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PELA MULHER BRASILEIRA, PARA A MULHER PERNAMBUCANA: A

institucionalização do Movimento Feminista em Pernambuco (1924-1931)

Olívia Tereza Pinheiro de Siqueira1

RESUMO

O trabalho proposto tem como objetivo analisar a ascensão do Movimento Feminista na


cidade do Recife, no período de 1924 a 1931, centralizando tais estudos sobre a contribuição
de Edwiges de Sá Pereira para o movimento com a criação da Federação Pernambucana para
o Progresso Feminino. Através desta federação, várias lutas e discussões sobre o voto
feminino e a restrição da cidadania da mulher serão levantadas, contribuindo assim para a
conquista dos direitos políticos da mulher no ano de 1933, mesmo que tais direitos só
atingissem as mulheres alfabetizadas. Tais estudos sobre as mulheres e a institucionalização
do movimento feminista no Recife terá como linha a Nova História Cultural, que trouxe à luz
temas e grupos que estavam à margem da historiografia tradicionalista.

Palavras-Chave: Movimento Feminista – Cidadania – Política.

ABSTRACT

This proposed work aims to analyze the rise of the feminist movement in the city of Recife, in
the period 1924 to 1931, such studies centering on the contribution of Edwiges de Sá Pereira
for movement with the creation of Pernambuco Federation for Progress Women. Through this
federation, several fights and discussions on women's vote and the restriction of women's
citizenship will be raised, contributing to the achievement of political rights of women in
1933. Nevertheless these rights only reach the women who are able to read and
write. Therefore, studies on women and the institutionalization of the feminist
movement in Recife will followed “New Cultural History”, which to brighten up issues and
groups that were outside traditionalist historiography.

Keywords: Feminist Movement – Citizenship – Politics.

1
Graduanda do curso de Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Este
artigo faz parte de um projeto maior intitulado Faces do Movimento Feminista no Recife: família, maternidade e
relações de gênero (1900-1932), financiado pelo CNPq/FACEPE/UFRPE e tendo como orientadora a profª Drª
Alcileide Cabral do Nascimento.
No início do século XX, as novas configurações mundiais e as crescentes tensões
geradas nos períodos entre guerras influencia a ampliação das discussões metodológicas no
âmbito historiográfico, com a inserção de novos saberes e campos de estudos que,
anteriormente, não eram explorados pelos historiadores. Algumas escolas como o Marxismo e
a escola dos Annales irão ganhar destaque nestas discussões, tendo em vista a mudança de
paradigmas e análise proposta por estes autores. Com isso, alguns temas e grupos, que antes
estavam à margem de uma história produzida pelas classes mais abastadas e patriarcalista,
começam a ser visitados e analisados sob um olhar crítico e inclusivo destes historiadores,
demonstrando assim que todos possuem “uma história” a ser contada, mesmo que esteja
presente nas entrelinhas dos discursos dos “heróis” e detentores do saber.

Portanto, as mulheres fazem parte destes grupos invisíveis, que foram resgatados pela
historiografia da Nova História Cultural, levando assim uma nova perspectiva de uma
reescrita da história, que será vista através de uma ótica feminina, seja por meio de fontes nos
arquivos, em discursos e imagens. Esta invisibilidade feminina acontece, pois, “as mulheres
são imaginadas, representadas, em vez de serem descritas ou contadas.” (PERROT, 2008: 17),
dificultando assim um estudo deste olhar feminino, porque tais descrições e discursos são na
maioria das vezes feitos pelos homens, colocando assim seus preceitos e concepções nestas
representações. Por isto na década de 1960, principalmente nos países da Grã-Bretanha e da
França, há um interesse por esta História das Mulheres, que estará ligada a vários fatores
políticos, científicos e sociológicos da época, como o avanço dos movimentos feministas, a
maior inserção destas mulheres na política e no âmbito público de modo geral (PERROT,
2008: 19).
Entretanto é notável a escassez de fontes sobre a temática, porque tais fontes foram
perdidas e restritas ao âmbito privado por muitos anos, além da interdição da mulher ao saber
e a escrita, como podemos observar neste trecho as razões destes mínimos vestígios:

