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Escola SESI

DISCIPLINA: PROFESSOR: VALOR DESCONTADO POR


Atividade de
ERROS ORTOGRÁFICOS:
recuperação LÍNGUA
paralela PORTUGUESA

ALUNA/ALUNO: Nº:

Turma: 8º ano Turno: Data:

Semana assíncrona - Atividade de recuperação paralela

QUESTÃO 01
Sua fala era uma vibração de amor, que alvoroçava os corações, o olhar como luz de lâmpada encantada,
que fascina e desvaira; o sorriso era um lampejo de volúpia, que fazia sonhar com as delícias do Éden.
Era enfim o tipo o mais esmerado da beleza sensual, mas habitado por uma alma virgem, cândida e
sensível. Era uma estátua de Vênus animada por um espírito angélico.
Ainda que Eugênio não conhecesse e amasse Margarida desde a infância, ainda que a visse então pela
primeira vez, era impossível que toda a virtude e austeridade daquele cenobita em botão não se
prostrasse vencido diante daquela deslumbrante visão.
Margarida estava vestida de cor-de-rosa com muita graça e simplicidade; tinha por único enfeite na cabeça
um simples botão de rosa. Eugênio esteve por muito tempo mudo e entregue a um indizível acanhamento
diante da companheira de sua infância, como se se achasse em presença de uma alta e poderosa
princesa.
GUIMARÃES, B. O seminarista. São Paulo: FTD, 1994.

Considerando-se a organização do texto, é correto afirmar que ele é fundamentalmente


A) narrativo, uma vez que relata o relacionamento amoroso entre os personagens Margarida e Eugênio.
B) dissertativo, visto que apresenta a defesa do ponto de vista de Eugênio sobre a personagem Margarida.
C) injuntivo, pois tem a intenção de instruir o leitor acerca das características da personagem.
D) descritivo, que produz um retrato verbal subjetivo ao enumerar as características de Margarida.

QUESTÃO 02
Nasce um escritor
O primeiro dever passado pelo novo professor de português foi uma descrição tendo o mar como tema. A
classe se inspirou, toda ela, nos encapelados mares de Camões, aqueles nunca dantes navegados.
Prisioneiro no internato, eu vivia na saudade das praias do Pontal onde conhecera a liberdade e o sonho.
O mar de Ilhéus foi o tema de minha descrição.
Padre Cabral levara os deveres para corrigir em sua cela. Na aula seguinte, entre risonho e solene,
anunciou a existência de uma vocação autêntica de escritor naquela sala de aula. Pediu que escutassem
com atenção o dever que ia ler. Tinha certeza, afirmou, que o autor daquela página seria no futuro um
escritor conhecido. Não regateou elogios. Eu acabara de completar onze anos.
AMADO, J. O menino Grapiúna. Rio de Janeiro: Record, 1987. Adaptado.

Uma análise da forma como o texto está construído nos faz reconhecê-lo como um texto
predominantemente
A) descritivo, pelo qual se atribui qualidade aos lugares e às pessoas que compõem a cena.
B) expositivo, em que alguns fenômenos são identificados, definidos e exemplificados.
C) instrucional, que incita à ação, a um modo de operar; daí a força imperativa dos verbos.
D) narrativo, organizado em sequências temporais e com indicação circunstancial de lugar.
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QUESTÃO 03
Dois anos atrás, uma radiografia de rotina revelou um oco no interior da cabeça de um francês de 44 anos.
Só depois de submetê-lo a exames de tomografia e ressonância magnética, os médicos da Universidade
do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas minúsculo e alojado como uma
capa rente ao crânio. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção.

