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SISTEMAS DE

TRANSPORTES
Eng.Civil e Eng. Ambiental e Sanitária

Prof. Dr. Rita Moura Fortes


rita.fortes@anhembimorumbi.edu.br
UNIDADE 1
1ª. Aula. Apresentação do
Conteúdo
Introdução a Engenharia de
Transportes
EMENTA

Discute e trata do planejamento, operação, supervisão e


controle dos diferentes sistemas de transportes de
passageiros e carga.
Aborda ainda, o sistema intermodal de transportes
(ferrovia, rodovia, aerovia e hidrovia) como parte de
solução técnica.
Aplicação de modelos de previsão de demanda e
atividades práticas de campo são realizadas para subsidiar
a elaboração de projetos de engenharia.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Permitir ao aluno uma visão geral dos diversos sistemas
de transporte no Brasil.
Conhecer aspectos que envolvem o estudo global em
termos de planejamento, dimensionamento, projeto e
operação dos sistemas de transportes.
Mostrar a forma de organização dos sistemas de
transportes no Brasil e no mundo.
Conhecer formas de controle de tráfego e trânsito.
Analisar e levantar o fluxo viário e as redes de transportes,
propor e calcular melhorias.
Analisar redes de transportes.
Identificar como as mudanças em sistemas de transpores
afetam a sociedade.
ARTICULAÇÕES INTERDISCIPLINARES E
INTERPROFISSIONAIS

Projetos de Estradas
Aeroportos e Ferrovias
Estatística Aplicada
Engenharia de Transportes
Pesquisa Operacional
TEMAS ABORDADOS
Unidade 1
TEMAS ABORDADOS
Unidade 1
TEMAS ABORDADOS
Unidade 2

1. Teste de progresso
O conteúdo visto até este ponto do semestre entrará
para a avaliação
TEMAS ABORDADOS
Unidade 3
ATIVIDADES DISCENTES
O aluno deverá acompanhar as aulas de forma ativa,
compreendendo os objetivos que deverão ser alcançados,
lançando mão de textos e da bibliografia recomendada, bem
como trocando informações com seus pares.
Pesquisar as áreas a serem estudadas, complementando com
bibliografia adicional seus conhecimentos adquiridos em sala
de aula e posteriormente confrontá-los com seus colegas as
informações obtidas.
Prevê-se:
- Resolução de exercícios
- Estudos de caso
- Visitas técnicas
- Discussões em grupos
- Produção de textos
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Somativa

Avaliação 1 (N1) - Unidade 1


Realiza a avaliação de forma ética e conforme orientações dadas em
sala de aula.
Modelo da Individual X Grupo Pontuação Geral
Avaliação: X Disciplinar Interdisciplinar da Avaliação:
Prova 10,0
Interprofissional: ( ) SIM ( X ) NÃO
escrita
Tema(s) da Avaliação
Unidade 1 deste Plano de Ensino
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Somativa

Avaliação 2 (N1) - Unidade 2


Realiza a avaliação de forma ética e conforme orientações dadas em
sala de aula.
Modelo da X Individual Grupo Pontuação Geral
Avaliação: Disciplinar X Interdisciplinar da Avaliação:
Prova escrita Interprofissional: ( ) SIM ( ) NÃO 10,0
Tema(s) da Avaliação: Teste de Progresso
Unidade 2 deste Plano de Ensino
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Somativa

Avaliação 3 (N1) - Unidade 3


Realiza a avaliação de forma ética e conforme orientações dadas em
sala de aula.
Modelo da X Individual Grupo Pontuação Geral
Avaliação: da Avaliação:
Prova escrita X Disciplinar Interdisciplinar 10,0
Interprofissional: ( ) SIM ( X ) NÃO
Tema(s) da Avaliação
Unidade 3 deste Plano de Ensino
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Somativa

Avaliação Final (N2)


Modelo da X Individual Grupo Pontuação Geral
Avaliação: X Disciplinar Interdisciplinar da Avaliação:
Prova escrita Interprofissional: ( ) SIM ( X ) NÃO 10,0
Tema(s) da Avaliação
Todo o conteúdo ministrado no semestre.
PROCESSOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Formativa

A avaliação formativa será feita a cada aula e/ou


atividade através de avaliações individuais e em grupo,
debates, seminários e trabalhos.
Algumas destas avaliações terão peso 2,0 nas Provas 1
e3
CÁLCULO DA MÉDIA FINAL
N1 – avaliação múltipla: 0,0 a 10,0 = 40% da NF (Nota Final)
Constituído por 3 (três) instrumentos de avaliação:
- Prova 1 - Avaliação Modelo ENADE, com questões Múltipla
Escolha e Dissertativas
- Prova 2 - Teste de progresso (nota não descartada), avaliação
institucional
- Prova 3 - Avaliação escrita, à critério do professor
A nota N1 é composta pela média aritmética simples da nota do
Teste de Progresso (Prova 2) e da maior nota entre os outros
dois instrumentos de avaliação (Prova 1 e Prova 3).
N2 - Prova presencial: 0,0 a 10,0 = 60% da NF (nota final)
- Prova padrão ENADE, com uma prova substitutiva conforme
calendário da UAM
NF = (0,4 x N1) + (0,6 x N2)
Média para aprovação NF ≥ 5,0
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. (2005)


