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Exame 12 Matemática A

Exercícios de aplicação - páginas 165 a 171

1.
O gráfico da função 𝑓 é simétrico relativamente à origem, pelo que, a função é ímpar. Assim a
proposição (I) é verdadeira.
A função 𝑓 é bijetiva, pelo que admite função inversa. Assim a proposição (II) é verdadeira.
O gráfico da função 𝑔 não é simétrico relativamente ao eixo das ordenadas, pelo que a função
não é par. Assim a proposição (III) é falsa.
A função 𝑓 não é injetiva, pelo que não é bijetiva, logo não admite função inversa. Assim a
proposição (IV) é falsa.

2.
2.1.
Devemos começar por fatorizar a expressão:
−𝑥 5 + 2𝑥 4 + 5𝑥 3 − 6𝑥 2 = 𝑥 2 (−𝑥 3 + 2𝑥 2 + 5𝑥 − 6)
Como 3 é zero de 𝑓, usamos a Regra de Ruffini para continuar a factorização:
-1 2 5 -6
3 -3 -3 6
-1 -1 2 0
Assim, −𝑥 3 + 2𝑥 2 + 5𝑥 − 6 = (𝑥 − 3)(−𝑥 2 − 𝑥 + 2).
Resolvendo agora a equação −𝑥 2 − 𝑥 + 2 = 0 obtemos 𝑥 = 1 ∨ 𝑥 = −2.
Temos então que 𝑓(𝑥) = −𝑥 5 + 2𝑥 4 + 5𝑥 3 − 6𝑥 2 = −𝑥 2 (𝑥 − 3)(𝑥 − 1)(𝑥 + 2).
O conjunto dos zeros de 𝑓 é {−2, 0, 1, 3}.

2.2.
𝑓(𝑥) < 0 ⟺ −𝑥 2 (𝑥 − 3)(𝑥 − 1)(𝑥 + 2) < 0
𝑥 −2 0 1 3
−𝑥 2 − − − 0 − − − − −
𝑥−3 − − − − − − − 0 +
𝑥−1 − − − − − 0 + + +
𝑥+2 − 0 + + + + + + +
𝑓(𝑥) + 0 − 0 − 0 + 0 −

𝑓(𝑥) < 0 ⇔ −2 < 𝑥 < 0 ∨ 0 < 𝑥 < 1 ∨ 𝑥 > 3


C.S.= ]−2, 0[ ∪ ]0, 1[ ∪ ]3, +∞[

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2.3.
Uma vez que o maior zero de 𝑓 é 3 temos que 𝐴(3, 0).
Com o auxílio da máquina gráfica podemos verificar que 𝐵(−1.49, −12.66).

Desta forma a área do triângulo [𝑂𝐴𝐵] é dada por:


−𝑂𝑟𝑑𝑒𝑛𝑎𝑑𝑎 𝑑𝑒 𝐵×𝐴𝑏𝑐𝑖𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝐴
≃ 18,99 (2 C.D.) 𝑢. 𝑎.
2

3.
1 1
3.1. |3𝑥 + 2| = 1 ⇔ 3𝑥 + 2 = 1 ∨ 3𝑥 + 2 = −1 ⇔ 𝑥 = − 3 ∨ 𝑥 = −1 𝐶. 𝑆. = {−1, − 3}

5 1 1 5
3.2. |2𝑥 − 3| ≤ 2 ⇔ 2𝑥 − 3 ≤ 2 ∧ 2𝑥 − 3 ≥ −2 ⇔ 𝑥 ≤ 2 ∧ 𝑥 ≥ 2 𝐶. 𝑆. = [2 , 2]

3.3. 2|−𝑥 + 1| ≥ 4 ⇔ |−𝑥 + 1| ≥ 2 ⇔ −𝑥 + 1 ≥ 2 ∨ −𝑥 + 1 ≤ −2 ⇔


⇔ −𝑥 ≥ 1 ∨ −𝑥 ≤ −3 ⇔ 𝑥 ≤ −1 ∨ 𝑥 ≥ 3 𝐶. 𝑆. = ]−∞, −1] ∪ [3, +∞[

3.4. −|2𝑥 + 5| + 1 > 0 ⇔ |2𝑥 + 5| < 1 ⇔ 2𝑥 + 5 < 1 ∧ 2𝑥 + 5 > −1 ⇔


⇔ 𝑥 < −2 ∧ 𝑥 > −3 𝐶. 𝑆. = ]−3, −2[

3.5. |𝑥 + 2| > |𝑥 − 3| ⇔ (𝑥 + 2)2 > (𝑥 − 3)2 ⇔ 𝑥 2 + 4𝑥 + 4 > 𝑥 2 − 6𝑥 + 9 ⇔ 10𝑥 > 5 ⇔


1 1
⇔𝑥>2 𝐶. 𝑆. = ]2 , +∞[

4.1. √5𝑥 − 4 = 𝑥 ⇒ 5𝑥 − 4 = 𝑥 2 ⇔ 𝑥 = 1 ∨ 𝑥 = 4
Verificação:
√5 × 1 − 4 = 1 ⇔ 1 = 1 prop. verdadeira
√5 × 4 − 4 = 4 ⇔ 4 = 4 prop. verdadeira
𝐶. 𝑆. = {1,4}
4.2. √𝑥 + 6 − 𝑥 = 0 ⇔ √𝑥 + 6 = 𝑥 ⇒ 𝑥 + 6 = 𝑥 2 ⇔ 𝑥 = 3 ∨ 𝑥 = −2
Verificação:
√3 + 6 − 3 = 0 ⇔ 0 = 0 prop. verdadeira
√−2 + 6 − (−2) = 0 ⇔ 2 + 2 = 0 ⇔ 4 = 0 prop. falsa.
𝐶. 𝑆. = {3}

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4.3.
√ √ √ √
x + x − 3 = 3 ⇒ x + x − 3 + 2 x2 − 3x = 9 ⇔ x2 − 3x = 6 − x ⇒
x2 − 3x = (6 − x)2 ⇔ x2 − 3x = 36 + x2 − 12x ⇔ x = 4
√ √
Verificando temos que 4 + 4 − 3 = 3 prop. verdadeira

C.S. = 4
4.4.

x − 2 < 2 ⇒ x − 2 < 22 ∧ x − 2 > −22 ⇔ x < 6 ∧ x > −2
Por outro lado, a expressão só é válida no seu domı́nio.

x−2≥0⇔x≥2

C.S. = [2, 6[
5.
y−4
g(x) = 2x + 4 ⇔ y = 2x + 4 ⇔ x = (1)
2
Assim,
x−4
g −1 (x) =
2
Resolvendo agora a equação temos,
x−4 x−4
f ◦ g −1 (x) = 0 ⇔ g −1 (x) = 3 ∨ g −1 (x) = −3 ⇔ =3∨ = −3 ⇔
2 2
⇔ x = 10 ∨ x = −2

C.S. = {−2, 10}


6.

g(x) = 0 ⇔ −f (x − 1) = 0 ⇔ x − 1 = −5 ∨ x − 1 = 3 ⇔ x = −4 ∨ x = 4

A tabela de sinais de g fica então

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x −4 4
Sinal de g − 0 + 0 −

7.

g(x) = 0 ⇔ |2f (x)| − 4 = 0 ⇔ |2f (x)| = 4 ⇔


⇔ 2f (x) = 4 ∨ 2f (x) = −4 ⇔ f (x) = 2 ∨ f (x) = −2 ⇔
⇔ x = −1 ∨ x = 1 ∨ x = 3 ∨ x = 6

A tabela de sinais de g fica então

x −1 1 3 5 6
Sinal de g 0 − 0 − 0 − 0 − −

8.

8.1.
O ponto P é vértice do prisma quadrangular regular, cujas bases são
perpendiculares a Oz, pelo que, P (a, a, z). Como P também pertence ao
plano ABC temos que 3a + 2a + z = 9, ou seja, z = −5a + 9. O ponto P
tem coordenadas (a, a, −5a + 9).
A área das bases é dada por a2 e a área das faces laterais do prisma é
dada por a × (9 − 5a) = −5a2 + 9a. Assim, a área total da superfı́cie do
prisma é dada por 4 × (−5a2 + 9a) + 2 × a2 = −18a2 + 36a, como querı́amos
demonstrar.
8.2.
A área total da superfı́cie do prisma, A, é dada em função de a através
da expressão
A(a) = −18a2 + 36a = −18a(a − 2)
Assim, o gráfico de A é uma parábola com a concavidade voltada para baixo.
Desta forma, A é máxima quando a corresponde à abcissa do vértice da
parábola, ou seja, para a = 1.
8.3.

1 5
−18a2 + 36a = 10 ⇔ a = ∨a=
3 3

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Como a parábola tem a concavidade voltada para baixo


1 5
−18a2 + 36a < 10 ⇔ a < ∨a>
3 3
Tendo em consideração que a ∈ 0, 95 temos que
 

   
1 5 9
C.S. = 0, ∪ ,
3 3 5
9.
9.1.

x2 + x − 6 = 0 ⇔ x = −3 ∨ x = 2

√ √
2 − x2 = 0 ⇔ x = − 2 ∨ x = 2
A tabela de sinais é então
√ √
x −3 − 2 2 2
2
x +x−6 + 0 − − − − − 0 +
2 − x2 − − − 0 + 0 − − −
x2 +x−6
2−x2
− 0 + n.d. − n.d. + 0 −

Assim, os zeros de f são −3 e √


2.  √ 
A função é positiva em −3, − 2 ∪ 2, 2
 √ √ 
A função é negativa em ]−∞, −3[ ∪ − 2, 2 ∪ ]2, +∞[
9.2. Comecemos por simplificar a expresso
1 2 x−3−2 x−5
− 2 = =
x x − 3x x(x − 3) x(x − 3)

x−5=0⇔x=5

x(x − 3) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 3
A tabela de sinais é então

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x 0 3 5
x−5 − − − − − 0 +
x(x − 3) + 0 − 0 + + +
x−5
x(x−3
− n.d. + n.d. − 0 +

Assim, o zero de f é 5.
A função é positiva em ]0, 3[ ∪ ]5, +∞[.
A função é negativa em ]−∞, 0[ ∪ ]3, 5[.

Exercı́cios propostos
Itens de seleção - páginas 172 a 177
1. Nas representações I e IV existem valores de x que correspondem a
mais do que um valor de y, pelo que não podem representar funções.
Opção (B).

2. A Joana sai de casa pelo que a distância inicial é 0 depois, quando se


desloca do ponto A ao ponto B, a sua distância aumenta de forma constante.
Entre o ponto B e o ponto C a distância da Joana a sua casa diminui e depois
volta a aumentar. O único gráfico que representa todas estas caracterı́sticas
é o gráfico em (D).
Opção (D).

3. A soma das áreas dos quadrados é dada por

x2 + (8 − x)2 = x2 + 64 + x2 − 16x = 2x2 − 16x + 64

Opção (A).

4. A diferença entre o ponto mais distante e o ponto mais próximo é


de 20 metros. Assim, a circunferência tem um diâmetro de 20 metros e,
consequentemente, um raio de 10 metros.
Opção (B).

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5. Se um quadrado tem perı́metro p então o seu lado mede p4 . Desta


forma, a área do quadrado é dada por
 p 2 p2
=
4 16
Opção (C).

6. Sabemos que os pontos A(3, 0) e B(1, 3) pertencem ao gráfico de g.


Assim, o declive da reta é dado por

0 − (−5)
=1
3 − (−2)
Além disso, como a reta passa no ponto A temos que

0 = 3 + b ⇔ b = −3
A função g é então definida pela expressão g(x) = x − 3.
Opção (D).

7. Como a abcissa do vértice da parábola não é 0 a função não é par.


Como a ordenada do vértice é 3 e o ponto de coordenadas (−2, −4) pertence
à parábola, então a função tem a concavidade voltada para baixo, pelo que,
tem dois zeros, é crescente no intervalo ] − ∞, 1] e o seu contradomı́nio é
] − ∞, 3].
Opção (C).

8.
−x ≥ 0 ⇔ x ≤ 0
Opção (B).

9. Se o tempo for inferior ou igual a uma hora o preço é de 3 euros se o


tempo é superior a uma hora o preço é de 3 euros mais 0, 1 euros por cada
minuto após os 60.
Opção (C).

10.
Para x ≤ 0:
9 − x2 = 0 ⇔ x = 3 ∨ x = −3

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Assim, −3 é zero de f .

Para x > 0:
x2 − 4
= 0 ⇔ x2 − 4 = 0 ∧ x + 2 6= 0 ⇔ x = 2
x+2
Assim, 2 é zero de f .

Opção (B).

11.
11.1. O gráfico da função definida por f (x) + 52 obtém-se através do
gráfico de f por uma translação associada ao vetor (0, 52 ). Desta forma a
função definida po f (x) + 52 não tem zeros.
Opção (A).

11.2. Pelo gráfico da função, os valores de y que têm exatamente três


valores de x que lhes correspondem são os que pertencem ao intervalo [2, 3].
Opção (C).

12. A função g não está definida em x = a e h(a) não é máximo nem


mı́nimo de h. As únicas funções com máximo em x = a são as funções f e i.
Opção (B).

13. Para que a função f não tenha zeros é necessário que o binómio
discriminante da equação f (x) = 0 seja negativo.

62 − 4 × 1 × k < 0 ⇔ −4k < −36 ⇔ k > 9

Opção (B).

14. Uma função nessas condições deve ter um gráfico obtido a partir do
gráfico de f através de uma translação associada ao vetor (−3, 0).
Opção (C).

15. O gráfico de g pode ser obtido a partir do gráfico de f , através de


uma reflexão relativamente ao eixo Ox, seguida de uma translação associada
ao vetor (−2, −2).

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Opção (D).

16. A função f × g tem um zero, pelo que a opção (A) é falsa. Temos
que g(−1) = 0 e f (0) = 1, logo g não é a função inversa de f . O domı́nio de
g é ] − ∞, 0[ e o contradomı́nio de f é ]0, +∞[, donde são diferentes.
Opção (C).

17. Uma vez que a função é estritamente decrescente, não pode ter mais
do que um zero, é necessariamente injetiva e não poderá ser uma função par.
Assim, as opções (A), (B) e (C) não podem ser falsas. Opção (D).

18. O domı́nio da função j é o conjunto-solução da inequação f (x) ≥ 0.


Opção (D).

19. O vértice desta parábola tem as coordenadas (−h, k) assim, h < 0 e


k > 0.
Opção (B).

20.
 
−x + 1
Df = x ∈ R : ≥ 0 ∧ x + 2 6= 0
x+2
Considerando a tabela de sinais

x −2 1
−x + 1 + + + 0 −
x+2 − 0 + + +
x−1
x+2
− n.d. + 0 −

Obtemos
Df =] − 2, 1]
Opção (A).

21.

x x x
−2 ≤ x ≤ 4 ⇔ −1 ≤ ≤ 2 ⇔ −2 ≤ − ≤ 1 ⇔ −1 ≤ − + 1 ≤ 2
2 2 2

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−1 ≤ f (x) ≤ 2 ⇔ −1 ≤ f (x−2) ≤ 2 ⇔ −2 ≤ −f (x−2) ≤ 1 ⇔ 1 ≤ −f (x−2)+3 ≤ 4

Opção (B).

22.
f (g(3)) = f (g(−3)) = f (5) = 9
Pelo que a proposição p é verdadeira.
y+1
y = 2x − 1 ⇔ x =
2
Assim, a função f −1 é definida pela expressão f −1 (x) = x+1
2
.
3+1
(f −1 + f )(3) = +2×3−1=7
2
Pelo que a proposição q é falsa.
Opção (D).

23. Para que a função seja crescente em ]1, +∞[ é necessário que b < 0
e para que a função não tenha zeros nesse intervalo é necessário que a ≤ 0.
Opção (D).