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita adequada para o excerto anterior, com relação aos
aspectos construção, coesão e coerência textuais.
A) Dois anos atrás, depois de submetê-lo a exames de tomografia e ressonância magnética, uma
radiografia de rotina revelou um oco no interior da cabeça de um francês de 44 anos. Só os médicos da
Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas minúsculo e alojado
como uma capa rente ao crânio. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção.
B) Os médicos da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que um francês de 44 anos
tinha o cérebro minúsculo e alojado como uma capa rente ao crânio. Uma radiografia de rotina revelou,
dois anos atrás, um oco no interior da sua cabeça. Isso só foi notado depois de submetê-lo a exames de
tomografia e ressonância magnética. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a
atenção.
C) Um francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção. Dois anos atrás, uma radiografia de rotina
revelou um oco no interior da cabeça dele que tinha 44 anos. Só depois de perceberem que ele tinha
cérebro, mas minúsculo e alojado como uma capa rente ao crânio, submeteram-no a exames de
tomografia e ressonância magnética.
D) Só depois de submeter um francês de 44 anos a exames de tomografia e ressonância magnética, os
médicos da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas
minúsculo e alojado como uma capa. Dois anos atrás, uma radiografia de rotina revelou um oco rente ao
crânio no interior da cabeça dele. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção.

QUESTÃO 04
AUTO-ESTIMA – “Fiz a cirurgia com 16 anos. Não fiz pelas outras pessoas, fiz para me olhar no espelho e
me sentir bem. Eu sinto como se o meu corpo tivesse absorvido o silicone, como se o peito fosse meu
mesmo. E é: meu pai pagou, e ele é meu”. C. S., 17, sobre cirurgia plástica que fez nos seios, ontem na
Folha.
Folha de S.Paulo, 3 ago. 2004 (adaptado).

Sobre a última frase desse texto, é correto afirmar que a expressão “ontem na Folha”
A) revela uma falha de coerência que limita a compreensão do fato noticiado.
B) fere a coerência interna do texto, por contradizer a realidade relatada.
C) produz ambiguidade, mas não impede o leitor de identificar o sentido coerente.
D) obriga o leitor a aceitar um visível desrespeito à coerência externa.

QUESTÃO 05
A rádio CBN reapresentou uma reportagem na qual dois repórteres, um negro e outro branco, de idades
próximas e vestindo roupas parecidas, testaram o atendimento que receberiam em estabelecimentos
comerciais cariocas.
O tratamento dado ao negro foi sistematicamente pior e em boa parte das vezes nem sequer foi atendido.
Em uma loja de roupas masculinas, ao branco foi oferecido um terno de maior qualidade, e, ao negro, o
mais barato.
O diabo é que os preconceitos se devem a uma poderosa capacidade humana, a de fazer generalizações
a partir de experiências limitadas. Poderosa, mas falível. Preconceitos como o racismo ou o sexismo são
frutos de generalizações indevidas e estigmatizadoras. Porém, sem conceitos prévios (preconceitos), que
permitam tomar decisões rápidas, teríamos dificuldade para fazer coisas simples, como dirigir ou escolher
um restaurante sem ter uma indicação.
Ainda assim, vale uma constatação etimológica: preconceito é sinônimo de prejuízo. Nossos
antepassados, ao criar suas línguas, perceberam que conceitos ou juízos prévios costumam levar a
perdas, a ideias equivocadas.
M. Miterhof, Folha de S. Paulo. 31/01/2013. (Adaptado)
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Sobre a conjunção “mas”, empregada no trecho “Poderosa, mas falível”, só não é correto afirmar:
A) Poderia ser substituída pela locução “se bem que”.
B) Estabelece uma relação de sentido semelhante à do conectivo “todavia”.
C) Subordina dois adjetivos, pressupondo uma relação de causa e consequência.
D) Liga dois adjetivos, compondo com eles uma frase nominal.

QUESTÃO 06
Os fragmentos adiante são da crônica “O reinado do celular”, de Martha Medeiros. Quanto aos aspectos
coesivos, assinale a alternativa em que o comentário sobre o trecho destacado está correto.
A) “[...] é só sacar o aparelhinho da bolsa e resolver a questão, caso não dê pra esperar chegar em casa”
– o valor semântico do conectivo é de concessão.
B) “Ao término do show, as luzes do teatro mal tinham acendido quando todos voltaram [...]” – a palavra
destacada funciona como conectivo subordinativo.
C) “o celular deixou de ser uma necessidade para virar uma ansiedade” – a preposição destacada
corrobora a mudança de estado.
D) “[...] de uma pessoa ocupada e poderosa, e sim de uma pessoa rendida [...]” – o segmento destacado
estabelece uma relação de oposição de ideias.

