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Mordidas cruzadas anteriores: diagnóstico e

tratamento da pseudoclasse 111


relato de um caso clínico
Anterior cross-bite: diagnosis and treatment of pseudoclass 111- clinical case report

Djalma Roque vvoitchunss'


Cristiano Buseto'
Luciane R. Tocheto'
Ricardo H. Brockstedt/

Introdução
Os problemas de ordem sagital transtornos mais complexos para a
podem ser encontrados com rela- oclusão e, em conseqüência, para as
tiva freqüência nas dentaduras articulações temporomandibulares
decídua e mista; a etiologiapode ser (ATM).
funcional ou muscular, dentária, Os transtornos esqueléticos
dentoalveolar e ou esquelética incluem problemas de crescimen-
(Moyers, 1993). As más oclusões to, tamanho, forma ou proporções
funcionais ou musculares advêm do anormais dos ossos do complexo
mau funcionamento da muscula- craniofacial. O padrão de desenvol-
tura dentofacial, podendo resultar vimento ósseo pode se manifestar
em crescimento desannônico dos de maneira independente da área
ossos faciais ou em posições anor- dentária. O processo alveolar pode
mais dos dentes (Moyers, 1993). ser facilmente moldado, porém o
Os problemas dentários ocor- osso basal é menos suscetível a for-
rem quando um ou mais dentes.en- ças ortodônticas. (Vigorito, 1986;
volvendo a maxila e ou a mandíbu- Müller de Araújo, 1988; Proffit,
Ia, não apresentam condições de 1991; Moyers, 1993).
normalidade sagital. Se o compro- Angle (1899) baseou-se nas re-
metimento for esquelético-dentário, lações ântero-posteriores dos ma-
além dos dentes estarem em má xilares acreditando que o primeiro
posição, também há uma relação molar maxilar estaria sempre na
anormal entre a maxila e a mandí- posição correta. Esse método é o
bula e, dessas, com a base do crânio. mais tradicional e prático, embora
A função muscular pode ou não es- não considere as discrepâncias ver-
tar comprometida. Quando a ticais e horizontais. Angle dividiu
etiologia das más oclusões for de as más oclusões em três amplas
origem dentária ou dentoalveolar, classes: Classe I (neutroclusão),
devem-se fazer o diagnóstico preco- Classe 11(distoclusão), Classe 111
ce e a correção imediata para evitar (mesioclusão) (Graber, 1965).

, Mestre em Ortodontia pela Universidade Metodista de São Paulo, professor da disciplina de Ortodontia
Preventiva e coordenador do curso de Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial da Faculdade de
Odontologia da UPF.
2 Cirurgiões-dentistas.

