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FOTOGRAFIA

4 Módulo IV

4.1 Impressão da fotografia

Se você gosta de ter suas fotos impressas e deseja fazer isso sem sair de casa,
veja esta lista com cinco dicas para te ajudar a conseguir a foto “perfeita”, seja
para uso profissional ou pessoal, como modelos de impressora, tipos de
papel e configurações ideais para seremutilizadas.

Impressoras fotográficas

Impressora fotográfica a laser DPP-FP75, da Sony (Foto: Divulgação/Sony)


A primeira dica voltada, principalmente, para quem imprime muitas fotos ou
faz uso profissional disso, são as impressoras especiais para fotografia. Existem
diversos modelos para você escolher, dependendo do seu objetivo, já que
cada impressora apresenta diferentes tipos de impressão e características.

Impressoras fotográficas a jato de tinta podem ser a melhor opção para


aqueles que querem fotografia de alta qualidade, mas também usam o
equipamento para textos. Já as com tecnologia de impressão a laser são ideais
para ambientes corporativos, pois são bem mais rápidas. As de sublimação
possuem a melhor resolução, utilizando base de tinta sob forma de fita.

Impressoras para fotos instantâneas

Prynt permite imprimir instantaneamente fotos feitas no celular (Foto: Divulgação/Prynt)


Para aqueles que querem imprimir fotos para uso pessoal e em menores
quantidades, vale a pena investir em uma impressora para fotos
instantâneas. Há modelos compactos de impressora, como a Canon Selphy, e
também dispositivos ainda menores e mais portáteis, capazes de imprimir suas
fotos empoucos segundos, e em qualquer lugar.

Para quem quiser ainda mais rapidez e praticidade, existe até um modelo
que é uma capa para celular, a Prynt. Ela permite imprimir as fotos do seu
smartphone de maneira simples e rápida, transformando o aparelho em uma
espécie de Polaroid. São várias opções, para todos os gostos e bolsos, basta
escolher qual a melhor para você.

Escolha do papel

O ideal é investir em papel fotográfico, glossy ou mate (Foto: Divulgação/Bic)


A escolha do papel faz toda a diferença na hora de conseguir um melhor
resultado na impressão da fotografia. A folha de impressão A4 comum
absorvemuita tinta e prejudica a qualidade do material, portanto, o ideal é
investir em um papel fotográfico. Você pode optar entre o fosco (mate) e o
brilhante (glossy), dependendo do objetivo e do gosto do usuário.

O glossy é o papel típico das fotografias, e deixa as cores mais vivas. Já o


mate é indicado para imagens em preto e branco, pois não refletem tanto
a luz. É recomendado testar o tipo de papel antes de comprar grandes
quantidades, já que modelos diferentes de impressora podem apresentar
resultados variados em cada tipo de papel. Veja como se sai a impressora que
você tem em casa, lembre-se de que se é um registro importante não é
qualquer impressora e papel que vai dar a qualidade necessária a sua
fotografia.

Configurações de impressão

Novas impressoras da Canon prometem desempenho e baixo custo (Foto: Divulgação/Canon)


Se você prefere não investir em um modelo voltado para a impressão
fotográfica e utiliza uma impressora comum para isso, também existem dicas
que podem te ajudar a conseguir uma impressão de boa qualidade. Depois de
escolher o tipo de papel, você usar a configuração melhor para ele.

A configuração de papel comum, ou Plain Paper, utiliza maior quantidade


de tinta, enquanto configurações específicas, de filme brilhante (Glossy Film) ou
papel fotográfico (Photo Paper), usam menos tinta e são mais indicadas. Quando
encontrar a configuração ideal para o papel, anote-a para utilizar novamente
da próxima vez, e não esqueça de limpar periodicamente a impressora, já
que a sujeira pode prejudicar o resultado.

