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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO NORTE DE MINAS GERAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE


LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

Montes Claros - MG
2013
Reestruturação: 2017
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO NORTE DE MINAS GERAIS

Presidente da República
MICHEL TEMER

Ministro da Educação
JOSÉ MENDONÇA BEZERRA FILHO

Secretário de Educação Profissional e Tecnológica


MARCOS ANTÔNIO VIEGAS FILHO

Reitor
Prof. JOSÉ RICARDO MARTINS DA SILVA

Pró-Reitor de Administração e Planejamento


Prof. EDMILSON TADEU CASSAMI

Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional


Prof. ALISSON MAGALHÃES CASTRO

Pró-Reitor de Ensino
Prof. RICARDO MAGALHÃES DIAS CARDOZO

Pró-Reitor de Extensão
Profª MARIA ARACI MAGALHÃES

Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Pós-Graduação


Prof. ROGÉRIO MURTA

Diretor do Centro de Referência em Formação e Educação a Distância (CEAD)


Prof. ANTÔNIO CARLOS SOARES MARTINS

Coordenadora de Ensino do CEAD


Profª RAMONY MARIA DA SILVA REIS OLIVEIRA

Coordenadora Geral da UAB-IFNMG


Profª PAULA FRANCISCA DA SILVA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO DO NORTE DE MINAS GERAIS

Equipe de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso


Ramony Maria da Silva Reis Oliveira
Luciana Cardoso de Araújo
Paula Francisca da Silva
Ivanise Melo de Souza
Dirce Efigênia Brito Lopes

INSTITUIÇÃO: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG)
CNPJ: 10.727.655/0001-10
MANTENEDORA: Ministério da Educação (MEC).
SUPERVISORA: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC).
LOCALIZAÇÃO DA REITORIA: Rua Coronel Spyer,nº414,Centro – Montes Claros/MG, CEP: 39400 - 111
FONE: (38) 3201 3050 / FAX: (38) 3201 3050
E-MAIL: gabinete@ifnmg.edu.br/ SITE: www.ifnmg.edu.br
SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO 5
2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 10
3 JUSTIFICATIVA 11
3.1 Princípios e Concepções 12
4 OBJETIVOS 12
4.1 Objetivo geral 12
4.2 Objetivos específicos 13
5 PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO 13
5.1 Competências e Habilidades 14
5.2 Campo de atuação do profissional 15
6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 16
6.1 Orientações Metodológicas 16
6.1.1 Material Didático 18
6.2 Estrutura Curricular 20
6.3 MATRIZ CURRICULAR 23
6.3.1 EMENTÁRIO 26
6.3.2- EMENTAS E REFERÊNCIAS 26
6.4 Prática Profissional/Formação 67
6.5 Estágio Curricular Supervisionado 68
6.6 – Atividades Complementares 70
6.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 70
6.8 Iniciação Científica 71
7 - APOIO AO DISCENTE E À APRENDIZAGEM 72
8- CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO: DE DISCIPLINAS E CONHECIMENTOS E 77
EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
9 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM 77
9.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DE CADA MODALIDADE DE AVALIAÇÃO 80
10- SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO 82
11- GESTÃO PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA DO CURSO 83
11.1 Previsão de capacitação dos profissionais envolvidos 85
12 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOS PROFESSORES E 86
ESTUDANTES DO CURSO
13 CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EXPEDIDOS 86
14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 88

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1- APRESENTAÇÃO

Em 29 de dezembro de 2008, com a sanção da Lei Federal n° 11.892, que cria no Brasil
38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, através da junção de Escolas
Técnicas Federais, CEFETs, Escolas Agrotécnicas e Escolas vinculadas a Universidades, o
Instituto Federal surge com a relevante missão de promover uma educação pública de
excelência por meio da junção indissociável entre ensino, pesquisa e extensão, interagindo
pessoas, conhecimento e tecnologia, visando proporcionar a ampliação do desenvolvimento
técnico e tecnológico da região norte mineira.
O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) é uma instituição de educação
superior, básica e profissional, pluricurricular, multicampi e descentralizada, especializada na
oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base
na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com sua prática pedagógica.
Surge com a missão de promover uma educação pública de excelência por meio da
junção indissociável entre ensino, pesquisa e extensão, buscando agregar pessoas,
conhecimentos e tecnologias, visando a proporcionar a ampliação do desenvolvimento técnico e
tecnológico da região norte-mineira.
A área de abrangência do IFNMG é constituída por 126 municípios distribuídos em 3
mesorregiões (Norte, parte do Noroeste e parte do Vale do Jequitinhonha, no Estado de Minas
Gerais), ocupando uma área total de 184.557,80 Km². A população total é de 2.132.914
habitantes, segundo o Censo Demográfico de 2000 (BRASIL, IBGE, 2000). Possui campi
cidades de Januária, Arinos, Almenara, Araçuaí, Pirapora, Montes Claros, Salinas, Diamantina,
Teófilo Otoni, Porteirinha e Janaúba.
A abrangência dos Campi do IFNMG pode ser observada no mapa abaixo:

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Fonte: www.ifnmg.edu.br
Figura 1: Área de abrangência do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais.

Em geral, essa região ainda apresenta condições de produção e relações de trabalho


precárias e informais; como também, são encontrados os piores indicadores de infraestrutura
na área social, especialmente em relação às condições de saneamento básico na região
Sudeste, e ainda carências crescentes na oferta de equipamentos e serviços de consumo
coletivo, conforme os dados constantes no caderno do Banco de Desenvolvimento de Minas
Gerais (BDMG).
Em sua estrutura organizacional, o IFNMG conta com o Centro de Referência em
Formação e Educação a Distância (CEAD) ligado à Reitoria, que atua na promoção e
consolidação das políticas institucionais de apoio à Educação a Distância (EaD) e de formação
inicial e continuada de professores e técnicos administrativos da educação. O CEAD oferta
cursos, nos diferentes níveis e modalidades, promove a implementação das políticas e
diretrizes definidas pela instituição no que diz respeito a suas atribuições, e executa outras
funções que, por sua natureza, lhe estejam afetas ou lhe tenham sido atribuídas.
Através dos polos de apoio presencial do CEAD o IFNMG está presente em diversas
cidades na área de abrangência dos campi da instituição.

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Figura 2: Área de abrangência dos Polos de Apoio Presencial do Instituto Federal do Norte de
Minas Gerais.
Fonte: www.ifnmg.edu.br
O IFNMG está inserido numa região semiárida, que requer estudos e pesquisas no
sentido de identificar seu potencial produtivo, na tentativa de vencer os determinantes
ambientais e sociopolíticos que atuam como fatores geradores dos baixos indicadores de
desenvolvimento sociais, os quais se refletem nas limitações do capital social regional; êxodo
rural-urbano acentuado, através do qual as microrregiões baseadas em atividades econômicas
tradicionais apresentam perda populacional para outras regiões consideradas mais dinâmicas.
No entanto, uma consideração relevante a ser feita, é que a região não pode ser vista
como porção do Brasil que representa um “bolsão de pobreza”. Na verdade, é uma região que
possui um panorama de contrastes. Muito tem sido feito no sentido de elevar os índices de
qualidade de vida da população, com políticas públicas que têm visado minimizar os problemas
de estagnação socioeconômicos e históricos da população dessa região. Dentre tantas, o
Projeto do Ministério da Educação (MEC) de criação e ampliação dos Institutos Federais
representa, sem dúvida, possibilidades de inserção das pessoas em processos de formação
tecnológica e superior, capacitando-as para atuarem como agentes nos processos de
mudanças tão necessárias à promoção do desenvolvimento socioeconômico sustentável da
região.
Além disso, essa região possui o maior projeto de Irrigação da América Latina,

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localizado no município de Jaíba, assim como outros projetos de menores portes como o do
Vale do Gorutuba em Janaúba, ambos destacando-se na fruticultura altamente tecnificada para
suprir o mercado interno e externo. E ainda estão presentes, regionalmente, os programas de
incentivo à agricultura familiar, motivação para a instalação de indústrias para a produção de
biodiesel, produção de cachaça, fabricação de cerâmicas, além de produtos com grande
potencial para exportação.
Adicionado a essa heterogeneidade, a região tem um grande potencial para o
ecoturismo, como as cavernas do Vale do Peruaçu e o pantanal de água doce de Pandeiros em
Januária, balneários que precisam ser explorados, desenvolvendo estratégias sustentáveis para
a promoção do eco desenvolvimento regional. Ressalta-se nesta região, a maior produção de
cachaça do estado de Minas Gerais, com destaque para Salinas, onde a produção de cachaça
artesanal de alambique foi protegida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI),
com o selo de Indicação Geográfica.
Assim, o IFNMG possui dupla tarefa: o resgate da identidade cultural da região e a
procura de seu desenvolvimento pleno no seio da comunidade local e regional, investindo na
formação de recursos humanos para o desempenho das profissões exigidas pela sociedade e
necessárias ao mercado em contínuas e profundas transformações.
O desafio do IFNMG é estar permanentemente conectado com as necessidades sociais
e econômicas das regiões em que está presente. Na promoção do desenvolvimento, a
instituição deve contribuir para atender às demandas já existentes, assim como fomentar as
potencialidades que determinada região apresenta, a fim de atender às demandas futuras.
Quando se procura compreender os desafios do IFNMG, percebe-se que os Institutos
Federais são instrumentos de intervenções diretas do governo com relação à educação
profissional e ao desenvolvimento regional, uma vez que as estatísticas sinalizam carência de
mão de obra especializada e apta a atender aos arranjos produtivos que a nova demanda
apresenta. Como assinala Otranto (2010), “O Instituto Federal é, hoje, mais que um novo
modelo institucional, é a expressão maior da atual política pública de educação profissional
brasileira”.
Ao definir sua missão, assume sua preocupação com as necessidades, presentes e
futuras, do meio no qual está inserido. Traz, em sua concepção, o compromisso de que a
educação profissional, científica e tecnológica é essencial não somente para que o município e
a região alcancem o nível necessário de desenvolvimento cultural, econômico e social
sustentável, mas também para o cultivo da criatividade cultural, para a melhoria do padrão de
vida, assim como para a vivência dos direitos humanos, da democracia e do amplo respeito.
Nessa perspectiva, a implantação dos cursos agrícolas ocorre desde a década de 60
nas escolas agrícolas de Januária e Salinas, e a dos cursos superiores teve início em 2004 com
o curso superior de Tecnologia em Irrigação e Drenagem, no antigo Centro Federal de

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Educação Tecnológica de Januária (CEFET Januária), e em 2005, iniciou-se o Curso de
Tecnologia em Produção de Cachaça na Escola Agrotécnica Federal de Salinas (EAF Salinas).
Atualmente, os Campi do IFNMG já oferecem outros cursos superiores como Administração,
Engenharia Agronômica, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Florestal, Engenharia de
Alimentos, Engenharia Química, Engenharia Civil, Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
Gestão Ambiental, Produção de Grãos, Processos Gerenciais, Medicina Veterinária, Ciência da
Computação, Sistemas de Informação, além das licenciaturas em Ciências Biológicas, Física,
Química e Matemática.
A contribuição do IFNMG para a região se constitui num referencial ímpar, fator de
desenvolvimento local e regional e, sobretudo, na preparação de cidadãos para atuarem como
verdadeiros agentes de mudanças nos campos da atividade produtiva, econômica, social,
política e cultural.
A proposta deste documento é apresentar o Projeto Pedagógico do Curso de
Licenciatura em Pedagogia na modalidade de educação a distância no âmbito do Sistema da
Universidade Aberta do Brasil (UAB) a fim de contribuir com formação de professores na região
norte de Minas Gerias para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais
do Ensino Fundamental e em disciplinas pedagógicas dos cursos de nível médio da educação
básica e profissional, bem como na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais
sejam previstos conhecimentos pedagógicos. Ao mesmo, busca-se com a oferta deste curso
contribuir com a expansão e democratização do acesso ao ensino superior público e gratuito.

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2 - IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

CHAMADA: Universidade Aberta do Brasil (UAB)


DENOMINAÇÃO DO CURSO: Pedagogia
ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Humanas
MODALIDADE: Educação a Distância
TIPO: Licenciatura
ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2017
HABILITAÇÃO: Licenciado em Pedagogia
REGIME DE ACADÊMICO: semestral.
PERIODICIDADE DOS ENCONTROS PRESENCIAIS: mensal
NÚMERO DE VAGAS: 40 vagas por polo de apoio presencial.
REQUISITOS E FORMAS DE INGRESSO: O candidato, com Ensino Médio Completo, será
admitido mediante a aprovação em Vestibular que obedecerá edital específico.
DURAÇÃO DO CURSO: 4 anos
PRAZO PARA INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO: O tempo para integralização do curso será de
4 (quatro) anos, tendo em vista que o curso será ofertado mediante a aprovação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Diante da aprovação
de novas ofertas, o prazo máximo de integralização do curso poderá se estender por até 6(seis)
anos mediante análise e parecer deliberativo do coordenador do curso.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 3580 h
LOCAL (ou locais) DE FUNCIONAMENTO / Nº DE VAGAS POR POLO: Instituto Federal de
Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG)

CIDADE (POLO) Nº DE VAGAS


Padre Paraíso* 40
Turmalina* 40
Pompéu* 40
Januária** 40
*1/2017 **2/2017

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3- JUSTIFICATIVA

A formação de docentes para os anos iniciais do ensino fundamental e a educação


infantil em nível superior formalizado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/96) em seu artigo 62, responde a uma das aspirações mais consensuais entre os
profissionais da área da educação. A inclusão desse postulado no novo ordenamento legal
significa o reconhecimento oficial de que essa formação é condição básica para alcançar a
desejada melhoria do processo educacional do país e a valorização do profissional por ele
responsável, posição assumida pelos educadores formadores desde a década de 1980.
Embora o mesmo artigo da Lei admita como formação mínima para atuar nas etapas
escolares supracitadas, aquela obtida em nível médio, na modalidade normal (LDB, art. 62) as
Faculdades e Centros de Educação das Universidades Públicas do país, através de seu Fórum
de diretores e demais instâncias representativas como a ANPED, a ANPAE e a ANFOPE têm
reiteradamente afirmado quer a relevância da formação em nível superior quer a necessidade
de políticas que priorizem efetivamente tal formação. A base dessa afirmação encontra-se na
experiência já acumulada pelas diferentes IES públicas país, ao proporem e desenvolverem
desde meados dos anos oitenta, novos currículos em seus cursos de Pedagogia, voltados à
formação de professores para a educação infantil e escolaridade inicial.
A qualidade até agora alcançada, fruto da vontade política e dos avanços teóricos na
área da educação tem sido garantida pela estreita vinculação entre as atividades de ensino,
pesquisa e extensão que caracterizam um processo formador, só possível no ambiente
universitário. A eficácia do novo modelo é atestada no prestígio que gozam os egressos dos
cursos, buscados para exercer a docência nas escolas das redes pública e particular e/ou para
assumir funções técnico-pedagógicas e de gestão nas instituições ou nos setores
administrativos das entidades mantenedoras, recrutados pelos próprios sistemas de educação
estaduais e municipais.
Essas mesmas entidades estão igualmente conscientes de que a formação do professor,
como a de qualquer outro profissional, não se esgota com a conclusão de seu curso de
formação inicial, seja ele em nível de graduação ou de nível médio. Trata-se de um processo
continuado que alia a prática docente ao aperfeiçoamento constante por via de diferentes
modalidades de estudo e reflexão, oferecidas pelas instituições de nível superior e fruto de
parcerias com os sistemas mantenedores em função de políticas públicas bem definidas. Neste
sentido, as inúmeras e variadas iniciativas que se vêm desenvolvendo nos anos mais recentes
pelas Universidades Públicas do país são clara demonstração de que essas instituições estão
traduzindo concretamente o compromisso de contribuir para a formação continuada dos
professores brasileiros.
Tal compromisso torna-se hoje mais premente em decorrência dos enunciados da nova

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LDB e, mais especificamente, do estabelecido nas suas Disposições Transitórias, (Título IX):

Art. 87- É instituída a Década da Educação, a iniciar-se um ano a partir


da publicação desta Lei.

§ 3º - Cada Município e, supletivamente, o Estado e a União, deverá:

III - realizar programas de capacitação para todos os professores em


exercício,utilizando também, para isto, os recursos da educação a
distância;

§ 4º - Até o fim da Década da Educação somente serão admitidos


professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento
em serviço.

Para além da exigência legal, há o reconhecimento por parte das Universidades da


precária situação em que se encontra o quadro docente de muitas redes públicas de educação
do país, o que lhes impõe uma nova tarefa: a de atender à necessidade de formar/titular em
nível superior os professores em exercício, ainda não habilitados.
No caso específico deste Instituto, são muitas e constantes as demandas que afluem de
diferentes municípios do Estado, seja no sentido de capacitar seus professores via cursos de
extensão e/ou especialização, seja de titulá-los, através de cursos de Licenciatura.
Nesse sentido, a necessidade de formação de profissionais nessa área torna-se
fundamental, uma vez que no Estado de Minas Gerais existe uma consistente demanda.

3.1 Princípios e Concepções

O Curso de Pedagogia vem buscando ao longo da sua trajetória histórica a sua


identidade, a diversidade da oferta de habilitações deste curso no cenário nacional foi uma das
premissas consideradas pelo Conselho Nacional de Educação na definição das Diretrizes
Curriculares para o Curso de Pedagogia, Resolução CNE/CP n. 1 de 15 de maio de 2006.
O curso de Licenciatura em Pedagogia destina-se à formação de professores para
exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental,
nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de
serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos
pedagógicos.
O curso ocorrerá na modalidade à distância e será oferecido em polos presenciais
indicados pelo IFNMG e aprovados pelo Ministério da Educação -MEC.

4 OBJETIVOS

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4.1 Objetivo geral

Formar professores para o exercício da docência na educação infantil e nos anos iniciais do
ensino fundamental, na educação de jovens e adultos (EJA), nos cursos de ensino médio e em
cursos de educação profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras
áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.

4.2 Objetivos específicos

• apresentar o compromisso profissional do pedagogo frente a sua área de atuação na


Educação Básica e em espaços nos quais sejam necessários conhecimentos pedagógicos;
• possibilitar o aprofundamento de saberes disciplinares básicos para a atuação profissional
do pedagogo;
• potencializar situações para a compreensão de saberes metodológicos relacionados aos
diferentes saberes;
• aprofundar o conhecimento sobre a complexidade da educação no contexto sociocultural;
• desenvolver atitudes investigativas que conduzam à realização da pesquisa educacional;
• enfatizar a compreensão da educação de jovens e adultos;
• enfatizar a compreensão das políticas de inclusão no contexto do trabalho educativo como
reconhecimento e valorização da diversidade;
• desenvolver conhecimentos teóricos e práticos sobre o processo educacional de modo
abrangente e flexível, possibilitando que a formação esteja em interface com as
transformações dos contextos sociais e educacionais;
• formar um profissional capaz de agir nas mais diferentes modalidades de ensino na busca
de soluções dos problemas complexos da realidade educacional de forma preventiva
(evasão, repetência, analfabetismo, violência, entre outros), favorecendo a reflexão crítica
acerca dos valores éticos que devem permear o pensar e o agir profissional.

5 PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO

O Curso de Licenciatura em Pedagogia da UAB/IFNMG habilita o egresso a atuar na


Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e na EJA. Este profissional
precisará desenvolver saberes docentes que incluam conhecimentos teóricos e práticos no
campo da educação e dos conhecimentos que irão mediar sua atividade nas instituições
escolares e não-escolares. Deverá ser capaz de criar e produzir propostas educativas para as

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diferentes realidades escolares, trabalhando coletivamente, elaborando e mediando a
construção de materiais didáticos apropriados às realidades nas quais estiver inserido.
Também se faz necessário que esse profissional assuma uma postura política e ética,
que estimule a difusão e a construção do conhecimento, possibilitando aos seus futuros alunos
condições de descoberta (ou redescoberta) do prazer de aprender.
Entendemos que a ação pedagógica do profissional da Pedagogia, precisará ser
embasada no diálogo, cooperação, iniciativa, participação e criatividade. Neste sentido, é
importante que, esse profissional seja um pesquisador da sua prática pedagógica, que pode ser
desenvolvida em vários âmbitos da Educação Básica e dos espaços escolares e não-escolares.
A tarefa do pedagogo é extremamente complexa, exigindo decisões imediatas e ações,
muitas vezes, imprevisíveis. Nem sempre há tempo para distanciamento e para uma atitude
analítica como na atividade de pesquisa. Isso não significa que o licenciado em pedagogia não
deva ter um espírito de investigação. É extremamente importante que ele aprenda a observar, a
formular questões e hipóteses e a selecionar os instrumentos e dados que o ajudem a elucidar
seus problemas e a encontrar caminhos alternativos na sua prática pedagógica.
E nesse particular os cursos de formação têm um importante papel: o de desenvolver,
com os professores, essa atitude vigilante e indagativa, que os leve a tomar decisões sobre o
que fazer nas suas situações de ensino, marcadas pela urgência e pela incerteza (ANDRÉ apud
ANDRÉ, 2001, p.59). O Curso de Pedagogia deve abranger conhecimentos e habilidades que
constituam base consistente para a formação do profissional/educador, capaz de atender ao
perfil exposto.

