu inerva Nrn PRG
vasoconstritores S
157 158

Efeitos da NA Efeitos da ACh


• NA estimula o aumento do ritmo cardíaco e da força de • É liberada pelo PS
contração por ação nos receptores -adrenérgicos eu • Lentifica o coração agindo nos receptores muscarínicos
ativam o sistema de segundo-mensageiro cAMP, eu por dos cardiocitos dos nodos sinoatrial e atrioventricular do
sua vez eleva o canal de Ca2+de longa duração (tipo L) músculo cardíaco, aumentando uma condutancia de
no músculo repouso K+ nestas células
• Ativação dos receptores -adrenérgicos também abaixa o • Aumento da condutancia K+ hiperpolariza as células sino-
limiar para o disparo das células do ritmo cardíaco no atriais lentificando a condutancia através do nodo
modo sino-atrial, elevando o ritmo cardíaco sinoatrial
• Estes efeitos da NA podem ser potentemente reforçados • Hiperpolarização das células sino-atriais parecem
pela AD circulante liberada pela SR envolver a abertura direta de um canal de K+ por uma
proteína G ativada pelo receptor muscarínico
159 160
Reflexos glandulares
•Glândulas nasais, lacrimais e GI: forte/ estimuladas p/ PS Reflexos GI
•Glândulas GI mais forte/ estimuladas pelo PS no trato
alimentar superior, pp na boca e estômago
• Controle da secreção acida gástrica: S ou PS
•Secreção glandular no trato inferior: controle do SN
entérico • Peristalse intestinal: sistema nervoso entérico
•Salivar: S viscosa c/muita amilase; PS copiosa, aguada
•S em geral reduz secreção glandular por vasoconstrição
•PS aumenta fluxo sangüíneo local promovendo secreção
•Exceção: nas glândulas sudoríparas S aumenta a sudorese
•Humanos: muitas fibras S p/ glândulas sudoríparas tem
controle -adrenérgico
161 162

Sistema Nervoso Central


O cérebro
FRONTAL LOBE PARIETAL LOBE

Vistas seccionais Speech


Somatosensory
association
area
Frontal
association

Divisões principais
area
Taste Reading
Speech

Prosencéfalo
Hearing

Smell Visual
Auditory association
association area

Meninges area
Vision

Ventrículos TEMPORAL LOBE OCCIPITAL LOBE

Figure 28.16

163 164
Secções Divisões Principais
•Coronal •Embrião: 3 dilatações
do tubo neural
•Médio-sagital Prosencéfalo: tele +
•Horizontal diencéfalo
Mesencéfalo
Rombencéfalo:tronco
encefálico

•Cérebro, 2 hemisférios: funções elevadas, memórias,


julgamentos, planejamento
•Outras partes: funções vitais inconscientes (emoções,
165 equilíbrio, respiração, digestão, batimentos cardíacos) 166

Prosencéfalo = cérebro Regiões do Cérebro


Córtex cerebral (substância
Córtex Cerebral reveste
cinzenta): lobos – área
a superfície externa dos
motora primária – áreas de
hemisférios; é
associação motora – área
constituída por corpos
somatossensorial – áreas
celulares e dendritos
visuais - áreas auditória e
gustatória – áreas de Medula Cerebral grande
controle da fala – áreas de expansão de substância
associação branca subcortical Neurônios corticais ocupam
Medula cerebral (substância uma fina camada, muito
Dentro da medula
branca) enrugada, para aumentar
cerebral fica o
Ventrículos sua área
167 diencéfalo 168
O Córtex tem 6 camadas distintas Lobos & Marcos
•Informação camada 4 para O córtex cerebral
mais superficiais/mais profundas e apresenta fissuras, sulcos
finalmente se integra às células de e giros Os sulcos e
saída das camadas 3 e 5 fissura dividem o cérebro
•A camada 4 recebe impulsos do em 4 lobos Frontal,
tálamo e de outras regiões corticais Parietal, Occipital,
Temporal
•Ela é mais espessa nas regiões primarias; o córtex V1, Frontal: e/ o sulco central e a fissura lateral
estriado, assim se chama pela sua espessa camada 4
Parietal: posterior ao frontal, e/ o sulco central, a fissura
•Camadas 3 e 5 enviam impulsos para outras regiões lateral e a fissura parieto-occipital
corticais, para o tronco encefálico e para a medula espinhal.
São mais espessas no córtex M1 Occipital: posterior à fissura parieto-occipital
169 Temporal: inferior à fissura lateral 170

