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Curso Superior de Tecnologia

em
Agroecologia

Manual do Estudante
2014
Estrutura Organizacional e Administrativa

Os estudantes do curso superior de tecnologia em Agroecologia do Campus


Ipanguaçu estão diretamente vinculados à Diretoria Acadêmica, a qual é
responsável pela oferta de vagas, acompanhamento técnico-pedagógico e avaliação
do curso.
Atualmente, o Campus Ipanguaçu possui os seguintes representantes na
estrutura organizacional, relacionada ao curso tecnólogo em Agroecologia:

Belchior de Oliveira Rocha


Reitor

José de Ribamar Silva Oliveira


Pró-Reitor de Ensino

Evandro Firmino de Souza


Diretor do Campus Ipanguaçu

Francisco de Assis Aderaldo Barbosa


Diretor Acadêmico

Josué de Oliveira Moreira


Coordenador de curso

Edilza Alves Damascena


Coordenação Pedagógica

Felipe de Lira Epifânio


Coordenador de Apoio Acadêmico
Apresentação
Este manual constitui-se do resumo do projeto pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Agroecologia, referente ao eixo tecnológico de Recursos Naturais do
Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Ele propõe apresentar aos
discentes as diretrizes pedagógicas, organização e o funcionamento do respectivo curso
de graduação tecnológica do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN).

Organização do Curso
O Curso de Agroecologia foi criado seguindo as orientações da resolução n.º
38/2012 – CONSUP/IFRN, de 21/03/2012 no Capítulo VI dos cursos de graduação. O
Curso foi autorizado segundo a RESOLUÇÃO Nº 14/2012 – CONSUP de 01 de março
de 2012 para seu funcionamento no Campus Ipanguaçu do IFRN.
O profissional tecnólogo em Agroecologia planeja, analisa, executa e monitora
sistemas de produção agropecuária, considerando os aspectos de sustentabilidade
econômica, ambiental, social e cultural de modo integrado, atuando em propriedades
rurais, cooperativas, associações, órgãos governamentais e não governamentais. Outras
atividades desse profissional são: manejo ecológico de sistemas de produção e da
agrobiodiversidade, processos de certificação de sistemas agroecológicos, gestão,
processamento e comercialização da produção agropecuária ecologicamente correta,
utilização de metodologias participativas na organização da produção e da pesquisa. São
requisitos para a atuação desse tecnólogo: o conhecimento da produção agropecuária,
ecossistemas, legislação ambiental, visão crítica das relações sociais de produção,
aplicação metodológica de princípios do desenvolvimento sustentável, trabalho em
equipe, sensibilidade e ética.

Objetivos do Curso
O curso superior de Tecnologia em Agroecologia tem como objetivo geral formar
profissionais capazes de atuar de forma crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, considerando seus aspectos tecnológicos, políticos, econômicos, sociais,
ambientais, gerenciais, organizativos e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade. Para tanto, as atividades do curso devem resultar
de um processo integrado de ensino, pesquisa e extensão de qualidade, capaz de dotar os
discentes de discernimento e habilidades para pesquisar, propor, gerenciar e conduzir
tecnicamente mudanças, bem como utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além
de promover e conservar o equilíbrio ambiental.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO

Estrutura Curricular
A Figura 1 explicita a representação gráfica da organização curricular dos cursos
superiores de tecnologia, estruturados numa matriz curricular articulada, constituída por
núcleos politécnicos e unidades, com fundamentos nos princípios da
interdisciplinaridade, da contextualização, da interação humana, do pluralismo do saber
e nos demais pressupostos dos múltiplos saberes necessários à atuação profissional.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA

NÚCLEO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO


NÚCLEO
FUNDAMENTAL Unidade Básica Unidade
Tecnológica

PRÁTICA PROFISSIONAL
Desenvolvimento de projeto
Atividades acadêmico-científico-culturais
Estágio Curricular
Supervisionado

Figura 1 – Representação gráfica da organização curricular dos cursos superiores de tecnologia

Matriz Curricular
A matriz curricular do Curso Tecnológico em Agroecologia é composta de sete
períodos, perfazendo uma carga horária mínima de 3.104 horas/aula. A duração do curso
é de 3 anos e 6 meses. As disciplinas estão divididas em núcleo fundamental, científico e
tecnológico, específicas, prática profissional e atividades complementares.