Introdução aos Sistemas de Transportes no Brasil e à
Logística Internacional. Aduaneiras. São Paulo.
BRUTON, Michael J. (1979) Introdução ao Planejamento
dos Transportes. EDUSP. São Paulo.
SETTI, José Reynaldo. (2009) Apostila de Tecnologia dos
Transportes. EESC/USP. São Paulo
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUTCHINSON, B. G. (1979) Princípios de Planejamento dos
Sistemas de Transporte Urbano; Guanabara Dois; Rio de
Janeiro.
KHISTY, C. J. (2003) Transportation Engineering: an
Introduction. Prentice Hall, São Paulo.
MORLOK, E. K. (1978) Introduction to Transport Engineering
and Planning. McGraw-Hill.
ANDRADE, Jonas Pereira de. (1994) Planejamento dos
Transportes. EDUFPB.
HUTCHINSON, B. G. (1990) Introduction to Transport
Engineering and Planning. Notas de aula; University of
Waterloo, Waterloo – Canadá.
ATUALIDADES
Revista Transportes:
https://www.revistatransportes.org.br/anpet
Walk21
http://www.walk21.com
Publicações CET-SP
http://www.cetsp.com.br/consultas/publicacoes.aspx
Revista dos transporte Públicos – ANTP
http://www.antp.org.br/revista-dos-transportes-
publicos/apresentacao.html
Livro:
Lester A. Hoel, Nicholas J. Garber e Adel W. Sadek. (2012)
ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES
uma integração multimodal. Cengage Learning.
CRONOGRAMA DE AULAS E PRÁTICAS
CRONOGRAMA DE AULAS E PRÁTICAS
Nº da Aula Data Tema
Avaliação N1
– Correção, comentário e Vista da Prova
Veículos em interseções – Parte 1
8 06/out
– Cálculo de uma aproximação em interseção
isolada
Exercícios
Veículos em interseções – Parte 1
– Cálculo de uma aproximação em interseção
9 13/out
isolada
Exercícios
Veículos em interseções – Parte 2
10 20/out – Otimização de uma interseção em todas as
suas aproximações
Veículos em interseções
11 27/out
– Exercícios e discussão geral
Veículos em interseções
12 03/nov
– Exercícios e discussão geral
CRONOGRAMA DE AULAS E PRÁTICAS

Nº da Aula Data Tema


Veículos em interseções
13 10/nov
– Exercícios e discussão geral
Visita Técnica
14 17/nov
– Local a ser definido
Veículos em interseções
15 24/nov
– Exercícios e discussão geral
Avaliação N1
16 01/dez
– Prova 2
Avaliação N2
17 08/dez
– Prova Final
Avaliação N2
18 15/dez
– Prova Final Substitutiva
1 - Modos de transporte
Definições
TRANSPORTE INTERMODAL
O transporte intermodal depende de documentos diferentes para cada
transporte envolvido. Isto deve-se ao uso de mais de um tipo de modal
pois a responsabilidade não pertence apenas a um transportador,
e sim, cada um que se responsabiliza por seu próprio transporte.

TRANSPORTE MULTIMODAL
Caracteriza-se quando a mercadoria é transportada por mais de um
modal de transporte (aéreo, rodoviário, ferroviário, etc.), sob a
responsabilidade de um único transportador ou operador de
transporte multimodal (OTM), tem a obrigação de entregar a
mercadoria cujos trajetos são cobertos por um documento de
transporte único.
DEFINIÇÕES

•transporte coletivo urbano: sua definição


operacional abrange o transporte público
não individual, realizado em áreas urbanas,
com características de deslocamento diário
dos cidadãos.

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
DEFINIÇÕES
•serviço de transporte semiurbano é aquele
que, embora prestado em áreas urbanas
contíguas, com características operacionais
típicas de transporte urbano, transpõe os
limites de perímetros urbanos, em áreas
metropolitanas e aglomerações urbanas.

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional

Serviço: refere-se às formas operacionais


de atendimento às diferentes
necessidades de deslocamento da
população, como por exemplo o
transporte regular, especial, turístico,
etc.;

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional

Linha: refere-se ao serviço regular de


determinado meio de transporte,
seguindo regras operacionais próprias,
identificando unicamente, um conjunto de
componentes, a saber: itinerário, pontos
terminais, frota operacional, tarifas,
etc.;

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional
Itinerário: refere-se ao trajeto predeterminado
a ser percorrido pelos veículos de uma linha
para se deslocarem entre os seus dois pontos
extremos, trajeto este definido pelas vias e
localidades atendidas;
Viagem: refere-se à movimentação
unidirecional do veículo entre os pontos
extremos da linha;

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional

Ponto Terminal: são os pontos extremos


do itinerário de uma linha onde se dará
o início ou o término das viagens;

Frota: conjunto de veículos de um


mesmo tipo à disposição dos serviços de
transporte público da região e/da linha;

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional
Frequência: número estipulado de
viagens unidirecionais por unidade de
tempo ou período fixado;

Intervalo: tempo decorrido entre a


passagem de dois veículos sucessivos de
uma mesma linha, num sentido, por um
ponto de referência. Também é conhecido
como “headway” e representa o inverso
da frequência.
http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional
Seccionamento: são delimitações de
trechos dos itinerários onde podem ocorrer
ajustes operacionais (retornos) ou
tarifários (mudança no valor da tarifa);

Tarifa: valor a ser cobrado do usuário, par


garantir o direito de transporte numa
determinada linha, no veiculo, horário e
trecho pré-estabelecido.

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
TDM – Traffic Demand Management –
Gerenciamento da Demanda de Tráfego
Conjunto de estratégias que mudam o
comportamento de viagens (no tempo, espaço e
modo de “transporte”), de maneira a aumentar a
eficiência do sistema de transporte e alcançar
objetivos específicos como uma solução no
congestionamento do tráfego, economia de
custos de estacionamento e de manutenção de
vias, aumento da segurança e da mobilidade
para pedestres, conservação de energia e
redução na emissão de poluentes (VTPI, 2004)
http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Definições de Caráter Operacional

TUE – TREM UNIDADE ELÉTRICO

TPP – Transporte Público de Passageiros

STPP – Sistema de Transporte Público de


Passageiros

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/1720/definicao_transporte_borges.pdf?sequence=1
Le 11 avril 1828,
l'Entreprise

voiture omnibus (“carro


para todos”).
Abraham Brower, 1827 a primeira
linha de transporte público em Nova
Iorque

George Shillibeer, 1829, Londres


Em 1863, a inauguração da primeira linha de
metrô, em Londres, viria estabelecer novos
paradigmas de qualidade no transporte público.
O metrô de Londres era uma adaptação urbana da
já conhecida ferrovia. Porém, segregando-se o
sistema em vias exclusivas, subterrâneas, o metrô
alcançava inédita eficiência em velocidade e
volume de passageiros transportados, liberando a
superfície para o transporte individual ou para os
pedestres.
Após Londres, Paris inauguraria seu Métropolitain
em 1900.
Nova Iorque teria oficialmente sua primeira
linha subterrânea de metrô em 1904,
embora já contasse com linhas elevadas
urbanas três décadas antes disso.