Editor de imagens

Utilize um editor de imagens para melhorar suas fotos, como o Photoshop (Foto: Divulgação/Adobe)
Uma das vantagens de imprimir suas fotos em casa é poder editá-las como
preferir antes da impressão. Escolha o editor de imagens de sua preferência,
como Photoshop e Picasa, por exemplo, ou até mesmo utilize um serviço
online para isso. Com eles, você pode alterar o brilho, contraste, saturação e
nitidez, entre outras configurações.

Uma dica é utilizar algum programa para ajustar a proporção da imagem. Para
evitar que a foto saia com algum corte, o ideal é utilizar a mesma proporção
configurada na câmera. Basta olhar o manual para descobrir as configurações
do seu equipamento e, então, poder editar corretamente para evitar perdas na
imagem. Impressão fine arts e Impressão Giclée

Existe arte, existe fotografia, existe reprodução, e existe impressão, mas o termo
“fine art” pode ter diferentes significados para cada uma dessas
categorias. Vamos ver como tem sido usado recentemente.

“Fine arts”, ou as belas artes, abrangem aquelas formas de arte


desenvolvidas principalmente visando a fruição estética ou conceitual, ao
invés de ter uma aplicação prática. Historicamente as cinco grandes belas
artes são a pintura, escultura, arquitetura, música e poesia, com as artes
menores incluindo teatro e dança. Hoje, nos institutos de ensino ou museus
especializados em arte, frequentemente o termo fine arts está associado,
exclusivamente, às formas de artes visuais.

“Fine art photography” refere-se às fotografias que são produzidas para


expressar a visão criativa do artista. Esta fotografia de arte está em contraste
com fotojornalismo e fotografia comercial; fotojornalismo oferece suporte
visual para as histórias a serem contadas, principalmente na mídia
impressa; já a fotografia comercial geralmente se destina a ilustrar produtos
ou serviços a serem vendidos.
A fotografia de arte, porém, é criada primeiramente como uma necessidade
da expressão pessoal do artista, mas também tem sido importante na promoção
de certas causas ambientais, políticas e artísticas.

“Impressão fine art” por outro lado, é um termo técnico que tem significado
abrangente, com ênfase na longevidade, conservação e preservação da obra de
arte ou fotografia; a preocupação existia quando se imprimia quimicamente
(com o uso dos banhos de selênio nas cópias), e certamente é importante
agora, com as exigências museológicas mais recentes. Para que uma impressão
seja considerada padrão fine art, tanto os papéis (geralmente de fibras de
algodão, kozo ou semelhante) quanto às tintas de pigmento mineral
costumam ser certificadas e normatizadas. É importante também não só a
expertise técnica do impressor, mas também a sua percepção interpretativa, já
que, trabalhando em conjunto com o artista, conseguem dar um significado
maior as imagens, agregando valor a todo o processo. Este é sempre
complementado pela montagem da obra, ou seja, moldura com passe-
partout de padrão conservação, fundo como barreira de qualidade
conservação de 100% PH neutro, e todo o conjunto assinado e
certificado.

“Impressão Giclée” é um termo adaptado da língua francesa por pioneiros


da impressão digital nos Estados Unidos, e que inicialmente dava peso e
consistência europeia a uma técnica digital que estava em seu início, e que
ainda não tinha credibilidade entre os artistas e fotógrafos de arte, no
começo dos anos 90.

Como pode-se ler em nossa página dedicada ao giclée, a palavra evoluiu


em seu sentido e passou a significar a reprodução de obras de arte e sua
posterior impressão em jato de tinta, produzindo tiragens múltiplas de
originais únicos.
A palavra giclée tem uma conotação considerada grosseira nos países de
línguafrancesa,onde nunca foi usada com esse significado
ligado à impressão; porém é ainda utilizada na Inglaterra, mas caiu em desuso
nos Estados Unidos e nunca chegou a ser realmente padrão no Brasil. Apesar de
ser necessária essa explicação, cada vez menos a palavra giclée é empregada
entre impressores e artistas, e a tendência é que venha a desaparecer
completamente.

