Você está na página 1de 25

Mercados

informação global

Relações Económicas Portugal - Alemanha

Outubro 2009
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Índice

1. Relações económicas Portugal - Alemanha 3


1.1 Comércio 3
1.1.1. Importância da Alemanha nos fluxos comerciais de Portugal 3
1.1.2. Evolução da balança comercial bilateral 3
1.1.3. Expedições por grupos de produtos 4
1.1.4. Chegadas por grupos de produtos 5
1.2 Serviços 7
1.3 Investimento 8
1.4 Turismo 9
2. Oportunidades e dificuldades do mercado 10
2.1 Potencialidades 10
2.2 Dificuldades 14

Anexo:
1 – Principais produtos transaccionados entre Portugal e a Alemanha (2007-2008) 17

2
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

1. Relações Económicas Portugal - Alemanha

1.1 Comércio

1.1.1. Importância da Alemanha nos Fluxos Comerciais de Portugal

A Alemanha tem um papel da maior relevância na balança comercial portuguesa, surgindo, em 2008, em
2º lugar, logo a seguir à vizinha Espanha, quer como cliente, quer como fornecedor de Portugal.

No contexto do comércio externo alemão, Portugal posicionava-se, em 2008, como 24º cliente com
0,82% do total das exportações alemãs, e como 31º fornecedor com 0,51% das importações, assumindo,
portanto, posições incomparavelmente menos relevantes do que as da Alemanha na balança comercial
portuguesa.

Importância da Alemanha nos Fluxos Comerciais de Portugal


2004 2005 2006 2007 2008

Posição 3ª 3ª 2ª 2ª 2ª
Como cliente
% 13,3 12,1 13,1 13,0 12,9

Posição 2ª 2ª 2ª 2ª 2ª
Como fornecedor
% 14,1 13,8 13,8 13,1 12,4

Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística

1.1.2. Evolução da Balança Comercial Bilateral

No período de 2004-2008, a balança comercial luso-alemã foi continuamente desfavorável a Portugal,


tendo, contudo, em consequência do diferencial de dinâmicas de crescimento das duas variáveis - 5,6%
ao ano em média para as expedições e 2,3% para as chegadas -, a taxa de cobertura das chegadas
pelas expedições subido de 60,8% em 2004, para 67,8% em 2008, do que resultou uma diminuição do
défice comercial de -2.550,3 para -2.286,5 milhões de euros (-10,3%).

Há que realçar que, provavelmente em resultado do agravamento da crise económico-financeira mundial


e do seu impacto negativo em ambos os mercados, sobretudo durante o último trimestre de 2008, as
expedições caíram 0,7% e as chegadas 3,4%, em 2008, face ao ano anterior.

Em relação a período homólogo de 2008, nos primeiros sete meses de 2009, as expedições regrediram
20,5% e as chegadas 23,1%, resultando daí uma ligeira melhoria da taxa de cobertura (70,8% para
73,1%).

3
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Evolução da Balança Comercial Bilateral


Evol.a Jan/Jul Jan/Jul Var. %
(106 EUR) 2004 2005 2006 2007 2008
% 2008 2009 09/08
Expedições 3.954,5 3.657,5 4.452,6 4.843,6 4.810,3 5,6 2.954,8 2.348,9 -20,5

Chegadas 6.504,9 6.607,1 6.965,5 7.349,9 7.096,9 2,3 4.175,7 3.212,9 -23,1

Saldo -2.550,3 -2.949,6 -2.512,9 -2.506,3 -2.286,5 -1.220,9 -864,0

Coef. Cobertura (%) 60,8 55,4 63,9 65,9 67,8 70,8 73,1

Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística


Notas: (a) Média aritmética das taxas de crescimento anuais no período 2004 – 2008

1.1.3. Expedições por Grupos de Produtos

As expedições portuguesas para a Alemanha acusam um grau de concentração elevado, uma vez que
mais de 56% do valor expedido, em 2008, diz respeito apenas a dois grupos de produtos – veículos e
outro material de transporte, com 30,9% do valor total, e máquinas e aparelhos com 25,3%. Dos
restantes grupos de produtos, destacam-se ainda o calçado (5,6% do total expedido), os plásticos e
borracha (5,3%), os produtos químicos (5,3%), o vestuário (4,7%) e os metais comuns (4,6%).

Há que realçar que a participação dos bens de capital subiu de 52,8% em 2004, para 57,3% em 2008,
garantindo, assim, o aumento da representatividade dos produtos de maior valor acrescentado no total
expedido, em detrimento principalmente dos bens de consumo e dos produtos intermédios. O peso dos
produtos intermédios nas expedições ascende a 26,7% e o dos bens de consumo a 13,2%.

Em termos de grau de intensidade tecnológica, a estrutura das expedições é, em 2008, dominada pelos
produtos de média-alta tecnologia, com 51,0% do total expedido, seguidos dos produtos de baixa
tecnologia (24,1%), alta tecnologia (13,1%) e de média-baixa tecnologia (11,9%).

Numa óptica de maior desagregação (NC a 4 dígitos), a estrutura das expedições era, em 2008,
caracterizada pelo domínio dos automóveis de passageiros e outros veículos de transporte de
passageiros, com 25,0% do total expedido, seguidos pelos aparelhos receptores para
radiotelefonia/radiotelegrafia/radiodifusão (6,6%), calçado com sola externa de borracha, plástico, couro
e parte superior de couro natural (4,7%) e partes e acessórios dos veículos automóveis (4,2%).

Finalmente, há que salientar que as expedições portuguesas para a Alemanha mostram padrões de
negócios relativamente estáveis. Com efeito, tomando como referência os dez primeiros capítulos
pautais (a dois dígitos) de 2004, registava-se, em 2008, o aparecimento de apenas dois novos capítulos
pautais nas expedições, ou seja, uma taxa de variabilidade de 20%, reflectindo assim nichos de mercado
mais ou menos adequados à procura do mercado alemão.

4
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Expedições por Grupos de Produtos


3
(10 Euros) 2004 % 2007 % 2008 %

Veículos e outro material de transporte 708.792 17,9 1.567.430 32,4 1.486.042 30,9
Máquinas e aparelhos 1.326.038 33,5 1.263.966 26,1 1.215.751 25,3
Calçado 314.762 8,0 258.408 5,3 270.411 5,6
Plásticos e borracha 190.706 4,8 244.772 5,1 256.474 5,3
Produtos químicos 117.936 3,0 253.303 5,2 253.566 5,3
Vestuário 296.138 7,5 245.486 5,1 224.664 4,7
Metais comuns 153.017 3,9 237.802 4,9 220.229 4,6
Pastas celulósicas e papel 195.587 4,9 150.469 3,1 169.061 3,5
Matérias têxteis 192.274 4,9 162.587 3,4 151.646 3,2
Minerais e minérios 142.111 3,6 95.000 2,0 125.399 2,6
Madeira e cortiça 124.308 3,1 85.484 1,8 71.122 1,5
Produtos alimentares 50.382 1,3 55.311 1,1 70.213 1,5
Instrumentos de óptica e precisão 54.575 1,4 27.692 0,6 50.982 1,1
Produtos agrícolas 23.745 0,6 25.279 0,5 30.948 0,6
Peles e couros 4.352 0,1 5.047 0,1 4.661 0,1
Combustíveis minerais 3.611 0,1 323 0,0 214 0,0
Outros produtos 56.198 1,4 26.864 0,6 67.274 1,4
Valores confidenciais -- -- 138.357 2,9 141.690 2,9
Total 3.954.534 100,0 4.843.579 100,0 4.810.346 100,0

Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística


Nota: A informação referente a 2007 e 2008 encontra-se corrigida dos valores correspondentes às operações abrangidas pelo segredo
estatístico, agregando-se o respectivo montante na parcela “Valores confidenciais”.

De acordo com os dados do INE, o número de empresas portuguesas que têm vindo a expedir produtos
para a Alemanha caiu de 2.527 em 2003 para 2.386 em 2007 (último ano disponível), reflectindo
provavelmente o aumento da concorrência dos países da Europa Central e Oriental.

1.1.4. Chegadas por Grupos de Produtos

O grau de concentração das chegadas é da mesma grandeza que o das expedições, ou seja, bastante
elevado, uma vez que quase 59% das aquisições, em 2008, diz respeito apenas a dois grupos de
produtos – máquinas e aparelhos (37,0%) e veículos e outro material de transporte (21,6%). Dos
restantes grupos de produtos, destacam-se ainda os produtos químicos (10,9% do total expedido), os
metais comuns (7,5%) e os plásticos e borracha (5,3%).

Há que realçar que, em termos de intensidade de valor acrescentado, a estrutura das chegadas sofreu
apenas ligeiras alterações no período de 2004-2008, com os bens de capital respondendo, em 2008, por
um pouco mais de 61% do valor total das nossas compras, os produtos intermédios por cerca de 32%, e
os bens de consumo por aproximadamente 7%. No seu conjunto e por grandes agrupamentos de
produtos, a estrutura das chegadas é acentuadamente desequilibrada, a favor dos produtos de maior
valor acrescentado e em detrimento, sobretudo, dos bens de consumo.
5
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Em termos de grau de intensidade tecnológica, a estrutura das chegadas era, em 2008, dominada
também pelos produtos de média-alta tecnologia, com 47,1% do total das chegadas, seguida dos
produtos de alta tecnologia (28,4%), baixa tecnologia (12,7%) e de média-baixa tecnologia (11,7%),
caracterizando-se, portanto, as chegadas por um grau tecnológico significativamente superior ao das
expedições.

Numa óptica mais desagregada (NC a 4 dígitos), destacam-se da estrutura das chegadas os automóveis
de passageiros e outros veículos de transporte de passageiros, com 14,3% do total expedido, circuitos
integrados e microconjuntos electrónicos, também com 14,3% do total, partes e acessórios dos veículos
automóveis (3,9%) e medicamentos em doses ou acondicionados para venda a retalho (3,2%).

