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INTRODUÇÃO



SUMÁRIO
MÓDULO I – ÉTICA, MORAL E VALORES .............................................................................................. 7

CAMPO DA ÉTICA ............................................................................................................................... 7


Ética e moral ............................................................................................................................... 7
Ética e direito .............................................................................................................................. 9
Ética e política ........................................................................................................................... 10
Ética e religião .......................................................................................................................... 12
FUNDAMENTAÇÃO DA ÉTICA: DA GRÉCIA À MODERNIDADE .................................................... 13
Ética na filosofia da Grécia antiga .......................................................................................... 13
Ética e modernidade ............................................................................................................... 14
Deontologia Kantiana .............................................................................................................. 15
Utilitarismo inglês .................................................................................................................... 18
Modelos de gestão ética ......................................................................................................... 19
PÓS-MODERNIDADE, ÉTICA E ORGANIZAÇÕES ........................................................................... 21
Desafios éticos na pós-modernidade ................................................................................... 21
Ética e poder nas organizações: o papel do líder ................................................................ 24
Ausência de ética e abuso de poder ..................................................................................... 25
Abuso de poder .................................................................................................................. 25
Assédio moral ..................................................................................................................... 26
Assédio sexual .................................................................................................................... 27
MORAL, ÉTICA E ORGANIZAÇÕES .................................................................................................. 29
Moral nas organizações brasileiras ....................................................................................... 29
Código de conduta ................................................................................................................... 31
Comitê de ética ........................................................................................................................ 32

MÓDULO II – RESPONSABILIDADE SOCIAL E GOVERNANÇA .......................................................... 33

RESPONSABILIDADE SOCIAL E CIDADANIA .................................................................................. 33


Fundamentos da responsabilidade social empresarial ...................................................... 33
Cidadania corporativa ............................................................................................................. 37
MODELOS E PRÁTICAS SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS............................................................... 39
Balanço social ........................................................................................................................... 39
Relato de sustentabilidade e Indicadores GRI ..................................................................... 40
Normas da responsabilidade social ...................................................................................... 43
Fair trade (comércio justo) ...................................................................................................... 45
Associações representativas de entidades do terceiro setor ............................................ 46
Relatórios de agências reguladoras ...................................................................................... 46
GOVERNANÇA CORPORATIVA ........................................................................................................ 46
Governança corporativa ......................................................................................................... 46
Gestão da reputação ............................................................................................................... 49
Desenvolvimento moral da organização .............................................................................. 51
Expectativas da alta administração.................................................................................. 52
Fatores individuais ............................................................................................................. 53
Fatores ambientais ............................................................................................................. 53
Processos organizacionais ................................................................................................ 53
Desenvolvimento moral organizacional .......................................................................... 54

MÓDULO III – SUSTENTABILIDADE COMO VANTAGEM COMPETITIVA .......................................... 57

MEIO AMBIENTE E ORGANIZAÇÕES .............................................................................................. 57


Fundamentos e conceitos da sustentabilidade ................................................................... 57
Princípios da sustentabilidade aplicados ao mundo corporativo ..................................... 60
Triple bottom line ...................................................................................................................... 61
Mensuração de serviços ambientais ..................................................................................... 63
PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS ................................................................................................................ 64
Estágios para a sustentabilidade corporativa ...................................................................... 64
Primeiro estágio .................................................................................................................. 65
Segundo estágio ................................................................................................................. 66
Terceiro estágio .................................................................................................................. 67
Quarto estágio .................................................................................................................... 67
Quinto estágio ..................................................................................................................... 68
Sexto estágio ....................................................................................................................... 68
Ponderações sobre a sustentabilidade corporativa ........................................................... 69
GESTÃO SUSTENTÁVEL COMO FILOSOFIA DE BONS NEGÓCIOS .............................................. 70
Retorno intangível e gestão do risco corporativo ............................................................... 70
Modelos de avaliação de sustentabilidade .......................................................................... 73

CONCLUSÃO ......................................................................................................................................... 77

BIBLIOGRAFIA ...................................................................................................................................... 79

PROFESSOR-AUTOR ............................................................................................................................. 85
MÓDULO I – ÉTICA, MORAL E VALORES

Campo da ética
Ética e moral
O gestor deve ter clareza sobre os critérios nos quais se
baseiam suas decisões e deve ser capaz de demonstrar isso.