QUESTÃO 07
Os portugueses incorrem em muitos equívocos nos primeiros contatos com os índios. A desinteligência
não se restringe à fala e aos gestos. Qual era o sentido das pinturas que revestiam o corpo dos silvícolas?
Os descobridores estavam longe de imaginar que a finalidade daquelas formas coloridas, resistentes ao
contato da água, era mais que estética. Escapava-lhes que naquelas linhas estivesse inscrita hierarquia,
função, nacionalidade. Advertidos de que impropriamente restringimos a escrita ao alfabeto, devemos
considerar aquelas cores e traços signos de um sistema de escrita pictórica, exigido pela organização
social. Se os descobridores viessem menos impressionados com a revolução operada pela imprensa,
teriam visto nas epidermes coloridas cartas não traçadas em pergaminho, cartas pintadas na pele viva dos
homens. Se tivessem adivinhado a mensagem desses documentos ambulantes, podiam ter revisto o juízo
negativo que faziam da civilização estranha.
Donald Schülers
Leia os enunciados a seguir.
I. O texto prioriza o argumento de que os descobridores portugueses não entenderam a fala e os gestos
dos habitantes nativos.
II. Os europeus captaram, já no início, a função simbólica dos signos pictóricos exibidos na pele dos
índios.
III. As expressões descritivas “cartas não traçadas em pergaminho“ e “cartas pintadas na pele viva dos
homens“ são recursos linguísticos de substituição, que contribuíram para a coesão do texto.
IV. Em “naquelas linhas estivesse inscrita“, o termo destacado equivale a “registrada“ ou “sinalizada“.
Estão corretos apenas
A) I e II.
B) I, II e III.
C) I, III e IV.
D) III e IV.

QUESTÃO 08
Samba do avião
[...]
Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades

Rio, seu mar, praias sem fim,


Rio, você foi feito pra mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
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Rio, eu gosto de você


A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de um minuto
estaremos no Galeão
Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós
Aterrar.
[...]
Tom Jobim
A identificação das linguagens e dos recursos expressivos característicos dos tipos textuais é essencial
para a compreensão plena do texto. Com base nisso, pode-se afirmar que a música “Samba do avião” é
predominantemente
A) dissertativa, pois o eu poético apresenta o seu ponto de vista sobre a cidade do Rio de Janeiro.
B) descritiva, pois se descrevem as ações do eu poético até sua chegada ao Galeão.
C) descritiva, porque, sob o pretexto de um sobrevoo pela cidade, descrevem-se as belezas do Rio de
Janeiro.
D) argumentativa, pois apresenta elementos que comprovam a beleza da cidade.

QUESTÃO 09
Um sarau é o bocado mais delicioso que temos, de telhado abaixo. Em um sarau todo o mundo tem que
fazer. O diplomata ajusta, com um copo de champagne na mão, os mais intrincados negócios; todos
murmuram, e não há quem deixe de ser murmurado. O velho lembra-se dos minuetes e das cantigas do
seu tempo, e o moço goza todos os regalos da sua época; as moças são no sarau como as estrelas no
céu; estão no seu elemento: aqui uma, cantando suave cavatina, eleva-se vaidosa nas asas dos aplausos,
por entre os quais surde, às vezes, um bravíssimo inopinado, que solta de lá da sala do jogo o parceiro
que acaba de ganhar sua partida no écarté, mesmo na ocasião em que a moça se espicha
completamente, desafinando um sustenido; daí a pouco vão outras, pelos braços de seus pares, se
deslizando pela sala e marchando em seu passeio, mais a compasso que qualquer de nossos batalhões
da Guarda Nacional, ao mesmo tempo que conversam sempre sobre objetos inocentes que movem
olhaduras e risadinhas apreciáveis. Outras criticam de uma gorducha vovó, que ensaca nos bolsos meia
bandeja de doces que veio para o chá, e que ela leva aos pequenos que, diz, lhe ficaram em casa. Ali vê-
se um ataviado dandy que dirige mil finezas a uma senhora idosa, tendo os olhos pregados na sinhá, que
senta-se ao lado. Finalmente, no sarau não é essencial ter cabeça nem boca, porque, para alguns é regra,
durante ele, pensar pelos pés e falar pelos olhos.
E o mais é que nós estamos num sarau. Inúmeros batéis conduziram da corte para a ilha de... senhoras e
senhores, recomendáveis por caráter e qualidades; alegre, numerosa e escolhida sociedade enche a
grande casa, que brilha e mostra em toda a parte borbulhar o prazer e o bom gosto.
Entre todas essas elegantes e agradáveis moças, que com aturado empenho se esforçam para ver qual
delas vence em graças, encantos e donaires, certo sobrepuja a travessa Moreninha, princesa daquela
festa.
MACEDO, J. M. de. A Moreninha, 1997.
A forma como se dá a construção do texto revela que ele é predominantemente
A) dissertativo, com o objetivo de analisar criticamente o que é um sarau.
B) descritivo, com o objetivo de mostrar o sarau como uma festa fútil e sem atrativos.
C) narrativo, com o objetivo de contar fatos inusitados ocorridos em um sarau.
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D) descritivo, com o objetivo de apresentar as características de um sarau.

