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SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

UNIDADE 7
CONCEITOS E PROCESSOS ESCOLARES

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAS DR. EDMUNDO ULSON - UNAR 2011


CONHECENDO A PROPOSTA DA UNIDADE

Objetivos: Propiciar conhecimentos sobre a estrutura social da educação

A educação depende do modo de viver total de uma sociedade. Assim, a


espécie de educação difere de acordo com os tipos de sociedade.
O modo de produção da sociedade determina não só o sistema de
estratificação social (castas, estamentos ou classes sociais) e de educação,
como também o modo de pensar e agir dos indivíduos na sociedade. No
entanto, essa determinação não é absoluta.

ESTUDANDO E REFLETINDO

Nas sociedades, onde predomina o modo de produção capitalista, a


estrutura social é mais democrática, mais aberta e a mobilidade social é mais
fluente. As sociedades são mais diferenciadas e é mais fácil ocorrerem
mudanças sociais. Entretanto, mesmo entre elas existe certa gradação.
Nas sociedades mais abertas, de classes sociais, a educação como
processo social mais global funciona como um grande canal de circulação
social. A educação nessas sociedades estimula a competição e funciona como
elemento que possibilita a ascensão social dos indivíduos. Muitos indivíduos
nascidos em camadas sociais mais pobres só alcançam uma posição social
mais elevada através da educação.

Estrutura Social e Sistema Escolar.


Historicamente, a forma mais clara de se mostrar a ligação entre a
estrutura social e o sistema escolar é analisar como a escola surgiu.
Inicialmente, as escolas surgiram para atender aos interesses da aristocracia.
Só mais tarde, quando se impuseram politicamente, é que as camadas médias
das sociedades conseguiram desfrutar dos benefícios da escola. Atualmente,
em função da difusão do ideal democrático e das pressões sociais dos
trabalhadores, as classes baixas passaram também a freqüentar as escolas. A
democratização da estrutura social, tornando menores as barreiras entre as
classes sociais, contribuiu para a democratização dos sistemas escolares.

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Como já afirmamos cada sociedade considerada em um momento
determinado de seu desenvolvimento possui um sistema educativo que se
impõe aos indivíduos de modo geralmente irresistível.
Se tomarmos por análise qualquer dos sistemas escolares modernos,
verificaremos que a sua estrutura é semelhante a uma pirâmide, que o
indivíduo, ao longo dos anos, percorre da base à cúpula.
A superposição hierarquizada de escolas, conforme os graus de ensino
(1°, 2° e 3°), correspondem mais ou menos às três etapas do crescimento
humano (infância, adolescência e mocidade), ou à sucessão cronológica das
idades, começando nas escolas pré-primárias até as universidades. Essa
hierarquia constitui a estrutura vertical do sistema escolar. Mas, em cada uma
das secções, distribuem-se, nos mesmos níveis, escolas ou cursos de espécies
diferentes, ainda que do mesmo grau. É o que se chama de estrutura horizontal
do sistema escolar.
Quanto mais complexa a sociedade, mais complexo o sistema escolar.

Educação, Estratificação e Mobilidade Social.


Onde quer que exista sociedade, também existe alguma forma de
hierarquia ou estratificação social entre seus membros. A estratificação social
indica a existência de diferenças, de desigualdades entre as pessoas de uma
determinada sociedade. Ela indica a existência de grupos de pessoas que
ocupam posições diferentes na sociedade.
O modo de produção influencia o sistema de estratificação social e o
processo de mobilidade social. Isso vai se refletir na espécie de educação de
cada sociedade.
Nas sociedades capitalistas, onde os dois grandes objetivos são o êxito
financeiro e a conseqüente ascensão social, o sucesso pessoal no campo da
educação tem sido a chave, para alguns, do êxito na vida social. Para esses,
cuja origem de classe é a classe média, um nível de renda mais elevado e
maior grau de prestígio social estão diretamente relacionados a um bom
desempenho nos estudos. Vejamos o texto a seguir.
A escola é vista como uma escada que permite à gente
subir na vida. Ninguém está contente com a escola que
está aí, mas todo mundo sonha com uma outra escola,
uma escola que funcione bem e que cumpra seu papel,