8
Ética e direito

9
Cabe observar que a criação de novas leis nem sempre tem
uma motivação ética. Frequentemente, legisla-se a partir de
interesses econômicos, tráfico de influência ou motivos
particulares. Por outro lado, leis recentes eticamente
fundamentadas têm contribuído para o aprimoramento da
organização social. É o caso da chamada “lei Maria da Penha”,
que tem contribuído para o combate ao feminicídio.

Ética e política

10
Não há boa gestão sem ética. A tomada de decisões deve
ser orientada pela busca de objetivos social e
ambientalmente justos.

11
Ética e religião

12
Fundamentação da ética: da Grécia à Modernidade

Ética na filosofia da Grécia antiga

A ideia platônica do “rei-filósofo” soa bastante atual, na medida


em que ecoam, nas sociedades contemporâneas, demandas
por gestores com qualificação e competência para o exercício
das suas funções, afastando práticas consideradas nocivas à
coletividade, como o nepotismo e o clientelismo.

13
Ética e modernidade

14
Deontologia Kantiana

15
16
Explorando um pouco mais os desdobramentos da aplicação do imperativo categórico de Kant,
pode-se imaginar que ninguém, estando obrigado ou inclinado a cumprir a sua palavra à
sociedade para fugir do caos, muito provavelmente imergiria em um excesso legal e burocrático,
com papéis, contratos, advogados e ameaças de punição por toda parte. Isso não soa familiar?

A partir da ética de Kant, é possível pensar questões recorrentes do ambiente corporativo.


Empresas que não investem na autonomia dos seus funcionários têm de trabalhar com
padrões de coação muito rígidos no sentido de garantir a ordem interna, tais como
mecanismos de controle do tempo de trabalho e da produtividade individuais. Tais mecanismos
geram desconforto entre os colaboradores, transmitindo-lhes a mensagem de que a empresa
os considera pouco dignos de confiança. Além disso, há uma perda em flexibilidade e um
engessamento do trabalho em equipe. Por outro lado, é necessário desenvolver um esforço
contínuo e duradouro em prol do esclarecimento ético, que faça com que a desejável
autonomia não se transforme em exercício imprudente da liberdade.

17
Utilitarismo inglês

18
Modelos de gestão ética

19
20
Quadro 1 – Ética da convicção e ética da responsabilidade

ética da convicção ética da responsabilidade

deontologia kantiana utilitarismo inglês

obediência autônoma a princípios éticos e análise de circunstâncias, riscos, custos e


ideais morais benefícios sociais

Decidir é: Decidir é:
a) seguir normas baseadas em princípios a) elaborar previsões a respeito do resultado
éticos estabelecidos e das ações e
b) pensar sobre as normas e propor b) responder pelas consequências profissionais
criticamente. e sociais de cada ação.

Vantagens: Vantagens:
 garantia de respeito a valores
 adaptabilidade a contextos específicos;
fundamentais;
 controle, segurança, manutenção do
 agilidade, flexibilidade, foco nos resultados e
processo e da hierarquia, e
 autonomia dos colaboradores para refletir
 maior calculabilidade dos riscos.
e tomar decisões eticamente embasadas.

Desvantagens: Desvantagens:
 dificuldade de lidar com exceções e
 perda de princípios éticos e de credibilidade, e
emergências, e
 tendência a proliferação de mecanismos
de controle do tempo e do desempenho,  tendência a perda de controle e imprudência.
gerando desconforto entre colaboradores.

Fonte: adaptado de Macêdo et al (2015).

Pós-modernidade, ética e organizações


Desafios éticos na pós-modernidade

21
No final da década de 1930, um administrador era responsável pelo seguinte procedimento:
identificação de certos “produtos”, armazenamento e distribuição para um destino final. Era
fundamental garantir que tais “produtos” chegassem ao seu destino no menor tempo possível,
com o menor custo, maximizando resultados. Diante desse cenário, muitas soluções foram
encontradas para otimizar a eficiência do processo.

Esse gestor se chamava Adolf Eichmann e era responsável pela operação dos trens que, na
Alemanha nazista, conduziam judeus e minorias indesejadas aos campos de concentração e de
extermínio. Ele foi capturado na América do Sul depois da guerra e, em um incidente
internacional, levado a Jerusalém para julgamento. A pensadora Hannah Arendt, comissionada
pela revista New Yorker para cobrir o julgamento, registrou-o no livro Eichmann em Jerusalém.
Declarou-se espantada diante do fato de que Eichmann alegava inocência; afirmava não ter
feito nada de ilegal, pois apenas obedecia ordens e as cumpria da forma mais eficiente possível;
apenas desejava progredir como oficial. Indagado sobre o seu conhecimento do destino dos
passageiros, repetia: “Minha função era apenas transportá-los; o que acontecia depois não era
assunto de minha responsabilidade (...)”.

