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GRUPO EDUCACIONAL FAVENI

BENEDITA CARVALHO DE ARAÚJO

A DISCALCULIA E O DILEMA DOS ALUNOS ENFRENTADOS PELAS


DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS MATEMÁTICAS

TIMONHA
2020
GRUPO EDUCACIONAL FAVENI

BENEDITA CARVALHO DE ARAÚJO

A DISCALCULIA E O DILEMA DOS ALUNOS ENFRENTADOS PELAS


DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS MATEMÁTICAS

Trabalho de conclusão de curso


apresentado como requisito parcial à
obtenção do título especialista em
METODOLOGIA DO ENSINO DE
MATEMÁTICA.

TIMONHA
2020
A DISCALCULIA E O DILEMA DOS ALUNOS ENFRENTADOS PELAS
DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS MATEMÁTICAS

Benedita Carvalho de Araújo1

Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo
foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou
integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente
referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por
mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e
administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos
direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços). “Deixar este texto
no trabalho e nessa cor”.

RESUMO- As dificuldades de aprendizagem podem estar relacionadas a uma série de fatores. Um deles,
pode estar relacionado à metodologia aplicada em sala, falta de estímulo do aluno e ou problemas
neurológicos. Todavia, o objetivo principal desta pesquisa é investigar por meio da literatura existente, os
fatores que demonstram quando uma criança apresenta discalculia e qual a melhor forma de ajuda-la. O
objetivo principal desta pesquisa é investigar por meio da literatura existente, os fatores que demonstram
quando uma criança apresenta discalculia e qual a melhor forma de trabalhá-la em sala de aula. A
metodologia utilizada foi de caráter qualitativa de cunho bibliográfica. A conclusão aponta que o estudo
em si tem grande relevância no âmbito acadêmico, social e escolar, haja vista ser a discalculia ser um
problema frequente e corriqueiro nas salas de aula, ela é pouco explorada nas formações de professores.
Faz-se necessários que mais estudos sejam feitos, afim de que se encontre respostas para ajudar aos
alunos que sofrem com esse distúrbio e aos professores que estes sejam munidos de conhecimentos
para ambos, aluno/professor, possa ter um relacionamento empático para que o ensino e aprendizagem
seja realmente significativo.

Palavras-Chaves: Dificuldades. Matemática. Discalculia.

1
E-mail do autor: benecarvalho2363@gmail.com
1 INTRODUÇÃO

Estudos apontam que desde o surgimento do ensino, até os dias atuais, grande
parte dos alunos apresentam dificuldades na aprendizagem e estas começam desde a
pré-escola e se arrastam pelas séries iniciais. Neste sentido, sabe-se que é ainda na
infância que se assentam bases para o desenvolvimento da inteligência da criança.
No entanto, tais dificuldades podem estar relacionadas a uma série de fatores.
Um deles, pode estar relacionado à metodologia aplicada em sala, falta de estímulo do
aluno e ou problemas neurológicos. Todavia, o objetivo principal desta pesquisa é
investigar por meio da literatura existente, os fatores que demonstram quando uma
criança apresenta discalculia e qual a melhor forma de ajuda-la.
Para isso, partiu-se da seguinte problemática: quais os fatores que indicam em
sala de aula que uma criança tem discalculia? Sendo assim, o presente tema foi
escolhido, porque enquanto professor na área das ciências exatas, sempre se
questionou o porquê de determinadas crianças não conseguirem assimilar
determinados conceitos matemáticos, muitas vezes ao mais simples.
Nessa perspectiva, o presente trabalho foi elaborado através de uma pesquisa
qualitativa de cunho bibliográfico. Entretanto há de se considerar que os conteúdos que
exigem uma reflexão maior entre os alunos levam à desmotivação e ao desinteresse
pela linguagem lógico-matemática; Outro fator que deve ser levado em consideração é
a fase da pré-adolescência que vem a contribuir para mudança do foco de interesses; A
metodologia utilizada pelo professor influencia no interesse dos alunos pela disciplina.
2 CONTEXTO HISTÓRICO DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Temas relacionados às dificuldades de aprendizagens vêm sendo pauta de


