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A Correta Especificação de Forros na Arquitetura Hospitalar

Os modernos estabelecimentos assistenciais de saúde apresentam uma série de novas


necessidades, à parte a exigência de excelência no atendimento prestado por suas
equipes médica, de enfermagem e de serviços auxiliares:
ƒ Humanização – necessidade de oferecer, além de atendimento adequado do ponto
de vista da saúde, conforto e estética.
ƒ Modernidade – capacidade de oferecer aos pacientes e às equipes de assistência
médica recursos e respostas de acordo com a tecnologia mais atual.
ƒ Flexibilidade – essa é a principal tendência da atualidade, não só no setor de
saúde, exigindo capacidade de rápida adaptação à evolução tecnológica,
representada por novos equipamentos e novos sistemas, que freqüentemente
impõem adequações de layout.
ƒ Manutenção – facilidade de remoção e substituição de equipamentos e
componentes, com o mínimo de interferência nas atividades dos estabelecimentos,
sempre que possível sem interrupção destas.
ƒ Imagem – representada pela estética, pelo conforto e pela plena capacidade de
atendimento às normas.
A moderna arquitetura, por sua vez, preconiza um equilíbrio entre a estética, a
funcionalidade e o desempenho econômico-financeiro do empreendimento,
considerando neste último aspecto não só o seu dia-a-dia, mas sua vida útil.
Considerando essa recomendação geral da moderna arquitetura e as necessidades
citadas inicialmente, conclui-se que a responsabilidade de especificar soluções
arquitetônicas vai além da resposta a todos os fatores mencionados: é fundamental
preparar-se para a dinâmica determinada pela evolução tecnológica, pelo crescente
rigor das normas técnicas e, sobretudo, pelas exigências cada vez maiores de um
mercado consumidor a cada dia mais consciente de seus direitos.

Basta atender às normas e regulamentações?

A AMF, atenta aos rumos do mercado mundial, vem trabalhando na pesquisa e no


desenvolvimento de sistemas de forros modulados e removíveis capazes de atender,
por suas diferentes características, às necessidades e expectativas dos consumidores
em diferentes ambientes.
Vários de seus sistemas de forros (alguns deles exemplificados na tabela publicada ao
final deste capítulo) atendem aos requisitos do setor de assistência de saúde, no que
diz respeito à limpeza e à sanitização, em razão das propriedades bacteriostáticas e
fungistáticas proporcionada pelos tratamentos HYGENA® e BIO-PRUF® à superfície de
seus painéis, bem como pela classificação CLEAN-ROOM de produtos para uso em
áreas limpas e controladas. Desse modo, são indicados não só para as áreas de
circulação, onde normalmente esse tipo de forro tem sido utilizado com mais
freqüência, mas igualmente para as áreas de hotelaria, de convívio social,
laboratórios, enfermarias e ambulatórios, com vantagens significativas sobre os
sistemas convencionais, sobretudo no que diz respeito à flexibilidade, atendendo
plenamente às normas vigentes para os estabelecimentos de assistência de saúde.
Os forros AMF indicados para estabelecimentos assistenciais de saúde, além de
atender às normas do setor, apresentam outras características técnicas de extrema
importância à arquitetura hospitalar.

Tratamento acústico

A expressão conforto acústico ou tratamento acústico1 pressupõe a criação de


condições para que um ambiente seja ou esteja conveniente “tratado” contra os ruídos
externos (tanto os provenientes de fora do estabelecimento quanto os gerados nas
áreas contíguas, como corredores, aparelhos de raios-X e ressonância magnética,
telefones, campainhas, aparelhos de TV, etc.) e ruídos internos (próprios de cada
espaço).
O tratamento acústico aos ruídos externos é chamado isolamento acústico e se dá
pela criação de barreiras à entrada do som para um determinado recinto por meio do
emprego de materiais capazes de permitir a necessária impermeabilidade acústica.
O tratamento acústico aos ruídos internos é chamado condicionamento acústico e se
dá pelo controle da reverberação interna e pela distribuição do som através do estudo
geométrico e acústico do recinto e pelo cálculo do tempo de reverberação. O
emprego de materiais acusticamente absorventes internamente aos ambientes contribui
efetivamente para a redução do tempo de reverberação e, conseqüentemente, para o
seu condicionamento acústico.
A grande dificuldade técnica era unir a absorção acústica com as normas de limpeza e
de sanitização, porém agora a AMF disponibiliza no mercado brasileiro produtos que
atendem a ambos os requisitos técnicos a preços adequados aos requisitos
econômico-financeiros dos empreendimentos.
Trabalhar de fato o condicionamento acústico dos ambientes hospitalares conforme
preconizado pelas normas técnicas brasileiras significa caminhar rumo à humanização
do ambiente hospitalar.