gasso Fundo, v.6,n. p.23.:}8,jul)dez. 2001 23


A má oclusãoclasse fi apresen- berdade varia conforme as oclusão habitual. As mordidas cru-
ta os incisivos inferiores topo-a-topo raças e distribuição geográ- zadas anteriores complexas são
ou cruzados vestibularmente em fica; aquelas em que existe também
relação aos superiores. Freqüente- • traumatismo pré e pós-na- comprometimento das bases ósseas
mente, os incisivos inferiores estão tal, que pode resultar em apicais; são casos nos quais a man-
inclinados para lingual e os superio- deformidades dentofaciais; díbula cresce mais do que a maxila,
res, para vestibular. A pseudoclasse • hábitos como sucção dos de- com tendência à má oclusão tipo
fi tem os incisivos superiores mais dos, projeção da língua, suc- classe III de Angle. Para McNamara
inclinados para lingual do que em ção e mordida do lábio, pos- e Brudon (1995), a classe III geral-
uma classe I, pois eles deslizam so- tura corporal e onicofagia mente se manifesta em idade pre-
bre a lingual dos incisivos inferiores podem interferir no padrão coce e tipicamente se evidencia por
durante o fechamento, deslocando a regular do crescimento relação incisal de topo ou de mordi-
mandíbula para a frente (Mcnamara facial; da cruzada. O procedimento de
e Brudon, 1995; Carvalho e Casa, • enfermidades sistêmicas, manipular a mandíbula para poste-
2000). endócrinas e locais influen- rior é importante para certificar-se
Existe, ainda, outra possibili- ciam na forma dos arcos e da possibilidade de que ela se
dade, que é o paciente apresentar bases ósseas; posicione numa relação mais nor-
o fator genético para a evolução • agentes físicos como exo- mal com a maxila, no sentido
dessa discrepância em que o cruza- dontia prematura de decíduos sagital (Moyers, 1993).É importan-
mento anterior possa surgir, e a dieta pastosa podem in- te também para o diagnóstico a ve-
mesmo que não haja uma inclina- fluenciar nas más oclusões, rificação de as simetria do arco no
ção dentária inadequada. Esse assim como a má nutrição, modelo de estudo. Em casos de dúvi-
crescimento inadequado das bases que afeta a qualidade dos te- da, pode-se fazer uma avaliação
ósseas resultará em uma relação cidos em formação e os pa- cefalométrica radiológica frontal
molar classificada como classe Ilf drões de calcificação. (póstero-anterior) (Müller de Araújo,
de Angle, podendo, muitas vezes, Os fatores intrínsecos compre- 1988;Vigorito,1986;Proffit, 1991).
apresentar uma sobressaliência de endem as anomalias de quantida-
incisivos negativa, caracterizando de e de tamanho dos elementos
um prognatismo. Essa situação dentários, freio labial anormal, Tratamento
pode ter origem no excesso de cres- perda prematura de elementos Na dentadura decídua, o pa-
cimento da mandíbula e ou na de- dentários, retenção prolongada e ciente algumas vezes poderá ser
ficiência de crescimento da maxila reabsorção anormal dos dentes tratado apenas através da colocação
('Moyers, 1993). Mesmo que o tipo decíduos, atraso na erupção dos de um plano inclinado de acrílico
de discrepância seja semelhante, a dentes permanentes, via anormal nos incisivos inferiores. O plano
terapia será completamente dife- de erupção dos elementos dentá- inclinado age como uma extensão
rente (Proffit, 1991; Moyers, 1993; rios, anquilose, cárie e restaura- das bordas de contato dos incisivos
Carvalho, 2000). ções dentárias incorretas. inferiores nas faces linguais dos
O sistema neuromuscular, por dentes superiores. No movimento
efeitos de contrações reflexas no de fechamento da boca, a mandíbu-
Etiologia esqueleto ósseo e na dentição, Ia é forçada a se posicionar mais
A etiologia das más oclusões atua primariamente nas deformi- para posterior e, se os dentes supe-
pode ser dividida em fatores dades dentofaciais. Alterações de riores estiverem inclinados para
extrínsecos e fatores intrínsecos, se- crescimento nas bases ósseas po- palatina, serão movidos para vesti-
gundo Graber (1965). dem alterar as relações e funções bular. O bisel da aparelhagem de-
Nos fatores extrínsecos in- oclusais. verá ser desgastado com muito cui-
cluem-se: dado, de maneira que todos os den-
tes tenham igual contato e o peso
• hereditariedade, cujo fator Diagnóstico seja bem distribuído a fim de pre-
genético pode ser modifica- Os métodos de diagnóstico in- venir traumas (Moyers, 1993).
do pelo meio ambiente pré cluem telerradiografias de perfil, No tratamento das mordidas
e pós-natal, entidades físi- radiografia panorâmica, fotografias cruzadas anteriores não esqueléticas,
cas, pressões, hábitos anor- intrabucais e da face, modelos de pseudoclasse fi, é importante lem-
mais, distfubios nutritivos e estudo, bem como um detalhado brar que o fator etiológicomais co-
fenômenos idiopáticos, sen- exame clínico do paciente. mum é a falta de espaçopara os inci-
do o padrão básico a genéti- Para o diagnóstico da pseu- sivospermanentes. Desde que os ger-
ca. A hereditariedade in- doclasse III, é preciso assegurar-se mes dos dentes permanentes se for-
fluencia nas caracteristicas de que o perfil esquelético do pa- mem lingualmente aos dentes
morfológicas, no crescimen- ciente seja normal e de que a rela- decíduos, uma falta de espaço pode
to e desenvolvimento do pa- ção molar seja de uma classe I es- forçar os incisivos superiores perma-
ciente; ainda, a idade da pu- tável, em relação cêntrica e em nentes a permanecerem lingualmen-

