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Raciocínio Lógico

1. Linguagem Lógica
Simbologia Denominação Significado
∧ Conjunção “e”/ “mas”
v Disjunção inclusiva “ou”/ “quando”
⊻ Disjunção exclusiva “ou.. .ou”
→ Condicional “Se.. ., então.. ”
↔ Bi condicional “Se, e somente se”
¬,~ Modificador “não”

1.1 Tabela-verdade
p q p∧q pvq pvq p→q p↔q
V V V V F V V
V F F V V F F
F V F V V V F
F F F F F V V

Ambas Pelo menos Somente Vera - Duas iguais


verdadeiras uma verda. uma é verda. Fisher =

Observações:
1) Conceito de proposição
• Sentença declarativa.
• Não interrogativa.
• Não exclamativa.
• Não imperativa.

2) Nº de linhas da tabela-verdade
𝐿 = 2𝑛 , onde n é o número de variáveis proposicionais distintas.

3) Conectivo Bi condicional
A ↔ B ≡ (A → B) ∧ (B → A)

A B A→B B→A (A → B) ∧ (B → A)
V V V V V
V F F V F
F V V F F
F F V V V
→: Vera - Fisher ^ : Pelo menos uma igual
1.2 – Equivalência e Negação

Equivalência • Possui a mesma tabela-verdade

Negação • Possui tabela-verdade toda ao contrário.

p q p∧q pvq p→q p↔q


V V V V V V
V F F V F F
F V F V V F
F F F F V V

¬ p ¬ q ¬pv¬q ¬p∧¬q p∧¬q p⊻q


F F F F F F
F V V F V V
V F V F F V
V V V V F F

4) Principais Negações

Afirmações Negações Como negar


P ¬P TV oposta
p∧q ¬pv¬q Nega, nega, nega
pvq ¬p∧¬q Nega, nega, nega
p→q p∧¬q Mantém a primeira E nega a segunda
p↔q p⊻q Ou P ou Q
Todo A é B Algum A não é B Basta que algum A não seja B
Nenhum A é B Algum A é B Basta que algum A seja B

Preposição Negação Como negar


Estudou, mas não passou Não estudou ou passou Nega, nega, nega
Não viveu ou dormiu Viveu e não dormiu Nega, nega, nega
Nem sorriu, nem brincou Sorriu ou brincou Nega, nega, nega
Se estudou, passou Estou e não passou Mantém a primeira e nega a segunda
Como viveu, sofreu Viveu e não sofreu Mantém a primeira e nega a segunda

LEMBRAR QUE:
Caso o modificador esteja fora do parênteses, entende-se que está negando toda a
preposição, observando qual o conectivo lógico mandante (a estrutura mais externa).
Exemplo:

¬ [ (A ∧ ¬ B) → C ] ≡ (A ∧ ¬ B) ∧ (¬ C)
5) Principais Equivalências

Preposição Equivalência Descrição


A↔B (A → B) ∧ (B → A)
De definição
A⊻B (A v B) ∧ ¬ (A ∧ B)
Teorema Contra recíproco (Volta
A→B ¬B→¬A
negando)
¬ (¬ B) B Lei da dupla negação (Nega OU
A→B ¬AvB Mantém)

Negação A∧¬B Mantém a primeira E nega a segunda

A→B Teorema contra


recíproco ¬B→¬A Volta
negando
Equivalência
Lei da dupla
negação ¬AvB Ne OU Ma
2. Análise Combinatória
Resolve problemas de
contagem
2.1 Princípios de contagem

Aditivo Multiplicativo

Ou : + e:x

Exemplo 1 :

Avenida A
Pessoa (1)

Shopping Pessoa (2)

Avenida B

Duas pessoas se encontram na mesma região. A pessoa (1) está fora do shopping e precisa
cruzar o shopping para chegar até a Avenida B, já a pessoa (2) quer sair do shopping. Quantas
maneiras essas pessoas possuem para sair do shopping?

Pessoa 1 = Entrar por A e Sair por B


2 ×3= 6

Pessoa 2 = Sair por A ou Sair por B


2+3 =5

Exemplo 2:
Existem quantos caminhos possíveis de A até B?

