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Curso Básico de Cálculo de Estruturas Metálicas

Curso Básico de Cálculo de Estruturas Metálicas

Objetivo deste curso


Fornecer ao aluno conhecimentos gerais sobre as estruturas em aço
através de material didático eletrônico.

Esclarecimento de dúvidas e capacitar o participante a realizar


dimensionamentos de elementos estruturais (Vigas, Pilares e Treliças ),
Mezaninos e Coberturas através de lições práticas e interações com
professores on-line.

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Cronograma

01. Histórico

02. Etapas da construção metálica

03. Elementos estruturais

04. Tipos de aço

05. Racionalização Estrutural

06. Modulação Arquitetura

07. Detalhes gerais da construção metálica

08. Entidades Normativas

09. Propriedades do aço

10. Resistência dos Aços

11. Tipos de Perfis

12. Tabela de Perfis

12.1 PERFIS SOLDADOS SÉRIE VS

12.2 PERFIS SOLDADOS SÉRIE CS

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Curso Básico de Cálculo de Estruturas Metálicas

12.3 PERFIS SOLDADOS SÉRIE CVS

12.4 USILIGHT - Perfis Eletrossoldados Dimensões e propriedades

12.5 Perfis Gerais

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Histórico da Estrutura Metálica

Vejamos de maneira rápida os antecedentes da estrutura metálica por


meio de algumas datas significativas:

Produção do Ferro
1720 » Obtenção de ferro por fundição com coque e início da produção
de ferro de primeira fusão em grandes massas.

1784 » Aperfeiçoamento dos fornos para converter ferro de primeira


fusão em ferro forjável.

1864 » Introdução do forno Siemens-Martin para produção de aço.

Conformação do ferro
Meados do Séc.XVIII – Laminação de chapas de ferro.

1830 » Laminação dos primeiros trilhos de trem.

1854 » Laminação dos primeiros perfis I sendo feita a primeira


normalização de um material utilizado na construção civil.

Utilização do ferro
1779 » Primeira obra importante de ferro, ponte sobre o Severn em
Coalbrookdale, na Inglaterra, projetada por Abraham Darby com vão de
30m.

Começo do Séc.XIX – Utilização de cabos em pontes.

1801 » Primeiro edifício industrial em ferro em Manchester.

1850 » Alcançou-se 300m de vão com ponte a cabo.

1851 » Início da utilização do ferro em grandes coberturas (naves);


Palácio de Cristal em Londres, projetado por Joseph Paxton.

1852 » Estações ferroviárias de Paddington (Londres).

1853 » Mercado Central do Halles (Paris).

1855 » Primeira ponte de grande vão com vigas.

1862 » Estações ferroviárias do Norte (Paris)

1866 » Construção de uma cobertura em Londres com 78m de vão.

1868 a 1874 »Ponte em aço sobre o Rio Mississipi em St. Louis,

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projetada por Eads, com 3 arcos treliçados, tendo o maior deles 159m de
vão.

1875 » Palácio de Cristal (Petrópolis).

1879 » Edifício Leiter I, construído pela “Escola de Chicago”.

1883 » Ponte de Brooklyn (New York), pensil com 487m de vão.

1890 » Ponte sobre o “Firth of Forth” (Escócia) em balanço duplo


treliçado, com vão central de521m.

1894 » Edifício Reliance construído pela “Escola de Chicago”.

1901 » Estação da Luz (São Paulo); Mercado do Ver-0-Peso (Belém);


Estação Ferroviária de Bananal (Bananal).

1910 » Teatro José de Alencar (Fortaleza).

1910 a 1913 » Viaduto Santa Efigênia construído com estrutura belga,


com 225m de comprimento vencidos por três arcos.

Na década de 30 » Edifício Chrysler e o Empire State (110 andares)


ambos em Nova York.

Como se pode notar pelas datas acima, o emprego do ferro a princípio


estava restrito a pontes, porém, mais tarde, com o advento da revolução
industrial, começou-se a generalizar o uso do aço, exceto para
residências.

A utilização do ferro foi um fator importante no distanciamento entre os


engenheiros e os arquitetos da época, pois a construção com arquitetura
classicista era muito conservadora em relação à explosão da revolução
industrial.

A comparação das palavras Hábito e Habitação é uma boa ilustração do


conservadorismo que sempre reinou na construção.

Uma das maiores ajudas que o ferro recebeu no final do Séc.XIX para se
estabelecer, inclusive em residências, foi o encarecimento da matéria
prima e da mão-de-obra para estruturas de madeira e o estabelecimento
de normas contra incêndios mais rígidas, sem falar na possibilidade de
melhor aproveitamento dos espaços com maiores vãos.

A Escola de Chicago:
Chicago, depois da quase completa destruição pelo incêndio de 1871,
teve um período de auge na construção, principalmente com a chegada
das estradas de ferro, que transformaram a cidade num dos maiores
mercados do mundo para o trigo, alimentação, máquinas e ferramentas.

Para suprir tão grande e rápido crescimento da cidade, a única maneira


de satisfazer as exigências do mercado era a verticalização com estrutura
metálica, tanto pela a resistência ao fogo, como pela maior resistência
estrutural e pelo maior aproveitamento dos espaços com grandes vãos.

Em 1895 o novo método já era corrente em todos os Estados Unidos, a


exemplo de Chicago, o que foi ainda mais facilitado com a invenção do
elevador por E.G. Otis.

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A Escola Européia:
França, Bélgica e Suíça

A França sempre esteve junto com a Inglaterra nos avanços do uso do


ferro e do aço, principalmente no aspecto relativo a pontes onde se
destacou Gustave Eiffel. Depois de uma série de exposições universais de
tecnologia em Paris, o ferro passou a ter um papel muito importante. A
Torre Eiffel, que foi um símbolo criado para a exposição de 1889, apesar
da grande polêmica que causou, abriu caminho para outras obras,
inclusive algumas grandes e discutíveis como um arco triarticulado de
110m de vão na Galeria das Máquinas em Paris.

Com a Primeira Grande Guerra a Europa mergulhou num mar de


retrocessos e conservadorismos, dificultando o uso do aço e facilitando o
desenvolvimento dos conceitos de uso de concreto armado, sendo Perret
e Garnier dois de seus precursores. Mesmo com este retrocesso, ainda foi
possível, graças a Lê Corbusier, manter a estrutura metálica viva e
competitiva na Europa.

A Indústria Siderúrgica no Brasil


Somente após a 2a. Guerra Mundial com a construção da Usina de Volta
Redonda no Rio de Janeiro, a Indústria Siderúrgica implantou-se de fato
no Brasil.

Datam das décadas de 50/60 alguns bons exemplos de obras em


estrutura de aço no Brasil, tais como o Edifício Avenida Central no Rio de
Janeiro, com 34 andares e o Viaduto Rodoviário sobre a BR-116, em
Volta Redonda.

Obras atuais construídas no Estado de São Paulo, que merecem destaque


são a Estação do Largo 13 de Maio, da FEPASA, as pontes vicinais
construídas pelo Governo Estadual, as construções padronizadas de
interesse social (creches, por uso comercial ou habitacional), construídos
não só na Capital, como também no interior, além, é claro, de inúmeras
obras industriais.

