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CURSO

FREQUENCEDYNE
FDN E FDG
Temas abordados

Apresentação do Quadro Comando FDN e FDG


MCP7 - Modulo de Controle Principal
MCC3 – Modulo Controlador de Cabina
MRPT - Módulo Repetidor
COM4 - Módulo Controle Operação
MACB - Módulo Acionamento da Bobina do Freio
MGR - Módulo Gerenciador de Redução
MCINV4 – Modulo Controlador do Inversor
Sistema Serial Full (circuitos de cabina e pavimentos)
Seqüência de Funcionamento do Elevador
Seqüência de Segurança
Sistemas elétricos e eletrônicos
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne

MFCH
(fonte MCINV-4)

MCINV-4
M2R
MCP-7

INTERCOMUNICADOR

MÓDULO
MACB

CAIXA DE PLUGAÇÃO
FUSÍVEIS
ULTRA
RÁPIDOS
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne

CHAVE BK
TR 31

TR 30

CHAVE B4
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne
CONEXÃO DOS CONTATOS BKs DA MÁQUINA GEARLESS
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne
CONEXÃO DAS BOBINAS DO FREIO DA MÁQUINA GEARLESS

As bobinas devem serem


ligadas em série

Verificar as circulares corretivas ctc 001/02 e ctc 001/02 para acrescentar o filtro RCD
das bobinas e os contatos auxiliar da contatora B4
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne

FUSÍVEIS
ULTRA
RÁPIDOS

MRPT

TERMINAL DE
ATERRAMENTO

CAIXA DE
PLUGAÇÃO
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne

CONTATORA
CH1E, CH1EA
(Resistores do MÓDULO
link DC) HALL
Componentes do Quadro de Comando Frequencedyne

BANCO DE
RESISTORES
Sistema Frequencedyne
MCINV-4
Módulos de controle
eletrônico e suas atribuições

•Controle de velocidade
•Leitura dos limites lineares

MCP-7

•Controle lógico
•Registro e atendimento de chamadas
•Verificação de posicionamento
•Atualização de indicadores
•Circuito de segurança
•Comunicação serial
Características do Modelo FDN e FDG
Serial Full 2

• Chamadas de cabina e pavimento não podem ser feitas através de ponte com fio, pois
não existem entradas das chamadas no módulo MCP-7.
• Todas as botoeiras e indicadores são digitais e conectados em uma rede serial.
• A operação em manutenção deve ser feita da seguinte forma:
- No QC:
- Através do módulo TLS, acessando o menu indicado para
manutenção (conforme anexo 2).
- Através da chave de resgate em emergência no QC modelo 9.
- Pela cabina:
- Sem a plugação instalada, executar pelo painel AZ.2 conectado no cabo
MANUT
- Com a plugação instalada através da caixa de plugação conectada aos
cabos de manobra.

• As chamadas pelo QC devem ser feitas através do teclado da MCP-7, conforme


manual de ajuste.
• As fontes são todas de 24Vcc.
• As mini contatoras auxiliares são operadas com tensão de 24Vcc.
•A contatora de potência CHINV é operada com tensão de 220Vca.
•A parte de potência é substituível como um kit, desconectável.
• Foi criada uma rede monofásica de tensão 220Vca fixa , para alimentação de
dispositivos eletrônicos (régua eletrônica, fontes, freio, operador de porta,
contatoras,etc.).
Características do Modelo FDN e FDN Gold
Serial Full 2

- Utiliza o módulo MCINV-4 alimentado por fonte chaveada (módulo MFCH) - Utiliza módulo MCP-7.

- Utiliza inversor de freqüência Tsur (unidade IGBT) código 3X.6503.FE

- Utiliza módulo MACB alimentado por 220Vca para acionamento do freio padrão.
CONEXÃO DOS CONTATOS BKs DA MÁQUINA GEARLESS
CONEXÃO DAS BOBINAS DO FREIO DA MÁQUINA GEARLESS

As bobinas devem serem


ligadas em série

Verificar as circulares corretivas ctc 001/02 e ctc 001/02 para acrescentar o filtro RCD
das bobinas e os contatos auxiliar da contatora B4
Nomenclatura
Transformador de alimentação do circuito das botoeiras e indicador de pavimento ( 07
TR30
segmentos )

TR31 Transformador de alimentação do circuito de segurança

TR32 Transformador de alimentação da caixa de conexão em cima da cabina

TR10 Transformador de alimentação dos indicadores de pavimento PLUS

TR11 Transformador de alimentação da rampa magnética de porta da cabina

CPS Contato elétrico da Porta de Emergência de Cabina (Alçapão)

GRS Contato elétrico do Aparelho de Segurança

CPF Contato de Proteção do Freio

BT ½ Contato do Bulbo Térmico

MAN Chave seletora de Manutenção/ Automático

E Botão de Emergência dentro da Cabina

KS Contato de Confirmação de Fechamento de Porta de Pavimento (palheta)

GS Contato de Confirmação de Fechamento de Porta de Cabina

DS Contato de Confirmação de Engate de Trinco

# 41 Relê de Confirmação de Porta Fechada (MCP-7)

SDLU Limite de Parada Subida

SDLD Limite de Parada Descida

OTL Contato de relê Fim de Curso da Abertura de Porta (MCOP)

BOMB Chave Bombeiro


Nomenclatura
FP Botão Fecha Porta na cabina

AP Botão Abre Porta na cabina

FOT Fotocélula ou segurança eletrônica de porta

L Botão Lotado

S Botão de subida em operação de inspeção em cima da cabina

D Botão de descida em operação de inspeção em cima da cabina

SO Botão de segurança do operador em operação de inspeção em cima da cabina

FA Fusível de vidro de 1 ampere do circuito de segurança

50CR Relê térmico do banco de resistores da frenagem

60CR Relê térmico do ventilador do motor de tração

TD1 Sensor de temperatura da unidade de potência

SOe Botão de segurança em operação de emergência em resgate

De Botão de descida em operação de emergência em resgate

Se Botão de subida em operação de emergência em resgate

OEM Chave de operação de emergência em resgate

CPI Contato de segurança da porta de inspeção da caixa de corrida

LNA Contato do pistão do amortecedores hidráulico

LPT Contato da polia tensora do regulador

LPC Contato da polia de compensação


Nomenclatura
GERAL Chave geral dentro da cabina

RSP1 / 2 Reles da placa M2R

BK Contato de confirmação de acionamento do freio da máquina de tração

DAS Contato do dispositivo de abalo sísmico

NBK Relê da MCP-7 quando em funcionamento pelo Nobreak

SDBKU / D Limite de parada quando em funcionamento pelo Nobreak

RL3 Contato do relê do Nobreak

CH4A Contato da contactora do Nobreak

CH1A Contato da contactora do Nobreak

1E / 1EA Mini contactoras para carregar os capacitores do Link até 70% da carga

EFP Botão de Emergência no fundo do Poço

GCE Botão de Emergência na caixa de plugação em cima da Cabina

OEM Relê da MCP-7 de confirmação do acionamento do Nobreak

SEG Relê da MCINV-4 de confirmação do circuito de segurança do elevador

0S Relê da MCINV-4 de confirmação de movimento

36 Relê da MCP-7 de comando de movimento

PO Relê da MCP-7 para manter o freio acionado durante abertura antecipada da porta

B4 Mini contactora para acionamento do freio da máquina de tração

PREF Chave dentro da cabina cabineiro ( CAB / AUT / PREF )

LIRU Chave eletrônica de subida do limite linear

LIRD Chave eletrônica de descida do limite linear

2IR3 Chave eletrônica de parada


Nomenclatura
RC1 Contactora de acionamento da rampa magnética (quando existe)
20 Relê da MCC-3 de comando de abertura e fechamento de porta
CTL Contato de fim de curso de fechamento, quando portas oposta na cabina
RC Rampa magnética

VENT Relê da MCINV-4 para acionamento dos ventiladores do quadro de comando

Contactora para acionamento do ventilador da máquina de tração e dos quadro de comando


FAN
quando gearless

INV Contactora de alimentação dos IGBTs (unidade de potência)


FL Filtro de linha entrada do inversor de potência
GOV Contato Elétrico do regulador de velocidade