5.1 Competências e Habilidades

Com base nas diretrizes curriculares do Curso de Licenciatura em Pedagogia faz-se


necessário que ele esteja apto para:

• atuar com ética e compromisso com vistas à construção de uma sociedade justa,
equânime, igualitária;
• compreender, cuidar e educar crianças de zero a cinco anos, de forma a contribuir, para
o seu desenvolvimento nas dimensões, entre outras, física, psicológica, intelectual,
social;
• fortalecer o desenvolvimento e as aprendizagens de crianças do Ensino Fundamental,
assim como daqueles que não tiveram oportunidade de escolarização na idade própria;
• trabalhar, em espaços escolares e não-escolares, na promoção da aprendizagem de
sujeitos em diferentes fases do desenvolvimento humano, em diversos níveis e
modalidades do processo educativo;

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• reconhecer e respeitar as manifestações e necessidades físicas, cognitivas, emocionais,
afetivas dos educandos nas suas relações individuais e coletivas;
• ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Educação
Física, de forma interdisciplinar e adequada às diferentes fases do desenvolvimento
humano;
• relacionar as linguagens dos meios de comunicação à educação, nos processos
didático-pedagógicos, demonstrando domínio das tecnologias de informação e
comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas;
• identificar problemas socioculturais e educacionais com postura investigativa, integrativa
e propositiva em face de realidades complexas, com vistas a contribuir para superação
de exclusões sociais, étnico-raciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas e outras;
• demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de natureza
ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, faixas geracionais, classes sociais,
religiões, necessidades especiais, escolhas sexuais, entre outras;
• desenvolver trabalho em equipe, estabelecendo diálogo entre a área educacional e as
demais áreas do conhecimento;
• participar da gestão das instituições contribuindo para elaboração, implementação,
coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;
• participar da gestão das instituições planejando, executando, acompanhando e
avaliando projetos e programas educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
• realizar pesquisas que proporcionem conhecimentos, entre outros: sobre alunos e
alunas e a realidade sociocultural em que estes desenvolvem suas experiências não
escolares; sobre processos de ensinar e de aprender, em diferentes meios ambiental-
ecológicos; sobre propostas curriculares; e sobre organização do trabalho educativo e
práticas pedagógicas;
• utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos
pedagógicos e científicos;
• estudar, aplicar criticamente as diretrizes curriculares e outras determinações legais que
lhe caiba implantar, executar, avaliar e encaminhar o resultado de sua avaliação às
instâncias competentes.

5.2 Campo de atuação do profissional

• Magistério da educação infantil, dos anos iniciais do ensino fundamental, disciplinas


pedagógicas dos cursos de nível médio, na educação profissional;
• Na área de serviços e apoio escolar;

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• Em cursos livres e profissionalizantes, aulas particulares e de reforço;
• No planejamento, execução e avaliação de programas e projetos pedagógicos em
sistemas e unidades de ensino;
• Na pesquisa e produção de material;
• Em ambientes de não escolares.

6 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

Parte-se do pressuposto que conceber um curso de graduação a distância é


essencialmente diferente de concebê-lo em sua modalidade presencial. A educação a distância
tem características próprias, que a faz particular e distinta, tanto no seu enfoque, quanto nos
seus objetivos, meios, métodos e estratégias.
Assim, por suas características, a educação a distância, supõe um tipo de ensino em
que o foco está no estudante e não na turma. Este estudante deve ser considerado como um
sujeito do seu aprendizado, desenvolvendo autonomia e independência em relação ao
professor, que o orienta no sentido do aprender a aprender e aprender a fazer.
A partir destas concepções que o curso de Licenciatura em Pedagogia do IFNMG foi
estruturado.

6.1 Orientações Metodológicas

O curso contará com videoaulas gravadas pelo professor formador, com as discussões
tecidas no Ambiente Virtual pelos tutores a distância e com a realização de encontros
presenciais, acompanhados/organizados pelos tutores presenciais. Será utilizada a Plataforma
Moodle do IFNMG que contempla uma série de ferramentas necessárias à execução do
mesmo, tais como: fóruns, correio eletrônico, chats, dentre outros.
A metodologia do curso oportunizará ao cursista desenvolver sua autonomia, criatividade
e iniciativa, através da análise e discussão de situações problematizadoras do cotidiano escolar
– estudos de caso – propostas em cada uma das disciplinas do curso. O curso promoverá a
elevação da escolaridade dos cursistas, levando em conta que cada um tem uma experiência
de vida acumulada de acordo com realidade vivida. Dessa forma, propõe-se um currículo que
assegure o acesso, a permanência e o êxito do acadêmico formado. Para isso, o curso será
composto por momentos presenciais e a distância.
Nos momentos presenciais, o conteúdo de cada encontro será organizado visando à
constituição e desenvolvimento de conjuntos de competências que atendem ao perfil de
conclusão definido para o curso. Considerar-se-ão ainda as questões pertinentes a esta

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modalidade de ensino, como:
• orientação tutorial presencial nos polos de apoio presencial, consciente e atuante que
proporcione ao cursista a aprendizagem e motivação necessária para o bom andamento do
curso;
• orientação tutorial a distância;
• desenvolvimento de um processo avaliativo que procure contemplar as dimensões
diagnóstica, somativa e formativa;
• estudo individual e em grupo orientado pelos cadernos didáticos e atividades;
• formulação de guias ou manuais norteadores do trabalho docente e discente;
• elaboração ou adaptação de material didático contextualizado, com textos e atividades
coerentes com o desenvolvimento metodológico do curso;
• prática da interdisciplinaridade entre conteúdos do curso e ação-reflexão-ação durante o
desenvolvimento do curso;
• socialização das experiências e conteúdos trabalhados, por meio de momentos
presenciais, atividades práticas, trabalhos em grupo, fóruns virtuais de discussão, seminários,
dentre outros;
• corpo docente composto por professores e técnicos do IFNMG e professores
selecionados via edital, nos termos da legislação que regulamento do programa UAB,
qualificados para o exercício do magistério superior;
• utilização de ferramentas tecnológicas adequadas ao processo de educação à distância.
Para a organização dos momentos a distância é importante compreender que a
separação física entre os sujeitos faz ressaltar a importância dos meios de aprendizagem. Os
materiais didáticos devem ser pensados e produzidos dentro das especificidades da educação
a distância e da realidade do estudante para o qual o material está sendo elaborado. Da mesma
maneira, os meios onde esses materiais serão disponibilizados. No entanto, não se pode deixar
de ter em conta o avanço dos meios informáticos e digitais, sobretudo como uma tecnologia que
facilita em grande medida a comunicação, a troca e a aquisição de informação. É neste sentido
que, mesmo investindo preferencialmente em materiais impressos, não se pode abrir mão de
projetar também a elaboração de materiais para Web.
O material estará dividido em dois formatos:
a) Impresso
b) Audiovisual on-line
O quantitativo de material elaborado será equivalente a um material por acadêmico
matriculado, um para cada professor formador, bem como um para cada tutor presencial e a
distância.
Apesar da característica de estudo autônomo da EaD, as teorias de aprendizagem
apontam para a eficácia da construção coletiva do conhecimento, da necessidade do grupo

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social como referência para o aprender. Um dos grandes desafios aqui é tornar viável o coletivo
em que a marca normalmente tem sido o individual.
As tendências mais recentes em EaD vem apontando para a necessidade do estudo
colaborativo e/ou cooperativo, como forma de dar resposta à concepção de aprendizagem
apontada acima e experiências com ensino online, utilizando a metodologia dialógica freiriana,
vêm mostrar que isso é possível (AMARAL, 2002). Nesse sentido, o uso das tecnologias de
informação e comunicação vêm desempenhando papel fundamental, mas nos espaços onde
não é ainda possível usá-las, há que se propor alternativas dentro dos modelos tradicionais de
tutoria e do material impresso.
A presença e disponibilidade do tutor/orientador têm sido importantes não somente como
elemento motivador, mas também, e por isso mesmo, como estratégia de diminuição da
evasão. Um papel que a tutoria vem sendo chamada a desempenhar é o de espaço de
articulação e suporte ao estudo cooperativo, de modo a garantir a construção coletiva do
conhecimento.
É neste sentido que, mesmo investindo preferencialmente na elaboração de materiais
para Web, não se pode abrir mão de projetar também materiais impressos. Isso sem abrir mão
de uma das características mais básicas da EaD: a autonomia do estudante e sua liberdade em
aprender.

6.1.1 Material Didático

O material didático do curso se constituirá como um dos dinamizadores da construção


curricular e também como um balizador metodológico que contempla os conceitos de
acessibilidade, diferença/diversidade e inclusão. O material será utilizado nas versões impressa
e digital, a partir de materiais já existentes ou elaborados para atender a especificidade de cada
curso na região. Em caso de necessidade de elaboração ou adaptação do material didático,
este seguirá as orientações da SECADI/MEC, para que o processo educacional atinja seus
objetivos. Seu conteúdo e formatação serão específicos para linguagem EAD, relacionando
teoria e prática de maneira integrada à plataforma Moodle.
O material didático será disponibilizado em diferentes formatos e suportes, garantindo
múltiplas alternativas de acesso à informação.
Os acadêmicos que optarem por realizar os estudos e atividades no material impresso
poderão, além de comparecer aos plantões dos tutores presenciais, solicitar dos mesmos a
promoção de encontros presenciais (além dos programados) com os demais colegas de turma,
para discutirem a temática e sanarem suas dúvidas e resolver suas dificuldades.
Já os acadêmicos que optarem por realizar os estudos e atividades, através do Ambiente
Virtual de Aprendizagem do IFNMG, encontrarão espaços como Fóruns e Chats para discutirem

18
com os colegas, professores e tutores, tirando dúvidas e trocando experiências. Os acadêmicos
que não dispuserem de acesso à internet poderão se dirigir ao polo presencial, onde
encontrarão laboratórios de informática conectados à internet para que possam realizar seus
estudos on line.
Cada disciplina, de acordo com sua especificidade, poderá sugerir softwares,
vídeos educativos e livros periódicos que estarão disponíveis nas bibliotecas dos polos. Os
materiais didáticos serão viabilizados em linguagem acessível, garantindo a participação de
todos.
Todo o curso será marcado pela preocupação com o real desenvolvimento da
competência definida no objetivo geral do curso e com a formação desejada para o docente de
educação básica. A metodologia a ser praticada neste curso deverá oportunizar a constituição
de uma comunidade de aprendizagem, em rede, entre professores/acadêmicos,
acadêmicos/tutores e acadêmicos/acadêmicos, sob os princípios da cooperação, respeito e
autonomia, de modo a alcançar os objetivos propostos.
A relação dialógica, base da Comunidade de Aprendizagem, seja presencial ou mediada
pelas tecnologias, deverá ser exercício permanentemente praticado por todos os participantes,
num processo de desenvolvimento capaz de conduzir os diferentes sujeitos aprendizes a uma
unidade de ação, tornando-os engajados na tessitura desta rede real e virtual de todos os
envolvidos no curso. Uma vez que o desafio maior do curso é a produção de um novo
conhecimento, a pesquisa constitui-se como dimensão de aprendizagem, considerados os
indivíduos na sua inserção sociocultural.
Os procedimentos metodológicos específicos (leituras/atividades/ participação nos fóruns
de discussão/ consultas a banco de dados e endereços selecionados) serão adotados de
acordo com a natureza do objeto de estudo de cada disciplina. As comunicações, ao longo do
curso, serão mediatizadas: no Ambiente Virtual de Aprendizagem, via correio eletrônico, nos
fóruns de discussão, por fax, correio postal, entre outros e, ainda, com plantão de docentes e
tutores em horários previamente estabelecidos e localizados no IFNMG.
Considerando a natureza singular da interação presencial, os encontros presenciais, com
objetivo integrativo na produção de conhecimento, serão obrigatórios e realizados ao longo do
curso, buscando oportunizar as vivências próprias para consolidação da Comunidade de
Aprendizagem em rede.
As atividades a distância serão realizadas, via material impresso e Internet, destinando-
se ao estudo sistemático dos conteúdos trabalhados nos períodos, nas atividades de discussão,
na interação, na colaboração e no aprendizado em rede.
As referidas atividades compreendem as atividades orientadas de estudo, as atividades
de discussão coletivas e as Atividades de Aprendizagem (AA). Estas atividades serão
disponibilizadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem(AVA) do IFNMG, para os acadêmicos

19
que têm acesso à Internet e via material impresso, para aqueles que não possuem acesso à
Internet.
Cada disciplina deverá propor suas atividades a distância, privilegiando a troca de
informações e experiências entre os participantes, com o objetivo de construírem uma rede
colaborativa de aprendizagem. Para tanto, as atividades serão instigadoras, desafiando os
participantes a resolverem coletivamente questões-problema relacionadas à prática
pedagógica. Os participantes deverão fazer uso dos espaços coletivos do Ambiente Virtual de
Aprendizagem(AVA) para interagir dialogicamente.

6.2 Estrutura Curricular

O curso ofertado tem seu currículo estruturado no regime semestral por período, sendo
os estágios supervisionados e elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) incluído
nesses semestres. Os semestres não são terminais, ou seja, não confere ao discente
certificação intermediária.
A estrutura curricular do curso é constituída por três núcleos distintos porém
complementares, sendo que estes estão em consonância com as novas Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação
pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada
(Resolução CNE nº2/2015):
• I- Núcleo de estudos de formação geral, das áreas específicas e interdisciplinares, e do
campo educacional, seus fundamentos e metodologias, e das diversas realidades educacionais;
Disciplinas: Introdução à Educação a Distância, História da Educação, Língua Portuguesa,
Sociologia Geral, Psicologia da Educação, Educação e Sociedade; Estrutura e Funcionamento
da Educação Básica; Iniciação Científica; Antropologia e Educação; Currículos e Diversidade
Cultural; Didática I e II; Política Educacional Brasileira; Tecnologia Aplicada à Educação;
Prática de Ensino I: Representações sobre o fazer docente; Prática de Ensino II: Construção
de um olhar critico e reflexivo frente a realidade educacional; Pratica de Ensino III: A escola
como espaço de análise e pesquisa; Pratica de Ensino IV: Educação, trabalho e
sustentabilidade ; Gestão dos Sistemas e Instituições de Ensino; Língua Brasileira de Sinais –
Libras; e Educação para a Relações Interétnicas.

• II- Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de atuação


profissional, incluindo os conteúdos específicos e pedagógicos, priorizadas pelo projeto
pedagógico das instituições, em sintonia com os sistemas de ensino, que, atendendo às
demandas sociais;

* Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);

20
* Iniciação Científica;
* Disciplinas: Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem; Fundamentos e Metodologia da
Alfabetização; Fundamentos da Educação Infantil; ; Fundamentos e Metodologia da
Ciências Aplicada à Educação Infantil; Fundamentos e Metodologia da Língua Portuguesa
Aplicada à Educação Infantil; Fundamentos e Metodologia da Sociedade Aplicada à Educação
Infantil (História e Geografia); Fundamentos e Metodologia da Matemática Aplicada à
Educação Infantil; Fundamentos e Metodologia da Língua Portuguesa I; Fundamentos e
Metodologia da Matemática I; Fundamentos e Metodologia da História Anos Iniciais do Ensino
Fundamental; Fundamentos e Metodologia da Geografia Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
Fundamentos e Metodologia da Ciências Anos Iniciais do Ensino Fundamental; Fundamentos
e Metodologia da Matemática II; Fundamentos e Metodologia da Língua Portuguesa II; Corpo
e Movimento; Pesquisa Aplicada à Educação I- TCC; Fundamentos e Prática da Arte e
Educação; Gestão dos Processos Formativos em Espaços Escolares; Fundamentos e
Metodologia da Educação Especial/Inclusiva; Fundamentos e Metodologia da Educação de
Jovens e Adultos; Pesquisa Aplicada à Educação II: TCC; Gestão da Educação em Espaços
não escolares; e Pesquisa Aplicada à Educação III: TCC.

• III- Núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular


*Atividades Complementares e seminários como atividades de comunicação e expressão
visando à aquisição e à apropriação de recursos de linguagem capazes de comunicar,
interpretar a realidade estudada e criar conexões com a vida social;
*Disciplinas optativas e prática como componente curricular de modo a assegurar o
aprofundamento e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos
pedagógicos; e
* Estágio curricular supervisionado como disciplina e atividade orientada enquanto proposta de
articulação entre os sistemas de ensino e instituições educativas de modo a propiciar vivências
nas diferentes áreas do campo educacional: Estágio Supervisionado I: Docência na Educação
Infantil; Estágio Supervisionado II: Docência Anos Iniciais do Ensino Fundamental ; Estágio
Supervisionado III: Docência Anos Iniciais do Ensino Fundamental; Estágio Supervisionado IV:
Docência na Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial/Inclusiva.

Assim, a estrutura curricular do curso busca desenvolver competências e habilidades


necessárias ao futuro professor por meio do aprendizado na perspectiva da interface e da
transversalidade, com vista à formação humanística, da cidadania e da formação profissional.
Ao longo do curso, serão desenvolvidos gradualmente habilidades e conhecimentos
necessários à formação do licenciado em pedagogia.
Por outro lado, alguns conhecimentos específicos dessa área serão abordados nos

21
momentos adequados, possibilitando que o acadêmico, à sua escolha, possa prosseguir seus
estudos em cursos de pós-graduação em áreas diversas.
A instrumentação de ensino deverá capacitar o estudante à leitura crítica de livros e
textos científicos, o desenvolvimento de materiais instrucionais, teóricos, experimentais,
próprios para o ensino fundamental e médio, habilitando-o a transpor o seu aprendizado para a
sala de aula.
A estrutura curricular do curso oferece ao acadêmico uma formação interdisciplinar e
diversificada, ao passo que possibilita:
• a vivência de experiências científica, artística e cultural através das atividades
complementes;
• em conformidade com a Lei nº 9.795, de 27/04/1999 e Decreto º 4.281, de 25/06/2002,
discussões conscientizadoras acerca da política para a educação ambiental. Estas discussões
acontecerão de modo transversal, contínuo e permanente durante todo o curso e de modo mais
incisivo durante a disciplina “Educação, trabalho e sustentabilidade”;
• de maneira interdisciplinar, a promoção da educação em direitos humanos, em
consonância com Resolução CNE/CP n° 1, de 30/05/2012;
• também de maneira interdisciplinar, a conscientização e valorização no que se
Educação para Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana de acordo com o que determina a Resolução CNE/CP nº 1, de 17/06/2004. Esta
temática será abordada de maneira mais expressiva nas aulas das disciplinas “Educação para a
Relações Interétnicas”, “Sociologia Geral”, “Antropologia e educação” e “Currículos e
Diversidade Cultural.