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que é dar instrução a todos. Todo mundo quer que a
escola seja essa espécie de escada que conduz a um
andar superior, a uma melhoria de vida, a um melhor
emprego com um melhor salário. Essa expectativa em
relação ao que a escola pode e deve fazer é ainda mais
forte nas camadas sociais mais pobres.
CECCON, C. ET AL., 1983 p. 18-19.

Quanto à função da escola Materialismo Histórico- Doutrina marxista


que analisa o desenvolvimento do
como instrumento de mobilidade processo histórico da sociedade humana.
social ascendente, o materialismo
histórico nega que ela se cumpra. Quando muito, pelo canal da escola,
passaria um ou outro elemento vindo das classes inferiores, o qual, por meio
da educação de nível superior, poderia ser alçado às posições socialmente
elevadas, mas nunca como fenômeno coletivo, socialmente significativo. Ao
contrário, muitos afirmam que nenhuma sociedade altera substancialmente sua
estrutura de classes através de mudanças levadas a efeito no aparelho
educacional.
Nas sociedades atuais, há uma tentativa cada vez mais acentuada para
proporcionar condições de igualdade de oportunidade em educação, a partir do
princípio democrático de que todos são iguais perante a lei. Mas, ao mesmo
tempo, entende-se que tal igualdade de oportunidade não pode ser realizada
em uma sociedade democrática meramente pela promulgação de decretos-leis
sobre educação.

DOS GRUPOS ÀS INSTITUIÇÕES SOCIAIS.


A sociedade compõe-se de grupos sociais mais ou menos amplos,
regidos por um conjunto de regras e procedimentos próprios - as instituições - e
formado por indivíduos vinculados a uma ou a outra classe da estratificação
social.
Pertencer a grupos sociais é ao mesmo tempo tão decisivo e tão comum
que, geralmente, os indivíduos não se dão conta da importância desse fato. Só
quando segregados é que os indivíduos tendem a perceber a importância
fundamental do grupo para a vida humana. A destruição dos vínculos de grupo
quase sempre leva a pessoa à morte.

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Uma primeira classificação de grupos sociais é aquela que separa os
grupos em duas categorias: os grupos aos quais eu pertenço e os grupos
externos, aos quais eu não pertenço.
As relações do indivíduo com cada uma das duas categorias grupais são
bastante diferentes. Dos grupos aos quais pertence, o indivíduo espera
reconhecimento, lealdade, auxílio, aceitação. As expectativas em relação aos
grupos externos variam, podendo abranger tanto a cooperação quanto a
competição ou a indiferença: Grupos primários e secundários.
Constituem grupos primários, de modo especial, a família e o círculo de
amigos íntimos, com os quais partilhamos nossas experiências, nossas
alegrias e tristezas, nossas dúvidas e esperanças. Mesmo considerando
extremamente difícil o conhecimento de outras pessoas, é nos grupos
primários que tal conhecimento pode tornar-se mais profundo, envolvendo a
própria personalidade e não apenas a aparência externa.
Nos grupos secundários, os relacionamentos são impessoais, parciais e
utilitários. Os contatos humanos que se estabelecem numa empresa, num
clube, na escola, entre os moradores de um prédio, entre os vizinhos, etc.,
geralmente são contatos formais, mais ligados ao que existe em comum entre
os indivíduos do que à pessoa como um todo. No grupo secundário, o que mais
interessa é a função que o indivíduo desempenha sua ocupação, seu trabalho,
suas obrigações e direitos, e não propriamente sua personalidade, seus
problemas pessoais, suas experiências vitais.
Enquanto o grupo primário se caracteriza pelo relacionamento humano,
o grupo secundário se distingue pela tarefa que os indivíduos fazem em
comum.
Assim, na sociedade, temos os grupos sociais, formados por indivíduos
com objetivos comuns, que interagem de forma mais ou menos permanente. E
temos também as instituições sociais, que são as regras e procedimentos
adotados por esses grupos. Desse modo, família, Igreja, escola e Estado são,
ao mesmo tempo, grupos sociais - formados por indivíduos - e instituições
sociais, enquanto um conjunto de regras e procedimentos que regem a vida
dos indivíduos que fazem parte desses grupos.
Apesar de cada família, cada igreja, cada escola e cada Estado ter suas
próprias normas, há características que são comuns a todas as famílias, a

