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Definições em Cosmetologia

Cosmetologia
Cosmetologia é a ciência que trata da preparação de produtos cosméticos, como também das re
ras que regem essas atividades sejam elas de natureza física, química, biológica ou mi
crobiológica. Dr. Stephan Jellinek
Cosmetologista
É o técnico que estuda e aprimora as formulações e fabrica produtos de beleza, aplicando
os métodos científicos determinados pela cosmetologia.
Esteticista
É o profissional que sabe escolher os cosméticos, segundo as suas propriedades, qual
idades e indicações e os aplica de acordo com as técnicas e métodos ligados à profissão. O
steticista não precisa conhecer em detalhes os passos da preparação de um produto. Ent
retanto, deve saber quais as substâncias possivelmente utilizadas na sua preparação, a
sua ação, a razão dos seus efeitos e as contra-indicações.
Cosmético
( grego ko sme ti kós = hábil em adornar )
Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes, são preparações constituídas por substâ
cias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo humano -
pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas muc
osas da cavidade oral - com o objetivo exclusivo ou principal de limpá-los, perfumá-
los, alterar sua aparência e/ou corrigir odores corporais e/ou protegê-los ou mantê-lo
s em bom estado.
RDC 211 de 14/07/05 (Anexo I) ANVISA
Classificação dos Cosméticos
Segundo o Decreto nº 79094 de 05/01/77
Para fins de registro, os produtos cosméticos estão divididos em: Produtos de higien
e; Perfumes; Cosméticos.
Segundo o Decreto nº 79094 de 05/01/77
Produto de higiene - O de uso externo, antiséptico ou não, destinado ao asseio ou à de
sinfecção corporal, compreendendo os sabonetes, xampus, dentifrícios, enxaguatórios buca
is, antiperspirantes, desodorantes, produtos para barbear e após o barbear e outro
s.
Segundo o Decreto nº 79094 de 05/01/77
Perfume - O de composição aromática à base de substâncias naturais ou sintéticas, que em co
centração e veículos apropriados, tenha como principal finalidade a odorização de pessoas
ou ambientes, incluídos os extratos, as águas perfumadas, os perfumes cremosos, prep
arados para banhos e os odorizantes de ambientes, apresentados em forma líquida, g
eleificada, pastosa ou sólida.
Segundo o Decreto nº 79094 de 05/01/77
Cosmético - O de uso externo, destinado à proteção ou ao embelezamento das diferentes pa
rtes do corpo, tais como pós faciais, talcos, cremes de beleza, creme para as mãos e
similares, máscaras faciais, loções de beleza, soluções leitosas, cremosas e adstringente
s, loções para as mãos, bases de maquilagem e óleos cosméticos, rouges, blushes, batons, lá
is labiais, preparados anti-solares, bronzeadores e simulatórios, rímeis, sombras, d
elineadores, tinturas capilares, agentes clareadores de cabelos, fixadores, laquês
, brilhantinas e similares, tônicos capilares, depilatórios ou epilatórios, preparados
para unhas e outros.
Segundo o Decreto nº 79094 de 05/01/77
Segundo a RDC 211 de 14/07/05 (Anexo II)
Os produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes são classificados em função da pro
babilidade de ocorrência de efeitos não desejados devido ao uso inadequado do produt
o, sua formulação, finalidade de uso, áreas do corpo a que se destinam e cuidados a se
rem observados quando de sua utilização em Produtos Grau I e Grau II.
Segundo a RDC 211 de 14/07/05 (Anexo II)
Produtos Grau I: Se caracterizam por possuírem propriedades básicas ou elementares,
cuja comprovação não seja inicialmente necessária e não requeiram informações detalhadas qu
o ao seu modo de usar e suas restrições de uso, devido às características intrínsecas do p
roduto; Produtos Grau II: Possuem indicações específicas, cujas características exigem c
omprovação de segurança e/ou eficácia, bem como informações e cuidados, modo e restrições d
.