24.

−6 ≤ f (x) ≤ 5 ⇒ 0 ≤ |f (x)| ≤ 6
Opção (A).

25. Como a função é par e P (a, b) pertence ao gráfico de g então também


o ponto de coordenadas (−a, b) pertence ao gráfico de g. Como b 6= 0 então
o ponto de coordenadas (−a, −b) não poderá pertencer ao gráfico de g.
Opção (C).

26.
26.1. Uma vez que −1 ∈ / Df não pode ser zero de f × g. 0 é zero de
f × g pois é zero de f e 2 é zero de f × g pois é zero de g.
Opção (A).

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26.2.
2
(f ◦ g)(0) = f (2) = 6= 2
3
Opção (D).

26.3. O gráfico da função −g pode ser obtido a partir do gráfico de g


através de uma simetria relativamente ao eixo Ox. Assim, 2 é um maxi-
mizante de −g.
Opção (C).

27. Se f e g são negativas em todo o seu domı́nio então a função f + g


tamb́em é negativa em todo o seu domı́nio.
Opção (A).

28. Se x ∈ [−∞, −3[ então g(x) = −1 e portanto f (g(x)) = −2.


Opção (B).

29. A função não é simétrica relativamente ao eixo Oy, pelo que não é
uma função par. Além disso, uma vez que existem objetos diferentes com
a mesma imagem a função também não é bijetiva. Desta forma, tanto
a proposição p como a proposição q são falsas. A equivalência de duas
proposições falsas é verdadeira.
Opção (C).

30.

|x2 − 1| − 1 ≥ 0 ⇔ |x2 − 1| ≥ 1 ⇔ x2 − 1 ≥ 1 ∨ x2 − 1 ≤ −1 ⇔
√ √
⇔ x2 − 2 ≥ 0 ∨ x2 ≤ 0 ⇔ x ≥ 2 ∨ x ≤ − 2 ∨ x = 0

Opção (A).
√ √
31. Sabemos que 0 é solução da inequação f (x) ≤ g(x) pois 3 0 = 0.
Assim a opção (A) é falsa. Sabemos também que, por exemplo, 216 não é
solução da inequação pois
r
3 1 1 1
6
= 2 =
2 2 4

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r
1 1 1
= =
26 23 8
Assim, as opções (B) e (D) são falsas.
Opção (C).

Exercı́cios de aplicação - páginas 184 a 225


1.
1.1.
Seja f uma função real de variável real definida por f (x) = x24−1 e (xn )
uma sucessão qualquer de termos pertencentes a Df tais que xn → 3:

 
4 4 4 4 1
lim f (xn ) = lim = = 2 = =
(xn )2 − 1 2
(lim xn ) − 1 3 −1 8 2

Como querı́amos demonstrar.

1.2.
Seja f uma função real de variável real definida por f (x) = 3 + 5x21+1 e
(xn ) uma sucessão qualquer de termos pertencentes a Df tais que xn → −∞:

 
1 1 1
lim f (xn ) = lim 3 + 2
=3+ 2
=3+ =
5(xn ) + 1 5(lim xn ) + 1 5(−∞)2 + 1
1
= 3+ =3+0=3
+∞ + 1
Como querı́amos demonstrar.

1.3.
1
Seja f uma função real de variável real definida por f (x) = 4 − 2−x e (xn )

uma sucessão qualquer de termos pertencentes a Df tais que xn → 2 :

 
1 1 1
lim f (xn ) = lim 4 − =4− =4− =
2 − xn 2 − lim xn 2 − 2−
1
= 4− = 4 − ∞ = −∞ (-9)
0+

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Exame 12 Matemática A

Como querı́amos demonstrar.

2.
2.1.
 
n+1 1
lim un = lim = lim 1 − = 1−
n+2 n+2
Assim

lim f (un ) = +∞

Opção (D).

2.2. Se vn → −∞ então limf (vn ) → −1.

√ √
 
1 1 1
lim − n + 2 = − +∞ + 2
= −∞ + = −∞ + 0 = −∞
n (+∞) +∞

Opção (C).

3.
3.1.
√ √ √
−x − 1 ( ∞
∞) ( −x − 1)( −x + 1)
lim h(x) = lim = lim √ =
x→−∞ x→−∞ x+1 x→−∞ (x + 1)( −x + 1)
−x − 1 x+1
= lim √ = lim − √ =
x→−∞ (x + 1)( −x + 1) x→−∞ (x + 1)( −x + 1)
1 1 1
= lim − √ =− p =− =0
x→−∞ ( −x + 1) ( −(−∞) + 1) +∞

3.2.
x2 x + 2 + x2 + x12

x3 + 2x2 + 2x + 1 ( ∞
∞)
lim h(x) = lim = lim  =
x→+∞ x→+∞ −2x2 − 6x − 4 x→+∞ x2 −2 − 6 − 42
x x
x + 2 + x2 + x12 +∞
= lim = = −∞
x→+∞ −2 − 6 − 42 −2
x x

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Exame 12 Matemática A

3.3.
x3 + 2x2 + 2x + 1 ( 00 ) (x + 1)(x2 + x + 1)
lim + h(x) = lim + = lim =
x→−1 x→−1 −2x2 − 6x − 4 x→−1+ (x + 1)(−2x − 4)

x2 + x + 1 1
= lim + =−
x→−1 −2x − 4 2

√ √ √
−x − 1 ( 00 ) ( −x − 1)( −x + 1)
lim h(x) = lim − = lim − √ =
x→−1− x→−1 x+1 x→−1 (x + 1)( −x − 1)
1 1
= lim − − √ =−
x→−1 ( −x + 1) 2

1
h(−1) = −
2
1
Como lim − h(x) = lim + h(x) = h(−1) = − podemos dizer que
x→−1 x→−1 2
1
lim h(x) = −
x→−1 2
4.
4.1.
x2 − 16 ( 00 ) (x − 4)(x + 4) (x + 4) 8
lim = lim = lim =
x→4 5x − 20 x→4 5(x − 4) x→4 5 5
4.2.
x2 + 2x − 3 ( 00 ) (x + 3)(x − 1)
lim = lim = lim (x + 3) = 4
x→1 x−1 x→1 x−1 x→1

4.3.
−2x2 − 4x + 6 ( 00 ) (−2x − 6)(x − 1)
lim = lim = lim (−2x − 6) = −8
x→1 x−1 x→1 x−1 x→1

4.4.
x2 + 2x − 3 ( 00 ) (x + 3)(x − 1) x+3 4
lim 3
= lim 3
= lim 2
= + = +∞
x→1 (x − 1) x→1 (x − 1) x→1 (x − 1) 0

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Exame 12 Matemática A

4.5.
x2 + 2x − 3 ( 00 ) (x + 3)(x − 1) x+3
lim = lim = lim
x→1 (x − 1)2 x→1 (x − 1)2 x→1 x − 1

x+3 4
lim+ = + = +∞
x→1 x−1 0
x+3 4
= − = −∞
lim−
x→1 x − 1 0
x+3 x+3 x+3
Como lim+ 6= lim− temos que o limite lim− não existe.
x→1 x − 1 x→1 x − 1 x→1 x − 1

4.6.
x3 + 1 ( 00 ) (x2 − x + 1)(x + 1)
 
3 1 (0×∞)
lim (x + 1) = lim = lim =
x→−1 x+1 x→−1 x + 1 x→−1 x+1
= lim (x2 − x + 1) = 3
x→−1

4.7.
1
x

(∞ ) x2 ( 00 ) x
lim = lim = lim =0
x→0 x+2 x→0 x(x + 2) x→0 x + 2
x2
4.8.
 
1 1 (+∞−∞) x−1 −1
lim − 2 = lim 2
= + = −∞
x→0 x x x→0 x 0
4.9.
x2 1 + x1 1 + x1

x2 + x ( ∞
∞) 1
lim 3 = lim 2 1
 = lim 1 = =0
x→+∞ x + 1 x→+∞ x x + x2 x→+∞ x + 2 +∞
x

4.10.
x2 x + x3 − x12

x3 + 3x − 1 ( ∞
∞)
lim = lim  =
x→−∞ 2
−x + 2 x→−∞ x2 −1 + 22
x
x + x3 − x12 −∞
= lim 2 = = +∞
x→−∞ −1 + 2
x
−1

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Exame 12 Matemática A

5.
5.1.
√ √
x−5 ( 00 ) (x − 5)( x + 5)
lim √ √ = lim √ √ √ √ =
x→5 x− 5 x→5 ( x − 5)( x + 5)
√ √
(x − 5)( x + 5) √ √ √
= lim = lim ( x + 5) = 2 5
x→5 x−5 x→5

5.2.
√ √  (+∞−∞)
lim 3x − 1 − 3x − 4 =
x→+∞
√ √  √ √ 
3x − 1 − 3x − 4 3x − 1 + 3x − 4
= lim √ √ =
x→+∞ 3x − 1 + 3x − 4
3x − 1 − (3x − 4) 3
= lim √ √ = =0
x→+∞ 3x − 1 + 3x − 4 +∞

5.3.

q
1 1

x2 − x + 1 (+∞−∞)
x2 1 − x
+ x2
lim = lim =
x→−∞ x x→−∞
q x
|x| 1 − x1 + 1
x2
= lim =
q x
x→−∞
1 1
−x 1 − x
+ x2
= lim =
x→−∞
r x
1 1
= lim − 1 − + 2 = −1
x→−∞ x x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 16


Exame 12 Matemática A

5.4.
√ √
3x − 1 − x − 4 (+∞−∞)
lim =
√ 2x + 3 √
x→+∞
√ √
( 3x − 1 − x − 4)( 3x − 1 + x − 4)
= lim √ √ =
x→+∞ (2x + 3)( 3x − 1 + x − 4)
3x − 1 − (x − 4)
= lim √ √ =
x→+∞ (2x + 3)( 3x − 1 + x − 4)
2x + 3
= lim √ √ =
x→+∞ (2x + 3)( 3x − 1 + x − 4)
1 1
= lim √ √ = =0
x→+∞ 3x − 1 + x − 4 +∞
5.5.
√ √  (+∞−∞)
lim 3x − 1 − x − 4 =
x→+∞
√ √  √ √ 
3x − 1 − x − 4 3x − 1 + x − 4
= lim √ √ =
x→+∞ 3x − 1 + x − 4
3x − 1 − (x − 4)
= lim √ √ =
x→+∞ 3x − 1 + x − 4
2x + 3 (∞
∞)
= lim √ √ =
x→+∞ 3x − 1 + x − 4
x 2 + x3

= lim q q =
x→+∞ 3 1 1 4
|x| x
− x2
+ x
− x2
3
2+ x 2
= lim q q = = +∞
x→+∞ 3
− 1
+ 1
− 4 0+
x x2 x x2

6.
x3 − x + 6 ( 00 ) (x2 − 2x + 3)(x + 2)
lim − f (x) = lim − = lim =
x→−2 x→−2 x2 − 4 x→−2− (x − 2)(x + 2)
x2 − 2x + 3 11
= lim − =−
x→−2 x−2 4

lim f (x) = lim + (x + k 2 − 1) = k 2 − 3


x→−2+ x→−2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 17


Exame 12 Matemática A

f (−2) = −2 + k 2 − 1 = k 2 − 3
Para que a função seja contı́nua em x = −2 é necessário que:
11 1 1 1
k2 − 3 = − ⇔ k2 = ⇔ k = ∨ k = −
4 4 2 2
7.
7.a)
5 − 2x
lim− g(x) = lim− =5
x→0 x→0 x+1

lim+ g(x) = lim+ x2 + 25 = 5
x→0 x→0

g(0) = 5
Como lim+ g(x) = lim− g(x) = g(0) a função é contı́nua em x = 0.
x→0 x→0

7.b)
x3 − 6x + 5 ( 00 ) (x2 + x − 5)(x − 1)
lim− h(x) = lim− = lim− = lim− (x2 +x−5) = −3
x→1 x→1 x−1 x→1 x−1 x→1

h(1) = −4
Como lim− h(x) 6= h(1) a função não é contı́nua em x = 1.
x→1

8.
8.1.
No intervalo ] − ∞, 2[ a função é contı́nua por se tratar do quociente entre
duas funções contı́nuas: a função polinomial x 7→ x3 − 8 e a função afim
x 7→ x − 2.

No intervalo ]2, +∞[ a função é contı́nua pois é a soma de duas funções


contı́nuas: uma que
√ é a composta da função raiz quadrada com uma função
polinomial (x 7→ x2 + 10x + 1) e a outra que é a função constante x 7→ 7.

Averiguemos agora a continuidade no ponto x = 2.


x3 − 8 ( 00 ) (x2 + 2x + 4)(x − 2)
lim− f (x) = lim− = lim− = lim− (x2 +2x+4) = 12
x→2 x→2 x−2 x→2 x−2 x→2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 18


Exame 12 Matemática A


lim+ f (x) = lim+ x2 + 10x + 1 = 12
x→2 x→2

f (2) = 12
Como lim+ f (x) = lim− f (x) = f (2) a função é contı́nua em x = 2.
x→2 x→2
Assim, a função f é contı́nua em R.

8.2. Em qualquer ponto do conjunto ] − ∞, 1[∪]1, +∞[ a função é


contı́nua por se tratar do quociente entre duas funções contı́nuas: a função
afim x 7→ x − 1 e a composta entre a função módulo e uma função afim
(x 7→ |x − 1|).
Averiguemos agora a continuidade no ponto x = 1.
x − 1 ( 00 ) x−1
lim− f (x) = lim− = lim− = lim− −1 = −1
x→1 x→1 |x − 1| x→1 −(x − 1) x→1

x − 1 ( 00 ) x−1
lim+ f (x) = lim+ = lim+ = lim+ 1 = 1
x→1 x→1 |x − 1| x→1 x − 1 x→1

Como lim+ f (x) 6= lim− f (x) a função não é contı́nua em x = 1.


x→1 x→1
Assim, a função f é contı́nua em R \ {1}.

9.
9.1. A função f é contı́nua em R, por se tratar de uma função polino-
mial. Em particular é contı́nua em [−2, −1]. Como f (−2) = 27, f (−1) = 2
e 2 < 3 < 27, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, podemos concluir que ex-
iste pelo menos um número real c ∈] − 2, −1[ tal que f (c) = 3, isto é, a
equação f (x) = 3 tem pelo menos uma solução no intervalo ] − 2, −1[ e,
por conseguinte, tem pelo menos uma solução no intervalo [−2, −1], como
querı́amos provar.

9.2. A função f é contı́nua em R, por se tratar de uma função polino-


mial. Em particular é contı́nua em [−1, 0]. Como f (−1) = 2, f (0) = −1,
−1 < 0 < 2, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, podemos concluir que existe
pelo menos um número real c ∈] − 1, 0[ tal que f (c) = 0, isto é, a equação
f (x) = 0 tem pelo menos uma solução no intervalo ] − 1, 0[, como querı́amos
provar.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 19


Exame 12 Matemática A

9.3.
f (x) = g(x) ⇔ f (x) − g(x) = 0
A função f − g é contı́nua em R, por se tratar da diferena entre duas
funções contı́nuas: uma função polinomial e a função raiz quadrada. Em par-
ticular é contı́nua em [0, 2]. Como (f − g)(0) = −1, (f − g)(2) = 9.6 (1C.D.)
e −1 < 0 < 9.6, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, podemos concluir que
existe pelo menos um número real c ∈]0, 2[ tal que (f − g)(c) = 0, isto é, a
equação f (x) = g(x) tem pelo menos uma solução no intervalo ]0, 2[, como
querı́amos provar.

10.
10.1.
No intervalo ] − ∞, 2[ a função é contı́nua por se tratar de uma função
polinomial x 7→ 3x3 − x − 1.