Finalmente, há que referir que as chegadas mostram padrões de negócios relativamente estáveis. Com
efeito, tomando como referência os dez primeiros capítulos pautais (a dois dígitos) de 2004, registava-se,
em 2008, o aparecimento de apenas dois novos capítulos pautais nas chegadas, ou seja, uma taxa de
variabilidade de 20%, reflectindo assim nichos de mercado mais ou menos adequados à procura do
mercado português.

Chegadas por grupos de produtos


3
(10 Euros) 2004 % 2007 % 2008 %

Máquinas e aparelhos 2.399.224 36,9 2.883.489 39,2 2.628.832 37,0


Veículos e outro material de transporte 1.383.831 21,3 1.493.582 20,3 1.533.468 21,6
Produtos químicos 643.571 9,9 701.116 9,5 777.027 10,9
Metais comuns 430.467 6,6 558.921 7,6 530.431 7,5
Plásticos e borracha 333.686 5,1 385.635 5,2 378.103 5,3
Produtos alimentares 157.171 2,4 190.138 2,6 197.161 2,8
Instrumentos de óptica e precisão 212.402 3,3 198.328 2,7 192.487 2,7
Produtos agrícolas 191.863 2,9 180.123 2,5 169.546 2,4
Matérias têxteis 219.597 3,4 167.985 2,3 158.260 2,2
Pastas celulósicas e papel 104.804 1,6 115.506 1,6 102.245 1,4
Vestuário 71.312 1,1 58.101 0,8 63.394 0,9
Calçado 33.264 0,5 40.195 0,5 42.602 0,6
Minerais e minérios 40.289 0,6 40.081 0,5 40.340 0,6
Madeira e cortiça 23.554 0,4 40.424 0,5 36.154 0,5
Peles e couros 45.761 0,7 31.635 0,4 30.549 0,4
Combustíveis minerais 58.545 0,9 77.497 1,1 24.805 0,3
Outros produtos 155.520 2,4 147.329 2,0 157.088 2,2
Valores confidenciais -- -- 39.815 0,5 34.360 0,5
Total 6.504.860 100,0 7.349.899 100,0 7.096.852 100,0

Fonte: INE – Instituto Nacional de Estatística


Notas: A informação referente a 2007 e 2008 encontra-se corrigida dos valores correspondentes às operações abrangidas pelo segredo
estatístico, agregando-se o respectivo montante na parcela “Valores confidenciais”.

6
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Segundo os dados do INE, verifica-se um interesse crescente de empresas portuguesas que adquirem
produtos no mercado alemão, cujo número subiu de 7.050 em 2003, para 7.451 em 2007 (último ano
disponível), muito superior ao número de empresas expedidoras (2.386).

1.2 Serviços

Em 2008, a Alemanha posicionou-se como 4º mercado cliente dos serviços portugueses, tendo
absorvido 10,4% das vendas totais ao exterior, e 3º fornecedor de serviços ao nosso país (10,1% das
chegadas totais de serviços).

Balança Comercial de Serviços com a Alemanha


a
6 Evol Jan/Jun Jan/Jun Var
10 EUR 2004 2005 2006 2007 2008
% 2008 2009 09/08
Expedições 1.257,0 1.336,9 1.590,3 1.782,8 1.860,5 10,4 875,4 766,3 -12,5

Chegadas 769,3 818,7 1.002,2 1.004,1 1.146,6 10,8 566,1 538,0 -5,0

Saldo 487,8 518,1 588,0 778,7 713,9 -- 309,4 228,3 --


Coef.
163,4 163,3 158,7 177,6 162,3 -- 154,7 142,4 --
Cobertura (%)
% Exp. / Total 10,6 10,9 10,9 10,5 10,4 -- -- 10,4

% Che. / Total 9,8 9,7 10,4 9,6 10,1 -- -- 10,5

Fonte: Banco de Portugal


Nota: (a) Média aritmética das taxas de crescimento anuais no período 2004-2008

No período de 2004-2008, a balança comercial de serviços luso-alemã foi continuamente favorável a


Portugal, tendo, em consequência do pequeno diferencial de taxas de crescimento das duas variáveis
(de 10,4% ao ano em média para as expedições e de 10,8% para as chegadas), a taxa de cobertura das
chegadas pelas expedições caído ligeiramente de 163,4% para 162,3%.

Contrariamente à tendência de crescimento contínuo de ambas as componentes da balança comercial


de serviços no período em análise, no primeiro semestre de 2009, em relação a período homólogo de
2008, as expedições regrediram 12,5% e as chegadas 5,0%, reflectindo provavelmente o agravamento
da crise económico-financeira registado na primeira metade do ano corrente.

Verifica-se que os principais serviços expedidos foram, em 2008: as viagens e turismo (43,4%),
evidenciando o interesse do turismo alemão em Portugal; os transportes (26,2%); outros serviços
fornecidos por empresas (21,1%); e serviços de construção (3,3%).

Pelo lado das chegadas, destacam-se os transportes (38,0% do total), seguidos dos outros serviços
fornecidos por empresas (26,8%), das viagens e turismo (16,8%), dos direitos de utilização (4,3) e dos
serviços de comunicação (3,2%).

7
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

1.3 Investimento

Importância da Alemanha nos Fluxos de Investimento para Portugal


2004 2005 2006 2007 2008
Posição 4ª 1ª 1ª 1ª 1ª
Portugal como receptor (IDE)
% 12,6 16,8 15,8 19,7 20,0

Posição 13ª 18ª 13ª 16ª 15ª


Portugal como emissor (IDPE)
% 1,0 0,5 1,2 0,8 1,0

Fonte: Banco de Portugal (Agosto 2009)

Enquanto país emissor de investimento directo estrangeiro (IDE), a Alemanha tem a máxima importância
para Portugal, surgindo à cabeça no “ranking” de investidores nos últimos quatro anos. Merece relevo
especial o facto de a sua quota de mercado ter vindo a aumentar praticamente de forma contínua (de
12,6% em 2004 para 20,0% em 2008) respondendo, portanto, por exactamente 1/5 dos fluxos de IDE.

Como receptor de investimento directo português (IDPE), a posição alemã testemunha um interesse
oscilante dos operadores económicos portugueses por este mercado, ocupando a 15ª posição no
“ranking” de receptores, em 2008, tendo caído duas posições em relação a 2004.

Segundo os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal, no período de 2004-2008, o investimento


bruto português na Alemanha ascendeu a cerca de 503,9 milhões de euros mas, tomando em
consideração o desinvestimento efectuado (no montante de cerca de 271,4 milhões de euros), regista-se
um investimento líquido de apenas 232,5 milhões de euros.

Investimento Directo de Portugal na Alemanha


a
3 Evol. Jan/Jun Jan/Jun Var. %
(10 EUR) 2004 2005 2006 2007 2008
% 2008 2009 09/08
Investim. bruto 124.377 52.290 113.194 111.526 102.547 12,2 39.946 64.145 60,6

Desinvestimento 147.143 36.706 16.260 44.522 26.801 0,8 13.170 206.831 1470,5

Investim. líquido -22.766 15.584 96.934 67.004 75.746 -- 26.776 -142.685 --

Fonte: Banco de Portugal (Agosto 2009)


Nota: (a) – Média aritmética das taxas de variação anuais no período de 2004-2008

Em relação a período homólogo de 2008, nos primeiros seis meses de 2009, o investimento bruto
português na Alemanha cresceu 60,6%, mas o desinvestimento teve uma subida muito mais acentuada
(1.470,5%), resultando daí um investimento líquido negativo de aproximadamente 142,7 milhões de
euros.

8
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Investimento Directo da Alemanha em Portugal


Evol.a Jan/Jun Jan/Jun Var. %
(103 EUR) 2004 2005 2006 2007 2008
% 2008 2009 09/08
Investim. bruto 3.416.703 4.637.718 5.177.659 6.444.626 6.390.549 17,8 3.265.340 2.015.315 -38,3

Desinvestimento 3.438.035 4.859.977 4.916.564 6.752.280 7.092.574 21,2 3.659.215 3.139.861 -14,2

Investim. líquido -21.332 -222.259 261.095 -307.654 -702.025 -- -393.875 -1.124.546 --

Fonte: Banco de Portugal (Agosto de 2009)


Nota: (a) – Média aritmética das taxas de variação anuais no período de 2004-2008

Ao longo do período 2004-2008, o investimento bruto alemão em Portugal registou praticamente um


crescimento contínuo e ascendeu a 26.067,3 milhões de euros. Dado que o desinvestimento efectuado
no mesmo período atingiu o montante de 27.059,4 milhões de euros, o valor do investimento líquido
acumulado fixou-se em -992,2 milhões de euros. Como resulta dos dados mencionados, a posição
alemã, enquanto país emissor de IDE para Portugal, altera-se radicalmente se for tomado em
consideração o investimento líquido em lugar do investimento bruto, tendo enfraquecido de forma notável
a sua posição no mercado português.

Nos primeiros seis meses de 2009, o investimento directo da Alemanha em Portugal ascendeu a 2.015,3
milhões de euros, o que representou um crescimento negativo de 38,3% em relação a período homólogo
de 2008. Se se tiver em conta o desinvestimento, o saldo negativo aumentou 185,5%, o que significa que
a posição alemã no mercado português continuou a enfraquecer.

As aplicações de capitais efectuadas pela Alemanha em Portugal destinaram-se sobretudo à indústria


transformadora (80,6% do total em 2008), ao comércio por grosso e a retalho (7,9%) e às actividades
imobiliárias, alugueres e serviços prestados às empresas (7,6%).

1.4 Turismo

A Alemanha assume uma posição muito relevante enquanto país emissor de turistas para Portugal,
representando, em 2008, 10,9% do número total de hóspedes (3º lugar no ranking dos mercados
externos), 14,0% das dormidas (2º lugar) e 10,9% do total de receitas de turistas estrangeiros (4º lugar).

