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Juliane Rosa .

Espíndola
OAB/RS 106.459

AO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA FAZENDA PUBLICA DE PORTO ALEGRE/RS

URGENTE: AUTORA PORTADORA DE CANCER DE MAMA CID 10 C.50.2

RISCO DE MORTE

MICHELI CARINE LAGO, brasileira, solteira, funcionária Pública, do


Estado do Rio Grande do Sul , inscrito no CPF sob nº 013.215.630-00
residente e domiciliado na Avenida Dorival Candido Luz de Oliveira, nº
509, Bloco 07, Bairro São Jerônimo, cidade de Gravataí, CEP, - , vem à
presença de Vossa Excelência, por meio do sua Advogada, cadastrada
eletronicamente, e-mail: adv.julianesíndola@gmail.com, infra assinado,
ajuizar

AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO


DE TUTELA DE URGÊNCIA E COMINAÇÃO DE MULTA

ISTITUTO DA PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL,


com sede na Av. Borges de Medeiros, 1945 - Praia de Belas, Porto Alegre
- RS, 90110-150, na pessoa do setor planos de saúde e Saúde IPE

Estado do Rio Grande do Sul, na pessoa do secretário da Saúde, parte


já cadastrada eletronicamente.

Município de Porto Alegre, na pessoa do Secretário de Saúde, já


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cadastrado eletronicamente.

Hospital Referência Santa Rita de Cássia “Santa Casa”, como


interessado.

Dr. Marcelo Tonding, cirurgião plástico, interessado, WhatsApp:


996323300; pelas razões de fato e de direito que passa a expor:

PRELIMINAR DE COMPETÊNCIA

O juízo da presente Comarca revela-se competente para a propositura da


presente ação, nos termos do artigo 101, I , do Código de Defesa do Consumidor.

DA TRAMITAÇÃO PRIORITÁRIA

Inicialmente cumpre esclarecer que A AUTORA é portadora de Doença Grave,


conforme Laudos “NEOPLÁSIA MAMÁRIA” conforme prova que faz em anexo, razão pela tem
direito à prioridade da tramitação da presente demanda, nos termos da Lei.

DOS FATOS

A autora é funcionária publica deste Estado, na BRIGADA MILITAR, da cidade de


Gravataí, há alguns anos, e faz uso ao plano de saúde IPE SAÚDE. Que vem custeando todo o
tratamento de “NEOPLASIA MAMÁRIA” CID C.50-2, a qual a requerente é portadora, insta
constar que nas DUAS MAMAS.

Ocorre que em A REQUERENTE, está com a CIRURGIA DE REMOÇÃO DAS


MAMAS, marcada para o próximo dia 01 de Outubro deste ano, e que necessita URGENTE DE
UM CIRURGIÃO PLÁTICO PARA IMPLANTAR PROTESES MAMÁRIAS, em seguida da total
remoção, e vem encontrando grandes dificuldades em, fazer que o ESTADO NA Pessoa da
Previdência e Saúde, DISPONHAM de profissional, SOB A ALEGAÇÃO DE QUE CIRURGIA
PLÁTICA PARA ESTÉTICA, NÃO POSSUI COBERTURA, Desta sorte, obrigando a Autora a
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buscar o judiciário.

No entanto, o Autor tomou ciência de que o Serviço é Prestado pelo Instituição e


por profissionais castrados, sendo um deles o DR. MARCELO TONDING, mas que não é
custeado pelo IPE, mesmo sendo credenciado ao mesmo.

Desta sorte, a requerente, já encontra com procedimento marcado de retirada das


duas MAMAS, NA DATA DE 01/10/2020, AS 13:00 HORAS, no Hospital Referência “ Santa Rita
de Cassia”, onde deverá o Réu IPE, na pessoa de seus administradores, encaminhar o Dr. Marcelo
ou outro Cirurgião Plástico, para simultaneamente a Retirada, das mamas Implantar as
próteses, cobrindo assim os gastos cobrados pelo mesmo.

RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS RÉUS

O direito à saúde se trata de um direito fundamental da Autora, conforme previsto nos arts. 196
e 227 da Constituição Federal, para tanto, se estabelece a responsabilidade solidária da União,
Estados e Municípios a prestar o atendimento necessário na área da saúde.

