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Centros Qualifica

Validação e Certificação
de Competências

10 de setembro de 2020
Agenda

Condições de validação das ACC:


• LE no RCC
• Formação complementar
• Níveis de demonstração de competências (escala de
validação)
• Aplicação da escala de validação no NS (exemplos)
• Sessão de Validação

Etapa de Certificação:
• Sessão de preparação para a prova
• Sessão de júri de certificação
• Avaliação e tomada de decisão
Sessões de Reconhecimento
Responsabilidade do TORVC:
• enquadrar e informar sobre a(s) metodologia(s)
• acompanhar a elaboração do Portefólio e a aplicação de
metodologias e instrumentos de avaliação específicos
(sempre em articulação com os formadores)
• registo em SIGO das sessões em que intervém

Responsabilidade do Formador de cada ACC:


• participar no Processo de RVCC, aplicando instrumentos e
apoiando a elaboração do Portefólio
• realizar Formação Complementar Interna
• validar e certificar competências
• registo em SIGO das sessões em que intervém
Condições de Validação
O candidato deve cumprir um conjunto de requisitos:

apropriar-se de todo o Referencial

trabalhar todas as UC (NB) e todos os NG (NS)

NB: evidenciar competências em todas as UC


NS: evidenciar competências em, pelo menos, dois temas (DR) de cada
núcleo gerador

NB: percorrer todas as UC (atribuindo nível de demonstração 1 a 5)


NS: percorrer todos os DR (contextos pessoal, profissional, institucional e
macroestrutural)
Condições de Validação - NS
Condições de Validação

Uma UC reúne Um NG reúne condições


condições de validação de validação quando…
quando… são pontuados, pelos
pontuada nos níveis 3, menos, 2 DR nos níveis 3,
Nível Básico

4 ou 5 da escala de 4, ou 5 da escala de
validação validação

Nível Secundário
e e
exista uma ou mais UC exista pelo menos um DR
na respetiva ACC pontuado no nível 5 da
pontuada no nível 5 da escala de validação.
escala de validação A demonstração de
As UC de LE são de competências em LE tem
carácter opcional. carácter obrigatório
Condições de Validação
Língua Estrangeira (LE)
 Há NG cuja demonstração de LE é
obrigatória.
 A LE integra a dimensão
Cultura
Língua
Comunicação.
 Um DR só está completo quando
demonstradas as 3 dimensões.
 A evidenciação de competências em
LE resulta da continuidade e/ou
complemento da dimensão “língua”
no DR a ser desenvolvido.
Condições de Validação
Formação Complementar (certificação total)

Objetivo Frequência obrigatória


Aperfeiçoamento, No decurso do processo
melhoria e/ou a Mínimo de 50
de RVCC .
aquisição de horas
Pretende (re)aproximar
conhecimentos e os candidatos dos O investimento
competências, de contextos de deve potenciar a
forma a colmatar aprendizagem formal e obtenção de uma
lacunas. valorizar a Certificação Total
aprendizagem ao longo
Portaria nº 232/2016, de
da vida.
29 de agosto
Condições de Validação
(Certificação total)
FC Interna deve: FC Externa deve:
•incidir sobre as lacunas •incidir em lacunas detetadas na
detetadas em alguns conteúdos generalidade dos conteúdos da UC;
da UC (necessidades pontuais
e/ou individuais de formação); •realizar-se em UFCD diretamente
correspondentes às UC em avaliação
•realizar-se em uma ou mais UC ou em UFCD cujos conteúdos se
de uma ou mais ACC; relacionem com as UC em avaliação;
•ser promovida pela equipa de •ser promovida pelos Formadores de
Formadores que acompanham o cursos EFA/FM das entidades
processo do candidato; formadoras do SNQ;
•refletir sobre as competências •incluir o(s) Certificado(s) de
adquiridas ou desenvolvidas e, Qualificações;
sempre que possível,
contextualizá-las em •refletir sobre as competências
experiências de vida no adquiridas ou desenvolvidas e,
Portefólio. quando possível, contextualizá-las
em Portefólio.
Condições de Validação

Níveis de demonstração de competências

1 Não abordou a competência


A Validação de 2 Abordou a temática da competência, sem a
Competências explorar e/ou sem refletir/emitir a sua opinião
termina quando
todos os DR que 3 Abordou a temática da competência, com
integram os NG recurso a pesquisas e/ou trabalhos (refletindo e
estão pontuados, emitindo a sua opinião)
na escala de 1 a 5,
pelo formador da 4 Abordou a competência, apresentando os
respetiva ACC. conhecimentos/saberes detidos (refletindo e
emitindo a sua opinião)
5 Evidenciou a competência, demonstrando
capacidade de intervenção, autonomia e
argumentação
Condições de Validação – Exemplo CP
DOMÍNIOS DE
NÚCLEO PONT
REFERÊNCIA PONTOS OBSERVAÇÕES OBSERVAÇÕES
GERADOR OS