Estética

Um esboço ultrapassado de um ambiente hospitalar é um quarto totalmente branco,


com paredes e tetos completamente lisos, piso frio, ausência de conforto, em resumo,
um ambiente em nada acolhedor.
Hoje esse quadro está sendo retocado, corrigido, melhorado. As paredes brancas e
lisas têm recebido cores e quadros. As portas têm recebido, além de cor, mecanismos
que facilitam a sua abertura com menor esforço. Os pisos já não precisam ser
literalmente frios. A iluminação passa a compor ambientes bonitos, agradáveis,
alegres. O conceito de humanização tem modificado a estética do ambiente
hospitalar, sobretudo nas áreas de convívio e sociais e na hotelaria hospitalar.

1
Tratamento acústico compreende o isolamento acústico e condicionamento acústico e são obrigatórios em
estabelecimentos assistenciais de saúde conforme a norma NBR 12179.
Os forros modulados e removíveis da AMF colaboram muito para a estética e para a
humanização do ambiente hospitalar no seu sentido mais amplo.

Flexibilidade técnica e funcional

Está na pauta dos escritórios de arquitetura hospitalar e das equipes de facility


hospitalar a busca por soluções técnicas que flexibilizem a obra hospitalar.
Evidentemente aquilo que mais enrijece o layout de estabelecimentos assistenciais de
saúde são as paredes, mas os forros também devem ser observados.
Quanto maior a especificação de forros modulados e removíveis, mais flexível se torna
o projeto, pois a mesma estruturação metálica que suporta um forro modulado e
removível para salas limpas pode suportar forros acústicos. Este fato pode ser
exemplificado pelo benefício de se proceder a uma simples substituição de painéis de
forro (o que não requer mão-de-obra com elevada qualificação) quando uma área
social é convertida em uma área operacional que apresenta requisitos de limpeza e de
sanitização diferenciados.
Ao mesmo tempo a acessibilidade ao pleno do forro (entreforro) é fundamental em
praticamente todos os ambientes de estabelecimentos assistenciais de saúde. E não há
solução técnica melhor para permitir acesso ao entreforro que o forro modulado e
removível.

Imagem da Instituição: padrão de excelência

A primeira impressão de um estabelecimento assistencial de saúde é marcada pela


estética e pela sensação de conforto (ou de desconforto). Ao se trabalhar o conceito
de padrão de excelência, um estabelecimento assistencial de saúde não apenas
mantém o foco sobre o atendimento prestado por suas equipes médica, de
enfermagem e de serviços auxiliares, como também deve manter atenção sobre as
instalações físicas.
Normalmente o forro não recebe a atenção que deveria como elemento construtivo
que tem impacto direto sobre a sensação de conforto acústico e sobre a percepção
estética das pessoas.
A AMF fornece forros modulados e removíveis que estão em linha com a visão de se
criar ambientes internos que transmitam o conceito de padrão de excelência, quer pela
imagem esteticamente agradável, quer pela sensação de conforto acústico.

Custo: implantação, manutenção e reposição

Ao se analisar tecnicamente e economicamente o custo de operação, manutenção,


reposição, substituição e eventual atualização técnica, percebe-se claramente a
enorme vantagem da especificação e utilização das soluções mais atuais de forros
removíveis e modulados.
Após a chegada da AMF, ao Brasil os custos dos forros modulados e removíveis
desceram a um nível muito próximo dos forros tradicionalmente empregados, porém
com tremendos diferenciais técnico-funcionais. Hoje a especificação dos forros AMF é
competitiva e uma opção real.
Tendência e inovação

A AMF inova ao fabricar painéis para forro que podem ser instalados em corredores
sem perfis aparentes, sem emendas longitudinais (somente transversais ao sentido do
corredor), com qualidade estética superior e com performance acústica sem igual,
sempre atendendo aos requisitos técnicos dos ambientes internos dos estabelecimentos
assistenciais de saúde.
Mas a inovação sem igual é produzir forros que sejam modulados e removíveis que
atendam à resolução RDC nº 50 da ANVISA e que contemplem e colaborem para o
atendimento das edificações quanto às normas de acústica NBR 12179, NBR 10151 e
NBR10152, à norma de fogo NBR9442 e norma de áreas limpas NBR 13700. E com
uma relação custo x benefício positiva.
Desse modo, a AMF oferece ao especificador opções compatíveis com as modernas
necessidades do setor médico-hospitalar, proporcionando benefícios adicionais.