Córtex motor primário (M1)


Giro frontal precentral,
controla movimentos de
grupos musculares
específicos do lado oposto
do corpo
O axônio do neurônio motor
superior desce pela Hierarquia Sensorial: as áreas S1 enviam estímulos para as
substância branca, cruza no áreas S2 e estas para as áreas de associação
1/3 inferior do bulbo e segue
para a medula espinal onde Hierarquia Motora: área de associação PF envia comandos
faz sinapse com o neurônio para as áreas PM e estas enviam comandos para a área M1
motor inferior 171 172
3 vias (alças) corticais usadas
para segurar um copo

ALÇA 1: para atos


simples, como regular
rapidamente a pressão
dos dedos em torno do
copo

A área premotora se subdivide em


O córtex somatossensorial sente a posição dos dedos a
•Área motora suplementar (AMS) partir dos eferente musculares e dos receptores de pressão
•Área premotora lateral (PM) O córtex motor primário sinaliza a contração muscular
173 174

3 vias corticais para segurar 3 vias corticais para segurar


um copo um copo
ALÇA 2: mais longa, para ALÇA 3: a mais longa, para
atos mais complexos como atos ainda mais complexos,
selecionar a sinergia como alcançar o copo
muscular (que dedos
As áreas de associação
contrair em conjunto) para
parietal integram a visão e o
levantar um copo
tato enquanto fixam a
Áreas mais elevadas contribuem para reconhecer a forma e atenção no copo
a textura do objeto pelo tato
A memória operacional de onde as coisas estão, na área de
A área premotora seleciona a sinergia adequada para associação prefrontal ajuda a planejar o ato de alcançar
aquele objeto particular 175 176
No macaco há múltiplas representações do espaço que No macaco há múltiplas representações do espaço que
circunda o sulco intra-parietal circunda o sulco intra-parietal
IP = intraparietal; Medial, Ventral, Anterior e Lateral

Região intraparietal lateral representa localizações dos


Estas representações derivam das várias modalidades de objetos que você pretende focalizar e que pode atingir Seus
informação sensorial: visual, somatossensorial e auditória 177 neurônios respondem a estímulos visuais e auditórios 178

No macaco há múltiplas representações do espaço que No macaco há múltiplas representações do espaço que
circunda o sulco intra-parietal circunda o sulco intra-parietal

Região intraparietal medial representa o espaço extra-


pessoal imediato, a região do espaço que você pode atingir Região intraparietal anterior representa, não a localização
Guia os movimentos do braço. Seus neurônios recebem dos objetos, mas a informação de sua forma, necessária
estímulos visuais e sômato-sensoriais do braço 179 para sua preensão 180
No macaco há múltiplas representações do espaço que
circunda o sulco intra-parietal

Neurônio VIP se ativa ao tocar na boca


Região intraparietal ventral representa o espaço ultra-perto, Ao ver objeto se aproximar da boca de qualquer direção
é usada para guiar a cabeça, boca e lábios durante a Aproximar da boca por cima ou de baixo
alimentação. Seus neurônios recebem impulsos visuais e Não se ativa para objeto que se dirige à testa
tácteis da face 181 182

