Você está na página 1de 13

i

ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

REVISÃO DE LITERATURA
ANEMIA INFECCIOSA EQUINA

ARAGUAÍNA/TO

2016
i

ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

REVISÃO DE LITERATURA
ANEMIA INFECCIOSA EQUINA

ARAGUAÍNA/TO

2016
ii

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO....................................................................................................... 3
2. REVISÃO DE LITERATURA.............................................................................. 4
3. LEGISLAÇÃO........................................................................................................ 6
4. CONCLUSÃO......................................................................................................... 9
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................ 10
3

1. INTRODUÇÃO

A Anemia Infecciosa Equina (A.I.E), também conhecida como Febre dos Pântanos ou
“Swamp Fever”, Malária Equina, AIDS do cavalo, Mal do Cochilo ou Cochilão é considerada
uma das principais doenças infectocontagiosas da equideocultura brasileira (AIELLO et al.,
2001).
Anemia é a falta de células sanguíneas vermelhas e/ou hemoglobina. Isso ocasiona a
redução da habilidade do sangue transferir oxigênio para os tecidos. Hemoglobina (a proteína
que carrega oxigênio nas células vermelhas do sangue) tem que estar presente para garantir a
oxigenação adequada de todos os tecidos do organismo (FONTES, 2007).
A A.I.E é causada por um vírus do gênero Lentivírus da família Retroviridae, que acomete
cavalos, asininos e muares. A transmissão ocorre principalmente por insetos hematófagos do
gênero Tabanidae (ISSEL e COGGINS, 1979; CLABOUGH, 1990; COOK et al., 2001).
A A.I.E é um entrave para o desenvolvimento da equideocultura, por ser uma doença
transmissível e incurável, acarretando prejuízos aos proprietários que necessitam do trabalho
desses animais e aos criadores interessados na melhoria das raças, além de impedir o acesso ao
mercado nacional e internacional (ALMEIDA et al., 2006).
A legislação brasileira de saúde animal considera a A.I.E como notificação obrigatória,
devendo o médico veterinário comunicar aos órgãos de defesa animal qualquer equino positivo
para essa enfermidade (ALMEIDA, 2008).
Descrita como doença cosmopolita, a A.I.E possui grande importância socioeconômica, pois
o animal pode ter seu desempenho irreversivelmente comprometido (SILVA et al., 2001).
A A.I.E gera prejuízos consideráveis, pois o trânsito de animais é embargado, e eventos
esportivos equestres são proibidos. Desta forma, os estudos epidemiológicos acerca da A.I.E
são fundamentais para que medidas sejam adotadas, e a equinocultura não seja prejudicada onde
se faz presente.
O objetivo deste trabalho é abordar noções básicas sobre A.I.E, características da doença,
suas causas e consequências e maneiras de prevenção e controle.
4

2. REVISÃO DE LITERATURA

Agente etiológico: A Anemia Infecciosa Equina (A.I.E) é uma doença infectocontagiosa,


ocasionada pelo Vírus da família Retroviridae, subfamília Lentivirinae, uma vez instalado no
organismo do animal, nele permanece por toda a vida mesmo quando não manifesta sinais
clínicos (WEIBLEN, 2001).
Epidemiologia: O vírus da A.I.E tem distribuição mundial especialmente em regiões úmidas
e montanhosas de clima tropical e subtropical, onde existe grande quantidade de vetores
(SILVA et al., 2004). Foi diagnosticada pela primeira vez no Brasil em 1968 por Dupont e
desde então, constitui um grande obstáculo para o desenvolvimento da equideocultura
acarretando prejuízos aos criadores, além de dificultar o acesso ao mercado internacional
(ALMEIDA et al., 2006).
No Brasil, estudos sorológicos em vários Estados brasileiros, como o Pará, Minas Gerais,
Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul, demonstraram a presença do vírus da AIE na
população equina nacional. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA), o número de focos confirmados para A.I.E entre os anos de 1999 e 2007 vem
aumentando ao longo do tempo (RAVAZZOLO, 2007).
CADEIA EPIDEMIOLÓGICA
Hospedeiro: atinge todos os membros da família dos Equídeos. Todas as raças e idades são
suscetíveis, porém, animais subnutridos, parasitados e debilitados têm maior predisposição
(SANTOS E CORREIA, 2007).
Fonte de infecção: equinos, asininos e muares infectados (COOK et al., 2001).
Vias de eliminação: transfusões sanguíneas ou ainda por equipamentos impropriamente
esterilizados (SELLON, 2008). A doença também pode ser passada da égua para seu potro
durante a gestação (CFSPH, 2005). Embora possua papel epidemiológico secundário, a
eliminação pela ingestão de leite ou pela inseminação artificial com sêmen contaminado
também pode ocorrer (RAVAZZOLO, 2007).
Vias de transmissão: é transmitido por meio de sangue de um animal infectado, através da
picada de mutucas e das moscas dos estábulos, podendo ocorrer também através do uso
compartilhado de materiais contaminados como agulhas, instrumentos cirúrgicos, groza
dentária, sondas esofágicas, trocáter, aparadores de casco, arreios, esporas e outro fômites
contaminados. É possível a transmissão através da placenta, colostro e do acasalamento
(THOMASSIAN 2005).
5