4.2 Escolha do equipamento

“QUANDO comprar ou trocar de equipamento fotográfico? ”


“COMO escolher o melhor equipamento? ”

Aposto que você também já deve ter se feito essas perguntas antes,
não é?

Ou talvez pensado algo assim: “Não vejo a hora de comprar uma


câmera/lente/tripé profissional para fotografar melhor!”
Sim ou não?!

Tranquilo, essas são coisas muito comuns na cabeça dos fotógrafos hoje em
dia…

Mas a verdade é que infelizmente existe um mar de balelas sobre o assunto


por aí na internet e isso acaba tornando o que poderia ser extremamente
simples, em algo sofrível e complexo demais. Por isso, vamos bater um papo
rápido e leve sobre como vemos essa questão toda de equipamentos.
Mas antes de tudo, adianto que a ideia principal é ajudar você a:
● Gastar dinheiro apenas quando for ABSOLUTAMENTE
NECESSÁRIO!

Dito isso, a leitura ajude a dar um pouco mais de clareza e conhecimento


para você sobre o assunto.

Outra coisa, quando me refiro a “equipamento fotográfico”, estou falando


de:
● Máquina fotográfica
● Lentesphoto-equipment
● Filtros
● Tripé
● Acessórios gerais

Equipamentos que já foram listados anteriormente. “EQUIPAMENTO CARO

= FOTOS SENSACIONAIS” certo? ERRADO!


Não tem como esta afirmativa estar correta, afinal o principal fator de fotos
sensacionais está atrás das câmeras em pessoas que usam bem o recurso de
seu equipamento.

Acredito que uma das maiores frustrações que um fotógrafo pode ter, é gastar
milhares de reais em câmeras ultra avançadas, lentes de kryptonita, filtros
paladinos e… as fotos continuarem sendo TOSCAS e medíocres.

Logo, a resposta nem sempre é gastar DINHEIRO!

Você sabe que a competência da pessoa por trás da câmera vale muito
mais que o equipamento que ela usa. Inclusive, podemos dizer o seguinte:
Por trás de toda fotografia verdadeiramente sensacional, existe um(a)
fotógrafo(a) competente.

Algumas pessoas podem até ser sortudas e ocasionalmente capturar fotos


bacanas, porém isso não se faz com frequência quando lidamos apenas
com a sorte.

Dito isso, nessa arte da fotografia existe o que chamamos de “gargalos”, ou


situações em que com a sua prática e experiência, equipamentos mais
avançados tornam-se uma necessidade. Ou seja, você evoluiu além da
capacidade do seu equipamento!
Agora, uma forma de descobrir se esse “gargalo” existe mesmo, é pensar no
seguinte:

Perguntas básicas:
● “Quanto eu realmente uso do meu equipamento? ”
● “Será que já sei usar plenamente tudo o que tenho? ”
● “Será que posso ir além com meu equipamento atual? ”

Essas 3 perguntas quando respondidas honestamente por nós mesmos,


tendem a revelar se existe mesmo uma necessidade ou não.

É muito mais fácil jogar a culpa no seu equipamento para mascarar a


verdade: o problema provavelmente está no USO e não na qualidade dele!

Digo isso porque muitas vezes basta entender e configurar


corretamente os pilares da fotografia (sensibilidade do ISO, abertura do
diafragmaevelocidadedoobturador),compormelhor as fotos, desenvolver a
visão artistica, pós-processar.

Enfim, a arte vai muito além do equipamento!

Mas se você tem certeza de que usa o máximo dos recursos importantes
do seu equipamento e tem domínio sobre a arte da fotografia, aí sim talvez
você tenha batido em algum gargalo e uma nova aquisição pode ser
interessante.

Veja abaixo alguns exemplos desses gargalos tipicos da fotografia. QUANDO


INVESTIR EM EQUIPAMENTO NOVO?