22
6.3 MATRIZ CURRICULAR

MATRIZ CURRICULAR
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

Carga Horária (CH)


Presencial Intermodular Total
CH Teórica

Disciplinas/Atividades Modular Seminários Avaliação Avaliação Online (AO) Estágio


Presencial presencial e/ou Atividades de Curricular
(AP) Tutoria Supervisio
nado
CH CH
Teórica Prática
Introdução à Educação a Distância 4 - - 36 - - 40
História da Educação 4 4 1 51 - - 60

Período Filosofia da Educação 4 4 1 51 - - 60
Língua Portuguesa 4 4 1 51 - - 60
Sociologia Geral 4 4 1 51 - - 60
Psicologia da Educação 4 4 1 41 15 - 60
Prática de Ensino I: Representações sobre o 4 4 1 42 15 - 60
fazer docente
Subtotal 28 24 5 323 30 - 400

Educação e Sociedade 4 4 1 51 - - 60
Psicologia do Desenvolvimento e 4 4 1 71 - - 80
Aprendizagem
Estrutura e Funcionamento da Educação 4 4 1 51 - - 60
Básica
2º Fundamentos e Metodologia da 4 4 1 41 15 - 60
Período Alfabetização
Iniciação Científica 4 4 1 51 - - 60
Antropologia e Educação 4 4 1 51 - - 60
Prática de Ensino II: Construção de um 4 4 - 32 15 - 60
olhar critico e reflexivo frente a realidade
educacional
Subtotal 28 28 6 348 30 - 440

Fundamentos da Educação Infantil 4 4 1 41 15 - 60


Currículos e Diversidade Cultural 4 4 1 56 15 80
Didática I 4 4 1 41 15 - 80
Política Educacional Brasileira 4 4 1 51 - - 60
Tecnologia Aplicada à Educação 4 4 1 41 15 - 60

Período Pratica de Ensino III: A escola como espaço 4 4 - 32 15 - 60
de análise e pesquisa
Subtotal 24 24 5 262 75 - 400

23
Didática II 4 4 1 56 15 - 80
Fundamentos e Metodologia da Ciências 4 4 1 36 15 - 60
Aplicada à Educação Infantil

4º Fundamentos e Metodologia da Língua 4 4 1 56 15 - 80


Portuguesa Aplicada à Educação Infantil
Período
Fundamentos e Metodologia da Sociedade 4 4 1 36 15 - 60
Aplicada à Educação Infantil (História e
Geografia)
Fundamentos e Metodologia da Matemática 4 4 1 56 15 - 80
Aplicada à Educação Infantil
Pratica de Ensino IV: Educação, trabalho e 4 4 - 37 15 - 60
sustentabilidade
Subtotal 24 24 5 277 90 - 420

Fundamentos e Metodologia da Língua 4 4 1 56 15 - 80


Portuguesa I
Fundamentos e Metodologia da Matemática 4 4 1 56 15 - 80
I
Fundamentos e Metodologia da História 4 4 1 36 15 - 60
Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Período Fundamentos e Metodologia da Geografia 4 4 1 36 15 - 60
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Fundamentos e Metodologia da Ciências 4 4 1 36 15 - 60
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Estágio Supervisionado I: Docência na 4 4 - 12 - 80 100
Educação Infantil
Subtotal 24 24 5 232 75 80 440

Fundamentos e Metodologia da Matemática 4 4 1 36 15 - 60


II
Fundamentos e Metodologia da Língua 4 4 1 36 15 - 60
Portuguesa II
Gestão dos Sistemas e Instituições de Ensino 4 4 1 56 15 - 80
6º Corpo e Movimento 4 4 1 36 15 - 60
Período Pesquisa Aplicada à Educação I- TCC 4 4 - 52 - - 60
Estágio Supervisionado II: Docência Anos 4 4 - 12 - 80 100
Iniciais do Ensino Fundamental
Subtotal 24 24 4 228 60 80 420

Fundamentos e Prática da Arte e Educação 4 4 1 56 15 - 80


Gestão dos Processos Formativos em 4 4 1 36 15 - 60
Espaços Escolares
Fundamentos e Metodologia da Educação 4 4 1 56 15 - 80
Especial/Inclusiva
7º Fundamentos e Metodologia da Educação de 4 4 1 36 15 - 60
Período Jovens e Adultos
Pesquisa Aplicada à Educação II: TCC 4 4 - 52 - - 60
Estágio Supervisionado III: Docência Anos 4 4 - 12 - 80 100
Iniciais do Ensino Fundamental
Subtotal 24 24 4 248 60 80 440

24
Gestão da Educação em Espaços não 4 4 1 36 15 - 60
escolares
Língua Brasileira de Sinais – Libras 4 4 1 56 15 - 80
Educação para a Relações Interétnicas 4 4 1 36 15 - 60
Pesquisa Aplicada à Educação III: TCC 4 4 - 52 - - 60

Estágio Supervisionado IV: Docência na 4 4 - 12 - 80 100
Período Educação de Jovens e Adultos e Educação
Especial/Inclusiva
Disciplina Optativa 4 4 1 51 - - 60
Subtotal 24 24 4 243 45 80 420
200 196 38 2161 465 320 3380

Disciplinas Optativa: Pedagogia Hospitalar, Pedagogia Empresarial, Pedagogia Carcerária e Pedagogia do Campo

Quadro Resumo da Integralização Curricular


Item Carga horária
Conteúdos Curriculares 2.515
Prática de Formação 465
Atividades Complementares (AC) 200
Estágio Curricular Supervisionado 400
TOTAL 3.580

25
6.3.1 EMENTÁRIO

6.3.2- EMENTAS E REFERÊNCIAS

1º PERÍODO

Disciplina: Introdução a Educação a Distância Carga Horária: 40h


Ementa: Conceito de EAD. Educação a Distância e Novas Tecnologias. Possibilidades e
limites da Educação a Distância. Autoformação e comunidade de aprendizagem em rede:
implicações no planejamento pedagógico. O modelo de EAD no CEAD/IFNMG.
Características gerais da Plataforma Moodle. A concepção do Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA) e suas possibilidades comunicacionais. Principais recursos e
atividades de interação do AVA.

Bibliografia Básica:
BELLONI, Maria Luiza. Educação a distância. 3. ed. Campinas: Autores Associados,
2003. GIUSTA, A. S.; FRANCO, I. M. (Org.). Educação a distância: uma articulação
entre a teoria e a prática. Belo Horizonte: PUC Minas Virtual, 2003.
GUISTA, A.S.; FRANCO, I. M.(Org.) Educação a distância: uma articulação entre a
teoria e a prática. Belo Horizonte: PUC/Minas Virtual, 2003.
PETERS, Othrs. Educação a distância. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar:
NOVA, Cristiane; ALVES, Liynn. (Orgs.). Educação a distância: uma nova concepção
de linguagem e interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
PALLOFF. R.M.; PRATT, K. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudante
online. Porto Alegre: Artmed, 2004.
______. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias
eficientes para a sala de aula online. Porto Alegre: Artmed, 2002.
CASTELLS, M. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a
sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. 6. ed. São Paulo: Cortez; Brasília:
MEC/Unesco, 2001.

Disciplina: História da Educação Carga Horária: 60h


Ementa:

Estudo da evolução histórica da educação: da antiguidade ao mundo contemporâneo de


forma a localizar, numa linha de tempo, os acontecimentos educacionais importantes.

26
Bibliografia Básica:
OLIVEIRA, Dennilson de. História Contemporânea. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2007.
MARQUES, Vera Regina Beltrão. História da Educação. Curitiba: IESDE, 2003.
ROMANELLI, Otaiza de Oliveira. História da educação no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes,
2001.
Bibliografia Complementar:
NOGUEROL, Ana Cristina. História da Educação Brasileira. Rio de Janeiro: UCB, 2007.
CAMBI, F. História da pedagogia. Tradução: Álvaro Lorencini. São Paulo: Editora da
UNESP, 1999.
MANACORDA, M. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. Tradução:
Gaetano Lo Mônaco. São Paulo: Editora Cortez, 1999.
PONCE, A. Educação e luta de classes. Tradução de José Severo de Camargo Pereira. 4ª
ed. São Paulo: Cortez; Autores Associados, 1981.
ARIÉS, P. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.

Disciplina: Filosofia da Educação Carga Horária: 60h


Ementa:
As origens e a evolução da Filosofia, numa perspectiva educacional enfatizando a
problemática do ser, o realismo e o idealismo na concepção dos principais teóricos
clássicos que os fundamentaram e as concepções históricas do homem e do
conhecimento, bem como as correntes contemporâneas. A ética, a estética e a política
numa perspectiva Filosófica.
Bibliografia Básica:

ABBAGNANO, N. História da Filosofia. 14 vols. Lisboa, Presença, 1978.


ANDERY, M.A. e outros - Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica.
Rio/São Paulo: Espaço e Tempo/EDUC, 1988.
BOCHENSKI, I.M. A filosofia contemporânea ocidental. São Paulo: EPU/EDUSP,
1975.
Bibliografia Complementar:

BARBOSA, Liliana Lúcia da S. Filosofia. Rio de Janeiro: UCB, 2007.GALLO, S.; CORNELLI,
M.; DANELON, M. (Orgs.).Filosofia do ensino de filosofia. Petrópolis: Vozes, 2003.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 45ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
ADORNO, T. W. Educação e Emancipação. Tradução: Wolfgang Leo Maar. 3ª ed. São
Paulo: Paz e Terra, 2003.

27
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando:
Introdução à filosofia. 4ª ed. São Paulo: Moderna, 2009.

Disciplina: Língua Portuguesa Carga Horária: 60h


Ementa:
Leitura: caracterização, processos, modos de leitura e fatores intervenientes no “ato de
ler”. Concepções de linguagem, língua, fala, gramática e variedades lingüísticas. O
processo de comunicação. Funções da linguagem. Texto e fatores de textualidade. Tipos
e gêneros textuais. Produção textual. Sistematização e prática de aspectos gramaticais
da fonética/fonologia, morfologia, sintaxe e semântica do português contemporâneo.

Bibliografia Básica:
CUNHA, Celso F. &CINTRA, Lindley. Nova gramática do Português contemporâneo.6
ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
KLEIMAM, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. 5. ed. Campinas, SP:
Pontes, 1997.
CAMPEDELLI, Samira Yousseff e SOUZA, Jesus Barbosa. Gramática do texto e texto
da gramática. São Paulo: Saraiva, 2001.

Bibliografia Complementar:

KLEIMAN, Angela (1989). Leitura – Ensino e Pesquisa. Campinas, Pontes Editores.


KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez,
2002.
SILVA, Ezequiel T. da e ZILBERMAN, Regina (orgs.) (1988). Leitura – Perspectivas
Interdisciplinares. São Paulo, Ática.
CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção: a escritura do texto. São Paulo:
Moderna, 2002.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo:
Contexto, 2003.

Disciplina: Sociologia Geral Carga Horária: 60h

Ementa:
Estudo dos fatos históricos que contextualizam o surgimento da Sociologia. Os principais
aspectos da metodologia e teoria social de Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx. O
estudo do homem e o universo sócio-cultural, analisando as inter-relações entre a
educação e os diversos fenômenos sociais. As formas e posturas dos clássicos quanto à

28
análise da realidade social e os pressupostos teóricos e metodológicos para observação
e análise da realidade, pelas ciências sociais

Bibliografia Básica:
COSTA, Maria Cristina C. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. São Paulo:
Moderna, 1997.
DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
QUINTANEIRO, Tânia. Et Al. Um toque de clássicos: Émile Durkheim, Max Weber e
Karl Marx. Belo Horizonte: UFMG, 1995

Bibliografia Complementar:

MEKSENAS, Paulo. Sociologia. São Paulo: Cortez, 2006.


NÉSPOLI, Ziléa Baptista. Sociologia Geral. Rio de Janeiro: UCB, 2007.
BRASIL, Circe Navarro Vital. O jogo e a construção do sujeito na dialética social:
Forense Universitária, s.d. (Ensaio e Teoria).
NOGUEIRA, Maria Alice & CATANI, A. Escritos de educação. Petrópolis: Vozes, 1998.
TURA, Maria de Lourdes R. (Org.) Sociologia para educadores. Rio de Janeiro:
Quartet, 2004

Disciplina: Psicologia da Educação Carga Horária: 60h


Ementa
Conceitos preliminares: objeto de estudo, visão filosófica, histórica e científica da
psicologia. Conceitos e concepções das teorias de desenvolvimento e aprendizagem e
suas repercussões na educação: Teoria Gestalt – Teorias cognitivas: Piaget e Vygotsky –
Teoria Behaviorista – Teoria Psicanalítica e Teorias Humanistas: Rogers e Maslow.
Representaçõe sociais no contexto escolar.

Bibliografia Básica:
BOCK, Ana Maria Bahia; Odair; TEIXEIRA, Maria. 1995. Psicologias: uma introdução ao
estudo da psicologia. 13.ed. São Paulo: Saraiva, 1999.
GOULART, Íris Barbosa. Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos Aplicações
à Prática Pedagógica. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
PILETTI, Nelson. Psicologia Educacional. São Paulo: Ática, 1999.
Bibliografia Complementar:
CARMO, J. S. Fundamentos psicológicos da educação. Curitiba: IBPEX.
CARVALHO, A.; SALLES, F.; GUIMARÃES, M. (Orgs.). Desenvolvimento e

29
aprendizagem. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003.
CARRARA, K. (Org.). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São
Paulo: Avercamp, 2004.
AZZI, R. G. & SADALLA, A. M. F. A. (Orgs.). Psicologia e formação docente: desafios e
conversas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia. 6. imp. Rio de Janeiro, RJ: Forense
Universitária,1982.

Disciplina: Prática de Ensino I: Representações Carga Horária: 60h


sobre o fazer docente
Ementa:

As Práticas de Ensino como instrumento de integração do aluno com a realidade social,


econômica e o trabalho no curso. A interlocução com os referenciais teóricos do
currículo. A iniciação à pesquisa educacional e ao ensino, a articulação teoria e prática. A
iniciação profissional junto às escolas ou outros ambientes educacionais, nas atividades
de observação, análise e intervenção.

Bibliografia Básica:

PACHECO, J. A.; FLORES, M. A. Formação e Avaliação de Professores. Porto, Porto


Editora, 1999.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação. Porto: Porto Editora,
1994.

Bibliografia Complementar:

BRITO, A.E. O significado da reflexão na prática docente e na produção dos


saberes profissionais do/a professor/a. Revista Iberoamericana de Educación, Madrid,
v.38, n. 7, 2006.
CARVALHO, M.P. A história de Alda: ensino, classe, raça e gênero. Educ. Pesquisa,
v.25, n.1, São Paulo, jan/jun, 1999.
MIZUKAMI, M.G.N. Aprendizagem da docência: algumas contribuições de L. S.
Shulman. Revista Centro de Educação, v.29, n.02, 2004.
REALI, A.M.M.R.; REYES, C.R. Reflexões sobre o fazer docente. São Carlos:
EdUFSCar, 2009. 96 p. (Coleção UAB-UFSCar).
GIMENO SACRISTÁN, J; PÉREZ GÓMEZ, A. I. Compreender e transformar o ensino.

30
Porto Alegre: ARTMED, 2000.

2º PERIODO
Disciplina: Educação e Sociedade Carga Horária: 60h
Ementa:
As bases sociológicas da educação. O discurso sociológico dos clássicos e educação
(Marx, Durkheim e Weber) e teorias sociológicas da educação (Bourdieu, Gramsci e
Mannheim). A relação entre Educação, Estado e Democracia. O capitalismo, a
organização do trabalho e a educação. A escola como espaço de produção e reprodução
social.

Bibliografia Básica:
COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. São
Paulo: Moderna, 1995.
TURA, Maria de Lourdes Rangel (Org.). Sociologia para educadores. 3. ed. Rio de
Janeiro: Quartet. 2004.
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. Rio de Janeiro: DP&A. 2005.
Bibliografia Complementar:
CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1992.
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1980
______. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1996.
BRASIL, Circe Navarro Vital. O jogo e a construção do sujeito na dialética social:
Forense Universitária, s.d. (Ensaio e Teoria).
NOGUEIRA, Maria Alice & CATANI, A. Escritos de educação. Petrópolis: Vozes, 1998.

Disciplina: Psicologia do Desenvolvimento Carga Horária: 60h


Ementa:
Análise do comportamento da criança e do adolescente nos aspectos sócio-culturais,
afetivos, cognitivos e psicomotores do desenvolvimento humano. Teorias e processos
básicos do desenvolvimento humano. O desenvolvimento do juízo moral na criança.
Bibliografia Básica:
VYGOTSKI, L. S. et al. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo:
Icone, 2005.
SIMÕES, Maria de Fátima. Psicologia do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: UCB,
2009.

31
CARVALHO, Vânia Brina Corrêa Lima de. 1996. Desenvolvimento humano e
psicologia:generalidades, conceitos, teorias. Belo Horizonte: UFMG, 1996.

Bibliografia Complementar:
OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky-Aprendizado e desenvolvimento um processo
sóciohistórico. São Paulo: Scipione, 2006.
MUSSEN; CONGER; KAGAN. Desenvolvimento e personalidade da criança. SP:
Harbra,1997.
PAPALIA, D. E.; OLDS, S. W.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. 8 ed. Porto
Alegre: ArtMed, 2007.
GARDNER, H. Estruturas da Mente - A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1994.
PERRENOUD, P. A Pedagogia na Escola das Diferenças. Porto Alegre: Artmed, 2001.

Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Carga Horária: 60h


Básica

Ementa:
Os determinantes que norteiam a organização das Diretrizes e Bases da Educação, com
ênfase especial para a intencionalidade da Lei e do Planejamento Curricular, como
principais responsáveis pela formação das identidades pessoais e sociais.

Bibliografia Básica:
ABREU, M. Organização da educação nacional na Constituição e na LDB. Ijuí: Ed.
UNIJUÍ, 1998.
BRANDÃO, Carlos da Fonseca. Estrutura e Funcionamento do Ensino. São Paulo:
Avercamp, 2004.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A Legislação Educacional Brasileira. Rio de Janeiro:
DP&A Editora, 2000.
Bibliografia Complementar:

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê. São Paulo:


Cortez,1998.208p
PACHECO, José. Escola da Ponte: formação e transformação em educação. 3. ed.
Petrópolis: Vozes, 2010, 231p.
CASTRO, M. L. O. de. A educação na Constituição de 1988 e a LDB – Lei de
Diretrizes e Bases da educação Nacional. Brasília: André Quicé, 1998.

32
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do
oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
HAIDAR, M.L.M. e TARNURI, L.M. A Educação Básica no Brasil: dos primórdios até
a primeira LDB.Estrutura e funcionamento da Educação Básica. São Paulo:
Pioneira, 2002.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 60h


Alfabetização

Ementa:
Perspectivas de estudo da alfabetização: conceito, natureza e condicionantes do
processo de alfabetização. As ciências da linguagem e o processo de ensino-
aprendizagem da leitura e escrita. Contribuição dos estudos lingüísticos ao ensino-
aprendizagem da língua escrita. Concepções da alfabetização: pressupostos teórico-
epistemológicos e conseqüências metodológicas.

Bibliografia Básica:
CAGLIARI, Luís Carlos. Alfabetização e Lingüística. São Paulo: Scipione, 2000.
KLEIMAN, A. B. (org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a
prática social da escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2003.
SOARES, Magda Becker. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte:
Autêntica,1998.
Referências Complementares

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:


língua portuguesa. Brasília: SEF, 2001.
FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2001. p.
104.
GONTIJO, C. M. M. Alfabetização: a criança e a linguagem escrita. Campinas, SP:
Autores Associados, 2003.
LERNER, Délia. Ler e Escrever na Escola: o real, o possível e o necessário. Porto
Alegre: Artmed, 2002. p. 120.

Disciplina: Iniciação Cientifica Carga Horária: 60h


Ementa:
Estudo das diferentes formas de interpretação do mundo através dos saberes
espontâneos e racionais. A utilização de instrumentos didáticos para leitura, estruturação,
elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. O saber científico e a evolução dos
paradigmas da pesquisa científica. Os tipos de pesquisa, métodos e processos utilizados

33
na realização de estudos científicos. O cotidiano da pesquisa científica. O Projeto e o
Relatório de Pesquisa.

Bibliografia Básica:
ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: buscando rigor e qualidade. Cadernos de
Pesquisa, n. 113, p. 51-64, julho, 2011.
BARBOSA, Liliana Lúcia da Silveira. Metodologia do Trabalho Científico. Rio de
Janeiro: UCB, 2007.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico. 7 edSão
Paulo: Atlas, 2014.
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, Liliana Lúcia da Silveira. Metodologia da Pesquisa Científica. Rio de
Janeiro: UCB, 2007.
TOZONI-REIS, Marília Freitas de Campos. Metodologia da Pesquisa Científica. 2 ed.
Curitiba: IESDE, 2007.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22ª edição, São
Paulo: Cortez, 2002.
BARROS, Aidil de Jesus Paes e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
Pesquisa: Propostas Metodológicas. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

Disciplina: Antropologia e Educação Carga Horária: 60h

Ementa:
A Antropologia como uma Ciência do “outro” ou ainda das diferenças sociais e culturais,
explicitando a especificidade da antropologia em relação às demais Ciências Sociais. A
especificidade do discurso antropológico sobre o “outro”., e a oposição entre
etnocentrismo e relativismo cultural e as noções de cultura e diversidade cultural.

Bibliografia Básica:
LAPLATINE, F. Aprender Antropologia. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.
LEVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro,1975.
MERCIER, P. História da Antropologia. Rio de Janeiro: Eldorado, 1974.