No período 2005-2008, o número de hóspedes alemães cresceu a uma taxa média de 2,0% ao ano e o
montante de receitas registou uma taxa média de crescimento anual de 2,6%, o que provavelmente
reflecte uma evolução positiva da qualidade da oferta portuguesa e a chegada ao nosso país de um
número crescente de alemães com maior poder de compra.

Contudo, há que realçar que a posição relativa da Alemanha, em todos os indicadores considerados,
caiu no período em análise, o que provavelmente aponta para a necessidade de uma promoção mais
agressiva da oferta portuguesa naquele mercado.

9
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Por outro lado, há que ter em consideração que, em 2008, as receitas geradas pelos turistas alemães
representavam à volta de 1,3% dos gastos dos turistas alemães no estrangeiro, o que aponta para um
potencial de crescimento ainda longe de esgotado.

Turismo da Alemanha em Portugal


Evol a Jan/Jul Jan/Jul
2005 2006 2007 2008 %
2008 2009
Hóspedes b 734.035 772.239 777.985 777.644 2,0 460.818 424.103

% Total 12,3 11,9 11,0 10,9 -- 11,2 11,6

Posição 3ª 3ª 3ª 3ª -- 3ª 3ª
b
Dormidas 3.898.469 3.862.780 3.851.143 3.657.516 -2,1 2.176.856 1.989.053

% Total 16,3 15,3 14,4 14,0 -- 14,3 14,9

Posição 2ª 2ª 2ª 2ª -- 2ª 2ª
b 3
Receitas (10 EUR) 753.513 833.433 784.811 807.584 2,6 445.712 410.643

% Total 12,2 12,5 10,6 10,9 -- 11,1 11,3

Posição 4ª 4ª 4ª 4ª -- 4ª 4ª

Fontes: INE - Instituto Nacional de Estatística; Banco de Portugal


Notas: (a) Média aritmética das taxas de crescimento anuais no período 2005-2008
(b) Inclui apenas a hotelaria global

2. Potencialidades e Dificuldades do Mercado

2.1 Potencialidades

Comércio e Serviços

A Alemanha continua a ser uma plataforma comercial cujos agentes económicos têm um impacto muito
relevante nos países de língua alemã (Áustria e Suíça), assim como na Escandinávia e, mais
recentemente, em toda a zona do Alargamento Europeu.

Este país representa para Portugal um parceiro muito importante ocupando, nos últimos anos, a 2ª
posição enquanto cliente e fornecedor. No mercado alemão, Portugal ocupa também uma posição
relevante enquanto fornecedor de alguns produtos, nomeadamente:

1° Fornecedor: receptores para radiotelefonia, radiotelegrafia e radiodifusão; cortiça e produtos


de cortiça; tecidos com borracha e fibras sintéticas; máquinas e aparelhos para a indústria do
calçado.

2° Fornecedor: molas e folhas de molas, de ferro/aço; binóculos, lunetas, e outros instrumentos


de astronomia; bobinas de ignição e acumuladores de chumbo.
10
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

3° Fornecedor: torneiras e válvulas; caldeiras, reservatórios, cubas; colofónias e ácidos


resínicos; essências e óleos de colofónia.

4° Fornecedor: pastas químicas de madeira; travões e servo-freios para a indústria automóvel;


éteres e derivados.

5° Fornecedor: calçado e partes de calçado; pneus; papel e cartão, para fins gráficos e
industriais; hidrocarbonetos acíclicos; preparações e conservas de carne; moldes para
moldagem por injecção ou por compressão; platinas e agulhas para teares.

Face ao peso económico e industrial da Alemanha a nível mundial (2ª posição como importador e, desde
2003, em 1º lugar como exportador) são vários os produtos de oportunidade para este mercado, dos
quais destacamos os seguintes:

- Vestuário: desenvolvimentos de nichos de mercado para produtos com qualidade e design;


especialização em pequenas séries; “quick response” e serviço ao cliente; estabelecimento de parcerias
com os clientes.

- Têxteis: desenvolvimento de novas aplicações para produtos têxteis, apostando em produtos


diferenciados (exemplo: têxteis técnicos); cooperação com “designers” que alargam a sua marca a
outros produtos para a casa.

- Calçado: desenvolvimento de nichos de mercado; reconhecimento da qualidade do calçado português.

- Fileira casa: aposta na qualidade, design e funcionalidade do produto; participação em redes de


distribuição; criação e gestão de marcas.

- Vinhos: crescente procura de vinhos tintos; receptividade por produtos com boa relação
preço/qualidade; a “novidade” pode vender.

- Rochas ornamentais: aumento do segmento da reconstrução, o que favorece a compra de produtos de


gama média/alta.

- Bens de equipamento: as indústrias portuguesas de metalomecânica e electromecânica assumem um


papel importante na economia nacional como incubadoras de novas tecnologias. Esta fileira atinge cerca
de 50% da nossa exportação. A indústria de moldes é um bom exemplo de know-how técnico e da
flexibilidade da oferta portuguesa. Portugal ocupa a 5ª posição como fornecedor alemão de moldes.

11
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Investimento de Portugal na Alemanha

Em primeiro lugar é de salientar a dimensão do mercado, pois que a Alemanha constitui a maior
economia da Europa e tem uma mão-de-obra qualificada e com elevados índices de produtividade.
Todos os sectores de negócio onde é pertinente reforçar a presença no mercado através de aquisição de
canais de distribuição, são importantes para o investimento português.

Apontamos como áreas prioritárias a Fileira Moda (confecção e calçado), a Fileira Casa (cerâmicas e
vidros), os Vinhos, as Energias Renováveis e as Rochas Ornamentais. Em termos de regiões com
potencialidades para os investimentos portugueses salientamos a Renânia-Vestfália, a região de
Frankfurt (Hessen), Estugarda (Baden-Wuerttemberg), Munique (Baviera), bem como Hamburgo e Baixa
Saxónia. Uma empresa portuguesa que se concentre apenas nos distritos de Colónia e Dusseldorf
consegue chegar a 10 milhões de consumidores (o que equivale a Portugal inteiro) numa superfície
comparável à região de Lisboa e Vale do Tejo. A criação de novas empresas com tecnologias avançadas
e modelos de gestão adaptados é fundamental.

Existem 27 empresas portuguesas com escritório na Alemanha, a maior parte das quais com
investimentos efectuados na área comercial. No sector industrial, só existem dois investimentos a
registar – a aquisição das empresas Glunz e Hornitex AG pela Sonae Indústria e a aquisição da Union
Paper pela Inapa. Também é de registar o investimento da Joalto (transportes rodoviárias) e a aquisição
da Deutsche Touring por um consórcio luso-espanhol. O Grupo Sonae Sierra construiu em Berlim o
grande Centro Comercial “Alexa” inaugurado em Setembro de 2007, que constitui uma janela de
oportunidades interessantes para algumas marcas portuguesas que, já estando presentes na Alemanha,
poderão beneficiar da visibilidade deste projecto.

Neste mês de Outubro, a Sonae inaugurou mais um centro comercial na cidade de Weiterstadt, a sul de
Frankfurt, representando um volume de investimento de 265 milhões de euros, tendo já anunciado um
novo para 2011, perto de Hannover.

Investimento da Alemanha em Portugal

Portugal recebeu investimentos de grandes empresas alemãs, tais como a Volkswagen (AutoEuropa),
Siemens (desde 1905 em Portugal), Infineon, Epcos, Bosch/Blaupunkt, Continental (Mabor), mas
também de muitos fabricantes de renome da fileira moda (calçado e confecção), como por exemplo a
Gabor, Ara Shoes e Priess Modelle, que encontraram no nosso país (nos anos sessenta e setenta do
século passado) uma localização excelente para investimentos industriais. Também as grandes
empresas alemãs do sector metalomecânico e de subcontratação (Edscha, Mahle, Kromberg &
Schubert, Preh-Werke, HUF, Leica, Benteler e Grohe, etc.) instalaram fábricas em Portugal.
Actualmente, a Alemanha continua a representar o maior investidor estrangeiro no sector industrial em
Portugal com uma quota de 20% do total do IDE em Portugal (2008).

12
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

O investimento alemão constitui um veículo importante para o aumento da capacidade de inovação na


economia portuguesa, permite o acesso a novos mercados, maior qualidade de produtos e serviços,
organizações melhor adaptadas ao processo de inovação e a redes internacionais de conhecimento e
parcerias.

Destacamos como sectores de aposta: software aplicado às telecomunicações e transportes; centros de


competência em áreas como ciências da computação, tecnologias de informação, comunicações
militares, automação e robótica; actividades de maior valor acrescentado em sectores industriais;
serviços partilhados, centros de atendimento telefónico e outras actividades de processamento de
informação; turismo; energias renováveis; meios e serviços de pagamento. De facto existem diversas
oportunidades e áreas em que Portugal tem “algo para oferecer”, em especial nos domínios da
excelência e da inovação.

Turismo

À semelhança das prioridades definidas pelo Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT), os turistas
alemães procuram fundamentalmente os seguintes produtos turísticos:

Sol e Mar Touring Cultural e Paisagístico Turismo da Natureza


Golfe Gastronomia e Vinhos Saúde e Bem-Estar

Particularmente no que se refere aos produtos “Touring” e “Gastronomia e Vinhos” existem enormes
potencialidades para desenvolver uma estratégia comum a nível do Comércio e do Turismo.

Para além do Enoturismo, tema abordado regularmente em viagens de imprensa, poder-se-ia propôr
activamente a inclusão nos circuitos culturais e paisagísticos de abordagens a temáticas tão
diferenciadas como a Rota do Mármore (com rochas ornamentais), a Rota dos Sobreiros (com provas de
azeite e exposições de cortiça) a Rota do Vidro (com visitas a fábricas e exposições) ou ainda a Rota
dos Moinhos de Vento, associada à visita aos parques eólicos contemporâneos.

Para além deste “enriquecimento” dos circuitos culturais, não se deves descurar as oportunidades ao
nível dos produtos de nicho, como por exemplo o “birdwatching”, “BTT”, “surf” e “mergulho”.