FUL Limite Final de Subida


FDL Limite Final de descida
MCP-7 Modulo de controle principal
MCINV-4 Modulo de controle do inversor de potência
MCC-3 Modulo de comunicação de cabina
MECC-3 Modulo de expansão da MCC-3
MCO-4 Modulo controle do comando em grupo, DAG e TK vision
MECO-4 Modulo expansão da MCO-4
MACB Modulo de acionamento da bobina do freio
MCOP Modulo controlador da porta de cabina
MRPT Modulo repetidor da transmissão serial de pavimento (RS485)

M2R Modulo de reles de unificação do circuito das mini contactoras 1EA, B4 e FAN

MCAS Modulo do filtro de entrada do quadro de comando


Esquema Elétrico
Potência
Botoeira e Segurança do
elevador Célula
indicadores de
carga e
MCC-3 Digivox

Operador
de Porta

Caixa de
Plugação
da Cabina

Encoder MCINV-4 MCP-7 Caixa de Plugação no QC


CAIXA DE PLUGAÇÃO EM CIMA DA CABINA

CP
Conexão na caixa
de conexão da
Cabina

CM
Conexão do cabo
de Manobra

CS
Conexão do
Painel de operação
da cabina
CAIXA DE PLUGAÇÃO NO QUADRO DE COMANDO
PV
Cabo de Manobra
do Pavimento

MQ
Fiação da casa de
máquinas

RIB
Interligação das
Chamadas de
Pavimento com
Comando em
Grupo

ND
Ligações do
no-Break

MANUT
Ligação para
ser usada
na instalação
CONEXÃO DAS LINHAS NA
CASA DE MÁQUINAS
FREIO

T21+ e BKA B10 and B20


(Sensor do freio) (Bobina do freio)
P1E e P1D
(Sensor elétrico do regulador de velocidade)
P1C e P1A Nas máquinas EM-33 e o sistema AC-2 usa o P1C,
(bulbo térmico do motor ) nos outros caso o ponto está ponteado
U2, V2 , W2
(Linhas usadas para força do motor)
R , S, T
(Linhas de força do quadro)
Chave Eletrônica
Conector P40 e P42
Sensor de porta de pavimento (P26 e P26A)
(quando for eixo central está ponteado com T2+)
Circuito de segurança da porta

Circuito de segurança geral


CIRCUITO DE SEGURANÇA DO ELEVADOR
ALIMENTAÇÃO
R, S, T
DJ 31
Segurança no Quadro de Comando

T21+ até o ponto 101

Segurança na Casa de Máquina

101 até o ponto P1

Segurança de Caixa de Corrida / Poço

P1 até o ponto P3

Segurança de Cabina

P3 até o ponto T2+


MCP-7
Validador
Bombeiro
AJUSTE DA MCP-7
Menus do módulo MCP-7 ( FDN )

Ponto de conexão no
Módulo TLS módulo MCP-7
Menus do módulo MCP-7 FDN
Versão da parte do software
comum a todos os modelos
Indica hardware (MCP) para de elevadores
qual o software é compatível
Modelo de elevador para qual
se destina o software

Versão da parte do software


Versão de Software exclusiva ao modelo de
elevador

Detecção automática de
variações de hardware da MCP
Versão de Hardware
Indica a variante do hardware da
MCP detectada pelo software
(Conforme tabela abaixo.)
TABELA COMPATIBILIDADE

SOFTWARE HARDWARE

V10xxxxx MCP7-00, MCP7-01 (HW V01)

V11xxxxx MCP7-00, MCP7-01 (HW V01)


MCP7-02, MCP7-03 (HW V11)
V12xxxxx MCP7-xx 29Mhz (HW V12)
Menus do módulo MCP-7 ( FDN )

Modelo do Indica modo de operação:


elevador
S: simplex
AC2
FDN m e M: multiplex
FDG M: mestre do grupo
HS
m: membro do grupo

Número da
obra

Pavimento onde
o elevador está.

Estados do Elevador
Estados da porta
Menus do módulo MCP-7 ( FDN )

Estados da Porta

Quando a cabine está em


←• →•• →/•
movimento, desaparece a
informação do P24, e em seu
lugar aparece uma barra
A seta para a esquerda indica comando “giratória”: gira 45 graus
para abrir porta (R20=0). Os dois pontos representam, (sentido horário) a cada placa de
respectivamente, da esquerda para parada que a cabine encontra ao
a direita, P24=1 e P28=1. longo de seu percurso (a cada
A barra horizontal abaixo da seta indica Possibilita que acompanhemos a borda de descida do sinal
que a cabine está nivelada. abert./fecham. da porta. P11/P23).

Obs.: durante o movimento da


A seta para a direita indica comando para fechar
cabine, a monitoração de P24 é
porta (R20=1).
dispensável, pois a porta
evidentemente não deve estar
em movimento, e continuamos
A ausência da barra horizontal abaixo da seta indica
com o ponto correspondente a
que a cabine está desnivelada.
P28 para assegurarmo-nos
disso. Quando a cabine parar,
desaparece a barra giratória de
→•• Cabine Desnivelada e com Porta Fechada; P11/P23 e volta o ponto
correspondente a P24 para que
→•• Cabine Nivelada e com Porta Fechada; possamos acompanhar a
abert./fecham. da porta.
←• Porta Abrindo;
← Porta Aberta;
→ Comando de Fechamento (porta ainda aberta);
→• Porta Fechando.
AO conectar o TLS na MCP, veremos a tela principal, que pode estar
BLOQUEADA ou NÃO !!!!!

Tela Principal com Bloqueio

FDN 32123
ThyssenKrupp
<MENU> <ENTRA>

Validação Senha

Tela Principal

FDN M E050 32123


Aut →•• Fot 2↓
Menus do módulo MCP-7 ( FDN )

Tecla que acessa


o menu
Teclas de
navegação de
menus

Confirma a
entrada no
menu
Operação Operação Somente Somente Somente
e e verificação verificação verificação
verificação verificação
Quando a obra não possuir o
opcional “TK-49”, ao acessar este
menu aparecerá a mensagem
“opcional inoperante”.
“Opcional inoperante”
pelo módulo TLS,
para a obra

TELA PRINCIPAL
“Opcional inoperante”
pelo módulo TLS,
para a obra
TELA PRINCIPAL
Botoeira Pavimento Botoeira Cabina Indicador Pavimento

Botão pressionado

Teste de acionamento
TIPOS DE BOTOEIRA TIPOS DE INDICADORES
TIPOS DE BOTOEIRA
TIPOS DE INDICADORES
No FDN, os pulsos contados em cada
andar são registrados no MCP-7.
Em movimento
régua cega
superior

Em movimento
incrementando
LIRU

Em movimento
fora do limite
linear.

Passagem pela 2IR3


placa de parada
altera o
indicador

Em movimento
decrementando

Em movimento
na parte cega do
limite linear
LIRD
Velocidade
105 m/min (2v)
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS –

CFG ESTADOS

Preferencial
desabilitado
habilitado

Estac Ger = P
(qnd houver DAG)

No-break No-break hb
desabilitado ou Estac Nbk = P

Db blq sub em Mc
acima de P40
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG ESTADOS –

AUTOMÁTICO

Fica de prt fech Fica de prt abert Fica de prt abert


ou ou
em todos os pavs em todos os pavs soment no pav P

Estacionamento Estacionamento
ou
em P desabilitado
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG ESTADOS –

ASCENSORISTA

Ascensorista Ascensorista
ou
automático manual

Buzzer Buzzer
ou
desabilitado habilitado
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG ESTADOS –

BOMBEIRO
Somente Fase 1 Fases 1 e 2
ou
habilitada habilitadas

Estac Principal
P

Estac Alternativ
2

FIRE RECALL FIRE RECALL FIRE RECALL


ou ou
Botão de pressão Chv 3 pos padrão Não há chv/botão

Instalad no lado Instalad no lado Quando for elevador


frontal do pav P ou oposto do pav P com 2 portas

FIRE OPERATION FIRE OPERATION FIRE OPERATION


Chv PREF-AUT-CAB ou Chv 3 pos padrão ou Não há chv/botão

CALL CANCEL CALL CANCEL CALL CANCEL


ou ou
Não há chv/botão Botão LOTADO Botão padrão
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG ESTADOS –

INICIALIZAÇÃO

Fase 1: abre Fase 1: não abre


ou
porta ao nivelar porta ao nivelar

Fase 2: desce 1v Fase 2: sobe 1v


buscando lim red ou buscando lim red
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG CABINE –