Em Portugal o Metropolitano de Lisboa foi


inaugurado no dia 29 de dezembro de 1959.

No Brasil a primeira linha subterrânea foi


inaugurada em 1974, dando início ao Metrô
de São Paulo.
1863 - Inauguração do Metrô
de Londres
http://oficinadegerencia.blogspot.com/2009/01/09-de-janeiro-dia-do-fico-d-
pedro-i.html

syn3.blogspot.com
Entrada do metrô
de Paris, 1900
Portugal, Metro, 1959
Video:
https://youtu.be/gNduOC1KxSs
http://search.babylon.com/imageres.php?iu=http://hojeequedia.blog.uol.com.br/images/metro.jpg&ir=http://hojeequedia.blog.uol.com.br/arch2008-12-
28_2009-01-
03.html&ig=http://images.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRA9smNsSrOU5maL7jzmDRvPui1dkNR99VRc2rCOwfj41LVq0atixxh9to:hojeequedia.blog.u
ol.com.br/images/metro.jpg&h=126&w=300&q=Portugal, Metro, 1959&babsrc=HP_ss

http://maragao.com.br/wp-
content/uploads/2010/03/lisboa1.jpg
• popularização do automóvel no início do século
XX,
• ônibus retorna à pauta como alternativa de
transporte público. Inicialmente, os ônibus eram
baseados na estrutura de caminhões, com uma
carroceria adaptada para o transporte de
passageiros.
• Atualmente o ônibus é a modalidade
predominante de transporte coletivo em todas
as cidades brasileiras.
Para aumentar a capacidade do sistema muitas
cidades estão aderindo a construção de vias
exclusivas para ônibus, sistema conhecido como
Veículo Leve Sobre Pneus (VLP), que foi
primeiramente implantado na cidade brasileira de
Curitiba.
Na última década o VLP foi construído em outras
cidades do mundo como São Paulo (Expresso
Tiradentes), a capital chilena Santiago
(Transantiago) e cidades americanas como Los
Angeles e Las Vegas.
O Transporte dos Cariocas http://www.youtube.com/watch?v=E0e8xHCE-

bk&feature=player_embedded#at=186
Transporte coletivo
Av. Cruzeiro do Sul, 780 - Canindé - SP
próximo à estação Armênia do Metrô.
HELICÓPTERO
A primeira ideia pouco prática de um helicóptero foi
concebida por Leonardo da Vinci no século XV, mas
esquecida até a invenção do avião no século XX.

Desenvolvedores como Louis Breguet, Paul Cornu, Juan de


La Cierva y Codorniu, Émile Berliner, e Igor Sikorsky abriram
caminho para este tipo de aeronave. O primeiro voo bem-
sucedido e registrado de um helicóptero ocorreu em 1907,
realizado por Paul Cornu, na França. Entre 1920 e 1926 o
Argentino Raul Panteras Pescaras fez vários testes
aportando o desenvolvimento do ajuste angular das pás
para melhor controle da futura aeronave. Porém, o primeiro
voo de um helicóptero completamente controlável foi
demonstrado por Hanna Reitsch em 1937 em Berlim,
Alemanha.
HELICÓPTERO
No início dos anos 40, Igor Sikorsky esteve na
base do aparecimento do Sikorsky R4. Em
1946, foi lançada a produção do Bell 47B, que
atingia uma velocidade de 140km/h, com duas
pessoas a bordo.

Entretanto, no fim dos anos 50, os helicópteros


começam a especializar-se e a desenvolver-se,
atingindo velocidades de 260 km/h, com até 44
lugares a bordo.
Máquina voadora de Leonardo da Vinci connect.in.com

connect.in.com
MODALIDADES BÁSICAS DE
TRANSPORTES URBANOS
•Quanto à tração pode ser:
•motor elétrico
•motor diesel
•motor com combustível biodiesel que
corresponde ao modal diesel

• Quanto ao meio de locomoção:


•sobre trilho em nível
•sobre pavimento Os 5 modais de transportes
•dentro de túneis ou dutos https://youtu.be/TLrBp7Ss-eo
•sobre vigas
•sobre águas
Modalidade Dutoviária
Principais dutos do Brasil
• GASODUTOS
• MINERODUTOS
• OLEODUTOS
Modal adequado para transporte em distancias variáveis
de graneis líquidos e gases e alguns sólidos em
suspensão. Possui media capacidade de transporte, baixa
velocidade, baixa disponibilidade e frequência elevada e é
adequado para transferência direta entre indústria.
Apresenta elevados investimentos em dutos e sistemas de
bombeamento, entretanto com bom nível de segurança.
Aspectos considerados na escolha do modal : tempo em
transito, necessidade de estoque de segurança,
cumprimento dos prazos estabelecidos, custo do
transporte, infraestrutura existente, legislação, restrições
operacionais, valor agregado do produto transportado,
possibilidade de operação porta-a-porta, necessidade de
transporte complementar, segurança contra roubos e
avarias, rastreabilidade.
Modal Esteiras
Modal Ferroviário Vantagens : Adequado para
grandes distancias e grandes
quantidades, menor custo com
seguro da carga, baixo
consumo energético, menor
custo com frete.

