Você está na página 1de 9

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará –

IFCE.
19 de setembro de 2020.
Curso: Bacharelado em Ciências da Computação.
Disciplina: Redes II.
Prof.ª: Reinaldo Braga.
Aluno: Jeovane Carneiro da Costa.

R1. Vamos revisar algumas das terminologias usadas neste livro. Lembre-se de que o
nome de um pacote da camada de transporte é um segmento e que o nome de um pacote
da camada de enlace é um quadro. Qual é o nome de um pacote da camada de rede?
Lembre-se de que os roteadores e os switches da camada de enlace são chamados
comutadores de pacotes. Qual é a diferença fundamental entre um roteador e um switch
de camada de enlace?

Um pacote da camada de rede é um datagrama. Um roteador encaminha um pacote


baseado no endereço IP. Uma camada de enlace comuta um pacote baseado no endereço
MAC.
R2. Observamos que a funcionalidade da camada de rede pode ser amplamente dividida
em funcionalidade de plano de dados e funcionalidade de plano de controle. Quais são
as principais funções do plano de dados? Do plano de controle?
O plano de controle é responsável pela inteligência da rede, ou seja, ele define as
próximas rotas do fluxo de pacotes na rede, podendo rodar, por exemplo, um protocolo
de roteamento ou algo parecido. Já o plano de dados é responsável por encaminhar
pacotes na rede, ou seja, ele simplesmente encaminha os pacotes para seu destino que é
determinado pelo plano de controle.
R3. Fizemos uma distinção entre a função de encaminhamento e a função de roteamento
executada na camada de rede. Quais são as principais diferenças entre roteamento e
encaminhamento?
 Encaminhamento: “Mover” pacotes de uma entrada do roteador para a saída
apropriada. É função do protocolo IP.
 Roteamento: Determinar a rota a ser seguida pelos pacotes da fonte até o
destino. É função dos protocolos de roteamento.

R4. Qual é a função da tabela de encaminhamento em um roteador?

Tabela de roteamento: Indica para qual enlace de saída o pacote deve ser encaminhado.

R5. Dissemos que o modelo de serviço de uma camada de rede "define as características
de ponta a ponta transporte de pacotes entre os hosts de envio e recebimento. ” Qual é o
modelo de serviço do Camada de rede da Internet? Quais são as garantias do modelo de
serviço da Internet em relação a entrega host-a-host de datagramas?
Na internet há penas um serviço oferecido: melhor esforço
 Roteadores se esforçam ao máximo para entregar os pacotes da melhor maneira
possível e sem distinção.
 Encaminhamento de pacote independente um dos outros
 Sem reserva de recursos, recuperação de erros, garantia de acesso ou garantia de
entrega do pacote ao destino.
 Atraso dependente do tamanho da fila.
 Pacote é descartado se fila cheia.