QUESTÃO 10
De maneira geral, o termo experimental se aplica a obras que buscam alargar fronteiras e definições de
gênero. No caso da música, é aquela livre e inovadora, sem regras, improvisada, com estrutura e ritmos
estranhos. Tradicionalmente associado ao erudito, indo das composições de Arnold Schoenberg a Philip
Glass, por exemplo, o experimentalismo encontrou espaço em outros gêneros, como o jazz e a música
eletrônica. Com o rock não é diferente. E nem é preciso ir a Londres ou Nova York para ver o que há de
novo: algumas das experiências mais originais no Brasil estão sendo feitas, inclusive, fora do eixo Rio-São
Paulo. É o caso do duo Lacertae, surgido no distante Campo do Crioulo, pequeno povoado de Lagarto,
interior de Sergipe; o SOL, de Porto Alegre; o PexbaA, de Belo Horizonte; e o Satanique Samba Trio, de
Brasília.
Texto e alternativas adaptados de BRAVO!, jul. 2005, p. 65.

Assinale a alternativa que pode continuar o texto de referência com coesão e coerência.
A) Também ouvem o trabalho inventivo da banda inglesa progressiva Henry Cow e da alemã Can, bem
como as composições minimalistas de Glass.
B) O disco lançado pela Amplitude foi quase todo composto em um só dia, o que não impediu que o jazz
rock atonal e improvisado desses mineiros ganhasse destaque na revista britânica Wire.
C) Antes desconhecida, a música desses grupos pode ser conferida em uma bela coleção de CDs lançada
pela gravadora independente Amplitude.
D) Outro grupo brasileiro que está próximo dos palcos estrangeiros é o paulistano Hurtmold – este lançado
pelo selo Submarine e escalado para tocar no Sónar de Barcelona.

QUESTÃO 11
“Saí, afastando-me dos grupos, e fingindo ler os epitáfios. E, aliás, gosto dos epitáfios [...]”.
Dando nova redação ao primeiro período, sem alterar as relações sintáticas e semânticas nele presentes,
obtém-se:
A) Quando me afastei dos grupos, fingi ler os epitáfios e então saí.
B) Enquanto me afastava dos grupos e fingia ler os epitáfios, fui saindo.
C) Fingi ler os epitáfios, afastei-me dos grupos e saí.
D) Ao afastar-me dos grupos, fingi ler os epitáfios, antes de sair.