Trato corticoespinhal tem 2 partes:


corticoespinhal lateral é o maior, com
70-90% das fibras
Origina-se na área 6 premotora, na área
4 motora primária e nas áreas 3,1,2,
sômato-sensoriais
Cruza na decussação piramidal no 1/3
inferior do bulbo
Permite movimentos finos dos dedos
Não está completamente desenvolvido
ao nascer
183 184
O córtex M1 é um mapa dos movimentos corporais
Trato Corticoespinhal Ventral
não se cruza
Células na mesma coluna Coluna
Conexões bilaterais e poli-
sinápticas com motoneurônios influem nos músculos
mediais de músculos sinergistas, que agem em
proximais/axiais conjunto, cooperam em um
movimento
Esses músculos são usados
principalmente para a postura Exemplo: contraem os
músculos necessários para
segurar uma garrafa
Neurônios motores para os
185
músculos 186

1. Músculo único
pode ser ativado 2. Funções dos neurônios
por uma colônia de corticoespinhais FUNÇÃO 1
colunas
Atividade em M1 inicia movimentos
Porque um único seguindo impulsos da área 6 onde
músculo pode ser ocorre o planejamento da atividade
sinergista em vários (precede o movimento em cerca de
movimentos 800 mseg).
diferentes
Ativa sistemas e nos músculos.
O ritmo dos disparos determina a
Ex. podemos segurar uma garrafa com o polegar + dedo 1 magnitude da força muscular e seu
ou polegar + dedo 1 + dedo 2 ritmo de mudança
187 188
2. Funções dos neurônios Neurônio motor superior azul; inferior vermelho e lilás
corticoespinhais interneurônio verde
FUNÇÃO 2
Neurônios da área 4
contribuem para o reflexo
de estiramento: este tem
2 respostas
1. Mono-sináptica espinhal
2. Resposta longa por alça
cortical (sob controle
voluntário)

189 190

Função da área motora Função da área motora


suplementar suplementar

Quando apenas se toca um dedo no outro a atividade se Numa seqüência de movimentos complexos, como
restringe às áreas dos dedos sômato-sensorial e motora oposição do polegar a cada um dos dedos: atividade nas
primária áreas dos dedos em M1, área sômato-sensorial e na AMS
191 192
Função da área motora 1 S1 M1
suplementar 2 S1 S2 M1
3 S1 S2 PM M1
4 S1 S2 PF PM M1

5 V1 M1
6 V1 V2 M1
7 V1 V2 PM M1
8 V1 V2 PF PM M1

9 A1 M1
Ao se imaginar a seqüência de movimentos complexos dos 10 A1 A2 M1
dedos: atividade restrita à AMS 11 A1 A2 PM M1
12 A1 A2 PF PM M1
193 194

Áreas Corticais Associação Usando impulsos sensoriais


Motora de PP, PM mantém trilhas da
Informam o córtex M1 para localização do tronco e
movimentos coordenados, membros com relação à
bem planejados e
propositados tarefa desejada

AMS + PM + PP parecem Escrever o nome: ação


importantes na direção da primeiro planejada e
atividade de M1 coordenada por AMS e PM
com impulsos de PP. Daí
AMS programa seqüências
motoras complexas. seguem para M1 e daí para
os músculos

195 196
Córtex sômato-sensorial ou Envia sensações para PP,
somestésico onde se formam imagens
mais complexas de objetos e
O giro póscentral parietal,
do corpo integrando impulsos
usa estímulos da pele para
dos córtices visual e
gerar sensações de tato,
auditório; seu dano pode
pressão, dor, temperatura,
causar negligência de partes
para localizar regiões
do corpo ou agnosia (não
Acessa tamanho, forma e reconhece) de objetos
textura de objetos pelo tato e
Impulsos para a área
julga posição corporal
chegam do lado oposto do
(propriocepção)
corpo
197 198