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te no arco e a irromperem em mordi- Um plano de mordida anterior dentes. No exame clínico e radio-
da cruzada. Se a mordida cruzada em ou posterior só será necessário gráfico, constatou-se que o paciente
desenvolvimentofor descoberta antes quando a sobremordida for exces- apresentava respiraçãonasal, amígda-
de a erupção ter sido completada e a sivamente profunda, ou quando, las e adenóides presentes, deglutição
sobremordidajá tiver sido estabeleci- após dois meses, os dentes no arco típica e selamento labial fechado,
da, os dentes temporários adjacentes antagonista estão se movendo no além da tonicidade dos lábios supe-
podem ser extraídos para fornecer o mesmo sentido dos dentes que es- rior e inferior normais. O paciente
espaço necessário. A extração de den- tão recebendo a força. O plano de apresentava dentadura mista, com
tes temporários deve ocorrer bilate- mordida deveria ser utilizado so- tamanho e forma dos dentes nor-
ralmente, impedindo que a linha mé- mente em crianças com o hábito mais; sua condição de saúde bucal
dia se desvie para o lado da extração de ranger ou apertar os dentes, era precária pela presença de várias
unilateral, onde há espaço disponível pois se corre o risco de extruir o cáries e restaurações insatisfatórias,
(proffit, 1991). arco antagonista (Proffit, 1991). O paciente foiencaminhado para
Quando as mordidas cruzadas Quanto ao uso de aparatologia tratamento de promoção de saúde
anteriores forem diagnosticadas removível, é importante ressaltar a bucal e, mesmo não estando total-
após o irrompimento dos incisivos, importância da colaboração do pa- mente recuperado, o tratamento
será indica da a terapia de apare- ciente. Neste momento, portanto, ortodôntico foi iniciado, em razão da
lhos ortodônticos para correção. A entra a motivação do paciente, que idade do paciente e da necessidade
preocupação primordial, nesse é de reponsabilidade do cirurgião- imediata da correção da mordida
caso, é que haja espaço suficiente dentista, mostrando as vantagens cruzada anterior, considerando os
para a movimentação dentária, o do uso do aparelho ortodôntico e os beneficios que proporcionaria. Cons-
que comumente requer extração resultados para a função e saúde do tatou-se que se tratava de uma mor-
dos dentes temporários adjacentes sistema estomatognático e estética dida cruzada anterior dentoalveolar
ou desgastes bilaterais. Em se tra- facial. O uso de aparelhos removí- (pseudoclasse III), visto que o pacien-
tando de crianças jovens, com den- veis, quando bem indicado, torna o te apresentava um perfil esquelético
tadura mista, a melhor maneira de tratamento mais simples e de me- normal, e que a relação molar era
corrigir a inclinação de dentes an- nor custo. Uma construção adequa- uma classe I de Angle, estável na
teriores superiores ou inferiores é da do aparelho resultará na sua boa posição postiiral e em oclusão. A
através de um aparelho removível, retenção na cavidade bucal e, com arcada inferior também apresenta-
usando molas digitais para movi- ativações bem orientadas, os resul- va um crescimento e desenvolvi-
mento vestibular dos incisivos su- tados serão satisfatários. mento normais (Fig. 1, 2, 3, 4, 5, 6,
periores, ou um arco labial ativo O aparelho fixo mais simples 7). Em relação cêntrica, a mordida
para movimento lingual dos incisi- para esse propósito é o arco lingual anterior apresentava-se topo-a-topo
vos inferiores. Podem ser utiliza- superior com molas digitais. Para (Fig. 8 e 9).
das molas em Z, porém essas libe- pacientes com mais idade, dentadu- O tratamento proposto consti-
ram forças excessivamente pesa- ra mista tardia e permanentes pre- tuiu-se de um aparelho ortodôntico
das, que deslocam o aparelho e têm coces, com apinhamento, rotação e removível, com parafuso expansor
pouca amplitude de ação. Molas do dentes permanentes em mordida anterior e cobertura oclusal em
tipo helicóide duplo, com extremo cruzada, opta-se por um aparelho resina acn1ica, para que não hou-
livre de 0,022", conseguem movi- fixocombandas nos dentes posterio- vesse interferências do trespasse
mentar mais facilmente dois den- res e acessórios colados (braquetes) vertical dos dentes em classe IH
tes superiores. O aparelho deve nos dentes anteriores, com um arco durante as ativações do parafuso
conter grampos com função de re- de fio redondo para inclinação vesti- expansor. A cobertura oclusal foi
tenção, sendo que o arco labial ge- bular dos incisivos (Moyers, 1993; feita em todos os dentes posterio-
ralmente não é indicado por inter- Mcnamara e Brudon, 1995; Carva- res, isto é, primeiros e segundos
ferir no movimento vestibular dos lho, 2000). molares decíduos e primeiros mo-
incisivos (Proffit, 1991). O objetivo deste trabalho é de- lares permanentes superiores (di-
Outra forma de tratamento é a monstrar os resultados obtidos no reito e esquerdo), com grampos
utilização de um aparelho removível tratamento ortodôntico de uma circunferenciais nos molares per-
com parafuso expansor e cobertura mordida cruzada anterior, pseu- manentes e grampos em forma de
oclusal. A ativação do parafuso doclasse IH. gotas entre os molares decíduos.
expansor pode ser de dois quartos de Em relação à arcada inferior, o
volta a cada 15 dias. A cobertura Relato de um plano oclusal de resina acrílica foi
oclusal deve ter uma espessura su- confeccionado para que tocasse em
ficiente para proporcionar o espaço caso clínico todos os dentes inferiores posterio-
para a movimentação dos dentes e Paciente G. V., nove anos, gêne- res com, pelo menos, um toque em
deve ser ajustada para que perma- ro masculino, procurou a disciplina cada um, para o controle vertical.
neça com, pelo menos, um toque no de Ortodontia Preventiva da Facul- A altura da cobertura oclusal foi
dente antagonista para que não ocor- dade de Odontologia da UPF quei- estendida o suficiente para que
ra a extrusão do mesmo. xando-se da má posição dos seus ocorresse a liberdade de movimen-