Quadro 1 – Matriz curricular do CursoTecnológico Superior em Agroecologia, na


modalidade presencial.
Número de Aulas Semanais por
CH Total
Semestre
Disciplina
Hora/
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º Hora
aula
Núcleo Fundamental
Língua Portuguesa 4 80 60
Matemática 4 80 60
Língua Inglesa 4 80 60
Biologia 3 60 45
Química 3 60 45
Física 3 60 45
Subtotal CH 18 3 0 0 0 0 0 420 315
Núcleo Científico e Tecnológico
Unidade Básica
Informática 2 40 30
Metodologia do Trabalho
2 40 30
Científico
Estatística Básica 4 80 60
Bioquímica 4 80 60
Subtotal CH da unidade básica 4 8 0 0 0 0 0 240 180
Unidade Tecnológica
Disciplinas comuns ao eixo
tecnológico
Filosofia, Ciência e Tecnologia 2 40 30
Sociologia Rural 4 80 60
Gestão de Empreendimentos
4 80 60
Solidários
Disciplinas específicas do curso
Bases Científicas da
4 80 60
Agroecologia
Biomas e Ecologia da Caatinga 3 60 45
Botânica da Caatinga 4 80 60
Gênese, Morfologia e
4 80 60
Classificação dos solos
Apicultura e Meliponicultura 4 80 60
Topografia 4 80 60
Agrometeorologia e Gestão dos
Recursos Hídricos no 4 80 60
Semiárido
Estatística Experimental 4 80 60
Fisiologia Vegetal 4 80 60
Química e Física do Solo 4 80 60
Manejo Ecológico de Insetos,
Doenças e Vegetação 4 80 60
Espontânea
Bovinocultura e
Ovino\caprinocultura de Base 4 80 60
Ecológica
Alimentação Animal de Base
4 80 60
Ecológica
Sistemas de Irrigação e
4 80 60
Drenagem
Fertilidade do Solo e nutrição
4 80 60
de plantas
Produção de Sementes e Mudas
3 60 45
Nativas
Piscicultura Ecológica 3 60 45
Avicultura e Suinocultura de
4 80 60
Base Ecológica
Agricultura I 4 80 60
Agricultura II 4 80 60
Olericultura e Plantas
4 80 60
Medicinais
Fruticultura 4 80 60
Tecnologia de Produtos
4 80 60
Agropecuários
Comunicação e Métodos
Participativos na Extensão 4 80 60
Rural
Antropologia Cultural e
Relações de Gênero na 4 80 60
Agricultura Familiar
Prevenção, Manejo e
Recuperação de Áreas 4 80 60
Degradadas
Políticas Públicas para
4 80 60
Agricultura Familiar
Análise de Sistemas Agrícolas 4 60
80
Subtotal CH da unid.
4 13 24 23 23 16 16 2.380 1.785
tecnológica
Total CH de disciplinas 8 21 24 23 23 16 16 2.620 1.965
Número de Aulas Semanais por
CH Total
período / Semestre
Disciplinas Optativas
Hora/
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º Hora
aula
Subtotal de carga-horária de
0 0 0 0 0 4 4 160 120
disciplinas optativas
Total de carga-horária de
24 24 24 23 23 20 20 3.200 2.400
disciplina
Número de Aulas Semanais por Série /
CH Total
Atividades Complementares/ Semestre
Seminários curriculares Hora/
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º Hora
aula
Seminário de Integração
4 5 4
Acadêmica
Seminário de Iniciação à
30 40 30
Pesquisa e à Extensão
Seminário de Orientação de
30 30 80 60
Projeto Integrador
Seminário de Orientação para a
Prática Profissional/ de Estágio
30 30 80 60
Supervisionado (Estágio
Técnico)
Total CH de Prática
4 0 30 0 0 15 15 0 205 154
profissional
Total de CH do curso 3.937 2.954
Observação: A hora-aula considerada possui 45 minutos.

Quadro 2 - Descrição das disciplinas optativas do Curso Tecnológico em Agroecologia.

Descrição das disciplinas Número de aulas Carga horária total


optativas semanais Hora/aula Hora

Núcleo Fundamental
Língua Espanhola 2 40 30
Núcleo Científico e
Tecnológico
Tópicos Especiais em Análise 2 40 30
de Solo e Água
LIBRAS 2 40 30
Qualidade de Vida e Trabalho 2 40 30
Psicologia das Relações de 2 40 30
Trabalho
A carga-horária total de disciplinas optativas será de cumprimento obrigatório
pelo estudante, embora seja facultada a escolha das disciplinas a serem integralizadas.

Quadro 3 – Matriz de pré-requisitos e vinculação do Curso Superior de Tecnologia em


Agroecologia, modalidade presencial.