A forte tendência do consumidor alemão por plataformas online tem levado ao desenvolvimento do site
www.visitportugal.com, conduzindo também à recente implantação de páginas de Turismo de Portugal
em sites de redes sociais, tais como o twitter, www.twitter.com/portugaltourism e o facebook
www.facebook.com/visitportugal

13
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

2.2 Dificuldades

Comércio/Serviços

A Alemanha é um país de compradores e a importância da função “compras” é reconhecida e respeitada


na grande maioria das empresas. Os colaboradores ligados a este sector gozam, regra geral, de uma
formação intensa, pelo que são normalmente muito competentes e conhecedores das tendências do
mercado. Assim, para oferecer os produtos que eles precisam de comprar, o conhecimento prévio do
sector e das suas necessidades são fundamentais.

As dificuldades para as empresas portuguesas derivam essencialmente dos seguintes factores:

Bens de consumo portugueses em abrandamento; baixa notoriedade no mercado alemão.


Bens de equipamento portugueses muito dependentes da Auto-Europa.
Baixo grau de conhecimento sobre os produtos portugueses ao nível do consumidor final; falta
de imagem/prestígio.
Fraca presença nos pontos de venda; falta da presença portuguesa na grande distribuição.
Desconhecimento por parte dos fabricantes nacionais dos canais de distribuição utilizados pelos
agentes e/ou importadores.
Reduzida aposta nas marcas próprias.
Deficiências em algumas fases de concepção e comercialização do produto.
Estruturas de marketing e distribuição dos produtos nacionais pouco desenvolvida.
Pequena dimensão das empresas nacionais.

Investimento de Portugal na Alemanha

A estrutura empresarial em Portugal é de pequena e média dimensão e são poucas as grandes


empresas que investem no estrangeiro (Sonae, Grupo Amorim, Jerónimo Martins, Portugal
Telecom, Mota Engil, EDP, GALP, entre outras).
A dimensão do mercado alemão, que é o maior de Europa, exige uma estratégia de abordagem
bem concebida.
A concorrência por parte do Leste da Europa e da Ásia está a aumentar.
A falta de marca torna o produto substituível.
Crescente domínio do mercado pelas marcas do comércio.
Aumento da concorrência dos países industrializados nos segmentos de gama média e alta.
Continuação da deslocalização da produção para a Ásia ou Países de Leste (p.ex. Ucrânia).
Diferenças culturais.

14
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

Investimento da Alemanha em Portugal

Dimensão reduzida do mercado português.


No sector automóvel (subcontratação) há uma grande dependência da AutoEuropa.
Perda de competitividade que é justificada pela posição de Portugal na Europa dos 27, mas
também por factores internos de ordem estrutural como os custos salariais, níveis de educação e
de qualificação relativamente baixos, dependência energética e insuficiência de reformas no
sentido da reconversão da economia.
Queda do fluxo de investimento directo da Alemanha em 2008/2009, após um período de
crescimento (2004 a 2007).
Grande dependência dos projectos de empresas alemãs em Portugal da situação conjuntural na
Alemanha e nos principais mercados de exportação alemã.
Insolvências de empresas industriais alemãs em Portugal com graves consequências para a
exportação portuguesa e o nível de emprego de mão-de-obra qualificada (Qimonda, Edscha,
Karmann).
Dependência dos projectos em Portugal de decisões tomadas nas Sedes Sociais das
respectivas empresas na Alemanha: pouca “margem de manobra” e influência de entidades
nacionais nos processos de decisão.

Turismo

Gerador do principal fluxo de turistas a nível mundial, a Alemanha mantém-se, em função do número de
dormidas, o 2º mercado para Portugal, a seguir ao Reino Unido. No entanto, a forte implantação
tradicional dos principais destinos concorrentes, derivada de um grande investimento no mercado,
continua a causar dificuldades na implantação da marca turística Portugal.

Com a forte campanha conjunta (com operadores turísticos) desenvolvida no mercado entre Fevereiro e
Setembro do corrente ano, sentiram-se as primeiras repercussões positivas de inversão desta
dificuldade, mas só um investimento a médio prazo poderá contribuir para o acréscimo de conhecimento
da marca. A campanha direccionada ao consumidor final, intitulada “perfectly priced”, a decorrer durante
o último trimestre deste ano e o 1º trimestre de 2010, é um primeiro passo nesse sentido.

Como país dependente da oferta aérea, Portugal tem vindo a ser confrontado com uma dificuldade
adicional resultante da diminuição de oferta de capacidade aérea entre a Alemanha e Portugal por parte
das companhias aéreas tradicionais, que se limitaram a reagir a um novo panorama económico, com a
redução do tráfego associado aos negócios.

Apesar duma excelente relação preço/qualidade, Portugal é muitas vezes penalizado por apresentar, em
produtos comparáveis, um preço final mais elevado que os seus concorrentes. Tal facto é, em parte,
resultante do posicionamento geográfico de Portugal e a correspondente maior distância.

15
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

O forte federalismo alemão, apontado muitas vezes como uma dificuldade, constitui realmente um
obstáculo às actividades de promoção, mas só pelas grandes distâncias que se têm que vencer entre
Berlim e qualquer importante capital de Estado Federado com importantes fluxos para Portugal. No
entanto, é esse mesmo federalismo que permite que, por exemplo, as férias escolares sejam de tal
forma intercaladas, que se pode afirmar que existem cerca de 20 semanas anuais com fluxos turísticos
daí resultantes.

16
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

ANEXO 1 - Principais Produtos Transaccionados entre Portugal e a Alemanha (2007-2008)


Expedições
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
TOTAL 1.347.967 4.843.579 100,00 1.357.069 4.810.346 100,00 -0,69
Valores Confidenciais 242.946 325.124 6,71 214.845 298.330 6,20 -8,24
Automóveis de passageiros e outros veículos
8703 112.332 1.285.441 26,54 111.795 1.202.399 25,00 -6,46
transporte passageiros, etc
Aparelhos receptores p/
8527 6.984 379.627 7,84 7.526 316.916 6,59 -16,52
radiotelefonia/radiotelegrafia/radiodifusão, etc
Calçado c/ sola externa borracha, plástico, couro e
6403 0 221.882 4,58 0 227.393 4,73 2,48
parte superior couro nat.
Partes e acessórios dos veículos automóveis das
8708 40.958 199.325 4,12 42.683 203.032 4,22 1,86
posições 8701 a 8705
Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, p/
8481 10.920 165.917 3,43 10.007 157.507 3,27 -5,07
canalizações, caldeiras etc
4011 Pneumáticos novos, de borracha 34.009 134.140 2,77 34.813 141.569 2,94 5,54
Medicamentos, em doses ou acondicionados para
3004 1.267 85.968 1,77 1.874 107.589 2,24 25,15
venda a retalho
Papel e cartão, n/ revestidos,tipo usados p/ escrita
4802 79.555 59.818 1,23 117.145 89.524 1,86 49,66
ou out. fins gráficos,etc
6109 T-shirts e camisolas interiores, de malha 0 105.652 2,18 0 86.445 1,80 -18,18
Caixas fundição; placas fundo p/ moldes; modelos
8480 3.360 64.049 1,32 3.317 74.747 1,55 16,70
p/ moldes; moldes p/ metais
Aparelhos p/ interrupção, seccionamento,
8536 2.934 52.860 1,09 3.063 49.699 1,03 -5,98
protecção etc, p/ tensão <=1000 volts
Fios e outros condutores, isolados p/ usos
8544 1.677 27.664 0,57 2.875 49.130 1,02 77,60
eléctricos; cabos fibras ópticas
2901 Hidrocarbonetos acíclicos 90.633 80.957 1,67 52.345 47.400 0,99 -41,45
Bombas de ar/vácuo, compressores etc;
8414 6.330 55.863 1,15 5.813 44.220 0,92 -20,84
exaustores p/ extracção/reciclagem, etc
Partes reconhecíveis c/o exclusiva/principalmente
8409 2.001 35.295 0,73 1.995 42.083 0,87 19,23
p/ motores das pp 8407/08
7320 Molas e folhas de molas, de ferro ou aço 20.127 40.216 0,83 19.644 41.649 0,87 3,56
Papel e cartão kraft, n/ revestidos, em rolos ou em
4804 56.419 30.972 0,64 68.363 37.656 0,78 21,58
folhas, exc das pp 4802/03
Cortiça aglomerada (com ou sem aglutinantes) e
4504 17.532 42.524 0,88 15.925 37.472 0,78 -11,88
suas obras
Díodos, transístores etc, dispositivos
8541 375 12.528 0,26 1.192 36.020 0,75 187,53
fotossensíveis, semicondutores etc
Camisolas e pulôveres, cardigans, coletes e art.
6110 0 32.037 0,66 0 35.873 0,75 11,97
semelhantes, de malha
Veículos automóveis para transporte de
8704 8.307 26.025 0,54 10.224 35.338 0,73 35,79
mercadorias
Assentos (excepto os da pp 9402), mesmo
9401 576 6.702 0,14 934 33.054 0,69 393,21
transformáveis em camas, e suas partes
2603 Minérios de cobre e seus concentrados 7.776 7.537 0,16 31.476 32.019 0,67 324,85
Acumuladores eléctricos e seus separadores, de
8507 11.460 38.519 0,80 10.412 31.980 0,66 -16,98
forma quadrada ou rectangular
8482 Rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas 1.183 18.811 0,39 2.253 31.926 0,66 69,72
2204 Vinhos de uvas frescas 0 25.495 0,53 0 31.634 0,66 24,08
7616 Outras obras de alumínio 7.205 38.048 0,79 4.802 29.381 0,61 -22,78
7407 Barras e perfis de cobre 4.050 16.989 0,35 7.193 29.186 0,61 71,79
Aparelhos p/ tratamento matérias por meio
8419 2.252 18.642 0,38 3.425 25.832 0,54 38,57
operações mudança temperatura, etc
Partes reconhecíveis c/o exclusiva/parcialmente p/
8529 1.789 21.587 0,45 1.576 25.060 0,52 16,09
aparelhos pp 8525 a 8528
Aquecedores eléctricos água; aparelhos eléct. p/
8516 2.128 19.271 0,40 2.573 23.842 0,50 23,72
aquecimento ambientes, etc
Cadeados, fechaduras e ferrolhos, de metais
8301 1.702 28.717 0,59 1.532 22.889 0,48 -20,29
comuns; fechos e armações c/ fecho
7326 Outras obras de ferro ou aço 1.521 19.943 0,41 1.115 22.361 0,46 12,12
(cont.)