As mulheres deixam poucos vestígios diretos, escritos ou materiais. Seu acesso à


escrita foi tardio. Suas produções domésticas são rapidamente consumidas, ou mais
facilmente dispersas. São elas mesmas que destroem, apagam esses vestígios porque
os julgam sem interesse. Afinal, elas são apenas mulheres, cuja vida não conta
muito. Existe até um pudor feminino que se estende à memória. Uma desvalorização
das mulheres por si mesmas. Um silêncio consubstancial à noção de honra.
(PERROT, 2008: 17)

Tais escritos eram queimados pelas senhoras em seus aposentos, principalmente


durante a velhice, pois, elas acreditavam que alguns documentos como diários e cartas, muito
comuns entre estas mulheres, pudessem comprometer a sua honra e idoneidade. (PERROT,
2008: 22) Por isto que esta “desvalorização” da própria mulher pela sua história, destruindo
assim suas fontes, deve ser analisada sob os preceitos de uma sociedade sexista e de
submissão do corpo e alma feminina, que era sempre definida através do ideário masculino.
Para que possamos entender esta dominação dos homens sobre o feminino, é
necessária uma compreensão sobre a Teoria do Patriarcado, exemplificada no texto de Joan
Scott, denominado de Gênero: uma categoria útil para análise histórica. Ao longo do artigo,
ela nos afirma que tal teoria consiste na “subordinação das mulheres e – por isso – encontram
a explicação na ‘necessidade’ do macho de dominar as mulheres” (SCOTT, 1989: 5).
Portanto, através do termo da “reificação sexual”, a autora nos explica sobre a coisificação do
ser feminino, que estava ligada como “propriedade masculina”, servindo assim como forma
de coerção e submissão destas mulheres.
Diante da introdução destas mulheres na esfera pública participando cada vez mais da
vida e eventos do cotidiano urbano, faz com que o ser feminino, principalmente os
movimentos feministas em todo o mundo, inicie suas lutas pela a cidadania feminina e o
direito do voto, descontruindo assim as teorias misóginas tão divulgadas e defendidas no séc.
XIX. Este avanço só foi possível, por causa das transformações sofridas nos centros urbanos
no início do séc. XX, tanto nas esferas políticas, econômicas e sociais. Alguns setores como o
comércio, a industrialização, o transporte e o crescimento da alfabetização entre a população,
sofreram importantes progressos, contribuindo assim para que uma nova parcela dos cidadãos,
mesmo que esta seja uma minoria, estivessem inseridas nestas novas configurações urbanas.
(SILVA, 2011: 11) Tais melhorias, que advém de alguns países europeus e dos Estados
Unidos, chegam ao Brasil, modelando assim as principais capitais brasileiras como Rio de
Janeiro, São Paulo e Recife, modificando assim as vidas desta população, na qual estavam
intimamente ligadas as raízes escravocratas que foram deixadas pela época colonial e imperial
brasileira.
Faz-se necessário analisar como os movimentos feministas tiveram uma importante
atuação dentro do cenário nacional e, principalmente, o pernambucano, explanando um
panorama geral sobre as bases e contornos desta nova República. Após esta breve explicação,
será dentro do cenário pernambucano, do início do século XX, que tais estudos sobre os
movimentos feministas e a importância da Federação Pernambucana pelo Progresso
Feminino, além da grande atuação de Edwiges de Sá Pereira neste processo, serão
enfatizados.