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINA(S) PRÉ-REQUISITOS


Núcleo Fundamental
Núcleo Científico e Tecnológico
Unidade Básica
Estatística Básica Matemática
Bioquímica Química / Biologia
Unidade Tecnológica
Gênese, Morfologia e Química
Classificação de Solos
Apicultura e Meliponicultura Biomas e Ecologia da Caatinga
Topografia Matemática
Agrometeorologia e Gestão dos Hídricos
Biomas e Ecologia da Caatinga
nos Recursos Semiáridos
Estatística Experimental Estatística Básica
Fisiologia Vegetal Bioquímica
Química e Física do Solo Gênese, Morfologia e Classificação de
Solos
Piscicultura Ecológica Bases Científicas da Agroecologia
Avicultura e Suinocultura de Base Bases Científicas da Agroecologia
Ecológica
Bovinocultura e Ovino/caprinocultura de Bases Científicas da Agroecologia
Base Ecológica
Alimentação Animal de Base Ecológica Bases Científicas da Agroecologia
Sistemas de Irrigação e Drenagem Agrometeorologia e Gestão dos Recursos
Hídricos no Semiárido
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Química e Física do Solo
Agricultura I Bases Científicas da Agroecologia /
Fisiologia Vegetal
Manejo Ecológico de Insetos, Doenças e Bases Científicas da Agroecologia /
Vegetação Espontânea Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Prevenção, Manejo e Recuperação de Áreas Sistemas de Irrigação e Drenagem/
Degradadas. Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Análise de Sistemas Agrícolas Comunicação e Métodos Participativos na
Extensão Rural

DISCIPLINAS OPTATIVAS DISCIPLINA(S) PRÉ-REQUISITOS


Núcleo Fundamental
Núcleo Científico e Tecnológico
Unidade Básica
Unidade Tecnológica
Tópicos Especiais em Análise de Solo e Química / Física do Solo
Água

SEMINÁRIOS CURRICULARES DISCIPLINAS VINCULADAS


Seminário de Integração Acadêmica ---
Sociologia Rural, Bases Científicas da
Agroecologia-BCA, Antropologia Cultural e
Seminário de Orientação de Projeto Relações de Gênero na Agricultura Familiar,
Integrador / Vivência Comunicação e Métodos Participativos na
I Extensão Rural, Políticas Públicas para
Agricultura Familiar, Análise de Sistemas
Agrícolas.
Sociologia Rural, Bases Científicas da
Agroecologia-BCA, Antropologia Cultural e
Seminário de Orientação de Projeto Relações de Gênero na Agricultura Familiar,
Integrador /Vivência Comunicação e Métodos Participativos na
II Extensão Rural, Políticas Públicas para
Agricultura Familiar, Análise de Sistemas
Agrícolas.
Os Seminários Curriculares
Os seminários curriculares constituem um conjunto de estratégias didático-
pedagógicas que permitem, no âmbito do currículo, a articulação entre teoria e prática e
a complementação dos saberes e das habilidades necessários à formação do estudante.
São caracterizados, quando a natureza da atividade assim o justificar, como atividades de
orientação individual ou como atividades especiais coletivas. Os componentes referentes
aos seminários curriculares têm a função de proporcionar tanto espaços de acolhimento e
de integração com a turma quanto espaços de discussão acadêmica e de orientação.

Prática Profissional
A prática profissional proposta rege-se pelos princípios da equidade (oportunidade
igual a todos), flexibilidade (mais de uma modalidade de prática profissional),
aprendizado continuado (articulação entre teoria e prática) e acompanhamento total ao
estudante (orientação em todo o período de seu desenvolvimento).
A prática profissional terá carga horária mínima de 400 horas, objetivando a
integração entre teoria e prática, com base na interdisciplinaridade, e resultando em
documentos específicos de registro de cada atividade pelo estudante, sob
acompanhamento e supervisão de um orientador.
Dessa maneira, a prática profissional constitui uma atividade articuladora entre o
ensino, a pesquisa e a extensão, balizadores de uma formação articulada, universal e
integral de sujeitos para atuar no mundo em constantes mudanças e desafios. Constitui-
se, portanto, condição para o graduando obter o Diploma de Tecnólogo.
O mecanismo de planejamento, acompanhamento e avaliação das atividades da
prática profissional é composto pelos seguintes itens:
 elaboração de um plano de atividades, aprovado pelo orientador;
 reuniões periódicas do estudante com o orientador.

Estágio Curricular Supervisionado

O estágio curricular supervisionado é um conjunto de atividades de formação,


realizadas sob a supervisão de docentes e acompanhado por profissionais da instituição
formadora na qual o estudante experimenta situações de efetivo exercício profissional. O
estágio supervisionado tem o objetivo de consolidar e articular os conhecimentos
desenvolvidos durante o curso por meio das atividades formativas de natureza teórica
e/ou prática.