Porta de entrada: As mucosas nasal e oral, intactas ou feridas, podem ser portas de entrada
do vírus. O uso sem assepsia de material cirúrgico, por pessoas não habilitadas, também
aumenta a probabilidade da infecção. O animal, uma vez infectado, torna-se portadores
permanente (CICCO 2007).
Patogenia: Após a infecção, o vírus da AIE replica, primariamente em macrófagos maduros
do tecido hepático, baço, nódulos linfáticos, pulmões, rins e glândulas adrenais. Vírions
descendentes são liberados na circulação e títulos do vírus aparecem com o aumento paralelo
da temperatura retal que ocorre após o período de incubação de 7 a 21 dias (WEIBLEN, 2001).
Apesar da montagem de uma forte resposta imune humoral e celular ao vírus da AIE,
cavalos são incapazes de remover completamente o vírus do seu organismo e permanecem
infectados por toda a vida. (TIMONEY et al., 1988; FENNER et al., 1993; TRAUBDARGATZ,
1993; MURPHY et al., 1999).
Sinais clínicos: Há três formas da doença clínica: Aguda, subaguda e crônica ou inaparente.
Forma Aguda é a mais difícil de diagnosticar. Os sinais clínicos, incluem febre intermitente,
depressão, hemorragias petequiais, fraqueza progressiva, perda de peso, anemia, edema nos
membros, peito e abdome ventral ou morte súbita. Na forma subaguda os sinais clínicos incluem
episódios recorrentes de febre, depressão, anemia, icterícia, linfadenopatia, hemorragias
petequiais, edema e perda de peso. Ocasionalmente pode apresentar alterações neurológicas,
que geralmente ocorrem nos primeiros meses após a infecção. Na forma crônica ou inaparente
a maioria dos equídeos é portador da doença. Apresenta baixa concentração de vírus no sangue
existe poucos sinais clínicos ou hematológicos, e os animais portadores apresentam febre
periódica ou perda de peso (OLGILVE 2000).
Diagnóstico: O diagnóstico da AIE é feito através do teste de Coggins ou Imunodifusão em
Gel de Agar (IDGA). Para a realização do exame são necessários 2,0 ml de soro de cada animal,
refrigerado ou congelado, que deve ser colhido por médico veterinário e enviado ao laboratório,
juntamente com a resenha atualizada dos animais, se caso positivo, o animal deverá ser isolado
e posteriormente sacrificado, a propriedade ficará interditada e todos os animais devem ser
reexaminados pelo teste sorológico. No caso de o proprietário não permitir o sacrifício, a
propriedade ficará interditada por tempo indeterminado e o responsável estará sujeito a ação
referente aos infratores das normas e Defesa Sanitária Animal, estabelecido no código penal
brasileiro (ALMEIDA 2008).
Diagnósticos Diferenciais: A enfermidade é facilmente confundível com outras infecções que
cursem com febre, como a influenza e as encefalites equinas (RAVAZZOLO, 2007). Na forma
aguda da doença, o diagnóstico diferencial inclui: púrpura hemorrágica, babesiose, erliquiose
6

granulocítica equina, arterite viral equina, anemia hemolítica autoimune e leptospirose. Já na