C A→B ou
A→C e C→B ou

A B A→D e D→E e E→B


3+2 x 4+3 x 2 x 4 =
3 + 8 + 24 = 35 caminhos
D E
2.2 Fatorial
4! = 4 × 3 × 2 × 1 = 24
8! = 10 × 9 × 8! Pode parar quando quiser, desde que finalize com o fatorial
10! 10 × 9 × 8! (!)
= = 10 × 9 = 90
8! 8!
7! 7 × 6 × 5 × 4!
= = 35
4! 3! 4! 3 × 2 × 1

Arranjo (e = x)

•Escolha, em que a ordem importa


•Ex.: formação de número, de senha, de placa de carro, protocolo, etc..

Combinação (Cn,p)

•Escolha, em que a ordem não importa


•Ex.: formação de comissão, equipe, grupo, etc..

Permutação

•Troca
•Ex,: Em geral, problemas de organização de elementos (pessoas em filas/fileiras,
quadros em paredes, livros em estante, letras em palavras - ANAGRAMAS)

2.3 Arranjo
𝑛!
𝐴𝑛,𝑝 =
(𝑛 − 𝑝)!
Utilizar o princípio fundamental da contagem:
Exemplo: Com os algarismos do sistema decimal nacional (SDN), quantas senhas.. .
a) de 3 dígitos distintos podem ser formadas?
≠ 1ª ≠ 1ª 𝑒 2ª
𝑒 𝑒 = 720
10 9 8
b) de 3 dígitos podem ser formadas?

𝑒 𝑒 = 1000
10 10 10
2.4 Combinação
𝑛!
𝐶𝑛,𝑝 =
𝑝! (𝑛 − 𝑝)!
𝑛 𝑑𝑒𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜 𝑝 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠 10 × 9 × 8 × 7
𝐶𝑛,𝑝 = 𝐶10,4 =
4×3×2×1
𝑝 𝑑𝑒𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑜 𝑝 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠

macete
Exemplo: Com os 10 servidores de uma sessão do TRT, quantas comissões.. .
a) de 3 membros podem ser formadas?
10 × 9 × 8
𝐶10,3 = = 120
3 ×2 ×1
b) de 2 membros podem ser formadas?
10 × 9
𝐶10,2 = = 45
2 ×1

2.5 Permutação
𝑛!
𝑃𝑛 = 𝑛! (𝑃𝑅)𝑎,𝑏
𝑛 = 𝑎!𝑏!…
Permutação simples Permutação com repetição

Exemplo: Considere a palavra VESTIBULAR


a) quantos anagramas podem ser formados?
𝑃10 = 10!
b) quantos anagramas iniciam pela letra E?
(E _ _ _ _ _ _ _ _ _) 𝑃9 = 9!
c) quantos anagramas terminam por R?
(_ _ _ _ _ _ _ _ _ R) 𝑃9 = 9!
d) quantos anagramas iniciam por T e terminam por B?
(T _ _ _ _ _ _ _ _ B) 𝑃8 = 8!
e) quantos anagramas começam pelas letras ATB, nessa ordem?
(ATB _ _ _ _ _ _ _) 𝑃7 = 7!
f) quantos anagramas terminam pelas letras BAR, em qualquer ordem?
(_ _ _ _ _ _ _ BAR) = 7! 𝑒 3! = 7! 3!
g) quantos anagramas apresentam as letras LAR, juntas nessa ordem?
( _ _ _ LAR _ _ _ _) = 8!
h) quantos anagramas apresentam as letras VEST juntas, em qualquer ordem?
( _ _ VEST _ _ _ _) = 𝑃𝑒𝑥𝑡 𝑒 𝑃𝑖𝑛𝑡 = 7! 𝑒 4! = 7! 4!
2.5.1 Outros casos de permutação
Ao permutar “n” elementos distintos com a restrição de que “k” deles fiquem ordenados
entre si, faz-se:
𝑛!
𝑃𝑟𝑒𝑠𝑡𝑟𝑖çõ𝑒𝑠 =
𝑘!
Permutação com restrições
(ordem alfabética, horários, etc)

No caso de permutações que envolvem mesa, roda, etc:


𝑛!
(𝑃𝑐𝑖𝑟𝑐𝑢𝑙𝑎𝑟 )𝑛 = = (𝑛 − 1)!
𝑛
Permutação circular (o último e o primeiro
elemento se encontram)

Exemplo: De quantos modos podem ser dispostas 8 pessoas.. .


a) . . lado a lado?
( _ _ _ _ _ _ _ _ ) 𝑃8 = 8!
b) . . em uma mesa circular?
𝑃𝑐 = (8 − 1)! = 7!
c) . . lado a lado, sabendo que 3 delas são inseparáveis?
( _ _ _ _ _ _ _ _ ) 𝑃𝑒𝑥𝑡 = 6! 𝑒 𝑃𝑖𝑛𝑡 = 3! = 6! 3!
b) . . em uma mesa circular, sabendo que 3 delas são inseparáveis
𝑃𝐶6 × 𝑃3 = 5! 3!
3. Probabilidade

Razão entre o número de casos favoráveis e o número de casos possíveis.

𝑀(𝐴)
𝑃(𝐴) =
𝑀(𝑆)
Diferença entre Análise combinatória e Probabilidade:
a) No concurso da Mega Sena, de quantos modos pode-se montar um jogo com 6 dezenas?
60!
𝐶60,6 = ≅ 50 𝑚𝑖𝑙ℎõ𝑒𝑠
2! 58!

b) Qual a probabilidade de se ganhar o concurso da Mega Sena jogando 6 dezenas?


1
𝑃 = ≅ 0,00000002
50.000.000

Exemplo: Lança-se um dado, qual a probabilidade de: Espaço amostral: { 1, 2, 3, 4, 5, 6}


1
a) P(2) = 𝑃(2) = 6 Números primos: divisíveis por 1 e
3 por ele mesmo {3, 5, 7, 11, 13,.. }
b) P (par) = 𝑃(𝑝𝑎𝑟) = 6
3
c) P (primo) = 𝑃(𝑝𝑟𝑖𝑚𝑜) = 6 Quadrado perfeito: número cuja
2
d) P (quadrado perfeito) = 𝑃(𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑒𝑖𝑡𝑜) = 6 raiz quadrada dá exata n² {1 ², 2²,
3², 4².. .} = {1, 4, 9, 16, 25, 36.. . }

3.1 Eventos Independentes


𝑃 (𝐴 𝑒 𝐵) = 𝑃(𝐴) × 𝑃(𝐵)

3.2 Eventos Complementares


𝑃(𝐴) + 𝑃 (𝐴̅) = 1 𝑜𝑢 100%
𝑷(𝑨) 𝑷(𝑨̅)
10 % 90 %
0,8 0,2
3/10 7/10
28/80 52/80
3.3 Diagrama de Venn

e ∩
Ou
U
intersecção união

3.4 Problemas de sorteio


Quando o evento pode ocorrer mais de uma vez: jogar o dado duas vezes, por exemplo.

𝑃(𝐴) + 𝑃 (𝐴̅) = 1 𝑜𝑢 100%


Exemplo: Em uma urna existem 4 bolas brancas e 3 pretas. Sorteiam-se 2. Qual a probabilidade
de ambas serem da mesma cor, sabendo que o sorteio foi.. . Urna= 7 bolas
a) Com reposição?
𝑃(𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑐𝑜𝑟) = 𝐵𝑟𝑎𝑛𝑐𝑎 𝑒 𝐵𝑟𝑎𝑛𝑐𝑎 𝑜𝑢 𝑃𝑟𝑒𝑡𝑎 𝑒 𝑃𝑟𝑒𝑡𝑎
4 4 3 3 25
𝑃(𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑐𝑜𝑟) = ( × ) + ( × ) =
7 7 7 7 49
b) Sem reposição?
𝑃(𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑐𝑜𝑟) = 𝐵𝑟𝑎𝑛𝑐𝑎 𝑒 𝐵𝑟𝑎𝑛𝑐𝑎 𝑜𝑢 𝑃𝑟𝑒𝑡𝑎 𝑒 𝑃𝑟𝑒𝑡𝑎
4 3 3 2 18
𝑃(𝑚𝑒𝑠𝑚𝑎 𝑐𝑜𝑟) = ( × ) + ( × ) =
7 6 7 6 42