Nos cursos superiores de tecnologia, o estágio curricular supervisionado é


realizado por meio de estágio técnico e caracteriza-se como prática profissional não
obrigatória. O estágio técnico é considerado uma etapa educativa importante para
consolidar os conhecimentos específicos do curso e tem por objetivos:

• possibilitar ao estudante o exercício da prática profissional, aliando a


teoria à prática, como parte integrante de sua formação;

• facilitar o ingresso do estudante no mundo do trabalho; e


• promover a integração do IFRN com a sociedade em geral e o mundo do
trabalho.
O estágio poderá ser realizado depois de integralizados 2/3 (dois terços) da carga-
horária de disciplinas do curso, a partir do 6º período do curso, obedecendo às normas
instituídas pelo IFRN. O acompanhamento do estágio será realizado por um supervisor
técnico da empresa/instituição na qual o estudante desenvolve o estágio, mediante
acompanhamento in loco das atividades realizadas, e por um professor orientador,
lastreado nos relatórios periódicos de responsabilidade do estagiário, em encontros
semanais com o estagiário, contatos com o supervisor técnico e visita ao local do estágio,
sendo necessária, no mínimo, uma visita por semestre, para cada estudante orientado.

As atividades programadas para o estágio devem manter uma correspondência


com os conhecimentos teórico-práticos adquiridos pelo estudante no decorrer do curso.
Ao final do estágio (e somente nesse período), obrigatório ou não obrigatório, o
estudante deverá apresentar um relatório técnico. Nos períodos de realização de estágio
docente, o estudante terá momentos em sala de aula, nos quais receberá as orientações.

Trabalho de Conclusão de Curso


O Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) é componente curricular obrigatório
para a obtenção do título de Tecnólogo. Corresponde a uma produção acadêmica que
expressa as competências e as habilidades desenvolvidas (ou os conhecimentos
adquiridos) pelos estudantes durante o período de formação. Desse modo, o TCC será
desenvolvido no decorrer do curso a partir da verticalização dos conhecimentos
construídos nos projetos realizados ao longo do curso ou do aprofundamento em
pesquisas acadêmico-científicas.

O estudante terá momentos de orientação e tempo destinado à elaboração da


produção acadêmica correspondente. São consideradas produções acadêmicas de TCC
para o Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia:

• monografia;
• artigo publicado em revista ou periódico, com ISSN;
• capítulo de livro publicado, com ISBN; ou,
• outra forma definida pelo Colegiado do Curso.
O TCC será acompanhado por um professor orientador, e o mecanismo de
planejamento, acompanhamento e avaliação é composto pelos seguintes itens:

• elaboração de um plano de atividades aprovado pelo professor orientador;


• reuniões periódicas do estudante com o professor orientador;
• elaboração da produção monográfica pelo estudante; e
• avaliação e defesa pública do trabalho perante uma banca examinadora.
O TCC será apresentado a uma banca examinadora composta pelo professor
orientador e mais dois componentes, podendo ser convidado, para compor essa banca,
um profissional externo de reconhecida experiência profissional na área de
desenvolvimento do objeto de estudo.

A avaliação do TCC terá em vista os critérios de: domínio do conteúdo; linguagem


(adequação, clareza); postura; interação; nível de participação e envolvimento; e material
didático (recursos utilizados e roteiro de apresentação).

Será atribuída ao TCC uma pontuação entre 0 (zero) e 100 (cem), e o estudante
será aprovado com, no mínimo, 60 (sessenta) pontos. Caso o estudante não alcance a nota
mínima de aprovação no TCC, deverá ser reorientado com o fim de realizar as necessárias
adequações/correções e submeter novamente o trabalho à aprovação.
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais

Com caráter de complementação da prática profissional, o estudante deverá


cumprir, no mínimo, 100 horas em outras formas de atividades acadêmico-científico-
culturais, reconhecidas pelo Colegiado do Curso. Essas atividades devem envolver
ensino, pesquisa e extensão, com respectivas cargas horárias previstas no Quadro 4.

Quadro 4 – Distribuição de carga horária de outras atividades acadêmico-científico-


culturais.
Pontuação Pontuação
Atividade máxima máxima em
semestral todo o curso
Participação em conferências, palestras, congressos
5 20
ou seminários, na área do curso ou afim
5 pontos a cada
Participação em curso na área de formação ou afim 10 horas de 20
curso
Exposição de trabalhos em eventos ou publicação de
10 20
trabalhos em anais na área do curso ou afim
Publicações de trabalhos em revistas ou periódicos na
10 20
área do curso ou afim
Coautoria de capítulos de livros na área do curso ou 10 20
afim
Participação em projeto de extensão (como bolsista ou
25 50
voluntário) na área do curso
Participação em projeto de iniciação científica (como
25 50
bolsista ou voluntário) na área do curso ou afim
Desenvolvimento de monitoria (como bolsista ou
25 50
voluntário) na área do curso ou afim
Participação na organização de eventos acadêmico-
25 50
científicos na área do curso
Realização de estágio extracurricular ou voluntário na
área do curso ou afim (carga horária total mínima de 25 50
50 horas)

A pontuação acumulada será revertida em horas contabilizadas dentro do


cumprimento da prática profissional. Cada ponto corresponde a uma hora de atividades,
exceto a pontuação relativa à participação em curso na área de formação ou afim, na qual
cada ponto equivalente a 0,5 hora.