Depois da segunda Guerra Mundial, tornou-se cada vez mais evidente, a partir de exemplos
como o caso de Eichmann, que o fato de se ter conhecimento técnico, gerencial, administrativo,
não garante, de modo algum, que se aja com ética em prol do bem comum – o que,
necessariamente, faz retomar a importância da ética na contemporaneidade.

22
Cabe ao gestor pensar criticamente sobre cada informação
recebida, transformando-a em conhecimento.

23
Ética e poder nas organizações: o papel do líder

24
Um líder deve conhecer os fundamentos éticos das suas
escolhas.

Ausência de ética e abuso de poder

Abuso de poder

25
Assédio moral

Quadro 2 – Características do assédio moral

Comportamento que excede os limites dos


conduta abusiva
valores e das regras de um grupo social.

A prática é materializada por meio de ações de


visibilidade
assediador.

O assediador deve agir com o objetivo de atingir


intenção
a pessoa-alvo.

Elemento importante para afastar a


repetição do comportamento por longo tempo
possiblidade de ofensa isolada.

Fonte: adaptado de MACÊDO et al., 2015.

26

Assédio sexual







27



28
Moral, ética e organizações
Moral nas organizações brasileiras


29
Quadro 3 – Moral da parcialidade versus moral da parceria

moral da parcialidade

Lealdade para os "de dentro" e esperteza para os "de fora".

Suposição de que "um pouco" de desonestidade "faz as coisas acontecerem".

Suborno como um lubrificante do mundo dos negócios.

Políticos generalizados e rotulados como "inúteis que desconhecem os riscos", "parasitas que
nunca colocaram a mão na massa" ou pessoas que "não entendem de negócios".

Suspeita-se de irregularidades nos negócios alheios, mas elas são legitimadas no próprio negócio.

Crença de que todos têm um preço.

Crença de que não se sobrevive sem sonegar impostos.

moral da parceria

Interesses de médio e longo prazo – sustentabilidade. Identifica impactos de decisões da


organização sobre os seus públicos de interesse.

Negócios como acordos que beneficiam todas as partes, tidas como parceiras.

Relações de cooperação e de confiança mútua.

Rejeição de fraudes, "jeitinho" e corrupção.

Adoção de procedimentos adequados para certificação de produtos, serviços e profissionais;


obtenção de selos de qualidade e conservação do meio ambiente.

Valorização da diversidade na gestão de pessoas e formação contínua dos colaboradores.

Parcerias com concorrentes para desenvolvimento de tecnologias.

Fonte: adaptado de MACÊDO et al, 2015.

30
Código de conduta

31
Comitê de ética

32
MÓDULO II – RESPONSABILIDADE SOCIAL
E GOVERNANÇA

Responsabilidade social e cidadania


Fundamentos da responsabilidade social empresarial
34
35
O princípio do valor compartilhado é a geração de benefícios
para os dois lados, ou seja, a empresa responsável pela ação
e o stakeholder em tela (Porter e Karmer, 2011).

36
Figura 1 – A empresa e os seus stakeholders

Fonte: Adaptado de MACÊDO et al (2015)

Cidadania corporativa

37
Quadro 4 – Conceito teórico estendido de cidadania corporativa

cidadania corporativa

conjuntos de direitos papel da empresa cidadã

direitos sociais provedora

direitos civis facilitadora

direitos políticos canal

Fonte: adaptado de Matten e Crane (2005, p. 174)

38
Cidadania corporativa é um conjunto de programas de
projetos de responsabilidade social direcionados aos
públicos externo e interno de uma organização.