Por conseguinte, é obrigação dos Réus dar assistência à saúde e dar os meios indispensáveis
para o tratamento médico, conforme entendimento predominante nos tribunais:

PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. MEDICAMENTOS.


legitimidade dos entes federados. súmula 101/TRF4. 1. União,
Estados e Municípios detêm legitimidade para figurar no polo
passivo de ação onde postulado o fornecimento público de
medicamentos. 2. (...)(TRF-4 - AG: 50663321620174040000
5066332-16.2017.4.04.0000, Relator: MARGA INGE BARTH
TESSLER, Data de Julgamento: 20/03/2018, TERCEIRA TURMA)

APELAÇÃO CÍVEL. ECA. FORNECIMENTO DE


MEDICAMENTO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES
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FEDERATIVOS. DIREITO CONSTITUCIONAL À SAÚDE.


FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO SEM REGISTRO NA ANVISA.
SITUAÇÃO EXCEPCIONAL. 1.Evidente a necessidade do menor,
justifica-se o fornecimento do medicamento postulado, devendo a
tutela de seus interesses se dar, pois, com máxima prioridade, como
preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente em seus arts. 7º,
caput, e 11, caput, bem como o art. 227, caput, da Constituição
Federal. (...) (Apelação Cível Nº 70076318880, Oitava Câmara Cível,
Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro,
Julgado em 05/04/2018).

Portanto, o Estado, em todas as suas esferas de poder, deve assegurar o direito à vida e à saúde,
fornecendo gratuitamente o tratamento médico cuja família não tem condições de custear,
conforme aqui pleiteado.

FUNDAMENTOS JURÍDICOS

A Constituição, em seu Art. 5º, tratou de estabelecer dentre as garantias da pessoa humana o
direito à vida. Este direito fundamental compreende não só o direito de continuar vivo, mas de
ter uma vida digna.

Por esta razão, o direito à vida deve ser entendido em consonância com o princípio da dignidade
da pessoa humana, conforme assevera o Art. 1º, inc. III da CF, e bem retratado pelo doutrinador
Marcelo Novelino Camargo ao dispor:

“A dignidade da pessoa humana, em si, não é um direito


fundamental, mas sim um atributo a todo ser humano. Todavia,
existe uma relação de mútua dependência entre ela e os direitos
fundamentais. Ao mesmo tempo em que os direitos fundamentais
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surgiram como uma exigência da dignidade de proporcionar um


pleno desenvolvimento da pessoa humana, somente através da
existência desses direitos a dignidade poderá ser respeitada e
protegida” – (in Direito Constitucional para concursos. Rio de
janeiro. Editora forense, 2007 pág. 160.)”

Trata-se de garantia que só pode ser suprida com o amplo atendimento à saúde, devendo ser
resguardada pelo Estado, conforme entendimento jurisprudencial sobre o tema:

CONSTITUCIONAL. DIREITO À SAÚDE. DISPONIBILIZAÇÃO


DE CIRURGIA BARIÁTRICA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE
TODOS OS ENTES DA FEDERAÇÃO. ARTIGOS 23, II E 196, CF/88. O
direito à saúde é dever do Estado, lato sensu considerado, a ser
garantido modo indistinto por todos os entes da federação União,
Estados, Distrito Federal e Municípios , solidariamente, como
decorre dos artigos 6º, 23, II e 196, da Constituição Federal, na
leitura feita pela doutrina e jurisprudência, a começar pelo
Supremo Tribunal Federal. A previsão do procedimento cirúrgico
pleiteado nas listas do SUS, ou especificamente na lista
correspondente ao ente demandado, não elimina a solidariedade
estatal, como igualmente assentado pela jurisprudência. (...) (TJRS,
Apelação 70076877984, Relator(a): Armínio José Abreu Lima da
Rosa, Vigésima Primeira Câmara Cível, Julgado em: 21/03/2018,
Publicado em: 11/04/2018)”

Ante os motivos atestados e demais exames que demonstram a adequação do procedimento ao


estado clínico do paciente. Afinal, a escolha do melhor método cabe ao médico que vai realizar
a cirurgia, o qual tem mais condições de fazer a indicação do procedimento.

