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CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

Este documento nasceu a partir de alguns diálogos entre as representações do


conselho escolar. Trata-se de orientações que poderão servir de apoio para os
professores na condução de suas atividades no google sala de aula (classroom).
É oportuno considerar que, é de fundamental importância o aluno compreender
a metodologia abordada pelo professor daquele bimestre. Diante disso, entendemos
que uma das estratégias que o professor poderá orientar seus alunos é através de
guia semana de estudo. Senão, vejamos:
GUIA SEMANAL DE LEITURA – (1º momento)
Nesse guia, o aluno será orientado a ler, anotar e construir suas primeiras
compreensões sobre os conteúdos que serão abordados no decorrer do bimestre.
A ideia é descrever etapas capaz de conduzir o aluno por conceitos e
explicações sobre um determinado assunto.
A leitura é necessária e oportuna em estudos domiciliares
A todos, bons estudos!
Orientações adicionais:
Como o google sala permite anexar links, vídeos e arquivos em pdf, o professor
poderá deixar outros materiais de apoio para que nessa semana o aluno possa ler e
fazer suas devidas anotações e, na semana seguinte, o professor então, voltará ao
material que foi sugerido aos alunos por meio de web e fará as devidas explicações e
dúvidas serão sanadas.
Vejamos então, como o professor poderá planejar suas webs.
GUIA SEMANAL DE WEB – (2º momento)
Nesse guia, o aluno já familiarizado com o conteúdo que foi proposto para leitura,
receberá as explicações do professor e poderá socializar suas anotações do guia
semanal de leitura.
O planejamento da web pelo professor é decisivo para que a aprendizagem aconteça.
Agendar uma web pelo google sala também pode ser uma boa estratégia, no entanto
para garantir que toda turma terá acesso a web é oportuno o professor disponibilizar o
link da web também pelo grupo de watsap da turma
Abaixo sugerimos alguns sites que podem deixar sua web mais dinâmica e interativa:
https://www.mentimeter.com/
O professor poderá fazer perguntas e disponibilizar o link para os alunos responderem,
a visualização das respostas em tempo real deixa a web mais participativa

Extensões úteis do navegador chormes para o meet:


- serve para o professor fazer a frequência dos alunos que estão presentes em sua
web
Outras extensões acesse:

Deixe bem claro para os alunos


Exemplo de instrução da atividade no google sala:
Olá pessoal!
Espero vocês no momento de Webconferência via PLATAFORMA MEET.
Será hoje, às 10h, estou ansioso para vê-los.
Não deixe de levar suas dúvidas e questionamentos, eles são muito importantes.
Não esqueça: Sua participação nas Webconferências valem como presença. Além de
ser um momento de interação e construção de novas aprendizagens.
Será usado

Beijos a todos e, bons estudos!


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Orientações adicionais:
Nessa web de

O professor deverá aproveitar o máximo dos alunos em suas webs, claro que é difícil
sensibilizar os alunos a participarem, todavia, o professor poderá:
Entrar em contato com alguns estudantes estrategicamente mapeados para serem os
alunos responsáveis por iniciar as discussões e participações.
Fazer um bingo por meio de palavras, frases, questões sorteadas para os alunos
explicarem durante a web (antes o professor teria que enviar a tabela de bingo com as
palavra ou expressão que o aluno terá que participar).
Como isso aconteceria na prática?
Essas palavras ou frases serão sorteadas e só marcará ponto quem responder, assim,
o primeiro que responder e concluir sua tabela de bingo ganhará do professor uma
caixa de chocolate ou um abraço no retorno as aulas.
Na próxima web eles estarão aguardando um novo prêmio, e você professor pensará
em outra estratégia. Fica aí a dica!

poderá fazer o seguinte acordo:


“Se vocês continuarem participando com entusiasmos das webs e na
realização das atividades, na volta as aulas presenciais, teremos um
prêmio dado pelo núcleo-gestor da escola para a turma mais top”
Categorias de premiação:
A turma que mais respondeu atividades
A turma que menos reclamou das atividades propostas
A turma que continuaria estudando remotamente com aprendizagem significativa por
muito mais tempo
A turma que mais demostrou abertura ao novo
A turma que mais obteve notas altas no segundo semestre.
A turma que mais respondeu atividades
a entrega na volta as aulas, já que vai demorar um pouco. Fica aí a dica

Vejamos então, como o professor poderá planejar suas webs.


webs.