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todas as igrejas, a todas as escolas, a todos os Estados. já estudamos a
escola. Vejamos, agora, algumas dessas características relativas à família, à
Igreja e ao Estado.

BUSCANDO CONHECIMENTO

Vida Social
Desde o seu nascimento, o indivíduo começa a aprender as regras e os
procedimentos que deve seguir na vida em sociedade. À medida que
amadurece e entende melhor o mundo em que vive, percebe que em todos os
grupos de que participa existem certas regras muito importantes, certos
padrões que a sociedade considera fundamentais. O casamento monogâmico,
por exemplo, é um padrão da cultura brasileira.
Essas regras foram estabelecidas pelos antepassados do indivíduo,
tendo sofrido modificações maiores ou menores através do tempo. Também
fica claro para ele que a sociedade exerce grande pressão para que todos
cumpram essas regras.
Assim, instituição social é um conjunto de regras e procedimentos
padronizados, reconhecidos, aceitos e sancionados pela sociedade e que têm
grande valor social. São os modos de pensar, de sentir e de agir que a pessoa
encontra preestabelecidos e cuja mudança se faz muito lentamente, com
dificuldade.
As principais instituições sociais são a instituição familiar, a educativa, a
religiosa, a política, a econômica e a jurídica.
As instituições sociais servem principalmente como um meio para a
satisfação das necessidades da sociedade. Nenhuma instituição surge sem
que tenha surgido antes uma necessidade. Mas, além desse papel, as
instituições sociais cumprem também o de servir de instrumento de regulação e
controle das atividades do homem.

Família
A família é o primeiro grupo social a que pertencemos. É um tipo de
agrupamento social cuja estrutura, em alguns aspectos, varia no tempo e no

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espaço. Essa variação pode ser quanto ao número de casamentos, quanto à
forma de casamento e quanto ao tipo de família e autoridade.
A família pode ser classificada em dois tipos básicos: família conjugal ou
nuclear e família consangüínea ou extensa.
Por muito tempo, a família desempenhou o papel principal no processo
de educação. À medida que o tempo passa, porém, embora continue
exercendo grande influência na formação das crianças e dos jovens como
grande agência de socialização, ela vem perdendo bastante das suas funções
pedagógicas.
Entre todos os grupos sociais, a família, quando bem estruturada, dispõe
de grandes condições para educar as gerações mais jovens. A educação dos
filhos é uma das grandes finalidades da família. A escola completa a família,
principalmente na função pedagógica, sendo de grande importância o
entrosamento família-escola na execução da tarefa educativa. Alguns trabalhos
de pesquisa no campo educacional têm mostrado que os padrões familiares
podem influenciar o rendimento escolar dos filhos.
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Igreja
A religião sempre esteve muito presente na história da humanidade.
Ao longo do tempo, muitas religiões foram sendo organizadas. Algumas
delas tornaram-se muito importantes e poderosas. Entre elas podem ser
citadas o judaísmo, o hinduísmo, o budismo, o cristianismo, que acabou se
dividindo entre católicos e protestantes, e o islamismo. Cada uma delas tem
suas verdades, suas regras, seus procedimentos, e as pessoas que a elas se
filiam reúnem-se em suas igrejas. Assim, a igreja católica, dominante no Brasil,
é a reunião de todos os católicos; a igreja protestante é a congregação de
todos os protestantes, etc.
Embora as várias religiões apresentem diferenças entre si, a Igreja,
enquanto instituição religiosa possui algumas características básicas, que são
comuns a todas as religiões. Entre tais características podemos citar a crença
numa vida após a morte e a crença em seres superiores, em divindades, que
dirigem os destinos do homem.
Além dessas crenças, a Igreja também exerce uma função educativa,
procurando formar os indivíduos de acordo com os seus princípios, e uma