QUESTÃO 12
Os trechos a seguir, que estão fora de ordem, fazem parte de um texto coeso e coerente.
I. Estudos feitos com várias profissões que trabalham em turnos mostram que ficar acordado por mais de
19 horas ou ter uma jornada de trabalho superior a 12 horas provoca sintomas semelhantes ao de um
porre.
II. Se essas duas condições se sobrepõem numa madrugada, as consequências negativas se
potencializam ao extremo.
III. As reações ficam mais lentas e o julgamento da realidade é comprometido.
IV. Um piloto dormir no manche do avião é uma cena muito mais rara do que um motorista de ônibus ou
caminhão cochilar no volante. Mas pode acontecer.
V. No caso da aviação, há ainda o agravante de que os pilotos trabalham a 10 mil metros do solo, no
comando de aeronaves complexas e delicadas, às vezes com mais de uma centena de passageiros a
bordo.
FAPESP, ago. 2009. (adaptado)

Assinale a opção que apresenta a melhor sequência.


A) I – II – IV – III – V.
B) IV – I – II – V – III.
C) IV – I – III – II – V.
D) IV – I – II – III – V.
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QUESTÃO 13
Complete as frases com os pronomes demonstrativos apropriados; se necessário, use-os
combinados com preposições.
a) ......... carro que está aqui ao meu lado é o mais veloz da temporada decorridas.
b) Por que você anda sempre com ................... crianças grudadas em você?
c) Nasci em meio à segunda guerra mundial. ..................... época, não havia paz no mundo.
d) Zico e Sócrates eram grandes jogadores. .......................... tinha um toque de bola refinado e
elegante, ....................... era o maior batedor de faltas que eu já vi atuar no Flamengo.
e) Por favor, traga-me ........................... cobertor que está aí do seu lado.
f) Por favor, levante .................................. pacotes aqui.

QUESTÃO 14
Complete as frases com “tem” ou “têm”.
a) A falta de manutenção dos carros _____________ dificultado o transporte das cargas.
b) Eles _________________ contribuído muito para o sucesso da empresa.
c) Nossa invenção________________ melhorado a qualidade de vida de muitas pessoas.
d) Ana Maria __________________ motivos para se preocupar com o filho doente.
e) Os criminosos já ________________ processos por crimes anteriores.

QUESTÃO 15
Partindo-se do pressuposto de que a mudança de transitividade implica tão somente na mudança
de significado, analise os páreos linguísticos em questão, com vistas a apontar o sentido
expresso pelo verbo:

a - O garoto sempre agrada sua mãe.


b – As novas propostas não agradaram aos eleitores.

c - Eu aspirei aquele inesquecível perfume.


d - Todos aspiram a um bom cargo dentro da empresa.

e – Todas as noites, a enfermeira assistia o enfermo.


f - Todos assistiram ao filme e ficaram encantados com o enredo.

g – Chamem os convidados para a abertura do evento.


h - Seu pai chamou-lhe de incompetente.

QUESTÃO 16
De forma adequada, empregue à regência de cada verbo expresso a devida preposição:
a – O filme * que assisti recebeu a melhor premiação durante o festival do ano passado.
b – Confio que estejas lutando para conquistar o cargo * que aspiras.
c – Passada a tempestade, esta é a cidade * que chegamos.
d – Aquela é a garota * quem muito simpatizei.
e - Por favor, não altere a música * que mais gostei.

QUESTÃO 17
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas correspondentes.
A arma ___ se feriu desapareceu.
Estas são as pessoas ___ lhe falei.
Aqui está a foto ___ me referi.
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Encontrei um amigo de infância ___ nome não me lembrava.


Passamos por uma fazenda ___ se criam búfalos.

a) que, de que, à que, cujo, que.


b) com que, que, a que, cujo qual, onde.
c) com que, das quais, a que, de cujo, onde.
d) com a qual, de que, que, do qual, onde.
e) que, cujas, as quais, do cujo, na cuja.

QUESTÃO 18
Assinale os períodos cujos verbos estão no modo subjuntivo:
I. Entenda que é preciso preservar os recursos naturais para as gerações futuras;
II. É necessário que nos preocupemos com camadas sociais menos favorecidas;
III. Nem todos sabem sobre a importância da ação do homem sobre a natureza;
IV. O voo fará duas escalas antes de chegar ao Brasil;
V. Ela poderá brincar caso termine a tarefa antes do anoitecer.

Estão corretas:
a) Todas as alternativas.
b) Apenas III e IV.
c) I, II e V.
d) II, III e V.
e) Apenas II e V.

Bom trabalho!