GUIA SEMANAL - ATIVIDADE - 3º o aluno pratica o que leu e ouviu


Nesse guia, o aluno já familiarizado com o conteúdo e as explicações do professor ele
será motivado a responder uma atividade proposta para aquela semana.
Vejamos agora, como o professor poderá planejar uma atividade para ampliar a
compreensão dos conteúdos trabalhados, que poderá ser:
Estudo dirigido
Fichas de citações, lista de exercícios, pesquisa na web, mapa conceitual, seminário,
desafio semanal, atividade por meio de fórum, gincana com perguntas e respostas de
um determinado conteúdo, bingo por meio de palavras ou frases sorteadas para os
alunos explicarem... e muitas outras que existem!
Enfim, cada professor deve ter sua estratégia!

que foi proposto para leitura, receberá as explicações do professor e poderá socializar
suas anotações do GUIA SEMANAL DE LEITURA.
GUIA SEMANAL - AVALIAÇÃO – o aluno será avaliado de acordo com o que ele
leu, ouviu e praticou
Nesse guia, o aluno já familiarizado com o conteúdo que foi proposto para leitura,
receberá as explicações do professor e poderá socializar suas anotações do GUIA
SEMANAL DE LEITURA.

Orientações didáticas:
Quando aluno entende a sequência didática do professor será mais simples sua
aprendizagem.
A sequência acima não e engessada, o professor, que é o condutor do processo
poderá fazer seus devidos ajustes, porém, sem negligencias nenhuma das etapas no
decorrer do bimestre.
Veja que, no decorrer de 4 semanas, o aluno teve a possibilidade de aprender por:
1 LEITURA (1ª Semana)
1 WEB (2ª Semana)
1 ATIVIDADE (3ª Semana)
1 AVALIAÇÃO (4ª Semana)

Observações importantes:
É claro que dependendo da complexidade de cada disciplina (componente
curricular) o professor poderá, se preciso for, realizar mais de uma web naquela
semana, isso é o professor quem define.
O professor também é quem defini como irá chamar seus guias de modo que eles
possam atenderem as exigências de sua disciplina.
Esse é um ciclo de aprendizagem através de guias de aprendizagem, existem
outros, o professor é quem defini e estrutura como esse ciclo deverá acontecer de
acordo com a realidade e níveis de aprendizagem para cada turma.
Existem outras in

Vamos fortalecer nossas ideias com artigos científicos:

5 sentidos na educação – e explica que, ao


estudar neurociência e aprendizagem, é possível
identificar muitas outras modalidades sensoriais
pouco exploradas na escola. Entenda:
Neurociência e aprendizagem: Aristóteles disse que “nada está no intelecto
sem antes ter passado pelos sentidos”. Divergindo de Platão, ele afirmou que
nossos pensamentos não surgem do contato de nossa alma com o mundo das
ideias, mas da experiência sensível. Aristóteles enumerou cinco sentidos que,
segundo ele, eram responsáveis por toda codificação sensorial. Esses sentidos
são aqueles que apresentamos até hoje nas escolas: visão, audição, tato,
olfato e paladar.

Descartes, por sua vez, afirmou sobre o tato o seguinte: que um cordão levava
ao cérebro o estimulo sensorial aplicado à pele e, assim, fazia com que ela se
estirasse. Em parte, sua teoria estava correta.