17
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Tintas e vernizes, dispersos ou dissolvidos em
3208 6.190 18.219 0,38 7.258 22.186 0,46 21,77
meio não aquoso
4503 Obras de cortiça natural 1.074 23.325 0,48 680 21.754 0,45 -6,73
Partes calçado; palmilhas, reforços, polainas,
6406 1.377 17.273 0,36 1.362 21.196 0,44 22,71
perneiras e artigos semelhantes
Meias-calças; meias de qualquer espécie, incl. p/
6115 3.149 19.870 0,41 2.784 20.744 0,43 4,40
varizes, de malha
Condensadores eléctricos, fixos, variáveis ou
8532 272 20.420 0,42 297 19.898 0,41 -2,56
ajustáveis
Outras chapas,folhas e lâminas, de plástico n/
3920 11.476 22.503 0,46 9.484 19.604 0,41 -12,88
alveolar, n/ reforçadas, etc
5515 Outros tecidos de fibras sintéticas descontínuas 1.142 23.524 0,49 914 19.348 0,40 -17,75
Resinas amínicas, fenólicas e poliuretanos, em
3909 11.538 16.715 0,35 12.975 19.028 0,40 13,83
formas primárias
Fios de lã penteada, não acondicionados para
5107 2.133 19.479 0,40 1.808 18.854 0,39 -3,21
venda a retalho
Produtos e artefactos matérias têxteis, p/ usos
5911 4.989 18.221 0,38 5.258 18.390 0,38 0,93
técnicos, da nota 7 deste cap.
Outras obras de plástico e obras de outras
3926 2.707 14.965 0,31 2.380 17.982 0,37 20,16
matérias das posições 3901 a 3914
6302 Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha 2.069 18.044 0,37 2.011 17.964 0,37 -0,44
Aparelhos eléctricos ignição/arranque p/ motores
8511 689 21.302 0,44 569 17.597 0,37 -17,39
etc; geradores e conjuntores
Partes destinadas exclusiva/principalmente p/ os
8538 961 19.633 0,41 677 17.596 0,37 -10,38
aparelhos das pp 8535/36/37
Veículos automóveis para o transporte >=10
8702 809 13.321 0,28 985 17.010 0,35 27,70
pessoas, incluindo o condutor
Éteres; peróxidos de álcoois,de éteres e de
2909 5.464 4.128 0,09 19.061 15.720 0,33 280,79
cetonas, e seus deriv. halogenado
Ouro (incl. platinado), em formas brutas ou
7108 0 13.754 0,29
semimanufacturadas, ou em pó
Objectos de vidro p/ serviço de mesa, cozinha,
7013 9.331 10.019 0,21 12.556 13.233 0,28 32,08
toucador etc, exc pp 7010/18
Chassis com motor, para os veículos automóveis
8706 445 26.308 0,54 197 12.913 0,27 -50,92
das posições 8701 a 8705
Aparelhos eléctricos de sinalização acústica ou
8531 91 6.659 0,14 238 12.869 0,27 93,26
visual, exc os das pp 8512/30
Tomates preparados ou conservados, excepto em
2002 17.298 9.216 0,19 20.595 12.860 0,27 39,53
vinagre ou em ácido acético
Aparelhos receptores de televisão, etc; monitores e
8528 103 2.980 0,06 571 12.410 0,26 316,41
projectores de vídeo
Estatuetas e outros objectos de ornamentação, de
6913 6.744 15.112 0,31 2.119 11.198 0,23 -25,90
cerâmica
Ferramentas intercambiáveis p/ ferramentas
8207 93 9.959 0,21 115 11.062 0,23 11,07
manuais, mesmo mecânicas, etc
Louça, outros artigos uso doméstico, etc, de
6912 4.618 7.597 0,16 4.489 10.563 0,22 39,04
cerâmica, excepto de porcelana
Outras obras de borracha vulcanizada não
4016 1.945 11.459 0,24 1.288 10.525 0,22 -8,15
endurecida
Máquinas p/ brochura/encadernação, incluídas as
8440 1.022 9.541 0,20 1.028 10.422 0,22 9,23
máquinas p/ costurar cadernos
Produtos de padaria, pastelaria ou da indústria de
1905 1.408 3.456 0,07 3.558 10.228 0,21 195,96
bolachas e biscoitos
7222 Barras e perfis, de aço inoxidável 2.580 12.556 0,26 2.582 10.193 0,21 -18,82
3406 Velas, pavios, círios e artigos semelhantes 7.378 13.442 0,28 6.276 9.922 0,21 -26,19
Pastas químicas de madeira, ao bissulfito, excepto
4704 18.595 8.111 0,17 19.369 9.905 0,21 22,12
pastas para dissolução
8542 Circuitos integrados e microconjuntos electrónicos 3 56.475 1,17 3 9.865 0,21 -82,53
Pedras p/ calcetar, meios-fios e lajes p/
6801 156.247 9.123 0,19 155.335 9.796 0,20 7,38
pavimentação, de pedra natural
Colas e outros adesivos preparados, não
3506 3.603 6.601 0,14 3.984 9.645 0,20 46,12
especificados
(cont.)

18
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Matérias corantes orgânicas sintéticas, de
3204 2.128 8.892 0,18 2.375 9.600 0,20 7,96
constituição química definida
Fatos saia-casaco, vestidos, saias, calças/calções
6104 0 8.581 0,18 0 9.478 0,20 10,45
etc, de malha, uso feminino
Calçado c/ sola exterior borracha etc, e parte
6404 0 8.190 0,17 0 9.406 0,20 14,84
superior de matérias têxteis
Partes de máquinas sem conexões eléctricas nem
8487 343 4.751 0,10 702 9.251 0,19 94,71
outros elementos com características eléctricas
Vidros de segurança, sendo vidros
7007 2.752 6.633 0,14 2.870 9.065 0,19 36,67
temperados/formados por folhas contracoladas
Ladrilhos e placas p/ pavimentação/revestimento,
6908 20.088 8.964 0,19 18.117 8.684 0,18 -3,12
vidrados/esmaltados; cubos
Telas p/ pneumáticos, c/ fios alta tenacidade de
5902 2.631 9.711 0,20 2.316 8.638 0,18 -11,05
nylon/outras poliamidas, etc
Fatos, conjuntos, calças e calções, etc., de uso
6203 348 16.559 0,34 145 8.615 0,18 -47,97
masculino
Tecidos de lã penteada ou de pêlos finos
5112 423 9.800 0,20 350 8.597 0,18 -12,28
penteados
Cuecas, pijamas, roupões de banho, robes, etc.,
6107 0 8.053 0,17 0 8.175 0,17 1,51
de malha, de uso masculino
Outros contadores; indicadores de velocidade e
9029 6 294 0,01 97 8.120 0,17 2.663,46
tacómetros; estroboscópios
Tripas, bexigas e buchos de animais, exc de
0504 1.073 5.268 0,11 1.526 8.076 0,17 53,30
peixes, frescos, salgados, etc
Caldeiras vapor (exc caldeiras aquec. central);
8402 798 2.371 0,05 3.155 8.011 0,17 237,83
caldeiras "água sobreaquecida"
7604 Barras e perfis, de alumínio 3.161 11.708 0,24 2.359 7.635 0,16 -34,79
Refrigeradores, congeladores etc; bombas de
8418 1.482 8.619 0,18 1.148 7.512 0,16 -12,84
calor, exc as máquinas da pp 8415
Instrumentos e aparelhos para regulação ou
9032 10 713 0,01 84 7.291 0,15 922,57
controlo, automáticos
Outras chapas, folhas, películas, tiras, e lâminas
3921 1.563 9.180 0,19 1.198 7.109 0,15 -22,55
de plástico
6405 Outro calçado 0 7.808 0,16 0 7.033 0,15 -9,93
Tubos de borracha vulcanizada não endurecida e
4009 730 6.020 0,12 870 6.999 0,15 16,27
seus acessórios
5208 Tecidos de algodão >=85%, com peso <=200g/m2 449 9.188 0,19 322 6.784 0,14 -26,17
Colofónias e ácidos resínicos, e seus derivados;
3806 5.077 6.470 0,13 5.305 6.677 0,14 3,19
gomas fundidas
Pias, lavatórios, banheiras, sanitários e artefactos
6910 9.894 6.407 0,13 6.249 6.544 0,14 2,13
semelhantes, de cerâmica
Instrumentos e aparelhos para medicina, cirurgia,
9018 168 5.308 0,11 175 6.503 0,14 22,50
odontologia e veterinária
Resistências eléctricas (inc
8533 reóstatos/potenciómetros), excepto de 153 6.342 0,13 168 6.476 0,13 2,11
aquecimento
Aparelhos eléctricos para telefonia ou telegrafia,
8517 34 9.239 0,19 55 6.412 0,13 -30,60
por fios etc; vídeofones
6105 Camisas de malha, de uso masculino 0 6.215 0,13 0 6.404 0,13 3,04
Máq p/ seleccionar terras, pedras etc; máq p/
8474 2.291 5.578 0,12 2.310 6.274 0,13 12,49
aglomerar combustíveis, etc; etc
Quadros, painéis e outros suportes, com >=2
8537 70 5.838 0,12 84 6.242 0,13 6,92
aparelhos das pp 8535/36, etc
Partes destinadas às máquinas e aparelhos das pp
8431 329 2.719 0,06 586 6.113 0,13 124,84
8425 a 8430
Banheiras, "chuveiros", lavatórios, bidés, sanitários
3922 1.905 6.349 0,13 1.783 5.974 0,12 -5,91
e seus assentos, etc
Cábreas; guindastes, inc de cabos; pontes
8426 1.411 3.881 0,08 1.940 5.892 0,12 51,79
rolantes, pórticos de descarga, etc
Granito, pórfiro, basalto, arenito e outras pedras de
2516 85.524 5.541 0,11 78.381 5.767 0,12 4,07
cantaria/construção, etc
Preparações p/ barbear,desodorizantes, produtos
3307 1.546 5.531 0,11 1.546 5.547 0,12 0,28
de perfumaria ou toucador, etc
(cont.)