R6. Na Seção 4.2, vimos que um roteador normalmente consiste em portas de entrada,
portas de saída, tela de comutação e um processador de roteamento. Quais deles são
implementados em hardware e quais são implementados em software? Por quê?
Voltando à noção do plano de dados da camada de rede e plano de controle, quais são
implementados em hardware e quais são implementados em software? Por quê?
Hardware: portas de entrada (mais rápidas para transferir datagramas), portas de saída
(para atender às saídas de velocidade de transmissão), Switching fabric (também suporta
velocidade de transferência que não é suportada pelo software) Software: processador
de roteamento (executa protocolos de roteamento, mantém tabela).
Plano de dados (hardware): necessita de maior velocidade para evitar tráfego na rede.
Plano de controle (software): Sem restrições de velocidade por isso é feito em software.
R7. Discuta por que cada porta de entrada em um roteador de alta velocidade armazena
uma cópia de sombra da tabela de encaminhamento.
Com uma cópia de sombra, as decisões de repasse podem ser feitas no local, em cada
porta de entrada, sem chamada ao processador de roteamento centralizado a cada
pacote, evitando assim um gargalo de processamento centralizado.
R8. O que significa encaminhamento com base no destino? Como isso difere de
encaminhamento generalizado (assumindo que você leu a Seção 4.4, qual das duas
abordagens é adotada por Rede definida por software)?
No encaminhamento com base no destino, um pacote de entrada que chega consiste no
endereço de destino onde o pacote chegou. Os roteadores agora selecionam o caminho e
encaminham o pacote no mesmo caminho que será o destino final mencionado.
Encaminhamento generalizado: não baseado no endereço de destino.
R9. Suponha que um pacote que chega corresponda a duas ou mais entradas na tabela
de encaminhamento de um roteador. Com o encaminhamento baseado em destino
tradicional, que regra um roteador aplica para determinar qual dessas regras deve ser
aplicada para determinar a porta de saída para a qual o pacote que chega deve ser
comutado?
Regra de correspondência de prefixo mais longa - aqui o endereço IP de destino e os
endereços correspondentes são convertidos em um formato binário. Agora, a entrada
com a máscara de sub-rede mais longa correspondendo ao destino é considerada uma
correspondência.
R10. Três tipos de estruturas de comutação são discutidos na Seção 4.2. Liste e
descreva resumidamente cada tipo. Qual, se houver, pode enviar vários pacotes pela
malha em paralelo?
Comutação via memória: Portas de entrada e porta de saída funcionam como
dispositivos tradicionais de entrada/saída de um sistema operacional tradicional.
Comutação via barramento: Portas de entrada transferem um pacote diretamente para
a porta de saída por um barramento compartilhado sem a intervenção do processador de
roteamento.
Comutação via rede de interconexão: Rede de interconexão de “2*n” barramentos
conectam “n” portas de entrada com “n” portas de saída, o que possibilita enviar vários
pacotes pela malha em paralelo, pois controlador do comutador fecha o cruzamento na
interseção somente dos barramentos em uso, deixando os outros caminhos livres.

R11. Descreva como a perda de pacotes pode ocorrer nas portas de entrada. Descreva
como a perda de pacotes nas portas de entrada pode ser eliminada (sem usar buffers
infinitos).
Ao examinarmos as funcionalidades da porta de entrada e da porta de saída, verifica-se
que filas de pacotes podem se formar tanto nas portas de entrada como nas portas de
saída, assim a perda de pacotes pode ocorrer à medida que as filas ficam maiores, ou
seja, a falta de buffers disponíveis no roteador implica em descarte, causando
fenômenos como o bloqueio de cabeça de fila ou “Head Of the Line – HOL Blocking”.
Aumentando a velocidade da tela de comutação pelo menos n vezes mais rápido do que
a velocidade da linha de entrada a perda de pacotes nas portas de entrada pode ser
eliminada.
R12. Descreva como a perda de pacotes pode ocorrer nas portas de saída. Essa perda
pode ser evitada por aumentando a velocidade do switch fabric?
A perda de pacotes pode ocorrer quando o tamanho da fila nas portas de saída aumenta.
Não pode ser evitado.
R13. O que é o bloqueio HOL? Isso ocorre nas portas de entrada ou nas portas de saída?
Bloqueio de Cabeça de Linha: quando dois pacotes são destinados à mesma posição na
fila de saída. Ocorre nas portas de entrada
R14. Na Seção 4.2, estudamos as disciplinas de agendamento de pacotes FIFO, Priority,
Round Robin (RR) e Weighted Fair Queuing (WFQ). Qual dessas disciplinas de
enfileiramento garante que todos os pacotes partam na ordem em que chegaram?
FIFO, pode garantir que todos os pacotes partam na ordem em que chegaram.
R15. Dê um exemplo mostrando por que uma operadora de rede pode querer que uma
classe de pacotes seja dada prioridade sobre outra classe de pacotes.
Por exemplo, um pacote com informações de gerenciamento de rede deve receber
prioridade sobre o tráfego regular do usuário. Outro exemplo, um pacote de voz sobre
IP em tempo real pode precisar receber prioridade sobre o tráfego em tempo não real,
como e-mail.
R16. Qual é a diferença essencial entre o agendamento de pacotes RR e WFQ? Existe
um caso (Dica: considere os pesos do WFQ) onde RR e WFQ se comportarão
exatamente da mesma forma?
Diferença: o agendamento round robin classifica os pacotes em classes e gira o
agendador entre essas classes, evitando assim a privação de pacotes. Todos os pacotes
têm igual prioridade. RR e WFQ funcionam de forma semelhante quando cada classe no
WFQ recebe pesos iguais ou no RR quando cada classe recebe pesos semelhantes aos
do WFQ.
R17. Suponha que o Host A envie ao Host B um segmento TCP encapsulado em um
datagrama IP. Quando O Host B recebe o datagrama, como a camada de rede no Host B
sabe que deve passar o segmento (isto é, a carga útil do datagrama) para TCP em vez de
UDP ou para algum outro protocolo da camada superior?
O campo de 8 bits no datagrama IP contem informação sobre qual protocolo da camada
de transporte o hospedeiro de destino deve passar o segmento.
R18. Qual campo no cabeçalho IP pode ser usado para garantir que um pacote seja
encaminhado sem mais do que N roteadores?
TTL (Time to Live), diminuído com cada roteador que passa
R19. Lembre-se de que vimos a soma de verificação da Internet sendo usada no
segmento da camada de transporte (em cabeçalhos UDP e TCP, Figuras 3.7 e 3.29
respectivamente) e em datagramas da camada de rede (IP cabeçalho, figura 4.16). Agora
considere um segmento da camada de transporte encapsulado em um datagrama IP. As
somas de verificação no cabeçalho do segmento e no cabeçalho do datagrama são
calculadas sobre quaisquer bytes no datagrama IP? Explique sua resposta.
Nenhum byte comum é usado para calcular a soma de verificação no datagrama IP,
apenas o cabeçalho IP é usado para calcular a soma de verificação na camada de rede.
• Como os segmentos TCP / UDP e o datagrama IP podem ter diferentes pilhas de
protocolo usadas, portanto, quando um segmento TCP está incluído no datagrama IP,
não é necessário usar bytes comuns para calcular a soma de verificação.
R20. Quando um grande datagrama é fragmentado em vários datagramas menores, onde
estão esses datagramas menores são remontados em um único datagrama maior?
No destino, antes de ser passado para a camada de transporte
R21. Os roteadores têm endereços IP? Se sim, quantos?
Sim, eles têm um endereço IP para cada interface
R22. Qual é o equivalente binário de 32 bits do endereço IP 223.1.3.27?
11011111.00000001.00000011.00011011
R23. Visite um host que usa DHCP para obter seu endereço IP, máscara de rede,
roteador padrão e IP endereço de seu servidor DNS local. Liste esses valores.