apresentação crônica considera-se: infecção metastática por Streptococcus equi, doenças
inflamatórias crônicas, neoplasias e hepatite crônica (RADOSTITIS, 2000).
Prevenção e controle: Na prevenção é recomendado (e pode ser exigido) que se destruam
de forma humanitária, os equinos infectados, porque mesmo os portadores clinicamente
normais devem ser separados de equinos sadios e deve ser praticado um rígido controle de
insetos para impedir a transmissão da doença. As ações de controle e profilaxia se baseiam
principalmente em testes sorológicos de rotina e na remoção dos animais reagentes do plantel.
Faz-se necessário atenção rigorosa ao controle de agulhas, seringas e instrumentos cirúrgicos
contaminados (OLGILVE 2000).
Na emissão da Guia de Trânsito Animal para equídeo, com seis meses ou mais de idade, é
obrigatória a apresentação de resultado negativo à prova de IDGA (BRASIL, 2008). Animais
destinados ao comércio, trânsito, participação em competições, feiras e exposições devem ser
necessariamente testados e apresentar resultado negativo no teste de IDGA (RAVAZZOLO,
2007), independentemente da necessidade da movimentação interestadual ou não (BRASIL,
2008).

3. LEGISLAÇÃO
A legislação brasileira de saúde animal considera a anemia infecciosa equina como de
notificação obrigatória, devendo o médico veterinário comunicar aos órgãos de Defesa
Sanitária Animal qualquer equino positivo para essa enfermidade. (BRASIL, 2004)
Na propriedade que for detectado o foco de AIE, deverá ser adotado as seguintes medidas
recomendadas pelo MAPA:
- Interdição da propriedade após identificação do equídeo portador, cumprimento do termo
de interdição, notificação ao proprietário da proibição de trânsito dos equídeos da propriedade
e da movimentação dos fômites passíveis de veiculação do vírus da AIE;
- Deverá ser realizada investigação epidemiológica de todos os animais que reagiram ao
teste de diagnóstico de AIE, incluindo histórico de trânsito;
- Marcação permanente dos equídeos portadores da AIE, através da aplicação de ferro
candente, na paleta do lado esquerdo com um “A”, contido em um círculo de oito centímetros
de diâmetro, seguido da sigla da UF, conforme modelo do MAPA;
- Eutanásia, que deverá ser rápido e indolor, sob responsabilidade do serviço veterinário
oficial, de acordo com a Instrução Normativa Nº 45, ou isolamento dos equídeos portadores;
7

- Realização de exame laboratorial, para o diagnóstico da AIE, de todos os equídeos


existentes na propriedade;
- Desinterdição da propriedade foco após realização de 2 (dois) exames com resultados
negativos para AIE, consecutivos e com intervalo de 30 (trinta) a 60 (sessenta) dias, nos
equídeos existentes;
- Orientação aos proprietários das propriedades que se encontrarem na área perifocal, pelo
serviço veterinário oficial, para que submetam seus animais a exames laboratoriais para
diagnóstico de AIE (BRASIL, 2004).
No caso de potros produtos de éguas soropositivas, deve-se adorar as seguintes medidas:
1) confirmar o status viral da égua por um reteste (IDGA).
2) obter amostras de sangue venoso periférico do potro pré- (se possível) e pós amamentação
Para teste sorológico.
3) manter o potro com a mãe sob condições de quarentena apropriadas, e oferecendo
água/alimentos de qualidade. Os fatores estressantes devem ser minimizados para potro e égua.
4) obter amostras de sangue seriadas do potro para teste de AIE em intervalos de 4-6 semanas.
5) se o potro mostrar um título decrescente de anticorpos (ELISA) e nenhuma evidência de
material genético viral via PCR, deve ser desmamado com 4-5 meses de idade.
6) O potro deve ser mantido em quarentena por no mínimo 45 dias após ter sido separado da
mãe, sendo mantido à no mínimo 200m de qualquer animal soropositivo e então retestado.
7) O potro deve ser mantido em quarentena até que se determine soro-negatividade em todos
os testes oficiais para AIE (McCONNICO, 2000).
A Instrução Normativa Nº 17, DE 8 de maio de 2008 instituiu o Programa Nacional de
Sanidade dos Equídeos -PNSE, no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento. Esse Programa, promove atividades como:
I - educação sanitária;
II - estudos epidemiológicos;
III - controle do trânsito;
IV - cadastramento, fiscalização e certificação sanitária; e
V - intervenção imediata quando da suspeita ou ocorrência de doença de notificação obrigatória.
A Instrução Normativa nº 45 de 15 de junho de 2004, discorre sobre as Normas para a
Prevenção e o Controle da A.I.E.
Art. 17. Detectado foco de A.I.E., deverão ser adotadas as seguintes medidas:
I – interdição da propriedade após identificação do equídeo portador, lavrando termo
de interdição, notificando o proprietário da proibição de transito dos equídeos da
propriedade e da
8

movimentação de objetos passiveis de veiculação do vírus da A.I.E.;


