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INTRODUÇÃO

O conceito de delinquência pode então ser definido em função de critérios


jurídico-legais, assim como se pode confundir com o conceito de comportamento anti-
social. No conceito jurídico-legal, delinquente é o indivíduo que efectuou actos dos
quais resultou uma condenação por parte dos tribunais. O conceito de comportamento
anti-social refere-se a uma grande diversidade de actividades praticadas como os actos
agressivos, furto, vandalismo, fugas a outros comportamentos que representem, de um
modo genérico, uma violação de normas ou de expectativas estabelecidas pela
sociedade. Segundo Clarke e Cornish (1985), a delinquência é um comportamento
intencional que serve para satisfazer necessidades correntes de dinheiro, status e sexo,
que implicam tomar decisões.
OS FACTORES
Partindo inicialmente do ponto de vista factual sociológico temos a destacar o
meio ambiente que um individuo teve por base a educação e por parte da ética já que
estamos perante socioeconómico. Então todos e qualquer indivíduo deve estar vinculado
ou orientado por lei instrumento que regula as virtudes comportamentais de uma
sociedade. Com este pensamento adicionamos o factor económico que constitui
sustentabilidade quando há justiça equidade na disposição desses bens.

- No entanto conhecido pormenorizado o que acima descrevemos, teríamos uma


sociedade sadia; evitaríamos criar individuo ou seja delinquente. Agora tratemos
focalizando concretamente o individuo em caso de ser restituídos a liberdade depois de
abandonar a unidade penitenciaria ainda torna envolvendo-se em crime; podemos citar
alguns factores.

- Inicialmente tem muito a ver com os procedimentos e regulamentos do


estabelecimento prisional bem como a ausência ou pouca formação do pessoal que
exerce a tarefa de reeducação e reeducar.

- Se no estabelecimento prisional se envolvesse em reeducação, reeducar, o


indivíduo cujo comportamento erosivo na sociedade e ao deparar-se com essa realidade
transformaria-o e menos dificultaria se inserir na sociedade e enquadrar-se novamente
em actos delituoso.

- O delinquente muitas vezes conduzido a pressão invés de ser ocupado nas


actividades, como ensino de alfabetização, ocupado num centro de formação são
deixados a deriva e ocupam-se especializar com os delinquentes iguais melhorar os
módulos operantes dai que, quando integrado a sociedade não é receptivo integra-se a
actividade delinquir.

A delinquência relaciona-se com factores de risco individual como


impulsividade, coeficiente intelectual e personalidade (Browning e Loeber, 1999).

Perturbações internas tais como nervosismo, preocupação e ansiedade e


problemas psicológicos como hiperactividade podem desencadear o aparecimento dos
comportamentos delituosos nos jovens (Farrington, 1992).

Problemas ou dificuldades de concentração, comportamentos hostis ou violentos


e baixo nível de inteligência podem ser despoletadores da delinquência (Browning e
Loeber, 1999; Farrington, 1992; Farrington, 1997).
IMPLICAÇÕES
Obviamente acarreta certas implicações na somente para o individuo, também à
própria sociedade, vitima constante de sociedade menos sadio no ponto de vista
sociólogo.

A segurança aguando a integridade física do individuo ameaçada; neste sentido


os resultados dos níveis de crescimento também na minha opinião económica estará sob
ameaça das mãos dos focais da lei.

Todavia uma outra implicação tanto quanto não é menos importante as unidades
prisionais, no invés de passarem em meios de reeducação tornaram em instrumentos de
evolução e especialização do crime permitindo ao indivíduos perder medo na cadeia
visto que os factores influentes que o levaram a detenção os vivencia no interior
penitenciário.
ENTREVISTAS
As entrevistas durante o trabalho de campo foram realizadas a nove sujeitos do
sexo masculino, delinquentes juvenis, com idades compreendidas entre os 16 e os 21
anos, oriundos de bairros sociais degradados (musseques), localizados nas áreas
suburbanas das principais de Luanda.

ENTREVISTADO PERFIL DOS ENTREVISTADOS


S
Nº Idade Zona Descrição geral
Cresceu com os pais. O pai faleceu (era pastor na igreja) e a
mãe não trabalha. Os pais fizeram a 4ª ou classe. O
entrevistado estudou até à 10ª classe. Já presenciou muitos
3 21 Cacuaco atos de delinquência. Jovem delinquente. Não quis revelar
mais sobre a sua vida, receando que o entrevistador
pertencesse à segurança.

O entrevistado fez parte de um gangue que comete vários


crimes. Não se percebe se ainda faz parte do gang ou já não,
pois umas vezes fala no presente, outras no passado. No
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entanto, a conclusão que se tira é que quer dar a entender que
já não pratica esses atos, quando tal não é verdade.

SOLUÇÕES
No campo de soluções podemos citar alguns itens se haver vontade por parte dos
órgãos de soberania no caso do nosso país Angola primeiro meio adequar o
ordenamento jurídico isto se tivermos em conta a tipificação dos crimes em relação o
código penal e ainda bem que já em via o novo código penal que enquadra com a nossa
realidade.

Em segundo o governo não devia preocupar-se com o aumento de construções


de infra-estrutura (cadeias) é importante pensar na proliferação de empregos tendo em
atenção que a geração angolana é considerada jovem.

Nos centros prisionais devia também ter assistência das distintas áreas desde
psicólogos e sociólogos para ajudar os indivíduos nessas circunstâncias, de modo
permitir o cidadão corresponder quando desejar empregar-se.

Por tanto importa-nos realçar que não é menos importante desertar-nos sobre o
tratamento de princípio de igualdade e de inocência que é um dever que existe a todos.
Evitar enchentes as cadeias o modo de pratica de terem para investigar enquanto seria o
inverso.