PORTA

Cab com 1 porta Cab 2 port indep Cab 2 port conj


ou eix vert com Fot ou eix vert sem Fot
abert centr/lat

Nudging Nudging
ou
desabilitado habilitado
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG CABINE –

TIPOS DISPOSIT

Cab com 1 Totem Cab c/ 2 Totens: Cab c/ 2 Totens:


ou ou
Normal (BOT, ID) Normal e Indep Normal e extra

Totem Principal: Totem Principal:


Normal (BOT, ID) Normal (BOT, ID)

Totem Auxiliar: Totem Auxiliar:


Indep (IDI, BTI) Extra (IDE, BTE)
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG CABINE –

OUTROS
Disposit cham cb ou Disposit cham cb ou Disposit cham cb ou Disposit cham
botoeiras Leit cartao magn Botoeira + cartao cb desabilitado

Detector de cham Detector de cham


ou
falsas habilitad falsas desabilit

Redirec de cham Redirec de cham


ou
de cab desabilit de cab habilitad

Sinais Abr Port:


P31 hb P31A db

Gongo de cabine Gongo de cabine


ou
habilitado desabilitado

Hb retencao port Db retencao port


ou
por cham cab por cham cab
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS –

CFG PAVIMENTOS

Mensagem temporária (± 3s)

Poço 12 pavs Poço 03 pavs


ou
(grupo 04 pavs)
Pavs Colet (u): Pavs Colet (ud):
ou
E2 E1 P E2 E1 P
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG PAVIMENTOS –

PORTAS

L001: “ P” L001: pavimento


porta frontal ou não atend

linha a linha

oposta
indep
L001: “1”
conj
porta oposta
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG PAVIMENTOS –

TIPOS DISPOSIT
elev com 1 porta elev com 2 portas

norm
Tp Norm (BOT,ID) Front “ 2” Opost
ou extr
p/ todos os pavs norm indep db

db
Tp BTI p/ chamad Quando tiver
simplex (3º bt) 3º botão

pav a pav
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG PAVIMENTOS –

ATEND 3º BT

BTI “ 2” M
[Cxx][L003]= d

u
pav a pav
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG PAVIMENTOS –

OUTROS
Disposit cham pv Disposit cham pv
ou
botoeiras desabilitado

Pisca seta Não pisca seta


ou
de aproximação de aproximação

Gongo de pavim Gongo de pavim


ou
desabilitado habilitado

Hb retencao port Db retencao port


ou
por cham pav por cham pav
Hb
Db receb chaves
da MCO/TKVision
Hb
Não há chv glb ou Chv PREF-AUT-CAB Db reabert porta
na cabine em CAB lib cham pavs TK49 ligado

em PREF lib cham


PREF&CAB lb cham
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG TK49 – NA CABINE –

CHAVES LOCAIS

Não há chvs loc leitora Senha na botoeir ENTR K4 BOTOEIRA


ou ou ou K4=1 lib bt M cb
na cabine cartão magnético lib cham de cab

0
desabilitada

ENTR K5 BOTOEIRA
K5=1 lib bt E cb

0
desabilitada
Não há chv glb
em pavimento
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM FIXOS – CFG TK49 – NOS PAVS –

CHAVES LOCAIS
K5 0

Não há chvs loc ENTR K4 BT C24 K4 BT C24=1 lb


ou ou
nos pavimentos K4=1 lib cham C cham C + bt M pv

bt M pv
E
cham pv
cham C+pv
desabilitada
Obra 32123
C24

Atendim chamadas Atendim simplex Atendim simplex Atendim chamadas


convencional ou para cham opost ou a cham de 3º bt ou ADC

Fig.5 Fig.8 Fig.9


Fig.7 Fig.10
Fig.11
Dt abalo sísmico
desabilitado

habilitado
Fig.5
Fig.6
Grupo com diferença embaixo
Fig.7
Fig.8
Fig.9
Exemplo de utilização de 3º botão para o elevador com o percurso completo em um grupo com diferença em cima.
Fig.10
Fig.11
FDN Não há Não há parâmetros
Próxima Tela parâmetros alteráveis alteráveis

ou
FDG
Próxima Tela
Permite o ajuste da data e da hora, bem como do
formato de visualização.

Seg, 19/08/2004
11:46:10 Formato da data:
• dd/mm/aaaa
Seg, 19/AGO/2004
23:46:10 • dd mmm aaaa
Seg, 08/19/2004 • mm/dd/aaaa
11:46:10
• mmm dd aaaa
Seg, AGO/19/2004
23:46:10
Formato da hora:
• 24h
• 12h

Obs.: independentemente do módulo (MCP, MCC, MCO,


TKXXI, PIP) utilizado pelo usuário para o ajuste do relógio, o
novo horário estender-se-á a todos os demais módulos do
grupo de elevadores (desde que a MCO esteja operando com
software V.12.7N ou mais recente).
MENU – MANUT/CONFIG – PARÂM ALTERÁV –

CFG MÁQUINA
Resoluc Encoder Rotac máx em xv
01024 pulsos 01165 RPM

Relação pulso x mm

Vel linear máx [m/min] 8 x 1000[mm/m]


1 = ------------------------------------- x -----------------------------------
Vel angular nominal [RPM] Encoder [pulsos/rotação]

Ex.:
120 [m/min] 8 x 1000 [mm/m]
1 = ------------------ x -------------------------------
1165 [RPM] 1024 [pulsos/rotação]

1 pulso = 0.8 mm
Cálculo do nº pulsos que a MCP irá contar para gerar o ponto de red de 2v a partir
do recebimento da placa de red de 3v da MGR:
Considerando que a MGR gera a red 3v a 2650mm do nivelamento e que a red 2v
deverá ser gerada pela MCP a 1800mm do mesmo, conclui-se que a MCP deve
contar o equivalente a 850mm a partir do recebimento da red 3v:
850 [mm]
--------------------- = 1056 pulsos
0.8 [mm/pulsos]
MENU –

ERROS / ADVERT

E050: falha na
comunic MCP-MCC
Quando o elevador está
em manutenção pelo TLS,
pressionar a tecla “entra.”

Indica subindo em
manutenção pelo TLS

Indica descendo em
manutenção pelo TLS

Indica erro no Limite


Linear
Menus do módulo MCP-7 ( FDN )

Limite 1 Vel. subida “0” ->Acionado


“1” ->Não acionado
Limite 2 Vel. subida

Limite 3 Vel. subida

Limite 4 Vel. subida Comando de subida

Limite 5 Vel. subida


Sinal DIRU
“1” sentido de subida
“0” sentido de descida
Limites lineares
“virtuais” Sinal SOS
“1” Elevador parado
“0” Elevador em movimento

Comando de descida

Limite 5 Vel. descida


Contador de
Limite 4 Vel. descida furos da régua
SUPERIOR
Limite 3 Vel. descida
Contador de
Limite 2 Vel. descida
furos da régua
Limite 1 Vel. descida INFERIOR
Indica a coluna e a linha onde
ocorreu a última chamada

Indica a coluna e a linha onde esta


ocorrendo o teste de comunicação:
Tst – teste
OK – comunicando
Nrp - não responde
Indica a coluna e a linha onde esta
ocorrendo o teste de comunicação:
Tst – teste
OK – comunicando
Nrp - não responde
MCC - 3
Módulo MECC - 3
Módulo MECC-3

Com o elevador parado, ao ser


pressionado o botão, o digivox
anuncia o andar em que a
cabina se encontra.
Módulo MACB
Módulo MACB

3Z.0591.SF.1 – Sem diodo D1


(EM25, 33, 62, 71 e 81)

3Z.0591.SF.2 – Com diodo D1


(Máquinas Gearless)

3Z.0591.SF.3 – Sem diodo D1


(Todos quadros DC CONTROL)
Módulo MACB

Tipo/máquina Jp1 Jp2 Tensão Tensão


Partida Trabalho
EM33 /EM62 Aberto Aberto 95 Vcc 65 Vcc
EM71 / EM81
EM25 Aberto Fechado 95 Vcc 95 Vcc
Sem Diodo

GL Brasil Fechado Aberto 190 Vcc 135 Vcc


Com Diodo
GL Importada Fechado Fechado 190 Vcc 95 Vcc

DC Control Aberto Aberto 33 Vcc 33 Vcc


Sem Diodo
Sistema Serial
Sistema Serial Full
Quadro de comando

Módulo MCC-3

Linhas de comunicação serial

Botoeiras de pavimento

Filtro da
comunicação serial.