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Etapas da construção metálica

I - Projetos:

II - Fabricação:
Sempre a "fábrica" de estruturas metálicas deve corresponder a uma
instalação fixa, com a característica fundamental é a mecanização e
racionalização, com os consequentes ganhos de produtividade, qualidade
prazos, custos, etc. Nesta etapa se utilizam os desenhos do Projeto de
Fabricação e nos países com tradição em estrutura metálica os
fabricantes se quer chegam a conhecer o projetista ou o montador,
cabendo ao gerenciador da obra a escolha do fabricante ou do montador.

III - Montagem:
A etapa de montagem é totalmente definida no projeto de montagem,
sendo este projeto também o responsável na determinação dos
equipamentos que devem ser utilizados na obra especifica (guindastes,
gruas, moitões, máquinas de solda, etc), permitindo-se assim um rígido
controle de qualidade. Entre a fabricação e montagem ressaltamos o
transporte das peças como de especial importância, limitações como
tamanho ou peso das peças já deverão ter sido analisadas no projeto
básico (estrutural).

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ELEMENTOS ESTRUTURAIS

Introdução
No Brasil, os sistemas construtivos tradicionais, tem hoje, nas estruturas
metálicas e nos componentes construtivos, elementos altamente
competitivos do ponto de vista técnico e de custo compatíveis de
construção. Devemos isto, a bem desenvolvida tecnologia de produção
(existência de aços de alta qualidade, específicos para edificações com
alta resistência mecânica e à corrosão, e boa aderência à pintura - Ex.
aço tipo SAC 41 - USIMINAS) que permite uso generalizado do aço em
obras de pequeno, médio e grande porte, com exploração arquitetônica
do material, dentro de critérios próprios de utilização.

Devemos isto também, à bem desenvolvida tecnologia de projetos,


existente nas empresas brasileiras de engenharia e consultoria, nos
escritórios de arquitetura e cálculo, e no grande potencial representado
pela formação de novos técnicos nas áreas de projeto e construção.

O trabalho resultante do aproveitamento das tecnologias de projeto e


produção, permite o uso do aço produto de grande qualidade, alto
rendimento construtivo, disponível no mercado para pronta utilização.

Para efetiva utilização do aço nas edificações, é necessário ao arquiteto e


ao calculista conhecerem as propriedades especiais, leis próprias, e
características do material, de modo que se possa obter ganhos de
eficiência nos projetos e obras a serem executadas.

Como material específico de construção o aço apresenta vantagens


técnicas sobre processos construtivos convencionais, tais como, alta
resistência a compressão (seis vezes superior que a resistência do
concreto), alta resistência em relação ao peso próprio, alto módulo de
elasticidade, resistência à tração, homogeneidade do produto, etc.

Vantagens também para a utilização do aço são apontadas na pré-


fabricação dos elementos estruturais, na possibilidade de reutilização das
estruturas (que podem ser montadas, desmontadas e remontadas), na
flexibilidade das expansões, acréscimos, e na alta qualidade do produto
acabado.

A obtenção das vantagens oferecidas pelo aço como elemento construtivo


está ligada ao desenvolvimento do projeto de arquitetura. A estrutura
metálica implícita e exige a presença do arquiteto como executador de
um projeto racionalizado, que explore bem as características técnicas do
material, desenvolvendo soluções conjuntas com o calculista.

Arquitetos e calculistas, entrosados em equipes, trabalham em cima de


sistemas modulares, interagindo para melhor aproveitamento do produto

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e barateamento dos custos de construção.

O Projeto de arquitetura é fator condicionante e determinante para o bom


resultado da obra em estruturas metálicas, sendo fundamental para o
sucesso do empreendimento.

Cabe ao arquiteto elaborá-lo dentro do conhecimento especifico do


produto a ser utilizado (chapa plana de aço).

O desenvolvimento das relações de projeto , os fatores condicionantes do


programa, a inter-relação das funções, a integração dos espaços físicos e
psíquicos,. as definições dos detalhes, fixações acabamentos, o resultado
estético, as implicações de todos os itens no custo da obra, serão
previstos na elaboração do projeto de arquitetura.

O calculista trabalha juntamente com o arquiteto na racionalização do


uso do produto, otimizando resultados, economizando custos.

O projeto arquitetônico em estruturas metálicas é preciso, pois o


arquiteto trabalha com um produto industrializado, reduzindo as
improvisações da obra ao mínimo, resolvendo problemas na elaboração
do projeto, na prancheta, antes da fabricação da estrutura.

Assim, projeto de arquitetura e projetos complementares (civil, elétrico,


hidráulico, ar condicionado, instalações especiais, etc) desenvolvidos
dentro de critérios específicos, levam em conta o fato de que o processo
da construção metálica é resultado do uso de um sistema industrializado
(em tudo ou em parte, quando tratamos somente da estrutura da
edificação), exigindo definições precisas de partidos, volumes, detalhes,
desenvolvidos em prancheta, construídos em fábrica, finalizados na obra,
racionalizando a construção.

As definições do projeto de arquitetura estão, não somente nas áreas de


um determinado programa e suas relações intrínsecas, mas também na
elaboração dos detalhes das fixações, soldas, articulações e das peças no
todo da construção, como material a ser explorado no projeto de
arquitetura, o aço permite maiores vãos (em relação aos processos
convencionais) menores alturas de vigas (geralmente 1/2 do vão a ser
vencido) leveza do conjunto edificado, possibilidade de exploração de
vãos, ângulos, balanços, linhas retas ou curvas e detalhes.

A alta resistência à corrosão e a alta aderência à pintura dos aços para


construção (ex. aço linda SAC - USIMINAS - SAC 41 - SAC 50) possibilita
exploração estética da cor, facilitando a leitura da estrutura e detalhes,
finalizando um produto de alta qualidade de fabricação e acabamento,
precisão no nivelamento e alinhamento da obra, resultado de um rígido
controle de qualidade no processo de fabricação do produto
industrializado.

MODULAÇÃO ARQUITETÔNICA

A concepção do projeto arquitetônica em estruturas metálicas está


centralizada na modulação da edificação em função das dimensões de
produção de chapas.

A utilização do sistema modular parte do princípio que o projeto de


arquitetura é a base que possibilita através da racionalização, maior
economia nos custos e melhor qualidade no produto final: :obra pronta.

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O uso da estrutura metálica implícita projeto de arquitetura modulado,


ligado a racionalização dos meios de produção.

A norma DIN 18.000, define o módulo fundamental como "M" e sua


magnitude como "M" = 100mm.

A modulação para a chapa padrão varia em função do módulo


fundamental, assim 3000mm = 3m e 6000 = 6m e sucessivamente para
efeito de simplificação usamos "M" como módulo padrão para
determinada estrutura, mantendo correspondência entre o módulo usado
e o comprimento padrão da chapa produzida.

O arquiteto trabalha sobre a modulação fazendo com que as peças da


estrutura se encaixem, permitindo maior número de peças repetidas
possível.

A soma total das peças do reticulado deve ser um número tal que
contenha múltiplos ou sub-múltiplos do módulo relacionado à chapa
padrão.

