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1.

Parâmetro de instabilidade a

FV NK 1  0,2  0,1  n se : n  3
 H
EI
 H
E  I eq   1 (3.4

1  0,6 se : n  4

Determinação da rigidez equivalente da estrutura

(EI) eq a

qH4
EI 
q 8 a

ROBERTO
CHUST
CARVALHO
3.1 Coeficiente γz z 
1
M tot,d
1
M 1,tot,d

M1, tot, d: momento de tombamento, ou seja, a soma de


todos os momentos de todas as forças horizontais da
combinação considerada, com seus valores de cálculo, em
relação à base da estrutura;

∆M tot, d: é a soma dos produtos de todas as forças


verticais atuantes na estrutura, na combinação
considerada, com seus valores de cálculo, pelos
deslocamentos horizontais de seus respectivos pontos de
aplicação, obtida da análise de 1ª ordem.

Em geral as lajes formam septos e portanto os deslocamentos


horizontais dos andares são os mesmos para todas as cargas
verticais no mesmo pavimento

ROBERTO
CHUST
CARVALHO
3.1.1 Processo P  
1. Primeiramente, faz-se a análise de primeira ordem da estrutura, calculando-se os
1. Primeiramente,
deslocamentos faz-se a análise
considerando a posição de indeformada
primeira ordem da estrutura,
da estrutura. calculando-se
A partir da análise os
de
1. Primeiramente, faz-se a análise de primeira ordem da estrutura, calculando-se os
deslocamentos
primeira ordem,considerando
determinam-se a posição indeformada
os deslocamentos da estrutura.
relativos entre osA pavimentos;
partir da análise de
deslocamentos considerando a posição indeformada da estrutura. A partir da análise de
primeira ordem, determinam-se os deslocamentos relativos entre os pavimentos;
2. Comordem,
primeira os valores dos deslocamentos
determinam-se relativosrelativos
os deslocamentos entre osentre
pavimentos, são obtidos os
os pavimentos;
2. Com osproporcionais
momentos valores dos deslocamentos
em virtude das ações relativosdas entre
forçasosverticais
pavimentos, sãonos
atuantes obtidos
nós; os
2. Com os valores dos deslocamentos relativos entre os pavimentos, são obtidos os
momentos proporcionais em virtude das ações das forças verticais atuantes nos nós;
3. Os momentos
momentos obtidos,
proporcionais ementão, sãodas
virtude substituídos
ações das forçaspor binários equivalentes
verticais constituídos
atuantes nos nós;
3. Os momentos
de forças obtidos,
horizontais, então,
cujas são substituídos
resultantes são denominadaspor binários equivalentes
forças constituídos
horizontais fictícias,
3. Os momentos obtidos, então, são substituídos por binários equivalentes constituídos
de forças
cujos horizontais,
valores podem sercujas resultantes
obtidos a partir da sãoExpressão
denominadas 3.13: forças horizontais fictícias,
de forças horizontais, cujas resultantes são denominadas forças horizontais fictícias,
cujos valores podem ser obtidos a partir da Expressão 3.13:
cujos valores podem ser obtidos  Vi  d i da  Vi 1  d i 1 3.13:
H i  a partir  Expressão (3.13)
 Vh  d  V h  d
H i   V i i d i   V i 1i1d i 1 (3.13)
Hi  hi i i  i h1
i 1
i 1
(3.13)
hi hi 1
Onde:

 Vi, Vi+1: forças verticais acumuladas até os pavimentos i e i+1, respectivamente;

 hi, hi+1: pés-direitos dos pavimentos i e i+1, respectivamente;

ROBERTO  di, di+1: deslocamentos horizontais relativos do pavimento i em relação ao

CHUST pavimento i-1 e do pavimento i+1 em relação i+1 em relação ao pavimento i,

CARVALHO respectivamente.