Sabemos que recebemos informações do meio ambiente por meio de


sensações táteis, auditivas, visuais e químicas (gustativas e olfatórias), mas a
neurociência e os livros de neuroanatomia nos informam que existem muitas
outras modalidades sensoriais, além das cinco que aprendemos e ensinamos
aos nossos alunos. Em sala de aula, precisamos trabalhar essas outras
modalidades sensoriais e ensiná-las aos nossos alunos para que produzam
autoconhecimento e aprendizagens.

Como escrevi em minha coluna anterior, a aprendizagem é a informação que


fica na memória de longa duração, podendo ser resgatada sempre que
precisamos. As informações do meio ambiente chegam à memória através da
percepção desse meio externo e interno. A razão para percebermos esse
mundo é a necessidade de agirmos sobre ele. Por exemplo, a dor de cabeça
ou de barriga é percebida por nós e gera uma ação. Mas qual sentido, dos
cinco que conhecemos, utilizamos para perceber a dor? Nenhum deles!

A dor é uma das modalidades sensoriais que temos e é importantíssima para a


sobrevivência e proteção do ser humano. Durante a maior parte de nossa
existência, não temos consciência das informações provenientes de nosso
corpo. Aliás, nem todas elas produzem percepção! Além da dor, temos outras
modalidades sensoriais como a termossensibilidade, a pressão, o equilíbrio, a
vibração, a cócega, a coceira e a propriocepção.

Texto disponível em:

Ebook: Por que os educadores precisam ir além do data show

Neurociência e aprendizagem em todos os níveis de ensino

Na Educação Infantil e séries iniciais, todas as modalidades sensoriais podem


ser utilizadas com mais frequência e devem ser ensinadas para que o aluno
atinja um nível de autoconhecimento necessário para aquisição de sua
autonomia e uma melhor aprendizagem.

Conversar sobre propriocepção, ensinando os pequenos a perceber seu corpo


e orientar-se é fundamental. Propriocepção é a capacidade de perceber onde
está cada parte do corpo, os movimentos dos membros e do corpo em geral,
mesmo de olhos fechados!  Fazer com que os pequenos toquem com o dedo
na ponta do nariz de olhos fechados, por exemplo, faz com que várias partes
do corpo estejam coordenadas para o movimento que se está tentando fazer.
Quando trabalhamos o equilíbrio estamos trabalhando a propriocepção.
Perceber a temperatura do ambiente e organizar o nosso comportamento de
modo a adaptar-se faz parte da sensibilidade térmica. Perceber se o alimento
está quente ou frio também faz parte dessa modalidade. As crianças precisam
aprender o que acontece quando o corpo sente frio – por exemplo, se não nos
agasalhamos, trememos ou nos movimentamos para gerar calor muscular e
ficamos pálidos por conta de uma vasoconstrição cutânea. Já no calor,
diminuímos a movimentação corporal, suamos e ficamos vermelhos para
perder calor da pele.  Essa percepção precisa ser ensinada e trabalhada.

Neurociência e aprendizagem na rotina da sala de aula

Um ambiente de aprendizagem rico em estímulos aguça os sentidos. O


educador deve procurar formas variadas de ensinar o mesmo conteúdo,
fazendo com que várias áreas do cérebro trabalhem ao mesmo tempo. Dessa
forma, será capaz de atingir aprendizes visuais, auditivos e cinestésicos, que
têm preferência por um determinado tipo de aprendizagem. Alguns gostam de
ler em voz alta, outros preferem ler ou desenhar para estudar, uns usam mapas
mentais com facilidade e outros ainda preferem a “mão na massa” – os que
aprendem melhor através de experiências.