Modelos e práticas socialmente responsáveis

Balanço social

Quadro 5 – Indicadores Ethos para negócios sustentáveis e responsáveis

dimensão tema subtema

governança organizacional governança e conduta

prestação de contas
governança e
práticas de operação e práticas anticorrupção
gestão
gestão envolvimento político responsável

sistemas de gestão

1
Disponível em: https://ibase.br/pt/quem-somos/ Acesso em: nov. 2019.

39
dimensão tema subtema

direitos humanos situações de risco para os direitos humanos

relações de trabalho
práticas de trabalho saúde e segurança no trabalho e qualidade
de vida

desenvolvimento humano, benefícios e


social
treinamento
relação com o consumidor,
envolvimento com a consumo consciente
comunidade e o seu respeito ao direito do consumidor
desenvolvimento
gestão de impactos na comunidade e o seu
desenvolvimento

mudanças climáticas

gestão e monitoramento dos impactos sobre


ambiental meio ambiente
os serviços ecossistêmicos e a biodiversidade

impactos do consumo

critérios de seleção e avaliação de


fornecedores

seleção, avaliação e trabalho infantil na cadeia produtiva


fornecedores
parceria com fornecedores trabalho análogo ao escravo na cadeia
produtiva

apoio ao desenvolvimento de fornecedores

Fonte: adaptado de www.globalreporting.org/Pages/default.aspx apud MACÊDO et al, 2015.

Relato de sustentabilidade e Indicadores GRI

40
Quadro 6 – Diretrizes GRI para relato de sustentabilidade – conteúdos-padrão específicos

diretrizes para relato de sustentabilidade GRI – conteúdos-padrão específicos

categoria social
categoria Categoria
Práticas
econômica ambiental direitos responsabilidade
trabalhistas e sociedade
humanos pelo produto
trabalho decente

saúde e
desempenho comunidades
materiais emprego investimento segurança do
econômico locais
cliente

rotulagem de
presença no relações não combate à
energia produtos e
mercado trabalhistas discriminação corrupção
serviços

liberdade de
impactos
saúde e segurança associação e políticas comunicação de
econômicos água
no trabalho negociação públicas marketing
indiretos
coletiva

práticas de treinamento e trabalho concorrência privacidade do


biodiversidade
compra educação infantil desleal cliente

diversidade e trabalho
emissões igualdade de análogo ao conformidade conformidade
oportunidades escravo

igualdade de avaliação de
efluentes e remuneração entre práticas de fornecedores
resíduos homens e segurança em impactos à
mulheres sociedade

mecanismos de
avaliação de queixas e
produtos e fornecedores em direitos reclamações
serviços práticas indígenas relacionados a
trabalhistas impactos na
sociedade

41
categoria social
categoria Categoria Práticas
econômica ambiental direitos responsabilidade
trabalhistas e sociedade
humanos pelo produto
trabalho decente

mecanismos de
queixas e avaliação de
reclamações fornecedores
conformidade
relacionadas a em direitos
práticas humanos
trabalhistas

mecanismos
de queixas e
reclamações
transportes
relacionados
a direitos
humanos

geral

avaliação
ambiental de
fornecedores

mecanismos
de queixas e
reclamações
relacionadas a
impactos
ambientais

Fonte: Instituto Ethos para Negócios Sustentáveis e Responsáveis.

42
Normas da responsabilidade social

43
44


Fair trade (comércio justo)

45
Associações representativas de entidades do terceiro setor

Relatórios de agências reguladoras

Governança corporativa
Governança corporativa

46
No âmbito da governança corporativa, acionistas e gestores
recebem o nome de agentes. As interfaces entre eles são
denominadas relações de agência e devem ser baseadas na
transparência.

2
Disponível em: www.ibcg.org.br Acesso e: nov. 2019.

47
48
Gestão da reputação

49
50
Desenvolvimento moral da organização

51
Figura 2 – Influências sobre o desenvolvimento moral organizacional

Fonte: adaptado de Ashley e colaboradores (2005, p. 48).

Expectativas da alta administração

52
Fatores individuais

Fatores ambientais

Processos organizacionais

53
Desenvolvimento moral organizacional

54
Quadro 7 – Desenvolvimento moral das organizações e orientações aos stakeholders

nível de
orientação para os critério de processo
desenvolvimento ênfase
stakeholders decisório
moral

engrandecimento de
orientação apenas cálculo quanto a
pré-convencional si próprio sem
para si próprio prazer/dor
considerar os outros

conceito estrito de expectativas dos


obrigações negativas
convencional mercado, como a lei parceiros de trabalho e
para com os outros
exige controle social

relações com uma


princípios éticos
pós-convencional obrigações positivas larga faixa de
universais
stakeholders

Fonte: Ashley e colaboradores (2005), com base em Logsdon e Yuthas (1997).