1. As forças horizontais obtidas devem ser, então, adicionadas às forças horizontais


atuantes nos nós da estrutura, e então é realizada a segunda iteração, e o processo é,

então, repetido. Salienta-se que, a cada iteração, as forças horizontais modificadas
1. As forças
resultam horizontaisentre
do somatório obtidas
as devem
forças ser, então, adicionadas
horizontais às forças
iniciais e as forças horizontais
horizontais
atuantes nos nósnadareferida
fictícias obtidas estrutura, e então é realizada a segunda iteração, e o processo é,
iteração;
então, repetido. Salienta-se que, a cada iteração, as forças horizontais modificadas
2. O processo deve ser repetido, segundo MacGregor (1988, apud LIMA, 2001),
resultam do somatório entre as forças horizontais iniciais e as forças horizontais
enquanto os deslocamentos de uma referida iteração excederem em mais de 5% da
fictícias obtidas na referida iteração;
iteração anterior.
2. O processo deve ser repetido, segundo MacGregor (1988, apud LIMA, 2001),
enquanto os deslocamentos de uma referida iteração excederem em mais de 5% da
iteração anterior.

ROBERTO
CHUST
CARVALHO
hi+1
Hi+1 pavimento i+1
FHi+1 pavimento i+1
hi
Hi pavimento
FHi i pavimento i
hi-1
Forças iniciais
Hi-1 pavimento
FHi-1 i-1 pavimento i-1
Forças fictícias

a) Estrutura indeformada a) Estrutura indeformada


b) Estrutura deformada
Vi+1
Vi+1 di+1
hi+1
hi+1 hi+1di+1 Vi+1 di+1
Vi
hi+1 Hi
Vi di
hi
hi di hi
Vi-1 Vi di
hi-1
hi-1 hi
Forças iniciais Vi-1 di-1 H i-1
Forças iniciais Forças fictícias
di-1 hi-1
Forças fictícias
b) Estrutura deformada
c) Forças horizontais fictícias
b) Estrutura deformada
Vi+1
Vi+1 Vi+1 di+1
di+1 hi+1
Vi+1 di+1
ROBERTOd hi+1
Vi Vi+1
hi+1
di+1

i+1 Hi
CHUSTVi Vi+1 di+1 Vi di
hi+1 Hi di hi
CARVALHO Vi di Vi-1 Vi di
3.1.1 Processo geral

O processo geral, analogamente ao processo, é um método iterativo que


consiste da consideração da não-linearidade física e geométrica da estrutura,
considerando, a cada iteração, a posição deformada da estrutura. Este
processo tende a simular o que realmente ocorre na estrutura quando da
atuação das forças horizontais