No intervalo ]2, +∞[ a função é contı́nua por se tratar de uma função


polinomial x 7→ 3x2 − 24x.

Averiguemos agora a continuidade no ponto x = 2.

lim f (x) = lim− (3x3 − x − 1) = 21


x→2− x→2

lim f (x) = lim+ (3x2 − 24x) = −36


x→2+ x→2

Como lim+ f (x) 6= lim− f (x) a função não é contı́nua em x = 2.


x→2 x→2
Assim, a função f é contı́nua em R \ {2}.

10.2. A função f é contı́nua em R \ {2} e, em particular, é contı́nua


em [−1, 1]. Como f (−1) = −3, f (1) = 1, −3 < 0 < 1, pelo teorema de
Bolzano-Cauchy, podemos concluir que existe pelo menos um número real
c ∈] − 1, 1[ tal que f (c) = 0, isto é, a equação f (x) = 0 tem pelo menos uma
solução no intervalo ] − 1, 1[. Assim a proposição é verdadeira.

10.3. A função f é contı́nua em R \ {2} e, em particular, é contı́nua em


[3, 5]. Assim, pelo teorema de Weierstrass, a restrição de f ao intervalo [3, 5]
tem um máximo e um mı́nimo absolutos.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 20


Exame 12 Matemática A

11.
f (x) = f (x + 2) ⇔ f (x) − f (x − 2) = 0
Seja g a função definida por g(x) = f (x) − f (x + 2). A função g é contı́nua
no intervalo [a, a+2], uma vez que é a soma de duas funções contı́nuas e
definidas nesse intervalo. Como g(a) = f (a) − f (a + 2) < 0, g(a + 2) =
f (a + 2) − f (a + 4) > 0 e g(a) < 0 < g(a + 2), pelo teorema de Bolzano-
Cauchy, podemos concluir que existe pelo menos um número real c ∈]a, a+2[
tal que g(c) = 0, isto é, a equação f (x) = f (x + 2) tem pelo menos uma
solução no intervalo ]a, a + 2[. Como querı́amos mostrar.

12.
12.1.
Assı́ntotas verticais:

Df = {x ∈ R : x − 3 6= 0} = R \ {3}

5x2 + x 48
lim− = − = −∞
x→3 x−3 0
Assim, a reta de equação x = 3 é assı́ntota vertical ao gráfico de f .

Assı́ntotas não verticais:

x2 5 + x1 1

f (x) 5x2 + x ( ∞
∞) 5+ x
m = lim = lim 2 = lim 2 3
 = lim 3 =5
x→+∞ x x→+∞ x − 3x x→+∞ x 1− x x→+∞ 1 −
x

5x2 + x
 
(+∞−∞)
b = lim (f (x) − 5x) = lim − 5x =
x→+∞ x→+∞ x−3
16x 16
= lim = lim = 16 (-44)
x→+∞ x − 3 x→+∞ 1 − 3
x

Assim, a reta de equação y = 5x + 16 é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de f


quando x → +∞.

Quando x → −∞ também se obtém a mesma reta.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 21


Exame 12 Matemática A

12.2.
Assı́ntotas verticais:

Dg = x ∈ R : (x + 1)2 6= 0 = R \ {−1}


3x + 1 −2
= + = −∞
lim −
2
x→−1 (x + 1) 0
Assim, a reta de equação x = −1 é assı́ntota vertical ao gráfico de g.

Assı́ntotas não verticais:

x 3 + x1

3x + 1 ( ∞
∞) 3
lim f (x) = lim = lim 1
 = =0
x→+∞ x→+∞ (x + 1)2 x→+∞ x x + 2 + +∞
x

Assim, a reta de equação y = 0 é assı́ntota horizontal ao gráfico de f


quando x → +∞.
Quando x → −∞ também se obtém a mesma reta.

12.3.
Assı́ntotas verticais:

Dh = x ∈ R : 3x2 + 1 6= 0 = R


Assim, não existem assı́ntotas verticais ao gráfico de h.

Assı́ntotas não verticais:


q
1
|x| 3 + √

r
f (x) 3x2 +1 ( )
∞ x2 1
m = lim = lim = lim = lim 3+ = 3
x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x2

 √  √ √
 (+∞−∞)
b = lim f (x) − 3x = lim 3x2
+ 1 − 3x =
x→+∞ x→+∞
√ √  √ √ 
3x2 + 1 − 3x 3x2 + 1 + 3x
= lim √ √ =
x→+∞ 3x2 + 1 + 3x
3x2 + 1 − 3x2 1
= lim √ √ = =0
x→+∞ 2
3x + 1 + 3x +∞

Daniela Raposo e Luzia Gomes 22


Exame 12 Matemática A


Assim, a reta de equação y = 3x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de f quando
x → +∞.


q
1
|x| 3 + √

r
f (x) 3x2 +1 ( ) ∞ x2 1
m = lim = lim = lim = lim − 3 + = − 3
x→−∞ x x→−∞ x x→−∞ x x→−∞ x2
 √ √
 √  (+∞−∞)
b = lim f (x) + 3x 3x2 + 1 + 3x
= lim =
x→−∞ x→−∞
√ √  √ √ 
3x2 + 1 + 3x 3x2 + 1 − 3x
= lim √ √ =
x→−∞ 3x2 + 1 − 3x
3x2 + 1 − 3x2 1
= lim √ √ = =0
x→−∞ 3x2 + 1 − 3x +∞

Assim, a reta de equação y = − 3x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de f
quando x → −∞.

13.
13.1.
8−x 4 1
lim− f (x) = lim− = =
x→4 x→4 16 − x 12 3
√ √ √
2x + 1 − 3 ( 00 ) ( 2x + 1 − 3)( 2x + 1 + 3)
lim f (x) = lim+ = lim+ f (x) = lim+ √
x→4+ x→4 x−4 x→4 x→4 (x − 4)( 2x + 1 + 3)
2x + 1 − 9 2 2 1
= lim+ √ = lim+ √ = =
x→4 (x − 4)( 2x + 1 + 3) x→4 2x + 1 + 3 6 3
1
f (4) =
3
Como lim+ f (x) = lim− f (x) = f (4) a função é contı́nua em x = 4.
x→4 x→4

13.2.
√ ∞
√ √
2x + 1 − 3 ( ∞ ) ( 2x + 1 − 3)( 2x + 1 + 3)
lim f (x) = lim = lim √ =
x→+∞ x→+∞ x−4 x→+∞ (x − 4)( 2x + 1 + 3)
2x + 1 − 9 2 2
= lim √ = lim √ = =0
x→+∞ (x − 4)( 2x + 1 + 3) x→+∞ 2x + 1 + 3 +∞

Daniela Raposo e Luzia Gomes 23


Exame 12 Matemática A

Assim, a reta de equação y = 0 é uma assı́ntota horizontal ao gráfico de


f quando x → +∞.

14.
14.1.

lim− f (x) = lim− x2 − 5x + 6 = 0
x→2 x→2

x3 − 1 7
lim+ f (x) = lim+
2
=
x→2 x→2 x − 1 3
Como lim+ f (x) 6= lim− f (x) a função não é contı́nua em x = 2.
x→2 x→2

14.2.

√ (+∞−∞)
b = lim (f (x) + x) = lim ( x2 − 5x + 6 + x) =
x→−∞ x→−∞
√ √
( x2 − 5x + 6 + x)( x2 − 5x + 6 − x)
= lim √ =
x→−∞ x2 − 5x + 6 − x
x2 − 5x + 6 − x2 ( ∞∞)
= lim √ =
x→−∞ x2 − 5x + 6 − x
−5x + 6
= lim q =
x→−∞
|x| 1 − x5 + x62 − x
x −5 + x6

= lim  q =
x→−∞
x − 1 − x5 + x62 − 1
6
−5 + x
= lim q =
x→−∞ 5 6
− 1− x
+ x2
−1
5
=
2
Assim, b = 52 .

15.
15.1.
√ √ √
a0 (x) = (x2 + 2x + 3)0 = (x2 )0 + ( 2x)0 + 30 = 2x + 2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 24


Exame 12 Matemática A

15.2.
 0  0
0 1 3 2020 0 1 3
2020
− x0 + 20200 =

b (x) = x + x − x + 2020 = x + x
3 3
= 2020x2019 + x2 − 1

15.3.
√ √ 0
c0 (x) = (5x3 − x2 + x + π)0 = (5x3 )0 − (x2 )0 + x + π0 =
1
= 15x2 − 2x + √
2 x
15.4.
0
d0 (x) = (2x2 − 3)4 = 4(2x2 − 3)3 (2x2 − 3)0 =
= 4(2x2 − 3)3 (4x − 0) = 16x(2x2 − 3)3

15.5.
√ 0 √ √ 0
e0 (x) = (x3 × x)0 = x3 × x + (x3 ) × x =
√ √
2
√ x 3
2
√ 2
x x 7x2 x
= 3x x + √ = 3x x + =
2 x 2 2
15.6.
 0
  
0 1 2 3
f (x) = 2− x 3−x =
2
 0  
1 2 3 1 2 0
3 − x3 =

= 2− x 3−x + 2− x
2 2
 
1 3
−x 3 − x3 − 3x2 2 − x2 = −3x + x4 − 6x2 + x4 =

=
2 2
5
= −3x − 6x2 + x4
2
15.7.
 0  0  0  0
0 2 1 1 2 1 1 2
g (x) = 2
+ 3 + x2 = + + x =
x x 2 x2 x3 2
−4 3
= 3
− 4 +x
x x

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Exame 12 Matemática A

15.8.
0  0
√ √ 0

0 1 1
h (x) = 2 x− = 2 x − =
x x
1 1 1 1
= 2× √ + 2 = √ + 2 (-75)
2 x x x x
15.9.
0
(5x)0 (x − 1) − 5x(x − 1)0

0 5x
i (x) = = =
x−1 (x − 1)2
5(x − 1) − 5x × 1 −5
= 2
= (-75)
(x − 1) (x − 1)2
15.10.
0
(2x − 3)0 (x + 1) − (2x − 3)(x + 1)0

0 2x − 3
j (x) = = =
x+1 (x + 1)2
2(x + 1) − (2x − 3) × 1 5
= 2
= (-75)
(x + 1) (x + 1)2
15.11.
0
x0 (x2 + 1) − x(x2 + 1)0

0 x
k (x) = = =
x2 + 1 (x2 + 1)2
x2 + 1 − x × 2x −x2 + 1
= =
(x2 + 1)2 (x2 + 1)2
15.12.
 0  0  0
0 −2x + 10 2 10 2
l (x) = = − x + =−
3 3 3 3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 26


Exame 12 Matemática A

15.13.
 3 !0  2  0
2x − 3 2x − 3 2x − 3
m0 (x) = =3 =
x2 − 4 x2 − 4 x2 − 4
2
2x − 3 (2x − 3)0 (x2 − 4) − (2x − 3)(x2 − 4)0

= 3 =
x2 − 4 (x2 − 4)2
2
2x − 3 2(x2 − 4) − (2x − 3) × 2x

= 3
x2 − 4 (x2 − 4)2
2 2
2x − 3 2x − 8 − 4x2 + 6x

= 3
x2 − 4 (x2 − 4)2
3(2x − 3)2 (−2x2 + 6x − 8)
=
(x2 − 4)4
15.14.
0
√ √ 0  1 1
0
n (x) = 3
x − 4 x + 8x − 9 = x − 4x + 8x − 9 =
4 3 4

1 −2 3 1 1
= x 3 − x− 4 + 8 = √
3
−√
4
+8
3 3 x 2 x3
15.15.
√ 0  1 1 1
0
0
o (x) = x2 +3 = (x2 + 3)− 2 (x2 + 3)0 =
2
= (x + 3) 2
2
1 2x x
= √ (2x + 0) = √ =√
2 x2 + 3 2 x2 + 3 x2 + 3
15.16.
√ 0  1 0
 1 2
p0 (x) = 2x4 − 1 = (2x4 − 1) 3 = (2x4 − 1)− 3 (2x4 − 1)0 =
3

3
3
1 3 8x
= p (8x − 0) = p
3 3 (2x4 − 1)2 3 3 (2x4 − 1)2
15.17.
r!0   12 !0  − 1  0
0 2x − 1 2x − 1 1 2x − 1 2 2x − 1
q (x) = = = =
3x + 1 3x + 1 2 3x + 1 3x + 1
 1
1 3x + 1 2 2(3x + 1) − (2x − 1) × 3
= × =
2 2x − 1 (3x + 1)2
r
3x + 1 5
= ×
2x − 1 2(3x + 1)2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 27


Exame 12 Matemática A

16.
16.1.
Df = R
Determina f 0 (x):
 0
0 1 3 5 2
f (x) = x − x + 6x + 1 = x2 − 5x + 6
3 2
Determina os zeros de f 0 :
f 0 (x) = 0 ⇔ x2 − 5x + 6 = 0 ⇔ x = 2 ∨ x = 3
Estuda o sinal de f 0 e a variação de f :

x 2 3
Sinal de f 0 + 0 − 0 +
17 11
Variação de f % 3
& 3
%
Máx Mı́n

f é estritamente crescente em ] − ∞, 2] e em [3, +∞[.

f é estritamente decrescente em [2, 3].

17
3
é máximo relativo em 2.

11
3
é mı́nimo relativo em 3 .

16.2.
Dg = {x ∈ R : x − 1 6= 0} = R \ {1}
0
Determina g (x):
0
(x + 4)0 (x − 1) − (x + 4)(x − 1)0

0 x+4
g (x) = = =
x−1 (x − 1)2
x − 1 − (x + 4) 5
= = −
(x − 1)2 (x − 1)2
Determina os zeros de g 0 :
5
g 0 (x) = 0 ⇔ − =0
(x − 1)2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 28


Exame 12 Matemática A

É uma condição impossı́vel, pelo que g 0 não tem zeros.


Estuda o sinal de g 0 e a variação de g:

x 2
Sinal de g 0 − n.d. −
Variação de g & n.d. &

g é estritamente decrescente em ] − ∞, 1[ e em ]1, +∞[.


g não tem extremos.

16.3.
Dh = x ∈ R : x2 + 4 ≥ 0 = R


Determina h0 (x):
√ 0  1 0
 1 1 x
h0 (x) = x2 + 4 = (x2 + 4) 2 = (x2 + 4)− 2 (2x) = √
2 x2 + 4
Determina os zeros de h0 :
2 √
h0 (x) = 0 ⇔ √ = 0 ⇔ x = 0 ∧ x2 + 4 6= 0 ⇔ x = 0
x2 + 4
Estuda o sinal de h0 e a variação de h:

x 0
Sinal de h0 − 0 +
Variação de h & 2 %
Mı́n

h é estritamente crescente em [0, +∞[.

h é estritamente decrescente em ] − ∞, 0].

2 é mı́nimo absoluto em 0 .

17.
17.1.
C(2) = 9, 86 C(20) = 5

Daniela Raposo e Luzia Gomes 29


Exame 12 Matemática A

5 − 9, 86
t.v.m.[2,20] = = −0, 27
20 − 2
A cotação diminui, em média, 0, 27 euros por dia, entre o dia 2 e o dia
20.

17.2.
C(t) − C(15) ( 00 )
C 0 (15) = lim =
t→15 t − 15
(x − 15)(−0, 005x2 + 0, 15x − 0, 75)
= lim =
t→15 x − 15
= lim (−0, 005x2 + 0, 15x − 0, 75) =
t→15
= 0, 375

No dia 15 a cotação das ações aumentava a uma taxa de 0, 375 euros por
dia.

18. A bissetriz dos quadrantes pares tem declive −1. Uma vez que ela é
tangente ao gráfico no ponto de abcissa 2 sabemos que f 0 (2) = −1. Opção
(A).