A modulação arquitetônica é ferramenta útil para evitarem-se


interferências e permitir maior integração com os demais componentes
da construção, porém a modulação nem sempre é possível em todas as
peças que compõem uma edificação.

As variações arquitetônicas no partido são possíveis combinando-se


módulos e sub-módulos, variando os reticulados sem direções desejadas
(ver anexo).

Em países onde a construção industrializada atingiu altos níveis de


produção e qualidade é possível chegar-se a detalhes de relação entre as
derivações do módulo fundamental M = 100mm e seus sub-módulos ou
múltiplos para as diversas peças que compõem a obra.

A opção por um sistema modulado em estruturas metálicas visa as


vantagens expostas deste tipo específico de construção.

Em certas regiões brasileiras já são produzidas peças de fechamento


compatíveis com o sistema modular da estrutura metálica (ex-blocos de
baixa densidade para construção).

Podemos afirmar então, que na falta de um sistema padronizado de


construção, a modulação da estrutura arquitetônica funciona como
catalisador da racionalização.

Em um futuro a médio prazo, esperamos que estudos conjuntos


permitam a coordenação modular arquitetônica, (em todos os
componentes da obra) possibilitando economia de escala na construção.

As técnicas de abordagem da criação arquitetônica, racionalizando


módulos, é o primeiro passo para esta economia.

Em edíficios de andares múltiplos, onde normalmente repetem-se


andares tipo, o módulo identifica a montagem e mesmo a obra pronta
pela possibilidade de marcação plástica dos elementos que o compõem.

Contraventamentos e outros elementos destinados a dar maior rigidez a


estrutura também podem marcar plasticamente o conjunto,
caracterizando a obra e possibilitando ao arquiteto vantagens estéticas

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de um elemento de composição arquitetônica.

A solução integrada (projeto arquitetônico, civil, complementares), a


visão do todo arquitetônico e dos detalhes, racionaliza o processo do
projeto e construção e simplifica os processos de fabricação-montagem e
acabamento, torna os custos compativeis com soluções propostas e
contribui para atingir objetivos propostos para a utilização do aço na
construção.

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Tipos de aço

Define-se normalização como sendo o modo de estabelecer e aplicar


regras com a finalidade de ordenar um determinado campo de atividade
para o beneficio e com a cooperação de todos os interessados. Suas
aplicações principais são:

Para a construção metálica só tem interesse analisarmos os chamados


aços estruturais, tais aços são assim denominados tem características de
resistência e outras propriedades adequadas ao uso em elementos
estruturais que suportam cargas.

I. Aços Carbono
(mais usual em construção metálica)

Segundo a NBR 6215 aço carbono é aquele não contém elementos de liga
isto é, apenas teores residuais de Cr = 0,20%, Ni = 0,25% etc e no qual
os teores de Si e Mn não ultrapassem limites máximos de 0,60% e
1,65% respectivamente.
São classificados em função do teor de carbono.

a) Baixo Carbono: C ≤ 0,30%


Limite de resistência: 440 N/mm²

Características:
» Boa tenacidade, conformabilidade e soldabilidade.
» Baixa temperabilidade.

Aplicações:
» Pontes, edifícios, navios, vagões, caldeiras, tubos gerais, estruturas
mecânicas, etc.

b) Médio Carbono: 0,30% < C ≤ 0,50%


Limite de resistência: 440 a 590 N/mm²

Características:
» Média conformalidade e soldabilidade.
» Média temperalidade.

c) Aço de Alto Carbono:


Limite de resistência: 590 a 780 N/mm²

Características:
» Má conformabilidade e soldabilidade. Altas temperaturas e resistência
ao desgaste.

Aplicações
» Peças metálicas, parafusos especiais, implementos agrícolas, trilhos e

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rodas ferroviárias, etc.

II. Aço de alta resistência a corrosão atmosférica


(Aços patináveis ou aclimáveis)

Por se tratar de aço composto pela mistura de várias ligas como, Cu, Ni,
Cr, etc, é conhecido como aço de BAIXA LIGA. São largamente utilizadas
no Brasil e conhecidas pelos seus nomes comerciais: Niocor, COS-AR-
COR, SAC e mais genéricamente CORTEN.
Sua resistência a corrosão está relacionada com a atmosfera em que o
material é aplicado, assim sendo, em atmosfera marinha severa e
atmosferas industriais agressivas é obrigatória a aplicação de
revestimento, em obras sem revestimento, atenção especial do projetista
deve ser dada a pontos de estagnação evitando retenção de água ou
resíduos sólidos, que favorecem desenvolvimento da corrosão.

Aços patináveis com revestimento em epoxi bi-componentes (Primer +


Acabamento) na nossa opinião a melhor solução para tratamento a
corrosão atmosférica.
Aços para usos estruturais segundo NBR (8800/86)
Projeto e execução de Estrutura de Aço.

NBR.7007 - Aços para perfis laminados para uso estrutural.


NBR.6648 - Chapas finas de aço carbono para uso estrutural a frio.


NBR.5000 - Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência


mecânica.

NBR.5008 - Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência


mecânica resistentes a corrosão atmosférica para usos estruturais/

NBR.5920/5921 - Chapas finas de aço de baixa liga e alta


resistência mecânica, resistente a corrosão atmosférica, para usos
estruturais a frio e a quente.

NBR.8261 - Perfil tubular de Aço Carbono, formado a frio, com e


sem costura de secção circular, quadrado ou retangular.

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Racionalização Estrutural

O tipo do edifício, suas finalidades e sua utilização, caracterizam uma


arquitetura específica, a qual tentará suprir os requisitos da edificação de
maneira adequada.

Acompanhando o conceito de “Alto Padrão”sempre que vêm aliadas as


palavras arrojo e requinte, as quais se adaptam muito bem a
metodologia de emprego da Estrutura Metálica.

Dentro de um conceito de arquitetura onde se prega o livre uso da


imaginação para dar personalidade a um espaço, mantendo a praticidade,
a beleza plástica e a originalidade, fica difícil trabalhar dentro do padrão
de construção barata, ou seja, um cubo com janelas e portas.

A arquitetura de grandes vãos e grandes balanços encontra um meio de


utilização ideal nas construções de Alto Padrão, cuja estética é conciliada
com o arranjo estrutural necessário.

O desenvolvimento e a aplicação da arquitetura não devem ser barrados


por limitações de cunho histórico ou técnico, como se pode perceber
claramente no Brasil, onde notadamente tem sido empregado um
conservadorismo muito grande em termos de processos construtivos.

Não se tem o costume de analisar novas técnicas e métodos, apenas


porque, ilusoriamente, os métodos convencionais são mais baratos, ou
pelo menos não sofrem a interferência de setores especializados da
construção. Esta tradição construtiva, que emprega basicamente o
concreto como elemento estrutural tem sido tão forte, que mesmo nos
casos onde seria recomendado o uso da estrutura metálica, usa-se a de
concreto com conseqüente aumento de custo. Isto tem bloqueado o
avanço da estrutura metálica pois cada método tem o seu campo de
atuação, sem que tenha que bloquear ou prejudicar o outro.