 IP address: 192.168.1.17
 Subnet mask: 255.255.255.0
 Default router: 192.168.1.254
 Local DNS server: 192.168.1.2

R24. Suponha que haja três roteadores entre um host de origem e um host de destino.
Ignorando fragmentação, um datagrama IP enviado do host de origem para o host de
destino percorrerá quantas interfaces? Quantas tabelas de encaminhamento serão
indexadas para mover o datagrama da origem para o destino?
8 interfaces, 3 forwarding tables
R25. Suponha que um aplicativo gere blocos de 40 bytes de dados a cada 20 ms, e cada
pedaço é encapsulado em um segmento TCP e, em seguida, um datagrama IP. Qual
porcentagem de cada o datagrama será sobrecarga, e qual porcentagem serão os dados
do aplicativo?

O overhead é 40 do total de 80, o que significa 50%. Então, o percentual será de dados
do aplicativo 50%
R26. Suponha que você adquira um roteador sem fio e o conecte ao seu modem a cabo.
Além disso suponha que seu ISP atribua dinamicamente seu dispositivo conectado (ou
seja, seu roteador sem fio) um endereço IP. Suponha também que você tem cinco PCs
em casa que usam 802.11 para conexão sem fio conecte-se ao roteador sem fio. Como
os endereços IP são atribuídos aos cinco PCs? Faz o roteador sem fio usa NAT? Por que
ou por que não?
Tipicamente o roteador wireless inclui um servidor DHCP. DHCP e usado para atribuir
endereço para 5 PCs e a interface de roteador. Sim, o roteador wireless também usa
NAT pois obtém apenas um endereço de IP do ISP.
R27. O que significa o termo “agregação de rota”? Por que é útil para um roteador
executar agregação de rota?
Capacidade de um ISP usar um único prefixo para anunciar várias redes. Útil porque um
ISP pode usar isso para anunciar para o resto da Internet usando esse único prefixo.
R28. O que significa um protocolo “plug-and-play” ou “zeroconf”?
Zeroconf, ou Zero Configuration Networking, é um conjunto de técnicas que criam de
forma automática uma rede IP sem necessitar de configuração ou servidores. Isto
permite usuários inexperientes conectarem computadores, impressoras de rede e outros
dispositivos e aguardar que o funcionamento da rede se estabeleça automaticamente.
Sem o Zeroconf, um usuário precisaria configurar serviços especiais, tais como DHCP e
DNS, ou configurar manualmente cada computador para acessar a rede.
R29. O que é um endereço de rede privada? Um datagrama com endereço de rede
privada deve estar presente na Internet pública maior? Explicar.
Endereço de rede que é significativo apenas nessa rede. Nunca deve estar presente
porque esse endereço pode ser usado por muitos dispositivos de rede em suas próprias
redes privadas.
R30. Compare e contraste os campos de cabeçalho IPv4 e IPv6. Eles têm algum campo
em comum?