Painel da cabina Indicador de posição

Qual a vantagem de utilizar um sistema de comunicação serial ?


- Fiação simplificada
Sistema Serial Full

Sistema de codificação

A codificação dos sinais em formato digital admite apenas dois níveis lógicos:

Nível lógico 0 , sem tensão.

Nível lógico 1 , com tensão.

Desta forma, cada número decimal é representado por uma combinação


diferente destes estados lógicos.

Por exemplo:

Número 0 pode ser representado por 000


Número 1 pode ser representado por 001
Número 2 pode ser representado por 010
Número 3 pode ser representado por 011

E assim por diante...


Sistema Serial Full

Quadro de Comando

2
5 6

4
3 1
2
1
1
Sistema Serial Full

Quadro de Comando

1101

1100

1011

1010
0101 0110

0100
0011 1001
0010
0001
1000
Sistema Serial Full

Sistema de transmissão serial

As informações gravadas em cada dispositivo são colocadas em um circuito


seqüênciador, para que possam ser transmitidas de forma serial.

Dispositivo serial
(Botoeira, indicador de posição,etc.)

Informação
codificada
11110111111011

Linhas de comunicação serial

Circuito seqüênciador

Tempo que o Led pisca


Sistema de envio e recebimento de informações através
de frames.
Quadro de Repetidor.
comando T5+
RRA
RRB T100
XA3
TTA
XB3
TTB

Totem.

Detalhe do resistor

MCC-3
Repetidores

Porque utilizar repetidores?


- Adicionando um número excessivo de elementos em paralelo, na linha de
transmissão de frames, o sinal de comunicação sofre uma atenuação, que
torna difícil a identificação das mensagens recebidas.

JP1 2-3
JP2 2-3
JP3 2-3

JP1 1-2
JP2 1-2
JP1 2-3
JP3 1-2
JP2 1-2
JP3 2-3

ATENÇÃO!
Jumper na posição 1 – 2 MRPT com resistor
Jumper na posição 2 – 3 MRPT sem resistor
Repetidores (simplex)

QC ELEV-1 (SIMPLEX)

MCP-7 JP4 2-3


JP5 2-3
JP6 2-3
XAP XBP
34 33
JP1 1-2
JP2 1-2
JP3 1-2
2 4 XA1

1 MRPT QC
5 6
3 XB1

7 8
XA3 XB3

JP1 2-3
JP2 1-2
JP3 2-3

MRPT POÇO

Usado com mais de


25 dispositivos
JP1 2-3 interligados a linha
JP2 1-2
serial de pavimento.
JP3 2-3
Repetidores (duplex)

QC ELEV-1 (1º Extremo)


QC ELEV-2 (2º Extremo)

MCP-7 JP4 2-3


JP5 2-3 MCP-7 JP4 2-3
JP5 2-3
JP6 2-3 JP6 2-3
XAP XBP XAP XBP
34 33 34 33
JP1 1-2 JP1 2-3
JP2 1-2 JP2 1-2 5 6
JP3 1-2 JP3 2-3
2 4 XA1 XA2 2 4

1 MRPT QC MRPT QC
5 6
3 XB1 XB2 1 3

7 8 7 8
XA3 XB3 XA3 XB3

JP1 2-3 JP1 2-3


JP2 1-2 JP2 1-2
JP3 2-3 JP3 2-3

MRPT POÇO

Usado com mais de


25 dispositivos
JP1 2-3 JP1 2-3
interligados a linha JP2 1-2
JP2 1-2
serial de pavimento. JP3 2-3
JP3 2-3

Resistor fim de linha


Repetidores (triplex)

QC ELEV-1 (1º Extremo) QC ELEV-2 (Intermediário) QC ELEV-3 (2º Extremo)

JP4 2-3
MCP-7 JP4 2-3
JP5 2-3
MCP-7 JP5 2-3 MCP-7 JP4 2-3
JP5 2-3
JP6 2-3 JP6 2-3 JP6 2-3
XAP XBP XAP XBP XAP XBP
34 33 34 33 34 33
JP1 1-2 JP1 2-3 JP1 2-3
JP2 1-2 JP2 2-3 JP2 1-2 5 6
JP3 1-2 JP3 2-3 JP3 2-3
2 4 XA1 XA2 2 4 XA1 XA2 2 4

1 MRPT QC MRPT QC
5 6 5 MRPT QC 6
3 XB1 XB2 1 3 XB1 XB2 1 3

7 8 7 8 7 8
XA3 XB3 XA3 XB3 XA3 XB3

JP1 2-3 JP1 2-3 JP1 2-3


JP2 1-2 JP2 1-2 JP2 1-2
JP3 2-3 JP3 2-3 JP3 2-3

MRPT POÇO

Usado com mais de


25 dispositivos
JP1 2-3 JP1 2-3 JP1 2-3
interligados a linha JP2 1-2
JP2 1-2 JP2 1-2
serial de pavimento. JP3 2-3
JP3 2-3 JP3 2-3

Resistor fim de linha


Configurações dos “jumpers” do sistema serial para casamento de impedância da linha de
comunicação e estabelecimento dos laços de corrente.

(jp6) (jp5) (jp4) JP1


Vcc Rp+ Rf1 Rp-
JP2
MCP GND

34 33 JP3

XA XB
Estes jumpers devem estar JP4
Disposit.
na posição 2 e 3 quando em 25
JP5
Frequencedyne. Para AC-2
Disposit.
deverá ficar na posição 1 e 24
JP6
2.

: : As derivações que ligam


: : o dispositivo à rede
: : devem ser tão curtas
quanto possível.

A cada 25 dispositivos
ligados a linha de
comunicação serial de Disposit.
3
pavimento, deve-se utilizar
um modulo MRPT no poço,
sendo que o módulo MRPT Disposit.
2
do quadro de comando é
considerado como um
Situado na calha no extremo inferior do poço (primeiro pav.)
dispositivo.
Rf2
Configurações e funções
dos Jumpers da MCP-7

JP1, JP2 e JP3 servem para polarizar os


resistores da linha da serial extra, onde
não é utilizada. Os Jumpers devem ficar
entre os pinos 2 e 3.

JP4, JP5 e JP6 servem para polarizar os


resistores da linha da serial de
pavimento. Os jumpers devem ficar entre
os pinos 2 e 3.

JP7 serve para inverter a lógica de


funcionamento do sinal de P23. Não é
utilizado e deve ficar entre os pinos 1 e 2.

JP8 e JP9 servem respectivamente para


inverter a lógica de funcionamento dos
sinais de redução de subida e descida.
Não são utilizados e devem ficar entre os
pinos 2 e 3.
Casos especiais da rede serial

Uso de botoeira BTE

A botoeira BTE funciona


como botoeira “extra”,
sendo utilizada em paralelo
com a botoeira principal.

Quando uma das botoeira é


pressionada, os dois circuitos
auto-iluminam.
Casos especiais da rede serial

Uso de botoeira BTI

A botoeira BTI funciona


como botoeira
independente. È utilizada
em condições especiais
onde se necessite de
operação independente da
botoeira principal.

A operação das botoeiras


Exige circuitos auto-iluminados
totalmente independentes.
Módulo MCO-4
MCO - 4

O módulo MCO-4 é responsável pelo


Gerenciamento do sistema em grupo, interface
do TK Vision e pelo dispositivo de acoplamento
ao Gerador (DAG).

O sistema sem expansão na MCO monitora até


3 elevadores e com a expansão (MECO) pode
monitorar até 8 elevadores.
MCO - 4

ESCRAVO 1 ESCRAVO 2 ESCRAVO 3


C/ MESTRE

ESCRAVO 6 ESCRAVO 7 ESCRAVO 8

ESCRAVO 4 ESCRAVO 5

53
40 39 38 37 36 35 34 33 26 25 24 23
42
41 56

Alimentação ( 23) ( 56) Fase de


de 24 volts de Confirmação entrada do
cada quadro do sinal DAG gerador de
de comando TK Vision para MCP-7 emergência
Espelho do Módulo MCO-4
Esquema dos Jumpers do Módulo MCO-4

Posição do JP 1

1-2 Com resistor de fim-de-linha na porta serial auxiliar 2.