discussões desde o início do século XIX, contudo, sem que houvesse campo sólido de
pesquisas de fato. Entretanto, ao longo dos anos muitos estudos nessa área foram alvo
de abordagens, e seus enfoques relativos ao tema. Sanchez (1998) citado por
Bossolam (2011) fez uma análise histórica sobre o assunto e identificou três
importantes etapas sobre estudos das dificuldades de aprendizagem: fundação, os
primeiros anos e a projeção.
A fundação incluiu todo o período que antecede a fundação oficial do
campo. Conforme Sanches (1998) nesse período grandes nomes se destacaram
principalmente Joseph Gall2, Samuel T. Orton3 que cederam grandes contribuições
sobre as dificuldades de aprendizagem. Joseph Gall foi grande pioneiro nesse período.
Seus estudos estavam centrados em pessoas que haviam sofrido acidente e haviam
perdido a fala e portadoras de afasia 4, Joseph também foi motivado a trabalhar com
crianças com afasia e que apresentavam dificuldades de aprendizagem.
Outro grande estudioso dedicado nessa época foi Samuel T. Orton. Seus
estudos estiveram centralizados nas dificuldades em leitura, sobretudo nas alterações
congênitas responsáveis pela memória visual das palavras, como ele chamou de
‘cegueira das palavras’. Entretanto, Orton (1934) se apoiou na hipótese de um
fenômeno que ele considerou de ‘estrefosimbolia’, entendida como uma confusão de
letras, ou um trocadilho de letras.

2
Franz Joseph Gall (1758-1828), médico e anatomista alemão, desenvolveu a frenologia - uma
teoria que reivindica ser capaz de determinar o caráter, características da personalidade, e grau de
criminalidade pela forma da cabeça.
3
Samuel Torrey Orton foi um médico americano pioneiro no estudo das dificuldades de
aprendizagem. Ele examinou as causas e o tratamento da dislexia.

4
Distúrbio de linguagem que afeta a capacidade de comunicação da pessoa.
Pode ocorrer de repente, após uma lesão ou um acidente vascular cerebral, ou desenvolver-se
lentamente, devido a um tumor em crescimento no cérebro ou a uma doença. A afasia afeta a
capacidade da pessoa de se expressar e de entender a linguagem escrita e falada. Quando a causa
subjacente é tratada, o principal tratamento para a afasia é a fototerapia.
A segunda é a etapa dos primeiros anos, conforme Sanchez (1998) foi a etapa
inicial dos estudos referente às dificuldades de aprendizagem que deu início no dia 06
de abril de 1963, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos um grupo de profissionais
e pais de crianças que apresentavam distúrbios mentais e dificuldades de
aprendizagem na escola, se juntaram numa importante reunião para discutirem
extensivamente sobre o problema e a necessidade de fazer algo em relação àquelas
crianças.
Nesse período, o desenvolvimento industrial estava a todo vapor, crescia
também a demanda educativa e cada vez mais era exigida níveis de leitura mais
proficiente para que as pessoas conseguirem um emprego. Diante disso, nesse período
também havia uma grande defasagem nos serviços educativos principalmente no
quesito dificuldades de aprendizagem (BOSSOLAM, 2011).
Nesta fase grande nomes em destaque na área da psicologia também surgiram,
como Samuel Kirk5, segundo Sánchez (1998), esteve presente na reunião ora
mencionada e foi considerado o pai do termo dificuldade de aprendizagem bem como e
também responsável por ressaltar os problemas da linguagem como sendo o miolo das
dificuldades.
Samuel T. Orton6 que cederam grandes contribuições sobre as dificuldades de
aprendizagem. Joseph Gall foi grande pioneiro nesse período. Seus estudos estavam
centrados em pessoas que haviam sofrido acidente e haviam perdido a fala e
portadoras de afasia7, Joseph também foi motivado a trabalhar com crianças com afasia
e que apresentavam dificuldades de aprendizagem (SILVA, 2018).

5
Samuel Alexander Kirk era um psicólogo e educador americano, mais conhecido por cunhar o
termo dificuldade de aprendizagem.

6
Samuel Torrey Orton foi um médico americano pioneiro no estudo das dificuldades de
aprendizagem. Ele examinou as causas e o tratamento da dislexia.