No Córtex Visual (V1) Nas áreas secundárias


formam-se imagens no ocorre mais interpretação e
aspecto medial significado. 2 correntes:
V1 é também chamado Ventral, para o giro temporal
córtex Estriado inferior: reconhece faces e
objetos pelo tamanho, forma
As células ganglionares da e cor
retina enviam sinais ao Dorsal, para o córtex parietal
tálamo; neurônios das posterior: informa sobre
metades mediais dos olhos movimento, direção e
se cruzam no quiasma localização de objetos
Do tálamo os sinais vão para
o córtex V1; em torno ficam
as áreas secundárias
199 200
Área Auditória (A1) Área Gustatória (G1)
A1: sobre o giro temporal
Gosto é recebido e tratado
superior, recebe impulsos da
no aspecto inferior do giro
cóclea, na orelha interna, via
póscentral, onde também as
tálamo, forma a imagem
sensações tácteis da língua
sonora básica
são recebidas e
Em volta fica A2 que dá interpretadas
significado às imagens de A1

201 202

Áreas da Fala: sensorial, de Áreas da Fala: sensorial, de


Wernicke; e motora, de Broca Wernicke; e motora, de Broca
Wernicke participa da Wernicke influi também na área
compreensão da fala, ativa-se de Broca e vice versa
ao ouvir e ler palavras. Parece
Na lesão da área de Wernicke
que a análise e a compreensão
há grande dificuldade para ler e
envolvem lobo frontal
para escrever
Áreas adjacentes a Wernicke,
parietal, occipital e temporal
também se envolvem na fala,
dão significado a palavras
faladas ou símbolos lidos
203 204
Áreas corticais de Área de associação
associação Parietooccipitotemporal
Associação Prefrontal (PF) (PTO) recebe impulsos
envolvida em atividades tácteis, visuais e auditórias
motoras e intelectuais como e combina-os em
planejamento e iniciação de percepções e pensamento
movimentos, julgamento, abrangentes
motivação e regulação do A porção superior da área
comportamento emocional. combina informação visual
Lesão limita a capacidade de e táctil de modo a perceber Ao ler, a porção média dá
manter funções dirigidas a posição dos membros em significado às palavras
para metas relação ao resto do corpo A porção inferior atribui os
nomes que você ouve aos
205 objeto que você vê 206

Áreas de Associação Límbica


Orbitofrontal: emoção. Lesão Tálamo Cérebro
causa apatia Hipotálamo
Este efeito foi usado pelas Córtex PF
lobotomias
Lobo temporal inferior: memória
de longo termo
Lado esquerdo mais envolvido
com memória verbal, como o
nome de pessoas Olfato
Lado direito mais envolvido com Bulbo
memória visual, como de faces olfatório
Amígdala Hipocampo
207 208
Memória declarativa
(saber “o que”)

Giro cingulado
Episódica: lembrar tempos
Giro cingulado específicos e lugares do passado
Giro supracaloso (indusium griseum) de alguém; envolve o lobo
Núcleos anteriores Fórnix temporal medial
do tálamo

Giro subcaloso Memória declarativa


Núcleos
septais Corpos
mamilares
(saber “o que”)
Lobo frontal
Hipocampo
Bulbo olfatório Semântica: lembrar fatos e
Giro parahipocampal
(lobo límbico) conceitos; envolve o lobo
Amígdala temporal anterior e lateral
209 210

Motivação: Vou Córtex de


assinar meu associação Córtex límbico Áreas motoras do córtex cerebral
nome superior Gânglios
da
Contexto: Onde?
Tamanho?
base Amígdala Hipotálamo Tálamo
Córtex de
Rapidez?
associação Formação
Sentado?
sensório-motor Gânglios
Córtex Execuçã
Caneta? reticular do
Legível? da base
motor o tronco
Status:
Qual a rapidez motora encefálico Cerebelo
Sistemas:
de minha mão? Vestibular
Onde está meu Visual
punho, cotovelo, Somestésico Cerebelo Aglomerados de neurônios motores
braço, ombro? Medula espinhal Contração
Estou olhando Neurônios motores de núcleos de muscular e
para o papel?
Córtex de nervos cranianos e do corno ventral da movimento
Qual a
associação medula Ativação de
sensório/motor músculos lisos
resistência do
papel?
211 Neurônios autônomos pré-ganglionares e glândulas 212
Substância Branca da Substância Branca da
Medula Cerebral Medula Cerebral
Tratos de associação ligam
O trato corticoespinhal ou
2 regiões dentro do mesmo
piramidal passa através de
hemisfério
uma estreita faixa de
Comissuras ligam
substancia banca medular
hemisférios cerebrais: o
chamada cápsula interna
maior é o corpo caloso
Tratos de projeção vão do
córtex cerebral para
centros inferiores e medula
espinhal