O IPv6 tem um cabeçalho de comprimento fixo, que não inclui a maioria das opções
que um cabeçalho IPv4 pode incluir. Embora o cabeçalho IPv6 contenha dois endereços
de 128 bits (endereço IP de origem e destino), o cabeçalho inteiro tem um comprimento
fixo de apenas 40 bytes. Vários dos campos são semelhantes em espírito. A classe de
tráfego, o comprimento da carga útil, o próximo cabeçalho e o limite de salto no IPv6
são, respectivamente, semelhantes ao tipo de serviço, comprimento do datagrama,
protocolo da camada superior e tempo de vida no IPv4.

R31. Já foi dito que, quando o IPv6 faz o túnel através de roteadores IPv4, o IPv6 trata
os túneis do IPv4 como protocolos de camada de link. Você está de acordo com esta
afirmação? Por que ou por que não?

Sim. Todo o datagrama IPv6 (incluindo campos de cabeçalho) é encapsulado em um


datagrama IPv4
PROBLEMAS

P1. Considere a rede a seguir.

a. Suponha que seja uma rede de datagramas. Mostre a tabela de repasse no


roteador A, de modo que todo o tráfego destinado ao hospedeiro H3 seja
encaminhado pela interface 3.
Supondo que a tabela de encaminhamento no roteador A, de modo que todo o
tráfego destinado ao host H3 seja encaminhado através da interface 3 na rede de
datagramas, contém:
 Endereço de destino
 Interface do link
O endereço de destino é H3 e a interface do link é 3.
b. Você consegue compor uma tabela de repasse no roteador A, de modo que todo
o tráfego de H1 destinado ao hospedeiro H3 seja encaminhado pela interface 3,
enquanto todo o tráfego de H2 destinado ao hospedeiro H3 seja encaminhado
pela interface 4?
Não é possível para uma tabela de encaminhamento no roteador A, de modo que
todo o tráfego de H1 destinado ao host H3 seja encaminhado pela interface 3,
enquanto todo o tráfego de H2 destinado ao host H3 seja encaminhado pela
interface 4.

P2. Suponha que dois pacotes cheguem a duas portas de entrada diferentes de um
roteador exatamente ao mesmo tempo. Suponha também que não haja outros pacotes
em nenhum lugar do roteador.

a. Suponha que os dois pacotes sejam encaminhados a duas portas de saída


diferentes. É possível encaminhar os dois pacotes pela malha de switch ao
mesmo tempo quando a malha usa um barramento compartilhado?
Não
b. Suponha que os dois pacotes sejam encaminhados a duas portas de saída
diferentes. é possível para encaminhar os dois pacotes através do switch fabric
ao mesmo tempo quando o fabrica usa comutação via memória?
Sim
c. Suponha que os dois pacotes sejam encaminhados para a mesma porta de saída.
É possível encaminhar os dois pacotes pela malha de switch ao mesmo tempo
quando a malha usa uma crossbar?
Não.

P3. Na Seção 4.2, observamos que o atraso máximo de fila é (n–1)D se o elemento de
comutação for n vezes mais rápido do que as taxas das linhas de entrada. Suponha que
todos os pacotes tenham o mesmo comprimento, n pacotes chegam ao mesmo tempo às
n portas de entrada e todos os n pacotes querem ser encaminhados para diferentes portas
de saída. Qual é o atraso máximo para um pacote para (a) a memória, (b) o barramento e
(c) os elementos de comutação do tipo crossbar?