Bibliografia Complementar:

DA MATA, Roberto. A antropologia no Quadro das Ciências. In Relativizando: uma

34
introdução à Antropologia Social. Rio de Janeiro: Rocco, 1990
GUSMÃO, Neusa M. M. de. Antropologia, Estudos Culturais e Educação: desafios da
modernidade. Pro-Posições, v. 19, n. 3, (57), p. 47-82, set./dez. 2008.
BIGUM, Chris. Alienígenas em sala de aula (Trad. Tomaz Tadeu da Silva). Petrópolis
RJ: Vozes, 1995.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
DEBORD, GUY. A Crise civilizacional. Editora Civilização Brasileira. São Paulo,
1997.

Disciplina: Prática de Ensino II: Construção de um Carga Horária: 60h


olhar crítico e reflexivo frente a realidade
Ementa:
A Prática de Ensino como instrumento de integração do acadêmico com a realidade
social, econômica e o trabalho. A interlocução com os referenciais teóricos do currículo e
a participação dos acadêmicos em projetos integrados e favorecendo a aproximação
das ações propostas pelas disciplinas/áreas/atividades; que prevê, de um lado, a
iniciação à pesquisa educacional e ao ensino, a articulação teoria e prática, a iniciação
profissional junto às escolas ou outros ambientes educacionais. Teorias e técnicas
relacionadas à observação, entrevista e análise de documentos dentre outros materiais.

Bibliografia Básica:
LÜDKE, M. Pesquisas em educação: abordagens qualitativas. São Paulo, EPU, 1986.
REYES,Claudia R.; MONTEIRO, Hilda M.; de (Orgs.). Um olhar crítico reflexivo diante
da realidade educacional. São Carlos: EdUFSCar, 2010.82p. (Coleção UAB-UFSCar).
TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução á pesquisa em ciências sociais. São Paulo. Atlas.
1987.
Bibliografia Complementar:

ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. São Paulo. Papirus, 1995.


BRANDÃO, C. R. (org.). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense,
1984.
MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: perspectiva em saúde. 2 ed. São
Paulo: Hucitec/Abrasco, 1993.
ALVES, R. Conversas com quem gosta de ensinar. 6.ed. São Paulo: Cortez, 1984

35
3 PERIODO
Disciplina: Fundamentos da Educação Infantil Carga Horária: 60h
Ementa:
Concepções de infância e de educação infantil. Determinantes históricos e sociais da
política de atendimento à infância e à legislação. Educação infantil: assistir e educar;
educar e cuidar. Projeto educativo: saberes e práticas na Educação Infantil. Metodologias
para o ensino e a aprendizagem na Educação Infantil.
Bibliografia Básica:
LUCAS, Vera Lúcia Messetti. Fundamentos da Educação Infantil. Rio de Janeiro: UCB,
2008.
________. Educação Infantil: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL, Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação
Infantil. Vol.1,2,3. Brasília: MEC, 1998.
Bibliografia Complementar
COUTINHO, Karyne Dias. Pesquisa: o aluno da educação infantil e dos anos iniciais.
Curitiba: IESDE, 2007.
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman.
2. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual: uma Psicologia da visão criadora. Trad. de
Ivone Terezinha de Faria. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
GUIMARÃES, Jussara Maria de Carvalho. A Ciranda das Crianças fazendo ciência em
um Espaço Público: a Praça Dr. Chaves. Montes Claros-MG. 2007. Tese (Doutorado) -
Universidade Federal de Uberlândia, Uberlandia, 2007.
SARMENTO, Manuel Jacinto; PINTO, Manuel. As crianças e a infância : definindo
conceitos, delimitando o campo. In: PINTO, Manuel Jacinto. As crianças: contextos e
identidades. Portugal: Editora Bezerra; Centro de Estudos da Criança, 1997.

Disciplina: Currículos e Diversidade Cultural Carga Horária: 60h


Ementa:
Fundamentos do currículo: função social, dimensão histórica, concepções. Escola,
currículo e ensino. Visão interdisciplinar. Análise dos determinantes culturais, filosóficos,
psicológicos, sociológicos, antropológicos, legais e pedagógicos do currículo.
Planejamento curricular, diversidade cultural e condições reais de vida dos acadêmicos e
professores.

Bibliografia Básica:
KELLY, Albert Victor. O currículo, teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1981.
MOREIRA, A. F. e; SILVA, T. T. (orgs). Currículo, cultura e sociedade. 9ª ed. São

36
Paulo: Cortez, 2006.
SILVA,Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade; uma introdução às teorias do
currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

Bibliografia Complementar:

APPLE, M. W. Ideologia e Currículo. Porto Alegre: Artmed, 2007.


GIMENO SACRISTÁN, J; PÉREZ GÓMEZ, A. I. O Currículo: uma reflexão sobre a
prática. Porto Alegre: ArtMed, 2000.
GIMENO SACRISTÁN, J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre:
ARTMED, 2000.
VEIGA, Ilma P. A. e NAVES, Maria L. de P. (orgs.). Currículo e avaliação na educação
superior. Junqueira & Marin: Araraquara, 2005.

Disciplina: Psicologia da Aprendizagem Carga Horária: 60h


Ementa:
Análise do comportamento da criança e do adolescente nos aspectos sócio-culturais,
afetivos, cognitivos e psicomotores do desenvolvimento humano. Teorias e processos
básicos do desenvolvimento humano. O desenvolvimento do juízo moral na criança.

Bibliografia Básica:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi;
Psicologias: Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva,
2005.
COLL, César Salvador, et al. Psicologia do ensino. Porto Alegre: Artes Médicas Sul,
2000.
BARROS, Célia Silva Guimarães. Pontos de Psicologia Escolar. 5. ed. São Paulo:
Ática, 2000.

Bibliografia Complementar:
MORAIS, Regis (org.). Sala de aula: Que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1986
JOSÉ, Elisabete da Assunção; COELHO, Maria Teresa. Problemas de Aprendizagem.
12. ed. São Paulo: Ática, 2001.
ENDERLE, C. Psicologia do desenvolvimento: o processo evolutivo da criança.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação: fundamentos teóricos, aplicações
à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.

37
GOULART, Maria Inês Mafra. Concepções da Psicologia sobre os processos de
desenvolvimento e aprendizagem. In: Coleção Veredas Guia de Estudo - Mod. 5 Vol. 2.
Belo Horizonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, 2004.

Disciplina: Didática I Carga Horária: 60h


Ementa:

As diferentes concepções de educação: implicações na prática pedagógica. As


tendências pedagógicas: pressupostos e características. A Didática: princípios da
Didática e seus reflexos na prática pedagógica. O processo ensino-aprendizagem:
diferentes concepções e seus componentes. O trabalho pedagógico: diferentes formas
do trabalho pedagógico na contemporaneidade, com ênfase nos projetos de trabalho;
pluralidade cultural, conteúdos culturais, cultura da organização escolar. Planejamento
de ensino - elementos de um planejamento de ensino: objetivos, conteúdo, métodos,
recursos e avaliação.

Bibliografia Básica:
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Coord.). Repensando a didática. 29 ed. Campinas, SP:
Papirus, 2012.
LIBÂNEO. J . C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de didática geral. São Paulo: Àtica, 2003.

Bibliografia Complementar:
PILLETI, Cláudio. Didática Geral. São Paulo: Ática, 1991.
MELLO, Leila Mara. Didática. Rio de Janeiro: UCB, 2007.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Coord.). Didática: o ensino e suas relações.
Campinas, SP: Papirus, 2010.
______. Práticas de Ensino : por que não? Campinas, SP: Papirus, 2009.
LIBÂNEO, J.C. A Democratização da Escola Pública. São Paulo: Cortez, 2008.

Disciplina: Política Educacional Brasileira Carga Horária: 60h


Ementa:

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: a Formação do Profissional do


Ensino e o Direito ao Ensino Fundamental e Médio: questões atuais. Organização do
Trabalho na Escola à vista das Políticas Públicas de Educação desenvolvidas em Minas
Gerais e no Brasil.

38
Bibliografia Básica:
BRANDÃO, Carlos da Fonseca. Estrutura e Funcionamento do Ensino. SP:
Avercamp, 2004.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A Legislação Educacional Brasileira. RJ: DP&A Editora,
2000.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003
Bibliografia Complementar:

FERREIRA, N. (Org.) Políticas Públicas e Gestão da Educação: polêmicas,


fundamentos e análises. Brasília: Líber Livro Ed., 2006.
LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F. de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
FREIRE, Paulo. Política e Educação. 2 ed., São Paulo: Cortez, 1995.
NÓVOA, Antonio. (org.). As organizações escolares em análise. Lisboa: Nova
Enciclopédia, 1998.
PERONI, Vera. Política educacional e papel do Estado: no Brasil dos anos 1990. São
Paulo: Xamã, 2003.

Disciplina: Tecnologia Aplicada a Educação Carga Horária: 60h


Ementa:
Educação, comunicação e tecnologia: o impacto das novas linguagens propiciadas pelo
desenvolvimento das tecnologias nas áreas da informática e da comunicação. Leitura de
imagens na cultura da sociedade moderna. Fundamentos e perspectivas da tecnologia
educacional no Brasil. As tecnologias na educação: implicações pedagógicas,
possibilidades e limites.

Bibliografia Básica:

MORAN, José Manuel. Caminhos para a aprendizagem inovadora, In: Novas


Tecnologias e Mediação Pedagógica.SP: Papirus, p.22-24
BELLONI, M. L. O que é mídia – educação. Campinas: Autores Associados, 2001.
GRINSPUN, Mirian (org.). Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo:
Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar:

39
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. São Paulo:
Papirus, 2003.
GREENFIELD, Patrícia Marks. O desenvolvimento da raciocínio na era da eletrônica:
s efeitos da TV, computadores e videogames. Summus Editora, 1998
MACHADO, Lucília R. de Souza. A educação e os desafios das novas tecnologias. In:
FERRETTI, Celso et al. Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate
multidisciplinar. Petrópolis: Vozes, 1994. p.165-184.
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distancia. São Paulo:
Papirus, 2003.

Disciplina: Prática de Ensino III: A escola como Carga Horária: 60h


espaço de análise de pesquisa
Ementa:

A interlocução dos alunos com os referenciais teóricos do currículo.A iniciação à


pesquisa educacional e ao ensino. A iniciação profissional junto às escolas ou outros
ambientes educacionais. A inserção dos estudantes em escolas de Educação Infantil e
dos anos iniciais. Diferentes aspectos relacionados ao cotidiano escolar, entendido como
espaço de análise, pesquisa e apreensão do saber, e cuja compreensão torna-se
imprescindível para a prática docente e para a pesquisa educacional.

Bibliografia Básica:

AQUINO, J. G. (org). Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo:


Summus, 1996.
CAMARGO, A. M. F.; MARIGUELA, M. (orgs.). Cotidiano escolar: emergência e
invenção. Piracicaba: Jacintha, 2007.
PEREZ, M. C. A.; BORGHI, R. F. (Org.). Educação: políticas e práticas. São Carlos/SP:
Suprema Editora, 2007.

Bibliografia Complementar:

LÓPEZ, D.; PIERA, V.; KLAINER, R. Diálogos com crianças e jovens: construindo
projetos educativos em e para os direitos humanos. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004.
PASSOS, M. C. P.; PEREIRA, P. M. R. (orgs.). Identidade, diversidade: práticas
culturais em pesquisa. Petrópolis, RJ: DP et Alii; Rio de Janeiro: Faperj, 2009.
MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais. São

40
Paulo: Atlas, 2005.
TAVARES JÚNIOR, Fernando. Metodologia da Pesquisa: abordagem quantitativa –
Unidade 2 –Planejamento e Produção de Dados. In: MINAS GERAIS. Secretaria de
Estado da Educação. Veredas: Formação Superior de professores. Módulo 5 – Volume 2.
Belo Horizonte: SEE-MG, 2004.

4º PERIODO

Disciplina: Didática II Carga Horária: 80h


Ementa:
Identificação e análise de estratégias de ensino, natureza dos conteúdos e das formas
de avaliação. Análise dos parâmetros curriculares nacionais e processo interdisciplinar.
Sistematização, análise e reflexão de experiências concretas em efetiva e contínua ação
de articulação com as novas tecnologias pedagógicas. Concepções de avaliação e
aprendizagem.

Bibliografia Básica:
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino: Por que não? Campinas,
SP: Papirus, 2002.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar. Currículo e didática. Campinas, SP: Autores
Associados, 1994.
SCARPATO, Marta. (Org.) Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer. São
Paulo: Avercamp, 2004.

Bibliografia Complementar:

CASTRO, A. D. de &CARVALHO, A. M. P. (orgs.). Ensinar a ensinar: didática para


uma escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
GIMENO SACRISTÁN, J; PÉREZ GÓMEZ, A. I. Compreender e transformar o ensino.
Artmed, 1998.
MIZUKAMI, M.G.N. Ensino: as abordagens do processo. S. Paulo: EPU, 1986.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
GIROUX, H. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da
aprendizagem. Artes Médicas: Porto Alegre,2005.
GONZÁLES, A. M. Fernández et al. Comunicación Educativa. La Habana: Editorial
Pueblo y Educación, 1995.
KINCHELOE, J. L. A formação do educador com compromisso político. Artemed:
Porto Alegre, 2009.

41
Disciplina: Fundamentos e Metodologia de Ciências Carga Horária: 80h
Aplicada a Educação Infantil
Ementa:
Ementa: Base histórica, conceitual e concepções do ensino das ciências naturais na
Educação Infantil. Conceitos básicos necessários à educação de crianças e suas
vivências com o meio natural. Dimensões sociais do espaço e suas diversidades/ formas
de vida. Experiências, pressupostos, e propostas metodológicas para o ensino do Eixo
Natureza e Sociedade na Educação Infantil (Ciências).

Bibliografia Básica:
BRASIL, Ministério da Educação e Desporto. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil. Brasília: MEC,1997.
LOPES, Jader Janer M.; BARENCO, Marissol. O jeito de que nós crianças pensamos
sobre certas coisas. Rio de Janeiro: Rovelle, 2009.
SOUZA, M.H.A. de ; SANTOS, M.; SCALATO, F. C.; ARROYO, M. Natureza e
Sociedade Hoje. São Paulo: Edusp, 1999.
Bibliografia Complementar:

SANTOS, Wildson Luiz Pereira & MORTIMER, Eduardo Fleury. Tomada de


decisão para ação social responsável no ensino de Ciências. Ciência &
Educação. Vol 7, no1, 2001.
BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Editora Ática, 2002.
CHASOOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
DELIZOICOV, Demétrio. Et al. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. SP:
Cortez, 2002.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Língua Carga Horária: 80h


Portuguesa Aplicada a Educação Infantil
Ementa:

Ementa: História e evolução da escrita. Desenvolvimento da função de representação: a


imitação, o jogo simbólico, o desenho, a imagem mental, a linguagem oral. Psicogênese
da língua escrita. Implicações do Realismo Nominal e da Consciência Fonológica na
aquisição da linguagem escrita. Conceitos de alfabetização e letramento e implicações
metodológicas para Educação Infantil. A literatura e a criança: a leitura e a contação de
histórias, contos de fadas, linguagem poética, livros de imagens e narrativas curtas.
Leitura crítica do RCNEI. O planejamento do trabalho com linguagem oral e escrita na

42
Educação Infantil.
Bibliografia Básica:
BRASIL, Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação
Infantil. Brasília: MEC,1997.
.JOLIBERT, J. Formando crianças leitoras. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

KRAMER, Sônia & OSWALD, Maria Luiza. Didática da linguagem: ensinar a ensinar ou
ler e escrever?. Campinas,SP: Papirus, 2001.

Bibliografia Complementar:
FERREIRO, Emilia. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
PIAGET. J. Experiências básicas para a utilização pelo professor. Petrópolis:
Vozes, 2009.
KATO, Mary & outros. Estudos em Alfabetização: retrospectivas nas áreas da Psico e
da Sociolingüística. Campinas, SP: Pontes, 1997.
KATO, Mary. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. São Paulo: Ática,
1987.
KAUFMAN, Ana María & RODRÍGUEZ, María Elena. Escola, leitura e produção de
textos. Porto Alegre, RS: Artes Médicas, 1995.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 60


Sociedade Aplicada a Educação Infantil (História e
Geografia)
Ementa:

Base histórica, conceitual e concepções do ensino das ciências sociais na Educação


Infantil. Conceitos básicos necessários à educação de crianças e suas vivências com o
meio social. Noções espaciais e temporais elementares. A aprendizagem espacial, social
e temporal através do mapa mental. Experiências, pressupostos, e propostas
metodológicas para o ensino do Eixo Natureza e Sociedade na Educação Infantil
(História e Geografia).

Bibliografia Básica:
ALMEIDA, R.D. de. A propósito da questão teórico-metodológica sobre o ensino da
Geografia. In: Prática de Ensino em Geografia. São Paulo: Marco Zero, 1991.
BRASIL, Ministério da Educação e Desporto. Referencial Curricular Nacional para a
Educação Infantil: MEC,1997.

43
DOIN, Rosângela de Almeida. Do Desenho ao Mapa: Indicação Cartográfica na
Escola. São Paulo: Contexto, 2003.

Bibliografia Complementar:

REDIN, E. O Espaço e o tempo da criança – se der tempo a gente brinca. Porto Alegre:
Mediação, 2000. ROSS, J.S. (org). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995.
GONÇALVES, Carlos Walter. Os (des) caminhos do meio ambiente. 14ªed., São
Paulo: Contexto, 2008.
PASSINI, E.Y. Alfabetização cartográfica e o livro didático: uma análise crítica. Belo
Horizonte: Ed. Lê, 2ª ed,1998.
ALMEIDA, R. D. &PASSINI, E. Y. Espaço geográfico: ensino e representação. São
Paulo: Contexto, 1998.
BITTENCOURT, C. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Editora
Cortez, 2009.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 80h


Matemática Aplicada a Educação Infantil
Ementa:

Análise crítico-histórico do ensino da Matemática e suas consequências na prática


escolar. Matemática e Literatura Infantil. A construção do conceito de número e o
processo de alfabetização. Aspectos psicogenéticos da aquisição do conhecimento
matemático: o desenvolvimento de noções básicas para a alfabetização matemática. A
relação entre a linguagem Matemática e a linguagem natural da criança. A construção da
autonomia para o aprendizado da Matemática. Análise do Referencial Curricular Nacional
de Matemática para a Educação Infantil.

Bibliografia Básica:
CERQUETTI-ABERKANE, Françoise e BERDONNEAU, Catherine. O ensino a
Matemática na educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
CARRAHER, Terezinha Nunes (Org) Aprender Pensando: Contribuições da
Psicologia Cognitiva para a Educação. 16 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 127 p.
KAMII, Constance. A criança e numero: implicações educacionais da teoria de Piaget
para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 29. Ed. Campinas: Papirus, 2002. 124 p.

44
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. MEC/SEF, 1998.
BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. Educação Matemática. 2. ed. São Paulo:
Centauro, 2005.
PARRA, C.; SAIZ, I. (Orgs.). Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas.
Porto Alegre: Artmed, 1996

Disciplina: Prática de Ensino IV: Educação, Trabalho Carga Horária: 60h


e Sustentabilidade
Ementa:
O papel das teorias dialógicas no âmbito educacional e científico. Relação com a
docência a partir da intersubjetividade e da reflexão. Avanços frente aos modelos
estabelecidos na área da educação. Desafios apontados e possibilidades de mudança
por meio da aprendizagem dialógica.

Bibliografia Básica:
MELLO, Roseli R. de.; BRAGA, Fabiana M.; GABASSA, Vanessa. Comunidades de
Aprendizagem: outra escola é possível. EDUFSCar. 2012.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 43. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
______. Pedagogia da Autonomia. 23ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

Bibliografia Complementar:

FLECHA, Ramón. Compartiendo Palabras: el aprendizaje de las personas adultas a


través del diálogo. Barcelona: Editorial Paidós, 1997.
FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d’Água, 2001.
______. Extensão ou Comunicação. Rio de Janeiro: 7ª ed. Paz e Terra, 1983.
______. Pedagogia da Esperança: Um Encontro com a Pedagogia do Oprimido. 13. ed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2006b.
______. Pedagogia da Indignação. São Paulo: Editora Unesp, 2000.

45
5º PERIODO

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 80h


Matemática I
Ementa:
História do ensino da Matemática e suas consequências na prática escolar: tendências,
teorias e princípios. A relação entre a linguagem matemática e a linguagem natural da
criança. Aspectos psicogenéticos da aquisição do conhecimento matemático. O
desenvolvimento de noções básicas para a alfabetização Matemática. Problemas e
dificuldades de aprendizagem nesta área. Inovações e recursos educacionais para o
ensino da Matemática. Avaliação da aprendizagem em Matemática numa perspectiva
crítica. Propostas curriculares do ensino da Matemática nos anos iniciais do ensino
fundamental: PCN e Conteúdo Básico de CBA à 4 Série do Ensino Fundamental. O
desenvolvimento dos conceitos matemáticos e científicos na criança. Construção do
conceito de número e de numeração decimal.

