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Resumo Mezcla

1. Análise de Objetivos.

Qual o gênero de música.


Como a música se insere em seu gênero.
Qual o objetivo do produtor.
Aonde essa música vai circular.
Streaming, Cd, vinil, radio.
¿Cuál es el rollo?
Necessário bagagem musical dentro do estilo.

Cores usadas pelo Pedro

Bateria: Verde
Baixo: Vermelho Escuro
Guitarras: Azul Claro
Synths: Roxo
Cordas: Marrom
Voz: Vermelho
Backing Vocal: Laranja
Efeitos: Amarelo
Buses: Azul Escuro
Master: Vermelho Forte
Referencia: Preto
VCA: Cinza

Mixar com o control room a 85 dB spl, porque nosso ouvido costuma ouvir melhor todas as
frequências nessa intensidade.
2. Hook

A mix deve ser construída ao redor do elemento mais importante. O gancho da canção.
No jazz é o tema, em canções é a voz(melodia/letra). Em música eletrônica costuma ser o lead
synth. É o elemento principal, em que todas as outras informações musicais vão sustentar,
emoldurar. Identificado o elemento principal, se corta o que é excesso, a partir da hierarquia da
música.
Para se lembrar: mixar tudo en contexto, porque no fim, o que importa é a canção como
um todo e não um instrumento.
Ter em mente o conceito de gerar tensão e de rupturas. Assim, fazer marcadores para
identificar as sessões.

Voz

Começar daí a mix. Medir com o Dorrough da Waves e deixar, por meio do clip gain, os
picos en -10 dBfs, em modo SUM.
Primeiro se constrói o som da voz.

Filtrar entre 80kHz e 100kHz. Porque nessa faixa sonora não costumam ter informações
vocais que nos interessa, mas podem aparecer ruídos indesejados, assim a necessidade de limpar
essas frequências.

Automatizar com o clip gain para: 1) melhorar a expressão e 2) melhorar a dinâmica para
ja deixar mais ou menos ajeitado para o compressor. 3) Suavizar sons incomodos como sibilâncias
por exemplo.

EQ: cortar frequências que atrapalhem à voz a "cut into the mix”, por isso essa EQ deve
ser feita em contexto. Pode ser bom utilizar curvas dinâmicas. Filtrar também os filtro em peine

Compressores: Pedro normalmente utiliza um CLA-76 primeiro, mais agressivo, controla os


transitorios, logo um CLA-2A, para compensar a agressividade do primeiro, tornar mais natural.

Depois dos compressores um Pugtech para dar mais corpo e adicionar um “caracter" à
voz, também um pouco de ar.

Pode ser bom utilizar um Rvox para cortar um pouco os ruídos

Depois de construido o som da voz é hora de criar a ambiência, a reverberação.

1. Room: as primeiras reverberações, a largura da sala. Normalmente, Room 2, Medium


Decay 210ms, Pre delay 68ms, Diffusion 87%, LP filter 11.11kHz
2. Hall: Tamanho da sala. Decay 1.8sec, Predelay 0ms, HF 15.10kHz, Diffusion 100%, Lp
filter 10.74 kHz.
3. Plate: No insert antes do plate: Um eq com low filter em 210kHz e um shelf nos 8kHz.
Um delay para, separar o reverb da voz, no esquerdo em 125ms e no direito 250ms. O plate é o
reverb da voz que será mais ouvido. Large decay 2.2 sec hf cut 13.5kHz, 75% difusión. O envio do
plate pode ser automatizado, mandando mais sinal aos finais de frase, de maneira à preencher
espaços vazios.
4. Um delay no tempo da canção. Para preencher espaços.

É interessante um paralelo.

Um auxiliar com um EQ com um low filter, e um pouco de ganho nas bandas medias e
agudas. Um CLA-76. E um limiter por último, pode ser o L1, o limiter serve para deixar tudo em
primeiro plano.