Segundo a RDC 211 de 14/07/05 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
1 Água de colônia, Água Perfumada, Perfume e Extrato Aromático. 2 Amolecedor de cutícula (
não cáustico). 3 Aromatizante bucal. 4 Base facial/corporal (sem finalidade fotoprot
etora). 5 Batom labial e brilho labial (sem finalidade fotoprotetora). 6 Blush/R
ouge (sem finalidade fotoprotetora). 7 Condicionador/Creme rinse/Enxaguatório capi
lar (exceto os com ação antiqueda, anticaspa e/ou outros benefícios específicos que just
ifiquem comprovação prévia). 8 Corretivo facial (sem finalidade fotoprotetora). 9 Crem
e, loção e gel para o rosto (sem ação fotoprotetora da pele e com finalidade exclusiva d
e hidratação). 10 Creme, loção, gel e óleo esfoliante ("peeling") mecânico, corporal e/ou f
cial.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
11 Creme, loção, gel e óleo para as mãos (sem ação fotoprotetora, sem indicação de ação pro
dividual para o trabalho, como equipamento de proteção individual - EPI - e com fina
lidade exclusiva de hidratação e/ou refrescância). 12 Creme, loção, gel e óleos para as per
as (com finalidade exclusiva de hidratação e/ou refrescância). 13 Creme, loção, gel e óleo
ara limpeza facial (exceto para pele acnéica). 14 Creme, loção, gel e óleo para o corpo
(exceto os com finalidade específica de ação antiestrias, ou anticelulite, sem ação fotopr
otetora da pele e com finalidade exclusiva de hidratação e/ou refrescância). 15 Creme,
loção, gel e óleo para os pés (com finalidade exclusiva de hidratação e/ou refrescância).
Delineador para lábios, olhos e sobrancelhas. 17 Demaquilante.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
18 Dentifrício (exceto os com flúor, os com ação antiplaca, anticárie, antitártaro, com ind
cação para dentes sensíveis e os clareadores químicos). 19 Depilatório mecânico/epilatório.
Desodorante axilar (exceto os com ação antitranspirante). 21 Desodorante colônia. 22
Desodorante corporal (exceto desodorante íntimo). 23 Desodorante pédico (exceto os c
om ação antitranspirante). 24 Enxaguatório bucal aromatizante (exceto os com flúor, ação an
i-séptica e antiplaca). 25 Esmalte, verniz, brilho para unhas. 26 Fitas para remoção m
ecânica de impureza da pele. 27 Fortalecedor de unhas.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
28 Kajal. 29 Lápis para lábios, olhos e sobrancelhas. 30 Lenço umedecido (exceto os co
m ação anti-séptica e/ou outros benefícios específicos que justifiquem a comprovação prévia
Loção tônica facial (exceto para pele acneica). 32 Máscara para cílios. 33 Máscara corpora
(com finalidade exclusiva de limpeza e/ou hidratação). 34 Máscara facial (exceto para
pele acneica, peeling químico e/ou outros benefícios específicos que justifiquem a co
mprovação prévia). 35 Modelador/fixador para sombrancelhas. 36 Neutralizante para perm
anente e alisante. 37 Pó facial (sem finalidade fotoprotetora).
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
38 Produtos para banho/imersão: sais, óleos, cápsulas gelatinosas e banho de espuma. 3
9 Produtos para barbear (exceto os com ação anti-séptica). 40 Produtos para fixar, mod
elar e/ou embelezar os cabelos: fixadores, laquês, reparadores de pontas, óleo capil
ar, brilhantinas, mousses, cremes e géis para modelar e assentar os cabelos, resta
urador capilar, máscara capilar e umidificador capilar. 41 Produtos para pré-barbear
(exceto os com ação anti-séptica). 42 Produtos pós-barbear (exceto os com ação anti-séptic
43 Protetor labial sem fotoprotetor. 44 Removedor de esmalte. 45 Sabonete abras
ivo/esfoliante mecânico (exceto os com ação antiséptica ou esfoliante químico).
