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Unidade 2

A revisão do texto em prosa


Aula escrita
Procedimentos para a revisão do texto literário em prosa1
Raquel Beatriz Junqueira Guimarães

Este texto tem intenção exclusivamente didática e foi escrito para orientar aulas virtu-
ais de revisão do texto literário. Trata-se, portanto, de uma aula escrita. Procura-se
demonstrar, nesta aula, como um revisor deve trabalhar ao se deparar com textos
literários em prosa. Embora em nossa aula escrita tenhamos que recorrer a aspectos
da teoria da literatura, nossa intenção principal é elencar modos de abordagem do
texto literário durante o trabalho de revisão. Para alcançar nosso objetivo, dividimos o
texto em três partes. Na primeira, discutimos os aspectos formais do texto literário, de
um modo geral; nas duas partes seguintes, desenvolvemos os temas previstos para
esta unidade da disciplina: a construção dos sujeitos ficcionais (narradores e perso-
nagens), as dimensões de espaço e tempo nos textos narrativos em prosa

Aspectos formais do texto literário

A discussão sobre qual é a natureza específica do texto literário é sempre muito con-
troversa. Adotamos aqui o seguinte princípio de especificidade: o texto literário é um
objeto estético e, como tal, é construído; por isso, o que o distingue de outro texto não
literário é fundamentalmente aquilo que, para nós, é o trabalho artístico do escritor: o
modo de dizer. Significa que o que distingue um texto literário de outro não literário
não é o assunto, pois “não há conteúdos exclusivos dos textos literários nem avessos
ao seu domínio” (PLATÃO; FIORIN, 1997, p. 349); também não é sua natureza ficci-
onal, pois se pode ter “a dificuldade em discernir o real do fictício em certas situações
concretas” (PLATÃO; FIORIN, 1997, p. 349) ou em textos de outros domínios, como

1 Este texto foi escrito especificamente para a disciplina Revisão de Gêneros Literários oferecida em
2012 pela PUC Minas virtual. Em 2019, parte dele foi publicada de forma ampliada, com outros tex-
tos, no artigo “Revisão e criação literária: diálogos possíveis”, em parceria com a professora Elzira Di-
vina Perpétua. Este texto está referido e cedido, na forma digital, como parte do material deste curso.
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em algumas versões jornalísticas de certos fatos. Adotamos a ideia geral de que,
tendo como função predominante a função estética, a principal característica do texto
literário seria o plano da expressão, aqui entendido não como algo separado do plano
do conteúdo, mas como componente dele. Significa dizer que, no texto literário, “o
plano da expressão articula-se com o plano do conteúdo, contribuindo também para
a significação global”. (PLATÃO; FIORIN, 1997, p. 351).

Outro aspecto que devemos ressaltar é que, em um texto literário, a plurissignificação


é intencional e deliberada. Para alcançá-la, o escritor usa de estratégias tais como a
ironia, a ambiguidade, figuras de linguagem como a metáfora, a metonímia, a perso-
nificação, por exemplo. Outro elemento a se destacar é que, no texto literário, o uso
da gramática não se dá, necessariamente, de acordo com as normas. O escritor pode
estabelecer novas sintaxes, explorar modos de falar não registrados na escrita.

Como se trata de um trabalho artístico, o autor “pela organização da mensagem, pro-


cura recriar certos conteúdos. Faz isso por meio de múltiplos recursos: ritmos, sono-
ridades, distribuição das sequências por oposição ou simetria, repetição de palavras
ou de sons (rimas), repetição de situações ou descrições (verdadeiras rimas no ro-
mance ou no conto)” (PLATÃO; FIORIN, 1997, p. 351).

Tudo isso é feito de modo a valorizar o aspecto conotativo do texto e sua intenção de
inventar sentidos novos, diferentemente dos textos que têm função utilitária. Outro
elemento importante a se destacar é que o uso estético da linguagem proporciona a
possibilidade de desautomatização dos sentidos, ou seja, possibilita que o escritor crie
relações inusuais entre as palavras, estabeleça associações inesperadas e estranhas
(PLATÃO; FIORIN, 1997).