Deve ficar bem claro que o uso da estrutura metálica deve


necessariamente estar associado a casos onde ela de fato seja
economicamente e praticamente mais viável que outras técnicas, caso
contrário, correríamos o risco de criar uma nova tradição de uso de aço,
em detrimento do uso destas outras técnicas. Em nenhum instante
deverá ser dita a frase “A estrutura metálica é mais barata que a de
concreto”, de maneira absoluta, mesmo porque, não é verdade, já que
para obras simples onde a arquitetura não nos obrigue a usar da esbeltez
do aço ou não seja necessário o uso de grandes vãos, balanços e formas
de difícil execução em concreto, a estrutura de concreto passa ser
economicamente vantajosa. Por outro lado, numa estrutura onde a
repetitividade seja grande, a necessidade de rigor dimensional, a leveza e
a esbeltez sejam requisitos básicos, o que normalmente são em edifícios

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comerciais, o aço passa ser bem mais vantajoso.

É claro que o uso de estrutura metálica sugere algumas vantagens


acessórias, que em certos casos tornam-se de vital importância para o
projeto, como a rapidez da execução, a limpeza da obra, a menor área
necessária para canteiro de obra, etc.

Obras que necessitam de leveza por problemas de fundações sobre solos


ruins, por problemas de acessibilidade, necessidade de rapidez por
instabilidade do tempo, obras de ampliação, de adição de andares, ou
obras com necessidade de poucos apoios, estruturas suspensas, ou obras
com problemas topográficos, todas estas têm muito mais receptividade e
exeqüibilidade na técnica da estrutura metálica.

Em relação ao conceito de arquitetura deve-se fazer uma ressalva. A


arquitetura pode condicionar o uso da estrutura metálica por dois meios
diferentes. Um deles é o estilo, uma forma de expressão nitidamente
ligada a busca da beleza, como uma marca, uma diferenciação da
estrutura. É uma caracterização da edificação. O outro meio é a
necessidade, basicamente estabelecida para atender a um tipo específico
de solicitação do contratante. Partindo-se de uma condição pré-
estabelecida para o resultado final da obra, desenvolve-se uma
arquitetura aplicável. Obviamente na maioria dos casos os dois meios
coexistem de modo que um sempre interfere no outro, causando como
resultado final o arrojo, a funcionalidade e principalmente a diferenciação.

A arquitetura brasileira ainda se ressente da falta deste conceito de


arrojo, salvo exceções, das arquiteturas norte-americana, européia e
mais recentemente japonesa, o que se deve principalmente ao
comodismo justificado pelo hábito de se utilizar dos padrões de
construção em concreto, já tão arraigados na nossa cultura. Talvez até
pelas condições da economia do país, ainda não se tenha tomado o rumo
da construção metálica em escala tão grande como no exterior, usando-
se portanto, o velho conceito de comparação pura e simples , sem a
análise subjetiva de vantagens acessórias e da valorização da forma.

Analisando-se financeiramente a estrutura metálica em comparação com


a estrutura de concreto, mais a nível de investimento, obviamente dentro
do tema “Alto Padrão”, temos a seguinte rotulação:

A – Estrutura Metálica:
Devido a rápida execução da estrutura, o investidor verá seus recursos
aplicados ao longo de um período mais curto em relação às construções
convencionais, o que gera uma segurança maior, pois ele estará menos
sujeito a reajuste e correções devidos a um cenário econômico instável.
Conseqüentemente o retorno de seu investimento será mais breve.

B – Estrutura de Concreto:
As estruturas de concreto em geral, quando comparadas com as de aço,
possuem em prazo de execução maior. Portanto, numa economia como a
do Brasil, os materiais, principalmente o cimento, que não é estocado,
ficam sujeitos a grandes variações de preços, o que leva a correções,
distorções no custo total da obra num volume muito grande.

Particularização

a) Pequeno Investidor:
é aquele que, em geral, faz a estrutura para uso próprio, mais
comumente residencial. Este investidor não dispõe de grande volume de
recursos e logicamente não tem fontes que possam gerar tais recursos.

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Portanto, não é interessante para ele fazer um investimento, do qual não


se sabe o montante e nem ao menos como será o desembolso. É nessa
hora que a estrutura metálica facilita o investimento, pois o investidor
sabe exatamente o tanto de recursos necessários e a resposta para o
investimento é imediata, mesmo que o concreto seja mais barato. Este
investidor, normalmente, já investiu no mercado da construção, quer seja
em construção unifamiliar (por administração) ou em edifício (preço de
custo) e ele, mais do que ninguém, conhece as divergências entre os
custos orçados e os custos reais, sendo que ele é hoje, sem dúvida, a
maior força na utilização da construção estrutural metálica. Em geral, são
profissionais liberais e empresários não ligados a área da construção civil.

b) Grande Investidor:
em geral é aquele que constrói para comercializar o imóvel, portanto,
necessita de um retorno rápido para não ficar com o capital imobilizado.
A estrutura metálica consegue agilizar a obra diminuindo o tempo de
imobilização de capital, diminuindo conseqüentemente a possibilidade de
prejuízos por mudanças na política econômica.

Aplicação Econômica da Estrutura Metálica

a) Edifício de escritório em geral:


Para este tipo de utilização, a arquitetura busca compatibilizar os espaços
de maneira que haja o maior aproveitamento da área,
conseqüentemente, dá-se preferência a um arranjo estrutural com pilares
periféricos e grandes vãos, onde a esbeltez e a leveza são importantes,
portanto a estrutura metálica é recomendada.

Outro ponto a ser considerado é que frente a repetitividade causada pela


modulação, técnica bastante utilizada na engenharia e na arquitetura, a
produção em série de peças estruturais em aço barateia ainda mais a
estrutura e conseqüentemente, a montagem, também repetitiva, fica
mais fácil e ágil, diminuindo o gasto com mão-de-obra e com tempo de
uso de equipamentos em geral.

b) Residências de Alto Padrão:


A estrutura metálica, dentro de condições de técnicas, disponibilidade de
mão-de-obra e de capacidade de produção de perfis metálicos, não se
presta, ainda, no Brasil, para a utilização em residências de baixo custo
como as de conjuntos habitacionais para população de baixa renda, o que
não significa que não possa vir a ser, quando as tradições derem lugar as
pesquisas.

A utilização da estrutura metálica em residências de alto padrão está


diretamente associada às disposições do projeto de arquitetura, onde se
valoriza a forma e o melhor aproveitamento dos espaços. Por exemplo,
uma sacada, elemento constantemente empregado neste tipo de projeto,
com um balanço muito grande, sem dúvida, uma estrutura metálica
desempenharia um papel melhor do que o concreto: ou então numa sala
sem pilares centrais, o que aumentaria muito os vãos, também viabiliza a
estrutura metálica. Os mezaninos, em geral, com formas suaves e
discretas, dando a sensação de estarem flutuando, só conseguem este
efeito de leveza se executados com perfis metálicos.

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Modulação arquitetônica
para projetos em estruturas metálicas

RESUMO
A modulação implícita nos projetos de arquitetura em estruturas
metálicas, funciona como ferramenta útil a racionalização dos processos
de projeto e construção, contribuindo para melhor qualidade dos mesmos.