A tabela a seguir resume as principais características dos forros AMF recomendados


para uso em ambientes internos de estabelecimentos assistenciais de saúde.

Mais informações em w w w . a m f - b r a s i l . c o m . b r e também em w w w . a m f c e i l i n g s . c o m . Se for de sua preferência


contate-nos pelo telefone (11) 5093-8484, pelo fax (11) 5093-2424 ou pelo e-mail i n f o @ a m f - b r a s i l . c o m . b r .

Resumo da palestra ministrada no 3º Seminário sobre Arquitetura Hospitalar nos dias 22 e 23 de setembro de 2005 no Sinduscon/SP.
Forros AMF especiais para Salas Limpas (Clean Room) e locais com exigências de limpeza e de sanitização:

Schlicht / Liso Thermaclean Kombimetall Liso


Zoneamento Principais requisitos de limpeza e sanitização Schlicht / Liso (com juntas seladas, Thermaclean (com juntas seladas, Kombimetall Liso (com juntas seladas,
selante acrílico) selante acrílico) selante acrílico)

Centro Cirúrgico Priorizar superfícies monolíticas com menor número


CTI / UTI possível de frestas e ranhuras
Isolamento Índice de absorção de água < 4% PROIBÍDO PROIBÍDO PROIBÍDO SIM PROIBÍDO SIM
melhor escolha

Crítica
Berçário Resistir a produtos de limpeza e desinfecção freqüentes
Laboratório, etc. Proibido forro removível que interfira na assepsia
Internação Priorizar superfícies monolíticas
Enfermaria Menor número possível de frestas e ranhuras
Ambulatório Permitido forro removível resistente aos processos de SIM DESNECESSÁRIO SIM DESNECESSÁRIO SIM DESNECESSÁRIO
melhor escolha
Banheiro limpeza, descontaminação e desinfecção

Semi-crítica
Circulação, etc.

Administração
Escritório
Almoxarifado Sem requisitos especiais de limpeza ou de sanitização SIM DESNECESSÁRIO SIM DESNECESSÁRIO DESNECESSÁRIO DESNECESSÁRIO
melhor escolha
Secretaria

Não-crítica
Áreas sociais, etc.

Atenuação sonora Dn,c,w 34dB Dn,c,w 34dB Dn,c,w 34dB Dn,c,w 34dB Dn,c,w 42dB Dn,c,w 42dB
Reflexão luminosa RL 90% RL 90% RL 90% RL 90% RL 90% RL 90%
Resistência à umidade RH 95% RH 95% RH 95% RH 95% RH 90% RH 90%
Reação do fogo Classe A Classe A Classe A Classe A Classe A Classe A
Classificação Clean-Room N/D ISO 4 / Fed. 10 ISO 5 / Fed. 100 ISO 4 / Fed. 10 N/D ISO 6 / Fed. 1000
Tratamento Hygena ® e/ou Bio-Pruf ® Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Montagem segundo Sistema A (Perfil Oculto) Sim Sim - - Semi-oculto Semi-oculto
Montagem segundo Sistema C (Perfil Aparente, sistema tradicional) Sim Sim Sim Sim Sim Sim
Montagem segundo Sistema F (Especial para Corredores) Sim Sim - - Sim Sim
Restrições quanto à limpeza, assepsia, desinfecção e/ou descontaminação Alguma restrição Alguma restrição Sem restrições Sem restrições Sem restrições Sem restrições

As áreas não críticas não apresentam requisitos especiais de limpeza ou de sanitização, porém apresentam requisitos específicos de acústica (absorção acústica e atenuação sonora), de reflexão luminosa,
estética, reação ao fogo, flexibilidade e de acessibilidade.

A AMF recomenda para as áreas não críticas os demais forros de fibra mineral: Feinstratos Microperfurado, Thermacoustic, Star, Mercure, Saturn, Pinhole ou Ecomin Filigran. Todos estes produtos
apresentam excelentes níveis de absorção e de atenuação sonora, os melhores valores de reação ao fogo, elevada resistência dimensional (resistência à umidade), resistência contra fungos e bactérias,
além de permitirem diferentes sistemas de montagens com perfis ocultos, semi-ocultos, aparentes e, ainda, dimensões largas para corredores ( consulte catálogos ).

