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Num primeiro momento, as classes sociais envolvidas no Tableau eram aquelas que eram

importante para a geração e circulação de riquezas num país. Nesse sentido, a obra do
Quesnay apontava para os grandes e ricos fazendeiros como peças chave para a obtenção
do excedente. Também faziam parte do processo produtivo os comerciantes, fabricantes e
mercadores, que eram denominados como uma classe estéril, pois entendiam que suas
funções não trariam excedente. Dessa forma, o fluxo funciona através da terra cultivada
pelos fazendeiros arrendatários, que atuam como única classe produtiva. Esse produto
gerado, por sua vez, é responsável por atender as suas próprias necessidades juntamente
com as dos proprietários de terras e, além disso, suprir a demanda da classe estéril
(fabricantes e mercadores).