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau I
46 Sabonete facial e/ou corporal (exceto os com ação anti-séptica ou esfoliante químico)
. 47 Sabonete desodorante (exceto os com ação anti-séptica). 48 Secante de esmalte. 49
Sombra para as pálpebras. 50 Talco/pó (exceto os com ação anti-séptica). 51 Xampu (exceto
os com ação antiqueda, anticaspa e/ou outros benefícios específicos que justifiquem a c
omprovação prévia). 52 Xampu condicionador (exceto os com ação antiqueda, anticaspa e/ou o
utros benefícios específicos que justifiquem comprovação prévia).
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
1 Água oxigenada 10 a 40 volumes (incluídas as cremosas exceto os produtos de uso me
dicinal). 2 Antitranspirante axilar. 3 Antitranspirante pédico. 4 Ativador/ aceler
ador de bronzeado. 5 Batom labial e brilho labial infantil. 6 Bloqueador Solar/a
nti-solar. 7 Blush/ rouge infantil. 8 Bronzeador. 9 Bronzeador simulatório. 10 Cla
reador da pele. 11 Clareador para as unhas químico. 12 Clareador para cabelos e pêlo
s do corpo.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
13 Colônia infantil. 14 Condicionador anticaspa/antiqueda. 15 Condicionador infant
il. 16 Dentifrício anticárie. 17 Dentifrício antiplaca. 18 Dentifrício antitártaro. 19 Den
tifrício clareador/ clareador dental químico. 20 Dentrifrício para dentes sensíveis. 21
Dentifrício infantil. 22 Depilatório químico. 23 Descolorante capilar. 24 Desodorante
antitranspirante axilar.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
25 Desodorante antitranspirante pédico. 26 Desodorante de uso íntimo. 27 Enxaguatório
bucal antiplaca. 28 Enxaguatório bucal anti-séptico. 29 Enxaguatório bucal infantil. 3
0 Enxaguatório capilar anticaspa/antiqueda. 31 Enxaguatório capilar infantil. 32 Enx
aguatório capilar colorante / tonalizante. 33 Esfoliante "peeling" químico. 34 Esmal
te para unhas infantil. 35 Fixador de cabelo infantil.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
36 Lenços Umedecidos para Higiene infantil. 37 Maquiagem com fotoprotetor. 38 Prod
uto de limpeza/ higienização infantil. 39 Produto para alisar e/ ou tingir os cabelo
s. 40 Produto para área dos olhos (exceto os de maquiagem e/ou ação hidratante e/ou de
maquilante). 41 Produto para evitar roer unhas. 42 Produto para ondular os cabel
os. 43 Produto para pele acneica. 44 Produto para rugas. 45 Produto protetor da
pele infantil. 46 Protetor labial com fotoprotetor. 47 Protetor solar.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
48 Protetor solar infantil. 49 Removedor de cutícula. 50 Removedor de mancha de ni
cotina químico. 51 Repelente de insetos. 52 Sabonete anti-séptico. 53 Sabonete infan
til. 54 Sabonete de uso íntimo. 55 Talco/amido infantil. 56 Talco/pó anti-séptico. 57
Tintura capilar temporária/progressiva/permanente. 58 Tônico/loção Capilar. 59 Xampu ant
icaspa/antiqueda. 60 Xampu colorante.
Segundo a RDC 211 (Anexo II)
Lista de Produtos Grau II
61 Xampu condicionador anticaspa/antiqueda. 62 Xampu condicionador infantil. 63
Xampu infantil.
História da Cosmetologia
- A história dos Cosméticos e da Cosmetologia confunde-se com a História da Humanidade
; - Desde as mais remotas civilizações podemos encontrar relatos do uso dos cosméticos
.