A Knauf AMF GmbH & Co. KG se reserva o direito de modificar as informações técnicas aqui divulgadas sem prévio aviso. Nosso corpo técnico está constantemente trabalhando para melhorar a performance técnica de nossos produtos, sistemas e soluções.
Para receber informações técnicas atualizadas, por favor entre em contato conosco: homepage www.amf-brasil.com.br, e-mail info@amf-brasil.com.br ou tel. (11) 5093-8484.
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002.
Inclui as alterações contidas nas Resoluções RDC nº 307 de 14/11/2002 publicada no DO de 18/11/2002 e RDC nº 189
de 18/07/2003 publicada no DO de 21/07/2003.

PARTE III
CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS
DE SAÚDE
5 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE CONFORTO

5. CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE CONFORTO


(...)
A abordagem do controle das condições de conforto ambiental dos EAS
realizou-se a partir da interação das expectativas específicas a cada sub-
aspecto (higrotérmico e de qualidade do ar, acústico e luminoso) com a
classificação dos ambientes daqueles edifícios segundo as atividades que
abrigam.
(...)
5.2-CONFORTO ACÚSTICO
Há uma série de princípios arquitetônicos gerais para controle acústico nos
ambientes, de sons produzidos externamente. Todos agem no sentido de isolar
as pessoas da fonte de ruído, a partir de limites de seus níveis estabelecidos
por normas brasileiras e internacionais. As normas para controle acústico a
seguir devem ser observadas por todos EAS.
- Normas da ABNT: NBR10.152 – níveis de ruído para conforto acústico e NBR
12.179 – Tratamento acústico em recintos fechados.
É necessário observar as demandas específicas dos diferentes ambientes
funcionais dos EAS quanto a sistemas de controle de suas condições de
conforto acústico, seja pelas características dos grupos populacionais que os
utilizam, seja pelo tipo de atividades ou ainda pelos equipamentos neles
localizados.
(...)
5.3-CONFORTO LUMINOSO A PARTIR DE FONTE NATURAL
Normas a serem seguidas: NBR 5413 – Iluminância de interiores.
Há demandas específicas dos diferentes ambientes funcionais dos EAS quanto a
sistemas de controle de suas condições de conforto luminoso, seja pelas
características dos grupos populacionais que os utilizam, seja pelo tipo de
atividades ou ainda pelos equipamentos neles localizados.
(...)
PARTE III
CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS
DE SAÚDE
6 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE CONTROLE DE INFECÇÃO

(...)
6.2-CRITÉRIOS DE PROJETO
Sendo o controle da infecção hospitalar fortemente dependente de condutas, as
soluções arquitetônicas passam a admitir possibilidades tradicionalmente a elas
vedadas, por contribuírem apenas parcialmente ao combate dessa moléstia.
Contudo, há características ambientais dos Estabelecimentos Assistenciais de
Saúde que auxiliam nas estratégias contra a transmissão de infecções
adquiridas em seu recinto. Serão apresentadas como critérios de projeto,
vinculadas às diversas etapas do processo.
Nos casos não descritos nesta resolução, é adotada como complementar a
seguinte norma:
NBR 13700 – Áreas limpas – Classificação e controle de contaminação.