Para a contabilização das atividades acadêmico-científico-culturais, o estudante


deverá solicitar, por meio de requerimento à Coordenação do Curso, a validação das
atividades desenvolvidas com os respectivos documentos comprobatórios. Cada
documento apresentado só poderá ser contabilizado uma única vez.

A validação das atividades deverá ser feita por banca composta pelo Coordenador
do Curso, como presidente, e por, no mínimo, dois docentes do curso.
Somente poderão ser contabilizadas as atividades que forem realizadas no
decorrer do período em que o estudante estiver vinculado ao Curso.

Critérios de Aproveitamento de Estudos e de Certificação de


Conhecimentos
No âmbito deste projeto pedagógico de curso, compreende-se o aproveitamento
de estudos como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro
curso superior de graduação; e a certificação de conhecimentos como a possibilidade
de certificação de saberes adquiridos através de experiências previamente vivenciadas,
inclusive fora do ambiente escolar, com o fim de alcançar a dispensa de disciplinas
integrantes da matriz curricular do curso, por meio de uma avaliação teórica ou teórico-
prática, conforme as características da disciplina. Os aspectos operacionais relativos ao
aproveitamento de estudos e à certificação de conhecimentos, adquiridos através de
experiências vivenciadas previamente ao início do curso, são tratados pela Organização
Didática do IFRN.

Índice de Rendimento Acadêmico (IRA)

O Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) consiste na medição quantitativa do


desempenho acumulado pelo estudante ao longo do curso, calculado pela seguinte
equação:

 MDxCHD
IRA  1
n

 CHD
1

na qual
n = total de disciplinas cursadas, aproveitadas ou certificadas
MD = média da disciplina
CHD = carga horária da disciplina
Para efeito de cálculo do IRA, estarão incluídas todas as disciplinas cursadas pelo
estudante e que se encontram nas situações de aprovação ou de reprovação (por falta ou
por nota), bem como as disciplinas objeto de certificação de conhecimentos ou de
aproveitamento de estudos. No cálculo do IRA, não são consideradas as disciplinas
trancadas e as disciplinas com situação de dispensa.

Regime Escolar

Matrícula
A renovação de matrícula para cada período letivo deverá ser efetuada,
obrigatoriamente, em data prevista no calendário acadêmico do Campus de vinculação do
estudante, mediante preenchimento de formulário próprio na respectiva Diretoria
Acadêmica.
Parágrafo único. Necessitarão fazer a renovação de matrícula todos os estudantes
regularmente matriculados, inclusive aqueles com matrícula trancada e em realização de
prática profissional.
O estudante com direito à renovação de matrícula que deixar de efetuá-la dentro
dos prazos previstos deverá justificar o fato à respectiva Diretoria Acadêmica em até 20
(vinte) dias corridos. Após a data final estabelecida, será considerado desistente e terá sua
matrícula cancelada por evasão.
Não é permitido a uma mesma pessoa ocupar simultaneamente, na condição de
estudante em curso de nível técnico, graduação ou pós-graduação, duas vagas, no mesmo
curso ou em cursos diferentes, em uma ou mais de uma instituição pública de ensino
superior em todo o território nacional.

Cancelamento de Matrícula
A matrícula pode ser cancelada por meio de requerimento do estudante ou por
iniciativa do IFRN. As possibilidades do cancelamento a serem realizadas pelo IFRN são
(por motivo de ordem disciplinar):