Primórdios
- Pinturas e tatuagens corporais; - Rituais tribais = Decoração do corpo para efeito
s especiais (pintura de guerra); - Uso de resinas e ungüentos perfumados em cerimôni
as religiosas; - Queima de plantas aromáticas Perfume (latim = através da fumaça ) - Óle
os de oliva e sésamo eram combinados com fragrâncias de plantas.
Egito 1400 AC
SÍMBOLO DA BELEZA ETERNA
- Egípcios = Primeiros usuários de cosméticos em larga escala:
* Sombras e rouge à base de Kohl (minério de antimônio ou manganês), Verde de Malaquita
(minério de cobre), Cinabre (minério de sulfeto de mercúrio) e Henna (extrato vegetal)
; * Cleópatra = Banhos com leite de cabra Pele suave e macia; * Faraós (Tutankamon)
= Sepultados em sarcófagos com todo o necessário para se manter belo (cremes, incens
o, potes de azeite).
Grécia 400 AC - 200 AC
- Cosméticos menos relacionados à religião e mais à Cientistas davam conselhos sobre die
ta, ciência exercícios físicos, higiene e cosméticos; Manuscritos de Hipócrates (Pai da Me
dicina) = Orientações sobre higiene, banhos de água e sol, importância do ar puro e ativ
idade física;
- Veneração de Vênus de Milo (Estátua grega que representa Afrodite, deusa da beleza físic
a).
Roma 180 DC
- Claudius Galen (médico grego) Pesquisa científica na manipulação de produtos cosméticos
Era Galênica
Galen desenvolveu um produto chamado Unguentum Refrigerans (cold cream) baseado
em cera de abelhas e bórax; - Surgimento da Alquimia = Ciência oculta que utilizava
formulações cosméticas para atos de magia e ocultismo.
-
Livros da época
Os produtos de beleza para o rosto da mulher Ovídio : Ensina a mulher a cuidar de
sua beleza através de receitas caseiras; Kama-Sutra Vatsyayana : Ensinamentos de c
omo aplicar essências na pele e cabelos, como colorir os cabelos, unhas, corpo, de
ntes e roupas.
-
Idade Média Idade das Trevas
Anos de clausura para a ciência cosmética Rigor religioso do cristianismo reprimiu o
culto à higiene e a exaltação da beleza, impondo recatadas vestimentas; Uso de cosmétic
os desapareceu completamente 500 anos sem um banho . -
Renascimento Século XV
- Retorno a busca do embelezamento; - Pintores retratam os costumes e hábitos de v
ida da época: Leonardo da Vinci Monalisa Retrata a mulher sem sobrancelhas, face a
mpla e alva, de tez suave e delicada. - A falta de higiene persiste mascarar o o
dor corporal. Criação de perfumes para
Idade Moderna Séc. XVII e XVIII
- Crescente evolução dos cosméticos; - Utilização de perucas cacheadas;
Paris, Rua Saint Honoré Venda de produtos cosméticos, depilatórios, pomadas, azeites, ág
uas aromáticas, sabonetes e outros artigos de beleza; Persistência do costume de não t
omar banho Crescimento da produção de perfumes regularmente Economicamente important
e para a indústria francesa desde o reinado de Luis XIV.
-
Idade Moderna Séc. XVII e XVIII
- Grande salto dos perfumes = 1725
Giovanni Maria Farina se estabeleceu em Colônia, na Alemanha Desenvolvimento da fa
mosa água de colônia .
Final do Século XVIII
- Puritanos, liderados por Oliver Cromwell Uso de cosméticos e perfumes ficou fora
de moda; - Parlamento Inglês (1770): Qualquer mulher. que se imponha, seduza e tr
aia no matrimônio qualquer um dos súditos de Sua Majestade, por utilizar perfumes, p
inturas, cosméticos, produtos de limpeza, dentes artificiais, cabelos falsos, espa
rtilho de ferro, sapatos de saltos altos, enchimento nos quadris, irá incorrer nas
penalidades previstas pela Lei contra a bruxaria. E o casamento será considerado
nulo e sem validade. Período mais negro na história dos cosméticos.