19
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Construções e suas partes (etc) de ferro fundido,
7308 4.993 12.704 0,26 2.678 5.529 0,11 -56,48
ferro/aço, exc prod pp 9406
Combinações, saiotes, calcinhas, camisas noite
6108 0 4.966 0,10 0 5.524 0,11 11,24
etc, de malha, de uso feminino
Veios de transmissão e manivelas; chumaceiras e
8483 214 3.244 0,07 283 5.360 0,11 65,21
bronzes; engrenagens, etc
Prepar. p/ molhos e molhos; condimentos e
2103 2.990 2.823 0,06 5.155 5.034 0,10 78,30
temperos compostos; mostardas, etc.
Caldeiras para aquecimento central, excluindo as
8403 429 3.440 0,07 959 5.007 0,10 45,53
da pp 8402
Cordéis, cordas e cabos, entrançados ou n/,
5607 3.387 5.282 0,11 2.911 4.953 0,10 -6,22
mesmo revestidos borracha/plástico
Aparelhos emissores p/ radiotelefonia etc; câmaras
8525 17 3.441 0,07 25 4.943 0,10 43,65
de tv; câmaras de vídeo etc
Instrumentos, aparelhos etc, n/ inc pp deste
9031 42 3.106 0,06 78 4.902 0,10 57,79
capítulo; projectores de perfis
Camiseiros, blusas, blusas-camiseiros, de uso
6206 76 5.199 0,11 69 4.587 0,10 -11,77
feminino
Amostra 4.504.631 93% 4.498.134 94%

Chegadas
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
TOTAL 1.728.969 7.349.899 100,00 1.374.497 7.096.852 100,00 -3,44
Valores Confidenciais 28.563 108.272 1,47 27.941 117.244 1,65 8,29
Automóveis de passageiros e outros veículos
8703 68.923 963.174 13,10 79.833 1.018.244 14,35 5,72
transporte passageiros, etc
8542 Circuitos integrados e microconjuntos electrónicos 593 1.149.434 15,64 609 1.013.986 14,29 -11,78
Partes e acessórios dos veículos automóveis das
8708 33.856 270.164 3,68 34.462 276.947 3,90 2,51
posições 8701 a 8705
Medicamentos, em doses ou acondicionados para
3004 3.635 203.435 2,77 3.204 228.893 3,23 12,51
venda a retalho
Máquinas automáticas p/ processamento
8471 1.441 98.751 1,34 2.115 111.998 1,58 13,41
dados/unidades; leitores magnéticos etc
Máquinas e aparelhos mecânicos, c/ função
8479 5.230 78.994 1,07 3.224 92.739 1,31 17,40
própria, ainda n/ inc noutras pp
Partes reconhecíveis c/o exclusiva/parcialmente p/
8529 5.813 110.757 1,51 4.691 77.193 1,09 -30,30
aparelhos pp 8525 a 8528
Aparelhos p/ interrupção, seccionamento,
8536 2.969 68.685 0,93 2.989 72.448 1,02 5,48
protecção etc, p/ tensão <=1000 volts
Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes, p/
8481 5.850 78.584 1,07 5.254 69.155 0,97 -12,00
canalizações, caldeiras etc
Veículos automóveis para transporte de
8704 17.327 110.425 1,50 16.028 66.970 0,94 -39,35
mercadorias
Grupos electrogéneos e conversores rotativos,
8502 5.862 45.735 0,62 4.205 60.270 0,85 31,78
eléctricos
Máquinas e aparelhos impressão, exc pp 8471;
8443 3.123 57.053 0,78 2.919 58.856 0,83 3,16
máquinas auxiliares p/ impressão
Díodos, transístores etc, dispositivos
8541 528 55.969 0,76 498 58.760 0,83 4,99
fotossensíveis, semicondutores etc
Outras obras de plástico e obras de outras
3926 13.477 50.274 0,68 7.828 55.578 0,78 10,55
matérias das posições 3901 a 3914
Partes destinadas exclusiva/principalmente p/ os
8538 11.207 47.499 0,65 4.194 54.557 0,77 14,86
aparelhos das pp 8535/36/37
Tintas de impressão, escrever ou desenhar ,
3215 5.442 43.675 0,59 5.054 50.045 0,71 14,59
mesmo concentradas
8701 Tractores (excepto os da pp 8709) 13.328 42.012 0,57 19.728 46.774 0,66 11,34
Fios e outros condutores, isolados p/ usos
8544 6.186 44.389 0,60 5.664 46.725 0,66 5,26
eléctricos; cabos fibras ópticas
(cont.)

20
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Assentos (excepto os da pp 9402), mesmo
9401 8.199 43.667 0,59 8.001 46.699 0,66 6,94
transformáveis em camas, e suas partes
Reagentes de diagnóstico ou de laboratório,
3822 932 45.733 0,62 1.013 45.153 0,64 -1,27
excepto as posições 3002 ou 3006
Máquinas/aparelhos p/ trabalhar borracha/plástico
8477 1.451 33.182 0,45 947 43.865 0,62 32,20
ou p/ fabrico prod dessa mat
Poliacetais, outros poliéteres e resinas epóxidas,
3907 25.066 49.394 0,67 20.507 42.339 0,60 -14,28
em formas primárias
Partes e acessórios para os aparelhos das pp 8519
8522 469 63.392 0,86 271 38.984 0,55 -38,50
a 8521
Instrumentos e aparelhos para medicina, cirurgia,
9018 817 43.563 0,59 846 38.874 0,55 -10,76
odontologia e veterinária
0406 Queijos e requeijão 9.372 30.844 0,42 10.386 37.090 0,52 20,25
Transformadores eléctricos, conversores, bobinas
8504 2.928 37.932 0,52 2.463 37.002 0,52 -2,45
de reactância e auto-indução
Aparelhos eléctricos para telefonia ou telegrafia,
8517 518 98.786 1,34 296 35.037 0,49 -64,53
por fios etc; vídeofones
Partes calçado; palmilhas, reforços, polainas,
6406 948 31.413 0,43 1.109 34.751 0,49 10,63
perneiras e artigos semelhantes
Partes e acessórios destinados às máquinas das
8466 617 30.256 0,41 441 34.369 0,48 13,59
posições 8456 a 8465
7408 Fios de cobre 8.181 45.225 0,62 5.705 32.489 0,46 -28,16
Insecticidas, herbicidas, desinfectantes e produtos
3808 4.307 28.253 0,38 4.843 31.906 0,45 12,93
semelhantes
Preparações e artigos farmacêuticos indicados na
3006 165 22.928 0,31 227 31.409 0,44 36,99
nota 4 do presente capítulo
Prod laminados planos de ferro/aço n/ ligado,
7208 34.582 23.021 0,31 41.383 29.559 0,42 28,40
largura >=600mm, laminados etc
Sangue humano;anti-soro;vacinas,culturas de
3002 35 26.655 0,36 50 28.559 0,40 7,14
microorganismos e prod.semelhantes
7411 Tubos de cobre 5.815 37.211 0,51 4.547 27.812 0,39 -25,26
Leitelho, leite e nata coalhados, iogurte, quefir e
0403 24.311 27.830 0,38 22.364 27.025 0,38 -2,89
outros leites e natas
Matérias corantes orgânicas sintéticas, de
3204 4.746 24.049 0,33 6.694 26.148 0,37 8,73
constituição química definida
Motores e geradores, eléctricos, excepto os grupos
8501 1.567 17.151 0,23 2.652 25.904 0,37 51,03
electrogéneos
9403 Outros móveis e suas partes 8.565 23.518 0,32 9.312 25.794 0,36 9,68
Suportes p/ gravação de som ou semelhantes, n/
8523 625 32.943 0,45 296 25.501 0,36 -22,59
gravados, exc produtos cap. 37
Produtos de padaria, pastelaria ou da indústria de
1905 12.513 28.010 0,38 10.067 25.281 0,36 -9,74
bolachas e biscoitos
Produtos laminados planos, de outras ligas de aço,
7225 14.805 18.626 0,25 14.279 25.068 0,35 34,59
de largura >=600mm
Outras chapas,folhas e lâminas, de plástico n/
3920 8.294 22.273 0,30 8.281 25.041 0,35 12,43
alveolar, n/ reforçadas, etc
Chocolate e outras preparações alimentícias
1806 10.141 26.380 0,36 9.205 24.549 0,35 -6,94
contendo cacau
Reboques/semi-reboques p/ qq veículos; outros
8716 4.251 22.982 0,31 5.566 23.711 0,33 3,18
veículos n/ autopropulsores; etc
Preparações tensoactivas, prep. para lavagem e
3402 17.382 26.028 0,35 15.011 23.222 0,33 -10,78
limpeza (exc sabões de pp 3401)
Veículos automóveis para usos especiais, exc p/
8705 2.750 18.302 0,25 2.201 23.102 0,33 26,23
transporte pessoas/mercadorias
Parafusos, pernos/pinos, roscados, porcas, etc, de
7318 5.043 23.965 0,33 4.503 22.494 0,32 -6,14
ferro fundido, ferro ou aço
7409 Chapas e tiras de cobre, de espessura >0,15mm 4.204 20.606 0,28 3.952 22.058 0,31 7,05
Chassis com motor, para os veículos automóveis
8706 3.185 25.263 0,34 2.695 21.986 0,31 -12,97
das posições 8701 a 8705
Papel e cartão revestidos de caulino ou de outras
4810 29.502 22.519 0,31 25.164 21.816 0,31 -3,12
substâncias inorgânicas
(cont.)