G1 G2 G1 G2
Autoavaliação semestral; RECONHECE OS SEUS LIMITES PESSOAIS NO DESEMPENHO
PROFISSIONAL, O QUE DEMONSTRA QUANDO RECORRE À
Formação;
FORMAÇÃO PARA MELHORAR O SEU DESEMPENHO
Pág. 20 LPROFISSIONAL: “GRAÇAS AO MEU EMPENHO, A EMPRESA PROPÔS-ME
TIRAR UM CURSO INTENSIVO DE CONTABILIDADE, E ASSIM O FIZ, EM 2007
INGRESSEI NO CAF (CENTRO DE APOIO E FORMAÇÃO EMPRESARIAL) ONDE
ESTUDEI DURANTE NOVE MESES, SE FOI DIFÍCIL? FOI SEM DÚVIDA,
CONJUGAR A VIDA PROFISSIONAL COM A PESSOAL E AGORA COM O ESTUDO,
NÃO FOI FÁCIL, MAS QUANDO TERMINEI (COM BOA NOTA!) SENTI QUE
AFINAL PODIA IR MUITO MAIS LONGE. OS MEUS COLEGAS/AMIGOS QUE
DR2 SEMPRE ME INCENTIVARAM E, COM ESTES NOVOS CONHECIMENTOS,
ORGANIZEI O MEU TRABALHO DE MODO A PODER AJUDA-LOS NA ÁREA DA
Reconversões
RPC Profissionais e
2 4/5 CONTABILIDADE E APRENDER COM ELES TODA A INFORMAÇÃO QUE SÓ COM
MUITA PRÁTICA EU PODIA APRENDER, CLARO QUE OS PROGRAMAS EM QUE
Organizacionais TRABALHAMOS, COMO O “PRIMAVERA” AJUDAM E MUITO NUMA RÁPIDA
CONTABILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS, INCLUSIVE NA TIRAGEM DOS
BALANCETES E DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS DAS EMPRESAS, ENTRE
OUTROS.
COM TANTO ENTUSIASMO ATÉ CONCORRI À FACULDADE NO PROGRAMA DE
MAIORES DE VINTE E TRÊS ANOS, E ACREDITEM OU NÃO ATÉ ENTREI E COM
ZERO A MATEMÁTICA. MAS FOI IMPOSSÍVEL A CONTINUAÇÃO, ERA
NECESSÁRIO TER MUITAS BASES DE MATEMÁTICA E EU NÃO AS TINHA, AS
ÚNICAS DISCIPLINAS QUE GOSTAVA ERAM A CONTABILIDADE E DIREITO DO
TRABALHO, O RESTO ERA “CHINÊS” PARA MIM.” PAG.19
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CP RPC DR2
(exemplo)
Condições de Validação

Escala de Validação – CLC _ TIC (DR4)


(exemplo)
Condições de Validação

Escala de Validação – CLC_TIC (DR4)


(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CLC_TIC (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CLC_TIC ( DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CLC_TIC (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de Validação – CLC_ TIC (DR4)
(exemplo)

Falta evidenciação de LE
Condições de Validação
Escala de Validação – STC_GE (DR4)
NÚCLEO
GERADOR
DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA PONTUAÇÃO OBSERVAÇÕES
G1 G2 GRUPO 1 GRUPO 2

DESCRIÇÃO DAS SUAS VÍDEO-CONFERÊNCIA, SKYPE


FUNÇÕES NA EMPRESA (P.15); GESTÃO DO TEMPO
REFLETINDO SOBRE TODAS (P.18); UTILIZAÇÃO DO OUTLOOK
AS TAREFAS E E A SUA IMPORTÂNCIA NA
PROCEDIMENTOS, PLANIFICAÇÃO DO TEMPO
DR4 INCLUSIVE A
GE 5 2
Usos e Gestão do Tempo AUTOAVALIAÇÃO SUGESTÕES: REFLETIR SOBRE O
(CAPACIDADE CRITICA IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DESTAS
PARA TENTAR FERRAMENTAS NA GESTÃO DO
ULTRAPASSAR OS TEMPO A NÍVEL GLOBAL;
OBSTÁCULOS) REFLEXÃO SOBRE O IMPACTO DA
GLOBALIZAÇÃO NA TECNOLOGIA E
NAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO
DO TRABALHO
Condições de Validação
Escala de validação - STC_ GE (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de validação - STC_ GE (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de validação - STC_GE (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de validação - STC_GE (DR4)
(exemplo)
Condições de Validação
Escala de validação - STC_ GE (DR4)
(exemplo)
Transversalidade do RCC
(exemplos)
Transversalidade do RCC
(exemplos)
Transversalidade do RCC
(exemplos)
Sessão de Validação

(6) A equipa deve transpor para (5) Formalizar junto do


o SIGO as pontuações candidato o resultado de todo
atribuídas a todas UC/DR. o processo de avaliação.