Claro que você não precisa que eu diga quando nem onde você deve ou não
gastar o seu dinheiro, não é?

O que farei aqui é listar três situações típicas que costumeiramente justificam tal
gasto. Olha só:

SITUAÇÃO 1: Novas técnicas/estilos

É bem verdade que algumas situações e técnicas específicas precisam de


equipamentos específicos, então faz sim sentido investir caso haja
interesse em coisas como:
 Fotos de longa-exposição durante o dia → Solução: filtros de densidade
neutra
● Fazer macros → Solução: lentes macro
● Time-lapses → Solução: disparador remoto com temporizador
● Fotos com efeito de Olho de Peixe → Solução: lentes super
angulares/fish-eye
● Fotografar animais/aves selvagens de longe → Solução: lentes com maior
alcance(zoom)

Entrar em novos estilos de fotografia, tipicamente, vêm associados de algum


equipamento específico.

Porém isso não é obrigatoriamente uma necessidade, tudo depende da


sua resposta para aquelas 3 perguntas básicas lá de cima.

SITUAÇÃO 2: Quando o “melhor possível” não for mais suficiente Quanto mais
entusiasta você for pela arte da fotografia, mas exigente e detalhista você
se torna. Com a prática você passa a ver defeitos na qualidade dos
vidros de algumas lentes, em sensores de determinados modelos, rigidez do
material, barulho do obturador… enfim, coisas que a maioria dos fotógrafos
nem percebe.

Com isso em mente,investir em casos como estes faz todo sentido :


● A resolução das fotos já não é suficiente para pegar todos os detalhes que
quer → Solução: migrar para câmeras fullframe;
● Lentes com alta variação de milimetragem (18-300mm, 18- 270mm) não
satisfazem mais → Solução: comprar lentes separadas e específicas (10-20, 20-
70, 70-200, 200-400mm);
● Tripé muito pesado e pouco estável → Solução: investir em
equipamentos de fibra de carbono;

● Câmera é muito grande e pesada” → Solução: cogitar investir na


tecnologia mirrorless.
Na fotografia, muitas vezes paga-se 10 vezes mais por 1% de benefício. Mas
esse 1% fica cada vez mais evidente quando se tem experiência.

Como falamos,a chave é tomar decisões movidas pela necessidade! SITUAÇÃO


3: “Gargalo”

Esta talvez seja a situação mais comum que justifica mesmo uma
troca/compra!

Todos nós, fotógrafos, já passamos ou passaremos por gargalos (limitações)


que tiram a nossa paz mental.

IMPORTANTE: todos esses pontos abaixo não têm valor algum se você ainda não
domina o modo manual da sua câmera e entende o funcionamento dos 3
pilares da fotografia(sensibilidade do ISO, abertura do diafragma e velocidade
do obturador). Tomar qualquer decisão antes disso pode gerar frustração e
arrependimento para você!
Veja alguns exemplos clássicos de gargalos na fotografia e como sair deles:

● “Minha câmera só tem modos automáticos e isso me limita!”


→ está na hora de pegar uma DSLR e assumir o controle das coisas;
● “Minhas fotos são pouco nítidas e de baixa qualidade, não importa as
configurações que uso! ” → se você já nota isso nas fotos, então muito
provavelmente chegou a hora de trocar de LENTE;
● “Não consigo fazer aquelas fotos com fundo super embaçado”
→ quem sabe seja a hora de investir em lentes de maior abertura do diafragma
(f/1.8, 2.8, 3.5, …);
● “Minhas fotos de longa-exposição ficam tremidas” → quem sabe está
na hora de comprar um TRIPÉ mais estável;
● “Minhas fotos estão ficando escuras demais! ” → você muito
provavelmente não precisa trocar nada, mas sim configurar corretamente os
PILARES DA FOTOGRAFIA;
● “Não consigo tirar o reflexo da água e fotografar o fundo do
rio/lago/mar” → filtros polarizadores podem ser uma boa para você;
● “Minhas fotos são muito sem vida, as cores parecem mortas”
→ você não precisa trocar nada, mas sim PÓS-PROCESSAR suas fotos;

Ah sim, não se esqueça de que muitas vezes você pode simular técnicas e
efeitos específicos, sem obrigatoriamente ter esses itens em itálico que
mencionei ali em cima.