21
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Construções e suas partes (etc) de ferro fundido,
7308 7.137 16.064 0,22 7.945 21.775 0,31 35,55
ferro/aço, exc prod pp 9406
Borracha sintética e artificial, derivada dos óleos,
4002 16.523 25.118 0,34 13.176 21.580 0,30 -14,09
etc
Centrifugadores etc, aparelhos para filtrar ou
8421 1.427 24.541 0,33 884 21.407 0,30 -12,77
depurar líquidos ou gases
Instrumentos p/ análises físicas/químicas;
9027 280 23.572 0,32 316 21.194 0,30 -10,09
instrumentos p/ ensaios viscosidade
Partes e acessórios para máquinas e aparelhos
8473 568 23.398 0,32 484 21.080 0,30 -9,91
das posições 8469 a 8472
Bombas de ar/vácuo, compressores etc;
8414 2.602 21.485 0,29 2.497 20.434 0,29 -4,89
exaustores p/ extracção/reciclagem, etc
7326 Outras obras de ferro ou aço 6.380 21.431 0,29 6.073 20.229 0,29 -5,61
Veículos automóveis para o transporte >=10
8702 4.014 14.072 0,19 2.924 20.103 0,28 42,86
pessoas, incluindo o condutor
4011 Pneumáticos novos, de borracha 5.716 21.456 0,29 5.137 20.038 0,28 -6,61
Tecidos de fios filamentos sintéticos, inc tecidos
5407 1.800 15.767 0,21 2.560 19.961 0,28 26,60
obtidos a partir da pp 5404
3903 Polímeros de estireno, em formas primárias 10.296 20.057 0,27 10.246 19.930 0,28 -0,63
Aquecedores eléctricos água; aparelhos eléct. p/
8516 2.070 19.676 0,27 1.666 19.806 0,28 0,66
aquecimento ambientes, etc
Lã, pêlos finos/grosseiros, cardados/penteados (inc
5105 2.725 21.983 0,30 2.131 19.481 0,27 -11,38
a lã penteada a granel)
Óleos de petróleo ou minerais betuminosos, exc.
2710 142.400 70.315 0,96 23.903 19.104 0,27 -72,83
óleos brutos; preparações, etc
2926 Compostos de função nitrilo 4.408 7.407 0,10 14.572 18.611 0,26 151,26
Artigos de transporte ou de embalagem, rolhas,
3923 7.072 16.654 0,23 5.434 18.586 0,26 11,59
tampas, cápsulas, de plástico
Partes reconhecíveis c/o exclusiva/principalmente
8409 875 17.972 0,24 668 18.539 0,26 3,15
p/ motores das pp 8407/08
Aparelhos eléctricos de sinalização acústica ou
8531 203 21.802 0,30 333 17.992 0,25 -17,48
visual, exc os das pp 8512/30
Outras máquinas e aparelhos de escritório
8472 607 14.134 0,19 650 17.834 0,25 26,18
(duplicadores hectográficos etc)
Preparações químicas para usos fotográficos, exc
3707 221 11.639 0,16 321 17.425 0,25 49,70
vernizes, colas e semelhantes
7606 Chapas e tiras, de alumínio, de espessura >0,2mm 3.881 15.774 0,21 4.089 17.281 0,24 9,55
Papel higiénico,lenços, toalhas de mão, fraldas,
4818 15.913 25.808 0,35 9.948 17.029 0,24 -34,02
artigos p/ uso doméstico, etc
Barras e perfis de outras ligas aço; barras ocas p/
7228 4.305 8.448 0,11 10.584 16.992 0,24 101,13
perfuração, ligas aço, etc
Relógios de pulso, de bolso e relógios
9102 28 6.332 0,09 79 16.969 0,24 167,99
semelhantes, excepto os da pp 9101
Máquinas de lavar louça; máquinas p/ limpar,
8422 762 16.005 0,22 657 16.868 0,24 5,39
encher, capsular etc, garrafas
7304 Tubos e perfis ocos, sem costura, de ferro ou aço 13.431 19.368 0,26 12.571 16.602 0,23 -14,28
Aglutinantes preparados para moldes ou para
3824 7.575 15.159 0,21 8.716 16.449 0,23 8,51
núcleos de fundição; etc
Fios de filamentos sintéticos, não acondicionados
5402 6.076 20.211 0,27 4.282 16.208 0,23 -19,80
para venda a retalho
Quadros, painéis e outros suportes, com >=2
8537 483 23.015 0,31 281 16.197 0,23 -29,62
aparelhos das pp 8535/36, etc
3906 Polímeros acrílicos, em formas primárias 12.029 16.354 0,22 11.466 16.157 0,23 -1,20
Bombas para líquidos mesmo com dispositivo
8413 889 14.347 0,20 885 15.988 0,23 11,44
medidor; elevadores de líquidos
1001 Trigo e mistura de trigo com centeio 97.660 18.620 0,25 57.019 15.915 0,22 -14,53
Motores de pistão, de ignição por compressão
8408 516 6.359 0,09 504 15.727 0,22 147,30
(motores diesel ou semidiesel)
Guarnições, ferragen etc, de metais comuns;
8302 2.281 15.609 0,21 2.138 15.636 0,22 0,17
pateras etc; rodízios; fechos etc
Outras obras de borracha vulcanizada não
4016 10.687 16.439 0,22 2.505 15.481 0,22 -5,83
endurecida
(cont.)

22
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Máquinas-ferramentas p/ trabalhar madeira,
8465 678 11.187 0,15 862 15.337 0,22 37,10
cortiça, osso, borracha endurecida
Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-
8429 3.553 18.982 0,26 2.661 15.267 0,22 -19,57
transportadoras, pás mecânicas etc
Produtos laminados planos, de outras ligas de aço,
7226 4.402 11.086 0,15 4.914 15.037 0,21 35,64
de largura <600mm
3917 Tubos e seus acessórios, de plástico 2.535 12.432 0,17 2.026 14.851 0,21 19,45
Preparações p/ barbear,desodorizantes, produtos
3307 5.336 13.438 0,18 5.343 14.584 0,21 8,53
de perfumaria ou toucador, etc
7404 Desperdícios, resíduos e sucata de cobre 3.714 19.883 0,27 3.076 14.456 0,20 -27,30
Fibras ópticas e feixes fibras ópticas; cabos fibras
9001 7 13.983 0,19 66 14.349 0,20 2,62
ópticas; lentes, etc
Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou dos
2402 884 10.418 0,14 945 14.149 0,20 35,81
seus sucedâneos
Aparelhos receptores p/
8527 408 20.724 0,28 284 14.138 0,20 -31,78
radiotelefonia/radiotelegrafia/radiodifusão, etc
Partes destinadas às máquinas e aparelhos das pp
8431 1.300 13.764 0,19 1.222 14.122 0,20 2,60
8425 a 8430
Papel, cartão, pasta e mantas de fibras de
4811 6.321 14.379 0,20 6.221 13.783 0,19 -4,14
celulose, em rolos ou folhas, etc
Produtos laminados a frio de ferro/aço n/ ligado,
7209 19.808 12.727 0,17 19.033 13.331 0,19 4,74
larg >=600mm, n/ folheados
3304 Produtos de beleza ou de maquilhagem 1.541 15.882 0,22 1.342 13.186 0,19 -16,97
3901 Polímeros de etileno, em formas primárias 10.854 13.685 0,19 10.586 13.009 0,18 -4,94
Preparações alimentícias, não especificadas, nem
2106 4.320 10.782 0,15 4.829 12.956 0,18 20,16
compreendidas noutras pp
Peles depiladas de outros animais, preparadas,
4107 436 13.146 0,18 494 12.870 0,18 -2,11
excepto das pp 4108 ou 4109
Enchidos e produtos semelhantes, de carne,
1601 3.544 10.320 0,14 3.971 12.784 0,18 23,88
miudezas ou sangue
Chapas, folhas, tiras, fitas, auto-adesivas de
3919 2.168 11.558 0,16 1.978 12.613 0,18 9,13
plástico, mesmo em rolos
Aparelhos p/ tratamento matérias por meio
8419 1.862 11.810 0,16 1.142 12.508 0,18 5,91
operações mudança temperatura, etc
Partes destinadas às máquinas das posições 8501
8503 1.300 9.597 0,13 1.689 12.017 0,17 25,22
e 8502
Aparelhos mecânicos projectar etc, pós; extintores;
8424 1.345 13.594 0,18 1.062 11.905 0,17 -12,42
pistolas aerográficas etc
3908 Poliamidas em formas primárias 4.041 11.775 0,16 4.421 11.895 0,17 1,02
6109 T-shirts e camisolas interiores, de malha 0 12.036 0,16 52 11.858 0,17 -1,48
Aparelhos emissores p/ radiotelefonia etc; câmaras
8525 175 22.984 0,31 137 11.835 0,17 -48,51
de tv; câmaras de vídeo etc
Extractos de malte; prep.alimentícias de
1901 6.424 8.120 0,11 8.957 11.773 0,17 44,99
farinhas,amidos,sêmolas,féculas,etc
Outras chapas, folhas, películas, tiras, e lâminas
3921 3.677 12.114 0,16 5.224 11.625 0,16 -4,03
de plástico
Veios de transmissão e manivelas; chumaceiras e
8483 586 9.773 0,13 673 11.413 0,16 16,77
bronzes; engrenagens, etc
Ouro (incl. platinado), em formas brutas ou
7108 0 6.719 0,09 0 11.273 0,16 67,77
semimanufacturadas, ou em pó
Polímeros de propileno ou de outras olefinas, em
3902 9.151 12.957 0,18 7.766 11.263 0,16 -13,08
formas primárias
7604 Barras e perfis, de alumínio 1.165 10.644 0,14 1.531 11.218 0,16 5,40
Máquinas p/ brochura/encadernação, incluídas as
8440 852 16.988 0,23 856 11.040 0,16 -35,02
máquinas p/ costurar cadernos
Ferramentas intercambiáveis p/ ferramentas
8207 821 14.558 0,20 399 10.951 0,15 -24,77
manuais, mesmo mecânicas, etc
Águas, águas minerais e gaseificadas, adicionadas
2202 0 10.731 0,15 20 10.928 0,15 1,84
de açúcares
Aparelhos raios x ou de radiações alfa, beta, gama,
9022 128 14.061 0,19 232 10.880 0,15 -22,62
p/ usos médicos, etc
(cont.)

