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AULÃO

EBSERH UBERLÂNDIA
PROCEDIMENTOS

Prof. Me. Lincoln Vitor


Enfermeiro
Consultor Técnico-Legislativo CLDF
@lincolnvitor
@gran_saude
@grancursosonline
(VUNESP – 2019) As precauções padrão incluem medidas
como a higienização das mãos antes e após o contato com o
cliente/ paciente. Ao realizá-las, o auxiliar de enfermagem
deve executar as etapas representadas nas ilustrações a
seguir. Assinale a alternativa que apresenta a sequência
correta com que esses movimentos devem ser realizados.
A I, II, III, IV, V, VI. B V, III, I, II, IV, VI.
C IV, V, VI, I, II, III D I, III, V, VI, IV, II.
E VI, V, IV, III, II, I.
(VUNESP – 2018) A higienização das mãos é uma técnica básica necessária ao controle de
infecção na assistência ao paciente. No que diz respeito ao momento e objetivo desse
procedimento, é correto afirmar:
A Antes do contato com o paciente, o objetivo da higienização das mãos é a proteção do
paciente, evitando a transmissão de microrganismos oriundos das mãos do profissional de saúde.
B Antes de realizar procedimentos assistenciais, o objetivo é proteção do profissional e das
superfícies e objetos imediatamente próximos ao paciente.
C Após contato com o paciente, o objetivo é proteção do paciente, evitando a transmissão de
microrganismos oriundos das mãos do profissional de saúde.
D Antes de calçar luvas para inserção de dispositivos invasivos que não requeiram preparo
cirúrgico, o objetivo é proteção do profissional, evitando a transmissão de microrganismos
oriundos de outros pacientes.
E Antes e após remoção de luvas de procedimentos, o objetivo é a proteção do paciente,
evitando a transmissão de microrganismos do profissional a outros profissionais ou pacientes.
V = 2,5 mL; G = 205 mcg/min.
•D
V = 2,5 mL; G = 113 mcg/min.
•E
V = 4,0 mL; G = 205 mcg/min.

(VUNESP – 2019) Para responder à questão, considere o seguinte caso.


R.E., 62 anos, masculino, está internado, há 12 horas, com diagnóstico de erisipela na face anterior da perna
direita. Ao executar a prescrição médica, o auxiliar de enfermagem (AE) observou que, entre outros
medicamentos, o paciente deveria receber:

Para o preparo e administração dessa medicação, o AE utilizou frascos de penicilina cristalina com 10.000.000 UI,
8 mL de diluente e equipo de microgotas. Após aplicar a medicação, o AE reforçou as orientações dadas pelo
enfermeiro e realizou os registros no prontuário.
Ao prestar os cuidados de enfermagem, o AE deve reforçar a importância de que R.E. permaneça
A sentado por períodos de até uma hora, intercalados com deambulação por 30 minutos, durante o dia.
B em repouso no leito, com o membro inferior direito elevado.
C em decúbito lateral direito, com os membros inferiores flexionados.
D sentado em poltrona confortável, com os pés apoiados no chão, durante o dia.
E em repouso, com o membro inferior direito apoiado e mais baixo do que o quadril, nas primeiras 48 horas de
internação.
V = 2,5 mL; G = 205 mcg/min.
•D
V = 2,5 mL; G = 113 mcg/min.
•E
V = 4,0 mL; G = 205 mcg/min.

(VUNESP – 2019) Para responder à questão, considere o seguinte caso.


R.E., 62 anos, masculino, está internado, há 12 horas, com diagnóstico de erisipela na face
anterior da perna direita. Ao executar a prescrição médica, o auxiliar de enfermagem (AE)
observou que, entre outros medicamentos, o paciente deveria receber:

Para o preparo e administração dessa medicação, o AE utilizou frascos de penicilina cristalina


com 10.000.000 UI, 8 mL de diluente e equipo de microgotas. Após aplicar a medicação, o AE
reforçou as orientações dadas pelo enfermeiro e realizou os registros no prontuário.
Para o preparo e administração da medicação, o volume a ser aspirado do frasco (V) e a
velocidade de gotejamento do soro (G) serão, correta e respectivamente, de
A V = 2,0 mL; G = 205 mcg/min. B V = 2,0 mL; G = 68 mcg/min.
C V = 2,5 mL; G = 205 mcg/min. D V = 2,5 mL; G = 113 mcg/min.
E V = 4,0 mL; G = 205 mcg/min.
(VUNESP – 2019) A prescrição médica é:
Penicilina cristalina 1.750.000 UI
Diluir em 100 mL de SF 0,9%
Correr em 30 minutos.
Para a administração dessa medicação estão disponíveis: bomba de infusão, com velocidade
programada em microgotas por minuto (mcg/min) e frascos de penicilina cristalina, com 5.000.000
UI. Considerando que foram utilizados 8 mL de diluente para o preparo do medicamento, o volume
(V) a ser aspirado do frasco do medicamento e a velocidade de infusão (I) serão de
A V = 3,5 mL; I = 207 mcg/min.
B V = 0,35 mL; I = 67 mcg/min.
C V = 3,5 mL; I = 67 mcg/min.
D V = 2,8 mL; I = 67 mcg/min.
E V = 2,8 mL; I = 207 mcg/min.
(VUNESP – 2018) A prescrição médica é:
Penicilina cristalina 400.000 UI;
Soro Fisiológico 50 mL;
Correr em 30 minutos, por via endovenosa.
Para o preparo da medicação, o técnico de enfermagem utilizou um frasco de penicilina cristalina
com 5.000.000 UI, 8 mL de água destilada e um equipo de microgotas. Após diluição, o volume (V),
em mililitros, de penicilina cristalina que deve ser acrescentado ao soro fisiológico e o gotejamento
da solução (G), em microgotas por minuto, são, correta e respectivamente,
A V = 0,8; G = 34.
B V = 0,8; G = 101.
C V = 0,65; G = 34.
D V = 6,5; G = 34.
E V = 8,0; G = 101.
(VUNESP – 2019) A prescrição médica é
Medicamento X, aplicar 2 mg por via intramuscular
Considerando que para administrar essa medicação o técnico de enfermagem
dispõe de frascos-ampola do medicamento X com 2,5 mL, contendo solução
injetável 4 mg/mL, o volume a ser aspirado do frasco para a aplicação será de
A 2,0 mL.
B 1,25 mL.
C 1,0 mL.
D 0,5 mL.
E 0,25 mL.
(VUNESP – 2019) Uma criança pesando 6 kg tem prescrição de isoniazida
5 mg/kg de peso ao dia. A droga é disponível em comprimidos de 100 mg
que deverão ser diluídos em 3 mL de água destilada no momento da
administração por via oral, sob supervisão do técnico de enfermagem. A
quantidade em mL do medicamento diluído a ser administrado será de
A 0,7 mL.
B 0,8 mL.
C 0,9 mL.
D 1,0 mL.
E 1,1 mL.
FEBRE
Febre sustentada ou contínua: temperatura acima de 38°C e com pouca flutuação.

Febre intermitente: temperatura elevada pelo menos 1 vez ao dia. Há períodos de


normotermia.

Febre remitente: picos e quedas de febre sem retorno à temperatura normal.

Febre recidivante, recorrente ou ondulante: temperatura elevada alternada com períodos


de normotermia que duram mais de 24 h

Febre irregular ou séptica: picos muito altos, intercalados por temperaturas baixas. Não há
qualquer caráter cíclico. Totalmente imprevisível.
VALORES NORMAIS DE TEMPERATURA
“Procedimentos de enfermagem – guia prático, 2017”