Infográfico: Estações de aprendizagem na prática

Em sala de aula, entretanto, as estratégias utilizadas pelos


professores ativam, com maior frequência, a visão e a audição. Com certeza, a
visão e a audição contribuem para aprendizagem em uma medida muito maior
do que as outras modalidades sensoriais. Dificilmente o professor pensa em
uma estratégia que utilize o olfato; mas imagine, por exemplo, que o professor
colocasse uma essência de café na sala de aula ao falar do ciclo do café? Ou
convidasse os alunos a beber um caldo de cana-de-açúcar durante a
apresentação do ciclo da cana-de-açúcar? Esse estímulo sensorial pode
auxiliar na retenção da informação, já que, além da audição e visão, outro
sentido seria estimulado.

Neurociência e aprendizagem: principais ensinamentos

1. De acordo com a neurociência e aprendizagem, devemos lembrar que


estudantes possuem diferentes preferências sensoriais e se comportam
de maneira distinta durante a aprendizagem.
2. É um erro interpretar como falta de atenção e indisciplina as
necessidades individuais de cada aluno. Em uma sala de aula média,
19% dos alunos são aprendizes auditivos, 46% são visuais e 35% são
cinestésicos. É muito provável que aprendizes cinestésicos não
consigam prestar atenção em aulas expositivas.
3. O professor tem a tendência a ensinar do modo como melhor aprende.
Um professor que aprende bem ouvindo, irá preferir essa modalidade
para ensinar. Os estudantes que tem a mesma facilidade serão
privilegiados com a aula desse professor, mas é possível que aqueles
aprendizes que utilizam outras modalidades sensoriais tenham
dificuldade em permanecer concentrados.
4. Os professores devem pensar em estratégias que não privilegiem
apenas um tipo de aprendizagem e modalidade sensorial, mas sim
combinem várias modalidades sensoriais através de estratégias
diversificadas.
5. O professor pode utilizar muitas estratégias lúdicas em sala de aula,
mudar de ambiente, utilizar humor, imagens, música e várias outras
formas de aguçar os sentidos. Para isso, o planejamento de suas aulas
é essencial. Não dá para abrir o livro e perguntar: “onde eu parei?”,
achando que os alunos estão aprendendo assim.

IMPORTÂNCIA DOS CINCO SENTIDOS NA


APRENDIZAGEMSOUZA, Ramiro Guilherme
deFANORPI/UNIESPramirorgs@gmail.comORIENTADORA:
MARTINS, Ana Maria
AraújoFANORPI/UNIESPanamariamar@bol.com.brRESUMOO
presente trabalho tem por objetivo mostrar a função e a
importância de cada um dossentidos biológicos, bem como de
seu trabalho em conjunto, na aprendizagem. Sabe-se que
avida humana é um processo de constante aprendizagem,
desde antes do nascimento até osúltimos momentos.
Compreende-se também que a aprendizagem é o processo de
assimilaçãode conteúdos pelo qual se faz a leitura do mundo
externo, e se processa e internaliza osconhecimentos
disponíveis, possibilitando assim uma formação de visão de
mundo e areprodução do conhecimento adquirido. Nesse
processo de internalização de conteúdos, sãomuito importantes
e mesmo indispensáveis, os cinco sentidos biológicos: tato,
olfato, visão,paladar e audição, pois são os responsáveis pelo
reconhecimento e contato do conscienteinterno com o mundo
físico externo por meio de impressões e sensações. O trabalho
foirealizado por pesquisa bibliográfica, levando em
consideração principalmente os estudosbiológicos de Jean
Piaget, para mostrar como os sentidos permitem que o
conhecimento sejainternalizado e, posteriormente,
reproduzido.PALAVRAS-CHAVE: Mundo. Sentidos. Intern
Leve as dicas para sua equipe e apoie os professores em práticas docentes
inovadoras!
Sites de apoio

Referências utilizadas na construção desse material:


https://www.geekie.com.br/blog/neurociencia-e-aprendizagem/

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Como organizar um grupo de estudos eficaz


17 de dezembro de 2018
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Trazemos hoje um guia para você formar um grupo de estudos com os amigos
que fazemos em nossas vidas acadêmicas. Afinal, estudar em grupo pode ser
uma estratégia bem acertada para turbinar o aprendizado.