Assumindo o comprimento do pacote = n


Atraso máximo na fila = (n – 1) D
Todos os pacotes têm o mesmo comprimento, n pacotes chegam ao mesmo tempo às n
portas de entrada e todos os n pacotes desejam ser encaminhados a diferentes portas de
saída.
a) O atraso máximo de um pacote para a memória = (n-1) D
b) O atraso máximo de um pacote para o barramento = (n-1) D
c) O atraso máximo para um pacote para as malhas de comutação da barra transversal =
0

P4. Considere a opção mostrada abaixo. Suponha que todos os datagramas tenham o
mesmo comprimento fixo, que o switch opere de maneira sincronizada e sincronizada e
que em um intervalo de tempo um datagrama possa ser transferido de uma porta de
entrada para uma porta de saída. O switch fabric é uma barra transversal para que no
máximo um datagrama possa ser transferido para uma determinada porta de saída em
um intervalo de tempo, mas portas de saída diferentes podem receber datagramas de
portas de entrada diferentes em um único intervalo de tempo. Qual é o número mínimo
de slots de tempo necessários para transferir os pacotes mostrados das portas de entrada
para suas portas de saída, assumindo qualquer ordem de programação da fila de entrada
desejada (ou seja, não precisa ter bloqueio HOL)? Qual é o maior número de slots
necessários, assumindo a ordem de programação de pior caso que você pode conceber,
assumindo que uma fila de entrada não vazia nunca fica ociosa?

O número mínimo de intervalos de tempo necessários é 3.


Slot 1: enviar X na fila de entrada superior, enviar Y na fila de entrada intermediária.
Slot 2: enviar X na fila de entrada do meio, enviar Y na fila de entrada inferior
Slot 3: enviar Z na fila de entrada inferior.
O maior número de slots ainda é 3. Na verdade, com base na suposição de que uma fila
de entrada não vazia nunca está ociosa, vemos que o primeiro intervalo de tempo
sempre consiste em enviar X na fila de entrada superior e Y na entrada intermediária ou
inferior fila, e no segundo intervalo de tempo, podemos sempre enviar mais dois
datagramas, e o último datagrama pode ser enviado no terceiro intervalo de tempo.
Porem , se o primeiro datagrama na fila de entrada inferior for X, o pior caso exigiria 4
slots de tempo.
P5. Considere uma rede de datagramas usando endereços de host de 32 bits. Suponha
que um roteador tenha quatro links, numerados de 0 a 3, e os pacotes devem ser
encaminhados para as interfaces de link da seguinte maneira:

a. Fornece uma tabela de encaminhamento com cinco entradas, usa a


correspondência de prefixo mais longa e encaminha pacotes para as interfaces de
link corretas.
Interface de link de correspondência de prefixo
11100000 0
11100001 00000000 1
11100001 2
caso contrário, 3

b. Descreva como sua tabela de encaminhamento determina a interface de link


apropriada para datagramas com endereços de destino:

A correspondência de prefixo para o primeiro endereço é a 4ª entrada: interface


de link 3
A correspondência de prefixo para o segundo endereço é a 2ª entrada: interface
de link 1
A correspondência de prefixo para o primeiro endereço é a terceira entrada:
interface de link 2

P6. Considere uma rede de datagramas usando endereços de host de 8 bits.


Suponha que um roteador use a correspondência de prefixo mais longa e tenha a
seguinte tabela de encaminhamento:

Prefixo a comparar Interface


00 0
010 1
011 2
10 2
11 3

Para cada uma das quatro interfaces, forneça o intervalo associado de endereços
de host de destino e o número de endereços no intervalo.

faixa de endereço de destino Interface


00000000-00111111 0
01000000-01111111 1
10000000-10111111 2
11000000-11111111 3

Número de endereço para interface 0 = 2 ^ 6 = 64


Número de endereço para interface 1 = 2 ^ 5 = 32
Número de endereço para interface 2 = 2 ^ 6 + 2 ^ 5 = 64 + 32 = 96
Número de endereço para interface 3 = 2 ^ 6 = 64

P7.

Você também pode gostar