Idade Contemporânea Séc. XIX
- Cosméticos retomam a popularidade; - Fabricação artesanal de cosméticos pelas famílias d
e acordo com receitas próprias (sopas, limonadas, leites, água de rosas, creme de pe
pino); - Aumento da exposição do corpo por parte das mulheres; Surgimento de indústria
s de matérias-primas para a fabricação de cosméticos nos Estados Unidos, França, Japão, Ing
aterra e Alemanha Início do mercado mundial de cosméticos
Século XX
- Produção industrial de cosméticos; - Pós-guerra Mulher passa a ocupar, com desenvoltur
a e responsabilidade, atividades até então masculinas Liberação da mulher dos afazeres d
omésticos Cosméticos e produtos de higiene passam a ser comprados prontos Sucesso da
indústria cosmética.
1902
Chegada de uma jovem polonesa em Melbourne, na Austrália, trazendo consigo cremes
para a pele preparados artesanalmente pela família Pele das australianas sofria mu
ito com o clima quente e seco Helena Rubinstein abre seu primeiro salão de beleza
e mais tarde vai para os EUA onde se torna a principal força no desenvolvimento da
indústria de beleza. - Sua principal concorrente foi Elisabeth Arden.
1908
- Max Factor começa com maquiagem para teatro, na costa oeste dos EUA, mas logo pe
rcebe o potencial do mercado doméstico de consumo.
1932
- Charles Revlon estabelece sua empresa Revlon com um produto chamado inicialmen
te de verniz de unha e posteriormente de esmalte de unha.
1940
David McConnell = Vendedor de livros de porta-emporta resolveu presentear com pe
quenas amostras de perfumes cada venda Clientes mais interessados nos perfumes d
o que nos livros Surgimento da Avon.
1970 - 1980
- Surgimento de uma nova empresa na rua Oscar Freire 2 jovens desenvolviam produ
tos de em São Paulo beleza e ensinavam a forma correta de utilizá-los Nascimento da
Natura.
-
Curitiba, Paraná: Farmacêutico manipula fórmulas galênicas e perfumes em sua botica Desp
onta para a indústria cosmética O Boticário.
Final do Século XX
A ciência dos cosméticos é um fato inegável: * Finalidade Estética Embelezamento do corpo,
melhorando a imagem pessoal; * Finalidade Terapêutica Prevenção do envelhecimento da
pele e de outros fatores nocivos à saúde.
Evolução da Indústria Cosmética
- Transferência rápida de avanços tecnológicos do exterior para o Brasil; Desburocratização
dos - Criação da ANVISA regulamentos que regem a fabricação de cosméticos Aumento da veloc
idade do lançamento de novos produtos; - Atividades de entidades privadas represen
tativas do setor: Aprimoramento das atividades ABC e Abihpec/Sipatesp industriai
s;
ABC: Associação Brasileira de Cosmetologia. Abihpec: Associação Brasileira de Produtos d
e Higiene, Perfumes e Cosméticos. Sipatesp: Sindicato das Indústrias de Produtos de
Toucador do Estado de São Paulo.
Evolução da Indústria Cosmética
Surgimento das sociedades médicas de dermatologia e cirurgia plástica e das sociedad
es dos profissionais de estética Uso de cosméticos específicos - Consumidor mais exige
nte em relação à qualidade e benefícios prometidos pelo fabricante.
O papel do Cientista na Indústria Cosmética
Visão da Indústria
Para compreender os papéis dos cientistas cosméticos é importante saber quais os tipos
de empresa que constituem a indústria cosmética.
Visão da Indústria
Fornecedores de Matérias-primas:
Transformam matérias-primas básicas, como petróleo e óleos naturais, em matérias-primas co
sméticas que servirão de ingredientes para os produtos cosméticos.