Bibliografia Básica:
NACARATO, A. M.; MENGALI, B. L. da S.; PASSOS, C. L. B. A matemática nos anos
iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender. Belo Horizonte:
Autêntica, 2009.
BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares de
Matemática. Brasília, 1997.
TOLEDO, Marília e TOLEDO, Mauro. Didática da Matemática: como dois e dois. São
Paulo: FTD, 1997.

Bibliografia Complementar:
PASSOS, C. L. B.; ROMANATTO, M. C. A matemática na formação de professores
dos anos iniciais: aspectos teóricos e metodológicos. São Carlos: EdUFSCar, 2010. v.
1.
BICUDO, Maria Aparecida Viggiani. Educação Matemática. 2. ed. São Paulo:
Centauro, 2005.
CARRAHER, Terezinha Nunes (Org) Aprender Pensando: Contribuições da
Psicologia Cognitiva para a Educação. 16 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 127 p.
MINAS GERAIS, Governo do Estado. Secretaria de Estado da Educação. Conteúdos
Básicos, Ciclo Básico de Alfabetização à 4ª Série Fundamental. Minas Gerais MEC,
1993.

46
Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Língua Carga Horária: 80h
Portuguesa I
Ementa:
Objetivos do ensino do Português, Concepções de linguagem. A leitura como produção
de sentidos. As habilidades de leituras de diferentes gêneros textuais. A linguagem oral
como habilidade a ser desenvolvida na escola. Diferenças lexicais, sintáticas e
discursivas que caracterizam a fala formal e informal. A produção escrita como interação
entre sujeitos sociais. O texto como objeto de estudo e análise linguística. O ensino da
gramática compreendido como estudo da estrutura do texto. A ortografia e a pontuação
como objetos de ensino nos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Bibliografia Básica:
FÁVERO, L. L. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1993.
MARCUSHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO,
Ângela, P. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002
FERREIRO, E. Os processos da leitura e escrita: novas perspectivas. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1987.
Bibliografia Complementar:
KURY, Adriano da Gama. Ortografia, pontuação, crase. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1999.
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC,
1997.
COSTA VAL, M. G. Redação e textualidade. SP: Martins Fontes, 1999.
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola
Editorial, 2003.
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua
Portuguesa. Brasília, 1997.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da História Carga Horária: 60h


Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Ementa:
Os objetivos do ensino da História. O Brasil e seu contexto histórico, análise crítica da
realidade brasileira, em seus aspectos social, político, econômico e cultural. A história
regional. A crítica a documento e noção de fato histórico. O tempo: matéria fundamental
da história. Objetividade e subjetividade no conhecimento histórico. Múltiplas
possibilidades de entendimento do diálogo passado-presente. A dimensão ensino-
pesquisa e o conhecimento histórico na sala de aula. A iniciação do acadêmico na
linguagem historiográfica. Prática metodológica do ensino de história. A busca das

47
relações e a coordenação de diferentes pontos de vista. Experiências didáticas e a
utilização de linguagens diferentes no ensino de história.

Bibliografia Básica:
BORGES, Vavy Pacheco. Et al. O ensino de História revisão urgente. São Paulo:
Brasiliense, 1998.
CALLAI, Jaeme Luiz. História da vida, história da família nas séries iniciais. Uma
introdução à forma de pensar a história. Espaços da Escola. Ano IV, n. 15, jan/mar,.
Editora Unijuí. 1995.
PENTEADO, Heloisa D. Metodologia do ensino da História e da Geografia. SP:
Cortez, 2000.
Bibliografia Complementar:

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacional:


história, geografia/ Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.
BITTENCOURT, C. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Editora
Cortez, 2009.
ZABALA, A. A prática educativa – como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998
ANTUNES, Celso. Resiliência – A construção de uma nova pedagogia para uma
escola pública de qualidade. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
BACELAR, Carlos. Fontes Documentais: uso e mau uso de arquivos IN: PINSKY, Carla
Bassanezi. (Org.) Fontes Históricas. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2006.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 60h


Geografia Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Ementa:
Ensino: significados tradicionais. Geografia, ensino e pesquisa: propósitos clássicos de
integração. Noções espaciais infantis: organização e estruturação do espaço escolar, da
casa, da rua, da cidade. Conceitos geográficos cotidianos e conceitos geográficos
científicos. Categorias geográficas: lugar, paisagem, região, território, natureza e
sociedade.

Bibliografia Básica:
ALMEIDA,Rosângela Doin de. A propósito da questão teórico – Metodológica sobre
o ensino de geografia.In: Prática de Ensino em Geografia. Terra Livre 8.São Paulo:
Marco Zero,1991.

48
__________O Espaço geográfico : ensino e representação.São Paulo:
Contexto.2001.
KOSEL,Salet. Memórias da Terra: O espaço vivido. São Paulo.FTD,1996.

Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Rosângela Doin de. A propósito da questão teórica - Metodológica sobre o
ensino de geografia. In: Prática de Ensino em Geografia. Terra Livre 8. São Paulo:
Marco Zero,199l
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionail: história, geografia/ Secretaria de Educação Fundamental. –
Brasília: MEC/SEF, 1997.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Ciências Carga Horária: 60h


Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Ementa:
Os objetivos do ensino de Ciências. Análise dos diferentes enfoques do ensino de
ciências; das diferentes concepções sobre desenvolvimento do conhecimento científico;
da relação homem/natureza. Aspectos metodológicos do conteúdo e do ensino de
ciências no ensino fundamental. O profissional de ciências. O espaço escolar e a
construção de experiências científicas a partir da realidade. Atividades complementares e
produção de material didático voltado para o ensino de Biologia, Física e Química.
Métodos e técnicas, execução e avaliação de atividades experimentais em Biologia,
Física e Química.

Bibliografia Básica:
BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Editora Ática, 2002.
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria. Ensino
de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Ed Cortez, 2002.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais – Ensino


Fundamental (1ª a 4ª série). 2ª edição. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
BRASIL . MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: ciências naturais / Secretaria de
Educação Brasília: MEC, 1997.

49
CARVALH O, Anna Maria Pessoa de; PRAIA, João; VILCH ES, Amparo. A Necessária
Renovação do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
GADOTTI, M. (1998). Pedagogia da práxis. São Paulo: Cortez.
WEISSMANN, H. (org.). (1998). Didática das Ciências Naturais: contribuições e
reflexões. Porto Alegre: Artmed.

Disciplina: Estágio Curricular supervisionado I Carga Horária: 100h


Docência na Educação Infantil
Ementa:
Fundamentação teórica do Estágio Curricular Supervisionado. Caracterização dos
espaços escolares da Educação Infantil. Observação, Monitoria e Regência na
Educação Infantil, reflexão sobre a escola, o aluno e o professor frente à docência,
observação desses aspectos através da pesquisa. Construção e execução de Projetos
de Intervenção.

Bibliografia Básica:
PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e Docência.
São Paulo: Cortez, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
SP: Paz e Terra,1996.
VEIGA, Ilma P. A. (org.) Caminhos da profissionalização do magistério.
Campinas,SP: Papirus, 1998.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil. Introdução /


Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental
Brasília: MEC/SEF, 1998.
MENEGOLLA, M. Sant´Anna, I.M. Por que planejar? Como planejar? Currículo -
Área - Aula. 14. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
ANTUNES, Celso. A criatividade na sala de aula. Petrópolis-RJ: Vozes, 2003.
BIANCHI, A.C. M;
ARROYO, M. Ofício de Mestre: imagens e autoimagens. Petrópolis-RJ: Vozes, 2000.
BARREIRO, Iraíde Marques Freitas. Prática de ensino e estágio supervisionado na
formação de professores /Iraíde Marques de Freitas Barreiro, Raimunda Abaou
Gebran. São Paulo: Avercamp, 2006.
BRASIL. Lei n.° 11.788, de 25 de agosto de 2008. Dispõe sobre o estágio de

50
estudantes.

6º PERIODO

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Carga Horária: 60h


Matemática II
Ementa:
Desenvolvimento e operacionalização de um domínio seguro dos objetivos, conteúdos
programáticos, princípios metodológicos, atividades e avaliação para o ensino de
Geometria, do conjunto N, Calculogia em N, Conjunto Q, Grandezas e Medidas,
Tratamento da Informação, numa visão problematizadora da realidade.

Bibliografia Básica:
CENTURION, M. Números e Operações: Conteúdo e Metodologia da Matemática.
SP: Scipione, 1994.
KAMII, Constance e outros. Crianças pequenas continuam reinventando a Aritmética
(séries iniciais): implicações da Teoria de Piaget – 2ª edição – Porto Alegre: Artmed,
2005.
TOLEDO, Marília e TOLEDO, Mauro. Didática da Matemática: como dois e dois. SP:
FTD, 1997
Bibliografia Complementar:

D’AMBROSIO, U. Educação Matemática: da teoria à prática. Campinas: Papirus, 1996.


MOURA, A. R. L. de; LOPES, C. A. E. (Orgs.). As crianças e as idéias de número,
espaço, formas, representações gráficas, estimativa e acaso. Campinas: Editora
Gráfica FE/UNICAMP –CEMPEM, v. 2, 2003 .
BACQUET, Michelle. Matemática sem dificuldades: ou como evitar que ela seja odiada
por seu aluno. Porto Alegre: Artmed,1996.
CARVALHO,D.L. Metodologia do Ensino da Matemática. São Paulo: Cortez,2000.
MACHADO, N.J. Matemática e língua materna. São Paulo: Cortez,1998.
PARRA, Cecília e SAIZ, Irmã. Didática da Matemática: Reflexões psico-pedagógicas.
Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

Disciplina: Fundamentos e Metodologia da Língua Carga Horária: 60h


Portuguesa II
Ementa:
Estudo crítico dos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa. Análise reflexiva de

51
Programas de ensino. Papel social e pedagógico dos livros didáticos. Critérios para
escolha e seleção de livros didáticos de Alfabetização e Português. Análise de livros
didáticos.

Bibliografia Básica
BRASIL – Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. 1o
e 2o Ciclos do Ensino Fundamental – Língua Portuguesa. Brasília, 1997.
VAL, Maria da Graça. et al. Livros didáticos da Língua Portuguesa: letramento e
cidadania. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
JOLIBERT, J. Formando crianças produtoras de textos. Porto Alegre: Artes Médicas,
1994.
Bibliografia Complementar:
SILVA, Ezequiel T. da e ZILBERMAN, Regina (orgs.) (1988). Leitura – Perspectivas
Interdisciplinares. São Paulo, Ática
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola
Editorial, 2003.
BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua
Portuguesa. Brasília, 1997.
COSTA VAL, Maria da Graça. Sobre o PNLD. In: COSTA VAL, Maria da Graça (org).
Alfabetização e Língua Portuguesa: livros didáticos e práticas pedagógicas. Belo
Horizonte: Autêntica, 2009.
MORAIS, Artur Gomes de e ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de. Novos Livros de
Alfabetização: dificuldades em inovar o ensino do sistema de escrita alfabética. In:
COSTA VAL, Maria da Graça e MARCUSCHI, Beth (orgs). Livros didáticos de língua
portuguesa: letramento e cidadania. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

Disciplina: Gestão dos Sistemas e Instituições de Carga Horária: 80 h


Ensino
Ementa:

Teorias da administração aplicadas à educação. A gestão dos sistemas de ensino de


órgãos educacionais. As políticas e a construção do trabalho coletivo na escola e as
relações desta com a sociedade civil. A escola como organizadora do processo
educativo.

Bibliografia Básica:
FONSECA, Marília. et al. Escolas gerenciadas: planos de desenvolvimento e projetos

52
político-pedagógicos em debate. Goiânia: UGC, 2004.
GADOTTI, Moacir. Organização do trabalho escolar. São Paulo, 1996.
VASCONCELLOS, Maria Nazareth Machado de Barros. Gestão de sistemas
educacionais. Curitiba: IESDE, 2009.

Bibliografia Complementar:
LUCK, Heloisa [et al] A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Petrópolis,
Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
LIBÂNEO, José Carlos &outros. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São
Paulo: Cortez, 2003.
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2001.
BOBBIO, N. O futuro da democracia. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
BORDIGNON, G.; GRACINDO, R. V. Gestão da educação: município e escola. IN:
FERREIRA, N. S.; AGUIAR, M. A. (org.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e
compromissos. São Paulo: Cortez, 2001.
BORDIGNON, G.; GRACINDO, R. V. Gestão da educação: município e escola. IN: FERREIRA,
N. S.; AGUIAR, M. A. (org.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e
compromissos. São Paulo: Cortez, 2001.

Disciplina: Corpo e Movimento Carga Horária: 60 h


Ementa:
Dimensão cultural do movimento humano e sua relação com a corporeidade e a
educação básica, envolvendo jogos na perspectiva da sua importância, conceituação e
função educativa, recreação, na perspectiva cultural e lúdica e suas relações com o
processo educativo. A visão da recreação hoje. Os conteúdos, metodologias, recursos,
avaliação participativa e dialógica e suas diferentes possibilidades de expressão e
relação com as artes
Bibliografia Básica:
BETTI, Mauro. A janela de vidro: esporte, televisão e educação física.
Campinas/SP:Papirus, 1998.
BRNHNS, M. O corpo parceiro e o corpo adversário. Campinas: Papirus, 1993.
KISHIMOTO, Tizuko M. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. 3ª ed. São Paulo:
Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar:

BRASIL. Ministério da Educação. PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais –


Educação Física. Brasília: Secretaria de Ensino Fundamental, 1998.

53
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação e
do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998.
MELLO, Maria Aparecida. Educação Física, Desempenho Escolar e Vida. IN:
PALHARES, Marina S.; MARINS, Simone Cristina (Orgs). Escola Inclusiva. São Carlos:
EDUFSCar, 2002.

Disciplina: Pesquisa Aplicada a Educação I -TCC Carga Horária: 60h


Ementa:
Fundamentação e organização teórico-conceitual de investigação científica para a
elaboração do trabalho de conclusão de curso. Considerações gerais sobre a linguagem
científica, formatação e normatização do TCC.

Bibliografia Básica:
GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de monografia, dissertação e tese. São
Paulo: Avercamp, 2004.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico: rocedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações
e trabalhos ientíficos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed., São Paulo: Cortez, 2002.

Bibliografia Complementar:
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento. São Paulo: Hucitec,
1993.
BARROS, Aidil de Jesus Paes; LCHFEL, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
Pesquisa: propostas epistemológicas. Petrópolis: Vozes, 1990.
FAZENDA, Ivani (org). Metodologia da Pesquisa Educacional. 6.ed. São Paulo:
Cortez, 1997.
LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
LUNA, S. V. de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2000.

54
Disciplina: Estágio Supervisionado II: Docência Carga Horária: 100h
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Ementa:
Fundamentação teórica do Estágio Curricular Supervisionado .Observação e monitoria
e Regência nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental .Acompanhamento da prática o
pedagogo na função da orientação Educacional nas escolas de educação básica, com
vistas à gestão escolar
Bibliografia Básica:
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática. 4.
ed. São Paulo: Cortez, 2001.
MATTOS, Lúcia Alves Faria. Gestão colegiada de escola. Belo Horizonte: UFMG, 1995
NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote,1995.
Autores Associados, 2011.
Bibliografia Complementar: .
WERLE, Flávio O. C. (org). Conselhos escolares: implicações na gestão da educação
básica. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
LUCK, Heloisa. Et al. Escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Petrópolis:
Vozes,2005.
PVEIGA, I. P. A. Perspectivas para reflexão em torno do projeto político-
pedagógico. In: VEIGA. I. P. &RESENDE, L. M. G. De. (orgs.). Escola: espaço do
projeto político-pedagógico. 2.ed. Campinas, SP: Papirus, 2000.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 15 de maio de
2006. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Diário Oficial da
União, Brasília, 16 de maio de 2006, Seção 1, p. 1

7 PERIODO
Disciplina: Fundamentos e Prática da Arte e Carga Horária: 80h
Educação
Ementa:

Estudo da arte como manifestação de expressão e comunicação humanas e as inter-


relações com os aspectos socioculturais. Tendências do ensino da arte no Brasil –
Metodologia do Ensino da Arte. Arte no cotidiano escolar.

Bibliografia Básica:
ALCANTARA, Fabiana. Arte e Educação. Rio de Janeiro: UCB, 2008.
PROSSER, Elizabeth Seraphim. Ensino de Artes. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2003.
FUSARI, M.; FERRAZ, M. A metodologia do ensino da arte. São Paulo: Cortez, 1993.

55
Bibliografia Complementar:

CAVALCANTI, Zélia. Arte na sala de aula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
DUARTE JR, João Francisco. Por que Arte-Educação? 6 ed. Campinas, SP:
Papirus,1991. (Coleção Ágere).
BITTENCOURT, Cândida A. de Carvalho. Arte e Educação: da Razão Instrumental à
Racionalidade Emancipatória. São Paulo: Juruá, 2004.
LEITE, Maria Isabel; OSTETTO, Luciana Esmeralda. Museu, Educação e Cultura:
encontros de crianças e professores com a arte. Campinas: Papirus, 2005.

Disciplina: Gestão dos Processos Formativos em Carga Horária: 60h


Espaços Escolares
Ementa:
Teorias da administração e inspeção aplicadas à educação. A gestão dos sistemas
educacionais na edificação dos espaços escolares. As políticas de construção do
trabalho coletivo na escola e as relações desta com a sociedade civil. A escola como
organizadora do processo educativo.

Bibliografia Básica:
GADOTTI, Moacir. Organização do trabalho escolar. São Paulo, 1996.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Gestão Democrática da Educação: desafios
contemporâneos. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2005.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Coordenação do trabalho pedagógico: do
projeto político-pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002
Bibliografia Complementar:

BOWDITCH; James L.; BUONO, Anthony F. Elementos de comportamento


organizacional. Trad. José Henrique Lamendorf. São Paulo: Pioneira, 1992.
FUSARI, José Cerchi, O planejamento do trabalho pedagógico: algumas indagações
e tentativas de respostas. Série Idéias n. 8. São Paulo: FDE, 1998, pp. 44-53.
PARO, V. E. A gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2002
NOVAIS, Gercina S.; CICILLINI, Graça A. (Org.). Formação docente e práticas
pedagógicas: olhares que se entrelaçam. Belo Horizonte: Junqueira e Marin, 2010.
OLIVEIRA, Dalila A. Reestruturação do trabalho docente: precarização e
flexibilização. Educação e Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, 2004.
PIMENTA, Selma G. (Org.). Pedagogia e pedagogos: caminhos e perspectivas. 2.ed.

56
São Paulo Cortez, 2006.

Disciplina: Fundamentos e metodologia da Carga Horária: 80h


Educação Especial/ Inclusiva
Ementa:
Concepções, princípios e diretrizes para um sistema educacional inclusivo. Aspectos
jurídicos da Educação Especial. Diretrizes nacionais para a Educação Especial no
Ensino Fundamental e Médio. Estratégias e operacionalização para uma sala de aula
inclusiva. Inclusão no mercado de trabalho: no esporte, turismo, lazer e recreação.
Aspectos gerais sobre as deficiências e as dificuldades de aprendizagem. O acesso de
acadêmicos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular. A formação do
professor para a Educação Especial.

Bibliografia Básica:
CARVALHO, E. R. A nova LDB e a Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
MAZZOTTA, M.J.S. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São
Paulo: Cortez, 1996.
SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA,
2003.

Bibliografia Complementar:
SIMÕES, Maria de Fátima Cardoso &AMARO, Vânia Luiza de Azevedo. Educação
Inclusiva: Libras. Rio de Janeiro: UCB, 2007.
ROSA, Suely Pereira da Silva; el al. Fundamentos Teóricos e Metodológicos da
Inclusão. Curitiba: IESDE, 2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Direito à Educação:
subsídios para gestão de sistemas educacionais: orientações gerais e marcos legais,
2004.
ILVA, Marilete Geralda da; CARVALHO, Mariza Borges Wall Barbosa de (Org.). Faces da
inclusão. São Luís, MA: EDUFMA, 2010. 334 p.
ROPOLI, Edilene Aparecida et al. A Educação especial na perspectiva da inclusão
escolar: a escola comum inclusiva . Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de
Educação Especial, Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010. 48 p. (Coleção A
educação especial na perspectiva da inclusão escolar).