A. ESTUDO PRELIMINAR
(...)
A.2 - Zoneamento das Unidades e Ambientes Funcionais, segundo sua
sensibilidade a risco de transmissão de infecção
As condições ambientais necessárias ao auxílio do controle da infecção de
serviços de saúde dependem de pré-requisitos dos diferentes ambientes do
Estabelecimento Assistencial de Saúde, quanto a risco de transmissão da
mesma. Nesse sentido, eles podem ser classificados:
· Áreas críticas - são os ambientes onde existe risco aumentado de transmissão
de infecção, onde se realizam procedimentos de risco, com ou sem pacientes,
ou onde se encontram pacientes imunodeprimidos.
· Áreas semicríticas - são todos os compartimentos ocupados por pacientes com
doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas.
· Áreas não-críticas - são todos os demais compartimentos dos EAS não
ocupados por pacientes, onde não se realizam procedimentos de risco.
(...)
C. PROJETO EXECUTIVO
C.1 Acabamentos de Paredes, Pisos, Tetos e Bancadas
Os requisitos de limpeza e sanitização de pisos, paredes, tetos, pias e bancadas
devem seguir as normas contidas no manual Processamento de Artigos e
Superfícies em Estabelecimentos de Saúde 2ª edição, Ministério da Saúde /
Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar. Brasília-DF, 1994 ou o que
vier a substituí-lo.
Os materiais adequados para o revestimento de paredes, pisos e tetos de
ambientes de áreas críticas e semicríticas devem ser resistentes à lavagem e ao
uso de desinfetantes, conforme preconizado no manual anteriormente citado.
Devem ser sempre priorizados para as áreas críticas e mesmo nas áreas
semicríticas, materiais de acabamento que tornem as superfícies monolíticas,
com o menor número possível de ranhuras ou frestas, mesmo após o uso e
limpeza freqüente.
Os materiais, cerâmicos ou não, quando usados nas áreas críticas, não podem
possuir índice de absorção de água superior a 4% individualmente ou depois de
instalados no ambiente, além do que, o rejunte de suas peças, quando existir,
também deve ser de material com esse mesmo índice de absorção. O uso de
cimento sem qualquer aditivo antiabsorvente para rejunte de peças cerâmicas
ou similares, é vedado tanto nas paredes quanto nos pisos das áreas criticas.
(...)
Nas áreas críticas e semicríticas não deve haver tubulações aparentes nas
paredes e tetos. Quando estas não forem embutidas, devem ser protegidas em
toda sua extensão por um material resistente a impactos, a lavagem e ao uso
de desinfetantes.
(...)
C.3 Forros
Os tetos em áreas críticas (especialmente nos salas destinados à realização de
procedimentos cirúrgicos ou similares) devem ser contínuos, sendo proibido o
uso de forros falsos removíveis, do tipo que interfira na assepsia dos
ambientes. Nas demais se pode utilizar forro removível, inclusive por razões
ligadas à manutenção, desde que nas áreas semicríticas esses sejam resistentes
aos processos de limpeza, descontaminação e desinfecção estabelecidos no
item C1.
(...)
Ministério da Saúde
Secretaria de Assistência à Saúde
Departamento de Assistência e Promoção à Saúde
Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar

Processamento de Artigos e Superfícies


em Estabelecimentos de Saúde

2a Edição

Brasília - DF
1994
1.2 SUPERFÍCIES

As superfícies fixas ( pisos, paredes, tetos, portas, mobiliários, equipamentos e


demais instalações) não representam risco significativo de transmissão de infecção na área
hospitalar.

Sabe-se que as infecções devem-se, primordialmente, aos fatores inerentes ao


próprio paciente( idade, condições clínicas e nutricionais, patologia de base, etc.) e,
majoritariamente, às agressões de diagnóstico e terapêutica realizadas.

É desnecessária a desinfecção de paredes, corredores, pisos, tetos, janelas,


portas, a menos que haja respingo ou deposição de matéria orgânica, quando é
recomendada a desinfecção localizada. Existem locais e mobiliários que podem constituir
risco de contaminação para pacientes e pessoal hospitalar, pela presença de descarga de
excreta, secreção ou exsudação de material orgânico. Estes locais necessitam de
descontaminação antes ou concomitante à limpeza.

As superfícies que estiverem com presença de matéria orgânica em áreas


críticas, semi-críticas e não-críticas deverão sofrer processo de desinfecção ou
descontaminação localizada e, posteriormente, deve-se realizar a limpeza com água e
sabão em toda a superfície, com ou sem auxílio de máquinas. Nestes procedimentos usar
os EPI necessários.

A DESINFECÇÃO será feita da seguinte forma:

- com uso de luvas, retirar o excesso da carga contaminante em papel


absorvente ou panos velhos;
- desprezar o papel ou panos em saco plástico de lixo ou encaminhar para a
lavanderia;
- aplicar, sobre a área atingida, desinfetante adequado e deixar o tempo
necessário;
- remover o desinfetante com pano molhado e
- proceder a limpeza com água e sabão no restante da superfície.

A DESCONTAMINAÇÃO deve ser feita da seguinte forma:

- aplicar o produto sobre a matéria orgânica e esperar o tempo de ação deste;


- remover o conteúdo descontaminado com auxilio de papel absorvente ou
panos velhos (usando luvas);
- desprezar no lixo e
- proceder a limpeza usual, com água e sabão, no restante da superfície.

As áreas que permanecem úmidas ou molhadas tem mais condições de albergar


e reproduzir germes gram-negativos e fungos; as áreas empoeiradas podem albergar
germes gram-positivos, micobactérias e outros. Daí, a necessidade de secar muito bem as
superfícies e artigos, e de ser proibida a VARREDURA SECA em áreas hospitalares.
Os mops, esfregões, panos de limpeza e de chão, escovas e baldes deverão ser
lavados nas salas de utilidades e/ou na lavanderia dos hospital, diariamente ou após o uso
em locais contaminados.
Os produtos indicados para desinfecção e descontaminação de superfícies estão
referidos no item E.2.2.
Os passos seqüenciais do processamento de superfícies estão apresentandos,
resumidamente, no fluxograma da figura 2.
Figura 2 - Fluxograma dos passos seqüenciais do processamento de superfícies em
estabelecimentos de saúde.