Pela Mulher Brasileira, Para a Mulher Pernambucana

No final do séc. XIX, com o fim do império no Brasil representado na figura de Dom
Pedro II, algumas modificações tomam corpo e forma nas cidades brasileiras, como o
crescimento do comércio, dos transportes públicos (com a criação do bonde), a iluminação
das cidades, a coleta de lixo e o calçamento das ruas proporcionaram uma melhoria de vida
para grande parte da população que residiam nestes centros urbanos. (SILVA, 2011: 15) Com
a criação da República, mesmo que a participação dos civis neste processo seja altamente
questionável, tendo em vista que este movimento foi de cunho estritamente militar,
(CARVALHO, 1990: 35) tais políticas prosseguiram, promovendo os centros urbanos como
núcleos importantes da difusão cultural, política e econômica do país. Com isso, as mulheres,
especialmente as mais abastadas e alfabetizadas, iniciam uma transição do âmbito privado
para o público, pois, o acesso às várias áreas da cidade além da maior segurança oferecida
trazem tais mulheres à participação desta vida urbana e moderna, mesmo que estas estivessem
acompanhadas por seus maridos e/ou empregadas. (SILVA, 2011: 15-16)
Outro destaque deve ser dado a crescente circulação e pluralidades de correntes
ideológicas inspirada em preceitos europeus, que fora trazida com os ideários da formação da
República brasileira. Logo, tais ideias foram amplamente discutidas e repensadas por vários
pensadores, colaborando para a formação de novos movimentos sociais, como o operariado e
o Movimento Feminista. Como capital da recém República, o Rio de Janeiro será palco de
várias manifestações e expressões destes movimentos, iniciando inclusive a
institucionalização do movimento feminista no Brasil, que será liderado por Bertha Lutz.
(SILVA, 2011:16) Aliando-se ao fato de que as mulheres alfabetizadas e mais instruídas
possuíam acesso a tais escritos, além das notícias dos avanços feministas nos Estados Unidos
e na Europa, elas “procuravam conquistar uma parcela de autoridade e participação política,
pois requeriam direitos similares aos exercidos por seus maridos e irmãos, concentrando-se no
acesso a posições profissionais e ao voto.” (SILVA, 2011: 17)
Nesta incessante busca de igualdade e importância do papel feminino perante a
sociedade brasileira, no inicio da década de 1920, década esta que foi representada pelas
crescentes revoltas e insatisfações das camadas sociais com o andamento da política
republicana, o Movimento Feminista Brasileiro ganhou contorno, com a criação da Federação
Brasileira pelo Progresso Feminino, que será inaugurada no dia 9 de Agosto de 1922, com a
presidência de Bertha Lutz. A concepção desta federação, que seria uma associação de todos
os estados brasileiros, nasceu dos contatos de Bertha com os movimentos feministas
estadunidenses, trazendo assim o modelo americano para o espaço brasileiro. (SILVA, 2011:
18-19)
A FBPF, como era denominada, tinha como principais objetivos a educação e
instrução das mulheres levando-as a uma elevação do seu nível cultural, político e social,
promovendo assim a inclusão destas no mercado de trabalho, ambiente misógino e
masculinizado, e na participação das decisões políticas nas cidades brasileiras. É perceptível
que estes primeiros movimentos feministas não defendiam uma postura radical da mulher
como relação à sua posição familiar e de mero ser reprodutor, criando assim um caráter mais
conservador ao movimento brasileiro. (NASCIMENTO, No prelo: 5-6) Por isto que, estes
movimentos, inclusive a FBPF, recebem o apoio de políticos, pois, não propõem uma ampla
reforma social nestas questões.
As crescentes discussões e movimentação destas mulheres chegam também
à capital pernambucana. Tida como um dos principais centros do Norte do país, a cidade do
Recife contempla as transformações e modificações na esfera urbana, com a criação de uma
malha ferroviária, melhorias na iluminação e abastecimento de água, gerando assim mudanças
nas relações entre o público e o privado. (SILVA, 2011: 22) Com isso, a premissa do
progresso e modernidade foi largamente propagada, inclusive pelos meio midiáticos como o
jornal. É com a comunicação impressa que a discussão feminista será introduzida em
Pernambuco, levantando questões em favor ou contra de tais movimentos. (NASCIMENTO,
No prelo: 7)
No meio destes acontecimentos, há a institucionalização do movimento feminista em
Pernambuco, com a criação da Federação Pernambucana pelo Progresso Feminino, em 10 de
novembro de 1931. A cerimônia fora realizada no Clube Internacional do Recife, como nos
fala Alcileide Cabral do Nascimento em seu artigo:

O surgimento da Federação Pernambucana não foi um ato silencioso. A posse da


diretoria aconteceu no prestigiado Club Internacional do Recife, pomposo endereço
da cidade. O smart set recifense ali estava, como declarava A Notícia. Autoridades
estaduais e federais, representantes da imprensa e embaixadas das diversas
corporações prestigiaram a solenidade. Foi um acontecimento, com a presença da
imprensa, de famílias importantes, autoridades civis, legitimado pela condução da
representante nacional Odila Porto da Silveira. (NASCIMENTO, No prelo: 13)

Devemos observar o apoio das classes mais abastadas da sociedade pernambucana,


comparecendo em peso à abertura da Federação, trazendo assim a grande repercussão deste
movimento no cerne pernambucano. Entre as principais pautas das reuniões, propostas pela
presidente Edwiges de Sá, estavam a importância da educação e inclusão das mulheres no
mercado de trabalho, como proposta da criação de uma Escola de Oportunidades, que
forneceria uma profissionalização para as estas mulheres. (NASCIMENTO, No prelo: 13-21)
A FPPF, como estava coligada à Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, participou de
variados eventos e convenções na luta pelo direito ao voto feminino. A própria Edwiges de Sá
viajou até o Rio de Janeiro para a colaboração na Constituição de 1934, além das
participações da FPPF na Convenção Nacional Feminista, realizada na Bahia, alargando suas
participações e visibilidade na sociedade pernambucana. (SILVA, 2011: 51)
Esta visibilidade estadual não só da FPPF, mas da presidente Edwiges de Sá Pereira
pôde ser atestada por meio do Relatório Final das Eleições da Assembleia Constituinte em
Pernambuco, em 03 de maio de 1933, na qual, a própria Edwiges foi candidata pelo Partido
Economista de Pernambuco, obtendo um total de 1.680 votos no primeiro e segundo turno
realizados.2 Isso mostra como a figura de Edwiges de Sá Pereira foi importante para o
andamento e sucesso da Federação Pernambucana, pois, esta vivia em contatos permanentes
com os movimentos feministas nacionais, representada pela sua amizade com Bertha Lutz, e
com as notícias sobre os movimentos internacionais, levando assim novos conceitos e
proposições para as reuniões da FPPF.
Contudo, devemos nos perguntar como esta mulher pernambucana conseguiu ganhar
visibilidade no cenário estadual. Por isto, é imprescindível conhecer a história de vida desta
feminista, que defendia a educação e a inclusão das mulheres no mercado de trabalho,
atacando assim “a ociosidade mundana das mulheres.” (NASCIMENTO, No prelo: 14)
Edwiges de Sá Pereira, nasceu no dia 25 de outubro de 1884, na cidade de Barreiros, no
interior pernambucano. Sua família era composta majoritariamente de bacharéis, assim como
seu pai, José Bonifácio de Sá Pereira e seu irmão Eurico de Sá Pereira, que posteriormente,
assumiu a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil. Logo, desde pequena Edwiges
teve um contato íntimo com as letras, apaixonando-se pela literatura. Aos 13 anos, ainda na
cidade de Barreiros, produziu seu próprio jornal juntamente como o seu irmão, o Eco Juvenil.
Algumas poesias que ela escrevia no Eco, vão ser publicadas pelo jornal O Paíz, do Rio de
Janeiro, deixando-a surpresa e espantada com a notícia. Com 17 anos, ela é a primeira sócia
correspondente da Academia Pernambucana de Letras, colaborando assim com vários jornais
do país.
Depois, ela formou-se na Escola Normal e ocupou como professora catedrática as
disciplinas de História Geral e História do Brasil, participando da Superintendência dos
Grupos Escolares da capital. Isto fez com que seus contatos com acadêmicos e pensadores
aumentassem, pois, ela foi empossada como a primeira mulher pernambucana a assumir uma
cadeira na Academia Pernambucana de Letras, em 1920, mudando assim os paradigmas da
academia e da sociedade em geral. É neste momento que Edwiges entra em contato com as
ideias e movimentos feministas, que já estavam em plena efervescência no Rio de Janeiro,
capital da República, através de uma constante comunicação entre ela e Bertha Lutz,