 se, no ano de ingresso no curso, o estudante deixar de frequentar as


atividades acadêmicas nos primeiros dez dias úteis de aula, sem que seja
apresentada uma justificativa, sendo considerado DESISTENTE
(EVADIDO);
 se o estudante não renovar sua matrícula em qualquer ano letivo, será
considerado DESISTENTE (EVADIDO); ou
 se o estudante não tiver possibilidade de integralizar o curso dentro do
prazo estabelecido, será considerado JUBILADO.
Trancamento de Matrícula
O trancamento de matrícula poderá ser concedido mediante requerimento
efetuado ao Departamento Acadêmico, pelo próprio estudante, quando maior de idade,
ou por seu representante legal, quando menor de idade.
O trancamento de matrícula poderá ocorrer de forma compulsória ou voluntária.
O trancamento de matrícula COMPULSÓRIO é aquele em que o estudante
necessita interromper os estudos nos seguintes casos, devidamente comprovados:
 convocação para o serviço militar obrigatório;
 tratamento prolongado de saúde;
 gravidez de alto risco e/ou problemas pós-parto; ou,
 intercâmbio educacional promovido pelo IFRN.
O trancamento de matrícula VOLUNTÁRIO é aquele em que o estudante faz a
opção pela interrupção dos estudos.
O estudante só poderá trancar matrícula, na forma voluntária, até 2 (duas) vezes
durante todo o curso, e o tempo de trancamento será contabilizado para efeito de cálculo
do prazo máximo para integralização curricular.
Atenção! O trancamento voluntário será contabilizado para efeito de cálculo do
prazo máximo para integralização curricular!
Cada trancamento de matrícula, voluntário ou compulsório, tem validade até o fim
do ano letivo, devendo o estudante renovar a matrícula na época prevista no Calendário
Acadêmico. Os estudantes com matrículas trancadas cujo curso venha a sofrer mudanças
no currículo deverão fazer as adaptações necessárias à nova situação.

Desempenho Acadêmico e Critérios de Aprovação


A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplinas e bimestres,
considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à
frequência às aulas teóricas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e
atividades práticas. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento
contínuo do estudante e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas.
Nos cursos com regime de crédito ou seriado, com período semestral, será
considerado aprovado na disciplina o estudante que, ao final do 2º bimestre, não for
reprovado por falta e obtiver média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta),
de acordo com a seguinte equação:
2 N1  3N 2
MD 
5

Na qual
MD = média da disciplina
N1 = nota do estudante no 1º bimestre
N2 = nota do estudante no 2º bimestre
O estudante que não for reprovado por falta e obtiver MD igual ou superior a 20
(vinte) e inferior a 60 (sessenta) terá direito a submeter-se a uma avaliação final (NAF)
em cada disciplina, em prazo definido no calendário acadêmico do Campus de vinculação
do estudante.
Será considerado aprovado, após avaliação final, o estudante que obtiver média
final igual ou maior que 60 (sessenta), calculada através de uma das seguintes equações,
prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina:
MD  NAF
MFD 
2

Nas quais
MFD = média final da disciplina
MD= média da disciplina
NAF = nota da avaliação final
N1 = nota do estudante no 1º bimestre
N2 = nota do estudante no 2º bimestre

O estudante que não for reprovado por falta e obtiver MD igual ou superior a 20
(vinte) e inferior a 60 (sessenta) terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada
disciplina, em prazo definido no calendário acadêmico do seu Campus de vinculação.
Será considerado aprovado em disciplina, após avaliação final, o estudante que
obtiver média final igual ou maior que 60 (sessenta), calculada através de uma das
seguintes equações, prevalecendo a que resultar em maior média final da disciplina:

MD  NAF
MFD  ou
2
Nas quais
MFD = média final da disciplina
MD= média da disciplina
NAF = nota da avaliação final

Para efeitos de avaliação final, o professor deverá fazer o registro das notas e
frequências dos estudantes no sistema acadêmico e disponibilizá-las pelo menos 48
(quarenta e oito) horas antes da realização da atividade avaliativa.
Caso o aluno não obtenha frequência de, no mínimo, 75% do total da carga horária
do conjunto das disciplinas, será retido na série, devendo cursar todas as disciplinas
novamente.
Atenção! O aluno só poderá frequentar as aulas das disciplinas em que estiver
regularmente matriculado! Quem assistir às aulas sem estar matriculado na disciplina,
receberá uma advertência.
Normas Disciplinares do Corpo Discente
São direitos e deveres dos discentes, dentre outros:
 receber educação de qualidade, que promova o seu desenvolvimento
profissional e humano;
 requerer aos órgãos que integram a estrutura administrativa do IFRN,
quando se considerar lesado em seus legítimos interesses, a solução para
eventuais dificuldades que interfiram no processo ensino-aprendizagem;
 organizar e participar de entidades estudantis para representação e
intermediação de questões de interesse coletivo do corpo discente;
 apresentar sugestões que visem ao aprimoramento da instituição e à
melhoria da qualidade do ensino-aprendizagem;
 renovar a matrícula a cada período letivo;
 solicitar revisão de provas por meio de requerimento ao Chefe do
Departamento Acadêmico ou Coordenador do Curso dentro do prazo de
02(dois) dias letivos a contar da data da comunicação do resultado pelo
educador da turma;
 participar de órgãos colegiados do IFRN, de acordo com seus respectivos
regimentos;
 candidatar-se a benefícios e serviços oferecidos pelo IFRN, conforme às
normas estabelecidas;
 submeter-se, no máximo, a duas atividades avaliativas (provas) no mesmo
dia;
 ter acesso às atividades de ensino-aprendizagem quando,
excepcionalmente, chegar atrasado, no limite de 10 minutos para o
primeiro horário de aula, não havendo tolerância para atraso nos demais
horários;
 respeitar e cumprir as deliberações e orientações do Conselho Diretor e
demais órgãos regimentais da Instituição;
 portar-se com respeito nos recintos do IFRN, de acordo com os princípios
da ética e da moral;
 ressarcir os prejuízos causados aos bens patrimoniais no ambiente do
IFRN;
 contribuir para a manutenção da limpeza das dependências do IFRN;
 não utilizar telefone celular durante as aulas;
 não permanecer nos corredores da Instituição durante as aulas.