3
c) P (primo) = 𝑃(𝑝𝑟𝑖𝑚𝑜) = 6

3.5 Problemas com dados


3.5.1 Dados Honestos
Todas as faces tem chances de acontecer, ou seja, são equiprováveis.
1 1 1 1 1 1
𝑃 (1 ) = , 𝑃 (2 ) = , 𝑃 (3 ) = , 𝑃 (4 ) = , 𝑃 (5 ) = , 𝑃 (6 ) =
6 6 6 6 6 6
𝑃 (1) + 𝑃 (2) + 𝑃 (3) + 𝑃 (4) + 𝑃 (5) + 𝑃 (6) = 1
Exemplo: Lançam-se 2 dados, qual a probabilidade de a soma dos dados ser 5, sabendo..
a) Que se tratam de dados honestos?
𝑃(𝑠𝑜𝑚𝑎 = 5) = (1 𝑒 4)𝑜𝑢 (2 𝑒 3)𝑜𝑢 (3 𝑒 2) 𝑜𝑢 (4 𝑒 1) =
1 1 1 1 1 1 1 1 4
𝑃(𝑠𝑜𝑚𝑎 = 5) = ( × ) + ( × ) + ( × ) + ( × ) =
6 6 6 6 6 6 6 6 36

b) Que se tratam de dados viciados? Recalculam-se as probabilidades


𝑃 ( 2 ) = 2 𝑝( 1 )
𝑃(3) = 𝑃(4) = 𝑃(2)
𝑃(5) = 𝑃(6) = 𝑃(1)

𝑃 (1) = 𝑥 1
𝑃 (1) =
𝑃(2) = 2𝑥 9
𝑃(3) = 2𝑥 2
𝑃 (2) =
𝑃(4) = 2𝑥 9
2
𝑃 (5) = 𝑥 𝑃 (3) =
𝑃 (6) = 𝑥 9
2
𝑆𝑜𝑚𝑎 = 1 𝑃 (4) =
1 9
9𝑥 = 1 ≫ 𝑥 = 1
9 𝑃 (5) =
9
1
𝑃 (6) =
9

𝑃(𝑠𝑜𝑚𝑎 = 5) = (1 𝑒 4)𝑜𝑢 (2 𝑒 3)𝑜𝑢 (3 𝑒 2) 𝑜𝑢 (4 𝑒 1) =


1 2 2 2 2 2 2 1 12
𝑃(𝑠𝑜𝑚𝑎 = 5) = ( × ) + ( × ) + ( × ) + ( × ) =
9 9 9 9 9 9 9 9 81
Caderno de Matemática
Princípios de contagem
Sequências numéricas
Sequência numérica é uma sucessão finita ou infinita de números obedecendo uma determinada ordem
definida antecipadamente.

Uma sequência numérica na matemática deve ser representada entre parênteses e ordenada. Veja como
são representadas nos exemplos abaixo:

Sequências dos números naturais

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ...

Sequência dos números primos (positivos)


2 3 5 7 11 13 17 19 ...

1 3 5 6 9 ...
Sequências dos números impares (positivos)

Progressão Aritmética

Sequência numérica em que cada termo, a partir do segundo, é igual à soma do termo anterior com uma
constante. Na P.A temos a presença de uma constante chamada de razão (r), sendo esta obtida por meio
da diferença de um termo da sequência pelo seu anterior.

A sequência (1, 4, 7, 10, 13, 16) é uma P.A finita. A razão da P.A é representada por r = 4 - 1 = 3

A sequência (1, 6, 11, 16, 21…) é uma P.A infinita. A razão da P.A é representada por r = 6 – 1 = 5
Termo Geral
𝒂𝒏 = 𝒂𝟏 + (𝒏 − 𝟏). 𝒓

Soma dos termos de uma PA Finita


(𝒂𝟏 + 𝒂𝒏 ) 𝒏
𝑺𝒏 =
𝟐

Progressão Geométrica

Progressão geométrica é uma sequência em que cada termo a partir do segundo é igual ao anterior,
multiplicado por uma constante denominada razão (q)

A sequência (1, 2, 4, 8, 16, 32, ...) é uma progressão geométrica com primeiro termo 1 e razão 2. A
razão da P.G. é representada pela letra “q” e é calculada dividindo-se um termo pelo anterior.