Desvantagens : Diferença na largura


da bitola, menor flexibilidade no
trajeto, necessidade maior de
transbordo, menor velocidade que o
rodoviário, depende da
disponibilidade de material rodante.
Tipos de Vagões Ferroviários:
Modal aéreo
Aeronaves

• Full pax : passageiros e cargas;

• Full cargas: somente cargas ;

• Combi: misto de carga e passageiro;

• Calculo de cubagem

• Multiplica –se altura x largura x comprimento x


quantidade e divide pelo fator de cubagem .
Transporte adequado para mercadorias de alto valor agregado,
pequenos volumes ou com urgência na entrega. O transporte
aéreo possui algumas vantagens sobre os demais modais, pois
é mais rápido e seguro e são menores os custos com seguro,
estocagem e embalagem, além de ser mais viável para
remessa de amostras, brindes, bagagem desacompanhada,
partes e pecas de reposição, mercadoria perecível, animais,
etc.
Vantagens: velocidade, eficiência e confiabilidade, a frequência
dos voos permite altos giros de estoques, manuseio altamente
mecanizado, atingem regiões inacessíveis a outros modais.
Desvantagens: Menor capacidade de peso e volume de cargas,
não atendem aos graneis, custo de capital e fretes elevados,
fortes restrições a cargas perigosas
Modal Aquaviário
Tipos de Navios:
MARÍTIMO
O transporte marítimo é realizado por navios a motor, de
grande porte, nos mares e oceanos.
Vantagens: altíssima eficiência energética, elevada
economia de escala para grandes lotes a longa distancia,
possibilita economicamente o tráfego internacional de
Commodities, possibilita reduzir o custo do frete
internacional, em pontes aero marítimas e aero terrestres
Desvantagens: investimentos iniciais e custo operacional
elevados, necessidade de grande frota moderna,
pressupõem a existências de portos – obras de engenharia
e infraestruturas caríssimas, transporte lento devido ao
tráfego em meio mais denso que o ar, os inúmeros
manuseios propiciam a avarias (danificação).
71
HIDROVIÁRIO
O Brasil possui uma grande malha hidroviária – cerca de 28000
km navegáveis que está sendo subutilizada devido a falta de
regulamentação, que impossibilita a realização de investimentos
de maneira ordenada a longo prazo. Para que se tenha uma
melhor inserção na matriz de transporte, faz-se necessário
aperfeiçoar a regulamentação que prevê o uso múltiplo das aguas
em ação conjuntas da ANA, ANTAQ ,ANEEL.
Vantagens: elevada capacidade de transporte através de
rebocadores e empurradores, frete mais baratos que rodoviários e
ferroviários, custos variáveis bem mais baixos, disponibilidade
ilimitada,
Desvantagem: Baixa velocidades, capacidade variável em função
do nível das aguas, rotas fixas, necessidades de altos
investimentos na regularização de leitos de trechos de rios.
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Modal Rodoviário
Esse transporte no Brasil representa 61% na matriz de transporte,
e necessita de medidas urgentes de reestruturação e melhorias.
As industrias dão preferencias pelo transporte rodoviário por este
fazer o transporte porta-a-porta, o que não acontece com outros
modais, além disso as empresas estão trabalhando cada vez mais
com estoque reduzidos, e precisam de um transporte com maior
agilidade
Vantagens: Maior frequência e disponibilidade de vias de acesso,
maior agilidade e flexibilidade em manipulação das cargas,
facilidade na substituição de veículos no caso de acidentes ou
quebras, ideal para viagens de curta e medias distancias.
Desvantagens: Não competitivo para longas distancias, maior
custo operacional e menor capacidade de carga, desgastes
permanentes da infraestruturas.
Calculado sobre o peso ou área ocupada pela
mercadoria
É considerada a distância percorrida
(quilometragem)
Livre acordo entre as partes

Calculada em função do valor da mercadoria a ser


transportada e do seguro rodoviário

É cobrada para a emissão do conhecimento de


embarque
 Frete pré-pago
 Frete a pagar

 Tara
 Capacidade
 Peso bruto
 Caminhão baú
Possui carroceria
fechada
Proteção da carga
 Caminhão aberto
Transporta mercadorias
não perecíveis e em
pequenos volumes
A proteção da carga
pode ser feita por uma
lona
volumosas e pesadas
‟conteiners”

Parecido com o
caminhão baú
Serve para
acondicionar
produtos perecíveis
Possui equipamento
de refrigeração

Transporta cargas
MODALIDADES BÁSICAS DE
TRANSPORTES URBANOS
• modos motorizados:
Utilizam fonte de energia diferente da tração
animal ou humana, normalmente transformada
em energia mecânica por um motor.
• não-motorizados:
o esforço para movimento é realizado pelo
homem ou animal.
CLASSIFICAÇÃO DOS MODOS
DE TRANSPORTE
Eles se classificam em: privado ou individual;
público, coletivo ou de massa; e semipúblico.

• Privado ou Individual
Veículo está sob a tutela do seu condutor, que
conta com total flexibilidade no tempo e no
espaço, pois possui completa liberdade para
escolher a rota de seu deslocamento e o
momento de início de sua viagem. Deslocamento
porta a porta.
Público, Coletivo ou de Massa
Utilizados por muitas pessoas
simultaneamente, não oferece flexibilidade
de uso, pois os itinerários e horários são
fixos, e as viagens não são de porta a
porta, havendo necessidade de completá-
las com percursos a pé ou utilizando outros
modos.