Visão da Indústria
Visão da Indústria
Casas de Fragrâncias:
São fornecedores especializados de matérias-primas que desenvolvem e produzem fragrânc
ias para perfumar os produtos cosméticos.
Visão da Indústria
Fabricantes de Cosméticos (Indústrias Cosméticas propriamente ditas):
Desenvolvem e produzem produtos cosméticos estáveis, eficazes e seguros (sabonetes,
cremes, shampoos, maquiagens).
Visão da Indústria
Visão da Indústria
Fabricantes para terceiros:
São empresas que prestam serviços para outros fabricantes de cosméticos: Fabricação parcia
l ou total de produtos cosméticos; Envase de produtos cosméticos; Controle de qualid
ade; Armazenamento de produtos cosméticos.
-
Visão da Indústria
Fabricantes para terceiros:
No Brasil, o contrato de terceirização para produtos cosméticos é regulamentado pela Res
olução RDC nº 176, de 21/09/2006 ANVISA.
Visão da Indústria
Visão da Indústria
Laboratórios de Testes:
Realizam testes de avaliação de eficácia e segurança de produtos cosméticos.
Papel do Cientista
Químico formulador:
Desenvolve a formulação de um produto cosmético. Setor de atuação: Pesquisa e Desenvolvime
nto Fabricantes de Cosméticos e Fabricantes para terceiros.
Papel do Cientista
Analista:
Assegura que os produtos atendam aos padrões especificados pelas empresas, através d
a avaliação das matérias-primas (opcional) e dos produtos acabados. Desenvolvem os métod
os que serão usados pelo CQ Testes de química analítica e análise instrumental. Setor de
atuação: Controle de qualidade fisico-químico Fabricantes e Fornecedores.
Papel do Cientista
Microbiologista:
Realiza análises microbiológicas, com diversos objetivos: - Assegurar que os produto
s atendam aos padrões especificados pelas empresas, através da avaliação das matérias-prim
as (opcional) e dos produtos acabados; - Escolher o sistema conservante ideal de
produtos cosméticos; - Testar produtos com atividade antimicrobiana. Setor de atu
ação: CQ microbiológico, Desenvolvimento, Eficácia Fabricantes, Fornecedores e Laboratório
s.
Papel do Cientista
Engenheiro de processo:
Resolve problemas encontrados quando do aumento da escala: Laboratorial Industri
al. Setor de atuação: Produção Fabricantes e Fornecedores.
Papel do Cientista
Químico de Suporte de propaganda:
Justifica a propaganda feita sobre o produto através do desenvolvimento de criativ
os critérios de teste. Setor de atuação: Eficácia, Marketing Fabricantes, Laboratórios.
Papel do Cientista
Especialista em Legislação:
Assegura que a empresa e seus produtos atendam às legislações governamentais. Trabalho
dinâmico. Setor de atuação: Eficácia, Segurança, Meio ambiente, Recursos humanos Fabrican
tes e Fornecedores.
Papel do Cientista
Químico de Síntese:
Desenvolve rotas sintéticas para a produção de matérias-primas cosméticas. Setor de atuação
tese orgânica Fornecedores.
Papel do Cientista
Químico de aplicação:
Determina como os Fabricantes de cosméticos podem usar a matéria-prima cosmética recémsi
ntetizada através do desenvolvimento de formulações contendo-as. Oferecem suporte técnic
o. Setor de atuação: Desenvolvimento de aplicações técnicas Fornecedores.
Papel do Cientista
Vendedor técnico:
Transmite informações sobre funcionalidade e aplicação de matérias-primas cosméticas para o
Químicos formuladores de Fabricantes de cosméticos. Setor de atuação: Vendas Fornecedor
es.
Papel do Cientista
Perfumista:
Desenvolve formulações de fragrâncias. Coordena o processo de seleção de uma fragrância par
um produto cosmético. Setor de atuação: Perfumaria Casa de fragrâncias, Fabricantes.

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