7
Distúrbio de linguagem que afeta a capacidade de comunicação da pessoa.
Pode ocorrer de repente, após uma lesão ou um acidente vascular cerebral, ou desenvolver-se
lentamente, devido a um tumor em crescimento no cérebro ou a uma doença. A afasia afeta a
capacidade da pessoa de se expressar e de entender a linguagem escrita e falada. Quando a causa
subjacente é tratada, o principal tratamento para a afasia é a fototerapia.
A etapa atual, segundo Cruz (1999), a partir do ano de 1963 as dificuldades de
aprendizagem, entraram na fase chamada de “integração”. Na década de 80 essa fase
chegou ao ápice, caracterizando-se como área específica das dificuldades de
aprendizagem. A partir desse período a área das dificuldades de aprendizagem teve um
rumo mais específico, tendo um objeto de estudo consagrado e uma atividade própria.
Assim, os tratamentos e diagnósticos ficaram mais diversificados e as investigações
passaram a ser fundamentais e aplicadas e passam a existir serviços de apoios de
diferentes formas (BOSSOLAN, 2011).
De acordo com estudos feitos por Avila e Lara (2017), as dificuldades de
aprendizagem podem ser percebidas logo muito cedo, desde a Educação Infantil
podendo se estender até o Ensino Médio, principalmente na desenvoltura das
operações lógico matemáticas que nem sempre são perceptíveis aos olhos do
professor, sendo necessário em alguns casos, o auxílio pedagógico da escola, para que
se busque informações sobre a vida escolar desse aluno através de conversa com os
pais.
Quando isso ocorre, é preciso que se faça uma investigação para saber se tal
dificuldades é específica ou se está relacionada a fatores secundários para que se
possa fazer a intervenção apropriada e esse aluno possa aprender com
satisfatoriedade. Para Butterworth (2005) citado por Avila e Lara (2017), os estudos
voltados para as dificuldades de aprendizagens matemáticas são menos estudas se
comparados a estudos voltados para a leitura e escrita. Com estudos precários no meio
médico educacional sobre o assunto, tem se tornado difícil uma avaliação
psicopedagógica, principalmente pela falta de instrumentos capazes de proporcionar
com precisão se a criança é portadora ou não de Discalculia.
De acordo com Bernard (2006) o termo ‘acalculia’ e discalculia’ sofrem
alterações terminológicas, entretanto, se referem ao mesmo vocábulo e tem o mesmo
conceito. Conforme ainda essa autora, o primeiro termo, ‘acalculia’ que em estudos
executados por Keller e Sutton (1991) citados por Garcia (1998, p. 212) como “um
transtorno relacionado com a aritmética, adquirido após uma lesão cerebral, sabendo
que as habilidades já se haviam consolidado e desenvolvido”.
Corroborando com esse pensamento, Benton (1987) tratou como sendo uma
deficiência do indivíduo em lidar com números, do qual, poderia ser distinguido por dois
tipos, a saber: a acalculia primária ou anaritmética, que segundo este autor, caracteriza-
se por transtornos no domínio da matemática sem que haja quaisquer perturbações nas
áreas cognitivas cerebrais “como a linguagem, a memória e as habilidades viso-
espaciais”
O segundo tipo seria a acalculia secundária, da qual, está imbricada a outros
transtornos em diferentes áreas do conhecimento. Para Benton, estas são
diferenciadas da acalculia afásica “ (quando está associada à alexia e/ou agrafia dos
números) e a acalculia relacionada a alterações viso-espaciais” (BERNARD, 2006, p.
18).
Alguns estudos sobre distúrbios neurológicos, como os elaborados por Garcia
(1998), afirmam que tais distúrbios são caracterizados por alterações de outras
dificuldades bem mais significativas, tanto na fala (leitura e escrita de palavras) quanto
na área do raciocínio referente à matemática, não há idade limite, pode acometer
adultos e crianças.
Conforme ainda Bernard (2006), a sugestão sobre a acalculia é que esta é uma
alteração in ser humano causada por disfunções do sistema nervoso central. Em
contrapartida, a discalculia, está associada a discentes que apresentam dificuldades no
domínio matemático e não causada por lesões na região cerebral. Garcia (1998) foi que
referiu o termo discalculia ou discalculia de desenvolvimento, que segundo ele, se
relaciona a uma desordem estrutural no sazonamento das capacidades matemáticas.
Vale salientar que, a discalculia poderá ser descoberta quanto outras áreas do
cérebro estão em jogo como o raciocínio, o pensamento abstrato e a capacidade
contar. Crianças acometidas por essa alteração cerebral cometem ao longo do tempo
vários erros durante atividades que exigem raciocínio lógico, centralizando tais
dificuldades em regiões que compreendem os números.
Não obstante, é ressalvar que tanto a acalculia quanto a discalculia pode
manifestar-se em alunos considerados inteligentes, entretanto, a criança que tem
discalculia poderá desenvolver todas as suas capacidades em outras áreas do currículo
escolar, mas poderá sentir dificuldades na área da matemática.
A discalculia do desenvolvimento de acordo com Myklebust e Jhonson (1962)
citados por Avila e Lara (2017), é uma deficiência em razão de uma disfunção do
cérebro que causa a dificuldades na manipulação de números. Para Bakwin (1960)
citado por Kosc (1974) corrobora com isso ao dizer que a discalculia é uma dificuldade
em contar. Conquanto, Kocs (1974, p. 167-168) estabeleceu um sistema regular que
classificou a discalculia em 6 (seis) categorias, a cumprir:

Discalculia verbal: dificuldade em relação às habilidades verbais quanto


aos termos e símbolos matemáticos.
Discalculia practognóstica: dificuldade na manipulação de objetos ou
figuras, quanto a enumerar e comparar quantidades.
Discalculia léxica: dificuldade em relação à leitura dos símbolos
matemáticos.
Discalculia gráfica: dificuldade em escrever os símbolos matemáticos.
Discalculia ideognóstica: dificuldade em relação à compreensão de
conceitos matemáticos e quanto à execução das operações mentais.
Discalculia operacional: dificuldades na resolução de operações.

Ademais, esse autor ainda definiu a discalculia como sendo uma disfunção nas
estruturas das habilidades matemáticas e que, esta, originou-se de uma deficiência
geneticamente adquirida ou congênita de partes do cérebro. De acordo com Silva
(2008), não existe uma causa específica para a manifestação da discalculia porque
essas dificuldades podem ser causadas por vários elementos que “abrangem áreas de
estudo, como a Neurologia, a Lingüística, a Psicológica, a Genética e a Pedagógica”
(p.20).
Segundo Gross-Tsur, Manor, & Shalev (1996), Shalev (2004), Shalev & von
Aster (2008), (2007) citados por Silva e Santos (2011), apresentam em seus estudos
que dentre as dificuldades de aprendizagem o 'Transtorno de Matemática' descrito pelo
DSM-IV-TR (APA, 2002), referido no CID-10 (OMS, 1993) como 'Transtorno específico
de habilidades aritméticas', conhecidos mundo a fora como Discalculia do
Desenvolvimento (DD) é caracterizado como um transtorno específico que afeta
principalmente os conhecimentos matemáticos, principalmente a habilidades aritméticas
em crianças com inteligência normal e adequadas oportunidades de escolarização.

3 CONCLUSÃO

A matemática tem um papel fundamental na nossa vida. Os números estão


presentes em todos os momentos e os utilizamos no cotidiano, todavia, verificarmos
essa presença diária, também se observa nas salas de aula o insucesso dos alunos na
disciplina da mesma. A maioria dos alunos tem aversão as aulas de matemática. Mas
se analisarmos, essa é uma Ciência de fácil aprendizagem porque é a única que
apresenta resultados exatos.
Acredita-se que uma das formas de torná-la mais atraente é através de
renovações do ensino didático. Repensar na prática, inovar seus conhecimentos,
analisar o perfil de cada um dos alunos e trabalhar de acordo com suas necessidades
se faz mister. Vale mencionar, que não pretende-se aqui, propor que se substitua o
conhecimento teórico por atividades lúdicas, mas que uma deve estar associada a outra
para a aprendizagem ser facilitada.
Sobre alunos discálculicos, é importante que o professor detecte isso mais cedo,
por que teoricamente eles são os únicos que podem identificar precocemente e intentar
para um possível diagnóstico com um profissional da área especializada. Portanto, o
estudo em questão aponta que apesar da discalculia ser um problema frequente e
corriqueiro nas salas de aula, ela é pouco explorada nas formações de professores.
Faz-se necessário que mais estudos sejam feitos, afim de que se encontre respostas
para ajudar aos alunos que sofrem com esse distúrbio e aos professores, que estes,
sejam munidos de conhecimentos para ambos, aluno/professor, possa ter um
relacionamento empático para que o ensino e aprendizagem seja realmente
significativo.

4. REFERENCIAS

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<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-

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