Os modos mais comuns de TPP


(Transporte Público de Passageiros) são
ônibus, metrô, pré-metrô, bonde e trem
suburbano.
Semipúblico
Apresenta características intermediárias entre
os modos privado e público, como: táxi, ônibus
fretado, carona programada (carpool), veículo
fretado e veículo alugado.
O veículo pertence a uma empresa ou
indivíduo e pode ser utilizado por determinado
grupo de indivíduos ou por qualquer pessoa,
tendo rota e horários adaptáveis aos desejos dos
usuários em vários graus.
MODOS DE TRANSPORTE URBANO

Modos privados ou individuais


• A pé

• Bicicleta

• Motocicleta

• Carro
Algumas vantagens e desvantagens do transporte individual

VANTAGENS DESVANTAGENS
VIAGEM PORTA A PORTA INVESTIMENTO (VEÍCULO)
LIBERDADE DE PERCURSO MAIOR CUSTO DA VIAGEM
FLEXIBILIDADE DE HORÁRIO RISCO DE ACIDENTES E ROUBOS
MENOR TEMPO DE VIAGEM NECESSIDADE DE DIRIGIR
VIAGEM DIRETA MAIOR POLUIÇÃO
PARADAS INTERMEDIÁRIAS MAIORES CONGESTIONAMENTOS
CONFORTO MAIORES INVESTIMENTOS PÚBLICOS
SENSAÇÃO DE IMPORTÂNCIA MAIOR CONSUMO DE ENERGIA

84
Modo a pé
Cruzamento
Semaforizado
A bicicleta foi o primeiro meio de
transporte feito inteiramente pelo
homem.
Ela existe desde 1817. Nessa altura era
feita de madeira, mas não tinha
pedais. Só cerca de 50 anos depois
apareceu a 1ª bicicleta com pedais.
A bicicleta ainda é o principal meio de
transporte para milhões de pessoas,
principalmente, na China onde é o meio
de transporte mais comum. Na China há
540 milhões de bicicletas.
Modo Bicicleta
Ciclovia em Buenos Aires

Ciclovia em São Paulo

90
E na Índia.....
HARE BABA !!!!!!!!!!
Motocicleta -
BMW
Motocicleta

Moto-táxi em Lima-Peru

Moto-táxi em Paris - França


Moto-táxi em Terra
Santa - PA

Moto-táxi em Rondônia
94
MODOS DE TRANSPORTE
URBANO
Modos semipúblicos
• Transporte fretado

• Táxi/ Lotação

• Escolar

• Transporte programado via agendamento


(telefone / internet)/ Uber
Motociclistas
trafegando entre filas
de carros - São Paulo-
SP

https://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://assets2.exame.abril.com.br/assets/images/2015/6/538666/size_810_16_9_uber-
x.jpg&imgrefurl=http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/usar-o-app-uber-em-sp-agora-pode-ficar-mais-
barato&h=455&w=810&tbnid=e-DfJcIiaz0M2M:&docid=pOQIc3tK2esPNM&ei=zMGfVpj-
OsSowgSwzZrgDA&tbm=isch&ved=0ahUKEwiYlKeX87jKAhVElJAKHbCmBswQMwglKAgwCA
Modo Tração animal

Carruagem
transportando turistas
em Viena, Áustria

Charrete na Cidade de
Igarapé do Meio - MA
MODOS DE TRANSPORTE
URBANO
Modos públicos, coletivos ou de massa
• Ônibus

• Bonde

• Metrô

• Pré-Metrô (VLT)

• Trem suburbano (metropolitano)


Video: TRANSPORTE PUBLICO MUNDIAL E NO BRASIL
https://youtu.be/nDdJtW2-j2c
Sistemas de Média e Alta Capacidade
Duas tecnologias são identificadas nesses
sistemas:
•Sistemas sobre pneus VLP

•Sistemas sobre trilhos VLT ou Lightrail

Sustentável SA -- 104 -- BRT ou VLT -- Qual a melhor opção?


https://youtu.be/Mz68H6NGuNg
Transporte sobre Trilhos

Transporte sobre Pneus


Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Convencional
(60 a 90 pass/viagem)
Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Padron
(105 pass/viagem)
Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Articulado
(180 pass/viagem)
Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Biarticulado
(270 pass/viagem)
Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Duble-Deck
(90 pass/viagem)
Modo Ônibus
Quanto à Capacidade de Transporte
Micro-ônibus
(20 a 50 pass/viagem)
No Japão...
MAPUTO -
MOÇAMBIQUE
profissionaloracle.com.br
Algumas vantagens e desvantagens do transporte
coletivo

VANTAGENS DESVANTAGENS
MENOR CUSTO UNITÁRIO RIGIDEZ DOS HORÁRIOS
DEMOCRATIZA A MOBILIDADE ESPERA PODE SER ALTA
MENOR POLUIÇÃO SEM FLEXIBILIDADE NO PERCURSO
MENOR CONGESTIONAMENTOS NÃO É PORTA A PORTA
MENOR INVESTIMENTOS PÚBLICOS MAIOR TEMPO DE VIAGEM
MENOR CONSUMO DE ENERGIA PARADAS INTERMEDIÁRIAS SÓ COM
TARIFA ADICIONAL
USO DO SOLO MAIS RACIONAL NÃO TRANSPORTA CARGA
CIDADE MAIS EFICIENTE POSSIBILIDADE DE TRANSBORDO

112
Modos de transporte e principais características
VLP/ BRT: é uma modalidade de transporte coletivo
composto por veículos articulados ou biarticulados
que trafegam em vias específicas.
Ônibus e estações tubo do sistema
RIT - Curitiba - PR, o primeiro BRT
implantado no mundo

Expresso Tiradentes – S.
Paulo -SP
800px-Expresso_tiradentes_joao_luis_secom
Curitiba BRT:
https://youtu.be/mhZxFrGFjv8
Rede Integrada de Transporte ( RIT) é um sistema de
ônibus integrado da cidade de Curitiba. Inclui vias exclusivas
para o trafego de ônibus expressos. Os ônibus são divididos
em três seções ligadas por conexões sanfonadas
(biarticulados) e param em estações especiais designadas
estações tubos, com acesso para deficientes. O sistema é
utilizado por 85% da população e serviu de inspiração para
sistemas semelhantes implantados em Bogotá na Colômbia,
Santiago do Chile; nos Estados Unidos nas cidades de Los
Angeles, Califórnia e Orange Line, Sistema Transmetro na
Cidade de Guatemala e os Metrobús da Cidade do México
Modos de transporte e principais características
• VLT ou Light rail: O termo veículo leve sobre trilhos (VLT)
ou light rail é muitas vezes confundido com o de
metropolitano, no entanto VLT abrange tanto elétricos
(bondes) como metrôs de superfície, entre outros. O
“Metrô Leve” (VLT) possui a faixa geralmente segregada e
pode ser definido como um metrô geralmente sem
condutor. Sua capacidade que chega a 40.000 p/h/sent.