Por exemplo, é possível recriar o efeito macro com qualquer lente (tutorial),
fazer exposições mais longas fechando o diafragma o máximo que der (f/22,
32…), e etc.

Vejamos agora COMO você pode escolher um equipamento para você.

Como investir em equipamento novo?


Antes de eu te passar algumas recomendações, preciso falar 2 coisas:
● NÃO EXISTE equipamento perfeito para todo mundo!
● EXISTE equipamento perfeito para a sua necessidade!

Esse pensamento é chave na hora de investir seu suado dinheirinho. Tenha certeza
de que é muito melhor você entender e se basear na sua própria necessidade
do que em “modelos mais indicados ou mais vendidos”. Essa é a nossa
opinião!

Dito isso, é seguro seguir essas linhas gerais que gostamos de recomentar
em geral que segue a gente:

Câmeras
Se você quer entrar de cabeça na fotografia e criar arte com suas fotos, opte por
alguma DSLR (basicamente aquelas que trocam as lentes na frente).

Existem DSLRs de várias marcas (Canon, Nikon, Sony, etc), níveis (Entrada, Semi-
profissionais,Profissionais,etc)emodelos.

Você pode e DEVE pesquisar por algum que atenda melhor a sua necessidade!
Existem inclusive sites que fazem comparações entra câmeras, e elas variam
muito pouco entre uma marca e outra, procure aquela que vai te atender
melhor, e lembre que quando você extrair tudo que a câmera puder te dar
você encontrou um “gargalo” e vai querer trocar o equipamento.

Porém,comoparâmetroparavocê,fotografamospormuitosanos usando:
● Canon t2i (550D)
● Canon t5i (700D)
● Canon 60D
É só uma recomendação, naturalmente você pode encontrar modelos
equivalentes em outras marcas, como por exemplo os seguintes:
● Nikon D3200
● Nikon D3400
● Sony A3000

Agora, se você quiser passar para o próximo nível,talvez câmeras assim


sejam uma boa:
● Canon 70D, 6D,5D,…
● Sony a7, a7s, a7rii,…
● Nikon D5500, D7100, D800,…

Novamente, a chave é achar as funcionalidades e características que você


precisa e aí sim escolher uma câmera que se encaixe nisso! Não caia na
falácia de quequanto mais caro o equipamento, melhor serão suas fotos.

Lentes
A outra metade da sua câmera é a lente acoplada nela. Logo, igualmente
importante de se achar uma câmera que se encaixe às suas necessidades, é
achar lentes que façam o mesmo.

Como linha geral, costumamos recomendar o seguinte: Se você for

INICIANTE:
● Use as lentes kit – Essas são as lentes que acompanham a sua
câmera (normalmente 18-55mm ou 18-135mm).
● Apesar de muita gente torcer o nariz para lentes assim, a verdade é
que elas são extremamente versáteis e possibilitam sim que você faça fotos
incríveis.
Se você for INTERMEDIÁRIO considere:
● Uma lente SUPER ANGULAR (wide): ex. Sigma 10-20mm, Canon 16-
35mm, etc.
● Uma lente TELE OBJETIVA/ZOOM: ex. Canon 18-135mm,
Canon 24-70mm
● Uma lente PRIME: ex. Canon 50mm, Canon 35mm, Sigma 80mm