Em resumo:

A linguagem em função estética, que caracteriza o texto literário, apre-


senta, em síntese os seguintes traços: plurissignificação, desautoma-
tização, conotação, relevância do plano de expressão e intangibilidade
da organização linguística. No texto literário, o modo de dizer é tão (ou
mais) importante quanto o que se diz. (PLATÃO; FIORIN, 1997, p.
353).

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Considerando esses aspectos formais constitutivos da natureza específica do texto
literário é que vamos tratar aqui do trabalho do revisor nos textos em prosa. Para a
realização desse trabalho, é imprescindível que o revisor conheça os elementos que
organizam a prosa literária, especificamente, a narrativa.

Elementos da narrativa literária e o trabalho do revisor

Os textos literários em prosa são, predominantemente, o conto, o romance, a crônica.


De acordo com as convenções literárias de uma determinada época, essas formas
literárias são passíveis de mudança. Prova disso são as alterações que sofreram no
decorrer do século XX e ainda sofrem na literatura contemporânea. Exemplo maior
disso é a existência, hoje, dos minicontos e dos microcontos:

Miniconto:

A força do hábito
Guilherme era apaixonado por Marisa, durante a adolescência. Todo
fim de semana lavava cuidadosamente sua bicicleta, e ia conversar
com os amigos na frente da casa dela.
Mas não tinha coragem de falar com ela.
No fim das contas saiu de sua pequena cidade para a capital, onde
estudou, fez carreira, se casou e se separou.
Desgostoso, voltou para a sua cidadezinha, onde descobriu que Ma-
risa ainda morava lá, na mesma casa, e estava solteira.
Comprou uma bela Harley Davidson, que passou a lavar e a levar,
nos finais de semana, para a frente da casa onde Marisa ainda mo-
rava.
Mas ainda não tinha coragem de falar com ela.
Certos hábitos são difíceis de perder. (BARRETO, 2014).

Microconto:

VE SE ELA TEM Lá dó de mi. JT2

Além das transformações das formas do conto, como aqui demonstrado nos exem-
plos de miniconto e microconto, temos ainda, como componentes de construção das
formas literárias em prosa, algumas experimentações comuns na literatura do século
XXI, conforme se vê no hibridismo textual presente no conto “Dão”, de Marcus Nas-
cimento (2003), em seu livro de estreia, A palavra no espelho.

2Disponível em: <https://twitter.com/minicontos>. Acesso em: 31 ago. 2014. Endereço completo:


https://twitter.com/minicontos/status/409738703045918720. verificado em 22/04/2020
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Todo este aparato para que uma única coisa seja dita, para que
uma pergunta fosse feita. Mas antes pedimos a
Entrada
Antipasto toscano................................................ R$ 14,00
Dispensamos o
Couvert (opcional) ................................................
e escolhemos os pratos principais:
para ela
Crustáceos
Lagostin com risoto de frutos do mar ..................... 45,00
acompanhado de um
Chardonnay em taça................................................ 5, 50
para mim
Aves e Caças
Peito de pato ao molho de mel tufado...................... 37,00” (p. 33.
Grifos no original)

Observe que, nesse excerto, é possível perceber que o autor substituiu uma descri-
ção sobre a refeição servida durante o jantar, por uma apresentação dos elementos
do cardápio. Por meio dessa espécie de enxerto de um texto (menu) no interior da
narrativa, podemos notar o quanto o experimentalismo literário pode criar arranjos
textuais pouco usuais.

Considerando, pois, que o revisor do texto literário está exposto a uma variedade ex-
trema de formas e modos de circulação do texto literário, deve-se salientar que não é
possível estabelecer, categoricamente, uma característica predefinida para cada uma
das formas literárias em prosa. Por isso, vamos tratar de elementos gerais da narrativa
que poderão nos ajudar a refletir sobre o fazer do revisor quando diante de um texto
em prosa.