O arquiteto e o engenheiro civil trabalhando em equipe, utilizando aços


específicos para construção de edifícios (linha SAC - Usiminas), minimiza
perdas nos cortes, otimiza custos, tornando-os compatíveis com o
objetivo proposto: desenvolver o uso do aço.

PRÓLOGO
A revolução social partindo da revolução industrial no século XVIII
acarretou uma pressão social sobre os meios de produção.

As grandes conquistas tecnológicas advindas da introdução do


maquinário na agricultura elevaram as expectativas das populações que,
participando ativamente nos processos produtivos, iniciaram um
crescente movimento de urbanização das cidades.

A revolução industrial rompendo com tradições seculares marca a


sociedade com:

a valorização do capital;

o grande aumento do trabalho operário em detrimento dos


processos artesanais;

o aumento da população como um todo e o processo de urbanização


das cidades;

a consciência de organização social (através de movimentos


reivindicatórios); e

a criação de um modelo de desenvolvimento de produção em escala.

As oportunidades surgidas com a revolução industrial imprimiram um


rápido crescimento da indústria siderúrgica que, com Bessemer, partiu
para a utilização de aço em vários ramos da sociedade.

O aço em si, usado desde os primórdios da civilização como elemento


importante para a segurança dos povos (armas), passa então a servir
como arma de apoio ao desenvolvimento das nações, através dos
equipamentos agrícolas e através de sua aplicação na construção.

No século XX, a popularização dos bens de consumo incrementa

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grandemente a produção siderúrgica na Europa e nos Estados Unidos.

No Brasil o trabalho caminhou por meio dos esforços pioneiros para a


instalação de um parque siderúrgico moderno, através da Belgo-Mineira,
Manesmann, Acesita, CSN, USIMINAS, Cosipa. Tais empresas iniciaram
processo de produção e participação ativa no desenvolvimento de novas
tecnologias de produção.

Com isto, partiu-se para a produção de bens de consumo, consolidação


das indústrias de base e conscientização de nossa capacidade para
produção de aços de alta qualidade, que atendem com boa performance
nossas necessidades de produção e consumo.

A carência de uma grande indústria de bens de capital e de bens de


consumo no País foram alvo primeiro da implantação da siderurgia.
Partimos para a produção de veículos, navios e bens de capital, que nos
levaram ao alto grau de desenvolvimento da nossa indústria mecânica e
de transformação.

Por pouca disponibilidade de produção do uso dos processos


convencionais e do concreto armado (que atendiam plenamente às
necessidades habitacionais do País), o mercado de construção civil foi
considerado uma alternativa a ser desenvolvida quando do pleno
processo de consolidação das empresas de base e quando da
competividade do uso do aço na construção em comparação aos
processos mencionados.

Hoje, após identificar uma crescente demanda habitacional pela pressão


social nas cidades de médio e grande porte e após considerar vantagens
da utilização do aço na construção civil, passa a ser desenvolvido um
modelo de "approach" do mercado de construção, com o objetivo de
incentivar o consumo de aço nesta área.

ELEMENTOS ESTRUTURAIS

Introdução
No Brasil, os sistemas construtivos tradicionais, tem hoje, nas estruturas
metálicas e nos componentes construtivos, elementos altamente
competitivos do ponto de vista técnico e de custo compatíveis de
construção. Devemos isto, a bem desenvolvida tecnologia de produção
(existência de aços de alta qualidade, específicos para edificações com
alta resistência mecânica e à corrosão, e boa aderência à pintura - Ex.
aço tipo SAC 41 - USIMINAS) que permite uso generalizado do aço em
obras de pequeno, médio e grande porte, com exploração arquitetônica
do material, dentro de critérios próprios de utilização.

Devemos isto também, à bem desenvolvida tecnologia de projetos,


existente nas empresas brasileiras de engenharia e consultoria, nos
escritórios de arquitetura e cálculo, e no grande potencial representado
pela formação de novos técnicos nas áreas de projeto e construção.

O trabalho resultante do aproveitamento das tecnologias de projeto e


produção, permite o uso do aço produto de grande qualidade, alto
rendimento construtivo, disponível no mercado para pronta utilização.

Para efetiva utilização do aço nas edificações, é necessário ao arquiteto e


ao calculista conhecerem as propriedades especiais, leis próprias, e

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características do material, de modo que se possa obter ganhos de


eficiência nos projetos e obras a serem executadas.

Como material específico de construção o aço apresenta vantagens


técnicas sobre processos construtivos convencionais, tais como, alta
resistência a compressão (seis vezes superior que a resistência do
concreto), alta resistência em relação ao peso próprio, alto módulo de
elasticidade, resistência à tração, homogeneidade do produto, etc.

Vantagens também para a utilização do aço são apontadas na pré-


fabricação dos elementos estruturais, na possibilidade de reutilização das
estruturas (que podem ser montadas, desmontadas e remontadas), na
flexibilidade das expansões, acréscimos, e na alta qualidade do produto
acabado.

A obtenção das vantagens oferecidas pelo aço como elemento construtivo


está ligada ao desenvolvimento do projeto de arquitetura. A estrutura
metálica implícita e exige a presença do arquiteto como executador de
um projeto racionalizado, que explore bem as características técnicas do
material, desenvolvendo soluções conjuntas com o calculista.

Arquitetos e calculistas, entrosados em equipes, trabalham em cima de


sistemas modulares, interagindo para melhor aproveitamento do produto
e barateamento dos custos de construção.

O Projeto de arquitetura é fator condicionante e determinante para o bom


resultado da obra em estruturas metálicas, sendo fundamental para o
sucesso do empreendimento.

Cabe ao arquiteto elaborá-lo dentro do conhecimento especifico do


produto a ser utilizado (chapa plana de aço).

O desenvolvimento das relações de projeto , os fatores condicionantes do


programa, a inter-relação das funções, a integração dos espaços físicos e
psíquicos,. as definições dos detalhes, fixações acabamentos, o resultado
estético, as implicações de todos os itens no custo da obra, serão
previstos na elaboração do projeto de arquitetura.

O calculista trabalha juntamente com o arquiteto na racionalização do


uso do produto, otimizando resultados, economizando custos.

O projeto arquitetônico em estruturas metálicas é preciso, pois o


arquiteto trabalha com um produto industrializado, reduzindo as
improvisações da obra ao mínimo, resolvendo problemas na elaboração
do projeto, na prancheta, antes da fabricação da estrutura.

Assim, projeto de arquitetura e projetos complementares (civil, elétrico,


hidráulico, ar condicionado, instalações especiais, etc) desenvolvidos
dentro de critérios específicos, levam em conta o fato de que o processo
da construção metálica é resultado do uso de um sistema industrializado
(em tudo ou em parte, quando tratamos somente da estrutura da
edificação), exigindo definições precisas de partidos, volumes, detalhes,
desenvolvidos em prancheta, construídos em fábrica, finalizados na obra,
racionalizando a construção.