Faltas Disciplinares, Passíveis de Sanções:


 perturbar a ordem nos ambientes do IFRN;
 comparecer à Instituição embriagado ou em estado de sonolência em razão
do uso de substâncias entorpecentes, alucinógenas ou excitantes;
 ofender, provocar, desacatar ou desrespeitar qualquer pessoa no âmbito do
IFRN;
 agredir física e/ou verbalmente qualquer pessoa no ambiente do IFRN;
 praticar ato lesivo à dignidade humana com ou sem consentimento de
terceiros, causando danos físicos e/ ou morais à integridade de outros, nas
dependências da Instituição;
 proferir palavras de baixo calão ou grafá-las em qualquer lugar do IFRN;
 danificar ou apropriar-se indevidamente de objetos alheios;
 organizar qualquer forma de arrecadação pecuniária, distribuir impressos,
divulgar folhetos, fazer exibições ou comunicações públicas utilizando o
nome do IFRN, sem autorização da Diretoria do Campus;
 introduzir, no IFRN, armas, materiais inflamáveis, explosivos de qualquer
natureza ou objeto que represente perigo para si e/ou para a comunidade
escolar;
 utilizar qualquer tipo de droga ou bebida alcoólica nos recintos do IFRN;
 forjar ou alterar o teor de documentos da instituição;
 usar de meios ilícitos ou agir de forma caluniosa, fraudulenta e antiética
para realizar trabalhos escolares ou para tirar vantagem de qualquer
natureza, em benefício próprio ou de terceiros.

Medidas Socioeducativas e Disciplinares:


Os estudantes que cometerem faltas disciplinares, não cumprindo o estabelecido
nestas normas, estarão sujeitos às seguintes medidas:
 advertência;
 repreensão;
 cumprimento de medidas socioeducativas de caráter alternativo;
 suspensão das atividades escolares;
 cancelamento de matrícula.
Na aplicação de medidas socioeducativas e disciplinares, será considerada a
gravidade, sem obedecer à sequência supracitada.
A aplicação de qualquer das medidas socioeducativas e disciplinares deverá ser
feita sempre por escrito e comunicada à família e/ou responsáveis quando se tratar de
menor de idade.
Em caso de dano material ao patrimônio da Instituição ou de outrem, além de
sujeito à sanção disciplinar aplicável, o estudante que cometeu o ato indisciplinar estará
obrigado ao ressarcimento.
As medidas socioeducativas de caráter alternativo consistirão na prestação de
serviços comunitários que promovam a educação do discente e que respeitem sua
dignidade como ser humano, não podendo exceder a 30 (trinta) dias de atividades.
O estudante que tiver o cancelamento de matrícula consumado nos termos dessas
normas não poderá ingressar na instituição pelo prazo de 02 (dois) anos letivos, contados
a partir da publicação do ato de punição.
O estudante que receber a penalidade de suspensão não poderá solicitar a
reposição de atividades avaliativas realizadas no período correspondente.
Sofrerá medida disciplinar de 01 (um) dia de suspensão a turma que se ausentar
coletivamente da sala de aula sem autorização.
Caberá pedido de reconsideração ao Diretor Geral da medida de cancelamento de
matrícula.
O simples pedido de reconsideração não produzirá efeito suspensivo da medida e
deverá ser interposto perante o Diretor Geral no prazo máximo de 02 (dois) dias letivos,
contados da data de conhecimento do ato.
Os casos omissos serão resolvidos pelo Diretor de Ensino após ouvir os Dirigentes
das respectivas Unidades Acadêmicas e a Equipe Técnico-Pedagógica.

Indumentária Adequada
Considerando a necessidade de identificação, manter a ordem, segurança e
respeito ao bom convívio no ambiente interno da instituição, os alunos deverão frequentar
os recintos do IFRN Campus Ipanguaçu, devidamente adequados para as atividades em
sala de aula, laboratórios, biblioteca, atividades de campo e nas viagens didáticas.
Os alunos do Curso Tecnólogo de Agroecologia devem seguir as orientações da
Portaria nº. 88/2013 – DG/IP Ipanguaçu/RN, 29 de maio de 2013.