O olhar para os sujeitos ficcionais: a voz narrativa e os personagens

Nos textos literários em prosa, a estrutura predominante é a narrativa. As narrativas


são quase sempre constituídas dos seguintes elementos: Narrador(es); personagens;
ação; tempo; espaço; enredo. A nosso ver, o revisor deve levar em conta todos esses
aspectos ao revisar um texto literário. A título de explicação didática, daremos desta-
que, em nossos estudos, aos seguintes elementos: os sujeitos, aqui entendidos como
o(s) narrador(es) e os personagens, o tempo e o espaço.

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No trabalho de revisão de um texto literário, o revisor deve se preocupar com o modo
de organização da voz narrativa. Isso significa que ele deve observar se o texto literá-
rio tem apenas uma voz narrativa ou mais de uma; se há coerência e consistência no
modo de o(s) narrador(es) organizar(em) a matéria narrada; se há coerência no tom
da voz narrativa, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento das ações e
das escolhas éticas do sujeito que narra. Para ver se há coerência e consistência na
construção do narrador, deve observar, ainda, se o narrador proposto no texto é ob-
servador, testemunha, protagonista; se o narrador adere ou não a um determinado
personagem; se o narrador está falando de dentro ou de fora da cena narrada. Signi-
fica dizer: preocupe-se com a voz e com o ponto de vista do narrador.

Vejamos o primeiro parágrafo de um conto “O laço do barbante”, de Thiago Assaf:

Fazia poucos meses que Lena se mudara para aquela velha e pe-
quena casa. Era uma casa simples, pequena, de quatro andares,
sendo que o primeiro era subterrâneo, o porão. No segundo andar ha-
via a porta de entrada, e de frente para ela havia uma escada que dava
para o terceiro, ao lado direito da escada tinha uma porta que dava
para uma pequena sala, no fundo da casa havia uma singela cozinha.
Subindo as escadas existia um pequeno corredor, na porta ao fundo
tinha o quarto maior em que Lena dormia, e ao lado esquerdo havia
duas portas, a primeira dava para um pequeno quarto de hóspedes, a
segunda era um banheiro. Entre as portas tinha uma escada que le-
vava ao vazio sótão, que continha apenas um criado mudo velho sem
gavetas.3

Nesse primeiro parágrafo do conto de Assaf, verifica-se que o narrador é observador


e não fala se si. Não se pode detectar, entretanto, se a voz é masculina ou feminina.
Nesse trecho, todas as marcações nos fazem perceber que se trata de um texto cujo
narrador conta algo acontecido com outrem. Diferente disso é o conto “Encontro Ca-
sual”4, ao qual vamos nos dedicar nesta aula. Já no início vemos:

Sentei-me na poltrona do ônibus de volta para minha terra. Estava


cansada do movimento todo a que tive exposta nos três últimos dias:
greve, enfrentamento com a polícia, reuniões do comando de greve
para avaliações do movimento, muito papo, muita cerveja, nenhum
sexo.

3 ASSAF, Thiago. O laço do barbante. Inédito.


4
Esse texto completo está no material Textos para revisão” . É o primeiro conto da proposta de livro 1.
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Observa-se que a voz narrativa em “Encontro Casual” é marcada por um narrador-
personagem, com uma locução no feminino. Nele a narradora se empenha em contar
uma experiência. Considerar-se-á que a voz narrativa está construída de modo coe-
rente e consistente se em todo o conto essa escolha do autor se concretizar, o que
parece acontecer no conto em análise.

Deve-se lembrar que há textos que se articulam com mais de uma voz narrativa, o
que deve ser levado em conta, ao se verificar a consistência da elaboração do texto.
Na literatura brasileira, romances como Nove Noites, de Bernardo Carvalho, ou Ma-
yra, de Darcy Ribeiro, são exemplos de obras literárias cujas narrativas são engen-
dradas por mais de um narrador.

Mesmo verificando que a escolha por uma narradora-personagem é consistente, o


revisor deve prestar atenção em outras elaborações referentes à voz narrativa. Caso
o revisor perceba que houve alguma alteração na dicção do narrador, deverá apontar
o fato para o autor, localizando a mudança de tom, a não ser que seja possível perce-
ber o que a motivou.