No refrão vale usar um M/S EQ. Caso o refrão esteja na mesma pista da estrofe, vale
duplicar e criar uma pista só para o refrão. Assim depois de EQ, compressor e Rvox, usar o fab
filter Q3 com o M em low filter em 100kHz e um shelf nos agudos a 7 ou 8 Khz e o S com um low
filter em 220 kHz e um shelf a uns 4kHz adicionando agudos.

Pode ser interessante também duplicar o vocal da estrofe, para nesse duplicado utilizar
um delay e um M/S EQ. Assim no insert seria: o mesmo EQ da voz principal; um delay, de um
lado 13ms e de outro 23ms; outro EQ, dessa vez com um low filter em 500Hz; um reverb Hall com
1.5 sec decay e Pre delay 18ms e por ultimo o Fab filter Q3 só com a banda media filtrada no M,
e um shelf acentuando os agudos no S, ambos filtros dos graves, tanto do M quanto do S em
500Hz.
Em temas muito rítmicos é necessário separar a reverb da voz no tempo da canção. Assim,
um envio para um H-Delay em semicolcheias, no tempo da canção em modo Ping Pong, ganho
estéreo e profundidade.

Nos brakes, para gerar um efeito radiofônico, utilizar o compressor C 2.

3. Nexo Melodia/Harmonia

Encontrar o som do baixo. Pode ser interessante deixar o baixo em mono mas colocar
harmônicos superiores em estéreo. Pode ser o usado o SSL Channel ou um EQ dinámico para
controlar os graves. Um multibanda em sidechain com o kick também pode ser usado. Na mezcla
4, Pedro duplicou o baixo: o primeiro com um filtro só tocava as frequências graves, o segundo
com um saturador, para adicionar harmônicos superiores, tem um filtro nos graves, mais ou
menos a 200Hz e adiciona agudos com um High Shelf.

No bus vale utilizar o multibanda e um compressor CLA-2A.


Um pugtech pode ser interessante.
O baixo deve estar por baixo da voz.

4. Batera/Ritmo

Equalizar, comprimir e expandi utilizando o SSL Channel, aprender a usar esse plugin.
Uma reverb distinta. Curta, as vezes não lineal. Reverles lineales são mais naturais por que
são logaritmicas, não lineales soam menos naturais porque tem uma caída abrupta, podem
funcionar com baterias porque nas baterias nao queremos um reverb que soe o tempo todo. Pre
delay menos de 23ms, mas de 23ms será um eco.
Um delay diferente para cada lado dos hi hats. De um lado 19ms, de outro 25ms. Uma
canción pop interessa o som estéreo, em produções para dançar é mais interessante que a
bateria esteja mais em mono.
Comprimir bastante com o SSL compresor no Bus. Compressor no Bus faz com que a
bateria soe com mais unidade. No Bus também pode ser usado um FabFIlter MB para comprimir
os extremos e expandir os médios, em geral -6dB nas compressões e +4dB na expansão no
médios agudo. Assim depois do MB, uma EQ e em seguida o SSL comp. Pedro também utiliza o
API 500 no bus, compressor VCA que pode ser feed-forward ou feedback. No caso, quero mais
pegada, por isso forward.
Quando há percussão pode ser interessante trabalhá-las em M/S EQ.

As vezes um filtro um pouco a baixo da fundamental do Kick. Cortar um pouco os médios