Art. 1º. Nas atividades realizadas nos laboratórios, atividades de campo ou visitas
técnicas às empresas ou instituições, além do fardamento-padrão serão exigidos o uso da
bata oficial e/ou outros equipamentos de proteção individual (EPI’s), definidos pela
Diretoria do Campus, de acordo com as exigências específicas do ambiente de realização
da atividade.
Art. 2º. Para os alunos de outros cursos oferecidos no Campus, assim como para
os alunos de graduação e pós-graduação, o uso do fardamento-padrão é facultativo,
devendo, contudo, trajar vestuário adequado.
§ 1º. Entende-se por vestuário adequado roupas tais como: blusa, camisa de manga, saia
com comprimento abaixo do joelho, calça comprida e tênis ou sapato fechado.
§ 2º. Fica reservada à Diretoria do Campus a autorização do uso de camisa específica para
o curso.
§ 3º. Não é permitido, durante sua permanência na Instituição, trajar saia curta ou
minissaia, blusa do tipo top, bustiê e miniblusa, bermuda, shorts, calção e camiseta regata,
bem como sandálias ou chinelos.
Art. 3º. Caso o aluno esteja impossibilitado de usar fardamento completo por
motivo de saúde, deverá comparecer ao setor médico da Instituição para exame e
recebimento de declaração confirmando a impossibilidade, devendo esta ser apresentada
à Coordenação de Administração Escolar.

Certificados e Diplomas
Após a integralização dos componentes curriculares que compõem a matriz
curricular, inclusive a realização da Prática Profissional, do Curso Superior de Tecnologia
em Agroecologia, será conferido ao estudante o Diploma de Tecnólogo em
Agroecologia.
Possibilidades de Atuação:
Instituições públicas, privadas e do terceiro setor, instituições de certificação
agroecológica, instituições de pesquisa e extensão, parques e reservas naturais.

Outras Informações
Código do Curso: 05805
Código da Turma: x.z.05805.1y, onde x = período (ano/semestre), z= série, y = turno (ex:
20131.1.05805.1M)
Matrícula: 200a.b.05805.ccc, onde a = ano, b = período letivo, c = sequência (ex:
20121.05805.0375).

Sistema Acadêmico:
 permite acesso a: dados cadastrais (para atualização), disciplinas, horários,
boletim, histórico, acervo bibliográfico, material didático;
 endereço: na página do IFRN (www.ifrn.edu.br) lado inferior esquerdo;
 login: matrícula completa, sem pontos e traços (ex: 20121058050375),
senha inicial do aluno: 123, na qual será solicitado um cadastro de nova
senha que deverá conter de 4 a 6 dígitos entre numerais e letras.

Laboratórios de Informática:
 permite acesso a computadores com softwares utilizados pelo curso e
arquivos pessoais;
 existem normas específicas para utilização dos laboratórios;
 usuário: matrícula completa, sem pontos e traços (ex: 20121053060375).

Horário Acadêmico:
Matutino Vespertino
1 7h às 7h45 13h00 às 13h45
2 7h45 às 8h30 13h45 às 14h30
3 8h50 às 9h35 14h40 às 15h25
4 9h35 às 10h20 15h25 às 16h10
5 10h30 às 11h15 16h30 às 17h15
6 11h15 às 12h 17h15 às 18h

Infraestrutura Recomendada:
 biblioteca incluindo acervo específico e atualizado.
 laboratório de solo.
 laboratório de biologia.
 laboratório didático: área de plantio e criação de animais.
 viveiro de produção de mudas.
 laboratório de processamento de alimentos de origem vegetal e animal.
 laboratório de informática com programas específicos.
Referências Bibliográficas

1. RESOLUÇÃO n.º 38/2012 – CONSUP/IFRN, cursos de graduação, 2012.


2. RESOLUÇÃO Nº 14/2012 – CONSUP/IFRN. Autorização do Curso Tecnólogo
em Agroecologia no Campus Ipanguaçu do IFRN, 2012.
3. Portaria nº. 88/2013 – DG/IP Ipanguaçu/RN. Indumentária adequada para os
alunos do Campus Ipanguaçu, 2013.
4. Cursos de graduação ofertados pelo IFRN. Visitado em 27.11.2013.
http://portal.ifrn.edu.br/ensino/cursos/cursos-de-graduacao/tecnologia

5. Catálogo Nacional de Cursos Superiores em Tecnologia. . Visitado em


27.11.2013.http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=86&id=12352&option=c
om_content&

Agroecologia, unindo as pessoas para cuidar do planeta.

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