Ainda sobre a construção da voz narrativa, ao fazer uma revisão, o revisor deve dar
atenção também para o modo como o narrador está construindo sua linguagem, se
mais formal ou mais informal. Voltemos ao conto “Encontro Casual”. Veja que na pri-
meira linha do texto, a narradora opta por um dizer formal em “Sentei-me na poltrona
do ônibus”, repetido em “Recordei-me de algo que me fizera mal para sempre”. Há,
entretanto, no texto, inúmeras marcas de oralidade e de informalidade na voz da pró-
pria narradora, sem que haja alguma explicação dos motivos dessa alteração de tom,
como podemos ver em:

“sai logo me perguntando se eu era mesmo aquela menina, filha de um pro-


fessor que morava no bairro Aparecida e que tinha estudado no Grupo Dom
Bosco com Dona Maria.” “Contei pra minha irmã o ocorrido” [...]

Como percebemos até aqui, “Encontro casual” apresenta algumas inconsistências na


construção da voz narrativa. Outro elemento que demonstra o que chamamos de in-
consistência nas escolhas do escritor é o uso de um vocabulário ora evidentemente
adulto, ora um pouco infantil. Exemplo disso é o uso de expressões “era um garoto

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muito levado” ao lado de “ela, também muito espevitada”. Ou, ainda, um tom mais
reflexivo, adulto, em contradição com formulações ligeiras e pouco reflexivas.

Antes de passarmos para a discussão do próximo aspecto, deve-se lembrar que nem
sempre o uso de dois registros de linguagem é sinal de inconsistência. Ao contrário,
pode ser usado de tal modo que a variação evidencia a consistência da arquitetura
textual. Esse é o caso do que ocorre com o poema “O caso do vestido”, de Carlos
Drummond de Andrade. Nele há expressões mais eruditas e outras mais informais
compondo a cena narrativa do poema, mas isso é regular, perpassa todo o texto e se
justifica no modo como ele está elaborado: por repetições e pela presença de duplos.

As dimensões de tempo e espaço ficcionais

Passemos, agora, para as observações sobre o tempo da narrativa. O tempo ficcional


é o que ocorre no plano daquilo que é narrado, ou seja, na história propriamente dita.
Esse tempo é, na verdade, a atribuição de uma dimensão temporal aos eventos rela-
tados. A teoria da literatura costuma descrever a existência de três modalidades bási-
cas de apresentação do tempo no texto ficcional: o histórico; o psicológico; o metafí-
sico, ou mítico.5

Em uma narrativa, essas dimensões temporais podem coexistir. Significa dizer que
deve se lembrar de que, na ficção, o tempo pode ser pluridimensional, ou seja, é pos-
sível construir e desenvolver vários planos temporais. Aquele que narra, o narrador,
pode se valer de retrospectivas, de projeções de desejo, tudo de modo simultâneo.
Parece ser esta a intenção da autora Zenayd Vilella em sua proposta de conto “En-
contro Casual”.

No início do conto, há duas dimensões do passado da narradora em cena: o primeiro


mais recente, evidente na encenação do encontro com o rapaz:

Assim que sentei, um rapaz com rosto fino, cabelos lisos e nenhuma lembrança
me cumprimenta e sai logo me perguntando se eu era mesmo aquela menina,
filha de um professor, que morava no bairro Aparecida e que tinha estudado no
Grupo Dom Bosco com Dona Maria, Dona Salete, Dona Geralda, e outras.

5 MOISÉS (1997, p. 182 et. seq.).

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Observe que há uma oscilação do uso do tempo verbal na marcação dessa dimensão
temporal: sentei, cumprimenta, era, morava etc. Essa já seria uma primeira inconsis-
tência na construção da dimensão temporal do texto. Significa dizer que a densidade
do conto mudaria se fosse escrito de outro modo:

Sento-me na poltrona do ônibus de volta para minha terra. Estou cansada do


movimento a que tive exposta nos três últimos dias: greve, enfrentamento com
a polícia, reuniões do comando de greve para avaliações do movimento, muito
papo, muita cerveja, nenhum sexo. Ao sentar-me, um rapaz com rosto fino,
cabelos lisos e nenhuma lembrança me cumprimenta e logo me pergunta se
eu era mesmo aquela menina, filha de um professor, que morava no bairro
Aparecida e que tinha estudado no Grupo Dom Bosco com Dona Maria, Dona
Salete, Dona Geralda, e outras. Respondi, curiosa, que sim.