SUPERFÍCIES COM PRESENÇA


DE MATÉRIA ORGÂNICA

OU
DESINFECÇÃO DESCONTAMINAÇÃO

RETIRAR MATÉRIA ORGÂNICA COM


PANO OU PAPEL

APLICAR O DESINFETANTE APLICAR O PRODUTO

APÓS TEMPO DE AÇÃO REMOVER APÓS TEMPO DE AÇÃO RETIRAR


DESINFETANTE DA ÁREA PRODUTO/RESÍDUO COM PANO OU
PAPEL

LIMPAR COM H2O E SABÃO O


RESTANTE DA ÁREA

SECAR AS SUPERFÍCIES

2. SELEÇÃO, ESCOLHA E AQUISIÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS PARA LIMPEZA,


DESCONTAMINAÇÃO, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO EM ESTABELECIMENTOS
DE SAÚDE

A seleção e indicação para adquirir germicidas nos hospitais devem ser feitas
pela Comissão ou Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH/SCIH). Em caso de
duvidas, as CCIH e/ou SCIH deverão obter as informações na Secretaria de Saúde de seu
estado ou município.

2.1. SELEÇÃO

Devem ser levados em consideração os seguintes itens na seleção de


desinfetantes/esterilizantes hospitalares e detergentes:

a) Quanto às superfícies, equipamentos e ambiente:

- Natureza da superfície a ser limpa ou desinfetada, e se a mesma pode sofrer


corrosão ou ataque químico;
- Tipo e grau de sujidade e sua forma de eliminação;
- Tipo de contaminação e sua forma de eliminação (microorganismo envolvido
com ou sem matéria orgânica presente);
- Qualidade de água e sua influencia na limpeza e desinfecção;
- Método de limpeza e desinfecção, tipo de maquinas e acessórios existentes.
Caso o germicida entre em contato direto com funcionários, considerar irritação dérmica e
toxicidade;
- Segurança na manipulação e uso.

b) Quanto ao tipo de germicida:

- Tipo de agente químico e concentração;


- Tempo de contato para ação;
- Influência da luz, temperatura e pH;
- Interações com íons;
- Toxicidade;
- Inativação ou não em presença de matéria orgânica;
- Prazo de validade para uso e estabilidade;
- Condições para uso seguro;
- Necessidade de retirar resíduos após utilização

2.2 CRITÉRIOS MÍNIMOS PARA AQUISIÇÃO

Toda vez que existir a necessidade do estabelecimento de critérios para


aquisição de produtos e serviços, pode-se utilizar um sistema de garantia de qualidade.

As normas estabelecidas em vigor para a garantia de qualidade ( série NB-9000


da ABNT ou substitutivo) são recomendadas como elementos básicos para tal fim.
Para avaliar a qualidade dos germicidas a serem adquiridos, é necessário
verificar se os mesmos preenchem os requisitos básicos estabelecidos pela legislação em
vigor. Atualmente, estes requisitos estão dispostos em :

• Lei nº 6360 de 23 de setembro de 1976;


• Decreto nº 79094 de 05 de janeiro de 1977;
• Portaria nº 15 de 23 de agosto de 1988;
ou outros que os substituam.

Após a seleção dos germicidas necessários, recomenda-se que, na aquisição,


sejam observados os requisitos estabelecidos na Portaria nº 15. Para tanto, deverão ser
solicitados ao fornecedor os seguintes documentos:
• Certificado de registro no Ministério da Saúde, em vigor ( 5 anos), com as
características básicas do produto aprovado;
• Laudos de testes no INCQS ou laboratório credenciado para este fim;
• Laudo do produto.

Os itens relativos à seleção dos germicidas devem levar em consideração as


necessidades de uso, bem como os produtos existentes no mercado, e procurar responder
as questões que se seguem, para avaliação de produtos diferentes:

• Formulação: Quais os produtos ativos e a concentração de cada um?