23
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
Aparelhos receptores de televisão, etc; monitores e
8528 826 23.660 0,32 324 10.410 0,15 -56,00
projectores de vídeo
Máquinas/aparelhos p/ ensaios dureza, tracção,
9024 158 13.640 0,19 87 10.366 0,15 -24,00
compressão, elasticidade, etc
Instrumentos, aparelhos etc, n/ inc pp deste
9031 217 9.827 0,13 267 10.316 0,15 4,97
capítulo; projectores de perfis
Falsos tecidos, mesmo impregnados, revestidos,
5603 770 6.073 0,08 1.433 10.291 0,15 69,47
recobertos ou estratificados
Refrigeradores, congeladores etc; bombas de
8418 905 9.928 0,14 928 10.263 0,14 3,38
calor, exc as máquinas da pp 8415
Caixas fundição; placas fundo p/ moldes; modelos
8480 553 8.494 0,12 542 10.151 0,14 19,51
p/ moldes; moldes p/ metais
Produtos laminados ferro/aço n/ ligado, larg
7210 7.996 5.605 0,08 13.281 10.007 0,14 78,54
>=600mm, folheados/chapeados etc
Tintas e vernizes, dispersos ou dissolvidos em
3208 1.844 10.531 0,14 1.642 9.987 0,14 -5,16
meio não aquoso
Preparações dos tipos utilizados na alimentação de
2309 10.712 10.285 0,14 8.537 9.947 0,14 -3,29
animais
Aparelhos iluminação (inc projectores) e suas
9405 1.234 10.504 0,14 881 9.940 0,14 -5,36
partes; anúncios, tabuletas, etc
8482 Rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas 1.280 12.227 0,17 1.074 9.928 0,14 -18,80
Máquinas p/ preparação matérias têxteis;
8445 64 1.194 0,02 462 9.876 0,14 726,99
máquinas p/ fiação; máquinas bobinar
Resistências eléctricas (inc
8533 reóstatos/potenciómetros), excepto de 301 6.991 0,10 321 9.602 0,14 37,36
aquecimento
Máquinas e aparelhos auxiliares para as máquinas
8448 310 10.215 0,14 225 9.542 0,13 -6,58
das pp 8444/45/46/47, etc
Outras máquinas/aparelhos de elevação, de carga,
8428 636 4.498 0,06 1.209 9.489 0,13 110,99
de descarga ou movimentação
Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou
5903 1.199 10.266 0,14 1.044 9.204 0,13 -10,34
estratificados com plástico
Leite e nata não concentrados nem adicionados de
0401 7.002 5.581 0,08 12.789 9.167 0,13 64,26
açúcar ou outros edulcorantes
Agentes de apresto ou acabamento, aceleradores
3809 5.527 10.282 0,14 5.138 9.147 0,13 -11,05
de tingimento ou fixação etc
2105 Sorvetes, mesmo contendo cacau 5.165 8.144 0,11 4.912 9.131 0,13 12,11
Osciloscópios, analisadores espectro etc;
9030 84 7.342 0,10 47 8.888 0,13 21,07
aparelhos p/ medida de radiações etc
Artigos e aparelhos ortopédicos; talas, goteiras etc;
9021 61 6.601 0,09 60 8.839 0,12 33,89
aparelhos de prótese etc
Máquinas n/ inc outras pp deste cap, p/
8438 157 7.067 0,10 251 8.799 0,12 24,50
preparação/fabrico de alimentos, etc
Condensadores eléctricos, fixos, variáveis ou
8532 1.084 10.635 0,14 965 8.716 0,12 -18,05
ajustáveis
Iates e outros barcos/embarcações de
8903 2 1.935 0,03 0 8.551 0,12 341,99
recreio/desporto; barcos a remos e canoas
Ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou com
8467 425 7.874 0,11 437 8.279 0,12 5,15
motor não eléctrico, de uso manual
Painéis de fibras de madeira ou de outras matérias
4411 10.023 7.514 0,10 10.770 8.251 0,12 9,80
lenhosas, aglomerados etc
Máq p/ seleccionar terras, pedras etc; máq p/
8474 478 4.923 0,07 1.070 8.249 0,12 67,56
aglomerar combustíveis, etc; etc
Aparelhos eléctricos de iluminação/sinalização,
8512 230 11.931 0,16 223 8.158 0,11 -31,62
limpadores de pára-brisas, etc
Mástique de vidraceiro, cimentos de resina e
3214 2.542 8.837 0,12 2.330 8.146 0,11 -7,82
outros mástiques
Outras preparações e conservas de carne,
1602 2.062 8.110 0,11 2.024 8.138 0,11 0,34
miudezas ou sangue
Corn flakes, grãos de cereais pré-cozidos ou
1904 3.328 8.034 0,11 3.456 8.081 0,11 0,58
preparados de outro modo
Caixas, sacos, bolsas, cartuchos e outras
4819 2.922 7.776 0,11 2.971 8.019 0,11 3,13
embalagens, de papel, cartão, etc
2903 Derivados halogenados dos hidrocarbonetos 4.740 3.338 0,05 10.722 7.909 0,11 136,91
(cont.)

24
aicep Portugal Global
Relações Económicas Portugal - Alemanha (Outubro 2009)

(cont.)
2007 2008
NC PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons 1000 EUR % Tot Tons 1000 EUR % Tot Var. %
3305 Preparações capilares 2.432 6.555 0,09 2.905 7.846 0,11 19,69
Peças isolantes, de matérias isolantes, ou c/
8547 499 8.598 0,12 434 7.829 0,11 -8,95
simples peças metálicas, etc
Papel e cartão, n/ revestidos,tipo usados p/ escrita
4802 10.399 9.376 0,13 8.824 7.826 0,11 -16,53
ou out. fins gráficos,etc
Dextrina e outros amidos e féculas modificadas;
3505 8.880 5.019 0,07 12.424 7.708 0,11 53,57
colas à base destes produtos
Outros brinquedos; modelos reduzidos p/ divertim/ ;
9503 691 7.908 0,11 744 7.542 0,11 -4,64
quebra-cabeças (puzzles)
Outros contadores; indicadores de velocidade e
9029 162 10.958 0,15 77 7.521 0,11 -31,36
tacómetros; estroboscópios
Frutas e partes comestíveis de
2008 4.464 8.712 0,12 4.081 7.441 0,10 -14,59
plantas,prepar./conserv.,c/ ou s/ açúcar, etc
Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos,
3104 22.385 4.184 0,06 15.616 7.316 0,10 74,86
potássicos
Couros prep. após curtim. ou sec., e peles
4113 apergam. de out. anim. mesmo desprov. pêlos, 287 7.679 0,10 253 7.281 0,10 -5,19
exc.pos.4114
Resinas amínicas, fenólicas e poliuretanos, em
3909 2.476 7.706 0,10 2.064 7.228 0,10 -6,20
formas primárias
Aparelhos eléctricos ignição/arranque p/ motores
8511 373 9.909 0,13 228 7.177 0,10 -27,58
etc; geradores e conjuntores
Tântalo e suas obras, incluídos os desperdícios,
8103 27 8.545 0,12 28 7.170 0,10 -16,09
resíduos e sucata
Máquinas/aparelhos ar condicionado c/ ventilador
8415 791 10.693 0,15 692 7.157 0,10 -33,06
motorizado/dispositivos , etc
3401 Sabões 3.493 5.406 0,07 3.615 7.115 0,10 31,60
Obras de carpintaria para construções, inc painéis
4418 4.475 5.539 0,08 6.358 7.065 0,10 27,55
celulares, etc
Tecidos malha larg. >30cm, cont. em peso 5% ou +
6004 256 6.631 0,09 289 6.950 0,10 4,81
de fios elastómeros ou fios borracha
Aparelhos p/ interrupção, seccionamento,
8535 430 12.208 0,17 166 6.932 0,10 -43,22
protecção etc, p/ tensão >1000 volts
8534 Circuitos impressos 1.180 9.503 0,13 1.125 6.914 0,10 -27,24
Madeira serrada longitudinalmente, de espessura
4407 14.250 8.786 0,12 7.620 6.900 0,10 -21,46
superior a 6 mm
Instrumentos e aparelhos para regulação ou
9032 152 7.114 0,10 102 6.870 0,10 -3,42
controlo, automáticos
Compostos de outras funções azotadas
2929 2.419 5.714 0,08 2.803 6.855 0,10 19,96
(nitrogenadas)
3206 Outras matérias corantes 3.302 7.962 0,11 2.355 6.847 0,10 -14,00
0901 Café, mesmo torrado ou descafeinado 2.909 6.822 0,09 2.519 6.775 0,10 -0,70
Amostra 6.273.804 85 6.127.846 86

Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística


Notas:
- Valores declarados
- Informação corrigida dos valores confidenciail
- Para alguns produtos, ao nível das trocas intracomunitárias, não é obrigatória a declaração de massa líquida, pelo que poderá aparecer Quant = 0 (zero).
§ - Dado com coeficiente de variação elevado

25
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 aicep@portugalglobal.pt www.portugalglobal.pt
Capital Social – 110 milhões de Euros • Matrícula CRC Porto Nº 1 • NIPC 506 320 120