55
56
MÓDULO III – SUSTENTABILIDADE COMO
VANTAGEM COMPETITIVA

Meio ambiente e organizações


Fundamentos e conceitos da sustentabilidade
3
No Brasil, o licenciamento ambiental e a avaliação de impacto ambiental se situam entre os instrumentos preventivos
desenvolvidos com vistas à implantação dos objetivos da Política Nacional de Meio Ambiente, institucionalizada em 31
de agosto de 1981.

58
4
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. RJ: Fundação Getúlio
Vargas, 1991, p. 09.

59
Quadro 8 – Princípios da sustentabilidade

Compartilhamento da atuação da economia


princípio do desenvolvimento
com a preservação ambiental e o
sustentável
desenvolvimento entre as gerações.

Cooperação entre Estado e sociedade, por


princípio da informação e da meio da participação de diferentes grupos
participação sociais na formulação e execução de políticas
ambientais.

Imputação ao poluidor do custo social da


princípio do poluidor pagador
poluição gerada.

Fonte: adaptado de MACÊDO et al. (2015).

Princípios da sustentabilidade aplicados ao mundo corporativo

5
Disponível em: https://www.ceres.org/about-us. Acesso em: nov. 2019.

60
Triple bottom line

6
Disponível em: https://www.akatu.org.br/noticia/conheca-os-12-principios-do-consumo-consciente/. Acesso em: nov. 2019.

61
62
Mensuração de serviços ambientais

63
Quadro 9 – Serviços ambientais

serviços ambientais oferecidos pelos ecossistemas

serviços de
serviços regulatórios serviços culturais serviços à saúde
suprimento

diluição da transmissão de
alimentos ar limpo estético
doenças infecciosas

contemplação e saúde
madeira água pura lazer
mental

estímulo estímulo ao sistema


medicamentos regulação de enchentes
intelectual imunológico

senso de
minerais desintoxicação do solo atividades terapêuticas
pertencimento

carvão solo fértil lugares sagrados atividades recreativas

petróleo regulação do clima

controle biológico de
pragas e vetores

serviços de suporte necessários à produção de todos os serviços ecossistêmicos

produção primária

ciclagem de nutrientes

polinização

decomposição

Fonte: adaptado de Barbieri (2007), Almeida (2007), Pereira, Silva e Carbonari (2012) e Chame (2013).

Práticas sustentáveis
Estágios para a sustentabilidade corporativa

64
Figura 3 – Estágios da sustentabilidade corporative

Fonte: adaptado de Barbieri (2007) e Willard (2009).

Primeiro estágio

65
Segundo estágio

7
Esses estudos (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) foram estabelecidos pela Resolução CONAMA n. 01/1986.

66
Terceiro estágio

Quarto estágio

67
Quinto estágio

Sexto estágio

8
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5608a2sFghQ. Acesso em: nov. 2019.

68
Ponderações sobre a sustentabilidade corporativa

9
Disponível em: http://www.asabrasil.org.br/acoes/p1mc. Acesso em: nov. 2019.

69
Gestão sustentável como filosofia de bons negócios
Retorno intangível e gestão do risco corporativo

70
Quadro 10 – Classificação dos eventos de risco

origem dos descrição natureza do risco


tipos
eventos do evento estratégico operacional financeiro

macroeconômico

ambiental

externo social

tecnológico

legal

financeiro

ambiental

interno social

tecnológico

conformidade

Fonte: IBGC (2007, p. 18).

71
Quadro 11 – Tipos de riscos corporativos

tipos de riscos

financeiro perda de vendas, entrada de novos produtos, política fiscal

tecnológico falha, indisponibilidade ou obsolescência de instalações e equipamentos

ambiental danos naturais ou antrópicos com impactos sobre o ambiente

social danos com impactos sobre pessoas

conformidade falta de habilidade ou disciplina da organização para cumprir a legislação

Fonte: IBGC, 2007.

Quadro 12 – Instrumento para Análise de Riscos da Empresa

eventos probabilidade impacto análise prioridade ação

1 2 3 4 I II III IV

Fonte: adaptado de IBGC (2007).

72
Modelos de avaliação de sustentabilidade

73
10
Ver https://integratedreporting.org/wp-content/uploads/2015/03/13-12-08-THE-INTERNATIONAL-IR-FRAMEWORK-Portugese-
final-1.pdf. Acesso em: nov. 2019.

74
75
CONCLUSÃO
78
BIBLIOGRAFIA

79
80
81
82
Bibliografia comentada

83
84
PROFESSORES-AUTORES

85

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