P.G. de razão ½: (100,50,25, ...) P.G. de natureza decrescente em que os termos serão multiplicados
por ½ e irão diminuir à medida que a progressão continua.

PG de razão negativa -3 : (2,-6,18,-54,162, ...) Quando houver uma razão negativa, a sequência será
alternada entre números positivos e negativos.

Termo Geral
𝒂𝒏 = 𝒂𝟏 × 𝒒𝒏−𝟏

Soma dos termos de uma PG Finita


𝒂𝟏 × (𝟏 − 𝒒𝒏 )
𝑺𝒏 =
𝟏−𝒒
Soma dos termos de uma PG Infinita
𝒂𝟏
𝑺∞ =
𝟏−𝒒

A razão sempre estará localizada entre -1 e 1 (– 1 < q < 1)

Razão e proporção
𝑎
a) Razão entre a e b = 𝑏
𝑎 𝑐
b) Proporção 𝑏 = 𝑑 → 𝑎 × 𝑑 = 𝑏 × 𝑐

Divisão proporcional
a) Em partes diretamente proporcionais

Ex.: 100,00 Diretamente proporcionais (2,3,5)

100 / 10
2 20
+ 3 30
X 10
5 50
10

b) Em partes inversamente proporcionais

Ex.: 1300 Inversamente proporcionais (2,3,4)


1 1 1
1300 Diretamente proporcionais (2 , 3 , 4)

MMC (2,3,4) = 12 1300 / 13


1
6 600
2
1
+ 4 400
3 X 100
1
3 300
4
13
Regra de três
Simples
1º passo – montagem do problema, organizando as grandezas em colunas e colocando uma seta
apontando a variável.

2º passo – orientação da proporcionalidade

↑↑ - Diretamente proporcionais
↓↑ - Inversamente proporcionais

3º passo – equacionamento
𝑐𝑜𝑙𝑢𝑛𝑎 𝒙 𝑒 𝑠𝑒𝑡𝑎 𝑎𝑝𝑜𝑛𝑡𝑎
𝑥=
𝑟𝑒𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒

Ex.: 10 pedreiros, trabalhando 8 horas diárias, conseguem fazer um determinado serviço em 5 dias.
Se aumentar o número de pedreiros para 20 e diminuir o trabalho diário para 6 horas, quantos dias os
pedreiros farão o mesmo serviço?

Pedreiros Dias Horas


10 5 8
20 x 6

Proporcionalidade:

- Quanto mais dias trabalhados, menor será a quantidade de pedreiros necessário e menos horas
gastas para execução do serviço.
5 × 10 × 8 400
𝑥= = = 3,33 𝑑𝑖𝑎𝑠
20 × 6 120
Problema das torneiras
Ex.:

𝑻𝟏 = 2ℎ FORMA UNITÁRIA:
𝑻𝟐 = 5ℎ Em 1h
Juntos: quanto tempo? 1
𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑞𝑢𝑒
2
1
𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑞𝑢𝑒
5
Hora Tanque
1 1 5+2 7
1 +5= =
2 10 10
10
x 1=
10

10
1 × 10 𝟏𝟎
𝒙= = 𝒉𝒐𝒓𝒂𝒔 ≅ 𝟏, 𝟒𝟑 𝒉𝒐𝒓𝒂𝒔
𝟕 𝟕
𝟏𝟎

Ex.: Em 1h
𝑻𝟏 = 2ℎ 1
𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑞𝑢𝑒
2
𝑻𝟐 = 5ℎ 1
𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑞𝑢𝑒
Ralo: 10 h 5
1
𝑒𝑠𝑣𝑎𝑧𝑖𝑎 𝑑𝑜 𝑡𝑎𝑛𝑞𝑢𝑒
Juntos: quanto tempo? 10