19.
19.1. Uma vez que ela é derivável em x = 1 também é contı́nua em
x = 1. Assim lim f (x) = f (1) = 4
x→1

19.2. O declive da reta é dado por f 0 (1) = 6. Assim, a equação reduzida


da reta é y = 6x + b. Como o ponto de coordenadas (1, 4) pertence à reta,
vem que: 4 = 6 × 1 + b ⇔ b = −2.
Concluı́mos assim que y = 6x − 2 é uma equação da reta tangente ao gráfico
de f no ponto de abcissa 1.

19.3.
 
f (x) − f (1) f (x) − f (1) 1
lim = lim × =
x→1 x2 − 1 x→1 x−1 x+1
1 1 6
= f 0 (1) × lim =6× = =3
x→1 x + 1 2 2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 30


Exame 12 Matemática A

20.
20.1.
Df = R
Determinar f 0 (x):
0
x4 x3

0
f (x) = − 2x2 + 2 = − 4x
12 3
Determinar f 00 (x): 0
x3

00
f (x) = − 4x = x2 − 4
3
Determinar os zeros de f 00 :
f 00 (x) = 0 ⇔ x2 − 4 = 0 ⇔ x = −2 ∨ x = 2
Estudar o sinal de f 00 e o sentido das concavidades do gráfico de f :

x −2 2
Sinal de f 00 + 0 − 0 +
Sentido das concavidades do gráfico de f ∪ − 14
3
∩ − 14
3

P.I. P.I.

O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em ] − ∞, −2] e em


[2, +∞[.

O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em [−2, 2].

Os pontos de coordenadas −2, − 14 e 2, − 14


 
3 3
são pontos de inflexão.

20.2.
Dg = {x ∈ R : x + 2 6= 0} = R \ {−2}
Determinar g 0 (x):
0
(x − 3)0 (x + 2) − (x − 3)(x + 2)0

0 x−3 5
g (x) = = 2
=
x+2 (x + 2) (x + 2)2
Determinar g 00 (x):
0 0
−5 ((x + 2)2 )

00 5 −10(x + 2) −10
g (x) = 2
= 4
= 4
=
(x + 2) (x + 2) (x + 2) (x + 2)3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 31


Exame 12 Matemática A

Determinar os zeros de g 00 :

g 00 (x) = 0 ⇔ −10 = 0 ∧ (x + 2)3 6= 0

Como esta é uma condição impossı́vel, a segunda derivada de g não tem zeros.

Estudar o sinal de g 00 e o sentido das concavidades do gráfico de g:

x −2
Sinal de g 00 + n.d. −
Sentido das concavidades do gráfico de g ∪ n.d. ∩

O gráfico de g tem a concavidade voltada para cima em ] − ∞, −2[.

O gráfico de g tem a concavidade voltada para baixo em ] − 2, +∞[.

O gráfico de g não tem pontos de inflexão.

20.3.
Dh = x ∈ R : x2 + 2 6= 0 = R


Determinar h0 (x):
0
x2 2x(x2 + 2) − x2 (2x + 0)

0 4x
h (x) = 2
= 2 2
= 2
x +2 (x + 2) (x + 2)2

Determinar h00 (x):


0
4(x2 + 2)2 − 4x × 2(x2 + 2)(2x + 0)

00 4x
h (x) = = =
(x2 + 2)2 (x2 + 2)4
4(x2 + 2) − 16x2 8 − 12x2
= =
(x2 + 2)3 (x2 + 2)3

Determinar os zeros de h00 :


r r
00 2 2 3 2 2
h (x) = 0 ⇔ 8 − 12x = 0 ∧ (x + 2) 6= 0 ⇔ x = − ∨x= ⇔x=
3 3
√ √
6 6
= − ∨x=
3 3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 32


Exame 12 Matemática A

Estudar o sinal de h00 e o sentido das concavidades do gráfico de h:


√ √
x − 36 3
6

Sinal de h00 − 0 + 0 −
1 1
Sentido das concavidades do gráfico de h ∩ 4
∪ 4

P.I. P.I.

6
O√ gráfico de h tem a concavidade voltada para baixo em ] − ∞, − 3
] e
em [ 36 , +∞[.
√ √
O gráfico de h tem a concavidade voltada para cima em [− 36 , 36 ].
 √  √ 
Os pontos de coordenadas − 36 , 14 e 36 , 41 são pontos de inflexão.

21.
21.1.
0
3(t2 + 4) − 3t(2t + 0) −3t2 + 12

0 3t
Q (t) = 1 − 2
=− = −
t +4 (t2 + 4)2 (t2 + 4)2

−3 × 32 + 12
Q0 (3) = − ' 0, 09
(32 + 4)2
O número de pessoas contagiadas 3 dias após a descoberta está a aumen-
tar a uma taxa aproximada de 9 pessoas por dia.

21.2.
Determinar Q00 (t):
0
−3t2 + 12 −6t(t2 + 4)2 − (−3t2 + 12) × 2(t2 + 4) × 2t

00
Q (t) = − 2 = −
(t + 4)2 (t2 + 4)4
−6t(t2 + 4) − 4t(−3t2 + 12) 6t(t2 − 12)
= − = −
(t2 + 4)3 (t2 + 4)3

Determinar os zeros de Q00 :

00 6t(t2 − 12) √ √
Q (t) = 0 ⇔ − 2 = 0 ⇔ t = 0 ∨ t = −2 3 ∨ t = 2 3
(t + 4)3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 33


Exame 12 Matemática A

Estudar o sinal de Q00 e a variação de Q0 :



t 0 2 3
Sinal de Q00 0 + 0 −
Variação de Q0 − 34 % 3
32
&
Mı́n Máx

2 3'3
A doença está a alastrar-se mais rapidamente 3 dias após a descoberta.

22.
Uma vez que dispõe de 360 m de cerca, sabemos que o perı́metro do
campo será 360. Sendo x o comprimento do campo, a área pode ser dada
em função de x pela expressão: a(x) = x(180 − x). Pretendemos maximizar
a área, pelo que devemos encontrar o máximo de a.

a0 (x) = (x(180 − x))0 = 180 − x + x × (−1) = 180 − 2x

a0 (x) = 0 ⇔ 180 − 2x = 0 ⇔ x = 90

x 0 90
Sinal de a0 n.d. + 0 −
Variação de a n.d. % 8100 &
Máx

Nestas condições, o comprimento e a largura iguais a 90 m são as di-


mensões do campo com maior área.

23.
Seja r o raio da base e a a altura do cilindro. Como a capacidade da lata
deve ser de 4π cm3 então temos que:
4
πr2 × a = 4π ⇔ a =
r2
O custo total, em unidades de custo, do material da parte lateral é dado
pela expressão:
4 8π
2 × πr2 × 2 + 2πr × a = 4πr2 + 2πr × 2
= 4πr2 +
r r

Daniela Raposo e Luzia Gomes 34


Exame 12 Matemática A

Podemos então afirmar que o custo total c pode ser dado em função do
raio da base r pela expressão:

c(r) = 4πr2 +
r
Estudemos agora a variação de c.

c0 (r) = 8πr −
r2

8π 8π
c0 (r) = 0 ⇔ 8πr − 2
= 0 ⇔ 8πr = 2 ⇔ r3 = 1 ⇔ r = 1
r r

r 0 1
Sinal de c0 n.d. − 0 +
Variação de c n.d. & 12π %
Mı́n

Para que o custo seja mı́nimo o raio deve ser 1 cm e a altura deve ser 4 cm.

24.
24.1.
Domı́nio:

Df = x ∈ R : x2 − 1 ≥ 0 =∗ ] − ∞, −1] ∪ [1, +∞[




C. A.*
√ √
x2 − 1 = 0 ⇔ x2 = 1 ⇔ x = 1 ∨ x = − 1 ⇔ x = 1 ∨ x = −1

Zeros de f :

x2 − 1 = 0 ⇔ x2 − 1 = 0 ⇔ x = −1 ∨ x = 1

Assim −1 e 1 são zeros de f .

Daniela Raposo e Luzia Gomes 35


Exame 12 Matemática A

Intervalos de monotonia e extremos locais e absolutos:


√ 0 2x x
0
f (x) = x −1 = √
2 =√
2
2 x −1 2
x −1
x √
f 0 (x) = 0 ⇔ √ = 0 ⇔ x = 0 ∧ x2 − 1 6= 0 ∧ x ∈ Df
x2 − 1
Esta condição é impossı́vel, pelo que a derivada de f não tem zeros.

x −1 1
Sinal de f 0 − n.d. n.d. n.d. +
Variação de f & 0 n.d. 0 %
Mı́n Mı́n

Desta forma, f é crescente em [1, +∞[ e decrescente em ] − ∞, −1] e 0 é


mı́nimo absoluto em −1 e 1.

Sentido das concavidades e pontos de inflexão do gráfico de f :



00 x x2 − 1 − x √xx2 −1 −1
f (x) = √ = 2
= √
2
x −1 x −1 (x − 1) x2 − 1
2

A segunda derivada de f não tem zeros.

x −1 1
Sinal de f 0 − n.d. n.d. n.d. −
Sentido da concavidade do gráfico de f ∩ 0 n.d. 0 ∩

Assim, o gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ] − ∞, −1] e


em [1, +∞[ e não tem pontos de inflexão.

Assı́ntotas ao gráfico de f :
Uma vez que a função f é contı́nua em ] − ∞, −1] ∪ [1, +∞[, não admite
assı́ntotas verticais.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 36


Exame 12 Matemática A

Assı́ntotas não verticais:



q
1
f (x) x2 − 1 ( ) ∞

|x| 1 − x2
m = lim = lim = lim =
x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x
q
1
x 1−
r
x2 1
= lim = lim 1− =1
x→+∞ x x→+∞ x2

√  √ 
(+∞−∞) x2 − 1 − x x2 − 1 + x
b = lim (f (x) − x) = lim √ =
x→+∞ x→+∞ x2 − 1 + x
x2 − 1 − x2
= lim √ =0
x→+∞ x2 − 1 + x
(-108)

Assim, a reta de equação y = x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de f quando


x → +∞.

De forma semelhante provamos que y = −x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico


de f quando x → −∞.

Representação gráfica:

24.2.
Domı́nio:

Dg = x ∈ R : x2 − 9 6= 0 = R \ {−3, 3}


Zeros de g:

Daniela Raposo e Luzia Gomes 37


Exame 12 Matemática A

A função g não tem zeros.

Intervalos de monotonia e extremos locais e absolutos:


 0
0 1 −2x
g (x) = 2
= 2
x −9 (x − 9)2

−2x
g 0 (x) = 0 ⇔ =0⇔x=0
(x2− 9)2

x −3 0 3
Sinal de g 0 + n.d. + 0 − n.d. −
Variação de g % n.d. % − 91 & n.d. &
Máx

Desta forma, g é crescente em ] − ∞, −3[ e em ] − 3, 0] e decrescente em


[0, 3[ e em ]3, +∞[. − 91 é máximo relativo em 0.

Sentido das concavidades e pontos de inflexão do gráfico de g:


−2(x2 − 9)2 − 2x × 2(x2 − 9) × 2x 6x2 + 18
g 00 (x) = =
(x2 − 9)4 (x2 − 9)3
A segunda derivada de f não tem zeros.

x −3 3
Sinal de g 0 + n.d. − n.d. +
Sentido da concavidade do gráfico de g ∪ n.d. ∩ n.d. ∪

Assim, o gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ] − 3, 3[ e tem


concavidade voltada para cima em ] − ∞, −3[ e em ]3, +∞[ e não tem pontos
de inflexão.

Assı́ntotas ao gráfico de g:

Assı́ntotas verticais:
1
lim− g(x) = = −∞
x→3 0−

Daniela Raposo e Luzia Gomes 38


Exame 12 Matemática A

1
lim − g(x) == +∞
x→−3 0+
Assim, as retas de equação x = 3 e x = −3 são assı́ntotas verticais ao
gráfico de g.

Assı́ntotas não verticais:


1
lim g(x) = =0
x→+∞ +∞
1
lim g(x) = =0
x→−∞ +∞
Assim, a reta de equação y = 0 é assı́ntota horizontal ao gráfico de g.

Representação gráfica:

24.3.
Domı́nio:

Dh = {x ∈ R : x 6= 0} = R \ {0}
Zeros de h:
1
h(x) = 0 ⇔ x − = 0 ⇔ x2 = 0 ⇔ x = 1 ∨ x = −1
x
Assim, −1 e 1 são zeros de h.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 39


Exame 12 Matemática A

Intervalos de monotonia e extremos locais e absolutos:


 0
0 1 −1 1
h (x) = x − =1− 2 =1+ 2
x x x

A derivada de h não tem zeros.

x 0
Sinal de h0 + n.d. +
Variação de h % n.d. %

Desta forma, h é crescente em ] − ∞, 0[ e em ]0, +∞[ e não tem extremos.

Sentido das concavidades e pontos de inflexão do gráfico de h:


 0
00 1 2
h (x) = 1 + 2 = − 3
x x

A segunda derivada de f não tem zeros.

x 0
Sinal de h00 + n.d. −
Variação de h ∪ n.d. ∩

Assim, o gráfico tem a concavidade voltada para baixo em ]0, +∞[ e tem
concavidade voltada para cima em ] − ∞, 0[ e não tem pontos de inflexão.

Assı́ntotas ao gráfico de h:

Assı́ntotas verticais:
 
1 1
lim− h(x) = lim− x − = − − = +∞
x→0 x→0 x 0
Assim, a reta de equação x = 0 é assı́ntota vertical ao gráfico de h.

Assı́ntotas não verticais:


   
f (x) x 1 1
m = lim = lim − 2 = lim 1− 2 =1
x→+∞ x x→+∞ x x x→+∞ x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 40


Exame 12 Matemática A

 
1
b = lim (f (x) − x) = lim x − − x = 0
x→+∞ x→+∞ x
Assim, a reta de equação y = x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de h.
Da análise às assı́ntotas não verticais ao gráfico de h quando x → −∞
concluı́mos que não existem mais assı́ntotas.

Representação gráfica:

25.
25.1.

p(4) − p(0) 69 − 5
t.v.m.[0,2] = = = 16
4−0 4
A velocidade média da partı́cula entre os instantes t = 0 e t = 4 é 16cm/s.

25.2.
p0 (t) = (2t3 − 4t2 + 5)0 = 6t2 − 8t p0 (4) = 64
A velocidade no instante t = 4 é 64 cm/s.

25.3.
p00 (t) = (6t2 − 8t)0 = 12t − 8

2
p00 (t) = 0 ⇔ t =
3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 41


Exame 12 Matemática A

2
x 0 3
60
Sinal de p00 − − 0 + +
Variação de p0 0 & − 83 % 21120
Máx Mı́n Máx

A velocidade decresce em [0, 23 ] e cresce em [ 23 , 60]. A velocidade mı́nima


é atingida em t = 23 e nesse instante a aceleração é 0 cm/s2 .

Exercı́cios propostos
Itens de seleção - páginas 226 a 231
1. Não existe lim f (x).
x→1
Opção (D)

2.
2.1. Nas funções representadas em 1., 2. e 6. temos que lim y = b.
x→a
Opção (C)

2.2. Das funções identificadas na alı́nea anterior, a não pertence ao


domı́nio da que está representada em 1.
Opção (B)

3.
x−5 −1
lim− = + = −∞
x→4 g(x) 0
Opção (A)

4. Uma vez que tem um assı́ntota horizontal quando x → −∞ sabemos


que
h(x)
lim =0
x→−∞ x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 42


Exame 12 Matemática A

Opção (B)

5. Como f 0 (1) = 3 sabemos que o declive da reta tangente ao gráfico de


f em x = 1 é 3.
Opção (D)

6. A função f é uma função afim cuja representação gráfica é uma reta


2−0
de declive é 0−(−2) = 1. Assim, a sua derivada deve ser a função constante
0
definida por f (x) = 1.
Opção (C)

7.
x −3
Sinal de f 00 − 0 +
Sentido da concavidade do gráfico def ∩ f (−3) ∪
P.I.