Planejar uma sessão de estudo em grupo regularmente pode ajudar você a


compreender conteúdos difíceis e melhorar seu desempenho. No entanto, é
preciso tomar alguns cuidados para garantir que a os estudos sejam realmente
eficazes. Veja a seguir um guia em 3 etapas para garantir que seu estudo em
grupo seja bem-sucedido:

Etapa 1: Formando o grupo


1. Selecionar os membros do grupo

O grupo de estudo ideal deve ter entre 3 e 4 membros e nunca mais que 5.
Procure refletir sobre quem você gostaria de incluir. Leve em consideração a
personalidade de seus amigos. (Por exemplo, seu amigo dispersivo que odeia
estudar pode não ser uma boa escolha).

2. Definir um local
Algumas boas escolhas incluem uma biblioteca pública ou da faculdade em
que vocês estudam, um café ou a casa de alguém. Lembrem-se que uma casa
provavelmente é o lugar mais fácil para o grupo se distrair e se afastar dos
estudos.

Uma biblioteca, por outro lado exige que vocês façam silêncio, o que pode
prejudicar a comunicação do grupo. Um café, por sua vez, pode custar algum
dinheiro.

Leve tudo em consideração e tenha também em mente quais recursos (como


internet ou acesso ao material) vocês precisam e qual lugar pode melhor
acomodar as atividades do grupo.

Dica: Muitas bibliotecas dispõem de salas de estudo que permitem estudos em


grupo, então vale a pena verificar essa possibilidade.

3. Definir um horário regular

Marque sua sessão de estudos em um horário regular que seja conveniente


para todos. Você pode usar uma plataforma online como o GatherGrid ou o
Doodle para comparar os horários de todos e encontrar o horário mais
adequado. Se possível, tentem ter um encontro semanal fixo. No entanto, caso
necessário, vocês podem ter mais que um encontro semanal.

4. Firmar um compromisso

Se você deseja que seu grupo de estudo seja eficaz, é importante que haja
comprometimento por parte de todos os membros. Isso quer dizer: sem atrasos
e todos prontos para estudar no horário definido.

Certifiquem-se também de que todos estejam preparados antes da hora da


reunião. Se todos os seus amigos estiverem “na mesma página”, os estudos
vão avançar de forma bem mais eficaz.

5. Escolher um líder

É uma ótima ideia escolher um líder de grupo ou um facilitador. Esta pode ser
uma pessoa específica, ou os membros podem se revezar. O líder ficará
responsável por manter o grupo nos trilhos, de modo a evitar perda de tempo.

É o líder também que ficará responsável pelo agendamento da próxima


reunião, o local, os materiais, enfim, toda a logística para que a sessão de
estudos transcorra sem tropeços.
 

Etapa 2: Como organizar os estudos


1. Definir o tempo da sessão de estudo

Além de definir um horário regular em acordo com todos do grupo, vocês


podem começar a estruturar suas sessões de estudo, impondo um limite de
tempo. Definir um limite de tempo irá ajudar ao grupo a focar as tarefas. O
tempo ideal é de duas horas. Uma sessão com mais de quatro horas é muito
longa e, portanto, pode ser cansativa.

2. Estabelecer uma meta

A melhor maneira de tornar suas sessões de estudo produtivas é determinar o


que o grupo pretende alcançar com elas. Determinar o objetivo global do seu
grupo irá ajudar a manter o foco e a definir metas menores para alcançar
em cada sessão.

É importante ter em mente qual o objetivo do grupo: vocês estão se preparando


para uma prova específica, assimilar os conceitos básicos de determinada
disciplina, ou completando uma atividade pedida pelo tutor?

Vocês desejam delinear cada capítulo ou estão tentando completar um projeto


de grupo específico? Uma vez definida a meta, fica bem mais fácil traçar
estratégias para alcançá-la.

