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INTRODUÇÃO À ECONOMIA
Custos de produção
Rodrigo Rangel Ribeiro Bezerra
rodrigorangel_rr@hotmail.com
Rodrigo Rangel
6. CUSTOS DE PRODUÇÃO
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1. CUSTOS DE OPORTUNIDADE X CUSTOS CONTÁBEIS


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• O custo de oportunidade representam o sacrifício que se faz, em


termos do que se deixa de produzir, ao optarmos por uma dada
produção.
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2. CUSTOS DE OPORTUNIDADE X CUSTOS CONTÁBEIS


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• Ex.:
• a – capital mantido em caixa na empresa: o custo de oportunidade é
o que a empresa poderia estar ganhando, aplicando, por exemplo,
no mercado financeiro.
• b – quando a empresa tem prédio próprio, ela deve imputar um custo
de oportunidade, correspondendo ao que ela receberia se alugasse
o prédio;
• c – estudante: o custo de oportunidade de estar estudando é
representado pelo que ele está deixando de ganhar, se trabalhasse.
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3. AVALIAÇÃO PRIVADA E AVALIAÇÃO SOCIAL


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• E

• A diferença entre as duas é a externalidades ou economias externas.


As externalidades representam as alterações de custos e benefícios
para a sociedade, derivadas da produção da empresa, ou então
como as alterações de custos e receitas da empresa, devidas as
fatores externos à empresa. Ex. externalidade negativa à indústria
pesqueira devido a poluição da indústria química.
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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.1 CONCEITOS DE CUSO TOTAL, CUSTO VARIÁVEL TOTAL E CUSTO FIXO TOTAL
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• A curto prazo alguns fatores são fixos, qualquer que seja o nível de
produção.
• Custo Variável Total (CVT) – parcela do custo da empresa que varia
e depende da quantidade produzida. São os gastos com os fatores
de produção (folha de pagamento, despesas com matérias-primas)

• Custo Fixo Total (CFT) – parcela de custo que se mantém fixa,


quando a produção varia. Alugueis, depreciação e etc.
• Custo Total (CT) – é a soma do custo variável total com o custo fixo
total
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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.1 CONCEITOS DE CUSO TOTAL, CUSTO VARIÁVEL TOTAL E CUSTO FIXO TOTAL
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• C
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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.2 CONCEITOS DE CUSO TOTAL MÉDIO, CUSTO VARIÁVEL MÉDIO E CUSTO FIXO MÉDIO
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• São conceito de custos por unidade de produção.


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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.2 CONCEITOS DE CUSO TOTAL MÉDIO, CUSTO VARIÁVEL MÉDIO E CUSTO FIXO MÉDIO
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• São conceito de custos por unidade de produção.


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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.3 CONCEITO DE CUSTO MARGINAL
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• Refere-se a variação de custo, quando se altera a produção. É o


custo de se produzir uma unidade extra do produto. É a primeira
derivada da curva de CT. Os Cmg não são influenciados pelo CF
(fixo a curto prazo).
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4. CUSTOS A CURTO PRAZO
4.4 RELAÇÕES GRÁFICAS ENTRE O CUSTO MARGINAL E OS CUSTOS MÉDIOS TOTAL E VARIÁVEL
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• A curva do Cmg corta no ponto mínimo as curvas de CTM e CVM


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• É um período de tempo onde todos os insumos são variáveis. Não


existem custos fixos. Um agente econômico opera a curto prazo e
planeja a longo prazo.
• CURVA DE CUSTO MÉDIO DE LONGO PRAZO (CMeL)
• 10, 15 e 20 máquinas.
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• A empresa defronta-se com as seguintes situações, em seu


planejamento de longo prazo.
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• O ponto A é a escala ótima. Antes deste, tem-se rendimentos


crescentes. Após, tem-se deseconomia de escala
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6. LINHA DE ISOCUSTO
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7. EQUILÍBRIO DO PRODUTOR
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• Igual ao que ocorre no equilíbrio do consumidor, este ocorre no


ponto no qual a empresa seja eficiente do ponto de vista econômico.
• A maximização do lucro pode ser vista de duas formas. (dualidade
do problema)
• - Maximização da produção; - Minimização dos custos;
• A empresa deverá escolher a combinação de fatores de produção
compatível com a isoquanta mais alta possível.
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7. EQUILÍBRIO DO PRODUTOR
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• Igual ao que ocorre no equilíbrio do consumidor, este ocorre no


ponto no qual a empresa seja eficiente do ponto de vista econômico.
• A maximização do lucro pode ser vista de duas formas. (dualidade
do problema)
• - Maximização da produção; -
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EXERCÍCIOS
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1–

2–

3–

4–

5–
6–
7–

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