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função de controle social: na medida em que as pessoas são levadas a
acreditar no poder divino, podem desacreditar em sua capacidade de
transformar a situação vigente, podem acomodar-se, esperando que a solução
de todos os problemas venha do alto.
A Igreja é um grupo social, isto é, um grupo de fiéis ligados pela mesma
fé e sujeitos às mesmas regras e chefes espirituais.
Atualmente, as religiões do mundo ocidental têm procurado, em geral,
conciliar suas doutrinas com o conhecimento científico.

Estado
Na medida em que foi se desenvolvendo, a sociedade foi se estru-
turando politicamente, isto é, foi estabelecendo regras para a vida coletiva,
para a convivência entre os indivíduos de determinado território.
Foi da organização dos diferentes setores da vida social que surgiu o
Estado, com base em três elementos fundamentais: um território, a população
que vive nesse território e o governo que exerce o controle sobre o território e a
população, que administra os bens coletivos, aquilo que pertence a todos.
O governo, portanto, é apenas um dos elementos do Estado. E pode ser
organizado de várias formas: monarquia (governo de um só), oligarquia
(governo de um grupo) e democracia (governo do povo, escolhido pelo povo).
A democracia pode ser direta (o povo se manifesta diretamente, é ouvido
sempre que o governo precisa tomar uma decisão) ou indireta (o povo se
manifesta por meio dos seus representantes).
O governo dos Estados modernos engloba três poderes: o Legislativo,
que faz as leis; o Executivo, que executa as leis, que administra o país; e o
Judiciário, que julga se as leis estão sendo cumpridas ou não.
O Estado é a instituição social que tem a exclusividade, o monopólio da
violência legítima; é assim porque a lei lhe confere o direito de recorrer à
violência, caso isso seja necessário.
O poder e a autoridade centralizam-se de maneira clara no Estado.
Desse modo, o Estado é uma das agências mais importantes de controle
social. Executa suas funções por meio da lei, apoiado, em última instância, no
uso da força.

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O Estado é essencialmente um agente de controle social. Difere de
outras instituições - como a família e a Igreja, que também exercem controle -
na medida em que tem poder para regular as relações entre todos os membros
da sociedade.
Em relação a educação, o debate em torno do comprometimento do
Estado com a ação educativa, nas sociedades modernas, teve início com a
própria Revolução Industrial. Ma foi no final do século XX que a educação
assumiu uma importância que bem reflete até que ponto ela integra o sistema
industrial que domina nossa sociedade. O Estado viu-se obrigado a assumir
praticamente a quase totalidade das funções da área educativa, no nível do
planejamento educacional e de sua integração ao planejamento global da
sociedade.