3. Começar com uma revisão

Dependendo do período de sua sessão, vocês poderiam começar  revisando


por cerca de meia hora o que aprenderam naquela semana. Em vez de perder
tempo perguntando por onde começar, a revisão proporciona um ótimo
começo, e ajuda a estabelecer qual direção seguir. Além disso, isso dá a todos
a oportunidade de esclarecer eventuais dúvidas.

4. Planejar pausas

Vocês podem estudar de forma mais eficaz se sabem que terão de fazer uma
pausa, então é uma boa ideia programar alguns intervalos na sua sessão de
estudo. Afinal, qual é a diversão de estudar com amigos se você não pode
conversar ao menos um pouco?
Ajuste um temporizador por 50 minutos e estude sem quebrar o foco até o
temporizador disparar. Em seguida, reinicie o temporizador por 10 minutos,
durante o qual os membros podem conversar, fazer um lanche ou usar o
banheiro.

5. Fazer um resumo ao final

É uma boa ideia usar os últimos 10 minutos para fazer uma rápida revisão do
conteúdo estudado na sessão. Essa revisão pode ser também um bom
momento para pensar sobre o que vocês gostariam de cobrir durante a próxima
sessão.

Etapa 3: Experimentando estratégias de estudo


1. Ensinar uns aos outros

Uma das maneiras mais eficazes e gratificantes de aprender é ensinar a outras


pessoas. Em um grupo de estudo, você pode usar isso para beneficiar a todos!
Tente atribuir capítulos a cada membro e se revezem ensinando uns aos
outros. Isso beneficia tanto o “professor” quanto o grupo inteiro.

2. Fazer testes

Outra grande vantagem de estudar em grupo é a possibilidade de testar os


conhecimentos. Isso pode ser feito de várias maneiras. Em primeiro lugar,
vocês podem simplesmente tomar a matéria uns dos outros em voz alta.

Ou diferentes membros podem criar questionários para diferentes capítulos e


aplicar aos demais membros (mais uma vez, ensinar se torna ferramenta de
aprendizagem).

3. Trocar anotações

Três ou quatro cabeças são melhores que uma! Tente trocar as anotações
feitas por cada um durante as aulas ou estudos. Cada pessoa provavelmente
enfatizou um conceito diferente, apreendeu um pouco melhor um elemento da
lição, ou ganhou uma pequena visão que os outros membros do grupo não
tiveram.

Ao se juntar tudo isso, vocês vão proporcionar uma compreensão muito mais
abrangente do conteúdo.
 

4. Responder às perguntas uns dos outros

Sempre haverá conceitos que você não entende bem. Nesse sentido, o estudo
em grupo é também uma grande oportunidade de tirar dúvidas. Identificar o
que você não entende e colocar isso em uma questão para o seu grupo é um
excelente exercício.

Mas, além disso, tentar responder às perguntas uns dos outros em grupo é
ótimo tanto para o indivíduo quanto para os objetivos coletivos.

5. Criar uma rotina

Os seres humanos são criaturas de hábitos. Portanto estabelecer algum tipo de


rotina na sua sessão de estudo fará dela bem mais produtiva. Pode demorar
um pouco, pois talvez seja necessário testar diferentes métodos com seu grupo
para ver o que funciona para vocês.

Veja no exemplo a seguir um roteiro para a sua sessão de estudo em grupo:

 Tentem começar com uma revisão do que aprenderam na semana e o que


vocês gostariam de realizar durante esta sessão.
 Então, cada membro do grupo deve apresentar o capítulo (ou lição) que
preparou.
 Depois disso, façam uma pausa. Vocês podem trazer lanches para
compartilhar.
 Em seguida, mudem para “perguntas e respostas”, onde cada um apresenta
suas perguntas ao grupo.
 Finalmente, elaborem um resumo do que vocês cobriram durante a sessão.
(Vocês podem usar esse tempo para atribuir tarefas e atribuições para a
próxima sessão).

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