2-3 Sem resistor de fim-de-linha na porta serial auxiliar 2.

Localização: Bornes 27=Xa e 28=Xb no conector K2 .


Esquema dos Jumpers do Módulo MCO-4

Posição do JP 2

1-2 Sempre que utilizar o opcional ADC, deve-se substituir a placa


MCO por uma especial (29 MHz).

2-3 Quando não é utilizado o ADC, MCO padrão.

Localização: Bornes 29=Xa e 30=Xb no conector K2 .


Esquema dos Jumpers do Módulo MCO-4

Posição do JP 3

1-2 Com resistor de fim-de-linha na porta serial 0

2-3 Sem resistor de fim-de-linha na porta serial 0

Obs: Porta serial TKVision. Este jumper deve ser posicionado


conforme a configuração da rede RS-485, ou seja, quando
existir mais de uma MCO na rede, somente a última terá o
jumper na posição 1-2.

Localização: Bornes 25=Xa e 26=Xb no conector K2


Esquema dos Jumpers do Módulo MCO-4

Posição do Jumper JP4 e JP5

Estes jumpers seleciona hardware interno no módulo

Obs: Os jumpers JP4 e JP5 devem estar sempre na


posição 1-2. Quando na posição 2-3 provocam falhas
imprevisíveis no programa.
MCINV - 4
ENCODER
Detalhes construtivos Encoder no Direção de movimento
eixo do
motor

Freqüência (RPM) Angulo


ENCODER
Interligações
Introdução ao controle
de
Velocidade
Revisão básica de Motores de Indução

Porque utilizar motor de indução ?


- Baixa manutenção.
- Ausência de escovas comutadoras.
- Ausência de faiscamento.
- Baixo ruído elétrico.
- Custo inferior.
- Velocidade de rotação superior.
Curva de torque do motor de indução

Qual a dificuldade do controle de


velocidade do motor de indução ?
- Não linearidade.
Revisão básica de Motores de Indução

Construção mecânica do motor de indução


Revisão básica de Motores de Indução

Construção mecânica do motor de indução


Revisão básica de Motores de Indução

Campo magnético gerado


Revisão básica de Motores de Indução

Campo magnético gerado


Revisão básica de Motores de Indução

Campo magnético gerado


Revisão básica de Motores de Indução

Campo magnético gerado


Revisão básica de Motores de Indução
Princípio de funcionamento do motor de indução

Arquivo de vídeo (clique para iniciar)


Revisão básica de Motores de Indução

Conceitos importantes:
- Freqüência (RPM) síncrona.
- Freqüência (RPM) nominal.
- Torque
- Escorregamento
Sistema Frequencedyne
Sistema de controle de velocidade

Módulo de Sistema
controle de MOTOR
de potência
velocidade

Sensor
de Sensor Sensor de
Corrente de velocidade
Carga
Sistema Frequencedyne
Sistema de controle de velocidade
Módulo MCINV-4 MOTOR
Unidade de potência

HALL Pesador de carga Encoder

Informação
de potência Informação de
torque na partida Informação
de velocidade
Revisão básica de Motores de Indução

Comparação entre os sistemas


Superdyne e Frequencedyne

Sistema Superdyne

Sistema Frequencedyne
Sistema Frequencedyne

Sistema Inversor
Sistema Frequencedyne
Porque controlar a freqüência das
fases aplicadas ao motor ?

Controle da freqüência

Aumento do torque

Controle da velocidade
do elevador
Sistema Frequencedyne
Porque controlar a tensão das
fases aplicadas ao motor ?

Controle da tensão nas fases

Fluxo invariável

Torque invariável
Sistema Frequencedyne
Diagrama simplificado de um inversor trifásico.

Ponte retificadora Banco de IGBTS.


trifásica capacitores
Sistema Frequencedyne
Sistema Frequencedyne

Período ( t )
Sistema Frequencedyne
Controlando a freqüencia

Diminuindo o Aumenta a
tempo total em que freqüência do
os 6 passos campo girante
ocorrem aplicado ao motor

Aumentando o Dimunui a
tempo total em que freqüência do
os 6 passos campo girante
ocorrem aplicado ao motor
Sistema Frequencedyne
Systema Frequencedyne
Entendendo o
controle de tensão
110V
110V Lampada

AC

220V 110V
Lâmpada
AC

220V 110V
Lâmpada

AC
Sistema Frequencedyne
Sistema Frequencedyne
Entendendo o controle de tensão

A cada passo os transistores


são chaveados resultando
uma tensão senoidal.
SISTEMA DE POTÊNCIA
SISTEMA DE POTÊNCIA
Tensão de fase

Aplicação de tensão positiva Aplicação de tensão negativa


SEQÜÊNCIA DE FUNCIONAMENTO DO ELEVADOR
Fazer a chamada
Partida
DIRU = 1 subida P28 =1 Contato de porta de
DIRU = 0 descida segurança confirmado (MCP-7 - 20)

#41 = relé da MCP-7 de confirmação de porta fechada

V1, V2 e V3 Relé 36 habilita o movimento


Define a Velocidade
MCP-7 – 74,75, e 76

START = 1 (MCP-7 - 69)


Habilita a partida do Elevador

Relé VENT Liga o acionamento da ventilação Energiza o motor


Do motor de Tração e quadro de comando (OF - código do display da MCINV-4)

Relé OS da MCINV-4

B4 Aciona o MACB

MACB aciona o freio

Contato BK máquina abre

Contatora BK desaciona

BKF = 0 envia para


MCINV-4 - 40 e MCP-7 - 104

MCINV-4 manda o sinal para IGBT


Redução
A identificação do ponto de redução do andar de destino é feita
após a leitura da placa de parada do andar anterior do destino

Dentro do pavimento de destino a MCP-7 realiza a contagem de


pulsos, afim de identificar o ponto de redução

Quando a contagem correta é atingida habilita o sinal RED


(MCP-7 - 70)

A MINCV-4 inicia o processo de redução, variando a freqüência


aplicada ao motor e desaceleração do elevador

O Motor entra em processo de modo regenerativo aumentando a tensão


do link. E o transistor de frenagem que tem por finalidade queimar o
excesso de energia sobre o banco de resistores, mantendo a tensão dos
capacitores abaixo de seu limite de isolamento.
Parada
Chave Eletrônica 2IR3 - P23 = 0 Vcc
(MCP-7 – 44 e MCINV-4 - 43)

MCINV-4 começa a contagem dos pulso 180mm para nivelar

PRT = 1 envia para MCP-7 Nivelamento = 0

SOS = 0 (MCINV-4 - 84)


PO = 1 quando tiver abertura
antecipada de porta - MCP-7

B4 desaciona o MACB
Abertura de Porta
MACB desaciona o freio

Contato BK máquina fecha

Contatora BK aciona

BKF = 1 envia para


(MCINV-4 - 40 e MCP-7 – 104)
02

0F

0B 0C
SEQÜÊNCIA DE FUNCIONAMENTO DA PORTA
Fechamento da porta
MCP-7 envia via serial a confirmação de porta para a MCC-3

Relé 20 da MCC-3 (k10:1 e k10:5) comanda o fechamento da porta com a COP

COP recebe o comando RAP = 1 - fecha porta (MCC-3 k10:5)

COP processa o sinal e envia para o inversor

INVERSOR recebe o comando FM = 0 - abre o freio

Aplica Tensão no motor do operador (fechando a porta)

GS = 1 (P27) Contato de porta confirmado (MCC-3 k1:3)

DS = P28 confirmação de porta de pavimento (MCP-7 - 103) Retira a Tensão no motor do


operador
P28 = Contato de porta de segurança confirmado
FM = 1 freio
#41 = 1 relé da MCP-7 motor do
de confirmação de operador ligado
porta fechada (COP e CP11:7)
Abertura de porta
MCP-7 envia via serial a confirmação de porta para a MCC-3

Relé 20 da MCC-3 (k10:1 e k10:5) comanda o abertura de porta com a COP

COP recebe o comando RAP = 0 abre porta (K10:5 e MCC-3)

COP processa o sinal e envia

INVERSOR recebe o comando FM = 0 freio motor do operador


desligado (CP11:7 e COP)
Aplica Tensão no motor do operador (abrindo a porta)