• Ação sobre patógenos: quais são eliminados, quais não são? Qual, a
concentração e tempo de exposição para eliminar cada um?
• Efeitos de alcalinidade ou acidez: A ação do germicida aumenta ou diminui
por elementos ácidos ou alcalinos?
• Materiais estranhos: Qual a extensão da sujidade ou outras substancias
estranhas que podem influenciar a eficácia do produto?
• Incompatibilidades: O produto é afetado pela dureza da água, sabões,
detergentes ou outros produtos químicos?
• Corrosividade: Caso exista ataque químico aos metais, a que temperatura ou
a que concentração isto ocorre?
• Efeitos indesejáveis: É irritante dérmico? A que concentração? É tóxico ou
sua toxicidade é cumulativa? Causa reações alérgicas? Pode manchar ou
descolorir?
• Custo : O custo deve ser determinado pelo produto pronto para uso, bem
como a quantidade gasta para produzir o efeito desejado.
• Uso: As informações necessárias estão disponíveis? Encontram-se
adequadamente no rótulo? Existem limitações listadas?
Com as decisões tomadas frente às informações obtidas, avaliar o produto em
condições operacionais.
Com as conclusões obtidas sobre cada produto, indicar quais os que satisfazem
as necessidades do estabelecimento de saúde, para aquisição.

QUADRO 1
MÉTODOS, FREQUÊNCIA E PRODUTOS DE LIMPEZA, DESCONTAMINAÇÃO E
DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES EM ÁREAS/LOCAIS E EQUIPAMENTOS EM
ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
D E S I N F EC Ç ÃO
SUPERFÍCIES DESCO NTAMI NAÇÃO LIM PEZA

PRODUTO MÉTODO FREQUÊNCIA PRODUTO MÉTODO FREQUÊNCIA

H2O QUENTE FRICÇÃO *** SEMANAL


+
RALOS SABÃO

FRICÇÃO*** DIÁRIO
EXPURGOS( DESPEJO, 1•HIPOCLORITO
2•FENOL** USAR LUVAS
DEPÓSITO INTERMEDIÁRIO DE
ROUPA SUJA, LIXO )
1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** DIÁRIO
CME 2•FENOL** USAR
LUVAS, BOTAS
LAVANDERIA FRICÇÃO*** DIÁRIO
RECEPÇÃO/ 1•HIPOCLORITO
2•FENOL** USAR
EXPURGOS LUVAS, BOTAS
(DESPEJO, LACTÁRIO/ 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2•ALCOOL USAR
PIAS, DESPEJO LUVAS, BOTAS
3•QUATERNÁRIO
BALCÕES)
COZINHA/COPA 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS CADA H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2•QUATERNÁRIO USAR LUVAS USAR LUVAS
(ÁREA DE RECEPÇÃO REFEIÇÃO
DE RESTOS)
PIAS/SIFÃO H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
USAR LUVAS

BANHEIROS 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS


USAR LUVAS CONTAMINAÇÃO
E DIÁRIO
BANHEIRAS DE HIDROTERAPIA E 1•HIPOCLORITO TURBILHONAR APÓS USO DO
PACIENTE
HIDROMASSAGEM
BANHO 1•ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O BANHO
2•HIPOCLORITO USAR LUVAS E TERMINAL
LABORATÓRIO 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS O USO E
2•ALCOOL USAR DIÁRIO
LUVAS, BOTAS
BALCÕES DO BANCO DE 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** DIÁRIO E APÓS H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2•ALCOOL FRICÇÃO*** CONTAMINAÇÃO USAR LUVAS
SANGUE USAR LUVAS
USAR
LUVAS, BOTAS
POSTO DE 1•ALCOOL FRICÇÃO*** DIÁRIO H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2•ALCOOL IODADO USAR LUVAS
ENFERMAGEM
PISOS (SOMENTE ONDE CAIU 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS
SECREÇÃO/EXCRETA/EXSUDATO HUMANO 2•FENOL USAR LUVAS CONTAMINAÇÃO
NORMAL OU INFECTADO)
ANATOMIA MESAS 1•FENOL FRICÇÃO*** APÓS
2•ALCOOL USAR LUVAS CONTAMINAÇÃO
PATOLÓGICA (VÍRUS)
NECRÓPSIA GELADEIRAS 1•ALCOOL FRICÇÃO*** SEMANAL
2•BICARBONATO USAR LUVAS
DE SÓDIO
MESA CIRÚRGICA 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO E
2• FENOL *** USAR LUVAS DIÁRIO

COLCHÃO 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO E


2• HIPOCLORITO USAR LUVAS DIÁRIO
3• FENOL ***
MESA DE BANHO/HIGIENE DE 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO
2• FENOL *** USAR LUVAS
QUEIMADO
MESA ULTRA-SOM/RX-COLCHÃO/E 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO
2• FENOL *** USAR LUVAS
HEMODINÂMICA
FOCO CIRÚRGICO 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO
2• FENOL *** USAR LUVAS