Desta forma, por tratar-se de procedimento mais indicado às condições de saúde do paciente,
deve ser determinado ao Sistema Único de Saúde a cobertura, conforme precedentes sobre o
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tema:

APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PÚBLICO NÃO ESPECIFICADO.


ESTADO. SAÚDE. PROCEDIMENTO NÃO DISPONIBILIZADO PELO
SUS COM A URGÊNCIA SUPOSTAMENTE NECESSÁRIA: CIRURGIA
BARIÁTRICA. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL. -
O direito à saúde e a solidariedade dos entes públicos na sua
garantia é matéria já pacificada tanto neste Tribunal de Justiça
quanto nas Cortes Superiores. Trata-se de interpretação
sistemática da legislação infraconstitucional com os arts. 196 e 198
da Constituição Federal, não sendo oponível ao cidadão qualquer
regulamentação que tolha seus direitos fundamentais à saúde e à
dignidade. - Situação dos autos em que a perícia judicial feita pelo
DMJ considerou a cirurgia como eletiva. Todavia, as conformidades
apresentadas (Artrose e Depressão), a gravidade da obesidade
(IMC 54) e o tempo em que aguardava pela marcação de consulta
para início do preparatório da cirurgia (em torno de quatro anos)
autorizam o atendimento da solicitação. Pedido procedente.
Sucumbência redimensionada. (TJRS, Apelação 70075588483,
Relator(a): Marilene Bonzanini, Vigésima Segunda Câmara Cível,
Julgado em: 23/11/2017, Publicado em: 29/11/2017)”

Estado assume papel principal no atendimento às necessidades básicas de cada cidadão,


devendo cumprir suas obrigações legais, sob pena de grave afronta ao princípio da legalidade.

O princípio da legalidade é a base de todos os demais princípios, uma vez que instrui, limita e
vincula as atividades administrativas, conforme refere Hely Lopes Meirelles:

"A legalidade, como princípio de administração (CF, art.37,


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caput), significa que o administrador público está, em toda a sua


atividade funcional, sujeito aos mandamentos da lei e às exigências
do bem comum, e deles não se pode afastar ou desviar, sob pena de
praticar ato inválido e expor-se a responsabilidade disciplinar, civil
e criminal, conforme o caso.

A eficácia de toda atividade administrativa está condicionada ao atendimento da Lei e do


Direito. É o que diz o inc. I do parágrafo único do art. 2º da lei9.784/99. Com isso, fica evidente
que, além da atuação conforme à lei, a legalidade significa, igualmente, a observância dos
princípios administrativos.

Na Administração Pública não há liberdade nem vontade pessoal. Enquanto na administração


particular é lícito fazer tudo que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer
o que a lei autoriza. A lei para o particular significa ‘poder fazer assim’; para o administrador
público significa ‘deve fazer assim’."(in Direito Administrativo Brasileiro, Editora Malheiros, 27ª
ed., p. 86),”

No mesmo sentido, leciona Diógenes Gasparini:

“O Princípio da legalidade significa estar a Administração


Pública, em toda sua atividade, presa aos mandamentos da lei,
deles não se podendo afastar, sob pena de invalidade do ato e
responsabilidade do seu autor. Qualquer ação estatal sem o
correspondente calço legal ou que exceda o âmbito demarcado pela
lei, é injurídica e expõe à anulação. Seu campo de ação, como se vê,
é bem menor que o do particular. De fato, este pode fazer tudo que
a lei permite e tudo o que a lei não proíbe; aquela só pode fazer o
que a lei autoriza e, ainda assim, quando e como autoriza. Vale
dizer, se a lei nada dispuser, não pode a Administração Pública agir,
salvo em situação excepcional (grande perturbação da ordem,
guerra)” (in GASPARINI, Diógenes, Direito Administrativo, Ed.
Saraiva, SP, 1989, p.06)”

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Portanto, uma vez demonstrado o descumprimento ao princípio da legalidade, tem-se por


inequívoca a necessária intervenção estatal com a determinação da realização do tratamento
médico aqui pleiteado.