ORAL: 33,2 a RETAL: 34,4 a


38,2 37,8

TIMPÂNICA: AXILAR: 35,5 a


35,4 a 37,8 37
TIPOS DE RESPIRAÇÃO
(VUNESP – 2019) A verificação do pulso é uma das manobras do controle dos
sinais vitais de uma pessoa, cujos valores variam de acordo com a idade e a
situação de saúde. Sobre a verificação do pulso, é correto afirmar que
A o termo taquicardia é utilizado para designar a frequência cardíaca diminuída.
B o pulso é denominado filiforme quando é fino, porém forte à palpação digital.
C para verificação do pulso sobre artéria calibrosa, o profissional deve usar o
polegar para fazer a palpação.
D as artérias pedial e femoral são as mais calibrosas e, por isso, mais utilizadas
para verificação do pulso periférico.
E bradicardia é o termo indicativo de frequência cardíaca abaixo do normal para
a idade, sexo e condição da pessoa.
(VUNESP – 2018) A aferição da pressão arterial exige alguns cuidados
para garantir um resultado fidedigno, entre eles,
A certificar-se de que o paciente não fumou nos últimos 30 minutos.
B quando sentado, o paciente deve estar com o tronco recostado e as
pernas cruzadas.
C o braço do paciente deve estar na linha abaixo do coração em
extensão completa.
D providenciar para que o paciente esteja com a bexiga cheia.
E na dúvida, reavaliar a pressão sistólica antes de terminar a deflação
do manguito.
(VUNESP – 2018) Sobre pressão arterial, assinale a alternativa correta.
A Ingestão de alimentos, exercícios, dor e emoções como medo,
ansiedade, raiva e estresse aumentam a pressão arterial
B A pressão sistólica representa o grau de resistência periférica
C A pressão diastólica representa a intensidade da contração
ventricular
D A pressão arterial depende da resistência vascular periférica
determinada pelas proteínas do sangue
E A pressão arterial geralmente é mais alta durante o sono e com o
decorrer do dia pode haver uma ligeira diminuição
(VUNESP – 2018) E.V., 24 anos, compareceu à unidade para fazer o exame
admissional após ser aprovado em concurso público. Para aferir a pressão
arterial, o técnico de enfermagem deve observar alguns aspectos, entre eles:
A na primeira vez, medir a pressão nos dois braços; se discrepantes,
considerar o valor mais baixo.
B o paciente deve estar sentado, com o braço apoiado e à altura do coração,
com a palma da mão voltada para cima.
C o manguito deve ser colocado sobre a fossa cubital, deixando-se uma folga
de um centímetro, aproximadamente.
D se o paciente for fumante, aguardar 5 minutos após o último cigarro.
E palpar o pulso braquial e inflar o manguito até o momento em que o pulso
deixar de ser sentido.
(VUNESP – 2019) C.S., 54 anos, sexo masculino, tabagista, com diagnóstico de hipertensão arterial
há três meses, comparece regularmente ao ambulatório de saúde da instituição onde trabalha para
aferir sua pressão arterial (PA). Ao realizar o procedimento, o técnico de enfermagem do trabalho
(TE) obteve PA = 132 X 82 mm Hg. Conversando com o trabalhador, o TE observou que este estava
se alimentando de forma inadequada no que dizia respeito ao controle da pressão arterial.
Para a obtenção de valores fidedignos, ao realizar a aferição da pressão arterial de C.S., o técnico
de enfermagem do trabalho deve, entre outros cuidados,
A solicitar que C.S. fique em pé ou permaneça sentado, com os pés elevados e com o dorso
afastado do encosto da cadeira.
B posicionar o manguito no braço esquerdo, deixando folga, 4 a 6 cm acima da fossa cubital.
C realizar três medidas consecutivas, com intervalo de um minuto, e considerar válida a que
apresente o menor valor para a pressão diastólica.
D solicitar que o trabalhador esvazie a bexiga antes de realizar a aferição da pressão arterial.
E certificar-se de C.S. não fumou nos dez minutos anteriores à realização do procedimento.
SONS DE KOROTKOFF
(VUNESP – 2018) Sobre a verificação da pressão arterial, analise as afirmativas abaixo, dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para
baixo.
( ) De acordo com a média de dois valores pressóricos obtidos, a pressão arterial (PA) deverá ser
novamente verificada a cada dez anos, se PA menor que 120/80 mmHg.
( ) De acordo com a média de dois valores pressóricos obtidos, a pressão arterial (PA) deverá ser
novamente verificada a cada dois anos, se PA entre 120 – 139/80 – 89 mmHg nas pessoas sem
outros fatores de risco para doença cardiovascular (DCV).
( ) De acordo com a média de dois valores pressóricos obtidos, a pressão arterial (PA) deverá ser
novamente verificada em mais dois momentos em um intervalo de 1 – 2 semanas, se PA maior ou
igual a 140/90 mmHg ou PA entre 120 – 139/80 – 89 mmHg na presença de outros fatores de risco
para doença cardiovascular (DCV)
A V,F,V B V,V,V
C F,V,V D V,V,F
E F,F,V
ALERTAS