entre 500Hz e 1kHz. Quando se tem mais de um Kick, suavizar os graves do kick com pegada
com um multibanda e expandir a banda media e aguda, um SSL Channel para reforçar os médios.
No Kick grave, adicionar graves com o Pugtech, usá-lo como sidechain para disparar um
multibanda nos graves do baixo.
Um compressor agressivo nas caixas. O do pro tools com o hard knee, 0,5 ms de ataque,
70 ms de release e ratio em 2:1. Um compressor que a faça soar mais viva e com mais reverb.
Pode ser interessante também um reverb nas caixas que seja insertado. No exemplo da mix 2
Pedro usa um reverb não linear Medium, 216ms Decay, 15ms Pre delay e dry em 36% com um
compressor em seguida.
Nos Overs um Pugchild 670: Um tipo de compressor de MU variável, suave e não lineal,
quanto mais intenso o transiente mais intensa será a compressão. Compressor lento. Pode ser
usado também nos overheads um compressor dual mono, compressores dual mono são aqueles
que possibilitam uma compressão diferente para direita e esquerda.
Tricky para dar mais groove aos hats. Enviar para um paralelo com um delay em 124ms de
um lado e 60 ms do outro; um EQ com um shelf de agudos em S e um compressor fazendo um
Side Chain. No exemplo da mix03 Pedro faz o sidechain a partir de um outro hat que toca junto
com a caixa, ao invés de ser disparado pela caixa o que tornaria o Side chain um pouco mais
longo. Criar envios na caixa e nos tons para esse truque stereo.
Automatizar os overheads porque é onde há expressão na bateria, aonde o baterista pode
gerar tensão. Subir nos acentos e baixar imediatamente, subir o primeiro transitorio de cada nova
sessão. Também baixar logo antes de cada nova sessão.
Um delay nos hats sem sincroniza-lo, através de um envio de um outro instrumento posso
criar um sidechain que de mais movimento a um hita estático.
VCAS antes do Bus principal da bateria para automatizar a quantidade de sinal para o bus
comprimir. Observar na mix 02 como o Pedro faz essa automação.
Um Eq dinamico ou um multibanda para controlar os graves. Caso necessário, criar um
sub kick, com um gerador de sinal, depois lembrar de controlar os graves com um multibanda. O
ataque do compresor multibanda nos graves deve ser lento, de modo a deixar passar os
transientes e controlar os graves. Um multibanda costuma resolver os problemas nos graves.
Um pugtech no bus pode soar bem.

Synths

Com EQ tirar un pouco dos médios para dar espaço à voz, e compressão nos agudos se
soarem estridentes.

Reverb em synths de corda: os violinos nas orquestras ficam mais perto do público, por
isso utilizo um predelay, um room. Os cellos ainda mais room. Os pizzicatos podem ser
interessantes soarem hall. Hall dá uma sensação maior de tamanho, e os agudos soam mais
airados.
No bus dos synths pode ser boa idéia colocar os agudos em Side

Guitarra

CLA 2A nas guitarras.

5. Estéreo/Mono
6. Expressão vs Compressão

Conceito de gerar tensão, buscar rupturas.


Quais os sons mais importantes.
Buscar a hierarquia da música.
Ouvir a dinâmica, automatizar o gain. Em primeiro vem a expressão. A parte técnica é um
pouco mais fácil, por isso pode ser uma boa idéia começar pela expressão. Depois de algum
tempo mixando se perde a objetividade, e assim se pode acostumar até com o que está soando
mal. Automatizar a dinámica em contexto. A dinâmica, a expressividade, principalmente na voz,
são coisas que podem diferenciar uma mixagem.

7. Fader Mixing
8. Bus/VCA
9. Mix Bus

No bus master uma compressão que unifique tudo. Um ataque lento e release rápido.
Um EQ para levantar os extremos
Outro para baixar ressonâncias que não estejam boas.
Maquina de fita ampex atr 102.

10. Automatizações

Para as automatizações, marcadores podem ajudar.

Tudo deve ser automatizado. Um VCA para as baterias que em cada sessão vai subindo
uns 1,5 dB até o refrão, quando volta ao verso, baixar mais uma vez o nível do VCA.

Automatizar o plate da voz, subir nos finais de frase; o delay da voz principal.
Uma boa ideia em Back vocais com vogais longas: A voz grave começa mais alta e vai
baixando um poco, enquanto as vozes médias e agudas começam baixas e vão subindo sua
intensidade.