Stambul – bonde na
rua com pedestres
Quando implantado com baixa segregação, os
veículos operam em superfície,
compartilhando o sistema viário com o tráfego
local, pelo menos em alguns trechos, o que
exige operação manual e sistemas de
sinalização semafóricos, impedindo que atinja
velocidades mais altas (entre 12 e 22 km/h) e
reduzindo a sua capacidade de transporte,
normalmente em torno de 18 mil
passageiros/hora/sentido.
Estes sistemas conseguem manter
velocidades entre 15 e 30 km/h e atingem
capacidade para transportar mais de 25 mil
passageiros/hora/sentido, quando
implantados com alto grau de segregação,
isto é, com poucos cruzamentos em nível,
onde têm prioridade absoluta de passagem,
pontos de parada fechados para permitir a
cobrança fora do veículo e veículos
articulados, que podem formar composições
com duas ou três unidades.
Quando implantado em vias totalmente
confinadas, em elevado ou subterrâneo,
conseguem operar de forma totalmente
automatizada, com composições de até 5
unidades, e atingem velocidades entre 20 e
37 km/h e conseguem transportar 36 mil
passageiros/hora/sentido, ou até mais.
(BENVENUTO e outros, 1996)
Lisboa
Lightrail Frankfurt

Lightrail Lisboa
O que é BRT e o que é VLT
https://youtu.be/n13Ms3-SzzQ
Monte Serrat – Santos - SP
Modos de transporte e principais
características
Monotrilho ou monorail: transporte geralmente em elevado,
com veículos geralmente com rodas pneumáticas que
assentam (ou são penduradas) em estruturas de concreto (ou
aço). Sua capacidade chega a 35.000 p/h/sent.

Dusseldorf
- Airtrain
Monotrilho
Memphis

Aero trem
EUA

123
Monotrilho
Memphis

Aero trem
EUA
Monotrilho de
Poços de Caldas
MG
Modo Monotrilho

Projeto de Monotrilho - São Paulo-SP


Modos de transporte e principais
características
•Trem: “sistema de trem urbano ou metropolitano: Sistema
metroviário ou ferroviário, urbano ou metropolitano,
destinado ao transporte de passageiros, constituído de
estações, trens, vias e toda a infraestrutura necessária à
sua operação, podendo estar integrado ou não a outros
sistemas ou modos de transporte.”(ABNT NBR
14021:2005).

Vista interna de trem


urbano linha
Paranapiacaba
A CPTM teve sua criação autorizada pela Lei nº 7.861, de 28 de maio de 1992,

CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos: www.cptm.sp.gov.br/


Trem série
2100

Novos trens Linha 9 - Esmeralda

CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos: www.cptm.sp.gov.br/


Modos de transporte e principais
características
Metrô: Na definição de metropolitano se
estabelece três condições fundamentais a serem
atendidas:
– ser um sistema de transporte urbano elétrico;
– ser independente do restante do tráfego
(circulação em sítio próprio, geralmente
subterrâneo);
– ser frequente, ou seja, com tempo de espera
do próximo comboio reduzido;
132
Sistemas de Média e Alta
Capacidade
Sistemas sobre pneus
Faixa exclusiva: é a faixa destinada
exclusivamente ao transporte coletivo (ônibus e
táxis), com uso pelos demais veículos sujeitos
a multa;
Faixa preferencial: é a faixa que pode ser
usada pelos demais veículos, na ausência dos
veículos de transporte coletivo.
Sistemas de Média e Alta
Capacidade
Sistemas sobre pneus
Corredor segregado
BRT (Bus Rapid Transit) ou Veículo Leve sobre
Pneus (VLP) : O termo BRT foi utilizado
inicialmente na década de 90 na América do Norte.
Praticamente todos os componentes de BRT foram
desenvolvidos na cidade de Curitiba durante os
anos 70, 80 e começo dos anos 90, embora
ninguém usasse nessa época a expressão “Bus
Rapid Transit”.
Modo VLP

Veículo Leve sobre Pneus


Via de
ônibus
guiada
O BRT pode utilizar veículos dos mais
diversos tipos como:

Trólebus piso baixo em São Paulo Trólebus


Bus Rapid Transit (BRT)
Brasil - São Paulo: O primeiro sistema BRT implantado com
sucesso foi o Corredor Metropolitano São Mateus -
Jabaquara, inaugurado em 1988. Anos depois , a Prefeitura
de S.Paulo, na gestão do prefeito Celso Pitta,foi concebido
um projeto de sistema BRT sob o nome de "Fura-Fila" ,
rebatizado por Marta Suplicy por "Paulistão" e por José Serra
de "Corredor Expresso Parque D. Pedro - Cidade Tiradentes",
ou somente "Expresso Tiradentes".
CPTM - Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos
Hoje a empresa, com suas 89 estações operacionais,
atende 22 municípios e se apresenta como a melhor
alternativa para atenuar o problema da mobilidade na
Região Metropolitana de São Paulo.
A frota atual conta com 119 trens disponíveis para operação
e faz uma média de 2.290 viagens por dia útil, nas seis
linhas do sistema, transportando:
399 mil pessoas na Linha 7 – Rubi (Luz-Francisco Morato);
432 mil na Linha 8 – Diamante (Júlio Prestes-Itapevi);
267 mil na Linha 9 – Esmeralda (Osasco-Jurubatuba);
330 mil na Linha 10 – Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra);
521 mil na Linha 11 – Coral (Luz-Estudantes) e
197 mil na Linha 12 - Safira (Brás-Calmon Viana).
As estações Brás, Luz e Barra Funda recebem juntas quase
50% do CPTM
movimento diário
- Companhia Paulista total.
de Trens Metropolitanos: www.cptm.sp.gov.br/
Modo Trem de Superfície - Trem suburbano