MESAS AUXILIARES CIRÚRGICAS 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO


2• FENOL *** USAR LUVAS

COLCHÃO CONSULTÓRIO 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO


(GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA, PEDIATRIA) 2• HIPOCLORITO USAR LUVAS CONTAMINAÇÃO USAR LUVAS
3• FENOL ***
CAMAS, MACAS 1• ALCOOL FRICÇÃO*** APÓS O USO E H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2• FENOL *** USAR LUVAS DIÁRIO USAR LUVAS

Continua

Continuação do Quadro 1
D E S I N F EC Ç ÃO
SUPERFÍCIES DESCO NTAMI NAÇÃO LIM PEZA

PRODUTO MÉTODO FREQUÊNCIA PRODUTO MÉTODO FREQUÊNCIA

BERÇOS PARTE ACRÍLICA 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS O USO H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
0,02% USAR LUVAS
ACRÍLICOS
INCUBADORAS PARTE METÁLICA 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS O USO H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
2•QUATERNÁRIO USAR LUVAS

LEITOS/CADEIRAS: HEMODIÁLISE- 1• HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS O USO E


2• ALCOOL USAR LUVAS DIÁRIO
DIÁLISE/DOAÇÃO DE 3• FENOL ***
SANGUE/LABORATÓRIO
BANHO-MARIA H2O+SABÃO FRICÇÃO*** DIÁRIO
APÓS O USO
MANTER SECO
BEBEDOUROS DE ESGUICHO 1•ALCOOL FRICÇÃO*** DIÁRIO H2O+SABÃO FRICÇÃO*** USAR DIÁRIO
USAR LUVAS LUVAS
GARRAFÃO 1•HIPOCLORITO FRICÇÃO*** APÓS O
0,02% USAR LUVAS TÉRMINO DO
2•ALCOOL CONTEUDO

SABONETEIRAS DE VIDRO OU H2O+SABÃO FRICÇÃO*** USAR APÓS O TÉRMINO


LUVAS DO CONTEUDO
METAL
CAIXAS D’ÁGUA E DEPÓSITOS 1• QUINZENAL FRICÇÃO*** SEMESTRAL
USAR
LUVAS, BOTAS
FILTROS DE AR CENTRAL 1•FENOL FRICÇÃO*** APÓS CONFORME ORIENTAÇÃO DO FABRICANTE
2•ALCOOL USAR LUVAS CONTAMINAÇÃO
(VÍRUS)
CONDICIONADO PAREDE 1•ALCOOL FRICÇÃO*** SEMANAL H2O QUENTE FRICÇÃO*** APÓS CIRURGIA
2•BICARBONATO USAR LUVAS + SABÃO COM IMERSÃO CONTAMINADA OU
DE SÓDIO SEMANAL

CHUTES E TUBULÕES DE QUEDA H2O+SABÃO FRICÇÃO*** SEMANAL


COM ESCOVA
PRÓPRIA PARA
TUBO
GELADEIRAS- 1• ALCOOL FRICÇÃO*** SEMANAL/
2•QUATERNÁRIO USAR LUVAS
ALIMENTOS/MEDICAMENTOS/MATERIAL QUINZENAL
BIOLÓGICO 3• BICARBONATO
DE SÓDIO(1)
FREEZERS 1• ALCOOL FRICÇÃO*** MENSAL
2•QUATERNÁRIO USAR LUVAS
3• BICARBONATO
DE SÓDIO(1)
CÂMARAS FRIGORÍFICAS (PAREDES, 1• ALCOOL FRICÇÃO*** QUINZENAL
PRATELEIRAS,BALCÕES DE 2• HIPOCLORITO USAR LUVAS
CARNES/ALIMENTOS) 3•QUATERNÁRIO

MÁQUINAS DE CARNES, 1• ALCOOL FRICÇÃO*** SEMANAL H2O+SABÃO FRICÇÃO*** APÓS O USO


USAR LUVAS
FRIOS,LEGUMES,ETC.
TELEFONE 1• ALCOOL FRICÇÃO*** DIÁRIA

*Para desinfecção é necessária a limpeza ou remoção da matéria orgânica anterior ao


processamento.

**Enxaguar após o tempo de ação.

***Fricção mecânica com esponja, escova, vassoura, etc.

( 1 ) Aplicar com fricção nas borrachas das portas.

OBS: Os números correspondem às prioridades de opção, recomendadas para o


processamento das superfícies.