2
Relatório: Resultado Final da Eleição Realizada em 03 de Maio de 1933 para a Assembléia Nacional
Constituinte. Pernambuco, 1933. Disponível na Biblioteca do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de
Pernambuco.
propulsora e principal líder do movimento feminista no âmbito nacional. Ela, assim como
Bertha, não geram filhos e não se casaram ao longo da vida, dedicando-se as lutas contra a
interdição do ser feminino no domínio público, levando essas mulheres a pensarem e
questionarem algumas posições e pensamentos misóginos impostos por uma sociedade
altamente coronelista e sexista. (NASCIMENTO, No prelo: 16-18)
Por meio destes movimentos feministas tanto no cerne nacional como no estadual,
institucionalizados no início do século XX, proporcionou uma discussão sobre a divisão de
papéis entre homens e mulheres, gerando assim uma relação tênue e tensa entre estes dois
gêneros. Com as novas configurações do cotidiano da cidade, da política e da economia,
fazia-se necessário que novos grupos sociais fossem incluídos neste processo, entre tais
grupos estavam as mulheres, que sempre eram definidas e contadas a partir do outro, do
masculino. Tais mulheres, que eram invisíveis tanto nas suas práticas civis como políticas,
começam a ganhar destaque, vez e voz, diante destas novas ideias e pensamentos feministas
advindos de alguns países como os Estados Unidos e a Inglaterra. Mesmo que tais mudanças
sejam de cunho moderado/conservador, não propondo assim uma análise mais aprofundada
sobre o papel da mulher dentro do ambiente familiar, que era patriarcal e excludente, pois, a
figura da mulher estava intimamente ligada à procriação e ao lar, algumas mudanças vão ser
de extremo valor, como a luta incessante pelo direito ao voto feminino.
São estes pensamentos que sopram na principal capital do Norte, Recife, levando
algumas mulheres das camadas mais altas a se levantar e lutar pelos seus direitos. Estas
senhoras veem na criação da Federação Pernambucana pelo Progresso Feminino uma
formalização dos seus desejos e sonhos, que serão coordenados por Edwiges de Sá Pereira. A
FPPF será um movimento de grande notoriedade na capital pernambucana, tendo em vista o
prestígio e apoio de políticos e autoridades federais/estaduais, durante o evento de sua
abertura. Ainda que os principais pensamentos da FPPF estivessem ligados a uma corrente
cristã, há uma nova abordagem sobre o papel desta mulher na vida e cotidiano pernambucano,
mulher esta que participa de eventos culturais, artísticos e políticos.
REFERÊNCIAS

1. FONTES

Relatório: Resultado Final da Eleição Realizada em 03 de Maio de 1933 para a


Assembléia Nacional Constituinte. Pernambuco, 1933. Disponível na Biblioteca do Tribunal
Regional Eleitoral do Estado de Pernambuco.

2. REFERÊNCIAS

CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas: o imaginário da república no Brasil.
São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

GASPAR, Lúcia. Edwiges de Sá Pereira. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim


Nabuco, Recife. Disponível em: < http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso dia:
23 de maio de 2012. Ex: 6, Agosto 2009.

NASCIMENTO, Alcileide Cabral. Mulheres em luta pelo direito ao voto: o movimento


feminista em Recife e a conquista da cidadania política (1927-1934). No prelo.

PERROT, Michelle. Minha História das Mulheres. São Paulo: Contexto, 2008.

SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para análise histórica. Recife: SOS Corpo, 1991.

SILVA, Mª Angélica Pedrosa de Lima. ERVA MILITANTE: Edwiges de Sá Pereira e o


Movimento Feminista em Recife (1900-1932). Monografia. (Graduada em História)
UFRPE/DHIST, 2011.

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