57
Disciplina: Fundamentos e metodologia da Carga Horária: 60h
Educação de Jovens e Adultos
Ementa:
Função Social e política da educação de adultos. Fundamentação legal e políticas
públicas atuais para EJA no Brasil. Perfil dos educandos da EJA. A formação técnica e
política do educador para atuação na EJA. Elaboração de propostas de construção de
alternativas pedagógicas orientadas por experiências de vida e de trabalho para
educação de adultos. Superação do analfabetismo e a construção de escola para todos.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.

Bibliografia Complementar:
QUARESMA, Maisa dos Reis. Educação de Jovens e Adultos. Rio de Janeiro: UCB,
2007
MEC, Secretaria de Educação Fundamental – Proposta curricular para a educação
de jovens e adultos: 1° segmento do Ensino Fundamental: 1ª a 4ª série: introdução /
Secretaria de Educação Fundamental, 2002.
_______. Secretaria de Educação Fundamental – Proposta curricular para
educação de jovens e adultos: 2° segmento do Ensino Fundamental: 5ª a 8ª série:
introdução / Secretaria de Educação fundamental, 2002.

Bibliografia Complementar:

MOURA, Tânia Maria de. A prática pedagógica dos alfabetizadores de Jovens e


adultos: contribuições de Fereira Ferreiro e Vygostsky. São Paulo: Pioneira, 1999.
GADOTTI, Moacir. Educação e Poder: introdução à pedagogia do conflito. São Paulo:
Cortez, 1980.
BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.
Salto para o futuro: educação de jovens e adultos . Brasília, DF: Ministério da
Educação. Secretária de Educação a Distância, 1999. 107 p. (Série de Estudo.
Educação a Distância 10)
GADOTTI, Moacir, 1941; ROMÃO, José Eustáquio. INSTITUTO PAULO FREIRE.
Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. 8. ed. São Paulo: Cortez,
2006. 136 p. (Guia da escola cidadã 5).

58
Disciplina: Pesquisa Aplicada a Educação II: TCC Carga Horária: 60h
Ementa:
Fundamentação e organização teórico-conceitual de investigação científica para a
elaboração do trabalho de conclusão de curso. Considerações gerais sobre a linguagem
científica, formatação e normatização do TCC.

Bibliografia Básica:

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho


científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações
e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22ª edição, São Paulo: Cortez,
2002.
PADUA, E. M. M. de. Metodologia da pesquisa: abordagem teorico-pratica. 15 ed.
Campinas: Papirus, 2009.

Bibliografia Complementar:

PACHECO JR, W.; PEREIRA FILHO, H. V.; PEREIRA, V. L.; Pesquisa científica sem
tropeços. São Paulo: Atlas, 2007.
RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. São Paulo: Vozes, 2009.
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia: um guia para
a iniciação científica. 2 ed. Sao Paulo: Makron Books, 2000.
COSTA, Marco Antônio F. da ; COSTA, Maria de Fátima Barrozo da. Projeto de
pesquisa: entenda e faça. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011
LUNA, S. V. de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2000.
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

Disciplina: Estágio Supervisionado III: Docência Carga Horária: 100h


Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Ementa:
Regência nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Fundamentação, observação e
acompanhamento da prática administrativa nas escolas de educação básica, com vistas
à gestão escolar.

Bibliografia Básica:
MATTOS, Lúcia Alves Faria. Gestão colegiada de escola. Belo Horizonte: UFMG, 1995.
WERLE, Flávio O. C. (org). Conselhos escolares: implicações na gestão da educação

59
básica. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
LUCK, Heloisa. Et al. Escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Petrópolis:
Vozes, 2005.
Bibliografia Complementar:
LIMA, Maria do Socorro Lucena. A hora da prática: Reflexões sobre o Estágio
Supervisionado e a Ação docente. 4ª Ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.
CONTI, C. A.; RISCAL, S. A.; SANTOS. F. R. Organização escolar: da administração
tradicional à gestão democrática. EdUFSCar. (Coleção UAB UFSCar). 2011.
PARO, V.H. A gestão democrática da escola pública. São Paulo: Editora Ática, 2002
SAVIANI, D. Escola e democracia. 41 ed. Campinas, SP: Editores Associados, 2009.

8 Período

Disciplina: Gestão da Educação em espaços não Carga Horária: 60h


escolares
Ementa:
Gestão e organização do trabalho pedagógico na educação não formal de crianças,
jovens e adultos, em espaços diversos: Empresarial, Hospitalar, Carcerária, Campo.

Bibliografia Básica:
GRACIANE, M.S. Pedagogia Social de Rua. São Paulo: Cortez, 1998.
GOHN, M.da G. Educação não formal e cultura política: impactos sobre o
associativismo do 3º Setor. São Paulo: Cortez, 2001.
BIANCHETTI, L.; FREIRE, I. M. Um olhar sobre a diferença: interação, trabalho e
cidadania. Campinas, SP: Papirus, 1998. (Série Educação Especial) BRASIL.
Bibliografia Complementar:

FREINET, Célestin. Aprenda com eles e ensine melhor. Revista Nova Escola, São
Paulo, p. 19-21, jan / fev. 2001.
OLIVEIRA, D. A. Gestão democrática da educação: Desafios contemporâneos.
Petrópolis-RJ: Vozes, 1997.
PINTO, Álvaro Vieira. Sete Lições sobre educação de adultos. São Paulo: Cortez,
2000.
SCHEIBEL, Maria Fani.LEHENBAUER, Silvana. Reflexões sobre educação de jovens
e adultos – EJA. Porto Alegre: Palloti, 2006.

60
Disciplina: Língua Brasileira de Sinais- Libras Carga Horária: 80h
Ementa:
Estrutura da Língua Brasileira de Sinais: fundamentos, aspectos históricos, limites,
possibilidades e prática.
Surdez e linguagem. Papel social da Língua Brasileira de Sinais (LIBRA). LIBRAS no
contexto da Educação Inclusiva Bilíngue. Parâmetros formacionais dos sinais, uso do
espaço, relações pronominais, verbos direcionais e de negação, classificadores e
expressões faciais em LIBRAS. Ensino prático da LIBRAS.

Bibliografia Básica:
GÓES, Alexandre M. et. al. Língua brasileira de sinais- Libras uma introdução. São
Carlos: EdUFSCar, 2011. 168 p. (Coleção UAB-UFSCar).
QUADROS, Ronice Muller de. O Tradutor e Interprete de Língua Brasileira de Sinais
e Língua Portuguesa. Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à
Educação de Surdos- Brasília: MEC; SEESP, 2004.
SALES, Heloisa Maria Moreira; FAULSTICH, Enilde; CARVALHO, Orlene Lúcia e
RAMOS, Ana Adelina Lopo. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos. vol. I e II.
Brasília: MEC-SEESP, 2004
Bibliografia Complementar:

CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da


Língua Brasileira de Sinais. Volume II: Sinais de M a Z (Vol2, PP. 835-1620). São
Paulo: EDUSP, FABESP, Fundação Vitae, FENEIS, BRASIL TELECOM, 2001.
GESSER, A. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno
2009.
FELIPE, T. A. Introdução à gramática de LIBRAS. Rio de Janeiro: 1997.
FERREIRA BRITO. L. Integração social e educação de surdo. Rio de Janeiro: Babe,
1993
________________. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1995.

Disciplina: Educação para a Relações Interétnicas Carga Horária: 60


Ementa:

Conceito de Grupo Étnico. Processos sócio-culturais de construção de Identidade


Étnicas. Multiculturalismo e projetos interculturais. A questão da identidade étnica na sala
de aula. Etnicidade e Estrutura Social. Antagonismo, discriminação e conflito.

61
Sociedades Poliétnicas, Cultura e Política. Cultura e território. Assentamentos indígenas
urbanos.

Bibliografia Básica:
BARTH, F. Grupos étnicos e suas fronteiras. In POUTIGNAT, P. & STREIFF-FENART, J.
Teorias da etnicidade. Tradu. Élcio Fernandes. São Paulo, Unesp, 1998. p.185-227.
MOREIRA SANTOS, A. F. & PACHECO DE OLIVEIRA, J. Reconhecimento étnico em
exame: dois estudos sobre os Caxixó. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria/LACED,
2003.
ARBOSA, Lúcia M.A. Relações Étnicos Raciais em contexto escolar: fundamentos,
representações e ações. São Carlos: EdUFSCar, 2011. 70 p. (Coleção UAB-UFSCar).
Bibliografia Complementar:

GUSMÃO, N. M. M. (Org.). Diversidade cultural e educação: olhares cruzados. São


Paulo: Biruta, 2003.
ABRAMOWCZ, A., BARBOSA, L. M. A., SILVÉRIO, V. Educação como prática da
diferença. Campinas: Autores Associados, 2006.
AZAMBUJA, E. B. Olhares, vozes e silêncios que excluem: estereótipos de índios.
Cáceres: Editora Unemat, 2005.
BRASIL, Ministério da Educação, (1997). Parâmetros curriculares nacionais:
pluralidade cultural, orientação sexual. Brasília: MEC/Secretaria de Ensino
Fundamental.
PEREIRA, João B. B., (1987). A criança negra: identidade étnica e socialização.
Cadernos de Pesquisa, São Paulo, nº 63, nov., p. 41-46.
VALENTE, Ana Lúcia, (2003a). Conhecimentos antropológicos nos parâmetros
curriculares nacionais: para uma discussão da pluralidade cultural. In: GUSMÃO, Neusa
Maria Mendes de (org.) Diversidade, cultura e educação. São Paulo: Biruta. p. 17-46.

Disciplina: Pesquisa aplicada a Educação III: TCC Carga Horária: 60 h


Ementa:
Fundamentação e organização teórico-conceitual de investigação científica para a
elaboração do trabalho de conclusão de curso. Considerações gerais sobre a linguagem
científica, formatação e normatização do TCC.

Bibliografia Básica:
GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de monografia, dissertação e tese. São
Paulo: Avercamp, 2004.

62
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações
e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento. São Paulo: Hucitec,
1993.
Bibliografia Complementar:

PACHECO JR, W.; PEREIRA FILHO, H. V.; PEREIRA, V. L.; Pesquisa científica sem
tropeços. São Paulo: Atlas, 2007.
RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. São Paulo: Vozes, 2009.
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia: um guia para
a iniciação científica. 2 ed. Sao Paulo: Makron Books, 2000.
FRANÇA, Júnia Lessa e VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização
de publicações técnico-científicas. 8. ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do
conhecimento. – 7. ed. revisada. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

Disciplina: Estágio Supervisionado IV: Docência na Carga Horária: 100h


Educação de Jovens e Adultos e Educação
Especial/ Inclusiva

Ementa:
Fundamentação teórica do Estágio Curricular Supervisionado. Caracterização do espaço
de Educação Especial/Inclusiva e de EJA. Observação e estudo da organização e gestão
da Educação Especial/Inclusiva e na Educação de Jovens e Adultos. Observação,
Monitoria e Docência na Educação Especial/Inclusiva e EJA.

Bibliografia Básica:
COLL, César Palácios J. Necessidades educativas especiais e aprendizagem
escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. Complementares:
BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para Educação de Jovens e Adultos.
2. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2007.
ANDRÉ, Marli (Org.). Pedagogia das diferenças na sala de aula. Campinas:
Papirus, 1999.
Bibliografia Complementar:

63
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei No 10.048, de
08 de novembro de 2000. Brasília.
BRASIL. Parecer CNE/CEB nos 17, de 3 de julho de 2001. Resolução CNE/CEB no 2, de
11 de setembro de 2001. Brasília.

REILY, Lúcia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. Campinas: Papirus, 2004.


SCHEIBEL, Maria Fani. LEHENBAUER, Silvana. Reflexões sobre educação de
jovens e adultos: EJA. Porto Alegre: Palloti, 2006.

Disciplina: Pedagogia Hospitalar (Optativa): Carga Horária: 60h


Ementa:
A Pedagogia como princípio educativo na escolarização de crianças e jovens internados
em hospitais.

Bibliografia Básica:
FONSECA, Eneida s. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. São Paulo:
Memnon, 2003.
MATOS, Elizete L. M. et al. Pedagogia hospitalar. Curitiba: Champagnat, 2001.
_______. Pedagogia hospitalar – a humanização. Integrando educação e saúde.
Petrópolis: Vozes,
2006.
Bibliografia Complementar:
SILVA, Márcia Barbosa ( org). Medos, medinhos, medonhos: como lidar com o medo
infantil. Ijuí: UNIJUÍ, 2007.
MATOS, Elizete Lucia Moreira. Teoria e Pratica na Pedagogia Hospitalar. São Paulo:
Ed. Champagnat, 2011.
MATOS, Elizete Lucia Moreira , MUGIATTI , Margarida Maria Teixeira de Freitas.
Pedagogia Hospitalar: a humanização integrando educação e saúde. Petrópolis:
Vozes. ISBN: 9788532634085, 2009.
ASSIS, Walkiria de. Classe Hospitalar – um olhar pedagógico singular. 1. ed. São
Paulo: Phorte editora, 2009. CAMPOS, TCP. Psicologia Hospitalar: Atuação do
Psicólogo em Hospitais. São Paulo: EPU editora, 1995.

64
Disciplina: Pedagogia Empresarial (Optativa) Carga Horária: 60 h

Ementa:
A Pedagogia como princípio educativo no trabalho, em empresas e organizações.
Bibliografia Básica:
RIBEIRO, Amélia E. do A. Pedagogia Empresarial – administração recursos humanos.
Rio de Janeiro, 2007.
ALMEIDA, Marcus G. Pedagogia empresarial: saberes, práticas e reverenciais. São
Paulo: Brasport, 2006.
RIBEIRO, Amélia E. do A. Pedagogia empresarial: a atuação do pedagogo na empresa.
Rio de Janeiro: Wark, 2003

Bibliografia Complementar:
ESCOTTO, Amélia – Pedagogia Empresarial – Atuação do Pedagogo. Rio de
Janeiro.Wak.2004
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral. Temas atuais em pedagogia empresarial:
aprender ser competitivo. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da escola:teoria e prática. 5ªed.
Goiânia: Alternativa, 2004.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre:
Artmed, 2000
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários a educação do futuro. 10ªed. Cortez,
2005.

Disciplina: Pedagogia Carcerária (Optativa) Carga Horária: 60h

Ementa:
A Pedagogia como princípio educativo na escolarização de pessoas em instituições de
liberdade privada.

Bibliografia Básica:
CARVALHO, José M. de. Cidadania no Brasil – o longo caminho. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003.
PEDROSO, Regina Célia. Violência e cidadania no Brasil. São Paulo: Ática, 1999.
CRAIDY, Carmem M. et al. Medidas sócio-educativas: da repressão à educação. Porto
Alegre:UFRGS, 1998;
Bibliografia Complementar:
BORDIEU, P.. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

65
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 21. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. História da Violência nas Prisões. Petrópolis: Vozes,
1997.
OTTOBONI, Mário. Ninguém é Irrecuperável. 2. ed. São Paulo: Cidade Nova, 2001.

Disciplina: Pedagogia do Campo (Optativa) Carga Horária: 60h


Ementa:

Educação do Campo: contexto histórico, social e político. Educação do Campo e


diversidade. Movimentos sociais e Educação do Campo. Marcos legais. Pedagogia da
Alternância. Desafios da Educação do Campo como política pública. Experiências em
Educação do Campo.

Bibliografia Básica:

ARROYO, Miguel G.; FERNANDES, Bernardo M. A educação básica e o movimento


social do campo: por uma educação básica do campo. Brasília: Peres, 1999.
(coleção por uma educação básica no campo, 2).
CALAZANS, Maria Julieta Costa. Para compreender a educação do estado no meio
rural: traços de uma trajetória. In: THERRIEN, Jacques; DAMASCENO, Maria Nobre
(Coords.). Educação e escola no campo. Campinas: Papirus, 1993.
CALDART, Roseli. Por uma Educação do Campo: traços de uma identidade em
construção. In. KOLING, Edgar J., CERIOLI, Paulo; CALDART, Roseli S. Educação
do Campo: identidade e políticas públicas. Brasília-DF: 2002.

Bibliografia Complementar:

ARROYO, Miguel G.,CALDART, Rosely S. &MOLINA, Mônica C.(orgs.). Por uma


educação do campo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade. Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo. Referências para
uma Política Nacional de Educação do Campo. Brasília: MEC/SECAD, 2003.
SILVA, Lourdes Helena. As Experiências de Formação de Jovens do Campo –
Alternância ou Alternâncias? Viçosa: UFV, 2003.
TAFFAREL, Celi N. Z. Da escola rural à educação no campo. Salvador, 2007.
THERRIEN, Jacques; DAMASCENO, Maria Nobre (Coords.). Educação e escola no
campo. Campinas: Papirus, 1993. p. 15-40

66
6.4 Prática Profissional/Formação

A prática, aqui também entendida como prática profissional, prática de formação, prática
pedagógica profissional e/ou prática como componente curricular constituiu-se em uma fonte
permanente e privilegiada de reflexão e de atuação na formação do futuro profissional da
educação. Trata-se ainda do momento em que se busca produzir conhecimentos diretamente
relacionados com o fazer do futuro docente de modo a promover o desenvolvimento de um
compromisso ético e político com uma sociedade democrática.
Os momentos de prática perpassará todo o percurso propiciando a análise do
movimento complexo existente entre compreensão da natureza e da especificidade do
conhecimento pedagógico. Conforme o Parecer CNE nº28/ 2001:
A prática, como componente curricular, que terá necessariamente a marca dos
projetos pedagógicos das instituições formadoras, ao transcender a sala de
aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar, pode
envolver uma articulação com os órgãos normativos e com os órgãos
executivos dos sistemas- desenvolvimento, execução educacionais, incluindo o
uso de tecnologias educacionais e diferentes recursos e estratégias didático-
pedagógicas. (Brasil, p. 9, 2001)

Há que se considerar ainda o Parecer CNE/CES nº5/2005 que esclarece que as


atividades caracterizadas como prática como componente curricular podem ser desenvolvidas
como núcleo ou como parte de disciplinas ou de outras atividades formativas. Isto inclui as
disciplinas de caráter prático relacionadas à formação pedagógica, mas não aquelas
relacionadas aos fundamentos técnico-científicos correspondentes a uma determinada área do
conhecimento.
Dessa forma, a prática no curso de Pedagogia tem como objetivo promover a
articulação das atividades de ensino, pesquisa e extensão; atuar como elemento organizador
dos diferentes conteúdos curriculares desenvolvidos nas demais atividades curriculares
presentes na proposta pedagógica do curso. Esta atividade deverá está associada aos eixos
integradores de cada período, não podendo ser desvinculada dos conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural concretizando, de forma efetiva e clara, a relação teoria-prática.
A prática deve ocorrer em todos os períodos do Curso e estará sob a
responsabilidade dos professores de cada período, na medida em que as disciplinas carregam
uma dimensão prática em sua organização pedagógica. No exercício dessa responsabilidade,
cada professor deverá oportunizar a busca da aplicação, na prática, do conhecimento de sua
especialidade e planejar as atividades que serão executadas, conforme o número de horas
definidas para tal, na disciplina de sua responsabilidade.
A intenção é que esta prática constitua-se um instrumento de integração do
acadêmico com a realidade social, econômica e o trabalho no curso. Promovendo a

67
interlocução com os referenciais teóricos do currículo a partir dos primeiros semestres do curso,
permitindo a sua participação em projetos integrados e favorecendo a aproximação entre ações
propostas pelas disciplinas/áreas/atividades. Prevê, de um lado, a iniciação à pesquisa
educacional e ao ensino, a articulação teoria e prática, considerando que a formação
profissional não deve se desvencilhar da pesquisa e de, outro, a iniciação profissional junto às
escolas ou outros ambientes educacionais, nas atividades de observação, análise e
intervenção.
A partir do 5º período a prática estará vinculada ao estágio supervisionado,
visando ao desenvolvimento de atividades de articulação entre a teoria e a prática buscando
superar a dicotomia aí existente, construindo uma relação dialética entre o fazer e o pensar,
objetivando, assim, a construção de uma ação docente reflexiva e comprometida com a
construção da interdisciplinaridade e da pesquisa.