II – deverá ser realizada investigação epidemiológica de todos os animais que
reagiram ao teste de diagnóstico de A.I.E., incluindo histórico do transito;
III – marcação permanente dos equídeos portadores da A.I.E., por meio da aplicação
de ferro candente na paleta do lado esquerdo com um “A”, contido em um círculo de
8 (oito) centímetros
de diâmetro, seguido da sigla da UF, conforme modelo (ANEXO V);
IV – sacrifício ou isolamento dos equídeos portadores;
V – realizaçãoo de exame laboratorial, para o diagnóstico da A.I.E., de todos os
equídeos existentes na propriedade;
VI – desinterdição da propriedade foco após realização de 2 (dois) exames com
resultados negativos consecutivos para A.I.E., com intervalo de 30 (trinta) a 60
(sessenta) dias, nos equídeos existentes;
VII – orientação aos proprietários das propriedades que se encontrarem na área
perifocal, pelo serviço veterinário oficial, para que submetam seus animais a exames
laboratoriais para diagnóstico de A.I.E. (BRASIL, 2009)

A Resolução CECAIE – TO (Comissão Estadual de Controle da Anemia Infecciosa


Equina no Estado do Tocantins) Nº 001 de 09 de outubro 2003 aprova as normas apresentadas,
a serem cumpridas para a profilaxia e o combate à A.I.E no estado. Dentre essas normas, está a
fiscalização das atividades que envolvem equídeos, o controle do trânsito de equídeos intra e
interestadual, e fiscalização dos laboratórios credenciados para a realização de exames de A.I.E.
No que diz respeito as medidas sanitárias e diagnóstico, é exigido que todos os equídeos
portadores sejam eliminados, queimados ou enterrados na propriedade onde estiverem. Após a
comunicação de um animal positivo para A.I.E., o órgão de defesa deverá o mais rápido possível
realizar termo de interdição da propriedade e notificar a proibição do trânsito de equídeos da
propriedade e marcação a ferro candente do (s) animal (is) portador (es). (TOCANTINS, 2003)
Após a eliminação dos animais portadores, todos os equídeos da propriedade deverão
ser submetidos a exame de A.I.E., a pesquisa de origem da doença, realizar testes consecutivos
dos equídeos, com intervalos de 30 e 60 dias, e desinterdição da propriedade após dois novos
testes negativos consecutivos. (TOCANTINS, 2003)
As propriedades vizinhas ao foco, serão consideradas suspeitas, e os proprietários
orientados a submeter os animais a dois exames para diagnostico de A.I.E em intervalos de 30
e 60 dias. (TOCANTINS, 2003)
9

4. CONCLUSÃO

É muito importante a ação preventiva da anemia infecciosa equina, pois é uma doença
transmissível e incurável que acarreta diversos prejuízos ao proprietário, além do sacrifício do
animal e o embargo da propriedade.
Criadores e proprietários devem manter uma vigilância constante de seus rebanhos, pois os
mesmos se constituem em valioso patrimônio à equideocultura brasileira.
Devido ao grande prejuízo à saúde dos equídeos que esta enfermidade oferece, faz-se
necessário a vistoria de toda a propriedade para eliminar os fatores de risco que podem existir
na localidade, que são os animais infectados e também as possíveis fontes de crescimento e
desenvolvimento de moscas e mosquitos hematófagos, e as baias onde estão os animais devem
sempre manter-se limpas. Para um controle mais efetivo é recomendável que os animais sejam
submetidos ao Teste de Coggins periodicamente.
10

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AIELLO, B.S.S.E., D.V.M., E.L.S. Manual Merck de Veterinária. 8 ed. São Paulo: Editora
Roca LTDA. 2001. 1861p.

ALMEIDA, V.M.A., et al. Anemia infecciosa equina: prevalência em equídeos de serviço em


Minas Gerais. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec, v.58, n.2, p.141-148, 2006.

ALMEIDA, V. M. A. Anemia Infecciosa Eqüina Sem prevenção, doença pode se alastrar.


Manga Larga Marchador. Cleusa Canêdo. n.64. p.48-51. 2008.

BRASIL. Instrução Normativa Número 45, de 15 de junho de 2004, da Secretaria de Defesa


Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Disponível em:
http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-
consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=8136

BRASIL Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Programa Nacional de Sanidade


dos Equídeos. Brasília; 2008 [cited 2008 Oct 25]. Available from: www.agricultura.gov.br.

BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de Legislação:


programas nacionais de saúde animal do Brasil / Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Saúde Animal. – Brasília:
MAPA/SDA/DSA, 2009.

COMISSÃO ESTADUAL DE CONTROLE DA ANEMIA INFECCIOSA EQUINA NO


ESTADO DO TOCANTINS CECAIE/TO Resolução CECAIE - TO Nº 001 de 09 de outubro
2003. Disponível em
http://intranet.adapec.to.gov.br/intranet/uploadFile/Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CECAIE
%20TO%2001%202003.pdf

Center for Food Security & Public Health, College of Veterinary Medicine. Animal disease
factsheets. Iowa State University: EIA; 2005 [cited 2008 Oct 25]. Available from:
www.cfsph.iastate.edu
CICCO, L. Anemia Infecciosa Equina. 2007. Disponível em http://www.saudeanimal.com.br

CLABOUGH, D.L. The immunopathogenesis and control of equine infectious anemia. Vet.
Med., v.85, p.1020-1027, 1990.
11

COGGINS, L.; NORCROSS, N.L. Immuno-diffusion reaction in equine infectious anemia.


Cornell Vet., v.60, p.330-335, 1970.

COOK, S.J., et al. Differencial responses of Equus caballus and Equus asinus to infection with
two pathogenic strains of equine infectious anemia virus. Vet Microbiol., v.79, p.93-109, 2001.
FENNER, F.J., et al. Veterinary Virology. 2ª ed. Academic Press, Inc. San Diego, p.666,
1993.
FONTES, Hélio. O QUE É ANEMIA? Disponível em http://www.copacabanarunners.net.
2007.

McCONNICO RS, Issel CJ, Cook SJ, Cook RF, Floyd C, Bisson H. Predictive methods to
define infection with equine infectious anemia virus in foals out of reactor mares. J Equine Vet
Sci. 2000;20:387-92.

MURPHY F.A., et al. Veterinary Virology. 3 rd Academic Press, Inc. San Diego. 1999. 629p.

OLGILVE, T. H. Anemia Infecciosa Equina. Medicina Interna de Grandes Animais. Artmed.


p.336-338. 2000.

RADOSTITIS OM, Gay CC, Blood DC, Hinchcliff KW. Veterinary medicine. 9ª ed. New
York: WB Saunders; 2000.

RAVAZZOLO AP, Costa UM. Retroviridae. In: Flores EF, editor. Virologia veterinária. Santa
Maria: Editora UFSM; 2007. p.809-38.

SANTOS, J. A. P. M., CORREIA, R. F., Anemia Infecciosa Equina. Disponível em


http://pets.cosmo.com.br. Acesso em 16 de Setembro de 2007.

SELLON DC. Emerging infectious diseases. In: Proceedings of the European Veterinary
Conference Voorjaarsdagen; 2008, Amsterdam. Amsterdam: International Veterinary
Information Service; 2008. p. 292-3.

SILVA, R. A. M. S.; ABREU, U. G. P. de; BARROS, A. T. M. de. Anemia infecciosa equina:


epizootiologia, prevenção e controle no pantanal. Corumbá: Embrapa Pantanal, 2001.
12

SILVA, R. A. M. S. et al. Programa de prevenção e controle da anemia infecciosa equina


no pantanal sul-mato-grossense. Corumbá: Embrapa Pantanal, 2004.

TIMONEY, J.F.; GILLESPIE, J.H.; SCOTT, F.W. Hagan and Bruner’s Microbiology and
Infectious Diseases of Domestic Animals. 8 ed. Cornell University Press. Ithaca. 1988. 951 p.
THOMASSIAN, A. Enfermidades Infecciosas. Enfermidades dos Cavalos. Varela. 5ed. p.
471-472. 2005.

TRAUB-DARGATZ, D.C. Equine Infectious Anemia. In: Sellon, D.C. The Veterinary
Clinics of North America- Equine Practice. 1ed. W.B. Saunders Company Philadelphia,
p.321-336. 1993.

WEIBLEN, R. Doenças Víricas. Anemia Infecciosa Equina. IN: RIET-CORREA F.; SCHILD,
A.L.; MENDEZ, M.D.C.; LEMOS, R.A. Doenças de Ruminantes e equinos. 2 ed. São Paulo:
Editora Varela. Vol.1, p.49-55, 2001.

Você também pode gostar