Opção (C)

8. Como f 0 (x) > 0, a função deve ser crescente e, como f 00 (x) < 0, o seu
gráfico deve ter concavidade voltada para baixo.
Opção (D)

9.
Como f 0 (1) = 3 então
f (x) − f 1x)
lim =3
x→1 x−1
Tem-se que
 
f (1) − f (x) f (x) − f (1) 1 3
lim 2
= lim − × =−
x→1 x −1 x→1 x−1 x+1 2
Opção (B)

10. Se uma função tem derivada num ponto então é contı́nua nesse
ponto, pelo que a contrarrecı́proca (opção (D)) é verdadeira, já recı́proca
desta implicação nem sempre se verifica.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 43


Exame 12 Matemática A

Opção (D)

11. Como a função é par então o gráfico é simétrico relativamente ao


eixo Oy. Uma vez que o declive da reta t é 3 entã o declive da reta tangente
ao gráfico de f no ponto de abcissa −4 é −3.
Opção (C)

12. Como a inclinação da reta é 45◦ o declive é tan 45◦ = 1.

g 0 (x) = 2x2 − 3

√ √
2x2 − 3 = 1 ⇔ x = − 2 ∨ x = 2
Opção (B)

13. A função f 0 é decrescente em [0, 5] pelo que a função f 00 é negativa


em [0, 5]. Desta forma a concavidade do gráfico de f está voltada para baixo
em [0, 5].
Opção (D)

14.
(kx2 + 8x + 1)0 = 2kx + 8

2k × 1 + 8 = 2 ⇔ k = −3
Opção (B)

15. A reta t é tangente ao gráfico de h no ponto de abcissa 1, pelo que o


seu declive é igual a h0 (1).
Como (1, h(1)) pertence à reta t,

h(1) = h0 (1) × 1 + b ⇔ h(1) = 2h(1) + b ⇔ b = −h(1)

A reta t tem de equação y = 2h(1)x − h(1).


Como 0 = 2h(1) × 12 − h(1) ⇔ 0 = h(1) − h(1) ⇔ 0 = 0 é uma porposição
verdadeira, o ponto de coordenadas 12 , 0 pertence à reta t.

Opção (A)

Daniela Raposo e Luzia Gomes 44


Exame 12 Matemática A

16.
Como os termos de (xn ) pertencem ao intervalo ] − ∞, 1[

lim xn = 1− . Assim lim f (xn ) = 2

Opção (B)

17.
−4n2 + 5
 
5
lim an = lim = lim −4 + 2 = −4+
n2 n
Desta forma
lim f (an ) = −∞

Opção (C)

18.  
1
lim 1 + n = 1+ . Assim lim un = 2
2
Opção (B)

19. Sabemos que lim (f (x) − (−x + 2)) = 0. Assim,


x→−∞

lim (f (x) − (−x + 2)) = 0 ⇔ lim f (x) = lim (−x + 2) ⇔


x→−∞ x→−∞ x→−∞
⇔ lim f (x) = +∞
x→−∞

Opção (C)

20.
Como g é par, a função h definida por h(x) = g(x) x
é ı́mpar, o que ex-
clui as opções (A) e (C). Por outro lado, g é contı́nua e lim g(x) 6= 0 então
x→0
g(x) g(x)
lim− = +∞ ∨ lim− = −∞, o que exclui a opção (B).
x→0 x x→0 x
Opção (D)

Daniela Raposo e Luzia Gomes 45


Exame 12 Matemática A

21.
g(x)
Se lim g(x) = c para algun c ∈ R então lim = 0. Como
x→+∞ x→+∞ x2
g(x)
lim = k, k ∈ R \ {0}, não poderá ser nenhuma das opções (A), (B) e
x→+∞ x2
(C).

Opção (D)

22. Como y = 0 é assı́ntota ao gráfico de h quando x → −∞, tem-se que

lim h(x) = 0−
x→−∞

Por outro lado, y = −x é assı́ntota ao gráfico de h, pelo que

h(x)
lim = −1
x→+∞ x

Conclui-se que
   
1 h(x) 1
lim × = lim × (−1) = +∞
x→+∞ h(−x) x x→+∞ 0−

Opção (A)

23.

lim (g(x) − 2x − 1) = lim (g(x) + 4 − 2x − 5) =


x→+∞ x→+∞
= lim (g(x − 1) + 4 − 2(x − 1) − 5) =
x→+∞
= lim (h(x) − (2x + 3))
x→+∞

Opção (C)

24.
A função definida por f (x) = x2 + 1 é polinomial de grau par e não tem
zeros, pelo que a opção (A) é falsa.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 46


Exame 12 Matemática A

A função definida por f (x) = x2 + 1 é contı́nua em [0, 1], f (0) × f (1) ≥ 0


e f não tem zeros em ]0, 1[, pelo que a opção (D) é falsa.

A função definida por f (x) = x2 −1 é contı́nua em [-2,2], f (−2)×f (2) > 0


e f tem dois zeros em ] − 2, 2[, pelo que a opção (C) é falsa.
Opção (B)

25. Consideremos a função definida por f (x) = x2 + 1 definda no inter-


valo [−1, 1]:

f (1) é um extremo relativo de f e f 0 (1) = 2, assim a opção (A) não é


necessariamente verdadeira.

f (1) é um extremo relativo de f e a reta de equação y = 2 não é tangente


ao gráfico de f . Assim, a opção (C) não é necessariamente verdadeira.

f (0) é extremo de f e (0, f (0)) não é ponto de inflexão do gráfico de f .


Assim, a opção (D) não é necessariamente verdadeira.
Opção (B)

26.
Os zeros da segunda derivada são −2, −1, 1 e 2. Porém, a segunda
derivada de f apenas muda de sinal nos pontos x = 1, x = −2 e x = 2.
Pelo que são estes os 3 pontos de inflexão de f .
Opção (B)

27. Uma vez que a função polinomial g tem grau 7 a sua segunda derivada
tem grau 5. Assim, sabemos que g 00 tem pelo menos um zero, no qual muda
de sinal, e que não pode ter mais do que 5.
Opção (C)

Daniela Raposo e Luzia Gomes 47


Exame 12 Matemática A

Itens de construção - páginas 232 a 242


1.
1.1. Para que lim f (xn ) = 0 basta que lim xn = −∞. Assim, o termo
geral da sucessão pode ser xn = −n + 1.
1.2. Para que lim f (xn ) = 3 basta que lim xn = 0. Assim, o termo geral
da sucessão pode ser xn = n12 .
1.3. Para que lim f (xn ) = 2 basta que lim xn = 1. Assim, o termo geral
(−1)n
da sucessão pode ser xn = 1 + n
.

2.
2.1.
lim f (x) = −2
x→−∞

2.2.
lim f (x) = −1
x→0−

2.3.
lim f (x) = −1
x→0+

2.4.
lim f (x) = 0
x→1−

2.5.
lim f (x) = 0
x→1+

2.6.
lim f (x) = −∞
x→2−

2.7.
lim f (x) = +∞
x→2+

2.8.
lim f (x) = −∞
x→+∞

3.
3.1.
lim f (x) = lim− (−2x + 5) = −2 × 2 + 5 = 1
x→2− x→2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 48


Exame 12 Matemática A

2 2
lim+ f (x) = lim− = =1
x→2 x→2 x 2

3.2. Para que exista lim f (x) temos que ter


x→2

lim f (x) = lim+ f (x) = f (2)


x→2− x→2

Como pela alı́nea anterior lim− f (x) = lim+ f (x) = 1 e f (2) = 0 este
x→2 x→2
limite não existe.

4.
4.1.
lim (x2 − 3x) = 22 − 3 × 2 = −2
x→2
4.2.
x5 + 2x2 (−1)5 + 2(−1)2 1
lim = =
x→−1 x + 4 −1 + 4 3
4.3.
1 1
lim 2
= + = +∞
x→2 (x − 2) 0
4.4.  
1 1
lim − 4 =− = −∞
x→0 3x 0+
4.5.  
1 1
lim− − 5 =− = +∞
x→0 3x 0−
 
1 1
lim+ − 5 =− = −∞
x→0 3x 0+
Uma vez que    
1 1
lim − 5 6= lim+ − 5
x→0− 3x x→0 3x
 
1
não existe lim − 5 .
x→0 3x
4.6.  
−2x −10
lim− = + = −∞
x→5 5−x 0

Daniela Raposo e Luzia Gomes 49


Exame 12 Matemática A

 
−2x −10
lim+ = = +∞
x→5 5−x 0−
Uma vez que    
−2x −2x
lim 6= lim+
x→5− 5−x x→5 5−x
 
−2x
não existe lim .
x→5 5−x
4.7.
2x2 + 1 3
lim− = = −∞
x→1 x2 − 1 0−
2x2 + 1 3
lim+ 2
= + = +∞
x→1 x −1 0
Uma vez que
2x2 + 1 2x2 + 1
lim− 6
= lim
x→1 x2 − 1 x→1+ x2 − 1

2x2 + 1
não existe lim 2 .
x→1 x − 1
4.8.
−x −1
lim = = −∞
x→1 (1 − x)2 0+
4.9.
5 + 2x 5
lim− = + = +∞
x→0 −x 0
4.10.
5 + 2x 5
lim+ = − = −∞
x→0 −x 0
4.11.  
5x − 2 x −2 0
lim − = − = −1
x→0 x+2 x+1 2 1
4.12.
 
5x − 2 x −12 −2
lim + − = − = −∞ − 2 = −∞
x→−2 x+2 x+1 0+ −1
4.13.
 
5x − 2 x −7 −1
lim − − = − − = −7 − ∞ = −∞
x→−1 x+2 x+1 1 0

Daniela Raposo e Luzia Gomes 50


Exame 12 Matemática A

4.14.
x2 − 5x + 6 ( 00 ) (x − 3)(x − 2) x−2
lim 2
= lim 2
= lim
x→3 (x − 3) x→3 (x − 3) x→3 x − 3

x−2 1
lim− = − = −∞
x→3 x−3 0
x−2 1
lim+ = + = +∞
x→3 x−3 0
x2 − 5x + 6
Assim, lim não existe.
x→3 (x − 3)2

5.
5.1.
lim (x3 + 4x − 1) = +∞ + ∞ − 1 = +∞
x→+∞

5.2.
 
3 2 (+∞−∞) 4
3 1
lim (x + 4x − 1) = lim x 1 + − 3 = −∞ × 1 = −∞
x→−∞ x→−∞ x x
5.3.
 
3 2 (+∞−∞) 3 2 1
lim (−3x +2x −x) = lim x −3 + − 2 = −∞×(−3) = +∞
x→−∞ x→−∞ x x
5.4.
 
5 2 (+∞−∞) 5 3 1 3
lim (−2x + 3x − x + 3) = lim x −2 + 3 − 4 + 5 =
x→−∞ x→−∞ x x x
= −∞ × (−2) = +∞

6.
6.1.
 
4 2 (+∞−∞) 44 1
lim (x − 4x + 1) = lim x 1 − 2 + 4 = +∞ × 1 = +∞
x→+∞ x→+∞ x x
6.2.
 
3 2 (+∞−∞) 3 4 5
lim (6x + 4x − 5) = lim x 6+ − 3 = −∞ × 6 = −∞
x→−∞ x→+∞ x x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 51


Exame 12 Matemática A

6.3.
5

5x − 4x3 (∞
∞) x3 x2
−4
lim 3 = lim 3
=
+ x62 − x33
2

x→+∞ x − 3x + 6x − 3 x→+∞ x3 1− x
5
x2
−4
= lim 3 = −4
x→+∞ 1− x
+ x62 − x33
6.4.
x4 x1 − 4

x3 − 4x4 ∞
(∞ )
lim = lim =
x→−∞ 10x3 − 3x2 − 1 x→−∞ x3 10 − 3 − 13
x
 x
x x1 − 4
= lim =
x→−∞ 10 − 3 − 13
x x
−∞ × (−4)
= = +∞
10
6.5.
x4 x1 − 4

x3 − 4x4 ∞
(∞ )
lim = lim =
3 2
x→+∞ 10x − 3x − 1 x→+∞ x3 10 − 3 − 13
x x
x x1 − 4

= lim =
x→+∞ 10 − 3 − 13
x x
+∞ × (−4)
= = −∞
10
6.6.
x3 −1 + x4 − x72 − 10

−x3 + 4x2 − 7x − 10 ( ∞
∞) x3
lim = lim =
x5 1 − x14
5

x→+∞ x −x x→+∞

−1 + x4 − x72 − 10
x3
= lim =
x2 1 − x14

x→+∞

−1
= =0
+∞ × 1
6.7.
x3 −1 + x4 − x72 − 10

−x3 + 4x2 − 7x − 10 ( ∞
∞) x3
lim = lim =
x5 1 − x14
5

x→−∞ x −x x→−∞

−1 + x4 − x72 − 10
x3
= lim =
x2 1 − x14

x→−∞

−1
= =0
−∞ × 1

Daniela Raposo e Luzia Gomes 52


Exame 12 Matemática A

6.8.
 2
x2 − 4 x(x − 1)
 ∞  
x −4 (∞)
lim − −x = lim − − =
x→+∞ x−1 x→+∞ x−1 x−1
2
2x − x − 4
= lim −
x→+∞ x−1
x2 2 − x1 − x42

= lim −
x 1 − x1

x→+∞

x 2 − x1 − x42

= lim −
x→+∞ 1 − x1
+∞ × 2
= − = −∞
1
6.9.
x3 5x2 (∞ x3 (x − 2) − 5x2 (x2 + 4)
 
∞)
lim − = lim =
x→+∞ x2 + 4 x − 2 x→+∞ (x2 + 4)(x − 2)
−4x4 − 2x3 − 20x2
= lim =
x→+∞ x3 − 2x2 + 4x − 8

x4 −4 − x2 − x202

= lim =
x→+∞ x3 1 − 2 + 42 − 83
x x x
x −4 − x2 − x202

= lim =
x→+∞ 1 − 2 + 42 − 83
x x x
+∞ × (−4)
= = −∞
1
6.10.
 3
x3 + x − 1 − (x + 1)2 (x2 + 4)
 ∞
x +x−1 2 (∞)
lim 2
− (x + 1) = lim
x→−∞ x +4 x→−∞ x2 + 4
−x4 − x3 − 5x2 − 7x − 5
= lim
x→−∞ x2 + 4
x4 −1 − x1 − x52 − x73 − x54

= lim
x2 1 + x42

x→−∞

x2 −1 − x1 − x52 − x73 − x54



= lim
x→−∞ 1 + x42
−∞ × (−1)
= = +∞
1

Daniela Raposo e Luzia Gomes 53


Exame 12 Matemática A

7.
7.1.
lim f (x) = lim− (4 − x) = 1
x→3− x→3

lim f (x) = lim− (x − 2) = 1


x→3+ x→3

f (3) = 1
Uma vez que lim− f (x) = lim+ f (x) = f (3) podemos afirmar que f é
x→3 x→3
contı́nua em x = 3.

7.2.
1 − x2 ( 00 ) −(x − 1)(x + 1)
lim− g(x) = lim− = lim = lim− −(x + 1) = −2
x→1 x→1 x − 1 x→1 x−1 x→1

g(1) = 3
Uma vez que lim− g(x) 6= g(1) podemos afirmar que g não é contı́nua em
x→1
x = 1.

7.3.
lim h(x) = lim − (x2 + 3) = 4
x→−1− x→−1

1 1
lim + h(x) = lim + =
x→−1 x→−1 x+5 4
Uma vez que lim h(x) 6= lim h(x) podemos afirmar que h não é
x→−1− x→−1+
contı́nua em x = −1.