Trem Suburbano de São Paulo-SP


Trem série 2100

Linha 9 - Esmeralda
CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos: www.cptm.sp.gov.br/
TUE – TREM UNIDADE ELÉTRICO
http://www.marcusquintella.com.br/anexos/arquivos/ESTUDO_DE_BITOLAS.pdf?arq=ESTUD
O_DE_BITOLAS.pdf
Modo Metrô

Metrô de São Paulo-SP


Estação de trem urbano de Salvador
Zurique - Suiça
Video: https://youtu.be/nDdJtW2-j2c
NOVOS SISTEMAS DE TRANSPORTE
PÚBLICO

AEROMÓVEL em JACARTA INDONÉSIA


- SISTEMA COESTER 1989 (300 PASS)
•COESTER (Porto Alegre) – 1975 – veloc. Oper. 30 km/h
48 pass sentados e 189 em pé
Menor peso próprio (8t)
Outros sistemas experimentais:
•VEC (73)
Sofá Rolante
Motor Elétrico linear sobre trilhos
Velocidade 15 a 40 km/h
Intervalo 2s – capacidade 1500 pass/hora
•POMA 2000 (73)
Pomagalski S/A França
Veículos puxados por cabo
Velocidade 40 a 50 km/h
capacidade 6000 pass/hora
SISTEMA COESTER (Aeromóvel) Alemanha (Feira
de Hannover, 1980).
ARAMIS (1972)
MATRA – Aeroporto de Orly (Paris-França)
Veículos pequenos p/4 a 10 pass. Sentados
Atração eletromagnética
Radar e detector ótico veículos não se aproximam de
30cm
Velocidade de operação 50 km/h capacidade 10.000 pass/h
TRANS 18 (1973)
MATRA e DUNLOP
Tapete rolante de velocidade variável 2,5 km/h a 18 km/h
Capacidade 8000 pass/h
URBA (1968)
Veículo suspenso
Motor Elétrico Linear
Velocidade 17 km/h – veículos para 100 pass
Escola Central de Lion – França
• PRT - Aerospace Corporation – Los Angeles –
USA

• MORGANTOWN - Boeing Company

• FLEXI-METRO- Metro Rodoviário – Volvo


Sistema Val
VAL
MATRA e FIAT
Lille – França -
• Pequenos vagões leves que circulam
isoladamente ou
em conjunto
• Rodas pneumáticas guiados por rodas horizontais
• Capacidade do veículo 36pass sentados e 17 em

• Capacidade de 5 a 10.000 pass/h
• Velocidade máxima 80 km/h
• Intervalo entre veículos de 1 minuto
Novo Sistema VAL
Sistema VAL (Siemens)
• O sistema de transporte VAL já é usado há
anos em aeroportos como o de Orly (Paris) e
O'Hare (Chicago). Além disso, outros sistemas
VAL estão em uso ou em construção em Lille e
Rennes (França), Turim (Itália), Taipei
(Formosa) e Uijeongbu (Coreia do Sul).
• No aeroporto de Charles-de-Gaule, em Paris,
um sistema interno VAL de ligação dos
terminais do aeroporto foi inaugurado em Abril
de 2007.
AIRTRANS
Aerospace Corporation - EUA – Aeroporto
de Dallas
Veículo de 6,5 x 2,25 x 3,40 para 16 pass
sentados e 24 em pé
Via de concreto em U
Todos os movimentos comandados por um
computador central
Velocidade de 27 km/h
Intervalo – 18 segundos
Capacidade – 8000 pass/h
AEROTRAIN (65)
Operando na França entre Paris e Orleans
Veículos para 50 a 120 pass sentados,
impulsionado por
turbinas de avião, com velocidades médias de
265 km/h e máxima de 400 km/h
Via de concreto ou metálica em forma de T
invertido, não possuindo rodas Intervalo de 30s
Capacidade de 20.000 pass/h/sentido
ACT
FORD – Aeroporto de Dulles em Washington
EUA
Veículo para 24 pass
Velocidade média 48 km/h
Capacidade 43.200 pass/h
Criadas pela americana Unimodal, as cabines duplas do
SkyTran é um PRT- Personal Rapid Transit trafegam suspensas
no ar por trilhos magnéticos semelhantes aos usados no trem-
bala- 240 km/h. Sua instalação é 10 vezes mais barata do que a
de um trem leve de superfície.
O Jetpod Air Taxi, da empresa britânica AVcen, transporta até
cinco passageiros em viagens de curta a média distância. Já
há 75 Jetpods operando no entorno de Nova York. Eles
eliminam a necessidade de 37mil viagens de carro por dia.
Terrafugia, carro avião desenvolvido no MIT (EUA) 2009
ULTra (Urban Light Transport) – Universidade de Bristol Inglaterra,
em instalação em aeroporto de Londres. Estudo da USP – Escola de
Engenharia de São Carlos – Leonardo Hitoshi Hotta e Antônio
Nélson Rodrigues da Silva.
• MagLev Cobra

Cryostat = criostato (controla a temperatura)


Cement slab = laje de cimento
Magnetic guideway = trilho magnético
Linear motor = Motor linear
Security bearing = Rolamento de segurança
levitação posicionamento

tração
• Protótipo
• Pista de teste do protótipo
• Construção dos primeiros 5 metros
• Linha de teste 2014
• Linha de teste
200 metros

Documentário O Futuro em 2111


Transporte do Futuro Completo
Dublado Discovery Channel:
https://youtu.be/WZuirs5kUck
Transporte Aquático
As balsas (também conhecidas como ferrys) cobrem certos trechos entre
dois pontos separados por um corpo de água, que não possuem acesso
entre si por meio de pontes e/ou túneis, ou quando tais conexões estão
muito afastadas de certas rotas de interesse público. No Brasil, por
exemplo, são largamente usadas entre Santos e Guarujá. Em Portugal é
conhecida a ligação feita por "Cacilheiros" e Catamarãs entre Almada,
Trafaria, Barreiro e Lisboa a cargo da Transtejo.