(4) Elaborada ata com: data; local;


participantes; assuntos tratados; (3) Apresentar ao candidato as
deliberações tomadas; resultados das UC/DR validadas e não validadas,
avaliações realizadas; outras pontuações obtidas e as razões
informações. que suportaram essa avaliação.

(2) A SV deve ser formalizada em reunião (1) O candidato deve ser


convocada e presidida pelo Coordenador incentivado a realizar uma
do CQ, com a presença dos elementos que reflexão final sobre o
acompanharam o processo do candidato. processo realizado.
Certificação de Competências

• Preparação 2.º momento


• Avaliação e
para a prova tomada de
(até 25h) decisão
• Sessão de Júri
de Certificação
(prova)
1.º momento 3.º momento
Sessão de Preparação para a Prova

Técnico de
Formadores
ORVC
Apoiar o candidato na Decidir, conjuntamente com o
seleção da tipologia de candidato, qual(ais) a(s)
apresentação a realizar, temática(s) integradora(s) que
tendo em conta as suas permitirá(ão) demonstrar as
aptidões e capacidades. competências validadas.
Tutoria da apresentação. Definir as UC/NG a abordar

Preparar uma
síntese/contextualizaçã Apoiar na seleção dos conteúdos
o do processo da apresentação, induzindo
desenvolvido pelo questões para reflexão,
candidato a apresentar atividades de demonstração
na sessão de júri de prática, situações-problema,
certificação. entre outros.
Constituição do Júri de Certificação

Compete ao Coordenador nomear o júri de certificação e seu


Presidente (voto de qualidade) (artigo 19º da Portaria nº 232/2016, de 29 de agosto)

Elementos, com direito a voto cuja função é confirmar se o


candidato é ou não detentor das competências em avaliação e se
as consegue demonstrar/mobilizar num determinado contexto
(capacidade reflexiva e argumentativa):

Técnico de ORVC Formadores das diferentes ACC


que não tenham estado
que acompanhou o envolvidos no processo do
candidato candidato
Constituição do Júri de Certificação

Apropriar-se da documentação produzida, nomeadamente:


Portefólio; Grelha de Validação; Ata da Sessão de Validação;
Apresentação a realizar perante o júri de certificação.

Esclarecer junto dos elementos que acompanharam o processo do


candidato, eventuais dúvidas que possam existir relativamente à
validação de competências.

Elaborar um “Guião” de questões a colocar durante a sessão de júri


de certificação, de forma a permitir ao candidato posicionar-se num
determinado contexto (emitir a sua opinião, fazer uma reflexão ou
optar por uma tomada de decisão/ forma de ação).
Prova de Júri de Certificação

A prova consiste na apresentação de uma exposição e reflexão


subordinada a uma temática integradora, trabalhada no
âmbito do Portefólio, que evidencie saberes e competências
das ACC em avaliação.
Pode ser uma apresentação oral, uma demonstração prática
de competências ou uma conjugação das duas, com recurso,
preferencial, às TIC.

• Reconhecimento externo das competências detidas


pelo candidato;
• Legitimação e credibilização do processo de RVCC;
• Mecanismo de controle de qualidade.
Avaliação e Tomada de Decisão
O júri de certificação decide baseado na análise
do Portefólio e no desempenho do candidato na
prova de certificação.

Certificação total quando certifica todas as


UC/NG constantes das ACC.
Emissão de Certificado de Qualificações e
de Diploma, se aplicável.

Certificação parcial quando não certifica


todas as UC/NG.
Emissão de Certificado de Qualificações

Plano Pessoal de Qualificação (PPQ), onde se


identificam as UFCD correspondentes às UC/NG
não certificadas (ou outras que se considerem
associadas ao referencial).
Tomada de Decisão e Registos em SIGO
• Avaliação sustentada de cada UC/NG que integra o
Tomada de Referencial em avaliação
Decisão • Elaboração de um relatório que explicite as UC ou
NG/DR certificados

• Na sequência da realização da sessão de júri de


certificação devem os seus elementos reunir para
Elaboração decidir da certificação a atribuir a cada candidato.
da Ata • Dessa reunião resulta a elaboração da ata da sessão
de júri de certificação, que anexa o relatório.

• Os registos devem integrar, em cada ACC,


Registos informação que embora sucinta, seja contextualizada
e relevante, individualizando a prestação de cada
em SIGO candidato na Sessão de Júri de Certificação.
Equipa de Acompanhamento Regional - Norte:

- ANQEP:
Georgina Marques, Lurdes Alves e Rita Castilho

- DGEstE:
Carla Sampaio e Estela Monteiro

- IEFP:
Cristina Vieira e Sandra Costa

Gratas!

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