8. A função h é contı́nua em R por se tratar de uma fune, em partic-


ular, é contı́nua em [0, 1]. Como h(0) = 0, 5, h(1) = 3, 5 e 0, 5 < 3 < 3, 5,
pelo teorema de Bolzano-Cauchy, podemos concluir que existe pelo menos
um número real c ∈]0, 1[ tal que h(c) = 3, isto é, em que a bola esteve a 3
metros do chão.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 54


Exame 12 Matemática A

9.
9.1.
lim g(x) = 3
x→0

9.2.
lim g(x) = 0
x→2

9.3.
lim g(x) = +∞
x→1+

9.4.
lim g(x) = +∞
x→1−

9.5.
lim g(x) = 2
x→−∞

9.6.
    
1 1
lim g(x) − x−2 =0 ⇔ lim g(x) = lim x−2 ⇔
x→+∞ 2 x→+∞ x→+∞ 2
⇔ lim g(x) = +∞
x→+∞

9.7.
g(x) 2
lim = =0
x→−∞ x −∞
1
9.8. Como y = x − 2 é assı́ntota ao gráfico de g quando x → +∞
2
g(x) 1
lim =
x→+∞ x 2
1
9.9. Como y = x − 2 é assı́ntota ao gráfico de g quando x → +∞
2
 
1
b = lim g(x) − x = −2
x→+∞ 2
1
9.10. Como y = x − 2 é assı́ntota ao gráfico de g quando x → +∞
2
    
1 1
lim g(x) − x + 2 = lim g(x) − x−2 =0
x→+∞ 2 x→+∞ 2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 55


Exame 12 Matemática A

10.
10.1.
Df = R

f 0 (x) = (x2 + 5x + 3)0 = 2x + 5

f0 : R → R
x 7→ 2x + 5

10.2.
Dg = R
 0
0 1 3 3
g (x) = x + x − x + π = 10x9 + x2 − 1
10
2 2

g0 : R → R
3
x 7→ 10x9 + x2 − 1
2

10.3.
Dh = R

0
h0 (x) = (3x − 1)4 − π = 4(3x − 1)3 (3x − 1)0 = 12(3x − 1)3

h0 : R → R
x 7→ 12(3x − 1)3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 56


Exame 12 Matemática A

10.4.
Di = x ∈ R : x2 6= 0 = R \ {0}


 0
0 2 −2 −4
i (x) = =2× =
x2 x3 x3

i0 : R \ {0} → R
−4
x 7→
x3

10.5.
Dj = x ∈ R : x5 6= 0 = R \ {0}


 0
0 1 1 2 −5
j (x) = + x = +x
x5 2 x6

j 0 : R \ {0} → R
5
x 7→ − +x
x6

10.6.
Dl = {x ∈ R : x 6= 0 ∧ x ≥ 0} =]0, +∞[

0 0
1 √
 
0 1 1 1 1 1 1 1
l (x) = + x = + x2 =− 2
+ x− 2 = − 2 + √
x x x 2 x 2 x

l0 :]0, +∞[ → R
1 1
x 7→ − 2
+ √
x 2 x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 57


Exame 12 Matemática A

10.7.
Dm = {x ∈ R : x + 1 6= 0} = R \ {−1}
 0
0 2x − 3 2(x + 1) − (2x − 3) × 1 5
m (x) = = =
x+1 (x + 1)2 (x + 1)2

m0 : R \ {−1} → R
5
x 7→
(x + 1)2

10.8.
Dn = x ∈ R : x2 + 1 6= 0 = R


0
x2 + 1 − x × 2x 1 − x2

0 x
n (x) = 2
= =
x +1 (x2 + 1)2 (x2 + 1)2

n0 : R → R
1 − x2
x 7→
(x2 + 1)2

10.9.
Do = x ∈ R : 1 − x2 ≥ 0 = [−1, 1]


√ 0 1 1 x
o0 (x) = 1 − x2 = (1 − x2 )− 2 × (−2x) = − √
2 1 − x2
0
n
2
√ o
2
Do = x ∈ R : 1 − x ≥ 0 ∧ 1 − x 6= 0 =] − 1, 1[

o0 :] − 1, 1[ → R
x
x 7→ − √
1 − x2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 58


Exame 12 Matemática A

10.10.
Dp = R

√ 0 1 2 8x3
p0 (x) = 2x4 + 10 = (2x4 + 10)− 3 × (8x3 ) = p
3

3 3 3 (2x4 + 10)2
n p o
Dp0 = x ∈ R : 3 3 (2x4 + 10)2 6= 0 = R

p0 : R → R
8x3
x 7→ p
3 3 (2x4 + 10)2

11. Da análise do grágico de f , decorre que esta função é crescente no


intervalo ] − ∞, a], crescente no intervalo [a, c], voltando a ser decrescente
no intervalo [c, +∞[. A função tem um mı́nimo relativo de abcissa a e um
máximo relativo de abcissa c. Logo, f 0 é negativa em ] − ∞, a[, positiva em
]a, c[, voltando a ser negativa em ]c, +∞[. Como f 0 está definida em R, a e c
são pontos interiores do domı́nio de f e f (a) e f (b) são extremos, conclui-se
que f 0 (a) = 0 e f 0 (b) = 0. Portanto, o gráfico de f 0 está representado na
figura 3.
O gráfico de f tem concavidade voltada para cima para x menor do que b,
tem concavidade voltada para baixo para x maior do que b e tem um ponto
de inflexão de abcissa b. Logo, f 00 é positiva para x menor do que b e nega-
tiva para x maior do que b. Como f 00 está definida em R, b é ponto interior
do domı́nio de f e (b, f (b)) é ponto de inflexão, conclui-se que f 00 (b) = 0.
Portanto, o gráfico de f 00 está representado na figura 2.

12.
12.1. Vamos inicialmente determinar o instante em que o projétil atinge
o solo.
1200
h(t) = 0 ⇔ −4, 9t2 + 120t = 0 ⇔ t = 0 ∨ t =
49

Daniela Raposo e Luzia Gomes 59


Exame 12 Matemática A

O projétil atinge o solo no instante 24,5 segundos, aproximadamente.

Para determinarmos a velocidade a que ele atinge o solo precisamos de


determinar a sua derivada.

h0 (t) = (−4, 9t2 + 120t)0 = −9, 8t + 120 h0 (24, 5) = −120, 1

O projétil atinge o solo a uma velocidade aproximada de 120, 1 m/s.

12.2.
600
h0 (t) = 0 ⇔ −9, 8t + 120 = 0 ⇔ t =
49

600 1200
t 0 49 49
Sinal de h0 + + 0 − −
Variação de h 0 % 734, 694 & 0
Máx

A altura máxima alcançada foi de 734, 69 metros, aproximadamente.

12.3.
h00 (t) = (−9, 8t + 120)0 = −9, 8
A aceleração a num instante arbitrário t é dada por a(t) = −9, 8 m/s2 .

13.
13.1.

P (5) − P (1) 625 − 29


t.v.m.[1,5] = = = 149
5−1 4
Entre os dias 1 e 5 a taxa média de variação é de 149 pessoas infetadas
por dia.

13.2. Para saber quando se deve considerar que a doença foi erradicada
devemos conhecer os zeros de P .

P (d) = 0 ⇔ 30d2 − d3 = 0 ⇔ d = 0 ∨ d = 30

Daniela Raposo e Luzia Gomes 60


Exame 12 Matemática A

Assim podemos considerar que a doença foi erradicada 30 dias após o seu
aparecimento.

Para estudar a sua monotonia teremos que estudar o sinal da sua derivada.

P 0 (d) = (30d2 − d3 )0 = 60d − 3d2

P 0 (d) = 0 ⇔ 60d − 3d2 = 0 ⇔ d = 0 ∨ d = 20

t 0 20 30
Sinal de P 0 0 + 0 − −
Variação de P 0 % 4000 & 0
Máx

O número de doentes aumentou nos 20 primeiros dias, atingindo um


máximo de 4000 pessoas infetadas, tendo diminuı́do a partir daı́. Após 30
dias, a doença foi erradicada.

13.3.

Como podemos ver pelas imagens o perı́odo no qual o número de doentes


foi superior a 3500 foi de aproximadamente 8 dias.

14.
14.1.
4 − x2 ( 00 ) (2 − x)(2 + x)
lim = lim = lim (2 − x) = 4
x→−2 x + 2 x→−2 x+2 x→−2

14.2.
x2 − 36 ( 00 ) (x − 6)(x + 6)
lim = lim = lim (x + 6) = 12
x→6 x − 6 x→6 x−6 x→6

Daniela Raposo e Luzia Gomes 61


Exame 12 Matemática A

14.3.
x2 − 16 ( 00 ) (x − 4)(x + 4)
lim = lim = lim (x + 4) = 8
x→4 x − 4 x→4 x−4 x→4

14.4.
x2 − 2x − 3 ( 00 ) (x − 3)(x + 1) x+1 4
lim = lim = lim =
x→3 2x2 − 9x + 9 x→3 (x − 3)(2x − 3) x→3 2x − 3 3
14.5.
x2 − 3x − 10 ( 00 ) (x + 5)(x − 2) x−2 7
lim 2
= lim = lim =
x→−5 x − 25 x→−5 (x + 5)(x − 5) x→−5 x − 5 10
14.6.
3x2 + x − 10 ( 00 ) (x + 2)(3x − 5) 3x − 5 11
lim 2
= lim = lim =
x→−2 x − 5x − 14 x→−2 (x + 2)(x − 7) x→−2 x − 7 9
14.7.
x3 − 1 ( 00 ) (x − 1)(x2 + x + 1)
lim = lim− =
x→1− x2 − 2x + 1 x→1 (x − 1)(x − 1)
x2 + x + 1 3
= lim− = − = −∞
x→1 x−1 0
14.8.
x3 − 1 ( 00 ) (x − 1)(x2 + x + 1)
lim = lim =
x→1 x4 − 1 x→1 (x − 1)(x3 + x2 + x + 1)

x2 + x + 1 3
= lim 3 =
x→1 x + x2 + x + 1 4
14.9.
 
1 3 (+∞−∞) x+4−3 5
lim+ − 2 = lim+ 2
= + = +∞
x→4 x − 4 x − 16 x→4 x − 16 0
14.10.
2x + 2 ( 00 ) 2(x + 1) 2 2
lim 3
= lim 3
= lim 2
= + = +∞
x→−1 (x + 1) x→−1 (x + 1) x→−1 (x + 1) 0

Daniela Raposo e Luzia Gomes 62


Exame 12 Matemática A

14.11.
2x3 − x2 − 5x − 2 ( 00 ) (x − 2)(2x2 + 3x + 1)
lim = lim =
x→2 2x2 − 5x + 2 x→2 (x − 2)(2x − 1)
2x2 + 3x + 1 15
= lim = =5
x→2 2x − 1 3
14.12.
 
1 x−3 1 −1
lim− − 2 = −
− − = −∞ − ∞ = −∞
x→2 x − 2 x − 3x + 2 0 0

 
1 x−3 1 −1
lim+ − 2 = + − + = +∞ + ∞ = +∞
x→2 x − 2 x − 3x + 2 0 0
 
1 x−3
Assim, não existe lim − .
x→2 x − 2 x2 − 3x + 2
14.13.
2 − x1 ( ∞
∞)
2x−1
x 2x − 1
lim 2x−1 = lim 2x−1−4x = lim =1
x→0 −4 x→0 x→0 −2x − 1
x x

14.14.
     0
1 (0×∞) x−2 (0)
lim (x − 2) −1 = lim − (x − 2) =
x→2 x2 − 4 x→2 2
x −4
 
1 1
= lim − (x − 2) =
x→2 x+2 4
15.
15.1.
x2 − 2x ( 00 ) x(x − 2)
lim− = lim− = lim− −(x − 2) = 2
x→0 |x| x→0 −x x→0

15.2.
x2 − 2x ( 00 ) x(x − 2)
lim+ = lim+ = lim+ (x − 2) = −2
x→0 |x| x→0 x x→0

Daniela Raposo e Luzia Gomes 63


Exame 12 Matemática A

16.
16.1. √
x3 + 1 + 2 5
lim = =5
x→2 x−1 1
16.2.
10 − x 1
lim− √ = − = −∞
x→9 x−3 0
16.3.
s

 
(+∞−∞) 10 7
lim 2x3 − 10x − 7 = lim x3 2− 2 − 3 =
x→+∞ x→+∞ x x

= +∞ × 2 = +∞

16.4.
s

 
(+∞−∞) 1 2
lim 3x4 + x − 2 = lim x4 3+ 3 − 4 =
x→−∞ x→−∞ x x

= +∞ × 3 = +∞

16.5.
s
x 125 + x2
r ∞

3 2 + 125x ( ∞ ) 3
lim = lim  =
x→−∞ 1−x x→−∞ x −1 + x1
s
3
125 + x2
= lim =
x→−∞ −1 + x1

3
= −125 = −5

16.6.

q q
7 7
9x2 + 7 ( ∞
∞)
|x| 9 + x2
−x 9 + x2
lim = lim  = lim  =
x→−∞ x−2 x→−∞ x 1 − x2 x→−∞ x 1 − 2
x
q
− 9 + x72
= lim = −3
x→−∞ 1 − x2

17.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 64


Exame 12 Matemática A

17.1.
r s
3 x3 + 1 ( 00 ) 3(x + 1)(x2 − x + 1)
lim = lim =
x→−1 12x2 − 12 x→−1 (x + 1)(12x − 12)
r r
2
3 x − x + 1 3
= lim = 3 =
x→−1 12x − 12 −24
r
3 1 1
= =−
−8 2
17.2.
x2 − x ( 00 ) x(x − 1) x(x − 1)
lim+ √ = lim+ q = lim+ q =
x→0 x3 + 2x x→0
|x| x + x2 x→0
x x + x2
x−1 −1
= lim+ q =√ =0
x→0
x + x2 0+∞

17.3.
x2 − x ( 00 ) x(x − 1) x(x − 1)
lim− √ = lim− q = lim− q =
x→0 x3 − 2x x→0
|x| x − x2 x→0
−x x − x 2

−x + 1 1
= lim− q =√ =0
x→0
x − x2 0+∞

17.4.

x2 + 2x − 3 ( 00 ) (x − 1)(x + 3) (x − 1) x + 3
lim √ = lim p = lim √ =0
x→−3 6 + 2x x→−3 2(x + 3) x→−3 2
17.5.
√ p
6 − 3x ( 00 ) 3(2 − x)
lim = lim =
x→2 x2 − 4 x→2 (x − 2)(x + 2)
p
3(2 − x)
= lim
x→2 −(2 − x)(x + 2)

3
= lim √ =
x→2 − x − 2(x + 2)

3
= −
= −∞
0

Daniela Raposo e Luzia Gomes 65


Exame 12 Matemática A

17.6.
√ √
x − 1 ( 00 ) (x − 1)( x + 1) (x − 1)( x + 1)
lim √ = lim √ √ = lim =
x→1 x−1 x→1 ( x − 1)( x + 1) x→1 x−1

= lim ( x + 1) = 2
x→1

17.7.
√ √
2x2 − 50 ( 00 ) (2x2 − 50)( x + 5)
lim √ √ = lim √ √ √ √ =
x→5 x− 5 x→5 ( x − 5)( x + 5)
√ √
(2x + 10)(x − 5)( x + 5)
= lim =
x→5 x−5
 √ √  √
= lim (2x + 10)( x + 5) = 40 5
x→5

17.8.
√ √ √
2x + 1 − 3 ( 00 ) ( 2x + 1 − 3)( 2x + 1 + 3)
lim = lim √ =
x→4 x−4 x→4 (x − 4)( 2x + 1 + 3)
2x + 1 − 9
= lim √ =
x→4 (x − 4)( 2x + 1 + 3)