•Verificar nos 2 MMSS


•Usar o maior valor
•Verificar após 1 minuto
•Usar a média
REAVALIAÇÃO DA PA
PA < 120 x 80 mmHg ➔ normal
• Retorno após 2 anos

PA 120-139 x 80-89 mmHg ➔ pré-hipertensão


• Retorno após 1 ano, sem fator de risco

PA ≥ 140 x 90 mmHg ➔ hipertensão


• 2 x em 1 a 2 semanas (e pré-hipertensão com fator de risco)
(VUNESP – 2015) Sobre o exame físico cardiovascular, analise as afirmações a seguir.
I. Na avaliação dos pulsos periféricos, é imprescindível a aferição de frequência, amplitude, ritmo e
simetria.
II. A pressão arterial é um parâmetro fisiológico indispensável na investigação diagnóstica, e o
registro dos níveis pressóricos faz parte obrigatória do exame clínico do paciente.
III. Uma das principais causas de alteração do nível de consciência é a queda da pressão de
perfusão cerebral secundária à diminuição do débito cardíaco ou por alterações isquêmicas
cerebrais, relacionados a eventos cardioembólicos.
IV. A hemoptise caracteriza-se por expectoração exsudativa e deve-se, principalmente, à necrose e
hemorragia para a luz alveolar secundárias ao infarto.
V. A dispneia é caracterizada pela ausência de dificuldade respiratória, porém com sensação
subjetiva de falta de ar e ausência de respiração trabalhosa.
São corretas apenas as afirmações
A I, II e III. B I, IV e V. C I, III e V.
D II, III e IV. E III, IV e V.
FOCOS DA AUSCULTA CARDÍACA
(VUNESP – 2015) O exame físico do sistema respiratório é um meio confiável de reunir os dados
essenciais e inclui: inspeção, palpação, percussão e ausculta. Leia as afirmações a seguir e indique
se elas são (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A inspeção do paciente envolve a verificação da presença ou da ausência de diversos fatores
como cianose, respiração laboriosa, diâmetro ântero-posterior do tórax, posição da traquéia e
outros.
( ) Na palpação do tórax, o frêmito tátil deverá ser simétrico e estará aumentado quando há
aumento de ar por unidade de volume de pulmão, por exemplo na presença de enfisema.
( ) Na percussão, um som timpânico é um ruído de alta tonalidade ouvido quando a asma ou um
grande pneumotórax está presente.
( ) Na ausculta com a respiração superficial, há diminuição do movimento do ar através das vias
aéreas, e o murmúrio vesicular não se mostra tão audível.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência indicada corretamente, de cima para baixo.
A V, V, F, F. B F, V, F, F. C V, F, F, F.
D F, F, V, V. E V, F, V, V.
(VUNESP – 2016) Considere a etapa de ausculta pulmonar durante a realização do exame físico do tórax
em paciente adulto e relacione as duas colunas de modo a tornar verdadeira a associação entre o tipo
de ruído adventício e suas principais características.
Ruído adventício
a Atrito pleural b Crepitações c Sibilos
Principais características
I Pode ser reproduzido esfregando-se uma mecha de cabelo entre os dedos, próximo a orelha. De modo
geral não desaparecem com a tosse ou mudança de posição.
II Ruído semelhante a um estalo ou “roçar entre dois pedaços de couro”. É mais intenso na inspiração.
Com frequência está associado à pneumonia, entre outras afecções.
III Ruídos musicais ou sussurrantes decorrentes da passagem do ar por vias aéreas estreitadas. São
frequentemente associados à asma e broncoconstrição.
Assinale a alternativa que apresenta a associação correta.
A a-I; b-II; c-III. B a-II; b-III; c-I. C a-III; b-II; c-I.