Com pelo menos uma lente cada categoria dessas você estará mais que
preparado para fazer praticamente todas as fotos que quiser! Se você for
AVANÇADO/ENTUSIASTA recomendamos que segmente suas lentes por
milimetragem:
● Canon EF 16-35mm f/2.8L ll USM
● Canon EF 24-70mm f/2.8L II USM
● Canon EF 70-200mm f/2.8L USM

Fazendo isso você possui uma lente de altíssima qualidade de imagem para
cada segmento entre 16-200mm, por exemplo. Adicionalmente, lentes assim
podem ser interessante para você já que seu interesse e nível na fotografia
ébastante avançado:
● Canon EF 100mm f/2.8L IS USM (MACRO)
● Tamron SP 150-600mm F/5-6.3 (ZOOM)

IMPORTANTE! Antes de decidir qual lente comprar, atente-se a coisas como:


1. Abertura de Diafragma máxima: é fixa? Évariável? Égrande o suficiente?
O que EU preciso?
2. Motor de foco:rápidoosuficiente?Rápidodemaisparamim?
3. Qualidade do vidro das lentes.
4. Estabilização de imagem.
Esses fatores estão diretamente relacionados ao valor que você vai pagar na
lente. Tenha absolta certeza de comprar somente o que realmente faz
diferença para você!

Por exemplo, às vezes por mais tentador que possa ser ter uma lente com
abertura fixa em f/2.8, você provavelmente pode quase nunca usar. Ou ainda,
motor de foto extremamente rápido para fotografar paisagens, será que
realmente é uma necessidade real?! Enfim, a questão é a mesma: não existe um
equipamento perfeito para todo mundo.

Tripés
Ao contrário do que pode parecer, comprar um tripé pode ser tão tedioso e
difícil quando lentes e câmeras.

Agora, antes de mais nada, por que será que você precisaria de um tripé?
Simples, porque um tripé habilita você a fazer:
● Fotos de longa-exposição: com um tripé você consegue manter a
câmera perfeitamente estática enquanto faz fotos de longa-exposição;
● Fotografar à noite sem ISO alto: com um tripé você consegue
compensar a baixa luminosidade da cena com a Velocidade do Obturador ao
invés de aumentar o ISO;
● Fotos mais nítidas: com um tripé você elimina qualquer trepidação
ou movimento das mãos ao fotografar, além de ajudar a manter o foco
correto todo o tempo;
● Exposure/Time Blendling.

Acho que a 3 primeiras são intuitivas, certo? Já a quarta, “exposure/ Time


blendling”, é basicamente quando você fotografa uma mesma cena várias vezes
em iluminações diferentes (exposure blending) ou em horários diferentes
(time blending) para depois fazer a composição do melhor de cada uma delas
dentro do Photoshop, por exemplo.
Em resumo, um tripé é ferramenta fundamental para quem leva fotografia à
sério!

Classificação das câmeras quanto ao uso.

Câmeras compactas para iniciantes


Antigamente a forma de classificar uma câmera fotográfica era através da
sua resolução ou contagem de megapixels, mas atualmente a contagem de
megapixels já não determina a qualidade da câmera fotográfica. As
câmeras compactas para iniciantes são pequenas, fáceis de utilizar e têm um
menor custo, podem, no entanto, oferecer grandes resultados. Possuem um
zoom normalmente de três vezes superior ao ângulo de abertura e têm um
flash pequeno incorporado.

Câmeras compactas modernas


A câmara fotográfica moderna é elegante, pequena e com acabamentos
excelentes que imitam o metal. A capacidade destas câmeras é comparável às
compactas para iniciantes, mas são mais caras devido ao seu design. Quando for
comprar tome atenção ao seu tamanho porque pode ser pequena demais
para as suas mãos. Existem modelos à prova de água nesta categoria.

Câmeras compactas para entusiastas


Para quem gosta de fotografia, mas tem um orçamento limitado este tipo de
câmera fotográfica é uma boa opção. As câmeras desta gama oferecem
ângulos de cobertura mais alargados, zooms com uma distância focal maior,
capacidade de registar imagens em bruta sincronização com flashes ou
acessórios de estúdio, são mais resistentes e tem muitos acessórios.