2(x − 4)
= lim √ =
x→4 (x − 4)( 2x + 1 + 3)

2 2 1
= lim √ = =
x→4 2x + 1 + 3 6 3
17.9.
√ √

 
  (+∞−∞) x− x2 + 1 x + x2 + 1
lim x− x2 + 1 = lim √ =
x→+∞ x→+∞ x + x2 + 1
x2 − x2 − 1
= lim √ =
x→+∞ x + x2 + 1
−1 −1
= lim √ = =0
x→+∞ x + x2 + 1 +∞

Daniela Raposo e Luzia Gomes 66


Exame 12 Matemática A

17.10.
√ √ √  √ √ 
√  (+∞−∞) x+1− x+2 x+1+ x+2
lim x+1− x+2 = lim √ √  =
x→+∞ x→+∞ x+1+ x+2
x+1−x−2
= lim √ √ =
x→+∞ x+1+ x+2
−1 −1
= lim √ √ = =0
x→+∞ x+1+ x+2 +∞

17.11.
√ √
x (+∞−∞) x( 2x − 1 + 2x + 2)
lim √ √ = lim √ √ √ √ =
x→+∞ 2x − 1 − 2x + 2 x→+∞ ( 2x − 1 − 2x + 2)( 2x − 1 + 2x + 2)
√ √
x( 2x − 1 + 2x + 2)
= lim =
x→+∞ 2x − 1 − 2x
√− 2

x( 2x − 1 + 2x + 2) +∞
= lim = = −∞
x→+∞ −3 −3
17.12.

q q
1 1
x2
+1 ( ) ∞

|x| 1 + x2
−x 1+ x2
lim = lim  = lim  =
x→−∞ 2x − 1 x→−∞ x 2 − x1 x→−∞ x 2 − 1
x
q
1
− 1 + x2 1
= lim 1 =−
x→−∞ 2− x 2
17.13.

q
2
16x2 + 2x − x (+∞−∞)
|x| 16 + x
−x
lim = lim
x→−∞ x+5 x→−∞
qx + 5
−x 16 + x2 − x
= lim =
x→−∞ x+5
 q 
2
x − 16 + x
−1
= lim 5
 =
x→−∞ x 1+ x
q
2
− 16 + x
−1
= lim 5 = −5
x→−∞ 1+ x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 67


Exame 12 Matemática A

17.14.

q q
2 2

9x2 − 2 ( )

|x| 9 − x2
x 9− x2
lim = lim = lim =
x→+∞ x x→+∞
r x x→+∞ x
2
= lim 9− =3
x→+∞ x2
17.15.
x (∞
∞) x
lim √ = lim q =
x→+∞ 1 + x+3 x→+∞
1 + |x| x1 + x32
x
= lim  q =
x→+∞
x x1 + x1 + x32
1
= lim q =
x→+∞ 1 1 3
x
+ x
+ x2
1
= = +∞
0+
 
1 1
18. Como lim + f (x) = +∞, tem-se que lim + (x) = = 0+ , o
x→−1 x→−1 f +∞
que permite excluir a opção (A).  
+ 1 1
Como lim− f (x) = 0 , tem-se que lim− (x) = + = +∞, o que permite
x→0 x→0 f 0
excluir a opção (C).  
− 1 1
Como lim f (x) = 0 , tem-se que lim (x) = − = −∞, o que per-
x→+∞ x→+∞ f 0
mite excluir a opção (B).
A opção correta é a opção (D).

19.
19.1.

x2 ( ∞∞) |x| −x
lim− f (x) = lim− = = lim− = lim− = −1
x→0 x→0 x x→0 x x→0 x

x2 ( ∞
∞) |x| x
lim+ f (x) = lim+ = = lim+ = lim+ = 1
x→0 x→0 x x→0 x x→0 x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 68


Exame 12 Matemática A

Como lim− f (x) 6= lim+ f (x) a função não é contı́nua em x = 0.


x→0 x→0

19.2.
lim g(x) = lim− |x − 4| = 2
x→2− x→2


x3 − 8 ( 00 ) (x3 − 8)(3 + 2x + 5)
lim g(x) = lim √ = = lim+ √ √
x→2+ x→2+ 3 − 2x + 5 x→2 (3 − 2x + 5)(3 + 2x + 5)

(x3 − 8)(3 + 2x + 5)
= lim =
x→2+ 9 − 2x − 5

(x − 2)(x2 + 2x + 4)(3 + 2x + 5)
= lim =
x→2+ −2(x − 2)

(x2 + 2x + 4)(3 + 2x + 5) 12 × 6
= lim = = −36
x→2+ −2 −2
Como lim− g(x) 6= lim+ g(x) a função não é contı́nua em x = 2.
x→2 x→2

20.
2x3 + 2x2 + 8 ( 00 ) (x + 2)(2x2 − 2x + 4)
lim − fk (x) = lim − = lim
x→−2 x→−2 x2 − 4 x→−2− (x + 2)(x − 2)
2
2x − 2x + 4
= lim − = −4
x→−2 x−2

k − 3x k+6
lim + fk (x) = lim + =
x→−2 x→−2 k k
k+6
fk (−2) =
k
Para que a função seja contı́nua em x = −2:
k+6 6
= −4 ⇔ k + 6 = −4k ⇔ 5k = −6 ⇔ k = −
k 5
Assim a função desta famı́lia que é contı́nua em x = −2 é definida por:
 2x3 +2x2 +8
x2 −4
se x < −2
f (x) = 2+5x
2
se x ≥ −2
21.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 69


Exame 12 Matemática A

21.1.
x (∞
∞) √
lim+ f (x) = lim+ √ = lim+ x = 0
x→0 x→0 x x→0

f (0) = −5
Como lim+ g(x) 6= g(0), qualquer função da famlia é descontı́nua em
x→0
x = 0.

21.2.
kx − 1 k−1
lim+ f (x) = lim+ =
x→1 x→1 x+2 3

f (1) = 1
Para que a função seja contı́nua à direita de x = 1 temos:
k−1
=1⇔k=4
3
Para k = 4 a função f é contı́nua em ]1, +∞[ por se tratar do quociente
de duas funções contı́nuas.

Assim, o valor de k para o qual obtemos uma famı́lia de funções contı́nuas


em [1, +∞[ é 4.
22.
22.1.
9 9
lim− f (x) = lim− = + = +∞
x→3 x→3 3 − x 0
f (3) = 0
Como lim− f (x) 6= f (3), a função f não é contı́nua em x = 3.
x→3

x2 9
lim− f (x) = lim− = − = −∞
x→3 x→3 x − 3 0
f (3) = 6
Como lim− g(x) 6= g(3), a função g não é contı́nua em x = 3.
x→3

Daniela Raposo e Luzia Gomes 70


Exame 12 Matemática A

22.2.
x2 x2 − 9 ( 00 )
 
9
lim− (f + g)(x) = lim− + = lim− =
x→3 x→3 3−x x−3 x→3 x − 3

(x − 3)(x + 3)
= lim− = lim− (x + 3) = 6
x→3 x−3 x→3

x2 x2 − 9 ( 00 )
 
9
lim+ (f + g)(x) = lim+ + = lim+ =
x→3 x→3 3−x x−3 x→3 x − 3

(x − 3)(x + 3)
= lim+ = lim+ (x + 3) = 6
x→3 x−3 x→3

(f + g)(3) = 0 + 6 = 6
Como lim− (f + g)(x) = lim+ (f + g)(x) = f (3), a função f + g é contı́nua em
x→3 x→3
x = 3.

23.
23.1. √ √
Df = {x ∈ R : x2 − 2 6= 0} = R \ {− 2, 2}
A função f é o quociente entre duas funções contı́nuas: a função constante
x 7→ 1 e a função polinomial x 7→ x2 − 2.
Assim, a função é contı́nua em todo o seu domı́nio.
23.2.
1 1
lim
√ −
f (x) = lim
√ − 2
= − = −∞
x→ 2 x→ 2 x − 2 0
√ √
Seja qual for o valor f ( 2) temos que lim √ −
f (x) 6
= f ( 2), pelo que não
x→ 2
existe qualquer prolongamento de f que seja contı́nuo em R.

24. √
x−2 1
lim+ f (x) = lim+ =
x→0 x→0 x−4 2
lim− f (x) = f (0) = a
x→0

1
Assim, para que a função seja contı́nua em x = 0 temos que a = .
2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 71


Exame 12 Matemática A

√ √ √
x − 2 ( 00 ) ( x − 2)( x + 2) x−4
lim− f (x) = lim− = lim− √ = lim− √
x→4 x→4 x−4 x→4 (x − 4)( x + 2) x→4 (x − 4)( x + 2)
1 1
= lim− √ = (-235)
x→4 x+2 4
lim f (x) = f (4) = b
x→4+
1
Assim, para que a função seja contı́nua em x = 4 temos que b = .
4
25. A função g é contı́nua em R, por se tratar de uma função polinomial.
Em particular é contı́nua em [−3, −2]. Como g(−3) = 38, g(−2) = −3 e
−3 < 0 < 38, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, podemos concluir que existe
pelo menos um número real c ∈] − 3, −2[ tal que g(c) = 0. Desta forma, a
proposição é verdadeira.

26.
26.1.
Assı́ntotas verticais:
Df = {x ∈ R : x − 2 6= 0} = R \ {2}

3x2 − 5x − 7 −7
lim− = − = +∞
x→2 x−2 0
A reta de equação x = 2 é assı́ntota vertical ao gráfico de f .

Assı́ntotas não verticais:

x2 3 − x5 − x72

f (x) 3x2 − 5x − 7 ( ∞
∞)
m = lim = lim = lim  =
x→+∞ x x→+∞ x2 − 2x x→+∞ x2 1 − x2
3 − x5 − 7
x2
= lim =3
x→+∞ 1 − x2

3x2 − 5x − 7
 
(+∞−∞)
b = lim (f (x) − 3x) = lim − 3x =
x→+∞ x→+∞ x−2
x−7 1 − x7
= lim = lim =1
x→+∞ x − 2 x→+∞ 1 − 2
x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 72


Exame 12 Matemática A

Assim, a reta de equação y = 3x + 1 é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de f


quando x → +∞.
Quando x → −∞ também se obtém a mesma reta.

26.2.
Assı́ntotas verticais:

Dg = x ∈ R : 2x2 + 1 6= 0 = R


O gráfico de g não tem assı́ntotas verticais.

Assı́ntotas não verticais:

x3 2 − x32 + x13

g(x) 2x3 − 3x + 1 (+∞−∞)
m = lim = lim = lim  =
x→+∞ x x→+∞ 2x3 + x x→+∞ x3 2 + x12
2 − x32 + 1
x3
= lim =1
x→+∞ 2 + x12

2x3 − 3x + 1
 
(+∞−∞)
b = lim (g(x) − x) = lim 2
−x =
x→+∞ x→+∞ 2x + 1
−4x + 1 −4 + x1
= lim = lim  =0
x→+∞ 2x2 + 1 x→+∞ x 2 + 12
x

Assim, a reta de equação y = x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de g quando


x → +∞.
Quando x → −∞ também se obtém a mesma reta.

26.3.
Assı́ntotas verticais:

Dh = {x ∈ R : |x − 1| =
6 0} = R \ {1}

x2 1
lim− = + = +∞
x→1 |x − 1| 0
A reta de equação x = 1 é assı́ntota vertical ao gráfico de h.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 73


Exame 12 Matemática A

Assı́ntotas não verticais:

h(x) x2 (∞∞
) x2 x2
m = lim = lim = lim = lim 2
x→+∞ x x→+∞ x|x − 1| x→+∞ x(x − 1) x→+∞ x − x
2
x 1
= lim 2  = lim =1
x→+∞ x 1− x 1 x→+∞ 1 − 1
x

x2
  ∞
(∞)
b = lim (h(x) − x) = lim −x =
x→+∞ x→+∞ |x − 1|
 2 
x
= lim −x =
x→+∞ x−1
x2 − x(x − 1)
= lim =
x→+∞ x−1
x (∞ ∞)
= lim =
x→+∞ x − 1
x
= lim =
x→+∞ x 1 − 1
x
1
= lim =1
x→+∞ 1 − 1
x

Assim, a reta de equação y = x + 1 é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de g


quando x → +∞.

h(x) x2 ∞
(∞ ) x2 x2
m = lim = lim = lim = lim − 2
x→−∞ x x→−∞ x|x − 1| x→−∞ −x(x − 1) x→−∞ x −x
2
x 1
= lim − 2  = lim − = −1
x→−∞ x 1− x 1 x→−∞ 1 − x1

Daniela Raposo e Luzia Gomes 74


Exame 12 Matemática A

x2
  ∞
(∞)
b = lim (h(x) + x) = lim +x =
x→−∞ x→−∞ |x − 1|
x2
 
= lim +x =
x→−∞ −(x − 1)
−x2 + x(x − 1)
= lim =
x→−∞ x−1

−x ( ∞ )
= lim =
x→−∞ x − 1
−x
= lim =
x→−∞ x 1 − 1
x
−1
= lim = −1
x→−∞ 1 − 1
x

Assim, a reta de equação y = −x − 1 é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de g


quando x → −∞.

26.4.
Assı́ntotas verticais:

Di = x ∈ R : x2 − 9 ≥ 0 =] − ∞, −3] ∪ [3, +∞[




O gráfico de i não tem assı́ntotas verticais.

Assı́ntotas não verticais:


q
i(x) 2 ∞
3x + x − 9 ( ∞ ) 3x + |x| 1 − x92
m = lim = lim = lim
x→+∞ x x→+∞ xq x→+∞ x
 
x 3 + 1 − x92
r !
9
= lim = lim 3 + 1 − 2 = 4
x→+∞ x x→+∞ x

Daniela Raposo e Luzia Gomes 75


Exame 12 Matemática A

 √  (+∞−∞)
b = lim (i(x) − 4x) = lim3x + x2 − 9 − 4x =
x→+∞ x→+∞
√  √ 
x2 − 9 − x x2 − 9 + x
= lim √
x→+∞ x2 − 9 + x
x − 9 − x2
2
−9
= lim √ = lim √ =0
x→+∞ x2 − 9 + x x→+∞ x2 − 9 + x
Assim, a reta de equação y = 4x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de i quando
x → +∞.


q
9
i(x) x2 − 9 ( )
3x + ∞

3x + |x| 1 −
x2
m = lim = lim = lim
x→−∞ x x→−∞ xq x→−∞ x
 
9
x 3 − 1 − x2
r !
9
= lim = lim 3 − 1 − 2 = 2
x→−∞ x x→−∞ x

√   (+∞−∞)
2
b = lim (i(x) − 2x) = lim 3x + x − 9 − 2x =
x→−∞ x→−∞
√  √ 
x2 − 9 + x x2 − 9 − x
= lim √
x→−∞ x2 − 9 − x
x2 − 9 − x2 −9
= lim √ = lim √ =0
x→−∞ 2
x − 9 − x x→−∞ x − 9 − x2

Assim, a reta de equação y = 2x é assı́ntota oblı́qua ao gráfico de g


quando x → −∞.

27.
27.1. O gráfico de g pode ser obtido a partir do gráfico de f através de
uma translação associada ao vetor (−1, 0). Assim, y = −5 e y = −3(x+1)+2,
ou seja, y = −5 e y = −3x − 1 são assı́ntotas ao gráfico de g.

27.2. O gráfico de h pode ser obtido a partir do gráfico de f através de


uma reflexão relativamente ao eixo Oy. Assim, y = −5 e y = −3 × (−x) + 2,
ou seja, y = −5 e y = 3x + 2 são assı́ntotas ao gráfico de h.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 76


Exame 12 Matemática A

27.3. O gráfico de i pode ser obtido a partir do gráfico de f através de


uma reflexão relativamente ao eixo Ox. Assim, −y = −5 e −y = −3x + 2,
ou seja, y = 5 e y = 3x − 2 são assı́ntotas ao gráfico de i.