Balsa Ghisallo, em Varenna, Lago di


Como, Itália.
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Transporte_p%C3%BAblico)

Veneza
Veneza
Veneza Veneza
Athenas
Armsterdan
Paris
Turquia

Paris
Rio
ACRE
ACRE

RIO SÃO
minasdehistoria.blog.br giramundo-cirandeira.blogspot.com
Manaus

gigiecotrips.blogspot.com

velhosamigos.com.br
http://www.globaltransportatlas.de/gta-001-dc-04.pdf
Elevador –
Lisboa
(Eiffel)

Elevad
or
Lacerd
a
Salvad
or Ba
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:240_Sparks_Elevators.jpg
Zurique

Dusseldorf

Paris

Zurique
Dubai

Paris
DISCOVERY CHANNEL filmes sobre
grandes obras em transportes:
– Aeroporto de Hong Kong
– Super Navios
– O Novo /canal do Panamá
– Túnel Sob os Alpes
– Artéria Subterrânea de Boston
– Viaduto Millau
– Pirâmide Urbana
– O Metro de Nova York
Questões
1. O Brasil é um país de dimensões continentais, o que
eleva a importância de uma articulada rede de transporte
que integre de maneira eficaz e pouco onerosa todas as
áreas habitadas e de uso do espaço geográfico no país.
Nesse sentido, o sistema de transporte mais utilizado para
deslocamento de cargas e serviços é o:
a) rodoviário
b) ferroviário
c) hidroviário
d) aeroviário
e) marítimo

http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-geografia-
brasil/exercicios-sobre-transportes-no-brasil.htm#resposta-934
187
Questões
2. As ferrovias no Brasil estão geograficamente
concentradas:
a) na região Nordeste, como resultado das políticas
coloniais de transportes das commodities aqui cultivadas
pela metrópole.
b) na região Sudeste, em razão das estruturas instaladas
no auge da economia cafeeira.
c) no Centro-Oeste, como uma obra de promoção da
política da Marcha para o Oeste.
d) no Sul, para atender os interesses das oligarquias
gaúchas.
e) em todo o litoral, como herança da concentração
populacional nessa faixa do país.
http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-geografia-
brasil/exercicios-sobre-transportes-no-brasil.htm#questao-934 188
Questões
3. (UFMG) Considerando-se as redes que compõem as diferentes
modalidades de transporte no Brasil, é INCORRETO afirmar que:
a) as ferrovias são, em sua grande extensão, utilizadas sobretudo
para o escoamento da produção mineral e subutilizadas no
transporte interurbano e inter-regional de passageiros.
b) as hidrovias tornariam o preço do produto agrícola brasileiro
mais competitivo no mercado internacional, mas têm sua
implementação dificultada pelo custo e pelos impactos ambientais
decorrentes de seus projetos.
c) as rodovias, principal modalidade de transporte do país,
assumem, com alto custo, elevada tonelagem no deslocamento de
mercadorias diversas e maior percentual de tráfego de
passageiros.
d) o transporte aéreo registra um uso mais intenso nas regiões do
país onde há grandes distâncias entre os principais centros
urbanos e fraca densidade das redes rodoviária e ferroviária.
189
Questões
4. O transporte rodoviário é uma modalidade de
transporte:

a) Fluvial

b) Dutoviário

c) Terrestre

d) Aéreo

e) Marítimo
http://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-geografia/exercicios-
sobre-transporte-rodoviario.htm 190
Questões
5. A matriz de transporte é diversificada, sendo que cada
modalidade apresenta pontos positivos e negativos.
Marque a alternativa que indica uma das maiores
vantagens do transporte rodoviário.
a) Ele apresenta baixos custos para viagens de longas
distâncias.
b) A construção e a manutenção das rodovias possuem
baixos valores.
c) Ele é dinâmico e ágil, sendo muito prático para percorrer
pequenas distâncias.
d) Sua capacidade de transporte de carga é bem maior se
comparada às outras modalidades.
e) A manutenção dos veículos é inexistente.
F, F, V, F, F
http://exercicios.mundoeducacao.bol.uol.com.br/exercicios-geografia- 191
brasil/exercicios-sobre-transportes-no-brasil.htm#questao-934
Questões
6. Quanto ao planejamento do Transporte podemos afirmar
que estão corretas as alternativas:
I) O baixo consumo energético é uma vantagem do
transporte ferroviário.
II) A baixa capilaridade é uma característica importante do
modal rodoviário.
III) O frete do modal fluvial se equipara ao do rodoviário.

https://www.passeidireto.com/arquivo/5134592/questoes-av2-av3- 192
tecnologias-do-transporte-de-cargas/1
Questões
7. O transporte de cargas é o principal componente dos sistemas logísticos
das empresas. Sua Importância pode ser
medida por meio de, pelo menos, três indicadores financeiros: custo,
Faturamento e lucro. O transporte representa,
em média, 64% dos custos logísticos, 4,3% do faturamento, e em alguns
casos, mais que o dobro do lucro. Sobre as
características da matriz de transporte de carga brasileira foram feitas as
seguintes afirmações:
I - Na origem dos problemas estruturais estão as questões de priorização de
investimentos governamentais, regulação, fiscalização e custo de capital.
II - De todos os problemas que afetam o transporte de cargas no Brasil, o
mais preocupante é certamente a distorção da matriz de transportes
brasileira.
III - O excesso de oferta de transporte rodoviário, resultante da falta de
regulamentação da entrada de novas empresas no setor, cria uma
concorrência desleal com os outros modais de transporte, o que inibe o
surgimento da escala necessária para justificar investimentos em modais
intensivos em custos fixos, como o ferroviário.
193
https://www.passeidireto.com/arquivo/5134592/questoes-av2-av3-tecnologias-do-transporte-de-cargas/1
Obrigada

rita.fortes@anhembimorumbi.edu.br
Eng.Civil e Eng. Ambiental e Sanitária

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