Nota-se daí que um dos modos de aperfeiçoamento do texto é observar a construção


do tempo. Ao verificar que se pode dar mais densidade ao que está sendo narrado,
cabe ao revisor sugerir alterações. No conto em análise, a outra dimensão temporal
presente parece ser de natureza mais psicológica: trata-se de uma lembrança remota
atualizada para narradora, assim que ouve o nome do rapaz que encontra:

Ele, sua fisionomia, seu corpo, nada que estava ali visível me trazia alguma
lembrança, mas o nome dele sim. Recordei-me de algo que me fizera mal para
sempre.
Certa vez descia da aula, depois de mais um dia tenso na escola, como muitos
que vivi.

Para melhorar a consistência das dimensões temporais do conto, o revisor poderia


dar para a autora esta sugestão que aqui executamos: trabalhar com os verbos no
tempo presente na primeira cena e com a dimensão de passado remoto na cena de
lembrança da infância, o que pode melhorar o tom geral da proposta de conto da
autora.

Assim como o tempo, o espaço aparecerá de diferentes modos em um texto ficcional.


Pode ser o espaço como geografia, território demarcado, visto mais frequentemente
nos romances do século XIX e do início do século XX – espaço geográfico, físico.
Pode também aparecer como desdobramento de vivências sociais ou particulares,

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que seriam os espaços sociais e psicológicos.6 Para verificar a consistência das in-
venções dos espaços narrativos, o revisor deve realizar procedimento parecido com
o que aqui demonstramos com a dimensão temporal.

Para garantir a coerência e a consistência das relações do sujeito com o tempo e o


espaço em uma narrativa, o revisor deve observar: a coerência no modo como tempo
e espaço se articulam; a consistência do que está sendo narrado e as escolhas tem-
porais e espaciais feitas pelo escritor. Isso significa dizer: acompanhar o que está
sendo proposto pelo texto. A coerência e a consistência da narrativa não estão fora
dela, a partir de preferências do revisor, ou de um determinado senso comum, ou de
um paradigma estético de um tempo histórico determinado. Ao contrário, os delírios,
sonhos, devaneios, desejos expressos em um texto literário podem vir marcados por
dimensões espaciais e temporais completamente inusitadas e, por vezes, absurdas.
Cabe ao revisor acompanhar as escolhas feitas pelo autor.

6 SANTOS; OLIVEIRA (2001).

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Referências

ASSAF, Thiago. O laço do barbante. Inédito

MINICONTOS. @minicontos. Disponível em: <https://twitter.com/minicontos>.


Acesso em: 15 abr. 2020.

BARRETO, João. A força do hábito. In: Minicontos. [S.l.]: Editora Metamoforse, 2014.
Disponível em: <http://www.minicontos.com.br/?apid=4354&tipo=2&dt=0&wd=&ti-
tulo=A%20for%E7a%20do%20h%E1bito>. Acesso em: 115 abr. 2020.

MOISÉS, Massaud. A criação literária. São Paulo: Cultrix, 1997.

NASCIMENTO, Marcus. A palavra no Espelho. Belo Horizonte, 2003.

PLATÃO; FIORIN. Para entender o texto: leitura e redação. 13.ed. São Paulo,
Ática, 1997.

SANTOS; OLIVEIRA. Sujeito, tempo e espaço ficcionais. São Paulo: Martins Fon-
tes, 2001.

GUIMARÃES, Raquel Beatriz Junqueira; PERPÉTUA, Elzira Divina. Revisão e cria-


ção literária: diálogos possíveis. In: RODRIGUES, D.; ASSIS, J. No ritmo do texto –
Questões contemporâneas de edição, preparação e revisão textual. Divinópolis,
MG: Artigo A, 2019. p. 75-105.

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