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tos sagitais dos dentes anteriores complexidade da mesma. Nos ca-
superiores para vestibular duran- sos da pseudoclasse Hl, é de suma
te as ativações do aparelho. Na importância que se possa, depois
arcada inferior foi construído um de diagnostica da, intervir o mais
mantenedor de espaço (Fig. 10, 11, cedo possíveL Nesse estágio, o ci-
12 e 13). rurgião-dentista poderá intervir
O paciente foi orientado para o antes que a alteração se torne
uso do aparelho durante as 24 ho- mais complexa, provocando com-
ras do dia, porém não durante as plicações para a saúde e função do
refeições. A importância da sistema estomatognático e harmo-
higienização da cavidade bucal e niafacial.
do aparelho foram explicadas ao
paciente e à sua mãe. As ativações
da aparatologia foram realizadas a Abstract
cada 15 dias, com dois quartos de ln this work, it is pointed out the
importance of an early diagnosis for Figura 1 - Foto inicial da face do
volta do parafuso expansor em paciente: frente.
cada sessão. the identification of a malocclusion
Os resultados apareceram nas and the definition of a treatment
primeiras ativações Em três meses plan that makes possible to the in-
de uso e ativações contínuas, a mor- dividual, at correct growing and era-
dida cruzada anterior encontrava-se niofacial development age, the
com um leve trespasse dos incisivos equilibrium ofhealth and function
superiores mais para vestibular do of the stomatognathic system. ln
que os inferiores. Nesse momento, cases of dentoalveolar anterior
iniciou-se o desgaste da cobertura cross-bites, the pseudoclass llI, the
oclusal para que a oclusão dos den- treatment may be done in a short-
tes posteriores começasse a voltar term period, with the use of a
ao seu normal. Após duas sessões de more simple orthodontic apparatus
desgastes, foiremovida toda a cober- and the obtainment of satisfactory
turaoclusal de resina acrílica, con- results, returning the equilibrium
tinuando-se com as ativações do pa- of the craniofacial structures to the
rafuso ( Fig. 16, 17 e 18). patient. In this work, itis presented
.• O tempo total do tratamento foi a clinical case that demonstrates the Figura 2 - Foto inicial da face do
de seis meses, com resultado plena- efficacy of this procedure. paciente: perfil
mente satisfatório. A correção da
mordida cruzada anterior alcançada Keywords:
e a contenção, neste caso, foi feita early diagnosis,
pelo próprio aparelho expansor. No dentoalveolar
entanto, a própria correção da má anterior cross-
oclusão é um fator de estabilidade bite, pseudoclass
quando adequadamente corrigida. nr, treatment.
Nas figuras 14 e 15 apresentam-se
as fotografias de frente e de perfil no Figura 3 - Vista frontal das arcadas dentárias em máxima intercuspida-
final do tratamento proposto e, nas ção habitual.
figuras 19 e 20, das arcadas dentá-
rias antes e depois do tratamento
realizado.