6.5 Estágio Curricular Supervisionado

Para qualquer área do conhecimento é fundamental a reflexão crítica sobre os


processos de aquisição do conhecimento do ser humano, e as bases que permeiam a sua
inserção no mundo. Tais conhecimentos fornecem o instrumental necessário para a
compreensão do mundo como um todo, permitindo a cada graduando entender, questionar e
participar dos processos coletivos a que estará sujeito ao longo de sua vida profissional. Nesse
sentido, caberá ao professor de estágio a responsabilidade sobre a articulação prática das
disciplinas, cujos conteúdos são específicos para essa formação.
O estagiário será orientado pelo professor de estágio e acompanhado pelo tutor
presencial, devendo o tutor presencial acompanhar os seus estagiários, inclusive visitando-os
na instituição em que realizam o estágio. As atividades de estágio, serão planejadas juntamente
com as demais disciplinas e discutidas com o grupo de colegas, nas atividades presenciais. O
estágio supervisionado será direcionado para a superação da visão conteudista
(supervalorização dos conteúdos teórico-acadêmicos) e da visão praticista/aplicacionista
(supervalorização do fazer, desconsiderando a dimensão teórica dos conhecimentos).O Estágio
Curricular Supervisionado será, portanto, obrigatório e considerado atividade articulada com as
atividades de trabalho acadêmico, com as demais disciplinas e realizado por meio de atividades
de pesquisa ao longo do Curso.
Para a consecução dessa proposta, a operacionalização do estágio será organizada
conforme as etapas que serão descritas adiante. Propõe-se que as atividades se iniciem no
Curso com tempo suficiente para os acadêmicos-estagiários acompanharem a rotina do
trabalho durante um período em que eles possam não só conhecer, caracterizar e problematizar
a instituição, as suas esferas de atuação e a sua práxis, mas possam, também, avaliar o

68
desenvolvimento de propostas, a dinâmica dos grupos, as diferentes dimensões do trabalho
inerentes ao magistério e ao processo pedagógico. Assim, efetivamente, promoverão seu
progressivo processo de aprendizagem, experienciando, na prática, sua produção, e na sua
atuação como profissionais cidadãos. Portanto, as orientações relacionadas ao planejamento
do estágio comporão, ao final, uma carga horária de 480 horas–aula e serão realizadas a partir
do 5° período, observadas as seguintes etapas:

1ª etapa: A partir do 5º período, após a fundamentação teórica dos conteúdos , os acadêmicos-


estagiários apresentarão o projeto de estágio.

2ª etapa: A seguir, o grupo passará para a operacionalização do projeto à vista dos objetivos e
das metodologias, conforme previsto. De forma articulada propõe-se, como início das atividades
de estágio, a caracterização da instituição em que os acadêmicos estagiários estarão inseridos,
através da pesquisa de campo, que visará aspectos qualitativos. Essa caracterização visa
proporcionar aos acadêmicos-estagiários o estudo organizado do cotidiano institucional, para
que eles possam estudar problematizar e descrever a realidade do seu campo de trabalho.

3ª etapa: O passo seguinte é o estudo da fundamentação metodológica das práticas dos


conteúdos, com produção oral e escrita de conhecimentos relacionados à sua formação. É o
momento em que deverá haver a mediação entre a pesquisa, a aprendizagem e a criação de
estratégias e procedimentos que permeiam a produção do conhecimento e a prática
profissional. Propõe-se que haja o entendimento entre os conteúdos das disciplinas do curso e
a aprendizagem de suas especificidades. Associados à metodologia de aprendizagem dos
diferentes conteúdos e à relação que estes devem ter com o processo de estágio e com a
produção de conhecimento, os acadêmicos-estagiários deverão também reconhecer a
necessidade do ensino voltado para a ampliação do universo cultural, para a construção da
cidadania e para as temáticas sociais transversais ao currículo escolar.

4ª etapa: Nesta etapa, os acadêmicos-estagiários promoverão, sob a orientação do professor


de estágio, a problematização da realidade caracterizada, em pequenos grupos, conforme
afinidade dos temas previstos nos projetos. Acompanhados pelo tutor presencial discutirão cada
realidade caracterizada, utilizando este momento para troca de experiências, estudo e análise,
tanto das experiências positivas, quanto dos problemas identificados durante a realização do
estágio e propondo, para estes, alternativas de intervenção. Na sequencia, os acadêmicos
elaborarão propostas de intervenção.
Propõe-se que os estagiários, ao elaborarem o planejamento de sua intervenção,
priorizem o trabalho interdisciplinar e proponham o redimensionamento do enfoque disciplinar,

69
situando os saberes disciplinares no conjunto dos conhecimentos, superando-se a
fragmentação desses conteúdos.

6.6 – Atividades Complementares

As Atividades Acadêmico-científico-culturais (AACC) ou Atividades Complementares


(AC), integrantes do currículo pleno dos cursos de Educação a Distância, correspondem a 200
(duzentas) horas, carga horária que pode ser cumprida pelo acadêmico durante todo o curso de
graduação e seguirá o “Regulamento para normatização das atividades acadêmico-científico-
culturais ou atividades complementares: UAB/IFNMG”.
As AC não estão vinculadas a nenhum período da matriz curricular e sua escolha é de
responsabilidade exclusiva do acadêmico, considerando que sua finalidade é o enriquecimento
do currículo pleno do curso, permitindo-lhe uma ampliação de seus conhecimentos, tendo como
objetivo a formação integral do profissional a partir de experiências acadêmicas, científicas e
culturais.
A carga horária cumprida pelo acadêmico constará do seu histórico escolar ao final de
cada período letivo. As AC serão distribuídas ao longo dos oito (8) semestres e computadas,
desde que comprovadas oficialmente através de certificados, declarações, históricos, relatórios
e/ou cópias.
A atribuição de valores correspondentes às atividades de formação do estudante estará
associado ao nível de dificuldade da atividade desenvolvida. Para integralizar as 200h, o
estudante deverá executar pelo menos cinco diferentes atividades das descritas na Tabela
Padrão do “Regulamento para normatização das atividades acadêmico-científico-culturais ou
atividades complementares: UAB/IFNMG”.
A atribuição da carga horária a ser computada por atividade deve seguir a tabela de
conversão constante no referido regulamento.

6.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Curso de Pedagogia da UAB/IFNMG


constitui-se em uma atividade científica de sistematização do conhecimento sobre um objeto de
estudo, cuja exigência é um requisito obrigatório para integralização curricular do formando.
Este trabalho deverá focalizar um tema ligado à área de concentração do curso, em
consonância com os objetivos do mesmo.
O TCC se constituirá em dois momentos no curso: como disciplinas e ao mesmo tempo
como atividade orientada. Como disciplinas se efetivará em “Pesquisa Aplicada à Educação I-

70
TCC”, “Pesquisa Aplicada à Educação II: TCC” e “Pesquisa Aplicada à Educação III: TCC”. O
objetivo é oferecer ao acadêmico os subsídos necessários para se apropriarem da docência
enquanto pesquisa.
O TCC resultará em trabalho escrito respaldado por uma atividade de pesquisa,
apresentando como características: sistematização, completude, unidade temática, investigação
de fatos, metodologia adequada, contribuição da reflexão para a ciência. Este será um legado
do acadêmico para todos os que se interessarem pelo assunto, a fim de fornecer subsídios
para possíveis intervenções e/ou fundamentações.
Para definição dos TCC a serem desenvolvidos é importante que os acadêmicos façam
uma reflexão sobre as atividades desenvolvidas no curso, especialmente aquelas contempladas
pelos componentes da prática profissional. Isto porque estas atividades, ao possibilitarem o
contato e análise da realidade pelos alunos, possibilitam a problematização sobre diversos
aspectos da atuação docente. Assim, ao mesmo tempo em que o TCC se configura num
componente da Prática Profissional, é também subsidiada por ela.
Cada estudante terá um professor-orientador que acompanhará o desenvolvimento do
projeto. O orientador será, preferencialmente, um professor que ministrou uma das disciplinas
do curso. A proposta do TCC, assim como o orientador, devem ser definidos em data
estabelecida pela coordenação do curso.
Para o desenvolvimento do trabalho de conclusão, deverão ser respeitadas as normas e
diretrizes do “Regulamento para Normatização dos Trabalhos de Conclusão de Curso:
UAB/IFNMG”..

6.8 Iniciação Científica

O IFNMG tem por princípio a vinculação estreita com a ciência e tecnologia,


destinadas à construção da cidadania, da democracia, da defesa do meio ambiente e da vida.
Por isso, estimula e possibilita aos acadêmicos o desenvolvimento de habilidades e
competências para o trabalho sistemático de pesquisa e elaboração de trabalhos científicos. Já
que a iniciação científica oferece ao acadêmico as ferramentas necessárias à aquisição dos
saberes propostos pela educação superior, ao mesmo tempo em que desperta e cultiva a
vocação científica e tecnológica.
Dessa forma, o acadêmico de Pedagogia no IFNMG terá oportunidade de
desenvolver pesquisas via programas institucionais a exemplo do Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC).

71
7 - APOIO AO DISCENTE E À APRENDIZAGEM

A) Sistema de Tutoria
A sociedade informacional, equipada dos mais variados e avançados recursos
audiovisuais e online, não deixou de destacar que os melhores cursos a distância dão uma
ênfase especial ao trabalho do sistema tutorial, encarado como um expediente teórico-
pedagógico que representa um dos pilares da educação a distância.
Este sistema tutorial prevê um apoio pedagógico consistente e contínuo que garantirá a
operacionalização do curso, de forma a atender os acadêmicos nas modalidades individual e
coletiva, incluindo a tutoria presencial e a distância, cuja metodologia de trabalho oportunizará a
constituição de redes de educadores, conectando professores – tutores – acadêmicos -
coordenação.
Convém esclarecer que o trabalho do tutor determinará o diálogo permanente e
fundamental entre o curso e seus acadêmicos, desfazendo a ideia cultural da impessoalidade
dos cursos a distância. Por sua característica de ligação constante com os acadêmicos, o tutor
é quem poderá responder com exatidão sobre o desempenho, as características, as
dificuldades, os desafios e os progressos de cada um deles.

A.1) Tutoria Presencial

Esse tipo de tutoria é especialmente importante por ser delineado pelo contato pessoal do
tutor com o acadêmico, no âmbito afetivo, atitudinal e é, geralmente, o mais solicitado pelos
acadêmicos. Esse processo estimula o intercâmbio de experiências, de construções coletivas e
individuais de conhecimentos, além de permitir o confronto de ideias nas mais variadas
atividades que serão desenvolvidas ao longo do curso.
Nessa modalidade presencial, o tutor será presença constante, tanto nos Polos
Presenciais, quanto nas instituições em que o acadêmico estagiará, orientando-o sempre a
refletir, a investigar, a questionar sua ação enquanto futuro docente, ao mesmo tempo em que
irá propor ações para a transformação da prática pedagógica em pontos considerados
estranguladores do processo. Cada curso terá um tutor no polo. A princípio, os tutores reunir-se-
ão com os acadêmicos para que sejam efetivadas as apresentações iniciais para a troca de
endereços, telefones, e-mails e, ainda, discutir a função da tutoria.
Os encontros presenciais representarão momentos para todo tipo de acompanhamento
dos acadêmicos e, ainda, para:
- discussões sobre os conteúdos de cada área do conhecimento;
- elaboração de planejamento dos momentos de estudo em grupo, propostos pelo professor
formador;

72
- orientações e sugestões quanto às leituras que deverão ser feitas, auxiliando-os em suas
dúvidas (resolvendo ou encaminhando-os para resoluções);
- acompanhamento e avaliação da aprendizagem dos acadêmicos, bem como a elaboração do
TCC, de relatórios e outros procedimentos;
- proposição de formas auxiliares de estudo;
- orientação aos acadêmicos sobre a importância da pesquisa científica;
- alimentação de um esforço positivo na superação de dificuldades;
- favorecimento de troca de experiências e conhecimentos em atividades em grupo;
- incentivo de debates e produções individuais e coletivas.

A.2) Tutoria a Distância


Os tutores a distância farão o acompanhamento das atividades dos acadêmicos,
utilizando o Ambiente Virtual de Aprendizagem do IFNMG, para esclarecer dúvidas e prestar
outras informações.
São atribuições dos tutores a distância:
- acompanhar os acadêmicos em todas as disciplinas do período;
- orientar o acadêmico para estudo a distância, incentivando a autonomia da aprendizagem;
- registrar o progresso, as dificuldades e os resultados obtidos;
- orientar com clareza o acadêmico que apresentar dificuldade para navegar pelo Ambiente
Virtual ou a entender a metodologia adotada no curso;
- discutir, com o auxílio do Professor Formador de cada disciplina, os conteúdos de cada área
do conhecimento;
- acompanhar a avaliação da aprendizagem dos acadêmicos, bem como a elaboração do TCC,
de Relatórios, e outros procedimentos;
- acompanhar o Plano de Estudo Individualizado junto ao acadêmico, dando-lhe todo o suporte
necessário à superação de suas dificuldades;
- propor formas auxiliares de estudo;
- auxiliar o professor formador na correção de avaliações quando solicitado;
- consolidar os dados da Avaliação On-line (AO);
- pesquisar e disponibilizar objetos de aprendizagem na Plataforma Virtual;
- representar o professor formador nos fóruns, quando solicitado.
Nestes casos, a preocupação para atender, de forma adequada, o desafio da tutoria a
distância é escolher e disponibilizar o instrumento adequado, simples e de melhor acesso, para
tratar dos pontos de interesse dos acadêmicos que deverão ser imediatamente respondidos.

73
B) Familiarização tecnológica com a Educação a Distância

A primeira disciplina a ser trabalhada, “Introdução à Educação a Distância”, visa à


compreensão da metodologia de educação a distância e à preparação dos acadêmicos para a
ambientação no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), que balizarão a organização dos
estudos e aprendizagem dos conteúdos da Licenciatura em Pedagogia. A disciplina além de
apresentar conceitos e teorias relacionados a ambientes e grupos de aprendizagem, será
responsável por capacitar o estudante na Plataforma Virtual a ser utilizada ao longo do curso.
A referida disciplina se efetivará em 40h e se pautará em forma de avaliação qualitativa
planejada pelo professor responsável pela disciplina que dispensa a obrigatoriedade de provas
online e/ou presencial.

C) Estudos Individuais

Os estudos individuais destinam-se ao desenvolvimento de habilidades de gestão e


organização do tempo de estudo e a autonomia no processo de aprendizagem, através da
leitura dos cadernos didáticos e realização de atividades específicas. Essas atividades
constarão nos cadernos dos módulos ou serão propostas pelo professor formador da disciplina,
sob a forma de textos, exercícios individuais, para desenvolvimento, aplicação e
problematização das questões conceituais e da prática profissional. Elas deverão ser postadas
periodicamente no AVA para os professores formadores, sob a supervisão dos tutores
presenciais e/ou a distância.

D) Grupos de Trabalho

Os grupos de trabalho constituem-se em grupos de acadêmicos que se reunirão


periodicamente para realização das atividades coletivas autoinstrucionais previstas no caderno
de estudos e/ou sugeridas pelo professor no decorrer do curso. Esses grupos serão formados
levando-se em consideração o local de residência dos acadêmicos e as possibilidades de
encontros presenciais para realização das atividades. Têm como principal objetivo o
desenvolvimento de competências profissionais, vinculadas à capacidade de construir relações
e compartilhar as práticas de formação, favorecendo a problematização, a troca de ideias e a
construção da prática coletiva. Caberá ao próprio grupo organizar o calendário para realização
de seus encontros, contando, para isso, com a orientação e colaboração do tutor presencial.

74
E) Encontros Presenciais

Os encontros presenciais são realizados para estudos e para avaliação, constituirão um


dos principais momentos para socialização das atividades. Sua finalidade é propiciar a troca de
experiências entre acadêmicos, apresentar a disciplina, introduzir novas atividades e dar
orientações gerais, avaliar resultados, sanar dúvidas e dificuldades. Nesses encontros, os
acadêmicos terão também a oportunidade de apresentar, discutir e analisar as situações-
problema propostas em cada uma das disciplinas do curso.
As aulas expositivas, de responsabilidade do professor formador, serão ofertadas por
meio de videoaulas, tendo dois intervalos para a realização das atividades propostas pelo
professor. O tutor presencial será responsável por coordenar e avaliar a realização dessas
atividades rigorosamente planejadas pelo professor. Haverá, também, momentos presenciais
para os acadêmicos realizarem as avaliações referentes aos conteúdos trabalhados na
disciplina. Esses momentos presenciais serão organizados pelos coordenadores de curso e
coordenadores de polo.

75
Apresentação dos Momentos Presenciais e a Distância

Evento Objetivo Responsável

Momento presencial de Apresentar videoaulas, contemplando, as Professor Formador,


estudo unidades do caderno didático da disciplina Coordenador de Curso
especificada no calendário escolar. Ao término Coordenador de Polo e Tutor
de cada videoaula, serão propostas atividades presencial.
práticas.

Estudo no AVA Discutir os temas propostos pelo professor Professor Formador, Tutor à
formador, buscando a construção colaborativa distância e Tutor presencial.
de conhecimentos.

Seminário de Consolidação Realizar seminários e/ou aulas práticas, Professor Formador,


de Estudos/Atividades conforme a exigência de cada disciplina, Coordenador de Curso e
Práticas visando à consolidação dos conhecimentos Coordenador de Polo-Professor
construídos. Formador e Tutor presencial.

Revisão da disciplina no AVA Revisar o conteúdo através de resumo da Professor Formador,


disciplina disponibilizada no AVA pelo Coordenador de Tutoria, Tutor à
professor formador. distância e Tutor presencial.

Plantões presenciais no Polo Revisar o conteúdo através de resumo da Tutor presencial e coordenador
disciplina e atividades práticas planejadas e de polo.
propostas pelo professor formador.

Atividade de Aprendizagem Consolidar os conteúdos estudados durante a Professor formador e tutor


disciplina. presencial.

Avaliação Online Verificar os conhecimentos construídos ao Professor Formador,


longo das disciplinas que compõem o módulo Coordenador de Tutoria,
(sempre em grupos de três disciplinas), Coordenador de Polo e Tutor à
através de instrumento online, no qual o aluno distância e Tutor presencial.
terá 50 minutos para resolver questões
objetivas de cada disciplina, preparando o
acadêmico para a Avaliação Presencial.

Avaliações Presenciais Verificar os conhecimentos construídos ao Professor Formador,


longo do estudo das disciplinas que compõem Coordenador de Tutoria,
o módulo. Coordenador de Polo e Tutor
presencial.

Autoavaliação Refletir sobre a própria aprendizagem, visando Professor Formador e tutores.


melhorias.

F) Plantões de atendimento no polo presencial e no AVA

Além do atendimento nos encontros presenciais e no AVA, a tutoria presencial


também oferece horários de atendimento semanal em regime de plantão presencial, em dias e
horários pré-determinados, conforme recomendação citada no Referencial de Qualidade para
EaD.
Os plantões têm como objetivo:

76
• acompanhar o andamento das atividades previstas;
• oferecer suporte ao estudo individual, inclusive no auxílio da elaboração de
planos de estudos;
• estimular a organização dos acadêmicos em grupos;
• mediar e/ou orientar grupos de estudos;
• estimular o hábito de compartilhar experiências. Esta habilidade pode diminuir a
sensação de isolamento pelo caráter da modalidade a distância, além de desenvolver a
competência do trabalho em grupo

8- CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO: DE DISCIPLINAS E CONHECIMENTOS E


EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

No curso de Pedagogia o aproveitamento de disciplina e de conhecimentos e


experiências anteriores estão regulamentados pelo “Regulamento dos Cursos de graduação do
IFNMG”.
O aproveitamento de disciplinas compreende a possibilidade de aproveitamento de
disciplinas estudadas em outro curso superior mediante a apresentação do requerimento
específico.
O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores consiste na possibilidade
de abreviação da duração do curso para acadêmicos que demonstrarem, por meio de provas e
outros instrumentos de avaliação específicos, possuírem extraordinário aproveitamento de
estudo ou comprovação de competência adquirida em ambiente extraescolar.