ROBERTO
CHUST
CARVALHO
3.1.1 Processo geral

1. Primeiramente, os carregamentos podem ser divididos em carregamentos


1. Primeiramente, os carregamentos podem ser divididos em carregamentos
1. Primeiramente,
incrementais, osos carregamentos
quais podem
serão utilizados nasser divididos em carregamentos
iterações;
incrementais, os
incrementais, os quais
quais serão
serão utilizados
utilizados nas
nas iterações;
iterações;
2. A partir dos carregamentos incrementais obtidos, deve ser realizada uma
2.
2. A partir
A partir dos
dos carregamentos
carregamentos incrementais
incrementais obtidos,
obtidos, deve
deve ser
ser realizada
realizada uma
uma
análise, obtendo-se
análise, obtendo-se os deslocamentos
os deslocamentos nodais
nodais da
da estrutura;
estrutura;
análise, obtendo-se
análise, obtendo-se osos deslocamentos
deslocamentos nodais
nodais da
da estrutura;
estrutura;
3.
3. Estes deslocamentos
Estes deslocamentos devem,
devem, então,
então, ser
ser utilizados
utilizados para
para calcular
calcular as
as novas
novas
3. Estes deslocamentos devem, então, ser utilizados para calcular as novas
3. Estes deslocamentos
coordenadas
coordenadas dos nós
dos nós da
dadevem, então, ser utilizados para calcular as novas
estrutura;
estrutura;
coordenadas dos nós da estrutura;
coordenadas dos nós da
4.
4. No passo
No passo seguinte,
seguinte, oo estrutura;
cálculo dos
cálculo dos esforços
esforços ee dosdos deslocamentos
deslocamentos da da
4.
4. No passo
No passo seguinte,
seguinte, oo cálculo
cálculo dos
dos esforços
esforços ee dosdos deslocamentos
deslocamentos da da
estrutura será
estrutura será realizado
realizado considerando-se
considerando-se aa posição
posição deformada da
deformada
estrutura será
estrutura será realizado
realizado considerando-se
considerando-se aa posição
posição deformada
deformada da da
estrutura, o que acarreta em esforços adicionais
estrutura, o que acarreta em esforços adicionais na mesma;na mesma;
estrutura, o que acarreta em esforços adicionais na mesma;
5. estrutura,
O processo
processo o que
deveacarreta em esforços
ser repetido
repetido quantasadicionais
se na
vezes se mesma;
fizerem necessárias para
para
5. O deve ser quantas vezes fizerem necessárias
5. O processo deve ser repetido quantas vezes se fizerem necessárias para
5. O
queprocesso
que deve
aa estrutura
estrutura ser oorepetido
atinja
atinja quantas vezes se fizerem necessárias para
equilíbrio.
equilíbrio.
que aa estrutura
que estrutura atinja
atinja oo equilíbrio.
equilíbrio.

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3.1 Consideração das não linearidades física (NLF) e geom
ridades física (NLF) e geométrica (NLG)

A NBR6118:2003 prescreve que, para a análise dos esforços globais de 2ª


ordem em estruturas reticuladas com no mínimo 4 andares, a não linearidade
física pode ser considerada de maneira aproximada, tomando-se como rigidez
dos elementos estruturais os seguintes

 Lajes: (EI)sec = 0,3.EciIc (3.14a)

 Vigas: (EI)sec = 0,4.EciIc para As  As’ e 0,5.EciIc para As = As’ (3.14b)

 Pilares: (EI)sec = 0,8.EciIc (3.14c)

ROBERTO
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3.1 Consideração das não linearidades física (NLF) e ge
aridades física (NLF) e geométrica (NLG)
Consideração melhor
Para vigas fissuradas ou elementos sem normal:

 Mr 
n
  M r n 
IM    I 1  1      I II ,0
 M    M  
20,00 M (kNm)

18,243
Em elementos em que há 18,00
16,585
atuação com o normal 16,00
N = 100,00 kN
14,00

Relações N, M e 1/R para 12,00

determinar EI do pilar 10,00

8,00

6,00 0,85 . f cd 1,10 . f cd Reta S ecante


4,00

2,00

0,00 q
0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 18,00

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CHUST
CARVALHO
ROBERTO
CHUST
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FORMULAÇÃO DE SEGURANÇA

O coeficiente de segurança  f   f 1   f 2   f 3 é composto de três parcelas que


são:
 f 1 - leva em conta a variabilidade das ações
 f 2 - a simultaneidade das ações
 f 3 - as aproximações feitas em projeto

No cálculo do  z a NBR61118:2003 permite (não exige determina que pode ser usada) a
formulação da segurança em que se calculam os efeitos de segunda ordem das cargas
majoradas por  f /  f 3 , que posteriormente são majoradas por  f 3 com  f 3 =1,1.

Ao se executar este procedimento o cálculo final resulta em ações de segunda ordem


menores e mais compatíveis com a realidade e levando em conta que o cálculo já ;e aqui
mais refinado.

ROBERTO
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ROBERTO
CHUST
CARVALHO
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ROBERTO
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ROBERTO
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ANÁLISE COM SEGURANÇA ANÁLISE NORMAL

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CHUST
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