As definições do projeto de arquitetura estão, não somente nas áreas de


um determinado programa e suas relações intrínsecas, mas também na
elaboração dos detalhes das fixações, soldas, articulações e das peças no
todo da construção, como material a ser explorado no projeto de
arquitetura, o aço permite maiores vãos (em relação aos processos

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convencionais) menores alturas de vigas (geralmente 1/2 do vão a ser


vencido) leveza do conjunto edificado, possibilidade de exploração de
vãos, ângulos, balanços, linhas retas ou curvas e detalhes.

A alta resistência à corrosão e a alta aderência à pintura dos aços para


construção (ex. aço linda SAC - USIMINAS - SAC 41 - SAC 50) possibilita
exploração estética da cor, facilitando a leitura da estrutura e detalhes,
finalizando um produto de alta qualidade de fabricação e acabamento,
precisão no nivelamento e alinhamento da obra, resultado de um rígido
controle de qualidade no processo de fabricação do produto
industrializado.

MODULAÇÃO ARQUITETÔNICA
A concepção do projeto arquitetônica em estruturas metálicas está
centralizada na modulação da edificação em função das dimensões de
produção de chapas.

A utilização do sistema modular parte do princípio que o projeto de


arquitetura é a base que possibilita através da racionalização, maior
economia nos custos e melhor qualidade no produto final: :obra pronta.

O uso da estrutura metálica implícita projeto de arquitetura modulado,


ligado a racionalização dos meios de produção.

A norma DIN 18.000, define o módulo fundamental como "M" e sua


magnitude como "M" = 100mm.

A modulação para a chapa padrão varia em função do módulo


fundamental, assim 3000mm = 3m e 6000 = 6m e sucessivamente para
efeito de simplificação usamos "M" como módulo padrão para
determinada estrutura, mantendo correspondência entre o módulo usado
e o comprimento padrão da chapa produzida.

O arquiteto trabalha sobre a modulação fazendo com que as peças da


estrutura se encaixem, permitindo maior número de peças repetidas
possível.

A soma total das peças do reticulado deve ser um número tal que
contenha múltiplos ou sub-múltiplos do módulo relacionado à chapa
padrão.

A modulação arquitetônica é ferramenta útil para evitarem-se


interferências e permitir maior integração com os demais componentes
da construção, porém a modulação nem sempre é possível em todas as
peças que compõem uma edificação.

As variações arquitetônicas no partido são possíveis combinando-se


módulos e sub-módulos, variando os reticulados sem direções desejadas
(ver anexo).

Em países onde a construção industrializada atingiu altos níveis de


produção e qualidade é possível chegar-se a detalhes de relação entre as
derivações do módulo fundamental M = 100mm e seus sub-módulos ou
múltiplos para as diversas peças que compõem a obra.

A opção por um sistema modulado em estruturas metálicas visa as


vantagens expostas deste tipo específico de construção.

Em certas regiões brasileiras já são produzidas peças de fechamento

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compatíveis com o sistema modular da estrutura metálica (ex-blocos de


baixa densidade para construção).

Podemos afirmar então, que na falta de um sistema padronizado de


construção, a modulação da estrutura arquitetônica funciona como
catalisador da racionalização.

Em um futuro a médio prazo, esperamos que estudos conjuntos


permitam a coordenação modular arquitetônica, (em todos os
componentes da obra) possibilitando economia de escala na construção.

As técnicas de abordagem da criação arquitetônica, racionalizando


módulos, é o primeiro passo para esta economia.

Em edíficios de andares múltiplos, onde normalmente repetem-se


andares tipo, o módulo identifica a montagem e mesmo a obra pronta
pela possibilidade de marcação plástica dos elementos que o compõem.

Contraventamentos e outros elementos destinados a dar maior rigidez a


estrutura também podem marcar plasticamente o conjunto,
caracterizando a obra e possibilitando ao arquiteto vantagens estéticas
de um elemento de composição arquitetônica.

A solução integrada (projeto arquitetônico, civil, complementares), a


visão do todo arquitetônico e dos detalhes, racionaliza o processo do
projeto e construção e simplifica os processos de fabricação-montagem e
acabamento, torna os custos compativeis com soluções propostas e
contribui para atingir objetivos propostos para a utilização do aço na
construção.

A IDÉIA DA CONSTRUÇÃO EM AÇO


A idéia da construção em aço é aproveitar uma nova tecnologia para o
Brasil, amplamente difundida e utilizada em outros países, tendo em
vista a existência de um mercado consumidor, a competividade das
construções metálicas e as vantagens do sistema como um todo.

A utilização do aço na construção civil traz uma expectativa real da


ativação de indústrias correlatas, de fabricantes de estruturas, de
produtores de tintas, empresas de projeto e consultoria, assim como
indústrias relacionadas à produção de componentes (esquadrias, peças
metálicas de fechamento e coberturas, etc).

A entrada de todo esse grupo de empresas e pessoas no mercado do uso


do aço contribuirá para o desenvolvimento de Know-How próprio destas,
atingindo o objetivo de desenvolvimento tecnológico no país.

A modulação de uma estrutura arquitetônica metálica, permite


racionalizar o processo de fabricação pela multiplicidade de peças
repetidas (repetividade dos componentes) pela simplificação da
montagem, pela diminuição das peças diversas, pela rigidez de fabricação
e montagem.

O sistema modulado usa o produto (chapa plana de aço), reduzindo


perdas nos cortes, permitindo encaixes e fixações de peças distintas
(pilares, vigas, detalhes etc) possibilitando trocas e combinações entre
peças e o uso múltiplo das mesmas.

A fabricação em série das peças abaixa os custos de produção,


aprimorando a qualidade de cada peça produzida.

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A utilização da modulação para o aço está baseada no princípio de


coordenação modular. O uso da chapa padrão prevê módulo
tridimensional, levando em conta comprimentos, largura, espessura das
chapas produzidas (ver quadro abaixo)

CHAPA PADRÃO
Comprimento 12,00m Largura (mm) Espessura(mm)
T.Q. 1200 1500 1800 5,00 6,30 9,50
12,50 16,00 19,00
C.G. 2200 1830 2000 2440
22,40 25,00 31,50

O módulo arquitetônico é tridimensional, sendo elaborado no


comprimento, largura e pé direito da edificação.

A dimensão 12,00m, comprimento padrão das chapas produzidas pelas


Usiminas, é utilizada como módulo para efeito de elaboração
arquitetônica de projetos.

Esta dimensão do comprimento permite facilidade de corte das chapas


com perdas mínimas, tem em vista o grande número de divisões, sem
frações decimais de milímetros quer permite o número 12,00m.

O número 12,00m = 12.000mm contém um número exato de vezes os


números primos 2, 3 e 5 pois 12.000 = 25 x 3 x 53, possibilitando muitos
divisores sem dar lugar a frações decimais de milímetros.

12,00m também facilita o transporte urbano e rodoviário das peças sem


recorrer a meios de transportes especiais.

A modulação de um projeto arquitetônico é desenvolvida em uma malha


reticulada tridimensional. O arquiteto trabalha sobre a retícula plana ou
especial, onde retas e planos são perpendiculares, guardando distâncias
modulares entre si.