Trabalho
A relação educação-trabalho, cultura-trabalho e ensino-trabalho, desde a
Antiguidade grega, sempre foi de exclusão, isto é, quem estuda ou ensina deve
viver em outro mundo, que não é o do trabalho e dos negócios.
No período medieval, com a educação monástica, também encontramos
essa relação: de um lado, os que se dedicam ao trabalho produtivo e manual e,
de outro, os que se preocupam em "cultivar o espírito" através da leitura, da
reflexão, da escrita, etc. Essa divisão social do trabalho se estendeu para
outras categorias que foram aparecendo, como os burocratas e aqueles que
trabalhavam nas universidades.
É no contexto do mercantilismo e na emergência do modo de produção
capitalista que, ao se redefinir a concepção de trabalho (principalmente com a
Reforma Protestante), também se redefine a concepção de educação e a
relação entre ambos. Institui-se, gradativamente, a idéia de que o trabalho
educa, constituindo-se em um elemento pedagógico essencial.
No contexto da sociedade capitalista há pelo menos duas vertentes de
análise da questão da relação trabalho-educação. A primeira, restritiva, que se
limita a considerar a educação como instrução para transformar as pessoas (os
trabalhadores, basicamente) em sujeitos mais produtivos no processo de
trabalho. Essa corrente é representada pelo pensamento de muitos industriais,
exposto com muita precisão por Henry Ford. A segunda vertente, desenvolvida

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por Antonio Gramsci (1891-1937), pensador italiano, vê o trabalho como
princípio educativo, sendo essa relação analisada em termos do processo de
formação e de educação mais amplo e mais integral do sujeito.

Mídia
Até algum tempo atrás, a família e a escola eram, sem dúvida, as
grandes instituições encarregadas da educação assistemática e sistemática.
Com o surgimento e desenvolvimento dos poderosos veículos de comunicação
de massa-televisão, rádio, cinema e imprensa (jornais e revistas) -, essa
situação se alterou substancialmente.
Os meios de comunicação de massa obtêm grande audiência porque
funcionam como uma forma de lazer que não exige grande esforço de
concentração de quem lê, ouve ou assiste. Estão, acima de tudo, perfeitamente
em sintonia com assuntos da atualidade. Isso faz com que as mensagens por
eles veiculadas sejam aceitas mais facilmente, gozando, tais veículos, de
bastante prestígio junto à população.
Com isso, as instituições sociais básicas no processo de socialização
(família, Igreja e escola) estão perdendo a influência sobre as gerações mais
jovens, já que os conhecimentos transmitidos por elas não coincidem, muitas
vezes, com o interesse dos jovens. Assim é que o ensino transmitido pela
escola vem sendo afetado pelos meios de comunicação de massa,
principalmente a televisão.
Os meios de comunicação invadem os lares, levando aos membros da
família grande quantidade de informações sobre os mais variados assuntos, de
forma que, quando a criança ingressa na escola, já leva consigo um grande
número de informações.
Imprensa
A imprensa moderna divulga notícias e informações sobre os mais
variados assuntos de interesse científico e cultural. Funciona como um
poderoso agente de informação e de formação da opinião pública.
É um procedimento muito comum medir o grau de cultura de um povo,
entre outros dados, pela tiragem dos jornais e pelo número de leitores que têm
acesso a esses jornais. O papel da imprensa como veículo de informação e de

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formação da opinião pública é tão importante que um dos indicadores da
democracia de um país é a existência de uma ampla liberdade de imprensa.
O cinema surgiu na última década do século passado, mas tomou um
impulso maior a partir de 1930. Através dele as populações dos países mais
atrasados tomam conhecimento do estilo de vida das populações dos países
mais adiantados e procuram imitá-lo. O cinema é também usado como
instrumento de educação.
A televisão começou a se impor como um novo meio de comunicação a
partir da Segunda Guerra Mundial. Ela é resultado da combinação do rádio
com o cinema. O rápido progresso da tecnologia na área da comunicação
possibilitou a formação de cadeias internacionais, com base nos satélites
artificiais, graças aos quais milhões de pessoas, nos mais distantes pontos da
Terra, podem acompanhar o que acontece no mundo todo. Atualmente, como o
principal meio de comunicação, a televisão tem ofuscado um pouco o cinema e
o rádio.
A concorrência movida pelos meios de comunicação à família e à
escola, ameaçando o status dessas agências tradicionais de educação, não
deve ser encarada como uma competição destruidora. A família e a escola são
instituições que necessitam apenas adaptar-se à realidade dos dias atuais.

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