Desconecta a Relé 41

P24=0 Confirmação de porta aberta

motor do operador desliga

FM = 1 freio motor do operador ligado


MCOP
Display

Botão de
RESET
BORNES DO
CONECTOR LINHA TENSÃO SITUAÇÃO UTILIZAÇÃO
CONECTOR

Quando a Porta estiver fechando ou


0vcc
fechada

18 RAP Comando que abre e fecha porta

24vcc Quando a porta estiver aberta ou abrindo

17 - - - -

K4
0vcc Porta de Cabina Aberta
Trinco de Portas de Cabinas
16 P27A
(contato GSA) (porta principal e oposta)
24vcc Porta de Cabina Fechada

0vcc Nudding desoperado


15 NUD Nudding
24vcc Nudding operado
BORNES DO
CONECTOR LINHA TENSÃO SITUAÇÃO UTILIZAÇÃO
CONECTOR

0vcc Freio desacionado


14 FM Acionamento do freio
24vcc Freio acionado

0vcc Disjuntor DJ13 desligado


13 T1+A Linha de alimentação (+24vcc)
24vcc Disjuntor DJ13 ligado

12 SC - Sinais do Inversor

11 SF - Sinais do Inversor

10 SR - Sinais do Inversor
K5

9 S1 - Sinais do Inversor

8 S2 - Sinais do Inversor

7 EPP - - Não Utilizado

0vcc Porta Obstruída


6 FOT1 Foto Célula da Porta Oposta
24vcc Porta Livre

0vcc Porta Obstruída


5 FOT Foto Célula
24vcc Porta Livre
BORNES DO
CONECTOR LINHA TENSÃO SITUAÇÃO UTILIZAÇÃO
CONECTOR

0vcc Disjuntor DJ13 desligado


4 T1+A Linha de alimentação (+24vcc)
24vcc Disjuntor DJ13 ligado

0vcc Porta Aberta


Contato de fim de curso da abertura de
3 P24
porta
K6 24vcc Porta Fechada

0vcc Disjuntor DJ13 desligado


2 T1+A Linha de alimentação (+24vcc)
24vcc Disjuntor DJ13 ligado

1 T100 0vcc Referencia Linha de alimentação negativa


Funcionamento da porta
ABERTURA DE PORTA

DISPLAY F C 2 4 8 A

ENTRADAS
+24VCC RAP

+24VCC P27A

+24VCC NDG

OUTPUT
+24VCC FM
INTERFACE DO INVERSOR

SF

SR

S1

S2

+24VCC EPP

+24VCC FOT/FOT1

+24VCC P24

PARÂMETROS P102 + P127 P127 P103 + P126


F Fechamento de Porta
P102 e P127
C Primeiros 20mm percurso, baixa velocidade
2 Porta abrindo em alta velocidade (2,0) (26)
4 Desaceleração P103 e P126
8 Últimos 20mm do percurso, baixa velocidde (1,0) (6)
A Porta aberta
P102 Tempo de aceleração 1,5
P127 Velocidade de abertura 26,0
P103 Tempo de desaceleração 1,0
P126 Velocidade de redução abertura 6,0
Funcionamento da porta
FECHAMENTO DE PORTA

DISPLAY A 1 P 7 F

ENTRADA
+24VCC RAP

+24VCC P27A

+24VCC NDG

SAÍDA
+24VCC FM

SF
Inverter interface

SR

S1

S2

+24VCC EPP

+24VCC FOT/FOT1

+24VCC P24

PARÂMETROS P100 + P121 P121 P101 + P125


A Porta Aberta P100 e P121
1 Porta fechando em alta velocidade (1,5) (20)
P Desaceleração P101 e P125
7 Últimos 20mm do percurso, baixa velocidde (1,0) (3,5)
F Porta fechada
P100 Tempo de aceleração de fechamento 1,5
P121 Velocidade de fechamento 20,0
P101 Tempo de desaceleração de fechamento 1,0
P125 Velocidade de redução de fechamento 3,5
Ajuste da MCINV-4
Menus do módulo MCINV-4

Verificação
e ajuste

Verificação Somente Somente


e ajuste verificação verificação
Verificação
e ajuste

Verificação
e ajuste

Verificação
e ajuste
Parâmetros do módulo MCINV-4

Colocar elevador Ajuste de parâmetros


básicos para
em movimento funcionamento do elevador
(Baixa velocidade) em baixa velocidade

Verificações elétricas e
Pré Ajuste mecânicas que antecedem
o ajuste final do elevador.

Procedimentos necessários
Auto-Ajuste para mapeamento do poço.

Ajuste do parâmetros

Ajuste final necessários para


funcionamento do elevador
em alta velocidade.
Parâmetros do módulo MCINV-4
Colocar elevador em movimento
(Baixa velocidade)

Colocar o valor da RPM de


placa do motor

“1” “0” Colocar o valor da corrente


nominal de placa do motor

Colocar o valor da tensão


nominal da rede

** Posi porta **

50 pulsos

Acerta o sentido de rotação


do motor com o de
movimento da cabina
Parâmetros do módulo MCINV-4

PLACAS CARACTERISTICAS DES


MOTORES USUAIS

WEG EBERLE THYSSEN


Parâmetros do módulo MCINV-4

Colocar elevador em movimento


(Baixa velocidade)
Verificar os valores do menu PID

Valor usual 90

Valor usual 30

Este valor não deve ser muito


Valor usual 40 a 60 baixo para os motores de maior
potência.

Caso o Elevador apresente a falha


Valor usual 4 “F 2”aumentar gradativamente.

Para Máquinas antigas este valor


fica em torno de 7.
Parâmetros do módulo MCINV-4
Colocar elevador em movimento
(Baixa velocidade)

Até 105 m/min 28


120 a 180 m/min 35
210 m/min 42
240 m/min 46
300 m/min 55

Vel (m/min) RPM MANUT

Conforme tabela 120 à 180 250


60 à 105 300 a 400
45 500

Ve RPM MAX
Vel m/min
l
4V 3V 2V 1V

150 à 180 4 RPM Placa 3/4 RPM Placa 1/2 RPM Placa 1/4 RPM Placa

120 3 RPM Placa RPM Placa 2/3 RPM Placa 1/3 RPM Placa

75 à 105 2 RPM Placa RPM Placa RPM Placa 1/2 RPM Placa

45 à 60 1 RPM Placa RPM Placa RPM Placa RPM Placa


Pré Ajuste

A MEDIDA QUE VAMOS ALTERANDO OS VALORES DOS

PARÂMETROS DEVEMOS “SALVAR OS DADOS”


Pré Ajuste

Revisão da Mecânica

• Ajuste do freio e contato BK


• Verificação da taragem cabina/contra-peso
• Equalização de cabos
• Verificação e teste de aparelho de segurança e regulador de velocidade
• Teste de limites físicos
• Verificação e testes de limites lineares (TLS)
• Verificação e ajuste de portas (pavimento e cabina)
• Verificação de placas de parada e chaves eletrônicas
• Verificação de amortecedores (fundo do poço)
• Verificação e teste do circuito de segurança e circuitos de portas
(Retirar o conector MQ5M)
•Verificar medidas de última altura e deslize de contra peso e cabina (Ha,
Hb, Hc, Lcab e Lcp), conforme PODECA-001
•Revisar dimensionamento de fusíveis e disjuntores do quadro de
comando, conforme TDECA-001 índice 003
Pré Ajuste
VERIFICAÇÕES MEDIDAS DE ÚLTIMA ALTURA E DESLISE

Hc
Ha
Hb

Lcp Lcab
Pré Ajuste
A contagem de pulsos dos Limites Lineares no Módulo MCINV-4
são feitas diferente do Módulo MCP-7, ou seja, na MCINV-4 cada
furo conta dois pulsos, na MCP-7 cada furo conta um pulso

Digitar no menu LIM LIN, no sub-menu “vel.


elevador”,a velocidade do elevador em metros
por minuto.

Com o elevador em manutenção, e direção de


subida, verificar no extremo superior se o
módulo MCINV-4 efetua corretamente a
contagem de furos da régua.

Com o elevador em manutenção, e direção de


descida, verificar no extremo inferior se o
módulo MCINV-4 efetua corretamente a
contagem de furos da régua.