Câmeras “prosumer”
A câmera fotográfica prosumer apresenta resultados profissionais, mas a sua
resistência, durabilidade e acessórios não o são. Podem fazer trabalhos
profissionais desde que não sejam muito exigentes, mas são compactas e leves,
aceitam uma vasta gama de acessórios e têm uma óptima relação
qualidade/preço.
Câmeras “bridge”
O motivo é visto no ecrã LCD e a objetiva é fixa o que faz com que não entre
pó no sensor. Estas câmeras por vezes possuem objetivas zoom com grandes
alcances.

Câmeras Reflex ou SLR (Single Lens Reflex)


Reflex ou SLR câmeras que a objetiva é intercambiável, ou
seja, é possível ter objetivas específicas para cada situação e o
enquadramento da imagem é feito através das próprias objetivas. Existe um
espelho que reflete a imagem captada pelas objetivas até o visor o que confere
ao equipamento uma maior precisão, pois o que está enquadrado será o que
realmente sairá na fotografia. Elas podem ser mecânicas ou eletrônicas e possuir
ou não flashes embutidos. As eletrônicas são nesta c ategoria as DLSR.

De uma forma em geral possuem mais recursos e permitem operações


em modo manual, o que dá ao fotógrafo um total controle da fotografia.
5 REFERÊNCIAS

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http://atelierdeimpressao. com.br/site/index. php/ definicoes-
de-fine-art-e-giclee/
http://blog.geraldogarcia.com/index.php/2010/08/como- preparar-a-sua-
imagem-para-uma-impressao-fine-art/comment- page-1/#axzz4eZmLW1zX
http://boaphoto.blogspot.com.br/search?q=enquadramento&submit=Busca
http://caradafoto.com.br/equipamento-fotografico-quando- e-como-trocar/
http://sala7design.com.br/2016/06/falando-sobre-cores- entenda-o-que-
e-cmyk-rgb-e-pantone.html
http://www.dicasdefotografia.com.br/o-que-e-um-filtro- polarizador/
http://www.espaco422.com.br/blog/page/6/
http://www.fotografia-dg.com/camera-fotografica/
http://www.fotografia-dg.com/composicao-fotografica/
http://www.fotografia-dg.com/elementos-composicao- fotografica-
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http://www.fotografia-dg.com/nikon-revela-sua-camera- estilo-retro-df/
http://www.img.lx.it.pt/~fp/cav/ano2003_2004/Trabalho_3/
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http://www.infoescola.com/artes/fotografia/
http://www.infoescola.com/fotografia/megapixels/
http://www.mundofotografico.com.br/forum/index.php?topic=20716.
http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/01/ explore-o-
mundo-da-fotografia-manual-com-sua-camera-dslr. Html
http: // www. tec htudo. com. br/ d i ca s - e- tutoriais/
noticia/2015/07/confira-dicas-de-como-imprimir-fotos-perfeitas- em-
casa.html
htps://dicas.portoseguroconecta.com.br/dicas-para-tirar- fotos-
profissionais-com-o-celular/
htps://dicionariodoaurelio.com/luz
https://diegorodrigophotography.wordpress.com/2014/09/09/o-que-e-
balanco-de-branco-ou-white-balance- wb/
htps://raphaelbonelli.wordpress.com/tag/temperatura-da- luz/
htps://verenafotografia.wordpress.com/2013/01/29/como- usar-os-
modos-de-disparo/
htps://www.boadica.com.br/dica/549/cartao-de-memoria- sd
https://www.clubedafotografia.com/dicas-de-fotografia/162-pilhas-
recarregaveis-para-camera-digital
https://www.tecmundo.com.br/9391-fotografia-zoom-ou-
aproximacao-real-o-que-e-melhor-.htm

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