Conclusões
Quando se realiza o diagnósti-
co odontológico correto e no mo-
mento certo, pode-se realizar um
tratamento eficaz, com resultados
satisfatários para o paciente e para Figura 4 - Vista lateral direita das arcadas dentárias em máxima inter-
o próprio profissionaL O trata- cuspidação habitual.
mento da má oclusão com as
características de classe Hl de
Angle necessita de diagnóstico
precoce, não importando o grau de

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Figura 5 - Vista lateral esquerda das arcadas dentárias em máxima Figura 9 - Vista das arcadas dentárias em provável relação cêntrica
intercuspidação habitual. frontal lateral.

Figura 6 - Vista oe/usal da arcada dentária superior.


Figura 10 - Vista oe/usal: superior com expansor anterior.

Figura 7 - Vista oe/usal da arcada dentária inferior.


Figura 7 7 - Vista oe/usal: inferior com aparelho mantedor de espaço.

Figura8 - Vista das arcadas dentárias em provável relação cêntrica. Frontal. Figura 12 - Vista lateral das arcadas dentárias em oe/usão com
aparatologia superior e com aparelho inferior.

Passo Fundo,v. 6'!:l' 2, p. 23-28~ jul./dez. 2001 27


Figura 13 - Vista lateral das arcadas dentárias em oc/usão com Figura 17 - Resultado final do caso clínico: vista das arcadas dentárias
aparatologia superior e inferior. em oclusão lateral esquerda, em provável relação cêntrica.

Figura 18 - Vista inicial das arcadas dentárias do caso clínico apresentado.

Figura 14 - Vista final da face do Figura 15 - Vista final da face do


paciente: frente. paciente: perfil.

Figura 16 - Resultado final do caso clínico: vista das arcadas dentárias Figura 19 - Resultado final do caso clínico: vista das arcadas dentárias
em oclusão lateral direita, em provável relação cêntrica. em oclusão frontal, em provável relação cêntrica.

Referências
bibliográficas
ANGLE, E. H. Classification of malocclu- MOYERS, R. E. Ortodontia. 4. ed. Rio de
sion. Dent. Cosmos, V. 41, n. 3, p. 248-264, Janeiro: Guanabara, 1993.
mar. 1899.
PROFFIT, W. R. Ortodontia contempo- Professor Djalma Roque Woitchunas
CARVALHO L. C.; CASA, M. A. Atuali- rânea. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanaba- Faculdade de Odontologia da UPF .
zação na clínica odontológica. São Pau- ra, 1991. Rua sete de setembro, 334, sala 401.
lo: Artes Médicas, 2000. CEP 99010-121 .
VIGORITO, Júlio W. Ortodontia clínica Telefone: 54 311'7072
GRABER,T. M. Ortodoncia: principios y preventiva. 2. ed. São Paulo: Artes Médi- E~mail: woitchunas@globo.com
practica. Buenos Aires: Mundi, 1965. cas, 1986. .. Passo Fundo - RS .

MCNAMARA, J. A. JR; BRUDON, W. L.


Tratamiento ortodóncico y ortopédico en o trabalho apresentado desenvolveu-se na
la dentición mixta. 2. ed. Estados Unidos: clínica da disciplina de Ortodontia Preventiva
da Faculdade de Odontologia da UPF.
Needham Press, 1995.

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