Esta tela mostra a posição do elevador em


relação ao limite linear.
Preparação para AUTO-AJUSTE

RPM MAX
Vel m/min Vel
4V 3V 2V 1V

150 à 180 4 RPM Placa 3/4 RPM Placa 1/2 RPM Placa 1/4 RPM Placa

120 3 RPM Placa RPM Placa 2/3 RPM Placa 1/3 RPM Placa

75 à 105 2 RPM Placa RPM Placa RPM Placa 1/2 RPM Placa

45 à 60 1 RPM Placa RPM Placa RPM Placa RPM Placa

É recomendado o uso de dois

! módulos TLS, onde um será usado


para ajuste do módulo MCINV-4 e o
outro para o módulo MCP-7
Preparação para AUTO-AJUSTE

A justar provisoriamente o valor de rpm max1v,


de forma que o elevador pare na zona de
nivelamento (abre porta).

A justar o valor rpm nive.


Valor aproximado: 10 à 20

Posição LA representa o números de pulsos do


encoder entre o momento em que o sinal P23
vai a “0” e a parada do elevador.

Ajustar provisoriamente o valor de “posição LA”


Valor inicial aproximado: 200

! A MEDIDA QUE VAMOS ALTERANDO OS


VALORES DO PARÂMETROS DEVEMOS
“SALVAR OS DADOS”
Realizar AUTO-AJUSTE (MCP-7)
MCP - 7

Verificar se o elevador em AUTO-AJUSTE,


reduz e para na zona de nivelamento (abre-
porta).

MCINV - 4
Se o elevador para antes da zona de
nivelamento, deve-se aumentar o valor de
“rpm max1v”.
Refazer o AUTO-AJUSTE, aumentando a
cada vêz o valor de “rpm max1v”, até que o
elevador consiga parar na zona de
nivelamento.
Ajuste Definitivo

Ajuste de conforto na parada.

Na velocidade máxima, ajustar provisoriamente


o valor de tp curv, de forma que o elevador pare
na zona de nivelamento (abre porta).

Ajustar definitivamente o valor de “posição LA”


de modo que a cabina pare com nivelamento
zero, tanto subindo como descendo.
Se a cabina parar negativo, aumentar o valor de
“posicao LA”.
Se a cabina parar positivo, diminuir o valor de
“posicao LA”.

Detalhes na próxima lâmina

Na velocidade máxima, ajustar definitivamente o


valor de tp curv, de forma que o elevador mova-
se entre 10 a 30mm em velocidade de
nivelamento antes da parada.
Ajuste definitivo
Modo prático de obter o valor correto de posição LA

Chave eletrônica Baixar o valor de RPM


manut.
180mm
Medir e marcar 180 mm de arco na
A polia
40mm
B
180mm

200mm
Deslocar o elevador em baixa
400mm velocidade iniciando em um ponto
marcado e parando no outro.

Verificar a
contagem dos
Placa de parada pulsos do encoder
através da tecla 0
do módulo TLS
(conectado à
MCINV-4)

Não esquecer de retornar o valor de RPM manut !


Ajuste definitivo

Ajuste das demais velocidades

Para as demais velocidades, deve-se reajustar


o valor de “RPM” (rpm max1v,etc.), para que o
elevador mova-se os entre 10 e 30mm em
velocidade de nivelamento antes da parada.
Ajuste definitivo

Revisão de conforto

Fazer viagens dentro da cabina, verificando o


conforto durante o movimento do elevador :

-Soco de partida no sentido de movimento.


-Vibrações
-Retorno da cabina na partida.
Menus do módulo MCINV-4
Descrição básica da atuação das variáveis no controle de velocidade.

KI-SLIP
CORRIGE A REAL COM A PADRÃO EM REGIME NOMINAL.
AJUSTA O TORQUE ZERO: MAIOR VALOR -> MAIOR TORQUE ZERO, OU SEJA,
NÃO DEIXA O ELEVADOR VOLTAR QUANDO O FREIO É LIBERADO.
VALOR USUAL: 90
VARIAÇÃO:90 A 180
PARA ELEVADORES MAIORES, MAIOR GANHO.
VALOR MUITO ALTO CAUSA OVERSHOOT;
VALOR MUITO BAIXO A CURVA REAL NÃO ACOMPANHA A PADRÃO.
Descrição básica da atuação das variáveis no controle de velocidade.

GANHO INÉRCIA
SE ESTIVER MUITO ALTO PODE GERAR SOCO E OSCILAÇÕES NAS TRANSIÇÕES DA CURVA,
(FICA MUITO FIEL AO COMANDO), CORRIGE MUITO, GANHO DE CORREÇÃO MUITO ALTO,
SENSAÇÃO DE ELEVADOR MUITO PRESO.
USUAL: 30
VARIAÇÃO DE 20 A 50
Descrição básica da atuação das variáveis no controle de velocidade.

KP-SLIP
- CORRIGE A REAL COM A PADRÃO EM TODA A CURVA.
- VALOR MUITO ALTO AUMENTA O GANHO DE CORREÇÃO, CAUSANDO
VIBRAÇÃO E RUÍDO NO MOTOR.
- VALOR MUITO BAIXO PERDE O CONTROLE, PODENDO FAZER COM QUE O
ELEVADOR VÁ AO LIMITE FINAL.
- VALOR USUAL: 40
- VARIAÇÃO: 35 A 70, PARA ELEVADORES MAIORES MAIOR GANHO.
Descrição básica da atuação das variáveis no controle de velocidade.

KP-VS
REALIMENTAÇÃO DE CORRENTE.
VALOR MUITO ALTO GERA RUIDO NO MOTOR.
VALOR MUITO BAIXO PODE GERAR ERRO “F1”.
VALOR MUITO BAIXO NÃO SUPRE A CORRENTE NECESSÁRIA QUE O MOTOR
EXIGE .
VALOR MUITO ALTO ENVIA CORRENTE DEMAIS PARA O MOTOR PODENDO
GERAR RUÍDO E AQUECIMENTO.
USUAL: 4
VARIAÇÃO: 3 A 7.
PARA ELEVADORES MAIORES MAIOR GANHO.
Menus do módulo MCINV-4

No menu E2PROM existem 3 bancos


de memória.

Pode-se selecionar cada um dos


bancos de memória onde podem ser
armazenados dados referente a três
ajustes diferentes.
Menus do módulo MCINV-4

Menu erro apresenta os quatros


últimos defeitos que ficam
registrados
Menus do módulo MCINV-4

Informações disponíveis para o


Departamento de Engenharia

Informa temperatura através de um


sensor na MCINV-4.
Se a temperatura atinge 35ºC o
ventilador é acionado.
Teclas do Teclado do MCINV-4
Teclas do Teclado do MCINV-4

“TECLA 9” AUTO-DIAGNÓSTICO

Indica o estado em que o elevador encontra-se ,


em tempo real.

“TECLA 0” CONTAGEM DE PULSOS

Esta tecla possui duas funções:


Indica o números de pulsos contados desde a entrada da
placa de parada (P23=0) até a parada do elevador, e
também é utilizado como tecla de saída de menu.

“TECLA 2” ROTAÇÃO REAL

Indica a rotação real no eixo do motor, medida através


do encoder.
Teclas do Teclado do MCINV-4

“TECLA 1” ROTAÇÃO APLICADA

Indica a rotação que esta sendo aplicada ao


motor, para o mesmo possa atingir a rotação padrão.

“TECLA 3” ROTAÇÃO PADRÃO

Indica a RPM máxima ajustada para cada velocidade

“TECLA 4” CORRENTE DA FASE U

Indica a corrente que esta circulando na fase U,


medida pelo HALL.

“TECLA 5” CORRENTE IQS

Indica a corrente de campo do motor e é


calculada pelo programa da MCINV-4.

“TECLA 6” TENSÃO DO LINK

Indica o valor da tensão no link, medida


entre as linhas IN+ e IN-
Teclas do Teclado do MCINV-4

“TECLA 7” NUMERO DE PARTIDAS

Indica o número de partidas do elevador desde


o momento em que o quadro de comando foi
ligado.

“TECLA 8” ERRO NA PARTIDA

Indica o número de vezes em que houve erro


na partida desde a ultima vez que o quadro de
comando foi ligado .

“TECLA *” TECLA DE ACESSO AO MENU


Esta tecla é utilizada para acessar e navegar
nos menus .