Hora Tanque
1 1 1 5+2−1 6
1 +5− = =
2 10 10 10
10
x 1=
10

10
1 × 10 𝟓
𝒙= = 𝒉𝒐𝒓𝒂𝒔 ≅ 𝟏, 𝟔𝟕 𝒉𝒐𝒓𝒂𝒔
𝟔 𝟑
𝟏𝟎

Comparação entre frações


7 7 90
é 𝑖𝑛𝑓𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 𝑎 90% → 8 < = 7 × 100 < 8 × 90
8 100
700 < 720 (sim)
certo
3 7 3 7
é 𝑠𝑢𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 𝑎 → > = 3 × 10 > 7 × 5
5 10 5 10
30 > 35 (não)
errado
10 80 10
80% é 𝑖𝑛𝑓𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 𝑎 → 100 < = 80 × 13 < 100 × 10
13 13 1040 < 1000 (não) errado

Porcentagem

% : por cento (dividir por cem)


25
Ex.: 25% = 100
25
Ex.: 80 estudantes, 25% dos estudantes farão o concurso do Senado = 100 × 80 = 20 𝑒𝑠𝑡𝑢𝑑𝑎𝑛𝑡𝑒𝑠

Ex.: 10% dos 25% dos 80 estudantes usam óculos


10 25
× × 80 = 2 𝑒𝑠𝑡𝑢𝑑𝑎𝑛𝑡𝑒𝑠 𝑢𝑠𝑎𝑚 ó𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠
100 100

Fração / Decimal Percentual


7
x 100% 70 %
10
0,85 x 100% 85 %
72 x 100 %
x 100% 72 %
100
0,08 x 100% 8%

Variação percentual (variação relativa)


Ex 1.:
20
100 → 120: + × 100% = 20%
100

20
100 → 80: − × 100% = −20%
100
20
80 → 100: + × 100% = +25%
4 80
1 25
40
80 → 40: − × 100% = −50%
1 80 50
2

Ex 2.: Dado o valor inicial e a variação percentual, qual será o novo valor?

25
1200 (aumento de 25%) → 100 × 1200 = 300 → 1500

15
830 (aumento de 10%) → 100 × 830 = 83 → 913
Variações sucessivas
Ex.: Tenho um valor inicial que sofre aumento/diminuição X (em porcentagem) e depois sofre outro
aumento/diminuição Y:

Equações de 1º e 2º grau
Equação do 1º grau
𝒂𝒙 + 𝒃 = 𝟎, 𝑎 ≠ 0
Encontra a solução, a raiz:
𝑏
𝑎𝑥 = −𝑏 ∴ 𝑥 = −
𝑎
𝑏
− é 𝑎 𝑟𝑎𝑖𝑧 𝑑𝑎 𝑒𝑞𝑢𝑎çã𝑜
𝑎
Ex.:

2𝑥 − 3 = 7
2𝑥 = 3 + 7
2𝑥 = 10
10
𝒙= =5
2

Sistema de Equação
𝑥 + 𝑦 = 3 (𝑖)
2𝑥 − 𝑦 = 3 (𝑖𝑖)

Método 1: da Substituição Método 1: da Adição


(i) 𝑥 = 3 − 𝑦 (i) + (ii): 𝑥 + 𝑦 = 3(𝑖 ) 3𝑥 = 3
2𝑥 − 𝑦 = 3 (𝑖𝑖) 𝒙 = 𝟏
(i) → (ii): 2(3 − 𝑦 ) − 𝑦 = 3
6𝑦 − 2𝑦 − 𝑦 = 3 (i): 𝑥 + 𝑦 = 3(𝑖 )
−3𝑦 = 3 1 + 𝑦 = 3 → 𝐲=𝟐
𝒚 = 𝟏

(i) 𝑥 = 3 − 1 → x = 𝟐
𝑆 = {2, 1}
𝑆 = {2, 1}
Equação do 2º grau
𝒂𝒙𝟐 + 𝒃𝒙 + 𝒄 = 𝟎

1º - Discriminante (∆)

∆= 𝑏2 − 4𝑎𝑐 ∆ > 0: 2 raízes reais distintas → x’ ≠ x’’

∆ = 0: 2 raízes reais iguais → x’ = x’’

∆ < 0: 2 raízes complexas (imaginárias)

/2º - 2 raízes

−𝑏 ± √∆ −𝑏 + √∆
𝑥= 𝑥′ =
2𝑎 2𝑎
−𝑏 − √∆
𝑥′′ =
2𝑎