METODOLOGIA DA USIMINAS
Com o objetivo de desenvolver o mercado do aço na construção civil e
tendo em vista o exposto anteriormente, partiu a Usiminas para o apoio
às empresas e interessados na utilização do aço na construção.

Tal apoio se faz através do grupo de desenvolvimento do uso do aço, que


analisa técnica e economicamente as propostas dos interessados na
execução de projetos de estrutura metálica, orientando-os para
elaboração e construção dos mesmos.

É intenção da Usiminas trabalhar conjuntamente com as empresas de


consultoria e projetos, além dos escritórios de arquitetura e cálculo,
técnicos interessados para concretizar propostas.

Tal trabalho consiste:

na identificação do interessado na construção metálica; e

na orientação e esclarecimento ao interessado.

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Quanto às particularidades e vantagens do uso do sistema metálico:

na elaboração de estimativas de consumo e custo dos projetos a


serem executados; e

no encaminhamento do interessado às empresas de consultoria e


projeto para execução e detalhamento do projeto a ser executado.

É parte importante também do trabalho da Usiminas a divulgação das


características técnicas e econômicas dos sistemas estruturais metálicos,
com o intuito de esclarecer o mercado, das possibilidades da utilização
dos mesmos.

Este trabalho abrange a exposição dos modelos e técnicas de abordagem


dos processos, a divulgação de obras existentes, as vantagens e
limitações dos modelos propostos junto às empresas de construção,
incorporadores, projetistas, órgãos de Governo, profissionais liberais
(arquitetos, calculistas etc), estudantes e escolas de arquitetura,
universidades, prefeituras e interessados em geral.

Todo o esforço da Usiminas está concentrado na crença da validade dos


modelos em estrutura metálica para a solução dos problemas de
construção.

Para isto, desenvolvemos um trabalho de apoio das áreas de engenharia


e comercial, aos interessados nos esclarecimentos quanto à utilização do
aço nas construções metálicas, assim como desenvolvemos um aço
específico para a construção civil (aço tipo SAC 41 - Usiminas), com
características de alta aderência à pintura, e alto desempenho à corrosão,
quer permite aproveitamento ótimo na construção.

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Detalhes Gerais da Construção Metálica

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Entidades Normativas

Entidades normativas são associações representativas de classe, ou


organismos oficiais, que determinam os procedimentos a serem seguidos
para a execução de uma determinada atividade. No caso de projetos e
obras em estruturas metálicas, temos normalizado as características
mecânicas e químicas dos materiais, a metodologia para o cálculo
estrutural e detalhamento do projeto executivo.
As unidades a serem adotadas no Brasil são as do Sistema Internacional
(SI). Porém, nos desenhos as medidas lineares são expressas em
milímetros, não havendo necessidade de explicar o fato.
As principais entidades normativas que envolvem estruturas metálicas
são:

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

AISC - American Institute of Steel Construction


AWS - American Welding Society
AASHTO - American Association of State and Highway Transportion Officials
ASTM - American Society for Testing Materials
AISE - Association of Iron and Steel Engineers
AISI - American Iron and Steel Institute
ASCE - American Society of Civil Engineers

DIN - Deutsch Industrie Normen

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Propriedades do Aço

Quando solicitamos um corpo de prova ao esforço de tração, no caso de


aços dúcteis (com patamar de escoamento), retiramos valores
importantes para a determinação das propriedades mecânicas dos aços
estruturais.

Segue abaixo um exemplo de um diagrama tensão x deformação de um


aço dúctil.

1 – região elástica

2 – região plástica

fp – Tensão de Proporcionalidade

fu – Tensão Última

fy – Tensão de Escoamento – tensão em que as deformações apresentam


grandes incrementos sem aumento de carregamento. Para aços que não
apresentam patamar de escoamento, adota-se fy convencional
correspondente a deformação residual de 0,2%.

ξu – Deformação específica quando ocorre a tensão última

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ξy – Deformação específica limite quando ocorre a tensão de escoamento

ξu – Deformação específica quando ocorre a tensão proporcionalidade

2.1) Tipos de Aço Estrutural

Os produtos de aço que possuem função estrutural devem ser


obrigatoriamente executados com os chamados aços estruturais,
devendo estes obedecer aos requisitos que prescrevem as respectivas
normas. Esses produtos de aço podem ser classificados em:

Peças laminadas à chapas, perfis laminados;

Peças fabricadas à perfis soldados, perfis formados ou em chapa


dobrada, tubos, perfis compostos.

Tipos de aço para uso estrutural:

● Aços Carbonos fy = 210 MPa

● Aço alta resistência – baixa liga fy = 280 MPa

● Aço Carbono – baixa liga tratados termicamente fy = 320 MPa

● Aço liga tratados termicamente fy = 630 MPa

A norma brasileira NB-14 especifica vários tipos de aços para uso


estrutural. Segue abaixo um exemplo:

EB-255 – Chapa grossa de aço carbono para uso estrutural. Este aço tem
duas classes:

CG-24 : fy = 235 MPa ; fu = 380 MPa

CG-26 : fy = 255 MPa ; fu = 410 MPa

A NB-14 também permite o uso de aços ASTM (padrão americano), como


por exemplo:

Aço A36 – Aço de uso genérico para perfis laminados, soldados ou


dobrados, com as seguintes resistências: fy = 250 MPa ; fu = 400 MPa.

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10

Resistência dos Aços

Tensão de Tensão de
Aço Escoamento Ruptura Utilização
(Fy) (Fu)
Kgf/cm2 Kgf/cm2
ASTM-
2530 4070 Perfis soldados / laminados
36
A-572
3510 4570 Perfis soldados / laminados
Gr.50
A-572
2950 4210 Perfis soldados / laminados
Gr.42
CF-24 2320 3790 Perfis em chapa dobrada
A-325 5690 7380 Parafusos
SAE-
2390 3860 Chumbadores / Fe redondo
1010
SAE-
2390 3860 Chumbadores / Fe redondo
1020
SAE-
2950 5340 Chumbadores / Fe redondo
1040

Peso específico do aço:


g = 7850 kgf/m3.

Módulo de elasticidade:
E = 205000 MPa.

Módulo de elasticidade transversal:


G = E / [2 * ( 1 + y )] = 80000 MPa
(relação entre s e g na região elástica)

Coeficiente de Poisson:
y = 0,3
(relação entre as deformações transversal e longitudinal)

10

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11

Tipos de Perfis

LAMINADOS – podem ser perfis do tipo I, C ou L. São utilizados para


vigas, colunas e travamentos.

SOLDADOS – são apenas perfis do tipo I. São utilizados para vigas e


colunas.

DOBRADOS – podem ser perfis do tipo C ou L. São utilizados para terças


e travamentos.

Exemplos destes tipos de perfis serão apresentados a seguir

Perfis Soldados: são aqueles produzidos pela junção de produtos


laminados planos, por soldagem. Esses tipos de perfis são largamente
empregados na construção de estruturas metálicas, devido a sua grande
versatilidade de combinações possíveis de espessuras com alturas e
larguras, diminuindo consideravelmente o peso das estruturas, em
comparação com os perfis laminados. São basicamente dividas em três
séries, conforme segue:
Série CS – Coluna Soldada
Série CVS – Coluna Viga Soldada
Série VS – Viga Soldada

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http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_tipos_perfis.asp?page=11

Exemplo: VS 200x17
d peso (kg/m)
Perfis Laminados: são obtidos por laminação a quente, podendo ser
de dois tipos. A saber:
- de abas inclinadas: faces internas das abas não são paralelas às faces
externas;
- de abas paralelas: faces internas das abas são praticamente paralelas
às respectivas faces externas.