“TECLA #” TECLA DE CONFIRMAÇÃO

Esta tecla possui duas funções, pode-se


verificar o ultimo erro e também tem como
segunda função confirmação de entrada nos
menus.
CÓDIGOS DE ESTADOS DO MÓDULO MCINV-4

04 ESPERA DO SINAL DE FREIO (BKF)


06 VELOCIDADE DE NIVELAMENTO
08 ESTADO DE MANUTENÇÃO
09 NOMINAL DE MANUTENÇÃO
0A REDUÇÃO DE MANUTENÇÃO
A3 ACELERAÇÃO EM 1 VEL
A4 NOMINAL DE 1 VEL
A5 REDUÇÃO DE 1 VEL
A8 REDUÇÃO DE 1 VEL PELA MCINV-4
B3 ACELERAÇÃO EM 2 VEL
B4 NOMINAL DE 2 VEL
B5 REDUÇÃO DE 2 VEL
B8 REDUÇÃO DE 2 VEL PELA MCINV-4
C3 ACELERAÇÃO EM 3 VEL
C4 NOMINAL DE 3 VEL
C5 REDUÇÃO DE 3 VEL
C8 REDUÇÃO DE 3 VEL PELA MCINV-4
D3 ACELERAÇÃO EM 4 VEL
D4 NOMINAL DE 4 VEL
D5 REDUÇÃO DE 4 VEL
D8 REDUÇÃO DE 4 VEL PELA MCINV-4
Módulo MGR
Módulo MGR (FDG)

Qual a função do módulo MGR ?

• Cálculo e gerenciamento dos pontos de redução de velocidade.


Módulo MGR (FDG)

Jumper de divisão [2,4,8,16]


Módulo MGR (FDG)
Jumpers de Configuração

Jumper Atuação Posição do Jumper Seleção Como proceder

1-2 ES Sempre posicionar este jumper na


JP1 Seleção do tipo de encoder
2-3 EC posição 2-3.
1-2 422 Não há necessidade de colocar este
JP2 Seleção do tipo de serial jumper.
2-3 485
Este jumper deve ser colocado em
Com jumper Pulsos x 2
situações em que se necessite
JP3 Multiplicador de pulsos multiplicar por dois o número de
Sem jumper Normal
pulsos do encoder.

Com jumper Subindo Permite adequar o sentido de


JP4 Inversor de direção contagem de pulsos com o do
Sem jumper Descendo movimento do elevador.

1-2 DIV Na posição DIV, a contagem de


JP5 Seleção de pulso pulsos pode ser dividida.
2-3 PUL
A 2 Divide pulsos por 2
B 4 Divide pulsos por 4
Divisores Grau de divisão
C 8 Divide pulsos por 8
D 16 Divide pulsos por 16
Módulo MGR (FDG)
Situações onde o módulo MGR é utilizado

Velocidade Número de Gerência de redução de Velocidade


m/s m/min Velocidades MCP MGR

0,75 45 1V 1V -------

1 60 1V 1V -------

1,5 90 1V, 2V 1V, 2V -------

1,75 105 1V, 2V 1V, 2V -------


Gold

2 120 1V, 2V, 3V 2V 1V, 3V

2,5 150 1V, 2V, 3V, 4V 2V, 3V 1V, 4V

3 180 1V, 2V, 3V, 4V 2V, 3V 1V, 4V


Gearless

3,5 210 1V, 2V, 3V, 4V, 5V 2V, 3V 1V, 4V, 5V

4 240 1V, 2V, 3V, 4V, 5V 2V, 3V 1V, 4V, 5V


Módulo MGR (FDG)
Distâncias de desaceleração

Os pontos de
1V 1200mm
desaceleração de 2V e
1980mm
3V, são gerados pelo
3m 2V módulo MCP7 que
2650mm efetua contagem de
3V pulsos a partir do
sinal de placa virtual
de redução de 4V,
gerado pelo módulo
5200mm
4V MGR.
3m

3m

5V 9200mm
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Ponto de conexão no
módulo MGR

Módulo TLS
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Somente Somente Verificação Verificação


verificação verificação e alteração e alteração
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Pressionando “0Ent”
é possível monitorar
outro sinal
Tela fica alternando entre
“0Ent” e “8esc”

Sinal Descrição
AJU Sinal de auto-ajuste (Ponto 11 enviado pela MCP ponto 84)
DIR Sinal de direção (este sinal é gerado a partir da informação do encoder)
PUL Pulsos do encoder (Conector K6)
P40 Limite de redução de 1Velocidade de subida (ponto 7)
P42 Limite de redução de 1Velocidade de descida (ponto 8)
PRD Sinal de aproximação de parada (ponto 9 enviado pela MCP7 ponto 83)
P23 Sinal da placa de parada (ponto 6)
SOS Sinal de velocidade zero (ponto 1)
POS Posição do elevador no poço (varia de 0 à NP-1)
NP Número de paradas do elevador (Calculada no auto-ajuste)
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Quantidade de
pulsos entre os
pavimentos.
(cada pulso
representa 1mm)

De que forma é efetuado o mapeamento de distância de cada pavimento ?


Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Placa de parada

180 mm

Chave
eletrônica

Módulo MGR calcula a distância real


Distância entre de pulsos, acrescentando 360 mm
pavimentos (P23=1) (180 mm de cada placa).

180 mm
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

As distâncias de
desaceleração podem
ser alteradas se houver
necessidade.

Ex: Distância de
desaceleração coincide
com a chave eletrônica
passando em uma
placa de parada.

As tela “Salvar Dados”


aparecerá somente se
algum parâmetro for
alterado.
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

O número de pulsos do
encoder deve estar de acordo
com a divisão de pulsos
selecionada pelo jumper
“Divisores”
Procedimento para encontrar a divisão adequada de pulso no Modulo MGR

• Aplicar formula para a encontrar divisão adequada dos pulsos

Velocidade(m / min) ×1000


CONSTANTE =
n  pulsos _ encoder ( MGR) × RPM (motor )

O resultado (CONSTANTE) deverá ficar entre 0,3 e 0,5, caso contrário faz-se
a divisão dos pulsos e calcula-se novamente, conforme exemplo a seguir:
EXEMPLO DE CALCULO

DADOS DO ELEVADOR:
VELOCIDADE= 150 m/min
ENCODER= 1024 pulsos
RPM MOTOR= 1175

150 ×1000 150000


CONSTANTE = = = 0,12466755...
1024 ×1175 1202300

Portanto como o valor esta abaixo de 0,3, faz-se a divisão por dois, no MGR e se recalcula,

1024
Encode( MGR) = = 512
2

150 × 1000 150000


CONSTANTE = = = 0,24933510...
512 × 1175 601600

Como o valor ainda não esta dentro da faixa tolerável divide-se os pulsos na MGR novamente e se recalcula

1024
Encode( MGR) = = 256
4

150 × 1000 150000


CONSTANTE = = = 0,49867021...
256 × 1175 300800

Portanto temo que fazer a divisão de pulsos no MGR por 4


Procedimento para executar a divisão de pulso no Modulo MGR

Para executar a divisão de pulsos no MGR, proceder da seguinte maneira:

1. Colocar o Jamper JP5 na posição 1-2;

2. Colocar o Jamper “DIVISORES” na posição (A ou B ou C ou D) conforme o


grau de divisão utilizado respectivamente (2 ou 4 ou 8 ou 16);

3. No Menu “Parâmetros do Elevador” sub-menu “Pulso Enc” colocar o


numero de pulsos do encoder após divisão.
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

Neste menu, pode ser


configurada uma velocidade
diferente para um percurso
em pavimento longo.
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)


1U 1D 4U 4D 5U 5D
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)

8° 7°

7° 6°

6° 5°

5° 4°

4° 3°

3° 2°

2° 2vel

Quando o pavimento longo está programado na MCP-7 em 1vel


um dos extremos (ex.: Longo 2vel), devemos instruir o
módulo MGR para que assuma a mesma velocidade neste 1° 1°
pavimento (ex.: Longo 2vel).
1U 1D 4U 4D 1U 1D 4U 4D
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)


O módulo MGR
deve ser
instruído a gerar
2° esta placa virtual
(4V) para que o
MCP-7 possa
Pavimento Longo 2vel gerar a placa
virtual de 2V


1U 1D 2U 4U 4D 5U 5D

9° 8°

8° 7°

7° 6°

6° 5°

5° 4°

4° 3°

3° 2°

2° 5vel

1vel

1° 1°
1U 1D 4U 4D 5U 5D 1U 1D 4U 4D 5U 5D
Parâmetros do Módulo MGR (FDG)