9 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

Nos termos da legislação em vigor, a avaliação do rendimento do acadêmico para


fins de promoção, certificação ou diplomação realizar-se-á no processo, por meio de exames
presenciais, segundo procedimentos e critérios definidos neste projeto. Os exames deverão
avaliar competências, conteúdos e habilidades descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Curso, bem como outras que o Curso se propõe a desenvolver.
Considerando as profundas transformações pelas quais passa o ensino neste novo
milênio, avaliar é uma forma de estar sintonizado com as tendências e demandas postas pela
dinâmica da sociedade, considerando que esta redefine suas relações e interações com a
escola.
Sendo este projeto a expressão materializada de saberes socialmente produzidos
e, ao mesmo tempo, a reflexão crítica desses saberes, cabe-lhe o desafio de promover o
conhecimento e registrar seus resultados, imprimindo um caráter sistemático e processual às

77
ações avaliativas que redefinam a atuação, buscando o rigor da crítica e da reflexão, para
pensar novas diretrizes que levem a um processo continuado.
A avaliação desempenha funções que a tornaram indispensável no processo
educativo. Sua função mais evidente é a pedagógica que visa, principalmente, a verificação da
aprendizagem do acadêmico, a identificação de suas necessidades e melhoria do processo de
ensino e aprendizagem, objetivando a qualidade e realimentação do processo. É também
importante a sua função social de certificação dos estudos realizados pelos acadêmicos,
compreendida como o domínio das competências curriculares previstas na proposta
pedagógica do curso.
A avaliação na EaD busca a interdependência das modalidades diagnóstica,
formativa e somativa, com ênfase na sua continuidade e respeitando o ritmo de aprendizagem
de cada acadêmico. A vivência da avaliação, como um processo contínuo e formador, contribui
para uma mudança na prática avaliativa na escola.
A avaliação da aprendizagem terá por objetivo verificar o desenvolvimento do
acadêmico nas competências previstas em cada período e sua capacidade de mobilizar
conhecimentos e aplicá-los em situações-problema, delineando hipóteses. Será processual e
baseada em atividades individuais e coletivas, previstas nos períodos. As atividades produzidas
serão acompanhadas e avaliadas pelos tutores, com apoio da equipe de professores
formadores.
Neste curso, além das atividades avaliativas processuais, Atividades Avaliativas- AA
e Avaliação On line - AO, será realizada uma avaliação presencial aplicada ao final de cada
período. Estas avaliações serão elaboradas pela equipe de professores formadores do curso e
aplicadas nos Polos de Apoio Presencial, fazendo parte das atividades presenciais do Curso. A
avaliação permanente, analisando processos e resultados e acompanhando o ritmo de
aprendizagem diferenciada, será uma constante neste processo. Para tanto, a equipe de
acompanhamento desenvolverá um monitoramento sistemático do Curso, utilizando um sistema
informatizado e buscando um acompanhamento ágil e detalhado de todas as etapas do
processo. Desse modo, pretende-se garantir eficiência e rapidez nas intervenções necessárias.
Ao início do Programa serão realizados diagnósticos.
A avaliação de desempenho do acadêmico, ao final de cada período, abrange:
· desempenho em cada disciplina, tanto nas atividades de verificação programada, como nas
avaliações presenciais, prevendo uma média final mínima de 60 pontos e, no mínimo, 75%
(setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades presenciais;
· o acadêmico que não alcançar a média de pontos necessário para aprovação na disciplina,
terá oportunidade de recuperar sua nota através dos Estudos Orientados Individuais (EIO). Esta
recuperação, deverá ser orientada pelo professor formador e pelo tutor a distância. Nela
deverão estar previstas ações capazes de elevar o seu nível de aprendizagem, tendo direito a

78
uma nova AO, em data a ser agendada pela coordenação do curso;
- Ao fim da disciplina e da oportunidade da recuperação (EIO), no final do período, conforme o
Regulamento dos Cursos de Graduação o acadêmico que alcançar, na disciplina, média igual
ou superior a 40 (quarenta) pontos e 75% de frequência, submeter-se-á a exame final,
abrangendo todo o conteúdo programático da disciplina. Serão aprovados aqueles que
obtiverem ao final, a média aritmética igual ou superior a 60 pontos obtida a partir das notas do
exame final e da nota da disciplina, conforme fórmula:
(Exame final + Nota do período) / 2 = Nota final ≥ 60,0 (Aprovado)
- O acadêmico que obtiver, na disciplina, média inferior a 40 (quarenta) pontos e/ou frequência
inferior a 75%, será considerado reprovado e deverá cursar a disciplina novamente, nos termos
estabelecidos pela coordenação do curso e coordenação geral da UAB.
- para aprovação no curso, o acadêmico deve ter obtido desempenho satisfatório em todas as
disciplinas de todos os períodos, de acordo com os critérios estabelecidos pelo IFNMG e ter
sido aprovado em seu relatório final de estágio, na apresentação do TCC, bem como no
cumprimento da carga horária de AACC ou AC.
- outras especifidades do processo de avaliação da aprendizagem estão especificados pelo
regulamento dos cursos de graduação do IFNMG;
· os acadêmicos realizarão, nos Polos de Apoio Presencial, uma avaliação presencial ao final
da disciplina ou do período, preferencialmente, aos sábados ou domingos.
· essas avaliações serão corrigidas pelos professores responsáveis pela disciplina ou pelos
tutores a distância, quando solicitado. Além disso, cada acadêmico fará autoavaliações, ao
longo do Curso, para que possa, por si mesmo, acompanhar seu desempenho nas disciplinas;
· os acadêmicos poderão ter trabalhos obrigatórios, de campo, de laboratórios ou outras
atividades propostas pelos professores ou coordenador em momentos presenciais, previamente
agendados, em sua maioria, aos sábados e domingos, bem como em período de férias. As
atividades avaliativas serão valoradas de acordo com o quadro:

79
Forma de organização Aproveitamento previsto Aproveitamento mínimo
das atividades em cada período
avaliativas Em cada disciplina Em cada disciplina

Pontos Total % Pontos Total %

Atividades de Aprendizagem 10 100% 6 60%


(AA)

Avaliação On-Line (AO) 20 100% 12 60%

Participação no Ambiente 10 100% 6 60%


Virtual (PAV)

Seminários Temáticos (ST) 20 100% 12 60%

Avaliação Presencial 30 100% 18 60%


Semestral (AS)

Autoavaliação (AT) 10 100% 6 60%

Estágio Curricular 100% 60%


Supervisionado

Trabalho de Conclusão de 100% 60%


Curso (TCC)

Como obter a média em cada disciplina por período:

AA/10 + AO/20 + PAV/10 + ST/20 + AS/30 + AT/10 = 100

9.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DE CADA MODALIDADE DE AVALIAÇÃO

O processo avaliativo neste curso terá momentos de reflexão sobre a produção do


conhecimento do acadêmico por meio de vários instrumentos avaliativos, visando à faceta
diagnóstica, formativa e somativa do processo. As Atividades de Aprendizagem (AA) têm como
objetivo orientar o estudo do caderno didático, levando o acadêmico a compreender a disciplina
como um todo.
As Avaliações On Line (AO), por sua vez, proporcionam ao acadêmico a oportunidade
de avaliarem seus conhecimentos para uma diagnose da Avaliação Semestral, oportunizando
uma atitude formativa do mesmo em relação ao conteúdo estudado. A Avaliação Semestral
(AS), de caráter somativo, visa aferir os conhecimentos de modo geral, ao término do estudo da
disciplina.
Os seminários temáticos que têm o objetivo da consolidação dos conteúdos estudados
pelos acadêmicos, bem como, de extrapolar as discussões ocorridas na sala virtual. Além disso,
a autoavaliação, que complementa as etapas do processo avaliativo do curso, tem dois

80
objetivos: o primeiro é possibilitar a autoconsciência da trajetória de aprendizagem; o segundo é
servir como ferramenta para a gestão do curso.

A) Atividades de Aprendizagem (AA)

Exercícios e atividades pertinentes às unidades didáticas trabalhadas no período definidas


pelo professor formador. Ao término do conteúdo de cada disciplina será realizada um conjunto
de Atividades de Aprendizagem (AA). A ideia fundamental é que o acadêmico possa se avaliar
durante o acompanhamento da disciplina. As AAs terão o valor de 10 pontos.

B) Avaliações On-line (AO)

São avaliações essencialmente de caráter formativo, no valor de 20 pontos. Cada


acadêmico receberá uma senha para que possa ter acesso à prova que será visualizada e
respondida, em sua integralidade no Ambiente Virtual de Aprendizagem do IFNMG.

C) Avaliações Presenciais Semestrais (AS)

As Avaliações Presenciais Semestrais serão realizadas nos Polos Presenciais e ocorrerão no


final de cada período, em dias e horários preestabelecidos, dentro dos períodos de avaliações
presenciais planejadas e incluídos no cronograma do período. Terão o valor de 30 pontos. Para
garantir o sigilo e a seriedade do processo, as provas semestrais serão realizadas
simultaneamente em todos os Polos Presenciais.
Após correção, as notas serão registradas no controle acadêmico da própria Instituição e
imediatamente lançadas no sistema, tornando públicos todos os dados referentes às
avaliações, para que o acadêmico possa acompanhar seu processo.
Tais avaliações seguem o rigor próprio dos exames presenciais realizados pelo IFNMG,
tanto no que se refere à fiscalização, quanto à elaboração, aplicação e correção das provas.

C) Seminários Temáticos

Os Seminários Temáticos, com valoração de 20 pontos, são os espaços para a


apresentação e discussão de temas específicos, visando a troca de experiências, socialização
de propostas, atividades e materiais.

81
D) Recuperação da Aprendizagem: Estudos Orientados Individuais (EIO)

Conforme referido anteriormente, qualquer resultado final na disciplina ao final do


período com nota inferior a 60% exigirá Recuperação da Aprendizagem, oportunidade em que o
tutor presencial fará com o acadêmico a revisão dos conteúdos estudados e a instituição
elaborará para ele nova avaliação que terá o valor total de 100 pontos. Esta recuperação será
um estudo individual orientado (EIO) de responsabilidade de elaboração do professor formador
e desenvolvido pelo tutor a distância rigorosamente de acordo com o planejamento do professor
formador.
O Acadêmico que não conseguir a pontuação mínima para aprovação deverá cursar,
novamente, a disciplina.

E) Autoavaliação

A autoavaliação é uma ferramenta de aprendizagem que visa levar o acadêmico a


identificar suas dificuldades e reconhecer as aprendizagens adquiridas, refletindo sobre seu
próprio desempenho, responsabilizando-se pelo seu estudo. Neste curso, a autoavaliação terá
o valor de 10 pontos e ocorrerá, no Ambiente Virtual de Aprendizagem, ao término de cada
disciplina.

F) Participação no Ambiente Virtual

Os chats e fórum de discussão são ferramentas virtuais capaz de promover reflexão,


troca de experiências e saberes, além de dar espaço para a construção de relações sociais e
afetivas. Tais recursos proporcionam condições para uma aprendizagem interativa e
colaborativa, favorecendo a dinâmica do ensino e aprendizagem no Sistema Online. Assim
sendo e visando incentivar cada vez mais o uso de tais recursos, a participação no Ambiente
Virtual de Aprendizagem será avaliada em 10 pontos.

10- SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO

O projeto do Curso de Pedagogia será avaliado de forma contínua, periódica e


permanente, com auxílio da Comissão Própria de Avaliação (CPA). Para tanto, será
considerado o planejamento e a avaliação dos processos, resultados, eficiência e eficácia
institucionais, atendimento do disposto no artigo 3° Inciso VIII, da lei no 10.861, de 14 de abril
de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES e dá
outras providências.

82
A coordenação do curso implantará mecanismos de avaliação anual, com a intenção de
buscar melhorias e inovações que permitirão o surgimento de novas possibilidades,
orientações, sugestões, justificativas, escolhas e tomadas de decisões. Poderão ser aplicados
questionários de avaliação semestrais: a fim de analisar o desempenho dos professores e
acadêmicos no processo ensino-aprendizagem e também a avaliação do projeto do curso.
Durante esta fase de avaliação, serão considerados como dados importantes:
avaliações externas, como o ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), e a
análise das experiências dos egressos e da comunidade acadêmica.
Tais dados orientarão tomadas de decisões que permitirão a melhoria da qualidade de
ensino, como ajustes no projeto pedagógico do curso, metodologias de ensino, solicitação e
aperfeiçoamento dos recursos humanos, dentre outros.
Salienta-se que esta avaliação abrangerá todas as dimensões, abrangendo: os objetivos
do curso; as competências e habilidades desenvolvidas pelo acadêmico; organização curricular;
formas de avaliação adotadas pelos professores e o suporte físico, computacional e
bibliográfico de funcionamento do curso.
Assim, esta avaliação possibilitará a flexibilidade do referido projeto, permitindo
adequações às necessidades do curso e da comunidade acerca de questões sociais, técnicas
e/ou científica.
Além desta avaliação, contamos com a Avaliação Institucional em nossos cursos. Esta
será disponibilizada no AVA e sendo sempre disponibilizada na primeira disciplina do período
dos nossos curso. A referida avaliação ensejará sob as seguintes dimensões:
• perfil discente do curso;
• avaliação de professor, após cada período (nesse momento a enquete é inserida
ou no final de cada disciplina ou ao final do período, na última disciplina ministrada);
• avaliação geral do curso, agrupando componentes pedagógicos e estruturais.
A partir desta avaliação teremos dados e análises para subsidiar avaliações
diagnósticas e formativas, bem como intervenções e proposições para o nosso curso.

11- GESTÃO PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA DO CURSO

A) Núcleo docente Estruturante

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de um grupo de docentes, com caráter


consultivo para acompanhamento do curso de graduação, atuante no processo de concepção,
consolidação e contínua atualização do projeto do curso visando a continua promoção de sua
qualidade.
Neste curso a constituição, atribuições e competências do NDE estão descritas no

83
“Regulamento do Núcleo Docente Estruturante dos Cursos de Graduação do IFNMG”,
ressalvando-se as especifidades e limitações da legislação e normatização do programa UAB.

B) Colegiado do Curso

O colegiado do curso é um órgão deliberativo e consultivo que está regulamentado pelo


“Regulamento dos Colegiados dos Cursos de Graduação do IFNMG”, ressalvando-se as
especifidades e limitações da legislação e normatização do programa UAB.

C) Perfil do Corpo Docente envolvido no Curso

O Corpo Docente para atuar nos cursos da UAB, Professores Formadores e Tutores, será
composto, por docentes selecionados via edital com princípios da publicidade e impessoalidade
com a divulgação de critérios claros e objetivos nos termos da legislação que regulamenta o
referido programa. Dessa forma o corpo docente envolvido tem funções específicas:
I- Professor formador: responsável pelo planejamento, realização e avaliação da disciplina sob
sua responsabilidade, com as seguintes atribuições: planejar, ministrar e avaliar a disciplina;
planejar as atividades da fase presencial intensiva; planejar, coordenar e avaliar os seminários
introdutórios e seminários temáticos; planejar e acompanhar as atividades à distância; orientar
os tutores a distância e presencial; planejar e orientar as atividades de nova oportunidade da
aprendizagem; colaborar na organização para aplicação das Avaliações Presenciais Semestrais
(AS); corrigir as Avaliações Presenciais Semestrais (AS); registrar o conteúdo, a frequência e o
aproveitamento dos acadêmicos nas avaliações, no Diário Eletrônico; dentre outras;
II – Tutores a Distância: têm a função de prestar assistência aos professores/formadores, de
acordo com as disciplinas ministradas no período, orientar os tutores presenciais e os
acadêmicos, consolidar os dados da Avaliação On-line (AO), auxiliar o professor na correção de
avaliações quando solicitado, dentre outros. Estes profissionais permanecerão no IFNMG e
darão suporte remoto (telefone, fax, e-mail) aos tutores presenciais e acadêmicos, dentre
outras.
II- Tutores presenciais: têm a função de acompanhar e orientar os acadêmicos do curso, no
polo de apoio presencial; planejar as atividades para recuperação das atividades; realizar, com
os professores formadores, os seminários introdutórios e seminários temáticos; colaborar com a
realização das atividades da Fase Presencial Intensiva; consolidar os dados da Avaliação On-
line (AO); aplicar as avaliações semestrais (AS); orientar e acompanhar as atividades de
estágio, TCC e AACC, dentre outras.

84
C) Demais profissionais envolvidos no curso

Para atender às especificidades e ao próprio funcionamento do curso com o financiamento


da CAPES e a estrutura administrativa, didática e pedagógica do IFNMG, bem como uma
equipe, com funções e responsabilidades específicas (Figura 3):

I – Coordenador Geral da UAB no IFNMG: servidor do quadro permanente do IFNMG com


experiência no magistério do ensino superior responsáveis pela articulação, no IFNMG, do
ponto de vista acadêmico e operacionalização dos cursos/polos;
II- Coordenador adjunto: responsável por auxiliar a coordenadoria geral nas suas atividades
atinentes, assim como desenvolvimento de projetos de pesquisa relacionados aos cursos;
II – Coordenador do Curso: responsável pela gestão acadêmica do curso;
III- Coordenador de Polo: responsável pela supervisão de infraestrutura a ser disponibilizada
em perfeitas condições de uso para viabilizar atividades realizadas no âmbito do polo;
IV – Equipe Multidisciplinar: composta por professores e técnicos administrativos que
coordenarão os trabalhos de produção de material dos professores formadores e dos tutores,
além de atentar para a logística dos cursos, dentre outros;

11.1 Previsão de capacitação dos profissionais envolvidos

Conforme exigências dos editais de seleção para atuação na UAB/IFNMG a maioria dos
profissionais que integram a equipe provavelmente possuem experiência nesta modalidade de
ensino, obtidas na realização de cursos de pós-graduação, formação continuada, cursos
técnicos e participação nos cursos de capacitação em Tutoria on line e capacitação em EAD.
No entanto, é necessário a realização periódicas de capacitações com o objetivo de preparar os
profissionais do IFNMG para atuarem nesta modalidade de ensino.
O IFNMG realizará durante todo o projeto, cursos de capacitação em EAD para os
coordenadores, professores/autores/formadores e demais profissionais envolvidos neste
projeto. Este curso pretende abordar a concepção de educação a distância, o papel do
professor e do tutor, bem como a realização de oficinas para produção de material didático,
material impresso e Web.

85
12 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOS PROFESSORES E
ESTUDANTES DO CURSOS

A) Polo sede
• Sala(s) para coordenação (ões) administrativa e pedagógica
• Laboratório de informática (atendimento da tutoria a distância)
• Estúdio de gravação de videoaulas
• Coordenação de registros acadêmicos (CRA)

B) Polos de apoio presencial


• 01 sala para Apoio Administrativo e Apoio Acadêmico equipada com pelo menos:
mesas, cadeiras, computadores, multimídia com acesso à internet, 01 impressora
multifuncional,, 01 aparelho de telefone e fax, 01 webcam, 01 nobreak, 01 aparelho de som, 01
linha telefônica com ramais.
• 01 sala da Coordenação do Polo equipada com: mesas, cadeiras, computadores com
gravador de CD, multimídia com acesso à internet, 01 impressora a laser, 01 scanner, 01
aparelho de telefone, 01 nobreak, 01 linha telefônica.
• Sanitários feminino e masculino.
• Laboratório de informática com 30 computadores completos com acesso à internet, 10
webcam, 01 impressora, 01 scanner, 01 máquina servidora, gravadoras de DVD e CD, 01
câmera de vídeo digital, 01 câmera digital de fotografia, 01 projetor multimídia.
• Sala de Multimeios equipada com TV, DVD, Vídeo, projetor de imagem, antena
parabólica.
• O1 sala de aula para 30 acadêmicos.
• Laboratório de Ensino.
• Bibliotecas – Centro de Documentação, Acervo e Divulgação. Parte do acervo estará
disponível no Polo de Apoio Presencial, no Ambiente Digital de Aprendizagem, no Portal
Acadêmico do IFNMG, bem como o uso otimizado dos cadernos didáticos escritos e adotados
para o uso dos cursistas e todos os envolvidos no processo.

13 CERTIFICADOS E DIPLOMAS A SEREM EXPEDIDOS

Aos concluintes de todas as atividades indispensáveis à formação acadêmica e profissional


será outorgado o grau de “Licenciado em Peagogia”, em cerimônia especificamente destinada
para tal fim, pela pessoa do Reitor ou pessoa legalmente habilitada para a outorga. O diploma
expressará o título obtido, permitindo o progresso acadêmico e a possibilidade de atuar

86
profissionalmente de acordo com as leis profissionais e normativas do seu conselho de classe.
Tal diploma somente será expedido após cerimônia de colação de grau nos prazos
determinados pela instituição.

87
14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMARAL, Vera Lúcia. Tão Longe, tão perto: experimentando o diálogo a distância. 2002. Tese
(Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal
do Rio Grande do Norte, Natal.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei Federal nº. 9.394 /96, Brasília,
MEC, 1996. LDB nº 9.394/96; Institui a Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

________. Resolução CP/CNE nº 02/2015. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a


Formação Inicial em nível superior (curso de licenciatura, cursos de formação pedagógica para
graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada.

________. Decreto nº 5. 626. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº 11892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede


Federal
de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia, e dá outras providências.

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