27.4. O gráfico de j pode ser obtido a partir do gráfico de f através


de uma reflexão relativamente ao eixo Ox seguido de uma translação associ-
ada ao vetor (0, 2). O resultado da primeira transformação está indicado na
alı́nea anterior. Assim, y = 5 + 2 e y = 3x − 2 + 2, ou seja, y = 7 e y = 3x
são assı́ntotas ao gráfico de j.

28.
√ 0 1 2 1 x
f 0 (x) = x2 + 1 − x = (x + 1)− 2 × (x2 + 1)0 − 1 = √ −1=
2 x2 + 1
√ √ 
x − x2 + 1 − x2 + 1 − x −f (x)
= √ = √ =√
x2 + 1 x2 + 1 x2 + 1

29.
29.1.
(f + g)0 (2) = f 0 (2) + g 0 (2) = −2 + 1 = −1
29.2.
(5f )0 (2) = 5f 0 (2) = 5 × (−2) = −10
29.3.

(f × g)0 (2) = f 0 (2)g(2) + f (2)g 0 (2) = −2 × (−3) + 4 × 1 = 10

29.4.  0
1 10 × f (2) − 1 × f 0 (2) 2 1
(2) = 2
= =
f f (2) 16 8
29.5.
 0
f f 0 (2) × g(2) − f (2) × g 0 (2) −2 × (−3) − 4 × 1 2
(2) = 2
= =
g g (2) 9 9
29.6.
0
10 × (f + g)(2) − 1 × (f + g)0 (2)

1 0 − 1 × (−1)
(2) = 2
= =1
f +g (f + g) (2) (4 − 3)2

Daniela Raposo e Luzia Gomes 77


Exame 12 Matemática A

29.7.
0
(g × g)0 (2) = g 2 (2) = 2g(2) × g 0 (2) = 2 × (−3) × 1 = −6

29.8.
0
f 0 (2) × (f + g)(2) − f (2) × (f + g)0 (2)

f
(2) = =
f +g (f + g)2 (2)
−2 × (4 − 3) − 4 × (−1)
= =2
(4 − 3)2
30.
30.1.  0
0 1 −2 2
f (x) = = f 0 (0) = −
2x − 3 (2x − 3)2 9
O declive da reta é dado por f 0 (0) = − 92 . Assim, a equação reduzida da
reta é y = − 29 x + b. Como o ponto de coordenadas (0, f (0)) pertence à reta,
vem que: − 31 = − 92 × 0 + b ⇔ b = − 13 .
Concluı́mos assim que y = − 92 x− 31 é uma equação da reta tangente ao gráfico
de f no ponto de abcissa 0.

30.2.
 0  
0 1 1 1 2 0 1
g (x) = =− 2 + 3
− 2 g − = −20
x x x x 2

O declive da reta é dado por g 0 − 12 = −20. Assim, a equação



1 1
 reduzida
da reta é y = −20x+b. Como o ponto de coordenadas − 2
, g − 2
pertence
1

à reta, vem que: −6 = −20 × − 2 + b ⇔ b = −16.
Concluı́mos assim que y = −20x − 16 é uma equação da reta tangente ao
gráfico de g no ponto de abcissa − 21 .

30.3.
 0
0 x+1 x − 1 − (x + 1) −2
h (x) = = 2
= h0 (0) = −2
x−1 (x − 1) (x − 1)2
O declive da reta é dado por h0 (0) = −2. Assim, a equação reduzida da
reta é y = −2x + b. Como o ponto de coordenadas (0, h(0)) pertence à reta,
vem que: −1 = −2 × 0 + b ⇔ b = −1.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 78


Exame 12 Matemática A

Concluı́mos assim que y = −2x−1 é uma equação da reta tangente ao gráfico


de h no ponto de abcissa 0.

31.  0
0 x 1 × (x + 1) − x × 1 1
f (x) = = 2
=
x+1 (x + 1) (x + 1)2
Para determinar os pontos do gráfico nos quais a reta tangente é paralela à
bissetriz dos quadrantes ı́mpares, y = x, devem-se procurar as soluções da
equação f 0 (x) = 1.
1
f 0 (x) = 1 ⇔ ⇔ (x + 1)2 = 1 ⇔ x = 0 ∨ x = −2
(x + 1)2
Assim, as retas tangentes ao gráfico de f nos pontos (0, 0) e (−2, −2) são
paralelas à bissetriz dos quadrantes ı́mpares.

32.
32.1.
Df = R
Determinar a derivada f 0 (x):
0
f 0 (x) = x3 + 3x2 − 9x − 10 = 3x2 + 6x − 9

Determinar os zeros de f 0 :

f 0 (x) = 0 ⇔ 3x2 + 6x − 9 = 0 ⇔ x = −3 ∨ x = 1

Estudar o sinal de f 0 e a variação de f :

x −3 1
Sinal de f 0 + 0 − 0 +
Variação de f % 17 & −15 %
Máx Mı́n

f é crescente em ] − ∞, −3] e em [1, +∞[ e é decrescente em [−3, 1].


17 é máximo em x = −3 e −15 é mı́nimo em x = 1 .

32.2.
Dg = {x ∈ R : x 6= 0} = R \ {0}

Daniela Raposo e Luzia Gomes 79


Exame 12 Matemática A

Determinar a derivada g 0 (x):


 0
0 x 1 1 1
g (x) = + = − 2
4 x 4 x

Determinar os zeros de g 0 :
1 1 1 1
g 0 (x) = 0 ⇔ − 2 = 0 ⇔ = 2 ⇔ x = −2 ∨ x = 2
4 x 4 x
Estudar o sinal de g 0 e a variação de g:

x −2 0 2
Sinal de g 0 + 0 − n.d. − 0 +
Variação de g % −1 & n.d. & 1 %
Máx Mı́n

g é crescente em ] − ∞, −2] e em [2, +∞[ e é decrescente em [−2, 0[ e em


]0, 2].
−1 é máximo em x = −2 e 1 é mı́nimo em x = 2.

32.3.
Dh = x ∈ R : x2 + 1 6= 0 = R


Determinar a derivada h0 (x):


 2 0
0 x −1 2x × (x2 + 1) − (x2 − 1) × 2x 4x
h (x) = = 2 =
2
x +1 2
(x + 1) (x + 1)2
2

Determinar os zeros de h0 :
4x
h0 (x) = 0 ⇔ =0⇔x=0
(x2 + 1)2

Estudar o sinal de h0 e a variação de h:

x 0
Sinal de h0 − 0 +
Variação de h & −1 %
Mı́n

Daniela Raposo e Luzia Gomes 80


Exame 12 Matemática A

h é crescente em [0, +∞[ e decrescente em ] − ∞, 0].


1 é mı́nimo em x = 0.

32.4.
Di = {x ∈ R : x − 8 6= 0} = R \ {8}
Determinar a derivada i0 (x):
 3 0
0 x 3x2 × (x − 8) − x3 × 1 2x3 − 24x2
i (x) = = =
x−8 (x − 8)2 (x − 8)2

Determinar os zeros de i0 :
2x3 − 24x2
i0 (x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 12
(x − 8)2

Estudar o sinal de i0 e a variação de i:

x 0 8 12
Sinal de i0 − 0 − n.d. − 0 +
Variação de i & 0 & n.d. & 432 %
Mı́n

i é crescente em [12, +∞[ e decrescente em ] − ∞, 8[ e em ]8, 12].


432 é mı́nimo em x = 12.

33. A opção que pode representar a função f é a (III). Podemos excluir


a opção (II) pois, por visualização gráfica, as imagens de 1 e de 4 têm sinais
contrários. Logo, f (1) × f (4) < 0, o que contraria a condição dada. Ex-
cluı́mos a opção (IV) pois, como f 00 está definida em R, em particular f é
diferenciável duas vezes e, portanto, é contı́nua. A opção (I) não respeita o
sentido das concavidades do gráfico de f . O sentido das concavidades é obtido
pelo estudo do sinal da segunda derivada de f . Como a parte do gráfico de
g visualizada está acima do eixo das abcissas, g é contı́nua e não tem zeros,
então g(x) > 0, ∀x ∈ R. Assim, o sinal de f 00 é dado pelo sinal do fator
x2 − 5x + 4. Rejeitamos a opção (I) pois, por exemplo no intervalo [1, 4], a
concavidade está voltada para cima quando deveria estar voltada para baixo.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 81


Exame 12 Matemática A

34. A opção que pode representar a função h é a opção (I). Podemos


excluir a opção (II) pois, nesta, lim h(x) = −1 e sabe-se que
x→−∞

lim (h(x) − 1) = 0 ⇔ lim h(x) = 1


x→−∞ x→−∞

Excluimos a opção (III) pois contraria o facto de existir um mı́nimo rel-


ativo em ]a, c[. Rejeitamos a opção (IV) por não respeitar o sentido das
concavidades do gráfico de h. Nesta opção, para x > b, o gráfico apresenta a
concavidade voltada para baixo. Como uma das condições é h00 (x) > 0 para
x > b, então o gráfico de h tem que ter a concavidade voltada para cima
quando x > b.

35. Uma vez que o parque é retangular e a sua área é 5000 m2 , temos
que xy = 5000 ⇔ y = 5000 x
. Desta forma o comprimento da cerca c pode ser
escrito em função de x através da expressão c(x) = x + 2 × 5000
x
= x + 10000
x
.
Para se determinar o valor de x que permite minimizar o comprimento da
cerca vamos estudar o sinal de c0 .

 0
0 10000 10000
c (x) = x+ =1−
x x2

10000 10000
c0 (x) = 0 ⇔ 1− 2
= 0 ⇔ 2
= 1 ⇔ x2 = 10000 ⇔ x = 100∨x = −100
x x
Como x > 0 temos que x = 100.

x 0 100
Sinal de c0 n.d. − 0 +
Variação de c n.d. & 200 %
Mı́n

Como x = 100 enão y = 5000


x
= 5000
100
= 50.
A menor quantidade de cerca necessária é 200m e o parque deverá ter 100
metros de comprimento e 50 metros de largura.

36. Como y = −2x + 2 é assı́ntota ao gráfico de f sabemos que


f (x)
lim (f (x) + 2x − 2) = 0 e lim = −2.
x→−∞ x→−∞ x

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Exame 12 Matemática A

kx2 + x + 1 f (x) kx2 + x + 1


   
lim f (x) × = lim × =
x→−∞ x3 x→−∞ x x2
 2
(∞

kx + x + 1 ∞)
= −2 × lim 2
= =
x→−∞ x
" #
x k + x1 + x12
2
= −2 × lim =
x→−∞ x2
 
1 1
= −2 × lim k + + 2 = −2k
x→−∞ x x

Temos então:

kx2 + x + 1
 
lim f (x) × = 8 ⇔ −2k = 8 ⇔ k = −4
x→−∞ x3
37.
5g(x) + 2x + 1 9 g(x) 2x + 1 9
lim = ⇔ lim 5
+ lim = ⇔
x→+∞ x 2 x→+∞ x x→+∞
x 2
g(x) 1 9
⇔ 5 lim + lim 2 + = ⇔
x→+∞ x x→+∞ x 2
g(x) 9
⇔ 5 lim +2= ⇔
x→+∞ x 2
g(x) 1
⇔ lim =
x→+∞ x 2
O declive da assı́ntota ao gráfico de f é igual 12 .

   
x 3  x 3
lim g(x) − + =1 ⇔ lim g(x) − + lim =1⇔
x→+∞ 2 4 x→+∞ 2 x→+∞ 4
 x 3
⇔ lim g(x) − + =1⇔
x→+∞ 2 4
 x  1
⇔ lim g(x) − =
x→+∞ 2 4
A ordenada na origem da assı́ntota ao gráfico de f é 14 .

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Exame 12 Matemática A

Conclui-se que y = 21 x + 1
4
é uma equação reduzida da assı́ntota oblı́qua
ao gráfico de da função f .

38.
Declive da reta r:

f 0 (x) = (g(x) + x + 1)0 = g 0 (x) + 1 f 0 (a) = g 0 (a) + 1

Ordenada na origem da reta r:

f (a) = af 0 (a) + bf ⇔ g(a) + a + 1 = a(g 0 (a) + 1) + bf ⇔ bf = g(a) − ag 0 (a) + 1

Equação reduzida da reta r:

y = (g 0 (a) + 1)x + g(a) − ag 0 (a) + 1

Declive da reta s:
g 0 (a)
Ordenada na origem da reta s:

g(a) = ag 0 (a) + bg ⇔ bg = g(a) − ag 0 (a)

Equação reduzida da reta s:

y = g 0 (a)x + g(a) − ag 0 (a)

Interseção das retas r e s:

(g 0 (a) + 1)x + g(a) − ag 0 (a) + 1 = g 0 (a)x + g(a) − ag 0 (a) ⇔ x = −1

Como se pretendia mostrar.

39. A função f 00 é contı́nua em R e, em particular, é contı́nua em [a, b].


Como as retas tangentes ao gráfico de f 0 nos pontos de abcissas a e b são
perpendiculares, sabemos que o produto dos seus declives é −1, ou seja,
f 00 (a) × f 00 (b) = −1 < 0. Assim, pelo corolário do teorema de Bolzano-
Cauchy, podemos concluir que existe pelo menos um número real c ∈]a, b[ tal
que f 00 (c) = 0, como querı́amos mostrar.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 84


Exame 12 Matemática A

40. O comprimento do cabo pode ser escrito em função de x:


- por terra
c1 (x) = 3000 − x
- debaixo de água √
c2 (x) = x2 + 9002
Assim, o custo total p do cabo é dado por:

p(x) = 4c1 (x) + 5c2 (x) = 4(3000 − x) + 5 x2 + 9002

1 1 5x
p0 (x) = −4 + 5 × (x2 + 9002 )− 2 × 2x = −4 + √
2 x + 9002
2

5x 5x √ 2
p0 (x) = 0 ⇔ −4 + √ =0⇔ = x + 9002 ⇒
x2 + 9002 4
25x2
⇒ = x2 + 9002 ⇔ 25x2 = 16x2 + 16 × 9002
16
16 × 9002
⇔ x2 = ⇔ x = −1200 ∨ x = 1200
9

x 0 1200 3000
Sinal de p0 −. − 0 + +

Variação de p 16500 & 14700 % 1500 109
Mı́n

De modo a minimizar o custo total do cabo, x = 1200, ou seja, o cabo


deve percorrer 1800 m por terra e depois passar debaixo de água. Nestas
condições o custo mı́nimo é 14700 euros.

41. Consideremos um cilindro com altura a e cuja base tem raio r. Como
o cilindro tem volume V0 tem-se que:
V0
πr2 a = V0 ⇔ a =
πr2
A superfı́cie total das bases é 2 × πr2 e a superfı́cie lateral é 2πr × a =
V0 2V0
2πr × πr 2 = r

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Exame 12 Matemática A

Assim, o custo total c em função do raio da base é dado pela expressão:


2V0 4V0
c(r) = 3 × 2 × πr2 + 2 × = 6πr2 +
r r
 0
0 2 4V0 4V0
c (r) = 6πr + = 12πr − 2
r r

r
0 4V0 4V0 4V0 3 V0
c (r) = 0 ⇔ 12πr − 2 = 0 ⇔ 12πr = 2 ⇔ r3 = ⇔r=
r r 12π 3π

V
 q 0 2
V0 3 V0
π
a πr2
3π V0 V0
= = q =  q 3 = V0
=3
r r 3 V0 3 V0 π × 3π
3π π 3π

Assim, de modo a minimizar o custo total, a altura deve ser o triplo do


raio da base.

Daniela Raposo e Luzia Gomes 86

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