DA TUTELA DE URGÊNCIA

Nos termos do Art. 300 do CPC/15, "a tutela de urgência será concedida quando houver
elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado
útil do processo."

No presente caso tais requisitos são perfeitamente caracterizados, vejamos:

DA PROBABILIDADE DO DIREITO: Como ficou perfeitamente demonstrado, o direto da


Autora é caracterizado pelo dever do Estado em garantir as condições mínimas de dignidade,
devendo garantir o acesso ao único meio de garantir uma vida digna.

Assim, conforme destaca a doutrina, não há razão lógica para aguardar o desfecho do processo,
quando diante de direito inequívoco:

"Se o fato constitutivo é incontroverso não há racionalidade


em obrigar o autor a esperar o tempo necessário à produção da
provas dos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos, uma vez
que o autor já se desincumbiu do ônus da prova e a demora
inerente à prova dos fatos, cuja prova incumbe ao réu certamente
o beneficia." (MARINONI, Luiz Guilherme. Tutela de Urgência e
Tutela da Evidência. Editora RT, 2017. p.284)

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DO RISCO DA DEMORA: Trata-se de grave risco de vida a Autora à espera do trâmite normal do
processo, ou seja, a requerente não dispõe de tempo hábil para aguardar em função das fortes
dores e risco de morte em função da moléstia que lhe assola, conforme leciona Humberto
Theodoro Júnior:

"um risco que corre o processo principal de não ser útil ao


interesse demonstrado pela parte", em razão do "periculum in
mora", risco esse que deve ser objetivamente apurável, sendo que
e a plausibilidade do direito substancial consubstancia-se no
direito "invocado por quem pretenda segurança, ou seja, o "fumus
boni iuris" (in Curso de Direito Processual Civil, 2016. I. p. 366).

Diante de tais circunstâncias, é inegável a existência de fundado receio de dano irreparável,


sendo imprescindível a determinação imediata de realização do procedimento médico aqui
pleiteado nos termos do Art. 300 do CPC.

DOS PEDIDOS

Ante o exposto requer:

a) O deferimento da gratuidade judiciária requerida, nos termos do Art. 98 e 99 do CPC/15;

b) A concessão do pedido liminar para fins de que OBRIGUE O INSTITUTO DE


PREVIDENCIA DO ESTADO A CUSTEAR O PROCEDIMENTO CIRURGICO DE IMPLANTAÇÃO
DE PROTESE MAMÁRIA NO MESMO MOMENTO DA CIRURGIA DE RETIRADA DE MAMA, sou
seja EM 01/10/2020 (QUARTA-FEIRA), NO HOSPITAL SANTA RITA NO COMPLEXO SANTA
CASA DE MISERICÓRDIA, Hospital Referência, do Estado, haja vista a situação de urgência
que acometida a autora por um CANCER DE MAMA, de modo que NÃO FIZER O IMPLANTE,
CORRETOR, não poderá fazer.

c) Requer a intimação dos mesmos por meios eletrônicos, devido a Urgência e Brevidade
da Cirurgia, bem como seja oficiado a cumprirem em 24 horas, sob pena de Cominação
da Multa do Item “d”;
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d) Que seja estipulada multa cominatória diária aos réus, consoante prescrição legal, no caso de
descumprimento da medida, se concedida, nos termos da lei;

e) Que seja, no mesmo ato, citada os réus, para responder a presente demanda, querendo;

f) A total procedência da presente ação, para confirmado os efeitos da antecipação da tutela;

g) A condenação dos Requeridos, em custas e honorários de sucumbência, e cominação de multa


diária a ser arbitrada pelo MM. Juízo, caso não seja cumprido espontaneamente o determinado
em antecipação de tutela e final sentença de mérito;

h) A produção de todas as provas admitidas em direito;

i) A condenação dos réus ao pagamento de honorários advocatícios nos parâmetros previstos


no art. 85, §2º do CPC;

Dá-se à causa o valor de alçada sendo R$ 19.627,00 (dezenove mil, seiscentos e vinte e sete
reais)

Termos em que pede deferimento.

1. Laudos médicos

Termos em que Pede deferimento.


Gravataí, 23 de setembro de 2020

JULIANE ROSA ESPINDOLA


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