D a-II; b-I; c-III. E a-I; b-III; c-II.
(VUNESP – 2019) Um paciente está em uso de oxigenioterapia no
domicílio, sob cuidados da equipe da Estratégia Saúde da Família. Em se
tratando do uso de oxigênio por tempo prolongado, o umidificador
deverá ser encaminhado para limpeza e desinfecção de alto nível a cada
sete dias. Esse tipo de desinfecção destrói
A todos os microrganismos presentes, incluindo a totalidade dos
esporos.
B bactérias vegetativas, micobactérias, fungos, vírus e parte dos esporos.
C vírus, bactérias e fungos, mas não atua sobre esporos.
D vírus e bactérias, mas não atua sobre fungos e esporos.
E apenas bactérias, que são mais comuns nesse tipo de equipamento.
(VUNESP – 2018) Ao admitir D.C., 84 anos, sexo feminino, internada com diagnóstico de
pneumonia, o técnico de enfermagem observou que, entre outros itens, constava da
prescrição médica a instalação de oximetria de pulso. Em relação a esse procedimento, é
correto afirmar que
A se trata de um método não invasivo para monitorar continuamente as concentrações de
dióxido de carbono no sangue do paciente.
B a presença de esmalte de unha, o tom escuro da pele e a presença de tremores não
interferem na precisão da leitura.
C em idosos, os resultados obtidos não são confiáveis, e o paciente deve ser observado
cuidadosamente.
D ao realizar a leitura, valores observados na faixa de 75 a 90 % de saturação são
considerados como normais.
E para sua instalação, a sonda/sensor do equipamento podem ser conectados à ponta do
dedo, à testa, à orelha ou à ponte do nariz.
SONS DA PERCUSSÃO
Maciço
• Regiões densas
• Fígado e baço, Ascite e tumores e pneumonia
Submaciço
• Líquido em órgão oco
• Derrame pleural
Timpânico
• Estruturas ocas
• Estômago
• Pneumotórax
Claro pulmonar
• Som normal do pulmão
(VUNESP – 2019) K.F., sexo feminino, 1 ano e 8 meses de idade, é trazida pela
mãe à Unidade de Saúde da Família com dificuldade para respirar. Tosse pouco
há três dias. A criança não tem histórico de doenças respiratórias, está com as
vacinas em dia e compareceu a todas as consultas de rotina, conforme
agendamento. Ela está frequentando a creche há três semanas.
Ao exame físico de K. F., a enfermeira deve estar atenta ao(s) sinal(is) de
gravidade do quadro evidenciado(s) por
A eliminação de secreção nasal e inapetência.
B dispneia e tiragem subcostal.
C tosse com ausência de sibilância.
D febre ≤ 38 °C.
E taquipneia e obstrução nasal.
(VUNESP – 2016) Ao realizar o exame físico de uma vítima de queda de escada, com
suspeita de traumatismo cranioencefálico (TCE), a enfermeira observou que o
paciente apresentava resposta semelhante à representada na figura, denominada
como postura
A em decorticação, que ocorre quando há lesões no diencéfalo, mesencéfalo ou na
ponte.
B em descerebração, significando lesão no sistema nervoso central no trato
corticoespinal.
C em descerebração, significando lesão no diencéfalo, mesencéfalo ou na ponte.
D em decorticação que ocorre quando há disfunção em nível supratentorial: regiões
da cápsula interna ou tálamo.
E em decorticação, que ocorre quando há lesão no sistema nervoso central no trato
corticoespinal.
• Braços estendidos
DESCEREBRAÇÃO • Lesão dos tratos corticoespinhal
e rubroespinhal (flexão)

• Braços fletidos
DECORTICAÇÃO • Lesão do trato corticoespinhal
• Melhor prognóstico
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