213 214

Os Ventrículos Laterais, em Substância Cinzenta na


forma de C, cheios de liquor, Medula Cerebral
ficam nas profundezas de Há núcleos profundos de
substância branca substância cinzenta na
medula cerebral: os núcleos
Uma fina membrana, o septo da base
pelúcido separa as suas Os mais proeminentes são o
porções anteriores putamen + o pálido (núcleo
Deles o liquor flui para outros lentiforme) e o caudado
ventrículos, para a medula O liquor funciona como um Na seção coronal é difícil
espinhal e para as meninges coxim para o cérebro, reduz perceber, mas são ligados
seu peso e remove restos entre si
Na ponta anterior do
metabólicos
caudado fica a amígdala
215 216
Substancia Cinzenta na Ventrículos e canais cerebrais
Medula Cerebral •Ventrículos e canais
•Ventrículo lateral
Lateralmente a cada •Forâmen interventricular
núcleo lentiforme fica o •III ventrículo
claustro •Aqueduto cerebral
É considerada •IV ventrículo
funcionalmente como um •Canal central
dos núcleos ou gânglios Meninges e seios
da base a substância •Pia mater
negra mesencefálica •Espaço subaracnóideo
•Vilosidade aracnóide
•Dura mater
217
•Seio sagital superior 218

Ventrículos, Canais, Meninges e Seios cerebrais


Meninges
219 220
221 222

Nervos cranianos
1. Olfatório
2. Óptico
3. Oculomotor
4. Troclear
5. Trigêmeo
6. Abducente
7. Facial
8. Vestibulococlear
9. Glossofaríngeo
10. Vago
11. Accessório
12. Hipoglosso
223 224
225 226

227 228
229 230

231 232
233 234

235 236
237 238

Baixa Acuidade alta


concentração de
bastonetes Vários
bastonetes 1
célula bipolar

Alta Acuidade a mais alta concentração de cones 1 cone 1


célula bipolar; células ganglionares e bipolares deslocadas
239 240
Sensitivo-
Somático MOVIMENTO Áreas motoras do córtex
Premotor motor
primário superior
ÁREAS FUNCIONAIS
cerebral
Associação Visual
Prefrontal
Auditivo
primário
temporal superior •Áreas motoras do córtex cerebral Motora primaria
Auditivo parietal Visual
superior occipital primário •Núcleos (Gânglios) da base Premotora/motora
Visual
VIAS
suplementar
Associação superior
límbico
•Neurônio motor superior e inferior
Área motora da fala de broca
22/10/2003
31
Campo ocular frontal
Humberto Crivellari

•Arco reflexo miotático


monossináptico Área de associação
•Modelo de via prefrontal

241 242

Núcleos (gânglios) Neurônio


da base motor
superior
e inferior

243 244
Arco reflexo
miotático
monossináptico

245 246

Não consegue Falta concatenação


amarrar os sapatos. dos dedos. Não
Incapaz de consegue contrair Precisa olhar para
selecionar uma apenas um dedo ou saber onde está sua
seqüência particular um grupo particular mão. Perda
de movimentos de dedos propriocepção causa
relutância em usar o
membro afetado
Não Está com
consegue um pé sem
iniciar o meia:
movimento negligencia
que quer sensorial
fazer.
Apraxia
motora,
MODELO DE VIA distúrbio da
seleção de
movimento
particular
247 248