Por exemplo: I 4"x11,40

d peso (kg/m)

Perfis em Chapa Dobrada: são perfis obtidos por conformação a frio


de produtos planos (chapas ou tiras). Tal tipo de perfil, vem sendo
bastante utilizado na execução de estruturas metálicas leves, pois pode
ser projetado para cada aplicação, enquanto que os perfis laminados
estão limitados a dimensões pré-estabelecidas. Neste aspecto,
apresentam característica de versatilidade semelhante as dos perfis
soldados: liberdade dimensional e de espessura.

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http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_tipos_perfis.asp?page=11

Por exemplo: C 100( H )x50( B ) x3,04 ( e )

Cantoneiras: podem ser de abas iguais ou de abas desiguais.

Por exemplo: L 89( b1 )x64( b2 )x6,4( t )

Barras: as barras são redondas, retangulares ou quadradas.

& 12,5 a 102,0 mm - tirantes, travamentos e


chumbadores.

b ( b = 8,0 a 150,0 mm ).

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b x t ( 10,0x6,0 a 250,0x60,0 mm ).

11

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PERFIS SOLDADOS SÉRIE VS d - altura do perfil


b f - largura da mesa
t w -espessura da alma
t f - espessura da mesa
ec - espessura do cordào de
solda
A - área total
P - peso do perfil por metro
linear
U - área de pintura por metro
linear
I t - +h x t³w) = 1/3 (2xbf x
t³f - Momento de inércia à
torção

Zx - Módulo de resistêcia
plástico, relativo ao eixo X-X
Zy - Módulo de resistência
plástico, relativo ao eixo Y-Y
r t - raio de giração relativo a Y-
Y
I x - Momento de inércia em
relação ao eixo X-X
I y - Momento de inércia em
relação ao eixo Y-Y
Wx = 2 Ix - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo X-X
Wy = 2 Iy - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo Y-Y
rx - Raio de giração em relaçào
ao eixo X-X
ry - Raio de giração em relação
ao eixo Y-Y

* Perfis normalizados pela ABNT

Ver tabela Completa de Perfis VS

12

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http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_perfis_cs.asp?page=13

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PERFIS SOLDADOS SÉRIE CS d - altura do perfil


b f - largura da mesa
t w -espessura da alma
t f - espessura da mesa
ec - espessura do cordào de
solda
A - área total
P - peso do perfil por metro
linear
U - área de pintura por metro
linear
I t - +h x t³w) = 1/3 (2xbf x
t³f - Momento de inércia à
torção

Zx - Módulo de resistêcia
plástico, relativo ao eixo X-X
Zy - Módulo de resistência
plástico, relativo ao eixo Y-Y
r t - raio de giração relativo a Y-
Y
I x - Momento de inércia em
relação ao eixo X-X
I y - Momento de inércia em
relação ao eixo Y-Y
Wx = 2 Ix - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo X-X
Wy = 2 Iy - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo Y-Y
rx - Raio de giração em relaçào
ao eixo X-X
ry - Raio de giração em relação
ao eixo Y-Y

* Perfis normalizados pela ABNT

Ver tabela Completa de Perfis CS

13

http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_perfis_cs.asp?page=13 (1 of 2)9/10/2004 09:12:21


http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_perfis_cvs.asp?page=14

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PERFIS SOLDADOS SÉRIE CVS d - altura do perfil


b f - largura da mesa
t w -espessura da alma
t f - espessura da mesa
ec - espessura do cordào de
solda
A - área total
P - peso do perfil por metro
linear
U - área de pintura por metro
linear
I t - +h x t³w) = 1/3 (2xbf x
t³f - Momento de inércia à
torção

Zx - Módulo de resistêcia
plástico, relativo ao eixo X-X
Zy - Módulo de resistência
plástico, relativo ao eixo Y-Y
r t - raio de giração relativo a Y-
Y
I x - Momento de inércia em
relação ao eixo X-X
I y - Momento de inércia em
relação ao eixo Y-Y
Wx = 2 Ix - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo X-X
Wy = 2 Iy - Módulo de
resistência elástico da seção
em relação ao eixo Y-Y
rx - Raio de giração em relaçào
ao eixo X-X
ry - Raio de giração em relação
ao eixo Y-Y

* Perfis normalizados pela ABNT

Ver tabela Completa de Perfis CVS

14

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http://www.proaula.com.br/proaula/web/estr_metal/metal_perfis_eletrosoldados.asp?page=15

15

USILIGHT - Perfis Eletrossoldados


Dimensões e propriedades

d - altura do perfil
bf - largura da
mesa
tw - espessura da
alma
tf - espessura da
mesa
h - altura da alma
A - área da seção
transversal
P - peso do perfil
em kg por metro
linear

Ver tabela Completa de Perfis VE

15

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16

PERFIS Gerais

● Fatores de conversão
● Fatores de conversão de unidades
● Vigas "I" Recortadas - Valores Estáticos

● Perfis Soldados Série CVS


● Perfis Soldados Série VS
● Perfis Soldados Série CS
● USILIGHT - Perfis Eletrossoldados

● Perfis U Simples
● Perfis Z Simples
● Perfil Cartola
● Perfis U Enrijecidos
● Perfis Z Enrijecidos

● Perfil I Laminado
● Perfil U Laminado
● Cantoneiras de abas iguais 5/8" a 2"
● Cantoneiras de abas iguais 2 ½" a 8"
● Cantoneiras de abas desiguais

● Parafuso sextavado pesado (2)


● Parafuso sextavado pesado (3)
● Porca sextavada pesada (1)
● Parafuso de Ancoragem (Chumbador)

● Tubos Redondos 1
● Tubos Redondos 2
● Tubos Redondos 3
● Tubos: Fórmulas
● Tubos: Retangulares
● Tubos: Quadrados

● Chapas e Barras
● Barras: Tabela de pesos

● ABNT - Normas para aços Estruturais


● Usiminas - Características Físico-Químicas das Estruturas
● CSN - Características Físico-Químicas das Estruturas
● ASTM - Normas para aços Estruturais
● Cosipa - Características Físico-Químicas das Estruturas

● Perfil "WF" - 1 (Abas Largas)


● Perfil "IPB" - 2 (Abas Largas)
● Perfil "HEA" ou "IPBL" - 3 (Abas Largas)
● Perfil "HEM" ou "IPBV" - 4 (Abas Largas)
● Estaca Prancha - Sheet Piles

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● Perfil "I" Econômico Especial "IPE AA"


● Perfil "I" Econômico "IPE" (Abas Paralelas)
● Perfil "I" Joist
● Perfil "I" Normal
● Perfil "U" UPE
● Perfil "U" UPN
● Perfil "V" Para Mineração
● Perfil "W"
● Trilho Ferroviário

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